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Confira as estreias desta semana na Netflix

Mais uma semana de fevereiro se inicia e os cinéfilos assinantes da Netflix podem comemorar, pois mais de 15 títulos chegam à grade de programação ao longo dos próximos dias.

E entre as principais estreias estão a Saga ‘Crepúsculo‘, que já teve o seu lançamento completo na grade de programação nesta segunda-feira (15), além dos aclamados cults ‘A Garota Dinamarquesa‘ e Scarface‘.

Nesta semana, os fãs também poderão conferir a estreia da nova comédia dramática Eu me Importo‘, estrelada por Rosamund Pike. O longa teve sua estreia no Festival de Toronto 2020 e conquistou 93% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Confira a agenda completa de estreias:

15/02

Pit Stop
O chefe de uma equipe da NASCAR tem dificuldade em lidar com os jovens trazidos para modernizar o time. Estrelado por Kevin James.

Crepúsculo
Depois de se mudar para a casa do pai, Bella Swan (Kristen Stewart) começa a estudar na nova escola, onde conhece Edward (Robert Pattinson), um rapaz misterioso que é na verdade um vampiro de 108 anos.

A Saga Crepúsculo – Eclipse
Enquanto é perseguida por uma vampira com sede de vingança, Bella tenta equilibrar seu amor pelo vampiro Edward e sua crescente atração pelo lobisomem Jacob (Taylor Lautner).

A Saga Crepúsculo – Lua Nova
Bella Swan sofre com a partida de seu amor vampiro, Edward Cullen, mas encontra conforto na amizade com Jacob Black, um lobisomem.

A Saga Crepúsculo – Amanhecer – Parte 1
A vida de recém-casados de Bella e Edward não sai como o esperado em meio a reviravoltas causadas por uma grande surpresa.

A Saga Crepúsculo – Amanhecer – Parte 2
No capítulo final da saga, o nascimento da filha de Bella e Edward provoca um confronto com os Volturi que pode mudar a vida deles para sempre.

16/02

A Garota Dinamarquesa
Na Dinamarca da década de 1920, um casal de artistas vive uma história de amor incondicional. Drama inspirado na vida da pioneira trans Lili Elbe (Eddie Redmayne).

Dragão Vermelho
À caça de um novo assassino em série conhecido como “Fada do Dente”, o ex-agente do FBI Will Graham (Edward Norton) é forçado a confrontar seu velho inimigo Hannibal Lecter (Anthony Hopkins).

O virgem de 40 anos
Aos 40 anos, existe uma coisa que Andy ainda não fez e isso está incomodando seus colegas de trabalho obcecados por sexo, que decidem ajudá-lo nesse quesito.

Scarface
Neste clássico de Brian De Palma, Al Pacino é Tony Montana, um chefe do tráfico cujos inimigos e ego crescem na mesma proporção de seu império.

De Volta para o Futuro
Marty McFly viaja acidentalmente ao passado. Agora, ele precisará bancar o cupido e fazer os pais se apaixonarem para não deixar de existir.

Você Radical – Safári
Nesse especial interativo, a cerca de proteção de um santuário de animais na África do Sul fica sem energia e só Bear Grylls pode resolver a situação.

A grande aventura de Barney: O Filme
Cody e Abby visitam a fazenda de seus avós com sua amiga Marcella e ficam surpresos quando o dinossauro Barney aparece com suas músicas e diversões.

17/02

Por Trás de Seus Olhos
Uma mãe solo tem um caso com o chefe, faz amizade com a esposa dele e acaba entrando em um jogo perigoso. Steve Lightfoot, de Justiceiro, e Angela La Manna, de Hannibal, escrevem o roteiro enquanto Suzanne Mackie, Andy Harries e Jessica Burdett estão na produção executiva pela Left Bank, responsável por The Crown.

18/02

Assim Falava Kishibe Rohan
Um famoso criador de mangás se envolve em eventos paranormais enquanto viaja pelo mundo para se inspirar.

19/02

Tribes of Europa
Em 2074, três irmãos lutam para mudar o destino da Europa depois que uma catástrofe global divide o continente em microestados que disputam o poder.

Eu Me Importo
Uma cuidadora profissional de idosos descobre que um dos clientes não é quem parece ser. Com Rosamund Pike, Peter Dinklage, Dianne Wiest, Chris Messina e Eiza González.

20/02

Amigos de Escola
Com as histórias interligadas de quatro colegas de escola que passam por dificuldades pessoais, o filme apresenta os dramas dos homens de meia-idade.

Missão: Impossível – Efeito Fallout
Por causa de uma missão que deu errado, Ethan Hunt e sua equipe precisam trabalhar com a CIA para salvar o mundo da destruição nuclear. Um filme de Christopher McQuarrie com Tom Cruise, Henry Cavill, Rebecca Ferguson, Sean Harris.

‘jeen-yuhs’: Ato 1 da trilogia documental de Kanye West estreia na Netflix

O primeiro ato da trilogia documental de Kanye West, intitulada ‘jeen-yuhs‘, já está disponível na Netflix. A produção teve a sua estreia nesta quarta-feira (16) na grade de programação.

No documentário, as vidas de uma estrela emergente e de um cineasta se entrelaçam neste intenso e íntimo relato dividido em três partes, sobre a carreira de uma das figuras mais polêmicas e icônicas da indústria do entretenimento.

Regado por uma série de vídeos inéditos, a trilogia celebra a trajetória de sucesso de Ye, relembra suas batalhas e mostra brevemente como um criador de batidas se tornou um dos artistas mais visionários e controversos da contemporaneidade.

Crítica | jeen-yuhs: Documentário da Netflix sobre Kanye West é uma poderosa epifania sobre um dos maiores ícones da música

O documentário foi produzido e gravado ao longo de 20 anos e teve sua premiere mundial no Festival de Sundance 2022.

Assista ao trailer:

Os demais atos serão lançados nas próximas duas semanas.

Coodie & Chike assinam a direção da trilogia.

Do melhor ao Pior: Impressões sobre os Indicados a Melhor Filme no Oscar 2019

Listas de Melhores Filmes sempre geram discussões afloradas, porque cada obra toca o espectador de formas diferentes. Apesar da gente avaliar aspectos práticos como técnica de filmagem, produção, roteiro, atuação, montagem, etc, são os aspectos subjetivos que marcam o nosso julgamento.

Tendo isso em mente, após ver todas as obras indicadas à categoria de Melhor filme do Oscar 2019, segue uma lista de preferências pessoais e considerações. O objetivo é você fazer as mesmas reflexões sobre a seleção dos membros da Academia de Hollywood.

1 – Roma, de Alfonso Cuarón

Disparado é o melhor filme esteticamente e conceitualmente. Todas as cenas são simbólicas e a comunicação de sua mensagem é catártica com o público. Sob a perspectiva do diretor, as relações apresentadas se chocam, se ferem e se curam.

2 – Nasce Uma Estrela, de Bradley Cooper

As escolhas de cada composição de cena marcam sua característica sensorial. É raro ver uma obra que transmite o apaixonamento e a frustração de forma tão envolvente. Além disso, é impossível parar de ouvir ‘Shallow’.

3 – A Favorita, de Yorgos Lanthimos

Quando eu assisti a O Lagosta, eu me apaixonei pela criação de uma distopia para os nossos velados abusos sociais. Depois vi O Sacrifício do Cervo Sagrado como uma maquinação e distorção da mente humana, mais uma vez com aquela pitada de irracionalidade do diretor. A Favorita desce nesta escalada insensata, mas permanece no patamar inalcançável da mente do cineasta. As composições artísticas, as atuações e os jogos de personagens do roteiro, além dos sentimentos ruminantes constituem uma obra exclamativa.

4 – Pantera Negra, de Ryan Coogler  

Como um filme de super-herói chegou até aqui? Quando uma produção abrange questões políticas, sociais, tecnológicas e ainda exalta a cultura africana e seus milhões de descendentes pelo mundo com personagens carismáticos, espetáculo visual e um discurso popular e pragmático sobre preconceito, ela merece estar entre os melhores do ano.

5 – Infiltrado na Klan, de Spike Lee

Que atuações (principalmente de John David Washington), que crítica cômica, que roteiro escandaloso! De tão bem desenvolvida, a narrativa afrontosa nos indigna e revolta, mas Spike Lee oferece uma dose de catarse antes de mostrar que a ficção ultrajante é uma realidade doentia.

6 – Bohemian Rhapsody, de Bryan Singer

Eu adoro cinebiografias musicais, mas por que essa especificamente é tão querida? Acredito que é mais pela banda e a figura incomensurável de Freddie Mercury que a obra em si. Quando Clint Eastwood realizou Jersey Boys: Em Busca da Música (2014), sobre o Four Season e Frankie Valli, eu jurava que o veria no Oscar, mas foi completamente esnobado. Amo a cena do show no Rio de Janeiro mesclada com a discussão entre Freddie e Mary, fora isso apenas as histórias das composições chama a minha atenção.

7 – Green Book, de Peter Farrelly

É um filme de muitas aspas. Com roteiro do filho do motorista italiano, condutor do músico negro Don Shirley na década de 60, o road movie reflete a sociedade como benevolente e ressarcida na aceitação dos “diferentes”, sendo o branco “protetor” o destaque de uma história que evidentemente pertencia ao pianista negro e a sua resiliência. A perspectiva cênica acaba por reforçar uma imagem de resignação com a sugestão de uma “amizade” canhestra.

8 – Vice, de Adam McKay

Apesar de ser do mesmo diretor, este filme não é como o dinâmico A Grande Aposta (2015). Sua narrativa exagerada a cada passo de Dick Cheney é maçante, tanto que os acontecimentos mais importantes da história moderna dos EUA tornam-se cansativos. Assim como os filmes O Destino de Uma Nação (2017) e Lincoln (2012), esta é a obra histórica-política que tem que entrar na cota do Oscar todos os anos.

As Viúvas

(Widows)

 

Elenco:

Elizabeth Debicki

Daniel Kaluuya

Liam Neeson

Jon Bernthal

Colin Farrell

Carrie Coon

Michelle Rodriguez

Viola Davis

Direção: Steve McQueen

Gênero: DramaSuspense

Duração: 115 min.

Distribuidora: 20th Century Fox

Orçamento: 60 milhões

Estreia: 29 de Novembro de 2018

Sinopse:

De Steve McQueen, vencedor do Oscar® (’12 Anos de Escravidão’), e do autor do best-seller e co-roteirista Gillian Flynn (‘Garota Exemplar’), vem um thriller moderno, com cenário em crime, paixão e corrupção: ‘As Viúvas‘. É a história de quatro mulheres sem nada em comum, exceto uma dívida deixada pelas atividades criminosas de seus maridos mortos. Situada na contemporânea Chicago, em meio a um tumulto, as tensões aumentam quando Veronica (vencedora do Oscar®, Viola Davis), Alice (Elizabeth Debicki), Linda (Michelle Rodriguez) e Belle (Cynthia Erivo) assumem o destino em suas próprias mãos e conspiram para forjar um futuro em seus próprios termos.

