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‘Godzilla Vs Kong’: Demián Bichir está em negociações para se juntar ao elenco

De acordo com o THR, Demián Bichir (‘A Freira‘) está em negociações para se juntar ao elenco da sequência ‘Godzilla Vs Kong’. Detalhes sobre o seu possível papel não foram revelados.

O elenco ainda inclui Millie Bobby Brown, Julian DennisonDanai Gurira, Kyle Chandler Brian Tyree Henry.

A disputa épica entre Godzilla e King Kong agora já possui um subtítulo de trabalho: ‘Apex’. O termo em inglês sugere que os dois grandalhões deverão lutar para ver quem ocupará o topo da cadeia alimentar.

Os poderosos monstros tornaram-se gigantescos heróis para uma nova geração, com a revelação de uma mitologia que reúne Godzilla e o King Kong  em um ecossistema que conta com outras super espécies gigantes, tanto clássicas como novas. A Monarch, a organização humana que descobriu Godzilla no filme de 2014, expandirá a sua missão ao longo de vários lançamentos.

Revelado como ‘Kong – A Ilha da Caveira’ se conecta a ‘Godzilla’ [SPOILER] 

Terry Rossio (‘Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra’) será o chefe da equipe de roteiristas, comandando o time composto por Patrick McKay e JD Payne (‘Star Trek – Sem Fronteiras’), Lindsey Beer (‘Dungeons & Dragons’), TS Nowlin (‘Maze Runner’), e J. Michael Straczynski (‘Guerra Mundial Z’).

O crossover das franquias ‘Godzilla‘ e ‘King Kong‘ vai aproveitar os novos filmes para criar um universo compartilhado.

‘Godzilla Vs Kong’ estreia em 22 de maio de 2020. Antes disso, Godzilla: O Rei dos Monstroschega aos cinemas em 22 de março de 2019.

‘Pearson’: Spin-off de ‘Suits’ ganha novo trailer; Assista!

A série ‘Pearson‘, derivado de ‘Suits‘, ganhou um novo trailer.

Confira:

Criada por Aaron Korsh, a série será estrelada por Gina Torres, a Jessica Pearson da série original.

A trama irá girar em torno de Jessica Pearson (Torres), uma poderosa advogada de Nova York recentemente desalojada, enquanto se ajusta à política suja de Chicago. Recém-nomeada como a mão direita do prefeito de Chicago Bobby Novak (Spector), Jessica rapidamente se envolve em um novo mundo perigoso, onde cada ação tem consequências a longo prazo. Com sua compulsão de vencer, Jessica é forçada a conciliar sua unidade imparável com seu desejo de fazer a coisa certa – duas coisas muito em desacordo.

O elenco ainda conta com Morgan Spector, Bethany Joy Lenz, Simon Kassianides, Eli Goree, Isabel Arraiza e Chantel Riley.

O spin-off será lançado no dia 17 de julho, mesmo dia que a estreia da última temporada da série original.

‘Os Garotos Perdidos’: Protagonistas do novo piloto são anunciados!

De acordo com o  Deadline, o novo piloto de ‘Os Garotos Perdidos‘ (The Lost Boys), encomendado pela CW, encontrou os seus protagonistas.

A nova versão será estrelada por Branden CookLincoln Younes Ruby Cruz.

Cook vai interpretar Garrett, o mais velho de dois irmãos, que se muda com sua mãe para Carolina do Norte em uma comunidade à beira-mar. Ele será uma versão do Michael do filme original.

Younes será Benjamin, o carismático líder de uma gangue de vampiros.

E, por fim, Cruz interpretará a Elsie, que acaba se interessando pelo novato da cidade.

Vale lembrar que essa é a terceira versão que a emissora tenta produzir e o segundo piloto que eles gravam. O piloto original, dirigido por Catherine Hardwicke, não foi aprovado.

O novo piloto será dirigido por Marcos Siega (‘Batwoman‘), e terá um elenco completamente novo.

Recentemente, o roteirista Rob Thomas revelou que o novo piloto será muito mais fiel ao filme clássico de 1987.

“A roteirista, Heather Mitchel, está reescrevendo o roteiro atualmente; nós chegamos ao processo de avaliar o feedback que recebemos. Vamos filmar o Piloto durante o outono [norte-americano]. Há algumas cenas que acreditamos que podemos fazer um trabalho melhor, então o novo roteiro será cerca de 40% reescrito. Não iremos começar do zero.”

Ele completa, “Dois anos atrás, eu escrevi um roteiro muito original [para o Piloto], mas a emissora não queria algo tão diferente. Felizmente, a roteirista que está revisando o texto, Heather Mitchell, ama o filme original e está determinada a fazer a série ficar mais parecida com o filme ‘Os Garotos Perdidos’. Terá muito em comum com o filme.”

Após a morte repentina de seus pais, Michael e Sam Emerson se mudam para Santa Carla em sua mãe, Lucy, com a esperança de começar novamente na cidade onde ela cresceu. Mas os irmãos se veem cada vez mais profundamente atraídos pelo mundo sedutor dos mortos-vivos eternamente lindos e jovens da cidade.

A série foi criada por Rob Thomas (‘iZombie‘).

Quarentena? Priscilla Alcantara lista com suas produções favoritas na Netflix

Enquanto o Brasil está de quarentena por causa do surto de Coronavírus, a Netflix convidou a cantora Priscilla Alcantara para compartilhar sua lista com as produções favoritas no serviço de streaming.

Confira:

O surto de coronavírus está redefinindo a rotina das pessoas ao redor do mundo e com muitas das principais estreias sendo adiadas, os cinéfilos ficaram um tanto órfãos.

Além disso, a pandemia acarretou em medidas drásticas, que inviabilizaram a movimentação nos cinemas, em virtude do alto risco de contaminação, por se tratar de um local fechado e com grandes aglomerações.

Pensando nesse atual e crítico momento vivido pelo mundo, a Netflix compartilhou uma lista de séries disponíveis para conferir, enquanto os cinemas continuarem sendo considerados lugares de alto risco de contaminação.

Entre as dicas compartilhadas estão as séries ‘Skins‘, ‘That 70’s Show‘ e ‘Gotham‘.

Confira:


Recentemente, a Netflix divulgou que os usuários da plataforma estão consumindo um produto um tanto quanto esquecido nos últimos meses – principalmente devido ao surto do Coronavírus nas últimas semanas.

Depois de diversos cancelamentos de eventos cinematográficos, banimentos de voos da Europa e a recente confirmação de que Tom Hanks e sua esposa contraíram a doença, a obra Pandemic: Como Prevenir uma Epidemia começou a despontar como uma das grandes escolhas dos espectadores.

Confira o trailer:

Confira a sinopse oficial:

Conheça os heróis do front de batalha contra a influenza e aprenda sobre seus esforços para impedir a próxima epidemia global.

A série documental viaja por países como Índia, Egito, Congo e Estados Unidos, trazendo referências e paralelos a outros surtos sanitários (como a Gripe Espanhola) e também comentários sobre os profissionais de saúde que lutam para que essas pandemias acabem.

Jovem parte em busca de seu sonho musical no trailer de ‘No Ritmo do Coração’; Assista!

A Diamond Films divulgou o primeiro trailer do drama musical ‘No Ritmo do Coração‘.

Confira:

O longa é escrito e dirigido por Sian Heder.

Ruby é a única pessoa que não é surda em sua família. Ao mesmo tempo em que enfrenta os dilemas da idade e a responsabilidade de ser a intérprete da família, Ruby descobre seu talento musical. Em meio a dificuldades nos negócios da família, se vê dividida entre seguir sua paixão pela música em outra cidade e o medo de deixar os pais.

Emilia JonesMarlee Matlin e Troy Kotsur estrelam a produção.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 23 de setembro.

‘X’: Terror com Jenna Ortega SURPREENDE e arrecada quase US$ 5 milhões em estreia nos EUA

O terror ‘X‘, novo filme do cineasta Ti West, surpreendeu e estreou em quarto lugar nas bilheterias norte-americanas, com US$ 4.4 milhões arrecadados no primeiro final de semana.

O longa da A24 foi exibido em 2,865 salas de cinema, e o estúdio esperava arrecadar em torno de US$ 3 milhões – mas o filme foi impulsionado pelo boca a boca positivo.

Em comparação com outro lançamento recente da produtora, o terror fica abaixo de ‘A Lenda do Cavaleiro Verde‘, que estreou com US$ 6.7 milhões nos EUA.

Assista nossa crítica do filme:

Vale lembrar que ‘X‘ conquistou impressionantes 95% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, com 123 análises publicadas até o momento.

O consenso geral é que o terror, além de extremamente violento, também traz uma mensagem importante em sua narrativa. Além disso, a produção conta com personagens carismáticos e bem construídos.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Um filme com uma narrativa diferente que demonstra por que [Ti] West deveria ter o poder total de criar filmes de terror cômicos insanos com mais frequência. Esse longa é incrível!” (Bloody Disgusting)

“Além de personagens bem desenvolvidos, ‘X’ também traz ótimas mortes, uma narrativa com um bom ritmo, que faz uma ponderação real sobre sexo, juventude e o nosso terror coletivo do envelhecimento.” (Cinapse)

“Uma década após seu último filme de terror, Ti West retorna para provar que ele ainda tem o dom. Sua direção está ainda mais afiada com o passar do tempo, com sua exploração violenta da nossa própria mortalidade.” (ComicBook)

“Os personagens desse filme realmente parecem pessoas de verdade.” (Variety)

“‘X’ é aquele tipo incomum de terror que traz um debate sobre sexualidade. Não é apenas sobre a carnificina acontecendo na tela contra a pequena equipe de um pornô amador.” (Rue Morgue Magazine)

Confira o trailer:

Além da direção, Ti West também é responsável pelo roteiro do filme.

Em 1979, um grupo de cineastas viajam até a zona rural do Texas para gravar um filme adulto, mas sua anfitriã reclusa os pega no ato e eles logo precisam lutar desesperadamente por suas vidas.

O elenco conta com Brittany Snow (‘A Morte te Convida para Dançar’), Mia Goth (‘Suspiria’), Jenna Ortega (‘Pânico’), Scott Mescudi (‘Não Olhe para Cima’), Martin Henderson (‘O Chamado’), Owen Campbell (‘Tempos Obscuros’) e Stephen Ure (‘Máquinas Mortais’).

Crítica | Game of Thrones 08×04 – The Last of the Starks

AFETOS E PODER

 

Já passando da metade da última temporada de Game of Thrones – GoT é preciso reconhecer que a série já não é mais a mesma. Estamos vendo, episódio depois de episódio, a qualidade do roteiro cair. Não falo dos teletransportes que já ocorriam na temporada passada. O que se nota é uma falta de esmero e paciência na construção dos acontecimentos, algo que já se evidenciou na sétima temporada. Os fatos se sucediam muito rapidamente, os personagens passavam por uma situação e logo tinham mudado, ou acabavam de se conhecer e já rolava um namoro. A resolução do Rei da Noite no episódio 3 foi um exemplo recente: a rapidez não condiz com o terror que se anunciava ao longo da série. Até se analisarmos os eventos da batalha vamos notar que há incoerência e facilitações de roteiro: qual a função do Bran (Isaac Hempstead Wright) usar os corvos na batalha, por exemplo?!

Neste 4º episódio o roteiro produziu alguns dos diálogos mais constrangedores de toda série. A ruindade era tão grande, que custei a acreditar que escutava aquelas frases saindo da boca dos personagens. O mais emblemático foi Jaime (Nikolaj Coster-Waldau) usando a justificativa do “tá calor aqui” para tirar a roupa na frente da Brienne (Gwendoline Christie). Pô, 01, oito anos de curso, pra isso?! Sério?!

Os vários diálogos que buscavam comentar os eventos que acabavam de ocorrer sintetizam bem os problemas do roteiro de GoT. Há uma regra de ouro no cinema que as séries adotaram muito bem: mostre ao invés de falar. Por mais de uma vez, Tyrion (Peter Dinklage) deu uma de comentador de cena. Exemplo: após sagrar Gendry  (Joe Dempsie) como Lorde, Daenerys (Enukau Clarke) comenta com Tyrion que ela também sabe fazer uma jogada estratégica. Sério?! Nossa, eu nem percebi! Pensar que em temporadas passadas, GoT conseguia expor a queda de braço entre os irmãos Lannister apenas com troca de cadeiras ao redor da mesa do conselho.

Comentar e verbalizar ao invés de expor a ação pode ser muito bem usado – o filme Tropa de Elite é um caso – mas, em geral é uma forma de acelerar os acontecimentos ou não deixar o espectador com dúvidas. Por conta da redução dos episódios, o que diminuiu o tempo da série, os roteiristas usam os diálogos expositivos como muleta, implicando no sacrifício da qualidade estabelecida pela própria série.

Este episódio foi o que teve as maiores maquinações políticas desta temporada. Com a resolução relâmpago do Rei da Noite e sua curta madrugada, os bastidores da política (marca registrada de GoT) voltaram a se movimentar em torno do trono de ferro. A questão central do episódio foi saber quem deve subir ao trono no caso de uma eventual vitória contra Cersei (Lena Headey). Alguns dos melhores momentos do episódio envolveram Tyrion e Varys (Conleth Hill) discutindo quem teria mais condições de governar Westeros, Daenerys ou Jon Snow (Kit Harington). Mesmo longe do debate político que a série já entregou no passado, mesmo por vezes sendo muito direto, o episódio conseguiu transmitir o impasse em que os seguidores de Daenerys e Jon Snow se encontram.

O episódio focou, por um lado, em fechar alguns arcos, como o de Gendry, e direcionar personagens importantes rumo aos episódios finais, como Jaime e Arya. Também foi destaque a angústia psicológica de Daenerys. Todo o episódio é construído ao redor dessa questão: estaria ela sucumbindo à loucura Targaryen?

O melhor do episódio foi como ele expôs a degradação psicológica da Mãe dos Dragões. Na festa, ela estava deslocada, não se encaixando naquele mundo nortenho. O close com uma lente angular, com Varys ao fundo, foi a tradução visual do quanto a personagem não aguenta o fardo de ter outro legítimo ao trono. E, sinceramente, acho que o menos importante para ela é o romance entre os dois. Ela já mostrou ser capaz de renunciar ao coração em nome do poder, quanto mais renunciar a um lance… Na parte final, o episódio impôs duas perdas que deixaram Dany devastada: seu filho dragão e sua amiga Missandei (Nathalie Emmanuel).

A série vem desenhando uma derrocada psicológica da personagem desde a temporada passada, especialmente quando ela matou os Tarly. Se o roteiro decidir seguir por torná-la uma espécie de vilã, certamente vão fundamentar essa escolha na loucura Targaryen. Embora esse elemento esteja presente e possa justificar ações impulsivas dela, é preciso entender como essa loucura foi alimentada.

