Site Página 4578

‘Eu Me Importo’: Rosamund Pike revela como foi feita a icônica cena do lago; Confira!

‘Eu Me Importo’, novo suspense criminal estrelado por Rosamund Pike (‘Garota Exemplar’), foi lançado recentemente na Netflix e já se tornou um dos títulos favoritos do público.

Agora, para promover o longa, a plataforma de streaming convidou Pike para explicar de que forma a icônica cena do lago foi construída.

Confira:

Marla Grayson (Pike) é uma renomada guardiã legal que gosta de ficar com pessoas idosas e ricas. Às custas da última, ela leva uma confortável vida de luxo. Quando ela pensa ter encontrado uma nova vítima perfeita, descobre que a mesma guarda segredos perigosos. Com base nisso, Marla vai ter que usar toda sua astúcia se quiser continuar viva.

O filme é dirigido por J. Blakeson.

‘Acampamento Coral’: Série derivada de ‘Bob Esponja’ ganha trailer adorável; Confira!

Nickelodeon revelou recentemente o trailer completo de Bob Esponja: Acampamento Coral (‘Kamp Koral: SpongeBob’s Under Years).

A primeira temporada, composta por 13 episódios, chegará ao serviço de streaming da Paramount+ no dia 04 de março de 2021.

Confira:

A trama gira em torno do personagem titular aos dez anos de idade, que viaja para um acampamento ao longo de todos os seus conhecidos amigos – Patrick, Sandy, Lula Molusco e Seu Sirigueijo.

spin-off utilizará técnicas de animação em 3D, assim como os longas-metragens inspirados na produção.

O elenco de dublagem conta com Tom KennyBill FagerbakkeRodger BumpassClanck BrownCarolyn LawrenceMr. Lawrence – todos reprisando seus papéis da animação original. Carlos Alazraqui e Kate Higgins entram para o elenco como os novos personagens Nobby e Narlene, um casal de irmãos narvais que vivem nas florestas ao redor do acampamento.

‘Criando Dion’: Netflix contrata novos nomes para a 2ª temporada da série

Segundo o Deadline, a 2ª temporada de Criando Dion acrescentou novos membros ao seu elenco.

As informações indicam que Rome Flynn (‘How to Get Away with Murder’), Aubriana Davis (‘Genius: Aretha’), Tracey Bonner (‘Sweet Magnolias’) e Josh Ventura (‘P-Valley’) farão parte dos próximos episódios.

A próxima iteração será composta por oito episódios e segue sem previsão de estreia.

Vale lembrar que a temporada de estreia já está disponível na Netflix.

Além de atuar, Michael B. Jordan é também o produtor executivo do projeto.

A trama conta a história de Nicole, uma mãe solteira de Atlanta, que perde seu esposo de maneira bem misteriosa. Agora sozinha, ela tenta criar o seu jovem filho, uma garoto com habilidades surpreendentes.

A série é estrelada por Alisha Wainwright, Ja’Siah Young e Jason Ritter.

‘Superman & Lois’: Episódio de estreia ganha nova cena espetacular; Confira!

A CW divulgou mais uma cena oficial do episódio de estreia de ‘Superman & Lois‘, aguardada série de super-heróis

Confira:

Lembrando que a série estreia hoje, dia 23 de fevereiro.

Criada por Greg BerlantiTodd Helbing, a série faz parte do Arrowverse, que atualmente inclui ‘The Flash‘, ‘Supergirl‘, ‘Legends of Tomorrow‘, ‘Raio Negro‘ e ‘Batwoman‘.

Anos após enfrentarem vilões megalomaníacos, monstros caóticos em Metrópolis e invasores alienígenas que desejavam varrer a raça humana da face da Terra, o super-herói mais famoso do mundo, o Homem de Aço (também conhecido como Clark Kent), e a jornalista mais famosa dos quadrinhos, Lois Lane, enfrentam um dos maiores desafios de todos os tempos: lidar com o estresse, as pressões e as complexidades que surgem em ser pai nos dias de hoje.

Além desse complicado trabalho de criar dois meninos, Clark e Lois também se preocupam com o fato dos filhos Jonathan e Jordan poderem herdar os superpoderes kriptonianos do pai à medida que crescem. Retornando a Smallville para resolver algumas situações, o casal também se reencontra com Lana Lang, antiga namorada de Clark, e seu marido Kyle Cushing. Os adultos não são os únicos a cruzarem com antigas amizades, visto que os jovens membros da família Kent se reencontram com a filha rebelde de Lana e Kyle, Sarah.

Claro, nunca há um momento de paz na vida de um super-herói, especialmente com o pai de Lois, o General Samuel Lane, procurando por Superman para banir um vilão ou salvar o dia a qualqer momento. Enquanto isso, o retorno do casal para a idílica Smallville é acompanhado da aparição tanto de um estranho misterioso quanto de um magnata apaixonado chamado Morgan Edge.

Tyler Hoechlin (‘Teen Wolf’) e Elizabeth Tulloch (‘Grimm’) estrelam. O elenco ainda conta com Emmanuelle ChriquiInde NavarretteErik ValdezJordan ElsassAlexander GarfinDylan Walsh.

 

‘Tina’: Documentário sobre Tina Turner ganha teaser oficial; Confira!

Tina Turner, 1984

HBO divulgou hoje (23) o teaser oficial de Tina, documentário focado na icônica e lendária musicista Tina Turner.

Confira:

O documentário foi criado e dirigido pelos vencedores do Oscar e do Emmy Dan LindsayT.J. Martin.

Com inúmeros áudios, gravações, fotos pessoas e novas entrevistas, incluindo uma com a própria cantora, Tina apresenta uma perspectiva dinâmica e crua sobre o ícone da música Tina Turner.

Angela BassettOprah WinfreyKurt LoderKatori HallErwin Bach estão entre os entrevistados para o projeto.

Tina estreia no dia 27 de março.

‘Hamilton’: Aclamado musical da Broadway ganha belíssimos colecionáveis em Funko POP

O aclamado e premiado musical Hamilton, criado e estrelado por Lin-Manuel Miranda, tornou-se um sucesso incomensurável e, agora, ganhou sua própria linha de Funko POPs.

Os colecionáveis incluem os personagens principais da peça, incluindo Alexander Hamilton, Aaron Burr, Eliza Hamilton, Angelica Schuyler, Peggy Schuyler e George Washington. Eles podem ser pré-adquiridos no site do Walmart e no da Entertainment Earth.

Dirigido por Miranda, o longa quebrou inúmeros recordes com sua narrativa centrada no pai fundador dos Estados Unidos, Alexander Hamilton, e se tornou a produção mais vista do Disney+ e de todas as plataformas de streaming, dado ao seu consistente sucesso e à sua abertura massiva.

O especial reúne as filmagens de três apresentações ao vivo do espetáculo, feitas nos palcos do Richard Rogers Theatre.

Hamilton estreou nos teatros off-Broadway em 2015, migrando para Nova York pouco depois dos ingressos esgotarem.

Lin-Manuel Miranda, Leslie Odom Jr., Daveed Diggs, Renee Elise Goldsberry, Christopher Jackson, Jonathan Groff, Phillipa Soo, Jasmine Cephas, Okieriete Onadowan e Anthony Ramos estrelam.

Baseado na biografia de 2004 assinada por Ron Chernow, o musical gira em torno do primeiro secretário do tesouro norte-americano, Alexander Hamilton.

Hamilton levou para casa 11 estatuetas do Tony Awards, bem como o Grammy de Melhor Álbum de Teatro Musical.

Outros créditos no cinema de Lin-Manuel Miranda incluem Moana, animação na qual ficou responsável pela trilha sonora, e O Retorno de Mary Poppins, em que interpretou o acendedor de lampiões Jack.

Crítica | How it Ends: Diretora do reboot de ‘Jovens Bruxas’ estrela dramédia à la pandemia

Zoe Lister-Jones and Cailee Spaeny appear in How it Ends by Daryl Wein and Zoe Lister-Jones, an official selection of the Premieres section at the 2021 Sundance Film Festival. Courtesy of Sundance Institute | photo by Daryl Wein.All photos are copyrighted and may be used by press only for the purpose of news or editorial coverage of Sundance Institute programs. Photos must be accompanied by a credit to the photographer and/or 'Courtesy of Sundance Institute.' Unauthorized use, alteration, reproduction or sale of logos and/or photos is strictly prohibited.

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2021

A quietude das ruas vazias e das casas fechadas prepara um cenário semelhante ao da vida real. Carros estacionados e mercados desabastecidos revelam o retrato de uma fotografia semelhante e – inevitavelmente – nos remetem aos dias mais tensos da pandemia do Coronavírus. Mas na comédia dramática How it Ends, o fim ganha um sabor agridoce diferenciado, em que a doçura dos recomeços, do perdão e da remissão se sobrepõem ao peso do fim do mundo. Aqui, um meteoro pode até estar prestes a dizimar o planeta Terra, mas nem por isso os últimos instantes precisam ser amargos.

