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‘One Night in Miami’: Regina King e Jeremy Pope estampam nova imagem de bastidores do drama

Em seu Twitter oficial, o astro Jeremy Pope divulgou uma nova imagem de bastidores do aclamado drama One Night in Miami, posando ao lado da diretora Regina King.

No filme, Pope interpreta o famoso cantor de soul Jackie Wilson.

Confira:

O filme chega à plataforma de streaming da Amazon Prime no dia 15 de janeiro de 2021.

One Night in Miami estreou no Festival de Veneza 2020 e transformou King na primeira diretoria afro-americana a ter realizado tal feito em 77 anos do evento.

Mas isso não é tudo: King também recebeu aclame por sua obra, imediatamente colocando-a como umas das fortes concorrentes à cerimônia do Oscar 2021. Após críticas extremamente positivas, o filme pode concorrer nas categorias de Melhor Roteiro AdaptadoMelhor Ator para Eli GoreeMelhor Ator Coadjuvante para Aldis HodgeLeslie Odom Jr.Ben Kingsley-Adir. King também tem grandes chances de ser indicada na categoria de Melhor Direção.

Lembrando que uma diretora negra nunca foi indicada ou venceu na categoria em questão – o que poderia garantir a ela um espaço de extrema representatividade na esfera do entretenimento.

O filme é baseado na peça homônima assinada por Kemp Powers, que assina o roteiro da adaptação.

Ambientada na noite do dia 25 de fevereiro de 1964, a narrativa gira em torno de um jovem Cassius Clay – antes de ser conhecido por Muhammad Ali -, pouco depois de ter saído vitorioso na luta contra Sonny Liston para o título de peso-pesado, chocando o mundo do boxe. Entretanto, as leis de segregação da era Jim Crow dos Estados Unidos forçaram Clay a comemoração no Hampton House Motel em Overtown, Miami, se unindo a três amigos para discutir sobre suas vidas e sobre a responsabilidade de manter a vitória de um homem negro durante o movimento pelos direitos sociais.

Eli GoreeKingsley Ben-AdirAldis HodgeLeslie Odom Jr. estrelam o longa-metragem.

Terence Blanchard (Destacamento Blood) compôs a trilha sonora da releitura. Jody KelinKeith CalderJess Wu Calder entram como produtores.

Mondo vai lançar versões em vinil das trilhas sonoras do DC Universe

O site Mondo, conhecido por seus diversos produtos incríveis e icônicos dos grandes sucessos do cinema contemporâneo, anunciou recentemente que irá lançar uma série de vinis do universo DC ao longo de 2021.

A linha inclui as trilhas sonoras de Shazam!’Patrulha do DestinoSuperman e, para começar com o pé direito, Aquaman.

A versão em vinil do filme lançado em 2018 trará a trilha sonora de Rupert Gregson-Williams e também faixas performadas por artistas como PitbullSkylar Grey.

A edição especial será lançada amanhã, 06 de janeiro, no site oficial.

Confira as artes de Aquaman abaixo:

Confira o alinhamento de faixas oficial:

Side One

1. Everything I Need (Film Version) Performed by Skylar Grey 3:16

2. Arthur 4:41

3. Kingdom Of Atlantis 3:26

4. It Wasn’t Meant To Be 3:22

5. Atlantean Soldiers 3:35

Side Two

1. What Does That Even Mean? 3:24

2. The Legend Of Atlan 1:57

3. Swimming Lessons 3:03

4. The Black Manta 2:50

5.What Could Be Greater Than A King? 5:23

Side Three

1. Permission To Come Aboard 2:16

2. Suited And Booted 4:25

3. Between Land And Sea 2:55

4. He Commands The Sea 3:34

Side Four

1. Map In A Bottle 2:16

2. The Ring of Fire 4:58

3. Reunited 1:32

4. Everything I Need – Performed by Skylar Grey 3:21

5. Ocean To Ocean – Performed by Pitbull featuring Rhea 2:25

‘Bridgerton’: Elenco se diverte nas imagens oficiais de bastidores da série; Confira!

BRIDGERTON (L to R) ADJOA ANDOH as LADY DANBURY and REGÉ-JEAN PAGE as SIMON BASSET in episode 108 of BRIDGERTON Cr. LIAM DANIEL/NETFLIX © 2020

Em seu Instagram oficial, a Netflix Brasil divulgou uma série de imagens de bastidores da adorada e aclamada série Bridgerton, baseada nos romances homônimos de Julia Quinn.

Nas fotos, o elenco protagonista se diverte entre as gravações.

Confira:

Vale lembrar que a primeira temporada já está disponível na plataforma de streaming.

A série foi criada por Chris Van Dusen.

A história acompanha as vidas dos oito irmãos da família Bridgerton, uma das mais importantes da alta-sociedade inglesa do século XIX.

Adjoa AndohLorraine AshbourneJonathan BaileyRuby BarkerSabrina BartlettHarriet Cains e outros estrelam.

Vanessa Kirby sai em defesa das vítimas de abuso depois de acusações contra Shia LaBeouf

Há alguns dias, o astro Shia LaBeouf foi acusado de abuso sexual contra a cantora FKA Twigs. A musicista abriu um processo contra o ex-namorado, alegando um comportamento problemático que incluiu estresse emocional, assédio e ataques constantes.

Agora, em uma recente entrevista ao The Sunday TimesVanessa Kirby, que co-estrela o drama Pieces of a Woman ao lado de LaBeouf, saiu em defesa às sobreviventes do abuso, respeitando a coragem de quem fala a verdade publicamente.

“Permaneço ao lado de todas as sobreviventes de abuso e respeito a coragem de qualquer um que fale a verdade. Em relação às notícias recentes, não posso comentar acerca do caso legal”.

LaBeouf também emitiu uma declaração oficial ao The New York Times, dizendo se sentir envergonhado por seu passado e pedindo desculpas às pessoas que machucou.

“Não estou em qualquer posição para dizer como meu comporamento fez as pessoas se sentirem. Não tenho desculpas por minhas agressões e meu alcoolismo, apenas racionalizações. Tenho sido abusivo para mim mesmo e para todos ao meu redor por anos. Tenho uma história de machucar pessoas próximas a mim. Estou envergonhado dessa história e sinto muito por aqueles que machuquei. Não há muito mais o que posso dizer”.

Enquanto isso, Pieces of a Woman estreia na Netflix no dia 07 de janeiro.

Kornél Mundruczó (‘Deus Branco’) faz sua estreia em língua inglesa com o longa-metragem.

A história é centrada em Martha e Sean Carson (Kirby e LaBeouf, respectivamente), um casal de Boston que entra em colapso, após sua recém-nascida falecer pouco depois de um parto natural.

O drama ainda conta com Molly Parker, Sarah Snook, Iliza Shlesinger, Benny Safdie, Jimmy Fails e Ellen Burstyn.

Kata Wéber assina o roteiro a partir das experiências de vida de Mundruczó.

