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Crítica | Suk Suk – Um Amor em Segredo – Emocionante busca pela liberdade de Amar

A felicidade restrita de almas que deveriam poder ter liberdade para amar onde, como e quando quisessem. Diretamente de Hong Kong (um lugar onde o casamento homoafetivo não é reconhecido), chega ao circuito brasileiro de exibição um longa-metragem que nos apresenta o universo particular de dois homens, um taxista em fim de carreira e um aposentado que se encontram, logo se apaixonam e ao longo do tempo buscam respostas para como dizer ao mundo, e principalmente aos que o cercam, as verdades sobre o que sentem. Escrito e dirigido pelo cineasta Ray Yeung, Suk Suk – Um Amor em Segredo ganhou diversos prêmios internacionais. Poderoso drama, emocionante, sensível, que conquista o espectador do início ao fim.

Na trama, conhecemos Pak (Tai-Bo), um taxista que passou as últimas duas décadas dirigindo 18 horas por dia para dar uma estrutura de vida aceitável para sua esposa e seus filhos. Certo dia encontra um homem por quem logo se apaixona, o aposentado Hoi (Ben Yuen), pai de família que criou o filho sozinho e hoje vive seus dias lutando pelos direitos aos homossexuais, ajudando os amigos e buscando uma relação melhor com o filho agora adulto e cada vez mais distante. Essas duas almas precisarão descobrir qual o tamanho e força dessa relação que se estabelece e principalmente que rumos gostariam de trilhar no futuro.

Há muitos conflitos espalhados pelas mais de uma hora e meia de duração. Pak e Hoi, entendem o que sentem como uma interseção mas bem diferentes quando sobre as reflexões de serem gays em uma sociedade demasiadamente conservadora. O sofrimento é visível por essa falta de liberdade que encontram quando juntos, Pak em seus olhares perdidos nas refeições junto à família, Hoi no aperto do peito na posição de amante sem perspectiva de mudança de direção.

O valor do trabalho na vida familiar, dentro das questões dos costumes, fica bem nítido nos arcos que exploram a nova rotina do recém genro de Pak, que com uma forcinha do sogro busca encontrar seu caminho para ser um pai de família que faça a todos que ama feliz. Sobre costumes, ou até mesmo dentro desse retrato mais profundo sobre pontos na família, a questão da religião e conflitos não declarados entre Hoi e seu filho ganham espaço, nos fazendo entender ainda bem melhor esse tão rico personagem.

Suk Suk – Um Amor em Segredo é muito mais do que uma linda história de amor na melhor idade. A partir das escolhas, acompanhamos a força das esferas da solidão, a luta pelos direitos, o sofrimento por não poderem gritar ao mundo quem são.

Jogos Olímpicos de Inverno: 10 filmes ou séries sobre esportes gelados!

Neste mês de fevereiro de 2026, tivemos a disputa do XXV Jogos Olímpicos de Inverno realizado nas cidades italianas de Milão e de Cortina d’Ampezzo. Nosso país foi muito bem representado e inclusive já garantimos nossa primeira medalha na história – e logo a de ouro – com o atleta de esqui Lucas Pinheiro Braathen. Para você que curtiu o evento, mas sempre tá pensando em filmes ou séries, segue abaixo uma lista de histórias ambientadas nesses esportes gelados:

 

Boa sorte, Argelia

Na trama, conhecemos os sócios de uma empresa que fabrica esquis artesanais, Sam (Sami Bouajila) e Stéphane (Franck Gastambide). Eles conseguem segurar a empresa como podem e dependem de uma grande exposição da marca em uma grande competição para atrair mídia e mais clientes. Só que isso acaba não acontecendo. Assim, Stéphane, um grande esquiador francês do passado, tem uma ideia inusitada: que Sam se inscreva em competições de alto nível na modalidade esqui cross-country, representando a Argélia – já que Sam é descendente de argelinos. Não acreditando no sucesso da ideia, Sam fica receoso, mas acaba topando, mexendo com as emoções de toda sua família.

 

Untold: Crime e Infrações (Netflix)

No catálogo da Netflix, Untold: Crime e Infrações, mistura ação no gelo e máfia, mostrando um jovem cria um time de hóquei na cidade onde mora, causando um verdadeiro alvoroço em todos os jogos dessa equipe.

 

Voando Alto

Dirigido pelo cineasta Dexter Fletcher, lançado no ano de 2016, em Voando Alto conhecemos a curiosa história de um homem que busca uma vaga na equipe de saltos no jogos de inverno de 1988 e conta com a ajuda de um ex-atleta, que estava longe dos esportes.

 

Sol de Inverno (Looke)

Numa das 14.125 ilhas geladas do Japão, encontramos três personagens que, através de um objetivo, passam por reflexões sobre a própria vida. Um garoto chamado Takuya (Keitatsu Koshiyama) pratica Hockey mas se fascina pela patinação artística e, com a ajuda de seu professor e ex-atleta Arakawa (Sousuke Ikematsu), começa a treinar junto de Sakura (Kiara Takanashi), uma garota prodígio desse esporte, para uma competição em duplas. Mas algo entre as alegrias, imaturidade e olhares curiosos viram obstáculos no forte vínculo criado.

 

Eu, Tonya (Adrenalina Pura)

Dirigido pelo talentoso australiano Craig Gillespie (do inesquecível A Garota Ideal), Eu, Tonya é, acima de tudo, um filme sobre oportunidades desperdiçadas, moldadas por uma formação familiar disfuncional, na qual personalidade e inocência imatura se entrelaçam nas consequências da vida. Baseado em fatos reais, o longa retrata um escândalo que chamou enorme atenção da mídia.

 

Nós Somos os Campeões (Disney Plus)

Lançado 31 anos atrás, e buscando popularizar um esporte que não vemos muito por aqui no Brasil, o Hockey, chegou aos cinemas o emocionante e divertido filme Nós Somos os Campeões. A base da história, que veríamos mais desenrolares em outros dois filmes em sequência, gira em torno de um amargurado ex-atleta, agora advogado, que precisa cumprir serviço comunitário após um incidente, fato que o leva a seu o treinador de uma talentosa equipe juvenil de Hockey.

 

Fenômeno no Gelo: Hóquei na Guerra Fria (Netflix)

Por meio de depoimentos de nomes que marcaram a história dos esportes norte-americanos, chegou este ano ao catálogo da Netflix um filme que volta no tempo para mostrar um feito histórico feito por um time de hóquei.

 

Jamaica Abaixo de Zero (Disney Plus)

Como se esquecer desse filme tão querido por todos nós que assistíamos a sessão da tarde? Em Jamaica Abaixo de Zero, acompanhamos a história de quatro jamaicanos que tem um sonho: competir nos Jogos Olímpicos de Inverno em um modalidade bastante perigosa.

 

Rivalidade Ardente (HBO MAX)

Uma das séries que provavelmente será uma das sensações deste ano, em Rivalidade Ardente acompanhamos duas estrelas do hóquei que mantém um relacionamento escondido.

 

Desafio no Gelo (Disney Plus)

Dirigido pelo cineasta norte-americano Gavin O’Connor, em Desafio no Gelo acompanhamos a história de um treinador e seu time prestes a realizar um feito inédito, em plena guerra fria.

Você lembra dos Filmes da MTV? Revisamos a trajetória de 25 anos no Cinema do canal da música na Televisão

Ah, a saudosa MTV. Quando falamos da nostalgia que foi viver os anos 1980 e toda a pureza que vinha de receber a primeira “overdose” de cultura pop na veia, definitivamente a MTV fez parte desta trajetória midiática cultural. Inaugurado nos primórdios da década de 80, mais precisamente em 1981, o canal especializado em música na televisão (cuja sigla significa literalmente Music TeleVision) foi o primeiro contato mais íntimo de toda uma geração com a música e seus cantores e bandas preferidos. Embora o conceito de um canal de TV voltado completamente para a música tenha surgido ainda no fim da década de 1960, com os vídeo clipes de bandas como os Beatles sendo primordiais para tal avanço, a concretização de tais planos começaram a ocorrer no fim da década seguinte, os anos 1970.

Com a chegada dos anos 80 não tinha mais volta, a proposta estreava para mudar de vez a vida de todos que na época cresceram. O conceito era simples: um canal voltado para os adolescentes e jovens, feito por eles. O público-alvo analisado pela emissora era dos 12 aos 34 anos. Era um canal descolado, que dava voz a uma geração e ditava tendências e moda. Foi o berço, por exemplo, de artistas como Madonna, considerada uma cria do canal. Rock e pop eram o forte da casa, que exibia os vídeos musicais dia e noite em sua programação, apresentados pelos chamados Vídeo Jockeys (os VJs), jovens que falavam a língua de sua audiência e se tornaram por si só celebridades igualmente. Além disso, desde seus primórdios, a MTV exibia tipos de animações e vinhetas surreais e desconexas, que enfatizavam a linguagem descompromissada e moderna em contrapartida aos velhos conceitos televisivos.

