Em entrevista ao editor-chefe Renato Marafon, a atriz Emily VanCamp revelou qual seu super-herói e super-heroína favoritos da Marvel, e se esquivou de falar de ‘Capitão América 4‘.
A atriz retornou em ‘Falcão e o Soldado Invernal‘ como Sharon Carter – ex-agente da SHIELD e foragida por ter ajudado o #TeamCap em ‘Capitão América: Guerra Civil’.
Na entrevista, Emily também respondeu quem é mais vingativa: Sharon Carter ou Amanda Clarke, sua personagem na série ‘Revenge‘.
Assista:
Os episódios são lançados semanalmente no Disney+.
A série foi criada por Malcolm Spellman.
Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato‘, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência.
O Oscar é considerado o maior prêmio da sétima arte por vários motivos, entre eles está a sua importância social sempre se alinhando aos novos tempos. E se muita coisa ainda precisa mudar, precisamos reconhecer igualmente os grandes avanços feitos e a mente cada vez mais aberta dos membros da Academia de Artes de Ciências Cinematográficas. Os membros da Academia deixaram de ser um bando de velhos brancos e conservadores (bem, eles ainda existem) e acolheram votantes que tem se mostrado antenados aos tempos pelos quais passamos. Em anos recentes tivemos a animação brasileira O Menino e o Mundo indicado,Moonlight tripudiando sobreLa La Land, Pantera Negra nomeado a melhor filme, e Parasita levando para a Coreia de forma inédita a estatueta principal da noite.
E é justamente por esta quebra constante de paradigmas, que tanto amamos, que resolvemos criar esta nova matéria colocando em foco a edição 2021 do prêmio – que por si só é bem especial e única. Além dos costumeiros indicados e vencedores da noite, a edição 2021 já quebrou algumas barreiras e traz muito ineditismo em sua cerimônia – para o bem e para o mal. Confira abaixo as novidades que a edição deste ano do Oscar, que ocorre no dia 25 de abril, trará e se prepare.
Pandemia, Atrasos e Streaming
O primeiro item começa triste, mas depois as coisas melhoram, prometemos. Os três itens do subtítulo estão interligados e dizem respeito à pandemia do coronavírus. Mundo parado. Cinemas fechados por basicamente um ano. Grande parte dos lançamentos adiados para 2021. A fim de esperar alguma melhora, a cerimônia do Oscar passou do costumeiro segundo mês do ano (vulgo fevereiro) para abril. As coisas não melhoraram, portanto, seguindo a tradição de todas as premiações que a antecedem, espera-se um evento virtual este ano.
Outro tópico a ser comentado é a abertura de portas total (ou seria o escancaramento) para produções exibidas em streaming. A maioria recebeu um lançamento simultâneo (cinema e streaming), isso quando não foram apenas exibidas no segundo item. E pensar que há alguns anos ainda existia barreira de obras produzidas pela Netflix entrarem na disputa (quem recorda do caso com Beasts of No Nation?).
Veja só isso: na história do Oscar, em 92 anos, apenas cinco mulheres haviam sido indicadas ao prêmio como diretoras, sendo a primeira a italiana Lina Wertmüller, pelo filme Pasqualino Sete Belezas (1977). Depois seguiram Jane Campion (O Piano, 1994), Sofia Coppola (Encontros e Desencontros, 2004), Kathryn Bigelow (Guerra ao Terror, 2010) e Greta Gerwig (Lady Bird, 2018). Sendo que apenas Bigelow terminou com o cobiçado prêmio nos braços. Em 2021 temos pela primeira vez duas mulheres disputando na categoria: a chinesa Chloé Zhao (Nomadland) e a britânica Emerald Fennell (Bela Vingança). Ambas disputam também na categoria de roteiro, a primeira adaptado e a segunda original. Quem sabe é hora de fazer história mais uma vez e ter uma delas como vencedora na categoria – a sorte aponta para Zhao.
A Primeira diretora Asiática
Ainda falando do mais novo fenômeno do cinema mundial, Chloé Zhao está no olho do furacão e é o centro das atenções em Hollywood e no mundo.Nomadland definitivamente surge como divisor de águas na carreira da cineasta chinesa. Com o filme, Zhao se torna a primeira cineasta asiática a ser indicada na categoria de melhor direção no Oscar. Agora queremos uma cineasta afrodescendente quem sabe no próximo ano para sacudir ainda mais as coisas. Zhao já foi pescada pela toda poderosa Marvel e este ano lança o blockbuster Os Eternos, protagonizado por Angelina Jolie.
Primeira Equipe de Produção Inteiramente Negra
Judas e o Messias Negro é um dos filmes mais importantes disputando o Oscar na categoria principal. A história fala sobre um “espião” infiltrado numa das células militantes do grupo revolucionário Panteras Negras. Curiosamente, ambos os atores principais do filme (Daniel Kaluuya e LaKeith Stanfield) foram indicados na categoria de coadjuvantes, o que faz o longa órfão de protagonistas – bem, ao menos na visão da Academia. A verdade é que esta manobra não é nova e já foi usada no passado a fim de descolar nomeação e vitória em uma categoria menos disputada. Mas o que chama verdadeiramente atenção é que caso seja eleito o filme do ano no Oscar, esta será a primeira vez em que todos os produtores de uma obra (que são quem leva a estatueta quando um longa ganha) são negros: Shaka King (também o diretor), Ryan Coogler e Charles D. King.
Voltando a falar de atrizes empoderadas, Frances McDormand cresceu assombrosamente em sua carreira desde seu ressurgimento em Três Anúncios para um Crime. Tudo bem que muitos irão dizer que a talentosa artista sempre foi esta força, e em meados da década de 90 ela ganhou seu primeiro Oscar por Fargo (ela já havia sido indicada por Mississipi em Chamas, 1989). Depois disso, vieram nomeações por Quase Famosos e Terra Fria, na década de 2000. Mas foi quando ganhou seu segundo Oscar como atriz principal em 2018 pela obra citada no início do parágrafo, que todos voltaram a prestar atenção na atriz como uma grande potência de Hollywood. A disputa esse ano está acirrada, mas mesmo que não leve o prêmio como intérprete, McDormand já quebrou um novo recorde. Acontece que esta é a primeira vez que uma atriz concorre pelo prêmio de atuação e igualmente como produtora no mesmo filme, disputando a estatueta de filme do ano para Nomadland.
De Walking Dead para o mundo e o recorde
Quem é fã do seriado de terror e drama The Walking Dead conhece o ator Steven Yeun muito bem. De origem sul coreana, Yeun personificou por 10 anos o personagem Glenn na série. Mas não fiquem tristes por sua saída, já que o sujeito está agora alçando novos e maiores voos. O jovem ator de 37 anos é o protagonista do drama Minari, indicado na categoria de melhor filme e que conta sobre uma família coreana saindo atrás do sonho americano, vivendo como fazendeiros no Arkansas na década de 80. Mas não foi apenas o filme que recebeu indicação, e Yeun sai da experiência direto para a disputa de melhor ator no Oscar com uma nomeação. O ator se torna o primeiro asiático a ser indicado na categoria na história dos prêmios da Academia.
Bem, este não é exatamente um recorde, já que alguns atores falecidos já foram lembrados de forma póstuma para indicações no Oscar. Inclusive, devemos lembrar que o saudoso Heath Ledger foi laureado com o prêmio após seu falecimento, pelo papel do vilão Coringa em O Cavaleiro das Trevas (2008). De qualquer forma é sempre bom recordar como forma de homenagem.Chadwick Boseman se tornou um ícone cultural ao dar vida ao herói Pantera Negra no cinema. O ator nos deixou cedo demais, em 2020 aos 43 anos de idade. Este ano, a Academia tem a chance de fazer história novamente e cimentar o nome do astro no panteão dos vencedores por sua interpretação em A Voz Suprema do Blues, obra da Netflix, que marca sua última performance nas telas.