Michael Keaton pode estrelar ‘Batman do Futuro’

Após o Hollywood Reporter afirmar que o ator Michael Keaton deve voltar como Bruce Wayne em ‘The Flash‘, foi revelado que a Warner tem planos ainda maiores para o ator.

O estúdio está interessado em fazer uma adaptação live-action de ‘Batman do Futuro‘ com Keaton vivendo um Bruce Wayne com maior idade.

Keaton está em negociações para aparecer em vários filmes da DC. Se ele finalizar um acordo com a Warner Bros., Keaton poderá aparecer como um personagem do tipo mentor em outros filmes da DC após ‘Flash‘.

O site afirma que Bruce Wayne de Keaton será um personagem semelhante ao Nick Fury de Samuel L. Jackson no Universo Cinematográfico da Marvel.

“Se essas conversas acontecerem, fontes dizem que Keaton pode acabar interpretando Batman como mentor, um pouco como Nick Fury, de Sam Jackson, e aparecer em vários filmes”, escreveu o Borys Kit do THR. “Batgirl é um dos projetos possíveis.”

O jornalista Brooks Barnes, em uma sessão de Q&A no Twitter, deu a entender que Michael Keaton será o Batman principal do universo estendido da DC.

De qualquer forma, a versão encarnada por Robert Pattinson em ‘The Batman’ não será comprometida, visto que não faz parte do DCEU, mas sim de uma saga diferente.

Na postagem, um fã pergunta a Barnes: “Baseado em seu artigo sobre Hamada, alguns interpretaram que a Warner Bros. está construindo duas franquias estrelando o Batman, uma com Pattinson, outra com um novo ator. Isso está correto, ou você estava se referindo a Keaton como o segundo Batman, fazendo parte de uma saga não centrada em Batman? Obrigado!”.

O jornalista foi bastante sucinto e categórico ao responder, dizendo apenas: “Keaton”.

 

Para quem não se lembra, ‘Batman do Futuro‘ foi uma animação exibida entre 1999 e 2001, e seu sucesso foi tão grande que deu origem a uma aclamada série de quadrinhos, contando a história de Terry McGinnis, que ocupa o lugar de Bruce Wayne como o novo Cavaleiro das Trevas mais de cinquenta anos no futuro.

Confira um fan pôster:

 

‘O Preço da Perfeição’: Elenco revela segredos de bastidores em novo vídeo; Confira!

TINY PRETTY THINGS (L-R) KYLIE JEFFERSON as NEVEAH STROYER in episode 1 of TINY PRETTY THINGS. Cr. SOPHIE GIRAUD/NETFLIX © 2020

A mais recente série de drama e suspense da Netflix no estilo de ‘Cisne Negro‘, intitulada ‘O Preço da Perfeição‘, ganhou um novo vídeo de bastidores em que o elenco principal fala sobre suas cenas favoritas e revelam alguns segredos interessantes.

Confira:

Na trama, uma bailarina é convidada para substituir uma aluna modelo em uma renomada escola de balé em Chicago e acaba entrando em um mundo de traições, competições doentias e muita mentira.

A série já está disponível na plataforma de streaming.

A produção é baseada no livro ‘Tiny Pretty Things‘ de Sona Charaipotra e Dhonielle Clayton.

O elenco é composto por Lauren Holly, Kylie Jefferson e Casimere Jollette.

‘Kid Cosmic’: Nova animação infantil da Netflix ganha trailer DIVERTIDÍSSIMO; Confira!

Netflix divulgou hoje (05) o trailer oficial de Kid Cosmic, série animada que gira em torno de um jovem que encontra anéis extraterrestres e passa a enfrentar diversos perigos que querem destruir a Terra.

Confira:

A série foi criada por Craig McCracken.

Kid, um garoto de 9 anos com jeito peculiar e grande imaginação, vive com seu avô em uma cidade pouco povoada. Ao encontrar e acidentalmente ativar cinco anéis cósmicos nos destroços de uma nave espacial, ele emite um sinal com a localização dos artefatos mais poderosos e cobiçados do universo, transformando a Terra no palco de uma batalha épica por poder! Kid entrega os outros anéis aos habitantes da cidade, que formam uma equipe do bem – apesar de não serem muito bons nisso…

Kid Cosmic estreia no dia 02 de fevereiro na plataforma de streaming.

Crítica | Cobra Kai – 3ª Temporada traz consequências e reviravoltas

Consequência. Essa é a palavra que pode definir o que norteia a terceira temporada de Cobra Kai, lançada no primeiro dia do ano, na Netflix. Toda a loucura do final da temporada anterior tem um grande peso direto em tudo o que envolve os novos episódios.

Aliás, a série aprofunda ainda mais a sua lore e dá uma maior base de construção de personagens, explorando mais o passado e o que os levou a terem a personalidade e o modo de agir, chegando até mesmo a justificar alguns nomes importantes, como o do famoso DOjo que dá nome à série.

O grande ponto dos primeiros episódios é a consequência gerada pela briga generalizada na escola que resultou no coma de Miguel, aqui impossibilitado de movimentar os pés devido ao grave ferimento na coluna. Enquanto a punição física foi o maior castigo para ele, aos demais estudantes restou uma grandiosa reunião dos pais para tratar de todo o caos ocorrido. A partir de então, se meter em brigas se tornaria, em tese, algo muito difícil de acontecer, devido à maior vigilância no local de estudo e a possibilidade dos alunos serem suspensos ou expulsos. Em meio a esse contexto acadêmico, a série mostra que o universo da série não se limita a apenas este ambiente e sim por toda a região.

As lutas no shopping foram vistas por muitos e este confronto foi citado por moradores locais presentes ali para desqualificar a prática do Karatê. Os duelos foram em lugares abertos e isso gerou consequências no modo que a população de um modo geral enxerga a Arte Marcial em questão. Ou seja, todos os acontecimentos não são absorvidos apenas pelos núcleos dos respectivos dojos e a escola e sim por toda a região do Vale. Isso é crucial para o debate do andamento ou não de torneios de Karatê mais à frente.

Ainda sobre as consequências da briga do fim da segunda temporada, a série aborda, embora de modo muito rápido e sem explorar por muito tempo, a diferença entre ser um homem lutador e uma mulher lutadora. Enquanto um lado é muito bem visto e admirado, do outro há um certo medo e temor, sendo assim totalmente diferente de perspectiva. Foi assim que Sam se sentiu no início, ainda que logo depois tudo isso tenha sido ignorada, sem mais espaço para desenvolver o tema. Dentro desta questão, o que norteou Sam foi o peso de se sentir culpada por toda a rivalidade entre Miguel e Robby e como os dois tiveram punições terríveis. Um sem mobilidade nas pernas e o outro preso. Fora isso, a sua rivalidade com a Tory e seus ferimentos, tanto físicos quanto mentais, causando uma certa hesitação na personagem em diversos momentos, o que só foi ser concluído na reta final da temporada.

