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Diretor de ‘Mortal Kombat’ diz que “cada personagem terá seu momento de brilhar”

O trailer do remake de ‘Mortal Kombat‘ mostrou que Sonya Blade, Sub-Zero, Liu Kang, Kano, Jax, Raiden, Scorpion e companhia estão muito bem construídos e prometem grandes cenas ação.

Mas, com tantos personagens ao mesmo tempo, alguns fãs questionaram se algum deles terá mais destaque do que os outros.

Durante uma entrevista para o Comic Book, o diretor Simon McQuoid foi questionado com a mesma pergunta e garantiu que “cada um deles terá seu momento de brilhar”.

“Esse filme tem de tudo, ação, traições, vingança, sentimentalismo… Às vezes até parece uma trama ‘para toda a família’, mas não é. Cada personagem se identifica com algum desses conceitos, mas todos têm algo em comum, que é um senso de humanidade e conexão, para o bem ou para o mal. Vocês vão ver que cada personagem terá seu momento para brilhar.”

Anteriormente, o produtor Todd Garner disse ao portal que uma das partes mais difíceis da produção foi encontrar o elenco perfeito sem descaracterizar os personagens.

“O jogo é incrível e tem um leque de personagens fascinantes, fizemos questão de incorporar atores que transmitissem a essência desses personagens.”

Ele continuou, explicando que deu sorte em encontrar atores que eram bons tanto na atuação quanto nas lutas:

“Essa foi uma das partes mais importantes e mais difíceis porque não tínhamos que ser fiéis apenas em questões visuais, mas de forma comportamental e cultural, além de analisar como os astros se sairiam intercalando atuações com coreografias de lutas. Eles não poderiam ser bons em apenas um ou outro, mas nos dois. Tivemos muita sorte que todas as pessoas que procuramos aceitaram esse desafio.”

Um dos astros que recebeu bastante elogios de Garner foi Ludi Lin, intérprete do icônico Liu Kang.

Ludi é um rapaz carismático, atlético e está sempre procurando novos desafios. E ele é a cara do Liu Kang, não é?”, brincou Garner. “É incrível como ele tem um espírito de liderança e motivação, ele deixa todo mundo à vontade durante as cenas e conseguiu ser uma figura inspiradora para o restante do elenco.”

Anteriormente, ele também não poupou elogios ao ator Josh Lawson, intérprete de Kano, afirmando que o ator e sua energia foram perfeitos para o papel.

“[Josh Lawson, que interpreta o Kano,] é incrível. Ele é como uma cachorro sem coleira. Nós estávamos tipo: ‘Vá em frente, fale o que você quiser’. E ele diz algumas coisas insanas no filme. Ele é insano e é o cara perfeito para o papel, porque ele não está nem aí. E o Kano é conhecido por isso. Foi incrível tê-lo no filme e a Jess [NcNamee] também está incrível. Eles nunca tinham feito esse tipo de coisa anteriormente.”

Ele completa, “É como jogar com o Michael Jordan. Ele eleva o nível de todo mundo.”

Lembrando que a estreia acontece em 15 de abril nos cinemas nacionais.

Nos EUA, o longa será lançado simultaneamente nos cinemas e na HBO Max um dia depois, em 16 de abril.

Confira o trailer:

Simon McQuoid (‘Premonição 5‘) é responsável pela direção.

O lutador de MMA Cole Young, acostumado a levar uma surra por dinheiro, não tem conhecimento de sua herança – ou porque o imperador de Outworld, Shang Tsung, enviou seu melhor guerreiro, Sub-Zero, um Cryomancer de outro mundo, para caçar Cole. Temendo pela segurança de sua família, Cole vai em busca de Sonya Blade e Jax, um Major das Forças Especiais que carrega o mesmo dragão estranho com a qual Cole nasceu. Logo, ele se encontra no templo de Lord Raiden, um Elder God e protetor de Earthrealm, que concede santuário para aqueles que carregam a marca. Aqui, Cole treina com os guerreiros experientes Liu Kang, Kung Lao e o mercenário desonesto Kano, enquanto se prepara para enfrentar os maiores campeões da Terra contra os inimigos de Outworld em uma batalha de alto risco pelo universo. Mas Cole será pressionado o suficiente para desbloquear seu arcano – o imenso poder de dentro de sua alma – a tempo de salvar não apenas sua família, mas de impedir Outworld de uma vez por todas?

O elenco conta com Joe Taslim (Sub Zero), Ludi Lin (Liu Kang), Jessica McNamee (Sonya Blade), Mehcad Brroks (Jax) Josh Lawson (Kano), Chin Han (Shang Tsung), Hiroyuki Sanada (Scorpion), Tadanobu Asano (Raiden), Sisi Stringer (Mileena).

O novo longa será para maiores de 18 anos, com a promessa de muita violência e fatalities.

Lançada em 1995, a primeira adaptação de ‘Mortal Kombat‘ teve um orçamento de U$ 18 milhões e faturou U$ 122.1 milhões nas bilheterias mundiais. A sequência, ‘Mortal Kombat – A Aniquilação‘, custou U$ 30 milhões, mas arrecadou apenas U$ 51.3 milhões mundialmente. Ambos foram massacrados pela crítica.

‘Space Jam 2’: Don Cheadle revela porque quis participar da sequência

Uma das produções mais aguardadas de 2021, ‘Space Jam 2: Um Novo Legado‘ resgatará a clássica comédia familiar estrelada por Michael Jordan, apresentando a franquia para uma nova geração de cinéfilos, com o astro LeBron James como o grande protagonista.

E para o aclamado ator Don Cheadle, poder fazer parte da trajetória da emblemática franquia, ao lado de um dos maiores nomes do basquete mundial, foi um dos grandes motivadores para que ele aceitasse participar da sequência.

Em uma entrevista recente à revista EW, ele ponderou sobre o assunto, comentando sobre a oportunidade única que está vivendo:

“O que me foi apresentado, o que eles queriam fazer com meu personagem, o que iria acontecer com LeBron, o conceito do filme e a oportunidade de pegar uma obra clássica como essa e fazer outra versão com um dos maiores jogadores, sendo ele o LeBron… Eu pensei: ‘Ei, isso é legal’. [Seria legal] poder conseguir interpretar este personagem realmente inovador, do qual eu nem sei o quanto posso falar, ou o que você sabe.Mas eu apenas pensei que seria uma história familiar bacana com LeBron e um personagem legal para interpretar ao lado dele”.

Lembrando que o filme tem estreia prevista para o dia 15 de julho nos cinemas nacionais.

Durante uma viagem aos estúdios Warner Bros., o superastro LeBron James e seu filho acidentalmente ficam presos dentro de um mundo com todas as histórias e personagens da companhia, sob o controle de uma força poderosa e conturbada chamada Al G (Don Cheadle). Com a ajuda de Pernalonga, LeBron deve navegar através de um universo recheado de cenas de filmes icônicos e personagens conforme reúnem os Looney Tunes para resgatar o filho perdido. Para voltar para casa, LeBron e a turma devem desvendar o misterioso plano de Al G e vencer um épico jogo de basquete contra versões de game de lendas da NBA.

O elenco conta com LeBron James, Sonequa Martin-Green (‘Once Upon a Time’‘Star Trek: Discovery’) e Don Cheadle.

Andrew Dodge (‘Palavrões‘) roteiriza.

O original foi estrelado pelo ex-jogador profissional de basquetebol Michael Jordan, que atuava com os personagens mais famosos da Looney Tunes.

LeBron James estreou nos cinemas na comédia ‘Descompensada‘, interpretando uma versão de si mesmo. Ele também já possui um Oscar de Melhor Curta em Animação.

‘Mayans MC’: A irmandade será testada no novo comercial da 3ª temporada

A 3ª temporada da série spin-off de ‘Sons of Anarchy‘, intitulada ‘Mayans MC‘, ganhou um novo e intenso comercial, que traz em destaque os desafios que a gangue de motoqueiros enfrentará na próxima leva de episódios.

A irmandade deles será testada em meio a novos conflitos e oportunidades envolvendo o tráfico de drogas.

Confira o comercial, seguido por um vídeo dos bastidores e pelo trailer oficial:

A 3ª temporada de ‘Mayans MC‘ estreia no dia 16 de março, com episódio duplo.

Criada por Elgin James e Kurt Sutter, a série é um derivado de ‘Sons of Anarchy‘.

A trama acompanha a trajetória do jovem Ez Reyes (Pardo), cujo potencial foi podado quando ele foi preso precocemente. De volta às ruas, ele entra em uma rota de ascensão no clube. Lidando com seu desejo por vingança contra o cartel, ele busca o respeito das mulheres que ama enquanto tenta se estabelecer dentro dos Mayans.