A MTV foi um marco cultural jovem para toda uma geração.

A princípio apenas captada pelos moradores de Nova Jérsei, os estúdios da MTV eram sediados em Nova York, onde ainda se encontra a base da corporação que se tornou hoje. No Brasil, o canal demorou um pouquinho mais a chegar, tendo sido inaugurado por aqui somente em 1990, marcando época igualmente. E numa época anterior inclusive às TVs a cabo (internet então, nem sonhava-se) conseguir captar o sinal UHF (ao contrário das demais VHF) com antena portátil era uma missão digna de McGyver, nem mesmo o melhor bombril na ponta das hastes metálicas dava jeito. Desistir, porém, jamais, afinal todo pré-adolescente que se prezasse tinha como meta de vida na época assistir ao canal. Era a Marvel musical da época.

A MTV ajudou a popularizar diversos artistas e a criar a chamada geração MTV. É curioso hoje pensar como um símbolo máximo de juventude, rebeldia e modernidade, possa ser considerado algo imensamente datado e ultrapassado. Isso, é claro, graças ao advento da internet e de plataformas como o Youtube. Atualmente, apesar do canal ainda ser transmitido, mais voltado para programas no estilo Reality, uma entidade maior da propriedade existe nas formas do MTV Entertainment Group, empresa especializada em produção de séries de ficção, documentais e animações, além, é claro, do tema desta matéria: produções cinematográficas.

Em 1996, a MTV Films lançava seu primeiro filme no cinema.

É curioso pensar que uma companhia tão revolucionária como a MTV, que era sinônimo de ditar tendência entre os jovens nos anos 80, não tenha aproveitado ainda na época este “poder” para ampliar seus tentáculos para mídias mais abrangentes como o cinema. Teria sido muito interessante ver que tipo de produtos seriam criados pela empresa na década de 80. A verdade é que o canal ainda trabalhava para se estabelecer e firmar sua popularidade em sua primeira década de existência. Assim, seria somente em meados da década seguinte, apesar de ter sido inaugurada como produtora de cinema em 1991, que a MTV lançaria seus primeiros filmes no cinema. Quase todos em parceria com a Paramount Pictures.

Em 1996, a MTV Films lançava seu primeiro longa-metragem para os cinemas. É claro que a produção em questão teria a cara jovem e insana típica da geração que cresceu na época do politicamente incorreto – grande parte das mensagens do canal eram nuas e cruas, apostando em muito gore, violência e nojeiras de plantão. Assim, em julho de 1996, época do verão norte-americano, onde os maiores filmes se digladiam pelas grandes bilheterias, era lançado nas salas de cinema a comédia musical Joe e as Baratas (Joe’s Apartment). Baseado no curta dirigido por John Payson, de 1992, o próprio cineasta alongava sua história para caber num longa-metragem que inaugurava uma nova era para a MTV. Ah sim, o título não esconde, a estreia do canal no cinema contava sobre baratas falantes, dançantes e cantantes, vivendo no apartamento de um jovem desleixado.

Flop no cinema, transformado em cult em VHS, ‘Joe e as Baratas’ guarda o marco de ser o primeiro filme da MTV.

O mote aqui, porém, muito mais do que a “engraçadinha” história sobre baratas descoladas, era a credibilidade dos efeitos visuais gerados por computadores, que criariam insetos realistas, os inserindo para contracenar junto com atores reais. Os efeitos computadorizados, hoje chamados CGI, que foram a evolução natural das animações e stop-motion, atualmente não chamam mais atenção tendo se tornado algo corriqueiro e usado de forma frívola até mesmo em programas de TV. Porém, na época a técnica revolucionária era recebida com muita empolgação, elevando os filmes de entretenimento a outro patamar. O primeiro a empregar durante toda a sua projeção foi O Exterminador do Futuro 2 (1991); e depois seguiram Jurassic Park (1993), O Máskara (1994) e o resto é história. Nesta primeira leva, chegava também Joe e as Baratas, que ao invés de dar vida à dinossauros virtuais, se mostrava mais humilde em criar através dos computadores um grupo de baratas muito animado. Os louros aqui são da Blue Sky Studios, companhia por trás de sucessos como as franquias A Era do Gelo (2002) e Rio (2011), em sua primeira grande investida na nova técnica.

Os hilários acéfalos Beavis e Butt-Head se tornaram fenômeno na MTV e em 1996 ganharam um filme para chamar e seu.

No mesmo ano, porém no fim de 1996, em dezembro, a MTV Films estreava nos cinemas um filme que tinha ainda mais sua cara, se é que isso é possível. Na verdade, tratava-se de um produto nascido justamente de sua programação. Beavis e Butt-Head, animação adulta criada por Mike Judge estreava na MTV em 1993 e de cara se tornava um sucesso absoluto. Fenômeno midiático, assim como Os Simpsons, os protagonistas aqui serviam como crítica social dos americanos – estes dois adolescentes roqueiros descerebrados que por sorte conseguem superar as adversidades apesar de sua tremenda estupidez. Era a forma de Judge satirizar com olhar único a mesma geração que compraria a ideia com facilidade. Mais de dez anos depois da estreia do canal de música, a própria emissora analisava os efeitos colaterais surgidos da juventude que ajudou a moldar. Seis temporadas depois, e com os personagens já gravados no subconsciente coletivo, a MTV Films presenteava Judge com o orçamento de US$12 milhões para que levasse às telonas o primeiro longa-metragem da dupla, com Beavis e Butt-Head Detonam a América – que teve direito à dublagem de astros famosos do primeiro time, vide Bruce Willis e Demi Moore, e trilha sonora dos Red Hot Chilli Peppers – banda igualmente surgida da emissora.

Eleição (1999) é, ainda hoje, o melhor filme lançado pela MTV Films.

Das suas duas primeiras investidas no terreno das produções cinematográficas, Beavis e Butt-Head Detonam a América se mostrou o acerto do estúdio, enquanto Joe e as Baratas viveu para se tornar seu primeiro fracasso; vindo a ressurgir no mercado de VHS como fita cult. O auge crítico e financeiro, porém, seria atingido logo três anos depois, quando o estúdio investiria em obras que, embora ainda voltadas para o universo dos jovens, possuíam temas mais maduros como discurso, demonstrando que seu entretenimento não precisava ser apenas simples escapismo. Dentro desta nova proposta, a companhia abria o ano de 1999 com Marcação Cerrada, sucesso nos EUA, que por usar como tema o futebol americano, esporte àquela época sem muita ligação com os brasileiros, terminou vendo um lançamento direto em vídeo por aqui. O filme aproveitava como protagonista James Van Der Beek (saído do sucesso de Dawson’s Creek – 1998 a 2003) e se tornaria icônico devido à ousada cena do biquíni de chantilly performada por Ali Larter em seu primeiro filme. Já Eleição, com Reese Witherspoon e Matthew Broderick, foi ainda mais longe e surgiu com um discurso sobre os pequenos âmbitos da corrupção e como atos mal julgados como simplórios podem vir a ser catastróficos e irremediáveis. Uma pequena obra-prima do cinema que possui coerentes 92% de aprovação no Rotten Tomatoes, mesmo sem ter feito necessariamente sucesso de bilheteria. Um cult imperdível.

A MTV Films e a Paramount tinham planos maiores para Projeto Almanaque, que terminou enterrado.

Durante as duas décadas seguintes, de 2000 e 2010, a MTV Films seguiu levando para as telonas os produtos surgidos em sua programação, vide os filmes de Jack Ass e a versão em live-action da animação Aeon Flux (com uma Charlize Theron recém-saída de sua vitória no Oscar de melhor atriz) e contribuindo com os filmes de artistas da música que eram prata da casa – vide Britney Spears (Crossroads), Beyoncé (Resistindo às Tentações), Tupac Shakur (Resurrection), 50 Cent (Fique Rico ou Morra Tentando), Justin Bieber (Never Say Never) e Katy Perry (Part of Me).

Em 2015, o estúdio sofreria um baque com o fracasso de sua grande aposta para aquele ano. Projeto Almanaque envolvia atores jovens, viagem no tempo e muita música pop. Os trailers chamaram atenção, mas o filme simplesmente desapareceu, sendo enterrado num lançamento em janeiro – onde historicamente muitos filmes vão para “morrer”. O curioso é que o longa não foi sequer um fiasco financeiro, conseguindo se pagar. Por um tempo, a ficção científica marcaria o último esforço da MTV Films, que voltaria a produzir somente cinco anos depois, em 2020, e desde então lançando apenas outros três filmes, com o último sendo Pink Skies Ahead, elogiado drama juvenil independente exibido em festivais de cinema. Para fevereiro do ano que vem o estúdio tem programado Jackass Forever.

CBS All Access lançará nova série com ator de ‘Transformers 4’

O serviço de streaming exclusivo da CBS All Access lançará uma nova série, intitulada ‘Strange Angel‘. O projeto será protagonizado por Jack Reynor, de ‘Transformers: A Era da Extinção‘.

