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‘Outlander’ é renovada para a 7ª temporada

De acordo com o TVLine, o canal Starz renovou a série ‘Outlander‘ para a 7ª temporada.

Com 12 episódios encomendados, o sétimo ciclo irá adaptar o romance ‘Ecos do Futuro‘, sétimo livro da saga escrita por Diana Gabaldon.

“Nós estamos muito animados que o canal Starz nos deu a oportunidade de continuar nossa jornada épica,” afirmou o showrunner Matt Roberts. “Nós mal podemos esperar para começarmos a desenvolver o próximo ciclo e dar aos fãs uma nova temporada espetacular.”

Vale lembrar que, após diversos atrasos provocados pela pandemia de COVID, as filmagens da sexta temporada estão acontecendo atualmente na Escócia.

Baseado nos livros de Gabaldon, o drama histórico segue Claire Randall (Caitriona Balfe), uma enfermeira de combate da Segunda Guerra Mundial que vai parar misteriosamente na Escócia, em 1743. O elenco também inclui Sam Heughan, Tobias Menzies, Graham McTavish, Gary Lewis, Annette Badland, Stephen Walters e Laura Donnelly.

Jantar sinistro no novo clipe do terror ‘Honeydew’; Confira!

O terror ‘Honeydew‘, estrelado por Sawyer Spielberg (filho do icônico cineasta Steven Spielberg), ganhou um novo clipe.

Confira, com o trailer completo:

O longa é escrito e dirigido por Devereux Milburn.

A trama segue um jovem casal que é forçado a buscar abrigo em uma antiga fazenda, onde mora uma senhora e seu estranho filho. Quando eles começam a ter desejos estranhos, alucinações sinistras começam a afastá-los da realidade.

Malin Barr e Barbara Kingsley também estrelam a produção.

O terror será lançado em VOD no dia 13 de abril.

‘Godzilla vs. Kong’: Novo vídeo apresenta os personagens humanos do filme; Confira!

A Warner Bros. divulgou um novo vídeo dos bastidores de ‘Godzilla vs. Kong‘, destacando os personagens humanos da produção.

Confira:

O filme foi adiado para o dia 1º de Abril de 2021 nos cinemas brasileiros.

Dirigido por Adam Wingard (‘Você é o Próximo‘), o longa dará continuidade aos eventos de ‘Godzilla II: Rei dos Monstros‘ e ‘Kong: A Ilha da Caveira‘.

Revelado como ‘Kong – A Ilha da Caveira’ se conecta a ‘Godzilla’ [SPOILER] 

“A humanidade luta pelo seu futuro, à medida em que Godzilla e Kong embarcam em um caminho de destruição que trará as duas forças da natureza mais potentes do mundo se colidindo em uma grandiosa guerra”.

O elenco conta com Millie Bobby Brown, Julian DennisonRebecca HallEiza GonzalezBrian Tyree HenryAlexander Skarsgård, Jessica Henwick Demian Bichir.

Qual foi a MELHOR e a PIOR temporada de ‘Stranger Things’?

Stranger Things‘ se tornou a série sensação da Netflix, encantando e divertindo os fãs, mas também partindo o coração de muitos. Já foram três temporadas desde que encontramos Eleven, Will, Mike, Dustin, Lucas e companhia pela primeira vez. Neste meio tempo, nos deparamos com muita nostalgia dos anos 80 e com uma trama focada na aventura e na amizade entre as crianças.

Criada pelos irmãos Ross Duffer e Matt Duffer, Stranger Things é uma das maiores séries da atualidade. Em três anos de existência, recebeu nada menos que 31 indicações ao Emmy e quatro indicações ao Globo de Ouro, sem contar o prêmio de Melhor Elenco no SAG Awards. Como a Netflix não divulga regularmente os números de audiência, não dá para se ter uma dimensão exata do sucesso da série, mas está bem claro que estamos diante de um fenômeno da cultura pop.

Inspirada livremente nos universos de Steven Spielberg, John Carpenter, Stephen King, dentre outros grandes nomes, a série entregou, até aqui, três boas temporadas, embora seja possível reconhecer alguns problemas aqui acolá, além de altos e baixos. Pensando nisso, o CinePOP decidiu fazer um ranking das temporadas até o momento, da pior à melhor.

Confira como ficou a nossa ordem. E não deixe de mandar a sua através dos comentários. Aproveite ainda para conferir a nossa crítica em vídeo da última temporada de Stranger Things.

Vale lembrar que a quarta temporada tem estreia prevista para 2022.

 

03 – Segunda Temporada (2017)

Não é como se a segunda temporada de Stranger Things fosse uma completa perda de tempo. Temos coisas bem legais e a introdução de personagens pra lá de cativantes. Mas é impossível não reconhecer que foi a temporada mais problemática até aqui, com direito ao famoso sétimo episódio, completamente dispensável e desinteressante, que até hoje é criticado pelos fãs.

 

Pontos positivos:

O desenvolvimento do Steve e sua amizade com Dustin; a introdução de novos personagens como Max, Erica e Bob (#RIPBob); a manutenção do clima nostálgico e referencial; e momentos delicados, seja na relação entre Eleven e Hopper, seja entre as crianças, como no belo baile que fecha a temporada.

Pontos negativos:

O sétimo episódio (o que foi aquilo?) e a tentativa frustrada de fazer algo meio X-Men; o mau desenvolvimento de Billy, que surge como uma espécie de vilão, mas que é sempre raso e desinteressante; a sensação de estarmos diante de uma “temporada-ponte”, cuja única função é traçar o caminho para o que vem a seguir, sem oferecer algo realmente muito especial.

 

02 – Primeira Temporada (2016)

Não foi fácil tomar a decisão de colocar a temporada inicial na segunda colocação do nosso ranking, afinal foi a responsável por introduzir personagens maravilhosos e um universo realmente fascinante. Não foi por acaso que Stranger Things se tornou um fenômeno cultural e boa parte das razões estão presentes no primeiro ano da produção.

 

Pontos positivos:

Clima de nostalgia e ótimo aproveitamento da relação afetiva das pessoas com os anos 80; elenco infantil carismático selecionado com precisão; elenco de apoio talentoso, com direito a retomada da carreira de Winona Ryder; roteiro envolvente que mescla aventura e ficção científica, e remete aos clássicos dos anos 80, como Conta Comigo, Goonies, ET e companhia; trilha sonora e direção de arte primorosas.

Pontos negativos:

Trama um pouco arrastada nos primeiros episódios; abordagem bizarra do Jonathan no início, especialmente em seu momento stalker escondido tirando fotos de Nancy; exagera um pouco no número de referências e easter eggs.

 

01 – Terceira Temporada (2019)

Apesar de derrapadas no segundo ano, nos parece claro que o tempo fez muito bem à Stranger Things. A série está cada vez mais madura, sem perder na inocência e no clima de nostalgia. Conseguiu manter a dinâmica aventura/ficção científica e ainda pôde acrescentar novos elementos, como a intriga política entre Estados Unidos e União Soviética – algo clássico dos filmes dos anos 80. A evolução dos personagens também é notória e a divisão por grupos funciona, principalmente por causa do surgimento de um novo quarteto maravilhoso.

