Ambientada logo após Loki roubar o Tesseract (de novo), ele é levado em custódia perante a Autoridade de Variação Temporal, uma organização burocrática que existe fora dos imites do espaço-tempo. Forçado a responder por seus crimes contra a sagrada linha do tempo, Loki precisa fazer uma escolha: ser apagado da realidade ou ajudar na captura de uma ameaça ainda maior.
Obviamente, o vilão vivido por Tom Hiddleston vai escolher a segunda opção e embarcar nesta importante missão.
Apesar dos poucos detalhes, tudo indica que esta nova ameaça seja Kang, o Conquistador (Jonathan Majors).
Lembrando que a série tem estreia marcada para 09 de junho naDisney+.
A trama dirigida por Kate Herron irá acompanhar as aventuras do Loki em 2012.
Ele ainda estará procurando vingança por seu relacionamento com o pai, que priorizava o irmão Thor, e irá modificar todos os eventos que vimos nos filmes, causando um grande estrago em sua jornada e criando uma linha temporal sombria e obscura.
Hiddleston revelou seu entusiasmo em viver novas aventuras como o amado anti-herói e explorar suas várias faces na série.
“É uma constante fonte de surpresa e prazer que esses filmes estejam conectados com as pessoas. Eu sabia que ele [Loki] era uma figura complexa. Inteligente e espirituoso, mas vulnerável, irritado, perdido e quebrado. Eu pensei que era uma oportunidade incrível em amadurecer ao longo dos filmes.”
Já fazem 15 anos desde que a atriz Mischa Barton deixou a série ‘The O.C.‘ no fatídico episódio final da 3ª temporada, de forma trágica e dramática.
E após mais de uma década, ela decidiu sanar um dos maiores mistérios das telinhas, revelando o verdadeiro motivo de sua saída da produção. Em uma entrevista ao E! News, Barton comentou que os problemas começaram logo após que a atriz Rachel Bilson foi oficializada como membro regular do elenco principal, “equiparando o salário de todos”.
Na ocasião, a atriz ainda revelou que sofria bullying nos bastidores por parte de homens que ela preferiu não mencionar nominalmente:
“Haviam pessoas no set que eram muito más comigo. Não era o ambiente de trabalho mais ideal para uma garota jovem e sensível – que havia sido empurrada ao estrelato – ter que enfrentar”.
Barton também contou que diante das circunstâncias, os produtores lhe deram duas saídas:
“Você quer o seu emprego e navegar em direção ao pôr-do-sol e potencialmente você poderia voltar no futuro, em um cenário de TV bizarro? Ou, podemos matar sua personagem e você pode seguir com a sua carreira do jeito que quer e fazer o que deseja?””
A atriz acabou optando por deixar a produção, rendendo naquele poderoso – e controverso – desfecho de sua personagem.
E mesmo com a abrupta despedida da sua personagem dividindo opiniões até hoje, Barton se diz satisfeita com o final da jornada de Marissa, afirmando que achou o final “ótimo”, salientando que não foi fácil dizer adeus aos colegas de elenco, de quem ela tanto gostava:
“Eu fiquei muito triste por ter quer ir embora, pois éramos como uma família. Mas haviam algumas coisas que não eram muito legais e eu estaria mentindo se não dissesse que fiquei um pouco aliviada por ter me retirado daquela situação”.
Uma fan page do Twitter dedicada a novidades sobre o universo do Batman divulgou um novo pôster de ‘The Batman‘, vindoura adaptação dirigida por Matt Reeves e estrelada por Robert Pattinson.
Além de trazer um novo olhar sobre o Homem-Morcego, a imagem destaca o batmóvel e a cidade de Gotham sob um céu avermelhado.
Lembrando que a estreia de ‘The Batman‘ está agendada para 04 de março de 2022.
Além de Pattinson, o elenco conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard,Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.
Através de um comunicado, o trio comemorou a parceria.
“Estamos muito empolgados em trabalhar juntos para trazer esse personagem de volta ao mundo das animações para contar novas histórias cativantes em Gotham City. A série será emocionante, cinematográfica e terá elementos do Batman raíz, enquanto mergulha mais fundo na psicologia de personagens icônicos. Mal podemos esperar para compartilhar este novo mundo.”
