A Netflix divulgou o novo trailer da 2ª temporada da série antológica ‘Dirty John‘, intitulada ‘Dirty John: The Betty Broderick Story‘.
Confira:
Nos EUA, o segundo ano irá estrear no dia 14 de agosto. No Brasil, segue sem previsão.
A segunda temporada da série de suspense antológica focará na infame história real de Betty Broderick, que será interpretada pela Amanda Peet.
A trama foca em Broderick, cuja vida perfeita é destruída quando ela descobre que seu marido Dan (Christian Slater) a está traindo. Eles se divorciam na justiça — mas o drama definitivamente não para por aí…
A produção é baseada no livro What Girls Are Made Of, escrito por Elana K. Arnold.
Nina Faye foi criada para acreditar que não existe amor incondicional, então ela faz qualquer coisa pelo namorado para provar seu valor. Mas, depois que ele termina com ela, Nina se perde e começa a descobrir quais são realmente as condições do amor.
A produção foi criada por Elisabeth Holm (‘Entre Risos e Lágrimas’).
Vale lembrar que Gellar também está envolvida em outros projetos na televisão, como a minissérie ‘Sometimes I Lie‘ e a comédia dramática ‘Other People’s Houses‘, ambos desenvolvidos pela FOX.
O terror sobrenatural ‘Achoura‘ ganhou o primeiro trailer.
Confira:
Talal Selhami é responsável pela direção.
Também chamada de A Noite das Crianças, Achoura é uma celebração religiosa. Em Marrocos, as crianças jogam água uma nas outras e se reúnem ao redor de uma fogueira.
Na trama, quatro amigos se reaproximam quando um deles, que havia desaparecido há 25 anos, retorna às suas vidas. Juntos, eles terão que confrontar os acontecimentos aterrorizantes de sua juventude e enfrentar um monstro nascido de uma lenda terrível.
O elenco conta com Younes Bouab, Sofiia Manousha, Ivan Gonzalez, Moussa Maaskri e Omar Lofti.
O terror será lançado em DVD e VOD pela Dark Star Pictures no dia 14 de dezembro.
A DC divulgou o primeiro teaser da 3ª temporada de ‘Pennyworth‘.
Confira:
Ainda sem data de lançamento, o próximo ciclo vai estrear em outubro.
A trama acompanha a história de Alfred Pennyworth, com seus 20 anos de idade, treinado como oficial das forças especiais britânica, trabalhando para o pai do Bruce Wayne.
A Marvel anunciou oficialmente a série ‘Echo‘ será lançada no Disney+.
A produção estreará no serviço de streaming no dia 29 de novembro – com todos os episódios da produção sendo lançados no mesmo dia.
A série contará a história de origem da Maya Lopez – a Echo –, cujo comportamento impiedoso em Nova York acaba chamando atenção de um líder da máfia. Logo, ela terá que enfrentar seu próprio passado, se reconectar com suas origens e abraçar o significado de família e comunidade, para que possa ter um futuro.
Além disso, o estúdio também confirmou que a 2ª temporada de ‘Loki‘ será lançada no dia 6 de outubro, com episódios novos sendo liberados semanalmente.
Vale lembrar, no entanto, que a próxima série do MCU será ‘Invasão Secreta‘, que tem estreia programada para o dia 21 de junho.
A personagem Echo é interpretada por Alaqua Cox, e teve grande importância na série ‘Gavião Arqueiro‘, de 2021.
O elenco ainda contará com Vincent D’Onofrio (Wilson Fisk/Rei do Crime), Chaske Spencer, Tantoo Cardinal, Devery Jacobs, Cody Lightning, Graham Greene e Zahn McClarnon.
De acordo com o Bloody Disgusting, Luca Bercovici (Roteirista/Diretor) e Jefery Levy (Roteirista/Produtor), do terror clássico ‘Ghoulies‘, estão unindo forças novamente para reviver a franquia.
A intenção da dupla é desenvolver uma nova trilogia para a nova geração.
O site afirma que o roteiro dos dois primeiros filmes já foram finalizados. “Nós estamos tentando vender o projeto e esperamos começar as filmagens na segunda metade de 2024,” declarou o produtor Theo Lemasters.
Em comunicado oficial, a equipe por trás dos novos filmes compartilhou: “Baseando-se em sua experiência incomparável e paixão inabalável, Levy, Bercovici e Lemasters estão prontos para revelar uma série de projetos que manterão o público imerso neste universo por muitos anos. Além disso, a equipe irá expandir o universo ‘Ghoulies’ com uma série de livros que aprofundará ainda mais esses personagens.”
Recentemente, Bercovici e Levy conseguiram recuperar os direitos do roteiro original. De acordo com a lei, autores podem reaver os direitos de suas obras após um período de 35 anos ao enviarem uma solicitação dentro de um período de cinco anos.
Vale lembrar que a franquia original rendeu 4 filmes, com os dois últimos títulos sendo lançados diretamente no mercado de vídeo.
O longa, uma comédia romântica musical colorida e vibrante, repleta de ginga e bom humor, conta a história de amor entre Sidney Magal, um astro em ascensão no final dos anos de 1970, e sua grande paixão Magali West.
No filme, são respectivamente interpretados por Filipe Bragança e Giovana Cordeiro, estrelas em ascensão na TV brasileira, em cartaz nas novelas “Elas por Elas”e “Fuzuê”.
“Assim como Magal, o Filipe é um artista de múltiplos talentos, então o canto e a dança vieram naturalmente e evoluíram com estudos, conversas e ensaios. Fizemos um período de preparação magnífico, tanto para a atuação como para canto e dança. Nunca quisemos imitar o Magal, juntos construímos um personagem inspirado em Magal, na postura, nos gestos, na dança, no olhar, no sorriso. A ideia sempre foi muito mais fazer o personagem vibrar como Magal do que copiar Magal”, conta Machline, diretor do curta-metragem “Uma História de Futebol”, indicado ao Oscar.
Já Magali é uma figura bem mais discreta do que seu marido, com pouco material público disponível para acesso, mas ajudou muito a Giovana a construir a personagem.
“Elas ficaram amigas e conversaram algumas vezes. A Giovana soube incorporar as sutilezas da Magali na personagem e ficaram muito parecidas, inclusive fisicamente”, confessa o diretor.
Em O ÚLTIMO RODEIO, uma estrela de rodeio aposentada volta a participar de uma competição de montaria em touros para salvar o neto. Nesse processo ele confronta seu passado, descobre a fé e prova que a verdadeira coragem está na família.
Após ter se consagrado como um dos maiores ícones do gênero terror, o indicado ao Oscar Brad Dourif basicamente se aposentou em sua carreira como ator.
O artista, de 76 anos, fez uma participação especial na primeira temporada de ‘The Pitt‘ – série em que sua filha, Fiona Dourif, integra o elenco regular –, mas não dava às caras nas telas há mais de cinco anos.
Durante sua aparição na conferência Spooky Empire, no entanto, o ator confirmou que nunca negaria a oportunidade de voltar a dar vida ao Chucky, o icônico brinquedo assassino: “Ninguém fará o Chucky a não ser eu”.
Vale lembrar que, após o cancelamento da série, o criador da franquia Don Mancini confirmou que está desenvolvendo um novo filme para os cinemas – marcando o grande retorno do boneco assassino às telonas em mais de vinte anos, desde ‘O Filho de Chucky‘ (2004).
A produção deve seguir um tom mais sério, servindo de “reboot” da saga, mas sem ignorar os eventos anteriores.
Lembrando que as três primeiras temporadas estão disponíveis no Star+.
O elenco conta com Brad Dourif como a voz do Chucky,Jennifer Tilly como a icônica e psicótica Tiffany,Zackary Arthur como Jake Wheeler, Björgvin Arnarson como Devon Evans, Alyvia Alyn Lind como Lexy Cross, Alex Vincent como Andy Barclay, Christine Elise como Kyle, Fiona Dourif como Nica, Barbara Alyn Woods como a Prefeita Michelle Cross e Devon Sawa como um novo personagem.