Entre os muitos assuntos de GoT, poder e relações familiares foram dois temas recorrentes. Daenerys não criou muitos laços. Seu irmão a vendeu para conseguir um exército, o homem que ela amou e seu filho morreram. O poder acabou sendo a forma dela conseguir reconstruir a glória da sua família. Porém, essa cegueira pelo poder (ou por reconstruir a sua família) nunca permitiu que ela formasse laços duradouros. E, os poucos que ela tinha, o Deus da Morte levou! A cena da comemoração em Winterfell é emblemática desse vazio da personagem: todos comemoram com alguém ou algum familiar, enquanto ela estava isolada, tendo como única companhia o seu copo da Starbucks.

Acho pouco provável que o roteiro transforme ela em uma vilã. Mas, tudo aponta para que Dany sucumba e faça gestos violentos, como tocar fogo na capital. E, se o fizer, gostaria que fosse trabalhado esse vazio afetivo da personagem.

E aí, o que achou deste episódio? Gostaram das intrigas de bastidores? Também acharam os diálogos fracos? Sentiu a dor de Brienne?

Durante toda a temporada, ao final de cada episódio, eu, Bruno Fai e Rafa Gomes estaremos conversando ao vivo sobre a série. O bate papo do quarto episódio vocês podem conferir aqui. E não deixem de comentar, compartilhar a resenha e curtir as nossas redes sociais:

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10 Filmes que mostram que a mentira tem perna curta!

Geralmente a mentira não é uma coisa infinita, chega num ponto que descobertas são feitas! Em alguns filmes, a trajetória de personagens contornam essa questão nos levando para os conflitos que se seguem com a revelação da verdade. Pensando nisso, resolvemos criar uma lista com filmes onde uma mentira vira o centro dos holofotes:

 

Até Amanhã

Na trama, acompanhamos um dia tenso na vida da jovem Fereshteh (Sadaf Asgari), que vive sozinha na capital do Irã onde estuda e trabalha em uma gráfica para sustentar sua filha recém nascida de 2 meses. Quando um parente sofre um acidente e logo hospitalizado na cidade de onde mora, seus pais resolvem visitá-la. A questão é que eles não sabem da existência da criança. Assim, sem saber em quem confiar, ela precisa encontrar um lugar para a criança ficar enquanto seus pais estão por perto embarcando em uma série de conflitos que se seguem.

 

Meio Grávida

A vida de Lainy (Amy Schumer), uma professora do ensino fundamental, parece estar em um total desequilíbrio. Seu sonho em ser mãe nunca se realizou e sua melhor amiga Kate (Jillian Bell) acaba de ficar grávida. Sem saber como lidar com a situação resolve fingir que está grávida e assim, se jogando na mentira descarada, acaba conhecendo novos amigos e acaba se apaixonando Josh (Will Forte). A questão é que uma hora a verdade sempre aparece.

 

O Jogo do Disfarce

Na trama, conhecemos Emma (Kaley Cuoco), uma mulher super dedicada a sua linda família, casada com o carinhoso Dave (David Oyelowo), mas que esconde um importante segredo. Sete anos casada, com dois filhos, moradora de Nova Jérsei, Emma passa seus dias se desdobrando entre os afazeres profissionais como assassina de aluguel e a vida familiar. Certo dia, quando percebe junto ao marido que precisam apimentar a relação, eles tem a ideia de se encontrarem em um hotel luxuoso, fingindo não se conhecerem, e assim terminar a noite de uma forma diferente. Só que nesse lugar, Emma vai bater de frente com sua outra vida, gerando uma série de situações.

 

Aparências

Na trama, conhecemos Eve (Karin Viard) e Henri (Benjamin Biolay), um casal francês de classe alta que moram faz anos na Suíça. Ela uma competente gerente de uma biblioteca, ele um maestro rumo aos mais altos cargos de sua prestigiada profissão. Vivendo sob os holofotes da posição social que conquistaram, esse casamento se encontra em um presente frio. Quando Eve descobre a traição do marido com uma professora que dá aula ao único filho do casal, a protagonista se joga em uma noite de inconsequências se relacionando com o problemático Jonas (Lucas Englander). Quando um passa a descobrir a traição do outro, a trama vai se desenvolvendo rumo ao imprevisível.

 

Fiéis

Na trama, conhecemos Bodil (Bracha van Doesburgh), uma experiente juíza holandesa que leva uma vida feliz com o marido, o médico Milan (Nasrdin Dchar). Sua melhor amiga, Isabel (Elise Schaap) é uma mulher que passa por uma crise no casamento. As duas, em determinadas épocas do mês fazem uma viagem onde vivem outras vidas, com calientes romances, um plano que dá sempre certo pois uma é cúmplice da outra. Quando um assassinato acontece e misteriosamente Isabel desaparece, Bodil se vê em um labirinto onde achar verdades em meio a tantas mentiras é uma tarefa complexa. Tudo se complica mais ainda quando Luuk (Gijs Naber), marido de Isabel resolve se juntar na busca pela esposa.

 

A Farsa

Na trama, conhecemos Adrien (Pierre Niney), um ex-bailarino, agora gigolô profissional que mora com a ex-atriz Martha (Isabelle Adjani). Certo dia ele encontra um novo sentido na sua limitada vida no amor por uma linda trambiqueira Margot (Marine Vacth). Juntos, o casal planeja os detalhes e execução de um golpe no corretor de imóveis e ex-alcoólatra Simon (François Cluzet) que assumiu o controle total da empresa da família. Mas muitas surpresas vão chegar nesse caminho que traçaram.

 

Sharper – Uma Vida de Trapaças

Na trama, conhecemos o jovem Tom (Justice Smith), um amante de livros, que possui uma simpática livraria no centro de uma grande cidade norte-americana. Certo dia, entra pela porta do local uma jovem doutoranda chamada Sandra (Briana Middleton) e logo os dois se apaixonam perdidamente. Certo dia, Sandra, desesperada, avisa Tom que precisa de 350 mil dólares e ele, um herdeiro do milionário Richard (John Lithgow), logo consegue a quantia. Só que Sandra some, e Tom percebe que caiu em um golpe. Paralelo a isso, vamos conhecendo Max (Sebastian Stan) e Madeline (Julianne Moore), um dupla de trambiqueiros que vão nos mostrar os lados desse golpe aplicado por Sandra.

 

Jogada de Amor

Na trama, conhecemos Gianni (Pierfrancesco Favino) um mentiroso compulsivo, egocêntrico, arrogante, que adora desfilar seu carrão pelas ruas de Roma, dono de uma empresa de calçados com grande sucesso no mercado que gosta de contar vantagens para os amigos tão machistas quanto ele em relação as suas conquistas, todas elas baseadas em mentiras para embarcar em relacionamentos logo descartáveis. Certo dia, tentando seduzir a vizinha de porta do apartamento de sua mãe recém falecida, acaba conhecendo a bela violinista Chiara (Miriam Leone), que anos atrás, após um trágico acidente de carro, acabou perdendo os movimentos das pernas. Desse encontro, acaba nascendo uma relação que vai crescendo mas precisando enfrentar diversos conflitos pois Gianni à princípio mente dizendo também ser paraplégico.

 

O Segredo de Madeleine Collins

Na trama, acompanhamos a história de Judith Fauvet (Virginie Efira), uma tradutora, com a desculpa perfeita de ter um trabalho onde viaja muito, acaba criando na sua rotina duas vidas. Esposa de um maestro e mãe de dois filhos na França e também tendo um amante e uma filha pequena na Suíça, vamos entendendo aos poucos o que acontece nessa história com algumas reviravoltas que reflete sobre o lado psicológico de uma personagem perdida em realidades distintas fazendo força para acreditar que ambas são suas verdades. Quando as mentiras desabam, seu castelo criado vai ruindo aos poucos, ela se vê perdida sem saber como resetar tudo que criou.

 

O Palestrante

Na trama, conhecemos Guilherme (Fábio Porchat), um homem consumido por um trabalho maçante que no mesmo dia descobre que a esposa está saindo de casa e que será alvo de demissão do seu chefe. Só que algo inusitado acontece: em meio a uma viagem pela empresa, acaba vendo a chance de ter uma experiência nova quando (forçadamente) é confundido com um famoso palestrante que dará uma super palestra em um resort no Rio de Janeiro. A chefe da empresa contratante, Denise (Dani Calabresa) e o protagonista acabam gostando um do outro o que dará margens para mais problemas em meio a mentira contada.

 

 

10 Animações em cartaz no Telecine para Distrair a Criançada

A reclusão social a qual todos estamos sujeitos para conter a epidemia do coronavírus está fazendo com que readaptemos nossa realidade. Trabalhos, cursos, estudos, exercícios e distrações precisaram ser trazidos para dentro de nossos lares. No entanto, para quem tem filhos pequenos, o desafio está sendo ainda maior. Os pais estão tendo que se desdobrar para conseguir entreter e canalizar a energia da garotada.

Para ajudar na tarefa, o CinePOP formula uma nova lista. Desta vez, o foco são dicas de animações recentes para distrair as crianças. E mesmo que eles já tenham visto alguns, é sempre hora de relembrar seus preferidos. O melhor é que a maioria dos filmes são igualmente recomendados para os pais que queiram acompanhar seus filhos nesta empreitada – e alguns, inclusive, mais recomendados para os mais velhos e adultos. Então, reúna a família na frente da TV e programa-se com o Telecine.

Pets: A Vida Secreta dos Bichos 2

Continuação do sucesso de 2016, esta é a pedida ideal para os pais, filhos e as famílias que adoram animais. O filme original faturou uma bilheteria assombrosa, chegando perto dos US$900 milhões. Assim, é claro que a Universal e a Illumination Entertainment (mesmo estúdio de Meu Malvado Favorito e Os Minions) prontamente confeccionaram uma sequência. A proposta continua a ser desmascarar o que nossos animaizinhos de estimação fazem quando saímos de casa. Uma curiosidade, no entanto, é que podemos notar uma mudança na voz do protagonista Max. Acontece que o dublador original, o comediante Louis C.K., se envolveu em polêmicas de assédio, sendo substituído por Patton Oswalt nesta continuação. Harrison Ford e Tiffany Haddish são as novidades no elenco.

Como Treinar o Seu Dragão 3

Por falar em continuação, ninguém esperava que o filme da Dreamworks lançado em 2010 fizesse tanto sucesso com a garotada. O mais legal é que os personagens foram amadurecendo com a história e ficando mais velhos – assim como os fãs da franquia. Um conto sobre uma improvável amizade nascida entre o último dragão de sua espécie e um adolescente – que conseguiu provar falsa a lenda de que tais criaturas eram perigosos monstros. Soluço e Banguela foram crescendo a cada filme e neste terceiro o rapaz se torna finalmente um homem. Nesta nova aventura, eles descobrem que Banguela não era de fato o último de sua espécie e precisam encontrar um santuário de dragões conhecido como “O Mundo Escondido”.

O Parque dos Sonhos

Toda criança adora parque de diversão. Bem, muitos adultos também. Ao adentrar um lugar desses, imediatamente somos remetidos à nossa infância. E esta é a proposta da nova produção animada da Paramount. Com as vozes de Mila Kunis, Jennifer Garner e Matthew Broderick, a história apresenta um parque desativado onde a imaginação fértil de uma menina chamada June ganha vida, inclusive através de animais falantes, como um grande urso azul. Esta é uma coprodução entre a Paramount e a Nickelodeon, a terceira do ano passado, depois de Dora e a Cidade Perdida e Brincando com Fogo – sendo a única na forma de animação.

Os Incríveis 2

Toda criança já assistiu ao sucesso da Disney/Pixar Os Incríveis (2004). Bem, se não assistiu, deveria. Por anos, esta foi uma das sequências mais pedidas pelos fãs, que demorou nada menos do que 14 anos para sair do papel. Antes tarde do que nunca, não é? Novamente acompanhamos as aventuras da família Pera (Parr no original), super-heróis com muitos dilemas pessoais. Desta vez, uma inversão de papeis no mundo moderno, cabendo ao pai Sr. Incrível ficar em casa para cuidar do bebê Zezé, enquanto sua esposa, a Mulher Elástica, sai para trabalhar, ou seja, combater o crime.

O Grinch

Animação da Universal perfeita para ser assistida no fim de ano, na época do natal. Mas até lá, os pimpolhos podem ir se acostumando com a história do personagem ranzinza e esverdeado para assistirem novamente depois. Baseado nas histórias criadas pelo icônico escritor infantil Dr. Seuss, O Grinch é uma criatura verde e peluda, que odeia o natal e a felicidade da época, costumeira em sua cidade. Ele vive isolado no alto da montanha, e após aprontar destruindo a celebração, aprende o verdadeiro significado da época. A história já havia sido adaptada ao cinema em uma versão de carne e osso protagonizada por Jim Carrey em 2000. Agora é a vez desta versão animada, com a voz de Benedict Cumberbatch.

Gnomeu e Julieta: O Mistério do Jardim

Muitos talvez não tenham visto o filme original, Gnomeu e Julieta (2011), que mistura a história de Romeu e Julieta encenada por anões de jardim. Esta continuação, novamente produzida pela Paramount, dá protagonismo para um novo personagem, que inclusive é o título original do filme em inglês. Sherlock Gnomes, como o nome diz, é a versão de Sherlock Holmes dos anões de jardim. O detetive tem a voz de Johnny Depp no original, e precisa desvendar o caso do sumiço de alguns ornamentos no jardim. O elenco conta ainda com as vozes de Chiwetel Ejiofor como Dr. Watson, Michael Caine, e os retornos de Emily Blunt e James McAvoy como os apaixonados Julieta e Gnomeu.

Astérix e o Segredo da Poção Mágica

Esta aqui serve também como propícia homenagem ao francês Alberto Uderzo, um dos criadores do personagem Astérix, falecido recentemente aos 92 anos no último dia 24 de março. Criados ainda na década de 1950, Astérix e Obélix são gauleses aventureiros, que através de uma poção mágica – no melhor estilo espinafre do Popeye, ganham superforça para derrotar seus inimigos. Fazendo parceria à dupla, o cãozinho branco Ideiafix. As histórias já foram parar no cinema algumas vezes, sempre em produções em live-action, com atores reais. Esta é a primeira animação criada através de computador com os personagens. Na história, o mago que cria as poções decide passar o cargo adiante.

Ilha dos Cachorros

Como dito, alguns dos filmes na lista são recomendados até mais para os adultos. Este é um dos casos, já que esta animação em stop-motion é dirigida por um cineasta que possui humor único: Wes Anderson. Só quem já assistiu a algum dos filmes do diretor vai entender. Seja como for, aqui ele trata de uma história universal, com um subtexto muito potente, sendo recomendado também para os amantes de cachorros e animais. Na trama, o Japão bane todos os cachorros do país para uma ilha devido a uma gripe transmitida através deles. Ou seja, um tema muito pertinente e atual. Mas um pequeno menino decide ir atrás de seu melhor amigo, o cão Spots, partindo assim numa missão de resgate.

