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Tilda Swinton comenta sobre possível RETORNO como Gabriel em ‘Constantine 2’

Em 2005, Tilda Swinton (‘Doutor Estranho’) interpretou o anjo Gabriel em ‘Constantine‘, adaptação dos quadrinhos da DC estrelada por Keanu Reeves.

E, desde o anúncio sobre o desenvolvimento da sequência, os fãs estão se perguntando se Swinton vai reprisar o papel.

No entanto, a estrela foi questionada sobre a possibilidade em entrevista para o Inverse e disse que não faz ideia, já que nem recebeu uma ligação.

“Lamento informar que não sei nada sobre esta sequência, só ouvi falarem que está acontecendo. A menos que eles demorem muito para me ligar, não acho que Gabriel baterá as asas. Ouvi um boato, não sei se você ouviu, de que o próprio Keanu iria interpretar Gabriel. E, sinceramente, seria algo lindo de se ver.” 

Francis Lawrence, que retorna como diretor, conversou com o The Hollywood Reporter, e deu alguns detalhes sobre o desenvolvimento.

“O regime na DC mudou, e eles têm seus planos. Mas, felizmente, conseguimos obter algum controle e começamos a trabalhar em algumas ideias para Constantine 2, que estamos realmente animados. Ainda está no começo, já que a greve colocou tudo em espera por um tempo. Então, provavelmente vamos começar a nos reunir depois do Dia de Ação de Graças e nos aprofundar para tentar desenvolvê-lo.”

Durante uma entrevista ao GameSpot, Lawrence havia revelado que já tem uma história em mente para a continuação. “Obviamente, o desenvolvimento de ‘Constantine 2’ foi interrompido por causa da greve dos roteiristas. Tivemos que passar por diversos obstáculos para recuperar o controle daquele personagem, porque outras pessoas tinham os direitos do material da Vertigo. Eu, Keanu Reeves e Akiva Goldsman discutimos sobre a sequência e já sabemos como será a história. O roteiro ainda precisa ser escrito, mas queremos que a continuação seja verdadeiramente para maiores.”

Relembre o trailer deConstantine.

Além de Reeves no papel principal, o filme original conta também com Rachel Weisz, Djimon Hounsou, Shia Labeouf e Peter Stormare.

Orçado em US$ 100 milhões, o longa arrecadou US$ 230,9 milhões nas bilheterias mundiais e teve recepção mista por parte da crítica especializada, amargando apenas 46% de aprovação no Rotten Tomatoes.

‘A Vida Privada’: Juliette Binoche comparece na première do filme estrelado por Jodie Foster no Festival do Rio; Veja fotos!

Juliette Binoche (Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por O Paciente Inglês) veio ao Festival do Rio pela primeira vez para apresentar ‘In-I in Motion‘, seu primeiro trabalho como diretora, mas antes ela participou da première de ‘A Vida Privada‘ (Vie Privée), filme francês da diretora Rebecca Zlotowski que será lançado no Brasil pela Sony Pictures.

Veja fotos:

A Vida Privada‘ quebra formas pré-definidas do cinema ao misturar elementos de comédia romântica, história de detetive e drama pessoal em seu novo longa.

O filme acompanha a psiquiatra estadunidense Lilian Steiner, vivida por Jodie Foster. A médica desfruta de um estilo de vida burguês em Paris, marcado tanto pelo alto padrão de vida que a protagonista exibe durante todo o longa, quanto pelas questões enfrentadas por ela ao longo da trama. Ela convive com um desconfortável afastamento com o filho, Julien (Vincent Lacoste), que acabou de ser pai, balanceando a relação quase simbiótica com seus pacientes – mas, no lado positivo, o relacionamento com o ex-marido, Gabriel (Daniel Auteuil), é uma fonte de alívio em sua vida.

É com essa premissa que o público é apresentado à protagonista, e não demora para que sua fachada de vida meticulosamente organizada se desfaça. Depois que uma de suas pacientes, Paula (Virginie Efira), é encontrada morta em decorrência de uma overdose de remédios antidepressivos, ela é acusada pelo agora viúvo, Simon (Mathieu Amalric) de ter sido a responsável, já que prescreveu a medicação. A partir desse momento, ela transforma o choque em combustível e resolve ir à fundo na investigação sobre a morte, acreditando se tratar de um assassinato.

A trama marca a primeira vez que Jodie Foster estrela um longa falando em francês durante todo o tempo – ela já havia atuado em Eterno Amor (2004), mas como coadjuvante –, e o domínio completo da língua impressionou, assim como a performance convincente de uma personagem com diversas camadas de complexidade.

O filme chega em breve nos cinemas nacionais.

Assista ao trailer:

Crítica | ‘A Festa de Léo’ – Filme do Grupo Nós do Morro para os cinemas EMOCIONA [Festival do Rio 2023]

Conflitos que amadurecem. Exibido no Festival do Rio 2023, o longa-metragem carioca A Festa de Léo nos mostra um dia na vida de mãe e filho, moradores de uma famosa favela carioca, que precisam lidar com situações que fortalecerão o elo que possuem. Primeiro projeto longa-metragem do Grupo Nós do Morro para os cinemas, o filme transforma um lugar em personagem com uma série de reflexões sociais, onde as desilusões se convergem com os sonhos quando a realidade bate na porta mas sem se distanciar da esperança. O projeto é dirigido por Luciana Bezerra e Gustavo Melo.

Na trama, conhecemos Rita (Cintia Rosa), uma mulher batalhadora que luta diariamente para conseguir seguir em busca de dias melhores ao lado do filho Léo (Nego Ney), no Morro do Vidigal, Rio de Janeiro. No dia do aniversário de 12 anos do filho, Cintia passará por uma série de situações com enormes desgastes muitas dessas ligadas ao pai de Léo, Dudu (Jonathan Haagensen), um malandro com dívidas que rouba o dinheiro contado para a festa. Assim, ao longo de 24 horas, vamos conhecendo muitos conflitos e outros personagens que ajudam a contar essa história.

Como amadurecer em meio a conflitos que chegam em nosso destino? Algumas variáveis da vida não são possíveis serem controladas, sendo assim, como vencer em dias de fortes conflitos emocionais? A narrativa se coloca em duas estradas, a visão da mãe e a do filho. Na primeira, enxergamos uma visão geral da luta diária em manter o sustento do seu lar, as dificuldades financeiras, os fortes laços com os vizinhos, o cotidiano no Vidigal e situações que refletem à realidade. A visão de Léo sobre tudo que ocorre também é muito bem detalhada, percebemos os sonhos se chocando com a realidade quando a situação do pai é exposta aos seus olhos. Ambos embarcam em conflitos que geram dor mas que amadurecem. O roteiro é cirúrgico, a direção é certeira, conseguindo transmitir todas as emoções em uma narrativa que nos leva para o refletir constantemente.

Vale a pena falarmos do Nós do Morro, organização social que liga o jovem ao mundo das artes e ao longo de seus 37 anos de vida se tornou um grande formador de talentos em oficinas culturais. Um dos criadores da ONG foi o mato grossense Guti Fraga, diretor e preparador de elenco. A Festa de Léo tem em seu elenco uma maioria de artistas que tem sua formação ligada ao projeto. Ainda sem previsão de estreia nos cinemas, o filme é mais um ótimo achado na excelente seleção de uma das melhores edições do Festival do Rio.

Crítica | O Rastro – Terror esquizofrênico esquece de assustar

Cadê o Medo?

Fazer filme de gênero no Brasil é muito difícil e parecemos estar sempre correndo atrás do próprio rabo. Por aqui, os únicos gêneros que emplacam de verdade comercialmente são as comédias (a maioria de pouca inteligência) e filmes sobre a realidade do país, sejam os favela movies ou biografias de alguma personalidade nacional. As obras de maior qualidade se restringem a dramas independentes oriundos do cinema de arte, raramente abrangendo um grande público.

Dentre os gêneros mais cultuados do cinema, está o muito específico do terror. E no quesito, nosso país ainda se encontra bem deficiente. Diversas produções tentaram, mas assim como acontece com os dramas, os bem sucedidos ficam presos a nichos, sem nunca emplacar com os jovens, consumidores mais ávidos de tal produto. O novo exemplar atende pelo nome O Rastro, filme que usa como mote e cenário um ambiente perfeito para o gênero, um hospital abandonado.

Na trama, pacientes precisam ser relocados às pressas, já que o hospital aonde se encontram será desativado em breve por falta de verba do governo. O fato faz com que o protagonista Dr. João Rocha (Rafael Cardoso) bata de frente com os antigos companheiros de trabalho, Olívia Coutinho (Claudia Abreu) e o ex-chefe Heitor Almeida (Jonas Bloch), ambos aparentemente escondendo um assombroso segredo sobre o local.

No ínterim desta crítica social e política, a menina Júlia (Natalia Guedes), internada no local, desenvolve afeto pelo médico, somente para depois desaparecer sem deixar vestígios. Como intrépido herói que é, o Dr. Rocha não irá descansar até descobrir o paradeiro da pequena, no caminho se deparando com inúmeros mistérios, os quais desejará jamais ter tomado ciência.

Por esta sinopse, a coisa parece realmente ser melhor do que é. E talvez eu a esteja vendendo demais – melhor até do que os próprios realizadores. O que ocorre é que O Rastro não pode ser considerado verdadeiramente um filme de terror, como vem sendo divulgado. As prévias, o que inclui o estiloso cartaz e o trailer exibido na CCXP do ano passado, exalam a errônea concepção de que este será um thriller de horror envolvendo fantasmas num cenário assustador. Bem, não é exatamente isso o que recebemos.