Lachlan Watson (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’) interpreta Glen/Glenda.
A sequência ‘Blade Runner 2049‘ é o grande destaque da próxima edição do mês de julho da revista britânica Empire.
Estampando a capa, Ryan Gosling aparece de costas, em um cenário onde letreiros em neon tomam conta de toda a imagem.
Confira:
Denis Villeneuverevelou recentemente que não tem nenhum apreço tão grande pelo CGI em si, e sua sequência de ‘Blade Runner’ foi para o campo dos efeitos práticos tanto quanto possível. Na verdade, Villeneuve pode contar nos dedos quantas vezes ele usou a famosa tela verde durante as filmagens.
“Sou muito da velha escola. Eu queria ter a chance de fazer o meu ‘Aliens’ [em ‘Chegada’] como animatronics. Eu odeio telas verdes. Isso suga toda a minha energia. Eu fico deprimido. O [Cinegrafista] Roger [Deakins] foi insanamente impressionante, sendo capaz de criar paisagens com truques. Para me foi belo. Acho que posso contar nos dedos quantas vezes eu vi uma tela verde em todos aqueles meses de filmagem. Haverá melhorias com o CG, é claro, mas o máximo possível foi desempenhado in-camera”.
O diretor está em alta, sendo um dos indicados ao Oscar 2017 por ‘Chegada’. Mas antes que ele se mova para dirigir seu projeto de sonho ‘Dune’, ele terá que finalizar a pós-produção de ‘Blade Runner 2049’.
Recentemente, Villeneuve conversou com a revista Variety sobre todos os seus vários projetos e revelou sua filosofia sobre o uso de CGI: “use o mínimo possível”. Ele afirmou que teria feito seus aliens de ‘Chegada’ apenas como bonecos em um aquário, se não fosse tão caro.
Denis Villeneuve, o realizador de ‘Blade Runner 2049‘, é tratado como um dos grandes diretores do cinema na atualidade, principalmente depois do que fez em ‘A Chegada‘ no final do ano passado.
O indicado ao Oscar e vencedor do Emmy Award, John Lithgow, é a mais nova adição ao elenco do remake de ‘Cemitério Maldito‘. O anúncio foi feito pela revista Entertainment Weekly.
Na trama, Lithgow viverá Jud Crandall, papel vivido por Fred Gwynne na adaptação lançada em 1989.
Crandall é um velho vizinho do interior, que conhece os vários segredos que rodam a região e se torna amigo do personagem Louis Creed. Ele decide levar a família Creed em um tour por um bosque, que acaba em meio a um macabro cemitério de animais, conhecido como o Cemitério Maldito. Com o atropelamento do animalzinho da família, uma série de acontecimentos pavorosos começam a tomar conta de todos os envolvidos.
Recentemente Andrés Muschietti, o diretor do remake de ‘It: A Coisa‘, também de autoria de Stephen King, revelou seu desejo de conseguir os direitos autorais do clássico lançado em 1989. Na ocasião ele afirmou que este foi o primeiro livro do autor que ele leu, pontuando também seu amor pela adaptação original. Porém, ele não foi o escolhido para comandar o projeto.
O médico Louis Creed muda com a mulher e dois filhos pequenos para uma casa de campo em Ludlow, Maine. Em frente à casa passa uma rodovia movimentada e, atrás, há um cemitério de animais. Por meio do velho Crandall, seu vizinho, Creed descobre também perto dali um antigo cemitério indígena, que tem o poder de mandar de volta à vida os corpos enterrados nele. Quando seu filhinho Gage morre atropelado, Creed resolve enterrá-lo no cemitério indígena e esperar por sua ressurreição.
A 2ª temporada da aclamada série ‘Killing Eve‘ ganhou um novo e intenso trailer.
Confira:
https://youtu.be/KdN4_X850ag
O novo ano estreará no dia 7 de abril nos EUA.
A nova temporada terá uma nova equipe de criação. O roteiro, antes escrito pela Phoebe Waller-Bridge, agora passará para as mãos da jovem Emerald Fennell. O seriado também contará com duas novas diretoras Lisa Bruhlmann (‘Blue My Mind‘) e Francesca Gregorini (‘Electric Dreams‘).
A trama acompanha Eve, uma entediada operadora que trabalha no serviço de segurança, que está frustrada com sua profissão por não corresponder aos seus anseios por espionagem. Ela acaba se envolvendo em uma constante rixa com a bela assassina Villanella.
A clássica comédia teen ‘10 Coisas Que Eu Odeio Em Você’ completou 21 anos na última terça-feira (31) e para comemorar o marco, o ator Joseph Gordon compartilhou uma antiga foto feita nos bastidores da produção.
Por meio de sua conta oficial do Twitter, ele refletiu sobre o impacto do longa, que ainda segue como uma das melhores comédias teen dos últimos anos.
Confira:
Today, March 31st, is the anniversary of ’10 Things I Hate About You.’
All of us were friends and spent so much time together that whole summer.
Nothing but love for all the wonderful memories I had making that movie.
“Hoje, 31 de março, é o aniversário de ’10 Coisas Que Eu Odeio em Você’. Todos nós éramos amigos e passamos muito tempo juntos em todo aquele verão. Nada além de amor por todas essas maravilhosas memórias que tive filmando esse filme”.
A trama acompanha Cameron (Joseph Gordon-Levitt), que em seu primeiro ano na nova escola se apaixona por Bianca (Larisa Oleynik). Mas ela só poderá sair com rapazes até que Kat (Julia Stiles), sua irmã mais velha, arrume um namorado. O problema é que ela é insuportável. E para tentar amaciar a fera, Cameron, então, terá que negociar com o único garoto que talvez consiga sair com Kat – o misterioso bad-boy Patrick (Heath Ledger).
Entre o brilho dos holofotes e o irrevogável talento de Aretha Franklin, existia uma fragilizada vida familiar pouco conhecida do mundo – muitas vezes abafada pelo estrondoso e gigantesco talento musical da artista, que sempre brilhou por onde passou. E na tentativa de preencher essas lacunas que perduraram até os últimos dias da artista, Genius: Aretha nos toma pela mão, em uma produzida jornada que promete nos levar ao lado oculto e intimista de uma das maiores cantoras que já pisou nessa Terra.
Cynthia Erivo as Aretha Franklin in National Geographic’s GENIUS: ARETHA. (National Geographic/Richard DuCree)
Criada porSuzan-Lori e produzida por Ron Howard, a minissérie é minuciosa e visualmente impecável em sua produção. Esbanjando figurinos de época encantadores e bem alinhados com a estética dos anos 50, Genius: Arethaencanta os olhos em todos os seus detalhes técnicos e segue um conceito próprio, incorporando a música da artista em toda sua construção narrativa. Aqui, o filtro preto e branco contrasta com um design de produção colorido de forma poderosa. E muito mais do que um recurso estilístico que visaria trazer um ar mais cult à série, a paleta monocromática em momentos chave do episódio inaugural é a marca de um mundo sem cor e sem vida, que é transformado ao som da voz de uma pequena, mas talentosa estrela.
E Cynthia Erivo está totalmente em casa aqui. Belíssima e muito bem produzida, ela desaparece no papel de Aretha Franklin e assume suas feições, maneirismos e beleza plástica. Com sua poderosa voz, a também cantora traz um toque todo seu às canções da rainha do soul e se entrega à personagem de maneira completa, em uma performance imersiva, profunda e impactante. Erivo faz do roteiro o seu próprio espetáculo e é cercada por um excepcional elenco de apoio, liderado pelo sempre maestral Courtney B. Vance, que dá vida ao pai da artista, o pastor C.L. Franklin.
