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Michael Giacchino já terminou a trilha sonora de ‘Jurassic World: Domínio’

Em suas redes sociais, o lendário compositor Michael Giacchino confirmou que já terminou de trabalhar na trilha sonora do vindouro Jurassic World: Domínio.

“Último dia de trilha sonora para [o filme]”, ele escreveu. “Tem sido incrível esses dez dias com a orquestra e a equipe nos estúdios Abbey Road. Obrigado por transformarem algo difícil em algo fácil!”.

Confira:

Em uma recente entrevista ao The Hollywood Reporter, o diretor Colin Trevorrow revelou alguns detalhes sobre o vindouro terceiro capítulo da franquia e comentou que escreveu o roteiro com a ajuda do elenco – especialmente de Sam NeillLaura DernJeff Goldblum, veteranos da franquia de aventura.

“Nós escrevemos diálogos juntos e encontrávamos jeitos de garantir que todos os atores, que são profundamente associados com esses personagens que interpretaram, não apenas se sentissem respeitados, mas mergulhassem de cabeça em quem eles seriam agora”.

Em outra entrevista, dessa vez ao Entertainment Weekly, Trevorrow revelou que o novo longa-metragem será a junção de todos os seis filmes da saga começada em 1993.

“Para mim, Jurassic World: Domínio é a culminação de uma história que vem sido contada. Quando você tem o final da trilogia Jurassic Park, pode não ter ficado claro qual a história dos três filmes, porque foram mais episódios em sua forma de abordagem. Mas esta trilogia não é assim. É mais serializada. O que é importante para mim é que quando você assiste a ‘Domínio’, realmente percebe que vai aprender qual a trama que preparou o terreno dos primeiros filmes e como tudo o que aconteceu lá influencia no que acontece agora”.

Vale lembrar que o filme teve sua estreia adiada para o dia 10 de junho de 2022 (um ano depois de seu lançamento original).

O novo filme terá o retorno de Dr. Alan Grant (Sam Neill), a Dra. Ellie Sattler (Laura Dern), e Ian Malcolm (Jeff Goldblum).

Trevorrow já planejava utilizar alguns deles anteriormente, mas disse ao Collider que estava esperando o momento certo para que eles não aparecessem de maneira forçada.

Contribuindo com a fala de Colin, Neill adiantou que esses personagens serão vistos durante todo o filme e não se tratam apenas de participações especiais. Confira quem foi confirmado até agora!

Dr. Alan Grant

Interpretado por Sam Neill, o Dr. Alan Grant foi o grande protagonista de Jurassic Park (1993) e Jurassic Park III (2001). Um dos maiores paleontólogos do mundo, Grant se especializou no estudo de velociraptors, tendo trabalhado nas teorias de reprodução, socialização e vocalização desses animais.

Dra. Ellie Sattler

Agora dona de um Oscar, Laura Dern retornará para o papel da Paleobotânica favorita de todos. Ela interpretou a Dra. Sattler em Jurassic Park (1993) e Jurassic Park III (2001).

Dr. Ian Malcolm

O personagem mais irritante (e sempre certo) da franquia já tinha aparecido em uma participação especial em Jurassic World: Reino Ameaçado (2018). No filme, ele aparece dando um depoimento na Suprema Côrte se mostrando contrário ao salvamento dos dinossauros e afirmando que o mundo agora viveria uma nova era. A volta de Malcolm (Jeff Goldblum) deve trazer muito sarcasmo e teoria do caos.

Tim Murphy

Joe Mazzello foi um astro mirim dos anos 1990, que aceitou papéis menores nos últimos anos, e agora tem a chance de retomar os holofotes com sua volta como o jovem Tim Murphy, um dos netos de John Hammond, que sobreviveu aos incidentes do Jurassic Park.

Dr. Henry Wu

Introduzido como um personagem secundário no Jurassic Park, nos livros, sabemos da importância real de Wu. Com a nova franquia, o personagem de BD Wong ganhou mais relevância, se tornando o grande vilão da nova franquia. Esse retorno pode ser sua última aparição na franquia ou ele pode seguir vivo e solto por aí para continuar criando dinossauros a torto e a direito.

Lewis Dodgson

Tendo uma pequena participação no primeiro filme, Dodgson é o engenheiro chefe da BioSyn, empresa rival da InGen, que queria roubar os embriões do Jurassic Park para que sua empresa pudesse recriar dinossauros também. Como os animais estão soltos pelo mundo, ele, que agora será interpretado por Campbell Scott, deve ter papel fundamental na trama.

Owen Grady

O cientista treinador de velociraptors vivido por Chris Pratt é um dos grandes chamarizes da franquia nova. Seu retorno era certo desde o primeiro filme e deve trazê-lo agora com um papel mais “paternal”, visto os eventos de Jurassic World: Reino Ameaçado.

Claire Dearing

Bryce Dallas Howard passou de cientista/ gerente do Jurassic World para uma ativista pelos direitos dos dinossauros em questão de um filme. A evolução da personagem é evidente e podemos esperar que ela cresça ainda mais para o filme três.

Maisie Lockwood

Os eventos de Jurassic World: Reino Ameaçado levaram a pequena Maisie para debaixo das asas de Owen e Claire. Ela tem toda a questão da clonagem e da manipulação genética ligada a sua história e isso pode ser um ponto importante na trama também.

Barry Sembène

Interpretado pelo monstruoso Omar Sy, Barry é um dos responsáveis por cuidar dos Velociraptors em Jurassic World. Ele tem poucas cenas no filme, mas seu retorno indica que os raptores serão parte importante do longa.

Lowery Cruthers

Jake Johnson viveu Lowery no primeiro Jurassic World. O personagem era o cara do TI, que servia como alívio cômico. Fã do parque original, Lowery voltará de forma misteriosa. Só o que se sabe é que ele sobreviveu aos incidentes do parque em 2015.

Franklin Webb

Outro carinha do TI utilizado como alívio cômico, Franklin (Justice Smith) foi à Ilha Nublar como membro da ONG de Claire pela vida pré-histórica e acabou mais atrapalhando que ajudando. Cheio de medo, ele é assustado, mas muito bom com computadores.

Zia Rodriguez

A paleoveterinária de Daniella Pineda foi fundamental para manter a Velociraptor Blue viva. Seu retorno pode ter a ver com um novo cargo, talvez até algo no governo.

Roberta

A T-Rex do Jurassic Park, que, segundo Colin Trevorrow, é a mesma do Jurassic World se chama Roberta. E ela tá mais que confirmada no filme três.

Ainda desconhecidos

A atriz DeWanda Wise terá um papel no novo Jurassic World.

Os atores Dichen Lachman, DeWanda Wise, Mamoudou Athie, Scott Haze e John Flanagan também foram confirmados no filme, mas em papéis ainda não definidos.

 

‘Batwoman’: Episódio de estreia da 3ª temporada ganha sinopse oficial; Confira!

A CW divulgou a sinopse oficial de “Mad as a Hatter”, episódio de estreia da 3ª temporada de Batwoman.

Na trama, “conforme a heroína continua a manter as ruas de Gotham seguras, Batwing entra para a ação, mas Luke logo percebe que ele ainda dominou seu traje. Enquanto isso, à medida que Alice permanece desesperançosa em Arkham, Sophie aproveita usa liberdade. Quando Ryan faz uma visita à vilã para perguntar sobre a bomba que revelou – que a mãe de Ryan ainda está viva -, ela deve decidir se continuará a cair no buraco de coelho de seu passado. Mary, por sua vez, se prepara para se formar na faculdade de medicina, mas sente a falta da família mais do que nunca. Mas quando um admirador de Alice tropeça em um de seus Troféus perdidos, Gotham e o time de heróis são arrastados para a loucura, culminando em uma graduação horrenda e chocante”.

O episódio será exibido no dia 13 de outubro.

Criada por Caroline Dries, a série faz parte do Universo Compartilhado da DC nas telinhas, conhecido como o Arrowverse.

A trama segue Kate Kane e Ryan Wilder, enquanto elas lutam para enfrentar seus demônios se tornando vigilantes, combatendo o crime na cidade de Gotham.

O elenco conta com Javicia Leslie, Rachel Skarsten, Meagan Tandy, Nicole Kang, Camrus Johnson, Robin Givens, Nick Creegan e Victoria Cartagena.

‘Gotham Knights’: Nova série da The CW ganha logo oficial; Gravações começam em ABRIL!

Gotham Knights é a mais nova série original da The CW e, agora, a produção ganhou várias novidades.

Através do Instagram, o diretor Danny Cannon revelou o logotipo oficial da obra e aproveitou para anunciar que as gravações irão começar em abril de 2022.

Confira:

A série foi criada por Chad FiveashJames StoterauxNatalie Abrams, roteiristas da adorada série Batwoman. Abrams também entra como co-produtora executiva.

A narrativa é baseada nos personagens criados por Bob KaneBill Finger e gira em torno do assassinato de Bruce Wayne. Logo depois do trágico evento, seu filho adotado rebelde forma uma aliança com os filhos dos inimigos de Batman, quando todos são acusados de terem matado o Cavaleiro das Trevas. Com Gotham mais perigosa do que nunca, o grupo de fugitivos poderia ser a próxima salvação da cidade.

A produção é parceria entre a Warner Bros. TV e a Berlanti Productions.

Fiveash e Stoteraux entram como produtores executivos ao lado de Greg BerlantiSarah SchechterDavid Madden.

Gotham Knights ainda não tem previsão de lançamento.

Dante e Randal estão de volta no trailer de ‘O Balconista 3’; Confira!

A aguardada sequência ‘O Balconista 3‘ há anos tem sido uma das grandes promessas do ator e cineasta Kevin Smith e, agora, foi revelado o primeiro trailer oficial da comédia.

O filme tem estreia agendada para o dia 04 de setembro de 2022.

Confira:

Smith entra como roteirista, produtor, diretor e editor do longa-metragem, além de reprisar seu papel como Silent Bob.

Depois de sobreviver a um ataque do coração, Randal Graves decide fazer um filme com Dante Hicks sobre suas vidas na loja de conveniência Quick Stop.

Brian O’HalloranJeff Anderson retornam como Dante e Randal, respectivamente. Trevor FehrmanAustin ZajurJason MewesRosario Dawson completam o elenco.

Lançado em 1994, ‘O Balconista‘ se tornou um ícone cult. A trama acompanha um dia surrealista na vida de Dante (O’Halloran), balconista de loja de conveniência que vive às voltas com duas namoradas, um colega cínico e uma série de excêntricos clientes.

‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’: Ismael Cruz Córdova conquista indicação ao Critics Choice Awards 2023

Os indicados à 28ª edição do Critics Choice Awards foram revelados – O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’ foi relembrado em uma das principais categorias.