Utilizando técnicas de animação de última geração e tecnologias disponíveis, ‘Batman – Caped Crusader’ promete reinventar mais uma vez o Batman e sua icônica galeria de aliados e vilões.
Tudo isso com narrativa sofisticada, personagens diferenciados e sequências de ação intensa, tudo ambientado em um mundo visualmente impressionante.
Por enquanto, ainda não detalhes sobre a trama, elenco de dublagem e nem previsão de estreia.
Confira o pôster:
Enquanto isso, vale lembrar que a estreia de ‘The Batman‘ está agendada para 04 de março de 2022.
Além deRobert Pattinson(Bruce Wayne), o elenco conta com Paul Dano (Charada) Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard,Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.
Através do Twitter, a página Project Berserk anunciou que o quadrinista japonês Kentaro Miura, autor do aclamado mangá ‘Berserk‘, faleceu aos 54 anos de idade.
Foi dito apenas que o artista não resistiu a uma dissecção da aorta e veio a óbito em 06 de maio.
Para quem não conhece, ‘Berserk‘ foi publicada pela primeira em 1989 pela editora Young Animals e é ambientada em um universo de fantasia sombria e apocalíptica.
A trama acompanha as aventuras de Guts, um guerreiro solitário perseguido forças obscuras enquanto busca a vingança de seu ex-mestre.
Até o momento, os 40 volumes publicados do mangá já venderam mais de 50 milhõesde cópias em pelo menos em 15 países e foi traduzido para 13 idiomas.
Graças à sua violência gráfica, ‘Berserk‘ sofreu bastante preconceito no início de suas publicações, mas acabou se tornando uma obra cult, que influenciou outras produções culturais, como a série de games da franquia ‘Souls’.
Em 2002, Miura foi homenageado por sua contribuição à cultura japonesa durante o prestigiado Festival Osamu Tezuka.
Confira o anúncio de sua morte:
“[Relatório da morte do Professor Kentaro Miura] O Dr. Kentaro Miura, autor de ‘Berserk’, faleceu em 06 de maio de 2021 devido a uma dissecção aguda da aorta. Gostaríamos de expressar nosso maior respeito e gratidão ao trabalho de ilustração do Dr. Miura e orar por sua alma. 20 de maio de 2021 Hakusensha Co., Ltd. Departamento Editorial da Young Animals.”
No último dia 19 de maio, Demi Lovato, cujos principais trabalhos incluem a série ‘Sunny Entre Estrelas’, a franquia ‘Camp Rock’ e uma carreira meteórica no mundo da música, revelou ser uma pessoa não-binária e que está mudando os pronomes de tratamento para they/them (eles/elas).
O anúncio foi feito através do Twitter, com Lovato postando um breve vídeo para o canal 4D e uma série de outras postagens falando sobre sua identidade de gênero: “isso veio após um longo trabalho de reflexão e de cura. Ainda estou aprendendo sobre mim e não digo ser expert ou porta-voz. Compartilhar isso com vocês trouxe um novo nível de vulnerabilidade para mim”.
Confira:
Every day we wake up, we are given another opportunity & chance to be who we want & wish to be. I’ve spent the majority of my life growing in front of all of you… you’ve seen the good, the bad, & everything in between. pic.twitter.com/HSBcfmNruo
Today is a day I’m so happy to share more of my life with you all- I am proud to let you know that I identify as non-binary & will officially be changing my pronouns to they/them moving forward 💖
Lembrando que Lovato irá estrelar e produzir a comédia sobre distúrbios alimentares intitulada ‘Hungry’.
Lovato recentemente lançou ‘Dancing with the Devil… The Art of Starting Over’, sétimo álbum de estúdio que teve uma sólida recepção crítica e que foi elogiado pelo caráter íntimo e confessional das canções. Suas outras produções incluem ‘Tell Me You Love Me’, ‘Confident’ e ‘Demi’.
O aguardado suspense de zumbi de Zack Snyder, ‘Army of the Dead: Invasão em Las Vegas‘, já estreia nesta sexta-feira (14) na Netflixe a produção é o grande destaque da revista SFX, que trouxe mais detalhes relacionados ao longa, além de revelar novas imagens.
Dirigido por Zack Snyder (‘Madrugada dos Mortos‘), o longa, que foi rodado em Las Vegas, contou com orçamento de US$ 70 milhões.
