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‘Fairy Tail’ ganha dublagem brasileira e já tem data de estreia no HBO Max

Segundo informações divulgadas pela Artworks Entertaiment para o site Jovem Nerd, a dublagem em português brasileiro do clássico anime de ‘Fairy Tail‘ chegará à HBO Max na próxima segunda-feira (9).

Logo de início o streaming colocará disponível 72 episódios dublados, que correspondem às duas primeiras temporadas do anime.

Lembrando que esta é a primeira vez que a animação recebe dublagem oficial brasileira.

O elenco de dublagem conta com Charles Emmanuel (Natsu Dragneel), Flora Paulita (Lucy Heartfilia), Luísa Viotti (Happy), Gustavo Nader (Gray Fullbuster), Carol Valença (Erza Scarlet), Marcelo Campos (Jellal Fernandes), Sicilia Vidal (Wendy Marvell), Bianca Alencar (Carla) e Samira Fernandes (Juvia Lockser).

Outro destaque é que ‘Fairy Tail‘ também terá localização de aberturas e encerramentos com a produção de Rod Rossi e Sidney Sohn Jr. O que é ótimo!

Confira a lista das músicas da primeira e segunda temporadas:

Abertura 1 “SNOW FAIRY” por Rodrigo Rossi
Encerramento 1 “Kanpekigu No Ne” por Bruna Higs
Abertura 2 “Sense of Wonder (S.O.W.)” por Graça Santos
Encerramento 2 “Tsuioku Merry Go Round” por Hugo Chiaradia
Abertura 3 “Ft.” por Rodrigo Rossi
Encerramento 3 “Gomen Ne, Watashi” por Carol Himura
Abertura 4 “R.P.G. ~Rocking Playing Game” por Jonatas Carmona
Encerramento 4 “Kimi Ga Iru Kara” por Larissa Tassi
Abertura 5 “Egao No Mahou” por Verônica Huang
Encerramento 5 “Holy Shine” por Bruna Higs
Abertura 6 “Fiesta” por Rodrigo Rossi
Encerramento 6 “Be As One” por Alírio Netto

No enredo, Lucy Heartfilia é uma jovem maga de 17 anos que deseja tornar-se uma maga evoluída. Para isso, ela terá que entrar em uma guilda de magos, para ganhar dinheiro para sobreviver e também para aprimorar suas habilidades. Assim sendo, ela chega até a cidade de Hargeon, onde encontra Natsu Dragneel e Happy.

Vingadores – Guerra Infinita

(Avengers: Infinity War)

 

Elenco:

Capitão América (Chris Evans)
Homem de Ferro (Robert Downey Jr.)
Viúva Negra (Scarlett Johansson)
Thor (Chris Hemsworth)
Hulk (Mark Ruffalo)
Falcão (Anthony Mackie)
Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen)
Visão (Paul Bettany)
Máquina de Combate (Don Cheadle)
Loki (Tom Hiddleston)
Senhor das Estrelas (Chris Pratt)
Gamora (Zoe Saldana)
Rocket (Bradley Cooper)
Drax (Dave Bautista)
Groot Adolescente (Vin Diesel)
Mantis (Pom Klementieff)
Nebula (Karen Gillan)
Peter Parker (Tom Holland)
Pantera Negra (Chadwick Boseman)
Okoye (Danai Gurira)
Bucky (Sebastian Stan)
Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch)
Wong (Benedict Wong)
Thanos (Josh Brolin)

Direção: Anthony Russo e Joe Russo

Gênero: Aventura, Suspense, Ação

Duração: 156 min.

Distribuidora: Marvel Brasil

Orçamento: US$ 250 milhões

Estreia: 26 de Abril de 2018

Sinopse:

Uma jornada cinematográfica sem precedentes de dez anos de realização e abrangendo todo o universo cinematográfico da Marvel,  ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ traz para as telonas o confronto final e mais mortal de todos os tempos. Os Vingadores e seus super-heróis aliados devem estar dispostos a sacrificar tudo em uma tentativa de derrotar o poderoso Thanos antes de sua explosiva devastação e a ruína que põe fim ao universo.

Crítica | Vingadores: Guerra Infinita – O Auge do Cinema Entretenimento (Nota: 9.0)

Crítica em Vídeo:

Matéria:

 

Curiosidades:

» Os Melhores Filmes da Marvel Studios – incluindo ‘Vingadores: Guerra Infinita’

» ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ quebrou o recorde de MAIOR ABERTURA DA HISTÓRIA nas bilheterias nacionais. O filme arrecadou R$ 65 milhões de quinta a domingo, tornando-se a maior abertura e o melhor fim de semana históricos do país. Nos primeiros quatro dias, ‘Guerra Infinita‘ levou 3,8 milhões de espectadores aos cinemas do Brasil. O recorde anterior pertencia a ‘Liga da Justiça’, que arrecadou R$ 46 milhões em sua estreia no país. O terceiro lugar pertence a ‘Batman vs SupermanA Origem da Justiça‘, com R$ 44 milhões, seguido por ‘Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 2‘, com R$ 37,4 milhões.

» ‘Vingadores: Guerra Infinita’ | O que são as Joias do Infinito e onde elas estão?

» ‘Vingadores: Guerra Infinita’ é o segundo filme MAIS CARO DA HISTÓRIA

» Especial ‘Vingadores: Guerra Infinita’ | Thor

» Especial ‘Vingadores: Guerra Infinita’ | Homem de Ferro

» ‘Os Vingadores: Guerra Infinita’: Análise do Trailer e seus SEGREDOS

» James Gunn confirma que [SPOILER] não estará em ‘Os Vingadores 3 e 4’ 

» Thor e Senhor das Estrelas vão se tornar grandes amigos em ‘Vingadores 3’, diz diretor 

» ‘Vingadores 3 e 4’ trarão GRANDES surpresas, diz diretor

» O terceiro filme da franquia ‘Os Vingadores‘ foi filmado em Edimburgo, Glasgow e Highlands, e teve seu orçamento GIGANTESCO revelado. O filme custará US$ 486 milhões, e vai impulsionar a economia da Escócia em US$ 12,1 milhões.

»  Em torno da metade do valor total do orçamento será destinado para pagar os roteiristas, diretores, produtores e principais membros do elenco. Robert Downey Jr., aparentemente, fica “com metade do orçamento destinado a todos os atores do filme”.

»  Segundo a Forbes, o ator recebeu um cheque de US$ 80 milhões participar de ‘Vingadores: Era de Ultron‘ e ‘Capitão América: Guerra Civil‘. Em ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ e ‘Os Vingadores 4‘, seu salário deve chegar na casa dos US$ 100 milhões.

»  Mesmo para um blockbuster deste tamanho, é um custo caríssimo. Para comparação, ‘Vingadores: Era de Ultron‘ custou US$ 250 milhões.

 

 Trailer:

Cartazes:

 

Fotos:

Assista três minutos da série de ‘A Hora do Rush’

O canal CBS divulgou uma prévia de três minutos e fotos da adaptação à TV do filme ‘A Hora do Rush’.

Confira:

 

Em ‘Rush Hour‘, Justin Hires (‘Anjos da Lei’) ficará com o papel que foi vivido por Chris Tucker no cinema, um convencido e rebelde detetive de Los Angeles que é designado para trabalhar com um certinho representante da polícia de Hong Kong, feito por Jon Foo (‘Tekken’) e anteriormente por Jackie Chan na trilogia de filmes.

Bill Lawrence e Blake McCormick, os criadores de ‘Cougar Town‘, escrevem e produzem a série para a Warner Bros TV.

Brett Ratner, diretor da franquia, Arthur Sarkissian e Jeff Ingold servirão como produtores executivos.

Rush Hour‘ estreia no início de 2016 nos EUA.

Retorno de ‘Gilmore Girls’ na Netflix ganha primeiro cartaz

A nova temporada da série ‘Gilmore Girls‘, exibida pela Warner Bros entre 2000 e 2007, ganhou seu primeiro cartaz.

Os quatro episódios de 90 minutos vão acompanhar um ano inteiro da vida das protagonistas, cada um se passando ao longo de três meses.

Confira, com as primeiras imagens:

GilmoreGirls

 

As atrizes Lauren Graham e Alexis Bledel vão reprisar os papeis de Lorelei e Rory Gilmore. A série conta a história do cotidiano da mãe solteira Lorelai e sua filha Rory, que vivem no pequeno povoado fictício de Stars Hollow, em Connecticut, pequena cidade com personagens bem peculiares e localizada cerca de trinta minutos de Hartford. A série explora diversos assuntos como família, amizades, conflitos geracionais e classes sociais.

Jared Padalecki (Dean), Milo Ventimiglia (Jess), Scott Patterson (Luke), Yanic Truesdale (Michel), Kelly Bishop (Emily), Sean Gunn (Kirk), Keiko Agena (Lane), David Sutcliffe (Christopher) e Liza Weil (Paris) também retornam.

A nova temporada é produzida por Amy Sherman-Palladino, criadora dá série.

Não há previsão de estreia.

‘Esquadrão Suicida’ estreia quebrando recorde de bilheteria

As críticas negativas não afetaram as bilheterias de ‘Esquadrão Suicida‘.

O filme arrecadou US$ 135,1 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA, batendo o recorde que pertencia a ‘Guardiões da Galáxia‘ (US$ 94,3 milhões) e se tornando a maior estreia para o mês de agosto. O filme ficou um pouco abaixo das expectativas da Warner Bros., que previa US$ 150 milhões.

Apesar do valor, o filme ficou abaixo de ‘Batman vs Superman: A Origem Da Justiça‘ (US$ 166 milhões) e ‘Capitão América: Guerra Civil‘ (US$ 180 milhões).

Internacionalmente, o filme arrecadou US$ US$ 132 milhões em 57 mercados, e já soma US$ 267 milhões mundialmente.

‘Esquadrão Suicida’: Fã cancela abaixo-assinado para fechar o Rotten Tomatoes

Crítica | Esquadrão Suicida 

Crítica 2 | Esquadrão Suicida

Jason Bourne‘ caiu para a segunda posição, arrecadando mais US$ 22 milhões e somando US$ 103,4 milhões em duas semanas.

A comédia ‘Perfeita é a Mãe!‘ se manteve na terceira posição, arrecadando mais US$ 14,2 milhões e somando US$ 50,8 milhões nos EUA em duas semanas.