Zoe Lister-Jones, escritora, roteirista e produtora do reboot de Jovens Bruxas, migra para um lado completamente oposto deste gênero nessa nova dramédia, que explora a realidade física de uma pandemia, para trazer uma adorável e inspiradora história sobre aceitação, reconhecimento e até mesmo responsabilidade afetiva. Se apropriando do delicado contexto mundial, ela e o seu esposo, Daryl Wein, assumem a direção e o roteiro de How it Ends com pulso firme e bom humor. Usando a oportunidade única oferecida pelo momento atual para ocupar as ruas vazias de Los Angeles, eles operam com poucos equipamentos de filmagem, mas trazem na manga muitas experiências incríveis para compartilhar.

Apresentando uma produção de caráter pré-apocalíptico, a dupla faz de How it Ends uma carta inspiradora e cômica sobre a importância do perdão. Por meio da premissa do iminente fim do mundo, o longa traz Liza (Lister-Jones), uma mulher que sai em uma jornada de arrependimento pelas ruas de LA no último dia do planeta Terra, a fim de se redimir com as pessoas do seu passado. E à medida que a protagonista encara os seus erros e os dos outros por uma ótica muito mais libertadora, mais ela também será forçada a confrontar a autodepreciação e todos os motivos que a levaram a uma epifania de autoflagelação e isolamento social.

Convidando a audiência a ir além dos efeitos socioemocionais que uma catástrofe global é capaz de proporcionar no íntimo de cada um de nós, a comédia dramática na verdade nos leva a refletir sobre como encaramos a nossa própria vida e como lidamos com os traumas e com as consequências de cada um dos nossos relacionamentos, sejam eles familiares, profissionais ou amorosos. Motivando o público com leveza, humor, mas também com uma dose reforçada de drama, How it Ends fica entre o otimismo e o medo das incertezas, sendo um reflexo simbólico e emocional do tempo de pandemia – mas transcendendo o zeitgeist por sua mensagem que, de fato, é bem atemporal e sempre bem-vinda.

Simples em sua execução técnica, mas com argumentos poderosos e essenciais, a produção é calcada em seus diálogos e nas reflexões que Liza tem com sua versão mais jovem e inocente. Divertido, mas também profundo, o filme tem seus pontos fortes no clímax, que faz um confronto sobre o peso da falta do amor próprio e como ele afeta diretamente nossa percepção sobre tudo e todos. Uma comédia dramática sobre relacionamentos, o longa é repleto de participações especiais de astro hollywoodianos, como Olivia Wilde e Helen Hunt. Acalentador, How it Ends ainda nos convida a enxergar a nossa versão mais jovem, para que talvez possamos aprender a conviver em paz com as feridas que insistimos em cultivar, mesmo depois de tantos anos.

Pelé | 10 jogadores brasileiros que mereciam uma adaptação da Netflix

Foto: Reprodução.

Pelé chega hoje ao catálogo da Netflix buscando atingir um público não tão familiarizado com a história do maior jogador de todos os tempos. A produção é interessante e tem um trabalho bem legal de trazer imagens restauradas e depoimentos de ex-jogadores, familiares e pessoas influentes ligadas ao eterno camisa 10. No entanto, por ser um dos homens mais famosos do mundo, Pelé já ganhou outras adaptações para cinema e TV, tanto em documentário quanto em filme biográfico.

E como o Brasil é um verdadeiro celeiro de craques históricos, não dá para ficar se prendendo a apenas um jogador para sempre. Por isso, o CinePOP separou 10 jogadores cujas vidas mereciam uma adaptação da Netflix, seja em documentário ou filme. Confira!


Barbosa

Foto: Reprodução.

Imagine ser um dos maiores jogadores do século XX, ter diversos títulos em uma carreira vitoriosa, incluindo com a Seleção Brasileira, onde foi considerado titular intocável, além de ser o primeiro goleiro da história a ser campeão continental de clubes? Este é Moacir Barbosa, um goleirão forte e de reflexos rápidos, cujo maior sonho acabou se tornando uma maldição eterna em sua vida. Ídolo do Vasco da Gama, onde foi hexacampeão carioca, campeão invicto do Sul-Americano de 1948 – defendendo pênalti na final contra o River Plate -, e vencedor do Torneio Octogonal Rivadavia Corrêa Meyer, em 1953, Barbosa era o melhor goleiro do Brasil na década de cinquenta. Porém, sua vida acabou ficando marcada pela covardia do racismo na nossa sociedade. Na tão sonhada Copa do Mundo de 1950, disputada no nosso país, Moacir Barbosa foi o goleiro de uma das maiores seleções que o mundo já viu. Só que, como vocês já sabem, a nossa Seleção perdeu pro Uruguai e amargou o vice-campeonato mundial. Barbosa era um dos três jogadores negros do elenco e foi tratado pela imprensa e pelo povo como um grande vilão. Para onde ele ia, as pessoas o xingavam, ameaçavam e humilhavam. E assim foi até o dia de sua morte, em 2000. Em 1993, antes do jogo da Seleção Brasileira contra o Uruguai, que decidiria se o Brasil iria ou não para a Copa de 94, Barbosa foi visitar os jogadores na concentração para desejar sorte, mas foi impedido de entrar para evitar uma possível “zika” ao elenco. Pouco tempo antes de morrer, ele deu uma entrevista na qual declarou: “No Brasil, a pena máxima é de 30 anos, mas pago há 40 por um crime que não cometi“. Essa história de glórias e humilhações infundadas renderia um documentário de mão cheia ou até mesmo um grande drama digno de premiações.


Zagallo

Foto: Reprodução.

Ninguém no planeta Terra tem mais medalhas de campeão de Copa do Mundo do que Mário Jorge Lobo Zagallo. Somando sua carreira como jogador, técnico e auxiliar, o Velho Lobo chegou a nada menos que cinco finais de Copa, saindo vencedor de quatro delas, em 1958, 1962 (jogador), 1970 (técnico) e 1994 (auxiliar). Fascinado pelo número 13, superstição adquirida da esposa – uma fiel devota de Santo Antônio, santo cuja data se comemora em 13 de junho – esse grande personagem do futebol brasileiro acumula ainda passagens vitoriosas por Botafogo e Flamengo, além de diversas histórias de bastidores, controvérsias, polêmicas, momentos simplesmente inesquecíveis, como o clássico “Vocês vão ter que me engolir!” e a misteriosa final da Copa de 1998, na qual o Brasil perdeu para a França. Seja como jogador ou treinador, Zagallo é um ícone do futebol mundial, dono de um conhecimento de técnica e tática como pouquíssimos no planeta e, sem dúvidas, merecia um documentário riquíssimo em detalhes, curiosidades e informações. E a melhor parte disso tudo é que essa lenda está viva até hoje. Ou seja, poderia dar entrevistas e depoimentos contando histórias e casos inéditos. Quem sabe até mesmo um longa com uma visão mais romântica… Enfim, o que não falta é história.


Sócrates

Foto: Reprodução.

Tido por muitos corintianos como ídolo máximo, o Doutor Sócrates foi o rosto da Democracia Corintiana. Idolatrado também na Inglaterra, o camisa 8 foi eleito um dos seis atletas mais inteligentes da história pelo jornal The Guardian. Filho de um pai fascinado pela literatura, Sócrates teve boa educação e ingressou na faculdade de medicina, que foi concluída enquanto ele já se destacava como jogador de futebol. Além de seu desempenho genial dentro de campo, o que o levou a ser titular incontestável da Seleção Brasileira dos anos 1980, ele se destacou por ser politicamente ativo. Sua militância teve início em 1964, quando o então garoto de apenas dez anos de idade, viu seu pai frustrado queimar sua maior paixão, seus livros, por conta do golpe militar. Ele foi um dos “cabeças” por trás da Democracia Corintiana – movimento que visava maior participação dos jogadores em questões administrativas do Corinthians -, e foi voz ativa nas Diretas Já!. Sua voz política foi tão importante, que ele chegou a ser fichado pelos militares. Após o fim de carreira, ele atuou em filmes, novelas, foi comentarista, treinador – chegando até mesmo a receber um convite para treinar a Seleção Cubana em 2011 -, mas nunca deixou de ser ídolo do alvinegro paulista. Sua relação com o clube era tão intensa, que ele disse uma vez desejar falecer em um domingo tranquilo, com o Corinthians campeão. Sócrates morreu num domingo, em 2011, na última rodada do Campeonato Brasileiro que terminou com o pentacampeonato do Corinthians. Tem como essa vida não render um documentário importantíssimo ainda mais para os dias de hoje?


Ademir de Menezes

Foto: Reprodução.