O elenco inclui JD Pardo, Clayton Cardenas, Sarah Bolger, Michael Irby, Carla Baratta, Richard Cabral, Raoul Max Trujillo e Antonio Jaramillo.

‘Godzilla vs. Kong’: Funko revela o visual do Mechagodzillla POP e ficou INCRÍVEL!

Falta pouco para a estreia de ‘Godzilla vs Kong‘ e os brinquedos licenciados começaram a pipocar na internet.

O mais interessante deles é Funko Pop de Mechagodzilla, que ficou INCRÍVEL.

Confira, com fotos do filme:

 

Após vários adiamentos, a Warner informou ao CinePOP que o filme chega aos cinemas nacionais no dia 1º de Abril. 

Nos EUA, o filme será lançado no dia 31 de março tanto nos cinemas quanto na HBO Max.

As lendas se enfrentam em “Godzilla vs. Kong”, quando esses adversários míticos se encontram em uma espetacular batalha, na qual o destino do mundo entrará em jogo. Kong e seus protetores embarcam em uma jornada perigosa para encontrar seu verdadeiro lar. Com eles está Jia, uma jovem órfã que tem uma ligação única e forte com Kong. Mas eles não sabiam que estavam no caminho de um Godzilla enfurecido, que está deixando um rastro de destruição pelo planeta. Esse combate épico entre os dois titãs, instigado por forças ocultas, é apenas o começo do mistério que jaz no núcleo da Terra.  

Dirigido por Adam Wingard (‘Você é o Próximo‘), o longa dará continuidade aos eventos de ‘Godzilla II: Rei dos Monstros‘ e ‘Kong: A Ilha da Caveira‘.

Revelado como ‘Kong – A Ilha da Caveira’ se conecta a ‘Godzilla’ [SPOILER]  

O elenco conta com Millie Bobby Brown, Julian DennisonRebecca HallEiza GonzalezBrian Tyree HenryAlexander Skarsgård, Jessica Henwick Demian

Bichir.

Priyanka Chopra e Nick Jonas vão anunciar os indicados ao Oscar 2021

O casal de celebridades Priyanka Chopra e Nick Jonas serão os grandes responsáveis por anunciar a lista de indicados das 23 categorias do Oscar 2021. A ocasião começará às 10h19, no horário de Brasília.

O anúncio acontecerá na próxima segunda-feira (15) e será realizado em duas transmissões ao vivo. O evento será exibido pelo site Oscars.com, Oscars.org, pela conta oficial do Facebook da Academia, bem como por suas páginas no Twitter e no YouTube.

A 93ª edição do Oscar acontece no domingo, 25 de abril, e será exibida no Brasil pela emissora TNT.

Confira a lista de indicados a ser anunciada em cada uma das transmissões:

Às 10h19 (BSB):

Ator Coadjuvante
Atriz coadjuvante
Figurino
Música (trilha sonora original)
Curta-metragem de animação
Curta-metragem em live-action
Som
Roteiro Adaptado
Roteiro Original

Às 10h31 (BSB):
Ator
Atriz
Longa-metragem de animação
Fotografia
Diretor
Documentário
Curta Documentário
Edição de filme
Filme Estrangeiro
Maquiagem e Cabelo
Canção Original
Melhor Filme
Design de Produção
Efeitos Visuais

‘Central Park’: Série animada da Apple é renovada para a 3ª temporada!

Antes mesmo da estreia da 2ª temporada, a Apple TV+ anunciou que o musical animado Central Park foi renovado para um terceiro ciclo.

Em uma declaração oficial em seu Twitter, a roteirista, produtora e diretora Loren Bouchard comentou que: “a 2ª e a 3ª temporadas de Central Park significam 29 episódios a mais – e algo em torno de 115 novas canções! As pessoas que fazem esse show me encantam com seu talento e sua ambição. E a Apple e a 20th Century Studios também mostraram seu poder. Fico honrada em fazer parte de algo assim”.

BouchardJosh Gad criaram o projeto.

Na segunda temporada de Central Park, a família Tillerman continua a navegar e a viver pelo parque mais famoso do mundo. Molly experimenta os processos e as tribulações da adolescência, Cole é desafiado por um momento realmente vergonhoso na escola, Paige continua em busca da história de corrupção do prefeito e Owen tenta equilibrar a administração do parque e de sua equipe à sua família, tudo com um sorriso no rosto. Enquanto isso, Bitsy fica cada vez mais perto de reclamar Central Park para si, com Helen ao seu lado. A cada passo, nós somos guiados por nosso amigável e incrível narrador, Birdie.

Gad, Leslie Odom Jr.Kathryn Hahn, Emmy Raver-LampmanTituss BurgessDaveed DiggsStanley Tucci fazem parte do elenco.

Os novos episódios estreiam no dia 25 de junho.

‘Império da Ostentação’: Reality da Netflix sobre asiáticos podres de ricos é renovado para a 2ª temporada!

Assim como ‘Sunset – Milha de Ouro’, a outra sensação da Netflix‘Império da Ostentação’, foi renovada para a 2ª temporada.

Ainda sem muitos detalhes sobre o próximo ciclo, o reality show gira em torno de asiáticos multi-milionários e suas vidas californianas cheias de festas, glamour e muito drama.

Relembre o trailer:

Ambientada em Los Angeles, a série traz no elenco Cherie Chan, Andrew Gray, Kevin Kreider, Jessey Lee, Kelly Mi Li e Christine Chiu e é baseada na aclamada comédia romântica Podres de Ricos, dirigido por Jon M. Chu.

 

‘Sunset – Milha de Ouro’: Reality da Netflix é renovado para mais DUAS temporadas!

A 3ª temporada do reality show ‘Sunset – Milha de Ouro’ (‘Selling Sunset’) chegou há alguns meses à Netflix e, devido ao seu gigantesco sucesso, a plataforma de streaming renovou a produção para mais duas temporadas!

Detalhes sobre os novos episódios não foram revelados – e ainda não se sabe quando eles estreiam.

A trama acompanha as corretoras de imóveis de elite do Oppenheim Group, que vendem uma vida de luxo aos endinheirados de Los Angeles. Os relacionamentos são cruciais, e por isso geram fortes conflitos.

Assista à nossa crítica:

‘RuPaul’s Drag Race’: A biblioteca está aberta na cena divulgada do episódio 13×09; Confira!

A VH1 divulgou uma cena oficial do novo episódio da 13ª temporada de RuPaul’s Drag Race’, em que as participantes zoam umas às outras.

Confira:

As novas participantes são: DenaliElliott with 2 TsGottmilkJoey JayKahmora HallKandy MuseLaLa RiOlivia LuxRoséSymoneTamisha Iman, Tina BurnerUtica Queen.

‘Kung Fu’: Reboot da clássica série dos anos 1970 ganha cartaz oficial; Confira!

A série reboot ‘Kung Fu‘, da emissora The CW, ganhou o seu primeiro cartaz oficial pouco depois do trailer e das imagens promocionais.

Confira:

A produção estreia no dia 07 de abril.

Inspirada na série original criada por Ed Spielman, ‘Kung Fu‘ é uma produção da Warner Bros. Televisision, em associação com a Quinn’s House e a Berlanti Productions.

Christina M. Kim (‘Lost‘) assume a função de roteirista, além de ser uma das produtoras executivas, ao lado de Martin Gero (‘Blindspot‘, ‘LA Complex‘), Greg Berlanti (‘Arrow‘, ‘The Flash‘, ‘Riverdale‘) e Sarah Schechter (‘Arrow‘, ‘The Flash‘, ‘Riverdale‘).

O elenco da série conta com Olivia Liang, Tony Chung, Ludi Lin (‘Mortal Kombat’), Tzi Ma, Kheng Hua Tan, Jon Prasida, Gavin Stenhouse, Shannon Dang, Gwendoline Yeo e Eddie Liu.

Confira a sinopse oficial:

“Uma crise de identidade faz com que uma jovem chinesa-americana (Liang) abandone a faculdade e faça uma jornada que mudará sua vida, em um mosteiro isolado na China. Mas ao voltar para casa, ela vai encontrar sua cidade natal invadida por crimes e corrupção e decidirá usar suas habilidades em artes marciais e os valores de Shaolin para proteger sua comunidade e levar criminosos à justiça… à medida que também procura o assassino que matou o seu mentor Shaolin e que agora está atrás dela”.

Hanelle Culpepper comanda o reboot.

Culpepper é uma veterana da indústria do entretenimento e já trabalhou em shows como Star Trek: Picard‘Star Trek: Discovery’‘Mayans M.C.’LuciferCriminal MindsGothamSupergirl e muitas outras produções.