Vamos por partes. O grande problema de O Rastro é amontoar em seu roteiro muitos assuntos e tópicos, sem focar em qual será seu norte. Se a opção era por um filme de terror, digamos que o caminho escolhido havia de ser a menininha assombrada vagando pelos escombros. Mas ao invés disso, de maneira amnésica, o longa esquece a subtrama para centrar em outros assuntos, como se quisesse falar de tudo um pouco, resultando no não aprofundamento de nenhum deles.

Como dito, mais do que um filme de fantasmas, O Rastro é uma crítica, tendo a pretensão, mesmo que de forma muito descoordenada, de falar sobre o cenário político atual, aonde governantes passam por cima do povo como verdadeiros rolos compressores. Ok, a intenção é válida, mas para isso seria necessário uma transição mais limpa e eficaz da parte do roteiro, que não consegue casar bem suas subtramas – ainda envolvendo um terceiro arco sobre o verdadeiro enigma do hospital e seus funcionários – resultando em momentos desconexos, como vindos de filmes distintos.

A narrativa de O Rastro é bem lenta também, e seu ritmo beira o letárgico. Isso quando não falamos da falta de ritmo da obra, que possui cenas bem quadradas e capengas. A montagem não transmite bem os famosos jumpscares, como são conhecidos os desavergonhados sustos, daquele tipo em que a música alta sobe no momento em que algo pula na tela – de preferência um gato. Vocês sabem bem. O que reforça que até mesmo para isso é preciso timing. Aqui, a maioria ocorre fora de lugar, e com o som estourando – problema da edição.

A esquizofrenia de O Rastro não o deixa funcionar bem como terror, tampouco como crítica, ou qualquer outro gênero ao qual almeja. Ficamos apenas olhando para a tela, compreendendo um pouco o que desejava o diretor J.C. Feyer, e imaginando em que momento da pós-produção as coisas saíram completamente dos trilhos. Os atores, em sua maioria são mal utilizados, e isso porque ainda não citei a presença de Leandra Leal, musa do cinema brasileiro na atualidade, mais perdida do que cego em tiroteio, no papel da esposa grávida do protagonista. E o saudoso Domingos Montagner entrega um de seus últimos trabalhos na pele do corrupto governador do Rio de Janeiro.

É duro falar mal do nosso cinema, que produz sim muita coisa boa. Mas quando o assunto é terror, ainda existe pouco rastro de qualidade…

FRACASSOU! ‘Shazam 2’, ‘Matrix’, ‘Mulher-Maravilha’ e as Sequências que Foram um FÍASCO de público e crítica…

No passado, a continuação de um filme tinha o único propósito de seguir com uma história que os produtores, diretor ou roteirista achavam que ainda precisava ser contada. Hoje, vivemos uma era em que a palavra de ordem no cinema comercial é I.P. (termo muito usado atualmente em Hollywood), que significa a boa e velha propriedade intelectual, ou seja, uma marca registrada e um produto potencialmente rentável. Grande parte disso se deve a produções que deram certo, quase todas obrigatoriamente rendendo continuações para estabelecerem a tão sonhada franquia. Afinal, quem não quer um sucesso fenomenal, do nível de ‘Star Wars’ ou da Marvel, em mãos. É preciso ser louco para negar tanto dinheiro.

E daí partimos de dois princípios. O primeiro é: para termos uma continuação, é necessário que o filme original tenha feito sucesso suficiente, em especial de bilheteira, para que seu lucro justifique uma nova investida dos produtores. O segundo é: caso a continuação igualmente obtenha sucesso, ou quem sabe renda ainda mais que o original, sua franquia está garantida. Aqui, no entanto, iremos lidar com uma outra possibilidade, que é o tema da matéria. O assunto aqui são as continuações – pode ser a primeira, a segunda, a terceira e por aí vai, que se tornaram fracasso de bilheteria ou crítica, divergindo de seu antecessor. Todos os filmes aqui selecionados foram lançados em anos recentes. Confira abaixo.

 

Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania (2023)

Outro filme de 2023, esse produzido pela rival Marvel. Ao contrário do primeiro item da lista, o terceiro ‘Homem-Formiga’ não pode ser considerado um fracasso financeiro retumbante. Mesmo assim, vem sendo considerado pelos maiores fãs da Marvel como um dos piores (ou quem sabe “o” pior) filmes da empresa – deixando 10 entre 10 fãs decepcionados com seu resultado. Tudo bem que a sub-franquia do ‘Homem-Formiga’ dentro da Marvel sempre foi a “menor” de todas (com o perdão do trocadilho) e a menos rentável – parecendo estar ali somente para constar.

Mesmo assim, o filme original de 2015 rendeu meio bilhão de dólares e o segundo, de 2018, rendeu US$622 milhões – ambos igualmente tiveram avaliações acima dos 80% no Rotten (com o segundo chegando perto dos 90%). Com o terceiro a intenção era aumentar as apostas, elevando a trama a um nível dos Vingadores (era o que anunciava o diretor). Com essa expectativa esperava-se que o terceiro ‘Homem-Formiga’ quebrasse todo tipo de recorde. E realmente o quebrou, mas de forma negativa. Se tornou o filme mais mal avaliado do MCU (com 47% de aprovação) e, com o orçamento mais inflado da franquia (de US$200 milhões), rendeu “apenas” US$474 milhões, se tornando não apenas o ‘Homem-Formiga’ menos rentável, como também um dos filmes menos lucrativos do MCU. Na Disney+.

Shazam! Fúria dos Deuses (2023)

Infelizmente, 2023 já tem o primeiro grande fiasco financeiro para chamar de seu. E ele atende pelo título ‘Shazam! Fúria dos Deuses’. O filme original de 2019 é puro charme e coração, e caiu instantaneamente no gosto do grande público. Com seu clima de Sessão da Tarde dos anos 80/90, o primeiro ‘Shazam!’ também não havia sido um fenômeno de bilheteria, rendendo US$367 milhões num orçamento de US$100 milhões. Mas foi o suficiente, somado a críticas extremamente positivas dos fãs e especialistas (com 90% de aprovação no Rotten), para dar sinal verde para uma sequência.

Quem viu ‘Fúria dos Deuses’ afirma que é tão divertido ou ainda melhor que o original, mas os críticos não acharam, com uma avaliação de 49%. O que jogou uma pá de cal na pretensa franquia, no entanto, foi a bilheteria de pouco menos de US$135 milhões para um orçamento de US$125 milhões – ao que tudo indica puxando o plugue para futuras investidas do menino Billy Batson e seu alter-ego adulto. Na HBO Max.

 

Matrix Resurrections (2021)

No mesmo ano em que Star Wars voltava aos cinemas com ‘A Ameaça Fantasma’, em 1999, era lançado um filme que se tornaria revolucionário e uma obra tão querida para a sua geração quanto os filmes de George Lucas haviam sido para a geração anterior. ‘Matrix’ não foi um sucesso fenomenal de bilheteira em seu lançamento nos cinemas, mas se tornou um cult tão grande no mercado de DVD que escalava a toda na época, que rapidamente se tornou um filme extremamente popular em todos os círculos. Foi essa fama que gerou a ‘Matrix-mania’ em 2003, quando há 20 anos o mundo da cultura pop era invadido nos cinemas e nas locadoras pelo, agora sim, fenômeno. O primeiro ‘Matrix’ custou “apenas” US$63 milhões, era uma aposta arriscada, mas deu certo, recuperando US$467 milhões mundiais. A primeira continuação, ‘Reloaded’, foi um enorme sucesso de crítica e público, mas o encerramento da trilogia, ‘Revolutions’ deixou um gosto amargo na boca dos fãs, com a maneira com que os produtores e as hoje irmãs Wachowski resolveram encerrar a história.

Numa era de reboots e continuações tardias, ‘Matrix’ entrava também nessa dança quase vinte anos depois, com o lançamento de ‘Matrix Resurrections’ – uma nova investida no universo querido do passado, que poderia ter aberto portas para uma nova trilogia. No entanto, a proposta de Lana Wachowski (que assumia a obra sozinha pela primeira vez, sem a irmã Lilly) foi tão fora da caixinha e inesperada, que se tornou muito mais uma crítica metalinguística em relação aos “fãs chatos” do que um filme da franquia Matrix em si. Existe um filme por trás de tudo, mas sua mensagem nada sutil acaba entrando na frente, e terminou por impedir o sucesso do quarto Matrix. Dizer que não era o que os fãs queriam é pouco. Ninguém consegue agradar todo mundo o tempo todo, mas o que o novo Matrix conseguiu foi agradar ninguém. A bilheteria mundial abaixo do orçamento foi o que selou se vez o destino da franquia. Disponível na HBO Max.

Star Wars: A Ascensão Skywalker (2019)

Nunca os fãs de Star Wars haviam vivido uma ruptura tão significativa de amor e ódio em relação à franquia como o que foi direcionado em relação à nova trilogia. ‘Star Wars’ é uma das marcas mais rentáveis da história da sétima arte – e podemos considera-la inclusive a franquia original de todas. Isso porque ‘Guerra nas Estrelas’ (o primeirão lá de 1977) foi o segundo blockbuster da história – seguindo o rastro de ‘Tubarão’. As duas continuações ‘O Império Contra-Ataca’ (1980) e ‘O Retorno de Jedi’ (1983) serviram para cimentar o que temos hoje em matéria de cinema entretenimento e fenômeno midiático, com a trilogia de George Lucas aparecendo em todo tipo de merchandising, desde bonecos até videogames.

No fim dos anos 90, o próprio Lucas resolvia revisitar sua criação com uma nova trilogia, que logo foi tratada como filho bastardo, principalmente pelos fãs mais antigos, apesar de ter capturado toda uma nova geração de fãs mais novos. No entanto, nada prepararia a “comunidade” Star Wars para o tiro pela culatra (o famoso “backlash”) que ocorreria com o lançamento de mais uma trilogia moderna. A trilogia do meio de Lucas era uma pré-sequência (que contava a juventude de personagens como Obi-Wan Kenobi e o surgimento de Darth Vader). Já a mais recente trilogia iria mostrar pela primeira vez o que aconteceu após ‘O Retorno de Jedi’ e trazer de volta os queridos personagens, como Han Solo, Luke Skywalker e Leia.