O drama “explorará a dramática interseção entre o genial e a loucura, a ciência e a ficção, e será inspirada pela vida real de Jack Parsons”. O elenco ainda inclui Rupert Friend, Bella Heathcote, Zack Pearlman e Michael Gaston.

Strange Angel‘ estreará no dia 14 de junho.

‘Black Mirror: Bandersnatch’: Filme interativo da Netflix ganha cartaz e primeiras imagens

A Netflix divulgou o cartaz e as primeiras imagens do filme ‘Black Mirror: Bandersnatch‘, que será um especial baseado na série de mesmo nome.

Confira:

Dirigido por David Slade, os espectadores poderão fazer algumas escolhas chave para o protagonista, determinando o destino do personagem.

Na trama, enquanto adapta um romance de fantasia para videogame em 1984, um jovem programador começa a questionar o próprio conceito de realidade e acaba enfrentando um desafio alucinante. Bem-vindo de volta.

Somando todas as possibilidades, o longa terá mais de 5 horas de duração, mas o espectador só verá em torno de duas horas de filme – dependendo o destino que ele decidir para a trama.

 

 

 

‘The Purge’: 2ª temporada mostrará o que acontece quando a ‘Noite de Crime’ termina

O canal USA divulgou um novo vídeo dos bastidores da 2ª temporada da série ‘The Purge‘, baseada na franquia ‘Uma Noite de Crime‘, com cenas inéditas do novo ciclo, que deverá explorar o que acontece no dia seguinte no expurgo.

Confira:

O próximo ciclo irá estrear no dia 15 de outubro.

O criador da franquia ‘Uma Noite de Crime‘, James DeMonaco, também é responsável pela série.

Durante um período de 12 horas, todos os crimes, incluindo assassinatos, são legais. Situado em uma América alterada, governada por um partido político totalitário, a série segue vários personagens aparentemente não relacionados que vivem em uma cidade pequena. À medida que o tempo passa, cada personagem é forçado a contar com o passado enquanto descobre até onde vão para sobreviver à noite.

O elenco do novo ciclo conta com Rochelle Aytes, Danika Yarosh, Derek LukeMax MartiniPaola NuñezJoel Allen.

Os quatro filmes da franquia arrecadaram US$ 456.9 milhões mundialmente.

‘The Last Kingdom’: Produtor revela detalhes sobre a possível 5ª temporada

Em entrevista ao Radio Times, o produtor executivo Nigel Marchant revelou que está “esperançoso” que ‘The Last Kingdom‘ será renovada para a 5ª temporada, dando detalhes sobre o que poderemos ver no próximo ciclo.

“Nós estamos muito esperançosos, pois nós adoraríamos fazer uma nova temporada. Acredito que todos nós queremos contar uma história e é sempre satisfatório poder completar essa história através de várias temporadas. Acho que posso falar por todos que nós amaríamos fazer mais uma temporada.”

Ele completa, “Acho que nós queremos mostrar como esses reinos separados se unem e como essa união acontece. Além disso, Uhtred consegue retornar para Bebbanburg? Ele consegue o seu sonho? Ele encontra o seu legado? Qual o envolvimento dele na união desses reinos? Nós adoraríamos mostrar tudo isso.”

Vale lembrar que as quatro primeiras temporadas já estão disponíveis na Netflix!

A série é baseada na obra ‘Crônicas Saxônicas‘, de Bernard Cornwell.

A história situada no ano de 872 d.C., a série apresenta as invasões vikings em território hoje conhecido como Inglaterra. Wessex, sob o comando do Rei Alfredo, o Grande, é o único reino que resiste aos ataques.  A história gira em torno do protagonista Uhtred, um nobre que perdeu os pais em um dos ataques vikings. Levado e criado por eles, Uhtred cresce e se torna um guerreiro. Mais tarde, ele parte com a missão de conquistar as terras onde nasceu. Enquanto isso, o Rei Alfredo enfrenta problemas políticos e religiosos para unificar os reinos e transformá-lo no que hoje é a Inglaterra.

Alexander Dreymon, Ian Hart, David Dawson, Eliza Butterworth, Harry McEntire e Arnas Fedaravicius estrelam.

‘The Blacklist’: Novo episódio registra a PIOR audiência da história da série

Após uma pausa de nove semanas, a 8ª temporada de ‘The Blacklist‘ retornou com um episódio inédito, mas quebrou recordes negativos de audiência.

Intitulado 16 Ounces, o terceiro episódio do ciclo atual registrou um total de 3.2 milhões de espectadores, o que representa a MENOR audiência da história da série.

A demo, no entanto, continua estável, com 0.4 – o que é consistente com a média da produção.

James Spader, Megan Boone, Diego Klattenhoff, Harry Lennix, Hisham Tawfiq e Amir Arison estrelam.

‘Maldivas’: Série da Netflix com Bruna Marquezine e Manu Gavassi ganha teaser INCRÍVEL; Assista!

A Netflix divulgou o primeiro teaser da série brasileira ‘Maldivas‘, estrelada por Bruna Marquezine e Manu Gavassi.

Confira:

O enredo começa quando a goiana Liz (Bruna Marquezine) se muda para o Rio com o objetivo de reencontrar sua mãe, que morre em um incêndio misterioso. Tentando buscar respostas para a repentina morte de sua mãe, ela terá que se esconder do investigador Denilson (Romani), e se infiltrar em um universo cheio de personagens peculiares. Entre eles, estão Milene (Manu Gavassi), a rainha do Maldivas, com uma vida aparentemente perfeita junto ao marido, o cirurgião plástico Victor Hugo (Klebber Toledo); e Rayssa (Sheron Menezzes), uma ex-cantora de axé convertida em empresária de sucesso, casada com o ex-vocalista de sua banda, Cauã (Samuel Melo). Já Kat (Carol Castro) é uma mãezona cujo marido, Gustavo (Guilherme Winter), cumpre prisão domiciliar. Ainda na trama estão Verônica (Natalia Klein), uma outsider que destoa das mulheres do Maldivas e Miguel (Danilo Mesquita), o noivo interiorano de Liz.

A produção será lançada na plataforma apenas em 2022.

‘Aracnofobia’: Diretor de ‘A Morte te Dá Parabéns’ comandará o remake

De acordo com o THR, Christopher Landon (‘A Morte te Dá Parabéns’) foi contratado para dirigir o remake do clássico ‘Aracnofobia‘, terror com aranhas assassinas de 1990.

Além de dirigir, Landon também será responsável pelo roteiro da nova versão.

Na trama do longa original…

“Uma espécie de aranha assassina sul-americana pega carona para os EUA em um caixão e começa a se reproduzir e matar.”

James Wan servirá como produtor através da Atomic Monster. Frank Marshall, diretor do filme original, retornará como produtor executivo.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Após saída de Keanu Reeves, adaptação de ‘O Demônio na Cidade Branca’ é CANCELADA pelo Hulu

De acordo com o Variety, o Hulu decidiu não seguir em frente com a adaptação de ‘O Demônio na Cidade Branca‘ (The Devil in the White City), cancelando o projeto.

A decisão foi tomada após a saída do astro Keanu Reeves (‘John Wick’), que originalmente iria estrelar a produção. O site afirma que o ator se afastou do projeto por causa do afastamento do diretor Todd Field.

No entanto, apesar dessa versão da adaptação ter sido engavetada, há planos para que o projeto seja vendido para outro canal ou serviço de streaming.

Baseada no livro homônimo de Erik Larson, a produção iria contar a história do primeiro serial killer da América, H. H. Holmes.

A trama segue a história de dois homens, um arquiteto e um serial killer, cujos destinos são ligados para sempre. Daniel H. Burnham é um brilhante arquiteto correndo contra o tempo para deixar sua marca no mundo. Já Henry H. Holmes é um lindo médico, que mandou construir um palácio para seduzir, torturar e mutilar jovens mulheres – que ficou conhecido como “Castelo do Assassinato”.

O projeto contaria com produção executiva de Leonardo DiCaprioMartin Scorsese.

Sam Shaw seria responsável pelo roteiro, além de servir como showrunner.

Os dois primeiros episódios da minissérie seriam dirigidos por Todd Field.

É OFICIAL! Parceria entre Blumhouse e James Wan é CONFIRMADA!

De acordo com o THR, a parceria entre a Blumhouse e a Atomic Monster – dois dos estúdios de filmes de terror mais populares da indústria atualmente – foi oficialmente confirmada.

Isso quer dizer que as ambos os estúdios irão trabalhar juntos para “formar um lar poderoso para produções do gênero”, com a Universal Pictures tendo exclusividade no lançamento de seus títulos.

“Neste acordo, a Blumhouse e a Atomic Monster irão trabalhar como marcas separadas, mantendo suas independências criativas. A divisão de propriedade será tripartida entre o Jason Blum, James Wan e a Comcast, empresa controladora da NBCUniversal,” declarou o site.