Regina King revela o que a motivou a fazer sua estreia diretorial com ‘Uma Noite em Miami’

‘Uma Noite em Miami…’ conquistou espectadores e críticos ao redor do mundo, além de ter marcado a estreia da sempre icônica Regina King na direção.

Agora, em uma recente entrevista com a CBS, a realizadora trouxe a público os motivos pelos quais resolveu migrar para detrás das câmeras, enfatizando que desejava contar uma história única.

“Acho que Deus me colocou lá para contar mais sobre nossas histórias. Foi um lembrete de que a história negra é a história estadunidense”, ela comentou. “Eu senti como se conhecesse todos esses homens. Vi meu filho nessas conversas. Vi meu pai nessas conversas. Eles amam, eles são vulneráveis, eles são fortes”.

Ela continuou: “Quando nos tornamos complacentes e não continuamos a ser diligentes, as coisas podem voltar a ser o que eram. Então, é o que torna esse diálogo em ‘Uma Noite em Miami’ tão urgente agora. Porque pessoas negras estão morrendo nas ruas, está acontecendo de novo”.

Lembrando que o filme já está disponível na plataforma da Amazon Prime.

O filme é baseado na peça homônima assinada por Kemp Powers, que assina o roteiro da adaptação.

Ambientada na noite do dia 25 de fevereiro de 1964, a narrativa gira em torno de um jovem Cassius Clay – antes de ser conhecido por Muhammad Ali -, pouco depois de ter saído vitorioso na luta contra Sonny Liston para o título de peso-pesado, chocando o mundo do boxe. Entretanto, as leis de segregação da era Jim Crow dos Estados Unidos forçaram Clay a comemoração no Hampton House Motel em Overtown, Miami, se unindo a três amigos para discutir sobre suas vidas e sobre a responsabilidade de manter a vitória de um homem negro durante o movimento pelos direitos sociais.

Eli GoreeKingsley Ben-AdirAldis HodgeLeslie Odom Jr. estrelam o longa-metragem.

Terence Blanchard (Destacamento Blood) compôs a trilha sonora da releitura. Jody KelinKeith CalderJess Wu Calder entram como produtores.

‘Creed 3’: Sequência ganha data de estreia oficial!

Depois de ter confirmado o terceiro capítulo da franquia ‘Creed’, dessa vez com o astro Michael B. Jordan fazendo sua estreia diretorial e retornando como o personagem-titular, a MGM anunciou que o filme já tem data para chegar os cinemas.

O longa-metragem será lançado no dia 23 de novembro de 2022. Ainda não se sabe quando as gravações irão começar.

Tessa Thompson também volta como Bianca Taylor.

Zach Baylin (‘Rei Richard’) roteiriza.

Pouco se sabe sobre a história por trás de ‘Creed 3’. Entretanto, conforme foi revelado alguns meses atrás, é improvável que Sylvester Stallone retorne como Rocky, apesar do ator nunca dizer não ao personagem.

“Eu acredito que no universo ‘Creed’, isso é possível, sim”, Stallone revelou quando questionado se o público já viu o bastante de Rocky nas telonas. “Mas nunca direi não para Rocky, porque tenho algumas ideias em mente”.

Vale lembrar que ‘Creed II‘ foi um sucesso de crítica e público, arrecadando US$ 214.1 milhões mundialmente – superando a bilheteria do primeiro filme (US$ 173.6m)

Os Filmes e Séries de HERÓIS mais ESPERADOS de 2021

Ame ou odeie, os filmes com super-heróis são a febre do momento em Hollywood. São eles que dão as maiores bilheterias, que atraem multidões de fãs para os cinemas e fazem a crítica babar por filmes de ação/ fantasia/ comédia.

Em 2021, com a consolidação dos streamings, os heróis estarão não apenas nas telonas, mas também nas telinhas de todo o mundo. Como os “compromissos” são muitos, o CinePOP separou todos que vão estrear em 2021 para você não perder nenhum deles.

Confira!

Liga da Justiça de Zack SnyderHBO MAX

Após anos de fãs importunando a Warner, o estúdio enfim cedeu à pressão e decidiu deixar o diretor Zack Snyder regravar o filme da Liga da Justiça. Mas a ideia subiu tanto à cabeça do diretor que ele resolveu lançar a história como uma minissérie de quatro episódios com aproximadamente uma hora de duração, cada. Mais ou menos como a Globo faz quando adapta seus filmes para a TV.  A princípio, a minissérie não terá influência no Universo DC, mas é aquela história, né? Se fizer sucesso, nada impede que o estúdio descarte o filme do cinema e passe a considerar esse como o que vale.

Data de estreia: 18 de Março de 2021.

 

Falcão e o Soldado InvernalDisney+

Após os eventos de Vingadores: Ultimato, Steve Rogers (Chris Evans) passou o escudo adiante quando decidiu voltar no tempo para viver uma vida normal ao lado de Peggy Carter (Hayley Atwell). Agora, Sam Wilson (Anthony Mackie) e Bucky Barnes (Sebastian Stan) vão trabalhar juntos para resolver os crimes e tentar suprir a ausência do Capitão América.

Data de estreia: 19 de Março de 2021.

 

Viúva-NegraCinemas

Marcado para estrear em 2020, o filme da Viúva-Negra precisou ser adiado para 2021 por conta da trama. Ambientado entre Capitão América: Guerra Civil e Vingadores: Guerra Infinita, o filme vai mergulhar no passado de Natasha Romanoff (Scarlett Johansson) e vai colocá-la frente a frente ao Treinador, um vilão que copia as habilidades dos outros apenas com um olhar.

Data de estreia: 29 de Abril de 2021.

 

Free Guy: Assumindo o ControleCinemas

Dirigido por Shawn Levy, esse filme conta a história de Guy (Ryan Reynolds), um NPC de um videogame ao estilo GTA, que trabalha como caixa de banco e existe apenas para apanhar e ser morto das piores maneiras possíveis. Certo dia, porém, ele acorda com a consciência de ir contra o sistema e revidar os ataques. Ele então descobre que está em um jogo e que sua vida não passa de uma simulação. Quando ele percebe que seu mundo será trocada por uma versão nova do jogo, ele começa uma rebelião contra a empresa e se torna um tipo de super-herói virtual. O elenco tem dois nomes de bastante peso: Taika Waititi e Joe Kerry, o Steve de Stranger Things.

Data de estreia: 20 de maio de 2021

 

LokiDisney+

O vilão favorito de muitos também vai ganhar uma aventura solo pelas linhas temporais do MCU. Estrelada por Tom Hiddleston e com participação de Owen Wilson, a série começa daquela cena de Vingadores: Ultimato, na qual Loki pega o Tesseract e escapa para sabe Heimdall onde. A produção vai introduzir a TVA, uma organização de correção de linhas temporais, no Universo Cinematográfico Marvel e deve explorar diferentes épocas e planetas, incluindo a própria Asgard.

Data de estreia: 11 de Junho de 2021.

 

Venom: Tempo de CarnificinaCinemas

A sequência do sucesso de bilheteria de 2018 chega em 2021 para expandir o “Aranhaverso” da Sony nos cinemas. Dirigido pelo genial Andy Serkis, a continuação vai colocar o agora anti-herói Venom (Tom Hardy) para enfrentar o terrível Carnificina (Woody Harrelson), que tem poderes bem parecidos com o do próprio Venom, mas consegue ser ainda mais psicótico e sem escrúpulos que o simbionte favorito de todos. O filme conta ainda com a vilã Shriek, que será vivida por Naomie Harris.

Data de estreia: 24 de Junho de 2021.

 

Shang-Chi e a Lenda dos Dez AnéisCinemas

Estrelando um elenco majoritariamente asiático, o filme vai contar a história de Shang-Chi (Simu Liu), um herói que cresceu em um templo na China, onde aprendeu a ter domínio super-humano do Chi. Além de ser um dos maiores mestres das artes marciais de todo o universo Marvel. Seu nome de herói, inclusive, é Mestre do Kung Fu. Inspirado no Bruce Lee, a versão cinematográfica do personagem será filho do verdadeiro Mandarim (Tony Leung) e vai enfrentar o próprio pai nas telonas. Boatos dizem que alguns personagens do universo do Doutor Estranho podem aparecer.

Data de estreia: 8 de Julho de 2021.

