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‘Prodigal Son’: Catherine Zeta-Jones entra para o elenco da 2ª temporada

Segundo o TV Line, a atriz vencedora do Oscar Catherine Zeta-Jones foi elencada na 2ª temporada de ‘Prodigal Son’, série de grande sucesso da Fox.

O anúncio foi feito através do Twitter e confirma a aparição de Zeta-Jones na segunda metade do novo ano. Ela terá papel de destaque como a “Dra. Vivian Capshaw, médica residente da clínica de psiquiatria Claremont”.

Confira:

A nova temporada estreia dia 12 de janeiro.

A série foi criada por Chris FedakSam Sklaver.

Malcolm Bight (Payne) é um psicólogo criminal de sucesso que usa a sua genialidade para ajudar o Departamento da Polícia de Nova York a resolver crimes. Acontece que grande parte do seu sucesso se dá pelo fato de que seu pai é um dos mais notórios serial killers da cidade.

O elenco inclui Tom Payne, Michael Sheen, Lou Diamond Phillips, Bellamy Young e Halston Sage.

‘Patrulha do Destino’: Começa a produção da 3ª temporada

A 3ª temporada da aclamada série Patrulha do Destino finalmente entrou em produção, preparando-se para sua estreia exclusiva na HBO Max.

A equipe da série postou uma foto no Instagram mostrando o árduo trabalho, que segue os protocolos de segurança contra a COVID-19, para que os novos episódios ganhem vida.

Confira:

Os novos episódios devem estrear no final de 2021.

“Nós estamos animados e gratos pela oportunidade de retornar para mais uma temporada,” afirmou o produtor executivo Jeremy Carver. “Estamos especialmente gratos aos nossos parceiros da Berlanti Productions, Warner Bros. Television, DC Universe e, claro, a HBO Max.”

No Brasil, a série é exibida pela HBO.

Os membros da Patrulha do Destino sofreram acidentes horríveis que lhes deram habilidades sobre-humanas, mas também os deixaram marcados e desfigurados. Traumatizados e oprimidos, a equipe encontrou um propósito através do Chefe, que os reuniu para investigar os fenômenos mais estranhos existentes e proteger a Terra do que eles encontram.

Parte grupo de apoio, parte equipe de super-heróis, a Patrulha do Destino é um bando de malucos super-poderosos que lutam por um mundo que não quer nada com eles. Continuando após os eventos de ‘Titãs’, a série encontrará esses heróis relutantes em um lugar que eles nunca esperavam estar, chamados para a ação por ninguém menos que Cyborg, que chega a eles com uma missão difícil de recusar, mas com um aviso que também é difícil de ignorar: suas vidas nunca mais serão as mesmas.

O elenco conta com Matt Bomer (Homem-Negativo), Joivan Wade (Cyborg), April Bowlby (Mulher-Elástica), Timothy Dalton (Chefe), Diane Guerrero (Crazy Jane), Brendan Fraser (Robotman), Alan Tudyk (Sr. Ninguém) e Matthew Zuk (Negative Man).

‘Sweet Tooth’: Terminam as gravações da nova série da Netflix!

Netflix anunciou recentemente que as gravações de Sweet Tooth, nova série original baseada nos quadrinhos homônimos de Jeff Lemire, finalmente chegaram ao fim.

As boas novas foram reveladas pelo próprio criador através de seu próprio boletim de notícias.

Neil SandilandsChristian Convery, Nonso Anozie, Adeel AkhtarWill Forte e Aliza Vellani estrelam. James Brolin entra como narrador da produção.

Robert Downey Jr. e Susan Downey supervisionam o projeto.

A história se passa em um mundo habitado por híbridos de humanos e animais. A trama gira em torno de Gus, um híbrido entre homem e veado, que deixa sua casa e encontra um mundo devastado por um evento cataclismático. Ele se junta a uma gangue de híbridos e humanos que buscam respostas sobre o acontecimento e acaba descobrindo uma enorme conspiração que o força a questionar sua própria existência.

O episódio piloto é escrito e dirigido por Jim Mickle (‘Stake Land – Anoitecer Violento‘).

Por enqunto, ainda não há previsão de estreia, mas novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘WandaVision’: Série do Disney+ ganha classificação indicativa oficial; Saiba qual é!

Disney+ revelou recentemente que a aguardada série ‘WandaVision’ ganhou sua classificação indicativa oficial e que ela é menor do que o esperado (via ComicBook.com).

A produção, que contará com nove episódios, tem o certificado TV-PG (parental guiding ou orientação parental, em tradução livre), por possível conteúdo sugestivo. Apesar da indicação ser diferente de grande parte dos títulos do MCU, que costumam ser PG-13, ela já foi dada a outra série do universo super-heroico, ‘Agents of S.H.I.E.L.D.’.

Vale lembrar que a série em 15 de janeiro na plataforma de streaming.

‘WandaVision’ mistura o clássico estilo das sitcoms com o Universo Cinemático Marvel. Na série, Wanda Maximoff e Visão – dois seres super-poderosos vivendo seu sonho suburbano – começam a suspeitar que nada é o que parece ser.

A série é dirigida por Matt Shakman (‘Game of Thrones’) e tem no elenco Elizabeth OlsenPaul Bettany, ParrisHahn.

‘Solar Opposites’: 2ª temporada ganha teaser oficial para maiores; Confira!

O Hulu divulgou o primeiro teaser para maiores da 2ª temporada da animação adulta ‘Solar Opposites‘.

Além disso, o serviço de streaming anunciou que o próximo ciclo irá estrear no dia 26 de março.

Confira:

A produção foi criada por Justin Roiland (Rick and Morty) e Mike McMahan.

A história gira em torno de uma família de alienígenas de um mundo melhor que se refugiam na América Central. Eles, então, começam a discordar sobre essa repentina mudança ser incrível ou horrível.

Roiland, Sean Giambrone e Mary Mack fazem parte do elenco de dubladores.

‘Halloween Kills’: Diretor fala sobre a agressiva ação do novo filme

reboot-sequência Halloween, lançado em 2018, tornou-se um sucesso sem precedentes e reviveu uma franquia que já dava ares de cansaço há algumas décadas. Não é surpresa que duas novas sequências tenham sido confirmadas – Halloween Kills: O Terror Continua’Halloween Ends’.

Agora, em entrevista à Total Film, o diretor David Gordon Green se abriu um pouco sobre o próximo capítulo da saga, detalhando que a história será sobre a criação do medo.

“Será sobre a criação do medo. Uma coisa é ter medo do Bicho-Papão, de alguém estar se escondendo em seu armário, sob a cama, rondando a casa… Mas queríamos explorar confusão, desinformação e paranoia. O que acontece quando o medo viraliza? Não dá só para enfiar a cabeça embaixo dos cobertores”.

Recentemente, foi divulgado que a sequência terá alta classificação etária e poderá ser assistida apenas por maiores de idade ou menores acompanhados por um responsável.

O terror foi classificado por “forte violência sangrenta, imagens macabras, linguagem e uso de drogas”.

Vale lembrar que o reboot de 2018 também recebeu a mesma classificação.

Assista ao novo teaser:

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O filme chega aos cinemas em 15 de outubro de 2021. O terceiro capítulo, por sua vez, será lançado em 14 outubro de 2022.

Os novos filmes trarão diversos personagens conhecidos da franquia, tais como Lindsey Wallace (Kyle Richards), Tommy Doyle (Anthony Michael Hall), Marion Chambers (Nancy Stephens), Leigh Brackett (Charles Cyphers) e Lonnie Elam (Robert Longstreet).

Jamie Lee Curtis estrela ambas sequências, que também trará o retorno de Robert Longstreet, Kyle Richards e Anthony Michael Hall. Judy Greer e Andi Matichak também voltam.

‘Raya e o Último Dragão’: Animação ganha adoráveis colecionáveis Funko Pop; Confira!

A próxima animação da Walt Disney Studios chega em breve aos cinemas mundiais e aos serviços de streaming e, enquanto isso, os fãs poderão apreciar a nova linha de Funko Pops inspirada na produção.