Confira o TOP 10:

1. Esquadrão Suicida – US$ 135,1 milhões
2. Jason Bourne – US$ 22,7 milhões
3. Perfeita é a Mãe! – US$ 14 milhões
4. Pets – A Vida Secreta Dos Bichos – US$ 11,6 milhões
5. Star Trek: Sem Fronteiras – US$ 10,2 milhões
6. Virei Um Gato – US$ 6,5 milhões
7. Quando As Luzes Se Apagam – US$ 6 milhões
8. Nerve – Um Jogo Sem Regras – US$ 4,9 milhões
9. Caça-Fantasmas – US$ 4,8 milhões
10. A Era do Gelo 5: O Big Bang US$ 4 milhões

Connie Britton e Hayden Panettiere no teaser da 5ª temporada de ‘Nashville’

O canal pago norte-americano CMT divulgou o primeiro teaser da quinta temporada de ‘Nashville‘, que também serão exibidos pelo serviço de streaming Hulu.

A atriz Connie Britton fará apenas uma participação como Rayna Jaymes, deixando a temporada em sua metade.

Assista:

A estreia nos EUA acontece dia 5 de janeiro de 2017.

Netflix confirma 2ª Temporada de ‘The OA’; Confira vídeo do anúncio

Como a própria Netflix fez questão de colocar no vídeo:

“Os fãs conseguiram!”.

Como uma bela surpresa no final de 2016, ‘The OA‘ acaba de ter sua segunda temporada confirmada.

A plataforma de streaming até lançou um vídeo espetacular para a realização do anúncio.

Confira, com a nossa crítica:

Em janeiro, em entrevista à Variety, a atriz Brit Marling e o diretor e roteirista Zal Batmanglij (O Sistema) revelaram que já existem planos para a segunda temporada de ‘The OA‘, a nova série de Ficção Científica da Netflix.

“Eu gostaria de ver essa história continuar … Brit [Marling] e eu já temos toda a história pronta”, afirmou Batmanglij. “Se acontecerá ou não, depende de vocês. De todo o mundo. Se as pessoas se conectarem com a série. A coisa toda é um enigma. Há muitas pistas. Muito poucas pessoas realmente descobriram todas as pistas”, afirmou.

A atriz Brit Marling também está empolgada com uma possível segunda temporada.

“Oh meu Deus, isso seria muito divertido. Nós gastamos três anos criando a matemática do labirinto e analisando histórias da mente que poderiam durar por horas e horas. Queríamos resolver o enigma. Queríamos saber o que estava no centro do labirinto no primeiro capítulo. Eu acho que essa é uma das coisas excitantes sobre onde deixamos o final, é que de certa forma, ele resolve em um sentido satisfatório, especialmente com os meninos, mas também deixa algo aberto. É emocionante deixar essa lacuna entre uma temporada e outra e ver como as pessoas se sentem sobre isso e o que eles estão pensando, e, em seguida, continuar a responder às perguntas”, concluiu.

A série começa com uma jovem cega, em torno de seus vinte anos, Prairie Johnson (Brit Marling), que desapareceu, mas que volta à casa na qual cresceu, com a visão recuperada. Alguns a consideram um milagre, outros um mistério perigoso, mas Prairie se recusa a falar sobre seus sete anos desaparecida com seus pais e com o FBI.

Estão também no elenco Emory Cohen (Brooklin, O Lugar Onde Tudo Termina), Scott Wilson (The Walking Dead, Retratos de Família), Phyllis Smith (The Office), Jason Isaacs (Harry Potter, Corações de Ferro, Dig), Alice Krige (Jornada nas Estrelas: Primeiro Contato, Terror em Silent Hill), Patrick Gibson (The Tudors), Brendan Meyer (Mr. Young, O Hóspede) e em sua estreia, Ian Alexander e Brandon Perea.

Marling é a protagonista da série e Batmanglij dirige todos os episódios. Brad Pitt, Dede Gardner, Jeremy Kleiner e Sarah Esberg, da Plan B (produtora indicada ao Oscar por 12 Anos de Escravidão).

Divulgado o tempo de duração de ‘Mulher-Maravilha’

Mulher-Maravilha‘ teve seu tempo de duração divulgado: 2 horas e 21 minutos.

Para comparação, ‘O Homem de Aço‘ tem 2 horas e 23 minutos,  ‘Esquadrão Suicida‘ tem 2 horas e 3 minutos e ‘Batman vs Superman‘ tem 2 horas e 31 minutos (em sua versão cinematográfica).

No começo da semana, a Warner realizou a primeira exibição do filme para expositores, e a primeira reação “supostamente” está na internet.

O presidente do Theatre Management Associates, John Shaw, comparou o filme a ‘Capitão América: O Primeiro Vingador‘ – por se passarem na mesma época.

Confira:

Mulher-Maravilha: empolgante e divertido de todas as maneiras. Grandiosos efeitos especiais e personagens. Um blockbuster tão bom quando ‘Capitão América: O Primeiro Vingador’ (que arrecadou US$ 370 milhões).”

Após polêmica, axilas da ‘Mulher-Maravilha’ são “corrigidas” em novo trailer 

“Tudo acontece na hora certa. Personagem feminina forte. Divertido. Muita ação. Vamos esperar que os cinéfilos se sintam da mesma maneira. Pelo que eu vi no Twitter, parece que sim.”

Resta saber se a reação procede, ou se seguirá as mesmas reações positivas que ‘Esquadrão Suicida‘ recebeu antes de sua estreia

Warner gastou mais em publicidade com ‘Mulher-Maravilha’ do que com ‘Esquadrão Suicida’ 

Ares é confirmado como vilão em ‘Mulher-Maravilha’!

 

 

A estreia do novo filme da personagem acontece em 1º de junho de 2017.

Gal Gadot elogia o Batman de Ben Affleck em entrevista

Gal Gadot fala sobre a bissexualidade da ‘Mulher-Maravilha’ 

Chris Pine (franquia ‘Star Trek‘) será Steve TrevorRobin Wright vive Antíope e Connie Nielsen será a Rainha Hipólita, mãe de Diana, também estão no elenco.

A direção ficará a cargo de Patty Jenkins, que dirigiu ‘Monster: Desejo Assassino’ e episódios das séries ‘The Killing’ e ‘Entourage’. Ela substitui Michele MacLaren (‘Game of Thrones’, ‘Breaking Bad’), que deixou o cargo por diferenças criativas com o estúdio.

Antes de tornar-se Mulher-Maravilha, ela era Diana, princesa das Amazonas, treinada para ser uma guerreira invencível. Criada numa isolada ilha paradisíaca, Diana descobre que um grande conflito assola o mundo para além de suas fronteiras quando um piloto americano cai com seu avião nas areias da costa. Convencida de que é capaz de vencer a ameaça de destruição, Diana parte da ilha. Lutando lado a lado com homens numa guerra que pretende acabar de vez com todas as guerras, ela vai descobrir todos os seus poderes… e seu verdadeiro destino.

Diretor de ‘Thor – Ragnarok’ comenta sobre o tempo de exibição da produção

Em entrevista ao Collider, o diretor Taika Waititi comentou detalhes sobre o tempo de exibição de ‘Thor – Ragnarok‘, que está para ser fechado ao redor de 100 minutos, ou seja, 1 hora e 40 minutos.

“No corte atual, acho que estamos em 100 minutos. Não vai ser um filme muito, muito longo. Eu acho que as histórias são melhores quando você as deixa querendo mais, e este filme se move como um clipe, tem coisas acontecendo o tempo todo. Eu acho que as pessoas ainda se sentirão exaustas até o final, até porque as pessoas já estão nessa jornada com Thor há um bom tempo, então, eu não acho que precisamos de um filme com 3 horas de duração.”

Caso se confirme, ‘Thor – Ragnarok‘ será até então o filme mais curto do Universo Marvel de Cinema.

“O mundo de Thor está prestes a explodir em Thor – Ragnarok. Seu irmão desajeitado, Loki, assumiu Asgard, a poderosa Hela emergiu para roubar o trono para si e Thor é preso no outro lado do Universo. Para escapar do cativeiro e salvar sua morada da destruição iminente, Thor deve primeiro ganhar uma batalha mortal contra seu ex-aliado e antigo Vingador… O Incrível Hulk.”

Chris Hemsworth gostaria que ‘Thor – Ragnarok’ tivesse humor, como ‘Guardiões da Galáxia’

Cate Blanchett pode viver a primeira vilã da Marvel em ‘Thor: Ragnarok’

Diretor de ‘Thor: O Mundo Sombrio’ critica a Marvel Studios

Thor: Ragnarok‘ chegará aos cinemas em 2 de Novembro de 2017.

Atrizes de ‘Desperate Housewives’ se reúnem 5 anos após o fim da série; Confira!

As atrizes Eva Longoria e Felicity Huffman foram fotografadas em um evento de caridade organizado por Langoria, cinco anos após o fim da série sucesso ‘Desperate Housewives‘, que terminou em 2012.

Confira:

Desperate Housewives‘ é, sem dúvida, uma das séries de comédia mais icônicas na história da TV americana. E em meio a tantos revivals, vide ‘Prison Break‘, ‘24 Horas‘, talvez um retorno da comédia poderia cair bem.

Em entrevista à Variety, Eva Longoria – que interpretou Gabrielle Solis – disse que gostaria do retorno da série, apesar de não imaginar a partir de onde os personagens teriam suas histórias iniciadas.

“Eu adoraria 100%. Eu não acho que isso nunca aconteceria, mas estaria 100% dentro. Eu adoraria entrar nos sapatos de Gaby novamente. Mas nada foi discutido. Marc Cherry já foi questionado um milhão de vezes. Mas nós fizemos quase 10 anos com 24 episódios por ano. Nós fizemos quase 200 episódios, então, ele já apresentou tudo sobre esses personagens. Eu não sei o que mais as pessoas iriam querer ver nesses personagens.”

Desperate Housewives‘ foi exibida pelo canal ABC de 2004 a 2012.

Cinemark lança pipoca com manteiga sabor CHURRASCO nas salas do Brasil

A rede de cinemas Cinemark anunciou o lançamento da pipoca com manteiga sabor churrasco em suas salas no Brasil.

Durante sua produção, a manteiga recebe uma fumaça de churrasco artesanal que é responsável por dar o cheiro e o sabor do produto.

A novidade se junta ao cardápio de pipocas já oferecido pela Cinemark em todos os complexos da rede: a tradicional pipoca salgada e as doces de caramelo e chocolate. O valor da Manteiga Churrasco é de R$ 2 adicionais à pipoca ou combo escolhido pelos clientes.

Quem aí ficou com vontade de experimentar?

