O terror ‘Widow’s Point‘ ganhou o primeiro trailer.
Confira:
Escrito e dirigido por Gregory Lamberson, o longa é baseado no livro homônimo escrito por Richard e Billy Chizmar.
A trama segue um escritor que passa um final de semana trancado em um farol assombrado para ajudar a promover o seu próximo livro, mas ele acaba se tornando alvo de forças sobrenaturais.
Craig Sheffer, KateLynn E.Newberry e Dominic Luongo estrelam a produção.
O terror será lançado direto em DVD e VOD no dia 1º de setembro.
De acordo com o Variety, Emilia Clarke (‘Game of Thrones’) está em negociações finais para se juntar ao elenco da série ‘Invasão Secreta‘ (Secret Invasion).
Detalhes sobre o seu possível papel não foram divulgados.
Vale lembrar que, recentemente, foi anunciado que Olivia Colman (‘A Favorita’) também está em negociações para se juntar ao elenco.
A série irá estrelada por Samuel L. Jackson e Ben Mendelsohn, que reprisarão seus papéis como Nick Fury e o Skrull Talos, respectivamente.
O elenco ainda contará com Kingsley Ben-Adir (‘Uma Noite em Miami…‘).
Em uma recente entrevista ao Collider, o presidente Kevin Feige explicou por que decidiu transformar a obra em uma série, em vez de um filme.
“Estamos interessados no aspecto da paranoia política de Invasão Secreta e realmente mostrar o espaço com os nossos astros Samuel L. Jackson e Ben Mendelsohn, dois atores incríveis que você deseja ter em qualquer série, e temos muita sorte de ter eles conosco. Esse é o tipo de foco principal disso e, é claro, vai se ligar a outras coisas e aos Skrulls de maneiras que você nunca viu antes. Mas queríamos fazer isso como uma série porque nos permitiria fazer algo diferente do que fizemos antes. ”
Será emocionante ver este grande evento de quadrinhos se desenrolar em seis episódios, ao invés de ser reduzido a um filme de duas horas.
‘Secret Invasion‘ será inspirado nos quadrinhos homônimos lançados em 2008, onde os heróis da Marvel descobrem que seus amigos e inimigos tem sido secretamente substituídos por Skrulls, uma raça alienígena que pode mudar de forma.
“Assim como nem todoso os humanos são ruins, nem todos os humanos são bons. Eu acredito que os Skrulls provavelmente têm essa mesma variedade de moral entre eles,” afirmou o Kevin Feige em entrevista ao ComicBook, em 2019. “Quando eles têm a chance de usar suas habilidades, é algo provavelmente muito tentador. É interessante introduzir esse conceito e ver onde irá nos levar.”
Novas informações sobre a série devem ser divulgadas em breve.
De acordo com o TVLine, a série ‘1883‘, pré-sequência do aclamado drama ‘Yellowstone‘, quebrou recordes em sua estreia na plataforma da Paramount+, tornando-se a produção original mais assistida da história do serviço de streaming.
Os dados também levem em consideração o período em que o streaming ainda se chamava CBS All Access.
Apesar de não ter revelado os números de audiência, a Paramount+ revelou que a estreia de ‘1883‘ “mais do que dobrou” o recorde anterior.
Vale lembrar que, além de estrear no serviço de streaming, o primeiro episódio também foi lançado na Paramount Network, onde registrou 4.9 milhões de espectadores.
‘1883’ segue a família Dutton à medida que embarcam em uma jornada oeste adentro através das Grandes Planícies, em direção ao último bastião da América selvagem. É uma narrativa que reconta a expansão estadunidense e um estudo intenso de uma família que foge da pobreza em busca de um futuro melhor na terra prometida: Montana.
O longa irá estrear nos cinemas norte-americanos no dia 23 de novembro.
Além disso, a produção também teve o seu primeiro cartaz divulgado, que traz uma arte enigmática e sugestiva com a temática da história.
Confira:
Escrito por David Kajganich, o roteiro é baseado no livro homônimo escrito por Camille DeAngelis.
Um jovem casal canibal, que sobrevive à margem da sociedade, se encontra e se une para uma jornada de mil milhas que os leva por estradas secundárias, passagens secretas e alçapões da América de Ronald Reagan. Apesar de seus melhores esforços, todos os caminhos levam de volta a seus passados aterrorizantes e a uma posição final que determinará se seu amor pode sobreviver à sua alteridade.
A Marvel Studios pegou o público de surpresa com o seu novo cronograma de lançamentos, que consiste no adiamento de quase todos os vindouros projetos.
A sequência ‘Deadpool 3‘ foi a única que, ao invés de ser adiada, foi ADIANTADA. O novo longa do Mercenário Tagarela agora está programado para o dia 3 de maio de 2024.
Considerando os adiamentos, o novo cronograma ficou assim:
2ª Temporada de Loki (6 de Outubro de 2023 no Disney+)
A segunda temporada de Loki estreia em 6 de Outubro, com episódios semanais. A série vai acompanhar o Deus da Trapaça tentando retornar para sua linha do tempo.
As Marvels (nos cinemas em 9 de Novembro de 2023)
A continuação de Capitã Marvel (2019) vai juntar o ‘Bonde das Maravilhas’ num filme só. Como visto no final de Ms. Marvel, a Capitã Marvel (Brie Larson) e a Ms. Marvel (Iman Vellani) trocaram de lugar. Junto a elas, a Fóton (Teyonah Parris), como visto em WandaVision, também entrará na história reencontrando sua “Tia Carol”.
Deadpool 3 (nos cinemas em 3 de Maio de 2024)
Ryan Reynolds volta a viver o Mercenário Tagarela, e o terceiro filme também contará com a presença de Hugh Jackman reprisando o seu papel como o Wolverine; Stefan Kapičić como Colossus, o mutante que transforma sua pele em aço; Brianna Hildebrand e Shioli Kutsuna como Míssil Adolescente Megassônico e sua namorada Yukio, respectivamente; e Morena Baccarin como Vanessa, o par romântico do personagem titular. A direção fica a cargo de Shawn Levy (‘Stranger Things’).
Capitão América 4 – Admirável Mundo Novo (nos cinemas em 26 de Agosto de 2024)
Anteriormente intitulado como ‘New World Order‘ (Nova Ordem Mundial, na tradução), o filme agora se chama ‘Captain America: Brave New World‘ (Capitão América: Admirável Novo Mundo, em tradução ao pé da letra). O elenco contará com Anthony Mackie, Tim Blake Nelson, Harrison Ford, Xosha Roquemore, Danny Ramirez, Carl Lumbly, Shira Haas e Liv Tyler.
Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa servirá como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, será o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.
Thunderbolts (nos cinemas em 20 de Dezembro de 2024)
O grupo de anti-heróis usados pelo governo para irem a missões nas quais os heróis não possuem jurisdição está sendo formado desde 2021 nas séries e filmes do Disney+. Em 2024, todos eles se encontrarão em um filme do grupo, encerrando assim a Fase Cinco.
Spin-off de WandaVision, a série vai focar na bruxa Agatha Harkness (Kathryn Hahn) – e ninguém mais. Pouco se sabe da série, mas o subtítulo adicionado nesta SDCC traz uma possível ligação com a Feiticeira Escarlate.
Introduzida na série do Gavião Arqueiro, a Eco ganha sua série própria pelo núcleo urbano da Marvel. A produção provavelmente vai trazer ligações com o Demolidor. A estreia acontece dia 29 de novembro, e todos os episódios serão lançados no mesmo dia.
Demolidor: Renascido (estreia no Disney+ entre março e junho de 2024)
Depois de aparecerem em produções do MCU, Charlie Cox e Vincent D’Onofrio reprisam seus papéis como Demolidor e Rei do Crime em uma série de 18 episódios. O título pode ser uma referência ao vilão, cuja última aparição foi em Gavião Arqueiro, quando levou um tiro na cabeça.
Fase Seis
A sexta fase do MCU teve três projetos anunciados.
O tão aguardado filme do Quarteto vem só em 2025. Ainda sem elenco ou direção anunciados, é só isso que sabemos do filme até agora. Lembrando que Matt Shakman entra como diretor, enquanto o roteiro fica a encargo de Jeff Kaplan e Ian Springer.
Vingadores: A Dinastia Kang (estreia nos cinemas em 1º de Maio de 2026)
Depois do Quarteto, há alguns projetos ainda não anunciados. Porém, em 2025, haverá os dois últimos filmes da Fase Seis. O primeiro deles é Vingadores: A Dinastia Kang, que terá o Conquistador como vilão principal.