Considerado o primeiro “astro” do futebol brasileiro, Ademir de Menezes foi um revolucionário. Ídolo eterno de Sport e Vasco, o “Queixada”, como era apelidado, revolucionou o ataque, praticamente inventando a famosa posição do “ponta de lança”. Ele era mais veloz que qualquer outro atacante da década de 1950 e tinha um chute ridiculamente potente. Com essas características e um físico avantajado, ele era imparável. Contemporâneo do goleiro Barbosa, ele venceu praticamente os mesmos títulos do companheiro de time. Porém, seu status de artilheiro matador o levou ao Fluminense em 1946, após o técnico tricolor, Gentil Cardoso, soltar a famosa frase: “Deem-me Ademir que eu lhes darei o campeonato“. A diretoria foi atrás, trouxe o Queixada, e ele foi artilheiro do campeonato vencido pelo próprio Fluminense. No entanto, a passagem pelas Laranjeiras não durou muito e seu amor pelo Vasco o levou “de volta para casa”, onde foi campeão muitas vezes mais e se tornou o maior artilheiro do clube, com 301 gols, até ser ultrapassado por Roberto Dinamite. Tal qual Barbosa, Ademir foi para a Copa de 50 com status de astro. Seu rosto estampava diversos comerciais em revistas e jornais e havia muita expectativa quanto ao seu desempenho no torneio. Ele não decepcionou, marcando 9 gols em uma única edição de Copa do Mundo, coisa que nenhum outro brasileiro foi capaz de fazer – Ronaldo Fenômeno chegou perto em 2002, quando marcou 8 gols. Mas é aquela história, faltou o gol no jogo contra o Uruguai, o que resultou no vice-campeonato brasileiro e ficou eternamente registrado nas lágrimas de um inconsolável Ademir no final da partida. A verdade é que a geração de 50 inteira merecia um filme, mas a dupla Ademir e Barbosa, por tudo o que eles representavam… Documentário ou drama seriam excelentes oportunidades.


Adriano Imperador

Foto: Reprodução.

Carrasco da Argentina, ídolo do Flamengo e da Inter de Milão, apaixonado pela família e pela Vila Cruzeiro, Adriano Imperador foi um atacante histórico que protagonizou jogos eternos pela Seleção Brasileira, pelo Flamengo, pela Inter e pelo Corinthians, sendo ele um dos coringas do título brasileiro de 2011. Tido como o sucessor natural de Ronaldo Fenômeno na vasta linhagem de atacantes matadores no futebol brasileiro. Com as lesões do Fenômeno nos anos 2000, coube ao “Didico” chamar a responsabilidade e se tornar o artilheiro da Copa América de 2004 e da Copa das Confederações de 2005. Dono de muita força física e uma canhota invejável, Adriano foi para a Seleção com apenas 18 anos de vida. E depois de muitos anos acumulando títulos e jogadas magistrais, veio o grande baque de sua vida: a morte do pai, em 2006. Isso afetou sua mente, o que, por consequência, afetou seu corpo e seu futebol. Afetado por uma depressão pesada, o jogador afirmou que teria perdido “a alegria de jogar futebol”, engordou e acumulou passagens polêmicas pelo futebol mundial, muito abaixo daquele Adriano que encantara o mundo anos antes. Ele queria ficar perto da família, ter sua vida na Vila Cruzeiro de novo. Em 2009, com o retorno ao clube do coração, ele recuperou o gosto por jogar bola e conduziu o Flamengo rumo ao campeonato brasileiro daquele ano. Porém, mesmo com essa retomada na carreira, ele não deixou de acumular polêmicas, como as festas e o alcoolismo. Depois de sair do Rubro-negro carioca, ele virou um andarilho do futebol, mas ainda deu tempo de se tornar ídolo do Corinthians, onde ele fez gols importantes para a campanha do penta em 2011. Um filme sobre a vida de Adriano estava sendo produzido há algum tempo, só que nunca mais tivemos notícias sobre ele. A história de vida dele tem tudo que um filmaço de drama ou ação procuram, além, claro de ter bastante material para um documentário.


Garrincha

Foto: Reprodução.

Maior ídolo da história do Botafogo, Garrincha é um daqueles casos que realmente não fazem sentido, mas que deram muitíssimo certo. Principal nome da Seleção no bicampeonato da Copa do Mundo em 1962, quando ele assumiu o protagonismo após a lesão de Pelé, Mané Garrincha tinha seis centímetro de diferença de uma perna para a outra e ambas eram curvadas para a esquerda – daí o apelido “Anjo das Pernas Tortas”, era estrábico, tinha desequilíbrio na pelve, problema nos dois joelhos, passou por uma poliomelite e sofria com o alcoolismo. Pela lógica, este cidadão jamais deveria passar perto de um esporte de alto rendimento, como o futebol. No entanto, ele desafiou todas as estatísticas e se transformou no maior driblador de todos os tempos. Rápido como uma bala, “liso” como sabão e com um chute único, o craque da estrela solitária se mostrou um dos maiores jogadores de todos os tempos. Sua carreira no futebol começou jogando por uma fábrica têxtil, mas foi no Botafogo que ele atingiu sua glória, onde foi tricampeão carioca e venceu diversos torneios internacionais. Sua estreia em Copas do Mundo foi em 1958, junto a Pelé, no jogo contra a União Soviética. Aliás, juntos, Garrincha e Pelé nunca perderam um jogo sequer pela Seleção Brasileira. Se dentro de campo ele era genial, fora dele… A vida pessoal de Mané ficou marcada por polêmicas, como bebedeiras, traições, agressões, 14 filhos – sendo um deles sueco – e o conturbado relacionamento com Elza Soares, naquele que já foi o casal mais famoso do Brasil. É verdade que Garrincha já teve um filme, mas é um trabalho tão ruim, tão podre, que ele merecia tanto um documentário quanto uma história contada nas telas de forma decente, sem poupar as polêmicas e as glórias.


Romário

Romário após marcar o milésimo gol, contra o Sport. Foto: Reprodução.

Único jogador além de Pelé a ultrapassar a marca de mil gols – reconhecidos pela FIFA -, Romário é o ídolo de uma geração inteira de torcedores brasileiros. Revelado pelo Vasco nos anos 1980, ele começou jogando mais pela parte esquerda do campo até se consagrar como o Rei da Pequena Área. Considerado por muitos como o último centroavante clássico, o Baixinho teve anos e anos de brilhantismo, e conseguiu algo dificílimo no mundo da bola, que é ser ídolo de duas torcidas de maior rivalidade do país: Vasco e Flamengo. Seus números e títulos não mentem sobre o gigantismo do eterno camisa 11. Dizem que apenas três jogadores foram capazes de “ganhar uma Copa do Mundo sozinhos”: Garrincha, Maradona e Romário. Isso porque o Baixinho jogou MUITA bola nas eliminatórias para a Copa de 1994, e foi O Cara da campanha do Tetra. Além disso, ele tem média de gols superior a Pelé pela Seleção, apesar de ter marcado menos que o Camisa 10. O faro de gols do artilheiro o levou ao Barcelona, onde também virou ídolo, e alcançou o posto de melhor jogador do mundo. Seus números são absurdos, ostentando 326 gols pelo Vasco, 204 pelo Flamengo, 165 pelo PSV, 55 pela Seleção e 53 pelo Barcelona, fora 32 títulos na carreira. Tendo passado por uma infância difícil no Jacarezinho, Romário lutou muito para chegar ao futebol profissional e logo viu sua marra crescer proporcionalmente ao seu talento. Além das vitórias e conquistas, esse estilo marrento de que “não precisava treinar” para resolver dentro de campo criaram várias histórias que o tornaram uma verdadeira lenda do futebol mundial. Suas rusgas com o rival/ companheiro de clube, Edmundo, renderam momentos antológicos de puro futebol brasileiros dos anos 1990. Sua história é tão fantástica que ele serviu de inspiração para o jogador Carlos Santana, do anime Super Campeões. No mangá, ele é um filho do Deus do Futebol que é enviado para o estádio de São Januário, onde começa no futebol, mas após uma briga com um dirigente gorducho, ele se transfere para o rival. Em outras palavras: urge a necessidade de uma série, filme ou documentário sobre o Baixinho.


Manga

Foto: Reprodução.