Os colecionáveis incluem a protagonista Raya e duas outras versões (Raya Guerreira e Raya e o Bebê Tuk Tuk), bem como Ongi, o Dragão Sisuas, Noi, Tuk Tuk e Namaari. É possível adquiri-los na pré-venda comprando na Entertainment Earth ou na Amazon.

Enquanto isso, a animação será lançada como um título do Premier Access do Disney+, no mesmo dia em que chegar aos cinemas em 5 de março de 2021.

A Disney não forneceu um preço para o filme, mas ‘Mulan‘ foi lançado no Premier Access pelo valor de US$ 30.

Confira o trailer dublado:

Don HallCarlos López Estrada comandam a produção. Paul Briggs entra como produtor executivo.

Há muito tempo, no mundo de fantasia de Kumandra, humanos e dragões viviam juntos em harmonia. Mas quando uma força maligna ameaçou a terra, os dragões se sacrificaram para salvar a humanidade. Agora, 500 anos depois, o mesmo mal voltou e cabe a uma guerreira solitária, Raya, rastrear o lendário último dragão para restaurar a terra despedaçada e seu povo dividido. No entanto, ao longo de sua jornada, ela aprenderá que será necessário mais do que um dragão para salvar o mundo – também será necessário confiança e trabalho em equipe.

Awkwafina também faz parte da equipe de dublagem como o dragão Sisu.

O aclamado dramaturgo Qui Nguyen assina a versão mais recente do roteiro, primeiramente escrito por Adele Lim (‘Podres de Ricos’).

RAYA AND THE LAST DRAGON – As an evil force threatens the kingdom of Kumandra, it is up to warrior Raya, and her trusty steed Tuk Tuk, to leave their Heart Lands home and track down the last dragon to help stop the villainous Druun. © 2020 Disney. All Rights Reserved.
CR: Walt Disney Animation Studios

Grandes Sucessos do Cinema que Completam 20 Anos em 2021

Assim como 2011 foi um grande ano para o cinema, 2001 não ficou muito atrás e nos entregou alguns dos melhores títulos do século – incluindo o início de duas enormes franquias cinematográficas que colhem frutos até os dias de hoje: ‘Harry Potter’‘O Senhor dos Anéis’.

Para tanto, o CinePOP separou uma lista com 15 longas-metragens que completam duas décadas neste ano, com ênfase em seu sucesso crítico e/ou comercial.

Confira abaixo nossas escolhas e conte para nós qual o seu favorito:

HARRY POTTER E A PEDRA FILOSOFAL

A primeira aventura de Harry Potter nos cinemas estreava há vinte anos (dá para acreditar?). Dirigido por Chris Columbus, o nostálgico longa-metragem ganhou aclame por parte da crítica e se tornou uma das fantasias favoritas do público. Girando em torno do primeiro ano do bruxinho na escola de magia e bruxaria de Hogwarts, a produção foi indicada a três estatuetas do Oscar e fez mais de US$1 bilhão nas bilheterias mundiais.

O SENHOR DOS ANÉIS: A SOCIEDADE DO ANEL

Há duas décadas, Peter Jackson fazia história ao levar pela primeira vez às telonas o clássico romance de ficção fantástica ‘O Senhor dos Anéis’, de J.R.R. Tolkien. Indicado a 13 Óscares (e levando quatro estatuetas para casa), a história apresentou o jovem hobbit Frodo ao mundo, bem como sua jornada para levar o Um Anel aos elfos e impedir o levante das forças das Trevas contra a Terra-Média.

PEARL HARBOR

Apesar da recepção fraca por parte da crítica, Pearl Harbor é um drama histórico-romântico que caiu no gosto popular e que refletiu com força na bilheteria – arrecadando quase US$450 milhões mundialmente. Dirigido por Michael Bay, a história gira em torno de dois pilotos e amigos de longa data se apaixonam pela mesma mulher, mas precisam deixar suas diferenças de lado quando os japoneses atacam a base naval de Pearl Harbor em 7 de dezembro de 1941.

DONNIE DARKO

Estranho, reflexivo e surpreendente, o clássico cult Donnie Darko colocou nos holofotes Jake Gyllenhaal em uma jornada através do tempo e das dimensões. Ganhando uma legião de fãs com o passar dos anos, o filme é centrado em Donnie, um jovem excêntrico que despreza a grande maioria de seus colegas de escola. Ele tem visões, em especial de Frank, um coelho gigante que só ele consegue ver e que o encoraja a fazer brincadeiras humilhantes com quem o cerca. Um dia, uma de suas visões o atrai para fora de casa e lhe diz que o mundo acabará dentro de um mês. Donnie inicialmente não acredita, mas, momentos depois, a turbina de um avião cai em sua casa e ele começa a se perguntar qual é o fundo de verdade dessa previsão.

SHREK

São poucas as pessoas que nunca ouviram falar de Shrek. A franquia animada da DreamWorks desconstruiu de forma bastante irreverente todos os estereótipos de contos de fada ao trazer a narrativa de um ogro que se apaixona por uma princesa (que também é uma ogra) – além de trazer para as telonas inúmeras referências da cultura pop. O filme fez um sucesso imenso e se tornou o primeiro longa a ganhar o Oscar de Melhor Animação, além de ter sido a primeira produção animada a ser indicada a Melhor Roteiro Original.

LARA CROFT: TOMB RAIDER

A primeira adaptação da saga de jogos Tomb Raider chegou aos cinemas em 2001 e trouxe Angelina Jolie no papel de Lara Croft, uma mulher extremamente inteligente e sagaz que luta contra os mais diversos perigos para, bem, salvar o mundo. Apesar do fracasso crítico, o longa fez um estrondo nas bilheterias, estreando em primeiro lugar e arrecadando quase US$275 milhões ao redor do mundo.

PEQUENOS ESPIÕES

Assim como ShrekPequenos Espiões é uma das franquias mais adoradas de todos os tempos. O filme de espionagem infantil foi dirigido por Robert Rodriguez e, através de uma estética camp, vibrante, e guiada por nomes como Alexa VegaCarla GuginoAntonio Banderas, teve forte recepção crítica (com 93% de aprovação no Rotten Tomatoes), além de ter arrecadado mais de quatro vezes o valor de seu orçamento.

O FABULOSO DESTINO DE AMÉLIE POULAIN

Indicado a cinco categorias do Oscar, O Fabuloso Destino de Amélie Poulain tem um espaço especial nos nossos corações – principalmente por sua memóravel direção de arte. Estrelado por Audrey Tautou, a produção francesa gira em torno da personagem titular Amélie, uma jovem do interior que se muda para Paris e logo começa a trabalhar em um café. Num belo dia, ela encontra uma caixinha dentro de seu apartamento e decide procurar o dono. A partir daí, sua perspectiva de vida muda radicalmente.

ONZE HOMENS E UM SEGREDO

Brad PittGeorge ClooneyMatt Damon e Julia Roberts em um mesmo filme. O que mais poderíamos pedir? Um assalto multimilionário, é claro! Essa é a premissa do primeiro capítulo da franquia Onze Homens e um Segredo. Aqui, Danny Ocean é um criminoso que, pouco depois de sair de sua sentença na penitenciária de Nova Jersey, coloca em prática seu novo plano: assaltar três cassinos de Las Vegas em apenas uma noite. O sucesso do longa foi tanto que rendeu duas sequências e um spin-off estrleado por Sandra BullockCate Blanchett.

DIA DE TREINAMENTO

Jake Hoyt, um jovem policial de Los Angeles, entra para a equipe de narcóticos da polícia e recebe como oficial de treinamento e parcerio Alonzo Harris, um policial veterano e corrupto. Com o passar do dia, o jovem é exposto a todo tipo de corrupção e é ainda acusado de assassinato, acontecimentos que são orquestrados por Alonzo a fim de encobrir um engano cometido por ele junto à máfia russa, que pode fazer com que ele seja morto se não conseguir uma grande quantia de dinheiro até a meia-noite. Denzel Washington levou para casa a estatueta do Oscar de Melhor Ator por sua incrível performance no longa.