No mesmo ano, as Guerras Secretas, que devem terminar com um choque de realidades, trazendo vários personagens de outras linhas do tempo para coexistirem no universo regular do MCU, chega aos cinemas para encerrar a Fase Seis.
Para qual projeto da “Saga do Multiverso” você nutre mais expectativas? Diga nos comentários!
Claffey interpretará Dunk, conhecido como Ser Duncan o Grande, enquanto Ansell dará vida ao seu jovem escudeiro, Egg.
A trama será ambientada em uma época em que a linhagem Targaryen ainda detém o Trono de Ferro, e a memória do último dragão ainda não desapareceu da memória das pessoas. Grandes destinos, inimigos poderosos e façanhas perigosas aguardam esses amigos improváveis e incomparáveis.
George R.R. Martin e Ira Parker serão responsáveis pelo roteiro, além de servirem como produtores executivos do derivado.
A produção está programada para estrear no segundo semestre de 2025.
Vale lembrar que a 2ª temporada de ‘A Casa do Dragão‘ será lançada oficialmente no dia 16 de junho.
Em entrevista ao Los Angeles Times, Denis Villeneuve (‘Duna’) explicou por que decidiu banir o uso de telefones nos sets de seus filmes.
O diretor expressou sua opinião sobre a tecnologia, sobre o quanto ela pode ser viciante, e ressaltou a necessidade de sua equipe e atores de estarem completamente presentes durante suas filmagens.
“Cinema é um ato de presença. Quando um pintor pinta, ele precisa estar absolutamente focado na cor que está aplicando na tela. É o mesmo quando um dançarino faz um movimento. Sendo diretor, você precisa fazer isso com a equipe e todos que precisam estar focados e completamente presentes, ouvindo uns aos outros. Então telefones são banidos nos meus sets desde o primeiro dia. É proibido. Quando você diz ‘corta’, você não quer ver alguém em seu telefone, olhando para sua conta no Facebook.”
Sobre sua própria relação com a tecnologia, ele completa: “Sou como todos os outros. Há algo muito viciante sobre poder acessar qualquer informação, qualquer música, qualquer livro. É compulsivo. É como uma droga. Sou muito tentado a me desconectar. Seria libertador.”
Anteriormente, o cineasta havia comentado sobre a possibilidade de ‘Duna‘ ganhar um terceiro filme: “‘Messias’ está em andamento. Se fizermos um novo filme, ele precisa ser autêntico e relevante. Se eu fizer Duna: Messias, será porque o filme será melhor do que a Parte Dois. Caso contrário, não farei”.
‘O Messias de Duna’, escrito por Frank Herbert, é o segundo romance da série de ficção científica. Ele revela um lado mais humano de seus personagens, além de aprofundar e estender o universo de Duna, aliando discussões políticas, filosóficas e religiosas à épica história de poder, vingança e redenção.
De acordo com o Deadline, Laura Gordon(‘Entrevista com o Demônio’) entrou para o elenco da sequência ‘Sobrenatural 6‘, que está sendo desenvolvida pela Sony Pictures.
Infelizmente, detalhes sobre seu papel não foram divulgados.
Lin Shaye(‘O Grito’) retornará como Elise Rainier – a única personagem a aparecer em todos os filmes da franquia.
‘Sobrenatural 6‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 20 de agosto de 2026.
Jacob Chaseserá responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por David Leslie Johnson.
As filmagens estão programadas para começarem na próxima semana, na Austrália.
Vale lembrar que a Mandy Moore (‘This is Us’) estrelará um derivado da franquia, intitulado ‘Thread: An Insidious Tale‘. O spin-off contará a história de um casal que usa um feitiço para voltar no tempo com o objetivo de evitar a morte de sua filha.
Vale lembrar que as projeções para o fim de semana de estreia do longa seguem em queda. Inicialmente, analistas apontavam uma abertura entre US$ 47 milhões e US$ 60 milhões nos EUA. Com o início da pré-venda, os números se estabilizaram próximos aos US$ 55 milhões, valor que ‘The Flash‘ abriu em 2023.
Agora, segundo Matthew Belloni, do Puck, as estimativas diminuíram novamente e indicam que ‘Supergirl‘ pode estrear com cerca de US$ 51 milhões nos Estados Unidos. Caso se confirme, será um resultado considerado abaixo do esperado para o primeiro filme solo da heroína desde ‘Supergirl‘ (1984).
Parte desse cenário também pode ser explicada pela concorrência. ‘Toy Story 5‘ deve continuar dominando as bilheterias em seu segundo fim de semana em cartaz, reduzindo o espaço para novos lançamentos. Ainda assim, o desempenho projetado reforça uma preocupação maior: o interesse do público pelo segundo capítulo do novo universo cinematográfico da DC pode estar abaixo do que o estúdio imaginava.
A comparação com o início dessa nova fase torna o contraste ainda mais evidente. No ano passado, ‘Superman‘ abriu com expressivos US$ 125 milhões nos EUA — embora carregasse um orçamento significativamente maior. Já ‘Supergirl‘ custou aproximadamente US$ 175 milhões para ser produzida e, segundo estimativas da indústria, precisaria arrecadar algo próximo de US$ 315 milhões mundialmente apenas para atingir o ponto de equilíbrio.
‘Supergirl’ estreia oficialmente no Brasil no dia 25 de junho de 2026. Algumas redes de cinema também estão realizando sessões de pré-estreia um pouco antes, a partir do dia 23 de junho.
Estrelado por Alcock, o filme mostra o que acontece quando um adversário tão inesperado quanto implacável parece muito próximo de ganhar uma perigosa batalha, e a Kara Zor-El, também conhecida como Supergirl, não sem muita relutância, faz uma parceria improvável em uma épica jornada interestelar de vingança e justiça.
O filme terá 1 hora e 50 minutos de duração, já incluindo os créditos finais.
Para efeito de comparação, a produção será mais curta que ‘Superman’, responsável por abrir as portas do novo universo compartilhado da DC, com 2 horas e 9 minutos de duração.
O vencedor do Oscar, Leonardo DiCaprio, vai produzir uma série de TV baseada no livro ‘The Right Stuff’, escrito por Tom Wolfe, e que já foi adaptado para os cinemas com o título ‘Os Eleitos – Onde o Futuro Começa’. A produção, lançada em 1983, conquistou quatro estatuetas do Oscar.
A nova versão será conduzida com o amparo da National Geographic. A produção vai relatar as histórias reais do grupo de astronautas que fez parte do time Mercury Seven. Cada um deles foi selecionado a dedo pela NASA para o Projeto Mercury e esta foi a única equipe que voou em todas as classes de naves espaciais tripuladas da instituição no século 20: a Mercury, a Gemini, a Apollo, e o Ônibus espacial.
Participarão do grupo os astronautas Alan Shepard, Gus Grissom, John Glenn, Scott Carpenter, Wally Schirra, Gordon Cooper, Deke Slayton.
‘Jack Ryan‘, série inspirada no icônico personagem criado por Tom Chancy, ganhou uma nova imagem, com destaque para o ator e diretor, John Krasinski.
Confira:
Em conversa com o The Wrap, John Krasinski (‘The Office’) revelou alguns detalhes com relação à série.
John comentou que a primeira leva de episódios terá um forte vilão ligado ao grupo terrorista Estado Islâmico. Krasinski fez questão de frisar que a ideia da série é fazer com que Jack lute contra ações e atividades reais.
Por fim, John revelou que a produção está sendo preparada como um filme, porém dividida em 10 partes/episódios, já que o orçamento será um tanto pesado por conta das filmagens ao redor do mundo.
Jack Ryan estreou no cinema em 1990 sendo vivido por Alec Baldwin em ‘Caçada ao Outubro Vermelho’. As adaptações seguintes foram ‘Jogos Patrióticos‘ e ‘Perigo Real e Imediato‘, com Harrison Ford no papel de Jack Ryan. Em 2002 o personagem foi interpretado por Ben Affleck em ‘A Soma de Todos os Medos‘. Chris Pine foi o último a interpretar o personagem no mediado ‘Operação Sombra – Jack Ryan’.
Segundo o Deadline, a série foi encomendada pela Amazon e ainda precisa receber sinal verde após o episódio piloto ficar pronto.
Carlton Cuse e Graham Roland (‘Lost’) serão os showrunners.
A série não deve ser baseada em nenhum dos livros de Clancy, dando total liberdade criativa para seus roteiristas.