 

Pontos positivos:

Boa construção do suspense; ótima relação entre Max e Eleven, que deixa para trás o clima de competitividade da segunda temporada; introdução da Robin; dinâmica perfeita no núcleo Dustin-Steve-Robin-Erica; melhor desenvolvimento de Billy; clima de filmes de espionagem dos anos 80; final cativante de partir o coração; cliffhanger instigante para a quarta temporada.

Pontos negativos:

Trama um pouco arrastada nos primeiros episódios; dinâmica entre Joyce e Hopper parece exagerada, embora com bons momentos; Billy segue prejudicado por uma atuação acima do tom de Dacre Montgomery, por mais que o personagem ganhe novas camadas; trilha sonora excessiva.

Premonição | Do melhor ao pior filme da franquia

A franquia Premonição teve início em 2000, e ela completa vinte anos de existência – caminhando para mais um capítulo que já começa a ganhar seus primeiros detalhes.

Em homenagem a uma saga que procurou revitalizar os filmes slasher ao trazer para as telonas um inimigo invisível (a Morte), o CinePOP preparou o ranking de todos os longas-metragens lançados até hoje, o qual será atualizado em breve caso os planos da New Line Cinema deem certo.

Confira abaixo a nossa lista e conte para nós qual a sua iteração favorita:

1. PREMONIÇÃO 5

Lançado em 2011, Premonição 5’ foi a única entrada da franquia que agradou realmente os críticos. O uso do CGI e a condução das cenas de morte foram bastante cautelosas, ao mesmo tempo que o diretor Steven Quale apostava em uma espécie de thriller psicológico que se aliava com o prospecto caótico da tragédia – além de construir um finale chocante que revelou as reais intenções da produção.

2. PREMONIÇÃO

O capítulo de estreia trouxe nomes como Ali Larter e Devon Sawa enfrentando a Morte pela primeira vez depois de salvarem um grupo de alunos de um avião explosivo (no sentido mais literal que podemos imaginar). Trazendo uma perspectiva diferente para produções do suisgeneris slasher e criando um assassino em série impossível de enfrentar, a narrativa tornou-se um clássico e arrebatou uma legião de fãs – além de ter influenciado futuras investidas cinematográficas e seriadas.

3. PREMONIÇÃO 3

Antes de ‘Rua Cloverfield, 10’ e Aves de Rapina, Mary Elizabeth Winstead estrelava Premonição 3’ como a jovem Wendy, uma aspirante à fotógrafa que salva seus colegas (apesar de perder o namorado) em um acidente num parque de diversões. A partir daí, Wendy descobre que seu pesadelo não acabou, utilizando as fotos que tirou para tentar salvar o máximo de pessoas possível de serem levadas pela mão vingativa da Morte.

4. PREMONIÇÃO 2

Apesar de seus aparentes erros, Premonição 2’ foi uma continuação palpável e coerente do filme de 2000. Aqui, A.J. Cook fez uma manobra perigosa para impedir que motoristas se envolvessem em um engarrafamento mortal na Rota 23, mas não percebeu que suas ações teriam consequências drásticas. Mais do que isso, a premissa já explorada alguns anos antes ganhou uma nova camada que ampliou a mitologia da série e trouxe explicações interessantes para algo que seria revitalizado e lapidado no futuro.

5. PREMONIÇÃO 4

Premonição 4’ é uma esquecível página desse panteão sobrenatural – e não é por menos: lançado quatro anos depois de Premonição 3’, a nova história é incabível ao extremo e faz uso de um execrável gore-porn que simplesmente não faz o menor sentido, seja por suas forçadas sequências sanguinolentas, seja pela falta de criatividade dos roteiristas em arquitetar um crescente suspense até a reviravolta final (isso sem mencionar o complexo de salvador que parece não casar com a personalidade do protagonista).

Marvel parabeniza ‘Avatar’ por passar ‘Ultimato’ e recuperar o posto de maior bilheteria da história

Os cinemas da China voltaram a exibir ‘Avatar‘ na sexta-feira (12) para comemorar a reabertura de algumas salas no país, e o filme retomou o trono de maior bilheteria da história do cinema.

Para quem não se lembra, ‘Avatar‘ arrecadou US$ 2,790 bilhões em 2009 e foi vencido por ‘Vingadores: Ultimato’, que conquistou US$ 2,797 bilhões em todo o mundo.

Como faltavam apenas US$ 7,4 milhões para o sci-fi de James Cameron recuperar o posto de maior bilheteria de todos os tempos, não demorou muito para isso acontecer.

A reestreia atingiu US $ 8,9 milhões em menos de 24 de horas, ultrapassando a marca de ‘Vingadores: Ultimato‘.

Nas redes sociais, a Marvel parabenizou James Cameron e ‘Avatar‘ pela conquista:

Até o momento, o total estimado paraAvatar é de US$ 2.798,9 bilhões.

Alguns fãs da Marvel já estão fazendo questão de lembrar que ‘Avatar‘ só conseguiu recuperar o posto por conta do relançamento, mas vale lembrar que ‘Vingadores: Ultimato’ só ultrapassou seu concorrente depois de uma reestreia que permaneeu em cartaz por quase três meses.

De qualquer forma, a Disney saiu lucrando, já que os direitos de imagem de ‘Avatar agora fazem parte do estúdio desde a aquisição da Fox.

Lembrando que as filmagens de ‘Avatar 2‘ já foram 100% finalizadas. A informação foi compartilhada pelo próprio James Cameron.

“O Covid nos atingiu como a todo mundo. Nós perdemos cerca de quatro meses e meio de produção. E como resultado disso, nós tivemos que adiar a estreia do filme em um ano, para dezembro de 2022. Mas isso não significa que temos um tempo extra para finalizar o filme, porque no dia em que entregamos ‘Avatar 2′, nós começamos a trabalhar na finalização de ‘Avatar 3′. E neste momento estamos na Nova Zelândia filmando. Estamos gravando o que falta do live-action e ainda faltam uns 10% para terminarmos. Já completamos 100% de ‘Avatar 2‘ e completamos cerca de 95% de ‘Avatar 3‘”.

A demora em torno do segundo filme seria pelo fato de Cameron estar investindo em uma nova tecnologia nos cinemas.

Em entrevista ao Digital Spy, ele revelou que criou uma “tecnologia tão avançada que ninguém poderia imaginar nos dias de hoje”.

“Temos os melhores artistas e técnicos do mundo para criar um filme tão rico visualmente que vai chocar a todos. Vamos surpreender com um filme inovador em todos os sentidos”, afirmou.

Avatar 2‘ chegará aos cinemas apenas em 2022, após quatro anos de atraso.

Cameron também já agendou o lançamento dos demais capítulos da saga.

Confira:

AVATAR 2 – 16 de Dezembro de 2022
AVATAR 3 – 20 de Dezembro de 2024
AVATAR 4 – 18 de Dezembro de 2026
AVATAR 5 – 22 de Dezembro de 2028

Kids Choice Awards: ‘Mulher-Maravilha 1984’ é eleito o Melhor Filme do Ano

Mulher-Maravilha 1984‘ pode ter dividido a opinião do público e dos críticos, mas o filme agradou as crianças.

O filme foi eleito o Melhor do Ano pelo Kids Choice Awards, que ainda premiou Millie Bobby Brown como melhor atriz por ‘Enola Holmes‘ e Robert Downey Jr. como melhor ator por ‘Dolittle‘.