Crítica | As Viúvas – Mulheres unidas e homens detestáveis (Nota: 9.0)

Curiosidades:

» Baseado na série britânica homônima, o suspense criminal tem roteiro da autora de Garota Exemplar, Gillian Flynn;

Trailer:

Cartazes:

Fotos:

 

‘Orange is the New Black’: Sexta temporada ganha cartazes individuais; Vem ver!

A Netflix anunciou que a 6ª temporada de Orange is the New Black estreia em 27 de julho, além disso, a série ganhou um novo trailer. Confira, junto com os cartazes individuais das personagens:

As cinco temporadas anteriores estão disponíveis no catálogo do streaming.

 

Crítica com Spoilers | ‘The Boys – Herogasm’ subverte sua ‘subversão padrão’

[ANTES DE COMEÇAR A CRÍTICA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS]

Se você ainda não assistiu o sexto episódio da terceira temporada de The Boys, evite esta matéria, pois ela contém spoilers.

Conhecida por sua visão subversiva dos super-heróis, The Boys trouxe um dos melhores episódios, se não o melhor, de suas três temporadas até aqui. O tão aguardado Herogasm, que contou com uma publicidade massiva tanto da produção quantos dos fãs, teoricamente teria apenas que adaptar uma super-suruba para as telas que já teria agradado aos fãs das baixarias, mas vai além ao manter seu padrão de críticas sociais certeiras e de abrir mão do seu estilo e abraçar um pouco do frenesi dos Supers na nossa sociedade. Como assim? A missão da série é subverter as expectativas dos fãs quanto aos heróis, mas ao trazer o clímax desse episódio, eles abraçaram o clichês desse tipo de produção e fizeram um dos embates mais empolgantes dos últimos tempos. Essa “subversão de sua própria subversão” poderia ter sido desastrosa? Poderia. No entanto, a forma como fizeram foi tão bem encaixada que dificilmente alguém não se envolveu no embate entre Billy, Soldier Boy e Hughie contra o Capitão Pátria.

Mas antes de falar da porradaria final, o episódio já começa com uma crítica a uma das ações mais toscas que o mundo viu recentemente. Lá no comecinho da pandemia, a Gal Gadot parou para refletir sobre a vida e chamou uns amigos famosos para cantarem Imagine por um mundo melhor. Como isso melhorou o mundo ninguém sabe, mas é claro que The Boys não ia perder a oportunidade de zoar a falta de bom senso das celebridades e reuniu um monte de famosos, Supers ou não, para cantarem a música em prol da paz após o atentado feito pelo Soldier Boy no episódio anterior. O interessante é que essa foi a sátira mais escrachada acerca da pandemia, mas o episódio faz uma outra um pouco mais sutil. Quando o Capitão Pátria surta durante a entrevista, na qual a repórter pergunta o que os Supers estão fazendo para conter a ameaça que está mantendo as pessoas em casa – no caso, o Soldier Boy -, o Pátria, completamente ignorante, repete o mantra que todo governo imbecil do mundo adotou nos meses de pandemia: “Saiam de casa, é seguro lá fora”, mesmo que várias pessoas estivessem morrendo e fosse de conhecimento público.

Essa críticas tão recentes e certeiras passam longe da coincidência, afinal a temporada foi gravada durante a pandemia.

Não à toa, todo o arco envolvendo o Trem-Bala e o Blue Hawk é baseado no assassinato covarde de George Floyd e a repercussão do movimento Black Lives Matter. E por esse contexto, a temporada parece trabalhar em uma redenção para o velocista. Depois de agir de forma tão irresponsável por anos e tendo sua sujeira varrida para baixo do tapete, o Trem-Bala se tornou descartável e agora sofre com sua invalidez. Diante desse descarte, ele desceu do pedestal e tentou buscar seu lugar de volta na comunidade, mas não é assim.

Ele tenta usar o que restou de sua influência, mas logo é submetido ao corporativismo que salvou sua imagem algumas vezes. Só que agora ele não é mais útil, então passa a sentir os efeitos de suas ações. Vivendo algumas semanas como uma “pessoa normal” para os olhos da Vought, o Trem-Bala foi vítima da empresa e viu seu irmão ficar paraplégico em um discurso que supostamente seria de desculpa. Ele teve que aguentar aquilo que sempre fez vista-grossa e não aguentou a pressão, pegando o babaca do Blue Hawk e colocando ele pra ralar peito, literalmente.

É curioso como a produção lida com a inversão de papéis nesta temporada. Enquanto o Trem-Bala vira o impotente, alguém passivo aos acontecimentos da vida – momentaneamente -, o Hughie, seu primeiro rival, ganha os poderes e assume uma arrogância que era típica do velocista. Caso ele sobreviva ao ataque cardíaco, será interessante ver como a série vai voltar nesse embate com as posições invertidas.

Falando na inversão de papéis, coitado do Francês. Ele começou como um membro ativo e fanático por explosões nos ‘The Boys’. Mesmo com esse jeitão meio gênio psicótico e sacana, ele tinha um lado “fofo” que trouxe carisma e o transformou em um dos favoritos dos fãs. Nesta terceira temporada, ele está cansado de tudo e só quer fugir dessa vida para viver feliz com a inocente e mortal Kimiko. O problema são os fantasmas do passado que impedem que ele viva em paz ou deixe as atividades.

Mas chega a ser cômica a dualidade das situações em que ele é referenciado neste episódio. Enquanto nosso último romântico está amarrado pelado, sofrendo tortura física e psicológica por não querer matar seus amores, Bruto e Leitinho – que justifica seu nome, como visto na cena acima – chegam ao Herogasm e falam a mesma coisa: “O Francês vai ficar revoltado quando souber que perdeu isso”. Pois é, já dizia a música: “parece ironia querer viver um amor no século da p…”

Sobre o Herogasm, que dá nome ao episódio, ele acaba não chamando tanta atenção porque a própria série já havia explorado muitas bizarrices quando o assunto era sacanagem entre Supers. Claro que o Leitinho entrou numa fria, já que levou uns carinhos do bingulim elástico do Salsicha do Amor, agora com um visual mais parecido com o das HQs, e coisas ainda mais nojentas. No entanto, chama atenção como um episódio que tenha tanta nudez e sexo rolando abertamente no entorno, se sobressaia pelo que está acontecendo com as pessoas que não estão transando no recinto.

Isso porque a estética das grandes produções de heróis chega avassaladora para um duelo de titãs tão bem conduzido que faz até mesmo com que o público esqueça momentaneamente dos absurdos ditos pelo Soldier Boy para que ele saia no braço com o Capitão Pátria. E olha que ele defendeu o Bill Cosby, comediante condenado por estupro, assédio e agressão – chegou a dizer que ele fazia uns drinks fortes, sendo que uma das acusações era que ele drogava as mulheres para dormir com elas -, como exemplo de como deve ser um homem. Fora isso, ele faz uma reflexão de como ele serviu aos interesses do seu país e foi abandonado por ele, substituído. É um discurso interessante sobre os veteranos de guerra. Mas como a série não deixa que esqueçamos que os Supers são babacas, ele faz um elogio depois aos Mujahidin, soldados islâmicos bancados pelos EUA que formariam a Al-Qaeda.

Isso tudo acaba sendo “varrido para baixo do tapete momentaneamente” para que ele caia na porrada com o Capitão Pátria. A sequência de luta entre eles é fascinante porque o público conhece os heróis em que eles foram baseados e o embate entre Capitão América e Superman já foi discutido algumas vezes pelos fãs. É legal ver isso acontecendo, mesmo que na versão deturpada deles.

Por fim, o Capitão Pátria e a Luz-Estrela trazem momentos que vão definir os próximos episódios. Enquanto o Pátria conversa com seu reflexo “super”, ao melhor estilo Duende Verde, sobre exterminar seu lado humano, a Luz-Estrela decide abandonar de vez o apego a sua própria vida ao abrir mão da vaga nos 7 e revelar os podres da Vought e do Pátria para o público. E depois de apanhar horrores do trio Super, é provável que o Pátria se torne 100% do monstro que seu interior quer. Já a Luz-Estrela, que resistiu à explosão de cabeça, pintou um alvo gigantesco sobre ela para que o Pátria Descontrolado a persiga.

E vocês? O que acharam do Herogasm?

Digam nos comentários!

Os episódios de The Boys estreiam toda sexta no Amazon Prime Video.

Crítica | Becoming Elizabeth é uma produção sedutora e cheia de REVIRAVOLTAS sobre a Rainha Elizabeth I

No mês de celebração do jubileu de platina da icônica Rainha Elizabeth II chega aos fãs da coroa britânica mais uma produção que joga luz sobre a vida de uma importante personagem da realeza. Trata-se da Rainha Elizabeth I, última monarca da dinastia Tudor, filha de Henrique VIII e Ana Bolena, que já virou série de TV pela BBC com Helen Mirren no papel principal e que a partir do último domingo, Dia dos Namorados, chega aos assinantes brasileiros da plataforma Starzplay através da produção seriada ‘Becoming Elizabeth’, cujos capítulos serão disponibilizados semanalmente todo domingo.

O ano é 1547. O então Rei Henrique VIII acaba de falecer, longe de sua então esposa, Lady Catarina de Aragão (Jessica Raine). Sem filhos com esta, enquanto Catarina celebra a viuvez na cama com Sir Thomas (Tom Cullen), o irmão deste, o Duque de Somerset (John Heffernan), sai em viagem para buscar o filho homem de Henrique VIII com Lady Bolena: Edward (Olivier Zetterström). Empossado no novo Rei Edward VI no trono, aos dez anos, se mudam com ele para a corte suas irmãs: Lady Mady (Romola Garai) e Elizabeth (Alicia Von Rittberg). Dentre traições, luxúrias, cobiças e muitos segredos, o reinado de Edward VI será marcado por uma forte perseguição aos devotos da religião católica, incluindo sua própria irmã, Mary. No meio disso tudo, Elizabeth, que mais tarde se tornaria uma das rainhas mais justas da coroa britânica, busca entender como funciona a política e a diplomacia dos homens, ao mesmo tempo que tenta resistir seus impulsos apaixonados por seu tio, Thomas.