Outdoors de filmes a se perder de vista, transito insano estilo ‘La La Land‘, a cidade de Los Angeles é um grande universo onde residem várias histórias. Com pequenos mundos em si, galpões instalados em posições estratégicas fazem da cidade a Capital do Cinema. Lá, tudo se desdobra em mil cores, contos, fábulas e assombros. E foi nela que os primeiros passos da temida boneca Annabelle começaram. De 2014 para cá, dois filmes, US$ 21 milhões em orçamento e uma arrecadação que ultrapassa os US$ 500 milhões nos trouxeram aqui, ao terceiro e enigmático capítulo daquela que tira o sono de qualquer um.
Pouca iluminação, uso profundo das sombras e cortes rápidos. Para construir o obscuro, há mais luz artificial do que se espera. À portas fechadas, silêncio absoluto e concentração pautam duas cenas misteriosas aos olhos da imprensa. Um objeto é colocado na Sala de Artefatos por McKenna Grace. Entusiasmada, ela repete a tomada consecutivamente, segurando a respiração de todos como se algo extremamente valioso estivesse acontecendo e eu – entusiasmada – apenas contemplo o instante. Com cores primárias, o objeto é indescritível, mas é repetidamente guardado com cautela na prateleira. Não é preciso saber muito para entender que ele é uma das peças-chave da trama. Alguma coisa desencadeou sua presença ali. Algo que só descobriremos em 3 de julho nos cinemas.
Ao som da campainha, início e fim das gravações da cena são pautados. Além desta, Katie Sarife protagoniza seu próprio momento, flagrado por mim e mais 4 jornalistas em uma pequena sala de luz baixa, localizada na parte debaixo de uma escada, também extensão do cenário. Em duas telas planas, acompanhamos dois ângulos – onde ela guarda um pingente misterioso em uma pequena caixa – distintos monitorados pelos olhos do diretor Gary Dauberman. Estreante na direção, o Universo Invocação já faz parte de sua vida. Como alguém que bebeu da fonte de James Wan, ele sabe o que está fazendo e extrai os mais diversos elogios do elenco e da equipe de produção.
“Ele tem visão e é como eu gosto de chamar de ‘diretor de atores’. Ele se envolve conosco, coloca suas mãos, colabora com nosso trabalho e realmente nos escuta, permanecendo fiel à história. E se ele já ficou estressado alguma vez, eu nunca vi. Ele é um cara realmente amável e é notável o quão apaixonado é pelo que faz, e todos percebem isso”, como Sarife compartilhou.
Em uma breve aparição entre tomadas, ele exala a mesma gentileza aos jornalistas, troca cinco minutos de prosa e responde, com tom descontraído e humildade, porque Mckenna Grace teve que gravar uma tomada – aparentemente – tão simples mais de dez vezes.
“A culpa é minha, eu fiz besteira! Ela estava ótima, como sempre”, solta com um rápido riso.
Foto EXCLUSIVA dos bastidores de Annabelle 3
E Grace é quase um capítulo à parte. Cativante, ela ilumina o set com seu carisma. Apaixonada pelo gênero de terror, ela se diverte no ambiente, está em casa. Com um ursinho sempre em mãos, ela percorre os espaços ao lado de DD, carrega uma Polaroid Mini azul e sai fotografando todos.
“A câmera é nova, ganhei na noite anterior e hoje eu quero tirar fotos de todo mundo”. Sempre acompanhada de sua mãe, ela responde as perguntas com agilidade, tem tudo na ponta da língua. Domina o set, domina as entrevistas.
E como parte dos desafios de estrelar mais um terror, a garotinha que já faz sua jornada no cinema cult com Troop Zero – ao lado das vencedoras do Oscar Viola Davis eAllison Janney, ela faz de ‘Annabelle 3: De Volta para Casa‘ seu rápido retorno ao gênero amado, após o sucesso avassalador de ‘A Maldição da Residência Hill‘. Ávida para responder, ela compartilha que “têm muitas cenas emocionais no filme, então isso é um pouco difícil de fazer. Mas também gosto daquelas que são mais terror, então penso que o desafio é meio a meio. Eu não sinto medo enquanto gravo essas tomadas, pois me preparo para parecer assustada, mas não me assusto porque eu sei que não é nada de verdade. E me preparo escrevendo um diário da personagem, como se eu fosse ela. Essa é uma tradição que tenho desde Troop Zero, com cada papel que interpreto”.
Os Warrens reunidos
No papel de Judy Warren, Grace traz os traços delicados deSterling Jerins, a intérprete da personagem na saga de ‘Invocação do Mal’. Segundo o produtor Peter Safran,
“obviamente, Judy é uma personagem que nós já estabelecemos nos filmes anteriores, então nós queríamos alguém que pudesse se encaixar na mesma veia e alguém que pudesse sentir que poderia ser a filha de Patrick Wilson e Vera Farmiga. E nós todos vimos Gifted e ela está incrível nesse filme. Ela veio, fez o teste e foi lindo. Foi a decisão mais fácil que fizemos”.
E como alguém que já domina a arte de encantar a audiência, a atriz de 12 anos sabe muito bem para onde quer ir. Ao ser questionada por mim se gostaria de ser a próxima Princesa do Terror, sem hesitação, ela sorri dizendo,
“sim, eu espero mesmo ser a próxima Princesa do Terror, eu amo filmes dos gêneros. […] E se pudesse estrelar qualquer reboot de algum clássico, só poderia ser O Iluminado”.
Sem hesitar, Katie Sarife compartilha do mesmo entusiasmo. Confortável na cadeira de frente para nós, jornalistas, ela partilha do desejo de estar em ‘O Iluminado‘.
“Até parece que eu sou copiona ou algo do tipo, mas não…é simplesmente um dos melhores filmes de terror que existe”.
Encantada pelo sobrenatural, ela papea como quem está à vontade. Simples e carismática, ela cativa com suas histórias, como o pavor pela ruiva boneca Anna Green Gables que tem até hoje. Distante da cultura brasileira, ela dá o mesmo medo que o Fofão dava na nossa infância. E segurando os spoilers até pra quem está ali dentro, revirando o set com perguntas quase intimidadoras – natural de qualquer repórter, ela desvia o olhar, mantém o conforto na pequena poltrona e conta o máximo que poderíamos trazer aos leitores.
“Eu não quis basear minha personagem em nenhuma outra figura, eu tentei criar minha própria percepção dela e com Garry, considerando como ele acha que Danielle deveria ser. Mas também fiz muitas pesquisas em filmes antigos. Acho que aqui tem a mesma vibe do novo It: A Coisa, com as crianças e a criatura. Acho que tem também de Halloween, além de outras referências de filmes desse tipo”.
E muito mais do que um simples filme de terror, Annabelle já se perpetua como um fenômeno. Com mais liberdade criativa, em virtude de seu sucesso, o terceiro capítulo parece brincar, despreocupadamente, com as nossas percepções e expectativas emocionais. Baixando a guarda da audiência, Sarife adianta que, aqui, há uma pequena brisa do cômico, só para enganar os nosso instintos de sobrevivência, aguçados em sessões do gênero.
“E a nossa produção ainda tem alguns momentos cômicos. O humor em Annabelle é mais no sentido de que tem momentos acalentadores, como quando estamos vivendo uma vida comum – o que eu acho que é divertido. Existem aspectos nos diálogo. Existe uma mistura onde há cenas que não se tratam apenas de terror, mas sim do desenvolvimento da história. Os momentos de humor são uma forma de distrair a audiência para surpreendê-las com o terror. É como na vida real, você não vive aterrorizado o tempo todo. É o fato de que algo acontece no meio da sua rotina que é tão aterrorizante, quando você menos espera. É algo que gosto. Você se diverte um pouco, se distrai e então, é pego de surpresa”.
Gary Dauberman (roteirista de ‘A Freira, ‘IT: A Coisa‘ e ‘Annabelle‘) dirige seu primeiro longa-metragem na franquia ‘Invocação do Mal‘, que já conquistou US$ 1.5 bilhão em bilheterias pelo mundo.
Determinados a impedir que Annabelle crie ainda mais caos, os demonólogos Ed e Lorraine Warren trazem a boneca possuída à sala de artefatos que fica trancada em sua casa, isolada em um local “seguro”, protegida por um vidro sagrado e com a benção de um padre. Porém, o que os espera é uma noite de horror, à medida que Annabelle desperta os espíritos malignos na sala, que voltam suas atenções a um novo alvo – a filha de 10 anos dos Warrens, Judy, e suas amigas.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 27 de junho.
A sequência do terror ‘Aterrorizante‘ (Terrifier) ganhou sua primeira imagem, compartilhada pela página oficial do filme no Facebook.