‘O Esquadrão Suicida’: Viola Davis e Margot Robbie devem ser as únicas a voltar

Segundo o We Got this Covered, Viola Davis (‘Um Limite Entre Nós’) está em negociações para retornar como Amanda Waller na sequência/reboot de ‘Esquadrão Suicida’ 

Ao que parece, apenas Davis e Margot Robbie devem retornar do elenco original. Ontem, Will Smith abandonou o projeto alegando conflito de agenda

A expectativa do cineasta James Gunn é de que a produção comece em setembro de 2019. Com a recente saída de Will Smith do elenco, não se sabe se o calendário da adaptação sofreu alguma alteração.

Vale ressaltar que a estreia ainda permanece para o dia 6 de agosto de 2021.

Segundo o Hollywood Reporter, o projeto está sendo tratado como uma espécie de reboot. Desse modo, o título do filme foi alterado. Agora a sequência/reboot se chama ‘The Suicide Squad‘.

Gunn terá a oportunidade de essencialmente reiniciar esta série como sua própria visão:

“Fomos informados que o Esquadrão Suicida de Gunn não será uma sequência, ele terá uma visão totalmente nova sobre o grupo de vilões. Mas se isso significa uma reformulação total ou não, não está claro,” afirmara.

O diretor do primeiro ‘Esquadrão Suicida‘, David Ayer, ofereceu seu total apoio à contratação de Gunn.

“Eu acho que é uma atitude incrivelmente corajosa e inteligente do estúdio. James é o homem certo para o trabalho,” afirmou.

Apesar de ter sido massacrado pelos críticos, ‘Esquadrão Suicida‘ foi um sucesso nas bilheterias, arrecadando US$ 746.8 milhões mundialmente.

Quentin Tarantino revela que ‘Kill Bill Vol. 3’ será seu próximo filme

Há anos circulam rumores sobre mais uma sequência para ‘Kill Bill’, o clássico de Quentin Tarantino, protagonizado por Uma Thurman e David Carradine.

E parece que ‘Kill Bill Vol. 3‘ realmente será o próximo – e último – filme de Tarantino.

Em entrevista ao SiriusXM, o diretor deu a seus fãs uma esperança renovada, afirmando que o filme ‘está em seus planos’:

“Bem, por acaso eu jantei com Uma Thurman na noite passada, estávamos em um restaurante japonês muito legal … Ela estava se gabando de mim, e eu estava me gabando dela, foi uma noite adorável [risos]. Bem, eu tenho uma ideia do que eu faria em Kill Bill Vol. 3, e foi isso, conquistamos esse conceito. Quero mostrar o que aconteceu com a noiva desde então, algo grandioso. A Noiva lutou muito e muito. Agora, tenho uma ideia que pode ser realmente interessante… e quero fazer, mas vai demorar pelo menos três anos ou algo assim. Mas veja, está definitivamente nos meus planos”, confirmou.

Quando pressionado por Cohen, Tarantino admitiu que ‘Kill Bill Vol. 3‘ será realmente o seu próximo projeto de filme.

No Vol. 3, Beatrix Kiddo (Thurman) teria que acertar as contas com a vingativa Nikki, filha da assassina Vernita Green (Vivica A. Fox). A garota procura vingar a morte de sua mãe, morta pela “noiva”.

Kill Bill‘ foi o quarto filme do escritor-diretor Quentin Tarantino. Originalmente concebido como um único filme, foi lançado em dois volumes (nos EUA, Kill Bill: Volume 1 no outono de 2003 e Kill Bill: Volume 2 na primavera de 2004), devido à sua duração de aproximadamente quatro horas. O filme é um drama fictício de vingança, que homenageia antigos gêneros, tais como filmes antigos asiáticos de kung fu, filmes japoneses de samurai, western spaghetti italiano, trash, anime, uma grande referência à música popular e cultura pop; e alta violência deliberada.

Normal People: A arte de levar a banalidade a sério (Entrevista)

O que em outra realidade seria uma breve confraternização entre jornalistas em uma sala de espera com café, bolos e um brindezinho é, em 2020, uma conferência no Zoom com pessoas de todos os cantos que, assim como você, aguardam desajeitadas e repassam a pauta de dentro de suas casas. Alguém esquece de desligar o microfone e conversa em espanhol com o companheiro para que todo o grupo de desconhecidos ouça, sem querer, uma troca sobre a rotina da casa, enquanto tem um vislumbre de dentro de um guarda-roupas e vê outros checando incessantemente os equipamentos eletrônicos, ajeitando os cabelos e se reposicionando na cadeira. O “novo normal” — que, para todos os efeitos, é mais constrangedor do que qualquer outra coisa, tem apenas um detalhe em comum com o assunto deste texto: o normal está só no nome.

“É tudo muito esquisito e difícil de acreditar, porque está apenas no meu celular, então nada parece real”, conta Daisy Edgar-Jones. A atriz britânica que interpreta a protagonista Marianne no romance ‘Normal People’ revela que jamais esperava a recepção positiva que vem ganhando nas redes sociais desde o lançamento da série na Inglaterra e nos Estados Unidos. “Quando você desliga o celular, ainda é você, no seu quarto, com suas franjas, mantendo a quarentena. Mas eu acho incrível ver a reação que as pessoas vêm tendo à série, e saber que ela está mexendo com o público da mesma forma que o livro mexeu comigo quando o li.”

O dito livro é homônimo, o best-seller ‘Pessoas Normais’, de Sally Rooney. A história acompanha o romance gangorra dos irlandeses Marianne e Connell, do fim do ensino médio até o final da faculdade. Mais do que um confortável jogo de ‘vai e volta’ das comédias românticas, o drama mostra duas almas em busca de conforto, de um respiro no meio do excesso de informações da era das tecnologias que, paralelamente, os faz se desassociarem das próprias emoções. É uma trama geracional, sobre os quase-míticos Millennials.

Como em qualquer bom romance, Marianne e Connell são completamente diferentes. Eles estudam na mesma turma, mas são de classes sociais opostas e, em comportamento, também não se batem. Ela é a nerd introvertida, desaforada e de poucos amigos, ele é o atleta popular, boa-praça e rodeado com sua turma, que esconde o gosto pelos livros e também por Marianne. Mas o que essa dinâmica pode ter de tão transgressora?

“No momento atual, particularmente na televisão, parece radical retornar a um tipo de abordagem clássica”, opina o diretor Lenny Abrahamson (O Quarto de Jack), que comanda os 6 primeiros dos 12 episódios. “O interessante é, no contexto da TV contemporânea, contar uma história sobre adolescentes/jovens mas evitar todo o brilho, toda a sensualidade, evitar os clichês do formato e tratá-la de uma forma muito cuidadosa e naturalista. Isso pareceu algo diferente a ser feito. E queríamos que isso surpreendesse o público, que permitisse às pessoas olharem para estes personagens fora da caixinha de um drama contemporâneo normal. É uma peça séria de cinematografia sobre algo que normalmente não é levado a sério.”

Com estreia marcada para o dia 16 de julho na Starzplay, ‘Normal People’ tem muitos trunfos guardados em sua cartola, e um deles está na direção de elenco que faz da Marianne de Edgar-Jones e do Connell de Paul Mescal a dupla certa. 

Lenny Abrahamson

“O processo de escalação foi longo, porque tudo depende de acertar no elenco”, conta o diretor. “Não importava o roteiro ser bom se não conseguíssemos o elenco. Nós tínhamos um longo prazo, de três meses, mas Paul surgiu bem cedo, e ele foi escalado primeiro. Eu não tinha dúvidas de que era ele.”

“Então começou a parte difícil, encontrar quem pudesse interpretar uma personagem tão complexa quanto a Marianne e que também tivesse química com os outros atores. Procuramos por todos os lugares, Irlanda, Inglaterra, Austrália, Estados Unidos, provavelmente vimos umas 1000 Mariannes. E então veio a Daisy. Não sei como nós a perdemos da primeira vez, ela fez um teste gravado para mim. E ela era lindamente delicada, profunda, natural. Torci para dar certo, trouxemos a Daisy e ela conheceu Paul. Testamos os dois juntos, e ficou óbvio para todos os que estavam na sala. Eles estavam sincronizados, criativamente, e as cenas ganharam vida. Todos que estavam na sala quando eles fizeram o teste tinham lágrimas nos olhos ao final da primeira cena. Então, eu pensei: ‘Ok, isso é um bom sinal’.”

E bota bom sinal nisso. “Só estou dizendo isso porque vocês estão na sala, pessoal”, alerta o diretor aos seus protagonistas. “Senão, a resposta seria completamente diferente.” 

“Ah, eu sei bem disso”, rebate Mescal — a quem Abrahamson se refere como “chefe”— também em tom de brincadeira.

Paul Mescal como Connell
Paul Mescal como Connell

A boa dinâmica entre o grupo é evidente, e essencial para que a intimidade entre Marianne e Connell seja sentida nas telas. O esforço é conjunto: a equipe trabalhou ao lado de Ita O’Brien, responsável por coordenar cada uma das cenas íntimas e coreografar cada beijo e cada toque, sempre se certificando do conforto dos envolvidos.

“Isso é algo que eu jamais poderia compreender”, confessa Edgar-Jones, “e acho poderoso demais olhar para trás e ver que os trabalhos de todos os departamentos estão sendo celebrados. Então, é claro, Lorna, que era a nossa figurinista, e tantos outros, como Sandra e Sharon, que fizeram o cabelo e a maquiagem. É empolgante ver que a celebração vai também para todos eles.”

Segundo livro lançado por Rooney, ‘Pessoas Normais’ tem uma diferença essencial das páginas para as telas, presente sobretudo nos monólogos de Marianne e Connel. Inseri-los nos episódios de variadas formas foi um exercício de criatividade e de confiança.

“Os escritores têm a vantagem de poderem descrever o que um personagem está sentindo, mas nós temos a vantagem de termos rostos humanos para onde olhar”, compara o diretor. “Embora você não possa descrever detalhes específicos do que alguém está pensando, você pode sentir isso de alguma forma, assim como fazemos com as pessoas nas nossas vidas. E é incrível o quanto nós somos bons interpretando outras pessoas a partir de linguagem corporal e expressões faciais — isso tudo junto a uma habilidosa adaptação, o que significa que alguns desses monólogos são utilizados em cenas de diálogo, de forma muito cuidadosa.”