O arco de Sam merece destaque, mas quem teve a maior virada na verdade foi Hawk. Ou será que podemos chamá-lo de Eli, como no início? Em momentos pontuais e sutis, a série mostrou o conflito interno do personagem e a semente do que viria a ser uma mudança de comportamento, motivada por diversos fatores. Por vezes, este conflito foi apresentado de modo externo através de diálogos com personagens próximos, como Tory e Kreese. A virada do Falcão não foi gratuita. Ao longo dos episódios, ele já dava sinais de que algo estava errado.

Um grande ponto positivo de Cobra Kai é que a série tem noção do senso de ridículo se pararmos para analisar seriamente toda a história de rivalidade entre Daniel, Jhonny e seus respectivos alunos. Assim como ocorrera nas temporadas anteriores, em alguns episódios, todo o plot da série foi dito e abordado por uma personagem que não pertence ao conflito principal, dando assim toda uma noção do quão bizarra é quando visto por fora, de quem não está envolvido. Se antes esse papel cabia a Amanda, a mulher de Daniel, agora esta missão foi dada a Ali.

Por falar em missão, aqui podemos acompanhar o passado de Kreese e ter a oportunidade de saber como ele chegou ao ponto de sua personalidade a qual conhecemos. Os flashbacks não exatamente justificam as atitudes do personagem, mas pelo menos dão uma maior construção ao sensei. A filosofia de no mercy – sem compaixão – é exemplificada em uma destas cenas do passado, assim como o nascimento do Cobra Kai e todo o contexto envolvido. Sim, Jhonny Lawrence não é o único. Assim como o pai de Robby, Kreese também passou por situações conflitantes e traumáticas que resultaram em atitudes reprováveis durante a vida adulta. Isso não quer dizer que ele seja bonzinho, mas há um horizonte aqui, ou seja, todo o caminho percorrido até ele chegar ao personagem ao qual o público é apresentado até o filme do Karatê Kid.

Desde o início, Cobra Kai é muito cuidado em deixar claro que não há exatamente o lado bom e o lado mau da história, o certo e o errado. A própria Ali diz em uma de suas passagens: “Há o seu lado (Daniel), o seu lado (Jhonny) e o lado da verdade.” O que é um fato. Todos vivem situações das mais diferentes camadas que o empurram tanto para atitudes boas quanto para más. Os membros do Myagi-Do também têm ideias de certo modo “maléficas”, embora toda a paz, músicas calma, trajes e personalidades tranquilas de seus Caratecas tentem nos dizer o contrário. Isso não quer dizer que sejam más pessoas e sim que, como qualquer uma, podem ter ações boas e ruins. Dentro da própria perspectiva, cada um é o herói de sua jornada e quem está contra você é o vilão.

Por sinal, a construção de ambiente e característica dos Dojos é muito clara e bem feita. Embora a série se passe nos dias de hoje, sua relação com os Anos 80 é evidente por motivos óbvios. Com isso, a trilha sonora está muito relacionada a esta década, trazendo um grande senso de nostalgia aos mais velhos. Além das questões sonoras, os cenários, principalmente quando Daniel visita o Japão, traz um grande ar nostálgico dos clássicos filmes protagonizados por Daniel-San. Ao mesmo tempo, Cobra Kai se atualiza e mostra que não é possível manter essa visão romântica até hoje, fazendo com que muitos destes locais dêem lugar a, por exemplo, shopping, o que faz todo sentido.

Já para citar algo que não faz sentido, o que possivelmente seja um dos poucos pontos negativos da terceira temporada, seja a recuperação de Miguel. Já era de se esperar que ele voltasse a se movimentar em alguns episódios, afinal o personagem é um dos principais fios condutores da série, porém a execução não foi muito bem feita a partir de certo momento. Em um episódio, Miguel apresentava extrema dificuldade para dar um chute para logo no episódio seguinte aparecer lutando e fazendo os movimentos mais malabarísticos possíveis. Existia um certo ritmo em relação ao desenvolvimento do ferimento, mas foi deixado de lado na reta final.

Como dito acima, Miguel é um dos principais fios condutores da série e o seu relacionamento com Jhonny é essencial para o sucesso da série e o carinho do público pela história. Todos os momentos da dupla são muito divertidos de se acompanhar, mesmo nas cenas mais sérias, como o “você caiu como um campeão”, já apresentado no trailer divulgado pela Netflix em dezembro de 2020. Aqui também é onde entram a maioria dos momentos cômicos da temporada, principalmente pela inabilidade online de Jhonny e o necessário suporte de seu aluno. As cenas das fotos para o Facebook são muito boas, divertem e não são gratuitas. Sutilmente, ali é plantada a semente da mudança de rumos que Jhonny dá em relação a ser um Sensei, posição que abandonou após Kreese tomar o Dojo e por tudo o que aconteceu entre os alunos.

Na reta final da temporada, o rumo dado já é algo esperado por muitos, mas que ainda
assim empolga – e muito – pelo modo que é construído. A música, a virada de plot de um
personagem e o contraste entre uma festa tediosa e calma dos pais ocorrendo
simultaneamente a toda uma loucura de uma briga criam uma clima empolgante,
principalmente pela resolução e a cena final. O que fica é uma grande expectativa para a
próxima temporada. Cobra Kai segue em um nível excelente, sem se levar totalmente a
sério e com uma construção melhor do que a produção original que deu início a tudo, os
filmes de Karatê Kid. Resta aguardar. Até aqui, um sucesso e um fenômeno totalmente
justificável.

 

Zack Snyder não tem planos para continuar na DC após lançar seu corte de ‘Liga da Justiça’

Em entrevista ao Comic Book Debate, o diretor Zack Snyder revelou que não pretende fazer mais filmes de super-heróis da DC após lançar sua versão  da ‘Liga da Justiça‘.

“Eu tenho muitos projetos acontecendo agora. Fico muito feliz que os fãs tenham tanta fé na trajetória. Isso é incrível. Estou animado para eles verem a Liga da Justiça para que possam realmente beber todo o elixir da Liga da Justiça. Mas se eu continuaria na DC após isso? Não faz parte dos meus planos”, afirmou.

Vale lembrar que a versão de Snyder não faz parte do “novo projeto da DC Films” e os executivos do estúdio descrevem a versão HBO Max da ‘Liga da Justiça‘ “como um beco sem saída, uma rua que não leva a lugar nenhum.”

O chefe da DC Films, Walter Hamada, revelou a informação ao The New York Times.

Em outras palavras, as chances de uma sequência, desdobramentos ou esse corte do filme influenciar outras histórias são mínimas. Isso não é muito surpreendente e pode explicar por que tem havido rumores de um seguimento possivelmente assumindo a forma de uma história em quadrinhos (provavelmente escrita por Snyder com arte da Editora DC Jim Lee).

O Snyder Cut de Liga da Justiça‘ será lançado em março do ano que vem na HBO Max.

A nova versão será um evento dividido em quatro partes e com duração de quatro horas (o que faz com que cada “capítulo” tenha uma hora de exibição).

Conforme Snyder prometeu, a nova versão trará vários arcos inéditos de personagens, incluindo a história completa do Ciborgue e a introdução de Iris West (Kiersey Clemons) ao DCEU.