Multicampeão, o goleiro Manga tem um história gloriosa no futebol e triste no lado pessoal. Ídolo do Botafogo, Internacional, Nacional do Uruguai e Barcelona de Guayaquil, o brasileiro foi campeão da Taça Brasil de 1968 com o Botafogo, bicampeão brasileiro com o Inter em 1975 e 1976, campeão equatoriano com o Barcelona e tetracampeão consecutivo (1969 a 1972) com o Nacional do Uruguai, clube pelo qual também foi campeão da Libertadores e do Mundial. Após dez anos operando verdadeiros milagres pelo alvinegro carioca, Manga foi para o Uruguai contra sua vontade, mas acabou se tornando um dos maiores ídolos da história da torcida do Nacional, onde foi campeão de tudo. Ele também foi um dos poucos a jogar bem e ser querido pelas torcidas de Internacional e Grêmio. Após o fim de sua carreira, ele passou a morar no Equador, mas entrou em falência e foi diagnosticado com problemas gravíssimos nos rins e com uma forte anemia. Como o sistema de saúde equatoriano passava por dificuldades, Manga não conseguia atendimento. Então, um cônsul uruguaio soube da situação do jogador e, em 2019, acionou um grupo de torcedores do Nacional para ajudá-lo a se transferir para o Uuguai. Com a mobilização da torcida e do clube uruguaio, o ídolo brasileiro passou a receber uma pensão, um auxílio moradia e um auxílio saúde. Com a saúde mais estável, ele veio para o Brasil em 2020, onde vive até hoje no Retiro dos Artistas, localizado na zona oeste do Rio de Janeiro. Caso a história nos gramados não fosse o suficiente para um documentário sobre o goleiro da Seleção Brasileira da Copa de 1966, o amor e a idolatria que Manga foi capaz de despertar em pessoas de tantos países diferentes merecia ser retratado em tela.


Ronaldinho Gaúcho

Foto: Reprodução.

Poucas pessoas no planeta podem dizer que são tão amadas quanto Ronaldinho Gaúcho. O homem que é ídolo de ídolos como Maradona e Lionel Messi. Dono de um carisma inigualável e único jogador da história a ter vencido a Libertadores, a Champions League, a Copa do Mundo e o prêmio de Melhor Jogador do Mundo, Ronaldinho perdeu o pai com apenas oito anos, precisando ajudar a mãe e o irmão a manterem a casa enquanto ainda era criança. Desde pequeno, sua maior alegria era jogar futebol. Ele surgiu no Grêmio, onde surpreendeu a torcida e a imprensa com seu jeito ousado de jogar e driblar. Mas foi mesmo na Copa América de 1999, contra a Venezuela, que Ronaldinho chamou atenção do mundo. Sua carreira decolaria de vez, colocando-o na prateleira dos imortais do futebol, com a camisa do Barcelona, onde exibiu um futebol arte pouquíssimas vezes visto em jogos normais. Ele fez o impossível ser possível, presenteando o mundo com alguns dos lances plásticos mais espetaculares da história. Como se isso não fosse o bastante, ainda foi o mentor de ninguém menos que Lionel Messi. No Atlético Mineiro, ele foi parte fundamental da campanha mais vitoriosa da história do clube e se tornou um ídolo instantâneo. Por muitos anos, Ronaldinho foi sinônimo de futebol. Atualmente, porém, ele é conhecido por seus rolés aleatórios. Foi uma boa saída para contornar as polêmicas de sua badalada vida noturna, que tantas vezes foi manchete nos jornais esportivos. Nunca se sabe o que esperar de Ronaldinho. Um dia ele pode estar gravando uma música com Weslley Safadão, no outro pode estar tirando foto com um barquinho no Peru, então ele aparece na Índia gravando um filme no qual ele é um policial, tudo isso para aparecer amanhã dando uma volta com o Will Smith ou vencendo o torneio de presidiários do Paraguai, cujo prêmio era uma leitoa de 16kg. Fato é que a vida do eterno craque do Barcelona renderia uma série espetacular de sucesso global e já deveria estar sendo feita. Acorda, @Netflix! Vai deixar essa passar?


Carlos Kaiser

Foto: Reprodução.

Ok, seria simplesmente criminoso terminar essa matéria sem falar da história mais fantástica do mundo da bola. Carlos Kaiser, também apelidado de Forrest Gump do Futebol, é o maior mentiroso que já vestiu as camisas de América, Bangu, Botafogo, Flamengo, Fluminense, Vasco da Gama, Puebla do MéxicoEl Paso Patriots, Louletano, e Ajaccio da França. Tudo isso sem saber jogar futebol de verdade. Isso porque ele odiava futebol, mas tinha porte de jogador e se amarrava na vida de bebedeira e sexo desenfreado dos jogadores dos anos 1980. Como ele tinha um físico muito bom e conseguiu amizade com alguns atletas famosos da época, como Renato Gaúcho e Ricardo Rocha, ele chegava com facilidade aos clubes e usava sua lábia para negociar contratos e se manter como jogador das equipes. Ele carregava um celular de brinquedo, com o qual fingia estar recebendo ligações sobre propostas para ele mudar de time. Esperto, ele só atendia as “ligações” na frente dos dirigentes, o que os obrigava a tentar mantê-lo no elenco. Mas como alguém consegue jogar em clubes tão grandes sem jogar? Bem, ele treinava normalmente com os jogadores, fazia amizade com eles, guardava segredos, ajudava a resolver problemas e, na hora do jogo, Carlos sempre se “lesionava” e arrumava uma desculpa ou um atestado falso para evitar que fosse mandado para dentro de campo. Minha história favorita dele é a de quando ele estava no Bangu do contraventor Castor de Andrade e foi mandado a campo por ordem do bicheiro. Não dava para ir contra a maior “força alternativa” do Rio de Janeiro, então, enquanto se aquecia pra entrar, ele arrumou uma briga com a torcida do Bangu e foi expulso. No vestiário, ele explicou ao Castor que o enxergava como um pai e, por isso, não aceitaria que os torcedores proferissem xingamentos a ele. O suposto ato de lealdade – ele inventou a parte dos xingamentos – rendeu a ele um forte abraço e uma renovação de contrato feita por Castor de Andrade. Carlos já foi tema de um documentário britânico divertidíssimo que ainda não foi disponibilizado no Brasil. Seria fantástico se a Netflix adquirisse os direitos de exibição ou investisse em um filme ao melhor estilo Prenda-Me Se For Capaz.

Qual jogador brasileiro você gostaria de ver na Netflix? Diga nos comentários!

Pelé está disponível na Netflix.

‘Godzilla vs. Kong’ ganha novo comercial com cenas ÉPICAS de confronto; Confira!

O crossover ‘Godzilla vs. Kong‘ ganhou um novo comercial com cenas épicas e inéditas de confronto entre os dois titãs.

Confira:

O filme chega no dia 25 de março de 2021 nos cinemas brasileiros.

Godzilla vs Kong‘ terá baixa indicação etária, sendo recomendado para maiores de 14 anos (PG-13). O longa foi classificado por “sequências intensas de violência/destruição entre criaturas e linguagem leve”.

Dirigido por Adam Wingard (‘Você é o Próximo‘), o longa dará continuidade aos eventos de ‘Godzilla II: Rei dos Monstros‘ e ‘Kong: A Ilha da Caveira‘.

Revelado como ‘Kong – A Ilha da Caveira’ se conecta a ‘Godzilla’ [SPOILER] 

“A humanidade luta pelo seu futuro, à medida em que Godzilla e Kong embarcam em um caminho de destruição que trará as duas forças da natureza mais potentes do mundo se colidindo em uma grandiosa guerra”.

O elenco conta com Millie Bobby Brown, Julian DennisonRebecca HallEiza GonzalezBrian Tyree HenryAlexander Skarsgård, Jessica Henwick Demian Bichir.

‘New Amsterdam’: Médicos lutam contra pandemia de COVID no trailer da 3ª temporada; Assista!

A NBC divulgou o trailer completo da 3ª temporada do drama médico ‘New Amsterdam‘.

Confira:

O próximo ciclo irá estrear no dia 2 de março.

Vale lembrar que a série já está renovada param mais DUAS temporadas, garantindo sua continuidade até o quinto ano.

Na série, que é inspirada por Bellevue, o hospital público mais antigo da América, o drama médico segue o brilhante e charmoso Dr. Max Goodwin, o mais recente diretor da instituição, que se propõe a acabar com a burocracia e oferecer atendimento excepcional. Como ele pode ajudar? Bem, os médicos e a equipe já ouviram isso antes. Não aceitando “não” como resposta, o Dr. Goodwin irá interromper a conjuntura atual e provar que não vai parar até poder dar nova vida a esse hospital carente, subfinanciado e subestimado – o único no mundo capaz de tratar pacientes de Ebola, prisioneiros de Rikers e do Presidente dos Estados Unidos sob o mesmo teto – e devolvê-lo à glória que o colocou no mapa.

O elenco inclui Ryan Eggold (‘The Blacklist’), Janet Montgomery (‘Salem’), Freema Agyeman (‘Sense8’), Jocko Sims, Anupam Kher e Tyler Labine.