“O audiovisual tem sua própria linguagem, e privacidade e esse tipo de reflexão são feitos de outra forma. Mas são feitos com a câmera, com a passagem do tempo, com a música e com a criação da atmosfera correta”, continua. “Para mim, foi sobre confiar no processo que eu sempre sigo, acreditando no meio e na forma. Com ótimos atores e ótima escrita, você consegue capturar o que está dentro da cabeça de uma pessoa.”

O resultado desta equação é um retrato de intimidade que, de tão íntimo, quase evoca no público a necessidade de olhar para o outro lado — Marianne e Connell dividem sentimentos e sensações que parecem ter sido feitas para ficarem apenas entre eles, mais ninguém, e ainda assim estamos ali, mais perto do que qualquer outra pessoa.

“Eu me sentia extremamente próximo a eles quando estava lendo, fisicamente, porque [Rooney] te coloca dentro dos menores gestos e das pequenas oscilações de sentimento. Então havia um desafio a ser cumprido de forma a como apresentar isso em cena, e nós trabalhamos com uma diretora de fotografia brilhante chamada Suzy Laval. Nós conversamos bastante sobre como filmar, e utilizamos uma câmera que é mais fechada do que o convencional, com um foco mais raso.”

“Isso é desafiador para os atores, porque significa que a câmera está muito perto deles, fisicamente, em boa parte do tempo. É difícil interpretar com essa presença enorme na sua frente, mas isso nos dá a sensação de estarmos dentro dos personagens, de uma certa forma. Você não está assistindo da mesma forma que o restante das pessoas naquela cena, você está ainda mais presente.”

Daisy Edgar-Jones como Marianne
Daisy Edgar-Jones como Marianne

Para Mescal e Edgar-Jones, no entanto, o que fica de lição é o tanto que eles mesmos aprendem com Connell e Marianne.

“O que a série faz de tão brilhante é nos mostrar o que significa ser uma pessoa normal”, aponta a atriz. “De uma certa forma, isso contrapõe o fato de nenhum de nós ser normal. Todos os sentimentos são válidos, passamos por altos e baixos diferentes ao longo de nossas vidas, e tudo bem aproveitar a jornada enquanto for possível. É isso que a série nos ensina. Está tudo bem se você não estiver levando a vida perfeita o tempo todo, a verdade é o que faz sentido para você.”

Mescal finaliza: “O que eles aprenderam, potencialmente, sobre seus sentimentos, é que eles são incrivelmente complexos, e que decisões temperamentais podem causar muita dor ou também muita alegria, quando aproveitadas da maneira correta. Na minha opinião, a série lida com o fato de sentimentos serem complicados, pelo menos na perspectiva de Connell. Eles são fáceis de serem sentidos, mas difíceis de serem expressados, se é que isso faz algum sentido. E isso é válido para a vida”.

https://www.youtube.com/watch?v=xBEB76OGPUw

‘O Exorcista’: HBO Max divulga novo trailer para o clássico do terror; Assista!

Para comemorar a chegada de ‘O Exorcista‘ ao seu catálogo, a HBO Max divulgou um trailer moderno para o clássico do terror dirigido por William Friedkin em 1973.

O vídeo reúne as cenas do filme original, com gráficos atualizados que resumem o enredo, enquanto Regan MacNeil (Linda Blair) é cada vez mais dominada pelo demônio e as legendas indicam que a trama foi inspirado em eventos reais.

O trailer assustador termina com Regan totalmente possuída pulando da cama e gritando diretamente para a câmera.

Assista:

Falando nisso, o Observer confirmou que o longa vai ganhar uma sequência produzida pela Blumhouse.

Jason Blum, David Robinson e James Robinson atuarão como produtores executivos do filme, que ainda não tem data de lançamento.

O filme será dirigido por David Gordon Green – que comandou o ‘Halloween‘ de 2018 e suas duas sequências inéditas.

A ideia é seguir os passos do ‘Halloween‘ de 2018, que ignorou as sequências e continuou a história a partir do original, abraçando elementos do material de origem sem ser uma reinicialização direta.

A trama será focada na neta de Regan McNeil (Linda Blair) e sua luta para se livrar do demônio Pazuzu, que atormenta a família desde que foi expulso do corpo de Regan pelo padre Damien Karras (Jason Miller).

Sendo assim, o novo filme deve desconsiderar ‘O Exorcista II: O Herege‘ (1977) e ‘O Exorcista III’ (1990) para contar uma história ligada diretamente ao original.

Recentemente, Friedkin esclareceu rumores recentes e foi bastante categórico ao afirmar que não está envolvido com o novo filme.

“Há um rumor no IMDB que eu estou envolvido com a nova versão de ‘O Exorcista’. Isso não é um rumor, é uma mentira descarada. Não há dinheiro ou motivação suficientes que façam com que eu me envolva com esse projeto,” declarou o cineasta.

Como o projeto ainda está nos estágios iniciais, as atualizações devem ser divulgadas pelos próximos meses.

Morgan Creek será responsável pela nova versão ao lado da Blumhouse. O estúdio é responsável pela pré-sequência do clássico, intitulada ‘Domínio: Prequela do Exorcista‘, lançada em 2015.

Eles também realizaram ‘A Reconquista‘ e ‘Ace Ventura‘.

Dirigido por William Friedkin e estrelado pela Linda Blair, o primeiro longa segue uma garotinha de doze anos que está tendo um comportamento completamente assustador. Deste modo, sua mãe pede ajuda a um padre, que é também um psiquiatra, e este chega a conclusão de que a garota está possuída pelo demônio. Ele solicita então a ajuda de um segundo sacerdote, especialista em exorcismo, para tentar livrar a menina desta terrível possessão.

A franquia original rendeu quatro filmes, além de uma prequel “alternativa”, intitulada ‘Domínio‘. Recentemente, a FOX lançou uma série que se passava no mesmo universo que o filme original, que durou por 2 temporadas.

‘The Umbrella Academy’: Netflix divulga vídeo dos bastidores da 3ª temporada com Elliot Page e Tom Hopper

As filmagens da terceira temporada de ‘Umbrella Academy‘ foram encerradas e o showrunner Steve Blackman publicou um vídeo com Elliot Page, Tom Hopper e mais atores comemorando e enviando uma mensagem para os fãs.

Confira:

 

Em recente entrevista ao Collider, o ator Tom Hopper, que interpreta Luther Hargreeves na série, aumentou nossas expectativas para o próximo ciclo ao elogiar a narrativa que aguarda os fãs:

“Os roteiros são ótimos, é uma diversão fazer a 3ª temporada. Me sinto bastante privilegiado em fazer parte desse show. E acho que a melhor coisa é que estamos bem confortáveis uns com os outros agora. Então parece que realmente encontramos um território certo, além de termos a mesma equipe. E acho que sabemos, agora, quem são esses prsonagens e quem estamos interpretando, e creio que, quando trabalhamos uns com os outros, estamos cientes de como reagir nas cenas”.

Criada por Jeremy Slater (‘The Exorcist‘), a série é baseada nos quadrinhos criados por Gerard Way e pelo brasileiro Gabriel Bá.

A trama acompanha uma família disfuncional de super-heróis que  se reúne para solucionar o mistério da morte de seu pai, uma ameaça de apocalipse e muito mais.

O elenco inclui Elliot Page, Robert Sheehan, Tom Hopper, David Castañeda, Aidan Gallagher, Emmy Raver-Lampman, Mary J. BligeCameron Britton.

Quer rir e se EMOCIONAR? Conheça a fofa comédia natalina com Emilia Clarke que estreou na Netflix

Você é fã de filmes natalinos? E o que você gosta nesses filmes? Os clichês? O casal fofinho com muita química? A composição de cenário, cheio de pisca-piscas e outros elementos de Natal que enchem os olhos? Uma trilha sonora que te transporta para um verdadeiro conto de fadas? Uma história que te surpreenda? Um sentimento de bem-estar ao final do filme?

Pois é, tudo isso e muito mais está em ‘Uma Segunda Chance Para Amar’, que estreou no catálogo da Netflix.

Na trama, Kate (Clarke) é uma jovem com uma agitada vida. Ela trabalha como elfo em uma loja temática de natal o ano todo. Quando ela conhece Tom, o que parecia impossível se torna realidade, conforme o rapaz enxerga através de todas as barreiras que ela construiu… durante uma noite de Natal.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O longa é dirigido por Paul Feig, e tem o roteiro assinado pela atriz Emma Thompson, que também participa do elenco.

Além de Clarke, Henry Golding (‘Podres de Rico‘) estrela a produção. Michelle YeohRebecca Root Lydia Leonard completam o elenco.

“Orem pelo Jamie Foxx”: Estado de saúde do ator piora após ele ficar internado por três semanas

Segundo o TMZ, o estado de saúde de Jamie Foxx (‘Django Livre’) piorou e a família está preocupada com a vida do ator, internado há três semanas.

Amigos próximos dos familiares estão pedindo que “orem pelo Jamie”.

O astro de 55 anos de idade precisou ser hospitalizado após “complicações médicas” enquanto filmava ‘Back in Action‘. Especula-se que tenha sido um AVC.

Uma fonte próxima ao ator disse ao site que:

“Os médicos estão fazendo vários testes e ainda tentando descobrir o que exatamente aconteceu.”

Seu estado de saúde é delicado, e há um grande mistério por trás de sua condição… principalmente pelo fato de que ele não foi levado para o hospital em uma ambulância, mas em um veículo particular.

Dica | Filmes com Jack Black para curtir nos streamings

Em cartaz nos cinemas brasileiros com Kung Fu Panda 4, o ator e músico Jack Black vem ganhando um merecido reconhecimento em Hollywood não apenas por ser um artista carismático, mas principalmente por ter um talento muito interessante. Famoso por suas comédias na virada do século, Jack já mostrou seu talento nos mais diversos gêneros cinematográficos, fazendo dele um ator versátil.

Baby One More Time from Kung Fu Panda 4 by Tenacious D screenshot billboard 1548

Ao longo de sua carreira, o ator emplacou alguns trabalhos bem interessantes. Pensando nisso, o CinePOP vai indicar alguns filmes com Jack Black e onde você pode assisti-los. Confira!

Super Mario Bros. O Filme

super mario bros

Nesta adaptação da famosa franquia de videogames, o público acompanha os irmãos Mario e Luigi, dois encanadores que estão em vias de expandir seus negócios com um comercial de TV. Porém, eles acabam chegando a um encanamento que os leva para a terra dos cogumelos, onde vão tentar derrotar o vilão Bowser para salvar a Princesa Peach e poderem voltar para casa. No longa, Jack Black dá voz ao antagonista, que viralizou na internet com a música ‘Peaches’.