Confira os vencedores:

CINEMA

FILME FAVORITO
‘Dolittle’
‘Hamilton’
‘O Halloween de Hubie’
‘Mulan’
‘Sonic: O Filme’
‘Mulher-Maravilha 1984’ – Vencedor

ATRIZ FAVORITA
Millie Bobby Brown (‘Enola Holmes’) – Vencedora
Gal Gadot (‘Mulher-Maravilha 1984’)
Anne Hathaway (‘Convenção das Bruxas’)
Vanessa Hudgens (‘A Princesa e a Plebeia: Nova Aventura’)
Yifei Liu (‘Mulan’)
Melissa McCarthy (‘Superinteligência’)

ATOR FAVORITO
Jim Carrey (‘Sonic: O Filme’)
Robert Downey Jr. (‘Dolittle’) – Vencedor
Will Ferrell (‘Festival Eurovision da Canção: A Saga de Sigrit e Lars’)
Lin-Manuel Miranda (‘Hamilton’)
Chris Pine (‘Mulher-Maravilha 1984’)
Adam Sandler (‘O Halloween de Hubie’)

ANIMAÇÃO FAVORITA
‘Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica’
‘Os Croods 2: Uma Nova Era’
‘Phineas e Ferb, O Filme’
‘Trolls 2’
‘Scooby! O Filme’
‘Soul’ – Vencedor

VOZ FAVORITA DE UM FILME ANIMADO
Tina Fey (‘Soul’)
Jamie Foxx (‘Soul’)
Anna Kendrick (‘Trolls 2’) – Vencedor
Chris Pratt (‘Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica’)
Ryan Reynolds (‘Os Croods 2: Uma Nova Era’)
Emma Stone (‘Os Croods 2: Uma Nova Era’)
Justin Timberlake (‘Trolls 2’)

Filmes para Assistir no Amazon Prime Video e não sentir falta dos cinemas…

Está em casa procurando algo para fazer? Separamos 15 filmes fantásticos disponíveis no catálogo do Amazon Prime Video para ajudarem a matar a saudade do cinema.

Confira:

No Portal da Eternidade (2018)Estrelado pelo brilhante Willem Dafoe, este filme traz para as telonas os últimos dias de vida do lendário pintor holandês Vincent Van Gogh. A direção traz uma abordagem crua e ousada para a história, utilizando elementos técnicos para dar a sensação intensa que a mente de Van Gogh tinha em seus dias cotidianos. Os únicos momentos “tranquilos” dessa trama são quando Vincent está confeccionando suas obras imortais, dando a entender que a arte era um alívio para sua angústia e não um produto da mesma. A atuação de Dafoe é magistral e toma conta do filme.

Casal Improvável (2019)Protagonizado por Seth Rogen e Charlize Theron, a trama conta a história do jornalista frustrado, Fred Flarsky (Rogen), que começa a trabalhar para Charlotte Field (Theron), que, além de ser candidata à presidência dos EUA, também foi sua babá na infância e seu primeiro amor. O filme brinca o tempo inteiro com os conceitos sociais americanos e como as pessoas seguem caminhos diferentes. É facilmente uma das comédias mais engraçadas da última década e possui um grande diferencial: é um filme com coração.

O Sacrifício do Cervo Sagrado (2017)Pouco comentado em seu lançamento, O Sacrifício do Cervo Sagrado é um dos filmes mais estranhos da década passada, mas também é um dos mais originais. Dirigido pelo grego Yórgos Lánthimos, o longa conta a história de um médico (Colin Farrell) que perde um paciente e passa a conviver com o filho dele. O elenco também conta com Nicole Kidman, que está sobrenatural em seu papel. É um filme muito desconfortável, mas com grande valor cinematográfico.

Inside Llewyn Davis – Balada de Um Homem Comum (2013)Dirigido pelos Irmãos Coen, o longa conta a história de Llewyn Davis (Oscar Isaac), um músico arrogante e fracassado na Nova York dos anos 60, que sai por aí tentando emplacar seu trabalho enquanto tem que lidar com suas próprias frustrações. O filme é uma grande homenagem ao cenário musical folk e tem como aliado uma trilha musical impecável, trabalhando como fio condutor da trama. Oscar Isaac está perfeito no papel principal, sendo até hoje uma de suas atuações mais fascinantes.

Green Book: O Guia (2018)Vencedor do Oscar de melhor filme, Green Book é baseado na história real do renomado pianista negro, Dr. Shirley (Mahershala Ali) em uma viagem de carro com o motorista racista Tony Lip (Viggo Mortensen). Nesta viagem, os dois vivenciam diversas experiências que os aproxima e um princípio de amizade surge em meio aos tempos de segregação racial. Em seu lançamento, o filme foi bastante criticado por amenizar o racismo de Tony que, segundo relatos, foi bem mais cruel e babaca do que seu personagem nas telonas. O grande destaque, porém, são as atuações. Ali dá uma aula de atuação na pele do Dr. Shirley, inclusive sendo premiado com um Oscar, e Viggo está nojento como Tony Lip.

A Grande Jogada (2017)

Pouco falado no Brasil em seu lançamento, o filme conta a história de Molly Bloom (Jessica Chastain), uma esquiadora que perde a oportunidade de disputar as Olimpíadas por conta de um acidente. Frustrada, ela passa a trabalhar como garçonete e acaba indo par o mundo dos cinemas. Agora contando com mais prestígio, Molly começa a agenciar noites de pôquer e carteado ilegal com clientes da “alta”. O longa conta com diálogos afiados e bastante didatismo sobre o mundo do crime. Porém, a grande atração é Chastain, que atua maravilhosamente bem, e sua relação com Idris Elba, o extremo oposto de sua personagem.

Drive (2011)Dirigido pelo excêntrico Nicolas Winding Refn, traz um dublê de cenas de fuga (Ryan Gosling), que também trabalha como piloto de fuga para a máfia. Ele tem um senso ambíguo de moral e passa a conviver bastante com sua vizinha e o filho dela. Tudo muda quando o marido da vizinha (Oscar Isaac) sai da cadeia e volta para casa. Porém, quando ele se envolve em problemas com a máfia, o motorista aparece para ajudá-lo e uma trama frenética começa. Além do mais, o filme tem um ritmo impecável e um visual único.

Fruitvale Station: A Última Parada (2013)O primeiro grande trabalho do diretor Ryan Coogler (Pantera Negra) nos cinemas conta uma história simples, mas recheada de emoção e sentimentos ao abordar o drama de um jovem negro (Michael B. Jordan) que acaba de ser demitido e tem uma criança para criar. O filme é repleto de revolta pela péssima condição social a que as pessoas são submetidas nos dias de hoje, e, principalmente, pelo racismo e a falta de oportunidades. É um longa 100% atual e trabalhado com o dinamismo característico de Ryan Coogler.

The Post – A Guerra Secreta (2017)Dirigido por Steven Spielberg, o filme é um drama sobre o mundo jornalístico nos anos 70, quando o The Washington Post se preparava para entrar na Bolsa de Valores. Ao mesmo tempo, os editores do jornal, vividos por Meryl Streep e Tom Hanks, passam por uma situação complicada ao receberem documentos confidenciais do governo sobre a Guerra do Vietnã. Junto ao drama de tentar publicar, a redação começa a sofrer com a concorrência do New York Times pela matéria.