L to R: Cynthia Erivo as Aretha Franklin, Rebecca Naomi Jones as Carolyn Franklin and Patrice Covington as Erma Franklin in National Geographic’s GENIUS: ARETHA. (Credit: National Geographic/Richard DuCree)
Com Rebecca Naomi Jones e Patrice Covington expressando todos os seus talentos musicais nos papéis das irmãs de Franklin, a minissérie do canal NatGeo é uma experiência cinematográfica sinestésica e cativante. Arrebatando a atenção da audiência logo em seus primeiros minutos, a produção não poupa o investimento feito pela emissora pertencente à Walt Disney. E mais além, Genius: Aretha nos promete uma emocionante e intrigante jornada aos momentos mais complexos e desafiadores enfrentados por uma personalidade que, muito mais do que ser a rainha do soul, foi uma mulher que lutou para provar o seu valor em tempos bem ardilosos.
Considerado o filme de terror mais perturbador do ano, ‘Terrifier 2’ ganhou os holofotes ao redor do mundo após surgirem relatos de pessoas passando mal durante algumas sessões nos Estados Unidos.
De lá para cá, as expectativas em relação ao lançamento da produção no Brasil só aumentaram entre os fãs de terror. Agora a espera acabou e os fãs do subgênero slasher podem se fartar com a mais nova e sangrenta saga de Art, o Palhaço, que teve sua estreia nesta semana nos cinemas nacionais.
E em uma entrevista ao CinePOP, o diretor e criador da franquia, Damien Leone, revelou EXCLUSIVAMENTE que gostaria de ver o vilão Art em um sangrento crossover com o icônicoFreddy Krueger.
Ao longo do bate-papo com a jornalista Rafa Gomes, ele deu detalhes de como ambas as histórias poderiam se juntar, pontuando a possibilidade de um confronto grandioso entre eles ou até mesmo uma inesperada e violenta união.
Assista a entrevista:
Confira o trailer dublado da sequência:
‘Aterrorizante‘ foi originalmente lançado em 2016 de forma limitada e acabou conquistando os fãs de terror slasher.
Em passagem com a família por Paris, Quentin Tarantino teve a ideia de organizar uma noite de conversa com o público para o lançamento do seu livro de ensaios Cinema Speculations, em francês pela editora Flammarion e tradução de Nicolas Richard. Localizado em um dos cinemas mais antigos e emblemáticos de Paris, o Grand Rex – inaugurado em 1932 -, o encontro revelou também novidades dos seus futuros projetos.
Os 2.700 assentos do local de três andares foram esgotados duas semanas antes do evento, ocorrido na noite de quarta-feira, 29 de março. A antologia de Tarantino, no entanto, chegou ao mercado mundial em outubro do ano passado em inglês, mas ainda não ganhou tradução em português.
Cinema Grand Rex, no Boulevard Poissonnière, 2º distrito de Paris
Após adaptar o seu próprio roteiro de Era uma Vez em Hollywood em um romance, o cineasta norte-americano tomou gosto pela escrita literária. Apresentado por Thierry Frémaux, o diretor do Festival de Cannes, o qual conduziu o bate-papo com o público, Tarantino foi recebido com a entonação de “Joyeux Anniversaire...” [Parabéns para você…], por conta dos 60 anos completos dois dias antes, no dia 27 de março. Para astrólogos de plantão, é exatamente a mesma data e ano que a Xuxa.
Bastidores do Evento
Para o espetáculo, o cineasta proibiu a presença de qualquer aparelho telefônico e fotográfico. Todos os celulares eram silenciados ou colocados em modo avião e lacrados em uma bolsa com alfinete de segurança, tal como nas lojas de roupas. Ou seja, impossível de abrir sem um aparelho específico.
Por que tanta segurança? Por mais que Tarantino queira vender livros, ele detesta a ideia de alguém procurar algo no celular enquanto ele está falando. Algo que ele deixa claro logo no início da conversa. “Eu era o IMDb na minha época de juventude, hoje em dia eu falo uma referência e as pessoas correm ao celular para procurar e não me deixam nem terminar de falar. Elas checam a informação, entram por um ouvido e sai pelo outro.”, desabafa o cineasta. Saudosista, ele diz que antigamente ele sabia tudo sobre todos os diretores e atores, porque ia à biblioteca pesquisar.
Os ingressos para o espetáculo eram salgados, entre 44 e 77 euros, isto é, 245 e 429 reais. O livro, entretanto, estava mais em conta sendo vendido por 25 euros, mas sem autógrafo e sem esperanças de o cineasta fazê-lo após a apresentação. Perguntas para o ídolo? Apenas Thierry Frémaux tinha este poder e os dois tinham uma certa camaradagem, uma vez que Tarantino foi presidente do Festival de Cannes, em 2004, quando deu a Palma de Ouro ao documentário Fahrenheit 11 de setembro, de Michael Moore.
Sobre o que é o livro?
O motivo do encontro era a troca de experiência cinéfila entre Quentin Tarantino e o seu público. Seu grande efeito durante a infância e a pré-adolescência? Ver filmes os quais seus colegas de classe não podiam assistir, como o violento Perseguidor Implacável(Dirty Harry, 1971), com Clint Eastwood, e o terror O Uivo da Bruxa (1970), com Vincent Price. Segundo ele, a sua mãe era bastante permissiva e dizia: “Quentin, eu me preocupo mais com você quando assiste ao noticiário. Um filme não faz mal.” Vale lembrar que a época narrada no livro de 1968 a 1981, passa pelo auge dos crimes de Charles Manson nos noticiários estadunidenses, tema de Era uma vez em Hollywood.
Com uma alma de cinéfilo, Tarantino confessa que somente mencionou nos livros os filmes da década de 1970, os quais ele assistiu durante o período nas salas de cinema. A ideia é relembrar a Hollywood da sua infância, o que ele chama de “My Hollywood”. De acordo com o autor, a concepção inicial era falar sobre filmes, contudo a sua experiência pessoal acabou sendo exaltada diversas vezes na narrativa para entreter o leitor e, dessa forma, tornou-se um relato muito mais íntimo. Como quando, aos 14 anos, entrou pela primeira vez em um cinema pornô e assistiu a sessão dupla de Garganta Profunda(1972) e O Diabo na Carne de Miss Jones(1973).
Apesar da liberdade dada por sua mãe, o cineasta confessa ter sido barrado em três ocasiões: Melinda (1972), de Hugh A. Robertson; O Exorcista (1973), de William Friedkin; e Carne para Frankenstein (1973), de Antonio Margheriti e Paul Morrissey. Para o primeiro título, de acordo com suas reminiscências, sua mãe lhe disse: “Bem, Quentin, é um filme muito violento. Não que isso necessariamente me incomode. Mas você não entenderia o contexto, apenas assistiria à violência pela violência. E isso, eu não quero”.
A questão abriu uma brecha para falar da relação com seus filhos, Leo, de 3 anos, e Adriana, de menos de um ano. Apesar de muitos novos, o cineasta foi confrontado a responder quando ele ia permitir os filhos de assistir seus próprios filmes, conhecidos por serem graficamente violentos. Entre risos e acenos para a esposa Danielle Peak [presente na plateia], ele confessou que será mais permissivo que a esposa e acredita que Leo assistirá primeiro Kill Bill vol.1 (2003).
Sem estudos regulares, Tarantino sempre foi conhecido como o diretor de cinema que começou a fazer filmes porque era extremamente aficionado pela sétima arte. Este novo livro é o compartilhamento desse conhecimento sobre cinema acumulado ao longo dos anos e da sua admiração pelo trabalho de grandes diretores (e ídolos) da década de 1970, como George Lucas, Steven Spielberg e, principalmente, Brian de Palma.
As Novidades de Tarantino
Embora a conversa de uma hora e meia tenha sido animada, os temas foram centrados sobre a escrita da obra e a cinefilia do diretor, mas todo mundo esperava por uma novidade. Quando será o próximo filme de Tarantino?
No bate-papo, ele confirmou ter terminado o roteiro de The Movie Critic [O Crítico de Cinema, em tradução livre], título do seu próximo e, como anunciado, último projeto cinematográfico. Ao mesmo tempo, Tarantino desmentiu os boatos sobre o longa ser sobre Pauline Kael, crítica de cinema da revista TheNew York (1968-1991), morta em 2001 aos 82 anos. Por outro lado, ele precisou tratar-se de um protagonista masculino e da história ambientar-se no final dos anos 1970.