Após um surto de zumbis em Las Vegas, nos Estados Unidos, um grupo de mercenários faz uma aposta final, aventurando-se na zona de quarentena para tentar realizar o maior assalto de todos os tempos.
Dave Bautista estrela a produção. O elenco ainda conta com Ella Purnell, Omari Hardwick, Ana De La Reguera, Theo Rossi, Matthias Schweighöfer, Nora Arnezeder, Hiroyuki Sanada, Garret Dillahunt, Tig Notaro, Raúl Castillo, Huma Qureshi, Samantha Win, Richard Cetrone e Michael Cassidy.
A segunda temporada da série ‘Special‘ já está disponível na Netflix. A nova leva de episódios teve sua estreia nesta quinta-feira (20), na grade de programação.
No mais recente ciclo, Ryan está afastado da mãe, mas continua explorando o mundo por conta própria, enfrentando todos os altos e baixos da vida e do amor.
Confira o vídeo de recapitulação da 1ª temporada, seguido pelo trailer do novo ciclo:
Criada e estrelada por Ryan O’Connell, a série é baseada em sua autobiografia, intitulada I’m Special: And Other Lies We Tell Ourselves.
A trama gira em torno de Ryan, homem gay com leve paralisia cerebral que decide reescrever sua identidade e finalmente ir atrás da vida que ele quer. Após anos de estágios sem futuro, trabalhando de pijama como um blogueiro e se comunicando principalmente via texto, Ryan resolve sair do isolamento e começa a caminhar para a vida adulta.
A 2ª temporada da série de suspense mexicana ‘Quem Matou Sara?’ já está disponível na Netflix e, para promovê-la, a plataforma de streaming divulgou mais imagens promocionais da obra.
O passado sempre volta. Há 18 anos, a morte de Sara mudou o destino de Alex Guzmán e da família Lazcano. Agora, em seu plano de vingança, Alex vai precisar ter cuidado, pois há segredos que estão fora de seu controle – saber quem realmente era Sara é apenas o começo.
A Samuel Goldwyn Films divulgou o trailer oficial de ‘Let Us In’, aventura estrelada por Tobin Bell (franquia ‘Jogos Mortais’).
Confira:
Craig Moss comanda a produção e assina o roteiro ao lado de JW Callero.
Uma jovem de 12 anos e seu melhor amigo resolvem investigar os desaparecimentos repentinos de diversos adolescentes na pequena cidade onde moram. Percebendo que há algo mais sombrio acontecendo, Emily e Christopher lidam com forças mais perigosas do que imaginavam. Baseado na lenda urbana ‘Crianças de Olhos Negros’.
Makenzie Moss e O’Neil Monahan vivem Emily e Christopher. Bell, Sadie Stanley, Mackenzie Ziegler e Siena Agudong completam o elenco.
‘Let Us In’ tem estreia marcada em VOD para 02 de julho, ainda sem previsão de chegada ao Brasil.
A HBO Max anunciou recentemente que Sara Ramírez, cujos principais trabalhos incluem ‘Grey’s Anatomy’ e ‘Monty Python: Spamalot’, entrou para o elenco do aguardado revival de ‘Sex and the City’, intitulado ‘And Just Like That8230;’.
Ramírez, que se identifica com a não-binariedade de gênero, dará vida a Che Diaz, uma personagem também não-binária – a primeira da produção.
Em entrevista à Vanity Fair, Sarah Jessica Parker, que retorna como Carrie Bradshaw ao revival, irá abordar a pandemia de coronavírus, além de se aprofundar em aspectos sociais e políticos, resultando em uma produção muito mais consciente do que a série original.
“[A pandemia de] COVID-19 obviamente será parte da narrativa porque essa é a cidade [que as personagens vivem]. E como isso irá mudar as relações uma vez que os amigos desaparecem? Eu tenho fé que os roteiristas irão explorar muito bem essa questão.”
Ela completa,“[O revival] será incrivelmente diversificado de uma forma emocionante. [Os roteiristas] trarão novas experiências de vida, visões políticas e problemas sociais da atualidade.”
O revival também contará com o retorno de Cynthia Nixon e Kristin Davis, que não só irão estrelar, como também serão produtoras da série.
Kim Cattrall, que interpretava a icônica Samantha, não retornará.