 

‘Um Príncipe em Nova York 2’: Filha do Eddie Murphy revela como foi lutar contra o Wesley Snipes na sequência

Um das estreias mais aguardadas do primeiro semestre de 2021, ‘Um Príncipe em Nova York 2‘ promete surpreender os fãs do clássico, com novas e fortes personagens femininas, que trarão um novo vigor para a trama.

E uma delas é interpretada por Bella Murphy, que entra em um confronto direto contra o personagem do veterano Wesley Snipes – rendendo ate mesmo em pancadaria. A atriz e filha do comediante Eddie Murphy revelou como foi a oportunidade de poder bater no intérprete do herói Blade em cena.

Durante a coletiva de imprensa que teve a presença do CinePOP, Murphy ainda comentou como foi desempenhar toda a cena de luta fisicamente:

“Isso foi incrível. Lembro que quando estávamos fazendo aquela cena, eu realmente pude desempenhar todos os movimentos de luta. E eu estava nervosa, porque não queria bater na cabeça do Wesley Snipes, não seria uma boa impressão. Então eu estava muito nervosa, mas no final acabou dando tudo certo! E foi muito legal interpretar uma personagem como ela, pois eu me senti muito empoderada”.

Bella Murphy foi ainda mais além e ponderou sobre como a sequência se comunica bem com o contexto atual, sendo de fato um longa que destaca as protagonistas femininas:

“Sinto que a história mostra como as mulheres podem fazer tudo que os homens fazem e até mesmo ainda melhor. Então isso foi muito legal”.

Para a atriz Vanessa Bell Calloway, intérprete da personagem Imani Izzi, o público perceberá nitidamente uma mudança positiva na narrativa, com as mulheres recebendo o devido destaque em tela.

Ao longo da coletiva, ela ponderou sobre isso, à medida em que também revelou alguns detalhes relacionados ao arco de sua personagem, compartilhando como ela se encontra na nova trama, mais de 30 anos depois:

“Bem, direi apenas que este é um filme em que vocês verão o empoderamento das mulheres e principalmente das mais jovens. Quando à minha personagem, acho que ela ainda teve alguns problemas ao longo dos anos e seu irmão, que é vivido pelo Wesley Snipes, veio em sua defesa aqui na sequência. Ela ainda tem algumas dificuldades, mas no final do longa você vê que ela provavelmente as superou. Mas seu crescimento e desenvolvimento foram um pouco estagnados em comparação a alguns dos outros personagens, porque ela foi pega em um túnel do tempo, pois ainda se sentia injustiçada. E em certo ponto isso é verdade”.

Confira os cartazes individuais:

O filme será lançado no dia 05 de março de 2021 na plataforma de streaming.

Na nova história, Akeem descobre que tem um filho perdido nos Estados Unidos e retorna para encontrar o novo herdeiro do trono do fictício reino de Zamunda.

O longa é dirigido por Craig Brewer.

“Depois de longos anos de espera, estou empolgado com o fato de ‘Um Príncipe em Nova York 2′ estar avançando oficialmente”, disse Murphy em um comunicado. “Nós montamos uma grande equipe, que será dirigida por Craig Brewer, que acabou de fazer um trabalho incrível em ‘Meu nome é Dolemite‘, e estou ansioso para trazer todos esses personagens clássicos e amados de volta para o cinema.”

O elenco também conta com Arsenio Hall volta como Semmi e Shari Headley retorna como Lisa McDowell, além de Tracey Morgan (Tiras em Apuros), Leslie Jones (Saturday Night LiveCaça-Fantasmas), Kiki Layne (Se a Rua Beale Falasse), Wesley Snipes, John AmosJames Earl Jones

Arsenio Hall and Tracy Morgan star in COMING 2 AMERICA
Photo Courtesy of Amazon Studios

Eddie Murphy and Jermaine Fowler COMING 2 AMERICA
Photo Courtesy of Amazon Studios

KiKi Layne and Eddie Murphy star in COMING 2 AMERICA
Photo Courtesy of Amazon Studios

‘Animais Fantásticos’: Saga pode ser cancelada após o 3º filme, revela Forbes

Na última semana, a revista Forbes publicou uma crítica matéria acerca da franquia ‘Animais Fantásticos’ – e como o spin-off da saga ‘Harry Potter’ pode estar com os dias contados.

Desde a criação da nova franquia cinematográfica, que teve confirmação para cinco filmes, inúmeras controvérsias começaram a rodear a produção. A primeira dela foi a contratação de Johnny Depp para viver o vilão Grindelwald: Depp havia enfrentado um duro julgamento ao lado da ex-esposa Amber Heard, sendo acusado de abuso sexual e doméstico. O ator acabou sendo “demitido” do terceiro filme.

A segunda insurgiu com Ezra Miller. O intérprete de Credence Barebone/Aurelius Dumbledore foi flagrado agredindo uma fã e, desde então, os fãs vinham pedindo sua retirada da saga.

Mais recentemente, a própria autora das narrativas puxou para si uma atenção bastante condenável ao fazer postagens transfóbicas em seu Twitter oficial, sendo rebatida por inúmeros astros da franquia original. Por causa disso, o renomado jornal analisou os números dos primeiros filmes de ‘Animais Fantásticos’ e realizou um prospecto nada favorável.

Os fatores em questão, aliados à oscilante construção narrativa e à fria recepção do público e da crítica para o último filme, podem ser indicativos de um término precoce da prequência. Afinal, Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald’ (2018) teve uma queda drástica de arrecadação, lucrando apenas US$614 milhões (com orçamento de US$200 milhões). A encargo de comparação, a primeira iteração teve uma bilheteria de US$814 milhões – o que também é um patamar alto para o Universo Mágico, considerando os números de ‘Harry Potter’.

Agora, o elemento principal que irá decidir o destino de ‘Animais Fantásticos’ é o público. Afinal, segundo a revista, “se os fãs pularem do barco, a franquia seguirá o mesmo destino de ‘X-Men’ e ‘Divergente’ (para aqueles que não se lembram, ambas as sagas tiveram uma terrível resolução ou cancelamento nos cinemas).

Animais Fantásticos 3, ainda sem subtítulo oficial, tem estreia prevista para 2022.

Confira a nossa crítica do filme anterior:

 

Ranking | Do Pior ao Melhor da Franquia ‘Star Wars’

Ninguém imaginava, nem mesmo o criador George Lucas, que aquela ficção científica misturada com aventura de matinê, uma aposta pra lá de arriscada, continuaria rendendo (muitos) frutos mais de quarenta anos depois de sua estreia. Star Wars (1977) se tornou um verdadeiro fenômeno, o segundo blockbuster da história – atrás somente de Tubarão (1975). Hoje em dia é difícil mensurarmos o que foi para a época, já que se olharmos para uma esquina vemos um blockbuster.

Transformado num produto muito rentável e numa franquia multimilionária, Star Wars continua a render frutos até hoje. Em 2019, foi a vez de A Ascensão Skywalker chegar aos cinemas, o quinto filme a estrear com a marca da série desde 2015, após a compra da Disney – entregando anualmente uma nova obra. Star Wars como nunca anteriormente desperta a paixão dos fãs, seja para o bem ou para o mal – muito devido a voz que todos ganharam para dizer o que querem na internet.

Em homenagem ao novo e polêmico (como não podia deixar de ser) episódio da maior franquia do cinema, o CinePOP resolveu criar uma nova lista do zero, ranqueando do pior ao melhor todos os filmes com o selo Star Wars. Sem mais delongas, vem conhecer.

 

A Ameaça Fantasma (1999)

Não tem jeito, entra ano e sai ano, mesmo os especialistas revisitando a obra, este segue como o pior filme da franquia, com a média tirada entre as opiniões de crítica e público. Curiosamente, com 11 filmes lançados e a poeira baixada, A Ameaça Fantasma não se encontra mais sozinho nesta. Na opinião do grande público, por exemplo, o que inclui os fãs, ele está empatado com O Ataque dos Clones no fundo do poço (vencendo por número de votos). E para os críticos, um certo filme recente da franquia é que pega o posto antes ocupado por este que deveria ser o retorno triunfal da saga no cinema.

O Episódio I não é um bom filme. Mas de uma coisa ele pode se gabar: foi um dos filmes de maior hype da história do cinema. Tudo porque estávamos há 16 anos sem um exemplar da franquia – então uma trilogia fechadinha -, sem planos para novos episódios. Lembro como se fosse hoje do primeiro trailer divulgado e a empolgação que causou ao podermos vislumbrar o encontro do menino Anakin com seu futuro mestre Obi Wan. Os efeitos especiais também surgiam de forma aprimorada – e essa é uma história que necessita deles. Ah, não podemos esquecer do vilão Dath Maul, dono de um visual bacana e pronto para ficar lado a lado com Dath Vader como figura icônica. Assim pensávamos.