Confira o trailer e as imagens promocionais:

‘Star Trek: Picard’: Whoopi Goldberg fala sobre sua futura aparição na 2ª temporada

LOS ANGELES - APRIL 28: Whoopi Goldberg as Guinan in the STAR TREK: THE NEXT GENERATION episode, "Hollow Pursuits." Original air date, April 28, 1990. Season 3, episode 21. Image is a screen grab. (CBS via Getty Images)

Pouco antes de Star Trek: Picard’ estrear oficialmente, Patrick Stewart participou de um programa do The View e fez um convite formal para Whoopi Goldberg reprisar seu papel como Guinan na produção.

Após aceitar o convite, Goldberg ficou sabendo que apareceria em um dos episódios da 2ª temporada, cujas gravações começam no dia 01 de fevereiro. Em entrevista à SFX Magazine, a atriz revelou alguns detalhes sobre voltar ao panteão intergaláctico.

“Eu ainda não assistir a Star Trek: Discovery’, mas assisti à primeira temporada de ‘Picard’, que foi ótima. De tempos e tempos, falo com Patrick [Stewart] sobre Star Trek. Com sorte, vou me juntar ao elenco por um tempo no próximo ano. Estou bem animada com isso”.

O novo ciclo ainda não tem previsão de estreia.

A série tem como personagem principal Jean Luc-Picard (com o retorno de Patrick Stewart às telinhas), que apareceu em duas séries e quatro filmes, sendo a primeira vez em 1987. Picard também fez uma aparição especial com Star Trek: Deep Space Nine’ antes de migrar para as telonas.

Alison Pill (The Newsroom‘), Harry Treadaway (‘Penny Dreadful) e Isa Briones  (‘American Crimes Story: Versace‘)  completam o elenco. Hanelle Culpepper assume a direção do projeto. 

‘Mulher-Maravilha’: “Queriam Diana cortando cabeças e sendo violenta”, revela Patty Jenkins sobre os executivos da Warner

Tanto os fãs quanto os críticos consideram ‘Mulher-Maravilha‘ (2017) como uma importante conquista para a Warner Bros, já que o filme ajudou a reconquistar os fãs após as críticas de ‘Batman vs Superman‘.

Além disso, a adaptação rendeu US$ 821,8 milhões ao estúdio, a partir de um orçamento de US$ 150 milhões.

No entanto, parece que os executivos da Warner não estavam levando fé na ideia e nem quiseram ler o roteiro sugerido por Patty Jenkins.

A informação foi revelada pela própria diretora durante uma entrevista para o podcast WTF com Marc Maron.

“Quando me convidaram, eles queriam me contratar apenas como uma imagem feminina, mas o filme seria feito com a história e a visão que eles queriam. E as minhas ideias? Eles nem leram o roteiro que eu apresentei.”

Ela continuou:

“Eles queriam algo mais parecido com ‘Batman vs Superman‘ e havia muita desconfiança nos bastidores, porque eles não queriam ir por um caminho diferente [do que já estava planejado]. Mesmo depois que eu fui contratada, eles queriam fazer do jeito deles, mas eu insisti e disse que nenhuma mulher queria ver o que eles estavam idealizando. Era tipo… Diana cortando cabeças e sendo violenta. Eu acho que a Warner ainda estava tentando descobrir por qual caminho seguir, na época.”

Em uma imagem divulgada por Zack Snyder em seu perfil do Vero, a personagem aparece ao lado de um batalhão bem diversificado e segura três cabeças decapitadas de soldados russos como se fossem troféus.

Originalmente, a imagem seria incluída em ‘Batman vs Superman‘ quando Bruce Wayne (Ben Affleck) acessa os arquivos roubados da LexCorp.

Confira:

Felizmente, a visão de Jenkins acabou prevalecendo no fim das contas.

Lembrando que ‘Mulher-Maravilha 1984‘ já está em exibição nos cinemas.

Assista nossa entrevista com Gal Gadot e Patty Jenkins:

Crítica | ‘Mulher-Maravilha 1984’ é ainda mais FANTÁSTICO que o primeiro filme

Como arqueóloga, Diana, que trabalha no museu Smithsonian, é uma Mulher-Maravilha que tem super poderes extraordinários, podendo ser a heroína mais forte do mundo. Em 1984, a Mulher Maravilha está em perigo mortal assustador diante de uma enorme conspiração do empresário Max, que canta alto para satisfazer os desejos das pessoas, e uma inimiga misteriosa, a Mulher-Leopardo. A Mulher-Maravilha vai conseguir parar o colapso do mundo sozinha?

O elenco também conta com Chris PineKristen WiigPedro Pascal.

 

Ator de ‘Homem-Formiga’ não sabe se vai voltar para o 3º filme

Quando o público viu Mitchell Carson (Martin Donovan) pela última vez em ‘Homem-Formiga‘, o vilão conseguiu roubar uma pasta cheia de partículas Pym.

Mesmo que ele tenha sido atacado por uma horda de formigas, não há provas de que ele morreu, o que gerou diversas teorias sobre seu retorno no futuro.

No entanto, Donovan revelou ao Comic Book que não sabe se vai voltar para o 3º filme da franquia.

“Eu não acompanho de perto o MCU e não estou ciente sobre o que vai acontecer com o personagem. Eu nem sabia que havia teorias sobre isso, não sabia que ele era um personagem importante. Sinceramente, não sei quais são os planos para ele. Mas eu estou aqui e eles [da Marvel] sabem onde me encontrar.

Como Kang (Jonathan Majors) será o vilão do próximo filme, há poucas chances de vermos Carson retornar, a não ser que seja numa breve explicação sobre o que aconteceu com ele.

O que você espera do próximo filme:

Escrita por Jeff Loveness (‘Rick e Morty‘) e dirigida por Peyton Reed, a sequência tem estreia marcada apenas para 2022.

O elenco contará com o retorno de Paul Rudd como Scott Lang/Homem-Formiga, Evangeline Lilly como Hope Van Dyne/Vespa, Michelle Pfeiffer como Janet Van Dyne, Michael Douglas como Hank Pym e Kathryn Newton como Cassie Lang.

Confira a logo oficial:

 

12 séries que tiveram bastidores infernais e cheios de TRETA

Às vezes eles interpretam melhores amigos em frente às câmeras e mal permanecem por mais de 5 minutos no mesmo ambiente por trás delas. Se o grande desafio é fazer os dramas nos bastidores não ultrapassarem para dentro das telas, muitas vezes não há muito como esconder da mídia que um dos seus protagonistas não gosta do outro — ou que um deles tem um sério problema com os produtores e roteiristas. 

As recentes acusações de mau comportamento da atriz Lea Michele nos bastidores de Glee, algo que vinha sendo um forte rumor desde os tempos áureos da série, aliás, fizeram os fãs relembrarem todos os problemas que fizeram o clima nos bastidores virar notícia. E, como não foram poucos, o CinePOP resolveu relembrar esta e outras séries que tiveram mais drama com as câmeras desligadas do que com elas ligadas. 