Dividido em oito episódios com quase uma hora de duração, ‘Becoming Elizabeth’ é uma série bem realizada e envolvente, cujo roteiro de Anya Reiss equilibra bem a romantização de personagens públicos com dados históricos que não podem ser contestados. Assim, ao mesmo tempo que Thomas se casa com a viúva Catarina de Aragão, também se mostra como um jovem bonitão que desperta a atenção da adolescente Elizabeth; fora da ficção, sabemos que nenhum deles seria tão bonito ou asseado, mas o que vale é a romantização da história em prol do entretenimento. Entretanto, o roteiro é claramente desenvolvido para conhecedores da história da coroa britânica, pois os eventos acontecem sem nenhuma explicação histórica prévia, de modo que se o espectador não souber por que Lady Bolena é tão odiada na corte ou o porquê de Henrique VIII ser um personagem tão chave na história (a ponto de influenciar os atos do novo Rei Edward, que se torna o primeiro rei criado como protestante na história britânica), muitas informações importantes poderão passar distraídas, pois a série não se propõe explicar quem é quem na trama: tem que chegar sabendo.

Feito o dever de casa, ‘Becoming Elizabeth’ é uma produção sedutora, que vai agradar àqueles que gostam de acompanhar as tramoias dos bastidores que a História não revela, mas que são largamente deleitadas pela ficção. O diretor Justin Chadwick entrega uma boa primeira temporada que cumpre o papel de apresentar personagens já os direcionando para aqueles que um dia se tornarão, em especial atenção ao jovem e mimado Rei Edward, com ares de Joffrey de ‘Game of Thrones’. Não à toa, na série há um acordo para que o personagem se case com Lady Jane, interpretada por Bella Ramsey, a destemida Lyanna Mormont, de ‘GOT’ – uma ótima sacada para atrair público!

Friends 25 anos | As 10 melhores participações especiais de celebridades na série

Friends estreou no dia 22 de setembro de 1994. Passados 25 anos, a série segue sendo um importante fenômeno cultural. Ainda hoje, a produção é destaque no streaming (está inteira na Netflix, embora passará para a HBO Max) e ocupa grande espaço na programação da Warner Channel.

Ao longo de dez temporadas, Friends contou com inúmeras participações especiais marcantes. Aproveitando o clima de celebração, o CinePOP decidiu relembrar quais foram as dez melhores participações de celebridades na série.

São tantas as participações que nomes como Jennifer Coolidge, Alec Baldwin, Brooke Shields, Susan Sarandon, Billy Crystal, Robin Williams, Helen Hunt, Charlie Sheen, Jean-Claude Van Damme, Anna Faris, Ben Stiller, Gary Oldman e John Stamos ficaram de fora da seleção final.

É importante destacar ainda que atores que integraram o elenco recorrente da série, como Tom Selleck e Paul Rudd foram desconsiderados para esta matéria.

 

10) George Clooney e Noah Wyle

Primeira temporada, episódio 17

Lançadas quase que ao mesmo tempo, Friends e ER foram verdadeiros fenômenos da TV nos anos 90. E renderam um quase-crossover na primeira temporada de Friends, que contou com a participação de George Clooney e Noah Wyle como médicos que atendem Rachel e Monica em uma emergência e acabam topando sair em um encontro com elas. Embora não sejam os mesmos personagens de Plantão Médico, a presença de Clooney e Wyle remetia diretamente à produção. Uma participação bem divertida. E ainda significativa se pensarmos em todo o contexto.

 

9) Dakota Fanning

Décima temporada, episódio 14

Dakota Fanning tinha apenas nove anos quando gravou sua participação em Friends, mas já era uma estrela de Hollywood, com trabalhos marcantes em Uma Lição de Amor e Grande Menina, Pequena Mulher. Em Friends, ela vive Mackenzie, uma menininha que mora na casa que Monica e Chandler estão pensando em comprar. Ela não quer que os pais vendam a casa e acaba se identificando com Joey, que não quer que os amigos se mudem. A relação entre Dakota e Matt LeBlanc torna esta pequena participação em uma das mais marcantes para os fãs da série.

 

8) Sean Penn

Oitava temporada, episódios 6 e 7

Pai de Dakota Fanning em Uma Lição de Amor, Sean Penn também fez uma participação especial bem marcante na série. Vencedor de duas estatuetas do Oscar, o ator interpretou Eric, um professor e ativista que é noivo de Ursula, e participa de um clássico episódio de Dia das Bruxas. Incomodada com as mentiras da irmã, Phoebe acaba contando a Eric toda a verdade. Com o fim do noivado, Eric e Phoebe acabam saindo juntos, mas a sombra da irmã faz com que a relação não vá pra frente.

 

7) Danny DeVito

Décima temporada, episódio 11

Monica e Rachel acabam chamando um stripper de última hora para a despedida de solteira de Phoebe. Para surpresa de todas, Danny DeVito é quem aparece. A participação é divertida e conta com uma reviravolta. Se no início a sensação de todas é de decepção, ao final todas se divertem ao lado do stripper, que reconhece que precisa se aposentar. Danny DeVito chorando como um stripper de 50 anos é, de fato, inesquecível. O ator, inclusive, recebeu uma indicação ao Emmy de Melhor Ator Convidado em Série de Comédia pelo trabalho.

 

6) Winona Ryder

Sétima temporada, episódio 20

Muito antes de assumir o papel de Joyce Byers em Stranger Things, Winona Ryder foi um ícone do cinema dos anos 80 e 90, com trabalhos como Os Fantasmas se Divertem, Edward Mãos de Tesoura, Drácula de Bram Stoker e Garota, Interrompida. A primeira década do século XXI, no entanto, não foi das melhores para a atriz. Uma exceção em meio a vários projetos de pouco destaque – e polêmicas na vida pessoal – foi sua marcante participação em Friends. Ela viveu Melissa Warburton, uma amiga que Rachel havia beijado nos tempos de faculdade. A notícia é recebida com empolgação por Joey e por desconfiança por Phoebe. Para tentar provar para a amiga que o beijo havia mesmo acontecido, Rachel acaba recriando a situação.

 

5) Julia Roberts

Segunda temporada, episódio 13

Julia Roberts já era uma das maiores estrelas do cinema quando aceitou participar de Friends. A atriz de Uma Linda Mulher interpretou Susie Moss, uma ex-colega dos tempos de colégio de Chandler. Ela guarda um trauma da infância e acaba saindo com Chandler para se vingar. Além da divertida participação na série, Julia Roberts deixou Friends com um namorado. Ela e Matthew Perry chegaram a namorar por um tempo após trabalharem lado a lado na produção.

 

4) Reese Witherspoon

Sexta temporada, episódios 13 e 14

Muitos rumores envolvem a participação de Reese Witherspoon em Friends. Segundo boatos, a atriz teria se revelado muito difícil de trabalhar e teria causado problemas nos bastidores, o que teria feito a série buscar uma nova irmã para Rachel nas temporadas seguintes. Mesmo assim, não dá para negar que Reese fez um belo trabalho na pele da mimada Jill Green. A dinâmica entre ela e Jennifer Aniston funciona perfeitamente, e tudo fica ainda mais divertido quando Jill começa a se interessar por Ross.

 

3) Christina Applegate

Nona temporada, episódio 8 / Décima temporada, episódio 5

Após a passagem de Jill, a série apresentou outra irmã de Rachel: Amy Green. Vivida por Christina Applegate, a personagem aparece em dois episódios da série, em temporadas diferentes, e sempre rouba a cena. No primeiro, ela surge em pleno Dia de Ação de Graças e gera toda uma discussão sobre quem ficaria com Emma em caso de morte de Rachel e Ross. No segundo, ela se muda temporariamente para o apartamento de Rachel e Joey, e se oferece para ser babá de Emma. Christina recebeu um Emmy de Melhor Atriz Convidada pela primeira participação. E ainda foi indicada pela segunda. Muito merecido.

 

2) Bruce Willis

Sexta temporada, episódios 21, 22 e 23

Bruce Willis em Friends é daqueles casos de escalação perfeita. E que só aconteceu por acaso. Willis perdeu uma aposta para Matthew Perry na época em que trabalharam em Meu Vizinho Mafioso, e acabou “obrigado” a fazer a série. Mas não deve ter se arrependido, pois saiu do trabalho com um Emmy de Melhor Ator Convidado. Bruce interpretou Paul Stevens durante três episódios. O personagem era pai de Elizabeth, aluna e namorada de Ross. Durão, mas sentimental, ele não ficou nada feliz com o relacionamento da filha. Por outro lado, engatou um breve namoro com Rachel.

 

1) Brad Pitt

Oitava temporada, episódio 9

Aquela participação especial inesquecível. Brad Pitt já era um dos maiores nomes de Hollywood quando atuou em Friends, e seu casamento com Jennifer Aniston ocupava constantemente capas de revistas pelo mundo. Assim, foi realmente brilhante quando a série colocou Brad na pele de Will Colbert, um amigo do colegial de Ross que nutria um ódio bem especial por Rachel. À época, foi muito divertido ver o casal de lados opostos na série. E os dois pareciam estar se divertindo bastante, assim como o público. Brad Pitt recebeu uma indicação ao Emmy pela participação.

‘The Flash’: Episódio da 6ª temporada dirigido por Danielle Panabaker ganha novas imagens; Confira!

A sexta temporada de The Flash chega em menos de um mês e, para aumentar as nossas expectativas, duas novas imagens do novo ano apareceram nas redes sociais.

As fotos de bastidores elucidam o público acerca do sexto episódio, que será dirigido pela atriz Danielle Panabaker, a qual não é estranha atrás da câmeras, visto que comandou um dos capítulos mais adorados pelos fãs, “Godspeed” (quinta temporada).

Confira:

Veja as fotos promocionais do próximo ciclo:

Os novos episódios da série estão marcados para 08 de outubro, no CW. No Brasil a série é transmitida pela Warner Channel.

Assista ao trailer:

‘Capitã Marvel’: Nova arte revela visual alternativo (e assustador) dos Skrulls

O artista Ian Joyner revelou recentemente em seu Instagram oficial uma arte alternativa para a raça alienígena Skrull, que deu as caras em Capitã Marvel no ano passado – e o design original desses personagens é bem mais assustadora que a versão final.

Confira:

Após a estreia de ‘Capitã Marvel‘, grande parte do público criticou a adaptação por conta de sua trama feminista e também pela falta de carisma de Brie Larson como protagonista.

Durante uma entrevista para a Variety, a atriz foi questionada sobre o assunto e disse que não fazia ideia de que o filme sofreu com comentários negativos porque ela nunca se importou com as críticas.

“Os fãs criticaram? Para falar a verdade, eu nem sabia. Eu não tenho tempo para isso. Quando estou com tempo livre, eu prefiro aproveitar de forma positiva, tipo: ‘estou me alimentando direito? Estou bebendo água? Estou meditando? Liguei para minha mãe hoje?’ É com isso que eu me importo.”

Larson argumentou que comentários na internet não afetam sua vida cotidiana, nem interferem em como ela se vê.