Hoje, vinte anos após seu lançamento, tudo o que conseguimos destacar no Episódio I é a batalha final, que segue sendo muito bem orquestrada e digna de animação. Hoje, infelizmente, vemos mais defeitos do que acertos. Como ponto positivo em relação à sua trilogia, este é o que menos fez uso de efeitos especiais, telas verde e artificialidade. Ainda era possível sentir o clima de Star Wars aqui, ao contrário dos episódios que viriam na trilogia. Mas então por que este é o pior? Bem, como dito, os elogios terminam por aqui.

Para começar, Lucas quis reinventar a Força como algo genético, presente em seu sangue (DNA) ao contrário do que sempre representou para toda uma geração: fé e espiritualidade, alcançadas por qualquer um. Ah, sim, traz o boneco bobo Jar Jar Binks, que infantilizou Star Wars (mais do que qualquer Ewok havia feito). O menino Jake Lloyd é muito ruinzinho (e até se aposentou). E a trama política sobre tratados de fronteiras não era o que o público queria ver. Ou seja, A Ameaça Fantasma é adulta e infantil ao mesmo tempo, nunca acertando num tom. Até mesmo as corridas de pod, enaltecidas como um dos pontos altos outrora, ficou datada.

A Ascensão Skywalker (2019)

Como dito acima, um filme recente da franquia roubou o posto como o pior na opinião dos críticos: e este filme é A Ascensão Skywalker. Na avaliação do grande público e fãs, o mais recente longa também não chega atrás, e se formos levar em conta que A Ameaça Fantasma e O Ataque dos Clones estão empatados tecnicamente no fundo da lista para eles, este encerramento da última trilogia é o segundo pior na opinião deles. Pessoalmente fico em dúvida, pois não sou o maior entusiasta da segunda trilogia. Os filmes da segunda trilogia são, em grande parte, descartáveis (blockbusters desalmados e sem muitos elementos de conexão humana). Porém, infelizmente, não posso dizer que o Episódio IX seja diferente. E pior, deixa a peteca de uma trilogia tão legal e promissora cair.

J. J. Abrams havia começado aqui de forma tão entusiasmada, entregando O Despertar da Força, um filme que faz jus à trilogia original. Cheio de homenagens, mas se sustentando por conta própria, o Episódio VII criou um novo lote de personagens memoráveis e diversas perguntas a serem respondidas ao longo dos outros filmes. Sejamos justos, no entanto, muito do resultado deste filme se deve à negatividade obtida por Os Últimos Jedi, um filme injustiçado. O resultado do Episódio VIII moldou diretamente esta conclusão – que terminou se tornando um filme sem identidade, um produto criado meramente para salvar a franquia no gosto dos fãs – resultando em desespero.

Sabe aquele fim de novela no qual os autores entregam direitinho o que o público deseja, sem qualquer surpresa. No fim das contas, terminamos com a sensação de falta de tempero, algo sem graça mesmo. E esta é a melhor definição para este novo longa. As perguntas ficam sem explicação, ou possuem uma resolução fácil. Algo digno realmente de um folhetim. Personagens reaparecem sem qualquer contexto, tirados da cartola só para pegar pela nostalgia. Da mesma forma que surgem, se vão, sem conseguir deixar qualquer impressão em nós. Só deixam a saudade do que foram um dia.

O Ataque dos Clones (2002)

Como dito, é muito difícil defender esta trilogia. E existe um debate interno sobre qual de fato seja o pior, este ou o Episódio I. Aqui, George Lucas decide se tornar romântico e fazer seu filme de amor passado no universo Star Wars. O problema é que ele mesmo afirmou não saber escrever diálogos, então o flerte entre os personagens de Natalie Portman e Hayden Christensen fica soando como papo de adolescente tímido em seu primeiro encontro. O que foi aquela conversa sobre odiar areia? As frases de efeito usadas como sedução causam vergonha a qualquer autor de livros de conquistas.

Hayden Christensen talvez seja o ator que mais rápido caiu em desgraça atualmente em Hollywood. O que não melhora o caso para sua atuação no filme. Sim, temos Christopher Lee, e é sempre bom vê-lo em tela. Mas foi aqui também que a trilogia ficava maior e mais artificial. Temos até o Yoda digital saltitante, que mais ficou parecendo um miquinho agitado. Lucas parece desaprender o que foi mostrado na trilogia original em prol de vendas de mais produtos (bonecos e games) para a garotada.

Mas então quais são os atrativos aqui? Talvez o visual, a nostalgia. É definitivamente um Star Wars para a geração da época. Não é mais para a geração que cresceu com os filmes da década de 1980. Todo o lance dos clones é legal. A expansão do universo. A criação dos mundos. Natalie Portman e Ewan McGregor continuam empenhados. E até existe certo suspense na trama. Alguns momentos bem confeccionados envolvendo o caçador de recompensas mais querido da galáxia, ou ao menos seu pai Jango Fett – que, mesmo subconscientemente, ajudou a impulsionar o atual Mandaloriano.

Han Solo: Uma História Star Wars (2018)

Tudo bem, esta era uma história que ninguém havia pedido. O passado do pirata espacial Han Solo ficava melhor na imaginação do público. Mas é preciso levar em conta que vivemos numa era onde a imaginação é cada vez mais escassa e empresas ganham em cima do que o espectador quer ver mastigado. A segunda trilogia também foi fruto disso. De tempos em tempos, no entanto, filmes que ninguém pediu se tornam produções cinematográficas fantásticas. É só ver o caso com Coringa.

Outra pedra no sapato aqui foi a demissão dos criativos Phil Lord e Christopher Miller, que elevariam o jogo a todo um novo patamar, entregando provavelmente o filme mais fora da caixinha para um produto Star Wars na história. Mais uma vez apostando no seguro, e com mais medo de desagradar do que vontade de agradar, os produtores de Star Wars tiraram os cineastas de cena, e optaram pelo mais conservador Ron Howard. O Resultado? Um filme que ninguém consegue lembrar.

Alden Ehrenreich até que se esforça em seu retrato do charmoso canalha, mas este não é o Han Solo que conhecemos. Nem a presença dos talentosos Emilia Clarke e Donald Glover como Lando são o suficiente para salvar tudo da apatia.

A Vingança dos Sith (2005)

O último episódio da segunda trilogia, considerada a pior dentre as três. Bem, isso é algo unânime. Outra unanimidade é que este é o melhor exemplar desta trilogia. Por mais que não gostemos destes filmes, precisamos admitir que esta afirmação é verdadeira. Aqui continuamos a ter os mesmos problemas. Mas também temos um apelo maior aos fãs.

É neste episódio que tudo se encaixa para ganhar a forma que conhecemos. Outra coisa que deve ser dita é que o Episódio III consegue concluir melhor sua trilogia do que A Ascensão Skywalker fez. Aqui é onde Anakin se torna Darth Vader, temos o Imperador Palpatine assumindo seu cargo de maior vilão da franquia, a morte de Padmé, o nascimento de Luke e Leia, e por aí vai. É muito fan service num único filme. É exatamente o que os fãs querem. É também o mais sombrio dos três, embora a canastrice em certas atuações diminua um pouco o impacto que a obra poderia ter. Ian McDiarmid, por exemplo, está deliciosamente ruim em seu retrato exagerado e cartunesco de Palpatine. De fato, esta trilogia soa mais como um misto entre animação e live action do que com os filmes originais. Pegando por comparação, J. J. Abrams soube criar uma atmosfera muito mais sóbria e sombria em torno do personagem em A Ascensão Skywalker, mesmo com o desenvolvimento raso como um pires.

Os Últimos Jedi (2017)

O que dizer deste filme que já não tenha sido dito? Rian Johnson tentou algo diferente. No caminho terminou por alterar algumas decisões apresentadas no capítulo anterior e retratou personagens de forma inesperada, o que terminou jogando um balde de água fria em grande parte dos fãs. Falemos o português claro: a representação de Luke Skywalker não caiu no gosto de muitos. Esperava-se um Luke heroico, um mestre nos moldes de Obi Wan e Yoda. Não foi isso que ganhamos com o personagem, agora envelhecido e bebedor de leite verde.

Tudo bem, nem tudo funciona. O trecho no planeta cassino é enfadonho e podia ser eliminado do longa sem alterar em nada seu andamento. O interesse amoroso de Finn, que o libertaria da friendzone de Rey, também não deu certo, e a atriz Kelly Marie Tran chegou ao absurdo de ser hostilizada pelos bebês chorões, digo, “fãs”. Os Últimos Jedi demora a engatar, mas quando de fato engata, pega fogo. A relação de Kylo e Rey é aprimorada, incluindo boas ideias nunca apresentadas (ou não desta forma), como uma espécie de teletransporte relacionado ao elo mental dos dois.

O desfecho envolvendo Luke é alucinante, e mesmo os detratores precisam admitir. Ame ou odeie, o Episódio VIII tirou Star Wars dos eixos, fazendo os produtores arrancarem os cabelos, o público se dividir e os críticos aplaudirem.