A coisa começou de forma positiva, com ‘O Despertar da Força’ (2015), que agradou os fãs e os críticos, despertou inúmeras teorias sobre as continuações, e bateu todo tipo de recorde de bilheteria. Mas foi só a continuação (‘Os Últimos Jedi’) estrear em 2017, que todos sentiriam um desequilíbrio na “força”. O filme de Rian Johnson ousou demais e mexeu com a mitologia de uma forma que não agradou os fãs – se tornando o filme mais odiado da franquia para muitos. Rendeu menos, mas os críticos gostaram. Correndo para apagar o incêndio, os produtores alistaram novamente J.J. Abrams para “consertar” o que havia sido tentado, resultando no Star Wars mais sem personalidade de toda a franquia, com ‘A Ascensão Skywalker’, um filme que tenta tudo e não acerta nada. Os críticos torceram o nariz e o longa se tornou o menos rentável da nova trilogia. Disponível na Disney+.

Mulher-Maravilha 1984 (2020)

Terminando a matéria das continuações que todos detestaram, temos agora o segundo ‘Mulher-Maravilha’. O filme original, de 2017, foi o primeiro sucesso do chamado ‘Snyderverse’, o universo da DC nos cinemas supervisionado pelo diretor Zack Snyder. ‘Batman vs. Superman’ e ‘Esquadrão Suicida’, ambos de 2016, eram duas grandes promessas de sucesso que terminaram decepcionando bastante grande parte dos fãs e do público, se tornando fracasso de crítica e/ou bilheteria. Assim, quando ‘Mulher-Maravilha’ estreou a expectativa era grande, e o filme mostrou o que poderia ser feito com um foco mais minimalista, dando atenção em especial aos personagens e suas relações. Foi o suficiente para transformar Gal Gadot numa estrela.

A continuação para este grande sucesso, desde seus primórdios vinha gerando certas polêmicas. Tudo era mais ambicioso, e cada informação vazada trazia descrença em relação ao projeto. A pandemia não ajudou, e com o advento das plataformas de streaming e o lançamento da HBO Max, o plano era que a estreia de ‘Mulher-Maravilha 1984’ ocorresse de forma simultânea nas telonas e nas telinhas, levando em conta que a pandemia estava a toda e os cinemas estavam às moscas. Mas a diretora Patty Jenkins fez coro com Christopher Nolan e Denis Villeneuve, batendo o pé por uma estreia nos cinemas. A trama sobre uma “pedra dos desejos” e o visual da Mulher-Leopardo (de Kristen Wiig) eram elementos da narrativa que surgiam como feridas expostas, que nem o cenário divertido dos anos 80 e a presença de Pedro Pascal no filme conseguiam remediar. O segundo ‘Mulher-Maravilha’ sofreria uma queda vertiginosa em qualidade, crítica e bilheteria em relação ao original – e o pior de tudo, colocou em risco uma terceira aventura estrelada por Gal Gadot. Disponível na HBO Max.

‘Shameless’: 9ª Temporada ganha trailer e cartaz; Confira!

A 9ª temporada de ‘Shameless‘ ganhou trailer e cartaz.

Confira:

O novo ano estreia 9 de setembro no Showtime.

O elenco conta com William H. Macy, Emmy RossumEthan CutkoskyShanola HamptonCameron MonaghanSteve Howey.

‘The Twilight Zone’: Chris O’Dowd entra para o elenco do reboot de ‘Além da Imaginação’

De acordo com o Deadline, Chris O’Dowd se juntou ao elenco da série de terror antológica ‘The Twilight Zone‘, reboot do clássico ‘Além da Imaginação‘.

O ator estrelará, ao lado de Amy Landecker, um episódio chamado The Blue Scorpion.

O reboot irá estreará no dia 1º de abril, com um episódio duplo, na CBS All Access.

A série de terror antológica terá produção de Jordan Peele, que também será o narrador dos episódios.

Baseada na série original de 1959, a trama abordará temas como viagens no tempo, histórias sobrenaturais, vidas em outros planetas e entre outros.

O elenco grandioso conta com Taissa Farmiga, Zazie Beetz, Betty Gabriel, Seth Rogen, John Cho, Greg Kinnear, Sanaa Lathan, Kumail Nanjiani, Adam Scott, Alison Tolman, Jacob Tremblay, Jessica Williams, DeWanda Wise, Rhea Seehorn, Lucinda Dryzek, Jefferson White, Ginnifer Goodwin, Zabryna Guevara, James Frain, Jonathan Whitesell, Luke Kirby, Ike Barinholtz, Percy Hynes-White e Steven Yeun.

‘Coringa 2’: Site NEGA que sequência está em desenvolvimento; Saiba mais!

Ao contrário do que foi reportado anteriormente, o site Deadline afirma que a sequência ‘Coringa 2‘ ainda NÃO está oficialmente em desenvolvimento e nenhum acordo para o novo filme está sendo feito. Pelo menos, por enquanto.

O THR havia publicado que o diretor Todd Phillips estava em negociações para retornar, e que também estaria responsável pelo roteiro da continuação ao lado de Scott Silver.

Apesar de ter revelado não estar interessado em uma história de origem do Batman, o diretor afirmou que adoraria contar a história de origem de outros vilões, tais como Darkseid, um ditador adorado como o deus do mal, ou Lex Luthor, o eterno nêmesis do Superman.

Vale lembrar que o diretor irá ganhar aproximadamente US$ 100 milhões por ter dirigido ‘Coringa‘, pois renunciou de um grande salário antecipado em troca de participações nos lucros da bilheteria da produção – o que se provou uma escolha sábia, considerando que a adaptação ultrapassou US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais.

Recentemente, Phillips admitiu que está aberto a dirigir uma sequência após o sucesso da adaptação.

“Não poderia ser apenas um filme selvagem e louco sobre o Palhaço do Crime. Teria que ter alguma repercussão temática semelhante ao original, porque foi isso que conectou o público à narrativa. Muitos filmes são sobre a faísca, Coringa é sobre as cinzas. Se pudermos capturar isso novamente de uma maneira real, seria interessante numa sequência.”

Phillips se refere ao fato da adaptação abordar a dramática situação do protagonista enquanto trabalha como palhaço de aluguel e enfrenta a crueldade e o desprezo da sociedade para cuidar de sua mãe doente, ao mesmo tempo em que tenta lidar com sua condição mental.

Anteriormente, o diretor refletiu sobre o sucesso financeiro do filme e disse que a recepção do publico à história é muito mais importante que o dinheiro:

“Não se trata da bilheteria, mas sim da recepção do público. Eu recebi e-mails de gente dizendo que passou a olhar de forma diferente para pacientes com esquizofrenia.”, disse Phillips ao LA Times. “No fim das contas, a mensagem do filme é sobre o poder da gentileza e sobre a falta de empatia no mundo, e parece que isso agradou o público. É incrível como o filme tem inspirado as pessoas, eu vi um monte de gente dançando em escadarias pelo país. Isso é mais importante do que qualquer outra coisa.”

Os comentários de Phillips também parecem ser uma resposta à grande parte da controvérsia por trás do lançamento do filme, já que houve diversos protestos e preocupações de que a adaptação poderia inspirar atos de violência em massa.

Lembrando que ‘Coringa continua em exibição nos cinemas nacionais.

Assista nossa crítica:

Diretor de ‘Host’ fala sobre seu novo terror produzido por Sam Raimi

Em entrevista ao Bloody Disgusting, Rob Savage, diretor do elogiado ‘Host‘, revelou detalhes sobre o seu novo terror, ainda sem título, que será produzido pelo Sam Raimi (‘Arraste-me Para o Inferno‘).

“Nós temos um ótimo roteiro que eu estou animado. Não é spoiler dizer que o novo filme trará elementos sobrenaturais, mas segue em uma direção muito diferente do que em ‘Host’. É uma ideia muito simples e você acaba ficando surpreso que algo assim não foi feito antes. Quando conversamos sobre isso, nós imediatamente jogamos no Google e não conseguíamos acreditar que ninguém havia pensado em fazer algo assim.”

Ele continua, “Esperamos que, quando o mundo voltar ao normal, esse filme será o próximo que nós vamos filmar fora do subgênero found footage.”

Dirigido por Rob Savage, a produção segue o mesmo estilo que ‘Amizade Desfeita‘. O filme foi escrito, filmado e editado em menos de três meses e todos os atores filmaram suas cenas em suas próprias casas.

A trama segue seis amigos que contratam um medium para realizar uma sessão espírita através do Zoom durante a quarentena, mas eles percebem que foi um erro quando a situação sofre uma reviravolta sombria. Quando um espírito maligno invade suas casas, eles começam a perceber que podem não sobreviver a noite.

O elenco inclui Haley BishopRadina DrandovaEdward LinardJemma MooreCaroline WardEmma Louise Webb.

‘The Resident’: [SPOILER] deixa o elenco da série após 4 temporadas

*SPOILERS ABAIXO*

No episódio mais recente da 4ª temporada de ‘The Resident‘, intitulado Into the Unknown, nos despedimos da personagem Dr. Mina Okafor, que deixou o Chastain Park Memorial Hospital para retornar à Nigéria.

Essa foi a despedida da atriz Shaunette Renée Wilson, que deixou oficialmente o elenco da série.