Emerald Fennel será mais uma a integrar a seleta e premiada lista
A recente confirmação de que Emerald Fennel ficará responsável por roteirizar, além de potencialmente dirigir, o vindouro filme da feiticeira Zatanna, mexeu com a ansiedade dos fãs. A cineasta está atualmente em alta na indústria cinematográfica, seu filme Promising Young Woman (Bela Vingança) esteve presente em todas as indicações das grandes premiações e concorre ao Oscar de Melhor Filme em 2021. Não só sua direção como também a qualidade do roteiro assinado também por Emerald tem sido constantemente lembrada.
Porém, ela não é a primeira grande cineasta a sair da sua zona de conforto e se aventurar no imprevisível mundo das adaptações de quadrinhos. Dito isso, vamos lembrar cinco nomes bem pesados do cinema que já participaram da produção de filmes de herói.
O nome do autor pode não soar conhecido para um público jovem mas acredite, se houvesse internet nos anos 70 a notícia de que Puzo escreveria o roteiro do primeiro filme do Superman a levaria para o espaço e geraria um hype impensável. O autor ítalo-americano é mais conhecido por um livro de pouca importância chamado O Poderoso Chefão e que em 1972 ganhou uma adaptação para cinema em um filme também não muito lembrado. Não só isso, mas Puzo igualmente assinou o roteiro do primeiro filme, além de elaborar uma história inédita para as Parte II e III.
Dito isso, quando o projeto de Superman: O Filme ainda estava em suas fases iniciais ele inevitavelmente sofreu com a descrença de muitos por se tratar de uma adaptação de quadrinhos e pela referência desse tipo de obra até então ser o longa do Batman de 1966. Contratar Mario Puzo, além de todos os outros nomes que participaram na frente e por trás das câmeras, foi essencial para que o projeto ganhasse credibilidade. Fora que o escritor conseguiu se adaptar muito à temática de ficção científica\fantasia que é inerente ao personagem, provando que ele não era limitado apenas ao universo dos gângsters.
Esse é muito mais uma aposta do que propriamente uma afirmação mas veja bem; a diretoras encontra-se atualmente com um filme sendo produzidos a Marvel: Os Eternos. A verdade é que no início da produção desta matéria, este item também traria a talentosa Ava DuVernay, que estava programada para dirigir Os Novos Deuses para a DC, longa que teria temática similar ao da rival Marvel. Porém, recentemente foi reportado que o estúdio resolveu puxar o plugue e cancelar a produção. Uma pena. Voltando a falar de Os Eternos, o projeto tem a ambição evidente de apresentar para o público um grupo de divindades que é característico do universo da editora e a cineasta é representante da nova leva de diretoras que está surgindo em Hollywood.
Chloé Zhao está em evidência atualmente mas segue como grande promessa
Chloé vem ganhando muita popularidade com seu contemplativo Nomadland, filme que conquistou os principais prêmios do cinema norte-americanos em 2021 e vai como favorito para o Oscar. O filme aborda a vida de comunidades móveis que cruzam o país em busca de qualquer oportunidade de trabalho que surja. Seja como for, são duas cineastas com muito potencial e que estavam comandando produções muito similares.
Lembra quando, no final dos anos 90, a Marvel era verdadeiramente mais conhecida por seus quadrinhos e até pelas animações do que pelos filmes? Adaptações de personagens oriundos da casa das ideias até então costumavam nunca funcionar e eram muito mais lembrados como exemplos de como não se produzir um filme do que uma cartilha para se seguir à risca para obter sucesso.
Antes de ser um nome consolidado em Hollywood, del Toro se aventurou com Blade II
Isso até 1998 quando a New Line veio com o primeiro filme do Blade estrelado por Wesley Snipes. A abordagem violenta e com bastante foco em cenas sanguinolentas do primeiro filme levou a uma sequência em 2002 dirigida por Guillermo del Toro. Muito antes de ganhar o Oscar de Melhor Diretor e Filme, à época del Toro foi uma aposta de que, no mínimo, ele conseguiria preservar o tom sombrio do filme anterior. Acabou que o cineasta mexicano amplificou o que já havia sido trabalhado e se consolidou no mercado de blockbusters dos Estados Unidos.
Sem dúvidas o início dos anos 2000 foi único para o gênero; ainda que as adaptações de quadrinhos não tivessem alcançado o ápice dos sucessos de bilheteria, esse foi um período de experimentos muito interessantes quando se ainda tentava entender como transpor aquela mídia para o cinema. Logo, não é inesperado falar que um dos mais interessantes desses testes foi Hulk, dirigido por Ang Lee.
Independente da qualidade final da obra, a presença de Ang Lee na direção de “Hulk” foi muito importante
O diretor taiwanês é um nome extremamente pesado e importante no cinema; antes de adaptar o Gigante Esmeralda ele já havia recebido o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 2001 com O Tigre e o Dragão e após se aventurar nos quadrinhos ele seria o primeiro cineasta asiático a vencer o Oscar de Melhor Diretor com O Segredo de Brokeback Mountain e A Vida de Pi. Mesmo que Hulk por si só não tenha vencido nada ainda é marcante pelas transições em formato de quadrinho que o diretor apresentou e também como uma espécie de estudo de personagem do Bruce Banner.
Sim, você viu essa chegando e não havia como não ser. Antes de se tornar um dos grandes nomes de Hollywood (do tipo raro que tem passe livre e verba à vontade para fazer o que quiser) Nolan era tido como uma promessa interessante no início dos anos 2000 por apresentar suspenses não só instigantes mas que traziam estilos de direção totalmente fora da caixinha; Amnésia, que se desenvolve de trás para frente, é um exemplo.
Nolan mudou todo o fazer de adaptações de quadrinhos
Em meados dos anos 2000, Nolan tinha a pretensão de produzir uma biografia do famoso Howard Hughes, porém Martin Scorsese veio primeiro e lançou O Aviador. Nas palavras do próprio Christopher “ele voltou suas atenções para outro excêntrico milionário” e em 2005 lançou Batman Begins com a proposta de uma inédita abordagem realista ao mito do Homem Morcego. Tamanho foi o sucesso da obra que gerou mais duas continuações. O impacto de Nolan nos filmes de quadrinhos em geral também é inegável, mostrando que esses personagens poderiam sim dialogar com cenários mais reais e basicamente moldando o modo de fazer cinema da DC Comics até os dias atuais.
Em seu perfil do Instagram,Eiza González compartilhou divertidas imagens dos bastidores de ‘Godzilla vs Kong‘.
Nas imagens, a intérprete da misteriosa Maya Simmons aparece brincando com os colegas de elenco e fazendo diversas caretas para a câmera.
Na legenda, ela não escondeu seu entusiasmo com a produção e brincou:
“‘Godzilla vs Kong’ já foi lançado. É divertido, espero que gostem! Ótimo elenco, grandes monstros. Eu trouxe uma performance muito profunda. Uma verdadeira atriz dramática. Sou grata por ser uma pequena peça desse quebra-cabeça. Aproveitem.”