Rogue One – Uma História Star Wars (2016)

Um dos episódios mais adorados pelos fãs, este filme se encontra encaixado entre os episódios III e IV. Precisava existir? Também não. Mas o que entregou foi um dos capítulos mais sérios da franquia. O longa também passou por refilmagens e assustou os fãs, mas aqui o resultado se mostrou positivo. Rogue One é único dentro da série que consegue funcionar sem muitos apelos cômicos ou humor, marca registrada do universo – a fim de deixar a trágica trama assumir protagonismo. Bem, quase nenhum, já que temos o robô figuraça K-2SO.

Rogue One possui forte teor dramático. É um filme de guerra, que foca num esquadrão suicida. Por entregar um tom diferente de tudo (muitas vezes parecendo não pertencer à franquia), Rogue One despertou a paixão de fãs novos e antigos. Mesmo que os personagens não sejam tão carismáticos quanto os da nova trilogia, eles funcionam dentro desta narrativa. Ah, sim. E não podemos esquecer do clímax, possivelmente o mais nervoso da saga, apresentando o Darth Vader definitivo!

 

O Retorno de Jedi (1983)

O fim da trilogia original. É difícil a terceira parte de uma trilogia (pensada de forma independente) ser o melhor dos três, ou sequer ser tão bom quanto os antecessores. Na história do cinema não costuma acontecer. E foi verdade também com Star Wars. O que não diminui em nada seu resultado. Na minha infância, e na de muitos, era o preferido. A cena do resgate de Han Solo no palácio de Jabba é um prato cheio para crianças de todas as gerações. Este trecho resume bem o que significa Star Wars: ação, suspense e magia.

Sim, temos os Ewoks. Mas eles não são nem de longe tão nocivos para esta trama quanto os detratores fazem parecer. A sequência nos domínios dos ursinhos é até legal, vai. O trecho no qual confundem C3PO com um Deus é muito resumo do que foi os anos 1980 e o cinema desta época. Pura nostalgia. Puro Star Wars.  Ah sim, a conclusão é a mais emocionante de todas as terceiras partes. A Ascensão Skywalker foi a que mais decepcionou. E a Vingança dos Sith, a que mais quis forçar um clima sombrio. O Retorno de Jedi segue como exemplo de como encerrar uma trilogia de Star Wars: com muita festa, fantasmas de entes queridos e lágrimas de felicidade.

O Despertar da Força (2015)

Polêmica à vista. Sim, o Episódio VII é um dos melhores da franquia. O terceiro melhor. E não sou eu ou o CinePOP que dizemos, mas sim os críticos e o grande público. Para os fãs, ele só perde para a trilogia original. E para os críticos, chega exatamente na posição que está nesta lista. Lembro a sensação que tive ao ouvir a música tema de John Williams novamente combinada às letras amarelas subindo na tela, com o texto nos informando em que pé se encontra a saga espacial mais amada do cinema. Era a magia associada à sétima arte voltando com força e fazendo ser criança de novo.

Era a sensação de vermos Star Wars sendo feito de maneira certa, dez anos depois de A Vingança dos Sith. E quanto aos personagens? Han, Chewie, Leia, os droids e Luke, todos de volta! Junto a eles, uma gama de novos personagens carismáticos e riquíssimos. Todos ajudando a expandir este universo. Uma catadora de lixo encantadora, repleta de Força. Um stormtrooper renegado. Um exímio e arrogante piloto. Um novo robozinho que roubava a cena. Um vilão que representava bem a geração ansiosa e repleta de sentimentos conflitantes. Tudo estava no lugar.

Ao final, inúmeras teorias começavam a tomar forma. Era a febre de Star Wars voltando com tudo. Ao contrário dos sentimentos que os episódios consequentes fizeram aflorar, a empolgação com o final de O Despertar da Força fez todos sonharem com as possibilidades.

Guerra nas Estrelas (1977)

O começo de tudo. A redefinição do cinema para toda uma geração. Para o bem ou para o mal, o cinema virava um produto. Se fundia com outras indústrias, se transformava em brinquedos e vídeo games. Virava todo tipo de mercadoria, de lancheiras, a lençóis e camisas. Star Wars impactou o mundo de forma sem precedentes. As pessoas voltavam para ver o filme de forma consecutiva. Era a magia iniciando e atingindo ao mesmo tempo seu ápice. Uma aventura passada nos confins do universo, onde a imaginação não tinha limites. Era um sonho sonhado para nós. A diferença é que estávamos acordados. Na opinião dos fãs é o segundo favorito da franquia e para os críticos também, porém empatado com O Despertar da Força. Fora isso, é o filme de número 25 dentre os melhores de todos os tempos na opinião do grande público.

O Império Contra-Ataca (1980)

Um dos mais notórios casos onde a continuação supera seu original. A primeira sequência de Star Wars aumentou as apostas em diversos quesitos. Fez o vilão Darth Vader entrar de vez para o hall dos antagonistas do cinema. Além disso, introduziu o verdadeiro vilão da franquia, o Imperador Palpatine. Alguém mais terrível do que o inimigo que adorávamos odiar. Não tem jeito, assim como A Ameaça Fantasma não consegue tirar o gosto amargo da boca dos fãs, O Império Contra-Ataca é sua antítese: o grande favorito imutável de crítica e público. Fora isso, essa obra-prima da sétima arte, que completou 40 anos de lançamento em 2020, é o filme de número 15 dentre os melhores de todos os tempos na opinião do grande público.

A história mais sombria, cenas mais eletrizantes, conceitos aprimorados, universo expandido. O Episódio V é uma aula de cinema. De como subverter o apresentado no filme original, e jogar com nossas expectativas. Introduz Lando, o amigo traidor. Oficializa o romance truculento entre a Princesa Leia e o malandro Han Solo. Joga os heróis no chão, os destruindo. Afinal, o desafio precisa ser maior para ser superado. Mas nada disso seria possível sem humanidade. E o acerto é justamente esse quando numa das cenas mais antológicas do cinema, Vader revela ser o pai de Luke – o que ainda hoje causa espanto e horror à crianças pelo mundo (é só procurar online vídeos em que os pais mostram a revelação às suas crias).

Isso porque nem mencionamos o retorno de Obi Wan como fantasma e o treinamento de Luke com Yoda. Uma das grandes pérolas do cinema. Ah, e para os millennials que cogitam ficar em dúvida sobre o posto deste filme em relação ao seu favorito (Rogue One ou A Vingança dos Sith), vale dizer somente: parem. Apenas parem.

Bônus:

The Mandalorian (2019)

Esta é a primeira série em live-action levando o selo de Star Wars, na fase Disney. Aqui o foco é no caçador de recompensa vivido pelo ótimo Pedro Pascal. A série se comporta como um western espacial e já desperta paixão do fãs, além de elogios da imprensa especializada. Ah sim, temos o boneco que se tornou sinônimo dos memes de fofura, o baby Yoda.

Menções Honrosas & Desonrosas:

Caravana da Coragem – Uma Aventura Ewok (1984)

Muito antes de Rogue One, um derivado de Star Wars era lançado no ano seguinte de O Retorno de Jedi. Aproveitando a popularidade dos ursinhos engraçadinhos Ewoks – acredite! – era lançado este longa, que se passava no mesmo universo de Luke, Leia e Darth Vader. Na trama, alguns Ewoks concordam em ajudar um casal de pequenos irmãos em uma jornada para resgatar seus pais de terríveis criaturas e perigos.

A Batalha de Endor (1985)

Como se não bastasse um derivado dos Ewoks, o que dizer de dois? Sim, uma sequência foi feita para o filme acima. Imagine se A Ameaça Fantasma tivesse sido lançado na década de 1980, poderíamos ter filmes do Jar Jar Binks. Já pensou? Aqui, os ursinhos fofuchos enfrentam novos desafios, como uma bruxa (!?). Tudo, é claro, produzido e com o selo do tio George Lucas de qualidade.

Ewoks (1985–1987)

Estão cansados de Ewoks? Então tomem mais! Uma série em animação foi produzida no ano seguinte, dando continuidade às aventuras dos ursinhos da floresta do universo de Star Wars, e quem disse que eles não eram populares?

Droids (1985–1986)

Outros personagens carismáticos deste universo que ganharam um desenho próprio foram os droids C3PO e R2D2, a dupla querida da trilogia original. Suas aventuras aqui, no entanto, não incluíam nenhum dos personagens tradicionais. Anthony Daniels, intérprete de C3PO nos filmes, dublou sua contraparte animada.

Star Wars Holiday Special (1978)

Vergonha alheia, teu nome é Holiday Special. Ainda surfando na gigantesca onda do sucesso de Uma Nova EsperançaLucas lançou no ano seguinte este especial de Natal numa galáxia muito muito distante. Uma dica: apenas procurem esta preciosidade na internet. Vocês não irão se arrepender.