Glee

Os “ataques de estrelismo” da intérprete de Rachel Berry foram denunciados por membros do elenco principal da série — incluindo Heather Morris, intérprete de Brittany S. Murphy, que confirmou que era “muito difícil” trabalhar com a atriz. Após a publicação de Samantha Ware em suas próprias redes sociais gerar uma onda de acusações contra Michele, outras pessoas confirmaram o clima hostil, e embora Amber Riley não tenha dito que sofreu maus-tratos, deu apoio aos colegas que se sentiram lesados.

Esta não é a primeira vez que Glee fica sob holofotes controversos. Naya Rivera (Santana Lopez) escreveu em seu livro autobiográfico que o convívio com Lea era complicado e que sua personagem chegou a ser ofuscada a pedido da protagonista. O próprio showrunner, aliás, já se pronunciou sobre as confusões internas que não soube administrar:

“Foram os melhores e os piores momentos da minha vida. Havia muita briga, muita gente dormindo com muita gente e terminando. Foi um bom treinamento para ser um pai, vou dizer isso”, falou para a Entertainment Weekly. “Se eu pudesse voltar no tempo, teria feito as coisas de forma diferente com muitos daqueles atores. Ainda sou muito próximo a alguns deles (…) mas com outros não fluiu muito bem, e disso eu me arrependo”, completou em declaração ao THR. 

Grey’s Anatomy

Foram tantas as crises nos bastidores de Grey’s Anatomy que temos uma matéria completa apenas listando as 10 principais. Aqui, portanto, vamos relembrar a confusão com Katherine Heigl. Embora a eterna Izzie Stevens tenha deixado a série em março de 2010, a confusão começou dois anos antes, quando a atriz retirou a sua inscrição para concorrer ao Emmy alegando que “não sentia que tinha recebido material o  suficiente para ser considerada uma indicada”. A situação, é claro, causou um incômodo, e Shonda Rhimes justificou que a personagem tinha menos tempo de tela porque a própria atriz havia requisitado uma agenda mais leve, em virtude de seus demais compromissos. 

Ainda assim, apesar de ter voltado para a temporada cinco, ela acabou se cansando da situação e anunciando sua saída. “Trabalhamos duro para encontrar uma forma amigável e graciosa de deixar o passado para trás. É triste mas é o que eu quero.” Mesmo que tenha parecido uma saída supostamente amigável, tanto Rhimes quanto Ellen Pompeo confirmaram posteriormente que foi uma situação desconfortável para todos os envolvidos.

Um Maluco no Pedaço

A troca de atrizes para o papel de Tia Vivian a partir da 4ª temporada ocorreu porque Janet Hubert teve um conflito com o astro Will Smith. À época, os dois alegaram que o motivo foi “divergência criativa”, também conhecida como a desculpa oficial para “treta das bravas”. Posteriormente, Smith confessou que ele e a atriz não se entendiam bem nos bastidores, e os rumores dizem que ele deu um ultimato para os produtores. Entre ela e ele, não dava para fazer Um Maluco no Pedaço sem… o maluco do pedaço. 

The Good Wife

A dinâmica entre Julianna Margulies e Archie Panjabi era bem diferente daquela entre Alicia e Kalinda em The Good Wife. Quando os rumores de que elas estavam filmando separadamente começaram a se espelhar, as especulações aumentaram e o motivo, supostamente, seria um ciúme da vitória de Panjabi no Emmy, e o afastamento das duas dificultou toda a rotina da produção, embora o real motivo nunca tenha sido oficializado. 

Two and a Half Men

Charlie Sheen, que era literalmente o rei do show na comédia que já foi a mais bem-sucedida da televisão, não era exatamente uma pessoa fácil de se lidar, mas as coisas pioraram quando ele passou a apresentar um comportamento errático que se transformou em violência verbal. O ator lutava contra abuso de substâncias, mas a situação ficou tão desconfortável que ele foi demitido da série e substituído por Ashton Kutcher

Buffy the Vampire Slayer

Buffy e Willow eram amigas nas telas, mas Sarah Michelle Gellar e Alyson Hannigan começaram a ter problemas de convívio a partir da 3ª temporada, já que Hannigan supostamente se irritava com o comportamento de Gellar, que tinha vontade de priorizar sua carreira em ascensão e estava pronta para encerrar os trabalhos em BtVS a qualquer momento. Quando a série enfim foi encerrada, em seu sétimo ano, foi justamente porque a protagonista disse “basta”.

O que não quer dizer, é claro, que não exista uma legião de fãs apaixonados por Buffy até hoje. Clássico é clássico.

Sex and the City

Quando filmavam Sex & the City, rumores apontam que Kim Cattrall e Sarah Jessica Parker preferiam rodar suas cenas separadamente, obrigada. Isso porque Parker recebia o maior salário entre as principais, o que causou um desconforto quando elas não precisavam estar juntas em cena. 

Arquivo X

A questão salarial não era restrita apenas à série da HBO, e outra que enfrentou algo semelhante foi Arquivo X. No final dos anos 90, o conflito entre equipe e elenco se acirrou porque Gillian Anderson supostamente recebia apenas metade do salário de David Duchovny. O próprio ator, inclusive, chegou a mover um processo contra a Fox em 1997 por disputas salariais, mas parece que tudo se resolveu eventualmente, já que a série teve uma sobrevida em 2016.

The 100

A série adolescente pós-apocalíptica da CW se viu no meio de águas turbulentas em 2016 quando matou dois personagens queridos pelo público e foi extremamente criticada por reforçar estereótipos negativos de representatividade LGBT. O drama ficou ainda mais confuso quando Ricky Whittle, que na época interpretava Lincoln, concedeu uma entrevista ao Afterbuzz TV e revelou que a morte de seu personagem não aconteceu porque ele queria sair para seguir outros trabalhos (o ator viria a protagonizar Deuses Americanos logo após), mas porque o showrunner Jason Rothenberg tornava o clima nos bastidores insuportável, fazia perseguições e eventualmente teria o “forçado” a pedir demissão. 

Desperate Housewives

Desperate Housewives não sofreu por falta de drama, mas um deles acabou com um processo de US$ 20 milhões. Isso quando Nicollette Sheridan, que interpretava Edie, acusou o criador Marc Cherry de abuso, quando ele teria a agredido na cabeça durante uma briga. A personagem foi eventualmente morta na série, algo que causou um franco declínio de audiência.  

Star Trek

Embora na USS Enterprise o clima fosse agradável, William Shatner e George Takei preferiam ignorar a existência um do outro fora das câmeras. Takei afirmava que Shatner era egoísta, e o outro também não fazia questão de esconder o clima desagradável entre ambos da mídia. 

Community

É Dan Harmon vs Chavy Chase em uma das comédias mais amadas da TV, um drama que, segundo o criador da série, tomou proporções bastante exageradas na mídia.

Tudo escalonou quando Pierce Hawthorne deveria fazer uma piada de cunho racista, e o ator negou-se a rodar a cena. No momento, ele disse a palavra n*gga (um termo altamente ofensivo), e saiu da sala deixando para trás uma Yvette Nicole Brown bastante desconfortável. Ele afirma que  estava dizendo a palavra para provar seu ponto de vista contra a piada do roteiro, e não direcionando-a a qualquer um dos presentes. 