“Muitos jornalistas me perguntam como eu lido com críticas online, mas eu nunca precisei entrar na internet para saber como as pessoas me veem, ou como eu vejo a mim mesma. Não há nada mais agradável para mim do que me enxergar do meu próprio ponto de vista. É algo que eu faço desde a infância, e continuarei fazendo pelo tempo que puder.”

Anteriormente, Larson havia sido questionada sobre seu futuro como Capitã Marvel, mas ela disse que não sabe quando irá reprisar o papel.

“Eu não sei. Eu nem sei qual será meu próximo trabalho, e isso é tão emocionante. Eu nem sei como vai ser a minha vida! E no início deste ano, eu tive que fazer a turnê de imprensa. Mas, na última metade do ano, eu só me concentrei na vida pessoal, fora do trabalho.”

Lançado em março de 2019, ‘Capitã Marvel‘ foi um sucesso de público, arrecadando US$ 1,128 bilhão pelo mundo.

Assista à nossa crítica:

‘O Príncipe Dragão’: Série da Netflix é renovada para mais QUATRO temporadas

Durante o evento virtual da Comic-Con 2020, a Netflix revelou que a aclamada e adorada animação O Príncipe Dragão não apenas voltaria para mais uma temporada, e sim para mais quatro.

A série foi renovada pela plataforma até a sétima iteração e que a narrativa será contínua até o último ano.

O quarto ano, que será o próximo da obra, ainda não tem data de estreia confirmada.

O Príncipe Dragão foi criado por Aaron Ehasz e Justin Richmond, roteiristas de Avatar: A Lenda de Aang.

Xadia e o reino dos humanos estão em pé de guerra. Será que Callum, Ezran e Rayla conseguirão vencer a magia negra e restaurar a paz no mundo? 

As três primeiras temporada já estão disponíveis no serviço de streaming!

‘Mulher-Maravilha 1984’: Diana será bem mais complexa que no primeiro filme, revela Gal Gadot

Durante uma recente coletiva de imprensa, Gal Gadot revelou alguns detalhes sobre o vindouro Mulher-Maravilha 1984’ e de que forma os eventos do primeiro filme implicaram numa transformação radical em Diana Prince.

“No primeiro filme, tivemos o nascimento da Mulher-Maravilha e, pela primeira vez, ela descobre seus poderes. De Diana, ela se tornou Mulher-Maravilha. No primeiro filme, ela olha a humanide de fora, falando abertamente quando as coisas não estão certas e enfatizando como elas deveriam ser. Agora, ela entende completamente as complexidades da raça humana por ser parte deles. Ela já desenvolveu todos os seus poderes e, ainda assim, está sozinha e sofre dos mesmos problemas que todos sofrem. Então tive bastante com que ‘brincar’, foi uma experiência bem diferente do primeiro filme.”

O filme já foi assistido por parte da crítica especializada e conquistou impressões extremamente positivas.

Entre os comentários, os jornalistas estão dizendo que o longa dirigido por Patty Jenkins tem ação do início ao fim e um toque sentimental embalado pela trilha sonora de Hans Zimmer.

Como já era de se esperar, também não faltaram elogios à química entre Gadot e Chris Pine, intérpretes de Diana Prince e Steve Trevor. E parece que Pedro Pascal e Kristen Wiig também roubam a cena como os vilões.

Além disso, a trama traz uma ótima conexão com o filme anterior e consegue arrancar lágrimas e sorrisos do público.

Uma das críticas ainda se emocionou ao dizer que:

“A trama é edificante, esperançosa e entrega tudo o que nós precisávamos.”

Confira as principais reações:

“Estou muito feliz em informar que ‘Mulher-maravilha 1984’ é uma explosão absoluta do início ao fim. Um elogio excepcional ao primeiro filme, e é recheado de emoção, esperança, amor, ação, romance e humor. Patty Jenkins e Gal Gadot entregaram uma das melhores sequências da DC. Eu chorei quando acabou.”

“Não posso falar muito sobre o enredo por causa dos spoilers, mas é muito inteligente. A sequência de abertura por si só é impressionante e cada cena de ação é diferente e única. Eu também acho que esta é uma das melhores trilhas sonoras de Hans Zimmer… E, para aqueles que estão se perguntando, a química entre Gal Gadot e Chris Pine está incrível.”

“Eu assisti Mulher Maravilha 1984 ontem e … honestamente, é exatamente o que eu precisava. O que todos nós precisamos. É edificante, esperançoso e totalmente Mulher Maravilha. Apenas um lindo filme com temas que tocam seu coração.”

“Tive a chance de assistir ‘Mulher-Maravilha 1984‘ mais cedo! Adorei o primeiro filme e posso dizer com segurança que a sequência leva tudo para outro nível! Pedro Pascal e Kristen Wiig absolutamente arrebentaram como Maxwell Lord e Cheetah. Deixem Patty Jenkins assumir o comando de todo o DCEU!

“Ontem eu assisti ‘Mulher Maravilha 1984‘ em casa! Era tudo que eu precisava e muito mais. O filme é extremamente ambicioso, incrivelmente empolgante e recheado de esperança. O filme é bem longo, às vezes até demais, mas me lembrou como um grande sucesso de bilheteria pode fazer você se sentir maravilhoso.”

“Eu já assisti ‘Mulher-Maravilha 1984’! Patty Jenks literalmente fez um filme aos moldes dos anos 80 em todos os sentidos, o que faz dele algo único para os dias de hoje. Parece maior ambiciosa do que o original e ao mesmo tempo mais contido. Gal Gadot simplesmente entrega momentos épicos como Mulher-Maravilha.”

“Para mim, Pedro Pascal e Kristen Wiig são os destaques do filme. Pascal mergulhou de cabeça no personagem em uma representação selvagem de Max Lord, um vilão conflituoso, mas muito malvado. A evolução da Mulher-Leopardo ao longo do filme é de partir o coração, mas é épica. Nós precisamos de mais!”

Lembrando que o longa será lançado na HBO Max em 25 de dezembro, junto com a estreia nos cinemas norte-americanos. No Brasil, chega no dia 17 de dezembro.

Como arqueóloga, Diana, que trabalha no museu Smithsonian, é uma Mulher-Maravilha que tem super poderes extraordinários, podendo ser a heroína mais forte do mundo. Em 1984, a Mulher Maravilha está em perigo mortal assustador diante de uma enorme conspiração do empresário Max, que canta alto para satisfazer os desejos das pessoas, e uma inimiga misteriosa, a Mulher-Leopardo. A Mulher-Maravilha vai conseguir parar o colapso do mundo sozinha?

O elenco também conta com Chris PineKristen WiigPedro Pascal.

Crítica | Sem identidade ou foco, ‘Estados Unidos vs. Billie Holiday’ vale a pena pela impecável atuação de Andra Day

Billie Holiday, conhecido alter-ego artístico de Eleanora Fagan, é um dos nomes mais importantes da cultura estadunidense. Ao lado de nomes como Ella Fitzgerald e Dinah Washington, Holiday mudou o escopo musical de sua época e apresentou, bem como suas conterrâneas, uma revolução estilística do jazz – não apenas por seu fraseamento e por suas improvisações, que viriam a influenciar praticamente todos os atos futuros, mas também pelas discussões sociopolíticas que trazia à tona e que permeavam uma plataforma mainstream que boa parte dos negros não tinham à época. Ora, se a canção “Strange Fruit” permanece viva na mente dos apreciadores de música, é em virtude da rendição de Holiday e de uma trama pungente sobre o linchamento da comunidade afrodescendente pelo supremacismo branco.

Nos últimos meses, foi anunciada uma aguardada cinebiografia sobre um período bastante específico de sua vida – restrito ao estrelato, à queda e à relação tóxica com as drogas e com diversos homens que passaram por sua vida. Comandado por Lee Daniels, nome por trás dos aclamados ‘A Última Ceia’ e ‘Empire’, ‘Estados Unidos vs. Billie Holiday’ despertou um senso de curiosidade crescente entre o público, mas, no final das contas, falhou em cumprir quaisquer das expectativas prometidas; o longa-metragem, pecando em aspectos essenciais, deixou que a performance do elenco roubasse os holofotes, mas a que custo? Afinal, nem mesmo os melhores conseguem se afastar de uma insossa e formulaica história, a qual não faz jus a nenhum dos temas apresentados.

Daniels é conhecido por ser um realizador bastante único que, mesmo não sendo independente, é reconhecido por um estilo que oscila entre o poético e o realismo com fluidez incrível. De qualquer forma, sua última rendição cinematográfica, O Mordomo da Casa Branca, já dava ares de uma inconsistência dramática que viria a se tornar uma bola de neve na presente obra. Honestamente, nem mesmo a técnica artística empregada no filme faz muito sentido, com exceção de breves sequências que não são acompanhadas de uma obviedade de enredo ou de caprichos circinais de uma edição horrível, para dizer o mínimo: desde os momentos iniciais, a montagem de Jar Rabinowitz não tem direção alguma e mistura referências que visam a uma repaginação de ‘Chicago’ e acertam numa novela mais insípida que ‘Burlesque’ (algo chocante, considerando o trabalho de Rabinowitz em ‘8 Mile’ e ‘Réquiem para um Sonho’).

Como se não bastasse, a estrutura panorâmica não é a única a falhar em entregar qualquer resquício de coesão; o roteiro, assinado por Suzan-Lori Parks, insurge como um amontoado de acontecimentos sem distinção de causa e consequência, aglutinando-se em uma massa amorfa que não atinge a completude de um propósito bem-intencionado e digno. Aliás, é um tanto quanto estranho a decisão de Daniels e de sua equipe em adaptar um romance de não-ficção cujo foco é analisar a guerra às drogas nos Estados Unidos e a transformação dos negros em alvo. Claro, Holiday tornou-se um símbolo da comunidade, mas é mencionada brevemente (e com propósitos descritivos) como uma das personalidades que se renderam aos opioides. O motivo pelo qual uma abordagem mais palpável à cantora e compositora não foi abraçada talvez nunca veja a luz do dia, mas merece certa explicação.

Problemas à parte, é notável como a obra tenta ser mais do que consegue e, por essa razão, acaba por afastar espectadores que talvez nunca tenham sequer ouvido uma das canções de Billie. É nesse âmbito que Andra Day se entrega de corpo e alma à persona titular, caminhando trôpega por todas as fases de sua turbulenta vida, fazendo homenagens e buscando inspirações em suas conterrâneas. Day, em seu primeiro papel protagonista, vem do background fonográfico e molda a própria voz em surpreendentes dialogismo e candura com Holiday, como se estivesse cantando para a própria jovem que morreu vítima de sua confiança nas pessoas erradas. Não é com espanto que ela tenha faturado uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz, juntando-se a nomes como Lady Gaga e Cher, que também migraram da música à atuação com perfeição.