A ausência de Cattrall do revival já não é uma surpresa, uma vez que a própria atriz já havia expressado o seu desprezo pela possibilidade de um revival da série, em virtude de desavenças passadas entre ela e Parker.
Em entrevistas, a atriz chegou a admitir que sofria perseguição nos bastidores por parte da colega de trabalho, que teria inveja do alcance popular da sua personagem, Samantha Jones.
Além disso, Cattrall relatou algumas situações delicadas sofridas nos bastidores, em virtude da conturbada dinâmica relacional com a colega de elenco. Isso teria feito a atriz perder o interesse em continuar envolvida com a franquia.
“A série acompanha Carrie, Miranda e Charlotte à medida em que elas navegam pela complicada jornada da vida e da sua amizade de quando estavam no auge dos seus 30 anos, agora para uma fase ainda mais complicada no auge dos seus 50 anos”.
Rumores apontam que o novos episódios terão um enredo mais consciente sobre raça e política, além de se manterem um pouco mais conectados com o mundo real.
Criada por Darren Star(hoje à frente de ‘Emily em Paris‘), a série original contou com seis temporadas, exibidas entre os anos de 1998 e 2004 na HBO.
A trama acompanha quatro amigas que lidavam com a vida de solteiras em Nova York no final dos anos 1990, enquanto uma delas relata suas experiências em uma coluna jornalística.
Já nos cinemas, ‘Sex and the City‘ arrecadou US$ 415 milhões mundialmente, enquanto a sequência alcançou US$ 280 milhões.
A produção foi criada por Mohammed, que também assina o roteiro.
A trama envolve um agente da NSA (Schwimmer) que se une com um analista de computadores para formar uma nova unidade de investigação de crimes cibernéticos na agência de defesa do Reino Unido.
‘Cruella’ é um dos filmes mais aguardados do ano e trará Emma Stone como uma versão bastante diferente da icônica vilã de ‘101 Dálmatas’. Entretanto, essa não é a primeira vez que a personagem ganha uma releitura live-action, visto que Glenn Close a eternizou no filme de 1996.
Em entrevista ao ET Canada, Stone foi questionada sobre a reação de Close ao filme, respondendo que está ansiosa para saber os comentários da lendária atriz sobre a produção.
“Sim. Não [estou nervosa], ela é a melhor a já ter feito isso, então… O que ela achar, eu irei respeitá-la”.
Ela continuou, comentando se entrou em contato com Close para algumas dicas de como viver a personagem: “Falamos um pouco sobre isso, foi bem no começo do projeto, então ainda não sabíamos o que ia acontecer com o filme. Mas ela é incrível e eu sou uma grande admiradora dela”.
Lembrando que o longa estreia em 28 de maio nos cinemas e no Premier Access da Disney+.
‘Cruella’, novo filme live-action apresenta a história da lendária e mais icônica – e notoriamente fashion – vilã da Disney, Cruella de Vil. Ambientado na Londres dos anos 70 em meio à revolução do punk rock, o filme mostra uma jovem vigarista chamada Estella (Emma Stone), uma garota inteligente e criativa determinada a fazer um nome para si através de seus designs. Ela faz amizade com uma dupla de jovens ladrões e, juntos, constroem uma vida para si nas ruas de Londres. Um dia, o talento de Estella para a moda chama a atenção da Baronesa Von Hellman (Emma Thompson), uma lenda fashion que é devastadoramente chique e assustadora. Mas o relacionamento delas desencadeia um curso de eventos e revelações que farão com que Estella abrace seu lado rebelde e se torne a Cruella má, elegante e voltada para a vingança.
Jovens solteiros e cheios de energia numa praia paradisíaca. Parece perfeito, só que para ganhar o prêmio de 100.000 dólares, eles precisam renunciar ao sexo.
Através do Twitter, a página @BatmanFiles divulgou uma nova arte promocional do aguardado ‘Batman’, mostrando uma nova perspectiva tanto do herói titular quanto do clássico Batmóvel.
Além deRobert Pattinson(Bruce Wayne) e Paul Dano (Charada), o elenco conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard,Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.
Lembrando que a estreia de ‘The Batman‘ está agendada para 04 de março de 2022.
Dentre os muitos lançamentos na Netflix esse ano uma série de suspense causou furor entre os espectadores e alcançou a primeira posição no Top 10 das produções mais assistidas. Estamos falando da série mexicana ‘Quem Matou Sara?’, cuja segunda temporada estreia hoje no streaming.