Lembrando que ‘Godzilla vs Kong‘ já foi lançado em alguns países e conquistou 80% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Confira as principais críticas:
“Godzilla vs. Kong oferece exatamente o que promete. É uma energia transbordante e entusiasmo e traz um espetáculo visual satisfatório.”, Impulse Gamer
“Missão cumprida: Independente de quem ganha, os fãs do outro também ganham”, Anthony Morris
“‘Godzilla vs. Kong’ revela sua própria premissa bizarra e oferece tudo o que você pagou.” -Doug Jamieson, The Jam Report
“Godzilla vs. Kong basicamente cumpre sua promessa de um grande monstro lutando contra outro grande monstro. Depende apenas se você está disposto a enfrentar a má configuração que o rodeia.” – John Nugent, Empire Magazine
“Quando nosso próprio mundo parece estar à beira da ruína, esses monstros parecem nossos medos primitivos encarnados … (mas o filme) sofre da mesma doença de tantos sucessos de bilheteria modernos: é imensamente assistível, mas instantaneamente esquecível.” – Prahlad Srihari, First post
“Assistir a esses monstros famosos compartilharem a tela pela primeira vez desde King Kong vs. Godzilla de 1963, em uma série de batalhas coreografadas habilmente, consegue golpes reais…”, Jamie Graham – Total Filme
“O MonsterVerse finalmente aprendeu com seus erros. Esse filme é realmente divertido, com ótimos visuais e feito para vê-lo no cinema.”, eCartelera
“Godzilla vs Kong merece ser calorosamente abraçado como um vendedor de pipoca antiquado e cafona, com espetáculo de punch’n’crunch suficiente para compensar seu início lento, personagens magros e narrativa desleixada.”, Jim Schembri
“Este filme de monstro provavelmente pareceria espetacular onde quer que você o assistisse, mas é absolutamente deslumbrante na tela grande com ação épica de monstro sobre monstro e efeitos sonoros estrondosos, quase ensurdecedores.”, The Indian Express
‘Godzilla vs Kong‘ chega aos cinemas brasileiros em 29 de Abril.
As lendas se enfrentam em “Godzilla vs. Kong”, quando esses adversários míticos se encontram em uma espetacular batalha, na qual o destino do mundo entrará em jogo. Kong e seus protetores embarcam em uma jornada perigosa para encontrar seu verdadeiro lar. Com eles está Jia, uma jovem órfã que tem uma ligação única e forte com Kong. Mas eles não sabiam que estavam no caminho de um Godzilla enfurecido, que está deixando um rastro de destruição pelo planeta. Esse combate épico entre os dois titãs, instigado por forças ocultas, é apenas o começo do mistério que jaz no núcleo da Terra.
Dirigido por Adam Wingard (‘Você é o Próximo‘), o longa dará continuidade aos eventos de ‘Godzilla II: Rei dos Monstros‘ e ‘Kong: A Ilha da Caveira‘.
A atrizNaya Rivera se despediu do mundo tragicamente em 8 de julho de 2020, após desaparecer no Lago Piru (Califórnia), enquanto tirava um dia de lazer com seu filho.
E para celebrar a trajetória de sua mais popular personagem, Santana da série ‘Glee‘, o elenco principal da produção se reuniu de forma virtual para homenageá-la, durante a premiação GLAAD Media Awards.
Assista:
‘Glee’ foi criada por Ryan Murphy e contou com seis temporadas, originalmente exibidas entres os anos de 2009 e 2015.
Na trama, o professor Will Schuester reativa o grupo Glee de sua escola e tenta ensinar os seus alunos a se expressarem através da música.
Relembre a carreira da atriz, nessa matéria feita pela jornalista Laysa Zanetti.
Conhecida por toda uma geração de jovens adultos como Santana Lopez (de Lima Heights, Adjacent), a atriz, cantora e escritoraNaya Rivera deixa para trás um legado que vive em uma personagem que muitas vezes brilhou mais que a sua própria série. ‘Glee’ pode ter sido o papel que alçou a californiana ao sucesso internacional, mas antes da comédia musical criada por Ryan Murphy fazê-la mudar tantas vidas de pessoas que tentavam se descobrir e se entender, Rivera já brilhava pelas telinhas desde a infância. Por isso, o CinePOP relembra a sua carreira e seus principais momentos como uma forma de homenageá-la após seu triste falecimento.
Infância e adolescência
Nascida em 12 de janeiro de 1987, Naya começou na TV como a maioria das crianças: em comerciais. Mas logo ela migrou para a ficção, e aos 4 anos abocanhou um papel na sitcom da CBS ‘The Royal Family’, que ficou no ar entre 1991 e 1992. Na trama, cocriada por Eddie Murphy, Naya viveu Hilary Winston, e a história começa quando Elizabeth, recém-divorciada, retorna para a casa dos pais com seus três filhos — Curtis, Kim e a própria Hillary. Assim, Al e Victoria, que sempre lutaram tanto para tirarem os filhos de dentro de casa, acabam mergulhando novamente em uma vida turbulenta cheia de crianças e adolescentes com a filha e os netos.
Apesar da vida curta de 15 episódios, a atração foi o suficiente para alçar a jovem Naya a se manter ativa no mundo das atuações, mesmo em tão tenra idade. Até a adolescência, ela acumulou participações, mesmo que breves, em séries como ‘Um Maluco no Pedaço’, ‘Family Matters’, The Simbad Show, Live Shot, ‘SOS Malibu’ e ‘Gênio do Barulho’.
Em 2002, Naya apareceu no videoclipe musical da canção ‘Why I Love You’, da boyband hoje extinta B2K, e no mesmo ano uma pequena participação em ‘Bernie Mac, Um Tio da Pesada’ se estendeu por mais 10 episódios esporádicos até 2006.
Ainda neste período, Naya atuou na peça U Don’t Know Me: The Musical, de Mark E. Swinton, tanto em Los Angeles quanto na turnê nacional. A história acompanhava três jovens — Nick, Alonzo e Shalon — que passaram toda a vida em lares temporários, e decidem enfrentar as expectativas e Nova York, vencendo a cada desafio que passa.
Entre testes e empregos temporários, Naya Marie Rivera foi escalada, em 2009, para uma série de comédia que estrearia em setembro daquele ano na Fox. Quando ninguém sabia que Glee se transformaria no sucesso que virou, Naya foi escalada para viver a líder de torcida Santana Lopez, uma jovem fria e com tendências vilanescas que anda para todo canto com a melhor amiga, Brittany S. Pierce (Heather Morris) e a head bitch in charge, a líder do trio, Quinn Fabray (Dianna Agron). O ar determinado e competitivo de Santana logo ganhou o público — assim como a relação com Brittany e o ship que ficaria conhecido como Brittana —, e da segunda temporada em diante, Rivera se tornou um dos membros regulares do elenco. Sob os holofotes era seu lugar.
O destaque de Santana e a sua relevância dentro da história mudariam significativamente após a revelação de sua sexualidade e sua dificuldade para se assumir como lésbica. O relacionamento com Brittany estava entre os favoritos dos fãs, e o fato de ter sido retratado como um dos principais casais da série — com direito a casamento no final e tudo — foi celebrado como um dos grandes acontecimentos.
Apesar de os dias em Glee não terem sido sempre às mil maravilhas — e intrigas de bastidores tenham sempre dado um jeito de ressurgir —, Rivera protagonizou alguns dos números musicais mais celebrados da série, como Rumor Has It/Someone Like You, Valerie, Me Against the Music, além de ter gravado La Isla Bonita com Ricky Martin.