Acompanhada por nomes como Trevante Rhodes, Natasha Lyonne, Garrett Hedlund, Da’Vine Joy Randolph e Tyler James Williams, Day e o restante do elenco são a força-motriz que se empenha em salvar, a todo custo, a tragédia de um longa-metragem que não prestou atenção aos próprios deslizes. Ao procurar fornecer uma explicação e uma humanização de fatos cruciais para o entendimento da situação segregacionista dos anos 1940, Daniels mergulha na soberba superficialidade do panfletarismo e nem ao menos fecha o ciclo narrativo, como se a luta promovida por Billie e por tantas outras cantoras negras da época não tivessem surtido efeito; mais do que isso, a utilização constante da sépia e de um enlace fotográfico antigo criam um anacronismo doído e que, mais uma vez, não tem necessidade alguma para a compreensão dos eventos.

É infeliz imaginar que ‘Estados Unidos vs. Billie Holiday’ poderia ter sido bem diferente do resultado final. Manchado por uma condução descarrilada e se apoiando inteiramente na performance de uma recém-descoberta atriz que terá um futuro brilhante pela frente, o filme morre na praia sem uma identidade para chamar de sua – e dentro de uma tristonha e repetitiva previsibilidade.

‘Everybody’s Talking About Jamie’: Adaptação do musical já está disponível na Amazon Prime Video!

A aguardada adaptação do aclamado musical ‘Everybody’s Talking About Jamie’ finalmente estreou na Amazon Prime Video.

A produção foi lançada hoje, 17 de setembro, na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

Jonathan Butterell faz sua estreia diretorial com o filme. Tom MacRaeDan Gillespie Sells assinam o roteiro.

Baseado na vida de Jamie Campbell, a história gira em torno de um adolescente de 16 anos de idade que enfrenta inúmeros preconceitos até resolver sair do fundo do poço e tornar-se uma drag queen de grande sucesso.

Max HarwoodRichard E. GrantSharon HorganLauren Patel, Shobna GulatiSarah LancashieRalph Ineson estrelam.

‘Red – Crescer é uma Fera’: Animação da Pixar ganha teaser novo ADORÁVEL; Assista!

O Disney+ divulgou um novo teaser adorável do aguardado ‘Red – Crescer é uma Fera‘, nova animação da Pixar, que será lançada na plataforma de streaming no dia 11 de março.

No filme, “quando uma adolescente fica muito nervosa, ela se transforma em um grande panda vermelho. O longa aborda dessa forma, a jornada de amadurecimento da personagem, suas inseguranças dessa fase onde, a personagem principal está dividida entre a filha que sempre foi e sua nova personalidade, intensificada por todos os sentimentos conflitantes que a adolescência provoca. Além do caos gerado por todas as mudanças em seus interesses, relacionamentos e corpo, sempre que a garota fica muito agitada ou estressada, ela vira um panda vermelho gigante, – o que com certeza, só gera mais problemas para a jovem – sendo uma metáfora para todas as vezes que, constrangidos pelos novos desafios que se apresentam em nossas vidas, as inseguranças só se agigantam”.

Assista, junto ao trailer, e siga o CinePOP no YouTube:

O longa foi escrito e dirigido por Domee Shi.

A produção conta com as vozes de Sandra Oh e Rosalie Chiang.

‘Only Murders in the Building’: 2ª temporada estreia no Star+!

A 2ª temporada de ‘Only Murders in the Building‘, aclamada série estrelada por Steve MartinMartin Short Selena Gomez, finalmente estreou no Star+.

Os dois primeiros episódios do novo ciclo chegaram hoje, 28 de junho, à plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

Lembrando que o icônico ator Nathan Lane reprisa seu papel como Teddy Dimas nos novos episódios.

Além de Lane, o próximo ciclo também traz Amy Schumer como uma versão superexagerada de si mesma, Cara Delevingne como Alice, uma sofisticada insider do mundo da arte que se envolve no mais recente mistério dos podcasters investigados, e Shirley MacLaine como a mãe de Bunny, o mais recente assassinado do edifício Arconia.

A trama segue três estranhos que compartilham uma obsessão pelo gênero true crime e que, de repente, se veem envolvidos em um crime na vida real. Quando uma morte horrível ocorre dentro de seu exclusivo prédio de apartamentos no Upper West Side, o trio – formado por Mabel (Selena Gomez), Charles (Steve Martin) e Oliver (Martin Short) – começa a suspeitar de assassinato e usa seu conhecimento de true crime para investigar o caso. Mas não demora para que o trio perceba que um assassino pode estar vivendo entre eles e que, portanto, estão em perigo. Agora, eles vão ter de correr para decifrar as pistas e descobrir a verdade – antes que seja tarde demais.

A série foi criada por Martin e John Hoffman.

‘Dirty Dancing 2’: Jennifer Grey revela que rostos familiares irão aparecer na sequência

Dirty Dancing: Ritmo Quente‘, clássico dos anos de 1980, que foi estrelado pelo saudoso astro Patrick Swayze, teve sua sequência recentemente anunciada com a confirmação do retorno da atriz original Jennifer Grey como Baby.

Agora, em entrevista ao jornal Extra (via PEOPLE), Grey revelou que as gravações do projeto começarão na próxima primavera norte-americana (isto é, entre março e maio de 2023) e que trará rostos familiares de volta.

“Posso dizer que iremos retornar ao Kellerman’s”, ela comentou, fazendo referência ao cenário do filme original. Ela também comentou que Baby estará “alguns anos mais velha” e que “outros personagens do [longa] original” irão aparecer na história.

Anteriormente, em entrevista à EW, Grey revelou o quão complicado foi fazer uma continuação sem a presença de Swayze, que morreu em virtude de um câncer pancreático, aos 57 anos.

“Nunca haverá outro Johnny”, ela disse, fazendo referência ao personagem interpretado pelo astro. “Nunca haverá outro Patrick. Esta sequência tem que funcionar por conta própria. É bem complicado”.

Em outra entrevista, dessa vez ao Los Angeles Times, Grey, que também entra como produtora executiva, revelou que está muito interessada em ver como a continuação irá abordar uma narrativa que se passa trinta anos depois da original – e que está muito animada para o resultado.

“Estou muito animada pelo desafio de olhar [para o filme] de um ponto de vista do que acontece quando se passam trinta anos e estamos nos anos 1990”, ela comentou. “O que acontece com a pessoa que teve aquela experiência – o que aconteceu a ela e o que é relevante agora sobre a história original, vista sob um olhar diferente. Acho que, com sorte, [o filme] vai realmente satisfazer sem competir com o primeiro ou fazê-lo melhor que o primeiro. É mais sobre: que história nova pode ser contada?”.

De acordo com o Collider, o novo longa já tem também sua data de estreia programada e será no dia 9 de fevereiro de 2024.

Jonathan Levine (‘Meu Namorado é um Zumbi’) é quem vai comandar a sequência pela Lionsgate. A dupla Mikki Daughtry e Tobias Iaconis, que fez ‘A Maldição da Chorona‘, assina esse novo roteiro.

Vale destacar que o elenco em geral ainda não foi anunciado, até porque as filmagens estão previstas para começar neste ano.

Dirty Dancing se tornou um dos maiores sucessos dos anos 1980, arrecadando US$ 170 milhões em todo o mundo, enquanto a trilha sonora vendeu mais de 32 milhões de cópias em todo o mundo, com a canção “(I’ve Had) The Time of My Life“, ganhando o Oscar de Melhor Canção Original.

O filme também ganhou uma prequel intitulado Dirty Dancing: Havana Nights’, com breve participação de Swayze e que falhou em manter o nível do longa original, e uma versão para o teatro.

Relembre o trailer:

Chris Pratt está disposto a voltar como Senhor das Estrelas no MCU – mas com uma condição

Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ marca o encerramento da adorada trilogia de James Gunn para a Marvel Studios – e traz nossos queridos heróis de volta para uma última aventura.

Agora, em entrevista ao GamesRadar+, o astro Chris Pratt, que interpreta Peter Quill/Senhor dos Estrelas na franquia, revelou que está aberto a retornar mais vezes como o personagem mesmo com Gunn agora responsável pelo comando da DC.

“Seria estranho continuar a história de Peter sem James”, ele disse. “Ele fez um trabalho incrível nos primeiros três filmes. Realmente encontramos a voz de Peter Quill juntos e, sem ele, obviamente, eu nunca teria tido essa oportunidade. Ele escreve, dirige, sonha com a música – é a imaginação dele nas telas”.

Pratt continua: “então, para continuar contando a história, seria muito importante honrar o que ele fez nos filmes e honrar o que os fãs passaram a amar sobre o personagem – e não apenas fazer porque as pessoas pagam, entende?”.

Crítica | ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’ é um sólido e EMOTIVO encerramento da trilogia de James Gunn

Em ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘, nosso amado grupo de desajustados está se estabelecendo na vida em Lugar Nenhum. Porém, não demora muito para que suas vidas sejam viradas de cabeça para baixo, pelos ecos do passado turbulento de Rocket. Peter Quill, ainda se recuperando da perda de Gamora, deve reunir sua equipe para salvar a vida de Rocket, em uma missão que, se não for concluída com sucesso, pode muito possivelmente levar ao fim dos Guardiões da Galáxia como os conhecemos.

O novo filme conta com Chris Pratt, Zoë Saldaña, Vin Diesel, Dave Bautista, Bradley Cooper, Sylvester Stallone, Elizabeth Debicki, Daniela Melchior e Will Poulter.

‘The Crown’: 6ª e ÚLTIMA temporada ganha teaser e data de estreia na Netflix!

Netflix divulgou o primeiro teaser promocional da 6ª e última temporada do aclamado drama de época The Crown.

Além disso, foi revelado que o ciclo de encerramento será dividido em duas partes: a primeira chega à plataforma de streaming em 16 de novembro; a segunda, em 14 de dezembro.

Confira:

Um dos temas a serem explorados no ciclo de encerramento será o casamento entre o Príncipe Charles e a Duquesa Camilla Parker Bowles, amante do monarca enquanto ele estava em matrimônio com a saudosa Princesa Diana.

Confira fotos promocionais:

Segundo o jornal The Sun, diversas cenas especiais foram rodadas para a temporada final.

As cenas em questão contam com o retorno de Claire Foy, que interpretou a jovem monarca nas duas primeiras temporadas, e de Olivia Colman, que encarnou a rainha na terceira e na quarta iterações. Elas irão aparecer em cena com Imelda Staunton, intérprete atual da personagem, em um tributo à Elizabeth (que faleceu em setembro do ano passado).