A VIAGEM DE CHIHIRO

Ao lado de Disney e da Pixar, o Studio Ghibli é um dos mais lendários e revolucionários estúdios de animação de todos os tempos – e um de seus carros-chefe é a aclamada animação A Viagem de Chihiro. Levando para casa o Oscar de Melhor Animação em 2003, a história gira em torno de Chihiro, uma garota que se muda com seus pais para uma nova cidade. No caminho, o pai decide pegar um atalho. Eles se deparam com uma mesa repleta de comida, embora ninguém esteja por perto. Chihiro sente o perigo, mas seus pais começam a comer. Quando anoitece, eles se transformam em porcos – e cabe a ela salvá-los antes que seja tarde demais.

JURASSIC PARK 3

Trazendo de volta Sam Neill no papel do palentólogo Alan Grant, Jurassic Park 3 é uma subestimada produção que tentou revitalizar a franquia depois do fracasso do capítulo anterior. No filme, Alan é convencido por um rico empresário e a mulher dele a realizar uma excursão aérea pela Ilha Sorna. Nela, dinossauros clonados vivem em liberdade e são estudados no ambiente natural. Mas um acidente com o avião faz com que o grupo de sete pessoas fique encalhado na perigosa ilha. Cercados por carnívoros famintos, os visitantes tentam escapar do lugar e salvar suas próprias vidas.

MOULIN ROUGE – AMOR EM VERMELHO

O filme mais famoso de Baz Luhrmann não poderia ficar de fora da nossa lista. O poderoso e vibrante musical estrelado por Ewan McGregorJohn LeguizamoNicole Kidman foi indicado a oito categorias do Oscar (levando duas delas) e trouxe para as telas o luxuriante e controverso mundo dos cabarés parisienses – transformando o cenário do can-can boêmio em uma envolvente história de amor.

A.I. – INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

O ambicioso filme de Steven Spielberg falhou em alguns aspectos, mas ainda serve como uma reflexiva e emocionante jornada comandada pelo jovem Haley Joel Osment. No longa, o primeiro menino-robô programado para amar, David, é adotado por um funcionário da Cybertronics e sua esposa. Apesar de aos poucos ele ir se tornando o filho do casal, uma série de circunstâncias inesperadas dificulta a vida de David. Sem a total aceitação dos humanos ou das máquinas, o menino-robô embarca em uma jornada para descobrir seu verdadeiro mundo.

HANNIBAL

Sete anos se passaram desde que o Dr. Hannibal Lecter escapou da prisão. O múltiplo homicida agora trabalha na biblioteca de uma família nobre de Florença e transita livremente pela Europa. A agente do FBI Clarice Sterling, que entrevistou o Dr. Lecter antes que ele fugisse do hospital de segurança máxima para criminosos insanos, nunca esqueceu o assassino, cuja voz ainda atormenta seus sonhos. Mas também Mason Verger não se esqueceu de Hannibal. Vítima que conseguiu sobreviver ao ataque do psicopata e ficou terrivelmente desfigurado, Verger se torna um obcecado pela vingança e percebe que, para fazer com que o Dr. Lecter seja descoberto, terá que usar como isca a própria Clarice Sterling

‘BvS’: Imagem da Mulher-Maravilha segurando cabeças decapitadas faz parte de uma realidade alternativa

Há alguns dias, o diretor Zack Snyder revelou uma imagem de ‘Batman vs. Superman’ em que Diana Prince/Mulher-Maravilha (Gal Gadot) estava na Guerra da Crimeia e segurava uma porção de cabeças decapitadas de inimigos – algo um tanto quanto chocante e cruel.

Agora, em seu Twitter oficial, Snyder confirmou que a foto, na verdade, faz parte de uma realidade alternativa que passou pela mesa de criação antes das decisões finais.

Mulher-Maravilha 1854 – essa incrível imagem tirada por Stephen Berkman de uma realidade alternativa, Diana exausta da Guerra, que tinha caçado Ares pelos campos de guerra de um mundo e ainda iria conhecer [Steve Trevor] – que, por sua vez, a ajudaria a restaurar a fé na raça humana e no próprio amor”, ele escreveu.

A imagem foi eventualmente substituída pela foto de Diana, Steve e companhia durante a I Guerra Mundial.

Lembrando que Gadot retornou para o papel protagonista em ‘Mulher-Maravilha 1984‘, sequência que já está em exibição nos cinemas nacionais.

Confira nossa crítica:

Crítica | ‘Mulher-Maravilha 1984’ é ainda mais FANTÁSTICO que o primeiro filme

Como arqueóloga, Diana, que trabalha no museu Smithsonian, é uma Mulher-Maravilha que tem super poderes extraordinários, podendo ser a heroína mais forte do mundo. Em 1984, a Mulher Maravilha está em perigo mortal assustador diante de uma enorme conspiração do empresário Max, que canta alto para satisfazer os desejos das pessoas, e uma inimiga misteriosa, a Mulher-Leopardo. A Mulher-Maravilha vai conseguir parar o colapso do mundo sozinha?

O elenco também conta com Chris PineKristen WiigPedro Pascal.

 

‘Upgrade – Atualização’: Terror futurista da Blumhouse vai ganhar sequência

Segundo o ComicBook.com, o aclamado terror punk Upgrade – Atualização’, lançado em 2018, ganhará uma sequência em formato seriado. Leigh Whannell, que dirigiu o longa original, irá retornar à sua parceria com a Blumhouse Productions.

Tim Walsh entra como co-showrunner ao lado de Whannell. As informações indicam que o show é ambientado poucos anos depois dos eventos do filme original e irá expandir o universo sci-fi já apresentado – mostrando uma versão evoluída do chip STEM e um novo hospedeiro e imaginando um mundo em que o governo remodela o propósito do dispositivo para ajudar a acabar com atividades criminais.

Relembre o trailer:

“No futuro próximo, a tecnologia controla quase todos os aspectos da vida. Mas quando Gray, um tecnofóbico, tem seu mundo virado de cabeça para baixo, sua única esperança de vingança é um implante experimental de chips de computador chamado Stem”

Whannell também assinou o roteiro. O cineasta é conhecido por seu trabalho em Sobrenatural: A Origem, ‘Jogos Mortais’ e no recente terror O Homem Invisível.

Jason Blum entrou como produtor.

Betty Gabriel (Corra!’), Logan Marshall-Green, Rosco Campbell e Richard Cawthorne estrelaram.

Upgrade – Atualização’ tornou-se um sucesso de crítica e fez um barulho modesto na bilheteria – arrecadando US$17 milhões em cima de um orçamento de US$3 milhões.

‘Punky, a Levada da Breca’: Freddie Prinze Jr. e Soleil Moon Frye em foto da série sequência do clássico dos anos 80

A sequência da clássica série ‘Punky, a Levada da Breca‘ ganhou sua primeira imagem oficial.

O ciclo contará com 10 episódios estreia dia 25 de Fevereiro no canal Peacock dos EUA.

Confira, com o teaser:

A produção teve sua primeira temporada encomendada pelo serviço de streaming Peacock, da emissora NBC.

A produção trará o retorno da protagonista homônima, vivida por Soleil Moon Frye, além de trazer Cherie Johnson também de volta no papel do melhor amigo de Punky.

A sequência irá acompanhar a rotina de Punky como uma mãe solteira de três filhos, que está tentando colocar sua vida nos eixos, até que conhece uma garotinha chamada Izzy, que a faz lembrar de si mesma durante a infância.

Quinn Copeland, que já participou de um musical da Broadway, interpretará Izzy. Já o ator Freddie Prinze Jr. dará vida a Travis, ex-marido da personagem-titular.

Travis é descrito como “um músico muito trabalhador que, apesar de não conseguir ficar parado em casa, continua sendo um ótimo pai para suas crianças”.

Punky, A Levada da Brecateve quatro temporadas, exibidas nos Estados Unidos entre 1984 e 1988. A trama gira em torno de Punky, uma garotinha abandonada pela mãe e adotada por Arthur Bicudo (George Gaynes), um idoso rabugento que passa por uma grande mudança após a menina entrar em sua vida.

A série também gerou um spin-off animado com duas temporadas, acompanhando as aventuras de Punky ao lado de uma criatura mágica chamada Glomer.

Relembre a abertura da série:

‘Army of the Dead’: Terror zumbi de Zack Snyder ganha novas imagens

Army of the Dead‘, terror zumbi do diretor Zack Snyder (‘Madrugada dos Mortos‘) para a Netflix, ganhou suas primeiras imagens.