Hereditário (2018)Com uma verdadeira aula de atuação de Toni Collette, Hereditário é um dos filmes de horror mais assustadores e angustiantes dos últimos anos. Isso porque a trama de Ari Aster constrói um clima de tensão o tempo todo, fazendo o espectador duvidar se a ameaça da história é realmente algo sobrenatural ou apenas delírios de uma família à beira de um colapso. É uma obra de arte do terror, sem precisar de Jump Scare ou algo do tipo para prender o espectador na trama familiar macabra.

A Caça (2012)Imagine que você é um professor bem quisto pela comunidade, mas em um dos momentos mais difíceis de sua vida, surge uma acusação grave que pode jogar sua imagem no lixo. Em A Caça, Mads Mikkelsen é Lucas, um professor da Dinamarca que, em meio ao seu processo de divórcio, sofre uma acusação de pedofilia com uma aluna de apenas 5 anos de idade. Em meio à revolta popular, pouco importa se ele era culpado ou não, todos querem acabar com ele. A atuação de Mikkelsen é um primor, mudando de vez o patamar de sua carreira, e a condução da trama é um grande soco no estômago.

A Vida em Si (2018)Dirigido por Dan Fogelman, responsável pelo fenômeno televisivo This is Us, A Vida em Si traz um drama familiar de primeira. Repleto de metalinguagens, o filme brinca bastante com aspectos banais da vida e tem foco no casal Will e Abby (Olivia Wilde e Oscar Isaac), mostrando de seu primeiro momento como casal até a gravidez de Abby.

O Que Te Faz Mais Forte (2017)Apesar de não ter tido tanto impacto na sociedade brasileira, o atentado à Maratona de Boston, em 2013, foi um evento trágico extremamente marcante para os americanos. O Que Te Faz Mais Forte conta a história de Jeff Bauman (brilhantemente vivido por Jake Gyllenhaal), um participante que perdeu as pernas no atentado e, apesar da frustração de não ter mais as pernas, é tratado como herói e constantemente pressionado a aceitar o caso como um presente de divino. Afinal, o que pode ser melhor do que ser considerado um herói? É um longa que critica a espetacularização da mídia à procura de construir ícones para vender histórias, chegando a desrespeitar familiares e as próprias vítimas das tragédias para poder vender histórias. E de como a sociedade está doente a ponto de querer impor para as pessoas o que elas devem achar ou sentir sobre elas mesmas.

Midsommar – O Mal Não Espera a Noite (2019) Midsommar ainda não está no catálogo do Amazon Prime Video, mas ficará disponível a partir do dia 19 de março. O filme é um terror dirigido por Ari Aster, que fala sobre relacionamentos familiares e amorosos. Na trama, um casal vai com um grupo de amigos para o festival de verão de uma aldeia sueca do interior. Lá, o casal, vivido por Florence Pugh e Jack Reynor, começa a discutir a relação enquanto passam por situações obscuras. O grande mérito do filme é brincar com o conceito do que seria bizarrice e o que seria algo aceitável por ser uma atividade cultural estranha. É uma verdadeira experiência angustiante e sensorial, repleta de mortes, violência gráfica, sexo explícito e tensão. Muita tensão.

O Rei Leão (2019)Cercado de polêmicas em seu lançamento, o maior clássico da Disney foi relançado no ano passado em uma versão feita completamente de CGI. A trama é uma reprodução fidelíssima ao longa animado dos anos 90, parecendo quase uma refilmagem quadro a quadro do original. A tecnologia utilizada para criar os animais em computação gráfica é fantástica, fazendo parecer que são animais reais em cena. Apesar de ser um filme voltado para o público infantil, os mais adultos ficarão fascinados com o visual do longa.

 

‘TrollsTopia’: Chaz hipnotiza a vila de trolls na nova cena oficial da 2ª temporada; Confira!

Hulu divulgou uma nova cena oficial da 2ª temporada de Trolls: TrollsTopia, série animada baseada na adorada franquia cinematográfica.

No vídeo, Chaz hipnotiza a vila de trolls com a suavidade do jazz.

Os novos episódios estreiam no dia 18 de março.

Confira:

Trolls: TrollsTopia é o próximo capítulo nas aventuras das adoráveis criaturinhas Durante a sequência Trolls 2, tudo vira de ponta cabeça quando Poppy descobre outras cinco tribos de trolls musicais espalhadas pela floresta. Agora, armada com sua positividade inigualável, ela decide trazer as delegações do Country Western, do Clássico, do Funk, do Techno e do Hard Rock para viverem juntas em sua vila, formando uma nova cidade e promover amizade e harmonia num grande experimento que ela chama de… TrollsTopia!

Os delegados das outras vilas não serão reis ou rainhas; em vez disso, vamos conhecer novos personagens originais que representam a diversão por trás de cada uma das tribos.”

Família enfrenta entidade sinistra no trailer do terror ‘The Banishing’; Assista!

O terror sobrenatural ‘The Banishing‘ ganhou um novo trailer.

Confira:

Christopher Smith (‘Triânguldo do Medo‘) é responsável pela direção.

Na trama, um jovem reverendo se muda para uma antiga casa, junto com sua esposa e sua filha para aproveitarem a tranquilidade da zona rural. No entanto, a filha do casal acaba sendo atormentada por uma presença maligna que pretende separar a família. Ao perceber que suas crenças não enfraquecem a aparição, o reverendo terá que recorrer à magia negra para salvar quem mais ama.

Sean Harris, Jessica Brown Findlay e Anya McKenna-Bruce estrelam a produção.

O terror será lançado pelo Shudder no dia 15 de abril.

‘Grey’s Anatomy’: Sarah Drew retornará como a Dra. April Kepner na 17ª temporada

GREY'S ANATOMY - "Back Where You Belong" - Alex returns to the hospital and discovers a lot has changed since he left. Meanwhile, Jo has to make a difficult decision on a case, and Arizona tries to distance herself from Eliza, on "Grey's Anatomy," THURSDAY, FEBRUARY 23 (8:00-9:01 p.m. EST), on the ABC Television Network. (ABC/Eric McCandless) SARAH DREW

De acordo com o DeadlineSarah Drew, que interpretou a Dra. April Kepner em ‘Grey’s Anatomy‘ retornará para uma participação especial na 17ª temporada da série.

Infelizmente, detalhes sobre o seu retorno não foram divulgados.

Vale destacar que, nesse ciclo atual, outros personagens amados pelos fãs da série também retornaram, como o Derek Shepherd (Patrick Dempsey) e o George O’Malley (T.R. Knight).

O próximo episódio, intitulado It’s All Too Much, irá ao ar no dia 18 de março.

Confira o trailer:

A trama segue a vida pessoal e profissional de cirurgiões e internos no Hospital Memorial Grey Sloan.

O elenco conta com Ellen Pompeo, Chandra Wilson, James Pickens Jr., Kevin McKidd, Jesse Williams, Caterina Scorsone, Camilla Luddington, Kelly McCreary, Giacomo Gianniotti, Kim Raver, Greg Germann, Jake Borelli, Chris Carmack, Richard Flood e Anthony Hill.

‘A Escola do Bem e do Mal’: Laurence Fishburne entra para o elenco da adaptação da Netflix

De acordo com o Bloody Disgusting, Laurence Fishburne (‘Matrix’) entrou para o elenco de ‘A Escola do Bem e do Mal‘, adaptação da Netflix baseada nos livros de Soman Chainani.

O elenco ainda contará com Charlize Theron, Kerry Washington, Michelle YeohSofia Wylie e Sophia Anne Caruso.