E isso não é tudo: as informações também indicam que uma versão adolescente da monarca irá aparecer no auge da II Guerra Mundial. Viola Prettejohn foi escalada para interpretá-la.

Lembrando que o ciclo de encerramento chegará à Netflix no outono norte-americano, isto é, entre os meses de setembro e novembro de 2023.

Anteriormente, foram divulgadas as primeiras imagens oficiais de Ed McVey como Príncipe William e Meg Bellamy como Kate Middleton.

Na nova temporada, McVey assumirá o papel nos episódios posteriores, marcando sua estreia nas telas após trabalhar no palco.

Por sua vez, Bellamy é uma novata na atuação, tendo feito o teste para o papel depois de ver uma chamada de elenco nas redes sociais.

Confira as imagens:

Lembrando que todas as outras temporadas estão disponíveis na plataforma.

A mais recente temporada trouxe Imelda Staunton (‘Harry Potter e a Ordem da Fênix’) substituindo Olivia Colman como a Rainha Elizabeth II. Elizabeth Debicki (‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’) entra no lugar de Emma Corrin como Princesa Diana.

Dominic West (‘The Wire’) substitui Josh O’Connor como Príncipe Charles, Jonathan Pryce (‘Game of Thrones’) substitui Tobias Menzies como Príncipe Philip, Lesley Manville (‘Phantom Thread’) seguirá Helena Bonham Carter como a Princesa Margaret e Olivia Williams (‘O Pai’) substituirá Emerald Fennell como Camilla Parker.

Baseado na premiada peça de teatro ‘The Audience‘, a produção conta a história dos bastidores do início do reinado da Rainha Elizabeth II, revelando as intrigas pessoais, romances e rivalidades políticas por trás dos grandes eventos que moldaram a segunda metade do século 20.

‘Garotos Detetives Mortos’: Série da Netflix derivada de ‘Sandman’ ganha trailer INÉDITO!

Netflix divulgou o trailer inédito de ‘Garotos Detetives Mortos‘ (Dead Boy Detectives), série baseada na HQ homônima assinada pelo lendário Neil Gaiman.

A produção tem estreia marcada para o dia 25 de abril.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

https://youtu.be/U1wrfTyd2mU?si=N5D34YZaYyngqA46

Inicialmente desenvolvida para a HBO Max, a adaptação dos quadrinhos homônimos de Gaiman (‘Sandman’) encontrou um novo lar na Netflix – e será lançada como um derivado de ‘Sandman‘.

Tem um fantasma insistente que não sai do seu pé? Um demônio roubou suas memórias? Chame os Garotos Detetives Mortos! Nesta série sobrenatural ambientada no universo de Sandman, dois adolescentes se conhecem na morte e fazem de tudo para continuar juntos, incluindo escapar de bruxas más e do Inferno e da Morte em pessoa. Com a ajuda da clarividente Crystal (Kassius Nelson), eles trabalharão juntos para resolver os casos paranormais mais misteriosos do reino mortal.

O novo capítulo da DC, intitulado Gods and Monsters, trará uma conexão entre os filmes nos cinemas e as séries que eventualmente serão lançadas pela HBO Max – como já foi feito com ‘O Esquadrão Suicida‘ e a série do ‘Pacificador‘.

Jayden Revri (‘O Chalé’), Kassius Nelson (‘Noite Passada em Soho’) e o novato George Rexstrew serão os protagonistas.

Rexstrew dará vida a Edwin Paine, enquanto Revri e Nelson serão Charles Rowland e Crystal Palace, respectivamente.

Além do trio, a série também vai contar com Lukas Gage (‘Euphoria’) como Thomas, Rei dos Felinos; Briana Cuoco (‘The Flight Attendant’) como Jenny, amiga e confidente de Crystal Palace; Jenn Lyon (‘Justified’) como Esther, uma bruxa obcecada pela juventude eterna; Yuyu Kitamura (‘Mother Tongue’) como Niko, uma estudante que deseja se juntar aos detetives-fantasma; e Ruth Connell (‘Supernatural”), como Night Nurse, uma entidade demoníaca que guia o fluxo de almas no plano pós-vida.

O roteiro da adaptação é escrito por Steve Yockey (‘The Flight Attendant’), que também será um dos produtores executivos, junto com Greg Berlanti (‘Supergirl’) e Jeremy Carver (‘Patrulha do Destino’).

Beth Schwartz também divide a função de showrunner com Yockey.

Os 10 Melhores Álbuns NACIONAIS da Década (Até Agora)

Por mais que o brasileiro tenha um apreço significativo pela cultura estrangeira, principalmente a norte-americana, é inegável dizer que os artistas nacionais têm habilidades que se igualam e até mesmo superam a dos internacionais.

Apenas no cenário musical contemporâneo, podemos citar nomes como LinikerJãoANAVITÓRIA como representantes do MPB e do pop nacional, enquanto AnittaPabllo VittarLudmilla, por exemplo, voltam-se para o funk, o pagode e a eletrônica. Não obstante a forte presença da nova geração, artistas como Marisa MonteLulu Santos e Ivete Sangalo permanecem ativos em um encontro entre passado e presente – confluindo suas incríveis estéticas em atemporais espetáculos.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando os dez melhores álbuns nacionais da década (até agora).

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

8. DOCE 22, Luísa Sonza (2021)

“Um dos aspectos mais atraentes das faixas é a invejável capacidade de Sonza em unir instrumentos conflitantes entre si sem deixar que as progressões se acumulem em uma massa amorfa e indecifrável. Desde o começo da carreira, a cantora mostrou seu apreço por gêneros diferentes, incluindo as confessionais digressões das baladas, a jocosidade do rock-pop e a preferência estilística da clássica MPB. Em “penhasco.”, ela revela as mágoas que ainda carrega e utiliza a própria música em um exercício metapoético, entendendo o motivo de ter se machucado em versos consecutivos como “eu tive que desaprender a gostar tanto de você” e “sabe que se chamar eu vou”. A progressão, teatral para alguns e evocativa para outros, é movida pela transição potente do piano à percussão, arrancando os melhores vocais de Sonza em uma explosão sentimental.” – Thiago Nolla

7. FUNK GENERATION, Anitta (2024)

“O destaque principal do disco é destinado a “Funk Rave” – uma peça musical que, sem sombra de dúvida, é uma das melhores incursões da carreira de Anitta pela ousadia com a qual trabalha uma sucessão de estilos diferentes que convergem para um inebriante coquetel de synth-funkfunk 150-BPM e funk-trap cujo único crime é durar apenas dois minutos e meio. Eventualmente, fica claro que ‘Funk Generation’ mostra que a cantora e compositora atingiu um status em que, agora, pode fazer o que bem entender e, mais do que isso, cria as próprias tendências e deixa bem claro que não está preocupada com o que os outros pensam – e sim apenas com o que deseja fazer como artista” – Thiago Nolla

6. SUPERNOVA, Jão (2024)

Meses depois de ter lançado o ótimo ‘Super’Jão anunciou uma aguardada versão deluxe com nada menos que oito faixas inéditas – uma delas funcionando como extensão de uma das tracks presentes no álbum original. O resultado foi uma impecável e vibrante jornada que passeia por diversos gêneros, incluindo o MPB, o synth-pop e as baladas orquestrais, construindo narrativas que oscilam do teatral ao melodramático, do confessional ao sensual – e tudo convergindo a um arauto metarreferencial pincelado com uma lírica pungente e uma exaltação testamentária do artista a si próprio.

5. COR, ANAVITÓRIA (2021)

“Os melhores momentos de ‘Cor’ insurgem quando a dupla não se limita a construir algo simplista – como acontece com “Te amar é massa demais”. A obviedade do título é logo varrida para debaixo do tapete quando é-nos apresentada uma conflitante e apaixonante explosão de samba e bossa-nova que nos arremessa de volta para os anos 1920 do subúrbio carioca, enquanto abre espaço para inflexões à la Tom Jobim e Maria Gadú, com reflexos distantes à fase mais pé-no-chão de Elis Regina (e tais caracterizações explicam o motivo de ser um dos pontos altos da iteração). Já “Tenta acreditar” é um antro em que vulnerabilidade e teatralidade encontram um espectro em comum num circense e pessoal desabafo.” – Thiago Nolla

4. TE AMO LÁ FORA, Duda Beat (2021)

Duda Beat lançou seu primeiro álbum em 2018, ‘Sinto Muito’, aproveitando a efervescência do pop brasileiro para se transformar em um dos ícones da “sofrência” musical. Três anos mais tarde – e abraçando um amadurecimento muito bem vindo -, a cantora e compositora se lançou de cabeça em uma produção mais íntima e vibrante, ao mesmo tempo. Marcado pela explosiva naturalidade de “Meu Pisêro”, que se configura como uma das melhores faixas do ano, ‘Te Amo Lá Fora’ merece ser apreciado do começo ao fim dentro de uma pluralidade que abre espaço para o reggae, para o soft-rock e até mesmo para o dance.

3. QVVJFA?, Baco Exu do Blues (2022)

“Se há uma coisa que podemos compreender do álbum é a maestria com que todos os aspectos instrumentais colidem em profusão aplaudível às potentes letras que o performer assina. É claro que algumas delas pendem para algumas fórmulas tão utilizadas no mainstream, como a frustração amorosa de “20 Ligações” ou a bem-vinda crueza de “Mulheres Grandes”, que perdem um pouco de força frente a tantas tracks ótimas – e o mesmo acontece com a repetição minimalista de “Autoestima”, isolada na segunda metade do álbum. Entretanto, os deslizes são ofuscados em boa parte do tempo pelo que se esconde nas entrelinhas e pelo convite que Baco Exu nos faz para encontrá-las num cenário bélico de notas e melodias” – T.N.

2. SÓ, Adriana Calcanhotto (2020)

“Calcanhotto já não precisa provar nada para ninguém. Suas irretocáveis rendições vocais são conhecidas seja no escopo adulto, seja no infantil (como não recordar da série de álbuns infantis que assinou sob a alcunha de Adriana Partimpim?). Aqui, a meio-soprano lírico volta sua personalidade para elegíacos versos que puxam elementos do MPB e da bossa-nova, é claro, mas mergulhando-os no cenário contemporâneo do samba e do funk moderno, criando uma amálgama única que funciona do começo ao fim. Retomando a colaboração com o icônico Arthur Nogueira e com a presença de Dennis DJ para a oitava faixa, fica claro que a performer nunca deixa de lado simbologias ambíguas, fazendo questão de imprimir uma construção que tangencia um parnasianismo desconstruído e buscando uma releitura de tudo que já nos foi apresentado.” – Thiago Nolla

1. INDIGO BORBOLETA ANIL, Liniker (2021)

“Em meio a tantos lançamentos nacionais e internacionais que pululam no cenário mainstream, o primeiro álbum solo de Liniker poderia passar longe dos nossos radares – e, mesmo que o faça, não deveria. Ao longo de quase 50 minutos de duração e apenas 11 faixas, a performer consegue arquitetar uma envolvente e explosiva narrativa sonora, não pensando duas vezes em prestar homenagens aos artistas que lhe inspiraram, desde a icônica Vanusa até a saudosa Amy Winehouse. Aqui, lidamos com uma amálgama frutífera e saborosa de inúmeros elementos que oscilam do black music e do reggae ao R&B e o MPB, destilando poesia em cada verso que constrói e entregando tudo de si em cada refrão.” – Thiago Nolla

‘Mickey 17’: Comédia SCI-FI com Robert Pattinson ganha clipe inédito; Confira!