Confira:

Em entrevista ao Slashfilm, Snyder garantiu que o seu novo filme de zumbis será épico; com muita ação e efeitos práticos.

“90% dos nossos zumbis são efeitos práticos. Há guerra com zumbis, sequências de ação e muita luta; meu amigo, e parceiro de longa data, Damon Caro trabalhou pesado para criar caos zumbi em um nível épico.”

Ele continua, “Eu adoro filmes que são divertidos, mas não são bobos. É uma linha tênue. Eu queria que esse filme fosse uma insanidade zumbi descontrolada. Meus parceiros da Netflix me apoiaram e entraram nessa jornada comigo.”

O longa, que conta com orçamento de 70 milhões de dólares, foi rodado em Las Vegas.

Dave Bautista estrela a produção, que também tem no elenco Ella Purnell, Theo Rossi (‘Luke Cage‘), Ana De La Reguera (‘Tudo e Todas as Coisas‘) e Huma Qureshi (‘Kaala‘).

A trama se passa em meio a uma epidemia de zumbis em Las Vegas, e segue um homem que monta um grupo de mercenários para a maior aposta de sua vida: se aventurar na zona de quarentena para realizar o maior assalto já tentado.

Army of The Dead‘ é produção da Netflix e tem estreia prevista para 2021.

‘WandaVision’: Casal vive momento cômico sob os risos da plateia em clipe da série; Assista!

Lembram dos filhos da Wanda nos quadrinhos? Essa imagem do trailer mostra que talvez eles não fiquem só nos quadrinhos.

Um usuário do Twitter divulgou o 1º clipe de ‘WandaVision‘, série da Disney+ que estreia em 15 de janeiro.

Num cenário em preto e branco da década de 1960, o vídeo mostra Wanda (Elizabeth Olsen) e Visão (Paul Bettany) acordando preocupados com alguma suspeita enquanto arrancam risos da plateia como numa apresentação de teatro.

Assista, junto com o trailer:

‘WandaVision’ mistura o clássico estilo das sitcoms com o Universo Cinemático Marvel. Na série, Wanda Maximoff e Visão – dois seres super-poderosos vivendo seu sonho suburbano – começam a suspeitar que nada é o que parece ser.

A série é dirigida por Matt Shakman (‘Game of Thrones’) e tem no elenco Elizabeth OlsenPaul Bettany, ParrisHahn.

Por que a Netflix cancela TANTAS SÉRIES queridas?

Quando a Netflix começou a produzir séries originais, chamava atenção o fato de a gigante do streaming simplesmente renovar absolutamente tudo. Por mais que as críticas e as reações do público não fossem boas, por mais que a série não fizesse barulho algum nas redes sociais, lá estava o anúncio da renovação alguns meses depois. Foi assim até surgirem as primeiras cabeças cortadas, em meados de 2016: ‘Hemlock Grove’, ‘Bloodline’ e ‘Marco Polo’ abriram um caminho que depois seria mais notado com os cancelamentos deSense8 e ‘The Get Down’, mais populares e globalizadas. Desde então, cancelamentos abruptos foram se tornando mais e mais habituais e, durante a pandemia, beeeem numerosos.

A extensa lista de séries canceladas pela Netflix em 2020 pode até assustar a princípio (veja aqui!), mas o que essas decisões significam é menos catastrófico do que se imagina. Algumas deles, é claro, se devem a complicações relacionadas à pandemia do Covid-19, mas muitas outras fazem parte de algo que parece ser uma reestruturação dos projetos da casa. E, por mais que cancelamentos sejam sempre frustrantes para quem é fã (eu mesma estou desde 2013 esperando o revival de ‘The New Normal’), eles fazem parte do jogo e vão continuar fazendo.

Por isso, se quisermos entender o que a onda de cancelamentos da Netflix realmente quer dizer, há alguns pontos importantes:

Como a Netflix decide renovar uma série

The Crown

Ninguém aqui tem bola de cristal para “adivinhar” como a Netflix “pensa”, mas uma reportagem da Vanity Fair revelou que a equação feita pela plataforma leva em consideração não necessariamente audiência, mas quantos potenciais novos assinantes uma nova temporada poderia gerar. Por isso, uma boa audiência é um fator importante, mas não o único: ainda é preciso levar em consideração presença nas redes sociais e como se dá essa repercussão. A voz dos fãs pode até não ser volumosa, mas se for barulhenta, já deu conta do recado.

É justamente por este motivo, aliás, que séries da Netflix tendem a ser finalizadas com menos temporadas: uma série em seu quinto ano dificilmente atrairia um número de novos assinantes realmente significativo para compensar os gastos — as exceções são atrações muito populares, comoThe Crown eStranger Things, ou as primeiras originais da plataforma, como ‘Orange Is the New Black’, ‘BoJack Horseman’ e ‘House of Cards’.

Essa equação é cruel, mas é a forma como sistemas fechados funcionam: o que traz lucro para a Netflix são os assinantes, afinal de contas.

Como o Covid-19 aumenta os custos de produção

I Am Not Okay With This

Em entrevista concedida ao The Hollywood Reporter, o produtor Alex Kurtzman (‘Star Trek: Discovery’) disse que apenas para lidar com os EPIs (equipamentos de proteção individual) para o elenco e a equipe, é necessário um acréscimo que varia entre US$300 e 500 mil por episódio. Repercutindo o assunto, outros produtores de televisão contaram à Rolling Stone em anonimato que Kurtzman foi humilde com este valor, e que os gastos totais vão muito, muito além.

Por exemplo, gasta-se mais com transporte: uma van que normalmente transportaria 10 pessoas agora só pode comportar duas, o que significa que são necessárias mais vans, mais gasolina, mais motoristas. Um episódio que poderia ser finalizado em 8 dias agora vai gastar no mínimo 10, e cada dia a mais significam mais gastos e mais diárias a serem pagas para os figurantes. Se o protagonista da sua série mora em um estado e grava em outro, a produção precisa arcar com os 14 dias de isolamento, somando ao valor pago um adicional para trabalhos que a pessoa potencialmente perdeu durante este período. Toda a proteção em volta do elenco precisa ser triplicada porque eles são os mais expostos, já que precisam estar sem máscara durante as filmagens. Séries que operam com um orçamento apertado dificilmente poderiam arcar com isso.

E séries que não operam dentro de um orçamento apertado, vale ressaltar, são raríssimas exceções.

Para atrações comoGLOW e The Society, que envolvem muito contato físico (no caso da primeira) e muitas pessoas em cena (a segunda), os custos são ainda maiores porque esses são fatores ainda mais delicados. Existe uma enorme dificuldade para até mesmo começar a gravar de uma forma segura, mesmo durante a retomada.

Se a soma desses fatores não fosse o suficiente para levar a alguns cancelamentos e algumas “desrenovações”, existe um outro complicador: a conciliação das agendas.

Quando todas as filmagens foram interrompidas ou adiadas a partir de março deste ano, isso provocou uma tsunami de agendas colidindo e atores precisando abandonar projetos porque não conseguiriam mais encaixá-los quando tudo retornasse. A minissérie ‘Evel’, por exemplo, do USA Network, foi abandonada porque o protagonista seria Milo Ventimiglia. O ator planejava encaixar as filmagens no hiato de This Is Us. Mas durante o período que seria esse hiato, estávamos no auge dos contágios e mortes por Covid-19, e não era possível nenhuma das séries filmar de maneira minimamente segura. Agora, o drama familiar da NBC já retornou às filmagens e não há mais espaço na agenda de Ventimiglia para ‘Evel’.

Com elencos volumosos (como o de The Society) e com nomes badalados (como o deI Am Not Okay With This — a protagonista, Sophia Lillis, já tem outros projetos alinhados), então a situação fica ainda mais difícil de ser contornada. Ainda que a pergunta “mas será que a Netflix não podia esperar?” tenha sido feita por muitos, a questão não é necessariamente “não querer esperar”, mas não existir uma previsão de até quando ter que esperar. É certamente uma escolha difícil e sacrificante, mas a impossibilidade de conciliar tantas variantes é o que leva a culpa — tudo isso enquanto atores, produtores, diretores e roteiristas também se envolvem em outros projetos. O criador de ‘I Am Not Okay With This’, Jonathan Entwistle, já foi escalado para criar filmes e uma série de TV em um universo compartilhado dos Power Rangers.