Ismael Cruz Córdova, que interpreta o elfo Arondir na produção, foi indicado à categoria de Melhor Ator Coadjuvante em Série de Drama, disputando pela estatueta ao lado de nomes como Matt Smith (‘A Casa do Dragão’), John Lithgow (‘The Old Man’) e Giancarlo Esposito (‘Better Call Saul’).

Os vencedores serão anunciados no dia 15 de janeiro.

Lembrando que a primeira temporada completa já está disponível no Prime Video.

Crítica | 8º episódio de ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’ conclui a temporada de forma bastante satisfatória

O elenco principal é composto por Cynthia Addai-Robinson, Robert Aramayo, Owain Arthur, Maxim Baldry, Nazanin Boniadi, Morfydd Clark, Ismael Cruz Córdova, Charles Edwards, Trystan Gravelle, Sir Lenny Henry, Ema Horvath, Markella Kavenagh, Joseph Mawle, Tyroe Muhafidin , Sophia Nomvete, Lloyd Owen, Megan Richards, Dylan Smith, Charlie Vickers, Leon Wadham, Benjamin Walker, Daniel Weyman e Sara Zwangobani.

Vale lembrar que a produção já foi renovada para a 2ª temporada

A trilogia de romances de Tolkien foi adaptada originalmente para os cinemas entre 2001 e 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre elas o prêmio de Melhor Diretor para Peter Jackson e Melhor Filme em 2004 para O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um trilogia prequela intitulada O Hobbit.

‘Big Sky’: Série de mistério da ABC é CANCELADA após três temporadas

Nos últimos dias, a ABC anunciou sua nova programação para 2023 e 2024, mas infelizmente resolveu cancelar a série de mistério Big Sky depois de três temporadas.

A produção foi encerrada junto a outras duas – ‘Alasca: Em Busca da Notícia’‘The Company You Keep’.

Mais detalhes sobre o motivo do cancelamento não foram revelados.

Criada por David E. Kelley (‘Big Little Lies’), a série é baseada na saga de livros ‘The Highway‘, de C.J. Box.

Uma equipe de detectives privados junta-se a um ex-policial para resolver um caso de rapto em Montana.

O elenco conta com Katheryn Winnick, Kylie Bunbury, Brian Geraghty, Dedee Pfeiffer, Omar Metwally, Anja Savcic, Janina Gavankar e Logan Marshall-Green.

‘A Sociedade da Neve’: História real dos sobreviventes da queda de um avião na Cordilheira dos Andes ganha NOVO trailer; Confira!

A Netflix divulgou um novo teaser oficial de ‘A Sociedade da Neve‘, filme que reconta a história real de uma equipe de rúgbi uruguaia que sobreviveu a um acidente de avião em 1972 e que foi selecionado como representante da Espanha no Oscar 2024.

Quando o voo alcançou a Cordilheira dos Andes, o avião despencou, causando a morte de boa parte dos tripulantes e apenas 29 permaneceram vivos, inicialmente.

Ao longo de três meses perdidos em um ambiente hostil e quase inacessível, eles precisavam fazer o que fosse necessário para sobreviverem até serem eventualmente resgatados.

O filme chega aos cinemas em dezembro de 2023, sendo lançado na plataforma de streaming em 04 de janeiro de 2024.

Confira:

A trama foi contada pela primeira vez no livro ‘Tenía que Sobrevivir‘, escrito pelo sobrevivente do acidente, Dr. Roberto Canessa, em parceria com o jornalista Pablo Vierci.

Já a adaptação é escrita e dirigida por J.A. Bayona (‘O Impossível’)

O elenco inclui Enzo Vogrincic, Matías Recalt, Agustín Pardella, Diego Vegezzi, Esteban Kukuriczka, Rafael Federman e Andy Pruss.

‘X-Men 97’: Dubladora de Vampira comenta sobre o CHOCANTE quinto episódio da animação [SPOILERS]

Cuidado: muitos spoilers à frente.

O quinto episódio da aclamada produção X-Men ’97’ já está disponível no Disney+ – e a série continua a chocar os fãs da clássica X-Men: A Série Animada’.

No capítulo mais recente, intitulado “Remember It”, causou grande impacto nos espectadores ao trazer uma festa de gala em Genosha, uma nação insular, atacada por um Sentinela e culminando na morte de diversos mutantes. Um dos personagens a encontrar seu fim, inclusive, foi Gambit/Remy LeBeay (A.J. LoCascio).

A morte de Gambit foi confirmada por Vampira (Lenore Zann) quando ela afirmou que não conseguia “senti-lo” no final do episódio.

Em uma recente entrevista ao CinemaBlend, Zann comentou sobre o momento devastador da iteração:

“Eu fiquei devastada também. Sinto que Vampira ama profundamente Remy – e, nesse episódio, nós também descobrimos que… O fato dela dizer a Magneto: ‘algumas coisas são mais fundas do que a pele’. Isso é muito importante, porque foi isso o que Gambit disse, e ela repete. Qualquer um que conheça Vampira sabe que não conseguir tocar a pele de ninguém tem sido parte de seu trauma pela vida inteira. Ela quer tocar a pele das pessoas, mas ela entende que algumas coisas são mais profundas. Isso, para mim, fala muito sobre o amor verdadeiro”.

Lembrando que a 2ª temporada está em desenvolvimento, e parece que a 3ª também já está sendo planejada, como afirmou o produtor Brad Winderbaum.

Em entrevista para o Comic Book, o cineasta comemorou a popularidade que a animação está tendo entre os fãs e comentou sobre o desenvolvimento dos futuros episódios.

“Já temos uma 2ª temporada a caminho e estamos trabalhando no planejamento a longo prazo. Estávamos aguardando para descobrir como seria a recepção ao nosso trabalho, mas devido à popularidade que a série encontrou tão rápido, a 3ª temporada já está em desenvolvimento ativo.”

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A série foi criada por Beau DeMayo, que foi afastado do projeto em virtude de polêmicas envolvendo sua conta no OnlyFans.

Continuando após os eventos de X-Men: A Série Animada’, os X-Men enfrentam novos desafios perigosos após a perda de seu líder, o Professor Xavier.

Cal DoddLenore ZannGeorge BuzaCatherine DisherChris PotterAlison Sealy-SmithAdrian Hough e outros estão no elenco de dublagem.

Lembrando que a 2ª e a 3ª temporada já estão em desenvolvimento.

‘O Conde de Monte Cristo’: Nova adaptação do CLÁSSICO romance ganha data de estreia nos EUA

Segundo a VarietyO Conde de Monte Cristo, nova adaptação do clássico romance assinado por Alexandre Dumas, ganhou data de estreia nos cinemas dos EUA.

O longa-metragem será lançado no dia 20 de dezembro no circuito norte-americano, pouco antes do fim do período de elegibilidade para o Oscar 2025. No Brasil, o filme segue sem data de lançamento confirmada.

Confira o trailer siga o CinePOP no Youtube:

Produzido por Dimitri Rassam e Pathé, o filme traz Pierre Niney como o icônico personagem-título.

Dirigida por Matthieu Delaporte e Alexandre de la Patellière, a trama é centrada em Edmond Dantès, um jovem marinheiro falsamente acusado de traição e encarcerado no Château d’If, uma sombria fortaleza na ilha próxima de Marselha. Após anos de cativeiro, ele escapa e, sob a identidade do Conde de Monte Cristo, planeja vingar-se dos que o acusaram injustamente.

“‘O Conde de Monte Cristo’ é uma das maiores narrativas já escritas”, afirmaram Delaporte e de la Patellière. A dupla descreveu o filme como um “verdadeiro mito que mistura vários gêneros cinematográficos – aventura e thriller, mesclados a uma poderosa história de amor”.

Eles enfatizaram que o filme conta a história do ponto de vista de Edmond Dantès, “o primeiro super-herói francês, que transita da luz para as sombras, assumindo a identidade de um vingador mascarado.”

Bastien Bouillon, Anaïs Demoustier, Anamaria Vartolomei e Laurent Lafitte de la Comédie-Française completam o elenco.

Aunjanue Ellis-Taylor entra para o elenco de ‘Lucky’, nova série de SUSPENSE da Apple TV+

Segundo o Deadline, a indicada ao Oscar Aunjanue Ellis-Taylor (‘Nickel Boys’) foi escalada para o elenco de Lucky, nova série de suspense da Apple TV+.

A atriz dará vida à agente Billie Rand.

Ellis-Taylor se junta às previamente confirmadas Anya Taylor-Joy (‘Entre Montanhas’) e Annette Bening (‘NYAD’).

Na trama…

“Anos após ter deixado para trás a vida de crime em que foi criada, uma jovem precisa abraçar seu lado sombrio e criminoso uma última vez em uma tentativa desesperada de escapar de seu passado.”

Bening dará vida a Priscilla, uma perigosa líder da máfia.

Além de estrelar, Taylor-Joy também entra como produtora executiva ao lado de Reese Witherspoon e Jonathan Tropper.

Este será o primeiro projeto da atriz nas telinhas desde o sucesso de ‘A Rainha do Gambito‘, que lhe rendeu indicações ao Emmy, Globo de Ouro e SAG Awards.

“[A produtora] Hello Sunshine continua a fazer um trabalho fantástico em defender as vozes femininas e eu estou honrada em fazer parte dessa equipe ao lado de Jonathan, Cassie e a Apple TV+ para trazer a história de ‘Lucky’ à vida,” declarou Taylor-Joy.

Tropper (‘See’) atuará como showrunner ao lado de Cassie Pappas (‘Silo’).

As filmagens estão programadas para meados de 2025.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Netflix utilizou IA generativa em uma de suas séries mais POPULARES de 2025

Em uma recente declaração dada por Ted Sarandos, chefe da Netflix, a plataforma de streaming utilizou inteligência artificial pela primeira vez em uma de suas séries originais mais populares, O Eternauta – uma medida que, de acordo com o próprio executivo, reduziria gastos e aumentaria a qualidade de filmes e séries.

Sarandos afirmou que a série argentina de ficção científica foi a primeira que envolveu o uso de filmagens de IA generativa.

“Continuamos convencidos de que as IAs representam uma oportunidade incrível para ajudar os criadores a fazer filmes e séries melhores, não apenas mais baratos”, disse ele a analistas nesta última quinta-feira (17), depois que a Netflix divulgou seus resultados do segundo trimestre (via The Guardian).

Sarandos acrescentou que série trouxe artistas de efeitos visuais utilizando inteligência artificial para uma cena que retrata um prédio desabando em Buenos Aires.

“Usando ferramentas com tecnologia de IA, eles conseguiram obter um resultado incrível com velocidade notável e, de fato, a sequência de efeitos visuais foi concluída dez vezes mais rápido do que poderia ter sido concluída com ferramentas e fluxos de trabalho de efeitos visuais tradicionais”, ele afirmou.