“Depois de muita consideração, eu abordei os produtores há algum tempo para pedi-los que eu deixasse a série e eles concordaram – e eles criaram uma despedida incrível para a minha personagem,” afirmou a atriz em uma declaração. “Eu sou muito grata por ter interpretado essa personagem incrível. Gostaria de agradecer o estúdio, a emissora, o elenco, a equipe e, acima de tudo, aos nossos dedicados fãs pelo apoio à série nas últimas quatro temporadas.”

O próximo episódio, intitulado After the Storm, irá ao ar no dia 27 de abril.

A série foi criada por Amy Holden JonesHayley SchoreRoshan Sethi.

A trama gira em torno do Dr. Devon Pravesh (Dayal), um jovem médico idealista que começa seu primeiro dia sob a supervisão de um brilhante e austero residente sênior, revelando o lado bom e mau da medicina moderna. As vidas podem ou não ser salvas, mas as expectativas serão sempre destruídas.

Estrelada por Matt Czuchry, Emily VanCamp, Manish Dayal, Jenna Dewan, Shaunette Renée Wilson e Bruce Greenwood.

‘Liga da Justiça Sombria’: Guillermo del Toro revela DETALHES da adaptação cancelada

Em entrevista ao Happy Sad Confused, o diretor Guillermo del Toro compartilhou detalhes sobre sua cancelada adaptação de ‘Liga da Justiça Sombria‘, revelando quais personagens poderíamos esperar em sua versão da história.

“Eu nunca me envolvo em um projeto sem ter paixão pelo o que estou fazendo, porque é extremamente trabalhoso e você não quer ficar preso em algo que não ama. Você precisa se dedicar a um projeto por um ano no processo de desenvolvimento do roteiro. Se você dirigir o filme, são necessários mais três ou quatro anos.”

Ele completa, “Acredito que há uma versão do meu roteiro na internet. Para mim, o mais importante era tentar encontrar o equilíbrio perfeito entre a química desses personagens. Eu me inspirei um pouco no John Constantine de Alan Moore, além de pegar a dinâmica entre Abby [Arcane] e o Monstro do Pântano. Eu queria todos os meus personagens favoritos, como Demon e Etrigan. Eu amo esses personagens, então tentei reuni-los. Zatanna é outra personagem que é muito poderosa e interessante para mim.”

Para aqueles que não estão familiarizados, o projeto seria um filme com incursões dentro do gênero do terror e que traria personagens como Zaranna, Deadman e John Constantine em uma batalha contra a Magia das Trevas espalhada pelo universo DC. Del Toro arquitetou a produção, a qual passou por várias mudanças até perder força – isso é, até J.J. Abrams revivê-la através da HBO Max.

O filme original giraria em torno de Constantine. O anti-herói seria líder de um famoso grupo de super-heróis sobrenaturais conhecido como Shadowpact (Pacto das Sombras, em tradução livre) e formado por nomes como Pandora, Orquídea Negra e Vingador Fantasma

Antes da HBO Max ter anunciado uma versão seriada da história, a Warner Bros. também estava desenvolvendo uma adaptação baseada nos quadrinhos, que acabou sendo engavetada.

Recentemente, o artista Houston Sharp divulgou artes conceituais do Monstro do Pântano que ele criou para a adaptação, destacando o visual sombrio que o personagem poderia ter tido no longa.

Confira:

Além disso, também foram divulgadas outras artes focando um menino possuído coberto por moscas:

Vale lembrar que a adaptação que está sendo desenvolvida pela HBO Max será produzida pela Bad Robot, do J.J. Abrams.

Detalhes sobre a trama ou sobre os personagens que estrelarão a produção não foram divulgados. Nos quadrinhos, a equipe da Liga da Justiça Sombria conta com John Constantine, Monstro do Pântano, Madame Xanadu, Deadman, Doctor Mist, entre outros.

A Liga da Justiça Sombria foi introduzida em 2011, e um filme live-action estava em produção há alguns anos, com o Guillermo del Toro na direção, mas o projeto não saiu do papel.

‘Cruella 2’: Taylor Swift pode interpretar a VILÃ da sequência [RUMOR]

De acordo com o The Disney Insider, a cantora Taylor Swift está em negociações para interpretar a vilã da sequência ‘Cruella 2‘, que deve ser um musical.

Caso a informação seja verdadeira, a produção deve seguir um caminho similar à sequência ‘Coringa 2‘. Infelizmente, nada foi confirmado, então trate a notícia apenas como um rumor.

Curiosamente, há uma teoria na internet de que Swift fez uma participação secreta no primeiro filme, com o seu rosto aparecendo brevemente em uma ilustração no fundo de determinada cena.

Anteriormente, o diretor Craig Gillespie revelou o que podemos esperar da sequência:

“Estamos discutindo sobre como voltaremos a explorar esse universo. Eu amo que, no final do primeiro, há uma certa hesitação da Cruella ao entrar no Hellman’s Hall. Ela lutou por isso durante todo o filme, e, então, percebe o sacrifício que teve que fazer. É como se ela tivesse perdido a Estella. É perdeu uma parte de si mesma, sabe? Agora é existe como essa persona pública que precisa viver às expectativas dos outros. Senti que esse conflito era interessante. Para mim, até os eventos de ‘101 Dálmatas’, ela já foi completamente consumida por esse lado sombrio. Por enquanto, ela está nessa área cinza. Será interessante explorar como ela irá sucumbir às trevas.”

Emma Stone já teve o seu retorno confirmado como a personagem titular.

Orçado em US$ 100 milhões, o longa conseguiu incríveis US$ 233.3 milhões em plena pandemia do Coronavírus, além de conquistar 74% de aprovação da crítica.

E aí, você está animado para a sequência?

Natasha Henstridge, de ‘A Experiência’, estrelará TERROR inspirado no clássico ‘Cinderela’

De acordo com o Deadline, Natasha Henstridge (‘A Experiência’) estrelará ‘Cinderella’s Revenge‘, versão terror do clássico ‘Cinderela‘.

A atriz interpretará a Fada Madrinha. Lauren Staerck viverá a personagem titular.

A trama mostrará o surto psicótico da Cinderela, após ser constantemente humilhada pelas irmãs e pela madrasta – o que a leva a trocar seus sapatos de cristais por uma vingança sangrenta com a ajuda de sua Fada Madrinha.

Andy Edwards será responsável pela direção.

O elenco ainda contará com Stephanie Lodge, Beatrice Fletcher, Megan Purvis e Darrell Griggs.

Vale lembrar que uma outra versão terror da Cinderela também está em desenvolvimento, intitulada ‘A Maldição da Cinderela‘ (Cinderella’s Curse). Esta versão será dirigida e produzida por Louisa Warren.

Em comunicado oficial, a cineasta prometeu que o terror será sangrento: “Essa será uma versão única da história da Cinderela, que nós conhecemos e amamos. Teremos algumas mortes realmente brutais pelas mãos dela. Quem gosta de violência vai adorar minha reimaginação sombria.”

Ator rebate comentários HOMOFÓBICOS sobre a sexualidade de seu personagem em ‘9-1-1’

Através do seu Instagram, Oliver Stark quebrou o silêncio sobre os comentários homofóbicos que vem recebendo desde que seu personagem Evan Buckley foi confirmado bissexual na série ‘9-1-1‘.

O ator agradeceu o apoio dos fãs e detonou as reações preconceituosas sobre a sexualidade do seu personagem: “Eu realmente não me importo com a opinião de vocês.”

“Estou muito grato e emocionado pela reação dos espectadores pela narrativa do Buck. Eu li muitas de suas mensagens e não poderia estar mais orgulhoso. Mas, se você faz parte de um pequeno grupo de pessoas comentando que isso arruinou a série, eu gostaria que você soubesse que eu realmente não me importo. Essa é uma série sobre amor e inclusão. A trama sempre abordou relacionamentos queer desde o começo, incluindo o lindo casamento lésbico entre duas personagens negras, interpretadas por duas das melhores atrizes que já conheci. Se a sexualidade de um personagem te impede de curtir a série, sinto que você perdeu o ponto principal da história. Você não precisa anunciar que irá parar de assistir.”

No episódio em questão, Buck se sente enciumado pela crescente amizade entre Eddie (Ryan Guzman) e Tommy Kinard (Lou Ferrigno Jr.), o piloto do LAFD. Ao confessar a Tommy que só queria chamar a atenção, Buck recebe um beijo inesperado, consolidando o que muitos fãs já suspeitavam.

Nas redes sociais, a comunidade de fãs de 9-1-1 está em festa com a revelação. Diversos comentários celebram a nova fase de Buck e expressam a esperança de que isso represente um passo importante para a representatividade LGBTQIA+.

“Imagens reais de mim gritando sobre Buck ser canonicamente bissexual para todos os meus amigos que não assistem 9-1-1”.

“ABC recebendo 9-1-1 e fazendo Buck bi dentro de 4 eps POWER MOVE”.

“Fazer Buck bissexual é provavelmente a maior coisa que aconteceu em todo o universo de 911”.

“Evan Buckley — Bi Bi”.

“911 RENOVANDO 3 EPISÓDIOS NA TEMPORADA, JEALOUS BUCK E BI BUCK EM UM EPISÓDIO, ABC FAZENDO O QUE A FOX PODIA, ESTAMOS TÃO DE VOLTA”

“911 fãs quando buck é finalmente canonicamente bissexual”.

“911 finalmente percebeu Buck é frutado omg nós ganhamos”.

“Buck de 911 é Bi e é real?????”

“buck de 911 beijou um homem!”

“Todo fã do B99 que agora assiste a 9-1-1 sabe exatamente para onde isso está indo”. 

O ator Oliver Stark, que interpreta Buck, também celebrou a nova fase do personagem em uma postagem misteriosa no Instagram.