Paul Feig (‘Uma Segunda Chance para Amar’) é responsável pela direção.

Confira a sinopse completa:

No povoado de Gavaldon, a cada quatro anos, dois adolescentes somem misteriosamente há mais de dois séculos. Os pais trancam e protegem seus filhos, apavorados com o possível sequestro, que acontece segundo uma antiga lenda: os jovens desaparecidos são levados para a Escola do Bem e do Mal, onde estudam para se tornar os heróis e os vilões das histórias. Sophie torce para ser uma das escolhidas e admitida na Escola do Bem. Com seu vestido cor-de-rosa e sapatos de cristal, ela sonha em se tornar uma princesa. Sua melhor amiga, Agatha, porém, não se conforma como uma cidade inteira pode acreditar em tanta baboseira. Ela é o oposto da amiga, que, mesmo assim, é a única que a entende. O destino, no entanto, prega uma peça nas duas, que iniciam uma aventura que dará pistas sobre quem elas realmente são. Este best-seller é o primeiro livro de uma trilogia que mostra uma jornada épica em um mundo novo e deslumbrante, no qual a única saída para fugir das lendas sobre contos de fadas e histórias encantadas é viver intensamente uma delas.

A produção ainda não possui previsão de lançamento.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Tubarão ataca no trailer do terror ‘Deep Blue Nightmare’; Assista!

O terror ‘Deep Blue Nightmare‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa é dirigido por Jared Cohn.

Após andar de caiaque no mar para uma sessão de fotos em uma ilha deserta, Sarah e sua amiga Meghan se tornam alvo de um agressivo tubarão branco. Agora, elas devem se manter afastadas do predador mortal até que James, o pai de Sarah, possa guiar os serviços de emergência para resgatá-las.

O elenco conta com Paige McGarvin, Juliana Destefano, Michael Madsen e Jack Pearson.

O terror, produzido pela The Asylum, será lançado no canal Lifetime no dia 18 de março.

‘Ataque ao Prédio 2’: Diretor confirma que está desenvolvendo a sequência

Em entrevista ao EW, o diretor Joe Cornish confirmou que já está trabalhando na sequência ‘Ataque ao Prédio 2‘, que deve trazer o retorno do astro John Boyega (‘Star Wars‘).

“Nós estamos trabalhando na sequência atualmente. John Boyega me visitou há algumas semanas e nós conversamos sobre ideias para uma continuação até anoitecer. Então, sim, estamos trabalhando nisso.”

Ele continua, “Nós sempre tivemos ideias sobre o que queríamos fazer depois do primeiro filme, mas estivemos ocupados fazendo coisas diferentes.”

Estrelado por Boyega, Jodie Whittaker, Alex Ismael, Franz Drameh, Luke Treadaway e outros, a história gira em torno de uma invasão alienígena que eclode em um pequeno bairro, forçando as crianças a se juntarem a vizinhos nada convencionais para acabar com a ameaça.

Disney + | Popeye, O Voo do Navegador e outros Live-Action dos Anos 80 que queremos ver na Plataforma

Os brasileiros finalmente puderam comemorar a chegada da Disney Plus no Brasil. E a plataforma chegou com os dois pés na porta. Não podia ser de outra forma, afinal enfrentar a concorrência pesada da Netflix, Amazon e outras não é moleza. Aos poucos a plataforma da Disney vai crescendo e prometendo novos conteúdos inéditos e exclusivos, além de lançar grandes produções diretamente em seu streaming, como foi o caso com o live-action de Mulan e da animação elogiadíssima Soul.

No entanto, um bom serviço do tipo precisa apelar também para os mais velhos e nostálgicos, que terminam sempre dando mais atenção aos produtos do passado. Pensando neste seleto grupo de espectadores, peneiramos algumas produções da Walt Disney da década de 1980 que ainda não se encontram na plataforma, mas que já fazem parte da lista dos mais pedidos dos fãs. Em vias da entrada da HBO Max em solo brasileiro, essa seria uma boa maneira da Disney dar ao seu público o que ele pede e ganhar ainda mais gás na preferência geral. Afinal, o estúdio possui uma biblioteca pra lá de rica. Confira abaixo os filmes dos anos 80 que a Disney PRECISA colocar em seu acervo.

Leia também: Clássicos em live-action dos anos 80 para assistir na Disney Plus

Condorman – O Homem-Pássaro

Caso tivesse sido bem sucedido em seu lançamento no ano de 1981, esta investida da Disney em um super-herói (baseado num livro) sem dúvida teria gerado sua própria franquia do nível de, digamos, algo como Indiana Jones (cujo primeiro filme, Os Caçadores da Arca Perdida, foi lançado no mesmo ano). Mistura de herói alado com 007, Condorman funciona igualmente como sátira aos filmes de espiões do cinema, apresentando o cartunista Woody Wilkins (Michael Crawford) ajudando a CIA contra a União Soviética. Para a missão, ele resolve se tornar a criação de suas páginas, o herói Condorman, que utiliza diversas bugigangas em seu arsenal e uniforme, sendo a mais marcante um par de asas que o permite voar. A Disney estava tão confiante na produção que já planejava a sequência e inclusive teve um chocolate na bomboniere dos cinemas com o nome do filme. Já está na hora de disponibilizarem este clássico em seu acervo da Disney Plus e, quem sabe, revitalizar a ideia num novo filme ou série.

 

Popeye

Uma das criações mais icônicas da cultura pop, o marinheiro Popeye fez a alegria de gerações em seus desenhos ao longo dos anos. Embora muitos não tenham conhecimento ou não lembrem, o personagem chegou a ganhar seu próprio filme em live-action, ainda em 1980. E não foi um filme qualquer, esta era uma grande aposta do estúdio trazendo ninguém menos que o saudoso Robin Williams na pele do protagonista comedor de espinafre e Shelley Duvall (que no mesmo ano estrelaria O Iluminado) como Olivia Palito. Na direção, um verdadeiro mestre cultuado: Robert Altman. Apesar dos elogios da imprensa, este musical de orçamento caro falhou em chamar o público e não rendeu o esperado. Depois disso, nada mais foi feito com o personagem em live-action, o que é uma pena. Popeye, no entanto, talvez seja um pouco mais difícil cair no acervo da Disney Plus, por se tratar de uma produção conjunta com a Paramount, que distribuiu o longa em muitos países. Mesmo problema que exclui os novos filmes do Homem-Aranha com Tom Holland da plataforma.

O Dragão e o Feiticeiro

O mesmo problema de direitos autorais citado acima, é pelo que passa essa superprodução, que igualmente foi criada em parceria com a Paramount – o que pode impedir sua inclusão no acervo da Disney Plus. Quem sabe o estúdio não dê um jeito na situação para o futuro. O início da década de 1980 foi uma época muito produtiva para o gênero da aventura medieval de capa, espada e fantasia – que influenciaram de tudo até o blockbuster Star Wars. Na trama do filme, Peter MacNicol (Os Caça-Fantasmas 2) interpreta um aprendiz de feiticeiro partindo numa missão mortal: matar um dragão que está se alimentando de meninas num reino próximo. Apesar de não muito falado atualmente, esta obra de 1981 foi indicada a dois Oscar – melhores efeitos especiais e trilha sonora. De fato, os efeitos que criam o dragão antagonista impressionam até hoje e a criatura foi considerada o melhor dragão jamais visto em filme por ninguém menos que George R.R. Martin, criador da série Game of Thrones. O autor é tão fã do monstro e do filme que batizou um dos dragões da famosa série como Vermithrax, o mesmo nome do bicho deste longa. Bem que a Disney poderia encontrar uma forma de recuperar a propriedade e quem sabe orquestrar um reboot moderno.