Viva: A Vida é uma Festa

É impossível não se emocionar ao assistir a esta animação da Disney. E é igualmente impossível assistir ao filme uma vez só. Sendo assim, esta é a oportunidade perfeita de revistar uma das obras mais belas dos últimos anos, que além de tudo fala sobre a paixão pela música, que não pode ser contida. Outro ponto muito legal da produção é jogar foco na cultura mexicana – esta é a primeira vez que um longa do estúdio apresenta tal proposta. Aqui, uma família mexicana proíbe o pequeno Miguel de tocar, cantar e dançar, devido a um trauma com um parente. Mas a música em suas veias é mais forte, e numa noite mágica no dia dos mortos, feriado celebrado pelos mexicanos, o menino vai parar no além, no mundo dos mortos para visitar os membros de sua família que estão do outro lado. Lindíssimo.

Batman: O Retorno da Dupla Dinâmica

Este é outro item da lista mais recomendado para os pais do que para os filhos. No entanto, os pequenos também poderão se divertir com esta animação do herói Homem Morcego. Acontece que este filme é inspirado naquela série antiga com o Batman levemente gordinho, na qual ele dançava, dava socos com Pow! vindo em tela, surfava usando calções por cima de seu uniforme e usava repelente de tubarões. Ou seja, a galhofa reinava. E esta era a diversão. Aqui, tudo é criado para emular a série, até mesmo as vozes dos heróis são dubladas por Adam West e Burt Ward, o Batman e Robin originais. Julie Newmar, a Mulher Gato, também empresta sua voz. O desenho teve inclusive uma continuação chamada Batman vs. Duas Caras – vilão que nunca apareceu no seriado, embora tenha sido planejado. Na animação o inimigo é desenhado nas formas de William Shatner, o Capitão Kirk da série clássica Jornada nas Estrelas – que faz a voz do personagem.

‘Mulher Nota Mil’ – Clássico da Comédia Adolescente Completa 40 Anos – Será que seria feito nos dias de hoje?

Dois adolescentes retraídos e que não possuem muita sorte com as mulheres resolvem criar a mulher perfeita (ao menos aos seus olhos) no computador (dando uma de Frankenstein) para lhes servir – como praticamente uma escrava sexual. Mas o que poderia ser uma obra machista e misógina, termina subvertendo a história graças ao diretor e roteirista John Hughes (o Midas do gênero na década), já que a mulher criada tem personalidade própria e forte, e termina fazendo da dupla seus subalternos nessa história de amadurecimento. ‘Mulher Nota Mil’ (Weird Science) completa 40 anos de estreia em 2025 – e abaixo daremos uma olhada nesse verdadeiro clássico.

Em agosto de 1985, um dos filmes mais icônicos (e polêmicos) da comédia adolescente americana estreava nos cinemas: Mulher Nota Mil(Weird Science). Comandado por John Hughes, o mesmo diretor de clássicos como ‘Clube dos Cinco e ‘Curtindo a Vida Adoidado, o filme colocava dois adolescentes desajustados no centro de uma fantasia nerd: criar a “mulher perfeita” usando um computador. Quatro décadas depois, o longa ainda gera debates sobre seu conteúdo, sua mensagem e sua viabilidade no mundo atual.

Gary Wallace (Anthony Michael Hall) e Wyatt Donnelly (Ilan Mitchell-Smith) são dois adolescentes impopulares e excluídos na escola. Sem namoradas, sem autoestima e atormentados por valentões, eles têm uma ideia inusitada inspirada em ‘Frankenstein’: usar um computador para criar a mulher ideal. Depois de uma sequência digna de ficção científica oitentista, nasce Lisa, interpretada pela então modelo Kelly LeBrock – uma das mulheres mais lindas a terem passado por Hollywood.

Lisa não é apenas bonita — ela é confiante, inteligente, sexy, assertiva e, o mais importante, dotada de poderes mágicos que transformam a vida dos rapazes. De aulas de autoconfiança a festas insanas e confrontos com motoqueiros mutantes (incluindo uma participação de Michael Berryman, de ‘Quadrilha de Sádicos’), o filme segue um ritmo alucinado de descobertas, humor pastelão e fantasia adolescente. Ah sim, e quem poderia esquecer a trilha sonora da música homônima criada pela banda Oingo Boingo, que toca até hoje. Fora isso, o filme ainda marca um dos primeiros filmes de gente como Robert Downey Jr. e o saudoso Bill Paxton.

Ao final, Gary e Wyatt descobrem que o que realmente importava não era a mulher ideal, mas a segurança para serem eles mesmos — uma moral à la John Hughes, que tenta dar um toque humano a uma premissa tão absurda quanto controversa.

John Hughes estava no auge da criatividade nos anos 80. Em um intervalo de poucos anos, escreveu e/ou dirigiu ‘Gatinhas e Gatões’ (1984), ‘Clube dos Cinco’ (1985), ‘Mulher Nota Mil (1985) e ‘Curtindo a Vida Adoidado’ (1986). Cada filme lidava com a juventude americana sob um ponto de vista sensível, cômico ou absurdamente irreal — e Hughes transitava com facilidade por todos esses tons.

A inspiração paraMulher Nota Mil veio de um conto de quadrinhos publicado pela EC Comics nos anos 1950, também intitulado Weird Science, onde um cientista cria a mulher ideal. Hughes reimaginou a premissa com um toque adolescente, referenciando tanto o cinema de horror clássico, quanto os anseios dos nerds dos anos 80, mergulhados em tecnologia e ficção científica.

Na época do lançamento, a crítica foi dividida. Muitos consideraram o filme divertido e inventivo, enquanto outros o viram como uma regressão às comédias sexuais simplistas, recheadas de estereótipos e superficialidade. O crítico Roger Ebert elogiou o filme por seu humor absurdo, mas ponderou que ele “não tinha a profundidade emocional de outras obras de Hughes“. Já Pauline Kael, da The New Yorker, foi menos generosa, chamando o filme de “machista travestido de comédia adolescente”.

Do ponto de vista comercial, o filme foi moderadamente bem-sucedido: arrecadou cerca de US$ 38 milhões nas bilheterias dos EUA, com um orçamento estimado em US$ 7,5 milhões. Embora não tenha alcançado o mesmo status de bilheteria que outros títulos de Hughes, como ‘Clube dos Cinco’ ou ‘Curtindo a Vida Adoidado’, tornou-se um cult com o passar dos anos.

O sucesso tardio levou até à criação de uma série de TV homônima nos anos 90, que durou cinco temporadas, ampliando o universo da personagem Lisa para uma nova geração.

Nos anos 80, ‘Mulher Nota Mil funcionava como uma espécie de desejo coletivo dos adolescentes que se sentiam invisíveis. Era a fantasia da “reparação social” via tecnologia e beleza, um filme que dizia: “Se você não pode conquistar a garota dos seus sonhos, talvez um computador possa resolver isso por você”.

Contudo, o que parecia irreverente e fantasioso há 40 anos hoje é visto com outros olhos. A ideia de “criar” uma mulher perfeita, à imagem dos desejos masculinos, sem autonomia ou consentimento, levanta sérias discussões sobre objetificação, misoginia e padrões de gênero.

Lisa, apesar de forte e dominante, continua sendo uma criação artificial cujo propósito inicial é servir aos desejos dos protagonistas. Mesmo que o roteiro a apresente como uma espécie de mentora — quase uma fada madrinha sexy — a base da narrativa é construída sobre um ideal masculino de mulher, o que a torna um alvo fácil para análises feministas e críticas sociais.

No entanto, há quem veja valor no que o filme tentou ser: uma sátira absurda do imaginário masculino juvenil. Lisa, afinal, subverte a expectativa ao não ser apenas um objeto passivo. Ela confronta, ensina, desafia. É mais poderosa que os próprios garotos que a criaram. É essa ambiguidade que ainda alimenta o debate sobre o filme até hoje.

Para a pergunta:Mulher Nota Milseria feito hoje? A resposta curta é: não da mesma forma. Num mundo onde discussões sobre consentimento, representação de gênero, inclusão e equidade são centrais, um roteiro como o de ‘Mulher Nota Mil enfrentaria sérias resistências. Em um ambiente cultural pós-Me Too, criar uma mulher perfeita com base nos desejos de dois adolescentes brancos e heterossexuais poderia ser visto como insensível, ultrapassado ou até ofensivo.

Por outro lado, há espaço para uma releitura crítica ou um remake subversivo. Imagine um roteiro onde a criação de Lisa serve para desconstruir os próprios clichês e machismos internalizados dos protagonistas. Ou mesmo uma versão invertida, onde adolescentes criam um “homem ideal”, apenas para descobrir que a perfeição não existe — e que o verdadeiro desafio é aceitar as imperfeições próprias e alheias.

Hollywood já flertou com essa ideia. Em 2013, surgiram rumores de um remake com produção da Universal e roteiro de Michael Bacall (‘Anjos da Lei’), mas o projeto foi engavetado — provavelmente pela complexidade de adaptar uma premissa tão datada ao mundo contemporâneo sem tropeçar em polêmicas.

Mulher Nota Mil é, ao mesmo tempo, um produto de sua época e uma cápsula das fantasias e inseguranças adolescentes dos anos 80. É uma mistura de comédia pastelão, ficção científica de garagem e conto de amadurecimento — com tudo o que isso tem de bom e de problemático.

Quarenta anos depois, ele segue relevante como objeto de estudo cultural: tanto pelo que revela sobre o imaginário masculino nerd da época, quanto pelas limitações sociais de seu roteiro. Lisa permanece como uma figura icônica da cultura pop, talvez mais interessante hoje por tudo que ela representa — e tudo que ela poderia ter sido.

Se ‘Mulher Nota Mil fosse criado hoje, com consciência crítica, talvez a pergunta dos novos tempos não fosse “como criar a mulher perfeita”, mas sim “por que ainda queremos moldar o outro às nossas expectativas?”

‘A Maldição da Chorona’: Novo terror de James Wan ganha trailer ASSUSTADOR; Confira!

O novo terror ‘A Maldição da Chorona‘ (The Curse of La Llorona) (anteriormente chamado de The Children), produzido por James Wan (Invocação do Mal), ganhou um trailer assustador.

Confira:

A Warner Bros divulgou a sinopse oficial do filme:

“La Llorona. A mulher chorona. Uma aparição horripilante, presa entre o Céu e o Inferno, presa em um terrível destino selado por seus próprios atos. A menção de seu nome alcançou o terror em todo o mundo por gerações. Na vida, ela afogou seus filhos com uma terrível raiva e jogou-se no rio atrás deles enquanto chorava de dor.

Agora as lágrimas dela se tornaram eternas e letais, e aqueles que a ouvem chamando na noite, estão condenados à morte. La Llorona se arrasta nas sombras e ataca as crianças, desesperada para substituir as dela. Com o passar dos séculos, seu desejo tornou-se mais voraz … e seus métodos mais aterrorizantes.

Na Los Angeles dos anos 70, La Llorona está perseguindo a noite – e as crianças.

Cuidado com o seu lamento arrepiante… ela vai atraí-lo para a escuridão. Porque não há paz para sua angústia. Não há piedade para sua a alma e não há como escapar da maldição de La Llorona.”

Michael Chaves assume a direção.

Na trama, uma assistente social investiga o desaparecimento de duas crianças e logo descobre que sua própria família também pode estar em perigo.

O elenco inclui Jaynee-Lynne KinchenRaymond CruzLinda Cardellini, Sean Patrick Thomas e Patricia Velasquez.

Vale lembrar que um artigo no site Variety sugeriu que o terror fará parte do universo Invocação do Mal.

‘A Maldição da Chorona‘ estreia no dia 19 de abril de 2019. No Brasil, segue sem previsão.

‘Brinquedo Assassino’: Rex, de ‘Toy Story’, é a nova vítima do Chucky em novo cartaz

O remake ‘Brinquedo Assassino‘ ganhou um novo cartaz, fazendo do fofo Rex, de ‘Toy Story‘, a mais nova vítima do Chucky.

Confira:

Com direção de Lars Klevberg (‘Morte Instantânea‘), a nova versão não tem o envolvimento de ninguém da franquia original.

No longa, a Kaslan Corporation, fabricante dos bonecos Buddi, é uma empresa que investe cada vez mais em tecnologias inteligentes. Para anunciar a chegada do boneco, o fundador da corporação explicou um pouco mais a respeito desse produto que promete encantar as crianças de todo o mundo. “Nós nos comprometemos a desenvolver o maior e mais interativo brinquedo do mercado, mas criamos algo muito mais especial. Toda criança é importante para nós e todas elas merecem uma companhia. Um amigo que nunca te deixaria para baixo. É uma honra apresentar a você o nosso brinquedo mais inovador até hoje: Buddi. Ele é mais que um brinquedo, ele é seu melhor amigo!”, afirma o CEO da empresa. No entanto, é quando Karen (Plaza) presenteia seu filho, Andy (Bateman), com um boneco Buddi, que crimes estranhos começam a acontecer pela vizinhança, revelando a natureza sombria do brinquedo.

Gabriel Bateman (‘Annabelle‘), Aubrey Plaza (‘Parks and Recreation‘) e Brian Tyree Henry (‘Se a Rua Beale Falasse‘) estrelam.

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 22 de agosto.

‘On My Block’: Nova missão no trailer COMPLETO da 3ª temporada; Assista!

A Netflix divulgou o trailer completo da 3ª temporada de ‘On My Block‘.

Confira:

A nova temporada será lançada na plataforma no dia 11 de março.

A série foi criada por Lauren Iungerich, Eddie Gonzalez e Jeremy Haft.

A trama é centrada em quatro amigos adolescentes, que encaram a agitada vida em Los Angeles e os desafios no colégio em que estudam. Com pouco dinheiro no bolso e muito companheirismo, estão prontos para enfrentarem todos os desafios da vida com muito bom humor.

O elenco conta com Sierra Capri, Jason Genao, Brett Gray, Diego Tinoco, Jessica Marie Garcia e Ronni Hawk.

‘A Órfã’: Isabelle Fuhrman é CONFIRMADA na pré-sequência; Confira detalhes da trama!

De acordo com o Variety, Isabelle Fuhrman voltará a interpretar a sinistra Esther na pré-sequência do suspense ‘A Órfa‘.

Vale lembrar que o primeiro filme foi lançado há 11 anos e, para manter a aparência jovem de Fuhrman, que atualmente tem 23 anos, a produção irá combinar efeitos de maquiagem e ângulos de câmera para manter a ilusão de sua juventude.