 

O Esquadrão SuicidaCinemas e HBO MAX

Flertando entre a continuação e o reboot, a nova versão do Esquadrão Suicida vem com roteiro e direção de um dos diretores “pop” mais amados da atualidade: James Gunn. Sem grandes detalhes sobre a trama, só temos o elenco confirmado e algumas cenas divulgadas no DC Fandome. E para quem acha que o elenco é pouca coisa, dá uma olhada nos personagens confirmados e nos seus respectivos atores: Arlequina (Margot Robbie), Capitão Bumerangue (Jai Courtney), Rick Flag (Joel Kinnaman), Amanda Waller (Viola Davis), Sol Soria (Alice Braga), Tubarão-Rei (Steve Agee), Doninha (Sean Gunn), Bolinha (David Dastmalchian), Pacificador (John Cena), Sanguinário (Idris Elba), TDK (Nathan Fillion), Caça-Ratos II (Daniela Melchior), Pensador (Peter Capaldi), Savant (Michael Rooker), Javelin (Flula Borg), Blackguard (Pete Davidson), Mongal (Mayling Ng), General Presidente Luna (Juan Diego Botto) e um personagem ainda não divulgado que será vivido pelo eterno Rocky Balboa, Sylvester Stallone.

Data de estreia: 5 de Agosto de 2021.

 

G.I. Joe Origens: Snake EyesCinemas

Mais um herói mestre das artes marciais vai ganhar as telonas em 2021. Isso porque a Paramount pretende rebootar a franquia G.I. Joe nos cinemas dando mais atenção aos personagens do que nas duas últimas tentativas. Dessa vez, o filme será focado na história de origem do ninja Snake Eyes, que será interpretado por Henry Golding. O filme conta ainda com Iko Uwais, Samara Weaving,Andrew Koji e Úrsula Corberó.

Data de estreia: 28 de Outubro de 2021.

 

Os EternosCinema

Com um dos elencos mais caros e diversos da história da Marvel nos cinemas, Os Eternos é outro filme que deveria ter chegado em 2020, mas acabou sendo empurrado para 2021 por conta do Covid-19. A trama vai contar a história de um grupo de super-heróis alienígenas que foram enviados para a Terra há muito tempo. Separados, eles foram crescendo e evoluindo junto com as diferentes culturas da humanidade. Promete ser diferente de tudo que a Marvel fez até aqui.

Data de estreia: 28 de Outubro de 2021.

 

Homem-Aranha 3Cinemas

O melhor meme da última semana vai fechar o 2021 da Marvel nos cinemas. Com um monte de atores de antigas franquias sendo confirmados ao longo da última semana, diz a imprensa internacional que o filme fará uma viagem pelo Multiverso Marvel. O CEO do Marvel Studios Kevin Feige confirmou a presença do Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch) e afirmou que ele será parte importante na trama. A expectativa do público é a aparição dos Homens-Aranha antigos, Tobey Maguire e Andrew Garfield. Porém, enquanto não temos nenhum anúncio do estúdio sobre isso, podemos confirmar apenas que o Aranha de Tom Holland estará no filme.

Data de estreia: 24 de Dezembro de 2021.

 

MorbiusCinemas

Buscando consolidar de vez seus personagens do universo do Homem-Aranha nos cinemas, a Sony traz agora uma adaptação do herói Morbius. Interpretado por Jared Leto, Michael Morbius é um médico brilhante com uma doença degenerativa. Buscando tratamentos não convencionais, ele acaba se transformando em um vampiro geneticamente alterado. O filme conta ainda com Tyrese Gibson, Matt Smith e o Abutre do MCU, Michael Keaton.

Data de estreia: 19 de Janeiro de 2022

 

Gavião-Arqueiro e Miss Marvel estão confirmados para 2021, mas sem um mês de estreia definido.

Para qual você está mais ansioso? Diga nos comentários!

‘Ptolemy Grey’: Atriz de ‘Judas e o Messias Negro’ entra para o elenco da nova série da Apple

Segundo o Collider, o diretor Ramin Bahrani (‘O Tigre Branco’) ficará responsável por trazer a nova série da Apple TV+The Last Days of Ptolemy Grey, à vida.

A série é estrelada por Samuel L. Jackson e a recém-anunciada Dominique Fishback (‘Judas e o Messias Negro’), e entra como adaptação do romance best-seller assinado por Walter Mosley.

A história é centrada no personagem titular (Jackson), um senhor de noventa anos de idade que lida com demência e que foi esquecido pela maior parte de sua família. Seu único contato com o mundo externo era através do sobrinho-neto, que foi assassinado em um tiroteio, levando Ptolemy a duvidar das intenções de qualquer um que queira se aproximar.

Eventualmente, ele conhece Robyn (Fishback), inquilina de sua sobrinha que se dispõe a cuidar dele. Encorajado pela jovem a sair do confinamento de sua casa e a interagir como mundo, Ptolemy visita um médico para uma droga experimental que lhe dará vigor e claridade. Com sua mente limpa, ele decide resolver o mistério por trás da morte do sobrinho.

Jackson e Diane Houslin entram como produtores executivos ao lado de David LevineEli Selden.

A série terá seis episódios e marca o segundo projeto do ator com a plataforma de streaming depois de The Banker.

Nenhuma outra informação foi divulgada.

‘Mortal Kombat’: Intérprete de Kung Lao comenta sua reação ao vestir o icônico chapéu pela primeira vez

Kung Lao é bastante popular na franquia Mortal Kombat‘ por conta de seu icônico chapéu laminado, usado para decepar os membros de seus adversários.

No remake que estreia em 15 de abril, Lao é intepretado por Max Huang.

Durante uma entrevista para o Comic Book, o astro comentou sobre sua reação ao vestir o chapéu pela primeira vez.

“Eu fiz um chapéu de papelão só para me acostumar aos movimentos, mas não se compara à primeira vez que peguei o oficial usado nas gravações. Eles me levaram de avião para a Nova Zelândia, onde eu provei alguns modelos.”

Ele continuou:

“Assim que eu segurei o chapéu escolhido, eu percebei que era bem pesado, tipo, bem pesado mesmo. Um chapéu de papelão é tão leve e fácil de manejar… Mas as coisas ficaram sérias quando percebi a dificuldade em manusear o chapéu real, porque é como uma arma. Mas foi tão legal! Foi aí que eu comecei a entrar no papel e me transformar nesse grande guerreiro que é Kung Lao. E o que o torna tão especial são suas habilidades com esse chapéu.”

Falando nisso, o trailer do remake mostra que Lao, Sonya Blade, Sub-Zero, Liu Kang, Kano, Jax, Raiden, Scorpion e companhia estão muito bem construídos e prometem grandes cenas ação.

Mas, com tantos personagens ao mesmo tempo, alguns fãs questionaram se algum deles terá mais destaque do que os outros.

Durante uma entrevista para o Comic Book, o diretor Simon McQuoid foi questionado com a mesma pergunta e garantiu que “cada um deles terá seu momento de brilhar”.

“Esse filme tem de tudo, ação, traições, vingança, sentimentalismo… Às vezes até parece uma trama ‘para toda a família’, mas não é. Cada personagem se identifica com algum desses conceitos, mas todos têm algo em comum, que é um senso de humanidade e conexão, para o bem ou para o mal. Vocês vão ver que cada personagem terá seu momento para brilhar.”

Anteriormente, o produtor Todd Garner disse ao portal que uma das partes mais difíceis da produção foi encontrar o elenco perfeito sem descaracterizar os personagens.

“O jogo é incrível e tem um leque de personagens fascinantes, fizemos questão de incorporar atores que transmitissem a essência desses personagens.”

Ele continuou, explicando que deu sorte em encontrar atores que eram bons tanto na atuação quanto nas lutas:

“Essa foi uma das partes mais importantes e mais difíceis porque não tínhamos que ser fiéis apenas em questões visuais, mas de forma comportamental e cultural, além de analisar como os astros se sairiam intercalando atuações com coreografias de lutas. Eles não poderiam ser bons em apenas um ou outro, mas nos dois. Tivemos muita sorte que todas as pessoas que procuramos aceitaram esse desafio.”

Um dos astros que recebeu bastante elogios de Garner foi Ludi Lin, intérprete do icônico Liu Kang.

Ludi é um rapaz carismático, atlético e está sempre procurando novos desafios. E ele é a cara do Liu Kang, não é?”, brincou Garner. “É incrível como ele tem um espírito de liderança e motivação, ele deixa todo mundo à vontade durante as cenas e conseguiu ser uma figura inspiradora para o restante do elenco.”

Confira o trailer:

Simon McQuoid (‘Premonição 5‘) é responsável pela direção.