A foto em questão traz em destaque a protagonista Sienna, vivida pela atriz Lauren LaVera.
Na publicação, os fãs do terror slasher ainda foram atualizados quanto ao andamento da sequência.
Confira:
“Atualização para todos os nossos fãs ansiosos: Estamos usando essa quarentena para preparar nossos últimos dias de direção de fotografia e para editar a grande quantidade de filmagens que já temos! Tudo o que posso dizer é que vocês vão amar esse filme! Mais atualizações em breve… talvez até mesmo um teaser. Como sempre, obrigado a todos pelo apoio incrível! Seu entusiasmo por T2 realmente nos motiva a trabalhar ainda mais. Por favor, fiquem seguro e saudáveis por aí!”
“Após ser ressuscitado por uma entidade sinistra, o palhaço Art retorna à Miles County, onde ele deve caçar e destruir uma adolescente e seu irmão mais novo na noite de Halloween. Ore para que você não apareça no seu caminho”.
‘Aterrorizante‘ foi originalmente lançado em 2016 de forma limitada e acabou conquistando os fãs de terror slasher.
Os quatro primeiros episódios da 7ª e última temporada da popular série ‘Younger‘ já estão disponíveis nas plataformas Paramount+ e Hulu nos Estados Unidos.
E com o fim da produção chegando, a atriz Sutton Foster refletiu sobre sua jornada à frente da narrativa, revelando o que mais vai sentir falta:
“Vou sentir falta de tudo o que rola nos bastidores. Sentirei falta de passar tempo com eles, de compartilharmos fotos, de rir juntos e até do nosso clube do crochê…Nós nos divertimos tanto e estávamos juntos por muitos dias seguidos. Trabalhamos juntos por sete anos e compartilhamos nossas vidas e esse tempo de forma conjunta. É disso que vou sentir falta”.
A Paramount+ divulgou o trailer completo da 7ª (e última) temporada de ‘Younger‘.
O restante dos episódios será lançado semanalmente em ambas as plataformas.
As 6 primeiras temporadas estão disponíveis na Amazon Prime Video.
Vale lembrar que Miriam Shor (Diana Trout) e Charles Michael Davis (Zane Anders) deixaram o elenco fixo da série, mas retornarão em caráter recorrente.
“Por causa de problemas na agenda e as complicações provocadas pela pandemia de COVID, Miriam Shor e Charles Michael Davis não puderam retornar como parte do elenco fixo da sétima temporada,” afirmou o criador Darren Star em uma declaração. “No entanto, eles sempre serão parte fundamental da nossa família e acrescentaram muito coração e alma à série.”
Criada por Darren Star (‘Sex and The City‘ e ‘Emily in Paris‘), a série é baseada no livro homônimo escrito por Pamela Redmond Satran.
A trama segue Liza (Foster), uma mãe solteira que de repente se encontra de volta no mercado de trabalho, mas sua idade se tornará um fator de dificuldade. Porém, as coisas mudam quando ela conhece Maggie (Mazar), que acha que ela aparenta ser muito mais jovem do que realmente é. Ela acaba trabalhando como assistente e faz amizade com colegas na casa dos 20 anos, como Kelsey (Duff).
Em uma outra era bem distante do sobrenome Skywalker, os jedi protagonizam um outro tipo de história no universo Star Wars. Governando a galáxia e mantendo a ordem entre os mais diversos povos, eles formam e moldam os alicerces narrativos de The Acolyte, a nova e temerosa vindoura estreia do Disney+. Aqui, em um cenário de personagens desconhecidos e narrativas jamais exploradas, as cores, os aromas e a atmosfera tão originalmente criadas por George Lucas se desmembram em uma trama de desconfianças, mistérios jamais solucionados e resquícios de uma maldade nascida ainda na fase pueril. E em um território completamente novo, a showrunnerLeslye Headland tenta deixar sua marca em meio a uma prateleira de séries inconstantes, marcadas por desníveis, derrapadas e resultados que mais frustraram do que agradaram os fãs.
Mas ao contrário do que muito fora explorado no passado televisivo deStar Wars, The Acolyte carrega em si um frescor diferente, regado por um rico potencial ainda não consumado. Em apenas quatro episódios é possível notar uma pequena mudança de ritmo, ainda que seja incerto precisar se o resultado final será genuinamente bom ou não. Indo além dos conflitos envolvendo rebeliões e resistências, a nova original Disney+ logo de cara se apresenta como uma espécie de detective story muito inspirada em alguns títulos hollywoodianos clássicos. Seguindo o formato “murder mystery” (mistério de assassinato), a produção nos introduz a um crime que logo se destrinchará em uma sucessão de novas mortes e dilemas ainda maiores.
Nessa aventura por territórios novos, vastas extensões de selva e formação de inúmeras gerações de jedi, um grupo distinto e quase disfuncional de protagonistas se forma, a fim de perambular em busca de respostas para um tenebroso rastro de tragédias. E dentro desse pequeno hiato temporal de feições distintas e figuras peculiares, a atriz Amanda Stenblerg (O Ódio que Você Semeia) é os dois lados de uma mesma moeda…O yin yang, o bem e o mal, o puro e o impuro. Ao seu lado, carregando o peso do passado, surge um Lee Jung-jae (Round 6) com um inglês mais rudimentar. De fala mansa e dócil, ele é a expressão máxima da pureza e retidão de um jedi. Dafne Keen (Logan),Manny Jacinto (The Good Place) e Charlie Barnett (Boneca Russa) completam o elenco principal, dessa série que busca mostrar um lado mais obscuro e menos solar dessa galáxia tão distante.
Amanda nos surpreende nas sutis mudanças de sua atuação. Encarando duas personagens díspares, ela alterna entre a delicadeza e a ferocidade de duas gêmeas cujas visões de mundo são bem opostas. Liderando a trama e dominando o tempo de tela, ela assume o protagonismo ainda sem uma presença muito marcante, mas é promissora e talentosíssima. E com um roteiro mais moroso, marcado por poucas cenas de ação, The Acolyte patina na sua própria lentidão, mas tenta cativar a audiência em seus primeiros episódios a partir da construção de toda uma mitologia em torno de seu grande mistério. Seguindo o modelo “slow burn” – que cresce lenta e gradativamente a cada novo capítulo, a produção começa sua trajetória com muitas promessas, mas poucas entregas no momento.
Mas por explorar o subgênero de histórias de detetive de maneira diferente e autêntica, a nova original Star Wars já é capaz de nos cativar pela curiosidade. Tentando romper com alguns formatos e padrões repetitivos tão replicados no passado recente da amada franquia,The Acolyteé uma aposta no novo, no inusitado. Expandindo as histórias dessa rica galáxia para além dos inúmeros materiais fonte que a obra de George Lucas possui, ela tenta preencher as caixinhas da Disney e sinalizar virtude como de costume, à medida em que aparenta querer se desvencilhar do estigma que tanto custou aos cofres da empresa em 2023. E estampando sets bem produzidos – como a impressionante construção de uma floresta – a série é sim um risco para a Casa do Mickey, mas pode funcionar muito bem…se der voz aos antigos anseios de seu fandom.
Entre os grandes concorrentes ao Oscar deste ano, O Brutalistase destaca como uma das obras mais impactantes da temporada. Indicado em dez categorias, incluindo Melhor Filme, Direção e Ator, o longa de Brady Corbet estreou no Festival de Veneza no ano passado e chegou ao Brasil no último dia 20 de fevereiro. Guy Pearce, em entrevista exclusiva ao CinePOP, demonstrou simpatia ao falar sobre seu papel como Harrison Lee Van Buren e revelou: “Não precisei me inspirar em ninguém para construir o personagem, pois ele já estava bem definido no roteiro.”
A Construção de Harrison Lee Van Buren
Se Adrien Brody brilha no papel do arquiteto húngaro e sobrevivente do Holocausto László Tóth, Guy Pearceentrega uma das melhores performances de sua carreira como o enigmático e poderoso Van Buren. Conhecido por suas inesquecíveis interpretações em Amnésia (2000), de Christopher Nolan e Priscilla, a Rainha do Deserto (1994), de Stephan Elliott, — cuja sequência já foi confirmada e está em pré-produção —, esta é a primeira indicação do ator britânico 57 anos ao maior prêmio da academia de Hollywood.