O novo filme, intitulado ‘Orphan: First Kill‘ (A Órfã: A Primeira Matança, em tradução livre), seguirá Leena Klammer, que orquestra uma fuga brilhante de um centro psiquiátrico da Estônia e viaja para a América personificando a filha desaparecida de uma família rica. Mas a nova vida de Leena como “Esther” vem com problemas inesperados e a coloca contra uma mãe que protegerá sua família a qualquer custo.

Julia Stiles também estrelará a produção.

A pré-sequência será dirigida por William Brent Bell (‘Boneco do Mal‘), com um roteiro escrito por David Coggeshall.

O filme original foi lançado em 2009 e foi comandado por Jaume Collet-Serra. Apesar de ter feito um barulho considerável nas bilheterias (arrecadando quase US$80 milhões), a produção teve recepção mista por parte da crítica especializada, alcançando 56% de aprovação no Rotten Tomatoes.

‘Outer Banks’: Caça ao tesouro continua no trailer COMPLETO da 2ª temporada; Assista!

A Netflix divulgou o trailer completo da 2ª temporada de ‘Outer Banks‘.

Confira:

O próximo ciclo será lançado na plataforma no dia 30 de julho.

A história gira em torno de um grupo de adolescentes que mora na praia de Outer Banks, Carolina do Norte. Quando um furacão destrói a vontade de viver o verão, dá origem a uma série de eventos ilícitos que força os amigos a mudar completamente suas vidas. A busca pelo pai perdido do líder do grupo, romances proibidos, uma caça ao tesouro conturbada e o conflito crescente entre eles e seus rivais transforma o verão em uma aventura que nunca vão esquecer.

Chase StokesRudy PankowJonathan DavissMadison BaileyMadelyn ClineCharles EstenAustin NorthDrew Starkey estrelam.

‘Reginald the Vampire’: Série de vampiros com Jacob Batalon é CONFIRMADA pelo SyFy

De acordo com o Variety, o canal SyFy deu sinal verde para a série cômica de vampiros ‘Reginald the Vampire‘, estrelada pelo Jacob Batalon (‘Homem-Aranha: Longe de Casa’).

Com 10 episódios encomendados, a produção será lançada posteriormente no Hulu (nos EUA) e na Amazon Prime (Canadá, Austrália e Nova Zelândia). Infelizmente, ainda não se sabe qual streaming lançará a série no Brasil.

A produção baseada na saga literária infanto-juvenil ‘Fat Vampire‘, escrita por Johnny B. Truant.

A série vai acompanhar a rotina de um improvável herói, Reginald Baskin (Batalon) que mergulha de cabeça em um mundo povoado por vampiros lindos, em forma e vaidosos. Como um garoto comum, Reginald vive seus próprios dilemas, como ser rejeitado pela garota que ama, lidar com o gerente valentão do trabalho e um chefe vampiro que quer vê-lo morto. Felizmente, Reginald descobre que tem alguns poderes descolados, algo que ele nunca imaginou ser possível.

A adaptação está sendo escrita por Harley Peyton (‘Twin Peaks’), que também foi contratado como showrunner ao lado de Jeremiah Chechik (Burn Notice).

Por sua vez, Chechik será o diretor da atração.

Publicado pela primeira vez em 2012, a série de livros Fat Vampire inclui seis títulos, que são ‘Tastes Like Chicken’, ‘All You Can Eat’, ‘Harder Better Fatter Stronger’, ‘Fatpocalypse’ e ‘Survival of the Fattest’.

Infelizmente, a obra ainda não foi traduzida para o português, mas é uma questão de tempo até que isso aconteça, caso a adaptação faça sucesso por aqui.

EXCLUSIVO: Entrevista com o elenco de ‘Sobrenatural – Capítulo 2’

O primeiro filme foi uma das grandes surpresas nas bilheterias há dois anos. Foi o lançamento de maior lucro do ano.

Sucesso de público e de crítica, ‘Sobrenatural‘ ganha agora o Capítulo Dois.

O repórter Hollywood, Jânio Nazareth, e a produtora Shirley Wilson, acompanharam o lançamento em Los Angeles e conversaram com as estrelas do filme para entender o segredo de tanto sucesso.

Assista:

A famosa parceira de horror do diretor James Wan e do escritor Leigh Whannell reúne-se ao elenco original de Patrick Wilson, Rose Byrne, Lin Shaye, Barbara Hershey e Ty Simpkins em SOBRENATURAL: CAPÍTULO 2 (INSIDIUOUS: CHAPTER 2). A aterrorizante sequência, do aclamado filme de terror, conta a história da assombrada família Lambert que busca desvendar o misterioso segredo de infância que os deixou perigosamente ligados ao mundo dos espíritos.

‘Adolescência’ e outras 9 Séries investigativas que você não pode deixar de assistir!

Baseado em algum True Crime ou não, as séries de investigação – acopladas no gênero policial – sempre chamam a atenção do público com reviravoltas e segredos revelados nos mais diversos casos. Geralmente boas de maratonar, esse segmento dos shows televisivos emplacou diversos sucesso ao longo dos anos. Pensando nisso, resolvemos criar uma lista com algumas excelentes séries nessa linha:

 

Adolescência

Minissérie visceral de quatro episódios – todo em plano sequência – que chegou na Netflix nesse início de 2025 nos apresenta um caso chocante de um menino de 13 anos acusado de matar uma outra jovem.

 

Line of Duty

Na trama, acompanhamos o superintendente Ted Hastings (Adrian Dunbar), que logo na primeira temporada precisa encontrar mais um integrante para a equipe que chefia, a AC-12, uma unidade anti-corrupção da polícia britânica. Assim chega no nome do sargento Steve Arnott (Martin Compston). Ele se junta a policial Kate Fleming (Vicky McClure) e o trio irá enfrentar histórias complexas onde precisam encontrar as pistas para investigações que envolvem alguém da força policial. Detestados pela maioria dos policiais, eles embarcam em situações de fortes emoções que acabam convergindo, em alguns casos com as suas próprias vidas pessoais.

 

True Detective – Terra Noturna

Na trama, conhecemos a chefe de polícia da gelada cidade de Ennis, no Alaska, Liz Danvers (Jodie Foster), uma mulher com problemas no relacionamento maternal com a filha do ex-companheiro que comanda a investigação de uma misteriosa morte que envolve cientistas de uma estação de pesquisas da região. Ao longo da investigação, esse caso parece estar ligado a outro, o de uma ativista morta no passado, fazendo com que Danvers se junte a ex-parceira Evangeline Navarro (Kali Reis) em busca das respostas de um enorme quebra-cabeça.

 

Rainha Vermelha

Na trama, conhecemos Antônia Scott (Vicky Luengo), uma jovem considerada uma das pessoas mais inteligentes do mundo (com um altíssimo QI) que faz parte de uma organização que só entra em operação em casos complexos onde a polícia não consegue resolver. No passado, um trauma abala todas suas estruturas emocionais ficando longe de qualquer agitação. Mas tudo isso muda com uma série de acontecimentos horripilantes que percorrem as ruas da cidade mais famosa da Espanha. Assim, seu destino se interliga com o de Jon (Hovik Keuchkeriano), um carismático policial que se junta ao time com a função de escudeiro da nomeada Rainha Vermelha. Juntos, precisarão resolver esse sinistro caso que envolve violência e o sequestro de uma milionária.

 

Operação Ecstasy

Partindo de uma operação policial (baseada em fatos reais), um enorme e complexo ramo dramático inextricável, ao longo dos dez episódios da primeira temporada do seriado belga-holandês Undercover, ou Operação Ecstasy no Brasil, é criado seguindo o caminho de outras boas produções do gênero mas sempre tentando ter sua identidade e reflexões próprias. Disponível na Netflix, consegue colocar uma carga bem densa na profundidade que atinge nos fazendo a todo tempo perguntas sobre quais são os limites mesmo você estando do lado certo da lei. Interessantíssimo seriado que até ganhou um filme Spin-off chamado Ferry (o vilão desse seriado), também disponível na líder dos streamings.

 

The Wire

Lançada 21 anos atrás e com um total de cinco temporadas, The Wire, que está disponível na HBO Max, é uma das séries mais elogiadas de todos os tempos. Na trama, através de vários pontos de vista, acompanhamos um grupo de policiais da cidade de Baltimore, nos Estados Unidos, que buscam reunir provas contra criminosos.

 

The Closer

Uma das grandes séries de sucesso do início dos anos 2000 conhecemos a detetive Brenda Johnson (brilhantemente interpretada por Kyra Sedgwick), treinada pela CIA, especialista em interrogatórios, que sai de Atlanta para Los Angeles para comandar a unidade de homicídios e precisa diariamente mostrar seu valor.

 

A Escada

Baseada em fatos reais, em A Escada, minissérie disponível na Max, que conta com um elenco maravilhoso, tendo como protagonistas o britânico Colin Firth e a australiana Toni Collette, nos mostra a história do escritor Michael Peterson acusado de matar a esposa. O corpo dela fora encontrado nos primeiros degraus de uma escada da casa em que moravam.

 

O Homem das Castanhas

Na trama, conhecemos a policial Naia (Danica Curcic), uma mulher que sofre por não ter tempo para cuidar de sua filha. Mãe solteira, ela tem como objetivo mudar de trabalho para assim conseguir mais tempo para sua família. Só que uma série de assassinatos cometidos pela mesma pessoa, um serial killer que deixa como rastro bonecos feitos de castanhas, começam a acontecer o que leva Naia a uma angustiante jornada rumo à verdade que envolve um caso antigo tendo uma ministra da Dinamarca, Rosa (Iben Dorner) no epicentro. Naia contará com a ajuda do angustiado investigador Mark (Mikkel Boe Følsgaard), um homem que perdeu anos atrás a esposa e a filha em um incêndio.

 

The Killing

Remake do seriado dinamarquês Forbrydelsen, The Killing acompanha as investigações de um misterioso caso que mudam para sempre a rotina de dois detetives. Protagonizada por Mireille Enos e Joel Kinnaman.

 

Pânico | Conheça Curiosidades Sobre um dos Filmes de Terror mais Adorados do Cinema

Pânico (1996), de Wes Craven, se tornou um dos maiores sucessos do terror adolescente no cinema, e um dos filmes mais influentes e revolucionários do gênero. O longa revitalizou o subgênero slasher no fim dos anos 1990, que se encontrava sem fôlego no início da mesma década. O uso de humor, metalinguagem e diálogos espertos – que demonstravam como os jovens realmente interagiam entre si – foram alguns dos segredos do sucesso do filme.

Aqui no CinePOP, adoramos o longa protagonizado por Neve Campbell, Courteney Cox e David Arquette, e sabemos que vocês também adoram. A obra serviu de entrada para muitos fãs no gênero, despertando a paixão de uma geração inteira pelo terror. Este ano, Pânico 3 (2000), o terceiro e mais problemático filme da franquia, completou 20 anos em fevereiro e nós já criamos uma matéria em comemoração ao aniversário do longa – que você pode conferir no link abaixo.

Pânico 3 | O Problemático Filme da Franquia completa 20 anos

Pânico faz em dezembro 24 anos de lançamento, sim o tempo passa. E dando continuidade às homenagens desta querida franquia, entregamos agora uma matéria especial sobre curiosidades do filme que deu origem a tudo. Vem conhecer e não esqueça de comentar. Ps. Lembrando, como já anunciamos aqui no site, que o quinto filme da franquia já está em pré-produção, para o lançamento no ano que vem.

Ideia para o Filme e Roteiro

O roteiro de Pânico foi escrito por Kevin Williamson, que se tornou um dos nomes mais quentes da indústria na época, após o sucesso do filme. O roteirista se baseou em partes em um caso verídico para criar a história. O tal caso ocorreu em 1990, em Gainesville, na Flórida, quando o psicopata Danny Harold Rolling, conhecido como o “estripador de Gainesville”, assassinou cinco adolescentes de forma cruel. Ele foi capturado, confessou o crime e foi condenado à morte, depois sendo executado.

O roteiro de Kevin Williamson foi alvo de uma verdadeira guerra de ofertas, como um leilão entre grandes estúdios. Querendo adquirir o texto do escritor estavam a Paramount, a Universal e a produtora Morgan Creek. Os lances finais ficaram entre o diretor Oliver Stone, na época à frente da produtora Cinergi Pictures, e os irmãos Weinstein, da Miramax.

Williamson, inclusive, já havia escrito um tratamento de cinco páginas, que serviu como o esqueleto para Pânico 2, ao final do roteiro original. Após o sucesso do filme, a continuação recebeu sinal verde, e Williamson desenvolveu sua ideia para um roteiro completo. O título original, como muitos podem saber, era Scary Movie – ou “filme assustador”. Quando foi mudado para Scream, ou Grito, o título planejado originalmente foi usado pela paródia Todo Mundo em Pânico (2000).

Para o papel protagonista, o autor do texto escreveu Sidney pensando na ruivinha Molly Ringwald, a rainha dos filmes adolescentes da década de 1980 (vide Gatinhas e Gatões e Clube dos Cinco), e uma das atrizes favoritas do roteirista. Ringwald, por outro lado, apesar de lisonjeada, optou por não interpretar uma colegial no auge de seus 27 anos. Neve Campbell, que viria a interpretar o papel, tinha 23 anos na época.

Diretor e Produção

Como todos sabem, Pânico se tornou uma franquia de sucesso devido a uma harmoniosa colaboração. Além do roteiro criativo de Kevin Williamson, um dos grandes responsáveis por esta obra icônica foi o diretor Wes Craven, grande nome do gênero. Mas o saudoso cineasta não foi a primeira opção do estúdio, e o longa foi oferecido a outros diretores. Entres eles, George A. Romero (A Noite dos Mortos Vivos), Sam Raimi (A Morte do Demônio), Danny Boyle (Trainspotting) e Robert Rodriguez (Um Drink no Inferno). O roteirista Williamson, no entanto, afirmou que nenhum deles havia entendido a ideia, pois todos acreditavam que se tratava mais de uma comédia do que um terror. Coincidentemente, dois anos depois de Pânico, Rodriguez viria a colaborar com Williamson em Prova Final (1998).

Fora isso, o diretor Wes Craven inicialmente recusou a proposta de dirigir o filme, por considerá-lo muito violento. Ele voltou atrás, pensando em dirigir um novo filme de terror que agradasse aos fãs. Na época, o cineasta estava desenvolvendo um remake de Desafio do Além (1963), que nunca se concretizou. O filme eventualmente seria refilmado em 1999, produzido por Steven Spielberg com o título A Casa Amaldiçoada. O texto também deu origem à elogiadíssima série A Maldição da Residência Hill, da Netflix.