“Encontrando minha luz! Obrigado a todos por amarem o Buck tanto quanto eu… São 100 episódios, tem sido uma honra e um privilégio”, escreveu o ator.

Confira o trailer da 7ª temporada de 9-1-1e e siga o CinePOP no Youtube:

A série foi criada por Ryan Murphy, Brad Falchuk e Tim Minear.

A trama explora as vidas de policiais, paramédicos e bombeiros que precisam enfrentar as situações mais assustadoras e chocantes, enquanto respondem a chamados de emergência, e devem equilibrar o trabalho de salvar os mais vulneráveis e resolver os problemas em suas próprias vidas.

O elenco conta com Angela Bassett, Peter Krause, Jennifer Love Hewitt, Oliver Stark, Aisha Hinds, Kenneth Choi, Ryan Guzman, Corinne Massiah e Gavin McHugh.

Encontro com o Ditador

(Meeting with Pol Pot)

 

Elenco:

Irène Jacob
Grégoire Colin
Cyril Gueï

 

Direção: Walt Dohrn, Brad Ableson

Gênero: Drama

Duração: 112 min.

Distribuidora: Pandora Filmes

Orçamento: US$ 2 milhões

Estreia: 2 de Janeiro de 2025

Sinopse: 

Em ENCONTRO COM O DITADOR, durante três anos, o Camboja esteve sob o jugo do revolucionário Pol Pot e do seu Khmer Vermelho. A economia foi devastada e quase dois milhões de cambojanos morreram num genocídio que permanece silencioso, mas três franceses notam que há algo estranho no ar ao desembarcarem no país buscando uma entrevista exclusiva com Pol Pot.

Curiosidades: 

» O longa é baseado no romance homônimo escrito por Elizabeth Becker;

Trailer:

Cartazes: 

Pôster do filme 'Encontro com o Ditador', três pessoas.

Fotos: 

Homens trabalhando em esculturas em oficina com mural

Três pessoas esperando em uma pista de pouso vazia

Fotógrafo agachado capturando imagens na floresta

‘Uma Batalha Após a Outra’ deve arrecadar US$ 50 milhões em estreia GLOBAL

De acordo com o Deadline, o aclamado longa ‘Uma Batalha Após a Outra‘, que conquistou impressionantes 98% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, deve arrecadar US$ 50 milhões em sua estreia global.

Projeções recentes indicam que o filme deve abrir em torno de US$ 20-25 milhões nos EUA, além de acrescentar US$ 25 milhões do mercado internacional.

Esta deve se tornar a maior estreia doméstica e global da carreira do cineasta Paul Thomas Anderson.

Crítica | ‘Uma Batalha Após a Outra’ é o MELHOR filme do ano!

Apesar da produção ter contado com um orçamento de US$ 140 milhões, o site destaca a aclamação do filme está rendendo um boca a boca bem-sucedido para a temporada do Oscar – o que deve despertar a curiosidade dos espectadores e refletir em seu desempenho nas telonas.

Uma Batalha Após a Outra‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 25 de setembro.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Escrito e dirigido por Paul Thomas Anderson (‘Licorice Pizza’), o filme é baseado no livro Vineland, escrito por Thomas Pynchon.

O elenco ainda conta com Regina Hall, Sean Penn, Alana Haim, Teyana Taylor, Wood Harris e Benicio del Toro.

Gugu Mbatha-Raw é assombrada pelo passado no teaser de ‘Possession’, nova série sobrenatural da Sky TV

A Sky TV divulgou o primeiro teaser trailer de ‘Possession‘, série de suspense estrelada pela Gugu Mbatha-Raw (‘Loki’).

Na trama, uma ambiciosa advogada viaja à Jamaica para contestar uma reivindicação de herança apresentada pelo morador local Cudjoe East contra o rico aristocrata branco Oliver Connaught. No entanto, sua missão toma um rumo inesperado quando ela descobre que a propriedade em disputa é a Hope Hill — a antiga plantação da família Connaught na Jamaica e a mesma casa sinistra que tem assombrado seus pesadelos.

Confira:

Sem data de estreia, a produção será lançada no segundo semestre de 2026.

Criada por Karla Crome, a série conta com a direção de Storm Saulter.

O elenco ainda inclui Jonny Lee Miller, Sheldon Shepherd, Bel Powley, Nadean Rawlins, Sean Gilder, Olunike Adeliyi, Richard Dillane, Diveen Henry e Jack Bandeira.

‘My War Gone By, I Miss It So’: Tom Hardy vai estrelar mais um filme de guerra!

Tom Hardy mal estreou nos Estados Unidos com ‘Dunkirk’, e já está planejando estrelar e produzir mais um filme de guerra, baseado em uma história real. Desta vez, o indicado ao Oscar estará em ‘My War Gone By, I Miss It So’.

A produção será baseada no livro homônimo escrito pelo jornalista Anthony Lloyd, lançado em 1999. O material original traz um relato pessoal do autor, que deixou a Inglaterra aos 26 anos para cobrir os conflitos da Bósnia. Ele relata as atrocidades que testemunhou e os reflexos que elas tiveram em seu emocional, acarretando até mesmo mesmo em abuso de entorpecentes.

Em entrevista à revista Variety, Hardy falou sobre a sensibilidade e o potencial do material:

My War Gone By’ é dilacerado e ao mesmo tempo sensível. A obra relata tanto as questões ligadas ao vício como os reflexos de uma experiência vivida na guerra. Eu fiquei hipnotizado pelo trabalho desenvolvido por Anthony e no meu ponto de vista este é um livro de suma importância”.

Quem assume a direção da adaptação é Gavin O’Connor, com que Hardy trabalhou em ‘Guerreiro’.

‘Star Wars: Episódio 9’: Collin Trevorrow fala sobre sua saída pela primeira vez

O cineasta Collin Trevorrow falou pela primeira vez sobre sua saída de ‘Star Wars: Episódio 9’.

Em uma entrevista à revista britânica Empire, ele comentou que a decisão foi mútua e que evita falar no assunto, para que isso não prejudique a “magia” de ‘Star Wars’.

Disse:

“Eu não quero me estender sobre isso porque não quero que isso afete a maneira como os fãs encaram esses filmes. Quando nós éramos crianças, essas produções chegavam a nós como algo vindo de um lugar muito distante. Eles eram um presente. E quanto mais nos delongamos sobre esse assunto, mas isso revela que todo esse universo não passa de simples filmes. Mas eles não são apenas filmes, são muito mais que isso. E além disso, eu tive a oportunidade de poder contar uma história que é uma celebração de tudo que eu acredito. Pude contá-la ao George Lucas, ao Luke Skywalker… e essas experiências são coisas que eu estimarei pelo resto da minha vida”.

Star Wars: Episódio 9’ estreia dia 20 de dezembro de 2019.

‘Star Wars: Episódio IX’: Suposto título oficial e cartaz do filme vazam; Confira!

Um dos filmes mais aguardados do ano é, sem sombra de dúvidas, ‘Star Wars: Episódio IX‘. E após o vazamento do primeiro cartaz oficial, antes da convenção Star Wars Celebration, parece que o título também foi anunciado antes do tempo.

Segundo o portal Cosmic Book News, o título, que seria ‘Star Wars: Will of The Force‘, já havia sido compartilhado no site 4Chan anonimamente. Com a popular convenção da saga iniciando na última quinta-feira (11), os fãs que já estiveram no evento estão afirmando no Twitter que de fato o nome do longa parece mesmo ser legítimo.

Uma imagem do cartaz vazado com o título está circulando na internet.

Confira:

Com a Star Wars Celebration a todo vapor, os fãs podem esperar novidades fresquinhas sobre a franquia, incluindo conteúdos sobre a nova série de Jon Favreau, ‘Os Mandalorianos‘.

 

Star Wars: Episódio IX’ deve acabar com a saga Skywalker e traz em seu elenco principal Daisy Ridley, Adam Driver, John Boyega, Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall Gleeson, Kelly Marie Tran, Joonas Suotamo, Billie Loud, Naomi Ackie, Richard E. Grant, Kery Russell e os veteranos Mark Hamill Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força’.

O filme estreia no dia 20 de dezembro de 2019.

‘Riverdale’: Mr. Honey vai morrer na promo do último episódio da 4ª temporada; Assista!

O último episódio da 4ª temporada de ‘Riverdale‘, intitulado “Killing Mr. Honey”, promete fortes emoções, com o grupo de protagonistas mais uma vez sujando as mãos, para matar Mr. Honey.

E na intensa promo divulgada, os personagens vão ter que se virar para desovar o corpo e tentar manter mais um novo segredo. O episódio final vai ao ar no dia 06 de maio.

Confira, com as imagens do capítulo em questão:

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.

O elenco inclui KJ ApaLili ReinhartCamila MendesCole SprouseMadelaine Petsch, Madchen Amick, Luke Perry, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.

‘Stranger Things’: Finn Wolfhard revela que 4ª temporada estreia apenas em 2022

A pandemia do Coronavírus redefiniu os planos da Netflix quanto à produção e lançamento da aguardada 4ª temporada de ‘Stranger Things‘.

E aparentemente, o vindouro ciclo deve demorar ainda mais para chegar aos assinantes no streaming. Em um vídeo recente, o astro Finn Wolfhard teria sugerido a possível data de estreia do ciclo, pontuando que os novos episódios devem ser lançados apenas em 2022.

Na ocasião, ele revelou:

“A 4ª temporada deve ser lançada em algum momento do ano que vem, eu espero, mas tem sido muito divertido”.

Assista ao vídeo:

Confira a nossa crítica da 3ª temporada:

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quarta ou quinta temporada.

Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

Elenco de ‘Twisters’ fala sobre TENSA experiência com tornado e possível sequência; Assista nossa entrevista!