Além disso, Tarantino confirmou que as filmagens começam no outono norte-americano, ou seja, em meados de setembro deste ano. Logo após esta declaração, Thierry Frémaux declarou: “pelas minhas contas podemos ter um lançamento em maio de 2025”, referindo-se ao a data do Festival de Cannes. Algo bastante provável, já que Top Gun: Maverick (2022) estreou no festival e, neste ano, Martin Scorsese e Steven Spielberg escolheram o evento para apresentação, respectivamente, de Killers of the Flower Moon, com Leonardo DiCaprio, e Indiana Jones e a Relíquia do Destino, com Harrison Ford.
Curiosos para saber mais sobre Cinema Speculations? Torça para uma editora brasileira demonstrar interesse em realizar uma tradução como a Editora Intrínseca fez com Era uma Vez em Hollywood, em 2021.
A Warner deu o sinal verde oficial para a continuação de ‘Mulher-Maravilha’, um dos maiores sucessos do ano passado e a primeira superprodução protagonizada por uma mulher no gênero, dirigida por Patty Jenkins.
Agora, vilã da sequência pode ter sido revelada. Segundo rumores citados pelo That Hashtag Show, a Mulher-Leopardo de fato será a grande ameaça do filme e, de acordo com o Hollywood Reporter, a atriz Kristen Wiig(‘Caça-Fantasmas’) está em negociações para interpretar a personagem.
O papel da vilã foi oferecido a Emma Stone, porém a atriz teria rejeitado a proposta. Sarah Paulson também havia sido citada como favorita para o papel.
Enquanto isso, segundo o Heroic Hollywood, Geoff Johns já está trabalhando no roteiro da sequência de ‘Mulher-Maravilha‘.
‘Mulher-Maravilha 2’ chega aos cinemas em 1º de novembro de 2019.
Injustiçada nos cinemas, a Mulher-Gato ainda não ganhou um filme que fez jus à sua importância nos quadrinhos, porém, o ilustrador BossLogic imaginou a atriz Kate Beckinsale (‘Anjos da Noite’) como a anti-heroína. Confira:
A atriz já havia dito que gostaria de interpretar Selina Kyle no cinemas, porém, seu sonho nunca foi realizado. E vocês, o que acham da escolha?
[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS]
Se você ainda não assistiu Guardiões da Galáxia Vol.3, é melhor evitar esta matéria, pois ela contém spoilers do novo filme.
Introduzido oficialmente no Universo Cinematográfico Marvel em 2014, no primeiro filme dos Guardiões da Galáxia, a árvore antropomórfica chamada Groot foi apresentado como uma criatura letal, porém repleta de coração e sentimentos, fazendo dele uma das criaturas mais amáveis de todo o MCU. Além disso, sua característica marcante é se comunicar apenas por meio de três palavras: “I”, “am” e “Groot” (Eu sou Groot), especificamente nessa ordem.
Porém, como vocês devem se lembrar, ao final do primeiro, Groot se sacrifica para salvar a vida de seus novos amigos e, antes de morrer, ele surpreende a todos com suas últimas palavras: “We are Groot”, ou “Nós somos Groot” em português. A cena é emocionante e acabou deixando os fãs com uma dúvida: se o Groot conseguiu aprender uma nova palavra, isso quer dizer que seu vocabulário pode ser mais do que as três palavrinhas? Ou será que essa situação foi a primeira vez que um Groot disse uma nova palavra?
Com o passar do tempo, o diretor e roteirista James Gunn foi às redes sociais para falar mais sobre o querido Groot e suas peculiaridades. E aí veio uma informação que deixou todos muito animados e curiosos: existem roteiros exclusivos que somente o Vin Diesel (que interpreta o Groot e seu filho) e o Gunn têm acesso, em que estão escritas as falas do Groot e seu descendente “traduzidas” para o inglês.
Isso obviamente foi feito para que o ator pudesse entender melhor o contexto do personagem e a entonação que ele deveria dar para seus ‘I Am Groot’, mas acabou também confirmando uma das teorias dos fãs de que os Guardiões realmente entendiam o que a árvore estava falando e não apenas “interpretavam” suas falas de acordo com as situações, meio que supondo os diálogos do personagem em vez de realmente compreendê-lo em sua totalidade.
Após o sucesso dos personagens nos filmes seguintes, como Guardiões da Galáxia Vol.2 (2017), principalmente com o Bebê Groot se tornando um fenômeno em meio aos fãs, e Vingadores: Guerra Infinita (2018), James voltou ao Twitter para seu tradicional diálogo com os fãs, e acabou explicando um pouco mais sobre como funciona a linguagem do Groot e como o Peter Quill (Chris Pratt) compreende o que ele diz por meio da empatia.
“Ele [Peter Quill] não possui um tradutor universal. Ele possui um tradutor, que não contém todas as línguas da galáxia (não tinha a linguagem de Sakaaran no primeiro filme, por exemplo) e as pessoas não aprendem Groot através da linguagem – eles aprendem isso se conectando com o Groot”, explicou James Gunn.
Ou seja, ainda em 2018, o diretor já havia explicado certinho como funcionava a comunicação do personagem. Com isso estabelecido, os fãs não teriam mais o que teorizar, certo? Errado.
O problema da comunicação pelo Twitter é que nem todos os fãs conseguem ver essas informações. E neste caso, por algum motivo que até hoje não dá para entender, a informação dada pelo diretor não virou notícia nos principais portais, e aqueles que repercutiram a fala não conseguiram viralizar. Ou seja, muitos fãs sequer sabiam disso.
E para complicar mais a situação, os Irmãos Russo colocaram o Thor (Chris Hemsworth) para entender de primeira tudo que o Groot disse em Guerra Infinita, justificando no próprio filme com o Deus do Trovão dizendo que aprendeu “Groot” como uma eletiva no colégio de Asgard. Isso aí jogava por água abaixo as pretensões de James Gunn para o personagem, então o diretor correu para explicar que tudo não passou de uma grande piada do Thor, esse Deus bonachão piadista.
“Thor estava fazendo uma de suas tradicionais piadas quando disse que ‘Groot’ era uma aula [lecionada em Asgard]. Meio que sendo um deus, ele não tem a mesma dificuldade que os Guardiões possuem para entender o Groot”, comentou o diretor.
Em outras palavras, os Russo fizeram essa mudança sem consultar James Gunn, que correu para corrigir essa parada para não frustrar seu planejamento para a saga. Mas o estrago foi feito, porque muitos fãs até hoje acreditam que havia mesmo uma “aula de Groot” em Asgard. Só que como funciona o ensino de uma linguagem baseada na conexão, no desenvolvimento de laços e na empatia? Dessa forma, Gunn justificou esse entendimento do Thor com uma “empatia divina”.
E agora, em Guardiões da Galáxia Vol.3, o diretor aproveitou essa última oportunidade para colocar em tela essa explicação em uma das cenas mais bonitas do novo filme. Ao longo da história, a Gamora variante (Zoe Saldana) sofre para entender o que o Groot fala, questionando em vários momentos se os outros Guardiões realmente estavam entendendo que falava a árvore, praticamente se recusando a acreditar que havia significado por trás daquelas três palavrinhas.
No entanto, após os eventos espetaculares que se desenvolvem na trama, o grupo retorna a Luganenhum, onde Gamora enfim desenvolve esse laço empático com o Groot e consegue compreender o que ele diz para ela na despedida. Na cena seguinte, os Guardiões estão reunidos em uma rodinha para um grande “adeus” coletivo, com cada um seguindo seu caminho, então Groot para e diz: “Eu amo vocês!”. Muitos fãs não entenderam a cena, mas o próprio James Gunn confirmou a teoria dias depois da estreia, por meio de uma matéria do Gizmodo.