‘Game of Thrones’: George R.R. Martin indica que os livros terão um final diferente da série

Em entrevista ao Welt, George R.R. Martin, criador da popular saga ‘As Crônicas de Fogo e Gelo‘, na qual ‘Game of Thrones‘ é baseada, indicou que os livros podem ter um final diferente da série.

“As pessoas conhecem um final – mas não o final,” revelou o autor.

Vale lembrar que o final da série gerou uma grande controvérsia, pois muitos fãs não gostaram do desfecho da trama. Será que o final do livro conseguirá agradar?

Em entrevista ao TVLineCasey Bloys, chefe de conteúdo da HBO, falou sobre os possíveis spin-offs de ‘Game of Thrones‘, revelando que o foco é priorizar histórias desse universo que irão agradar os fãs.

“Obviamente, nós sabemos que o George [R.R. Martin] tem esse universo extremamente rico, com histórias complexas e todos aqueles personagens. Então, nós estamos tentando pensar sobre quais dessas histórias valem a pena serem contadas. O que seria interessante? O que os fãs irão amar? Os Contos de Dunk e Egg é um exemplo, mas não é o único.”

Ele completa, “Nós deixaremos a criatividade ditar o que faremos.”

A primeira série derivada, intitulada ‘House of the Dragon‘, já está em desenvolvimento.

A história se passará 300 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘, e seguirá os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso.

‘Besouro Azul’: DC contrata diretor para seu primeiro filme sobre super-herói latino

O The Wrap confirma que a DC e a Warner Bros estão desenvolvendo um filme solo sobre Jaime Reyes, também conhecido como o Besouro Azul.

Angel Manuel Soto (‘Charm City Kings’) será o responsável pela direção.

O escritor mexicano Gareth Dunnet-Alcocer, que escreveu o roteiro do mais recente remake de ‘Scarface’, roteirizou a produção.

Zev Foreman será o produtor executivo do longa.

Nos quadrinhos, o adolescente Jaime Reyes é o terceiro personagem a assumir o manto do Besouro Azul depois de Dan Garret e Ted Kord. Criado por Keith Giffen, John Rogers e Cully Hamner, o personagem fez sua primeira aparição nos quadrinhos em “Infinite Crisis” # 5 de 2006. Sua própria série mensal estreou dois meses depois com “Blue Beetle” # 1 em maio de 2006.

Nos quadrinhos, Jaime Reyes descobriu o Besouro Azul meio enterrado em terreno abandonado no caminho de casa enquanto voltava da escola. Curioso, Reyes pegou o besouro e levou para a casa. Naquela noite, o inseto ganha vida e se lança contra o menino, se fixando na base de sua coluna. Assim, ele oferece um traje extraterrestre que pode ser modificado para oferecer super velocidade e força ao utilizador, assim como criar armas, asas e escudos.

Novo documentário da Blumhouse investiga assassinatos satânicos; Confira o trailer!

O Epix divulgou o primeiro trailer de ‘Fall River‘, série documental produzida pela Blumhouse Television que investiga dos assassinatos envolvendo uma seita satânica na década de 80.

Confira:

A produção, que contará com 4 episódios, irá estrear no dia 16 de maio.

Em 1979 – quase 90 anos após a notória absolvição da infame e acusada assassina Lizzie Borden –, a cidade de Fall River, em Massachusetts, se tornaria o lar de outra série aterrorizante de crimes. Quando três jovens foram mortas em uma série de assassinatos brutais, a polícia alegou que um culto satânico estava praticando sacrifícios humanos. O líder do culto, um homem chamado Carl Drew, foi capturado e enviado para a prisão perpétua sem liberdade condicional.

Vinte anos após o julgamento, o investigador principal Paul Carey ficou tão atormentado pelas inconsistências nas histórias que reinvestigou seu próprio caso depois de se aposentar. Surgiram evidências que colocaram toda a história em questão. Agora, por meio de entrevistas exclusivas, incluindo conversas íntimas com Drew, novas testemunhas e evidências esclarecedoras, esse documentário contará a verdadeira história de uma cidade presa nas garras da paranoia e do medo em torno do pânico satânico dos anos 1980 e lançará uma nova luz sobre assassinatos que todos pensaram terem sido resolvidos.

James Buddy Day é o responsável pela direção.

Mulher lida com a perda do seu filho no trailer do suspense ‘Undertow’; Assista!

O suspense psicológico ‘Undertow‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa é escrito e dirigido por Miranda Nation.

Lutando para lidar com a perda de seu filho não nascido, a fotojornalista Claire (Gordon) fica cada vez mais obcecada por Angie (DeJonge), uma jovem grávida que Claire suspeita ter um caso com seu marido, jogador da AFL e mentor Dan (Collins). É uma obsessão que pode colocar ambas as mulheres em perigo, mas quanto mais fundo Claire cava, mais perturbadoras se tornam suas descobertas.

Olivia DeJonge, Rob CollinsLaura Gordon estrelam a produção.

O suspense será lançado em VOD no dia 2 de março.

‘Anônimo’: Thriller de ação com Bob Odenkirk tem estreia adiantada

Nos EUA, a Universal Pictures adiantou em uma semana a estreia de ‘Anônimo‘ (Nobody), thriller de ação estrelado por Bob Odenkirk (‘Better Call Saul‘).

Inicialmente programado para estrear em abril, o longa agora será lançado oficialmente no dia 26 de março – alguns dias antes da estreia do aguardado ‘Godzilla vs. Kong‘.

No Brasil, a produção segue prevista para o dia 1º de abril.

Confira o trailer:

O longa é dirigido por Ilya Naishuller, o mesmo responsável por ‘Hardcore: Missão Extrema‘.

Christopher LloydConnie Nielsen também fazem parte do elenco. Derek Kolstad (John Wick) assina o roteiro.

Na trama, Odenkirk interpreta Hutch Mansell, um esposo e pai de família pacato e que tende a passar despercebido por aqueles que o cercam. Tudo muda quando dois ladrões invadem sua residência em uma noite, incendiando uma ira até então desconhecida nele, levando-o a um caminho brutal que irá revelar alguns segredos obscuros com os quais ele lutou a vida inteira para deixar para trás.

O longa de ação é produzido por Odenkirk ao lado de Kelly McCormick (‘Atômica‘ e ‘Deadpool 2‘) e David Leitch (‘Deadpool 2 e ‘Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw).

‘Monster High’ vai ganhar adaptação live action e nova série animada

De acordo com o Deadline, os brinquedos da marca ‘Monster High‘ vão ganhar uma adaptação live action e uma nova série animada.

Ambos os projetos são fruto de uma parceria entre a Nickelodeon, a Mattel e a Viacom CBS, que vai exibir as duas produções em 2022.

Tanto a série animada quanto o live action vão acompanhar as personagens Clawdeen Wolf, Draculaura e Frankie Stein enquanto se aventuram pelas descobertas e dramas do ensino médio nos corredores sagrados da escola Monster High.

Um detalhe interessante é que o live action será um musical escrito por Jenny Jaffe, roteirista da série de TV ‘Operação Big Hero‘ e atualmente responsável pela nova versão de ‘Rugrats, os Anjinhos’.

Greg Erb e Jason Oremland (‘Princesa e o Sapo) também assinam o roteiro.

A direção da animação fica a cargo de Shea Fontana, que comandou as três temporadas de ‘DC Superhero Girls’.

A produção será supervisionada por Claudia Spinelli, vice-presidente sênior de desenvolvimento de animação da Nick, junto com o produtor executivo da Mattel, Adam Bonnett.

Em um comunicado, Ramsey Naito, presidente de Animações da Nickelodeon, comemorou a parceria.

“Esses monstros clássicos sempre viveram na imaginação das crianças e nós estamos animados e orgulhosos em apresentar ‘Monster High para uma nova geração de crianças. Temos parceiros incríveis na Mattel, que estão criando conteúdos originais em diferentes formatos.”

Vale lembrar que a franquia já rendeu diversos filmes animados, como ‘Monster High: O Novo Fantasma da Escola’, ‘Monster High: Por Que os Monstros se Apaixonam?’ e ‘Monster High: Uma Festa de Arrepiar’.

Jeans possuído ataca no novo trailer do terror trash ‘Slaxx’; Assista!

O terror trash ‘Slaxx‘, que foca em um jeans assassino, ganhou um novo trailer.

Confira:

O longa é dirigido por Elza Kaphert.

Um par de jeans possuído ganha vida e começa a aterrorizar a equipe de um loja de roupas.

O elenco conta com Romane Denis, Brett Donahue, Sehar Bhojani, Kenny Wong, Tianna Nori e Hanneke Talbot.

O terror será lançado pelo Shudder no dia 18 de março..