O thriller de açãoTwisters, que marca o retorno da popular franquia iniciada em 1996, teve sua estreia nesta quinta-feira (11) nas telonas e resgata o cinema-catástrofe com uma nova trama, que explora os dilemas de um trio de caçadores de tornados, em meio à região interiorana do estado de Oklahoma (EUA).

Rodado durante a temporada de tornados, o longa traz Daisy Edgar-Jones (‘Fresh’), Glen Powell (‘Todos Menos Você’) e Anthony Ramos (‘Hamilton’), que concederam uma entrevista ao CinePOP e revelaram detalhes inéditos a respeito dos bastidores da produção.

Na ocasião, o trio de protagonistas compartilhou sobre uma tensa experiência com um tornado e ainda deu detalhes sobre a cena de ação mais insana feita para o filme. Os atores ainda comentaram sobre a possibilidade de uma sequência.

Assista:

Relembre o trailer:

Dirigido por Lee Isaac Chung, o longa é um reboot de ‘Twister‘, filme clássico de 1996.

Na trama, Kate Cooper (Edgar-Jones) é uma ex-caçadora de tempestades assombrada por um encontro devastador com um tornado durante seus anos de faculdade, que agora estuda padrões de tempestades nas telas em segurança na cidade de Nova York. Ela é atraída de volta às planícies por seu amigo, Javi, para testar um novo sistema revolucionário de rastreamento. Lá, ela cruza seu caminho com Tyler Owens (Powell), o carismático e imprudente ícone das redes sociais que se diverte postando suas aventuras de caça a tempestades com sua equipe barulhenta, quanto mais perigoso melhor. À medida que a temporada de tempestades se intensifica, fenômenos aterrorizantes nunca antes vistos são desencadeados e Kate, Tyler e suas equipes concorrentes se encontram diretamente no caminho de múltiplos sistemas de tempestades convergindo sobre o centro de Oklahoma na luta de suas vidas.

O elenco ainda conta com David Corenswet, Brandon Perea, Sasha Lane, Daryl McCormack, Kiernan Shipka, Nik Dodani e Maura Tierney.

Crítica | Pai do Ano – Michael Keaton no piloto automático em um drama açucarado

Dirigido por Hallie Meyers-Shyer (De Volta Para Casa), Pai do Ano (Goodrich) acompanha Andy Goodrich (Michael Keaton), um típico homem abastado de Los Angeles que, apesar de suas dificuldades financeiras como dono de uma galeria de arte, nunca realmente precisa lidar com questões monetárias. Seu maior desafio surge quando sua esposa Naomie (Laura Benanti) interna-se em uma casa de reabilitação, forçando-o a assumir a responsabilidade pelo casal de gêmeos de nove anos que, até então, eram cuidados pela mãe viciada em remédios de tarja preta e uma babá.

A narrativa se apoia nos clichês do gênero, trazendo a clássica história do homem deixado sozinho com os filhos que, de forma quase milagrosa, aprende a ser pai – tudo isso sem grandes sacrifícios ou consequências reais. Pai do Ano ganha um pouco mais de peso com a presença de Grace (Mila Kunis), a filha mais velha de Andy, que está grávida e ressente a ausência do pai. Essa camada emocional, no entanto, não é verdadeiramente aprofundada e funciona mais como um aditivo dramático do que um conflito genuíno.

Homem careca gesticulando em escritório cheio de livros

Michael Keaton entrega uma performance carismática, fazendo de Andy um sujeito falho, mas afável. Sua jornada de redenção lembra inevitavelmente a de Robin Williams em Uma Babá Quase Perfeita (1993), de Chris Columbus, no qual o personagem descobre tardiamente as alegrias e desafios da paternidade. Mila Kunis, por sua vez, adiciona nuances ao papel de Grace, traduzindo bem o ressentimento e a mágoa de uma filha esquecida. Entretanto, seu arco dramático parece subaproveitado, refletindo a maneira como Andy, e o próprio roteiro, não lhe dão a devida atenção. 

Uma das cenas bonitas do filme ocorre quando Andy apresenta Casablanca (1942) aos gêmeos. Enquanto Andy se encanta em compartilhar um clássico do cinema, ele ignora se o conteúdo é apropriado para crianças. O momento simboliza uma conexão entre pai e filhos, mas também revela a imaturidade do protagonista e seu lento crescimento como figura paterna. A sequência reflete sua dificuldade em compreender as reais necessidades dos filhos e a dificuldade de estabelecer vínculos genuínos com eles.

Pai e filhos olhando tablet juntos em casa

Embora apresente momentos cativantes de interação familiar e um humor leve, Pai do Ano sofre com problemas típicos do gênero: personagens secundários pouco desenvolvidos e uma trilha sonora sentimental. A subtrama da galeria de arte prestes a fechar nunca soa como uma verdadeira ameaça, pois Andy não aparenta aflição pela sua situação financeira — um problema comum em comédias que tentam abordar crises existenciais de personagens ricos sem nunca comprometê-los com consequências reais.

Além disso, Pai do Ano se insere como um filme genérico dentro da retomada da carreira de Michael Keaton, que voltou aos holofotes após sua nomeação ao Oscar por Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância) (2014), de Alejandro González Iñárritu, e entregou trabalhos marcantes como Spotlight: Segredos Revelados (2015) e Fome de Poder (2016). Mesmo retornando ao seu icônico papel de Beetlejuice na sequência de Tim Burton no ano passado, seu personagem Andy Goodrich parece o mais pálido dessa trajetória. Sem grandes nuances ou desafios, Keaton se mantém no piloto automático, entregando um desempenho competente, mas sem grandes momentos.

Homem e mulher conversando sentados sorridentes

A reabilitação de Naomie, por exemplo, parece um detalhe secundário, pois a dinâmica familiar não passa por mudanças significativas durante sua ausência. O filme trata o problema como um obstáculo temporário, sem explorar suas verdadeiras implicações para os filhos ou para o próprio Andy. A sensação é de que tudo transcorre de maneira previsível, evitando apimentar a comédia dramática com conflitos pertinentes para o crescimento legítimo do personagem.

O tom geral de Pai do Ano é tão brando que, mesmo nas cenas que deveriam gerar maior impacto emocional, a narrativa nunca consegue provocar uma reação genuína do espectador. O filme é um passatempo agradável, porém esquecível, seguindo a mesma linha do primeiro longa da diretora: De Volta Para Casa (2017). Esta obra, portanto, nunca se aprofunda no potencial dramático de sua premissa, optando por um tom açucarado que torna a jornada de Andy mais conveniente do que realmente transformadora.

 

Distribuído pela Diamond Films, Pai do Ano (Goodrich) estreia nos cinemas brasileiros em 20 de março de 2025.

Marvel desmente lançamento de novo trailer de ‘Vingadores: Guerra Infinita’

Após muitas especulações e rumores de que um novo trailer com cenas inéditas de Vingadores: Guerra Infinita seria lançado hoje (13), a Marvel desmentiu, alegando que os fãs não verão nada do filme neste semana.

Só resta aguardar pelo novo trailer, que está para sair muito em breve.

Confira os teasers:

Comercial da Disney revela armadura completa do Homem de Ferro em ‘Guerra Infinita’; Vem ver!

A trama vai mostrar o vilão Thanos juntando as Jóias do Infinito e declarando guerra contra os Vingadores, que estão separados após os eventos de ‘Capitão América: Guerra Civil‘.

Guerra Infinita‘ será lançado nos cinemas em 26 Abril de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 02 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

‘Vingadores: Guerra Infinita’ mostrará a dor e sacrifício dos heróis, diz diretor

Bizarro! Filho de Stephen King acredita ter resolvido antigo caso de assassinato

Olha essa história! O escritor Joe Hill, filho do também escritor Stephen King, acredita ter solucionado um misterioso assassinato não resolvido em Massachusetts, nos EUA.

Tudo começou após Hill assistir ao clássico Tubarão, de Steven Spielberg. Assim que o filme terminou, ele comentou em seu blog oficial que encontrou grandes semelhanças entre uma das figurantes e a mulher assassinada na vida real.

Por coincidência (ou não!), o clássico do suspense foi filmado na mesma região, no verão de 1974, e a mulher assassinada foi encontrada um mês depois, em julho, se tornando conhecida como Senhora das Dunas.

Sua morte nunca foi solucionada e seu corpo foi exumado três vezes (em 1980, 2000 e 2013) em esforços para a identificar e seu homicida, ainda assim, não tiveram sucesso, mesmo tendo feito reconstrução de seu rosto várias vezes.

Será que agora com a possível descoberta de Hill o caso será reaberto? Que louco!

 

‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’ | Os dois anos da maior catarse coletiva do MCU

Há dois anos, o mundo vivia uma das maiores catarses coletivas da história do cinema: Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa enfim estreava, após uma série de especulações que tomaram a cabeça dos fãs em meio a pandemia de Covid-19. Em novembro de 2020, o ator Tom Holland postou uma foto nos sets da Sony/ Marvel usando seu traje do Homem-Aranha e uma máscara de proteção em cima. O terceiro filme do Cabeça de Teia do MCU estava previsto para estrear em novembro de 2021, sendo que todo mundo já aceitava a ideia de que ele seria adiado indeterminadamente. Não só por conta do vírus mortal que tomava o planeta, mas principalmente porque era um projeto enorme e os filmes que estavam saindo nos cinemas não correspondiam às expectativas financeiras. E todos sabem que os estúdios não gostam de perder dinheiro, né?

Pois bem, as filmagens voltaram e como o lockdown ainda estava em alta, parece ter havido um menor cuidado na hora de esconder os atores que integrariam o elenco.