Na cena, o Groot não aprendeu essas novas palavras. E, não, ele não podia falar “inglês” esse tempo todo e só estava falando “I am Groot” de sacanagem ou algo do tipo. Nesta cena, ele falou os mesmos “I am Groot” de sempre. Porém, o público enfim conseguiu desenvolver o laço empático com o personagem, se tornando “parte da família” e compreendendo o que ele disse, tal qual os Guardiões entendem esse tempo todo. A prova disso é que nenhum dos personagens ao redor reage com surpresa, como foi no primeiro filme quando ele disse “We Are Groot”. Não foi ele que aprendeu novas palavras, mas sim o público que aprendeu a entendê-lo.
Isso significa que na próxima aparição, ele vai estar falando normal? Não necessariamente. O recurso foi usado para aumentar a ligação do público com a trilogia, intensificar os laços na jornada do filme, após quase uma década acompanhando esse grupo desajustado com muito amor nas telonas. A partir de agora, eles estarão sob controle de outra mente criativa, que pode ou não seguir com o Groot falando sua clássicas três palavrinhas.
Com um orçamento girando na casa de 100 milhões de dólares, o novo trabalho do cineasta britânico Christopher Nolan, Oppenheimeré um dos longas-metragens mais aguardados de 2023! Contando a história do físico J. Robert Oppenheimer e sua trajetória que marcou a história durante a segunda guerra mundial e o desenvolvimento da Bomba Atômica, o projeto promete ser um dos mais impactantes filmes dos últimos anos.
Para ajudar a contar essa história, Nolan reuniu um elenco estelar com nomes bastante conhecidos de grande parte do público. Para conhecermos melhor alguns desses, segue abaixo Alguns ótimos trabalhos dos ASTROS de ‘Oppenheimer’ no cinema e nas séries:
Cillian Murphy
Filho de uma professora de francês e um funcionário do Departamento de Educação, Cillian nasceu em Douglas, vilarejo da cidade de Cork, na Irlanda. Teve contato com o mundo das artes pela primeira vez no ensino médio e também pela música. Ele entrou na UCC Drama Society e depois em outras companhias de teatro, conseguindo seu primeiro papel nos palcos no ano de 1996. Após alguns pequenos papéis em curtas e longas-metragens europeus, se mudou para Londres em busca de decolar sua carreira. Ele começou a ficar conhecido quando foi chamado pelo cineasta Danny Boyle para interpretar o protagonista do ótimo filme Extermínio. Com mais de 20 anos de profissão, tem no currículo excelentes filmes como: Sunshine – Alerta Solar, A Origem, Batman: O Cavaleiro das Trevas. Nas séries marcou história como Tommy Shelby na aclamada produção Peaky Blinders.
Filha de uma atriz e um advogado, Emily nasceu em Wandsworth, Londres. No adolescência entrou para uma prestigiada faculdade privada para estudar Artes cênicas. Em 2001 fez seu primeiro papel profissional, no teatro, numa montagem da peça The Royal Family, onde atuou ao lado de Judi Dench. Chegou a ser destaque no cinema a partir do filme My Summer of Love. Logo chegou em Hollywood. No currículo ótimos filmes, como: No Limite do Amanhã, O Diabo Veste Prada, Um lugar Silencioso, Sicario: Terra de Ninguém.
Filho de um corretor e uma professora, Matt nasceu em Cambridge, Massachusetts, em 1970. Durante os tempos de Ensino Médio, se envolveu com o teatro pela primeira vez estando em várias peças, na escola fez amizade com um amigo que viria a se tornar um outro ator bem sucedido, Ben Affleck. Ele frequentou a Universidade de Harvard (inclusive o roteiro de Gênio Indomável foi escrito por ele durante um exercício em uma aula) mas teve que sair antes da conclusão do curso (faltava um semestre pra se formar bacharel em Inglês) pois já embarcou em projetos cinematográficos incluindo o filme Gerônimo – Uma lenda americana do diretor Walter Hill. Matt hoje é um dos rostos mais conhecidos de Hollywood, com filmes como: O Talentoso Ripley, Perdido em Marte, Os Infiltrados e o clássico Gênio Indomável, entre outros belos trabalhos.
Robert Downey Jr.
Filho de uma atriz e um ator, Robert nasceu em Manhattan, Nova York. Por ter pais já inseridos no mundo das artes, fez sua estreia nos cinemas aos cinco anos de idade. Já na fase adulta, dividiu um quarto com Kiefer Sutherland durante anos quando ambos chegaram para tentar a sorte em Hollywood. Dono de interpretações marcantes, Downey Jr. tem no currículo papéis fantásticos como Tony Stark nos filmes do Universo Cinematográfico da Marvel, Sherlock Holmes na mais recentemente adaptação dessa franquia, além de interpretar Chaplin no filme de mesmo nome, inclusive por esse filme recebeu sua primeira indicação ao Oscar no ano de 1993.
Filha de uma dançarina e um restaurador, Florence nasceu em Oxford, na Inglaterra. Ela fez sua estreia nos cinemas em um drama do ano de 2014 chamado The Falling, onde atuou ao lado de Maisie Williams (ex-Game of Thrones). Dois anos mais tarde, chegaria até o papel que a tornaria conhecida dos grandes estúdios, o drama independente Lady Macbeth, Baseado na obra Lady Macbeth do Distrito de Mtsensk do escritor russo Nikolai Leskov. Nos anos seguintes, conseguiu alguns curtos papéis em grandes produções, atuando ao lado de grandes nomes do cinema, como: Liam Neeson e Anthony Hopkins. Esteve recentemente no elenco do ótimo filme O Milagre, dirigido por Sebastián Lelio e Adoráveis Mulheres de Greta Gerwig.
Josh Hartnett
Filho de um ex-guitarrista, Josh nasceu em Saint Paul, Minnesota. Após uma lesão no joelho, que tirou o sonho de ser um atleta, Josh entrou para o teatro. Durante o início da fase adulta, trabalhou em uma locadora de filmes onde reafirmou seu desejo em se tornar um grande ator. Sua primeira chance nas telonas foi em Halloween H20: Vinte Anos Depois, no final da década de 90. No currículo alguns ótimos trabalhos, como em: 30 Dias de Noite, Falcão Negro em Perigo e esteve recentemente em um episódio da aclamada série antológica Black Mirror.
Nascido no dia 24 de abril (o mesmo dia desse que vos escreve), o ótimo ator californiano Jack Quaid é filho de dois grandes astros do cinema Meg Ryan e Dennis Quaid. Ele estreou nos cinemas em Jogos Vorazes e em 2022 esteve no elenco de Pânico. É um dos intérpretes principais da aclamado série da Prime Video, The Boys.
Filho de um marinheiro e uma administradora de pensão, Gary nasceu em New Cross, Londres. Antes da fama, vendeu sapatos, trabalhou como porteiro. Nesse tempo decidiu tentar ingressar na Rose Bruford College e conseguiu, se formando em atuação no final da década de 70. Ele estreou nos palco londrinos em 1979 e nos cinemas em 1982 no longa-metragem Remembrance. Com mais de 100 trabalhos no currículo, vencedor de um Oscar, destacamos: O Espião Que Sabia Demais, Drácula de Bram Stoker, O Destino de uma Nação e os filmes de Harry Potter no qual interpretou o impactante Sirius Black.
Filho de um encanador e uma dona de casa, Kenneth nasceu em Belfast, na Irlanda do Norte. No início da fase adulta, entrou na prestigiada Royal Academy of Dramatic Art em Londres. Indicado para mais de 120 prêmios em toda a carreira, é um ator e dirigido excepcional com ótimos filmes no currículo. Destacamos: Hamlet, Muito Barulho por Nada, o seriado Wallander, Sete Dias com Marilyn, entre outros grandes trabalhos desse genial artista.
Filho de imigrantes egípcios, um agente de viagens e uma contadora, Rami nasceu em Torrance, Califórnia. Ele estudou teatro na Universidade de Evansville, em Indiana. Depois de se formar, foi atrás do sonho de se tornar um ator de sucesso, nesse período trabalhou como entregador de pizzas. Seu primeiro papel profissional foi no seriado Gilmore Girls, onde participou apenas de um episódio. Em 2006 conseguiu chegar as telonas pela primeira vez na aventura de sucesso Uma Noite no Museu. A sua virada na carreira veio em 2015 quando conseguiu o papel principal da excelente série Mr. Robot. A partir daí, as portas começaram a se abrir pra ele e anos mais tarde ganhou seu primeiro Oscar interpretando Freddy Mercury em Bohemian Rhapsody.