Pânico é a única franquia de terror na qual o mesmo diretor assinou o comando de todos os filmes, com Wes Craven à frente dos quatro longas. Infelizmente, isso mudará com o possível lançamento do quinto filme, já que o saudoso cineasta nos deixou em 2015, antes de realizar seu desejo de Pânico 5.

O produtor Bob Weinstein, irmão de Harvey Weinstein, responsáveis pelo estúdio dono de Pânico, não gostou dos copiões que viu e achou a máscara do assassino, em suas palavras: “idiota”. O mega empresário sugeriu que fossem gravadas cenas com diversas outras máscaras, para depois decidirem pela que seria a definitiva. A equipe protestou e ameaçou parar a produção, pedindo para Weinstein assistir à cena completa do ataque no início do filme. Após atender ao pedido, Bob gostou do que viu e não reclamou mais.

O clímax do filme, a cena da festa, dura 40 minutos. As gravações ocorreram por 21 dias, sempre do momento em que o sol se punha ao nascer dele – durante toda a madrugada. Ao término desta maratona, a equipe mandou fazer camisas com os dizeres: “Eu Sobrevivi à cena 118”. O elenco apelidou a cena como “a noite mais longa na história do terror”.

Pânico foi o primeiro trabalho do compositor Marco Beltrami em uma produção cinematográfica de grande escala. Beltrami depois foi indicado duas vezes ao Oscar, por suas composições em Os Indomáveis (2007) e Guerra ao Terror (2009). Entre suas composições mais recentes estão as dos filmes Ford Vs Ferrari e a franquia Um Lugar Silencioso.

Assassino Mascarado

A máscara do vilão Ghostface, o assassino da franquia, surgiu por acaso. Enquanto procurava locações para o filme, o diretor Wes Craven estava visitando uma das casas que havia gostado e dentro de um dos quartos ele encontrou a máscara. Assim que bateu os olhos, a enviou para o estúdio, onde os executivos pediram para que uma máscara similar fosse produzida, porém, modificando alguns detalhes – já que não possuíam os direitos autorais da máscara original.

O visual da máscara é baseado em algumas obras pré-existentes. Primeiro, no clássico quadro “Scream”, O Grito, de Edvard Munch. Segundo, no personagem na capa do álbum The Wall, do Pink Floyd. E por último, no personagem fantasmagórico do desenho Betty Boop, de 1930. Segundo a designer da máscara, a artista Brigitte Sleiertin, a imagem que lembra ao mesmo tempo um grito e um choro, retrata diferentes emoções: uma face de horror, uma face de pesar e uma face de frenesi.

Inicialmente, o famoso traje do assassino Ghostface seria branco, para ficar mais semelhante a um fantasma. Porém, a ideia foi descartada devido ao medo dos produtores de que a fantasia ficasse muito semelhante às vestimentas usadas pelo grupo racista Ku Klux Klan.

Personagens e Atores

Originalmente, Drew Barrymore havia sido escalada para o papel da protagonista Sidney. Porém, Barrymore sugeriu que ficasse com o papel de Casey – apesar de ser o nome mais conhecido do elenco. Sua teoria era a de que ao viver Casey, o público imaginaria que tudo poderia acontecer no filme, já que a atriz mais famosa morreria logo de início. Drew Barrymore filmou suas cenas em 5 dias. Para manter a atriz assustada e chorando durante a cena de abertura, o diretor Wes Craven contava histórias de crueldade contra animais para ela, uma amante e defensora das causas dos bichinhos.

Com a saída de Barrymore do papel principal, ele foi oferecido a Reese Witherspoon, que o recusou. No mesmo ano, a atriz vencedora do Oscar estrelaria o suspense Medo. Outras que fizeram teste para o papel foram a saudosa Brittany Murphy (As Patricinhas de Beverly Hills) e Melissa Joan Hart (Sabrina – A Aprendiz de Feiticeira). O papel eventualmente ficaria com Neve Campbell, atriz imortalizada pela personagem Sidney. Wes Craven a escolheu devido ao seriado O Quinteto (Party of Five). O diretor achou que Campbell era a mistura perfeita de inocência e força física para se cuidar das ameaças. Porém, a atriz estava relutante em aceitar o papel de início por não querer participar de outro filme de terror seguido, após Jovens Bruxas – lançado no mesmo ano.

Para o papel da repórter Gale Weathers, a icônica Brooke Shields por pouco não foi escalada, após a atriz Janeane Garofalo recusar o personagem. Mostrando como Hollywood pode ser cruel, Elizabeth Berkley fez o teste para o mesmo papel, porém, foi imediatamente recusada após o fracasso de sua atuação e do filme Showgirls (1995). Courteney Cox, que ficaria definitivamente com o trabalho no filme, correu atrás dele com unhas e dentes, e insistiu apesar das recusas dos produtores. Ela estava decidida a mudar a imagem de boazinha, conquistada pelo seriado Friends, e procurava interpretar uma “megera”.

O policial trapalhão Dewey, vivido por David Arquette, morreria no desfecho original do filme. No entanto, em exibições teste, o público gostou tanto do personagem que Craven decidiu gravar uma cena em que ele sai de ambulância caso mudasse de ideia sobre deixá-lo viver. Outra curiosidade é que inicialmente Dewey seria uma espécie de galã do filme, e Arquette só aceitou interpretá-lo quando o roteiro foi reescrito para que o personagem ganhasse suas características cômicas.

Skeet Ulrich, que ficou com o papel de Billy Loomis, o namorado da protagonista, foi escolhido por sua semelhança física com Johnny Depp. A cena em que o personagem entra pela janela da namorada, é inclusive uma homenagem para A Hora do Pesadelo (1984) – com o próprio Depp realizando a façanha. No entanto, a primeira opção dos produtores para Billy era o então jovem ator Joaquin Phoenix, que recusou a proposta. Já pensaram?

Freddie Prinze Jr. fez o teste para o papel de Stu – que ironicamente ficou com Matthew Lillard, após este ter sido visto, no corredor do prédio onde estavam sendo realizadas as audições, por uma das produtoras de elenco. Lillard estava somente acompanhando sua então namorada para outro teste no mesmo prédio. Prinze viria a participar de outro terror adolescente de sucesso, Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado, lançado no ano seguinte de Pânico.

Referências e Homenagens

Pânico é lotado de referências, e algumas delas são ao clássico absoluto de John Carpenter, Halloween – A Noite do Terror (1978), que inclusive aparece numa cena  assistido pelos jovens na festa do final. Na cena de abertura em que o pai de Casey manda a mãe pedir ajuda na casa dos vizinhos, os Mackenzie, é o mesmo diálogo proferido por Laurie (Jamie Lee Curtis) para as crianças no desfecho de Halloween.

Outro clássico de horror que é mencionado no longa é O Exorcista (1973), quando Billy escala a janela do quarto de Sidney. Além desta citação, a própria protagonista Linda Blair, que interpretou a menina Reagan, faz uma ponta em Pânico, no papel de uma repórter.

Além de inúmeros filmes serem citados ao longo da projeção de Pânico, um dos momentos mais curiosos é quando o próprio diretor Wes Craven aparece com as vestimentas de sua outra grande criação, Freddy Krueger, no papel do faxineiro… bem, Freddy.

Recepção do Filme

Pânico é um ótimo exemplo do que a propaganda boca a boca pode fazer para o sucesso de um filme. A ideia dos produtores em lançar o longa em dezembro, época de filmes voltados para o Natal e a família, com o propósito de dar aos fãs de terror algo para assistirem no período, se mostrou um equívoco. Pânico estreou em quarto lugar, com US$6.4 milhões arrecadados. A qualidade do filme, no entanto, evitou o fracasso da decisão dos executivos. Desesperados, os produtores viram o boca a boca positivo elevar a cada semana a arrecadação do filme. Isso é algo que raramente ocorre após a estreia. No final de sua estadia nas telonas, o terror somava mais de US$100 milhões em bilheteria, fazendo dele um blockbuster.

Pânico é o 20º filme de terror mais lucrativo de todos os tempos, e o primeiro no ranking do subgênero slasher.

Em matéria de “esta capa foi feita por um estagiário”, um dos cartazes do filme mostra o ator Skeet Ulrich portando bigode e cavanhaque, imagem tirada de sua participação em Melhor é Impossível (1997). Em Pânico, Ulrich está barbeado.

Pânico, infelizmente, ficou marcado por ser o marco zero do movimento Me Too. Foi nesta produção que a atriz Rose McGowan, que vive Tatum, a melhor amiga da protagonista Sidney, conheceu o produtor Harvey Weinstein, responsável por este longa. McGowan foi a primeira mulher a vir a público com denúncias contra o mega executivo do cinema, fazendo acusações de assédio. Ela incentivou outras a seguirem o mesmo caminho, e marcarem nas redes sociais a hashtag (#) Me Too. Assim nasceu o movimento e a queda do poderoso abusivo e tóxico.

‘Superman: O Filme’ (1978) – Revisitando o PRIMEIRO super-herói do cinema e (para muitos) ainda o melhor!

Superman, o maior super-herói de todos os tempos, ganhará um novo filme nas telonas este ano. É claro que você já deve estar cansado de saber. O filme, aliás, estreia agora em julho, no segundo fim de semana do mês – dia 10 no Brasil. Esse, no entanto, não é apenas mais um filme do Homem de Aço, e sim o reinício de todo um universo nos cinemas – o universo dos personagens da DC na Warner, agora debaixo do selo de qualidade do diretor e produtor James Gunn (o homem que entregou a emocionante trilogia dos ‘Guardiões da Galáxia’).

Como forma de irmos aquecendo os motores para este que é o filme mais aguardado do ano para muitos, resolvemos revisitar o primeiro longa para o cinema do Super-Homem, a obra mais importante para o gênero (que domina atualmente) na história da sétima arte.

A ideia para o filme ‘Superman (1978) surgiu do desejo de criar uma produção que trouxesse à tela grande o icônico herói da DC Comics de forma grandiosa e respeitosa. O personagem, é claro, foi criado ainda na década de 1930 por Jerry Siegel e Joe Shuster, e recebeu diversas encarnações em seriados exibidos nos cinemas, filmes nos primórdios da sétima arte e animações. Mas nada que pudesse ser considerado uma superprodução.

Nos anos 1970, os estúdios começaram a perceber o potencial dos quadrinhos como fonte para filmes de grande apelo popular. A Warner Bros., detentora dos direitos do personagem, queria aproveitar esse momento para lançar um filme que combinasse ação, aventura e uma forte carga emocional, além de um tom leve e acessível ao público familiar. A escolha de Richard Donner como diretor veio da sua reputação por trabalhar com gêneros diferentes e conseguir equilibrar efeitos especiais com narrativa sólida. O projeto ganhou força com o roteiro de Mario Puzo (‘O Poderoso Chefão‘), mostrando que deixava de ser “coisa de criança” para ser “coisa de adulto”. Fora isso, existia a ambição de trazer efeitos visuais inovadores para a época.

O sucesso de filmes de super-heróis animados e especiais para TV durante os anos 60 e 70 mostraram que o Superman tinha um apelo que transcendia gerações. Os produtores também queriam evitar que o personagem fosse visto apenas como uma figura de quadrinhos e, para isso, investiram em um roteiro que explorasse a origem, os dilemas e a humanidade do herói. A contratação de Christopher Reeve, um ator carismático e pouco conhecido, foi crucial para dar vida a Clark Kent e Superman de forma convincente. O desenvolvimento do filme foi marcado por desafios técnicos e criativos, mas a visão pioneira de Donner e sua equipe tornou o longa um marco, abrindo caminho para toda a era dos blockbusters de super-heróis.

Superman: O Filme (1978) conta a origem do icônico herói, desde seu nascimento no planeta Krypton até sua chegada à Terra, onde é criado como Clark Kent. Ao descobrir seus poderes extraordinários, ele decide usar suas habilidades para proteger a humanidade. Enfrentando o vilão Lex Luthor, que planeja destruir Los Angeles, Superman luta para impedir uma catástrofe e provar que é um símbolo de esperança. O filme mistura ação, romance e drama, explorando a dualidade entre Clark Kent e Superman. Essa história clássica estabeleceu as bases para as adaptações futuras do personagem no cinema.

Antes de ser definido o roteiro final de ‘Superman: O Filme (1978), várias versões alternativas da história foram consideradas e desenvolvidas, mas não chegaram à produção. Uma delas explorava um tom muito mais sombrio e adulto, com uma abordagem mais pesada sobre a origem de Superman, focando na destruição de Krypton e na solidão do herói de forma mais trágica e melancólica, algo que foi deixado de lado para manter o filme mais leve e acessível ao grande público. Outra versão inicial incluía um roteiro em que Lex Luthor tinha um plano mais grandioso envolvendo a manipulação da política mundial e biotecnologia, tornando o vilão mais complexo, mas essa ideia foi simplificada para um esquema de destruição de Los Angeles, mais visual e direto.

Também foram estudadas narrativas que dariam maior destaque à personagem de Lois Lane como protagonista ativa, mas a versão final optou por equilibrar seu papel com o de Clark Kent/Superman para manter o foco na jornada do herói. Por fim, existiam propostas que incluíam sequências mais longas no planeta Krypton, com uma mitologia mais detalhada, que foram cortadas para não alongar demais o filme e preservar seu ritmo.

A escolha de Richard Donner para dirigir ‘Superman: O Filme (1978) aconteceu por sua reputação em lidar bem com filmes de ação e aventura, além de sua capacidade de equilibrar efeitos especiais com narrativa emocional. Donner já havia trabalhado com sucesso em diversas produções para a TV, em episódios de séries como ‘O Fugitivo‘, ‘O Agente da UNCLE‘, ‘Agente 86‘ e ‘Além da Imaginação‘ e mostrava sensibilidade para guiar personagens cativantes, o que agradou os produtores.

Ele também demonstrou entusiasmo pelo projeto e vontade de elevar o gênero de super-herói a um novo patamar. Antes da confirmação de Donner, outros diretores foram cogitados, incluindo Guy Hamilton, conhecido por filmes de James Bond, e John Guillermin, que dirigiu ‘King Kong (1976). Também houve interesse em nomes como Steven Spielberg, que estava muito ocupado com seus próprios projetos, e Sam Peckinpah, que acabou não se encaixando no tom desejado. No fim, a combinação do talento de Donner com a visão do produtor Ilya Salkind foi decisiva para o sucesso do filme.