Com uma performance acachapante, Guy Pearce dá vida a um aristocrata excêntrico, cuja relação com László Tóth oscila entre a admiração e a destruição. Durante a entrevista, Pearce destacou que não buscou referências diretas para compor o papel, pois o roteiro de Brady Corbet e Mona Fastvold já trazia uma clareza impressionante sobre quem era esse homem e suas motivações. “Eu não criei o personagem. Ele já estava ali no roteiro. Eu apenas me juntei à jornada e o interpretei“, afirmou.
Interpretação Soberba num Épico
A dinâmica entre Van Buren e Tóth é um dos pontos centrais da trama, abordando temas como poder, inveja e tensão cultural. Em sua conversa com o CinePOP, Pearce analisou a dualidade do personagem, que, apesar de reconhecer e admirar o talento do arquiteto, sente a necessidade de controlá-lo e, eventualmente, destruí-lo. “Ele se sente impotente em muitos aspectos de sua vida, então quando vê alguém como Laszlo, que tem essa confiança inabalável, ele acaba sendo consumido pelo desejo de dominá-lo”, explicou o ator.
Essa dualidade entre esses personagens foi uma das principais razões do ator entrar no projeto, descrito por ele como os “dois lados da mesma moeda”. A cinematografia de Lol Crawley e a direção de arte de Judy Becker reforçam essa dicotomia e a grandiosidade da narrativa na iluminação e arquitetura, criando o palco perfeito para a tragédia moderna sobre ambição e destruição, na qual o protagonista foge do facismo para cair nos braços do capitalismo.
“Van Buren se apresenta como poderoso, conhecedor de tudo, tem dinheiro, controle e também ganância. Esse é o lado destrutivo do capitalismo presente nesse homem. Ele, entretanto, é mais complexo do que apenas uma representação do capitalismo, ele tem um senso e gosto refinado, porém está repleto de inveja.”, reflete Pearce.
Carimbo na História do Cinema
O Brutalistanão só se destaca como um dos filmes mais marcantes do ano, mas também evoca o espírito dos grandes épicos do cinema. Assim como Ben-Hur(1959, 3h32 de duração) e Lawrence da Arábia(1962, 3h47), o filme constrói sua grandiosidade por meio de uma fotografia detalhada, cenários imponentes e uma narrativa que se desdobra ao longo dos anos, criando um impacto visual e emocional duradouro.
Guy Pearce em entrevista com Letícia Alassë para o CinePOP (Foto: Reprodução/YouTube)
Guy Pearce, em especial, entrega uma performance digna de prêmios ao lado de Adrien Brody e Felicity Jones. Sua corrida para o Oscar, no entanto, enfrenta uma forte concorrência, com Kieran Culkin, de A Verdadeira Dor, dominando a categoria de Ator Coadjuvante e garantindo uma série de reconhecimentos nesta temporada, como Globo de Ouro, BAFTA e SAG Awards.
A construção visual e narrativa de O Brutalista transforma o longa em uma experiência cinematográfica duradoura. Com performances viscerais e uma estética que remete à grandiosidade das narrativas antigas, o filme estabelece um diálogo entre o passado e o presente do cinema, consolidando-se como um marco da década.
A aguardada animação ‘Jovens Titãs em Ação’ ganhou novidades que vão deixar os fãs da DC felizes! A Warner revelou que Mulher-Maravilha, Superman e Lanterna Verde farão participações no filme.
O ator Nicolas Cage será o dublador do Superman, lembrando que ele quase viveu o herói em um filme cancelado do diretor Tim Burton, chamado ‘Superman Lives’.
Já a Mulher-Maravilha será dublada pela cantora Halsey, o Lanterna Verde pelo rapper Lil Yachty. Confira a imagem:
“Eles definitivamente não conseguem salvar o mundo sozinhos”, brinca a arte.
Confira, com o trailer:
A Warner Bros. agendou a data de lançamento de sua nova animação, ‘Jovens Titãs em Ação’ (Teen Titans Go!), para 27 de julho de 2018. Além de revelar detalhes sobre a trama do filme animado dos heróis da DC.
O ComicBook revelou a sinopse do filme, que mostra as dificuldades que os heróis enfrentarão nos cinemas:
“Ao que parece, todos os grandes heróis estão ganhando seus próprios filmes, menos os Jovens Titãs. Mas Robin, o líder do grupo, está determinado a mudar essa situação, tornando-se uma estrela em vez de ser apenas um ajudante. Se eles ao menos conseguissem fazer com que o maior diretor de Hollywood os notasse. Com algumas ideias loucas e uma música no coração, os Jovens Titãs viajam para Tinsel Town, para realizarem seus sonhos. Mas quando tudo dá errado por causa de um super vilão com um plano louco para dominar a Terra, as coisas realmente desandam. A amizade e o espírito guerreiro do grupo são abalados, colocando em risco o destino de cada um”
A animação teve ao longo dos anos 5 títulos lançados no cinema, todos produzidos pela Blue Sky Studios, sendo que os três primeiros foram comandados pelo diretor brasileiro Carlos Saldanha.
Inicialmente, o episódio parece querer se construir sobre a palavra “mistério”. Afinal, Lee (Kurt Russell) e May (Kiersey Clemons) têm seus passados abordados diretamente, principalmente o Lee. O fato dele ser um idoso fisicamente ativo, mesmo que as datas de seu envolvimento com o surgimento da Monarch indiquem que ele deveria ter mais de 90 anos. Esse questionamento já foi feito antes na série, mas o primeiro indício do que pode ter acontecido com ele veio somente neste quinto episódio, quando um dos agentes que o mantém sob cárcere comenta brevemente que ele se envolveu em uma missão secreta no passado que não deu certo. É um excelente indício de que sua história será contada em breve. E até lá teremos que nos aguentar de curiosidade. O mesmo acontece com May, que é confrontada pela agente da Monarch como alguém que “sabe apagar pistas” e que tem duas identidades em seus passaportes. Para alguém que vinha se mostrando uma mera coadjuvante, ela ganhou um destaque considerável nesse episódio. Ainda mais agora que ela provavelmente traíra seus amigos.
Mas essa parte do mistério acaba dando espaço a outra palavra que define perfeitamente o que foi esse episódio: trauma.
Com foco total no trio jovem de 2015, o episódio explora os traumas de Cate (Anna Sawai) e recria seus momentos anteriores ao ataque do Godzilla a São Francisco, em 2014, o “Dia G”. É curioso descobrir o passado da personagem enquanto ela embarca numa jornada de vida ou morte para descobrir o passado do pai. Isso, inclusive, é mostrado num paralelo que o subconsciente dela faz em relação ao pai e ao irmão, Kentaro (Ren Watabe).
Mas o trauma também se manifesta na mãe de Cate, Caroline (Tamlyn Tomita), que foi a grande motivadora da viagem da filha à Tóquio. Aqui, de forma nada sutil, elas debatem tudo isso e como a insegurança dela em relação ao marido refletiu numa infância problemática para a filha.
E outro grande mérito da série, que é o que mais tem me encantado nesse universo trazido para a TV, é como ele mostra o reflexo do filme de 2014 nesse mundo. Novamente vemos os aeroportos do mundo trazendo orientações de segurança para caso o Godzilla apareça novamente. Há comerciais de TV vendendo bunkers para pessoas muito ricas que queiram se proteger. E nesse episódio, em especial, sabemos o que aconteceu com a parte pulverizada de São Francisco. Os sobreviventes foram realocados para moradias provisórias, que eventualmente viraram casas fixas nos subúrbios, quase como projetos de comunidades, enquanto a parte mais afetada da cidade foi isolada pelo governo e agora é explorada ilegalmente por guias de turismo que querem lucrar com a tragédia. Ao mesmo tempo, militares corruptos aceitam propina para permitir a entrada, sem sequer conseguir garantir a saída dessa gente, já que a ordem é para executar qualquer um que seja encontrado no interior.
Também é fantástico ver o impacto psicológico desse trauma, não só na Cate, mas nos sobreviventes em si. Há um diálogo em que Carol diz que os sobreviventes não querem dinheiro ou objetos caros, mas fazem de tudo para recuperarem coisas que remontem a suas memórias, como álbuns de fotografia e objetos pessoais de entes queridos. Em meio a lutas de monstros gigantes, há muita gente sofrendo e tendo suas memórias e vidas saqueadas pelo desrespeito humano à natureza, que é o grande causador da vinda desses monstros.
Esse quinto episódio é incrível e ajuda a consolidar a série como uma das melhores ficções científicas do ano até aqui. Vale destacar também uma cena fantástica da direção em que eles sobrepõe uma imagem do Lee de Wyatt Russell sobre o corpo do Lee deKurt Russell. Visualmente falando, ela é sensacional e faz valer todo o esforço para contar com a semelhança de pai e filho na vida real para interpretar um mesmo personagem em diferentes épocas.