Onde assistir: Amazon Prime Video

 

O Amor Não Tira Férias

O Amor Nao Tira Ferias

Jack Black se popularizou por estrelar algumas comédias românticas no início da carreira. Em O Amor Não Tira Férias, ele faz par com Kate Winslet em uma trama de fuga de rotina. No filme, a colunista social de um famoso jornal de Londres estava perdidamente apaixonada por seu romance. Porém, ela leva um baque ao descobrir que o rapaz não apenas tinha outra pessoa, como estava prestes a se casar. Abalada, ela se inscreve em um site para trocar de casas com pessoas desconhecidas e se conecta com uma publicitária de Hollywood que acabou de ser traída. Com as duas trocando de país por um tempo, elas conhecem novas pessoas e entendem que a vida era muito mais do que o fundo do poço que estavam vivenciando naquele momento.

Onde assistir: Telecine

 

King Kong

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Vivendo o auge com a trilogia O Senhor dos AnéisPeter Jackson apostou em um remake do clássico King Kong para ser seu próximo projeto. Na época, ele convocou um elenco espetacular, recheado de nomes que estavam em alta na cena. Assim, ele convidou Jack Black para sintetizar em um personagem a ganância e o desrespeito pela vida. No filme, ele interpreta Carl, um cineasta frustrado da década de 1930 que decide filmar seu novo longa em uma ilha misteriosa em águas desconhecidas. Por lá, eles encontram um ambiente completamente hostil e um gorila gigante que acaba se apaixonando pela protagonista do filme. A partir daí, os maiores absurdos acontecem, enquanto Carl quer continuar gravando seu trabalho, mesmo que toda a equipe comece a morrer.

Onde assistir: Netflix, Amazon Prime Video e Globoplay

 

A Pé Ele Não Vai Longe

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Inspirado nas memórias do falecido John Callahan, um irreverente cartunista norte-americano que ficou famoso por seus cartuns polêmicos, sempre abordando tabus, o filme conta sua história de vida antes e durante a tetraplegia. Sua jornada na Terra ficou marcada por um complicado vício em álcool e festas, além do uso da arte como ferramenta para expressar as frustrações que ele experimentava diariamente por estar à mercê do próprio vício. No longa, Jack Black é uma peça fundamental na trama por ser o “amigo” que se envolve no acidente junto a John. É uma ‘dramédia’ pesadíssima com mais um grande trabalho de Joaquin Phoenix.

Trovão Tropical

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Grande paródia da cena de HollywoodTrovão Tropical conta com Ben Stiller como protagonista e diretor, reunindo um timaço de atores e comediantes em uma trama repleta de piadas com aquilo que o meio cinematográfico tem pior. A história acompanha um ator cuja carreira começou a decair. Para tentar botar seu nome em alta novamente, ele fecha um contrato para estrelar um filme de guerra ao lado do grande astro do momento, de um rapper que quer começar uma carreira nas telonas, um humorista marcado por piadas de pum e um ator novato. Eles são jogados na floresta do Vietnã, onde acabam encontrando traficantes de drogas de verdade. Assim, eles terão de encarnar seus personagens de verdade se quiserem tentar sobreviver. É uma comédia – repleta de ofensas e humor grosseiro – simplesmente espetacular.

Onde assistir: MGM (Prime Video Channels)

 

Tenacious D – Uma Dupla Infernal

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Jack Black e Kyle Gass formaram uma banda de rock nos anos 90 que virou sucesso instantâneo. Usando de humor grosseirão, a Tenacious D se popularizou com letras tão absurdas e caricatas que são praticamente paródias do estilão que tomou conta do Heavy Metal. Com o sucesso, eles ganharam show de TV e o icônico filme, que conta a história de como a banda surgiu. Nele, JB e KG são dois vagabundos que querem se imortalizar dentre as lendas do Rock. Por isso, eles formam a Tenacious D, mas descobrem que fazer sucesso é algo muito difícil. Então, eles decidem ir atrás da sobrenatural Palheta do Destino, que foi usada por grandes nomes da música e seria a chave para o sucesso. É um besteirol incrível com trilha sonora toda composta pela própria banda.

Onde assistir: Disponível para aluguel no Amazon Prime Video

 

Escola de Rock

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Por fim, um dos clássicos do ator e maior motivo de orgulho de sua carreira, segundo o próprio Jack BlackEscola de Rock é uma daquelas aventuras musicais fantásticas. A história acompanha um músico desempregado que vive de favor na casa do melhor amigo depois de ter sido expulso da própria banda. Acomodado no desemprego, ele vira um peso na vida do amigo que vivia sendo cobrado pela namorada. Assim, o rapaz recebe um ultimato para conseguir um emprego e ajudar nas contas ou ser despejado. Então, ele decide se passar pelo amigo, que é professor do Ensino Fundamental, e aceita um emprego de professor substituto em um internato de prestígio. Por lá, ele percebe que a molecada tem talento para música e dá início a um projeto para ganhar a Batalha das Bandas, uma competição para grupos amadores de rock. É um longa criativo e extremamente interessante, que marcou uma geração de jovens dos anos 2000.

Onde assistir: Paramount+.

Que dia será o show da Lady Gaga no Rio de Janeiro?

As negociações entre Lady Gaga e a prefeitura do Rio de Janeiro continuam avançando e o jornalista do Globo Lauro Jardim revelou que o show é previsto para 3 de maio de 2025, um sábado, juntando com o feriado do Dia do Trabalho.

A previsão é de que o acordo seja finalizado nos próximos dez dias, e que o evento seja anunciado oficialmente em janeiro.

Recentemente, Gaga divulgou uma nova versão promocional de “Disease”lead single de seu vindouro sétimo álbum de estúdio.

A versão funciona como uma performance ao vivo intitulada “Disease (The Poison Live)”, que faz par com a recente “Disease (The Antidote Live)”.

Confira:

Lembrando que a canção original já está disponível nas plataformas de streaming.

O compilado de originais ainda não tem data de lançamento confirmada, mas sabe-se que ele será lançado no ano que vem e que será um álbum pop.

O último álbum de originais de Gaga foi o elogiado Chromatica, lançado em 2020 e que lhe rendeu uma estatueta do Grammy. Em 2021, ela se uniu a Tony Bennett para o elogiado Love for Sale, que rendeu a ambos os artistas mais um gramofone dourado – marcando o último disco da lenda do jazz antes de seu falecimento.

Em 2024, ela também lançou um álbum de covers de jazz e duas músicas originais intitulado Harlequin, que funcionou como um projeto-irmão do filme Coringa: Delírio a Dois. Além disso, uniu-se a Bruno Mars para uma das canções mais bem-sucedidas e aclamadas do ano, “Die With a Smile”.

Considerada uma das maiores artistas da história, Gaga já conquistou inúmeros prêmios ao longo de sua carreira, incluindo 13 Grammys1 Oscar2 Globos de Ouro2 Critics Choice Awards1 BAFTA. Ela também é uma das musicistas mais bem-sucedidas da indústria, tendo vendido 110 milhões de álbuns175 bilhões de streamings758 milhões de unidades ao redor do mundo.

Morre o autor Manoel Carlos, de Por Amor e Páginas da Vida, aos 92 anos

Autor de algumas das novelas mais emblemáticas da televisão brasileira, Manoel Carlos morreu neste sábado (10), aos 92 anos, no Rio de Janeiro. A informação foi confirmada pela família. A causa da morte não foi divulgada.

Conhecido carinhosamente como Maneco, o autor estava internado no Hospital Copa Star, em Copacabana, onde realizava tratamento contra a Doença de Parkinson. No último ano, a enfermidade avançou de forma significativa, comprometendo tanto suas funções motoras quanto cognitivas.

A trajetória de Manoel Carlos na televisão começou muito antes de seu vínculo com a TV Globo. Ainda jovem, aos 17 anos, iniciou sua carreira artística nos palcos, dando os primeiros passos no teatro. Ao longo dos anos, passou por diversas emissoras brasileiras, atuando em diferentes frentes: foi autor, produtor, diretor e até ator, acumulando uma experiência rara e abrangente no meio artístico.

Sua chegada à Globo aconteceu em 1972, quando assumiu a função de diretor-geral do programa “Fantástico”. No entanto, foi como autor de novelas que construiu um legado definitivo na dramaturgia nacional. Suas obras ficaram profundamente marcadas pelo Rio de Janeiro, frequentemente retratado não apenas como cenário, mas como um verdadeiro personagem, presente no cotidiano, nos conflitos e nas emoções das histórias que contava.

Manoel Carlos também se destacou pela maneira sensível e realista com que abordava os dramas familiares, explorando relações afetivas, dilemas morais e os desafios da vida cotidiana da classe média brasileira. Um dos elementos mais simbólicos de sua obra foram as famosas “Helenas”, personagens recorrentes em suas novelas. De *Baila Comigo* (1981) a *Em Família* (2014), essas mulheres fortes e complexas representavam, sobretudo, mães movidas por um amor incondicional pelos filhos, capazes de enfrentar qualquer obstáculo.

Além de novelista, Manoel Carlos foi também escritor e diretor, deixando uma contribuição ampla e duradoura para a cultura brasileira. Ele deixa duas filhas: a atriz Júlia Almeida, que participou de várias de suas novelas, e a roteirista Maria Carolina.

O velório será fechado e restrito a familiares e amigos mais próximos. Em nota, a família agradeceu as manifestações de carinho e solidariedade recebidas e pediu respeito à privacidade neste momento de luto: “A família agradece as manifestações de carinho e solicita respeito e privacidade neste momento delicado.”

Crítica | O Oficial e o Espião – O novo e exímio trabalho do polêmico Roman Polanski

O berço das fake news

Em meio a discussões cada vez mais acaloradas sobre separar o homem do artista, chega o novo trabalho do prestigiado e muito polêmico diretor Roman Polasnki.

Para a maior parte do público, um filme é apenas o seu conteúdo – e sua procura irá resultar em se o tema apresentado em tal produção é de seu agrado ou interesse. Algo bem simples e até, de certa forma, puro.

Para quem busca aquele algo mais, e se interessa por cinema de uma forma um pouco mais aprofundada, saber dos bastidores de uma obra é praticamente tão interessante, ou até mais, do que assistir ao produto final de fato. A maioria dos cinéfilos começou assim, buscando mais informações sobre aquele filme que adora e, consequentemente, seus atores e diretor.