O lutador de MMA Cole Young, acostumado a levar uma surra por dinheiro, não tem conhecimento de sua herança – ou porque o imperador de Outworld, Shang Tsung, enviou seu melhor guerreiro, Sub-Zero, um Cryomancer de outro mundo, para caçar Cole. Temendo pela segurança de sua família, Cole vai em busca de Sonya Blade e Jax, um Major das Forças Especiais que carrega o mesmo dragão estranho com a qual Cole nasceu. Logo, ele se encontra no templo de Lord Raiden, um Elder God e protetor de Earthrealm, que concede santuário para aqueles que carregam a marca. Aqui, Cole treina com os guerreiros experientes Liu Kang, Kung Lao e o mercenário desonesto Kano, enquanto se prepara para enfrentar os maiores campeões da Terra contra os inimigos de Outworld em uma batalha de alto risco pelo universo. Mas Cole será pressionado o suficiente para desbloquear seu arcano – o imenso poder de dentro de sua alma – a tempo de salvar não apenas sua família, mas de impedir Outworld de uma vez por todas?

O elenco conta com Joe Taslim (Sub Zero), Ludi Lin (Liu Kang), Jessica McNamee (Sonya Blade), Mehcad Brroks (Jax) Josh Lawson (Kano), Chin Han (Shang Tsung), Hiroyuki Sanada (Scorpion), Tadanobu Asano (Raiden), Sisi Stringer (Mileena).

O novo longa será para maiores de 18 anos, com a promessa de muita violência e fatalities.

Lançada em 1995, a primeira adaptação de ‘Mortal Kombat‘ teve um orçamento de U$ 18 milhões e faturou U$ 122.1 milhões nas bilheterias mundiais. A sequência, ‘Mortal Kombat – A Aniquilação‘, custou U$ 30 milhões, mas arrecadou apenas U$ 51.3 milhões mundialmente. Ambos foram massacrados pela crítica.

‘Concrete Cowboy’: Drama com Idris Elba e Caleb McLaughlin será lançado pela Netflix

O aclamado drama ‘Concrete Cowboy‘, estrelado por Idris Elba (Hobbs & Shaw), Caleb McLaughlin (‘Stranger Things‘) Jharrel Jerome (vencedor do Emmy por sua performance em ‘Olhos que Condenam’) será lançado pela Netflix.

A produção ganhou data de estreia e será lançada na plataforma de streaming no dia 02 de abril. Além disso, o longa – lançado no Festival de Toronto de 2020 – também teve o seu cartaz oficial divulgado.

Critica | Concrete Cowboy: Drama com Idris Elba apresenta o incrível submundo dos cowboys pretos

Confira:

O filme é inspirado no romance Ghetto Cowboy, de Greg Neri, e acompanha a história de um problemático garoto do gueto, que encontra na cavalaria uma oportunidade de se reconectar com seu pai e com a comunidade em que ele vive. Fazendo uma homenagem à Fletcher Street Urban Riding Club, o longa celebra a antiga tradição de cowboys pretos que ainda lutam para serem reconhecidos no mundo contemporâneo.

Ricky Staub assina a direção, além ser um dos co-roteristas, ao lado de  Dan Walser.

Lorraine ToussaintByron Bowers completam o elenco.

Concrete Cowboys é a estreia diretorial de Staub, que ganhou aclame por seu curta-metragem The Cage.

 

Fase Vermelha | Ótimos Lançamentos da Amazon Prime Video para conferir em casa

Cinemas fechados mais uma vez. Por uma boa razão. O Brasil entra agora numa fase alarmante durante a pandemia. Enquanto você fica em casa em segurança, saindo apenas para o essencial – temos certeza disso -, fazemos por aqui nossa parte dando dicas do que assistir durante esta nova reclusão. E continuando com nossa série de matérias, agora vamos com os lançamentos da plataforma de streaming azulzinha, que dá uma canseira nas rivais: a Amazon Prime Video – que tem surpreendido com o número cada vez maior de lançamentos de qualidade. Aqui, visamos reunir alguns dos mais recentes e mais chamativos produtos da casa, mesclando prestígio de prêmios com longas que são a mais pura diversão e entretenimento. Como sempre, essa é uma grande oportunidade de assistir pela primeira vez ou revisitar grandes filmes. Confira.

Um Príncipe em Nova York 2

Não tem como começar de outra forma. O maior lançamento do ano na Amazon Prime Video chegou bem no início de 2021, após nada menos que 33 anos de espera desde o clássico cômico absoluto Um Príncipe em Nova York (1988). Após ter recuperado a boa forma em Meu Nome é Domelite (2019), da rival Netflix, Eddie Murphy segue em paz com o sucesso. Neste início de ano só se fala neste filme. Na trama, o príncipe Akeem (Murphy) se torna rei e descobre ter um herdeiro em Nova York.

Uma Noite em Miami

A Amazon segue como a maior rival da Netflix quando pensamos em plataformas de streaming de qualidade, especialmente em matéria de produções próprias. Aqui temos um dos lançamentos de maior prestígio da temporada. Baseado na peça escrita por Kemp Powers, o filme traz o primeiro esforço atrás das câmeras como diretora da atriz vencedora do Oscar Regina King. Indicado para 3 prêmio no Globo de Ouro e podendo chegar até o Oscar, o longa é um relato ficcional do encontro real entre lendárias figuras afrodescendentes (Muhammad Ali, Malclom X, Sam Cooke e Jim Brown) numa noite em 1964 a fim de discutir seus papeis na sociedade da época. Imperdível.

O Som do Silêncio

Outro filme elogiadíssimo da plataforma azulzinha, e mais uma produção própria, O Som do Silêncio traz um tour de force do protagonista Riz Ahmed (O Abutre) na melhor atuação de sua carreira. Não por menos o ator descolou uma indicação no Globo de Ouro e pode vir a chegar até o Oscar. Na trama, com muito fundo musical, Ahmed (virado no Jiraya, musculoso, tatuado e loiro) interpreta um baterista de rock pesado, cuja vida começa a virar do avesso uma vez que ele descobre que está começando a perder a audição. Desesperador.

Rogue

Essa é para você que sempre sonhou em ver a musa Megan Fox num embate mortal com leões famintos caçadores de homens. Afastada dos holofotes, Fox ensaia seu retorno com esta produção tensa, que mistura ação, suspense e terror. Tentando mirar em filmes como A Sombra e a Escuridão (1996), na trama a atriz interpreta a líder de esquadrão de soldados numa missão contra rebeldes na África. Além do confronto armado, seu time precisará enfrentar a surpresa da fauna local, na forma de leões assassinos.

Destruição Final – O Último Refúgio

A Terra está ameaçada de novo! E não me refiro aos estarrecedores acontecimentos de nossa vida real, mas sim ao mais novo filme catástrofe da temporada, que tem tudo para agradar os aficionados. Para termos uma ideia, este filme tem quase 80% de aprovação da imprensa especializada, o que é praticamente a aprovação máxima em se tratando do gênero. Quem protagoniza é Gerard Butler, que já havia arriscado no gênero com Tempestade – Planeta em Fúria (2017), um filme bem menos apreciado que este. Coprotagonizando ao lado de Butler temos a carioca Morena Baccarin (Deadpool) e os dois vivem pais de família tentando sobreviver a um cataclisma global.

I’m Your Woman

Nesta sexta indicação temos a prata da casa na Amazon, Rachel Brosnahan (da série Maravilhosa Sra. Maisel) protagonizando e recebendo inúmeros elogios por sua performance. Passado na década de 1970, escrito e dirigido pela cineasta Julia Hart, este é um suspense bem feminino. Brosnahan vive uma jovem mulher desesperada, casada com um criminoso, precisando fugir com seu bebê e começar vida nova após seu marido ter traído os comparsas. O filme tem 81% de aprovação dos críticos.

Justiça Brutal

Bem, ao menos este é o título que aparece na plataforma. Também conhecido como Na Sombra da Lei, talvez seja mais fácil reconhece-lo por seu título original: Dragged Across Concrete (na tradução livre: arrastado pelo concreto). O nome original aliás resume bem o teor deste filme de ação policial barra-pesada, do mesmo diretor dos viscerais Rastro de Maldade (2015) e Confronto no Pavilhão 99 (2017), S. Craig Zahler. O astro Mel Gibson havia sido cancelado antes dos cancelamentos existirem, mas aqui ele dá continuidade à tentativa de reestruturar sua carreira. Ele protagoniza ao lado de Vince Vaughn como dois policiais linha-dura em busca de sua justiça pessoal. O filme também tem quase 80% de aprovação dos críticos.

Adeus, Professor

Esse filme também é conhecido por seu título original O Professor (The Professor). E por falar em atores cancelados… bem, temos o mais recente trabalho de Johnny Depp. Depois do tumultuado relacionamento com a atriz Amber Heard, que foi parar nos tribunais, já nem sabemos o que pensar sobre o astro, que já foi cancelado e descancelado mais vezes do que podemos contar. Aqui, no entanto, ele interpreta um professor que se descobre doente terminal e começa a viver de uma forma de uma forma despreocupada e repleta de excessos, como bebida, cigarros e honestidade sem dar a mínima para o que os outros pensam.