A aceitação da senilidade e a espera da morte é um assunto sempre delicado. O fim da vida é um ritual de passagem abordado de diferentes formas, variando culturalmente. O assunto também já foi tema de diversos filmes, dentro da maioria dos gêneros. A Viagem de Meu Pai (Floride no original, ou Flórida, o estado americano) é a nova produção francesa a abordar o tópico.
Dirigido por Phillipe Le Guay (Pedalando com Molière), A Viagem de Meu Pai narra o relacionamento de Carole (Sandrine Kiberlain), presidente de uma empresa de papelões na França, com seu pai. Claude (papel do veterano Jean Rochefort) já foi o presidente da mesma empresa, mas agora aos oitenta e poucos anos, só lhe resta desfrutar da aposentadoria. Esse é um plano ideal, não fosse o fantasma agravante de problemas acarretados pela idade, como a falta de memória cada vez mais constante.
Para cuidar do idoso, sua filha precisa se desdobrar entre o trabalho e os afazeres do lar, o que inclui o marido. Existe grande recusa do sujeito em aceitar o cuidado de terceiros também, assim passando um verdadeiro desfile de enfermeiras e cuidadoras pela imensa residência do ex-empresário. Um dos maiores traumas é o esquecimento do que aconteceu com sua filha mais nova, morta em um acidente na Flórida, nos EUA, país que escolheu como lar. Daí o título da obra.
Claude lembra constantemente do local, seus sucos de laranja são diretamente providos de lá, no entanto, o falecimento de sua caçula passa em branco para ele. O fato também traz grande ressentimento em relação à sua primogênita, sempre o alvo de insultos e hostilidade da parte de seu patriarca demente.
A Viagem de Meu Pai – exibido no Festival Varilux de Cinema Francês 2016 – transita bem entre o lado cômico de situações, a doçura – em muitos momentos voltada mais ao teor agridoce – e o peso dramático que um tema como este merece. Le Guay, que também adapta para o cinema o texto da peça de Florian Zeller, acha o ponto certo da narrativa, criando grande identificação com o público e confeccionando uma obra com sentimentos, sem ser sentimentalista.
A força de A Viagem de Meu Pai, no entanto, está nas atuações certeiras da dupla protagonista. Kiberlain e Rochefort interagem bem e possuem boa química. Em especial o ator veterano entrega um desempenho tão realista que chega a ser perturbador. Em certos momentos, seus olhos vazios refletem a falta de consciência de uma mente esvaída, com a grandiloquência de um mestre do método. Ao disparar frases desconexas em seus diálogos, transitando entre realidade e devaneios, Rochefort nos mostra todo o alcance de um verdadeiro ator, numa das melhores performances dramáticas do ano.
Uma das maiores paixões de quem trabalha escrevendo sobre cinema todos os dias é poder falar sobre aqueles filmes que ajudaram a nos apaixonar pela arte, e com os quais crescemos. Voltar ao passado e revisitar certos títulos é sempre um prazer grande para quem cresceu “criado” pelos filmes e os que dele tiraram muitos ensinamentos – além, é claro, muita diversão e entretenimento nos ajudando a ser quem somos hoje. Assim, por aqui no CinePOP sempre procuro me dedicar a matérias sobre filmes nostálgicos, que certamente fez parte da vida de muitas gerações de cinéfilos. Um bom ponto de partida é comemorar o aniversário de algumas produções, voltando dez, vinte, trinta, quarenta anos no passado, e por aí vai.
Isso porque uma das décadas mais queridas, ainda hoje, para os fãs de cinema são os anos 80. Indiscutivelmente um período inesquecível, e muito incorreto também, de onde saíram verdadeiras preciosidades. Em 2020, as primeiras produções dos anos 80 começaram a se tornar quarentonas. Agora, em 2023, é a vez dos filmes lançados em 1983 começaram a completar 40 anos de lançamento. Já imaginou? Quando voltamos quatro décadas no passado, encontramos obras verdadeiramente memoráveis e ainda muito queridas até hoje; filmes como O Retorno de Jedi, Scarface, Trocando as Bolas, Christine – O Carro Assassino, Flashdance, e por aí vai.
No entanto, um dos mais marcantes saídos do ano de 1983, e que continua como uma das comédias mais adoradas não só dos anos 80, como também da história do cinema é Férias Frustradas (Vacation). Em homenagem a este clássico inesquecível da Sessão da Tarde, que está completando 40 primaveras este ano – lançado no final de julho nos EUA e chegando ao Brasil somente em dezembro do mesmo ano – resolvemos revisitar a franquia, comentando sobre todos os filmes de Férias Frustradas lançados. Confira abaixo e divirta-se.
Tudo começou, é claro, em 1983 no filme original que está completando 40 anos em 2023. Protagonizado pelo icônico Chevy Chase, este é o filme mais famoso da carreira do ator, e que teve produção da National Lampoon – uma revista de humor ácido e irreverente que nos EUA era rival da MAD. A National Lampoon fez sucesso no cinema também, produzindo diversos filmes, como Clube dos Cafajestes (1978) e O Dono da Festa (2002).
Férias Frustradas possui uma história simples, de uma família saindo de férias e viajando até um parque de diversões muito famoso, Wally World, uma sátira dos parques da Disney. A pegadinha está no fato de que o patriarca Clark, com o objetivo de criar laços inesquecíveis com sua esposa e os dois filhos adolescentes, planejou uma travessia pelas estradas do país, e até mesmo comprou um carro novo para isso. Essa aventura, é claro, irá render muitos momentos hilários e incorretos para os Griswold. O elenco conta com Beverly D’Angelo (a mãe Ellen), Anthony Michael Hall (o filho Rusty) e Dana Barron (a filha Audrey). O que muitos podem não saber é que o roteiro foi escrito pelo lendário John Hughes e a direção é de Harold Ramis (Feitiço do Tempo, 1993).
O sucesso gigantesco gerou uma sequência logo dois anos depois, dessa vez levando os Griswold por uma viagem de férias pela Europa, num filme que muitos consideram ainda mais engraçado que o original, mas que não fez tanto sucesso de crítica ou público quanto o anterior. O motivo da simpatia de grande parte dos fãs da época em relação a este segundo episódio é simples: Férias Frustradas 2 estreou na Globo e foi por lá constantemente exibido – enquanto o filme original era de propriedade do SBT. Ou seja, como a Globo possuía mais audiência, o segundo filme da franquia chegou a mais lares, se tornando mais popular para grande parte do público da época.
Aqui, Chase e D’Angelo retornam, mas seus filhos trocam de atores com Dana Hill vivendo Audrey e Jason Lively no papel de Rusty (fato que virou piada na franquia). A direção é de Amy Heckerling (Olha Quem Está Falando e As Patricinhas de Beverly Hills), a única mulher a comandar um filme de Férias Frustradas. Na trama, os Griswold resolvem participar de um programa de auditório de competição de famílias – formato que continua popular até hoje. Eles terminam acidentalmente ganhando uma viagem para a Europa, e irão “assombrar” por países como a França, Inglaterra e Alemanha. Um detalhe curioso é que Audrey não está muito interessada na viagem e deixar de lado seu namorado beijoqueiro – interpretado William Zabka (o Johnny de Cobra Kai), recém-saído do sucesso de Karatê Kid (1984). Outra curiosidade é perceber como os dois primeiros filmes eram mais “sujos” do que a franquia viria a se transformar nos episódios seguintes. Em especial este segundo longa, temos sangue jorrando e cenas de nudez feminina.