O acordo deve ajudar aumentar na quantidade de lançamentos, com uma meta de pelo menos oito filmes de terror estreando anualmente nas telonas – o dobro do cronograma que a Blumhouse vem seguindo nos últimos anos.

Vale lembrar que a mais nova parceria dos estúdios, o terror ‘Mergulho Noturno‘ (Night Swim), estreará nos cinemas nacionais no dia 18 de janeiro.

Confira o trailer legendado:

Dirigido por Bryce McGuire, o longa é baseado em seu curta homônimo de 2014, criado ao lado de Rod Blackhurst.

“Ray Waller é um ex-jogador da liga principal de beisebol que foi forçado a se aposentar precocemente em função de uma doença degenerativa. Ele muda para uma nova casa com sua preocupada esposa Eve, a filha adolescente Izzy e o filho Elliot. Ray, que no fundo ainda espera, contra todas as probabilidades, voltar à liga profissional, convence Eve de que a cintilante piscina do quintal da nova casa pode ser uma diversão para as crianças e uma ótima alternativa para as sessões de fisioterapia dele. Mas um segredo sombrio do passado da casa vai desencadear uma força malévola que levará a família ao terror mais profundo e inevitável.”

O elenco conta com Wyatt Russell, Kerry Condon, Amélie Hoeferle e Gavin Warren.

Pecadores

(Sinners)

 

Elenco:

Michael B. Jordan
Hailee Steinfeld
Jack O’Connell

 

Direção: Ryan Coogler

Gênero: Suspense

Duração: 90 min.

Distribuidora: Warner Bros.

Orçamento: US$ 90 milhões

Estreia: sem data

Sinopse: 

Em PECADORES, dispostos a deixar suas vidas conturbadas para trás, irmãos gêmeos retornam à sua cidade natal para recomeçar suas vidas do zero, quando descobrem que um mal ainda maior está à espera deles para recebê-los de volta.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Ryan Coogler também assina o roteiro do longa;

Trailer:

Cartazes: 

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Fotos: 

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Animação ‘Elio’ se torna a PIOR abertura da história da Pixar

De acordo com o Variety, a animação ‘Elio‘ decepcionou em sua estreia nos EUA, arrecadando apenas US$ 21 milhões em seu primeiro final de semana.

O resultado ficou abaixo das projeções – que indicavam uma abertura em torno de US$ 25-30 milhões –, e representa o menor lançamento da história da Pixar.

Internacionalmente, a produção acrescenta US$ 14 milhões através de 43 mercados – totalizando uma estreia global de US$ 35 milhões.

É um desempenho desastroso para um filme orçado em US$ 150 milhões.

Anteriormente, ‘Elementos‘ mantinha o título como a menor abertura doméstica e global do estúdio – com US$ 29.6 milhões e US$ 44.5 milhões arrecadados, respectivamente. No entanto, a animação acabou sendo posteriormente abraçada pelo público e chegou a somar quase meio bilhão mundialmente.

Apesar da baixa demanda nas telonas, ‘Elio‘ conseguiu conquistar os críticos – alcançando 84% de aprovação no Rotten Tomatoes –, além de ter recebido uma nota A do público no CinemaScore.

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais.

Crítica | ‘Elio’ resgata as glórias da Pixar em uma tocante e honesta narrativa sci-fi

‘Life Is Strange’: Diretora de ‘Garota Infernal’ comandará adaptação live-action

De acordo com o Variety, Karyn Kusama (‘Garota Infernal’) será responsável pela direção dos dois primeiros episódios da série live-action de ‘Life Is Strange‘, baseada no popular jogo homônimo de mistério.

A cineasta construiu uma carreira de sucesso nas telinhas, tendo comandado episódios de produções populares como ‘The L World‘, ‘Masters of Sex‘, ‘Chicago Fire‘, ‘O Homem do Castelo Alto‘, ‘Gêmeas: Mórbida Semelhança‘, ‘Yellowjackets‘, entre outras.

A adaptação está sendo desenvolvida pelo Prime Video.

Maisy Stella e Tatum Grace Hopkins estrelarão como Chloe e Max, respectivamente.

Na trama…

“Max Caulfield (Hopkins) é uma estudante de fotografia que descobre a habilidade de voltar no tempo ao salvar a vida de sua melhor amiga de infância, Chloe Price (Stella). Enquanto tentam compreender esse novo poder, a dupla passa a investigar o misterioso desaparecimento de uma colega de classe, revelando um lado sombrio da cidade de Arcadia Bay que as levará a enfrentar uma decisão impossível de vida ou morte, algo que mudará suas trajetórias para sempre.”

Além de criar a série, Charlie Covell também atua como produtora executiva e showrunner.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘H-Block’: Jamie Dornan, Cillian Murphy e Pierce Brosnan entram para cinebiografia

A nova produção do cineasta Jim Sheridan, ‘H-Block‘, já conta com seus protagonistas. Jamie Dornan e Cillian Murphy já são presenças confirmadas e o veterano Pierce Brosnan está em negociações para ingressar ao filme.

H-Block‘ conta a história real da fuga da Penitenciária Maze, que aconteceu em 1983. Na ocasião, 38 prisioneiros conseguiram escapar da prisão de segurança máxima e apenas 19 foram recapturados. 20 agentes prisionais foram esfaqueados ou baleados pelos fugitivos (apenas um morreu) e toda a situação acabou se tornando uma grande fonte de propaganda para organizações terroristas.

Murphy interpretará o líder do grupo de prisioneiros que, antes da fuga acontecer, havia conquistado o respeito dos guardas e estava tentando viver uma vida pacífica.

Dornan viverá o prisioneiro que acaba descobrindo os pontos fracos da segurança da estrutura da penitenciária e embora seja o último a concordar com o motim, acaba se tornando um dos mais vingativos. Caso a contratação de Brosnan seja acertada, ele será o administrador da prisão.

O roteiro original de ‘H-Block‘ foi escrito por Tony e Gavin McCloskey e Sheridan está finalizando para dirigi-lo.

‘The Flash’: Iris West assume manto do herói em novo e belo cartaz; Confira

Abra espaço Barry Allen, chegou a nova/temporária Flash!

A CW divulgou o novo cartaz da série ‘The Flash’, que traz a personagem Iris West (Candice Patton) com o uniforme de heroína, pronta para mostrar seus poderes.

Confira:

No próximo episódio da produção, intitulado ‘Run, Iris, Run’, a personagem acidentalmente acaba recebendo os poderes de super velocidade de Barry, lhe conferindo as mesmas habilidades do Flash. Para destruir uma nova ameaça que coloca os moradores de General City em perigo, ela terá que usá suas novas funcionalidades, sob a liderança de Barry.

‘Queen Sono’: Netflix vai produzir sua primeira série africana

A Netflix continua investindo pesado em suas produções originais e anunciou sua primeira série africana, intitulada ‘Queen Sono‘.

Segundo o The Hollywood Reporter, Pearl Thusi, de ‘Quântico‘, será a grande protagonista do projeto, que consiste em uma comédia dramática com temática de espionagem.

A protagonista se pronunciou por meio de sua conta oficial do Twitter, pontuando sobre o impacto que esse passo ousado vai gerar, salientando que “isso vai mudar o jogo para cada artista deste continente”.

Confira:

A Netflix também se posicionou sobre a nova empreitada, por meio do presidente de Conteúdos Originais Internacionais, Erik Bamack. O empresário comparou a protagonista da nova série com Claire Underwood, de ‘House of Cards‘ e com a heroína Jessica Jones.

Queen Sono‘ será produzido por Kagiso Lediga e Tamsin Andersson, por meio da produtora Diprente.

E em um comunicado, Lediga falou sobre a importância do projeto:

“Estamos alegres por poder desenvolver essa série original com a Netflix e estamos empolgados com sua inegável habilidade de levar essa história nascia na África do Sul para uma audiência global. Nós acreditamos que ‘Queen Sono‘ vai abrir as portas para mais narrativas incríveis vindas dessa parte do mundo”.

 

 

 

 

 

 

‘Roswell: New Mexico’ é renovada para a 3ª temporada

O segundo ciclo de ‘Roswell: New Mexico‘ nem estreou ainda, mas a emissora The CW está apostando no reboot e investiu na narrativa, renovando a produção para sua 3ª temporada.

A série também está trabalhando na representatividade de seus personagens e recentemente a showrunner Carina Adly Mackenzie revelou que um dos protagonistas inicialmente apresentado como hétero vai se declarar como membro da comunidade LGBTQ+ até final da segunda temporada.

A primeira temporada registrou uma média de 0.28 na demo, e um total de um milhão de espectadores.

Produzida pela Julie Plec (‘The Vampire Diaries‘), a série é um reboot da produção clássica ‘Roswell‘.

O drama contará a história de uma filha de imigrantes que, relutantemente, decide voltar à cidade de Roswell, no Novo México. Lá, ela descobre que sua antiga paixão adolescente, que hoje atua como um policial, é de fato um alien que tem escondido suas habilidades a vida inteira.