O Mistério de Silver Lake

Sabe quando dizemos para ficar de olho em certo ator, atriz ou realizador. Bem, nem sempre o próximo trabalho de um artista que fez muito sucesso em seu filme de estreia é tão especial quanto o primeiro. O cineasta David Robert Mitchell já havia chamado atenção na cena indie com seu filme de estreia, The Myth of the American Sleepover (2010), mas foi seu trabalho seguinte, o terror de primeira Corrente do Mal (2014) que iria colocar o nome do diretor no topo. Com mais grana e mais ambição seu filme seguinte foi este O Mistério de Silver Lake, protagonizado por Andrew Garfield, sobre um rapaz investigando o desaparecimento de uma mulher misteriosa. Apesar de interessante, passou por baixo dos radares. Agora estreando na Amazon, vale dar uma nova chance.

Bliss – Em Busca da Felicidade

Escrito e dirigido por Mike Cahill, especializado em ficções científicas dramáticas e existencialistas, seu mais recente trabalho segue na mesma linha, porém, com ambições maiores. Utilizando da teoria da conspiração de que nosso mundo é apenas um imenso simulacro, como visto nos famosos Cidade das Sombras (1998) e Matrix (1999), o longa traz o encontro romântico entre os personagens de Owen Wilson e da mexicana Salma Hayek. Ela, uma mulher que vive nas ruas, está convencida que nossa realidade é uma simulação de computadores.

Bônus: Nós

O segundo filme como diretor de Jordan Peele, após o indicado ao Oscar Corra! (2017), este Nós (2019) fez enorme sucesso e deu o que falar em seu lançamento nos cinemas. E agora chega à plataforma da Amazon. Além de todos os seus inúmeros atrativos, esta segunda obra serviu para cimentar o nome de Peele como o grande realizador do gênero terror da atualidade. Seus filmes são verdadeiros eventos e trazem como foco questões raciais e sociais, o que é todo o diferencial. Aqui, uma família negra, encabeçada pela matriarca Lupita Nyong’o, em viagem de férias numa cidade praiana irá se deparar com uma realidade verdadeiramente aterradora e aprender muito sobre eles mesmos. Nós, obviamente, marca impressionantes 93% de aprovação dos críticos.

 

10 Diretores ‘jogados para escanteio’ pela MARVEL

Indiscutivelmente, não existe outro estúdio mais bem sucedido financeiramente nos dias de hoje do que a Marvel, e isso inclui as outras franquias dentro da Disney. Sinônimo de grandes bilheterias, a empresa mescla com muita harmonia o sucesso de público com a rasgação de seda por parte dos críticos. A Marvel parece não ter como errar e mesmo quando o faz, seu deslize é sutil. Tanto que gerou uma receita: a chamada ‘fórmula Marvel’ que, convenhamos, vem sendo aprimorada com o passar dos anos.

Acima de qualquer outra coisa, a Marvel soube utilizar positivamente seu status como gigante da indústria do entretenimento para dar voz a artistas vindos do cenário independente, alguns bem representativos, vide Ryan Coogler (Pantera Negra), Chloé Zhao (do vindouro Os Eternos) e a recém-confirmada Nia DaCosta (que assumirá Capitã Marvel 2). Mas não se pode chegar ao nível de uma companhia multibilionária sem quebrar alguns ovos. Assim, como bom estrategista que é, Kevin Feige, o mega produtor que serve de rosto da Marvel para o público, tira do caminho tudo o que “não funcionou”, ou que não funcionou como se esperava, sejam atores, roteiros e, inclusive, realizadores.

Pensando nisso, decidimos relembrar 10 diretores que foram “excluídos” do MCU em prol do “bem maior” da empresa, tendo garantido o sucesso com seus filmes ou não. Confira abaixo.

Anna Boden e Ryan Fleck

Começamos com os mais recentes “cancelados” pela Marvel. A dupla de cineastas, casados na vida real, veio da cena independente e chamou atenção com obras elogiadas como Half Nelson – Encurralados (2006), Perseguindo um Sonho (2008) e Parceiros de Jogo (2015). Foi o suficiente para entrarem no radar da Marvel e serem contratados para o roteiro e direção de Capitã Marvel (2019), o primeiro filme de uma protagonista feminina da casa. Nada mais natural que no comando tivéssemos também uma mulher, a primeira cineasta na direção de um longa do MCU. Apesar de ter se tornado um dos maiores sucessos da empresa, sendo uma das 9 produções da casa a ultrapassarem a barreira de US$1 bilhão, o longa acabou dividindo parte do público e dos fãs. Sendo assim, a Marvel prontamente os substituiu para a sequência, a ser lançada ano que vem, contratando para a vaga a jovem Nia DaCosta (A Lenda de Candyman) e garantindo maior diversidade entre seus realizadores.

Scott Derrickson

Esse aqui foi ainda mais curioso. Saído do universo de filmes de terror (com obras como O Exorcismo de Emily Rose e A Entidade), Scott Derrickson foi a escolha da Marvel para ocupar a cadeira de diretor em Doutor Estranho (2016). O filme não se mostrou um sucesso estrondoso como os demais da casa e os fãs reclamaram de certa ausência dos elementos místicos alucinógenos que sempre fizeram parte das histórias do personagem. O fato fez inclusive o público se questionar sobre a continuação do filme não ser do interesse da Marvel, antes da mesma ser confirmada. Com a sequência engatada, Derrickson foi pescado novamente na direção e chegou a aparecer em uma Comic Con para falar do longa Doutor Estranho no Multiverso da Loucura, a ser lançado em março do ano que vem. Para a surpresa de todos, afirmando as famosas “divergências criativas”, Derrickson foi afastado do comando pouco tempo depois, abrindo espaço para ninguém menos que o grande Sam Raimi, há 9 anos sem dirigir um filme.

Kenneth Branagh

Até mesmo diretores de prestígio e currículo Shakespeariano como Kenneth Branagh, renomado com 5 indicações ao Oscar, podem “sambar” se for preciso. E o motivo muito bem pode ser uma agenda apertadíssima para cumprir a data de lançamento. Como todos sabem, Branagh foi o diretor do primeiro Thor (2011), o quarto filme do MCU, e que ajudou a cimentar o que temos hoje. Após ter lançado o primeiro filme, o diretor teria menos de 2 anos para pré-produzir, filmar e editar a continuação. Achando que o prazo seria muito apertado, Kenneth optou por pular fora (ou foi “pulado”) e seguir para fazer Jack Ryan – Operação Sombra (2014). Com saída do cineasta, Patty Jenkins foi contratada, mas as tais divergências criativas voltaram a atacar e a diretora logo saiu, o que fez a atriz Natalie Portman ameaçar largar o projeto igualmente. No fim das contas, Jenkins fez o sucesso Mulher-Maravilha (2017) e Alan Taylor assumiu Thor – O Mundo Sombrio (2013).

Alan Taylor

Eu sei o que você está pensando desde o parágrafo acima: Quem??! Pois bem amigos, um dos diretores menos expressivos a ter passado pelo MCU, Alan Taylor é oriundo de séries de TV, como o sucesso Game of Thrones. E foi justamente esta série medieval de fantasia o que fez a Marvel achar que o sujeito seria perfeito para seu produto de teor similar, Thor. Assim como o próprio diretor em si, que temos certeza que é um ótimo sujeito na vida real, o segundo Thor se mostrou o filme mais “sem tempero” e burocrático da casa. Taylor seguiria para dirigir o trem desgovernado conhecido como O Exterminador do Futuro: Gênesis (2015). Assim, Taylor não entrou na lista do estúdio para o terceiro Thor. Em contrapartida, o diretor acusou a Marvel de mudar seu filme na pós-produção, após ter lhe permitido toda a liberdade durante as filmagens. Entre os novos diretores visados para o cargo no terceiro filme, Ruben Fleischer (Venom), Rob Letterman (Detetive Pikachu), Rawson Marshall Thurber (Arranha-Céu) e até mesmo Kenneth Branagh, que recusou a fim de dirigir O Assassinato no Expresso do Oriente (2017) e construir seu próprio universo cinematográfico, o Agathaverso. Assim, entrou em cena finalmente o neozelandês Taika Waititi, que impressionou tanto o estúdio em Thor Ragnarok (2017) ao ponto de estar confirmadíssimo para a sequência Thor – Amor e Trovão, a ser lançado em maio de 2022.