A escolha de Christopher Reeve para interpretar Superman/Clark Kent foi resultado de um criterioso processo de seleção, no qual o ator se destacou por seu charme, carisma e aparência clássica que remetia ao herói dos quadrinhos. Apesar de ser relativamente desconhecido na época, Reeve convenceu os produtores e Richard Donner com sua combinação de ingenuidade e presença marcante, essenciais para mostrar tanto o lado humano quanto o superpoderoso do personagem. Outros atores famosos foram considerados para o papel, incluindo John Travolta, que chegou a fazer testes, e Jeff Bridges, que estava entre os favoritos por sua versatilidade. Além deles, nomes como Burt Reynolds e Robert Redford foram mencionados em fases iniciais da produção, mas por diferentes razões – como agenda ou interesse – não seguiram adiante. A aposta em Reeve, um ator jovem e com menos experiência, acabou sendo decisiva para dar ao Superman uma identidade fresca e cativante.

O veterano vencedor do Oscar Marlon Brando teve um papel crucial em ‘Superman: O Filme (1978), interpretando Jor-El, o pai biológico de Superman. Seu envolvimento trouxe prestígio e gravidade ao projeto, já que Brando era uma das maiores estrelas de Hollywood na época. Ele foi contratado não apenas por seu talento, mas também para ajudar a legitimar o filme como uma produção séria, elevando o status da obra de super-herói. Brando teve liberdade para colaborar no roteiro de suas falas, o que adicionou uma profundidade maior ao personagem. Além dele, outros atores foram cogitados para o papel de Jor-El, incluindo Laurence Olivier e Trevor Howard, mas nenhum possuía a mesma combinação de prestígio e presença que Brando oferecia. A participação do ator foi curta, mas marcante, e sua imagem como um mentor sábio ficou icônica para o universo do Superman no cinema.

A escolha de Gene Hackman para viver Lex Luthor em ‘Superman (1978) foi bastante estratégica, já que ele trazia um carisma único que combinava com o tom irônico e cômico que o personagem teria no filme. Hackman já era um ator consagrado e sua presença ajudaria a equilibrar a seriedade do Superman com um vilão que tinha uma veia de humor e inteligência, evitando que o antagonista fosse apenas um vilão sombrio. Durante a pré-produção, outros atores foram considerados para o papel, como Jack Nicholson, que poderia ter dado um tom mais excêntrico e ameaçador, e Christopher Walken, conhecido por seus personagens intensos e imprevisíveis. Michael Caine também foi cogitado, e caso tivesse sido contratado traria um estilo mais sofisticado ao vilão. No entanto, a combinação do prestígio de Hackman com seu talento para personagens multifacetados acabou convencendo os produtores e Richard Donner a fecharem com ele, o que resultou em um Lex Luthor memorável e carismático.

Para o papel principal feminino, o da repórter Lois Lane, foi contratada a atriz Margot Kidder. Sua escolha foi resultado de um processo seletivo focado em encontrar uma atriz que conseguisse equilibrar inteligência, charme e uma presença marcante, características essenciais para a repórter destemida e independente. Kidder trouxe uma energia vibrante e um humor sutil que conquistaram os produtores e Richard Donner, ajudando a criar uma dinâmica forte entre Lois e Clark Kent/Superman.

Outras atrizes foram cogitadas para o papel, incluindo Sissy Spacek, que tinha um perfil mais suave, e Diane Keaton, que ofereceria uma abordagem diferente, mais sofisticada e menos convencional. Também houve interesse em nomes como Susan Sarandon e Kathleen Turner, mas questões de agenda ou visão criativa fizeram com que não avançassem na disputa. No fim, Margot Kidder se destacou por seu carisma natural e pela química que desenvolveu com Christopher Reeve, consolidando-se como uma das Lois Lane mais lembradas do cinema.

A recepção da crítica ao filme ‘Superman (1978) foi amplamente positiva na época de seu lançamento, com elogios especialmente direcionados à ambição do projeto e à qualidade técnica inédita para filmes de super-herói. Críticos destacaram a direção de Richard Donner, que conseguiu equilibrar ação, drama e humor, além da performance carismática de Christopher Reeve, que trouxe humanidade ao personagem. Os efeitos visuais, revolucionários para a época, também foram muito elogiados, ajudando a criar a sensação de que um herói realmente voava na tela. Alguns críticos apontaram que o roteiro poderia ser simplista em certos momentos, mas isso não diminuiu o impacto geral do filme. No geral, ‘Superman foi visto como um marco do cinema de aventura e um grande avanço para adaptações de quadrinhos no cinema.

Superman (1978) teve uma estreia de grande sucesso nas bilheterias, rapidamente se tornando um dos filmes mais lucrativos daquele ano. Durante seu fim de semana de estreia nos Estados Unidos, o filme liderou as bilheterias, superando concorrentes e atraindo um público amplo, desde fãs dos quadrinhos até famílias e amantes do cinema de aventura. Ao longo de sua exibição nos cinemas, o filme arrecadou aproximadamente US$300 milhões mundialmente, um valor impressionante para a época e que consolidou ‘Superman como um dos maiores sucessos comerciais dos anos 70. Esse desempenho ajudou a abrir caminho para futuras produções de super-heróis, mostrando o potencial financeiro desse tipo de filme. Além disso, o sucesso garantiu rapidamente a produção das sequências que viriam a seguir.

Sim, ‘Superman (1978) foi indicado ao Oscar em três categorias técnicas importantes: Melhor Trilha Sonora Original, pelo compositor John Williams (o hoje icônico tema do herói); Melhores Efeitos Visuais; e Melhor Edição de Som. Embora não tenha vencido em nenhuma dessas categorias, as indicações reforçaram o reconhecimento da indústria pelo pioneirismo técnico e artístico do filme, especialmente nos efeitos especiais e na música, que até hoje são celebrados como marcos na história do cinema. Essas indicações ajudaram a legitimar ‘Superman como uma produção de alto nível, além do simples entretenimento de super-herói.

Superman: O Filme (1978) deixou um legado profundo ao estabelecer um novo padrão para adaptações de quadrinhos no cinema, provando que filmes de super-heróis podiam ser produzidos com qualidade, respeito à história original e apelo para todas as idades. A combinação de efeitos visuais inovadores, narrativa emocional e personagens bem desenvolvidos abriu caminho para o gênero, que até então era visto como pouco sério. O sucesso comercial e crítico do filme incentivou estúdios a investir em produções similares, impulsionando a popularização dos heróis nas telas grandes. Além disso, o carisma de Christopher Reeve como Superman se tornou um símbolo atemporal, influenciando futuras interpretações do personagem.

No âmbito técnico, ‘Superman também foi pioneiro no uso de efeitos especiais para representar superpoderes de forma convincente, inspirando avanços em tecnologia cinematográfica. A trilha sonora de John Williams tornou-se icônica, ajudando a criar a identidade sonora dos filmes de super-herói. O filme também consolidou a fórmula de combinar ação, romance e humor, que se tornou padrão no gênero. Seu sucesso gerou uma série de continuações e influenciou diretores e roteiristas a tratar os personagens de quadrinhos com maior profundidade e complexidade, marcando o início da era moderna dos blockbusters de super-heróis.

‘Super Drags’: Animação brasileira LGBT da Netflix ganha trailer COMPLETO; Assista!

A primeira série em animação brasileira da Netflix, Super Drags’, ganhou trailer completo.

Além disso, a gigante do streaming confirmou a estreia para o dia 9 de novembro.

Confira:

Recentemente, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) emitiu uma nota de repúdio à produção, solicitando o seu cancelamento, por considerar o seriado prejudicial para o público infantil.

No comunicado oficial, a instituição reitera seu respeito à diversidade sexual, mas aponta os perigos de utilizar uma linguagem naturalmente considerada infantil para dialogar temáticas destinadas para o público adulto.

Confira:

“A SBP respeita a diversidade e defende a liberdade de expressão e artística no país, no entanto, alerta para os riscos de se utilizar uma linguagem iminentemente infantil para discutir tópicos próprios do mundo adulto, o que exige maior capacidade cognitiva e de elaboração por parte dos espectadores.”

Ainda assim, a Netflix defendeu seu posicionamento com um vídeo, que traz a drag queen brasileira Silvetty Montilla dublando a personagem Vedete Champanhe, deixando claro que a classificação indicativa é 16 anos e é responsabilidade dos adultos em filtrar o conteúdo para as crianças.

Assista:

A gigante do streaming conta com o controle parental, que limita o acesso a certos títulos, quando ativado.

A série contará com cinco episódios que irão mostrar as aventuras de três jovens, Patrick, Donny e Ramon, que de dia trabalham em uma loja de departamento com clientes irritantes e um chefe escroto. À noite, eles liberam suas divas internas para se tornar Lemon Chiffon, Safira Cian e Scarlet Carmesim, três fabulosas Super Drags que foram recrutadas para reunir a comunidade LGBT e espalhar amor pelo mundo.

Super Dragsé criada por Anderson Mahanski, Fernando Mendonça e Paulo Lescaut é produzida pela Combo Estúdio.

‘Jessica Jones’: 3ª (e última) temporada já está disponível na Netflix!

A 3ª temporada de ‘Jessica Jones‘ já está disponível na Netflix! O serviço de streaming lançou hoje (14) o ciclo final da série, que conta com 13 episódios.

Confira o trailer:

Criada por Melissa Rosenberg, a série faz parte do Universo Compartilhado da Marvel.

Crítica em Vídeo | Jessica Jones: 2ª Temporada – O mulherão da p***a voltou!

Na série, Jessica Jones tenta reconstruir sua vida pessoal e carreira como uma temperamental e sarcástica detetive particular em Hell’s Kitchen, bairro de Nova York. Atormentada por autodepreciação e um forte caso de estresse pós-traumático, Jessica luta contra demônios interiores e exteriores, usando suas extraordinárias habilidades para aqueles que precisam… especialmente se eles estão dispostos a pagar a conta.

O elenco inclui Krysten Ritter, Rachael Taylor, Eka Darville e Carrie-Anne Moss.

‘007: Sem Tempo para Morrer’: Elenco se reúne em novo cartaz INCRÍVEL; Confira!

O aguardado 007: Sem Tempo para Morrer’, última aventura de Daniel Craig como James Bond nas telonas, ganhou novo cartaz incrível.

Confira:

O filme terá 163 minutos (2 horas e 43 minutos), fazendo desta a iteração mais longa de toda a franquia.

O segundo lugar fica com 007 contra Spectre’, que tem 160 minutos (2 horas e 40 minutos).

De acordo com o Box Office Pro, ‘007: Sem Tempo para Morrer’ deve arrecadar entre US$ 75 milhões e US$ 100 milhões em seu primeiro fim de semana nos EUA.

Lembrando que os últimos filmes, ‘007: Operação Skyfall(2012) e007: Contra Spectre‘ (2015), foram dois dos mais aclamados da franquia e, juntos, arrecadaram quase US$ 2 bilhões pelo mundo.

Como ‘Skyfall abriu com US$ 88,3 milhões nos EUA, e ‘Spectre‘ com US$ 70 milhões, é de se esperar que ‘Sem Tempo para Morrer‘ fature um valor aproximado.

Outro fator que contribui para o sucesso financeiro, é que a sequência não terá grandes rivais, já que estreia três semanas depois de ‘Um Lugar Silencioso 2‘ e três semanas antes de ‘Viúva Negra‘.

Ao longo das próximas semanas, as previsões de abertura nas bilheterias mundiais também devem ser divulgadas.

Até o momento, o que pode prejudicar a arrecadação final é o cancelamento da estreia na China por conta do Coronavírus.

007 – Sem Tempo para Morrer’ estreia nos cinemas nacionais em 09 de abril.

Na trama, o agente secreto britânico está desfrutando de uma vida tranquila na Jamaica, depois de ter deixado o serviço ativo. No entanto, sua paz está com os dias contados, já que uma nova missão lhe é dada.

Dirigido por Cary Joji Fukunaga (Beasts of No Nation e True Detective), ‘007 – Sem Tempo Para Morrer‘ traz também o retorno de Ralph Fiennes, Naomie Harris, Rory Kinnear, Léa Seydoux, Ben Whishaw e Jeffrey Wright ao elenco e ainda apresenta Ana de Armas, Dali Benssalah, David Dencik, Lashana Lynch, Billy Magnussen e Rami Malek.

‘The Walking Dead: World Beyond’: AMC desmente participação do Rick Grimes na série derivada

Em entrevista ao Insider, um representante da emissora AMC esclareceu um rumor recente sobre a série derivada ‘The Walking Dead: World Beyond‘, revelando que o Rick Grimes NÃO irá participar da produção.

O nome do Andrew Lincoln havia sido creditado no décimo episódio da série no IMDB. No entanto, o rumor foi prontamente desmentido e a fonte afirmou que a emissora decidiu esclarecer a situação para que “as pessoas não ficassem desapontadas com a ausência do personagem”.

Vale lembrar que o site IMDB permite que usuários com conta possam acrescentar ou editar informações nas páginas de créditos, o que leva a disseminação de informações falsas.

O próximo episódio da série, intitulado Shadow Puppets, irá ao ar no dia 8 de novembro.

Criado por Scott M. GimpleMatthew Negrete, esse é o segundo spin-off do Universo ‘The Walking Dead‘, que também conta com ‘Fear the Walking Dead‘.

A trama irá focar na primeira geração que cresceu durante o apocalipse zumbi.

O elenco conta com Nico Tortorella, Hal Cumpston, Alexa Mansour, Annet Mahendru, Nicolas Cantu e Aliyah Royale.

‘A Morte do Demônio 4’: Sinopse COMPLETA revela novos detalhes da trama; Confira!

O site Deadline divulgou a sinopse completa da sequência ‘A Morte do Demônio 4‘ (Evil Dead Rise), revelando novos detalhes sobre a trama do longa.

Confira:

“Beth, cansada da estrada, visita sua irmã mais velha, Ellie, que está criando três filhos sozinha em um apartamento apertado em Los Angeles. O reencontro das irmãs é interrompido pela descoberta de um livro misterioso nas entranhas do prédio de Ellie, dando origem a demônios possuidores e lançando Beth em uma batalha tensa pela sobrevivência enquanto ela se depara com a versão mais apavorante da maternidade imaginável.”

O elenco conta com Alyssa SutherlandLily Sullivan, Gabrielle Echols, Morgan Davies e Nell Fisher.

Anteriormente, o astro Bruce Campbell havia revelado que o livro Necronomicon terá grande importância na trama do próximo filme.

“As pessoas podem considerar o novo filme como quiserem: sequência, remake, reboot. É apenas um novo filme da franquia ‘A Morte do Demônio’. Irá girar em torno do livro Necronomicon. Onde o livro foi parar depois de todos esses anos? Dessa vez, a trama é ambientada na cidade, não mais em uma cabana na floresta. É completamente diferente, com heroínas inesperadas que terão que salvar o dia.”

Ele completa, “As filmagens estão acontecendo atualmente na Nova Zelândia. Rob Tapert é um ótimo produtor e todos nós estamos muito envolvidos com o projeto. Todos nós demos ideias para [o roteiro].”

Lee Cronin (‘The Hole in the Ground’) é responsável pela direção.