Dizem que a melhor fonte de inspiração é a própria vida, aquela que nós mesmo encaramos no cotidiano. Dizem também que nada é mais inspirador do que a realidade que nós próprios vivemos, com as pessoas que nos cercam se tornando os melhores personagens desse enredo. Talvez essa seja a razão pela qual vemos tantos filmes familiares – no sentido de serem focados em famílias e também no sentido de familiaridade, da comunhão que o espectador sente com relação ao que vê nas telas. As famílias definitivamente são fonte de afeto, conflitos e também de arte. Na junção desses três elementos chega aos cinemas brasileiros a comédia dramática nacional ‘Pérola’, que, com o perdão da redundância, é uma pérola do cinema nacional.
Pérola (Drica Moraes) é uma mãezona, expansiva e cheia de sonhos. Ela acaba de se mudar com toda a sua família para uma casa com a entrada apertada onde sonha em breve expandir o espaço e construir um quintal de frende, e, nos fundos, deseja construir uma piscina. Assim começam as memórias de Mauro (Leonardo Fernandes), filho de Pérola, que rememora seu convívio com a mãe no tempo presente, quando viaja ao encontro da família em Bauru junto de seu namorado. Dessas memórias, vêm à tona segredos enterrados no fundo do inconsciente, momentos de ternura com as tias, brigas homéricas com a mãe e o casamento da irmã – eventos realizados todos à beira da piscina.
Chega a ser complicado fazer a sinopse de ‘Pérola’ porque as palavras não conseguem absorver toda a beleza que está na simplicidade na construção desse filme. O roteiro de Adriana Falcão, Marcelo Saback e Jô Abdu faz dessa casa dos sonhos não só o cenário, mas também uma extensão dessa mãe, abrigando tudo e todos a todo momento; o imóvel, tão importante na narrativa familiar, tem um tom tão peculiar e acolhedor, que o espectador nem sente que a maior parte do filme se passa nesse ambiente – ao contrário, queremos, sim, estar dentro dessa casa, com esses personagens pitorescos, tomando caipirinha sem parar porque é entre essas paredes em que a felicidade do cotidiano ganha a vida.
A sensação de familiaridade que sentimos é mérito tanto da fotografia, quanto da iluminação e da direção de arte de ‘Pérola’: a sintonia desses três departamentos combina em um resultado no qual o espectador se sente à vontade e como que parte dessa família, na qual tudo é muito colorido e contrastante, numa pegada a la Almodóvar em que todos os objetos e seres vivos giram em torno do sol-Pérola, a matriarca e protagonista do filme que, aos olhos do narrador, ganha luz e intensidade irresistíveis.
O segundo trabalho na direção do também ator Murilo Benício é um primor, uma delícia estética para ser deleitada em tela grande. A confiança que sentimos ao observar que todos os aspectos do filme funcionam, encabeçados pela afinadíssima Drica Moraes, demonstra não só segurança do diretor, como também sua competente habilidade em transformar o roteiro em uma obra-homenagem a todas as mães.
Baseado na obra teatral de Mauro Rasi, ‘Pérola’ é um filme belo, adorável e intimamente familiar. Na mesma vibe das comédias argentinas ou espanholas, porém passada em Bauru, ‘Pérola’ mostra toda a beleza e potência do cinema brasileiro.
O mais novo filme da DC a chegar aos cinemas, ‘Aquaman’, ganhou nesses últimos dias uma nova e exclusiva imagem de bastidores, trazendo Amber Heard nos toques finais para encarnar Mera.
De acordo com o post compartilhado no site Reddit, a locação provavelmente faz referências às sequências do filme ambientadas na Itália. Confira:
‘Aquaman‘ recentemente teve sua sequência confirmada. Já era esperado que a Warner desse sinal verde para a continuação depois do tremendo sucesso de bilheteria que o longa conquistou, se tornando recordista de arrecadação do estúdio.
A sequência foi oficializada com a contratação de David Leslie Johnson-McGoldrick (Invocação do Mal 2). O roteirista é colaborador frequente do diretor James Wan.
Entretanto, apesar da confirmação da produção do filme, não foi anunciado se James Wanretorna como diretor. Por enquanto, ele apenas produzirá o filme.
‘Aquaman‘ soma US$ 325 milhões nos EUA e US$ 778 milhões no resto do mundo, totalizando US$ 1,109 bilhão.
O DailyMail UK divulgou algumas fotos aéreas dos estúdios Pinewood que mostram o que foi deixado para trás depois do adiamento da produção do live-action ‘A Pequena Sereia’ devido à pandemia do Coronavírus.
Confira:
O elenco é formado por Halle Bailey, que será a protagonista Ariel; Daveed Diggs, que dará vida a Sebastião. Melissa McCarthy completa o elenco como a vilã Úrsula, Awkwafina (‘Jumanji: Próxima Fase’) como a hilária gaivota Sabidão, Jacob Tremblay(‘O Predador’) como o icônico peixinho Linguado e Jonah Hauer-King (‘A Caminho de Casa’) como o Príncipe Eric.
O vencedor do OscarJavier Bardem (‘Mãe!’) será o Rei Tritão. Zendaya, Keke Palmer e Chloe Bailey estão sendo cotadas para viver as irmãs de Ariel, enquanto Gugu Mbatha-Raw deve interpretar a rainha Athena.
O filme ainda não tem data de lançamento, mas a Walt Disney Studios já começou a pré-produção e contratou Rob Marshall, de ‘O Retorno de Mary Poppins’, para comandar o projeto.
O vindouro ‘The Batman’ vai oferecer aos fãs do panteão DC uma nova versão de um dos super-heróis mais icônicos de todos os tempos – e parece que um desses fãs tem uma pessoa em mente que quer ver no filme: a vencedora do Oscar Lady Gaga.
Em seu Twitter oficial, o artista Carlos Gzz compartilhou duas imagens incríveis transformando a lendária popstar na vilã Hera Venenosa, que pode aparecer no longa-metragem (apesar de não ter sido confirmada). A personagem é alter-ego da Dra. Pamela Isley e funciona como uma eco-terrorista capaz de criar plantas em qualquer lugar. Nos cinemas, ela já foi interpretada por Uma Thurman.
Lembrando que ‘The Batman‘ tem estreia prevista para 01 de outubro de 2021.
Além deRobert Pattinson, o elenco conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard,Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.
A trama irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.
“ESTE NOVO BATMAN PRECISAVA ESTAR EM CONFORMIDADE COM UMA FAIXA ETÁRIA DEFINIDA. ELE É DESCRITO COMO UM JOVEM COM CERCA DE 30 ANOS DE IDADE, E A HISTÓRIA NÃO VAI FOCAR EM SUA ORIGEM, NEM EM SEU COMBATE AO CRIME EM GOTHAM CITY. ELE É BRUCE WAYNE, AINDA TENTANDO ENCONTRAR O CAMINHO PARA SE TORNAR AQUELE DETETIVE GENIAL.”
Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Matt Reeves está preparando.
‘O Mundo Sombrio de Sabrina’ chegou ao fim nos últimos dias com sua 4ª e divertidíssima temporada – e, agora, os atores protagonistas da icônica série da Netflix revelaram detalhes sobre suas experiências no set de filmagens.
Um deles foi a atriz Jaz Sinclair, que interpretou Roz no show. Em entrevista ao Collider, Sinclair disse que aprendeu muito ao observar a interpretação de outros colegas de trabalho, principalmente Michelle Gomez (intérprete de Mary Wardwell/Lilith):
“Eu aprendi muito ao assistir atores como Michelle Gomez e Richard Coyle e Miranda Otto, mas particularmente no começo Michelle, porque eu nunca tinha visto ninguém tão ferozmente selvagem. Em seu trabalho, suas escolhas eram grandes e ousadas, mas nunca erradas, porque ela se divertida. Nunca fugia do tom. O tempero estava certo. Acho que, para mim, algo que aprendi a fazer conforme nos aproximamos do final foi ler [o roteiro] e pensar: ‘O que eu quero fazer? O que eu acho que seria divertido? Como fazer isso ficar divertido para mim em vez de fazer certinho?'”.
Ao longo dos oito episódios da Parte 4, os Terrores do Sobrenatural descerão sobre Greendale. O coven deve lutar contra cada ameaça aterrorizante (O Estranho, O Retornado, A Escuridão, para citar alguns), tudo levando até O Vazio, que é o Fim de Todas as Coisas. Enquanto as bruxas travam uma guerra, com a ajuda do Clube do Medo, Nick começa a ganhar lentamente o seu caminho de volta ao coração de Sabrina, mas será tarde demais?
