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A Ascensão e Queda da Indústria de Quadrinhos e os Ecos no Audiovisual

Depois de um grande ano, o mercado editorial sofre com as consequências da Covid-19

O ano de 2019 foi muito bom para todo o segmento editorial de revistas em quadrinhos, não à toa configurando como um dos anos mais lucrativos para eles em décadas. Um relatório anual publicado pela revista varejista ICv2 e pela Comichron apontou que nesse período as vendas alcançaram uma marca de US$ 1,21 bilhão. Com isso, superando em muito a média histórica estabelecida em 2018 de US$ 1,095 bilhão.

Apesar de não haver uma razão cravada para esse aumento, em entrevista concedida a Business Insider o presidente da ICv2, Milton Griepp, apontou que o aumento de procura por Graphic Novels (um segmento da indústria voltado para histórias mais trabalhadas) e as novas histórias para os quadrinhos infantis, que não se limitam mais ao clássico gênero de super-heróis, são indicadores de novos tempos para o mercado.

No entanto, em 2020 o panorama geral do mundo mudou drasticamente com a pandemia do novo Coronavírus. Todos os seguimentos de diversas indústrias foram afetados direta ou indiretamente pela nova configuração social que foi adotada pela maior parte dos países para conter a proliferação do contágio. No caso do mercado de quadrinhos não foi diferente.

Mercado de quadrinhos enfrenta momento complicado

Em matéria assinada por Sam Thielman para o Guardian, a crise dos quadrinhos é representada pela situação da Diamond Comics Distributors. A empresa é responsável por abastecer as prateleiras das lojas de quadrinhos com as últimas edições de Marvel\DC\Image etc., segundo Thielman o fechamento das lojas de quadrinhos e a consequente falta de receita afeta as distribuidoras, que por sua vez não tem condições de pagar as grandes editoras, eventualmente não tendo condições de pagar seus editores e funcionários.

Por meio de uma linha do tempo estabelecida pelo Comichron para o ano de 2020, janeiro foi um mês considerado próspero com a venda de Wonder Woman #750, seguido por fevereiro que registrou um aumento de 7% nas vendas motivados por Wolverine #1. Porém em março, quando os casos de Covid-19 começaram a ganhar proporção fora da China foi quando o mercado de quadrinhos registrou as primeiras estimativas negativas.

Em 5 de junho a DC Comics terminou a parceria com a Diamond Distribution. Veio agosto e por uma decisão administrativa do conglomerado de comunicação AT&T, este que comprou o grupo Warner e consequentemente a DC Comics, ocorreu uma demissão em massa de funcionários do serviço de streaming da editora (o DC Universe) cujo o catálogo será realocado para o futuro projeto da HBO Max. De acordo com o portal Comicbook os efeitos econômicos negativos da pandemia tiveram grande influência na decisão da AT&T que vê a mídia digital como uma forma de recuperar as perdas.  

Serviço de streaming do grupo Warner vem para deixar sua marca no mercado

A própria editora em si não escapou das demissões, sendo a do editor chefe Bob Harras como a que mais chamou a atenção. Além dele, o famoso ilustrador Jim Lee, que possui um cargo administrativo dentro da empresa, teve sua posição realocada para tapar eventuais faltas na cadeia de comando.

Já a sua principal competidora, Marvel Comics, precisou se adequar aos novos tempos com uma estratégia própria: limitar o número de venda de quadrinhos físicos e focar nas versões digitais. Não é de agora que o mercado digital começou para essa indústria, tendo inclusive serviços por assinatura (como o Marvel Unlimited). Segundo a ICv2 as receitas oriundas da venda de mídia digital geraram, em 2019, US$ 90 milhões. Já em 2018 esse mercado viu sua maior receita em tempos, US$ 100 milhões.

Não se sabe ainda o quão longevo e profundo será o impacto do Covid-19 para a economia de maneira geral e ainda mais especificamente para a indústria dos quadrinhos. A queda na receita de vendas impulsionou serviços de streaming como Disney + e futuramente a HBO Max, estas que possuem as adaptações cinematográficas das duas maiores editoras do ramo. Ao mesmo tempo que há tal oportunidade de expansão, a ameaça de corte de funcionários aparentemente permanecerá no ar durante os próximos meses antes de se estabilizar. 

Anatel intensifica ações contra “gatonet” e retira mais de 1 MILHÃO de dispositivos clandestinos de circulação

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) tem se dedicado, ao longo deste ano, a uma ofensiva firme para combater o uso e a comercialização de TV Box pirata, também conhecido como “gatonet”.

De acordo com o órgão, aproximadamente 1,4 milhão de TV boxes ilícitas, com um valor estimado de R$ 400,8 milhões, foram retiradas de circulação durante as fiscalizações.

Essa informação foi compartilhada pelo vice-presidente e conselheiro da Anatel, Moisés Moreira, durante o painel intitulado “Pirataria em xeque: indústria e poder público unidos no combate”, realizado no Congresso da SET Expo 2023.