O Voo do Navegador

Os itens acima até desculpamos por motivo da colaboração entre estúdios, mas este não tem muito perdão. Um dos filmes juvenis mais adorados da década de 80, tendo sido lançado em 1986, O Voo do Navegador ainda não está no acervo da plataforma Disney Plus, mesmo sendo um dos maiores acertos em live-action do estúdio no período. O clássico mistura em seu enredo dois elementos que estavam muito em voga no período: viagens espaciais (graças ao sucesso de Star Wars) e amizade entre um menino e criaturas alienígenas (E.T. – O Extraterrestre). Na trama, o menino David Freeman (Joey Cramer) desaparece por 8 anos e quando retorna demonstra não ter envelhecido um ano sequer. É claro que seres de outro planeta estão envolvidos e agora o menino possui seu próprio melhor amigo vindo do espaço. As autoridades americanas começam a investigar. O filme marca um dos primeiros trabalhos da estrela Sarah Jessica Parker num papel coadjuvante.

No Templo das Tentações

Hoje, é quase impossível que um estúdio tão politicamente correto e amigável com a família inteira possa criar um filme de terror com elementos perturbadores – mesmo que sem a intensidade e gore mais hardcore. No entanto, na década de 1980, a Disney garantia seus pesadelos para a criançada. E um dos responsáveis foi esta adaptação do livro de Ray Bradbury, cujo roteiro foi escrito pelo próprio autor, lançada em 1983. Jack Clayton, produtor e diretor do clássico de horror psicológico Os Inocentes (1961), é quem comanda a obra – para termos uma ideia do que a casa do Mickey aprontava no passado. Na trama, uma cidadezinha pacata é assombrada quando no local chega um circo diabólico. Mr. Dark (nome nada sutil), o proprietário, é um sujeito demoníaco, interpretado com muito gosto pelo indicado ao Oscar Jonathan Pryce. Mas o ator não é o único nome de peso aqui, e fazendo dobradinha com ele estão o saudoso Jason Robards (vencedor de 2 Oscar) e a veterana Diane Ladd (indicada para 3 Oscar). A história mistura elementos depois usados por Stephen King em Trocas Macabras (1993), onde desejos podem trazer consequências tenebrosas se realizados. Cadê o filme no acervo da plataforma, Disney?

Max Devlin e o Diabo

Numa era de cancelamentos em que vivemos, é muito improvável que a Disney queira resgatar do limbo esta sua produção de 1981. Tudo porque protagonizando o filme temos o comediante Bill Cosby, visto por anos como um dos mais carismáticos humoristas do país, com uma importância social sem tamanho por ter impulsionado artistas negros na TV com seus programas. No entanto, numa reviravolta diabólica, Cosby viu tudo ruir ao ser condenado pela acusação de drogar mulheres e as estuprar durante anos. Algo simplesmente inaceitável e totalmente execrável. Mas será que banir todas as produções que trazem sua participação é a resposta? Sim, a Disney baniu A Canção do Sul (1946) por conter conteúdo considerado racista, e a HBO Max colocou um aviso do que seria encontrado no clássico …E o Vento Levou (1939) pelo mesmo motivo. Mas Max Devlin e o Diabo não possui nada de tão controverso em sua trama, e a polêmica só existe nos bastidores da vida pessoal de seu protagonista. No filme, Elliott Gould interpreta um homem de negócios corrupto, forçado a fazer um pacto com o Diabo (Bill Cosby) a fim de salvar sua alma do inferno. Talvez ter Cosby como o Diabo seja uma ironia ácida por si só atualmente.

‘Trem Infinito’: 4ª temporada da animação ganha trailer e data de estreia; Confira!

HBO Max divulgou recentemente o trailer oficial da 4ª temporada de Trem Infinito (‘Infinity Trem’), aclamada animação do Cartoon Network.

O vídeo anuncia que os 10 novos episódios estreiam no dia 15 de abril e que os novos protagonistas são: Min-Gi Park (Johnny Young), Ryan Akagi (Sekai Murashige) e Kez (Minty Lewis).

Confira:

A série, que demorou alguns anos para estrear na emissora, foi feito no formato de curta-metragem dirigido por Owen Dennis em 2016. Pouco depois, a obra ganhou popularidade e os fãs realizaram uma petição para transformá-la em série.

‘Falcão e o Soldado Invernal’ belíssimas capas da nova edição da revista Empire

A vindoura série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘ é o grande destaque da mais nova edição da revista britânica Empire e estampou duas belíssimas capas da publicação, que trazem os astros Anthony Mackie e Sebastian Stan en evidência.

Uma das versões da capa ainda traz o escudo do Capitão América em destaque, fazendo uma alusão direta ao personagem, aposentado em ‘Vingadores: Ultimato‘. 

Confira:

Recebendo fortes elogios por parte da imprensa, a série foi ovacionada pela imprensa especializada por explorar o aspecto emocional de seus protagonistas, à medida em que entrega cenas de ação poderosas e muito bem executadas, com qualidade cinematográfica. 

O primeiro episódio também foi elogiado por trazer novos personagens para trama, se aprofundando também na história de origem de ambos os heróis. 

Confira as principais reações do momento:

“Os fãs da Marvel vão amar a estreia de Falcão e o Soldado Invernal. Embora ainda não seja tão criativa como WandaVision, eu fiquei impressionado com o quanto ela mergulha no psicológico de ambos os protagonistas, explorando um faceta diferente do luto e do trama. Os filmes poderiam aprender muito com isso”. 

“Então, há muito para amar no primeiro episódio de Falcão e o Soldado Invernal, especialmente se você já está envolvido com esses personagens (eu estou). Ela também faz o que WandaVision fez em realmente destacar o que o MCU causou a eles (principalmente o Sam) nos últimos sete anos”. 

“Eu assisti o primeiro episódio de Falcão e Soldado o Invernal! Essa era minha série do Disney+ mais aguardada e não me desapontou. Ela abre com uma absurda e incrível sequência de ação, trazendo Sam Wilson e um vilão eu amaria assistir novamente. É 100% digna de um 3D IMAX. É de cair o queixo”. 

“Ei, eu acho que posso dizer que já assisti o primeiro episódio de Falcão e o Soldado Invernal? Provavelmente mais desenvolvimento de personagem para esses dois nestes 45 minutos do que nos últimos 10 filmes. Uma escala grandiosa com alguns momentos legais de ‘como realmente é ser um super-herói’. Tô dentro”. 

“O primeiro episódio de Falcão e o Soldado Invernal prepara tudo e realmente te conecta a Sam e Bucky, como aconteceu com Wanda. Eu mal posso esperar para poder conhecê-los mais. As cenas de ação, caramba!”

“Falcão e o Soldado Invernal é a propriedade da Marvel mais realista e humana já feita até agora. Com isso, você conseguirá ver o elemento humano dos super-heróis como você jamais viu antes. Nenhum se excede. O primeiro episódio deixa com um teaser que você deve ver para crer”. 