Ao descobrir seu segredo, ela volta a se aproximar do rapaz, o ajudando na busca por suas origens, à medida que ambos começam a se reconectar. No entanto, sua verdadeira identidade pode vir a tona, quando um governo sagaz inicia um trabalho violento para desvendar uma possível presença de vida alienígena na Terra. O medo e ódio pelo desconhecido podem colocar em risco a vida do policial e o romance que está surgindo entre os dois.

O elenco inclui Nathan Parsons (‘True Blood‘), Jeanine Mason (‘Grey’s Anatomy‘), Heather HemmensTyler BlackburnLily CowlesMichael Vlamis.

A nova versão usará novamente o livro ‘Roswell High‘, de Melinda Metzcomo base para as novas histórias.

Conheça a nova e INCRÍVEL série da Amazon no estilo de Vikings, com ator de La Casa de Papel

A Amazon Prime Video está investindo em suas produções originais e trouxe para os fãs de contos épicos e históricos uma nova série de TV, intitulada ‘El Cid‘.

Baseada na história real do icônico guerreiro que se tornou um símbolo mitológico da Espanha, a série acompanha os dias de juventude do Conquistador, mostrando um lado completamente diferente da sua história.

E a nossa jornalista e crítica Rafa Gomes teve a oportunidade de entrevistar o astro da produção Jaime Lorente, conhecido por seu trabalho em ‘La Casa de Papel‘ e ‘Elite‘.

No bate papo, ele fala sobre os desafios de gravar uma série épica e ainda comenta as semelhanças de estilo com outras produções do mesmo gênero, como Game of Thrones.

Assista:

A 1ª temporada de ‘El Cid‘ já está disponível na plataforma da Prime Video.

‘Não Olhe para Cima’: Sátira apocalíptica com Leonardo DiCaprio e Meryl Streep estreia na Netflix!

A sátira apocalíptica ‘Não Olhe Para Cima‘, estrelada por Leonardo DiCaprio, Jennifer Lawrence e Meryl Streep, já está disponível na Netflix. A produção teve a sua estreia nesta sexta-feira (24) na grade de programação do streaming.

Na trama, a estudante de astronomia Kate Dibiasky (Jennifer Lawrence) e seu professor, Dr. Randall Mindy (Leonardo DiCaprio), descobrem que um cometa está prestes a colidir com a Terra, mas ninguém parece se importar. Alertar a humanidade sobre o impacto fatídico da rocha do tamanho do Monte Everest não será nada fácil. Com a ajuda do Dr. Oglethorpe (Rob Morgan), eles embarcam em um tour midiático que vai do gabinete da indiferente presidente Orlean (Meryl Streep) e seu filho bajulador Jason (Jonah Hill) até as ondas de rádio do The Daily Rip, um programa matinal bem-humorado apresentado por Brie (Cate Blanchett) e Jack (Tyler Perry). A apenas seis meses da colisão, chamar a atenção da mídia e de um público obcecado pelas redes sociais se mostra um desafio chocantemente cômico – o que será preciso fazer para o mundo apenas olhar para cima? 

Dirigida por Adam McKay (‘A Grande Aposta’), a comédia sci-fi da Netflix dividiu a crítica especializada no Rotten Tomatoes e abriu com 63% de aprovação, com nota 6.40/10.

Segundo o consenso geral, Não Olhe para Cima almeja a algo muito grande para aterrissar de forma consistente, mas a sátira de McKay acerta seu alvo de negação coletiva”.

Confira os principais comentários abaixo:

Não Olhe para Cima é inteiramente sobre ciência, baby” – Inverse.

“Certamente um dos piores filmes de 2021 – uma bagunça arrogante e insuportável” – Midwest Film Journal.

“O conceito do filme poderia ser bastante prático – em mãos cuidadosas” – Globe and Mail.

Não Olhe para Cima talvez seja o filme mais engraçado de 2021 – e o mais depressivo também” – San Francisco Chronicle.

“Um filme com todas as coisas certas a dizer […], mas concecbido dentro de uma sátira tão desajeitada que é o suficiente para tornar um abraçador de árvores em um pró-desmatamento” – TheWrap.

Assista ao trailer

Rob Morgan, Jonah Hill, Mark Rylance, Tyler Perry, Timothée Chalamet, Ron Perlman, Ariana Grande, Scott Mescudi, Himesh Patel, Melanie Lynskey, Michael Chiklis, Tomer Sisley e Cate Blanchett completam o elenco.

McKay não é um estranho a produções de grande calibre, visto que comandou o incrível A Grande Aposta (faturando cinco indicações ao Oscar, incluindo Melhor Filme) e Vice, que levou a estatueta de Melhor Maquiagem e Cabelo para casa.

McKay entra como produtor ao lado de Kevin Messick.

‘The Love Hypothesis’: Quatro novos atores entram para a adaptação do best-seller de Ali Hazelwood

A aguardada adaptação cinematográfica de ‘The Love Hypothesis‘, best-seller do New York Times escrito por Ali Hazelwood, acaba de ganhar novos nomes no elenco. Rachel Marsh (Adults), Nicholas Duvernay (The White Lotus), Jaboukie Young-White (Acompanhante Perfeita) e Arty Froushan (Demolidor: Renascido) foram confirmados na produção da Amazon MGM e MRC.

Os papéis que cada um interpretará ainda estão sendo mantidos em sigilo. Eles se juntam aos protagonistas já anunciados, Lili Reinhart (Riverdale) e Tom Bateman (Assassinato no Expresso Oriente).

Na trama, Olive Smith (Reinhart), uma dedicada candidata ao doutorado em Biologia, e o renomado – e temido – professor Dr. Adam Carlsen (Bateman) decidem embarcar em um relacionamento falso. Mas, à medida que as aparências se confundem com a realidade, suas teorias cuidadosamente calculadas sobre o amor começam a ruir, abrindo espaço para sentimentos inesperados.

Publicado em 2021, The Love Hypothesis permaneceu por 10 meses na lista dos mais vendidos do New York Times e foi publicado em 40 países.

Originalmente adquirido para publicação pela editora Sarah Blumenstock, da Berkley, o livro também foi eleito o Melhor Romance do Ano pela Amazon.

A direção ficará a cargo de Claire Scanlon, com roteiro assinado por Sarah Rothschild.
A versão para os cinemas conta com produção de Elizabeth Cantillon e produção executiva de Lili Reinhart, Catherine Hagedorn e da própria autora, Ali Hazelwood.

Oscar 2018: Jordan Peele e Greta Gerwig fazem história na premiação

A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas revelou os indicados ao Oscar 2018 nesta terça-feira, dia 23. Entre os muitos indicados, dois fazem história: Jordan Peele e Greta Gerwig. Ambos indicados na categoria de Melhor Direção.

Em sua estreia na direção, Gerwig é a 5ª mulher a concorrer nessa categoria em 90 anos de premiações. Assim como Peele é, também, o 5ª diretor negro a concorrer a um Oscar de Melhor Diretor.

Ambos foram esnobados no Globo de Ouro 2018, porém agora conseguiram sua chance de ganhar o tão cobiçado troféu.

Os vencedores da 90ª edição da premiação serão revelados no dia 4 de março, em uma cerimônia apresentada por Jimmy Kimmel.

‘O Predador’ ganha novo e eletrizante trailer; Assista!

O reboot ‘O Predador‘ ganhou um novo trailer eletrizante. Assista:

Agendado para chegar aos cinemas em agosto, o reboot de ‘O Predador‘ foi adiado para setembro. Na época, foi especulado que o adiamento se daria por causa de filmagens adicionais, e o roteirista, Fred Dekker, confirmou recentemente nas redes sociais.

O Predador será, ao mesmo tempo, uma sequência e um reboot da franquia original. O ator Jake Busey, viverá o personagem que será filho de Peter Keyes, personagem central do segundo filme interpretado por seu pai na vida real, Gary Busey. Essa relação de pai e filho será o elo de ligação entre os filmes.

Shane Black é o diretor e o elenco conta com Boyd Holbrook (‘Logan’), Olivia Munn (‘X-Men: Apocalypse’), Jacob Tremblay (‘O Quarto de Jack’) e Kyle Strauts.

O Predador estreia em 13 de setembro de 2018 nos EUA. Ainda sem data definida para o Brasil.

Confira algumas fotos:

 


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Dica do fim de semana | Clássicos da TV aberta disponíveis no Disney+

Na semana passada, uma das dicas do fim de semana foi o clássico da Sessão da Tarde Mudança de Hábito. Muita gente ficou surpresa ao saber que esse filme que marcou as sessões vespertinas da TV aberta estava disponível no catálogo do Disney+. Mas não é só ele. Pensando nisso, separamos mais cinco clássicos dessas antigas sessões de filmes  que vocês podem assistir no Disney+. Confira!