Após a 3ª temporada da série, a participação de Santana diminuiu, assim como todo o restante do elenco principal, mas ela é creditada em 113 dos 121 episódios da série. A personagem começa a prestar faculdade no Kentucky, mas eventualmente se muda para Nova York com Kurt (Chris Colfer) e Rachel (Lea Michele), onde faz várias tentativas de lançar uma carreira, de uma parceria com Mercedes (Amber Riley) a agente de Rachel, e acaba sendo selecionada para ser a garota-propaganda de uma marca de creme. Um dos grandes momentos do final da série é o seu casamento Brittana, que ocorre no episódio 8 da 6ª temporada.
Ainda em 2011, Naya assinou contrato com a Columbia Records para lançar sua carreira solo, e divulgou o single ‘Sorry’, em 2013. Em 2014, sua estreia nas telonas foi o terror ‘Na Porta do Diabo’, exibido pela primeira vez no festival South by Southwest com uma recepção mediana.
Em 2016, Rivera lançou o livro de memórias “Sorry Not Sorry: Dreams, Mistakes and Growing Up”, em que ela reconta a sua história de sua carreira e os erros e acertos nos bastidores de ‘Glee’. Na obra, ela entra em detalhes de seu desentendimento com Lea Michele, e revela que fez um aborto em 2010.
Ainda em 2015, Rivera fez uma participação em cinco episódios da série ‘Devious Maids’, do canal Lifetime, mas voltou a um papel recorrente em 2018, quando foi anunciada no elenco da série de TV ‘Step Up: High Water’, um derivado de ‘Ela Dança, Eu Danço’ que recentemente migrou do YouTube para o canal Starz. Na trama, ela interpretou Collette Jones, administradora da Escola de Artes Dramáticas High Water.
Naya Rivera faleceu aos 33 anos vítima de um trágico afogamento. A atriz saiu para nadar com o filho, Josey, no Lago Piru, no sul da Califórnia. Ela alugou um barco às 13h locais, e deveria retornar 3h depois. Quando não voltou, a equipe saiu para localizá-la, e encontrou a criança no barco sozinha. Josey, que usava um colete salva-vidas, afirmou às autoridades que saiu para nadar com a mãe, mas ela não voltou.
Em entrevista ao The Hollywood Reporter, o chefe da Marvel Studios, Kevin Feige, não poupou elogios para Chloé Zhao e para sua abordagem fora do convencional para o vindouro ‘Eternos’, uma das produções mais aguardadas da Fase 4 do MCU.
Feige comentou que Zhao conseguiu fazer o que poucos realizadores fizeram: construir uma identidade única para os personagens no imaginário popular – evocando lendários nomes da indústria cinematográfica para sustentar seus argumentos.
“Chloé está par a par com [Terrence] Malick, ou então tão esotérico e pequeno quanto um filme pode ser, mas também de uma forma única e espetacular como ‘Star Wars’. Ela terminava uma produção gigantesca, se encontrava conosco para aprovar dúzias de figurinos, designs de criaturas, designs intergalácticos. E então ela canalizava todo o seu poder solar e dirigia pelas Dakotas até Nomadland. O modo como ela consegue se mesclar a esses ambientes é notável”.
Vale lembrar que, recentemente, a companhia divulgou o logo atualizado do filme, mudando o título anterior e colocando-o com uma nova fonte.
Confira:
Dirigido por Zhao, ‘Eternos‘ chega aos cinemas em 2021.
A trama segue os Eternos, seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia‘) até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.
Após o lançamento do Snyder Cut de ‘Liga da Justiça‘, o público ficou tão satisfeito com o que viu, que uma campanha foi criada pedindo a continuação do universo criado porZack Snyder.
No entanto, a presidente da Warner Bros, Ann Sarnoff, já deixou claro que isso não vai acontecer.
E parece que a ideia nunca esteve nos planos do estúdio, mesmo antes de toda a polêmica envolvendo a saída de Snyder em 2017.
A informação foi revelada pelo roteirista Chris Terrio durante uma entrevista para a Vanity Fair.
“Na época, Kevin Tsujihara era o presidente da WB e foi muito difícil trabalhar nesse filme [‘Liga da Justiça‘]. Os executivos queriam uma narrativa mais cômica e com menos de duas horas, mas Zack já havia entrado no projeto com a intenção de fazer o filme como foi mostrado este ano.”
Ele continuou:
“O filme que eles queriam não tinha nada a ver com o que vinha sendo construído [em ‘OHomem de Aço’ e ‘Batman vs Superman‘]. Fiquei admirado como Snyder conseguiu juntar todas as peças trabalhando sob tanta pressão. Estava óbvio que o estúdio não tinha interesse em dar continuidade ao universo desses filmes.”
Por fim, Terrio revelou que os diretores de filmes como ‘Aquaman’ e ‘Mulher-Maravilha‘ teriam a ajuda de Snyder como consulto criativo, e esses filmes seriam lançados antes da estreia de ‘Liga da Justiça‘.
“A ordem dos filmes virou uma bagunça. Quando Snyder foi adicionado como consultor criativo de ‘Aquaman’ e ‘Mulher-Maravilha‘, ele queria ver esses filmes antes de ‘Liga da Justiça’. Mas o estúdio estava mais interessado em acelerar a disputa contra a concorrência.”
Pelo visto, parece que o filme da Liga só chegou mais cedo do que o esperado porque a Warner pretendia bater de frente com a Marvel e os filmes dos ‘Vingadores‘.
O que acabou se tornando um tiro no pé da própria companhia.
Apesar de todos os problemas, o Snyder Cut continua reverberando ao redor do mundo e a campanha em prol da restauração do SnyderVerse (#RestoreTheSnyderVerse) segue conquistando muitos adeptos.
E, por hora, a petição criada no site Change.org já ultrapassou a marca de 16 mil assinaturas. Com o objetivo de alcançar 25 mil apoiadores, a campanha tenta chamar a atenção daWarner Bros. para o futuro da ‘Liga da Justiça de Zack Snyder‘, salientando que a franquia ainda possui grandes possibilidades de desenvolvimento.
E não só os fãs apoiam a iniciativa. O astro Jared Leto recentemente comentou sobre a campanha, em um vídeo compartilhado pelo diretor David Ayer em seu Twitter.
Além dele, Joe Manganiello também ponderou o seu desejo de ver a franquia de Snyder sendo resgatada:
Em seu perfil do Twitter, o intérprete de Slade Wilsen/Exterminador, publicou uma imagem inédita do personagem junto com a tag da campanha, demonstrando seu entusiasmo pelo papel.
Você acha que o estúdio deveria atender os pedidos ou seguir em frente?
“Na ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder, determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, Bruce Wayne (Ben Affleck) alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de uma ameaça iminente de proporções catastróficas. A tarefa é mais difícil do que Bruce imaginou, já que cada um dos recrutas deve enfrentar os demônios de seus próprios passados para transcender o que os impediu, permitindo que se unissem e, por fim, formassem uma liga de heróis sem precedentes. Agora unidos, Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) podem ser tarde demais para salvar o planeta de Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e suas terríveis intenções . ”.
‘Hacker‘ (Blackhat), suspense cibernético do diretor Michael Mann (‘Inimigos Públicos’, ‘Colateral’) estrelado por Chris Hemsworth, teve uma das piores aberturas da história do cinema.
Lançado em 2015, o filme se consagrou como a primeira bomba nas bilheterias do ano, ao arrecadar míseros US$ 4 milhões em seu primeiro final de semana, contra US$ 70 milhões de orçamento.
O longa se tornou a 13º pior abertura da história para um filme que estreou em mais de 2.500 salas de cinemas nos EUA.
Porém, o filme agora encontrou seu público na Netflix. Lançado no catálogo, o suspense estreou como o 3º filme mais visto no catálogo.