Cabe também ao profissional que trabalha levando tais informações ao público, alimentá-lo com todos os fatos em relação aos mais diversos projetos. Há aqueles que acreditam que a concentração deve ser única e exclusivamente no trabalho, ou seja, no filme. Mas a verdade é que certas obras se entrelaçam tanto com seus autores (em especial dizendo respeito à fase em que se encontram na vida privada) que se torna quase impossível desassociá-los.

Woody Allen, por exemplo, outra figura polêmica, teve seu recente Um Dia de Chuva em Nova York (2019) adiado por um ano, quebrando assim uma tradição anual de lançamentos.  E o motivo? Adivinhou quem disse sua vida pessoal. Não deixa de ser curioso que seu trabalho anterior tenha sido Roda Gigante (2017), filme que falava, entre outras coisas, sobre uma mulher (Kate Winslet) disposta a eliminar sua enteada (Juno Temple), após esta se tornar um estorvo para a protagonista. A arte imitando a vida, ou vice versa?

Em O Oficial e o Espião, coincidentemente (ou não), Roman Polanski, julgado culpado pelo estupro de uma menor de idade ainda na década de 1970 (e desde então foragido dos EUA), decide contar a história de um homem injustamente perseguido e acusado de traição, até que um colega luta contra tudo e contra todos a fim de provar sua inocência.

Pelo filme, Roman Polanski, de 86 anos, veterano imortalizado pela sétima arte, levou o prêmio de melhor diretor no último e recente César, considerado o Oscar francês. O fato gerou protesto e fez com que diversas atrizes renomadas de seu país e jornalistas se pronunciassem contra, argumentando que a vitória para Polanski (e não para o filme) é um recado político de uma França machista e retrógrada, que deveria ser repensada.

Tudo isso pode estar certo, o que não muda o fato de Roman Polanski ser um gênio do cinema. Dono de um currículo de filmes como O Bebê de Rosamery (1968), Chinatown (1974) e O Pianista (2002), o cineasta entrega com O Oficial e o Espião outro grande acerto em uma obra que beira a perfeição.

A produção é belíssima, a cada frame exalando suntuosidade. A atenção aos detalhes de cada pequena coisa que compõe a obra, nos faz lembrar o quanto vale o trabalho de pesos pesados como ele. E até nos faz esquecer as escorregadas recentes – em especial o anêmico Baseado em Fatos Reais (2017), seu filme anterior.

J’accuse no título original (algo como ‘Eu Acuso’), é a adaptação do livro de Robert Harris, que o próprio ao lado do cineasta transferem para o roteiro. A obra, é claro, baseada num dos mais famosos casos de erro envolvendo o exército francês, quando em 1894, o Capitão Alfred Dreyfus, um judeu, foi injustamente acusado e condenado de traição, tendo como pena a prisão perpétua numa ilha remota. A trágica vítima do sistema é interpretado com segurança pelo jovem talento Louis Garrel – que possui menos tempo em cena do que gostaríamos.

Quem assume indiscutivelmente o protagonismo é o Oscarizado Jean Dujardin, na pele do honesto paladino da justiça Coronel Georges Picquart. Logo de começo, o clima esquenta entre Picquart e seu aluno Dreyfus em um flashback, que o acusa de prejudicá-lo diminuindo sua nota simplesmente pelo fato deste ser um judeu. O protagonista responde honestamente que não morre de amores por sua herança, mas que o fato jamais o impediria de um discernimento justo. Esta cena serve para delinear a personalidade e o caráter de Picquart ao longo da projeção.

É assim que o personagem de Dujardin irá bater de frente com o estabelecimento, seus superiores e tudo e todos para provar a inocência de Dreyfus, uma vez tendo reunido as provas que alegam o fato – além de outras evidências que apresentam o verdadeiro culpado da traição. A verdade, no entanto, seria muito inconveniente ao exército, já que provaria o claro erro do importantíssimo pilar da nação, fazendo o povo diminuir um pouco a fé em sua incontestabilidade.

O Oficial e o Espião é um filme de muita pompa. A parte técnica é simplesmente impecável. A direção de arte, figurinos e, em especial, o som da obra nos chama atenção a todo instante de que estamos diante de uma produção grandiosa.

Jean Dujardin, ator mais acostumado a comédias e farsas, mostra que é um intérprete de mão cheia, trabalhando bem um material sério como os grandes galãs protagonistas de outrora. O francês possui o semblante clássico das lendas.

A narrativa de Polanski pode ser um problema para alguns e se arrasta quase perdendo o ritmo na metade da projeção, com trechos levemente repetitivos, uma vez que entendemos para onde essa história está caminhando. Este é um filme investigativo e quase inerte, que depende muito de leituras de documentos e conversas em escritórios. Ou seja, recomendado a quem tem estômago para um cinema mais maduro e letárgico.

O dinamismo retorna no último ato, onde a máquina está em movimento com Dujardin preparado para travar uma batalha nos tribunais – e os incessantes artifícios do desenrolar (com direito a tentativas de assassinato, guerras de patentes, a importância de certos veículos jornalístico já naquela época e muito fervor em novos julgamentos).

Mais do que um atestado de clemência, O Oficial e o Espião é uma crítica ao militarismo cego – do cumprir ordens sem perguntas, e fazer qualquer coisa por um bem maior não importando a quem doer. Elementos ideológicos ainda muito presentes em nossa sociedade mundial (retornando com força inclusive).

Pode Polanski, um ser tão “perverso” servir de ponte para uma mensagem e causa tão necessárias e justas para nossos dias? Isso é com cada um…

As 10 PIORES Sequências de Filmes de Super-Herói de TODOS os TEMPOS…

Qual o melhor filme de super-herói de todos os tempos? Essa pode ser uma pergunta capciosa, é verdade, mas tudo irá depender do seu gosto e geração. Por exemplo, os que pertencem mais à velha guarda poderão afirmar com certeza que ‘Superman – O Filme’ (1978), com Christopher Reeve, é o melhor de todos os tempos. Bem, podemos dizer que ele foi o primeiro e mais influente, o que possibilitou de certa forma o que temos hoje no gênero. É para estar pelo menos na conversa do top 5. Para uma geração um pouco mais nova (mas nem tanto), os filmes ‘Batman’, de Tim Burton serão para sempre lembrados com seu teor sombrio. Eles definiram toda uma geração para o gênero.

Alguns outros títulos podem entrar nessa conversa também, como ‘O Cavaleiro das Trevas’ (2008) ou ‘Homem-Aranha 2’ (2004). E mais recentemente os dois últimos (até então) ‘Vingadores’. É difícil definir com exatidão. Talvez mais fácil seja apontar os piores filmes do gênero – título que facilmente recai sobre filmes como ‘Batman & Robin’ (1997), ‘Mulher-Gato’ (2004) e mais alguns tantos. Mas e quando falamos das piores continuações destes filmes? Essa é a resposta que tentaremos desvendar aqui nessa nova matéria. Confira abaixo as piores sequências dos filmes de super-heróis de todos os tempos.

10) Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania (2023)

Começamos com um filme que serve como resposta para a pergunta: qual o pior filme do MCU? É verdade que cada um tem o seu, mas ‘Quantumania’, o terceiro filme do ‘Homem-Formiga’ agradou um total de zero pessoas. Dentre as maiores críticas ao filme, o desenvolvimento insatisfatório do antagonista Kang (Jonathan Majors) e o retrato equivocado de MODOK (Corey Stoll). Os filmes do ‘Homem-Formiga’ nunca foram o ponto alto desta saga, mas com o terceiro conseguiram atingir o ponto mais baixo. Resultado: nada mais de filme solo para o personagem.

09) Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado (2007)

A primeira superequipe da Marvel, que é também uma grande família, nunca teve vida fácil no cinema. A salvação da marca pode vir com o próximo longa estrelado pelos heróis, desta vez já nas mãos da Marvel Studios – o blockbuster estreia no fim de julho. Voltando no tempo vinte anos, nos deparávamos com a primeira superprodução da equipe, em tom mais leve e cômico – sem a dramaticidade que muitos do gênero possuíam. ‘Quarteto Fantástico’ foi uma aventura escapista e despretensiosa. Fez sucesso o suficiente para gerar uma sequência, que marcou a primeira aparição do lendário Surfista Prateado nas telas. Mas na hora de retratar o vilão Galactus, o transformaram em uma fumaça cósmica. Por essa e por outras, a franquia parou por ali e sofreu um reboot.

08) Vidro (2019)

Sim, iremos incluir na lista todo tipo de filme de super-heróis e não apenas os baseados em quadrinhos. Na época deu o que falar, mas vendo agora, o desfecho de ‘Fragmentado’ (2017), que o une ao agora clássico ‘Corpo Fechado’ (2000) pode ter sido um grande erro da parte do diretor M. Night Shyamalan. Acontece que ambos os filmes eram celebrados pelos fãs do diretor, um como obra altamente cult e outro como sucesso comercial e de crítica. Assim, ao ligar os dois e prometer um terceiro filme com a conclusão, tudo o que Shyamalan fez foi planejar o seu fracasso. Afinal, nada cumpriria tamanha expectativa. E bem, podemos dizer que ‘Vidro’ criou um dos desfechos mais deprimentes do cinema nos últimos 10 anos (ou quem sabe de todos os tempos).

07) Kick-Ass 2 (2013)

Kick-Ass: Quebrando Tudo’ (2010) foi um enorme sucesso surpresa, baseado nos quadrinhos de Mark Millar. A ideia de um rapaz inapto decidindo combater o crime por conta própria como um justiceiro não era exatamente nova, mas a história é repleta de frescor o suficiente para dar um selo de originalidade ao longa – apesar do alto grau de violência explícita envolvendo crianças. É claro que o público-alvo, os adolescentes, “comeram com farinha”. Uma continuação era só questão de tempo. Mas então a sequência enfrentou dois grandes problemas: o amadurecimento rápido dos protagonistas e a campanha contrária à violência contida no filme de Jim Carrey, um dos astros da continuação. Assim, Kick-Ass 2’, sem o mesmo frescor, foi varrido rapidamente para debaixo do tapete, com muitos até esquecendo que ele foi lançado.

06) Batman vs. Superman (2016)

Infelizmente, ‘Batman vs. Superman’ entrou para a história como um dos filmes mais problemáticos do gênero. Goste você ou não do filme, é preciso reconhecer que ele poderia ter sido muito mais, e que seu potencial não foi realmente atingido. Afinal, falamos de duas das maiores marcas da cultura pop de todos os tempos: Batman e Superman. Basta revisitar o longa para perceber que falta muita coisa nele: falta alegria, falta humor, falta ação, faltam cenas verdadeiramente espetaculares, mas sobram sequências que não se pagam e não chegam a lugar algum. A única coisa criativa em relação ao filme foi fazer dele a sequência de ‘O Homem de Aço’.