Depois de passar uma primeira temporada inteirinha tentando incriminar os Lazcano pela morte de Sara (Ximena Lamadrid), o jogo parece ter virado para Alex (Manolo Cardona) depois que ele achou um cadáver misterioso enterrado no quintal de sua casa. Com medo de ser levado à prisão novamente por um crime que não cometeu, Alex está com sangue nos olhos para encontrar a todo custo o real responsável pela morte de sua irmã. O problema é que no caminho ele irá descobrir verdades não tão agradáveis sobre a não tão doce Sara, e isso pode levar abaixo suas convicções e ampliar o leque de suspeitos. No meio do caminho, a ajuda de Elisa (Carolina Miranda) se torna essencial, mas chega o momento de ela escolher do lado de quem quer ficar, uma vez que o castelo de cristal dos Lazcano parece estar ruindo com todas as verdades sendo jogadas no ventilador.
Se na primeira temporada o ritmo, as atuações e a história como um todo foi bastante irregular, nesta nova parte é perceptível a melhora que a produção ganha, sinalizando que a insegurança inicial foi aos poucos sendo superadas pela equipe. Não que ‘Quem Matou Sara?’ tenha se tornado uma série excelente, mas pelo menos melhorou, o que já é um bom sinal. Manolo Cardona continua travadão no papel, sem emitir carisma, e Eugenio Siller permanece super caricato no papel de José María, ao ponto de em determinadas cenas literalmente ficar visível a maquiagem utilizada no ator, contrastando com sua pele branca.
O roteiro de José Ignacio Valenzuela parece ter abraçado de vez o conceito “dispersar ao máximo para construir uma trama elaboradíssima em prol de disfarçar que, no fim, responder à pergunta ‘Quem Matou Sara?’ ser o de menos”. O enredo já emaranhado anteriormente se amplifica e dispersa ainda mais agora, com a entrada de novos personagens, resgates de antigos e a inserção de elementos que ajudam a construir tramas paralelas de modo a pintar todo mundo como vilão. Nesta série, ninguém é totalmente bonzinho.
Já a direção de David Ruiz e Bernardo De La Rosa Villareal permanece instável, transmitindo bastante insegurança nas tomadas. Há cenas, como a da explosão, que a gente quase consegue ouvir o “ação!” antes dos atores se moverem. Isso é corroborado com o roteiro didático, que fica o tempo todo repetindo informações para reforçar as atitudes dos personagens (a essa altura, quem não sabe que Sara morreu há 18 anos?). Todo esse didatismo é cansativo, porque segura o ritmo da série e contrasta com as sequências de flashback frequentes que surgem de repente para o espectador entender coisas que os próprios personagens ainda não sabem.
Em suma, a segunda temporada de ‘Quem Matou Sara?’ dá uma melhorada, apesar de manter a assimetria na produção. É uma série-conforto, um thriller sem grandes impactos, mas que entretém como um novelão mexicano de suspense.
O século XX está chegando. No inverno, São Petersburgo se transforma em um país das maravilhas semelhante a um conto de fadas, onde rios e canais congelados servem como estradas cobertas de gelo e fervilham de patinadores e mercados. A cidade é o lar de Matvey, de 18 anos, que trabalha como entregador de patinação no gelo em uma padaria local. Filho de um pobre acendedor de lâmpadas, seu único tesouro é um par de patins folheados a prata que herdou do pai. Quando é demitido injustamente, ele se junta a uma gangue de batedores de carteira que trabalha nos canais, liderada pelo revolucionário Alex. Enquanto isso, a filha de um oficial de alto escalão, Alisa, se sente prisioneira na mansão de seu pai. Ela sonha em estudar ciências, o que vai contra as opiniões conservadoras de seu pai sobre o papel da mulher na sociedade. Um dia seus caminhos se cruzam.
Reino fictício tem em sua história uma longa lista de soberanos que penderam para os mais diversos lados morais
Ao longo da história do reino de Westeros nenhum símbolo de autoridade jamais se equiparou ao do trono de ferro, este que representa os então sete reinos independentes unificados sob uma monarquia. Alvo de cobiça pela maioria dos personagens, o Trono de Ferro garante uma ascensão de status à casa que o ocupar e a lealdade, pelo menos em teoria, de todos os senhores grandes ou pequenos de Westeros.