Confira, com o trailer:
Na trama, Hemsworth interpreta um hacker preso por cometer crimes virtuais mas retirado da prisão para encontrar o homem que roubou seu código e invadiu o sistema interno de um grande banco americano, provocando uma série de eventos drásticos no mercado internacional de ações.
O que deu errado? Além da fraca divulgação, o filme recebeu a alta classificação indicativa R-Rated (somente maiores de 17 anos) e competiu com o indicado ao Oscar ‘American Sniper‘, filme do diretor Clint Eastwood sobre o mais mortal atirador da Marinha dos EUA, que estreou com fantásticos US$ 90 milhões em seu primeiro final de semana – tornando-se a maior abertura da história para um filme em janeiro.
Confira as 15 piores aberturas da história do cinema (para filmes que estrearam em mais de 2.500 salas, segundo o Box Office Mojo).
Desde o lançamento da franquia ‘Jurassic Park‘ em 1993, diversas pessoas se perguntam se seria possível reproduzir dinossauros no mundo contemporâneo.
E, segundo o neurotecnólogo e biocientista Max Hodak, a resposta é SIM!
O sócio do magnata Elon Musk e co-fundador da empresa de biotecnologia Neuralink confirmou a ideia em seu perfil do Twitter.
Depois de acompanhar uma discussão sobre o assunto na rede social, Hodak escreveu:
“Provavelmente, poderíamos construir um ‘Jurassic Park‘ se quiséssemos. Não seriam dinossauros geneticamente autênticos, mas… Talvez 15 anos de criação + engenharia genética poderia resultar em novas espécies superexóticas.”
Confira:
we could probably build jurassic park if we wanted to. wouldn’t be genetically authentic dinosaurs but 🤷♂️. maybe 15 years of breeding + engineering to get super exotic novel species
Apesar de não entrar em muitos detalhes, Hodak e Musk são conhecidos por quebrarem as barreiras da ciência e da tecnologia… Então não seria uma surpresa se a dupla decidisse investir nessa pesquisa.
No ano passado, empresa de transportes espaciais SpaceX (fundada por Musk) e a NASA fizeram história ao levar uma tripulação para a Estação Espacial Internacional após mais de 15 anos de planejamento.
A iniciativa marcou o primeiro passo em direção às viagens espaciais admnistradas pro empresas privadas, o que pode permitir a amplitude da exploração astronômica num futuro não tão distante.
Lembrando que ‘Jurassic World: Dominação‘ tem estreia prevista para 10 de junho de 2022.
Em entrevista ao The Hollywood Reporter, o diretor Colin Trevorrow revelou alguns detalhes sobre o novo capítulo e comentou que escreveu o roteiro com a ajuda do elenco.
“Nós escrevemos diálogos juntos e encontrávamos jeitos de garantir que todos os atores, que são profundamente associados com esses personagens que interpretaram, não apenas se sentissem respeitados, mas mergulhassem de cabeça em quem eles seriam agora”.
Trevorrow também comentou que o novo longa-metragem será a junção de todos os seis filmes da saga começada em 1993.
“Para mim, ‘Jurassic World: Domínio’ é a culminação de uma história que vem sido contada. Quando você tem o final da trilogia ‘Jurassic Park’, pode não ter ficado claro qual a história dos três filmes, porque foram mais episódios em sua forma de abordagem. Mas esta trilogia não é assim. É mais serializada. O que é importante para mim é que quando você assiste a ‘Domínio’, realmente percebe que vai aprender qual a trama que preparou o terreno dos primeiros filmes e como tudo o que aconteceu lá influencia no que acontece agora”.
Vale lembrar que o filme teve sua estreia adiada para o dia 10 de junho de 2022 (um ano depois de seu lançamento original).
Interpretado por Sam Neill, oDr. Alan Grant foi o grande protagonista de Jurassic Park (1993) e Jurassic Park III (2001). Um dos maiores paleontólogos do mundo, Grant se especializou no estudo de velociraptors, tendo trabalhado nas teorias de reprodução, socialização e vocalização desses animais.
Agora dona de um Oscar, Laura Dern retornará para o papel da Paleobotânica favorita de todos. Ela interpretou a Dra. Sattler em Jurassic Park (1993) e Jurassic Park III (2001).
O personagem mais irritante (e sempre certo) da franquia já tinha aparecido em uma participação especial em Jurassic World: Reino Ameaçado (2018). No filme, ele aparece dando um depoimento na Suprema Côrte se mostrando contrário ao salvamento dos dinossauros e afirmando que o mundo agora viveria uma nova era. A volta de Malcolm (Jeff Goldblum) deve trazer muito sarcasmo e teoria do caos.
Joe Mazzello foi um astro mirim dos anos 1990, que aceitou papéis menores nos últimos anos, e agora tem a chance de retomar os holofotes com sua volta como o jovemTim Murphy, um dos netos de John Hammond, que sobreviveu aos incidentes do Jurassic Park.
Introduzido como um personagem secundário no Jurassic Park, nos livros, sabemos da importância real de Wu. Com a nova franquia, o personagem de BD Wong ganhou mais relevância, se tornando o grande vilão da nova franquia. Esse retorno pode ser sua última aparição na franquia ou ele pode seguir vivo e solto por aí para continuar criando dinossauros a torto e a direito.
Tendo uma pequena participação no primeiro filme, Dodgson é o engenheiro chefe da BioSyn, empresa rival da InGen, que queria roubar os embriões do Jurassic Park para que sua empresa pudesse recriar dinossauros também. Como os animais estão soltos pelo mundo, ele, que agora será interpretado por Campbell Scott, deve ter papel fundamental na trama.
O cientista treinador de velociraptors vivido por Chris Pratt é um dos grandes chamarizes da franquia nova. Seu retorno era certo desde o primeiro filme e deve trazê-lo agora com um papel mais “paternal”, visto os eventos de Jurassic World: Reino Ameaçado.
Bryce Dallas Howardpassou de cientista/ gerente do Jurassic World para uma ativista pelos direitos dos dinossauros em questão de um filme. A evolução da personagem é evidente e podemos esperar que ela cresça ainda mais para o filme três.
Os eventos de Jurassic World: Reino Ameaçadolevaram a pequena Maisie para debaixo das asas de Owen e Claire. Ela tem toda a questão da clonagem e da manipulação genética ligada a sua história e isso pode ser um ponto importante na trama também.
Interpretado pelo monstruoso Omar Sy, Barry é um dos responsáveis por cuidar dos Velociraptors em Jurassic World. Ele tem poucas cenas no filme, mas seu retorno indica que os raptores serão parte importante do longa.
Jake Johnson viveu Lowery no primeiro Jurassic World. O personagem era o cara do TI, que servia como alívio cômico. Fã do parque original, Lowery voltará de forma misteriosa. Só o que se sabe é que ele sobreviveu aos incidentes do parque em 2015.
Outro carinha do TI utilizado como alívio cômico, Franklin (Justice Smith) foi à Ilha Nublar como membro da ONG de Claire pela vida pré-histórica e acabou mais atrapalhando que ajudando. Cheio de medo, ele é assustado, mas muito bom com computadores.
A paleoveterinária deDaniella Pinedafoi fundamental para manter a Velociraptor Blue viva. Seu retorno pode ter a ver com um novo cargo, talvez até algo no governo.
Em seu canal do YouTube, a Netflix divulgou o trailer de ‘New Gods: Nezha Reborn‘ para anunciar que animação será lançada no catálogo da plataforma em 12 de abril.