Jon Favreau

Aqui temos um diretor a quem a Marvel deve muito por seu universo compartilhado. Tudo começou com Favreau no comando de Homem de Ferro (2008) e o resto é história. O diretor retornaria para Homem de Ferro 2 (2010), igualmente sucesso de bilheteria, mas que foi envelhecendo mal rapidamente. A Marvel chegou a cogitar Favreau para a direção do primeiro Os Vingadores (2012), mas o cineasta terminou no comando de outra adaptação de quadrinhos na época, uma mais obscura, Cowboys & Aliens (2011) – digamos apenas que um se tornou fenômeno e outro… bem, não. Mas Favreau é mais um caso de cineasta que na verdade disse não para a Marvel, pelo menos é o que veio a público. Teoricamente, o estúdio teria voltado ao diretor para o comando de Homem de Ferro 3 (2013), o mais bem sucedido financeiramente da trilogia, ao que o cineasta cordialmente teria recusado, se concentrando apenas na atuação na pele do motorista / segurança de Tony Stark, Happy Hogan – figura recorrente no MCU. Ao dizer não para o terceiro Iron Man, Favreau estava na verdade dizendo sim a outra produção da Disney, Magic Kingdom, que irá adaptar o famoso parque temático da empresa. O problema maior é que desde 2013 a ideia ainda não saiu do papel…

Joss Whedon

O novo cancelado do momento, Joss Whedon tem muita parte no sucesso que é hoje o MCU. Se Favreau deu o pontapé inicial, Whedon marcou primeiro a maior goleada do estúdio. Os Vingadores foi o primeiro fenômeno da casa, ultrapassando a barreira de US$1 bilhão em bilheteria. O filme mostrou que ter várias franquias interligadas, numa reunião de diversos grandes personagens, era uma possibilidade muito palpável. Antes do diretor ser contratado, no entanto, Joe Carnahan (Esquadrão Classe A) foi considerado para ocupar a cadeira de comando. Joss Whedon, é claro, tem a carteirinha oficial de nerd, e vindo do sucesso da série cult Buffy – A Caça-Vampiros sempre foi um aficionado por quadrinhos e cultura pop. Após ser escolhido, transformou a super equipe numa realidade e seu futuro no MCU era garantido. Três anos depois e ele voltaria para Era de Ultron (2015), mas a pressão feita pelo estúdio foi demais para o cineasta suportar e ele chegou a afirmar ter tido um surto psicológico durante a preparação do filme. Assim, Whedon foi afastado pela Marvel, após o resultado “morno” do segundo Vingadores, e substituído pelos meninos de ouro, os irmãos Joe e Anthony Russo para, não apenas o terceiro Vingadores (Guerra Infinita), como também para o eventual quarto filme (Ultimado), resultando nos dois maiores sucessos financeiros da Marvel. Os Russo, obviamente, vinham dos elogiados filmes do Capitão América, O Soldado Invernal (2014, o segundo) e Guerra Civil (2016, o terceiro). Depois de descansado, Whedon se bandeou para o lado da rival DC e ajudou a finalizar Liga da Justiça (2017), somente para se envolver em escândalos de abuso denunciados pela equipe.

Joe Johnston

A escolha de Joe Johnston para a direção de Capitão América: O Primeiro Vingador (2011) faz todo sentido uma vez que olhemos trinta anos no passado (na época vinte) para Rocketeer (1991). O clima retrô futurista de ambos os filmes tem tudo a ver e parecem coexistir. O primeiro filme do Capitão América fez o que precisava para manter a bola rolando no MCU, assim como o primeiro Thor. Por isso, quando foi a hora de começar a pensar na continuação, a Marvel não correu de volta para Johnston, optando por outro caminho. Acima de tudo, o clima do passado daria lugar a uma trama moderna na continuação, por isso em seu lugar, depois de serem cogitados F. Gary Gray (Velozes e Furiosos 8) e George Nolfi (Os Agentes do Destino), os irmãos Russo foram contratados.

Edgar Wright

Este é um dos casos mais notórios que se tornou praticamente uma lenda urbana no mundo da cultura pop. Quando o inventivo Edgar Wright foi contratado para a direção de Homem-Formiga (2015), os fãs ficaram em êxtase. Wright é dono de estilo visual e narrativo únicos, tendo garantido seu status com produções de nível cult altíssimo, vide a trilogia do Cornetto e Scott Pilgrim Contra o Mundo. Mas quando a esmola é demais o santo desconfia, ou quando o diretor é bom e criativo demais, a Marvel poda suas asas. O fato é, o estúdio visava construir uma estrutura de filmes com teor similar e não havia espaço para fugir desta regra. A visão de Wright para o projeto era simplesmente muito fora da caixinha e arriscada demais. Assim, após anos de impasse em seu desenvolvimento, o diretor finalmente seria desligado, abrindo espaço para o mais manejável Peyton Reed, que se adaptou tão bem aos moldes da empresa que, além da continuação Homem-Formiga e a Vespa (2018), já está confirmadíssimo para a terceira parte, Ant-Man and the Wasp – Quantumania – a ser lançado em 2022.

Shane Black

Por mais que muitos possam dizer que a saída de Shane Black da Marvel pode não ser definitiva, porque até o momento nenhum outro filme do Homem de Ferro foi feito ou planejado, a verdade é que Homem de Ferro 3 (2013) já tem quase dez anos e nenhum movimento foi feito de ambas as partes (Black e a Marvel) para incluir o diretor em nenhum projeto vindouro da casa. Ao contrário, digamos, de Jon Watts, que além de abocanhar a nova trilogia do Homem-Aranha (na rachadinha Marvel/Sony), ainda será o diretor do vindouro filme do Quarteto Fantástico na casa. A verdade é que Shane Black, assim como Edgar Wright, é um diretor de visão única e podemos dizer que foi o cineasta que se safou fazendo um filme autoral dentro do MCU. Mesmo que suas decisões tenham deixado o estúdio num beco sem ter para onde ir, e outras tenham soado bem mais como trolladas (quem poderia esquecer o Mandarim do filme?). No entanto, Homem de Ferro 3 foi o segundo filme da Marvel a ultrapassar a barreira de US$1 bilhão, o que deveria ter feito o estúdio correr para renovar o contrato com Shane para algum outro projeto. Coisa que não ocorreu.

Louis Leterrier

Lado a lado com Jon Favreau, o francês Louis Leterrier estava lá nos primórdios da Marvel, dando os primeiros passos no MCU com O Incrível Hulk (2008). O problema? Muitos afirmam que quem de fato dirigiu o filme foi o protagonista Edward Norton, confirmando o comportamento “difícil” pelo qual é notoriamente conhecido. O fato afirma também a falsa de pulso do diretor francês, que não é exatamente o que a Marvel espera de seus comandantes – já pensou um ator dando problema numa produção de centenas de milhões de dólares sem que seu diretor consiga controla-lo. Receita para o fiasco. Assim, Leterrier seguiu para outros sucessos longe da Marvel, vide Fúria de Titãs (2010), Truque de Mestre (2013) e a série Lupin (2021) da Netflix, mas seria muito legal ver o cineasta recebendo uma segunda chance e voltando para o MCU.

Bônus: James Gunn

Bem, James Gunn ainda está na Marvel, mas passou por uma epopeia bem polêmica até ser reinstituído. Podemos dizer que ao lado de Joss Whedon e dos irmãos Russo, James Gunn foi importantíssimo para a fase 2 do MCU. Talvez a sua tarefa tenha sido a mais ingrata e justamente por isso a mais enaltecida. O diretor foi responsável por levar às telonas personagens do time C da editora e transformá-los em astros da cultura pop. Logo, todo mundo conheceu e aprendeu a amar figuras como o guaxinim Rocket e a árvore humanoide Groot, por exemplo. Guardiões da Galáxia (2014) tinha sabor especial, muito graças à trilha sonora repleta de canções da década de 1970. A continuação era uma certeza e Vol. 2 (2017) atingiu em cheio o alvo de novo. Porém, na era de cancelamentos que vivemos, alguns canceladores tiraram lá do passado do diretor, mensagens pra lá de politicamente incorretas, visando o humor, nas suas redes sociais, e a Marvel terminou por desliga-lo do eventual terceiro filme. A solução? Gunn recorreu à DC, que o acolheu de braços abertos, para Esquadrão Suicida (2021). Percebendo a burrada que havia feito com o excesso de politicamente correto, a Marvel voltou atrás e garantiu o cineasta no terceiro Guardiões da Galáxia, com lançamento programado para 2023.

O Outro Lado do Vento | Uma pérola escondida da NETFLIX

Longa carrega uma das histórias de produção mais conturbadas do cinema

Com sua imensa variedade de produções, a Netflix é como uma infindável biblioteca (ou locadora) no qual é muito fácil deixar certos títulos passarem despercebidos. Como em qualquer estabelecimento do tipo, os exemplares de maior nome costumam ficar à vista do visitante mais claramente do que qualquer outra coisa e no caso da Netflix esse exemplo se torna mais enfático devido à existência do algoritmo que mapeia a preferência do usuário com base no que ele consome, apresentando assim exemplares que são considerados mais apropriados para ele e consequentemente ocultando tantos outros que não se encaixam.