05) Blade Trinity (2004)

Até hoje, muitos apontam ‘Blade’, de 1998, como o marco zero para a era dourada das adaptações de HQs de heróis que temos hoje. Um personagem obscuro, do terceiro escalão da Marvel, ‘Blade’ se tornou um sucesso surpresa, muito graças à personificação certeira de Wesley Snipes no papel. A primeira sequência, de 2002, embora não tenha repetido o sucesso financeiro, caiu mais nas graças dos críticos e do público, sendo considerado um filme melhor que o original. Porém, quando foi a hora de fechar a trilogia, como em muitos casos na história do cinema, os realizadores deram aquela boa derrapada. ‘Blade: Trinity’, no entanto, se mostrou um longa enfadonho e que ficou bem abaixo dos anteriores – com coadjuvantes sem graça, um vilão de quinta e um protagonista bastante desmotivado.

04) X-Men: Fênix Negra (2019)

A franquia ‘X-Men’ no cinema começou muito bem e o primeiro longa, de 2000, assim como ‘Blade’, foi o responsável pelo surgimento do que temos hoje em matéria dos filmes do gênero. A continuação de 2003 foi ainda mais longe, superando o original. Mas a partir do terceiro, de 2006, os longas da franquia ficaram entre altos e baixos. De todos os filmes ‘X-Men’, podemos dizer com certeza que o menos apreciado é justamente este último esforço lançado antes do título ir para as mãos da Disney. ‘Fênix Negra’ soa muito como aquele fim de festa, onde os convidados em sua maioria já foram para casa, e só sobraram os bêbados cambaleantes.

03) Motoqueiro Fantasma: Espírito de Vingança (2012)

Chegamos ao top 3 das piores continuações de filmes de super-heróis. Muita tranqueira já passou, mas ainda temos reservado três preciosidades. A terceira é esta continuação de um filme bem mediano. Falamos de ‘Motoqueiro Fantasma’, personagem cult da Marvel que ainda não fez sua estreia no MCU. No filme de 2007 ele foi interpretado por Nicolas Cage e a proposta era fazer algo aprazível para todos os públicos, no estilo ‘Homem-Aranha’, apesar do personagem ser mais sombrio e assustador. Já na continuação, a intenção era justamente dar o teor merecido do personagem. Apesar da boa vontade, ficou com cara de produção B do cinema, graças a um orçamento bem mais apertado.

02) Superman IV – Em Busca da Paz (1987)

Em segunda posição, temos o filme que colocou um ponto final em uma das maiores franquias dos anos 80. Falamos dos filmes do maior de todos dos quadrinhos, o Superman (ou Super-Homem como era conhecido antigamente). Eternizado por Christopher Reeve, a primeira superprodução do gênero data de 1978. O sucesso foi grande, sendo claro que teria uma continuação. O filme de 1980 manteve o interesse no personagem. Mas à altura que o terceiro foi lançado em 1983, a empolgação pelo personagem nas telonas já havia caído bastante. Não ajudou em nada o quarto ter sido produzido pela picareta Cannon Films, que ficou quase sem orçamento no final da produção e precisou utilizar efeitos especiais de quinta, deixando tudo bem tosco.

01) Batman & Robin (1997)

Em primeira posição, temos o herói que foi remodelado nos anos 80. Até ‘Batman’ (1989), de Tim Burton, o personagem era visto de forma colorida pela série dos anos 60 em live-action e pelos desenhos animados que faziam sucesso na época. Foi com o filme de Tim Burton que o personagem passou a usar trajes negros e uma armadura, com uma história mais realista e bastante sombria. Assim como os filmes de ‘Superman’, o terceiro ‘Batman’ no cinema mudaria completamente o tom das aventuras, entrando a direção de Joel Schumacher e adotando um clima mais divertido e colorido. As coisas ficavam mais infantilizadas, para render uma bilheteria maior. Porém, tudo sairia completamente dos trilhos com ‘Batman & Robin’, a quarta aventura que resolve trocar de vez a seriedade e o realismo, pela galhofa e a zoeira, criando uma aventura boba, rasteira e, por que não, ridícula.

‘Halloween’: Artistas criam cartazes INCRÍVEIS em homenagem aos 40 anos do original; Confira!

Em homenagem aos 40 anos do clássico ‘Halloween‘, o pessoal do Hero Complex reuniu uma coletânea com cartazes sensacionais.

Confira:

‘Halloween’ irá ignorar TODAS as sequências da franquia; Confira a sinopse!

“Michael e eu vemos vocês no próximo Halloween”, diz Jamie Lee Curtis em foto inédita

A nova produção é uma parceria da Blumhouse Productions e a Miramax, e tem estreia prevista para 25 de outubro de 2018.

Recentemente, o órgão de classificação indicativa americano classificou o filme como sendo para maiores de 18 anos, por conter “violência e imagens sanguinárias, linguagem ofensiva, uso de drogas e nudez”.

“Uma equipe britânica de documentaristas vem aos Estados Unidos para visitar Michael Myers na prisão, na intenção de relatar os acontecimentos da noite de terror do maníaco ocorrida há 40 anos, mas seu projeto se torna ainda mais interessante quando Myers escapa, recolhe sua máscara e procura se vingar de Laurie (Jamie Lee Curtis), deixando uma trilha de corpos pelo caminho. Nas décadas que se seguiram, Laurie se preparou para o retorno inevitável de Michael, para proteger principalmente sua filha Karen (Judy Greer) e sua neta Allyson (Andi Matichak).”

O elenco ainda conta com Drew Scheid (‘Stranger Things‘), Miles Robbins (‘Mozart in the Jungle‘), Dylan Arnold (‘Mudbound‘), Virginia Gardner (‘Os Fugitivos‘) e o retorno de Nick Castle, que interpretou Michael Myers em Halloween: A Noite do Terror’, que voltará a vestir a máscara do vilão neste novo filme.

 

‘Batwoman’: Série com Ruby Rose ganha novo teaser com cenas INÉDITAS; Assista!

A CW divulgou um novo teaser da série ‘Batwoman‘, estrelada pela Ruby Rose.

Confira, com o trailer completo:

A série faz parte do Arrowverse, e sua personagem principal foi apresentada durante o crossover Elseworlds.

Kate Kane (Rose) nunca planejou ser a nova vigilante de Gotham. Três anos depois de Batman ter desaparecido misteriosamente, Gotham é uma cidade em desespero. Sem o Cavaleiro das Trevas, o Departamento de Polícia de Gotham City foi invadido e desarmado por gangues criminosas. Para ajudar sua família e sua cidade, ela terá que se tornar a única coisa que seu pai detesta – uma vigilante como Batman. Com a ajuda de sua meia-irmã, Mary (Kang), e do astuto Luke Fox (Johnson), filho do guru da Wayius Enterprises, Kate Kane continua o legado de seu primo desaparecido, Bruce Wayne, como Batwoman. Ainda apaixonada por sua ex-namorada, Sophie, Kate usa tudo em seu poder para combater as maquinações sombrias da psicótica Alice (Skarsten). Mas não a chame de heroína ainda. Em uma cidade desesperada por um salvador, ela deve primeiro superar seus próprios demônios antes de abraçar o chamado para ser o símbolo de esperança de Gotham.

O elenco ainda conta com Meagan Tandy, Dougray Scott, Elizabeth Anweis, Nicole Kang, Camrus Johnson, Rachel Skarsten e Nicole Kang.

 

‘Scare Package’: Terror antológico ganha trailer VIOLENTO; Assista!

O terror ‘Scare Package‘ ganhou o primeiro trailer violento.

Confira:

Criado por Aaron B. KoontzCameron Burns, o longa inclui sete segmentos dirigidos por sete cineastas diferentes, e é descrito como uma “reminiscência tortuosamente esperta e cheia de respingos que presta homenagem a clássicos do terror, explorando e subvertendo diferentes tipos de gêneros. Tudo isso entregue em um santuário de todo fã de terror: uma locadora de vídeo da velha escola.”

A lista de diretores inclui Emily HaginsBaron VaughnNoah SeganChris McInroyAnthony CousinsHillary & Courtney Andujar e Aaron B. Koontz.

O longa ainda não possui data de estreia, mas deve ser lançado no verão norte-americano ainda em 2020.

‘Clube do Terror’: 2ª temporada do reboot previsão de estreia e sinopse oficial

Nickelodeon confirmou que a 2ª temporada do reboot de ‘Clube do Terror‘ (Are You Afraid of the Dark?) será lançada em 2021.

Confira a sinopse oficial:

Na próxima temporada, um novo grupo de crianças contará histórias sinistras sobre uma maldição que foi jogada em uma cidade pequena à beira-mar, assombrada por um novo vilão conhecido como O Homem das Sombras.

O novo elenco que fará parte da Sociedade da Meia-Noite será: Luke (Bryce Gheisar), Jai (Arjun Athalye), Hanna (Beatrice Kitsos), Gabby (Malia Baker), Seth (Dominic Mariche) e Connor (Parker Queenan).

Confira o teaser:

 

Dirigida por Dean Israelite, a minissérie é baseada na série de terror antológica lançada em 1992.

Assim como na trama original, um grupo de crianças se reúne em volta de uma fogueira para contar histórias sombrias, enquanto suas vidas começam a correr perigo.

Crítica | ‘Hit Man’ – Divertido até o último suspiro, Richard Linklater entrega um FILMÃO [Festival do Rio 2023]

Exibido no Festival de Veneza e Toronto em 2023, com sua primeira exibição em solo brasileiro no Festival do Rio, o novo trabalho do excelente cineasta Richard Linklater usa, sem abusar, de um humor ácido, inteligente, para contar a trajetória de um enigmático protagonista, um matador de mentirinha em meio período, enxergando os paralelos que se cruzam entre a psicologia e a filosofia. Um brilhante projeto que promete muitos risos de plateias por onde for exibido.

Na trama, conhecemos Gary Johnson (Glen Powell), um professor de uma universidade norte-americana, pacato e tímido, que durante a outra parte de seu dia trabalha para a polícia, se tornando um habilidoso traçador de perfis com autoestima elevada para o convencimento na criação de outras versões de si mesmo. Se fazendo de matador de mentira, com o objetivo de prender quem o procura, certa vez acaba se envolvendo com uma cliente, fato que o faz balançar na linha tênue entre a lei e a criminalidade.