Mas quando retornou disposto a, no fim das contas, gravar a tal cena, descobriu que toda a discussão havia sido vazada para a imprensa.

O seu comportamento errático já havia sido um problema antes, quando o ator se recusou a gravar uma cena importante para o episódio final da 3ª temporada. Depois disso, Harmon ligou para Chase a fim de tirar satisfações, e ouviu uma resposta bastante mal-educada. 

A suposta briga entre Dan Harmon e Chevy Chase foi transformada em manchetes de jornais e revistas por semanas. No fim das contas, insatisfeito e cansado, Chase saiu na metade da 4ª temporada da comédia, após Harmon ter sido demitido no final da 3ª (e felizmente recontratado para a 5ª).

‘Dexter:’ Michael C. Hall explica porque concordou em reviver a série

Inúmeras séries de TV acabaram sendo bastante criticadas por conta de seus desfechos inapropriados, como ‘Lost‘, ‘Game of Thrones’ eDexter‘.

No entanto, ‘Dexter‘ tem a chance de ser absovida agora que a produçao vai ganhar uma nova temporada.

Em entrevista para o The Daily Beast, o protagonista Michael C. Hall explicou porque concordou em reviver a série.

“Esse assunto já estava sendo discutido há anos sob diferentes possibilidades, e eu concordei em retornar porque acho que vale a pena continuar a história de uma maneira que abrace o que foi criado inicialmente. Já passou tempo o bastante [desde o desfecho], e aquele final foi bem intrigante.”

Ele continuou, admitindo que o final foi bem desagradável:

“E sejamos realistas: as pessoas não ficaram satisfeitas com o final, quando vi que havia uma chance de redimir o que foi feito, percebi que poderia valer a pena. Foi com Dexter que eu tive essa experiência de me apegar a um personagem por tantos ano, então estou animado para voltar.”

Lembrando que as gravações dos novos episódios serão iniciadas ainda este mês.

De acordo com o The Illuminerdi, personagens inéditos serão introduzidos à trama e a emissora Showtime estaria cotando o veterano John Cusack para viver um novo adversário do assassino homônimo.

O personagem corresponde a “um homem de 50 anos de idade, chamado Kurt”.

Segundo a descrição, o Kurt terá um extenso arco ao longo dos 10 episódios e é um caminhoneiro do nordeste dos Estados Unidos, que possui uma parada de caminhões na cidade. O homem conseguiu se estabelecer como um “amado líder da comunidade”, mas protege os segredos do seu filho Matthew, que criou “muitas confusões’, a ponto do seu pai ter que usar sua fortuna para limpar sua sujeira.

Vale lembrar que a trama se passará dez anos após os eventos da 8ª temporada e não será ambientada em Miami, onde aconteceu a maior parte da série.

Confira a sinopse publicada pelo The Hollywood Reporter:

“Dez anos após o desaparecimento de Dexter Morgan durante o furacão Laura, os novos episódios vão acompanhar o personagem vivendo sob uma nova identidade… Longe de Miami.”

Marcos Siega retornará para dirigir seis dos dez episódios. Para quem não sabe, ele já havia dirigido nove episódios ao longo das temporadas anteriores.

O revival de ‘Dexter‘ está previsto para estrear em 2021.

Confira o primeiro teaser:

Clyde Phillips, produtor executivo da série original, será o showrunner do revival.

Dexter‘ durou por oito temporadas, finalizando sua trama no que é considerado, até hoje, “um dos piores finais de série de todos os tempos”. Será que o revival ajudará a limpar da imagem da série e consertar os erros do seu desfecho?

Vale lembrar que as oito temporadas da série original estão disponíveis na Amazon Prime.

‘Adão Negro’: Sarah Shahi pode ter revelado qual será sua personagem na adaptação; Confira!

Desde que Sarah Shahi (‘City on a Hill‘) foi adicionada ao elenco da adaptação de ‘Adão Negro, seu papel permanece em segredo.

Rumores apontaram que ela poderia estar interpretando Adrianna Tomaz, alter ego da deusa egípcia Isis… E parece que a estrela pode ter confirmado as suspeitas.

Em seu perfil do Instagram, ela compartilhou que está lendo alguns quadrinhos para se preparar, e dois desses quadrinhos fazem parte das edições dos Novos 52 do ‘Adão Negro‘, nos quais Isis desempenha um grande papel.

Na trama, ela é a responsável por ressuscitar o Adão Negro na tentativa de dominar o mundo.

Para quem não a conhece, ela é comumente descrita como uma versão maligna da Mulher-Maravilha e também tem os principais poderes da heroína, como super-força, velocidade, resistência e voo.

Confira a publicação:

“Pesquisa… ‘Adão Negro’.”

Lembrando que o elenco também conta com Quintessa Swindell (Maxine Hunkel),  Aldis Hodge (Gavião Negro) e Noah Centineo (Esmaga-Átomo)

Há alguns meses, Johnson compartilhou uma nova imagem de bastidores da ação Red Notice e aproveitou para confirmar que as filmagens de Adão Negro começam a partir de março de 2021, no início da primavera norte-americana.

Anteriormente previsto para ter início em julho deste ano, com lançamento marcado para dezembro de 2021, o filme foi removido do cronograma da Warner Bros. em virtude do COVID-19.

Por enquanto, não há previsão de estreia.

De qualquer forma, Johnson escreveu na publicação que “na primavera [norte-americana], vamos rodar o grande Adão Negro para o universo DC, na Geórgia.

Confira:

Apesar dos detalhes sobre a narrativa não terem sido revelados, os fãs já sabem que Adão Negro é o antagonista principal do herói conhecido como Shazam. Nos tempos modernos, entretanto, o personagem evoluiu para um anti-herói extremamente complexo e conturbado – tornando-se uma das criações mais proeminentes do panteão da DC.

O filme é dirigido por Jaume Collet-Serra (‘Jungle Cruise’).

Confira as primeiras artes da adaptação:

‘Star Wars’: A Alta República’ ganha trailer em comemoração ao lançamento; Assista!

A Lucasfilm divulgou um novo trailer de ‘Star Wars’: A Alta República‘ para anunciar hoje o lançamento do primeiro volume da série literária, intitulado ‘The Light of the Jedi‘ (A Luz dos Jedi).

Light of the Jedi‘ leva o título da 1ª fase narrativa da série, que contará com mais dois volumes, intitulados ‘A Test of Courage’ e ‘The Great Jedi Rescue’, além de uma série de quadrinhos da Marvel Comics

Outras duas fases estão sendo planejadas para lançamento ao longo do ano e serão intituladas ‘Quest of the Jedi’ e ‘Trials of the Jedi’.

Confira, junto com o trailer:

Divulgada anteriormente como Projeto Luminous, a iniciativa vai acompanhar a jornada dos Cavaleiros Jedi cerca de 200 anosantes doseventos de ‘Star Wars: A Ameaça Fantasma’ e vai contar com os escritores Claudia Gray, Cahrles Soule, Cavan Scott, Daniel José Older e Justina Ireland.