O executivo também disse que o uso de ferramentas de IA permitiu que a Netflix financiasse o programa a um custo muito menor do que o esperado de uma produção de grande orçamento: “o custo [dos efeitos especiais sem IA] simplesmente não teria sido viável para um show com aquele orçamento”.

Lembrando que ‘O Eternauta’ já foi renovada para a 2ª temporada.

A série foi criada por Bruno Stagnaro e inspirada nos quadrinhos homônimos de Héctor Germán OesterheldFrancisco Solano López.

Na trama, numa noite de verão em Buenos Aires, uma misteriosa nevasca mortal dizima a maior parte da população e deixa milhares de pessoas abandonadas. Juan Salvo e seus amigos embarcam em uma luta desesperada pela sobrevivência. Tudo muda quando eles descobrem que a tempestade de neve tóxica é apenas o primeiro ataque de um exército estrangeiro invadindo a Terra. A única maneira de permanecer vivo é se unir e lutar. Ninguém sobreviverá sozinho.

Ricardo DarínCarla PetersonCésar TroncosoAndrea PietraAriel StaltariMarcelo SubiottoMora Fisz e outros estrelam.

Ator e diretor, Allan Souza Lima se prepara para comandar o drama pós-apocalíptico ‘Poeta Bélico’

Allan Souza Lima, ator pernambucano reconhecido pela intensidade de seus papéis no cinema, na televisão e no streaming, assume agora a cadeira de diretor para comandar ‘Poeta Bélico’.

Depois de anos dando voz e corpo às visões de outros autores, ele decide projetar a própria: parece ter chegado o momento de transformar seu olhar sobre o mundo em linguagem cinematográfica.

O filme se passa num futuro pós-apocalíptico, onde um Poeta (Alejandro Claveaux) e um Guerrilheiro (Renato Góes) cruzam o sertão em ruínas tentando preservar o que restou da linguagem e da humanidade. A história é ambientada na Paraíba, região escolhida não por exotismo, mas pela textura real do lugar.

Allan afirma que o sertão, com sua secura e vastidão, traduz a aridez moral do tempo presente melhor do que qualquer cenário urbano: “eu quis filmar onde o silêncio predomina, onde o homem é obrigado a se escutar. A gente vive um tempo em que todo mundo tem razão demais e ouve de menos. É um mundo cheio de certezas e vazio de dúvidas, e é daí que vem o conflito. Ninguém quer ceder, ninguém quer se perguntar se pode estar errado. O filme nasce dessa proposta: o que acontece quando o discurso se esgota e a única saída é aprender de novo a ouvir, a olhar, a trocar ideias sem querer vencer a conversa.”

Foto: Vinny Nunes

Antes de avançar nas filmagens, o diretor reforçou o time com um nome de peso. Fátima Toledo, uma das pioneiras da preparação de elenco no Brasil e responsável por trabalhos emblemáticos em ‘Cidade de Deus’‘Pixote’‘Tropa de Elite’, passou a integrar a equipe de direção.

Allan, que já trabalhou com ela como ator, sabe o quanto essa parceria pode definir o tom do filme: “acho que temos muito que aprender juntos. A experiência dela junto com o meu frescor, acho pode ser tornar o nosso grande aliado. A união de duas gerações em combustão”.

Allan, que já havia feito outras incursões na direção, retoma agora essa vertente em escala maior. Em 2013, dirigiu o curta ‘Ópio; no ano seguinte, ‘Mais Uma História’ — ambos escritos, produzidos e realizados por ele sob o selo da Ikebana Filmes, produtora da qual é sócio. Em 2016, assinou ‘O Que Teria Acontecido ou Não Naquela Calma e Misteriosa Tarde de Domingo no Jardim Zoológico’, curta que circulou em festivais e confirmou seu interesse em explorar outras camadas da narrativa audiovisual.

Assumindo pela primeira vez o posto de diretor em um longa-metragem, ele comenta: “é um projeto que vem sendo pensado há muito tempo. Essas imagens me acompanham há anos, e finalmente chegou o momento de tirá-las do papel. É especial porque carrega tudo o que vivi até aqui, como ator, como autor e como homem. É um filme que nasce de uma urgência pessoal, de uma necessidade de colocar para fora o que me inquieta; entre outras coisas, a sensação de que todo mundo fala demais, escuta de menos e esqueceu que o diálogo é o único terreno possível entre os opostos.”

Allan Souza Lima e Fátima Toledo Foto: Divulgação

Armando Iannucci, criador de ‘Veep’, ficará responsável pelo roteiro de ‘Paddington 4’

Boas notícias para os fãs de Paddington!

Segundo a Variety, o vencedor do Emmy e indicado ao Oscar Armando Iannucci, conhecido por seu trabalho em produções aclamadas como ‘Veep’‘The Thick of It’, ficará responsável pelo roteiro do quarto capítulo da aclamada sequência – que levará o amado ursinho titular de volta para a capital inglesa.

Simon Blackwell, colaborador de longa data de Iannucci, entra como corroteirista.

Além disso, o site aponta que Dougal Wilson, que comandou Paddington: Uma Aventura na Floresta’, está em negociações para retornar à cadeira de direção.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

O capítulo mais recente da saga arrecadou mais de US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais. Além disso, a produção alcançou 93% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

No novo filme, Paddington (Ben Whishaw) deixa Londres e viaja à sua terra natal na América do Sul para visitar sua amada tia Lucy (Imelda Staunton), que agora reside no Lar para Ursos Aposentados. No entanto, o que seria uma pacata temporada de férias se transforma em uma aventura emocionante acontece quando um mistério os mergulha em uma jornada inesperada pela floresta amazônica e até os picos das montanhas do Peru.

O longa-metragem marca a estreia diretorial de Dougal Wilson e terá a produção de Paul King, Simon Farnaby e Mark Burton.

Além de Wishaw (‘007 – Sem Tempo para Morrer’), Colman (‘The Crown’) e Staunton (‘Harry Potter’), o elenco conta com Antonio Banderas (‘Zorro’), Carla Tous (‘Através da Minha Janela 3’), Emily Mortimer (‘Ilha do Medo’), Hugh Bonneville, Madeleine Harris, Samuel Joslin, Julie Walters e Jim Broadbent.

Lembrando que ‘Paddington‘ (2014) e ‘Paddington 2‘ (2017) arrecadaram quase US$ 500 milhões mundialmente.

‘Pantera Negra 2’: Martin Freeman confirma retorno à sequência

Durante uma entrevista para o Collider, o ator Martin Freeman foi questionado se voltaria para algum filme do MCU no futuro, ao que ele respondeu:

“Até onde eu sei, eu vou voltar. “Tudo que eu sei é que eu estarei em outro ‘Pantera Negra‘. Foi isso que eu fiquei sabendo. Mas quando isso vai acontecer, eu não sei.”

Freeman apareceu pela primeira vez no MCU em ‘Capitão América: Guerra Civil’ (2016), interpretando o Agente de Segurança Nacional Everett Ross, e retornou ao papel em ‘Pantera Negra‘ (2018).

Lembrando que o presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, confirmou durante a San Diego Comic-Con que ‘Pantera Negra 2‘ já está em desenvolvimento – mas ainda não possui previsão de estreia.

Rumores apontam que o filme deve ser lançado em 2022, mas ainda não houve confirmação oficial.

Recentemente, o We Got This Covered divulgou um boato alegando que a Marvel está optando entre dois personagens marcantes dos quadrinhos como vilão do filme. Um deles seria o Namor, fazendo sua primeira aparição no cinema. A outra escolha seria a Princesa Zanda, governante de Narobia, país vizinho de Wakanda. O que faria mais sentido levando em conta a narrativa da personagem.

Para quem não conhece, Zanda é obcecada por artefatos místicos e torna-se uma perigosa terrorista e especialista em armas de fogo. Nos quadrinhos, ela nutre um ódio por T’Challa após seu casamento com a Tempestade.

Ryan Coogler volta a dirigir.

Roteirista de ‘Batman & Robin’ pede desculpas pela adaptação; “Não agradou os fãs”

Durante uma entrevista para o Collider, Akiva Goldsman falou sobre sua expectativa para ‘The Batman‘ e refletiu sobre sua trajetória como roteirista de ‘Batman Eternamentee ‘Batman & Robin’.

O cineasta disse que está ansioso para assistir o filme de Matt Reeves e se desculpou por ter criado uma trama que não agradou os fãs em ‘Batman & Robin‘.

Orçado em US$ 125 milhões, o longa tornou-se um fracasso e arrecadou apenas US$ 238,2 milhões pelo mundo.

“Eu e [o diretor] Joel Schumacher estávamos muito empolgados em continuar a história que criamos em ‘Batman Eternamente‘, mas eu me atropelei… ‘Batman & Robin‘ não agradou os fãs e peço desculpas por isso. Na época, ninguém [da equipe] achou que era ruim, estávamos ansiosos com a recepção do público e foi muito decepcionante. Sinto muito.”

Ele continuou:

“Agora devemos olhar para o futuro do personagem. acho que Robert Pattinson foi uma ótima escolha para o papel principal…. E acho que Matt Reeves é incrivelmente talentoso. Ele é a chave para o sucesso do filme. Assistam o episódio piloto de ‘Felicity’. Matt dirigiu e J.J. Abrams escreveu. Aquilo é uma obra de arte extraordinária. Passei a admirar Matt desde que então, porque ele é muito versátil e criativo. Mal posso esperar para assistir ‘The Batman.”

Lembrando que ‘The Batman‘ tem previsão de estreia para 1º de outubro de 2021.

Robert Pattinson viverá o personagem-título. O elenco ainda conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard, Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos MaxCharlie Carver.

Dirigido por Matt Reeves, o longa irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.

“Este novo Batman precisava estar em conformidade com uma faixa etária definida. Ele é descrito como um jovem com cerca de 30 anos de idade, e a história não vai focar em sua origem, nem em seu combate ao crime em Gotham City. Ele é Bruce Wayne, ainda tentando encontrar o caminho para se tornar aquele detetive genial.”

Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Reeves está preparando.

Indicado ao Globo de Ouro, terror reconta massacre real na América Latina; Confira!

Entre as lista dos indicados ao prêmio de Melhor Filme em Língua Estrangeira no Globo de Ouro 2021, encontra-se ‘A Maldição da Mulher que Chora‘, terror escrito e dirigido pelo guatemalteco Jayro Bustamante.

Na trama, acompanhamos a lenda de uma mulher que afogou seus filhos e cuja alma, arrependida e amaldiçoada, os procura chorando à noite.

O filme é estrelado por María Mercedes Coroy, intérprete de Alma, que vê seus filhos sendo afogados sem poder ajudar enquanto é ameaçada por militares se derramar uma gota de lágrima.

Anos após o massacre, Alma começa a trabalhar como empregada na mansão de um oficial aposentado, que conseguiu evitar a condenação por crimes contra a humanidade graças a supostos erros jurídicos no julgamento.