A Warner Bros. Pictures divulgou um clipe inédito de ‘Mickey 17‘, dirigido por Bong Joon-ho (“Parasita”) e estrelado por Robert Pattinson.

Confira:

Mickey 17′ estreia dia 06 de março nos cinemas.

O longa é uma adaptação do livro ‘Mickey7, escrito por Edward Ashton

Na trama, Mickey (Robert Pattinson) faz parte de um programa espacial de colonização e sempre é enviado para missões perigosas, quase suicidas. Se morrer, ele é clonado e boa parte de suas memórias são recuperadas. Mas, após seis mortes, ele começa a entender o porquê de seu cargo nunca ter sido ocupado antes.

O elenco também conta com Steven Yeun, Mark Ruffalo e Toni Collette.

‘Remain’: Thriller ROMÂNTICO de M. Night Shyamalan escala oito novos membros ao elenco

Segundo o Deadlineoito novos atores foram escalados para o elenco de Remain, suspense romântico dirigido e roteirizado por M. Night Shyamalan (‘Armadilha’, ‘Fragmentado’).

As informações indicam que Ashley Walters (‘Adolescência’), Julie Hagerty (‘Uma História de Casamento’), Jay O. Sanders (‘As Três Filhas’), Tracy Ifeachor (‘The Pitt’), Hannah James (‘Mercy Street’), Caleb Ruminer (‘The Irrational’), Kieran Mulcare (‘Jessica Jones’) e Maria Dizzia (‘Orange Is the New Black’) foram contratados para o projeto.

Detalhes sobre seus personagens não foram revelados.

O grupo se junta aos previamente confirmados Jake Gyllenhaal (‘Matador de Aluguel’) e Phoebe Dynevor (‘Bridgerton’).

O filme chegará aos cinemas em 23 de outubro de 2026.

O longa traz uma proposta inusitada: ele é fruto de uma parceria criativa entre Shyamalan e o best-seller Nicholas Sparks (‘Querido John’, ‘Um Amor para Recordar’).

Enquanto o diretor desenvolve o roteiro do filme, Sparks escreve simultaneamente um romance com a mesma história, que será lançado em 7 de outubro de 2025, sob o mesmo título.

A estreia de ‘Remain deve gerar um confronto de peso nas bilheteiras. Na mesma data, a Universal Pictures planeja lançar o próximo filme de Jordan Peele, outro diretor renomado no universo do suspense e terror.

A possível colisão entre os dois projetos tem gerado expectativa no mercado — especialmente considerando que Shyamalan já teve uma bem-sucedida parceria anterior com a Universal, onde lançou títulos como ‘Fragmentado, ‘Vidro e ‘Tempo’.

Após migrar para a Warner Bros., Shyamalan dirigiuArmardilha, lançado em 2024 e que arrecadou cerca de US$ 84 milhões em bilheteria mundial. O estúdio também foi responsável pela distribuição de ‘Os Observadores‘, estreia de sua filha Ishana Shyamalan como diretora, que teve desempenho modesto com US$ 33 milhões arrecadados globalmente.

‘Platonic’: Série de comédia com Seth Rogen e Rose Byrne é RENOVADA para a 3ª temporada!

Platonic, elogiada série de comédia estrelada por Rose ByrneSeth Rogen, se tornou uma das produções mais populares da Apple TV – e, agora, os fãs podem celebrar!

A plataforma de streaming confirmou recentemente que a atração foi renovada para a 3ª temporada.

Mais detalhes não foram divulgados.

Confira o anúncio:

A trama gira em torno de dois ex-melhores amigos, que se conheceram na juventude e se reconectam depois de muito tempo, agora como adultos.

Na tentativa de reconstruir a antiga amizade e superar os motivos que os levaram a se afastar, eles percebem porque não deu certo à medida em que suas vidas começam a se desgastar, então eles são obrigados a reavaliarem o plano.

O projeto também marca o reencontro entre a dupla e o diretor Nick Stoller, depois que o trio trabalhou junto em ‘Vizinhos‘ (2014).

Além de escrever, Stoller dirige os episódios.

Diretor anuncia TÉRMINO das filmagens de ‘Sonic 4’ e revela visual do Metal Sonic; Confira!

Ótimas notícias para os fãs da franquia Sonic!

Através do X (antigo Twitter), o diretor Jeff Fowler, que comandou todos os capítulos da adaptação cinematográfica, revelou que as gravações do quarto filme foram oficialmente encerradas.

As boas novas vieram acompanhadas de uma foto de bastidores dando destaque ao próprio realizador ao lado do doppelganger robótico do personagem titular, o vilanesco Metal Sonic.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O novo capítulo está programado para estrear no dia 19 de março de 2027.

Rumores recentes, divulgados pelo portal The Direct, indicam que a sequência terá um orçamento maior do que os filmes anteriores da saga.

Essa elevação orçamentária segue a tradição de crescimento da série:

  • Sonic: O Filme’ (2020): Teve um custo estimado entre US$ 85 milhões e US$ 90 milhões.
  • Sonic 2: O Filme’ (2022): Contou com um orçamento de US$ 90 milhões a US$ 110 milhões.
  • Sonic 3: O Filme’ (2024): Alcançou a marca de US$ 122 milhões.

Dessa forma, espera-se queSonic 4’ ultrapasse o orçamento de US$ 122 milhões, refletindo a ambição da produção em expandir a escala e a qualidade visual da franquia.

O novo longa, fruto da colaboração entre SEGA, Sonic Team e Paramount Pictures, deve acompanhar Sonic e seus amigos supervelozes em um confronto com um novo e misterioso vilão: Metal Sonic, que foi introduzido na cena pós-créditos do filme anterior.

Felizmente, a equipe contará com a ajuda de uma nova e importante aliada, a ouriça de pelos cor-de-rosa Amy Rose – que será dublada pela Kristen Bell (‘The Good Place’).

O elenco de vozes contará novamente com Ben Schwartz como Sonic, Idris Elba como Knuckles, o equidna, e Colleen O’Shaughnessey como Tails “Miles” Prower.

Há também a possibilidade de Keanu Reeves retornar para dar voz a Shadow, após sua estreia no terceiro filme.

‘Sonic 4’ e ‘A Lenda de Zelda’ vão disputar os cinemas em mesmo época de lançamento

Cena de ‘Mulher-Maravilha’ é eleita a 2a mais marcante dos últimos 21 anos

Para comemorar seus 21 anos, o Rotten Tomatoes publicou uma lista com os 21 momentos mais memoráveis do cinema, segundo o site.

Confira abaixo:

21: Furiosa e Immortan Joe – ‘Mad Max: Estrada da Fúria’

20: O Estalar de dedos de Thanos – ‘Vingadores: Ultimato’ (2018)

19: Entrada de Satine – ‘Moulin Rouge’

18: Invasão do Coringa – ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas’ (2008)

17: Confissão de Heather – ‘A Bruxa de Blair’ (1999)

16: O beijo invertido – ‘Homem-Aranha’ (2002)

15: Londres deserta – ‘Extermínio’ (2003)

14: O beijo na chuva – ‘Diário de Uma paixão’ (2004)

13: Atravessando a Ponte Edmund Pettus – ‘Selma’ (2014)

12: Carros não podem voar – ‘Velozes e Furiosos 7’ (2015)

11: Juan ensina Chiron a nadar – ‘Moonlight’ (2016)

10: Carl e Ellie – ‘Up – Altas Aventuras’ (2009)

09: Gollum confronta Smeagol – ‘O senhor dos Anéis: As Duas Torres’ (2002)

08: A intoxicação alimentar – ‘Missão Madrinha de Casamento’ (2011)

07: Duelo entre Harry e Voldemort – Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2′ (2011)

06: Vingadores reunidos – ‘Os Vingadores’ (2012)

05: Neo e Trinity no tiroteio – ‘Matrix’ (1999)

04: ‘Eu vejo gente morta’ – ‘O Sexto Sentido’ (1999)

03: A depilação – ‘O Virgem de 40 anos’ (2005)

02: Princesa Diana mostra sua força – ‘Mulher-Maravilha’ (2017)

01: “Papai Noel aqui? Eu conheço ele’ – ‘Elf – Um Duende em Nova York (2003)

E aí, concorda coma lista?

‘Logan’: Hugh Jackman explica porque Dafne Keen foi a escolha perfeita para a X-23

Em seu perfil do Twitter, Hugh Jackman compartilhou uma cômica curiosidade sobre os bastidores de ‘Logan‘, seu último filme como o Wolverine.

Na publicação, o astro brincou e disse que sabia que Dafne Keen era perfeita para o papel de X-23 depois que ela o socou durante os testes de elenco.

O astro revelou a brincadeira depois que diretor James Mangold elogiou o trabalho da pequena e disse que ela carregou toda a 2º metade filme sozinha.

Confira:

O filme não iria funcionar sem a notável Dafne Keen. Na segunda metade, as mesas viraram e ela carrega o filme sozinha, enquanto Logan se preocupa com a doença e com suas dúvidas. E ela também é o destaque do ato final.”, disse Mangold.

Ao que Jackman respondeu:

“Quando James Mangold apareceu com o personagem de Laura e disse que o filme era essencialmente sobre família, estávamos preocupados em encontrar a menina certa, até conhecermos Dafne Keen. No primeiro dia de testes ela me deu um soco no braço com tanta força que fiquei literalmente machucado no dia seguinte. Contratada.”, brincou Jackman.

Lançada em 2017, ‘Logan foi uma das adaptações de quadrinhos mais simbólicas do cinema, não apenas por marcar a despedida de Hugh Jackman como o herói, mas também por toda sua carga emocional.

Além disso, foi a primeira adaptação de um filme de herói indicada ao Oscar de Melhor Roteiro Adaptado, nos 90 anos de história da premiação.

Dirigido por James Mangold, ‘Logan‘ foi um sucesso de crítica e público, arrecadando US$ 619 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 95 milhões.

Assista nossa crítica:

‘Falcão e o Soldado Invernal’: Barão Zemo e Sam Wilson entram em ação em cenas inéditas da série; Assista!