O evento, um dos maiores fóruns da América Latina dedicado a tecnologia e negócios do audiovisual, teve lugar em São Paulo.

A Anatel também destacou que suas ações resultaram em 22 operações contra o streaming pirata, ocasionando o bloqueio de 743 endereços de IP (Protocolo de Internet) e 54 domínios.

Um dos exemplos mais notáveis ocorreu em 20 de abril, quando uma operação da agência impactou mais de 500 mil acessos clandestinos, tornando-os inoperantes. Outra operação realizada em 28 de junho contou com a participação de 184 provedores que se uniram para desativar domínios e endereços de IP que transmitiam programação de TV por assinatura de maneira ilegal.

Moisés Moreira alertou para os riscos associados aos dispositivos piratas, destacando que “esses equipamentos nós sabemos muito bem, podem roubar dados; podem ser operados de longa distância, promovendo ataques cibernéticos.”

‘Guerra Civil’: Wagner Moura fala sobre novo filme da A24 e o HORROR da Guerra

O ator brasileiro Wagner Moura, conhecido por seu papel em Narcos, está no elenco do novo filme da A24, ‘Guerra Civil’. Em entrevista ao The Hollywood Reporter, ele falou sobre a história e seu personagem.

Moura explica que ‘Guerra Civil’ não se trata de um conflito entre ideologias específicas, mas sim sobre os horrores da guerra em geral e as consequências devastadoras do pós-guerra em um contexto polarizado.

“Acho que é uma ótima jogada em termos de roteiro, mas também, quando penso nos filmes que vi sobre tropas americanas no Iraque ou no Afeganistão, eles não explicam a situação. Eles simplesmente estão lá, e então a ação acontece. E acho inteligente que ele não tenha uma agenda ideológica. As pessoas esperam que a guerra seja entre linhas liberais ou conservadoras, e é mais sobre guerra em geral e como o pós-guerra pode ser horrível em uma situação polarizada. Eu não acredito em dizer que um filme tem uma certa mensagem porque cada um tem sua própria interpretação, mas para mim é sobre o horror da guerra”, explicou Wagner Moura

Para construir seu personagem, Joel, um jornalista, Moura, que estudou jornalismo, explicou que conversou com amigos jornalistas, principalmente aqueles que cobriram zonas de guerra.

“Na verdade, estudei jornalismo na faculdade e trabalhei como jornalista no início da minha carreira. Mas eu nunca interpretei um como ator até fazer uma série chamada Iluminadas, com Elisabeth Moss. A maioria dos meus melhores amigos são jornalistas, então entrei em contato com algumas pessoas enquanto me preparava para esse papel. Mas isso era investigativo, e o jornalismo de guerra é outra coisa — as experiências que passam em zonas de guerra, é semelhante ao que acontece com os soldados. Eles voltam para casa e as coisas não fazem sentido. Para me preparar para este filme, li muitos livros sobre jornalismo de combate, e meus amigos me colocaram em contato com algumas pessoas para conversar. Eu não estava procurando entender intelectualmente o personagem tanto quanto o sentimento que ele teria em seu corpo. O que você sente como civil em uma zona de guerra? Aprendi que, na maioria das vezes, o tempo passa de maneira muito diferente”, revelou Wagner Moura

“Há algo de encantador nele, mas também um toque de humor. É uma pessoa muito calorosa”, disse o diretor Alex Garland sobre o ator brasileiro. “Eu queria um ator que pudesse retratar alguém com um trabalho bastante extremo, mas que também tivesse um lado emocionalmente comovente. E ele é essa pessoa”.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 18 de abril.

Na trama, uma família luta pela sobrevivência enquanto uma guerra civil assola a América.

Relembre o trailer:

‘Guerra Civil’ é estrelado por Wagner Moura (‘Tropa de Elite’) e Kirsten Dunst (‘Homem-Aranha’).

O elenco também inclui Cailee Spaeny (‘Priscilla’), Stephen McKinley Henderson (‘
Um Limite Entre Nós’)
, Jesse Plemmons (‘Assassinos da Lua das Flores’)
e Nick Offerman (‘The Last of Us’).

O filme é dirigido por Alex Garland, renomado por seu trabalho em Ex_Machina.

Com 25 críticas publicadas até o momento, o longa conquistou com 88% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O consenso geral afirma que o longa ressalta, através de cenas perturbadoras e chocantes, uma visão tensa e violenta da incerteza de sobrevivência em uma nação em crise.