Todos os autores mencionados possuem um histórico de longa parceria com a Lucasfilm e com a Marvel Comics, desenvolvendo diversas histórias relacionadas à saga.

Como as novas histórias não terão relação com os filmes e séries da saga, ‘The High Republic’ vai apresentar um lote de personagens e acontecimentos inéditos.

Através de um comunicado, Michael Siglain, diretor criativo da Lucasfilm, se mostrou bastante empolgado com o projeto.

“‘Star Wars: The High Republic‘ apresenta os Cavaleiros Jedi como sempre desejamos vê-los – como verdadeiros guardiões da paz e da justiça. Este é um momento otimista e de esperança, quando os Jedi e a República Galáctica estão no auge. Mas é claro que, nessa nova era gloriosa, também está surgindo uma perversa ameaça. Essa iniciativa dará aos leitores jovens e idosos um novo canto da galáxia para explorar através de histórias ricas e significativas. Além disso, os leitores irão conhecer o que assusta os Jedi.”

Confira o anúncio e as artes promocionais:

‘Homem-Aranha 3’ pode dar início ao filme do ‘Sexteto Sinistro’

Os fãs do MCU foram pegos de surpresa quando foi anunciado que Jamie Foxx vai reprisar seu papel como Electro no vindouro Homem-Aranha 3‘.

E a chegada do vilão pode ser um forte indício da introdução do ‘Sexteto Sinistro‘ no Universo Compartilhado da Marvel.

Os detalhes da sequência ainda permanecem bem guardados, mas Electro era a peça que faltava na grade de personagens que podem compor a equipe de vilões.

Além de Electro, Mysterio (Jake Gyllenhaal) é um forte candidato ao grupo, já que os fãs acreditam que ele provavelmente forjou sua suposta morte.

Lembrando que Adrian Toomes (Michael Keaton), o Abutre, já ameaçou o Cabeça de Teia no 1º filme com seu grupo de aliados, composto por Herman Schultz, o Shocker (Bokeem Woodbine), Tinkerer (Michael Chernus), e Mac Gargan (Michael Mando), que mais tarde se torna o Escorpião nos quadrinhos.

Além disso, o jornalista KC Walsh deu a entender que ‘Homem-Aranha 3‘ trará um clássico vilão da trilogia original de ‘Homem-Aranha’: Doutor Octopus.

O vilão, interpretado por Alfred Molina, é um dos mais icônicos no panteão aracnídeo e deu as caras em ‘Homem-Aranha 2’, em 2004.

Quando questionado sobre a aparição do Sexteto Sinistro no terceiro filme da nova franquia, Walsh respondeu com um gif de Molina como o vilão. Caso os rumores se confirmem, será interessante analisar de que maneira Doutor Octopus voltará, visto que morreu no final de ‘Homem-Aranha 2’.

Morbius (Jared Leto) também pode ter seu lugar no grupo, caso algum membro mencionado seja deixado de fora, inicialmente.

De qualquer forma, a Marvel e a Sony já estão preparando o terreno para adaptar a equipe no futuro, o que vem sendo aguardado pelos fãs desde a cena pós-crédito de ‘O Espectacular Homem-Aranha’ (2012).

Agora só resta aguardar para saber como o estúdio vai lidar com o leque de personagens inseridos nas telonas.

Recentemente, Dane DeHaan, intérprete de Harry Osborn, confirmou ao Collider que a Sony tinha planos de adaptar o ‘Sexteto Sinistro‘ para o cinema antes do Homem-Aranha fazer parte do MCU.

“É meio óbvio, não é? No segundo filme, eles deixaram diversas pistas e provocaram o público com a chegada do ‘Sexteto Sinistro‘. Eu não sei muitos detalhes, mas o Duende Verde seria o líder do grupo e haveria diversos filmes com novos vilões. A ideia acabou sendo cancelada por conta do novo acordo entre a Sony e a Marvel Studios.”

Por falar em ‘Homem-Aranha 3‘, o Comic Book divulgou que o novo longa pode ser intitulado ‘Spider-Man: Homesick‘ (Homem-Aranha: Saudade de Casa, em tradução livre).

O título faz sentido e combina perfeitamente com os filmes anteriores estrelados pelo Tom Holland, ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘ e ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘, respectivamente.

Obviamente, a informação não foi confirmada, mas a evidência mais concreta é que o título já havia sido publicado pelas revistas Esquire e Maximum.

Curtiram o possível título da sequência?

A estreia da continuação continua marcada para 17 de dezembro de 2021, mas é possível que, com o adiamento da produção, o lançamento seja afetado.

Além de Tom Holland voltando como o personagem-titular, Zendaya irá reprisar seu papel como MJ. E é bem provável que grande parte do elenco também retorne, incluindo Marisa Tomei e Jacob Batalon.

Lembrando que Amy Pascal atuará como produtora da sequência ao lado de Kevin Feige, representando a Sony e a Marvel, respectivamente.

Assista à nossa crítica sobre ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘:

Sequência de ‘Pequenos Grandes Heróis’ é CONFIRMADA pela Netflix!

Segundo o ComicBook.com, a Netflix confirmou que o adorado filme de aventura infantil Pequenos Grandes Heróis vai ganhar uma sequência!

A notícia foi revelada por Ted Sarandos, diretor executivo da gigante do streaming, após previsões indicarem que o título pode quebrar recordes de exibição ao ser assistido por nada menos que 44 milhões de usuários em um mês (ou seja, até o dia 25 de janeiro).

Robert Rodriguez retorna como diretor, roteirista e produtor da continuação ainda sem título oficial. Não se sabe quando as filmagens oficiais começam.

Os super-heróis do planeta Terra foram raptados após uma invasão alienígena. Agora, os filhos deles estão sob a proteção do governo, que designou uma misteriosa babá (Priyanka Chopra Jonas) para ficar de olho neles em um lugar isolado. Mas nada nem ninguém vai impedir Missy Moreno (YaYa Gosselin) de resgatar seu pai, o super-herói Marcus Moreno (Pedro Pascal). Para isso, ela forma uma equipe extraordinária com outros jovens heróis com superpoderes, como elasticidade, controle do tempo e previsão do futuro.

O elenco inclui Pedro Pascal, Priyanka Chopra-Jonas, Christian Slater, Yaya Gosselin, Boyd Holbrook, Chris McDonald e Adriana Barraza.

Crítica | ‘Cor’, novo álbum de ANAVITÓRIA, é um ótimo jeito de começar 2021

ANAVITÓRIA, dupla formada por Ana Caetano e Vitória Falcão, se formou em 2014, levando dois anos até fazerem sua grande estreia com o álbum homônimo em 2016 – que rendeu uma estatueta do Grammy Latino ao duo e outra indicação. Conhecidas por sua escrita bastante metafórica e por uma sonoridade que mistura passado e presente, Caetano e Falcão ascenderam a um sucesso inesperado e, no primeiro dia do ano, agraciaram seus fãs com Cor, uma pequena “oferenda” para nos lembrar do conturbado ano que finalmente chegou ao fim, servindo como o capítulo inicial de um necessário processo de cura. O quarto álbum de estúdio se afasta das concepções realistas e melancólicas outrora manifestados com força em suas músicas mais famosas para uma idealização romântica e bastante patriótica que se estende ao longo de breves catorze faixas muito bem pensadas.