Sam RaimiBruce Campbell servem como produtores do novo filme.

Em 2013, o aclamado cineasta Fede Alvarez investiu em um remake que, arrecadou US$ 100 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 16 milhões. Além disso, garantiu uma recepção sólida pela crítica especializada, acumulando 62% de avaliações positivas no Rotten Tomatoes.

‘Walker’ é renovada para a 3ª temporada

A CW renovou oficialmente a série ‘Walker‘ para a 3ª temporada.

Além disso, o canal também renovou ‘All American‘ (para a 5ª temporada), ‘Superman & Lois‘ (para a 3ª temporada), ‘The Flash‘ (para a 9ª temporada), ‘Riverdale‘ (para a 7ª temporada), ‘Kung Fu‘ (para a 3ª temporada) e ‘Nancy Drew‘ (para a 4ª temporada).

Essa é a primeira vez em quatro anos que a emissora demora até a primavera norte-americana para anunciar as renovações. Nos anos anteriores, o anúncio foi feito por volta de fevereiro.

De acordo com o TVLine, o “atraso” se deve por conta da possibilidade do canal ser vendido pela Paramount e WarnerMedia.

Criada por Anna Fricke, a série é um reboot de ‘Walker, Texas Ranger‘ (1993-2001).

A trama acompanha Cordell, um homem que encontra o caminho de volta para sua família enquanto investiga crimes na unidade de elite do estado. Viúvo e pai de dois filhos, ele retorna para casa em Austin, Texas, depois de passar anos em um caso secreto de alta periculosidade. Com sua nova parceira, uma das únicas mulheres na história dos Rangers, Walker irá enfrentar novos desafios e, juntos, devem se tonar os heróis que o Texas tanto precisa no mundo contemporâneo.

O elenco ainda conta com Lindsey Morgan, Violet BrinsonKale CulleyJeff Pierre, Cobu Bell, Mitch Pileggi e Keegan Allen.

Genevieve Padalecki, esposa de Jared, é sua companheira na ficção e dá vida à Emily, falecida mulher de Cordell Walker que aparece em importantes flashbacks.

‘Alice Através do Espelho’: Entrevistamos Johnny Depp… ou seria o Chapeleiro Maluco?

O repórter Jânio Nazareth participou de uma coletiva de divulgação de ‘Alice Através do Espelho‘ na capital inglesa, durante a estreia mundial do filme.

No vídeo, Johnny Depp revela que prefere tocar música a atuar, mas está muito feliz em poder retornar como o Chapeleiro Maluco.

Assista:

Johnny Depp, Anne Hathaway, Mia Wasikowska, Helena Bonham Carter e Sacha Baron Cohen formam o elenco principal. James Bobin (Os Muppets, Muppets 2: Procurados e Amados) dirige o filme que revisita as adoradas histórias de Lewis Carroll em um conto inédito que retorna no tempo e ao País das Maravilhas.

Após trailer, ‘Alice Através do Espelho’ ganha três cartazes

Alice Através do Espelho‘ (Alice Through the Looking Glass) é produzido por Joe Roth (Malévola, Alice no País das Maravilhas), Jennifer Todd (Alice no País das Maravilhas, Amnésia), Suzanne Todd (Alice no País das Maravilhas, Amnésia) e Tim Burton (Alice no País das Maravilhas, Frankenweenie). Linda Woolverton (Malévola, Alice no País das Maravilhas, A Bela e a Fera) escreveu o roteiro.

‘Through the Looking Glass  é o nome original do segundo livro de Lewis Carroll sobre as aventuras de Alice no País das Maravilhas – ou melhor, a primeira parte, pois o título completo é ‘Through the Looking-Glass and What Alice Found There’. No Brasil, a obra foi traduzida como Alice Através do Espelho e O Que Ela Encontrou Por Lá’.

Alice no País das Maravilhas arrecadou US$ 1,02 bilhão mundialmente, e é a 16ª maior bilheteria de todos os tempos.

O filme será lançado em 27 de maio de 2016.

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10 Filmes que VALORIZAM a frase: há males que vem para o bem!

A redescoberta da vida, o enxergar seu presente com outros olhos, são questões que podem surgir como um gatilho através de algumas situações. Com o foco quase sempre em personagens e seus conflitos, muitas produções encaram o desafio da desconstrução nas trajetórias. Pensando nesse recorte, segue abaixo 10 filmes que estão contidos nesse contexto:

 

Perfumes

Na trama, conhecemos o esforçado motorista Guillaume (Grégory Montel), um homem que passa por um presente cheio de desafios, lutando para conseguir ganhar mais dinheiro e enfim se mudar para uma casa maior assim podendo ter mais dias de visitação da filha. Certo dia ele é designado para ser o motorista de Anne (Emmanuelle Devos) uma reservada perfumista que após uma determinada situação ligado ao seu olfato nunca mais produziu perfumes. Os dois embarcarão em uma jornada de descobertas, aprendendo um com o outro a entender melhor um conceito importante em qualquer lugar do mundo: a sociabilidade.

 

Yesterday

Na trama, conhecemos Jack Malik (Himesh Patel), um cantor com pouca sorte em sua profissão que pensa sempre em desistir de seu maior sonho mas logo é incentivado por sua melhor amiga Ellie (Lily James) e parte em busca de novos desafios. Um dia, após sofrer um acidente, acorda e acaba descobrindo de maneira inusitada que ninguém no mundo conhece Os Beatles. Praticamente como se estivesse em um universo alternativo ou algo assim. Agarrando a oportunidade que surgiu em sua frente, com as músicas de seus ídolos ele começa a fazer enorme sucesso. Mas, escolhas precisarão serem feitas.

 

A Livraria

Na trama, acompanhamos a saga de uma viúva bastante inteligente chamada Florence (Emily Mortimer) que após a perda do marido, resolve empreender, arriscando tudo que possui para abrir uma livraria em uma cidade litorânea no interior de uma Inglaterra perto do início dos anos 60. Enfrentando dificuldades que nunca imaginara, com maior força por conta de interesses de forças da elite local, encabeçada pela excêntrica Violet (Patricia Clarkson), Florence precisará ter muita força de vontade para seu negócio dar certo e também contará com a ajuda de Edmund (Bill Nighy), um recluso morador da cidade que está cansado da mesmice e da falta de renovação cultural onde vive.

 

Doentes de Amor

Produzido pelo famoso diretor Judd Apatow, o filme conta a história do indiano Kumail (Kumail Nanjiani), um jovem motorista de Uber que faz de tudo para entender os costumes e tradições de sua família e foge sempre que o assunto é sobre seu futuro como advogado. Kumail faz Stand Up pela cidade onde mora e em um desses shows acaba conhecendo Emily (Zoe Kazan), uma estudante por quem acaba se apaixonando perdidamente. Só que tudo vai por água abaixo quando Kumail termina com Emily por conta de sua família, que deseja que ele se case com uma indiana. Mesmo sofrendo muito, os dois seguem em frente, até Emily entrar em coma, e, assim, Kumail passa os dias a visitando no hospital e acaba conhecendo melhor a família dela, principalmente o pai Terry (Ray Romano) e a mãe Beth (Holly Hunter).

 

Funcionário do Mês

Na trama, conhecemos Checco (Checco Zalone), um homem de meia idade que desde que nasceu sonha em ser funcionário público. Conseguindo realizar seu sonho logo que chega na fase adulta, vive uma vida pacata e sem emoções em uma cidadezinha italiana. Quando uma reforma administrativa acontece na Itália, toda a vida manda de Checco é colocada em cheque e ele passa a ter que lutar pela manutenção de seu emprego se metendo em diversas e hilárias situações.

 

A Promoção do Século

O longa-metragem argentino Promoção do Século nos apresenta um peculiar personagem em total declínio na carreira que resolve apostar toda sua credibilidade restante em uma ideia pra lá de inusitada que envolve uma empresa do ramo eletrônico e a maior paixão nacional dos nossos hermanos.

 

Min så kallade pappa

Na trama, conhecemos a futura mamãe e professora do jardim de infância Malin (Vera Vitali), uma mulher com garra e atitude que está passando por um momento de separação com o futuro pai de seu primeiro filho. Definida a tomar atitudes corajosas sobre seu futuro, resolve ir em busca do pai que nunca conhecemos, Martin (Michael Nyqvist), um veterano ator de teatro que nunca fez questão de procurar notícias de sua única filha. Durante o inusitado encontro, Martin sofre uma espécie de derrame e perde parte da memória. Assim, é a grande oportunidade de Malin se aproximar de seu desconhecido pai.

 

Rick and the Flash – De Volta para Casa

Na trama, conhecemos a roqueira e caixa de supermercados de produtos orgânicos Rick (Meryl Streep), uma mulher que abandonou o marido e os três filhos, anos atrás, para continuar sua busca inconsequente de fazer sucesso com suas músicas. Vivendo uma vida bem simples e sem muitas pretensões, certo dia recebe uma ligação de seu ex-marido, Pete (Kevin Kline), dizendo que precisa dela, pois, a filha deles está muito abalada pelo recente e traumático término do casamento. Assim, sabendo que irá enfrentar todo o trauma de seu passado, Rick embarca em uma jornada que vai mudar para sempre, novamente, sua vida.

 

Força Maior

Na trama, conhecemos uma família sueca que vai para uma estação de esqui para passar um período de férias. Tudo ia bem até que um dia, almoçando em um restaurante ao ar livre, uma avalanche inesperada surge, dando um grande susto. Na hora em que estava se aproximando o fenômeno natural, o pai pega suas luvas e celular e sai correndo, deixando o restante da família para trás. Agora, a partir desse ato, terá que viver as consequências que impulsionarão brigas e desconfianças com sua mulher.

 

Granizo

Na trama, conhecemos Miguel (Guillermo Francella), um meteorologista que trabalha na televisão faz tempo e agora acaba de ganhar um programa somente seu para falar sobre o tempo. Conhecido como infalível, por nunca ter errado uma previsão do tempo, durante uma dia onde ele fez uma previsão de noite tranquila uma tempestade nunca antes vista na argentina atinge em cheio Buenos Aires. Nos dias seguintes, fugindo da fúria de seus fãs ele resolve voltar para sua cidade natal, córdoba, onde reencontra a única filha, a pediatra Carla (Romina Fernandes).

12 Filmes da Amazon para Assistir no Feriado da Semana Santa

Sessões duplas são comuns para os cinéfilos. Hoje em dia, numa época de muita oferta, é interessante variar. Assim, após a recente matéria de dicas Netflix, o CinePOP traz agora uma com filmes da Amazon. Afinal, se até mesmo a Netflix sugeriu as concorrentes para quem diz já ter assistido de tudo em sua plataforma, quem somos nós para contradizer este colosso do audiovisual. Independente de qual seja seu canal de streaming preferido, o importante é se divertir e refletir com produções de qualidade. Sendo assim, se prepare para uma nova leva de dicas de todos os gêneros, para todos os gostos.

Tropa Zero

Começamos com um filme perfeito para toda a família neste feriado. Saído do festival de Sundance, o longa é dirigido pela dupla de cineastas conhecidas como Bert & Bertie. O verdadeiro chamariz da obra, no entanto, é a presença de duas vencedoras recentes do Oscar de atriz coadjuvante: Viola Davis (Um Limite Entre Nós) e Allison Janney (Eu, Tonya). Nesta história bem feminina, a graciosa menina McKenna Grace vive uma estudante sonhando em ser astronauta. Ela recebe a chance de visitar a NASA através de um concurso, e para isso precisa formar uma equipe de colegas escoteiras.

Querido Menino

Lançado no ano seguinte do sucesso Me Chame Pelo Seu Nome, muitos acreditavam em nova indicação ao Oscar de melhor ator para o jovem Timothée Chalamet, que protagoniza aqui também. Aqui, o ator vive Nic Sheff, viciado em drogas, que através do amor de sua família e de seu pai em especial, aos poucos vai encontrando a cura. Seu pai é interpretado pelo igualmente nomeado ao Oscar, Steve Carell, em outro desempenho dramático. O longa é baseado nos artigos reais dos relatos da família.

A Maratona de Brittany

Muitos filmes são comprados de festivais direto pelas famosas plataformas de streaming, vide a Netflix e a Amazon. E este é um dos casos. Sucesso no Festival de Sundance (uma ótima casa para isso), esta comédia traz a humorista Jillian Bell na pele de uma mulher beberrona e acima do peso, dona de uma vida desregulada. Ela traça uma meta e decide transformar seus costumes em algo mais positivo, tendo a participação na maratona de Nova York como epicentro desta mudança.

Avenida

Um dos últimos trabalhos do saudoso Robin Williams, este drama tocante é inédito em nosso país. No filme, Williams interpreta um homem de 60 anos, professor respeitável e bem casado. Este não é seu verdadeiro eu, no entanto, e ao conhecer um jovem a quem dá carona numa noite, sua verdadeira essência adormecida todos esses anos surge. O homem pela primeira vez tem a coragem de assumir quem verdadeiramente é em seu interior.

Crime sem Saída

Como dito, assim como na matéria da Netflix, aqui procuramos adereçar todos os estilos para todos os gostos de cinéfilos. E para que os fãs do suspense e da ação não fiquem sem opções, uma boa pedida é este thriller que passou voando por nossos cinemas e merece mais atenção. Produzido pelos irmãos Russo, grandes nomes da Marvel na atualidade, o longa é protagonizado por Chadwick Boseman, o Pantera Negra (2008), na pele de um policial incorruptível, fazendo jus ao legado de seu pai. Ele irá se deparar com o caso mais difícil de sua carreira: a caçada a dois criminosos assassinos de policiais – e para isso precisará fechar todas 21 pontes da cidade (daí o título original).

Depois do Casamento

Baseado no filme dinamarquês homônimo, de 2006, da prestigiada cineasta Susanne Bier, o longa traz duas das melhores atrizes em atividade, de gerações distintas. A jovem talentosa Michelle Williams, quatro vezes indicada ao Oscar, interpreta Isabel, uma mulher que largou tudo e criou nova vida na Índia, onde cuida de crianças em um orfanato. Quando o local recebe uma proposta de investimento, ela precisa viajar até Nova York para se encontrar com a benfeitora, papel da vencedora do Oscar Julianne Moore. Nesta jornada, ambas irão descobrir informações sigilosas sobre suas próprias vidas.

Projeto Flórida

Sucesso surpresa no Oscar de 2018, este filme independente do diretor Sean Baker é uma experiência enriquecedora para a alma. Num conjunto habitacional na Flórida, conhecemos o outro lado do glamour dos parques temáticos, como a Disney, repletos de turistas de todos os lugares do mundo. Vivendo à sombra da sociedade, crianças que não possuem a oportunidade de visitar o local mágico, mesmo estando tão perto de tudo. A graciosa Brooklyn Prince rouba o show, e o veterano Willem Dafoe recebeu uma indicação ao Oscar por seu retrato do paciente e amável gerente do condomínio.