Sexta-Feira Muito Louca

Clássico das sextas-feiras (duh),  esse filme traz Tess (Jamie Lee Curtis) e Anna (Lindsay Lohan) como mãe e filha que levam vidas completamente diferentes. Enquanto Tess é toda regrada e está se preparando para o casamento, Anna é uma adolescente metida a rebelde com um monte de problemas adolescentes. Elas viviam brigando até que, em uma sexta-feira, um evento místico acontece e as duas trocam de corpos. Agora, elas precisam se entender para buscarem uma forma de reverter a situação antes do casamento de Tess.

 

As Aventuras de Max Keeble

Repleto de astros mirins que povoaram as principais séries jovens dos anos 2000, As Aventuras de Max Keeble é uma comédia infantil descompromissada sobre um pequeno entregador de jornais que sofria bullying de um monte de gente da cidade. Quando ele descobre que seus pais vão se mudar para Chicago, ele decide se vingar de todo mundo que infernizou a vida dele. O problema é que, quando suas vinganças já estão bem encaminhadas, os pais decidem não se mudar mais. Deixando ele à mercê de suas próprias confusões.

 

10 Coisas que Eu Odeio em Você 

Inspirada em A Megera Domada, essa comédia romântica – que passa pelo menos uma vez por ano nas sessões vespertinas – conta a história de Cameron (Joseph Gordon-Levitt), um estudante novato que se apaixona por uma garota da escola nova. Porém, ela só poderá sair com meninos quando sua insuportável irmã mais velha, Kat (Julia Stiles), arrumar um namorado. Provando que adolescente apaixonado faz qualquer coisa  para dar uns beijos, Cameron então fecha um acordo com o único rapaz que topa encarar o desafio de flertar com Kat, o bad-boy Patrick (Heath Ledger).

 

Jamaica Abaixo de Zero

Se a franquia Rocky Balboa não existisse, esse aqui seria o filme esportivo favorito de todo mundo, sem dúvidas. Baseado na história real de quatro jamaicanos que participaram de forma improvável das Olimpíadas de Inverno de 1988, o filme conta a história de Irving Blitzer (John Candy), um jamaicano que carregava a desonra de ter trapaceado na prova olímpica de bobsled. Anos mais tarde, ele se une a um velocista também jamaicano que fracassou em se classificar para as Olimpíadas de Verão e o convence a buscar uma equipe para eles tentarem se classificar para as Olimpíadas de Inverno na prova de Bobsled. O problema é que eles moram na Jamaica, onde o clima é bem quente, impedindo que eles empurrem trenós na neve. Enfim, eles se viram como podem para treinar e se envolvem em uma divertida aventura que mudará de vez a vida deles.

 

Dr. Dolittle

Absolutamente tudo neste filme exala “Anos 90”. Parcialmente inspirado na série de livros infantis, esse longa conta a história de John Dolittle (Eddie Murphy), um cirurgião de renome na sociedade que tinha o costume de falar com os animais durante a infância. No entanto, sua vida muda ao atropelar um cachorro de rua, que acaba desbloqueando essa antiga habilidade de entender o que os animais falam no médico. Então, ele vira notícia entre os animais, que passam a visitar sua casa para que ele resolva os problemas. Então, o Dr. Dolittle precisa encontrar um meio de ajudar os bichinhos sem que sua família desconfie que ele está louco.

 

Crítica | A Vida Pode Mudar – Romance da Netflix é igualzinho àqueles de banca de jornal

Quem se amarra num romancezinho fofinho como aqueles livros vendidos em bancas de jornal, em tamanho de bolso, sabe exatamente o que significa a expressão “romance de banca de jornal”: histórias de amor do tipo mocinha encontra mocinho, em que os dois se apaixonam ou resgatam uma paixão mal resolvida do passado e que, independentemente da época em que se passa, a trama é centrada na realização amorosa do casal. É exatamente assim que é ‘A Vida Pode Mudar’, filme que já entrou direto no Top 10 da Netflix já na semana de seu lançamento.

Laura (Saskia Hampele) é uma advogada super dedicada ao trabalho, entretanto, mesmo assim não consegue a promoção de virar sócia da empresa. Então, o poderoso bilionário Graham (Martin Portus) aparece na empresa com um pedido muito especial: quer a ajuda de Laura para convencer o neto dele, Chip (Liam McIntyre), a assinar o contrato de sucessão na empresa da família, para que Graham se aposente tranquilamente. Isso significa que Laura precisa voltar para a ilha onde cresceu, Sapphire Cove, o que pode acabar reacendendo não só as memórias da infância, mas uma paixonite pelo seu melhor amigo.

Como dá para ver, o plot de ‘A Vida Pode Mudar’ segue direitinho a cartilhinha do romance romântico de entretenimento, reforçado pela belíssima paisagem de Queensland, ao nordeste da Austrália, que serviu de locação para as gravações paradisíacas da fictícia ilha de Sapphire Cove. Ou seja, uma ilha dos sonhos e um romance de pano de fundo não tem como dar errado, né?

Mas tem, pois o roteiro de Georgia Harrison foca exclusivamente no desenvolvimento do romance do casal protagonista, em dar andamento à proposta da relação dos dois – Chip fala que vai ler uma página do contrato para cada aventura que Laura se dispor a viver com ele, desconectando-a do trabalho excessivo dela –, de modo a pouco costurar não só os personagens secundários como até mesmo os dramas dos protagonistas. A ambição da melhor amiga, Gem (Lynn Gilmartin), de se tornar gerente geral do hotel, fica descompassada com a inquietação da protagonista de convencer o amigo a assinar o contrato, ao ponto de, de repente, Gem abandonar o trabalho para consolar a amiga; o noivo da protagonista aparece e sai de cena com a mesma velocidade, como uma pedra no meio do caminho que nem precisava existir; entre outras impaciências do roteiro. Parte disso recai na edição final do filme de Christine Luby, que picota a história paralela de tal modo, que literalmente deixa os próprios personagens perdidos em cena.

Mas ninguém procura um filme como ‘A Vida Pode Mudar’ para analisar a parte técnica da produção, mas sim para ser embalado por uma história de amor. Neste quesito, ‘A Vida Pode Mudar’ é um filme que deslumbra muito pela paradisíaca paisagem, com um casal protagonista com uma química razoável porém que conduz o enredo com um tom leve de um amor de verão. Não é um filmaço, mas consegue fazer o espectador sonhar com uma paixão à beira do mar.

‘A Maldição da Mansão Bly’: Produtor garante presença de fantasmas escondidos na série

Seguindo o sucesso de ‘A Maldição da Residência Hill’, a Netflix anunciou que Mike Flanagan e Trevor Macy irão desenvolver e produzir novas e exclusivas séries para a Netflix, incluindo mais um capítulo da antologia de ‘A Maldição‘, com uma nova história e novos personagens.

Agora, a série abriu portas para novas temporadas. O segundo ano se chamará ‘A Maldição da Mansão Bly‘ (The Haunting of Bly Manor), e será baseado no livro de terror gótico A Volta do Parafuso, escrito por Henry James.

Assim como ocorreu na primeira temporada do seriado antológico, o segundo ano terá a presença de diversos fantasmas escondidos nas cenas para que os espectadores os encontrem.

É o que promete Mike Flanagan no Twitter:

A história se passará em uma antiga mansão, aonde dois órfãos são cuidados por uma jovem governanta.

Com este novo acordo, Macy e Flanagan oficializam a prolífica parceria de sete anos, que gerou seis filmes e uma série, sob o selo da Intrepid Pictures. A Intrepid continuará na produção; até agora a parceria resultou em seis filmes, incluindo ‘Jogo Perigoso‘, ‘O Espelho‘ e ‘Hush: A Morte Ouve‘, assim como a primeira série original Netflix de terror, ‘A Maldição da Residência Hill‘ – um remake moderno do livro icônico de Shirley Jackson.

Mike Flanagan e Trevor Macy são mestres em criar histórias autênticas e assustadoras que levam o público a pular da cadeira”, disse Cindy Holland, Vice Presidente de Conteúdo Original da Netflix. “Estamos ansiosos para continuar nossa parceria com eles na franquia de A Maldição e outros projetos que ainda estão por vir.”

“A Netflix fez parte de um importante momento de nossa história e temos orgulho de ter trabalhado com eles em A Maldição da Residência Hill, sem falar em Jogo Perigoso, Hush: A Morte Ouve e O Sono da Morte”, disseram Flanagan e Macy. “Eles viabilizaram e apoiaram nosso trabalho e, por isso, esperamos por muito mais.”

Confira o primeiro teaser de ‘A Maldição da Mansão Bly‘:

Mike Flanagan retornará ao comando do segundo ciclo.

O novo ciclo será lançado apenas em 2020.

 

‘Titãs’: Columba aparece em nova imagem dos bastidores; Confira!

Os novos episódios de Titãs estão a caminho e a atriz Minka Kelly aproveitou o hype para a segunda temporada para divulgar uma nova imagem de sua personagem Columba.