Baseada parcialmente na vida de um real professor Gary Johnson, que trabalhou com a polícia por um tempo, Hit Man consegue uma sintonia empolgante com o espectador que se delicia com uma explosiva narrativa nos levando para uma jornada engraçada, beirando ao inacreditável, direto para conflitos repletos de variáveis onde as inverdades te levam ao confronto com o mundo real e as constatações da verdade. O certo e o errado, entre outros sentidos antagônicos, se tornam elementos importantes dentro das estradas seguidas por um personagem que busca acima de tudo se entender.

O raio-x do protagonista é algo detalhadamente profundo. Como se passasse uma linha no seu cotidiano, de um lado um pacato e tímido professor, do outro um habilidoso traçador de perfis com autoestima elevada para o convencimento na criação de outras versões de si mesmo. Ele parece gostar de interpretar os outros, essa fantasia repleta de disfarces completa imagens com desenhos já criados. Os três complementos da personalidade o Id, o Ego e o Superego, ou melhor dizendo a libido, o impulso e a moral se embaralham direto para um clímax pulsante.

A verdade e suas diferentes perspectivas embaladas em mentiras se tornam combustível ao lado de ótimos diálogos e atuações fantásticas. Já adquirido pela Netflix, o filme deve ter estreia confirmada muito em breve. Um dos melhores filmes do Festival do Rio 2023.

Crítica | Vermelho Russo

Por Julie Nunes

O papel nosso de cada dia

Quando Stanislavski desenvolveu seu sistema, importante aqui destacar a diferença para o conhecido método surgido posteriormente com base neste sistema, ressaltava entre muitas a cautela perante as emoções, e a imensa necessidade de contato com o real. Equilibrar uma atuação seguindo essa mínima premissa é um enorme desafio, atuar é um enorme desafio, contudo, viver é maior ainda e, no entanto, o fazemos.

Claro que com atropelos e impulsos que nem sempre parecem ser dos mais agradáveis ou ao menos dos mais esperados, mas é exatamente sobre isso que falava Stanislavski. No cinema, a arte tenta alcançar a imensidão desta batalha cotidiana, que se dá entravada ao meio de detalhes ao primeiro momento soando tão banais, como o rompante de um copo que se estilhaça no chão. De sua lupa surge o potencial para dar aos pequenos instantes o poder que lhes cabe.

Vermelho Russo conta a história de Martha (Martha Nowill) e Manoella (Maria Manoella), em uma viagem para estudarem interpretação na Rússia. Não é à toa que os nomes são mantidos para as personagens, pois a obra é baseada no diário de viagem das duas amigas que de fato a realizaram. A partir desse ponto, a obra se mostra infinitamente mais complexa e cheia de nuances do que uma simples sinopse é capaz de revelar.

O longa não é uma exata representação de tudo que foi vivido, mas uma releitura e, nesse processo, há o olhar de um terceiro, o seu diretor, Charly Braun. Sua participação no roteiro e a direção transformam a experiência que poderia cair no restrito âmbito da repetição de uma memória, na elaboração de um pensamento mais nítido sobre as relações que se deram, os processos ocorridos e a implementação de uma linguagem como condução.

Viajar traz para nós superlativos que se camuflam com facilidade dentro do cotidiano controlado, as ausências, sobretudo, possuem essa força de nos deslocar para sentimentos mais elevados, seja uma grandeza quantitativa ou qualitativa. Martha e Manuella não passam ilesas, instante algum parece ser inexpressivo nessa experiência e toda a intensidade é percebida por elas ou pelo espectador que consegue se identificar com facilidade. Seja em meio a uma discussão sobre o excesso de bagagem ou a bagunça no quarto, chegando até mesmo na discussão sobre os papéis exercidos, não só enquanto atrizes em uma peça, mas em suas vidas.

Nesse ponto não há volta e tudo que estava visto apenas em feixes de desentendimento fica explícito e colocado como um definitivo marco, como quem se olha no espelho e entende o que significa ser daquela forma. As amigas, a amizade e a vida como um todo é colocada de frente e o reflexo traz debates que se tornam irremediáveis.

A Rússia serve para a trama não só como uma paisagem, mas como uma catalisadora de todo o processo que está por vir. O frio e a não compreensão da língua são representações, atuações reais da vida, no que se passa entre as personagens, a partir de uma comunicação que começa a ser ruidosa e falha, o que amplia a distância e só consegue ser superada em cena. Nela, é demandado que os egos se afastem e que o que existe de verdadeiro naquelas pessoas seja evocado em nome da interpretação e somente dessa forma elas são capazes de outra vez se enxergar.

O filme que existe dentro do filme, este executado pelo personagem de Esteban Feune de Colombi, se torna mais uma ferramenta dessa metalinguagem e algumas cenas são apenas vistas através dos planos de sua câmera, que com outra estética rapidamente aciona esse olhar distinto, capaz de ressaltar todas as camadas vistas na obra.

Martha Nowill e Maria Manuella trazem o frescor da naturalidade em suas interpretações, embebidas da própria vivência e de uma delicadeza milagrosa entre o drama e o humor. Nessa combinação de expor a verdade em meio à ficção surge uma obra que responde com sinceridade tanto para a arte quanto para vida.

‘Dead & Beautiful’: Terror de vampiros estilo ‘Amantes Eternos’ ganha trailer; Assista!

O terror ‘Dead & Beautiful‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa foi escrito e dirigido por David Verbeek.

Cinco ricos jovens asiáticos estão sofrendo de tédio da classe alta, sem saber como passar os dias quando tão pouco se espera deles. Em busca de emoção, os cinco amigos formam o “Círculo”, um grupo onde se revezam projetando uma experiência única e extravagante para os outros. Mas as coisas dão errado quando os urbanos privilegiados acordam depois de uma noite fora, para descobrir que desenvolveram presas de vampiro e uma sede insaciável por carne, sangue e aventura a qualquer preço.

O elenco conta com Gijs Blom, Aviis Zhong, Yen Tsao, Philip Juan e Anechka Marchenko.

O terror será lançado pelo Shudder no dia 4 de novembro.

‘Virgin River’: Novo romance e possível tragédia nas imagens da 4ª temporada; Confira!

O site TVLine divulgou as novas imagens promocionais da 4ª temporada da série dramática ‘Virgin River‘, que indicam um novo romance e uma possível tragédia.

Confira:

O próximo ciclo irá estrear na plataforma no dia 20 de julho.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 5ª temporada!

A série é uma adaptação da saga de livros da autora Robyn Carr, que conta com 20 volumes, cujo o título do primeiro é exatamente o nome da cidade onde a trama se passa.

A produção acompanha Melinda, uma enfermeira que decide abandonar sua vida na cidade grande para tentar se redescobrir no pequeno município de Virgin River. Lá, além de tentar esquecer dos erros do passado, ela vai acabar descobrindo um novo amor em sua vida.

A produção é estrelada por Martin Henderson, Alexandra Breckenridge, Annette O’Toole e Tim Matheson.

‘The Walking Dead’: Atriz de ‘Lucifer’ se junta ao elenco do spin-off focado no Rick e Michonne

De acordo com o Deadline, Lesley-Ann Brandt (‘Lucifer’) entrou para o elenco da nova série derivada do universo de ‘The Walking Dead‘, que focará no Rick Grimes (Andrew Lincoln) e na Michonne (Danai Gurira).

Em caráter recorrente, a atriz interpretará uma personagem chamada Pearl Thorne. Infelizmente, detalhes sobre o seu papel não foram divulgados.

Confira a sinopse oficial da produção:

Lincoln e Gurira se reúnem para finalmente continuar a jornada de Rick Grimes e Michonne. A série limitada apresenta uma história de amor épica de dois personagens alterados por um mundo diferente. Mantidos separados pela distância. Por um poder imparável. Pelos fantasmas de quem eram. Rick e Michonne são jogados em outro mundo, construído sobre uma guerra contra os mortos… E, em última análise, uma guerra contra os vivos. Eles podem encontrar um ao outro e quem eram em um lugar e situação diferente de qualquer um que já conheceram antes? São inimigos? Amantes? Vítimas? Vencedores? Sem um ao outro, estão mesmo vivos – ou descobrirão que também são os mortos-vivos?”

Anteriormente prevista para julho deste ano, a série só vai estrear em 2024.

A trama também vai abordar onde esteve Michonne, que se despediu da série na 10ª temporada para tentar encontrar o amado.

Animação ‘Patos!’ ultrapassa US$ 100 milhões nas bilheterias mundiais

A animação ‘Patos!‘, novo filme da Universal Pictures em parceria com a Illumination, conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 100 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 59.1 milhões. No mercado internacional, foram US$ 46.4 milhões – totalizando US$ 105.6 milhões mundialmente.

Vale destacar que a produção registrou um aumento de +36% de público no último final de semana de 2023, arrecadando US$ 22.1 milhões no final de semana estendido nas bilheterias domésticas.

Crítica | Patos! – Illumination Começa 2024 com Animação Inspiradora e Otimista pra Meninada

No Brasil, a produção será lançada nos cinemas no dia 4 de janeiro.

A trama segue uma família de patos decide deixar a segurança de um lago da Nova Inglaterra, nos Estados Unidos, para se aventurar na Jamaica. No entanto, seus planos são frustrados quando eles se perdem e acabam na cidade de Nova York.

Relembre o trailer:

Benjamin Renner é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Mike White, de ‘A Escolha Perfeita 3‘ e criador da série ‘The White Lotus‘.

A família Mallard está um pouco refém da rotina. Enquanto Mack, o pai, se contenta em manter sua família segura nos arredores de um lago da Nova Inglaterra para sempre, Pam, a mãe, está ansiosa para agitar as coisas e mostrar a seus filhos – o adolescente Dax e a patinha Gwen – o mundo inteiro. Quando uma família de patos migratórios aterrissa em seu lago com histórias emocionantes de lugares distantes, Pam convence Mack a embarcar em uma viagem em família, via Nova York, para a Jamaica tropical.

Mas conforme os Mallard seguem seu trajeto para passar o inverno no sul, o detalhado plano de viagem deles começa a dar errado. A experiência irá inspirá-los a expandir seus horizontes, abrir-se para novos amigos e realizar mais do que jamais pensaram ser capazes, enquanto aprendem mais uns sobre os outros – e sobre si mesmos – do que jamais imaginaram.

A produção conta com as vozes de Kumail Nanjiani, Elizabeth Banks, Awkwafina, Keegan-Michael Key, David Mitchell, Carol Kane, Caspar Jennings, Tresi Gazal e Danny DeVito.