“Já assisti Falcão e o Soldado Invernal. Aqui vão alguns fatos:

  • 6 episódios
  • Episódio 1: 47 minutos e 17 segundos
  • Ação muito dinâmica
  • Narrativa profunda
  • Roteiro direcionado para os personagens
  • Diversidade de personagens
  • Meu Deus, que final” 

“Pude assistir Falcão e o Soldado Invernal. Episódio 1 – cerca de 40 minutos de duração.

Ótimo poder ver o foco em Sam e Bucky, ambos excelentes.

Muita ação, thriller político, mais político do que a Marvel já foi um dia. O embargo cai na quinta-feira, dia 17″.

A Disney+ divulgou um novo teaser DUBLADO de ‘Falcão e o Soldado Invernal‘, apresentando cenas inéditas ao público.

Confira:

Vale lembrar que a série será lançada no dia 19 de março.

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência – em ‘Falcão e Soldado Invernal’.

Anthony Mackie e Sebastian Stan estrelam como os respectivos personagens titulares. Emily Van CampDaniel Brühl e Noah Mills completam o elenco.

Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios.

 

WandaVision | As melhores ‘teorias furadas’ dos fãs

WandaVision terminou há pouco mais de uma semana e ainda segue muito comentada nas redes sociais. A série mais assistida do mundo chegou ao fim sob grandes expectativas, tendo algumas delas cumpridas, enquanto outras acabaram ficando só na imaginação dos fãs. Uma dos maiores méritos do seriado foi fomentar o debate entre os espectadores, que criaram várias teorias baseadas em seus conhecimentos do universo dos quadrinhos. Fato é que nem todos saíram satisfeitos com o resultado final porque não dá para atender a todas essas teorias. E olha que eles chegaram a acertar algumas, como a Agnes (Kathryn Hahn) ser a bruxa Agatha Harkness e a Monica Rambeau (Teyonah Parris) terminar a produção já com seus superpoderes. Entretanto, tiveram umas viajadas boas e outras teorias que eram tão boas que dá até para lamentar de não terem virado cânon.

Pensando nisso, selecionamos as melhores (ou piores) teorias que não se concretizaram! Confira.


Herb é o Alto Evolucionário

No fim, Herb acabou sendo apenas um popular de Westview.

Além de Agnes, o vizinho Herb também virou alvo de uma nova especulação, já que, segundo os fãs, ele poderia ser ninguém menos que Herbert Wyndham, o Alto Evolucionário. Nos quadrinhos, o personagem é um cientista brilhante que flerta entre uma figura protetora e um completo lunático. Ele consegue alterar o DNA dos seres vivos, viajar por dimensões e pelo tempo, além de ser considerado o maior geneticista da Marvel, ter acesso a qualquer tipo de tecnologia e já ter cuidado de Wanda e Pietro Maximoff. E como ele aparece quase revelando um segredo sobre aquela realidade ao Visão no terceiro episódio da série, a teoria parecia ganhar força. Como se isso não bastasse, ele estava trabalhando junto com Agnes – que vivia falando de demônios e obscurantismo na série. Ainda ser ter a presença do Darkhold, os fãs ressaltaram que o Alto Evolucionário é um dos responsáveis por acidentalmente soltar o demônio Chthon, o criador do livro dos pecados.

O Pietro era o mesmo dos filmes dos X-Men

Ok, essa aqui conseguia ser mais absurda que a anterior, mas ainda assim, alguns fãs tinham a esperança de que o Pietro de Evan Peters fosse o mesmo Mercúrio dos filmes dos X-Men, aquele que fez Sweet Dreams virar hit depois de décadas. Segundo eles, isso confirmaria o multiverso do Universo Cinematográfico Marvel e introduziria os X-Men que a gente já conhece na história. Como ele apareceria? Usando os poderes caóticos da Wanda, oras. Se os mutantes chegassem assim ao MCU, além de ser forçado, seria uma bagunça digna da cronologia dos mutantes da FOX, ainda bem que não se concretizou e o Pietro Falso acabou sendo apenas um ator manipulado por Agatha Harkness para mexer com os sentimentos da jovem feiticeira.

O contato de Monica era Reed Richards

Desde que perdeu o papel de Capitão América para o Chris Evans, John Krasinski virou o favorito dos fãs para viver o novo Senhor Fantástico/ Reed Richards dos cinemas. E olha que isso começou há mais de uma década. E como a Marvel atendeu ao pedido dos fãs ao escalar Benedict Cumberbatch para ser o Doutor Estranho, a esperança de vê-lo no papel aumentou um pouco. Além disso, eles também pedem que a esposa de John, Emily Blunt, seja a Mulher Invisível/ Sue Storm. Enfim, na reta final da série, Monica sai junto com Jimmy Woo (Randall Park) para encontrar um “contato secreto” que seria um engenheiro aeroespacial. Ok, se você viu a série dublada em português, soube desde o princípio que não havia a menor possibilidade de ser o Reed porque a dublagem deixou claro que era uma engenheira. Porém, como profissão não tem variação de gênero em inglês, não se sabia o sexo da tal engenheira. Foi daí que surgiu uma teoria muito falada de que o contato secreto poderia ser Reed Richards já vivido por Krasinski, introduzindo o Quarteto Fantástico no MCU. O problema é que, assim como os X-Men da FOX, seria meio forçado jogar o Quarteto já existindo nesse universo sem ter participado de nada anteriormente.

O Diretor Hayward estava reconstruindo o Ultron

Ok, existem duas variações dessa teoria. Uma delas era bastante plausível, enquanto a outra era completamente viajada. A primeira era que o Diretor Hayward (Josh Stamberg) estava usando o corpo destruído do Visão (Paul Bettany) para reconstruir o Ultron (James Spader). E como a cabeça do robozão do mal foi vista preservada em Homem-Aranha: De Volta ao Lar (2017), a teoria estava legitimada pelos quadrinhos, podendo muito bem a “consciência” dele ter ficado armazenada lá. Já a outra teoria, ridiculamente absurda, afirmava que o diretor da E.S.P.A.D.A. era ninguém menos que o próprio Ultron disfarçado e estava ali para buscar vingança contra os Vingadores. Isso supostamente explicaria o ódio dele por super-heróis. Pô, galera, tudo tem limite, né? Ainda nessa vertente de “Diretor Hayward esconder quem é”, houve uma teoria interessante dizendo que ele poderia ser um Skrull. Como ele terminou a série preso, não dá para afirmar que essa é ou não furada, então vamos deixar suspensa até acontecimentos futuros. De qualquer forma, o Ultron não apareceu na série, e o Hayward estava mesmo construindo um robô a partir do cadáver do Visão… O Visão Branco.

O vilão era o demônio Mephisto

Essa teoria convenceu milhões de adeptos pelo mundo, inclusive a mim. Isso porque o demônio é parte importante das histórias da Wanda (Elizabeth Olsen) nos quadrinhos, incluindo é personagem central na questão do surgimento dos filhos da Feiticeira Escarlate, já que ela suga pedaços da alma do Mephisto para gerar as crianças. Mais tarde, quando ele se recupera, acaba absorvendo os meninos de volta e trava uma luta com eles no submundo. Perdendo as crianças, Wanda surta e altera a realidade. Vendo assim, encaixa bem com a temática da série. Segundo a teoria, Agatha estaria trabalhando para libertá-lo e tocar o terror por aí. Além disso, a ameaça levaria o Doutor Estranho para Westview. Houve até mesmo um boato de que o demônio seria interpretado pelo Al Pacino. Mas agora que a série já acabou, é realmente algo que atrapalharia a jornada pessoal de Wanda e tiraria boa parte do protagonismo tão bem construído para ela ao longo da série.