A troca de lideranças

Cindy Holland (à esq.) e Bela Bajaria (à dir.)

Sob uma ótica mais específica, a recente saída de Cindy Holland da Netflix é o terceiro fator que ajuda a explicar o que há por trás desses cancelamentos. Ela era uma das veteranas da casa, uma das responsáveis pelas séries de TV originais e aquela que muitos acreditavam ser a próxima na linha sucessória depois de Ted Sarandos. A sua saída, anunciada no início de setembro junto à promoção de Bela Bajaria ao posto de Chefe de TV Global, foi um prenúncio de mudanças.

Holland foi a pessoa que levou algumas das principais séries para a Netflix, encabeçou as primeiras originais e estava na companhia desde os tempos de DVD por correio. O streaming justificou que, para o que tem em mente para o futuro, Bajaria se encaixava melhor — as duas até então praticamente dividiam o mesmo cargo, e deixar Holland abaixo na hierarquia seria impensável.

O detalhe importante aqui é esse tal futuro, e a manutenção de Bajaria nos ajuda a entender o que exatamente ele é. Quando as duas executivas dividiam o cargo, o grande conflito era que muitas vezes as pessoas não sabiam a qual das duas reportar, mas é consenso que Holland cuidava mais das produções norte-americanas, enquanto Bajaria respondia pelas globais.

Nos últimos meses, o que vimos acompanhando através dos relatórios trimestrais de investimentos da gigante do streaming é uma estabilização cada vez maior do número de assinantes nos Estados Unidos e Canadá, e uma forte evidência disso foi o anúncio recente do fim dos 30 dias grátis para novos assinantes nos dois países. Ou seja, a companhia dá a entender através disso que realmente não precisa fazer esforço para convencer potenciais consumidores nesses mercados, porque já os domina.  

Além disso, basta uma breve análise para entender qual é a tendência que se instalou: durante a pandemia, e mesmo antes dela, Dark, ‘Elite’ eLa Casa de Papel foram as séries que se tornaram fenômenos gigantescos em todo o mundo. São mais produtos deste porte que a plataforma quer. Séries globais, produzidas fora do eixo norte-americano, são mais baratas e têm respondido melhor com a audiência estrangeira. Investindo nelas, a Netflix visa reprisar esta predominância que tem na América do Norte em outros lugares, além de seguir na frente dos outros streamings surgindo agora em termos de expansão global. Quando Apple TV+, Disney+, HBO Max e Peacock pensarem em produzir séries latinas, por exemplo, a Netflix já estará anos-luz à frente.

Cancelar para conquistar

Elite

Em síntese, devemos ter em mente que toda emissora ou plataforma cancela séries. Quando a Netflix produz em um volume tão alto, é até coerente que também tenha um número maior de cancelamentos. É esse número que assusta. Mas muitas das atrações canceladas em 2020 foram mal na crítica, tinham baixa repercussão ou o combo das duas coisas. 

O que aparenta ser a estratégia é “cancelar para conquistar”, com uma reestruturação visando séries que atinjam uma camada maior de audiência. Por exemplo, mesmo após tantos cancelamentos, a gigante do streaming já encomendou mais sete produções espanholas, entre filmes, séries e documentários, pegando carona nos sucessos recentes que vieram da Espanha e apostando na popularidade.

Se este é o caminho certo, só o tempo irá dizer. O maior receio é que essa ótica visando popularidade em massa sacrifique o espaço que teriam séries comoGLOW,Caçadoras de Recompensas,One Day at a Time,Dear White People por exemplo — produzidas ou protagonizadas por mulheres, pessoas pretas ou LGBT. Dentro dessa visão que parece ser “o futuro da gigante do streaming”, será que essas mesmas séries chegariam a ser produzidas?

Crítica | Legado Explosivo – Liam Neeson é ‘ladrão honesto’ em ação sem gás

Ladrão que rouba Ladrão…

Transformado em herói de ação aos quase 60 anos de idade, o irlandês Liam Neeson, indicado ao Oscar por A Lista de Schindler (1993), vem constantemente explorando esta nova faceta descoberta – e variavelmente intercalando com projetos mais sérios e dramáticos, vide os recentes Nosso Amor (2019) e Made in Italy (2020). Aqui, porém, recaímos no primeiro item citado. E devemos acrescentar, um dos menos inspirados.

O astro viu sua popularidade despencar após declarações controversas em uma entrevista, interpretadas como racistas, e talvez por isso tenha aceitado voltar aos filmes de ação, mesmo tendo afirmado que Vingança a Sangue-Frio (2019) – um dos melhores de seu acervo no gênero – seria seu último do tipo. Neeson já tem inclusive mais dois engatilhados para 2021: The Marksman, no qual interpreta um rancheiro, e The Ice Road, onde vive um resgatista no gelo.

Você provavelmente já viu esta história e, dependendo do seu nível de cinefilia, em produções melhores. No filme, Neeson interpreta um exímio ladrão de bancos – do tipo que não anda armado e mal encontra uma alma viva sequer em seus roubos. A mídia até mesmo bolou um apelido “carinhoso” para ele em suas façanhas. Mas aí o sujeito conhece uma bela mulher, papel de Kate Walsh (atriz veterana da TV, famosa por seriados como Grey’s Anatomy e seu derivado Private Practice), e decide largar a vida de crimes.

Até aí tudo bem, e a história é até bonitinha. A trama se complica quando ao decidir entregar o dinheiro que roubou ao longo de sua jornada errática (algo em torno de US$9 milhões), dois policiais designados ao caso crescem o olho na bolada e decidem pegar a grana. No caminho terminam matando um superior e, claro, incriminam o protagonista fora da lei. Os corruptos são interpretados por Jai Courteney, do vindouro O Esquadrão Suicida, e Anthony Ramos, do vindouro Em um Bairro em Nova York.

Assim, se inicia a epopeia do ‘ladrão bonzinho’ (que só queria se entregar para a polícia) para limpar seu nome de crimes mais graves que não cometeu, enquanto é caçado (e também caça) pelos agentes sujos, com direito a pancadaria, tiros, sopapos, perseguições de carro, explosões, mortes, colisões e a tudo que nos acostumamos nestes veículos do astro. O maior mistério do filme, no entanto, é descobrir por que ‘Honest Thief’, título original do longa (literalmente ‘Ladrão Honesto’) se tornou Legado Explosivo no Brasil. Acho que é mais chamativo para os fãs do ator em nosso país, apesar de não fazer muito sentido para o roteiro.

É difícil desassociar a sensação de Super Cine que o filme traz – e de uma exibição fraca diga-se. O ar de ‘lançamento em vídeo’ vem servido por um roteiro pouco inspirado, no qual sabemos após a primeira guinada por quais caminhos o filme irá seguir a cada cena. E até mesmo podemos presumir cada solução até o desfecho com bastante facilidade, sobrando pouquíssima novidade para o espectador degustar. É claro, se você não se incomoda com isso, não será problema.

Os melhores filmes de Liam Neeson no gênero são os dirigidos pelo espanhol Jaume Collet-Serra, que além da ação, entregam também um alto nível de suspense, sempre donos de tramas inventivas e novas perspectivas para tal tipo de produção. Aqui, temos no roteiro e direção uma equipe sem muita tarimba, e daí o resultado genérico. No texto, Steve Allrich vem de produções B, sendo este seu maior trabalho até o momento. E no comando, Mark Williams se arrisca em seu segundo longa na função, ele é na verdade mais conhecido como produtor (do filme O Contador e da série Ozark).

Embora não comprometam cem por cento o resultado – Legado Explosivo não é nem de longe um filme ruim ou incompetente, apenas extremamente formulaico (o que para muitos já é sinal de falta de qualidade) -, os realizadores são capazes de entregar apenas o feijão com arroz, e sem muito tempero, já que o prato tipicamente nacional pode ser uma refeição bastante apetitosa. O maior êxito de Legado Explosivo foi fazer bom uso da pandemia, quando ninguém está indo aos cinemas, e ter conseguido se manter por duas semanas consecutivas no topo das bilheterias como o filme mais assistido nos EUA em meados de outubro passado. Resta saber se repetirá o feito por aqui.