Em outubro, o ator Jamie Foxx já havia postado uma foto no Instagram confirmando que voltaria a interpretar o Electro – da franquia de Andrew Garfield – no novo filme do Homem-Aranha. Mais do que isso, a foto do vilão tinha três Homens-Aranhas olhando para o raio azul do Electro. Junto a isso, não demorou muito para que os paparazzi flagrassem Alfred Molina, o Doutor Octopus de Homem-Aranha 2 (2004) nos sets. Em seguida, o estúdio confirmou que ele repetiria o papel e também seria o vilão do filme. Com os boatos de que o longa seria inspirado na polêmica saga Um Dia a Mais, em que Peter Parker faz um pacto demoníaco para que as pessoas esquecessem sua identidade secreta, misturado a uma aventura no multiverso, os fãs logo assumiram que não seriam apenas os vilões a voltar para a sequência. Já era mais que óbvio para todos que a tão sonhada reunião dos Homens-Aranhas do cinema estava prestes a acontecer.

Só que produtores, atores e diretores negavam constantemente que a reunião aconteceria. Enquanto isso, os fãs passaram a vasculhar e fazer ‘marcação pesada’ em cima de Andrew Garfield e Tobey Maguire. Stories, fotos, tweets… Tudo era motivo de especulação de fãs desesperados à procura de qualquer pista que indicasse a volta dos outros Peters.

Então, saiu o primeiro trailer, confirmando Octopus como vilão. Essa prévia foi o bastante para deixar os fãs maluquinhos. A cena do Otto aparecendo no final rendeu memes comparando o personagem com o comentarista esportivo Walter Casagrande e viralizou em todas as redes sociais. Pouco tempo depois, vazaram fotos de Willem Dafoe, o Duende Verde do Sam Raimi, nos sets de filmagem. Dessa vez, eles não confirmaram a presença do ator e seguraram até o lançamento do outro trailer, que terminou com o próprio Duende Verde dando as caras no final.

Então, começaram os vazamentos. É bem provável que tenha sido o maior caso de vazamentos de arquivos da Sony desde os polêmicos e-mails da empresa em 2015, que acabaram redefinindo diversas franquias da Cultura Pop, incluindo a do Homem-Aranha.

O primeiro deles foi a já clássica imagem do Andrew Garfield com o traje do segundo filme em uma tela azul, apoiando o braço numa estrutura de ferro. Faltando poucos meses para o lançamento do longa, os fãs explodiram de emoção com o vídeo de milissegundos. A Sony, obviamente, negou que aquilo era real. Na mesma época, um prestigiado youtuber do meio da edição de vídeo gravou um vídeo “provando” que o conteúdo vazado era falso. Isso abriu uma grande discussão dentre os fãs para debater se era ou não real.

Mas a situação perdeu o controle mesmo com os vazamentos dos figurinos. Nas fotos, era possível ver o traje clássico do Aranha dos anos 2000, mas com leves alterações. Também era possível ver o uniforme de Andrew Garfield e a roupa preta que Tom Holland usa no filme. Para piorar as coisas, o trailer final brasileiro cometeu uma gafe que rodou o mundo. Na cena em que os vilões se unem para atacar o Homem-Aranha, o Lagarto tomava chute invisível na cara.

Durante a edição, um desavisado não percebeu o chute de Andrew Garfield e o apagou do vídeo, deixando sua ação ser executada por um indivíduo invisível. Quando os fãs perceberam e começaram a postar os prints, o perfil apagou o vídeo e colocou uma versão alterada. Mas já era tarde demais. O mundo já havia visto.

Então, na semana da estreia, milhões de fãs queriam ver o filme exclusivamente para saber se Tobey e Andrew fariam a participação ou não. Nas redes sociais, campanhas pedindo para não espalharem spoilers tomaram conta. E no fim das contas, esse tanto de vazamentos acabou servindo como uma publicidade espetacular para o filme, que não saía da boca do povo em meio a pandemia. E o melhor de tudo é que a primeira dose da vacina foi lançada alguns meses antes, então já seria mais seguro ir aos cinemas de máscara, contanto que estivessem vacinados. Ou seja, era o menos pior dos cenários dentre o inferno que o mundo vivia.

Para a Sony, o resultado foi fantástico. Nem mesmo o mais otimista investidor podia esperar que, em plena pandemia, o filme fosse não só romper a marca do bilhão, mas de chegar pertinho de fazer dois bilhões de dólares em bilheteria, mostrando que o cinema poderia sobreviver aos anos fechados.

Atualmente, há quem discuta qual momento seria o ápice da Cultura Pop envolvendo os super-heróis. Se é Sem Volta Para Casa ou a sensacional batalha final de Vingadores: Ultimato (2019). Enquanto um foi o resultado de mais de dez anos de planejamento do estúdio, com 21 filmes levando até aquele momento, o outro transcendia o próprio MCU, reunindo de três gerações de fãs para conferir os heróis de suas respectivas épocas interagindo em tela.

Diante disso, fica até complicado de discordar que nenhum ato dos filmes inspirados em quadrinhos supera o encontro dos Peters em tela. E o mais interessante disso é que Sem Volta Para Casa, tal qual a HQ que serviu de base, conseguiu fazer um retcon no Peter Parker do MCU de forma quase natural. Isso porque o filme desenvolve a história do garoto, redefinindo ideias anunciadas previamente – como a de não mostrar a perda traumática do Tio Ben, mas substituindo o momento pela morte da Tia May – e redirecionando o protagonista para um caminho mais próximo do que os fãs queriam.

Nas redes sociais, era muito comum ver as reclamações de que o Peter do Tom Holland era muito mimado e distante do garoto simples das HQs. Da mesma forma, sua dependência das figuras paternas era um incômodo. Então, o filme tratou de terminar com o menino sozinho, sem faculdade, sem amigos ou namorada, se mudando para um muquifo em Nova York. É aquilo, né? Quanto mais ferrado o Peter, mais felizes ficam os fãs.

No fim das contas, os fãs que tiveram o privilégio de ver esse filme nos cinemas puderam viver uma experiência que dificilmente se repetirá tão cedo. A catarse das sessões pelo mundo foi algo único, com fãs vibrando como um gol em final de Copa do Mundo quando Andrew Garfield apareceu pela primeira vez. O que parecia ser impossível aconteceu. O sonho antigo de gerações se realizou e a Marvel, dois anos depois, conseguiu superar a sensação da batalha final de Ultimato, em um momento que mexeu diretamente com o emocional de diferentes públicos.

Para muitos, esse foi o grande ato final do MCU que conquistou milhões pelo mundo, já que as produções seguintes não chegaram perto de repetir o sucesso deste filme.

Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa está disponível no Amazon Prime Video.

Crítica | Meu Sangue Ferve Por Você – Cinebiografia de Sidney Magal é uma LINDA História de Amor [Festival do Rio 2023]

Não seria exagero dizer que praticamente todo brasileiro conhece Sidney Magal. Tendo iniciado sua carreira nos anos 70, também não seria exagero dizer que o cantor embalou romances de pelo menos 5 gerações em nosso país. Suas músicas, que basicamente falavam da efervescência corpórea resultante do enamoramento, seguem até hoje sendo tocadas nas festas, nos shows e na memória afetiva da população brasileira. Após ter lançado um documentário narrando toda a sua trajetória, dessa vez o cantor traz ao Festival do Rio 2023 sua cinebiografia de ficção, o animadíssimo ‘Meu Sangue Ferve Por Você’.

Sidney Magal (Filipe Bragança) está no auge da sua carreira no final dos anos 90. Há fãs esperando por ele na porta do hotel e gritaria ao fim de cada show, e ele se diverte com tudo isso. Certo dia, ao chegar em Salvador para uma agenda de compromissos, o cantor aleatoriamente entra num táxi dirigido por Magali (Giovana Cordeiro), que estava indo para uma festa. Imediatamente Sidney fique interessado na menina, mas ela não lhe dá nenhuma brecha. Quis o destino que, no dia seguinte, os dois voltassem a se encontrar em um concurso de beleza, no qual Magali acaba participando sem querer. O reencontro faz com que o coração de Magal bata de forma diferenciada e, a partir daí, o cantor fica maluco pela menina e fará de tudo para conquistá-la, mesmo que isso signifique bater de frente com seu empresário JP (Caco Ciocler).

O filme de Paulo Machline é uma envolvente comédia romântica musical, que perpassa o imaginário de milhares de brasileiros que cantaram e bailaram ao som do cigano das lambadas. O longa já começa com uma cena de abertura que traz a música título, o que faz com que imediatamente o público se conecte com a história e eleve a expectativa. Alternando com as músicas clássicas de Magal, o público será contemplado também com dois solos surpreendentes cantados por Giovana e por Caco Ciocler, ambos esplendorosos em personagens tão opostos e conflitantes.

Surpreendente talvez seja a palavra que mais defina ‘Meu Sangue Ferve Por Você’. O roteiro de Roberto Vitorino, Homero Olivetto, Paulo Machline e Thiago Dottori acertadamente foca no principal elemento da vida do seu biografado: o amor. Não é de hoje que Magal fala que sua vida gira em torno de seu amor por esta que ele define como a mulher de sua vida: Magali. Assim, o roteiro, em vez de falar sobre o envolvimento do cantor com outras mulheres no seu passado ou na sua vida antes do estrelato, foca no elemento que define o biografado desde 1997: seu amor por Magali.

Com um figurino deslumbrante, Filipe Bragança é um Magal perfeito, em trejeitos, caracterização, rebolados e, acima de tudo, cantando. Todo o elenco canta no filme, mas Filipe consegue modular sua voz no mesmo tom de Magal, fazendo com que o espectador duvide de que o que estamos vendo não seja o Magal verdadeiro. Emanuelle Araújo, no papel da mãe de Magali, brilha como antagonista, especialmente em suas cenas com Sidnei Santiago Kwanza e Tânia Tôko, uma trinca afiada entre o humor e o drama. Emanuelle, com o seu vozeirão, presta bela homenagem cantando nos créditos finais do filme.