Casal Improvável

Já imaginaram um romance entre Charlize Theron e Seth Rogen? Pois é, quase ninguém. Mas isso não significa que ele não tenha acontecido – nas telonas, é claro. E justamente por isso o motivo deste título. Na trama da elogiada comédia, a dupla interpreta colegas de escola. Ela, a popular, e ele, o maconheiro. Quando se encontram adultos numa festa, ele tenta a sorte, e conquista a afeição da mulher. No entanto, nem tudo são flores, já que ele é um jornalista, e ela, uma política, candidata à presidência dos EUA.

Chi-Raq

Nossas dicas são interessantes também para os que querem conhecer melhor as carreiras de diretores renomados. Todos ouviram falar de Spike Lee devido ao recente sucesso de Infiltrado na Klan – indicado ao Oscar 2019. Os mais experientes, estão cansados de conhecer o cineasta do icônico Faça a Coisa Certa (1989). Mas quantos realmente conhecem uma de suas obras menos comentadas – que no Brasil foi lançada direto em vídeo?

Chi-Raq é uma bem humorada crítica à violência de gangues nos subúrbios norte-americanos. As mulheres dos infratores decidem formar um pacto para eles parem de se matar, usar armas e violência: nada de sexo enquanto não se reformarem. Uma arma poderosa. O título inclusive é um trocadilho com Chicago (onde se passa o filme) e Iraque. Quem protagonista é a estonteante Teyonah Parris, exalando sensualidade e beleza no longa.

Extraordinário

Muitos citam o pequeno Jacob Tremblay por sua performance no Oscarizado O Quarto de Jack (2015), mas esquecem do igualmente impressionante desempenho do menino em Extraordinário. Baseado no livro de R. J. Palacio, a musa Julia Roberts e Owen Wilson protagonizam como um casal amoroso, pais de um menino que nasceu com uma deformidade facial – papel de Tremblay. O filme narra a jornada de aceitação e autoconhecimento do garoto e sua família, se comportando como uma versão infantil do clássico oitentista, Marcas do Destino (1985).

ABC do Amor

Desconhecido do grande público, este romance juvenil traz uma das mais emocionantes histórias de primeiro amor já criadas numa obra cinematográfica. O ator Josh Hutcherson (de Jogos Vorazes), ainda na infância, protagoniza como um menino de 10 anos descobrindo o amor pela primeira vez. Rosemary (Charlotte Ray Rosenberg), uma menina de 11 anos, vira o objeto de afeto do rapaz, nesta tocante obra passada em Manhattan, Nova York. Curiosamente, o filme do diretor Mark Levin (A Ilha da Imaginação), fez sua estreia em nosso Festival do Rio em 2005.

O Melhor Lance

Para finalizar a lista, que tal uma obra pouco conhecida de um verdadeiro monstro sagrado do cinema mundial. O italiano Giuseppe Tornatore ficou imortalizado pelo neoclássico Cinema Paradiso (1988). Seu penúltimo trabalho até então é este suspense dramático protagonizado pelo vencedor do Oscar Geoffrey Rush no papel de um especialista avaliador de obras de arte. Ele é contratado por uma misteriosa herdeira para avaliar sua coleção e aos poucos os dois começam a desenvolver um relacionamento. Mas as coisas podem não ser exatamente como aparentam. Completando o elenco principal, Donald Sutherland, Jim Sturgess e Sykvia Hoeks.

Bônus:

The Warriors – O Selvagens da Noite

Nenhuma lista está completa sem um verdadeiro clássico. E no acervo da Amazon você pode encontrar este verdadeiro ícone do cinema de ação, crime e ficção. No imortal longa do diretor Walter Hill, de 1979, no futuro não muito distante as gangues dominam a cidade de Nova York, e cada território tem suas próprias leis, com um destes grupos reinando. Quando um líder que planejava unificar todas elas é assassinado, a culpa recai sobre os inocentes Warriors, que são caçados pela cidade até conseguirem retornar a seus domínios. Extremamente influente, Warriors é redescoberto a cada nova geração.

Antes de ‘M3GAN’, nos anos 80 existia ‘Super Vicky’ – Série clássica completa 40 anos! Você lembra?

Um dos sucessos surpresa do cinema, ‘M3GAN’ (2023) apresentou uma boneca-robô dona de inteligência artificial, que se torna a melhor amiga de uma menina. Este ano, a sequência ‘M3GAN 2.0’ transformou a vilã do filme original em heroína, enfrentando uma nova ameaça. Antes de M3GAN se popularizar na cultura pop atual, outra menina robô fez muito sucesso junto com a geração dos anos 80. Falo de Super Vicky – sitcom que ficou famosa no Brasil graças a exibições na TV Globo, e está completando quatro décadas de sua estreia em 2025.

Em 1985, no meio de uma enxurrada de séries familiares que invadiam os lares americanos como um tsunami de bons costumes e trilhas sonoras com tecladinhos, surgiu algo, digamos… peculiar. ‘Super Vicky’ (Small Wonder, no original) estreou com uma proposta tão bizarra quanto encantadora: e se uma robô em forma de menina passasse a viver como parte de uma família suburbana comum? Pois é. Com essa premissa digna de um episódio rejeitado de ‘Black Mirror, a série caiu no gosto do público, especialmente das crianças e adolescentes da época, e se tornou um daqueles clássicos cult que muitos não admitem, mas adoram.

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A mente por trás dessa maravilha tecnológica era Howard Leeds, um veterano da televisão que já havia trabalhado em sucessos como ‘A Família Do-Re-Mi, ‘Arnold‘ e ‘Vivendo e Aprendendo‘. Leeds aparentemente decidiu que era hora de ir além das famílias convencionais e criar uma sitcom que misturasse comédia pastelão, ficção científica e altas doses de absurdos robóticos. Inspirado por uma ideia anterior que flertava com a criação de um robô doméstico, ele decidiu testar os limites do que o público aceitaria como “entretenimento familiar”.

A série foi produzida pela Metromedia Producers Corporation e distribuída de forma independente (o famoso “syndication”), o que significava que não estava atrelada a uma grande emissora. Mesmo assim, ‘Super Vicky‘ conseguiu encontrar seu público – e que público! A série virou febre em vários países, inclusive no Brasil, onde foi exibida incansavelmente nos anos 80 e 90, ganhando legiões de fãs mirins fascinados com aquela menina de olhos arregalados e fala monocórdica que fazia tarefas domésticas com força sobre-humana.

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No centro da trama está a família Lawson. Ted Lawson (Richard Christie), o patriarca, é engenheiro em robótica e o gênio por trás da criação de V.I.C.I. (Voice Input Child Identicant) – a tal robô em forma de criança, interpretada por Tiffany Brissette. Vicky, como é carinhosamente chamada, é programada para aprender a viver como um ser humano, mas suas limitações de linguagem, suas reações mecânicas e sua força descomunal rendem situações hilárias (ou completamente sem noção, dependendo da sua idade e nível de ceticismo).

Joan Lawson (Marla Pennington), a esposa de Ted, é a típica dona de casa dos anos 80: paciente, amorosa, e absolutamente tranquila ao saber que seu marido levou um robô para dentro de casa sem qualquer teste de segurança. O filho do casal, Jamie (Jerry Supiran), se torna o melhor amigo de Vicky e passa boa parte da série tentando protegê-la dos vizinhos bisbilhoteiros – especialmente da menina intrometida Harriet (Emily Schulman), uma espécie de Punky Brewster.

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O elenco, embora modesto, funcionava bem dentro da proposta da série. Tiffany Brissette, em particular, tornou-se um ícone mirim. Sua performance robótica, com trejeitos rígidos e voz monotônica, era ao mesmo tempo cômica e um pouco assustadora – algo entre Wandinha Addams e um assistente virtual dos anos 80. A atriz conseguiu imprimir carisma a um personagem que, por definição, não deveria ter nenhum.

Super Vicky’ não foi exatamente um queridinho da crítica. Pelo contrário: a maioria dos críticos da época torceu o nariz para a série, apontando seu humor simplório, seus efeitos especiais rudimentares e sua produção barata. Mas, como sabemos, crítica e popularidade nem sempre andam de mãos dadas – e Vicky é a prova disso. A série durou quatro temporadas, entre 1985 e 1989, somando 96 episódios.

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Mesmo com um orçamento modesto, o seriado conquistou um público fiel, sobretudo entre as crianças e adolescentes, que se identificavam com a fantasia de ter uma amiga robô – ou com a ideia de ter superpoderes escondidos no armário. Em diversos países, como Brasil, México e Filipinas, ‘Super Vicky’ foi um sucesso de audiência, muito em função da sua dublagem carismática e da exibição em horários nobres para o público infantojuvenil. No Brasil, a série passou por Globo, SBT, e canais a cabo, sempre com uma aura de “nostalgia instantânea”.

O humor pastelão, as lições de moral no estilo “fim de episódio de He-Man”, e os cenários que pareciam feitos de papelão não impediram que a série marcasse uma geração. Era o tipo de programa que, mesmo sem fazer sentido algum, trazia um conforto estranho – como um cobertor velho ou um miojo bem-feito.

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Super Vicky’ não gerou um universo expandido, nem spin-offs, nem um remake cinematográfico (ainda). Mas seu legado vive no coração dos que cresceram com ela – e nas listas de “séries mais bizarras dos anos 80” na internet. Em 2010, rumores sobre um reboot surgiram, mas, como era de se esperar, a ideia não foi pra frente. A própria Tiffany Brissette deixou a carreira de atriz e se tornou enfermeira – talvez cansada de ser confundida com um eletrodoméstico com cabeça.

Se fosse feita hoje, ‘Super Vicky’ provavelmente teria uma abordagem bem diferente. Em tempos de inteligência artificial real, carros autônomos e robôs de verdade limpando nossas casas, a ideia de um robô com aparência infantil já não é só ficção – e acende discussões éticas pesadas. Mas com a pegada certa, talvez como uma sátira ou até uma animação, o conceito poderia funcionar. Afinal, a premissa continua instigante: como seria crescer ao lado de algo que imita um humano, mas não é?

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O que está datado? Praticamente tudo: os figurinos, o tom inocente, os risos de fundo, a trilha sonora, os efeitos especiais. Mas é justamente isso que confere o charme retrô à série. O que daria certo ainda hoje? O absurdo da premissa, o carisma da protagonista e, claro, a eterna pergunta: será que os vizinhos vão descobrir?

Super Vicky’ pode ter sido pequena no nome original (Small Wonder), mas para muita gente, ela foi uma gigante. De olhos fixos, fala travada e coração (de silício), Vicky ainda é uma maravilha – mesmo que um pouco enferrujada.

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‘The Affair’: Série perde outro membro do elenco na última temporada; Saiba mais!

Está todo mundo abandonando a série! De acordo com o DeadlineCatalina Sandino Moreno, que interpretava Luisa, esposa do Cole, não retornará para a última temporada de ‘The Affair‘.

A atriz é o terceiro membro do elenco fixo a abandonar a série, seguindo Ruth Wilson e Joshua Jackson.

“Nós amamos a intimidade, a nuance e a honestidade emocional no desenvolvimento da infidelidade e fidelidade de ‘The Affair’,” disse Gary Levine, presidente de programação de Showtime, sobre o último ano. “Sarah Treem sempre envisionou a trama através de cinco temporadas, e ficarmos fascinados para ver onde ela levará o elenco e todos nós no próximo ano em sua temporada final.”

Dominic WestMaura TierneyJulia Goldani TellesJake Siciliano, Jadon SandAbigail Dylan Harrison, Omar Metwally e Irène Jacob estrelam.

Revolução em campo de extermínio no novo trailer do drama ‘Sobibor’; Assista!

A Imagem Filmes divulgou um novo trailer do drama ‘Sobibor‘, baseado em uma história real.

Confira:

Dirigido por Konstantin Khabenskiy, esse foi o longa representante da Rússia ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro 2019.

A história gira em torno de uma revolta que ocorreu no campo de extermínio russo de Sobibór, durante a Segunda Guerra Mundial, e do oficial soviético Alexander Pechersky. Quando era um prisioneiro de guerra em Sobibor, Pechersky conseguiu fazer o impossível: organizar um motim que resultou na fuga em massa dos prisioneiros do local. Muitos dos fugitivos foram mais tarde capturados e mortos – o resto, liderado por Pechersky, conseguiu se juntar aos seus compatriotas e engrossar as linhas defensivas russas.

O elenco conta com Konstantin Khabenskiy, Christopher Lambert, Mariya Kozhevnikova, Michalina Olszanska, Philippe Reinhardt e Maximilian Dirr.

‘Dolittle’ ultrapassa a marca dos US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais

Apesar de ter sido massacrado pelos críticos, ‘Dolittle‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa acumula US$ 76 milhões. No mercado internacional, são US$ 141.4 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou US$ 217.4 milhões mundialmente.

Infelizmente, devido ao seu orçamento gigantesco de US$ 175 milhões, o longa ainda está longe de ser considerado um sucesso. A produção deve arrecadar ao menos US$ 350 milhões para sair do vermelho, e analistas indicam que o filme deve dar um prejuízo de US$ 100 milhões ao estúdio.

Dirigido por Stephen Gaghan, o longa é baseado no livro ‘The Voyages of Doctor Dolittle‘, de Hugh Lofting.

Assista ao trailer:

Depois de perder a esposa, sete anos antes, o excêntrico Dr. John Dolittle (Downey), famoso médico e veterinário na Inglaterra da Rainha Victoria, se isola atrás dos muros altos da sua mansão Dolittle, com a companhia apenas de sua coleção de animais exóticos. Mas quando a jovem rainha (Jessie Buckley, Wild Rose) fica gravemente doente, Dolittle relutantemente é forçado a partir em uma aventura épica para uma ilha mítica em busca de uma cura, recuperando suas habilidades e sua coragem enquanto cruza velhos oponentes e descobre criaturas maravilhosas.

O médico é acompanhado por um jovem aprendiz auto-nomeado (Harry Collett de Dunkirk) e um grupo barulhento de amigos animais, incluindo um gorila ansioso, uma pata entusiasmada e doidinha, uma dupla briguenta de um avestruz cínico e um otimista de urso polar e um papagaio teimoso, que é o conselheiro mais confiável de Dolittle.

O grandioso elenco conta com Antonio Banderas, Michael Sheen, Jim Broadbent, Jessie Buckley, John Cena, Harry Collett, Marion Cotillard, Frances de la Tour, Carmen Ejogo, Ralph Fiennes, Selena Gomez, Tom Holland, Rami Malek, Kumail Nanjiani, Craig Robinson, Octavia Spencer e Emma Thompson.