15 Séries Baseadas em Filmes Clássicos

15. Ferris Bueller (1990 – 1991)

Quem não lembra de Curtindo a Vida Adoidado (1986)? Um dos maiores clássicos da Sessão da Tarde é criação de John Hughes, papa dos filmes adolescentes da época. Transferir as armações do cara de pau Ferris Bueller (vivido no filme por Matthew Broderick) para a TV parecia ser o caminho a seguir. Sem a mão de Hughes ou o carisma do protagonista do cinema, a série durou apenas uma temporada. John Masius (criador do sucesso O Toque de um Anjo, que durou 9 temporadas) foi o responsável pela criação do programa, que tinha Charlie Schlatter na pele de Bueller. Uma curiosidade é que a estrela Jennifer Aniston viveu Jeannie, a irmã de Ferris (papel de Jennifer Grey no cinema), alguns anos antes de estourar em Friends (1994 – 2004).

14. Clueless (1996 – 1999)

Outra série baseada num filme adolescente de sucesso, As Patricinhas de Beverly Hills deu continuidade a uma das comédias mais cultuadas da década de 1990. Aqui, no entanto, a coisa não demorou muito a sair do papel e no ano seguinte da estreia das Patricinhas nas telonas, Cher e cia. voltavam na TV. Outra diferença com o malfadado Ferris Bueller é que As Patricinhas teve envolvimento da mesma Amy Heckerling, cineasta responsável pela produção cinematográfica, além de contar com parte do elenco nos mesmos papeis. Talvez justamente por isso, a série tenha durado 3 temporadas. Embora o carisma de Alicia Silverstone não tenha sido equiparado por sua substituta, Rachel Blanchard, a nova protagonista desempenhou um bom trabalho.

Leia nossa matéria sobre As Patricinhas de Beverly Hills

13. Training Day (2017)

Este é o caso mais triste da lista. Baseada no ótimo policial Dia de Treinamento (2001), dirigido por Antoine Fuqua e protagonizado por Denzel Washington, a série funciona mais como uma continuação do que como uma releitura. Para começar, Jake Hoyt, personagem de Ethan Hawke no filme, seria o oficial mais velho e corrupto da dinâmica, mas a ideia foi abandonada quando o ator recusou participar do programa. Voltando ao citado fato triste, o ator Bill Paxton, intérprete do sujo Detetive Frank Rourke, faleceu três semanas após a estreia da série, no dia 25 de fevereiro deste ano. A rede CBS de TV havia gravado os 13 episódios da primeira temporada de uma só vez, desta forma Paxton pôde completar  sua participação. A série acabou sendo cancelada após sua primeira temporada. Will Beal (roteirista do vindouro Aquaman) é o criador do programa.

12. Robocop (1994)

Outra série que infelizmente não deu certo, cuja franquia ainda não conseguiu sacudir a poeira até hoje. O Policial do Futuro teve uma impactante estreia nas telonas, pelas mãos do cultuado holandês Paul Verhoeven, em 1987. Uma sequência, sem o diretor, excessivamente violenta e sem o mesmo charme, foi confeccionada em 1990, com o mesmo Peter Weller no papel, roteiro do papa dos quadrinhos Frank Miller e direção do falecido Irvin Kershner (O Império Contra-Ataca). Miller voltaria no texto do terceiro e mais infeliz filme do policial mecânico, já protagonizado por Richard Burke no lugar de Weller.

Pegando carona neste mote, e aproveitando a troca dos atores, a série do herói metalizado estreava no ano seguinte, com Richard Eden no papel principal. No Brasil, o episódio piloto foi lançado como um filme nas videolocadoras, ludibriando muitas crianças inocentes a crerem que se tratava de um eventual quarto filme. A qualidade, no entanto, não estava lá. Por outro lado, Robocop não deixou de gerar merchandising, com duas séries animadas (em 1988 e 1998), uma segunda tentativa em série live action (2000) e um remake dirigido pela brasileiro José Padilha (2014).

11. Minority Report (2015)

Nem mesmo o nome de Steven Spielberg é o suficiente para uma transição cinema – TV bem sucedida. Foi exatamente o caso com Minority Report, série baseada no longa homônimo, conhecido no Brasil com o subtítulo A Nova Lei, de 2002. Sucesso de bilheteria, baseado no conto do mestre da ficção Philip K. Dick, e com Tom Cruise à frente do elenco, o filme é um deleite visual e narra as desventuras de uma divisão da polícia no futuro, conhecida como Precrime. O objetivo é pegar criminosos antes que eles cometam seus crimes, vislumbrados por sensitivos conhecidos como PreCogs.

Na série, criada por Max Borenstein, roteirista de Godzilla (2014) e Kong: Ilha da Caveira (2017), a seção Precrime foi desativada e se passaram dez anos desde então. A trama segue justamente os passos de um dos PreCogs tentando se readaptar à vida normal, mas ainda sendo atormentado pelas visões de toda espécie de crime. Por conta própria, ele tentará solucioná-los, recebendo em seguida a ajuda da policial Lara Vega (Meagan Good, o nome mais conhecido do elenco), a verdadeira protagonista. O programa durou apenas uma temporada, com dez episódios. Não ter nomes muito conhecidos no elenco, impulsionando o material, pode ter ajudado o fracasso da série.

10. Shadowhunters (2016-2019)

A transição cinema – TV também pode se mostrar decisão acertada na hora de salvar uma possível franquia. É aqui que se encaixa a obra da escritora Cassandra Clare, cuja série de livros de fantasia juvenil emplacou com a garotada. Como cinema é uma mídia muito mais ampla, que precisa atingir um grupo maior de pessoas a fim de gerar um retorno financeiro, Os Instrumentos Mortais (2013), pretenso primeiro longa dentro de uma franquia, não rendeu o esperado, naufragando nas bilheterias.

Este humilde crítico que vos fala, lembra como se fosse hoje de ter assistido a exibição para a imprensa do filme, ter vivido para contar a história e trazido a má notícia para os fãs – que por pouco não tacaram fogo na minha casa (risos). Para a sorte dos envolvidos, a ideia foi comprada pelo colosso Netflix e transformada em mais um dos programas da casa. Com mais tempo para ser desenvolvida, a história finalmente caiu nas graças do público. A trama continua a seguir os passos da protagonista Clary (desta vez interpretada pela ruiva Katherine McNamara, substituindo a morena Lily Collins do filme), a escolhida na luta contra demônios e outras criaturas das sombras. Shadowhunters teve três temporadas.

9. Blade (2006)

Blade – O Caçador de Vampiros (1998) pode ser considerado o primeiro filme da chamada era de ouro dos quadrinhos no cinema. Embora na época não fosse muito sabido, o personagem faz parte do acervo da Marvel Comics e foi o pioneiro no quesito transição bem sucedida para as telonas. Em seguida vieram os mais conhecidos X-Men (2000) e Homem-Aranha (2002), e o resto é história. A continuação de 2002, dirigida por Guillermo del Toro, igualmente bem sucedida e mais próxima a um filme de terror, abriu as portas para uma problemática terceira aventura, datando de 2004, que encerrou a carreira do anti-herói meio homem, meio vampiro, no cinema.

Dois anos depois e o próprio David S. Goyer, roteirista dos três filmes e diretor do terceiro, levava o personagem obscuro para a telinha, agora na pele do rapper Sitcky Fingaz – já que o relacionamento com Wesley Sniper, astro original, não terminou na melhor das notas (leia mais na matéria sobre sets conturbados). Apesar de tudo parecer no lugar, a série não vingou e sobreviveu apenas por uma temporada de 12 episódios. Uma série animada, com coprodução japonesa, do personagem chegaria em 2011 e duraria o mesmo número de temporadas, com o mesmo número de episódios. Atualmente, Snipes expressa seu interesse em reviver o personagem.