Qual dessas teorias você achou que fosse virar realidade? Diga nos comentários!

WandaVision está disponível no Disney+.

Crítica | Druk – Mais Uma Rodada é uma Intoxicante Obra de Amor à Vida

DRUK
  • Filme visto em outubro de 2020 em Paris. 

Selecionado pela Dinamarca para representar o país no Oscar 2021, Druk – Mais uma Rodada (Druk) é uma inebriante tragicomédia de celebração à vida, com estreia prevista para 25 de março no Brasil. É impossível sentir-se indiferente diante do impávido roteiro, cunhado a quatro mãos por Thomas Vinterberg e Tobias Lindholm, sobre um grupo de amigos quarentões em crise existencial. Oito anos após o instigante e bem-sucedido A Caça (2012), a dupla reencontra-se com o majestoso Mads Mikkelsen (Rogue One: Uma História Star Wars) e entrega uma obra-prima intoxicante, sedutora e, sobretudo, impecável. 

Se a quantidade de adjetivos soa exagerada, a orquestra de Vinterberg para fazer o público mergulhar na trajetória nebulosa e redentora de quatro professores do ensino médio mostra-se merecedora de hipérboles. Com uma premissa ousada, Druk desenvolve sua narrativa a partir da experimentação de uma hipótese científica, a qual propõe que a permanência de 0,05% de álcool no sangue garante um melhor desempenho tanto no âmbito profissional quanto pessoal. Ora, quem não quer viver uma versão melhor de si mesmo? A provocação é evidente. 

Com base neste argumento, o enredo questiona se para sermos pessoas melhores necessitaríamos de aditivos, tal como uma máquina precisa de óleo nas engrenagens. Para testar essa afirmativa, os cobaias serão os professores Martin (Mads Mikkelsen), Tommy (Thomas Bo Larsen), Nikolaj (Magnus Millang) e Peter (Lars Ranthe). Amigos de longa data, o grupo encontra-se apático em relação à vida, ao trabalho, à família e, até mesmo, o próprio corpo é um fardo a suportar. 

A partir de uma jantar lúgubre de comemoração aos 40 anos, Nikolaj coloca na mesa a ideia deste artigo aos seus amigos, como uma estratégia de fuga da letargia que os acomete. A princípio de maneira moderada, eles começam a ir ao trabalho com algumas doses de vodka. Os primeiros indícios são satisfatórios. Martin, por exemplo, passa de um professor modorrento a um historiador dinâmico e cativante. Em sala de aula, ele promove um jogo de como o moralismo cega as nossas escolhas. Ao apresentar perfis de comportamento, o líder político de moral “exemplar” acaba por ser o mais sanguinário da história moderna.  

A mesma provocação permeia a tela com imagens de líderes mundiais, como os ex-presidentes Bill Clinton (EUA) e Nicolas Sarkozy (França), assim como o soviético Leonid Brezhnev e o russo Boris Yeltsin. O embate sobre os entorpecentes lícitos progride ao passo que o comportamento dos quatro amigos começam a atrapalhar suas atividades e a provocar risos trágicos. A questão do filme, no entanto, não é um debate sobre o consumo de álcool, mas como viver a vida, sob que perspectiva e como encontrar este caminho. A bebida, portanto, seria uma ferramenta dentro da lógica de “os fins justificam os meios”.  

Logo no início, Thomas Vinterberg dedica os primeiros segundos de tela a uma festiva competição entre os adolescentes da cidade. Eles correm, bebem, carregam caixas de cerveja, se esbaldam e celebram a satisfação de se divertirem. Esta euforia jorrante em espumas de cervejas e risos escancarados traça um forte paralelo com a solenidade de aniversário de 40 anos em um restaurante refinado. De fato, a contraposição das situações indaga como a alegria de estar vivo se perde ao longo do caminho. 

Casado e com dois filhos adolescentes, Martin começa a conversar com a esposa e a passar um tempo com os filhos. Surpresos com a mudança repentina, a família hesita em aceitar este “novo” Martin. Assim, ele percebe que existe uma ponte a construir após anos de abstinência de coragem; agora fornecida pela bebida. Já Tommy reencontra a satisfação de ser técnico escolar; mas também a dor dos dias vazios ao lado do seu cachorro. Enquanto Peter depara-se com sua covardia diária em relação ao trabalho, Nikolaj busca estabelecer um propósito na criação dos filhos. O ponto final do teste é diferente para cada um; às vezes triste, tocante, por outras, arrebatador e esplêndido.   

Mads Mikkelsen está encantador. Sua performance na cena final é de colocar um sorriso nos rostos das pessoas mais devastadas e pessimistas. Ao som da canção What a Life, de Scarlet Pleasure, Mikkelsen reverbera a agitação dos sentimentos do seu personagem e apresenta corporalmente o seu grito de desejo de liberdade.

Os méritos de Druk – Mais Uma Rodada estão no fechar de portas ao maniqueísmo e às lições de moral sobre o álcool, ao mesmo tempo em que nos faz refletir de forma sensível e celebratória a dádiva de ter uma vida para usufruir. Após a tragédia pessoal do diretor durante a produção do filme em 2019, junto ao ano de 2020, em que a morte esteve presente em todos os meios de comunicação, Druk é uma potência discursiva e imagética de apreciação ao agora.

Veja também: 🍻 DRUK – MAIS UMA RODADA é um dos MELHORES filmes de 2020! 🍺

‘The Flash’: Billy Crudup deixa o elenco do filme; Maribel Verdu é escalada como a mãe de Barry Allen

Segundo o The Hollywood Reporter, o vindouro e problemático ‘The Flash’ passou por grandes mudanças nos últimos dias: Billy Crudup, que deu vida ao pai de Barry Allen (Ezra Miller) em Liga da Justiça e reprisaria o papel no filme, deixou o elenco em virtude de conflitos de agenda.

Entretanto, a atriz espanhola Maribel Verdu (‘E Sua Mãe Também’, ‘O Labirinto do Fauno’) foi escalada como a mãe do personagem titular – confirmando a trama de viagem no tempo já revelada meses atrás.

Vale lembrar que, recentemente, Kiersey Clemons teve seu “retorno” confirmado como Iris West no longa-metragem.

Clemons fez sua estreia como Iris na versão original de ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder, mas viu seu papel ser cortado da versão do filme de Joss Whedon. Os fãs finalmente verão sua performance quando o filme estrear em VOD no dia 18 de Março.

Andy Muschietti (‘It: A Coisa’) entra como diretor, enquanto sua irmã, Barbara Muschietti, será a produtora. Christina Hodson (‘Aves de Rapina’) assina o roteiro.

A trama vai acompanhar a jornada de Barry Allen através do Multiverso da DC, já que Ben Affleck e Michael Keaton foram confirmados ao elenco, reprisando seus papéis como o Batman.

Barry viajará no tempo para impedir o assassinato de sua mãe. Quando ele retorna ao presente, sua mãe ainda está viva… Mas o mundo é um pesadelo. A Liga da Justiça nunca existiu e Barry precisa fazer de tudo para corrigir todos os seus defeitos.

Vale lembrar que a estreia está marcada para 04 de novembro de 2022.