Quatro anos depois do segundo filme, a Warner apresentou o retorno dos Griswold para o que se tornaria até hoje uma pedida certa nas festas de fim de ano. Depois de terem atravessado os EUA de carro para curtir num parque de diversões e ido à Europa, os Griswold preparam suas férias em casa no terceiro filme, dando uma festa de Natal para os parentes em Férias Frustradas de Natal (1989). Nesse terceiro filme, o clima ficou mais “seguro”, com um teor menos picante e ácido como nos dois primeiros, apelando mais para um clima “família”, que o aproximou de produções mais infanto-juvenis (como Esqueceram de Mim, por exemplo).
Assim como nos dois anteriores, John Hughes é quem assina o roteiro, e a direção fica a cargo de Jeremiah S. Chelchick (Benny & Joon e Diabolique). Mais uma vez os intérpretes do casal de filhos mudam, aqui com uma diferença mais gritante entre as idades de Rusty e Audrey, com a segunda sendo uma jovem mulher (papel de Juliette Lewis) e o primeiro uma criança ainda (como se tivesse regredido sua idade), papel de Johnny Galecki. Porém, Chevy Chase e Beverly D’Angelo seguem batendo ponto como Clark e Ellen. Além disso, Randy Quaid também retorna como o “caipirão” primo Eddie do filme original.
E quando se achava que os Griswold haviam ficado adormecidos lá nos anos 80, com os primeiros três filmes da franquia sendo representantes claros de tal década, eis que os produtores da Warner tirariam a família da gaveta para mais um round, desta vez no fim dos anos 90. O quarto filme de Férias Frustradas estreava oito anos depois do terceiro, em 1997, com Férias Frustradas em Las Vegas. Como diz o título, desta vez Clark (Chevy Chase) decide levar a família para a terra dos cassinos, da jogatina, bebidas e espetáculos, que é Las Vegas. Beverly D’Angelo também retorna como Ellen, assim como o primo caipirão Eddie, interpretado por Randy Quaid (aparecendo pela terceira vez na franquia, depois do original e do filme de Natal). Esse é o primeiro da franquia a não contar com o roteiro de John Hughes e a direção ficou com o desconhecido Stephen Kessler. Como era de se esperar, novamente os papeis de Rusty e Audrey mudam de intérpretes com Ethan Embry e Marisol Nichols respectivamente.
Em 2015 foi lançado o último filme da franquia cômica até agora, com esta espécie de “requel” ou “requência”. O que isso quer dizer? É uma espécie de reinício e sequência juntos. O reinício de uma franquia ocorre quando os produtores desejam começar de novo, mais ou menos do zero, sem que a nova produção seja especificamente uma continuação e também não seja uma refilmagem. Além disso, seguindo uma tendência que estava em voga em Hollywood na época, os personagens originais da franquia se tornam coadjuvantes para uma nova geração de personagens, que agora pegam o protagonismo. Star Wars – O Despertar da Força e Creed – Nascido para Lutar, ambos lançados em 2015 também, são dois exemplos disso.
Aqui eles utilizam o mesmo título do original, simplesmente Férias Frustradas, e quem protagoniza desta vez é Rusty, agora adulto e nas formas de Ed Helms (Se Beber, Não Case). A mudança constante de atores no papel de Rusty vira piada no filme. Audrey aparece numa cena, interpretada por Leslie Mann. Mas o protagonismo fica com Rusty e sua família: a esposa Debbie (Christina Applegate) e os filhos James (Skyler Gisondo) e Kevin (Steele Stebbins). Quem aparece em pontas também são os patriarcas Clark e Ellen, vividos pelos veteranos Chevy Chase e Beverly D’Angelo. A trama mostra Rusty refazendo a mesma viagem de seu pai no original. A direção é de John Francis Daley e Jonathan Goldstein (A Noite do Jogo e do vindouro Dungeons & Dragons – Honra Entre Rebeles).
Em entrevista ao Empire, o diretor de ‘O Predador‘, Shane Black, falou sobre o desafio de tornar o personagem título assustador novamente, explicando que a introdução do “Super Predador” teve a intenção de “deixá-lo mais ameaçador”.
“Tudo dependia disso: você comprar a ideia dos nossos heróis contra ele e sentir que eles enfrentavam uma ameaça real. Tivemos que inventar um cenário em que os predadores eram misteriosos e assustadores novamente.”
Confira também o novo cartaz e os trailers:
‘O Predador’ será, ao mesmo tempo, uma sequência e um reboot da franquia original. O ator Jake Busey, viverá o personagem que será filho de Peter Keyes, personagem central do segundo filme interpretado por seu pai na vida real, Gary Busey. Essa relação de pai e filho será o elo de ligação entre os filmes.
A Amazon divulgou o trailer completo da 2ª temporada da série ‘The Tick‘.
Confira:
Criada por Ben Edlund, a série será um reboot do seriado homônimo exibido em 2001.
A trama segue o super-herói chamado Tick, que é uma paródia de super-heróis famosos. Em um mundo onde super-heróis existem há décadas, um contador desacreditado sem qualquer tipo de poderes, descobre que sua cidade está sendo dominada por um super-vilão que todos acreditavam estar morto há anos. Enquanto luta para investigar essa conspiração, ele acaba se juntando com um estranho super-herói azul.
A Netflix finalmente divulgou quando a série ‘The Witcher‘, produção épica estrelada por Henry Cavill, irá estrear. A primeira temporada será lançada na plataforma no dia 20 de dezembro.
Confira o novo trailer:
Criada por Lauren Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.
Geralt de Rivia, um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.
O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.
O canal USA Network cancelou oficialmente a série ‘Briarpatch‘ depois de apenas uma temporada.
“Apesar de eu saber disso por meses, ainda é decepcionante. Nós tínhamos uma história incrível para a segunda temporada,” afirma o criador Andy Greenwald em uma declaração. “Tive sorte de trabalhar com uma equipe incrível e todos nós estávamos ansiosos a voltarmos ao trabalho. Nós íamos fazer algo especial. E, talvez, ainda possamos. Se pessoas suficientes assistirem a série, qualquer coisa é possível – especialmente uma série antológica tão estranha quanto essa.”
A trama segue Allegra Dill (Dawson), uma investigadora obstinada que retorna ao seu lar na fronteira com a cidade do Texas depois que sua irmã é assassinada. O que começa como uma busca por um assassino se transforma em uma luta perigosa para deixar sua cidade natal corrupta a seus joelhos.
De acordo com o SYFY, Lexa Doig (‘Jason X’) entrou para o elenco de ‘Chucky‘, série baseada na franquia ‘Brinquedo Assassino‘.
A atriz interpretará Bree Webber. Casada com Logan (Devon Sawa), ela é a tia de Jake Webber (Zackary Arthur), um dos protagonistas da série. Segundo a descrição da personagem, Bree gosta de manter uma imagem irreal, o que a leva a manter um segredo obscuro de sua família.
Confira o novo teaser:
This is no April Fools’ joke. #CHUCKY the series is officially in production and coming to @USA_Network and @SYFY this fall. If you can’t wait that long…catch the Chucky movie marathon airing ALL DAY today on SYFY! pic.twitter.com/GXhBN4TPvH
Depois de um clássico boneco Chucky aparece em uma venda de usados num bairro suburbano, uma idílica cidade dos Estados Unidos é jogada no caos após uma série de assassinatos terríveis exporem as hipocrisias e os segredos de seus habitantes. Enquanto isso, a chegada de inimigos – e de aliados – do passado de Chucky ameaça expor a verdade por trás das mortes, bem como as origens do boneco demoníaco.
Em entrevista ao Syfy Wire, Mancini deu novos detalhes sobre a série, revelando que o icônico vilão terá um objetivo diferente na nova produção.
“Com essa série, nossa missão é preservar o clima tenso do filme original. Mas, ao mesmo tempo, continuar expandindo a trama que nós construímos no decorrer dos sete filmes que lançamos nos últimos 30 anos. Acho que os fãs irão amar os novos personagens que nós introduzimos na produção e também o retorno de outros personagens conhecidos. Não será apenas o Chucky, mas também teremos o retorno de outros personagens que os fãs querem voltar a ver. Há uma boa chance deles aparecerem.”