Honestamente, a carreira dessas duas ótimas cantoras e compositoras sempre passou longe do radar desse crítico que vos escreve, mas resolvi me render ao que apenas posso chamar do melhor jeito para começar uma nova era. Afinal, a obra é uma mistura evocativa e emocionante de todas as incursões folk brasileiras – ou seja, a amálgama sincera das raízes sertanejas com as baladas interioranas de Minas Gerais e de São Paulo – com a sutileza momentânea de sintetizadores eletrônicos e da pungência metálica da guitarra e do baixo, pincelando uma lírica poética monumental, para dizer o mínimo. Enquanto certos versos são familiares entre si, ainda mais por falar de um romance shakespeariano que deixou suas marcas e que não pode ser apagado, é isso que fornece a coesão que amarra direitinho as tracks. Ademais, a preferência da dupla por finalizações bruscas é um dos únicos aspectos que mancha o CD.

“Amarelo, azul e branco” é uma produção que tem muito a dizer, mas não consegue se achar. Não se enganem, a abertura do álbum é muito bem-vinda para preparar os ouvintes ao que os aguarda no restante da jornada – e até nutre de certos elementos com grupos musicais como Barbatuques, em que a percepção sensorial é transferida para potentes tambores e um autodescobrimento empoderador que clama pela liberdade e pela expressividade. Porém, a fusão de contraditoriedades toma proporções frenéticas que mereciam maior atenção (dito isso, sendo ofuscados pela química e pelas harmonias de ambas as performers).

Os melhores momentos de Cor insurgem quando a dupla não se limita a construir algo simplista – como acontece com “Te amar é massa demais”. A obviedade do título é logo varrida para debaixo do tapete quando é-nos apresentada uma conflitante e apaixonante explosão de samba e bossa-nova que nos arremessa de volta para os anos 1920 do subúrbio carioca, enquanto abre espaço para inflexões à la Tom Jobim e Maria Gadú, com reflexos distantes à fase mais pé-no-chão de Elis Regina (e tais caracterizações explicam o motivo de ser um dos pontos altos da iteração). Já “Tenta acreditar” é um antro em que vulnerabilidade e teatralidade encontram um espectro em comum num circense e pessoal desabafo.

A obra alcança sucesso imenso ao manter o frescor atual das múltiplas facetas da cultura brasileira ao mesmo tempo que presta homenagem bastante mimética aos ídolos que a influenciaram – sejam eles nacionais ou internacionais. O extraordinário interlúdio “(dia 34)” é porta de entrada para uma reverência à Rita Lee (que empresta sua voz para a faixa inicial) nos primeiros anos da década de 2000, intitulada “Ainda é tempo” – em que a profusão do new rave é reduzida ao classicismo do piano e as brechas que o instrumento cultiva para a popular guitarra da semi-balada “Eu sei quem é você”. Em “Terra”, o doo-wop e o soul ganham vida através de inferências que respaldam na icônica discografia de Rihanna, mais especificamente no icônico ‘ANTI’ (2016); “Lisboa”, canção que fecha com chave de ouro, resgata as últimas aventuras de Adriana Calcanhotto no ano passado com ‘Só’, mas não se limita apenas a imitá-la, e sim trazê-la para um escopo original e bastante narcótico.

Nada disso seria possível sem a competente produção supervisionada por ninguém menos que Caetano ao lado de Tó Brandileone – uma parceria perfeita que une dois estilos bastante semelhantes em algo que pode vir a ditar as preferências instrumentais deste ano para a música brasileira. Os detalhes acústicos, que puxam elementos do B-pop, da eletrônica e da melodia sinestésica do violão (como em “Carvoeiro” ou em “Explodir”), são os responsáveis por impedir que as tracks se rendam a uma similaridade monótona e esquecível. Aliás, o compilado de originais é uma grande memorabília atemporal que não se amordaça a um momento, e sim a vários deles que despontam em uma cronologia onírica.

2021 começou com o pé direito – e com ninguém menos que uma dupla brasileira que ainda tem muito a nos contar e que, no final das contas, esperamos que permaneçam nesse caminho de grande sucesso. Cor é uma celebração do amor, da liberdade e de tudo aquilo que a vida nos reserva – motivo pelo qual precisamos do álbum agora mais do que nunca.

Nota por faixa:

1. Amarelo, azul e branco (feat. Rita Lee) – 3/5
2. Te amar é massa demais – 4/5
3. Tenta acreditar – 4,5/5
4. Explodir – 3,5/5
5. Cigarra – 4/5
6. Selva – 4/5
7. (dia 34) – 5/5
8. Ainda é tempo – 5/5
9. Eu sei quem é você – 4/5
10. Terra – 4,5/5
11. Abril – 4/5
12. Te Procuro – 4/5
13. Carvoeiro – 4,5/5
14. Lisboa (feat. Lenine) – 5/5

‘Mulher-Maravilha 1984’ sofre queda altíssima em sua 2ª semana nos cinemas brasileiros

Com o feriado de fim de ano e as restrições em relação a pandemia de COVID-19, ‘Mulher-Maravilha 1984‘ sofreu uma alta queda em sua segunda semana nas bilheterias do Brasil.

O longa da heroína arrecadou R$ 2 milhões e foi assistido por mais de 110 mil pessoas entre quinta (31) e domingo (3), segundo a ComScore.

Para comparação, o filme teve uma queda de quase 80% em relação a sua semana de estreia, quando levou 494 mil pessoas aos cinemas e arrecadou R$ 8,7 milhões.

Enorme sucesso de público e crítica, ‘Mulher-Maravilha 1984‘ segue sendo exibido somente nos cinemas no Brasil, seguindo todos os protocolos de segurança exigidos por especialistas e poder público para o setor.

Mundialmente, o filme já soma R$ 119 milhões.

Assista nossa entrevista com Gal Gadot e Patty Jenkins:

Sucesso entre os críticos, o filme abriu com 89% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Crítica | ‘Mulher-Maravilha 1984’ é ainda mais FANTÁSTICO que o primeiro filme

Como arqueóloga, Diana, que trabalha no museu Smithsonian, é uma Mulher-Maravilha que tem super poderes extraordinários, podendo ser a heroína mais forte do mundo. Em 1984, a Mulher Maravilha está em perigo mortal assustador diante de uma enorme conspiração do empresário Max, que canta alto para satisfazer os desejos das pessoas, e uma inimiga misteriosa, a Mulher-Leopardo. A Mulher-Maravilha vai conseguir parar o colapso do mundo sozinha?

O elenco também conta com Chris PineKristen WiigPedro Pascal.