Uma fan page do Twitter focada em novidades de ‘Falcão e o Soldado Invernal’ divulgou um novo comercial de TV com cenas inéditas.Em alguns trechos vemos o Helmut Zemo (Daniel Bruhl) vestindo sua icônica máscara enquanto parte para ação contra seus inimigos.Além disso, Sam Wilson (Anthony Mackie) aparece usando o escudo do Capitão América.Confira: Anteriormente, a Disney+ divulgou um novo banner da série, trazendo a dupla de protagonistas em destaque, além de Zemo, Sharon Carter (Emily VanCamp) e o Agente Americano (Wyatt Russell).Confira:Criada por Malcolm Spellman, a produção irá estrear no dia 19 de março na Disney+.CSeguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato‘, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência.Anthony Mackie e Sebastian Stan estrelam a produção. O elenco ainda conta com Daniel Brühl, Emily VanCamp, Wyatt Russell, Georges St-PierreDon Cheadle, Erin Kellyman, Desmond ChiamNoah Mills.

Josh Brolin diz que “fazer ‘Vingadores’ foi como atuar em um teatro barato” em comparação à ‘Duna’

Os filmes da Marvel Studios já sofreram críticas de diversos cineastas, como Martin Scorsese e Dennis Villeneuve, com ambos afirmando que o estúdio não faz filmes de verdade.

Até mesmo o quadrinista Alan Moore julgou o MCU como um meio de infantilização de adultos.

E, para a surpresa de todos, o ator Josh Brolin, intérprete de Thanos, menosprezou seu trabalho em ‘Vingadores: Guerra Infinitae ‘Ultimato‘.

Durante uma entrevista para o Fantástico, o astro disse que seu trabalho no MCU foi como atuar em um teatro barato em comparação ao seu novo filme, o remake de ‘Duna‘, dirigido por Villeneuve.

Ao ser questionado sobre o processo de filmagem, Brolin elogiou as arquiteturas construídas para o remake, diferente das telas verdes usadas nos filmes da Marvel.

“Em ‘Vingadores‘, é tudo na imaginação. É como atuar em um teatro barato e sem cenários. Já as locações de ‘Duna‘ me ajudaram a compreender onde eu estava e me ajudaram a incorporar melhor o personagem.”

Lembrando que Duna‘ está se mantendo no topo das bilheterias norte-americanas ao longo de suas primeiras duas semanas em cartaz.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 71 milhões. No mercado internacional, foram US$ 228,3 milhões, totalizando US$ 299,3 milhões pelo mundo.

O longa chega ao catálogo da HBO Max ainda este mês, sem dia confirmado. Enquanto isso, o longa continua em exibição nas salas de cinema nacionais.

A trama segue Paul Atreides, um jovem brilhante e talentoso nascido com um grande destino além de seu entendimento, que deve viajar para o planeta mais perigoso do universo para garantir o futuro de sua vida, família e seu povo. À medida que as forças malévolas explodem em conflito sobre o recurso mais precioso existente no planeta – uma mercadoria capaz de desbloquear o maior potencial da humanidade –, somente aqueles que podem dominar seu medo sobreviverão.

Timothée Chalamet (‘Me Chame pelo Seu Nome’) estrela. O elenco ainda conta com Oscar IsaacRebecca Ferguson, Jason MomoaDave BautistaJavier BardemCharlotte Rampling, ZendayaJosh BrolinDavid Dastmalchian.

‘Pantera Negra 2’: Saiba o que está escrito no mural dedicado à T’Challa

O trailer de Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘ trouxe diversas novidades, como a aparição do Namor (Tenoch Huerta) e do povo atlante, além de Dominique Thorne como a Coração de Ferro.

Embalado por um cover da canção ‘No woman no cry‘, o trailer deixa claro que T’Challa (Chadwick Boseman) não está mais entre os vivos por conta de uma cerimônia e um mural dedicado ao personagem.

Acontece que muitos fã ficaram curiosos para saber o que está escrito na homenagem ao herói.

De acordo com o Screen Rant, a tradução do alfabeto wakandano indica que uma parte do mural diz:

“O rei vive! O Pantera estará para sempre conosco.”

Infelizmente, o texto completo não pode ser traduzido porque a imagem está com o canto direito ilegível e também há a interferência de um personagem em frente ao mural

A tradução foi feita a partir de uma imagem que conta com os caracteres wakandandos respectivos a cada letra do alfabeto tradicional.

Confira, junto com o trailer:

Lembrando que a produção será lançada nos cinemas nacionais no dia 10 de novembro.

O enredo ainda não foi revelado, mas a produção continua com a importante missão de seguir o filme e manter o legado do Rei T’Challa, vivido pelo ator Chadwick Boseman, que morreu aos 43 anos devido a um câncer de cólon, em 2020.

O primeiroPantera Negra foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.

Com o retorno de Ryan Coogler como diretor, a sequência conta com Angela Bassett, Letitia Wright, Lupita Nyong’o, Danai Gurira, Martin Freeman, Winston Duke e Michaela Coel.

‘Power Rangers – Agora e Sempre’: Heróis recebem seus morfadores em cena inédita do especial de 30 anos da série ganha

Produzido pela Netflix, o especial ‘Power Rangers: Agora e Sempre‘ vai celebrar os 30 anos de estreia da série original com uma reunião que vai contar com o retorno de alguns membros do elenco.

Entre eles, David Yost (Billy, o Ranger Azul), Walter Emanuel Jones (Zack, o Ranger Preto) e Catherine Sutherland (a segunda Ranger Rosa, Kat), além de Steve Cardenas, Karan Ashley e Johnny Yong Bosch.

E o canal oficial da franquia divulgou um trecho inédito para promover a estreia, que acontece em 19 de abril.

Na cena, os heróis conversam com Alpha 5 e recebem novos morfadores, dando início à aventura para salvar a Alameda dos Anjos de uma antiga ameaça: Rita Repulsa.

Confira, junto com o trailer:

Anteriormente, a Hasbro e a eOne revelaram que o especial será dedicado aos falecidos Jason David Frank e Thuy Trang, o Ranger Verde e a Ranger Amarela.

“A Hasbro e a eOne têm a honra de dedicar ‘Mighty Morphin Power Rangers: Agora e Sempre’ aos falecidos membros do elenco da série original, Thuy Trang e Jason David Frank.” (via Comic Book).

O especial já havia sido filmado antes da morte de Frank, intérprete de Tommy Oliver, e ele revelou em entrevistas que não estava envolvido em nada do que estava acontecendo com a franquia.

Ainda assim, Tommy parece fazer parte deste episódio, já que o Ranger Verde é visto na filmagem.

Quanto à Trini, seu legado também parece ser uma grande parte do especial, já que sua filha Minh fará sua primeira aparição e provavelmente é quem está no traje da Ranger Amarela (a menos que seja um flashback).

Esperançosamente, é possível que o especial inclua uma homenagem à Frank e Trang através de cenas arquivo… Mas, de qualquer forma, é reconfortante para os fãs saber que o episódio seja dedicado a eles.

A trama acontece no meio de uma crise global, quando os Rangers são chamados para mais uma vez serem os heróis que o mundo precisa. Inspirado pelo lendário mantra ‘uma vez Ranger, sempre Ranger’, ‘Agora e Sempre‘ reforça a todos que, quando você se torna um ranger, você é sempre parte da família.

Abaixo você confere o teaser e as imagens de divulgação desse aguardado encontro:

‘Madame Teia’: Novo pôster vai causar ARREPIOS em quem tem aracnofobia; Confira!

Madame Teia chega aos cinemas nacionais no próximo dia 16, e o The Hollywood Handle divulgou um novo cartaz que pode até causar arrepios em quem sofre de aracnofobia.

Confira:

Lembrando que o longa vai apresentar pela primeira vez em live-action o personagem Ezekiel Sims, vivido por Tahar Rahim (‘Napoleão’).

E a Sony divulgou um novo teaser destacando o personagem.

Na prévia, o astro diz que:

“Ezekiel Sims é um vilão fascinante. Ele procura uma tribo escondida no Peru, na qual seu membros possuem super-força e fator de cura. Além desses poderes, ele é capaz de prever o futuro, incluindo sua própria morte. Então ele fica obcecado em caçar seus possíveis assassinos antes.”

Ele continua:

“Mas a questão é: saber o futuro significa ser capaz de mudá-lo?”

Confira:

Lembrando que o filme ganhou classificação indicativa PG-13 (para maiores de 13 anos) devido À linguagem inapropriada, cenas de violência e ação exagerada (via Comic Book).

A classificação não é bem uma surpresa, pois se encaixa com outros filmes da Marvel em parceria com a Sony, exceto ‘Venom’ e o vindouroKraven, o Caçador’, que supostamente será para maiores e 18 anos.

O elenco também conta com Isabela MercedCeleste O’Connor, Emma Roberts, Mike EppsAdam Scott Zosia Mamet.

O roteiro fica a cargo de Burk SharplessMatt Sazama assinam o roteiro.

Assista ao trailer:

Enquanto isso, em outro universo… Madame Teia conta a história do filme solo da história de origem de uma das heroínas mais enigmáticas da Marvel. O thriller estrela Dakota Johnson como Cassandra Webb, uma paramédica em Manhattan que pode ter habilidades de clarividência. Forçada a confrontar revelações sobre seu passado, ela forja uma relação com três jovens destinadas a futuros poderosos… se elas conseguirem sobreviver ao presente ameaçador.

‘Vikings: Valhalla’ é RENOVADA para terceira temporada

A Netflix confirmou em seu Twitter que a série ‘Vikings: Valhalla‘ foi renovada para uma terceira temporada na plataforma. Junto ao anúncio está um vídeo de bastidores dos novos episódios, bem como sua previsão de lançamento na plataforma: 2024.

Confira abaixo:

 

A trama se aprofunda em um novo capítulo da espetacular saga dos Vikings e começará no início do século XI, focando nas aventuras dos Vikings mais lendários que já viveram: Leif Eriksson (Sam Corlett), Freydis Eriksdotter (Frida Gustavsson), Harald Hardrada (Leo Suter) e o Rei William o Conquistador. Esses homens e mulheres construírão seus nomes e lutarão pela sobrevivência em um mundo marcado pela mudança e evolução.

O elenco ainda conta com Jóhannes Jóhannesson como Olaf, irmão mais velho do Harald; Bradley Freegard como o Rei Canute da Dinamarca; Laura Berlin como a ambiciosa e rica Emma da Normandia; David Oakes como Earl Godwin, chefe do conselho do Rei da Inglaterra; e Caroline Henderson como a líder de Categate.

A série original foi criada por Michael Hirst e durou por seis temporadas, sendo exibida pelo canal History.