Meu Sangue Ferve Por Você’ é a cinebiografia do amor, de um homem que se definiu pelo amor. Um filme que diverte, emociona, faz você torcer pelos personagens e acessa várias camadas de memória afetiva dos brasileiros. Uma homenagem à altura deste que é um dos maiores e mais populares cantor de todos os tempos da música brasileira.

‘Leaving Neverland’: Polêmico documentário sobre Michael Jackson ganha trailer oficial

“Ele apareceu como alguém amável, carinhoso e bom”. “Todos queriam estar com Michael, e aí ele gosta de você“. “Os dias eram cheios de aventuras infantis e mágicas”.

Esses são alguns dos relatos ouvidos no primeiro trailer de Leaving Neverland, documentário sobre o ícone da música Michael Jackson, produzido pela HBO e que causou um barulho considerável em sua estreia no Festival de Sundance deste ano.

As felizes memórias dos entrevistas logo de tornam bastante obscuras. “Ele me disse que se alguém descobrisse o que estávamos fazendo, ele e eu iríamos para a cadeia para o resto das nossas vidas”.

Dirigido por Dan ReedLeaving Neverland é um documentário dividido em duas partes que “explora as experiências separadas, porém paralelas, de dois jovens garotos – James SafechuckWade Robson, com respectivamente dez e sete anos à época que sofreram abusos sexuais nas mãos de Michael Jackson”.

O filme estreia na HBO nos dias 03 e 04 de março. Confira o trailer abaixo:

‘Legends of Tomorrow’: 5ª temporada ganha data de estreia!

Segundo o site ComicBook.com, a 5ª temporada de Legends of Tomorrow finalmente ganhou sua data de estreia: como parte do cross-over ‘Crise nas Infinitas Terras’, o primeiro episódio será exibido no dia 14 de janeiro de 2020.

Relembre a sinopse oficial:

Quando heróis sozinhos não são o suficiente… o mundo precisa de lendas. Já tendo visto o futuro, um deles irá desesperadamente tentar impedi-lo de acontecer. Rip Hunter (Arthur Darvill), o viajante do tempo, recebe a tarefa de reunir um disforme grupo de heróis e vilões para confrontar uma ameaça difícil de parar; uma que não ameaça somente a integridade do planeta, mas do próprio tempo como uma entidade. Será que este improvável time é capaz de combater uma ameaça imortal, diferente de tudo que eles conhecem?

O elenco conta com Caity Lotz, Brandon Routh, Maisie Richardson-Sellers, Tala Ashe, Jes Macallan, Courtney Ford, Amy Pemberton, Ramona Young, Nick Zano, Dominic PurcellTerry Chen.

‘Pessoas Normais’: Novo drama do Hulu ganha trailer oficial; Confira!

A nova série da plataforma Hulu, intitulada ‘Pessoas Normais‘ (Normal People) e baseada no best-seller homônimo escrito por Sally Rooney, ganhou seu primeiro trailer completo.

Confira:

A obra se passa na Irlanda entre os anos de 2011 e 2015 e acompanha Marianna e Connell, à medida que ambos transitam pela escola e depois pela Trinity College, em Dublin. A trama explora o relacionamento deles, conforme ambos vão crescendo, se descobrindo e cometendo seus próprios erros. A história aborda as complexidades da vida jovem-adulta, tratando ainda questões ligadas à classes sociais, política e saúde mental.

Pessoas Normais‘ vai contar com 12 episódios de meia hora cada, roteirizados por Rooney, ao lado de Alice Birch e Mark O’Rowe. Lenny Abramason dirigirá metade dos capítulos, com a outra parte sendo dirigida por Hettie McDonald.

A série estreia em 2020 no streaming Hulu e na emissora BBC, em data ainda a ser confirmada.

O elenco conta com Daisy Edgar-Jones (‘Guerra dos Mundos‘) e Paul Mescal.

David Arquette se responsabiliza pelas franjas de Courteney Cox em ‘Pânico 3’

Pânico tornou-se uma das sagas mais adoradas pelos fãs de terror e vem conquistando novos fãs desde sua estreia em 1996. Entretanto, por mais fiel que a fanbase da franquia slasher seja, é quase impossível fazer vista grossa para um detalhe específico: as franjas de Gale Weather (Courteney Cox) em Pânico 3’.

Em entrevista ao ET OnlineDavid Arquette, que interpreta Dewey nos filmes, revelou que o “infeliz” corte de cabelo foi sua ideia – e que ele se responsabiliza por tudo.

“As franjas foram minha culpa. Devo admitir, eu disse: ‘você deveria fazer algo no estilo Bettie Page, nem que seja um pouco’. Foi minha culpa. Totalmente, me responsabilizo por completo. Digo, as franjas foram culpa de um cabeleireiro profissional. E eles não fizeram realmente Bettie Page. Essa era a ideia. Eles tentaram brincar com isso”.

Vale lembrar que Arquette e Cox já estão confirmado no quinto filme da franquia.

Em outra entrevista ao ComicBook.com, Arquette pareceu empolgado com o retorno à franquia e disse que adoraria repetir a experiência em mais filmes, além do 5º filme.

“Eu amo interpretar Dewey. Esse personagem teve um papel muito importante na minha vida e na minha carreira. Como ator, você tenta fazer filmes que funcionem, divirtam e que prendam a atenção do público… E eu sinto que a franquia ‘Pânico‘ causa essas sensações.”

Questionado sobre o que acha da expansão da franquia além de ‘Pânico 5‘, ele foi direto ao responder:

“Seria incrível. A base de fãs de terror é enorme, então quando você realmente se conecta com eles, e tem a possibilidade de ir além, é algo muito especial. Quando [os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett] me convidaram para o próximo filme, só eu tinha confirmado presença… Agora temos temos Courteney [Cox], espero que Neve [Campbell] se junte à equipe também. Acho que será um retorno triunfante.”

As filmagens da sequência vão acontecer no Spyglass Media Group, em Wilmington, Carolina do Norte.

O plano da Paramount Pictures é lançar o novo filme em 2021.

Em entrevista ao Comic Book, o produtor Kevin Williamson revelou que já leu o roteiro da sequência e afirmou que o novo capítulo da saga será “inventivo” e irá “honrar o legado de Craven“.

“Estou animado por voltar a trabalhar com os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillertt no próximo filme da franquia ‘Pânico‘. A visão deles para a sequência é original, inventiva e irá honrar o legado do Wes Craven de um jeito incrível. ‘Casamento Sangrento‘ foi um dos meus filmes favoritos do ano passado e mal posso esperar para ver o que o talento deles irá trazer ao universo ‘Pânico‘. Estou animado por fazer parte disso.”

‘Pânico 5’: Teoria aposta que Sidney será assassinada logo no início do filme

Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillertt , do elogiado ‘Casamento Sangrento’, dirigem.

O primeiro filme da franquia estreou em 1996 e tornou-se um clássico instantâneo e revolucionário que misturou elementos do terror slasher com a metalinguagem cinematográfica. Dirigido por Wes Craven e roteirizado por Kevin Williamson, a trama focava em um serial killer mascarado conhecido pelo nome de Ghostface, que utilizava bordões e um assustador conhecimento sobre produções do gênero para perseguir suas vítimas.

Juntas, as quatro iterações arrecadaram mais de 608 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.

Depois do lançamento de Pânico 4’ em 2011 e com a morte de Craven, a MTV resolveu produzir um reboot seriado da saga, reinventando o icônico personagem de Ghostface para as telinhas em 2015.  

Fique ligado para mais informações!

Lachlan Watson se recorda de sua jornada em ‘O Mundo Sombrio de Sabrina’: “Aprendi a confiar nos meus instintos”

O Mundo Sombrio de Sabrina chegou ao fim nas últimas semanas com uma 4ª temporada recheada de reviravoltas e surpresas – e um sabor agridoce ao nos fazer lembrar de que não teremos mais aventuras na mística cidade de Greendale.

Agora, em entrevista ao Collider, Lachlan Watson, intérprete de Theo, se recordou de sua jornada na produção e de que forma aprendeu a confiar em seus instintos.

“De uma forma literal, eu me lembro especificamente do meu primeiro dia no set de filmagens, em que tive que chorar. Foi na primeira parte, estava com um olho roxo, e andávamos pelo estacionamento do Colégio Baxter e eu pensava: ‘eu comecei a briga’; foi essa cena. Então eu tive que soluçar veementemente e ter um ataque de pânico. À época, eu pensei: ‘bom, então eu deveria ter apenas um ataque de pânico’. Então eu tive um por seis horas porque achei que era o que eu deveria fazer com meus dezesseis anos. E então, uma das minhas últimas cenas em ‘Sabrina’ é bem emocionante, onde choramos e tal, e aprendi a como confiar em meus instintos e cuidar de mim e distinguir meu trabalho de minha sanidade”.

A série foi criada por Roberto Aguirre-Sacasa (‘Riverdale’).

Ao longo dos oito episódios da Parte 4, os Terrores do Sobrenatural descerão sobre Greendale. O coven deve lutar contra cada ameaça aterrorizante (O Estranho, O Retornado, A Escuridão, para citar alguns), tudo levando até O Vazio, que é o Fim de Todas as Coisas. Enquanto as bruxas travam uma guerra, com a ajuda do Clube do Medo, Nick começa a ganhar lentamente o seu caminho de volta ao coração de Sabrina, mas será tarde demais?

O elenco conta com Kiernan Shipka, Ross Lynch, Lucy Davis, Chance Perdomo, Michelle Gomez, Jaz Sinclair, Tati Gabrielle, Adeline Rudolph, Richard Coyle, Miranda Otto, Abigail F. Cowen e Lachlan Watson.