Ainda assim, muitas vezes o fato de haver um único Rei não é garantia de estabilidade; a família Targaryen foi a unificadora do território e por trezentos anos ocupou o posto, logo diversos reis vindo de ramos diferentes do clã protagonizaram os mais diversos episódios trágicos e grandiosos como chefes de Estado. Estes são os cinco reis que melhor estabilizaram o reino.
5) Aegon V
Graças ao feito de conquistar Westeros realizado por Aegon Targaryen seu nome se tornou sinônimo de autoridade para a família nos anos que se seguiram; sempre havendo a esperança de que o próximo Aegon causaria uma diferença tão grande quanto o original. Ainda que copiar os feitos do unificador dos Sete Reinos fosse uma tarefa bem complexa para qualquer herdeiro, o quinto indivíduo a carregar esse nome deixou, no mínimo, boas lembranças.
Rei Aegon V (em pé à esquerda) e seus filhos
Filho mais novo do Rei Maekar, por lei, Aegon jamais teve quaisquer esperanças de que um dia se tornaria Rei. Livre de tal expectativa, ou cobiça, ele por diversas vezes foi posto de lado por sua família em prol do primogênito Daeron. Foi somente durante o torneio de Ashford que a vida de Aegon mudou para sempre. Servindo como escudeiro de seu irmão mais velho Aegon teve seu cabelo prateado raspado para que os outros participantes não desconfiassem de suas raízes reais; lá ele conheceu um dos competidores, um cavaleiro andante sem fama ou riqueza mais com um grande coração chamado de Duncan, O Alto.
Após isso Aegon passou os anos seguintes servindo como escudeiro de Duncan enquanto a dupla percorria os Sete Reinos aonde quer que fossem necessários. Essa experiência conferiu ao jovem a consciência de como eram os costumes do seu povo fora das muralhas do palácio real e, principalmente, quais eram suas necessidades. Após a desistência de seus irmãos, dentre eles Aemon que se tornaria meistre na Patrulha da Noite, Aegon V foi coroado além de receber a alcunha de “Improvável”. Seu reinado se focou principalmente em impedir uma nova rebelião Blackfyre, além de eventuais levantes de outros senhores. Seu sonho de um reino estável e justo para os mais pobres encontrou resistência não só das outras casas como pela ausência dos dragões sentida pela família real. A vida do rei e de seus filhos terminaria em tragédia na tentativa de chocar os ovos de dragão remanescentes.
4) Aerys II
Ok, essa é complexa pois a parte final do reinado de Aerys II decretou o fim do domínio Targaryen em Westeros, muito por ações insanas tomadas pelo próprio Rei. No entanto seu governo foi altamente contrastante quando comparados o início e o fim; ascendendo em um cenário de incerteza máxima para a monarquia, que contava agora com poucos Targaryen vivos após o incêndio fatídico em Solarestival, Aerys II veio com uma proposta inédita de modernização máxima. Grande parte dos conselheiros experientes de seu pai, Jaehaerys II, foram dispensados e outros nomes mais jovens ganharam força, como o de Tywin Lannister.
Apesar do final trágico, o reinado do rei Aerys começou com amplas propostas de reformas
A metade inicial do reinado de Aerys II, então, é bastante marcada por promessas empolgadas constantemente feitas pelo próprio monarca; não só no tocante à modernização do conselho real como também de construir canais que fariam o deserto de Dorne “florescer”. Enquanto que o Rei vivia com suas fantasias, era seu maior conselheiro, Tywin, quem de fato governava e trazia certa estabilidade. Dessa maneira, muitos grandes acontecimentos no início do governo de Aerys II como decisões de diminuir tarifas e criações de estradas vieram do Lannister e apenas empurraram o monarca para a loucura.
3) Aegon, o Conquistador
Na história de Westeros apresentada ao longo dos livros, nenhum Rei anterior tem seu nome tão constantemente referenciado com respeito quanto Aegon I, aquele que unificou o país. À época em que cresceu como apenas mais um nobre, Westeros era dividida em cinco reinos diferentes e independentes que constantemente guerreavam entre si. Munido de poucos soldados e casas leais, Aegon partiu com suas duas irmãs (Visenya e Rhaenys) para conquistar tendo como maiores armas os três dragões de sua família: Meraxes, Vhagar e o todo poderoso Balerion.