Sucesso de bilheteria em 2021, o longa foi lançado originalmente em 12 de fevereiro – data que marca o ano novo chinês – e arrecadou nada menos que US$ 74, 6 milhões em dois meses em exibição.
Números impressionantes considerando o orçamento de apenas US$ 12 mihões e as restrições causadas pela pandemia do Coronavírus.
Além disso, o longa estreou em poucos territórios, como China, Japão, EUA e Tailândia.
Mesmo assim, ocupa o 9º lugar no TOP 10 entre as maiores bilheterias de 2021.
Entre as animações de maior sucesso, conquistou a 3ª posição, atrás de ‘Boonie Bears: The Wild Life’ (US$ 76 milhões) e ‘Raya e o Último Dragão’ (US$ 86 milhões).
A trama dirigida por Zhao Ji (‘White Snake’) é inspirada no clássico conto chinês ‘Investidura dos Deuses’, escrita durante a Dinastia Ming (que durou entre 1368 e 1644).
Ao longo do filme, o antigo deus Nezha renasce como Li Yunxiang, um audacioso jovem mensageiro, cerca de 3.000 anos após o cenário original da Batalha dos Deuses.
Ao descobrir que é a reencarnação da divindade, Li reluta em cumprir seu destino em enfrentar o Clã do Dragão, seu assassino mascarado e alguns outros inimigos, mas abraçar sua natureza é a única forma de proteger seus amigos e família em um conto de vida ou morte.
Em mais uma empreitada original, a Netflix apostou suas fichas em uma série sobrenatural e repleta de magia intitulada ‘Sombra e Ossos’. Inspirada na saga assinada por Leigh Bardugo, a narrativa é ambientada em um continente dividido em dois – Ravka e Kerch, dois territórios divididos por uma misteriosa Dobra (um amontoado de nuvens negras intransponíveis habitadas por criaturas voadoras mortais que não distinguem soldados de civis).
Guiado por um barril de pólvora que prenuncia uma guerra civil, existem dois tipos de humanos que habitam esse universo: os Grisha, que possuem a habilidade de manusear os elementos naturais (ar, fogo, terra, água, sangue) ou de alterar a realidade (como os Artesãos); e os mortais, que não foram presenteados com tais habilidades.
No centro de tudo isso, existe uma jovem garota cartógrafa chamada Alina Starkov; sem pais e nunca tendo sentido que pertenceu a algum lugar, ela tem um melhor amigo chamado Malyen Oretsev, com quem frequentou o orfanato até a maioridade e tentar fazer algo de sua vida. Entretanto, as coisas mudam totalmente de caminho quando ela descobre ser Grisha e, mais do que isso, uma Conjuradora do Sol, que pertence à rara ordem Etherealki, considerada não apenas extinta, mas uma lenda que atravessava gerações. É a partir daí que Alina descobre ter um destino muito maior do que acreditava estar predestinada.
Entre inúmeras classes, protagonistas e coadjuvantes que se espalham nos três romances de Bardugo, a produção da gigante do streaming visa adaptar apenas o primeiro volume, que empresta seu nome ao título. E, para te ajudar a conhecer esse convidativo panteão da literatura fantástica, o CinePOP preparou um breve guia apresentando os personagens principais da série e as localidades de maior importância (ao menos por ora).
Personagem central de ‘Sombra e Ossos’, Alina Starkov é descrita como uma magra e doentia garota cuja etnia é alvo de preconceitos entre Ravka, principalmente por sua descendência shu (relacionado, provavelmente, aos asiáticos do nosso mundo). Ao descobrir ser a Conjuradora do Sol e utilizar seus poderes Grisha, ela fica mais saudável e transforma-se na única pessoa a conseguir destruir a Dobra e seus habitantes, os volcras (criaturas aladas que se alimentam de qualquer um que ouse entrar em seus domínios).
Mal é o melhor amigo e o mais antigo de Alina, além de se tornar a sua primeira paixão no decorrer dos livros. Apesar de terem morado juntos no Orfanato de Keramzin, ambos se separaram por um breve período antes de se reencontrarem. Em virtude de seu invejável talento como rastreador, ele se consagrou como soldado do Primeiro Exército e, mais tarde, de salvar Alina das terríveis garras do sedutor e desconfiável Aleksander Morozova (também conhecido como Darkling).
O principal antagonista dos romances, Aleksander Morozova, adota o codinome de General Kirigan e se passa por um defensor dos Grisha e um exímio guerreiro dotado do manejo das sombras – aliás, apenas sua família de sangue consegue manipular tal elemento e, por essa razão, é apelidado “carinhosamente” de Darkling. Manipulador e perigoso, Aleksander foi o responsável por criar a Dobra e, com ela, os volcras; diferente do que todos acreditam, ele não pretende destruí-la, mas sim aumentá-la e utilizá-la como arma contra aqueles que vierem atrás dos seres mágicos.
Zoya começa como uma forte personagem que também a habilidade de manusear o ar, insurgindo como peça fundamental tanto do Segundo Exército quanto do séquito pessoal de Aleksander (isso é, sem saber de suas reais intenções). Ela despreza a relação de Alina e de Mal, bem como da desconcertante presença da heroína principal por sua falta de habilidades. Eventualmente, ela vira sua aliada e, com o decorrer dos livros, rainha de Ravka, líder dos Etherealki e uma mulher extremamente poderosa que conjura o vento, a água e o fogo, além de ter uma inclinação para Artesã.
Uma das primeiras confidentes de Alina, Genya Safin é uma Grisha que trabalha no Pequeno Palácio, a principal estrutura executiva de Ravka. Caracterizada como uma Artesã, sua principal habilidade é a de mudar a aparência das pessoas, ela se torna aliada da protagonista e tenta protegê-la dos males que a perseguem – ainda que carregue um segredo terrível que pode destruir a confiança entre as duas.
Kaz é um garoto prodígio que vive do outro lado da Dobra, Kirch, mais precisamente no epicentro do submundo do crime. Líder d’Os Corvos, o personagem é sagaz e sempre está um passo à frente de todo mundo, apesar das limitações físicas que o forçam a usar uma bengala. Construído como um anti-herói, ele vê seus valores testados constantemente quando é contratado para raptar Alina de Ravka e trazê-la para o outro lado do mundo.
Também pertence aos Corvos, Inej é a melhor espiã de Ketterdam, capital de Kerch, e começou sua vida trabalhando como meretriz de um bordel conhecido como Menagérie, após ser raptada e afastadas dos pais e do irmão. Em uma constante jornada para provar seu valor, Inej transformou-se em uma sombra silenciosa e mortal versada em facas e em lutas que a impedem de ser detectada por qualquer um. Apesar de ser criticada por Kaz em virtude de sua visão religiosa, ela também acredita no poder da Conjuradora do Sol, com esperança de que Alina possa salvá-los.
Escondendo um segredo que pode mudar o modo como os companheiros o enxergam, Jesper é um jovem que cruzou o mundo para estudar, ao menos a princípio. Destemido, sarcástico e com fraco por flertar com garotos bonitos, Jesper manuseia uma arma como ninguém e não deixa que ninguém lhe diga o que fazer – com exceção de Kaz e Inej, que lhe acolheram para os controversos Corvos.
Parte do Segundo Exército antes de ser raptada em uma armadilha, Nina é uma Sangradora e foi construída com uma personalidade adorável, exagerada e hilária. Apaixonada por doces, ainda mais waffles, ela é charmosa e, como se não bastasse, tem aptidões extraordinárias para a linguística e para a atuação – e se sente ameaçar por uma droga misteriosa que aumenta as habilidades dos Grisha para níveis destrutivos.