No entanto, mais do que uma simples trama de terror, o longa apresenta um obra histórica ao recontar um fato: o genocídio da população maia da Guatemala, uma das mais terríveis atrocidades registradas na América Latina.

Cena divulgada pela produtora La casa de Producción

Os crimes aconteceram entre 1981 e 1983, no período da guerra civil no país (entre 1960 a 1996), quando o governo militar iniciou uma campanha de extermínio de camponeses maias.

Isso porque a população foi acusada de colaborar com a milícia marxistas financiada pela União Soviética e por Cuba, o que causou o assassinato de milhares indígenas, adultos e crianças.

Produzido em parceria entre a Guatemala e a França, o longa recria as atrocidades cometidas pelos militares contra a população indígena na década de 1980.

O crime em larga escala levou à polêmica prisão do ex-chefe de Estado Efraín Ríos Montt (1982-83), condenado em 2013, mas inocentado poucos dias depois.

Apesar de ter morrido cinco anos após a anulação da condenação, o episódio ainda permanece como uma mancha no país.

Para comemorar a indicação, o diretor foi ao Twitter expressar sua felicidade coma notícia, escrevendo:

“Sou muito grato ao Globo de Ouro pela indicação e por abraçar o nosso cinema e a história recente do nosso país, algo que merece chegar ao público internacional.”

Em 2015, Bustamante já havia sido agraciado no Festival de Cinema de Berlim, quando o filme ‘Ixcanul‘ recebeu o prêmio Alfred Bauer, que homenageia filmes que “abrem novas perspectivas na arte cinematográfica.”

Assim como seu mais recente título, ‘Ixcanul‘ também é estrelado por María Mercedes Coroy e gira em torno de outro tema delicado: o tráfico de crianças na Guatemala.

Portanto, Bustamante já chegou à indústria mostrando sua preocupação em valorizar a história de seu povo através das lentes de uma câmera.

Agora resta saber se ‘A Maldição da Mulher que Chora‘ vai levar o prêmio no dia 28 de fevereiro.

Além disso, será que o filme também poderá receber uma indicação ao Oscar? A resposta será revelada apenas em 15 de março, quando serão divulgados os indicados ao maior prêmio do cinema.

‘Mãe!’: Darren Aronofsky diz que ainda recebe mensagens de ódio por conta do filme

Durante uma entrevista para a NME, o diretor Darren Aronofsky revelou que ainda sofre ameaças por conta de seu polêmico filme ‘Mãe‘, lançado em 2017.

Tudo isso porque o filme utiliza referências bíblicas enquanto narra a vida de um casal recém-chegado à sua nova casa, onde vivem diversas situações representando passagens do livro sagrado.

Enquanto participava do Festival de Cinema El Gouna, o cineasta foi irônico ao dizer que é alvo das ‘melhores’ mensagens de ódio que alguém poderia receber.

Por outro lado, ele disse que também recebe muitas mensagens positivas por conta da obra, por isso tem consciência de que está fazendo a coisa certa.

“Ainda recebo algumas das melhores mensagens de ódio de todos os tempos, o que é ótimo. Mas também sou surpreendido por pessoas que realmente se conectam com o filme lembra por que você está fazendo isso.”

Aronofsky disse que um espectador irritado até conseguiu seu número de celular e mandou uma mensagem infantil, dizendo que ele e sua família consumiriam carvão e causariam o máximo de poluição possível ao planeta para irritá-lo.

Para quem não compreendeu a mensagem do filme, o ‘Mãe!‘ do título refere-se à mãe natureza, e grande parte do público considera o roteiro uma propaganda brega contra a poluição.

E parece que os debates sobre seu significado estão voltando a dominar as redes sociais desde que o filme chegou ao catálogo da Netflix.

Estrelado por Jennifer Lawrence e Javier Bardem, ‘Mãe!‘ usa alegorias bíblicas para contar a história de um casal que se muda para uma mansão enquanto tentam iniciar uma nova vida.

Enquanto ele se concentra em seu ofício como escritor e planeja uma história arrebatadora, ela tenta transformar a mansão em um verdadeiro lar.

No entanto, a chegada de um estranho desencadeia uma série de eventos catastróficos que a levam à beira da loucura, incluindo visões de um coração palpitando nas paredes da casa.

Apesar da premissa instigante, ‘Mãe!‘ recebeu apenas 68% de aprovação da crítica e foi um desastre comercial, arrecadando míseros US$ 44 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 32 milhões.

Para piorar a situação, o longa foi indicado em 2018 a diversas categorias do Framboesa de Ouro, considerado o prêmio mais temido do cinema por eleger os piores filmes e atuações de um determinado ano.

Além de Pior Direção, a ‘obra mal compreendida’ de Aronofsky ainda ainda rendeu as indicações de Pior Ator Coadjuvante e Pior Atriz, o que gerou uma chuva de comentários negativos sobre Lawrence.

Após a má recepção, a estrela evitava entrar em detalhes sobre o filme, e até chegou a mostrar o dedo do meio para uma equipe de jornalistas numa coletiva de imprensa em Nova York quando foi pressionada sobre os detalhes da trama.

Quase quatro anos após a estreia, parece que os assinantes da Netflix estão demonstrando reações tão negativas quanto o público que acompanhou a repercussão no ano de lançamento.

Confira:

Confira a nossa crítica:

 

Mickey Rourke diz que Tom Cruise é irrelevante porque “faz o mesmo personagem há 35 anos”

Top Gun: Maverick‘ já se tornou um tremendo sucesso de crítica e público, conquistando 97% de aprovação no Rotten Tomatoes e acumulando US$ 1,1 bilhão pelo mundo, até o momento.

No entanto, isso não quer dizer nada para Mickey Rourke, bastante conhecido por seu papel como o caricato vilão de ‘Homem de Ferro 2‘.

Indicado ao Oscar por ‘O Lutador‘ (2008), o astro conhecido por suas declarações polêmicas não escondeu seu desafeto por Tom Cruise durante uma entrevista para o Piers Morgan Uncensored.

Questionado sobre o que achava do sucesso que Cruise vem fazendo com ‘Top Gun: Maverick’, Rourke disse o seguinte:

“Isso não significa m#rda nenhuma para mim. O cara tem feito o mesmo personagem por 35 anos, sabe? Eu não tenho o menor respeito por isso. De verdade, cara. Eu não me importo com dinheiro e poder. Eu me importo com atuações reais, tipo quando vejo Al Pacino, Chris Walken, os primeios filmes de Robert De Niro, Richard Harris, Ray Winstone – esses são os tipos de atores nos quais eu me espelho. Quero ser como Monty Clift e Marlon Brando…”

Quando Morgan perguntou se Rourke acha que Cruise é ou não um bom ator, ele respondeu:

“No meu mundo, acho que ele é irrelevante.”

Confira:

E aí, o que você acha da declaração de Rourke?

No ano passado, ele já havia criticado a Marvel e disse que os filmes do estúdio são um lixo em comparação à série ‘Law & Order: Special Victims Unit’.

Em seu perfil do Instagram, Rourke disse que só descobriu a série durante o período de isolamento e ficou impressionado com o nível de atuação do elenco, “diferente do lixo que a Marvel empurra aos espectadores.”

Em parte do texto, ele diz:

“Ouvi dizer que essa série está no ar há 20 anos, eu nunca tinha ouvido falar antes de permanecer isolado em casa com meus equipamentos de ginástica. Enquanto eu treinava, acabei me deparando com essa produção excelente chamada ‘Law & Order: Special Victims Unit’.”

Ao longo da declaração, ele elogia as particularidades de cada ator do elenco e termina atacando a Marvel.

“O que me fez gostar da série foi esse excepcional grupo de atores. Respeito todos eles por entregarem atuações reais e convincentes, isso sim é uma produção de qualidade, não é como aquele lixo da Marvel Studios.”

Confira:

Parece que Rourke continua magoado por seu personagem ter sido retratado como um idiota no 2º filme do ‘Homem de Ferro‘.

Antes do lançamento do filme, o astro revelou que chegou a ficar preso de verdade por algumas semanas para encarnar o papel, na tentativa de fazer de Vanko um personagem odiado e temido.

Mas, no fim das contas, ele confessou que odiou o longa porque o vilão foi retratado de forma cômica e sem sentido.

Assista a nossa crítica de ‘Top Gun – Maverick‘:

A nova produção mostra Pete “Maverick” Mitchell (Cruise) diante de um dos desafios mais difíceis dos seus 30 anos de serviço: ele é selecionado para treinar uma equipe de graduados TOP GUN em uma missão da qual nenhum piloto vivo jamais participou.

Dirigido por Kosinski e com roteiro de Christopher McQuarrie e Peter Craig, o filme estrela Tom Cruise, Miles Teller, Val Kilmer, Kelly McGillis, Jennifer Connelly, Glen Powell, Monica Barbaro, Thomas McKenzie, Charles Parnell, Jay Ellis, Bashir Salahuddin, Danny Ramirez, Jon Hamm e Ed Harris

‘Yellowjackets’: Estreia da 2ª temporada foi a mais assistida da Showtime

A 2ª temporada da amada série ‘Yellowjackets‘ estreou no último dia 24 e quebrou recordes de visualizações do canal Showtime e da Paramount+.

De acordo com o Comic Book, a combinação dos números da plataforma de streaming no fim de semana de abertura e a transmissão de domingo na emissora, fez da estreia a mais assistida da história da Showtime, superando ‘Dexter: New Blood‘.

Em ambas as plataformas, a estreia da 2ª temporada de ‘Yellowjackets‘ acumulou quase 2 milhões de espectadores no fim de semana.

A audiência do episódio inaugural aumentou 110% em relação à estreia da 1ª temporada em novembro de 2021 e mais de 40% desde o final da 1ª temporada.

Através de um comunicado, Chris McCarthy, presidente da Showtime/MTV Entertainment Studios e da Paramount Media Networks, comemorou o sucesso:

“‘Yellowjackets‘ quebrou recordes como a estreia mais assistida de todos os tempos da Showtime, graças aos roteiristas Ashley Lyle e Bart Nickerson, ao showrunner Jonathan Lisco e nosso extraordinário elenco que levou a segunda temporada a alturas ainda maiores. Ao explorar nossa estratégia comprovada de promover séries em todo o nosso portfólio de marcas na Paramount Media Networks, ampliamos com sucesso o alcance e trouxemos novos espectadores para esta incrível série que habilmente combina terror psicológico, comédia sombria e drama sobre amadurecimento. “

Lembrando que o novo episódio vai ao ar no dia 31 de março, e a Paramount+ divulgou uma prévia inédita mostrando o que esperar do próximo capítulo.

Confira:

No Rotten Tomatoes, o novo ciclo abriu com nada menos que 94% de aprovação, com altíssima nota 8.45/10 baseada em 53 reviews.