Em seu Instagram oficial, o astro Henry Cavill fez uma tocante postagem e pediu para que os fãs acabassem com as hostilidades em seus debates sobre a carreira do ator.
O texto vem em resposta às especulações de que Cavill retornaria como Superman para outros filmes do DCEU, incluindo ‘Shazam! 2’, e pediu para que o público não trouxesse tais boatos e negatividade para suas publicações pessoais.
Além disso, ele gostaria de que a fanbase fosse mais legal uma com a outra e não o usasse como aval para insultar os outros.
“Queridos fãs e seguidores”, ele escreveu. “Gostaria de fazer um anúncio para a comunidade. Não pude deixar de notar que houve certa animosidade social nos últimos dias. Tem se tornado crescentemente prevalente no meu feed. Há inúmeras, digamos assim, especulações sobre minha vida pessoal e profissional. Agora, apesar de apreciar a paixão e o apoio dessas mesmas pessoas que estão ‘especulando’, chegamos em um ponto que eu precisava dizer algo que, em si, é ruim.”
“Estamos em uma era de iluminismo social. Cada vez mais, as pessoas percebem que suas perspectivas diminuíram e que precisam ser expandidas para englobar os outros. Então, para aqueels que expressam desdém e que mostram um descontentamento de formas variadas, está na hora de parar. Eu sei que é divertido especular, fofocar e mergulhar em nossos ecos pessoais na internet, mas essa ‘paixão’ está fora de lugar e magoa as pessoas que eu amo. Até seus pensamentos mais conservadores sobre minha vida pessoal e profissional não são verdades.”
“Vamos abraçar essa era de iluminismo social juntos e seguir em frente com positividade. Estou muito feliz no amor e na vida. Eu ficaria enormemente agradecido se vocês estivessem felizes comigo. Se você não pode se trazer para ser feliz comigo, então, ao menos, o que você pode é trazer o melhor de si à tona”.
Lembrando que Cavill retorna como Geralt de Rivia para a 2ª temporada de ‘The Witcher’ e como Sherlock Holmes no recém-confirmado ‘Enola Holmes 2’.
A produção foi inicialmente exibida na emissora ABC, entre 1993 e 1994. Com os demais episódios sendo exibidos no Kids WB!, entre 1994 e 1998. O desenho é ambientado no universo dosLooney Tunes.
‘Oppenheimer’, próximo projeto do aclamado realizador Christopher Nolan, continua a contratar mais membros ao seu elenco e, segundo o Deadline, dois novos atores foram escalados para o longa-metragem.
As informações indicam que Jason Clarke e Louise Lombard foram confirmados na produção, mas detalhes sobre seus papéis não foram revelados.
A dupla se junta a Cillian Murphy (‘Peaky Blinders’), que será o protagonista.
As gravações devem começar em breve.
Confira a primeira imagem oficial da produção abaixo:
Pugh interpretará Jean Tatlock, um membro do Partido Comunista dos Estados Unidos que tem um caso com Oppenheimer e a causa de grandes preocupações de segurança para funcionários do governo.
Safdie interpretará Edward Teller, o físico húngaro conhecido como o pai da bomba de hidrogênio e membro do Projeto Manhattan, a iniciativa de pesquisa dos EUA que desenvolveu a primeira bomba atômica.
Damon será o tenente-general Leslie Groves, diretor do Projeto Manhattan, enquanto Downey será Lewis Strauss, o infame presidente da Comissão de Energia Atômica que iniciou audiências que questionaram a lealdade de Oppenheimer aos Estados Unidos e que ajudou a revogar o conhecimento científico dele perante a segurança pública do país. Já Blunt será Katherine Oppenheimer Vissering, esposa do protagonista.
A Universal Pictures lança o filme nos cinemas dia 21 de julho de 2023.
Nolan também entra como produtor executivo do filme ao lado de sua esposa e parceira de produção de longa data, Emma Thomas.
Através das redes sociais, foi divulgado um novo vídeo de bastidores do aguardado ‘Madame Teia’, spin-off de ‘Homem-Aranha’ supervisionado pela Sony Pictures.
O vídeo em questão traz Dakota Johnson como destaque e pode ter confirmado o papel da atriz no longa-metragem.
Apesar de ter sido escalada como a personagem titular, Johnson não será a versão mais conhecida da protagonista, Cassandra Webb, e sim Julia Carpenter (se o figurino da artista serve como qualquer indicativo).
Para aqueles que não conhecem, Julia é uma versão da Mulher-Aranha que se transforma na Madame Teia. Ela foi introduzida no famoso arco ‘Guerras Secretas’, em 1984, como a segunda Mulher-Aranha (depois de Jessica Drew), tendo obtido as habilidades aracnídeas de um experimento governamental secreto. A heroína também aparecia nos quadrinhos do ‘Homem-Aranha’ por várias décadas consecutivas, até fazer a transição para Madame Teia em 2010, à medida que a personagem original perecia e escolhia Carpenter como sucessora.
Confira:
NEW: Dakota on the set of “Madame Web” yesterday, July 20, in Boston. #DakotaJohnson
O elenco ainda conta com Celeste O’Connor (‘Ainda Estou Aqui’), Tahar Rahim (‘O Paraíso e a Serpente’), Isabela Merced (‘O Pai da Noiva’) e Adam Scott (‘Ruptura’).
Produções que falam sobre grandes roubos são um subgênero do estilo criminal que sempre esteve no gosto popular. Apenas neste século, podemos citar o sucesso gigantesco da franquia ‘Onze Homens e um Segredo’, o subestimado ‘O Plano Perfeito’, a divertida comédia ‘Oito Mulheres e um Segredo’ e a adorada série ‘La Casa de Papel’ como títulos que nos instigaram do começo ao fim e criaram uma competente história regada a reviravoltas, traições, sucessos e fracassos. Agora, chega a hora da Netflix nos entregar uma produção intitulada ‘Caleidoscópio’, uma série que já vem sendo trabalhada há anos e que traz um diferencial incrível para o catálogo da gigante do streaming.
A principal ambição da obra é o fato de seus oito episódios poderem ser assistidos em qualquer ordem – como os padrões que criamos ao explorar um caleidoscópio. Cada capítulo nos arremessa para um momento diferente nesta complexa narrativa (seis meses depois do roubo ou vinte e quatro anos antes), apostando fichas em personagens que têm seus próprios motivos para se envolverem com o plano em questão. E, diferente da bagunça que poderíamos esperar, o resultado é coeso, instigante e funciona quase em sua completude – em outras palavras, não importa por onde você comece a assistir à produção: por mais que não queiramos, precisamos descobrir o que aconteceu e qual foram os corolários.
O elemento de atenção primária é Leo Pap (Giancarlo Esposito), um ex-detento que se reúne com conhecidos de seu passado para cometer um dos maiores crimes da história dos Estados Unidos: roubar títulos de um fortificado banco que estão avaliados em mais de US$7 bilhões. E, como percebemos ao longo dos episódios, a ideia não é apenas ficar rico, mas se vingar de Roger Salas (Rufus Sewell), um magnata de Wall Street que lhe passou a perna décadas atrás e que ocasionou sua prisão, a morte da esposa e o afastamento total da filha, Hannah (Tati Gabrielle). Para isso, ele recruta Ava (Paz Vega), sua advogada e parceira de crime, além da química Judy (Rosaline Elbay), o engenhoso Stan (Peter Mark Kendall), o mestre dos cofres Bob (Jai Courtney) e o motorista RJ (Jordan Mendoza), delineando um plano que pode deixá-los e sem a possibilidade de serem pegos.
Quando lidamos com obras desse tipo, sempre torcemos para que o grupo de criminosos saia vitorioso de suas artimanhas – e o mesmo acontece aqui, ao menos nas iterações iniciais. Queremos entender suas motivações e o que os levou a se aventurar nessa faca de dois gumes – e, à medida que o tempo passa, tudo fica mais cabuloso e a podre personalidade dos personagens vem à tona, movidos à ambição desmedida e à total impossibilidade de enxergarem um palmo à frente do nariz.