Alguns dos senhores westerosis se curvaram pacificamente perante os avanços de Aegon (tais como os Stark no norte e os Hightower de Vilavelha) e outros decidiram por dificultar a conquista (o Rei Harren e os Reis Lannister e Gardener), tendo esses últimos enfrentado a fúria dos dragões e sendo completamente, ou no caso dos Lannister quase completamente, dizimados pelas chamas das criaturas. Eventualmente quase todos os reinos vieram a prestar juramento de lealdade ao recém criado Trono de Ferro (feito a partir das espadas entregues pelos exércitos derrotados) tendo como única exceção o reino de Dorne, que permaneceu independente por muito mais tempo.
Junto de suas irmãs\esposas, Aegon conquistou os Sete Reinos e os reuniu sob um trono
O governo de Aegon pós conquista foi marcado pela instabilidade vinda da mudança de poder. Ainda que os antigos reinos não existissem mais como tal, algumas das casas que governavam esses reinos nutriam esperança de recuperar a independência de outrora, além de certa desconfiança com a ideia de viver sob uma única coroa. Foi em seu governo que a capital, Porto Real, foi criada e prosperou. Em contrapartida, foi nesse espaço de tempo que o então novo reino enfrentou um sério levante dornense que resultou na morte da Rainha Rhaenys e em várias tentativas de assassinar Aegon. Seu reinado foi importante não só por ter sido o primeiro mas também por ter sedimentado muitas das instituições que fariam parte das tramas futuras.
2) Daeron II
Até o momento em que Daeron II foi coroado, os sete reinos ainda não haviam sido completamente unificados; Dorne ainda se mantém como uma região autónoma. O que muitos reis anteriores tinham falhado em entender era que Dorne não seria anexada na base da força. Utilizando a alcunha de “O Bom”, o novo Rei se casou com a Princesa de Dorne, Myriah Martell, e formou uma corte com um número nunca antes visto de membros dorneses.
A anexação pacífica do reino desértico ao sul veio após várias negociações com Maron Martell e assim concretizando algo que nenhum Targaryen anterior tinha obtido. Seu governo também foi marcado pelas duas primeiras rebeliões Blackfyre (esta sendo uma facção formada por bastardos Targaryen que, legitimados pelo antigo Rei Aegon IV, tentaram tomar o trono de Daeron II) o que dificultou para o reino contar com um período de paz maior.
1) Jaehaerys I
Nenhum outro Rei trouxe tamanha estabilidade utópica para Westeros como Jaehaerys I ao longo dos seus cinquenta anos de reinado. Tendo ascendido muito novo ao trono após o período sangrento em que seu tio Maegor I fora Rei, Jaehaerys teve logo de primeira a difícil missão de reconstruir um reino partido; seu primeiro ato foi perdoar muitos daqueles que tinham se aliado a Maegor nas perseguições e massacres, o que correu por toda a Westeros visto que misericórdia era algo em falta naquele tempo.
Jaehaerys e Alysanne lideraram o período mais próspero em Westeros
Junto a Rainha Alysanne, o novo monarca passou grande parte do reinado voando para os mais diversos locais de Westeros justamente para consolidar a relação dos senhores mais interioranos com a coroa; sua esposa concedeu atenção especial à patrulha da noite lhes dando uma nova fortaleza batizada de Lago Profundo e em retribuição a Patrulha renomeou-o de Portão da Rainha.
Também foi nesse período que a casa Targaryen teve um número impressionante de nascimentos, tanto de humanos quanto de dragões. Isso gerou um efeito ambíguo: a princípio o grande número de familiares garantia a segurança da linhagem real e seus dragões eram a promessa física de que suas leis e vontades seriam respeitadas. Porém, seria nesse reinado que alguns nomes nasceriam e que teriam papel predominante na futura tragédia da Dança dos Dragões.
Em ‘Respect: A História de Aretha Franklin’, acompanhamos toda a carreira da musa Aretha Louise Franklin (Hudson), desde sua infância, cantando em corais da igreja, até sua ascensão a ícone musical, defensora dos direitos civis e militante em prol das mulheres. Aretha foi a primeira mulher a entrar para o Rock and Roll Hall of Fame, sendo vencedora de 8 Grammy Awards.