Segundo o consenso geral, “já tendo causado uma primeira impressão surpreendente, Yellowjackets se lança a uma segunda temporada que nos prepara para o futuro – felizmente, suas excelentes performances e sua ambientação hipnotizante são bons substitutos para respostas rápidas”.

Confira os principais comentários:

“A série é um estudo do que, com o tempo, se perde e do que nunca desaparece” – Slant Magazine.

“O mistério persiste, que é o que torna Yellowjackets tão divertido, assim como seu tom” – Observer.

“[Esta temporada] deve colocar Shauna (Melanie Lynskey) no topo do panteão dos maiores anti-heróis da televisão de todos os tempos” – The Playlist.

“Este ainda é um dos programas mais viciantes, emocionantes e sombrios da TV – e desta vez é ainda maior e mais ousado” – Looper.com.

“Ao contrário de tantos programas anteriores, o sucesso de crítica e a popularidade de Yellowjackets não mudaram ou comprometeram sua qualidade de forma alguma” – Paste Magazine.

Criada por Ashley LyleBart Nickerson (‘Narcos’), a série é descrita como uma mistura de “sobrevivência épica, terror psicológico e drama”.

Uma equipe de talentosas estudantes se tornam improváveis sobreviventes de um acidente de avião, que cai em uma área remota e isolada. Enquanto acompanhamos a jornada delas de sobrevivência, vemos a vida que elas tentam reconstruir 25 anos após o acontecimento, provando que o passado nunca fica para trás.

O elenco conta com Melanie Lynskey, Tawny Cypress, Ella Purnell, Christina Ricci, Juliette Lewis, Sophie Nélisse, Jasmin Savoy Brown, Sophie Thatcher, Sammi Hanratty, Steven Krueger e Warren Kole.

‘The Mandalorian & Grogu’ deve ser o início de uma nova trilogia da saga ‘Star Wars’

No início da semana, a Lucasfilm e a Disney+ confirmaram que estão desenvolvendo um filme para expandir o universo da série ‘The Mandalorian‘.

Estrelada por Pedro Pascal, a atração já conta com três temporadas, e rumores sobre um filme já circulavam desde 2021.

E, de acordo com o Making Star Wars (via CBM ), o longa dirigido por Jon Favreau, criador da série, deve dar início a uma nova trilogia da saga espacial.

Ao que parece, essa trilogia também incluirá o filme ainda sem título de Dave Filoni, que conectará a trama de ‘The MandaloriancomAhsoka‘.

Já o terceiro filme é um completo mistério.

E por falar em ‘Ahsoka‘, a atração vai ganhar uma 2ª temporada, e página oficial do Twitter compartilhou a primeira imagem oficial, que traz duas silhuetas em cima da estátua de um dos deuses mortis, aquele que foi provocado no fim da 1ª temporada.

O que tudo isso significa? Só o tempo dirá…

Confira a arte:

Nas redes sociais, os fãs da saga espacial estão compartilhando diversas mensagens em tom de comemoração e expectativa pelos novos projetos.

Confira as reações:

Enquanto isso, vale lembrar que todos os episódios de ‘The Mandalorian‘ e ‘Ahsoka‘ estão disponíveis na Disney+.

Relembre o trailer:

Ambientada após a queda do Império, ‘Ahsoka‘ acompanha a Jedi renegada (vivida por Rosario Dawson) enquanto ela investiga uma ameaça emergente em um momento de vulnerabilidade da galáxia. Em meio à sua busca, ela terá de lidar com negócios inacabados pelos traumas de suas experiência de mestre e aprendiz ao lado da Mandaloriana Sabine Wren (Natasha Liu Bordizzo) e da lendária piloto rebelde Hera Syndulla (Mary Elizabeth Wintead).

Lars MikkelsenRay StevensonIvanna SakhnoDiana Lee InosantoDavid Tennant e outros também fazem parte do elenco.

Lost faz 20 anos | Uma das séries mais queridas de todos os tempos está na Netflix

Série fenômeno já passou por outros serviços de streaming no passado

Seguindo a mecânica de rotatividade no catálogo dos serviços de streaming, a Netflix incluiu no seu “cardápio” a presença de Lost – bem a tempo do aniversário de 20 anos da estreia da série. Não é a primeira vez que o título figura em uma empresa do tipo, visto que anteriormente o Prime Video detinha os direitos de exibição.

Esse é aquele tipo de seriado que dispensa maiores introduções e tem um nome automaticamente reconhecível para muitos. Iniciada em setembro de 2004, a série primeiramente introduziu para o público o acidente envolvendo o voo 815 da Oceanic que, durante o percurso Sidney\Los Angeles, sofreu uma queda em uma ilha paradisíaca mas completamente isolada.

Esse acidente, no entanto, foi apenas a primeira de muitas desventuras que os passageiros encontrarão na ilha que é tudo menos vazia. Criada pela dupla até então desconhecida J. J. Abrams e Damon Lindelof, Lost apresenta um leque bastante atrativo de personagens, cada um com personalidades definidas desde o início e que variam entre si; isso acaba tornando cada sobrevivente bastante único e cativante.

Variedade de personagens interessantes foi um dos segredos para o sucesso de “Lost

Narrativamente falando a série utilizou um esquema de flashbacks intercalados com o presente; ou seja, em momentos chave de algum personagem em certo episódio a cena seguinte levaria a uma situação na vida dele antes de embarcar no avião e que, de alguma forma estaria relacionada com a questão que ele tinha quer resolver no presente. Dessa forma a direção consegue expor mais claramente um crescimento de determinado personagem.

Flashbacks aliás que possuem uma outra função narrativa e apresentaram para o mundo tanto uma característica artística de J. J. Abrams quanto pavimentaram a série para seu polêmico final: mystery box. Esse termo foi exposto pelo próprio Abrams anos depois de Lost como uma representação do estilo dele em fomentar um mistério ou uma questão em aberto para com o público durante todo o filme ou seriado, para que no final seja apresentada uma explicação.

Dessa maneira ele possui um jeito “simples” de manter o interesse do público até o fim. No entanto, o calcanhar de Aquiles dessa estratégia reside justamente na necessidade de elucidar o mistério e o quão tortuoso pode ficar o caminho da história até esse clímax. Lost ainda é, na filmografia do J. J. Abrams, um exemplo do quanto o uso de mystery box pode prejudicar a história que se deseja contar, pois dessa forma o foco maior é a questão em aberto e não os personagens ou seus objetivos. A partir do momento que eles deixam de ser o foco para um mistério, as chances da trama não terminar bem fechada é muito grande.

Por muitos anos o mistério do monstro de fumaça moveu a trama da série

Todos os problemas e questões levantados ao longo da projeção precisam de uma resposta que pode ou não ser coerente. No caso das desventuras dos sobreviventes na ilha, foi cometido o erro de acumular, ao longo de seis temporadas, inúmeras questões deixadas em aberto até chegar ao ponto que os personagens não mais tinham a trama girando para melhor trabalhá-los, mas havia se tornado o contrário; eles existiam unicamente para manter os mistérios no ar e produzirem novos.

Partindo para um ponto de vista da equipe técnica, é importante lembrar que Lost foi uma grande vitrine para muitos nomes famosos no cinema atual. O compositor Michael Giacchino se tornou muito mais proeminente no período em que esteve à frente das trilhas sonoras da série; em 2010 ele recebeu um Oscar de melhor Trilha Sonora Original por seu em trabalho em UP – Altas Aventuras.

Durante todo seu período de exibição, a série recebeu frequentes indicações ao Emmy e Golden Globe Awards, bem como vencendo diversos prêmios menores. Seu elenco e história instigantes eram constantemente apontados como o motivo do sucesso. Culturalmente, a série foi um fenômeno durante toda sua existência, sendo a primeira a inspirar o surgimento de comunidades inteiras em uma internet que ainda caminhava para algo mais abrangente. 

Ao mesmo tempo que Lost é um exemplo sobre o perigo de apoiar toda história em prol de mistérios, ela goza de muito carinho por aqueles que acompanharam todas as paranormalidades que aconteciam na ilha ou o drama pessoal de cada sobrevivente, servindo também como um exemplo positivo de bom desenvolvimento de personagens na televisão.

SUCESSO! ‘A Freira 2’ tem a maior estreia de um filme de terror na HISTÓRIA das bilheterias brasileiras

A tão aguardada sequência do filme de terror ‘A Freira‘ fez sua estreia triunfante nos cinemas brasileiros.

A Freira 2‘ chegou ao Brasil ontem (07) e imediatamente se tornou a maior bilheteria de estreia para um filme de terror no no país, combinando sua pré-estreia e o dia oficial de lançamento.

O filme já arrecadou impressionantes R$ 8 milhões em renda e atraiu um público de 380 mil espectadores.

Confira o Top 10 da última quinta-feira (07):

Confira nossa crítica:

No site agregador de críticas Rotten Tomatoes, o longa abriu com uma aprovação de 61%, e uma nota média de 5.6/10.

Confira algumas avaliações:

“‘A Freira 2’ tem algumas ideias interessantes e algumas sequências emocionantes…” – San Francisco Chronicle

“‘A Freira 2’ aumenta o fator medo ao adotar a abordagem “mais é mais” para tudo, desde cenários até mitologia. É uma entrada mais animada que tropeça em seus excessos e não consegue capturar o que tornou Valak tão assustador anteriormente” – Bloody Disgusting

“Em alguns aspectos, uma melhoria em relação ao seu antecessor, em outros não. Esta é finalmente mais uma entrada boa o suficiente que certamente prolongará a vida da série de forma lucrativa.” – Variety

“Quando até mesmo os produtores dos filmes estão perdendo o interesse pelas freiras malévolas, é hora de começar a procurar novas maneiras de ser assustador.” – Sydney Morning Herald

“‘A Freira 2’ é uma adição eficaz, sangrenta e impressionantemente assustadora ao universo de ‘Invocação do Mal’.” – Collider

Relembre o trailer:

Storm ReidAnna PopplewellKatelyn Rose DowneyJonas Bloquet e outros também fazem parte do elenco.

Bonnie Aarons reprisa seu papel como a criatura demoníaca.

1956 – França. Um padre é assassinado. Um mal está se espalhando. A sequência do sucesso ‘A Freira’ seguirá a Irmã Irene enquanto ela volta a enfrentar, cara a cara, o demônio VALAK – a freira demônio.

Michael Chaves, responsável pelo terror ‘A Maldição da Chorona‘ e por ‘Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio‘, entra como diretor. Akela Cooper, Ian Goldberg e Richard Naing assinam o roteiro.

Liam Neeson e Zachary Levi se unem em ‘Hotel Tehran’, novo thriller de ação de Guy Moshe

O astro Liam Neeson (‘Busca Implacável’) se junta a Zachary Levi (‘Shazam!’) no longa-metragem Hotel Tehran, um novo thriller de ação dirigido por Guy Moshe.