Matthias é um drüskelle, um caçador de Grisha de Fjerda, um dos vários países que cercam Ravka. Foi ele, inclusive, que sequestrou Nina e planejou executá-la – ao menos até ambos serem alvos de um trágico naufrágio. Apesar de sua sede de vingança e de seu desprezo pelos humanos mágicos, ele e Nina começam a se apaixonar um pelo outro.
Baghra é a mãe do Darkling e, assim como o filho, tem a capacidade de invocar as sombras. Nos livros, ela foi tratada como um monstro quando criança e, por inveja, acabou assassinando a própria irmã. Após o surgimento da Dobra, Baghra foi escalada como a dura e repreensiva tutora de Alina, tendo como objetivo torná-la forte o bastante para destruir a barreira entre as duas comunidades.
LOCALIDADES
RAVKA
Ravka é uma monarquia comandada pela família real Lantsov. Eles são protegidos por dois exércitos: o Primeiro, que é composto por soldados não Grisha (também conhecidos como otkazat’sya), e o Segundo, que estende-se por uma legião de seres mágicos. Tendo Os Alta como capital, o reino também é lar de diversos membros da tribo Suli e foi inspirado pelo império czarista russo do começo do século XIX (como pode ser notado pelas vestimentas que emulam os uniformes do país).
KERCH
Tendo Ketterdam como sua movimentada e misteriosa capital, Kerch é conhecido como o centro de todo o comércio internacional, principalmente por estar localizado com abertura para o Mar Verdadeiro. Conhecido por uma posição neutra nas questões político-econômicas do globo, o território é separado de Ravka pela Dobra e é inspirado na república holandesa do século XVIII, com certas influências de Nova York, Las Vegas e da Londres vitoriana.
FJERDA
Fjerda é a nação mais ao norte da fronteira de Ravka e é pincelada com inúmeras cadeias montanhosas. Seus habitantes perseguem os Grisha como demônios perigosos que precisam ser exterminados, não pedindo esforços para completar missões de assassinato e hostilidade. Baseado na Escandinávia, o território traz inúmeros elementos da cultura nórdica, incluindo vestimentas e economia.
Os outros territórios de ‘Sombra e Ossos’ incluem Novyi Zem, Shu Han e Wandering Isle, que não aparecerão na primeira temporada da série.
A temporada de estreia é composta por oito episódios de uma hora cada e será lançada no dia 23 de abril de 2021.
A trama acompanha duas das famílias mais ricas da América, os Carringtons e os Colbys, enquanto elas brigam pelo controle de suas fortunas e seus filhos. A história gira em torno de duas mulheres em desacordo: Fallon Carrington, filha do bilionário Blake Carrington, e sua futura madrasta, Cristal, uma mulher hispânica que pretende entrar na família e na classe dos mais poderosos da América.
Quando heróis sozinhos não são o suficiente… o mundo precisa de lendas. Já tendo visto o futuro, um deles irá desesperadamente tentar impedi-lo de acontecer. Rip Hunter (Arthur Darvill), o viajante do tempo, recebe a tarefa de reunir um disforme grupo de heróis e vilões para confrontar uma ameaça difícil de parar; uma que não ameaça somente a integridade do planeta, mas do próprio tempo como uma entidade. Será que este improvável time é capaz de combater uma ameaça imortal, diferente de tudo que eles conhecem?
Através do Twitter, o Exhibitor Relations Co revelou que ‘Army of the Dead – Invasão em Las Vegas’ terá classificação etária para maiores de 18 anos.
Confira o anúncio:
“Bem, bem, bem… Este é o Snyder Cut que todos nós estávamos esperando. ‘Army of the Dead’ foi classificado para maiores de 18 anos devido à forte violência gráfica, incluindo cenas sangrentas, linguagem inapropriada e conteúdo sexual.”
Dirigido por Zack Snyder (‘Madrugada dos Mortos‘), o longa, que foi rodado em Las Vegas, contou com orçamento de US$ 70 milhões.
Após um surto de zumbis em Las Vegas, nos Estados Unidos, um grupo de mercenários faz uma aposta final, aventurando-se na zona de quarentena para tentar realizar o maior assalto de todos os tempos.
Dave Bautista estrela a produção. O elenco ainda conta com Ella Purnell, Omari Hardwick, Ana De La Reguera, Theo Rossi, Matthias Schweighöfer, Nora Arnezeder, Hiroyuki Sanada, Garret Dillahunt, Tig Notaro, Raúl Castillo, Huma Qureshi, Samantha Win, Richard Cetrone e Michael Cassidy.
Um currículo invejável não impediu certos nomes de vestir fantasias extravagantes
Nos últimos dias mais notícias da vindoura sequência de Shazam ganharam espaço na mídia com o anúncio de que Helen Mirren foi escalada para ser a vilã da produção, tornando-a mais uma atriz do seleto grupo de Oscarizados a embarcar em alguma adaptação dos quadrinhos. Na edição do prêmio de 2007, Mirrenlevou a estatueta de Melhor Atriz por sua performance como a Rainha Elizabeth no drama A Rainha (filme que narra como a família real lidou com a morte da Princesa Diana e como a população britânica respondeu).
No entanto, como dito, ela não é a primeira com tal prêmio a abrilhantar os filmes de quadrinhos. Com isso, seguem cinco nomes de de grandes vencedores do Oscar a terem participado de adaptações de HQ.
Em 1991 o ator britânico chocou (e encantou) o cinema com sua performance como o psicopata canibal Hannibal Lecter no filme O Silêncio dos Inocentes. Ao lado de Jodie Foster o filme conquistou as principais estatuetas daquela edição sendo elas Melhor Ator, Atriz, Filme e Diretor; tornando O Silêncio dos Inocentes o primeiro e até agora único do gênero terror\suspense a ter esses êxitos.
Hopkins deu vida ao soberano de Asgard
Em 2011 Hopkins fez sua estreia no universo dos quadrinhos ao interpretar o deus nórdico Odin no primeiro filme do Thor. Àquela altura a obra de Kenneth Branagh, uma das primeiras do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel), gerou um misto de recepções sendo que a expectativa para o filme era sobre a presença de dois atores Oscarizados no elenco mas que eventualmente se chocou com a realidade de um filme desinteressante.
Apesar de ser saudada pelo público como uma das melhores trilogias do cinema em tempos recentes, a trilogia do Cavaleiro das Trevas de Christopher Nolan indiscutivelmente entregou um último capítulo não tão bem aceito quanto os dois filmes que o precederam. Mesmo assim, o elenco de O Cavaleiro das Trevas Ressurge é recheado de grandes nomes do cinema, tornando-o assim uma verdadeira assembleia de estrelas.
Apesar de uma conclusão polêmica, Cotillard é um nome que se destaca em “Cavaleiro das Trevas Ressurge”
Dentre eles há a presença da Oscarizada Marion Cotillard que na edição de 2008 levou para casa o prêmio de Melhor Atriz pelo seu trabalho no filme Piaf; drama biográfico sobre a lendária cantora francesa Édith Piaf. Em Ressurge ela tem grande importância na trama como uma empresária que quer trabalhar junto a Bruce Wayne, porém ela ficou bastante infame pela atuação entregue na cena final da sua personagem.
Lembra do já mencionado Thor? O britânico Anthony Hopkins não foi o único vencedor do Oscar a abrilhantar a aventura do deus do trovão. Junto a ele veio também Natalie Portman dando vida ao interesse amoroso do protagonista. Portman venceu o prêmio na edição de 2011 pela sua atuação em Cisne Negro.