É por esse motivo que o plano do time dá errado: eles não conseguem confiar em si mesmos e deixam que as emoções falem mais alto, em um turbilhão de raiva que os faz perder aquilo pelo que ansiavam. Leo tem uma vendeta pessoal a travar com Roger, enquanto Hannah intercepta a carga que estavam tirando do cofre para benefício próprio; Bob, por sua vez, posa como um “macho alfa” que encontra sua merecida ruína, enquanto Stan e Judy se envolvem em um relacionamento que não passa de fachada e que culmina em corações quebrados. E RJ, ao que tudo indica, é o único que consegue se safar e se vingar por ser subestimado e jogado a escanteio. E não podemos deixar de mencionar a presença da agente Abassi (Niousha Noor), que carrega um ressentimento pessoal com Leo e Ava e se encarrega de desmascará-los e levá-los à justiça (também se vendo em um beco sem saída que prenuncia sua queda).
Eric Garcia, mente por trás dessa intrincada jornada, sabe como comandar o enredo de modo a não cair na repetição; a série, apesar de não ser impecável, é sólida o bastante para começar o ano com o pé direito. Talvez o único obstáculo enfrentado pela temporada seja seu teor melancólico e niilista, declamando a plenos pulmões que, no final das contas, nada importa e todos vamos morrer. Parte do público pode sentir um frescor de originalidade com uma investida mais melodramática e pessimista, mas acredito que a outra parte se sinta desconfortável e frustrada pelo finale desconcertante. Todavia, isso não é o suficiente para apagar o brilho da história criada.
‘Caleidoscópio’ poderia dar muito errado, mas consagra-se como uma ótima entrada da Netflix e um ótimo jeito de começar 2023 – nos relembrando de que até narrativas familiares podem ganhar uma nova roupagem.
A aclamada série ‘Succession’ chega ao fim hoje, 28 de maio, com a exibição do último episódio e marcando o encerramento de uma das maiores eras da HBO. E, como é de costume, os fãs da produção já se perguntaram se o show ganhará projetos derivados.
Em uma nova entrevista ao Deadline, a Chefe de Conteúdo de Drama da companhia, Francesca Orsi, confirmou que não há planos nem para uma 5ª temporada ou para spin-offs.
“Não, não agora”, Orsi disse. “Eu sei que houve algumas conversas sobre spin-offs, mas não, não vai acontecer”.
Ela continua: “Nunca direi nunca, mas meu instinto, e com base em uma série de conversas sobre a evolução de ‘Succession’ e esses personagens, neste estágio, não há intenção de continuar. [O criador] Jesse [Armstrong], caso ele faça outra série, irá construir algo original”.
Lembrando que o capítulo final, intitulado “With Open Eyes”, estreia às 23h de hoje na HBO Max e na HBO.
A venda do conglomerado de mídia Waystar Royco ao visionário da tecnologia Lukas Matsson (Alexander Skarsgård) está cada vez mais próxima. A perspectiva dessa venda sísmica provoca angústia existencial e divisão familiar entre os Roys, pois eles antecipam o que seus as vidas serão assim que o acordo for concluído. Uma luta pelo poder ocorre quando a família avalia um futuro em que seu peso cultural e político é severamente reduzido.
De Beyoncé a Lizzo, são incontáveis as artistas negras que trazem produções originais e um impacto significativo no cenário fonográfico – seja incorporando elementos contrastantes em produções impecáveis, seja utilizando a plataforma que lutaram para conquistar para falar de temas importantes e que, dia após dia, precisam ser discutidos.
Pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando as dez melhores músicas internacionais de artistas femininas negras do século XXI (até agora, é claro).
Talvez como nunca, o lead single de ‘ANTI’ seja a declaração política e cultural de Rihannade que devemos exaltar os gêneros que vieram da América Latina e da comunidade negra – visto que, muitas vezes, são incorporados por artistas brancos sem o devido crédito. Em “Work”, Rihannae Drake são vida a uma celebração dancehall, reggae-pop e R&B que foge do exagero e aposta no minimalismo sinestésico.
Apesar de ‘Cuz I Love You’ ser considerada a obra-prima de Lizzo, a performer já demonstrava sua incrível capacidade lírica e musical alguns anos antes, principalmente com o lançamento de “Good as Hell”. O lead single de ‘Coconut Oil’ só iria cair na popularidade tempos depois de ter sido lançada oficialmente, consagrando-se como uma das melhores, senão a melhor canção da artista. Misturando soul-pop, R&B e hip-hop, a irretocável faixa explora temas de empoderamento e amalgama mensagens bastante positivas a uma dançante e envolvente estrutura fonográfica, cortesia da composição de Lizzo e da produção de Reed.
“Bodak Yellow” foi o primeiro single oficial de Cardi B e o lead single de seu álbum de estreia, ‘Invasion of Privacy’. A canção não apenas fez um enorme sucesso comercial, como foi elencada como uma das que definiram os anos 2010, aglutinando hip hop e trap e cimentando a espetacular, ainda que novata carreira da rapper. Além dos ácidos versos assinados pela artista, também temos a produção irretocável de J. White Did It e de Laquan Green.
Janelle Monáe entregou um dos melhores álbuns da década passada com ‘Dirty Computer’ – e o hino “Make Me Feel” é apenas uma das muitas narrativas críticas das quais se dispõe. Modernizando o R&B com habilidade impecável, a música é uma declaração de sua pansexualidade com clareza dançante e envolvente, nos convidando para a pista de dança em uma memorável performance.
6. “212”, Azealia Banks
Azealia Banks pode ter uma carreira e uma vida pessoal recheadas de controvérsias – mas suas músicas são algumas das mais bem produzidas do século e, quiçá, da história da indústria fonográfica. “212” é um ótimo exemplo do que Banks promove com sua arte: um encontro entre o passado e o presente que borra as linhas cronológicas e se consagra como algo, ao mesmo tempo, nostálgico e original. Produzida por Lazy Jay, a faixa amalgama house e hip hop e emergiu como o single de estreia da artista – sendo ovacionada e considerada uma das canções que definiram os anos 2010.
5. “CRAZY IN LOVE”, Beyoncé feat. Jay-Z
A faixa de abertura do álbum de estreia solo de Beyoncé reverbera com “Crazy In Love”, lead single cantado ao lado de Jay-Z e que é exaltada em baladas e playlists inclusive nos dias de hoje. Quase duas décadas depois, o vibrante e sensual mergulho lírico serve como um hino romântico que se afasta das costumeiras baladas do gênero e é movida por um gancho tão chiclete que é quase impossível não reconhecê-lo imediatamente quando o ouvimos em… Bem, qualquer lugar.
4. “PAPER PLANES”, M.I.A.
“Paper Planes” se consagrou como um dos maiores fenômenos não apenas do século, mas também da história. Encabeçada pela artista conhecida como M.I.A., ela co-assinou a faixa ao lado de Diplo e também produziu a faixa, afastando-se das incursões dance do mesmo álbum (‘Kala’) e trazendo uma combinação original e envolvente de elementos da música folk africana, bem como um apreço pelo hip hop alternativo e um impacto imortalizado no cenário fonográfico.
Essa é uma das músicas que, independente de ter feito sucesso comercial ou não, merece nossa atenção – o que não é o caso, visto que atingiu o 5º lugar da Hot 100. Nostálgica, retumbante e narcótica em todos os seus aspectos, a iteração permitiu que Rihannaentregue uma performance memorável que faz alusão aos anos 1950 e 1960, rendendo-se às baladas soul e doo-wop.
O single de estreia de Alicia Keysé uma de suas marcas registradas, principalmente por estampar seus belíssimos vocais, sua relação apaixonante com o piano e sua adoração ao R&B. Atingindo o topo da Billboard 100, a canção levou para casa nada menos que três estatuetas do Grammy, incluindo Música do Ano.
1. “FORMATION”, Beyoncé
“Formation”, buscando elementos de um vanguardista R&B, borbulha com referências imagéticas e sonoras que ganham vida e nos levam através de uma história apagada pelo egocentrismo branco. É aqui que a cantora abraça de vez sua herança provinda de “meu pai, [do] Alabama; minha mãe, [de] Louisiana”, além de cutucar com sarcasmos deliciosos as múltiplas teorias da conspiração que insurgiram nos últimos anos para renegar a importância que trouxe para a valorização da cultura afro-americana. Em outras palavras, a track em questão alcança níveis de perfeição que sarcasticamente grita “eu tenho orgulho de ser quem eu sou”.
O filme é escrito e dirigido por Liz W. Garcia (‘Continência ao Amor’).
A festeira da Flórida Rex (Roberts) acaba sendo a única esperança para o programa espacial da NASA depois que um acaso a coloca em treinamento com outros candidatos que podem ter currículos melhores, mas não têm sua inteligência, coração e coragem.
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