Confira:

A  próxima temporada irá introduzir diversos personagens, incluindo Superboy (Joshua Orpin), Exterminador (Esai Morales), Jericó (Chella Man), Devastadora (Chelsea Zhang), Mercy Graves (Natalie Gumede),   Aqualad (Drew Van Acker) e Eve Watson (Genevieve Angelson). Jason Todd (Curran Walters), Donna Troy (Connor Leslie), Rapina (Alan Ritchson) e Columba (Kelly) também irão aparecer.

A trama segue jovens heróis do Universo DC enquanto eles crescem e se encontram em uma versão sombria da franquia clássica dos Jovens Titãs. Dick Grayson e Rachel Roth, uma jovem garota especial possuída por uma estranha escuridão, acabam no meio de uma conspiração que pode trazer o Inferno para a Terra. Eles se juntam à cabeça-quente Estelar e o amável Mutano. Juntos, eles se tornam uma família e uma equipe de heróis.

O projeto foi criado por Greg Berlanti e é estrelado por Brenton Thwaites (Asa Noturna), Anna Diop (Estelar), Teagan Croft (Noturna) e Ryan Potter (Mutano).

Titãs retorna no dia 06 de setembro.

De ‘Toy Story’ a ‘Viva – A Vida É uma Festa’: A Teoria do Universo Compartilhado Pixar

É quase uma obviedade dizer que os fãs dos estúdios Pixar já estão familiarizados com a teoria do universo compartilhado entre todas as animações da companhia. Criada pelo jornalista Jon Negroni e postada em seu blog pessoal em 2013, a teoria analisa as diversas conexões e easter eggs entre as obras audiovisuais, negando sua aleatoriedade e endossando a capacidade idealística de um microcosmos único e incomparável. É interessante afirmar que o próprio estúdio confirmou a existência das correlações narrativas entre seus filmes e que pretende expandi-las.

De acordo com Negroni, o ponto principal para deixar a teoria crível é sua tendência ao naturalismo. Em outras palavras, a ideia é se divertir, exercitando a imaginação ao mesmo tempo em que procura por conexões interessantes entre essas fantásticas obras-primas.

O universo tem início há mais de 66 milhões de anos, com O Bom Dinossauro. No longa-metragem lançado em 2015, a História foi recriada e permitiu que os dinossauros não fossem extintos, muito pelo contrário: permaneceram na Terra e começaram a desenvolver um relacionamento com os humanos – eventualmente perecendo por não terem as mesmas capacidades de adaptação que a nova raça.

Dessa forma, os humanos não puderam criar combustível fóssil o suficiente para evoluírem, valendo-se de uma espécie de energia humana, canalizada através de emoções, para dominarem o planeta (e o universo).

É aí que entramos em Valente (2012). A animação, de fato, é a primeira e a última a fechar o círculo Pixar. Como é bem claro, a narrativa em si entrega uma atmosfera centrada na Escócia medieval, buscando referências nos séculos XIV e XV para a emersão de Merida, uma garota lutando pela constante liberdade e que eventualmente descobre que a “magia” pode resolver seus problemas – apesar de inadvertidamente transformar sua mãe em uma ursa. Descobrimos também que essa força inexplicável está diretamente relacionada a uma bruxa sem nome que tem a capacidade de controlar a magia de forma inenarrável – e aqui nós não apenas vamos animais se comportando com humanos, mas também objetos inanimados com características individualistas, como a vassoura da casa da feiticeira, a qual também tem a habilidade de desaparecer através de portas de madeira.

A constante evolução dessa magia culminaria, pois, no nascimento de super-heróis – pessoas com habilidade sobre-humanas, provindas de algum fator genético sem embasamento científico que ocasionou uma grandiosa mutação. Esta classe de humanos, vista com bastante profundidade em Os Incríveis (2004) e Os Incríveis 2’ (2018), mantinham a ordem no mundo até que Buddy, um pseudo-herói, criou duas coisas para sua decadência: robôs de inteligência artificial chamados de Omnidroides e a alta-tecnologia Zero Point Energy (uma energia eletromagnética existente no vácuo). Este é o acontecimento principal a partir do qual vemos as máquinas erradicarem seus inimigos e, conforme ZPE é espalhada devido às inúmeras batalhas, outros objetos inanimados começam a absorvê-la e a criar vida própria – como brinquedos.

Os primeiros sinais de vida desses brinquedos vêm em Toy Story (1995). Tal “família” cria um código de regras e valores e descobrem que o amor dos humanos é outra fonte de energia, passando a utilizá-la para sobreviverem e não caírem em sua forma mais crua. Na continuação da franquia, percebemos que o grau de evolução atingiu níveis altíssimos, visto que esses objetos descobrem que o isolamento é um fato de risco. Brinquedos antes inanimados começam a questionar seu propósito em vida – Jesse, por exemplo, tem ressentimento de sua antiga dona, Emily, por abandoná-la, cultivando um ódio disfarçado de tristeza e arrependimento, transformando-a em um ser tão complexo quanto os humanos. E essa patologia darwiniana logo começa a se espalhar não apenas para coisas, mas também para os animais.

Em Procurando Nemo(2003) e Procurando Dory (2016), é possível perceber que, no oceano, as criaturas marinhas são extremamente avançadas: possuem escolas, um sistema de navegação e até mesmo de comunicação. Descobrimos também que os humanos estão poluindo o planeta e realizando experimentos em peixes e outros animais, possivelmente indicando que esta é a causa do esquecimento de Dory – e não podemos deixar de citar que os sinais de ressentimento permanecem existindo e crescendo, tornando os animais mais curiosos e carregados de características humanas. ‘Ratatouille (2007) entra como uma análise do mundo humano em fusão com o animalesco. Remy, o protagonista da narrativa, acha uma paixão em cozinhar e é pincelado com características antropomórficas, como andar em duas patas, lavar as mãos, ler e criar.

É nesse longa que vemos a primeira interação real entre humano e animal, mas com o propósito de subjugação daquele. Remy controla Linguini porque ele não consegue fazer absolutamente nada em termos culinários, ao mesmo tempo em que o clã de roedores não aprova um de sua espécie no mundo daqueles que os matam. Em ‘Toy Story 3′ (2010), temos a perspectiva dos brinquedos novamente, mostrando que eles já passaram por poucas e boas com os humanos. Se você já assistiu aos filmes, pode entender o quão cansados eles estão, sendo abusados física e psicologicamente por seus “donos”.

Lotso é o terceiro indicativo de que a conturbada vivência entre opressor e oprimido está com seus dias contados. Através de uma evolução incrível que inclusive impactou no amadurecimento dos personagens, o ódio contra humanos tornou-se o principal pano de fundo para o futuro do planeta. O “Urso Carinhoso” revela ser um antagonista às avessas da narrativa, ao começar a demonstrar um cuidado especial com sua raça, para protegê-los e mantê-los a salvo, ainda que tenha que transformado em um tirano megalomaníaco (mantido de forma mais tênue em Toy Story 4’). Isso também nos fornece mais embasamento para a razão da gradativa conquista de máquinas e objetos sobre os humanos. Andy, então, é alertado para se desfazer de seus brinquedos, seguindo as inventivas idealizações de um casal que planeja viver em solidão durante a iminente batalha – Carl e Ellie, de ‘Up – Altas Aventuras’ (2009).

Carl é forçado a vender sua casa para uma corporação intitulada BnL (Buy-and-Large), a qual está expandindo a cidade. Isso premedita uma futura corrida tecnológica que culmina tanto na superpopulação e na poluição exacerbada dos ecossistemas. Entretanto, o foco aqui é no senhorzinho que descobre que os animais conseguem se comunicar com os humanos, compartilhando de sua amargura. Charles Muntz, o vilão do filme, consegue com bastante sucesso traduzir esses sentimentos através de coleiras eletrônicas, além de treinar um exército de cães, marco da batalha entre animais e humanos. Anos depois, a guerra acontece – e as máquinas acabaram vencendo-a para seus idealizadores, alterando o equilíbrio da Terra, ainda que acidentalmente. Para que o balanço fosse recuperado, a BnL mandou a raça humana remanescente para o espaço dentro de uma nave chamada Axiom; todo o restante da maquinaria foi mantido para repopular o mundo e controlar as coisas.

É aí que entramos na era ‘Carros (2006, 2011 e 2017). À essa época – que dentro da cronologia Pixar se passa entre os anos 2100 e 2200 -, percebe-se que não há pessoas em nenhuma parte do mundo, e que, desta vez, a crise mundial dá-se pelo fato do óleo ser usado como fonte única de energia para as máquinas. A corporação Allinol (‘Carros 2′) estava utilizando fontes renováveis como catalisador para um combustível alternativo. Entretanto, como bem sabemos, tal substância estava sendo utilizada para varrer os carros do mundo. Com o uso exacerbado do óleo, a poluição no planeta tornou-se inevitável e, como consequência, irremediavelmente inapto para a preservação da vida natural.