Portman teve presença ativa nos dois filmes do Deus dos trovão mas ficou sumida de “Ragnarok”
No longa de Darren Aronofsky ela interpreta uma bailarina extremamente competitiva cujo objetivo maior é protagonizar o Lago dos Cisnes pela companhia de dança a qual ela integra. À medida que mais obstáculos vão surgindo em seu caminho, mais obsessiva ela vai ficando em atingir a perfeição até chegar no ponto em que não é mais possível discernir realidade de alucinação.
Muito provavelmente o nome não te diz nada mas nos anos 70 o ator Gene Hackman era o cara. Por volta de 1971 ele protagonizou Operação França como o detetive Popeye Doyle, um thriller de ação com elementos de suspense sobre como o investigador tenta desmontar uma rede de tráfico de drogas em Nova York. O filme se tornou bem famoso pelas suas sequências de ação frenéticas, principalmente nas cenas de perseguição com carros.
Em Hackman, Luthor encontrou um ator muito talentoso para lhe representar
Tamanha foi a qualidade da sua atuação que no Oscar de 1972 o filme não só reinou absoluto nas principais categorias como concedeu a Hackman um reconhecimento de Melhor Ator. Por causa disso sua escalação foi essencial para que Superman de 1978 saísse do papel e ganhasse verba para ser produzido, além de atrair a atenção do público ainda descrente com um filme de heróis declaradamente ambicioso.
Superman: O Filme de 1978 teve em sua produção uma convergência ímpar de talentos que raramente se vê nos filmes de quadrinhos. Desde grandes profissionais em frente às câmeras até outros que trabalharam por trás delas (como o compositor John Williams) todos eles contribuíram para que esse filme fosse a primeira grande adaptação de quadrinhos. É claro que, quando se puxa a lista de nomes envolvidos, o de Marlon Brandose destaca do resto.
Brando chegou para o filme do Homem de Aço como um dos maiores nomes da história do cinema e um dos mais caros também. Sua motivação para ter aceitado o papel de Jor-El (pai biológico do Superman) foi que o salário seria bastante atraente, e isso até dificultou para que ele voltasse para os reshoots da sequência. Mesmo assim, Marlon Brando chegou para o filme já com dois Oscar de Melhor Ator no currículo e já bastante marcado pelo filme do Poderoso Chefão.
O terror de sobrevivência ‘Endangered Species‘ ganhou o primeiro trailer.
Confira:
MJ Bassett (‘Rogue’) é responsável pela direção.
Este emocionante conto de aventura se desenrola sob um sol africano brutal. Jack Halsey leva sua esposa (Romijn), seus filhos e um amigo para as férias dos sonhos no Quênia. Mas quando eles se aventuram sozinhos em um parque selvagem, sua van do safári é virada por um rinoceronte furioso, deixando-os feridos e desesperados. Então, quando dois deles vão em busca de resgate, um encontro sangrento e cruel com um leopardo e um clã de hienas incita uma luta desesperada pela sobrevivência.
Rebecca Romijn, Jerry O’Connell e Phillip Winchester estrelam a produção.
O terror será lançado pela Lionsgate em VOD no dia 8 de maio.
A série ‘Shameless‘ está chegando ao final de sua extensa jornada, com a 11ª e última temporada perto de se encerrar.
E para celebrar o fim dos 11 anos de trajetória, a atriz Emma Kenney compartilhou uma leva inéditas imagens dos bastidores, feitas ao longo da gravações do ciclo de encerramento.
O material foi compartilhado pela revista EW, onde ela ainda refletiu sobre essa jornada:
“Por mais de uma década, eu tive a honra e o privilégio de trabalhar em ‘Shameless’. À medida em que nos aproximamos da nossa última temporada, eu gostaria de lembrar do processo de gravações para sempre. Aqui estão alguns dos meus momentos favoritos dos bastidores, que eu capturei em imagens. Todas as coisas boas chegam ao fim. Este é o nosso”.
Vale lembrar que o último episódio da série vai ao ar no próximo domingo (11).
Confira o cartaz oficial do vindouro ciclo de encerramento, junto ao trailer:
A narrativa gira em torno dos Gallaghers, uma família pobre da cidade de Chicago que precisa lidar com os altos e baixos de seu relacionamento familiar e situação financeira.
A série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘ segue a plenos pulmões e seu mais novo episódio já está disponível na plataforma de streaming Disney+.
E a produção ganhou um novo cartaz conceitual, que traz o vilão Barão Zemo em destaque.
Confira:
A série foi criada por Malcolm Spellman.
Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato‘, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência.
Após atualizar seu calendário de estreias, a Paramount Pictures anunciou o lançamento de um novo filme da franquia ‘Star Trek‘, que está programado para estrear no dia 9 de junho de 2023.
Atualmente, a Universal Pictures e a 20th Century Studios têm lançamentos reservados para o mesmo final de semana, ambos sem títulos divulgados.
Anteriormente, Noah Hawley havia revelado detalhes sobre a narrativa do novo filme.
“O que eu amo sobre ‘Star Trek’ é que não é uma história de guerra. Não é uma história em que o poder faz justiça. É uma história sobre exploração. Uma história sobre resolver problemas de modo criativo. Meu momento favorito de todo o panteão é em ‘A Ira de Khan’, quando Kirk coloca seus óculos de leitura para derrubar os escudos de Khan. É um momento de tirar o fôlego, porque ele está usando a melhor arma que tem: sua mente. Por mais que eu ame os filmes de Chris Pine, eles são basicamente sobre correr de um lado da nave até o outro, impedir alguma coisa ruim de acontecer e, antes de recuperarmos o fôlego, fazer a mesma coisa de novo. São filmes de ação, e eu queria trazer essa ideia de humanidade de volta, justificando a existência no universo ao mostrar suas melhores qualidades”.
Ele também confirmou que o filme giraria em torno de um novo elenco, e não daquele que já foi visto nas três últimas iterações ou em qualquer outra entrada da saga intergaláctica. Mais do que isso, o realizador disse que a trama iria cruzar com o cânone pré-estabelecido do panteão.
“Não vamos fazer Kirk e não vamos fazer Picard. É um começo do zero que permite que façamos a mesma coisa que ‘Fargo’, onde, pelas primeiras três horas, você pensa: ‘nossa, realmente não tem nada a ver com o filme’, e então você encontra o dinheiro. Então estamos recompensando o público com algo que amam”.
O projeto estava nas etapas iniciais de pré-produção quando teve que ser interrompido por causa da pandemia de COVID.
Antes da estreia de ‘Star Trek: Sem Fronteiras‘, o 4º filme já estava sendo planejado e traria o Kirk de Pine ao lado de George Kirk de Chris Hemsworth (que morreu no primeiro filme) em uma narrativa de viagem no tempo.
Infelizmente, a ideia foi engavetada após as bilheterias nada animadoras do 3º filme, que arrecadou apenas US$ 343 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 185 milhões.
Agora, o longa está programado para ser lançado no dia 18 de junho.
O anúncio foi feito pouco depois da Paramount Pictures ter substituído ‘Top Gun: Maverick‘ por ‘Uma Noite de Crime 5‘ no dia 2 de julho – final de semana em que ‘Pedro Coelho 2‘ anteriormente estava programado para estrear.
Confira o trailer:
Will Gluck retorna à direção da sequência, que é baseada na saga de livros infantis escrita por Beatrix Potter.
Depois que Bea e Thomas se casam e Pedro fica famoso por causa do sucesso dos livros infantis da Bea, o coelho decide fugir e encontrar aventuras longe de casa para se descobrir.