Segundo a Variety, o filme é baseado em um roteiro escrito por Moshe e Mark Bacci (‘Prisoner’s Daughter’), a partir de uma ideia original de Bazzel Baz (‘Lista Negra’).

“Estou emocionado em dar as boas-vindas a Liam Neeson em ‘Hotel Teerã'”, disse Moshe. “Ele é um verdadeiro ator e um ícone em nossa indústria. O personagem que ele interpreta, Larry, é complexo, irreverente e inspirado em pessoas reais. Eu sei que seus fãs ao redor do mundo vão adorar vê-lo assumir esse papel distinto e mal posso esperar para estar lá para capturá-lo”.

Neeson é conhecido por seu trabalho em dramas como A Lista de Schindler eKinsey, mas ele se tornou um ícone de ação desde Busca Implacável’. Levi estrelou a franquia de super-heróis Shazam!’ e Chuck.

Moshe dirigiu anteriormente o thriller de ação Uma Cidade Sem Lei e o dramaHolly’.

Hotel Tehran ainda não tem data de lançamento definida.

Mel Gibson revela detalhes sobre SEQUÊNCIA de ‘A Paixão de Cristo’ e novo título; Confira!

O cineasta Mel Gibson voltou a falar sobre suas ideias para a sequência de A Paixão de Cristo (2004). Segundo a Variety, o diretor revelou que a produção do filme — que está em desenvolvimento desde pelo menos 2016 — poderia começar em 2026.

“Espero que seja no próximo ano, em algum momento. Há muito a ser feito, porque é uma viagem alucinante”, disse ele.

Gibson também destacou que o roteiro é inovador, lembrando que vem escrevendo-o ao lado de Randall Wallace.

“Meu irmão, eu e o Randall todos nos reunimos nisso. Então, há boas cabeças trabalhando juntas, mas tem umas coisas malucas”, afirmou. “E eu acho que, para contar a história de verdade, você tem que começar com a queda dos anjos, o que significa que você está em outro lugar, em outro reino. Você precisa ir ao inferno”. 

O cineasta também revelou o título oficial do filme: ‘A Ressurreição de Cristo’.

No ano passado, foi divulgado que Gibson estava buscando locais para filmagem na Europa, supostamente visitando Malta antes de explorar diversas cidades antigas na região italiana do sul, Puglia.

Em uma entrevista de 2022 ao National Catholic Register, Gibson explicou que Ressurreição não será uma “narrativa linear”, acrescentando: “Você tem que contrastar o evento central que estou tentando contar com tudo o que acontece ao seu redor no futuro, no passado e em outros reinos, e isso está ficando um pouco sci-fi”.

A ideia de uma sequência para o filme tem sido aguardada há algum tempo, e agora parece que essa possibilidade está mais próxima de se concretizar.

Gibson havia confirmado que a trama vai narrar os eventos e milagres que ocorreram durante os 40 dias após a ressurreição e ascensão de Cristo.

“[A sequência] se chama ‘A Ressurreição‘. Estamos tentando criar uma história convincente e esclarecedora, e esperamos que a trama desperte uma nova sensação nas pessoas, sem criar algo estranho, porque é um assunto muito delicado.”

Para certificar-se que a sequência será tão boa quanto o primeiro, Gibson fez questão de continuar trabalhando com Randall Wallace, que até foi indicado ao Oscar por seu trabalho em Coração Valente‘.

Vamos explorar significados mais profundas da história, e Randall Wallace está à altura da tarefa. Ele é um roteirista talentoso e um grande diretor. Ele dirigiu ‘O Céu É de Verdade‘ e outros grandes filmes.”, concluiu.

Lembrando que ‘A Paixão de Cristo‘ foi lançado em 2004 e se tornou um sucesso de crítica e público, arrecadando US$ 611 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de  US$ 28 milhões.

A Paixão de Cristo’ está disponível no Prime Video.

‘Vingadores: Apocalipse’: Nicholas Hoult comenta possível retorno como Fera após ‘Superman’

‘Vingadores: Apocalipse’ está em produção e o longa, que vai abordar a guerra multiversal da Marvel, terá diversas participações especiais, incluindo a dos antigos X-Men da Fox. Agora, o ator Nicholas Hoult, que viveu o Fera, revelou se seu trabalho na DC pode atrapalhar um possível retorno.

Vale lembrar que Hoult está atualmente nos cinemas interpretando Lex Luthor em Superman.

Segundo o ComicBook, Hoult explicou que acredita que seu papel em Superman não o atrapalha, pois ele simplesmente nunca pensou que voltaria:

“Não”, respondeu Hoult. “Acho que eu não tinha muita chance mesmo assim”, completou rindo.

Hoult interpretou o Fera pela primeira vez em ‘X-Men: Primeira Classe’ (2011) e reprisou o papel em mais três continuações. Sua última aparição como o personagem foi em ‘X-Men: Fênix Negra’ (2019).

Vale lembrar que ‘Vingadores: Apocalipse’ chega aos cinemas no dia 01 de maio de 2026.

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

robert downey jr dr destino marvel vingadores
robert downey jr dr destino marvel vingadores

‘Influencer do Mal’: Novo documentário da Netflix já foi visto por 15 milhões de pessoas

A Netflix acaba de encontrar seu primeiro longa de sucesso do ano. O documentário ‘Influencer do Mal: A História de Jodi Hildebrandt’ disparou para o topo do ranking global, acumulando impressionantes 15 milhões de visualizações na plataforma, desde sua estreia no dia 30 de dezembro.

Segundo dados do Deadline, a produção de crimes reais não apenas liderou, como superou títulos de peso no catálogo em língua inglesa, consolidando-se à frente de:

Guerreiras do K-Pop’, ‘Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out’, ‘Adeus, June’ e O Grinch’.

O documentário narra como a participação de Hildebrandt nos crimes foi apenas uma das camadas de uma complexa rede de manipulação que envolvia sua empresa de coaching, a ConneXions, e explora a influência da comunidade mórmon local no caso.

Sob a direção de Skye Borgman e produção executiva de Jimmy Fox e Emily Bon, a obra também aborda o papel de Kevin Franke, ex-marido de Ruby, que atualmente detém a guarda dos seis filhos do casal após o colapso da família diante do escrutínio público e judicial.

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‘Lanternas’: Ryan Reynolds vai VOLTAR como Lanterna Verde? James Gunn responde!

James Gunn, o chefe do DCU, usou suas redes sociais para se manifestar sobre um rumor que vinha ganhando força na internet: o de que Ryan Reynolds reprisaria seu papel como Hal Jordan em Lanternas, nova série da HBO.

O cineasta negou categoricamente o boato e explicou o mal-entendido.

“Na verdade, não. O Ryan me escreveu para me parabenizar no dia em que consegui o papel, e eu brinquei perguntando se ele estava pronto para vestir o traje novamente. Ele respondeu na brincadeira também”, afirmou nas redes sociais.

Para quem não se lembra, Ryan Reynolds interpretou o herói no filmeLanterna Verde (2011). O longa foi um enorme fracasso de crítica e público, sendo considerado até hoje um dos piores filmes de super-heróis já feitos, e alvo constante de piadas do próprio ator na franquia ‘Deadpool’.

Apesar de não contar com Reynolds no elenco, a produção da série segue a todo vapor.

O HBO Max divulgou recentemente um vídeo com suas próximas grandes estreias e aproveitou para revelar as primeiras cenas inéditas da atração.

Confira, a partir de 00:36:

A série está programada para estrear em 16 de agosto na plataforma de streaming.

Em uma recente entrevista ao The Today Show (via CBR), o astro Kyle Chandler, que interpreta Hal Jordan na vindoura atração, trouxe alguns detalhes sobre o projeto e revelou que nunca se divertiu quanto no set de gravações.

“Nunca me diverti tanto gravando algo como nesse projeto”, ele disse. “As pessoas envolvidas foram absolutamente maravilhosas, do início ao fim. Não tenho palavras para descrever [o showrunner] Chris Mundy, os produtores e o pessoal da DC. Foi uma experiência excelente e espero que a série seja tão boa quanto a experiência que tive [gravando-a]. Trabalhei com Aaron Pierre e nos divertimos muito; e Kelly Macdonald foi simplesmente fantástica”.

A atração contará com oito episódios, sendo exibida simultaneamente na HBO e na plataforma da Max, em vez de estrear sob a marca Max Originals.

O projeto, que integra o capítulo ‘Deus e Monstros‘ do DCU, terá um tom sombrio, inspirado em ‘True Detective‘.

James Hawes comanda os dois primeiros episódios e assume a cadeira de produtor executivo. Stephen WilliamsGeeta Vasant PatelAlik Sakharov também comandam a produção.

O elenco deLanternas também conta com Garret Dillahunt, Poorna Jagannathan, Ulrich Thomsen, Jasmine Cephas Jones, Sherman Augustus, J. Alphonse Nicholson, Jason Ritter, Nathan Fillion, Chris Coy, Cary Christopher e Paul Ben-Victor.

Crítica | Mank – David Fincher e a Netflix desmascaram Cidadão Kane

A Verdade nos Bastidores

Dando continuidade a seu trabalho junto a cineastas consagrados, a Netflix lançou ontem em sua plataforma o novo filme do diretor duas vezes indicado ao Oscar, David Fincher. E o filme promete emplacar forte na vindoura temporada de prêmios do cinema. Seguindo de perto as obras de “arte” da casa, vide Roma (2018, de Alfonso Cuarón) e O Irlandês (2019, de Martin Scorsese), Mank não é um filme de fácil acesso, sendo indicado para os fãs de cinema raiz.

Mank faz parte do subgênero “filme sobre filmes”, que terminam sempre mais interessantes/indicados para os aficionados pelo assunto, profissionais da área, cinéfilos e estudantes da história do cinema – aqui, em especial da era de ouro de Hollywood, anos 1930 e 1940. Mas o novo longa de Fincher não é apenas isso, e em seus próprios bastidores se torna uma carta de amor do cineasta e seu projeto mais pessoal. Tudo isso porque o longa foi escrito pelo pai do diretor, Jack Fincher (falecido em 2003), em seu único trabalho para o cinema. Apesar disso, Jack Fincher era um famoso escritor e ensaísta, tendo inúmeros textos, artigos e ensaios publicados em veículos renomados, vide Readers Digest, Saturday Review e The Smithsonian, por exemplo. Jack, inclusive, escreveu uma biografia sobre Howard Hughes, que quase foi transformado no filme de Martin Scorsese, O Aviador (2004) – terminando por ser escolhido o roteiro de John Logan para a obra.