8. Taken (2017-2018)

O veterano Liam Neeson sempre foi um ator talentoso e possui uma indicação ao Oscar para provar (A Lista de Schindler, 1993). Recentemente, Neeson inclusive reinventou sua carreira, se comportando como herói de ação aos 60 anos de idade. É verdade que nunca é tarde demais para nada. O filme que deu o pontapé inicial nesta nova leva para o ator (quase sempre ótimos) foi justamente Busca Implacável (2008). No longa, o ator interpreta Bryan Mills, ex-agente frio e calculista, que é o melhor no que faz. Quando sua filha é sequestrada de férias na França e vendia como escrava sexual, bem, só podemos ter pena dos bandidos.

Outros filmes seguindo a mesma linha vieram e mantiveram o nível de qualidade do gênero, no entanto, estranhamente as sequências de Busca Implacável foram decaindo com o segundo (2012) e o terceiro (2015). Incansável como é, Mills não para, e consegue inclusive rejuvenescer na pele de Clive Standen para sua incursão nas telinhas. O próprio Luc Besson, cineasta e mega empresário do cinema, que esteve por trás das obras cinematográficas, é quem investe na nova roupagem. No elenco, Jennifer Beals (Flashdance, 1983) e Brooklyn Sudano (a Vanessa de Eu, a Patroa e as Crianças, 2001 – 2005) são os chamarizes. A primeira temporada foi bem sucedida, mas segunda temporada teve um público morno e a série foi cancelada.

7. Weird Science (1994 – 1998)

Voltamos ao topo da lista com mais uma adaptação de um produto saído da mente do essencial John Hughes. Outra vez demorando a fazer a transição do cinema para a TV (são quase dez anos deste hiato), Mulher Nota Mil foi lançado em 1985 e acompanhava as esquisitices de dois nerds, extremamente impopulares no colégio. O elemento de ficção científica entra em jogo quando eles dão uma de Dr. Frankenstein e decidem criar a mulher perfeita em seu computador. Ela vem nas formas da modelo Kelly LeBrock e é batizada Lisa. Uma curiosidade é que o hoje astro Robert Downey Jr. dá as caras no longa como um dos valentões do colégio.

A série, que mais uma vez nada tinha a ver com Hughes, trazia Michael Manasseri e John Asher como os nerds Wyatt (Ilan Mitchell-Smith no filme) e Gary (Anthony Michael Hall no filme), e como a estonteante Lisa, Vanessa Angel assumia por LeBrock. Ah, Lee Tergesen pegava o lugar do saudoso Bill Paxton (mais uma vez sendo homenageado na lista) como o canalha Chett, o irmão mais velho. Weird Science até que foi bem sucedida, durando 5 temporadas, e no Brasil sendo exibida pela Globo.

6. The Young Indiana Jones Chronicles (1992 – 1993)

A aceitação do público ou a qualidade de um material são imprevisíveis. Aqui, por exemplo, tínhamos uma receita de sucesso em mãos. Baseado numa das franquias mais rentáveis da década de 1980, As Aventuras do Jovem Indiana Jones adaptavam para a TV as primeiras jornadas de Henry ´Indiana´Jones, antes dele se tornar o explorador mais famoso da sétima arte. Só a marca pré-estabelecida deveria ser o suficiente para angariar uma legião de fãs. Os nomes de George Lucas (produtor também da série) e Steven Spielberg (diretor de todos os filmes) igualmente era usado para vender este peixe. Entre os roteiristas estavam Frank Darabont (Um Sonho de Liberdade), Carrie Fisher (a eterna e saudosa Princesa Leia) e o próprio Lucas, e na direção, nomes como Joe Johnston (Capitão América: O Primeiro Vingador, 2011).

Nada disso foi o suficiente para garantir a estadia do Jovem Indiana Jones por muitas temporadas na TV e a série se mostrou irregular, com apenas duas temporadas. Seja como for, o seriado virou item de coleção raro para aficionados. No programa, um Jones já na terceira idade (papel de George Hall), rememorava seu início de carreira como arqueólogo aventureiro, onde tinha as formas de Sean Patrick Flanery. A ideia para a série surgiu dos primeiros minutos de Indiana Jones e a Última Cruzada (1989), no qual a abertura mostra Indy nas formas do jovem ator falecido River Phoenix.

5. Scream (2015 – 2019)

Terror é um filão descoberto pela TV atual. Hoje, numa época em que se tem liberdade para exibir uma violência mais exacerbada na telinha, sexo e nudez em níveis cada vez mais gráficos, o gênero mais perturbador de todos parece finalmente ter achado seu espaço. E nada melhor do que preencher a lacuna com um dos filmes mais influentes da década de 1990. Pânico (1996) deu novo gás ao subgênero dos slasher, percebendo através de muita esperteza em seu roteiro o que tais filmes eram verdadeiramente, uma grande brincadeira. Acrescentando muito humor, o filme dirigido por Wes Craven e escrito por Kevin Williamson emplacou em cheio no gosto popular, rendendo uma sequência imediata em 1997 e outras duas tardias, em 2000 e 2011.

Com o ritmo de produção cada vez mais lento e uma aceitação meio capenga por parte do público, a ideia foi parar na TV, com produção do próprio Craven (falecido antes do fim da exibição da primeira temporada) e dos irmãos Bob e Harvey Weinstein. O seriado é exibido pela MTV norte-americana, que com a oportunidade deu uma revitalizada em sua programação – o canal aberto não pegou leve no gore (fato que preocupava os fãs). A série acompanha a vida de adolescentes colegiais em outra cidade, precisando lidar com um serial killer, sem qualquer ligação com os filmes. A estreia da terceira temporada, chamada ‘Scream: Resurrection‘, foi lançada em 2019 mas não tinha relação com as duas anteriores e foi um fracasso de público e crítica.

4. Bates Motel (2013 – 2017)

Ainda falando de filmes de terror, que tal um dos maiores de todos os tempos na história do cinema? Psicose (1960), de Alfred Hitchcock, é considerado por muitos, além de tudo, um dos primeiros slasher do cinema. É claro que o filme é muito mais do que isso. De qualquer forma, a obra imortal de suspense e terror sofreu uma reformulação e estreou na TV com uma nova roupagem, passada nos dias atuais. Mas se você pensa que só Hitchcock usou e abusou de Psicose, está enganado. A Universal transformou o longa em uma franquia cinematográfica, com Psicose II (1983, dirigido por Richard Franklin), Psicose III (1986, dirigido pelo Norman Bates em pessoa, Anthony Perkins) e Psicose IV (1990, filme feito para a TV, dirigido por Mick Garris), além, é claro, do remake de Gus Van Sant (de 1998).

Agora, assim como na ideia de Psicose IV, Norman Bates volta para a adolescência, nas formas do talentoso jovem ator Freddie Highmore (A Fantástica Fábrica de Chocolate, 2005). Ele precisa lidar com a mãe e o relacionamento doentio que tem com ela. Para o papel de Norma Bates, a mãe, a indicada ao Oscar Vera Farmiga (Amor Sem Escalas, 2009). A série, que durou 5 temporadas, chega ao fim este ano, com a surpresa ao apresentar a mega estrela da música Rihanna na pele da icônica vítima Marion Crane.

3. Buffy: The Vampire Slayer (1997- 2003)

Uma das séries de gênero mais bem sucedidas da história da televisão, que ajudou a projetar o nome de Joss Whedon (Os Vingadores, 2012) rumo ao estrelato, nasceu de um projeto malfadado, que pode ser comparado ao item número 10 desta lista. Buffy – a Caça Vampiros, o filme (1992), tinha uma ideia promissora, ao apresentar uma patricinha se descobrindo a escolhida para lutar contra as forças do mal, e precisando se tornar uma forte guerreira após um extensivo treinamento.

Leia nossa matéria especial sobre os 20 anos de Buffy

A ideia de misturar terror e humor, na época não foi compreendida pelo público, e a escalação do elenco também pode ter prejudicado – a insossa Kristy Swanson vive a protagonista e Luke Perry, o eterno Dylan de Barrados no Baile (1990 – 2000) é o interesse romântico da menina. Completando o elenco principal, Rutger Hauer, Donald Sutherland, David Arquette, Hilary Swank e Ben Affleck –  estes últimos, antes da fama. Percebendo que seu material era bom demais para ser jogado de lado assim, Whedon insistiu, e em 1997 conseguiu dar nova vida para a caçadora de vampiros mais carismática da cultura pop. Buffy, agora nas formas de Sarah Michelle Geller, cuja carreira foi definida pela personagem, emplacou por 7 temporadas, cada uma melhor que a outra. A série saiu por cima e ainda rendeu uma nova temporada em quadrinhos.