Ele completa, “Acho que as pessoas vão achar interessante que o Chucky irá implementar suas habilidades. É importante dar ao Chucky novas armas, estratégias, objetivos e alvos. O personagem terá um objetivo diferente na série – algo nunca visto anteriormente.”
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 22 de dezembro.
Na trama, Reeves e Moss retornam como os ícones cinematográficos Neo & Trinity em uma expansão de sua história que se aventura de volta à Matrix e ainda mais fundo na toca do coelho.
Uma nova aventura alucinante com ação e escala épica, que se passa em um mundo familiar, mas ainda mais provocativo, onde a realidade é mais subjetiva do que nunca e tudo o que é necessário para ver a verdade é libertar sua mente.
20 anos após o primeiro filme, a franquia que ajudou a definir a cultura pop na virada do século está de volta para uma continuação e extensão do filme original. Matrix permanece no zeitgeist como um filme que mudou a forma como olhamos o cinema e a própria realidade. Com sua ação e efeitos visuais revolucionários, Matrix ajudou a pavimentar o caminho para os filmes que viriam.
Além de Reeves (Neo), o longa conta com o retorno de Carrie-Ann Moss (Trinity), Jada Pinkett-Smith (Niobe) e Daniel Bernhardt (Agente Johnson), além de introduzir Yahya Abdul-Mateen II, Neil Patrick Harris, Christina Ricci e Priyanka Chopra.
‘Matrix’ foi lançado em 1999 e aclamado pelo mundo por conta dos efeitos visuais pioneiros. O original ganhou quatro Oscars e arrecadou 463 milhões de dólares em todo o mundo.
Seguiram-se duas continuações, ‘Matrix: Reloaded’ e ‘Matrix: Revolutions’, ambas lançadas nos cinemas em 2003.
Ao todo, a trilogia arrecadou US$ 1.6 bilhão de dólares para a Warner Bros Pictures.
Alice é a dona de casa perfeita, vivendo numa comunidade utópica no deserto da Califórnia, junto com o seu marido Jack. Escondendo suas frustrações, ela acaba fazendo uma descoberta perturbadora que a faz questionar sua realidade “impecável”.
O elenco ainda conta com Chris Pine, Gemma Chan, KiKi Layne, Nick Kroll, Sydney Chandler e Kate Berlant.
A emissora já havia rejeitado o piloto original, tendo se comprometido com uma reformulação total do episódio – o que causou a saída de Chloe Bennet (‘Agents of SHIELD’) do elenco. Na época, a atriz – que interpretaria a Florzinha – alegou conflitos em sua agenda.
O canal também desistiu do desenvolvimento de ‘Justice U‘, uma série focada em um Zorro feminino, ‘Jake Chang‘ (que seria baseado em um novo personagem da Archie Comics) e qualquer outra potencial série que havia sido encomendada pela gestação anterior da emissora – que tinha Mark Pedowitz como presidente.
“Nós já devolvemos esses projetos para os seus respectivos estúdios,” declarou Brad Schwartz, presidente de entretenimento da CW. “Eles estão livres para desenvolver e vender essas séries em outro lugar.”
Dove Cameron (‘Descendentes’) e Yana Perrault iriam interpretar a Lindinha e Docinho, respectivamente.
Baseada na série animada do Cartoon Network, a produção mostraria o trio de heroínas com vinte de poucos anos, que agora se arrepende de ter passado sua infância lutando contra criminosos. A questão é se elas irão engolir seu ressentimento para se unirem e salvarem o mundo quando ele mais precisar.
Com 25 críticas publicadas até o momento, o longa ‘Guerra Civil‘, estrelado pela Wagner Moura (‘Narcos’) e Kirsten Dunst (‘Ataque dos Cães’), conquistou com 88% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.
O consenso geral afirma que o longa ressalta, através de cenas perturbadoras e chocantes, uma visão tensa e violenta da incerteza de sobrevivência em uma nação em crise.
Separamos os trechos das principais críticas:
“O constante aumento na tensão e o impressionante estilo documental conseguem capturar o terror brutal e garantem uma experiência cinematográfica de tirar o fôlego.” (Bloody Disgusting)
“Uma experiência sensorial perturbadora, que destaca o caos e o terror da guerra, com cenas tão pesadas, vastas e intensas, que você consegue praticamente sentir o cheiro de pólvora no ar.” (Inverse)
“É um filme que nos faz questionar o quanto de humanidade ainda há dentro de nós, e isso se materializa em um filme provocativo, tenso e monstruoso.” (AV Club)
“‘Guerra Civil’ não aprofunda muito seus personagens ou seu próprio universo, o que nos deixa apenas com cenas limitadas, mas efetivamente tensas – como a capital em chamas, as avenidas desertas e um tiroteio visceral na Casa Branca.” (Guardian)
“Alex Garland pode ter nos entregado um dos filmes mais tensos e viscerais do ano. É um filme que iremos debater por um bom tempo.” (Collider)
“Sem texto explícito, ‘Guerra Civil’ apresenta uma visão sinistra do que poderia acontecer com a nação uma vez que as instituições se tornam sombras de si mesmas.” (The Film Stage)
“Com a performance sólida de Kristen Dunst, ‘Guerra Civil’ é um dos melhores filmes do ano.” (Screen Anarchy)
O longa será lançado nos cinemas nacionais em 25 de abril.
Dirigido por Alex Garland, conhecido também por ‘Ex_Machina’, o filme se passa em um futuro próximo nos Estados Unidos, onde a corrida à Casa Branca coloca em risco o futuro de todos.
O Variety divulgou a primeira imagem oficial da adaptação de ‘O Instituto‘, série baseada no livro homônimo de Stephen King.
O site ainda revela detalhes sobre o vindouro trailer: o vídeo irá explorar o instituto titular, um prédio de cimento para onde crianças com poderes telecinéticos são levadas após serem misteriosamente sequestradas.
O trailer mostrará Luke (Joe Freeman) conhecendo as crianças do Instituto, bem como a vilã Sra. Sigsby (Mary-Louise Parker) pela primeira vez, que o encoraja dizendo que ele está fazendo algo bom para o mundo enquanto ele é conectado a máquinas e forçado a mover objetos.
Quando Luke Ellis (Joe Freeman), um gênio de 12 anos, é sequestrado, ele acorda no Instituto, uma instalação cheia de crianças que chegaram lá da mesma maneira que ele e que possuem habilidades incomuns. Em uma cidade próxima, o assombrado ex-policial Tim Jamieson (Ben Barnes) veio em busca de começar uma nova vida, mas a paz e a tranquilidade não irá durar, uma vez que sua história e a de Luke estão destinadas a colidir.
O elenco ainda contará com Simone Miller, Jason Diaz, Fionn Laird, Hannah Gallway, Julian Richings, Robert Joy, Viggo Hanvelt, Arlen So, Birva Pandya, Dan Bierne, Martin Roach e Jane Luk.
A MGM+Studios encomendou oito episódios para a primeira temporada.
Em declaração, King disse: “Estou ansioso e animado com o futuro da adaptação de ‘O Instituto’. A combinação dos talentos de Jack Bender e Ben Cavell irá garantir que o resultado desta série será fenomenal.”
Max Minghella (‘Espírito Jovem’) é responsável pela direção..
A história é ambientada em um futuro próximo, quando a obsessão cultural da humanidade com juventude e beleza acaba sendo levada a novos extremos.
Na trama…
“A atriz Samantha (Moss) recebe a oportunidade de fazer um teste gratuito na Shell, uma empresa pioneira de saúde e beleza que promete manter seus clientes com aparência jovem para sempre. A vida e a carreira de Samantha são transformadas pelo tratamento, e ela desenvolve uma amizade crescente com a CEO da empresa, a ultra glamorosa Zoe Shannon (Hudson). Quando os pacientes da Shell começam a desaparecer em circunstâncias misteriosas, incluindo a popular influencer Chloe Benson (Gerber), Samantha começa a temer por sua vida.”
Jack Stanley (‘Lou’) assina o roteiro da produção.
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