Um desses títulos, sem dúvida, é O Outro Lado do Vento: também conhecida como a última obra de Orson Welles. O mockumentário (falso documentário) do famoso cineasta teve uma produção extremamente complicada, marcada por processos judiciais, gravações que levaram anos para serem concluídas e escassez de recursos financeiros. 

Desde o início Welles lidou com o projeto como uma obra independente, no qual não só marcaria seu retorno às boas graças de Hollywood (conforme ele acreditava) como também seria um filme no qual ele teria o controle total de tudo que aconteceria; essa seria uma situação oposta ao que lhe ocorreu enquanto produzia sua obra mais famosa, Cidadão Kane, onde o estúdio mantinha o diretor sob controle e era detentor da palavra final.

Orson Welles (à esquerda) era persona non grata em Hollywood à altura que realizou seu último filme

O momento em que a ideia do filme foi concebida também é muito importante, ainda mais que pela duração do desenvolvimento ela se traduz de 1970 até 2018. Quando Welles anunciou que estava desenvolvendo seu próximo filme ele já era um cineasta “exilado” na Europa e no período entre 1948 e 1956 suas produções basicamente se concentraram por lá, tais como Othello (1948) e The Immortal Story (1968).

Toda a premissa de O Outro Lado do Vento se concentra no último dia de vida de um premiado diretor chamado Jake Hannaford que, incapaz de se adaptar às mudanças pelas quais o cinema passava principalmente com o movimento da Nova Hollywood, decide apostar na produção de uma última obra que conteria todos os elementos que estavam populares na época por filmes como Bonnie e Clyde e A Última Noite de um Homem, sendo eles sexo e violência explícita.

Dessa forma, com o filme ainda inacabado, Hannaford promove uma festa em sua casa convidando críticos e associados de longa data para exibir o que já havia do material. Ao mesmo tempo em que é desenvolvida essa linha narrativa, vai se mesclando a ela cenas do filme que está sendo exibido na festa; apresentando um casal de protagonistas que jamais falam e envolvidos em várias cenas explicitamente eróticas. Por se tratar de uma obra não finalizada, esse filme secundário não mostra qualquer linha narrativa clara que o espectador possa seguir para entender o que está acontecendo, nem mesmo os personagens da festa ou envolvidos na produção são capazes de entender o que está sendo mostrado.

Jake Hannaford (John Huston) é o protagonista e objeto de estudo em “O Outro Lado do Vento

De qualquer forma, Welles monta sua trama principal com um trabalho de câmera propositalmente caótico em meio às várias pessoas presentes na festa e invasivo no que consta aos constantes close-ups sobre o diretor protagonista. Narrativamente o filme não segue uma estrutura que simula fielmente a fórmula de um documentário mas a câmera tem uma presença bem fluída pelo cenário, focando pontualmente em vários convidados interagindo em cômodos diferentes. De vez em quando rendendo comentários direcionados do personagem em observação sobre o que quer que esteja acontecendo.

Durante uma conversa com Peter Bogdanovich, que também foi parte do elenco, Welles indicou como seria a estrutura de condução da trama. “Eu vou usar várias vozes para contar a história. Você escuta conversas gravadas como entrevistas e você vê algumas cenas diferentes acontecendo ao mesmo tempo”.

O enredo também é considerado uma metáfora aberta sobre o processo de envelhecimento de um artista, variando em termos de associação do protagonista com o autor Ernest Hemingway, essa defendida pelo próprio Orson Welles que o conheceu na década de 30, até possivelmente com Alfred Hitchcock que outrora já havia sido uma unanimidade na indústria mas que na fase final da carreira enfrentou grande dificuldade de se adaptar aos novos tempos, entregando dessa forma trabalhos considerados medíocres como Topázio e Cortina Rasgada.

A altura dos anos 70, Hitchcock, assim como Hannaford, estava longe do auge da carreira

Porém, a comparação mais imediata e talvez célebre acabe sendo com a mente por trás do filme. Nas ocasiões em que foi questionado se o protagonista interpretado por John Huston (outro célebre nome no panteão de cineastas de Hollywood) era uma representação da sua persona, Orson Welles foi direto ao negar e jogar a especulação para o colo de Hemingway. No entanto, é fácil tender a comparar O Outro Lado do Vento como uma representação satírica da trajetória profissional do próprio Orson Welles.

Antes considerado um prodígio do cinema pelo feito alcançado com Cidadão Kane e até mesmo um comunicador diferenciado por um dos primeiros mockumentários da história que foi sua transmissão radiofônica de Guerra dos Mundos em 1938, ele viu gradativamente os estúdios lhe dando as costas e com crescente dificuldade de financiamento dos seus projetos ele se voltou para o mercado europeu de cinema independente que foi ganhando amadurecimento a partir dos anos 50.

É justamente esse histórico complicado relacionado ao financiamento que Welles postergou por décadas a finalização de O Outro Lado do Vento. Inicialmente ele teve como principal investidor Mehdi Boushehri, cunhado do então Xá do Irã Reza Pahlavi. No entanto, após a deposição do Xá na Revolução Iraniana de 1979 o filme foi mantido em um cofre na França, primeiramente pelo novo regime do país e depois pela produtora francesa do cunhado do Xá.

Problemas financeiros, a até mesmo geopolíticos, atrasaram indefinidamente a pós produção do filme

Welles então iniciou uma batalha judicial para recuperar os direitos sobre os negativos; conforme é visto no documentário Serei Amado Quando Morrer, o cineasta apelou para o antigo código napoleônico relacionado à propriedade intelectual, mas a decisão da corte francesa manteve os direitos com o produtor.

Quando chegou o ano de 1985, Orson Welles faleceu sem jamais ter finalizado a edição de seu último filme. Ainda assim, seus associados e parentes continuaram o esforço de arrecadar recursos para terminar a produção o mais próximo possível de como o diretor sonhara em realizar. Por volta de 1998, Mehdi Boushehri decidiu por negociar os direitos sobre o filme, a fim de facilitar que ele fosse lançado e assim pudesse recuperar um pouco do investimento.

Poucos anos depois, Bogdanovich anuncia que vai buscar parceiros para terminar a pós-produção de O Outro Lado do Vento em um esforço que perdurou até 2018, quando a versão finalizada foi exibida no Festival de Veneza e no final do ano entrou no catálogo da Netflix

Ao final dessa saga, fica muito difícil não confundir o filme com a carreira de Welles. Um conceito que originalmente poderia ser o renascimento de um cineasta\um cineasta que no início da carreira apresentou conceitos que poderiam mudar o cinema, uma história sobre um diretor outrora grande que se tornou uma sombra reciclada de si mesmo\ um realizador que já foi considerado um prodígio de Hollywood por ter criado o maior filme de todos os tempos e nos estágios finais da vida precisava financiar os próprios projetos.

Tudo em O Outro Lado do Vento exala a exaustão, no bom sentido, do seu criador, o cansaço que transparece no Jake Hannaford de John Huston exibe bem isso; as câmeras invasivas que tomam a festa na casa do cineasta, como abutres em volta do corpo já deteriorado do protagonista, são as mesmas que muito se fartaram em mostrar Orson nos estágios finais da vida e ainda assim cabe a ironia de algumas delas serem de cineastas realizando gravações sobre o projeto de Hannaford; outrora o manipulador das câmeras, é Hannaford\Welles quem por elas agora era vitimizado.

 

‘Duster’: Josh Holloway vai estrelar nova série da HBO Max produzida e co-escrita por J.J. Abrams

O astro John Holloway, da série ‘Lost‘, vai novamente trabalhar em parceria com o cineasta J.J. Abrams, na nova série original da HBO Max, intitulada ‘Duster‘. A informação foi revelada em primeira mão pela revista Variety.

A produção se passa no sudoeste, no auge dos anos 70, e traz Holloway como um piloto de fuga para um crescente sindicato do crime.

Abrams assina o roteiro de ‘Duster‘, ao lado de LaToya Morgan (‘The Walking Dead‘). Ambos também assumem a função de produtores executivos do projeto.

Recentemente, Holloway entrou para o elenco da 3ª temporada da aclamada série western ‘Yellowstone‘, da Paramount Pictures.

Ele também estrelou a série ‘Colony‘, da emissora USA e criada por Carlton Cuse, um dos co-criadores de ‘Lost‘.

Josh Holloway ficou mais conhecido por interpretar James Sawyer, na série ‘Lost‘. Além disso, o ator também dirigiu diversos episódios da produção, que traz Abrams como um dos criadores e produtores executivos.