2. Westworld (2016 – )

Mais legal que adaptar para a TV aquele filme icônico ou extremamente famoso, é justamente pegar uma produção B, mesmo que cultuada, mas não conhecida pelo grande público, e lhe dar sobrevida. Foi o que aconteceu com Buffy e é o que acontece aqui com Westworld. Baseado na ficção científica homônima, que aqui no Brasil ganhou o subtítulo Onde Ninguém Tem Alma (1973), Westworld reconta de maneira elaborada a história sugerida por Michael Crichton no filme escrito e dirigido por ele. No futuro, um parque de diversões cria, através de simulações, o estilo de vida do velho oeste. Uma vez lá, você pode fazer tudo o que se fazia naquela época, desde participar de duelos a tiros, até adentrar um saloon e contratar o serviço das prostitutas.

Leia nossa crítica da primeira temporada de Westworld

Todos os “atores” na verdade são criaturas mecânicas, semelhantes aos humanos, ou seja, androides. Uma continuação para o filme foi lançada em 1976, sem o envolvimento de Crichton, intitulada Mundo do Futuro (Futureworld), e uma tentativa de levar a ideia para as telinhas, desta vez com o criador à frente, ocorreu em 1980 com Beyond Westworld – série que durou apenas 5 episódios (!?). A nova Westworld é elaborada, sofisticada, possui nomes como J.J. Abrams e Jonathan Nolan envolvidos com a produção, e Anthony Hopkins, Ed Harris, Evan Rachel Wood, Jeffrey Wright, Thandie Newton, entre outros, no elenco. Dessa forma, o programa da HBO entra para o hall das melhores obras televisivas dos últimos dez anos.

1. Dear White People (2017 -)

Chegamos ao mote desta matéria e razão dela existir. Dear White People, ou Cara Gente Branca, como ficou conhecido o longa no Brasil, lançado direto no sistema de home vídeo por aqui, podendo ser encontrado no acervo da rede Telecine, marca a estreia na direção de longas do jovem cineasta Justin Simien. Cara Gente Branca foi sensação no Festival de Sundance em 2014 e levou para casa o prêmio do júri. A trama acompanha as vidas e questões de quatro estudantes negros de uma universidade particular norte-americana.

Entre os principais temas desta comédia dramática estão a interação racial e o racismo, direcionado de dentro para fora, ou seja, saído das próprias minorias. Intrigante e provocativo, Cara Gente Banca vira agora uma série da Netflix, com o dedo do próprio Simien. O elenco, no entanto, que no original contava com a atriz em ascensão Tessa Thompson (Creed: Nascido para Lutar, Westworld e Thor: Ragnarok) e Tyler James Williams, o eterno Chris de Todos Odeiam o Chris (2005 – 2009) – aquele mesmo que reclamou dos fãs brasileiros no Twitter – foi reformulado. No papel de Sam White (Thompson), a belíssima Logan Browning, e como Lionel (Williams), DeRon Horton. As três temporadas da série estão disponíveis na Netflix.

‘Demon Slayer’ passa ‘Titanic’ e ‘A Viagem de Chihiro’ e se torna a MAIOR bilheteria da história do Japão

Sucesso! A animação ‘Demon Slayer The Movie: Mugen Train‘ superou a arrecadação de ‘Titanic‘ e ‘A Viagem de Chihiro‘ nas bilheterias japonesas, tornando-se a maior arrecadação da história do país.

O filme animado se tornou um tsunami no mundo do entretenimento em 2020, e já soma US$ 313.7 milhões no Japão.

Sendo assim, o filme ultrapassou a bilheteria do até então líder, ‘A Viagem de Chihiro‘, que arrecadou US$ 295.5 milhões, em 2001.

O terceiro lugar do Japão é ‘Titanic‘, clássico do James Cameron, que em 1997 arrecadou US$ 251 milhões.

O longa é dirigido por Haruo Sotozaki.

Enmu é encarregado de matar Tanjirou Kamado para ascender a sua posição. Tanjirou, Zenitsu e Inosuke compram ingressos para o Infinity Train à procura de Rengoku, o pilar da chama.

O elenco conta com as vozes de Abby Trott, Bryce Papenbrook, Zach Aguilar, Natsuki Hanae e Yoshitsugu Matsuoka.

O anime ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

‘O Mundo Sombrio de Sabrina’: Confira os HILÁRIOS erros de gravação da 3ª e da 4ª temporadas

Netflix divulgou um novo vídeo promocional da recém-finalizada O Mundo Sombrio de Sabrina, trazendo ao público os erros de gravação da 3ª e 4ª temporadas.

Confira:

Todas as temporadas já estão disponíveis na plataforma de streaming.

A série foi criada por Roberto Aguirre-Sacasa (‘Riverdale’).

Ao longo dos oito episódios da Parte 4, os Terrores do Sobrenatural descerão sobre Greendale. O coven deve lutar contra cada ameaça aterrorizante (O Estranho, O Retornado, A Escuridão, para citar alguns), tudo levando até O Vazio, que é o Fim de Todas as Coisas. Enquanto as bruxas travam uma guerra, com a ajuda do Clube do Medo, Nick começa a ganhar lentamente o seu caminho de volta ao coração de Sabrina, mas será tarde demais?

O elenco conta com Kiernan Shipka, Ross Lynch, Lucy Davis, Chance Perdomo, Michelle Gomez, Jaz Sinclair, Tati Gabrielle, Adeline Rudolph, Richard Coyle, Miranda Otto, Abigail F. Cowen e Lachlan Watson.

‘#LIKE’: Jovem quer vingança pela morte da irmã no trailer do suspense; Assista!

O suspense ‘#LIKE‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa é dirigido por Sarah Pirozek.

A adolescente Rosie está de luto pelo primeiro aniversário da morte de sua irmã mais jovem, Amelia, quando ela descobre que o homem misterioso que a levou a cometer suicídio voltou a ficar online, procurando por novas vítimas. Depois que as autoridades se recusam a se envolver, Rosie descobre um lado sombrio que ela sequer sabia que tinha enquanto busca justiça com as próprias mãos.

Sarah Rich e Marc Menchaca estrelam a produção.

O suspense será lançado em VOD no dia 26 de janeiro.

Zack Snyder entraria para a Marvel Studios para dirigir filme sobre Elektra

Em entrevista ao ScreenRantZack Snyder, conhecido por ser um dos nomes proeminentes da DC, disse que entraria para a Marvel Studios sob uma condição: se pudesse dirigir um filme sobre a icônica heroína Elektra.

Snyder foi bem categórico em seu comentário e foi específico, dizendo que adaptaria uma narrativa em particular intitulada Elektra Lives Again’.

“Eu escolheria Elektra Lives Again’. Você sabe, aqueles quadrinhos de Frank Miller? É uma graphic novel sobre Elektra. Demolidor está tendo sonhos sobre Elektra voltar à vida, e é super legal e estranho. É legal e lindo. É isso que eu faria. Ninguém liga, mas é o que eu faria”, ele falou.

Com história assinada por Miller e Lynn Varley, a obra em questão foi publicada em março de 1990 através da Epic Comics (extensão da Marvel Comics) e funciona como spin-off de Demolidor, girando em torno da aparente ressurreição da guerreira ninja Elektra. Em 1991, a aclamada HQ levou para casa um Eisner Award de Melhor Novo Álbum Gráfico e um UK Comic Art Award para Melhor Graphic Novel Original.

Você gostaria de ver Snyder se juntando à Marvel?

Vale lembrar que Elektra já foi levada para os cinemas em 2003 através do filme Demolidor – O Homem sem Medo’, que foi bombardeado pela crítica apesar de uma considerável arrecadação na bilheteria. Em 2005, a personagem ganhou um longa solo, que até hoje é considerado um dos maiores fracassos de todos os tempos, fazendo apenas US$56,6 milhões mundialmente e amargando 11% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Jennifer Garner interpretou a guerreira em ambas as produções.