Sua experiência com as palavras são a explicação da verborragia incessante de Mank – um filme que não dá descanso em suas informações, monólogos e diálogos. Todos riquíssimos, devo adicionar. O que faz do longa uma viagem a ser saboreada repetidas vezes, até conseguirmos contemplar e assimilar ao menos uma parte de tudo que tem a oferecer. É impossível captar apenas em um primeiro contato. Sabemos que estamos diante de algo grandioso, mas seus caminhos escondidos tornam tudo ainda mais raro.

Como muito anunciado, Mank é uma empreitada pelos bastidores de um dos maiores clássicos e obras-primas da sétima arte, ainda considerado por muitos o melhor filme de todos os tempos, Cidadão Kane (1941): indicado a nove Oscar, incluindo melhor filme, e vencedor de melhor roteiro. E aqui adentramos justamente na seara que é o tema do novo longa. Ou devemos dizer, um dos temas. David Fincher, ao lado de seu pai, se aventura a desmistificar a genialidade de um então jovem Orson Welles, na época um garoto de 25 anos – diretor e protagonista de Cidadão Kane, e muito creditado como autor da história. Há tempos se debate o crédito de Welles no texto da produção, mas os Fincher batem o martelo e chegam para afirmar que… não, o cineasta não teve o peso alardeado nesta história.

Para a tarefa de escrever o grosso de Cidadão Kane entrou em cena Herman J. Mankiewicz, vulgo Mank, um dos roteiristas mais influentes de Hollywood na época, tendo no currículo textos em trabalhos como Avalanche (1928) e Que Mundo Maravilhoso (1939), e de uma segunda indicação ao Oscar por e Ídolo, Herói e Amante (1942) –  além da vitória da estatueta pelo citado Kane. Era Mank, vivido no filme de Fincher ilustremente pelo vencedor do Oscar Gary Oldman (garantido de receber uma segunda indicação pelo retrato rechonchudo e deliciosamente bêbado durante quase toda a projeção), quem frequentava as altas rodas da sociedade. As quais envolviam o mega empresário dono do estúdio MGM Louis B. Mayer (Arliss Howard) e o magnata da mídia William Randolph Hearst (Charles Dance) – no qual o personagem de Kane foi baseado.

Mank afirma também que foi uma disputa pelo coração da atriz Marion Davis – uma das grandes da era de ouro – que levou o roteirista a criar esta rivalidade com o barão da mídia, descortinando sua essência nas telas. Marion seria a sua “Rosebud” verdadeira. No longa, a atriz é vivida pela jovem Amanda Seyfried em sua melhor performance em um filme, que pode igualmente render-lhe lembranças na temporada de prêmios. Segundo relatos, David Fincher “baixou” o Stanley Kubrick e exauriu seus atores, em especial Oldman e Seyfried, exigindo por vezes centenas de tomadas da mesma cena. O cineasta queria perfeição, nesta que é sua obra mais próxima do peito e que os especialistas já estão chamando de seu melhor trabalho. Tal comprometimento é sempre visto com bons olhos pelos membros votantes da Academia. Embora, como dito, Mank não é um filme recomendado para todos os gostos, e pode resultar num difícil consumo.

Fincher fez questão de filmar num glorioso preto e branco, e inserir gracejos que dão todo o sentimento de estarmos assistindo à uma produção saída da mesma época em que a história se passa, como por exemplo, as falhas nas impressões dos rolos de filme, e nas mudanças de cenas. Até mesmo os usuais colaboradores Trent Reznor e Atticus Ross foram instruídos a criar a trilha sonora utilizando apenas os instrumentos musicais que estariam disponíveis na época, ou seja, na virada da década de 30 para 40. Se isso não é perfeccionismo de gênio… Como resultado temos um filme que exala beleza, textura e soa verdadeiramente (mesmo com o som mono exigido) genuíno.

Como dito, existe muito a encontrarmos em Mank, e o filme ainda discute visões políticas, inserindo paralelos atuais na disputa de republicanos e democratas, e até mesmo socialismo versus comunismo. Mank, uma figura altamente condenável aos olhos públicos, vivia de sua própria maneira sendo fiel a seus ideais, mesmo sendo dono de tendências autodestrutivas que terminaram por finalmente lhe custar a vida aos 55 anos de idade. Conseguimos comprar até mesmo a ideia de Oldman, com mais de 60, estar interpretando alguém na casa dos 40.

Com Mank, David Fincher joga os holofotes numa figura que sempre ficou à sombra, negado de seu maior feito. O reconhecimento e ode a um artista que originou um dos grandes clãs de Hollywood. Ao exorcizar o assunto, Fincher igualmente lava a alma de sua própria família, ao finalmente concretizar um sonho de seu pai em ter um de seus roteiros filmados. Fosse apenas por isso, Mank já seria um dos filmes mais valiosos de 2020. Mas felizmente os envolvidos entregam ainda uma das obras mais luxuosas desta temporada que, não apenas reafirma David Fincher como um dos melhores cineastas em atividade, como também o poder de liberdade concedido a seus diretores pela antes marginalizada Netflix – definitivamente já dentro do círculo interno de afeto da indústria do cinema.

Crítica | Quando te Conheci

Encontre o seu equivalente.

Quão importante são os seus sentimentos? Se algum dia você os perdesse, o que restaria? Uma casca vazia? Um projeto de ser humano funcionando no automático? O fato é que nossos sentimentos nos acompanham a todo momento; desde que acordamos cedo de mau humor até quando vamos dormir, processando os mais diversos pensamentos sobre o passado, presente e/ou futuro. Engana-se quem acha que pode controlá-los. Nos momentos mais intensos, nós é que somos controlados por eles. E é por isso que, algumas vezes, agimos de formas tão imprevisíveis. Mas e se esses sentimentos, que nos dão tamanha individualidade, nos fossem tirados? É em torno deste conceito que o filme ‘Quando te Conheci‘ desenvolve o seu enredo, mostrando um mundo frio, onde as pessoas não vivem, apenas sobrevivem.

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A trama se passa em um futuro utópico, depois de uma guerra que devastou grande parte do planeta e causou a morte de quase toda a população. Nesta sociedade futurística, as emoções são bloqueadas desde o nascimento; sentimentos são considerados ameaças ao sistema, apontadas como o catalizador da Grande Guerra. O sistema, no entanto, não é infalível, considerando o crescente número de pessoas recuperando suas emoções – que, por sua vez, são tratados como doentes. Apesar de não haver uma cura, eles tomam remédios bloqueadores que retardam os estágios de sua condição. Diagnosticado com a doença, Silas rapidamente sucumbe à tristeza e ao isolamento, mas seu interesse em sua colega de trabalho, Nia, o desperta sentimentos diferentes. Não demora muito para ele ficar convencido que Nia também tem sentimentos, apesar de escondê-los. Agora, em uma sociedade onde até mesmo o toque é proibido, eles terão que arranjar um jeito de ficarem juntos ao mesmo tempo em que tentam evitar as consequências mortais de serem pegos.

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Antes de pesquisar mais sobre o filme, estava convencido que ele era baseado em algum livro – especialmente por já ter criticado um Piloto de TV não aprovado que abordava exatamente o mesmo tema. Fiquei surpreso ao constatar que a saga literária da Lauren Oliver não é a única a desenvolver o assunto, apenas uma das mais recentes.

Este filme foi cansativamente comparado a outras produções, como ‘THX-1130‘, ‘Equilibrium‘, ‘A Ilha‘, e, até mesmo, erroneamente apontado por diversos sites especializados como um remake do filme ‘1984‘. De fato, ‘Quando te Conheci‘ pega vários elementos dos filmes citados – e ainda de mais alguns outros –, mas é aparentemente baseado em um roteiro original. Deixando de lado essas comparações e focando no filme em si, acredito que a trama apresentou sua proposta de forma eficiente, apresentando uma sociedade bem diferente das sagas futurísticas que invadiram os cinemas nos últimos anos.

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O que mais impressiona é que este roteiro tem todos os elementos presentes em adaptações de livros recentes; um futuro utópico/distópico, um romance épico e proibido; o governo maligno; e, ao final de tudo, a sensação de que isso foi apenas o primeiro capítulo de uma saga que focará em derrubar essa sociedade polida e trazer de volta a emoção no coração do povo.

É basicamente ‘Jogos Vorazes‘, mas sem os jogos e a emoção. Então não espere grandes confrontos, guerras e a Kristen Stewart com um Mockingjay no ombro dando uma de Katniss. Isso não vai acontecer! ‘Quando te Conheci‘ é um filme cuja história se desenvolve lentamente e sua trama não tem a pretensão de mostrar uma revolução, mas sim o relacionamento amoroso dos dois personagens principais. E, verdade seja dita, Nicholas Hoult e Kristen Stewart têm uma química excelente e estão incríveis em seus respectivos papéis.

Um dos grandes pontos positivos do filme fica por conta de seus valores de produção. A fotografia está excelente, em total harmonia com os conceitos apresentados pelo enredo. Tons frios azulados predominam a tela, até mesmo em cenas ensolaradas – e todos que viram ‘Divertida Mente‘ sabem que azul é a cor da tristeza. Já os tons mais quentes, avermelhados, aparecem justamente nas cenas em que o personagens estão com suas emoções elevadas, criando uma paleta de cores que refletem diretamente as situações da trama. Os cenários, amplos, vazios e sem detalhes, contribuem para a sensação de isolamento, que é um dos pontos principais do roteiro. A direção de arte está realmente impecável, e ajuda a dar credibilidade a este mundo neutro, onde o branco prevalece e a individualidade permanece suprimida.

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Um filme sobre personagens sem sentimentos protagonizado por Kristen Stewart? Parece uma piada pronta para os haters, mas o fato é que ela tem deixado o seu passado de Bella Swan para trás e investido em filmes aclamados criticamente, apesar de desconhecidos pelo grande público. E, como já adiantei, Stewart está muito bem em seu papel, e entrega uma performance forte, assim como o seu companheiro, Nicholas Hoult. Ao final do filme, algumas perguntas ficarão no ar – especialmente sobre o futuro da dupla –, levando a crer que o conceito possa ser expandido em possíveis continuações. O desfecho também traz um ar ligeiramente aberto, cabendo aos espectadores fazerem sua própria interpretação. Se você gostou do romance em ‘Jogos Vorazes‘, provavelmente irá gostar deste filme. Agora, se você só queria mesmo ver os jogos e o romance ficou no meio, afaste-se gentilmente. Brincadeiras à parte, recomendo sim! Achei diferente, tocante e eficiente em sua mensagem.

O DVD e o Blu-Ray chegam às lojas no final de Agosto.