A Terra tornou-se inabitável durante vários séculos devido à BnL. Tal corporação comandava as grandes empresas multinacionais desde a década de 1950. ‘Wall-E (2008) emerge como o único “sobrevivente” após a escassez de recursos, e só conseguiu permanecer funcionando por ser fascinado pela cultura humana, além de ter um relacionamento nada convencional com uma barata – o qual mantém sua personalidade e realização pessoal. Além disso, toda a maquinaria existente na Axiom mostrou-se capaz de desenvolver um senso de propósito a partir da dependência dos humanos. Wall-E é a personificação de Adão, e ele e seu par romântico, apropriadamente nomeado de Eva, salvam a raça humana ao tornar o planeta um lugar benéfico para um novo começo.

Como se sabe, a única fonte de vida natural estava contida dentro de uma bota desgastada. A última planta sobrevivente do desastre ambiental é a primeira a ser cultivada pelos humanos; devido à alta radiação, ela se torna uma gigantesca árvore, lar dos adoráveis personagens vistos em ‘Vida de Inseto (1998). Em pleno século XXXI, seguindo ainda a cronologia futurista, as formigas desenvolveram mutações genéticas que as permitiram viver por um tempo muito mais longo e, nessa nova era, os animais remanescentes não precisam se preocupar com a presença amedrontadora de humanos e acabam se transformando na espécie dominante. Em outras palavras, a radiação não apenas afeta o senso de comunidade dessas espécies, mas permite que entrem em um ciclo evolutivo culminando em seu ápice de desenvolvimento como monstros.

Em ‘Universidade Monstros (2013), sabemos que essa nova raça acidentalmente varreu os humanos da face da Terra. O complexo educacional foi fundado em 1313, mas essa data se baseia num calendário monstro, não humano, nos levando a acreditar que tais eventos ocorreram quase 1400 anos depois de ‘Vida de Inseto. Dentro das instalações, os personagens aprendem equivocadamente que os antigos habitantes do planeta eram tóxicos e de outra dimensão, levando-os a crer piamente que poderiam ser extinguidos caso se encontrassem com uma ameaça daquele nível. Entretanto, é apenas em ‘Monstros S.A.’ (2001) que a espécie dominante percebe seu erro: os humanos são responsáveis pela fonte primária de energia. Portanto, utilizando as máquinas remanescentes e a magia bruta originária da incrível árvore imortal, eles conseguem utilizar portas feitas de madeira para viajar no tempo – mais precisamente, para gerações antecessoras.

Nesse meio-tempo, cruzamos caminho com Divertidamente. A teoria se utiliza dessa brecha das portas para explicar Bing Bong, o suposto amigo imaginário de Riley, que na verdade era um monstro que a visitou quando criança e que desenvolveu uma relação extremamente forte com a garota (explicando sua memória afetiva). A mesma coisa ocorre com ‘Viva – A Vida É uma Festa’, cujo principal tema também é a memória e a lembrança dos antepassados.

E tudo isso culmina no ponto-chave da cronologia Pixar: Boo.

A pequena Boo – a garotinha de vestido rosa que aterrorizou e encantou as vidas dos monstros no longa de 2001 – nunca superou seu guardião Sulley e tornou-se obcecada em descobrir o que aconteceu a ele. Ela se recordava de que as portas eram os símbolos materializados para encontrá-lo e, quando cresceu, descobriu como utilizar a viagem no tempo – utilizando portais de madeira – para retornar à fonte primária de toda a magia (a mesma encontrada por Merida em ‘Valente). Boo deixa evidências na narrativa escocesa: duas esculturas em troncos de árvore: uma representado Sulley e outra um caminhão de pizza – duas das coisas que ela mais amava na vida. E apesar de ter sabedoria o suficiente para manipular essa força cósmica, não consegue determinar o período em que vai parar. Portanto, especula-se que os easter eggs presentes em cada uma das animações são ocasionados pela constante busca da garota por seu melhor amigo, acidentalmente pulando de época em época até conseguir encontrá-lo.

Em breve, a Pixar irá lançar mais dois longas-metragens, ‘Soul’‘Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica’ – e caberá a nós descobrir em que momento da timeline os filmes se encaixam.

‘Control Z’: Série teen da Netflix já foi assistida por mais de 20 MILHÕES de usuários

A série teen da NetflixControl Z, estreou há quase um mês na plataforma e já se tornou um dos maiores sucessos do ano.

Segundo ao próprio serviço de streaming, a produção já foi assistida por mais de 20 milhões de usuários e alcançou o Top 10 de diversos países – incluindo Estados Unidos e Brasil.

Confira:

Vale lembrar que a série já está renovada para a 2ª temporada.

A série foi criada por Miguel García MorenoAdriana PelusiCarlos Quintanilla.

Um hacker agita os corredores do Colégio Nacional ao revelar segredos dos alunos. E se o único jeito de proteger seus segredos fosse traindo um amigo? O que você seria capaz de fazer?

Marina anuncia data de estreia de “Man’s World”, lead single de seu 5º álbum de estúdio

Em seu Instagram oficial, a cantora e compositora Mariana Diamandis, anteriormente conhecida como Marina and the Diamonds, revelou que lançará o lead single de seu vindouro 5º álbum de estúdio.

Intitulada “Man’s World”, a canção será lançada no próximo dia 18 de novembro.

Confira:

Vale lembrar que o álbum segue sem título oficial ou data de estreia confirmada.

Marina começou sua carreira em 2010 com o lançamento de The Family Jewels, que misturava indie-popnew wave. Desde então, fez fama com a divulgação de Electra Heart (2012), com os famosos singles “How to be a Heartbreaker”“Primadonna”, e Froot (2015), acompanhado da música epônima e “Blue”.

Seu último álbum, ‘Love + Fear’, foi lançado no ano passado e trouxe uma colaboração com o cantor Luis Fonsi. Ela também participou da trilha sonora da sequência de Para Todos os Garotos que já Amei.

‘The Witcher’: Jovens Geralt e Vesemir irão aparecer na 2ª temporada

As gravações da 2ª temporada de The Witcher chegaram ao fim, mas novas informações estão surgindo dia após dia.

Agora, segundo o Redanian Intelligence, a série contratou dois novos nomes ao elenco: Alexander SquiresJames Baxter. A dupla dará vida aos jovens Geralt de Rivia e Vesemir, respectivamente.

O novo ciclo também conta com os recém-anunciados: Adjoa Andoh como Nenneke; Cassie Clare como Phillippa Eilhart; Liz Carr como Fenn; Graham McTavish como Dijkstra; Kevin Doyle como Ba’lian; Simon Callow como Codringher; Chris Fulton como Rience; e o recém-anunciado Sam Hazeldine como o Rei da Caçada Selvagem.

O segundo ano ainda não tem previsão de estreia. A 1ª temporada, por sua vez, já está disponível na plataforma de streaming.

Criada por Lauren Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.

Geralt de Rivia (Henry Cavill), um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.

‘Caminhos da Memória’: Elenco e diretora compartilham suas visões sobre o filme em novo vídeo; Confira!

A ambiciosa ficção científica ‘Caminhos da Memória‘ (Reminiscence), estrelada por Hugh Jackman (‘Logan’), já estreou nos cinemas brasileiros e, para promovê-la, a Warner Bros. divulgou um novo vídeo de bastidores em que o elenco protagonista e a diretora Lisa Joy falam sobre o processo de construção do longa.

Confira:

Apesar de ter aberto com 50% de aprovação no Rotten Tomatoes, a porcentagem de comentários positivos despencou para 39%, amargando uma nota de 5.30/10 baseada em 133 reviews até o momento. Segundo o consenso geral, “apesar [do filme] ter uma ambição narrativa, sua mistura incerta de sci-fi e thriller noir traz memórias de produções melhores”.

Confira os principais comentários abaixo:

“Um clone abismal de ‘Estranhos Prazeres’” – JoBlo’s Movie Network.

‘Caminhos da Memória’ claramente almeja ao estilo noir e clássico com um toque sci-fi, mas cada virada é calculada sem precisão” – ComicBookMovie.com.

“Um neo-noir engenhoso e tenso com a quantidade certa de romance e intriga” – Fresh Fiction.

“Performances excelentes de Hugh Jackman, Thandiwe Newton e Rebecca Ferguson” – IGN.

“Para cada cena que funciona, uma descarrilha” – Washington Post.

Lisa Joy, cocriadora de ‘Westworld‘, faz sua estreia diretorial com o projeto.

A trama segue Nick Bannister (Jackman), um investigador particular da mente, que navega no mundo sombrio e atraente do passado, ajudando seus clientes a acessar memórias perdidas. Morando na periferia da costa afundada de Miami, sua vida muda para sempre quando ele aceita uma nova cliente, Mae (Rebecca Ferguson). Uma simples questão de achados e perdidos torna-se uma obsessão perigosa. Enquanto Bannister luta para descobrir a verdade sobre o desaparecimento de Mae, ele descobre uma violenta conspiração e deve responder à pergunta: até onde você iria para manter aqueles que ama?

O elenco ainda conta com Thandie Newton, Cliff Curtis, Marina de Tavira, Daniel WuMojean Aria, Brett Cullen, Natalie Martinez, Angela Sarafyan e Nico Parker.