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10 Dicas de Filmes para você que sente aquele frio na barriga quando encontra alguém que gosta

Quem nunca sentiu aquele frio na barriga quando percebe estar diante do amor da sua vida? Mas nada é fácil, a caminhada é difícil, situações e conflitos vão moldando a força do amor de vários corações apaixonados por aí. Pensando nesse romântico recorte, segue abaixo uma lista bem legal com 10 Dicas de Filmes para você que sente aquele frio na barriga quando encontra alguém que gosta:

 

Amor, Sublime Amor (2021)

Steven Spielberg trouxe para os cinemas recentemente uma ótima adaptação do clássico filme do final da década de 50 (esse inclusive vagamente baseado em Romeu e Julieta de William Shakespeare), West Side Story.  Em uma Nova York nos anos 50, conhecemos integrantes de duas gangues antagônicas que geram o caos em várias situações em que se encontram. Um improvável amor surge entre Maria e Tony transformando a rivalidade das gangues em algo ainda maior.

 

Ela é Demais

Dirigido por Robert Iscove e lançado 24 anos atrás, a comédia romântica Ela é Demais nos mostra a história de amor entre dois jovens completamente diferentes que se conhecem a partir de uma aposta onde ele, um jovem popular precisa que ela, uma tímida nerd, vire a rainha do baile da escola.

 

Quando um Homem Ama uma Mulher

Protagonizado por Andy Garcia e Meg Ryan, o longa-metragem dirigido pelo cineasta mexicano Luis Mandoki, Quando um Homem Ama uma Mulher aborda os impactos em um casamento quando uma das partes luta contra o alcoolismo.

 

Meu Querido Presidente

Simpática comédia romântica dirigida por Rob Reiner, nos mostra o presidente dos Estados Unidos, que ficou viúvo, as vésperas de concorrer à reeleição, se apaixona por uma inteligente lobista.

 

A Incrível História de Adaline

Ao longo dos 110 minutos de projeção, vamos conhecendo (muito por meio de flashbacks) uma mulher chamada Adaline Bowman (Blake Lively) que nasceu próximo da virada do último século e após um terrível acidente de carro nunca mais envelheceu. Depois de viver grandes amores, ser perseguida pelo FBI, ver sua filha envelhecer, trocar de nomes a cada nova década, resolve se entregar/viver um novo e recente amor, Ellis Jones (Michiel Huisman). Assim, deverá enfrentar todos os seus medos e receios de sua curiosa imortalidade.

 

Sintonia de Amor

Dirigido pela cineasta Nora Ephron, protagonizado por Tom Hanks e Meg Ryan, na trama conhecemos uma curiosa história de amor entre um viúvo que se muda para uma nova cidade com o filho e uma jornalista que está noiva.

 

Românticos Anônimos

Uma moça com um dom de criar maravilhas de sobremesas através do chocolate e um gerente de uma fábrica com dificuldades. Duas almas perturbadas por uma série de conflitos emocionais. Como unir esses dois corações? O amor está presente em cada calda, cobertura, pedaço do filme e a maneira como chegamos até a união desse casal é a grande sacada do longa escrito por Jean-Pierre Améris e Philippe Blasband.

 

Por Amor ou por Dinheiro

Na trama, conhecemos Doug (Michael J. Fox) um jovem concierge, ambicioso, que conhece a tudo e a todos do hotel em que trabalha. Ele economiza tudo que ganha com um único objetivo: conseguir abrir o seu próprio hotel. Desde muito tempo é apaixonado por uma jovem chamado Andy (Gabrielle Anwar) que trabalha em uma loja e canta profissionalmente em uma boate toda semana. Quando Doug consegue um acordo com um poderoso da região, acaba descobrindo que Andy é amante dele, deixando o protagonista em uma série de conflitos que envolvem em muitas partes o seu coração.

 

O Rio do Desejo

Na trama, conhecemos o capitão da polícia Dalberto (Daniel Oliveira) um homem sério que resolve abandonar a corporação e comprar um barco depois de se apaixonar perdidamente pela bela e alegre Anaíra (Sophie Charlotte). Ainda em fase de mudança de vida, Dalberto resolve levar a amada para morar por um tempo na casa onde vive com os dois irmãos, Dalmo (Rômulo Braga) e Armando (Gabriel Leone), o primeiro um fotógrafo que tem um pequeno empreendimento na cidade, o outro um amante do universo musical que faz apresentações com sua banda. Mas a aparente harmonia é colocada à prova quando Dalberto precisa fazer uma viagem de quase dois meses e Anaíra começa a se aproximar de Dalmo e principalmente Armando.

 

Esqueça Paris

Dirigido, produzido e protagonizado pelo comediante Billy Crystal, nessa comédia acompanhamos um árbitro da NBA que durante uma viagem para Paris, com o objetivo de enterrar o pai no país, se apaixona por uma funcionária de uma companhia aérea.

 

 

Crítica | O Nascimento de uma Nação

Escrevendo Certo por Linhas Tortas

O ano de 2016 ficará marcado por suas polêmicas e divergências políticas, acentuando como nunca antes os diferentes pontos de vista. No cinema, a coisa não ficou muito distante. Além dos nerds em fúria defendendo ou atacando blockbusters como Batman VS. Superman e Esquadrão Suicida, tivemos a causa feminista tomando as dores e combatendo os haters de Caça-Fantasmas. Saindo do cenário pipoca para o cinema de arte, diretores renomados como Nicolas Winding Refn e Olivier Assayas foram vaiados no prestigiado festival de Cannes ao exibirem seus últimos trabalhos, Demônio de Neon e Personal Shopper, respectivamente.

No cinema nacional, em um ano de excelentes exemplares, a coisa não ficou atrás, e Aquarius incitou o fervor ao protestar no mesmo evento sobre os acontecimentos políticos no Brasil. Tido por muitos como o melhor filme nacional do ano, ou de anos recentes, o filme ficou de fora da corrida pelo Oscar, quando Pequeno Segredo (que estreia em grande circuito neste fim de semana finalmente) foi o selecionado para representar o país. Mais polêmica, porque toda é pouca.

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Bem, toda essa introdução sobre as controvérsias cinematográficas de 2016 serve para apresentar O Nascimento de uma Nação, o filme mais fervoroso do ano, igualmente fonte de falatórios intermináveis. O cineasta Nate Parker, até então um ator de carreira pouco expressiva na sétima arte, dá o grande passo em sua filmografia, dominando a cena e atacando em quase todas (as principais) posições na produção. Parker dirige, protagoniza, produz e escreve o roteiro do longa, pegando para si a difícil tarefa de ser o nome por trás do projeto. Pode-se afirmar sem medo que Parker deixa sua marca na história do cinema.

Você deve estar se perguntando, O Nascimento de uma Nação não é aquela obra clássica de 1915, dirigida por D.W. Griffith, estudada na maioria das faculdades de cinema do mundo por sua parte técnica, mas visto com maus olhos hoje devido ao seu conteúdo racista. Sim, e a grande sacada inicial de Parker foi justamente chamar atenção para projeto ao dar o mesmo título, porém, subvertendo seu conteúdo de mau gosto ao focar no ponto de vista dos escravos.

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Na trama, Parker interpreta Nat Turner, escravo criado desde menino na mesma plantação de algodão, no condado de Southampton, na Virgínia, por volta de 1830. No local, a dona da casa (papel da veterana Penelope Ann Miller) o ensina a ler e cuida de sua educação, o que futuramente servirá para seu dom da palavra, pregando a bíblia para seus irmãos sofridos. A ambientação do longa é certeira, mas conhecida. É um território que o cinema gosta (e precisa) de revisitar de tempos em tempos, sendo um dos exemplares mais recentes, o necessário 12 Anos de Escravidão (2012) – em breve voltarei neste ponto para apresentar a grande diferença entre os filmes.

O Nascimento de uma Nação vai fundo na força do soco, sem recuar. A violência gráfica, mas não gratuita, choca e se faz presente pincelando a obra. Filmes sobre escravidão procuram retratar de forma crível um período horrendo da humanidade, não se afastando do sofrimento inimaginável e da crueldade que fomos ou somos capazes. Baseando em eventos históricos, o longa retrata uma rebelião de escravos que durou 48 horas e serviu como quebra de barreira para outras insurreições. Estruturalmente, o roteiro trabalha bem as motivações de personagens, construindo uma crescente de pressão prestes a explodir. E quando de fato explode, ela vem regada a ferro e fogo. A jornada do filme é seu alicerce e a rebelião de fato, sua consequência extrema.

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O diretor trabalha bem o arco de seu protagonista, passando de um pastor que prega a palavra à líder de um grupo cansado de esperar, cansado de ser maltratado, que resolve fazer justiça com as próprias mãos, levantando diversas outras questões dignas de debates. O Nascimento de uma Nação é uma obra acima de tudo corajosa. Expõe não somente o que foi sofrido, mas o que foi infligido, testando os limites do extremismo. Afinal, nenhuma revolução é feita sem sangue. Outra coragem do filme de Parker é não ter o respaldo de personagens brancos como salvadores, uma tendência em Hollywood (daí a grande diferença com 12 Anos de Escravidão – não existem brancos canonizados aqui). Na parte do elenco, vale destacar os desempenhos de Armie Hammer e Jackie Earle Haley vivendo personagens importantes, além, é claro, da performance inflamada do diretor/protagonista.

O Nascimento de uma Nação já deixa seu legado e isso nenhum passado negro ou polêmica pessoal será capaz de apagar. No entanto, será uma pena se a mancha do passado pessoal de Parker desviar a importância merecida da obra em época de premiações. Homens são falhos, obras de arte são eternas.

‘Pretty Little Liars: The Perfectionists’: Não há como se esconder no novo trailer da série; Assista!

O spin-off ‘Pretty Little Liars: The Perfectionists‘ ganhou um novo trailer.

Confira, com o trailer completo:

Sasha Pieterse, que viveu Alison, e Janel Parrish, que viveu Mona Vanderwaal, retornam em seus respectivos papeis.

Na nova trama, um assassinato misterioso acontece em Beacon Heights – e Alison terá que se unir com Mona para resolvê-lo. Mas a ação é tão perfeccionista que parece ser impossível descobrir o que realmente aconteceu por trás de tudo isso. No entanto, nenhum crime é 100% perfeito, fazendo com que as antigas Liars ajudem a polícia local na descoberta do real assassino.

A produção estreia no canal Freeform no dia 20 de março.

‘Howling Village’: Novo terror do diretor de ‘O Grito’ ganha trailer sinistro; Assista!

O terror ‘Howling Village‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Dirigido por Takashi Shimizu (‘O Grito‘), o longa é baseado em uma popular lenda urbana japonesa.

A trama gira em torno de uma vila no fim de um esquecido túnel do qual ninguém nunca retornou. Uma represa foi construída sobre ele para apagar o passado, mas ninguém sabe para onde as pessoas foram, o que aconteceu com elas e por que o local se chama ‘Vila Uivante’. A heroína que vê um espírito tenta descobrir a verdade sobre os estranhos eventos que ocorrem um após o outro.

Estrelado por Ayaka Miyoshi, o longa será lançado no Japão no dia 7 de fevereiro de 2020.