Separamos os trechos das principais críticas:

“O constante aumento na tensão e o impressionante estilo documental conseguem capturar o terror brutal e garantem uma experiência cinematográfica de tirar o fôlego.” (Bloody Disgusting)

“Uma experiência sensorial perturbadora, que destaca o caos e o terror da guerra, com cenas tão pesadas, vastas e intensas, que você consegue praticamente sentir o cheiro de pólvora no ar.” (Inverse)

“É um filme que nos faz questionar o quanto de humanidade ainda há dentro de nós, e isso se materializa em um filme provocativo, tenso e monstruoso.” (AV Club)

“‘Guerra Civil’ não aprofunda muito seus personagens ou seu próprio universo, o que nos deixa apenas com cenas limitadas, mas efetivamente tensas – como a capital em chamas, as avenidas desertas e um tiroteio visceral na Casa Branca.” (Guardian)

Alex Garland pode ter nos entregado um dos filmes mais tensos e viscerais do ano. É um filme que iremos debater por um bom tempo.” (Collider)

“Sem texto explícito, ‘Guerra Civil’ apresenta uma visão sinistra do que poderia acontecer com a nação uma vez que as instituições se tornam sombras de si mesmas.” (The Film Stage)

“Com a performance sólida de Kristen Dunst, ‘Guerra Civil’ é um dos melhores filmes do ano.” (Screen Anarchy)

‘Superman & Lois’: Criadores comentam sobre o desfecho da série

Superman & Lois oficialmente encerrou sua produção após quatro temporadas, estrelada por Tyler Hoechlin e Elizabeth Tulloch. Os criadores da série, falaram sobre as escolhas narrativas feitas para o capítulo final.

“Nós fomos informados de que éramos o único Superman em live-action que teve a oportunidade de realmente fechar o livro, e por isso levamos isso literalmente”, disse Brent Fletcher ao ComicBook.

“Sentimos que precisávamos ir até o fim. Mostrar o que a vida dele significou e o que a vida de Lois significou para o público, pois eles acompanharam essa jornada. Então, deixamos que completassem essa trajetória e fechassem o círculo. Pareceu um final satisfatório. E também, por ser tão emocional, sentimos que isso poderia fazer o que eu e Todd [Helbing] realmente gostamos em filmes, livros e séries de TV, que é o ‘feliz e triste’. Eu realmente amo o ‘feliz e triste’. Gosto de sorrir e chorar ao mesmo tempo, e sentimos que isso tinha tudo isso. Foi bonito e, de certa forma, encapsulou o que a série é”, completou.

Todd Helbing, por sua vez, acrescentou: “O Superman existe há 85 anos, e os fãs são muito astutos. Tentamos constantemente estabelecer uma linha de história que, na verdade, estava preparando outra, mas fazendo o público pensar de uma forma diferente. No começo da temporada, quando falamos sobre isso e começamos a divulgação depois de filmar tudo, estávamos reconhecendo a morte do Superman, mas estávamos falando sobre o final, de fato, e que íamos fazer essa história. E parecia uma ótima maneira de concluir de forma impactante, deixando algo significativo que permaneceria com as pessoas”.

O último episódio foi repleto de emoção e trouxe mortes marcantes, encerrando a produção com uma forte carga dramática.

Cuidado! Spoilers abaixo!

O episódio apresenta um salto temporal após Superman derrotar Lex Luthor e Apocalipse, mostrando que Lois acabou falecendo devido a um câncer.

Ambos viveram juntos mais algumas décadas após Clark se tornar mortal. No entanto, o herói passou a lidar sozinho com a perda da mulher, vivendo em sua fazenda na companhia do cãozinho Krypto.

Alguns anos depois, a série mostra que Clark também faleceu em uma idade mais avançada, podendo finalmente se reencontrar com Lois além da vida.

Confira o teaser do último episódio de Superman & Lois, que encerrou definitivamente o Arrowverse:

Estrelada por Tyler Hoechlin (‘Teen Wolf’) e Elizabeth Tulloch (‘Grimm’), a atração tem suas três primeiras temporadas disponíveis no Max.

Criada por Greg BerlantiTodd Helbing, a série marca o fim do Arrowverse.

O elenco ainda conta com Emmanuelle ChriquiInde NavarretteErik ValdezAlexander GarfinDylan Walsh.

‘Apocalipse nos Trópicos’: Petra Costa revela origem do documentário sobre a ascensão do cristianismo na política

A cineasta brasileira Petra Costa recentemente compartilhou detalhes sobre seu novo documentário,Apocalipse nos Trópicos (Apocalypse In The Tropics).

Segundo o Deadline, a ideia para o documentário surgiu enquanto Costa filmava Democracia em Vertigem, seu documentário indicado ao Oscar.

“A gênese dessa investigação sobre o crescimento do fundamentalismo religioso no Brasil começou enquanto eu filmava ‘Democracia em Vertigem'”, explica Costa. “Cheguei ao Congresso tentando entender o que estava acontecendo com a democracia brasileira, em meio ao impeachment da nossa primeira presidenta mulher, Dilma Rousseff. Quando cheguei ao Congresso, em vez de encontrar parlamentares discutindo o assunto em pauta, encontrei-os abençoando as cadeiras do Congresso e falando em línguas, liderados por um pastor que também era deputado. E então eu perguntei a ele o que aconteceria com a democracia brasileira, e ele disse basicamente que, num governo dos escolhidos por Deus, Deus decidiria; estava tudo nas mãos Dele. E me pediu para aceitar Jesus e me deu uma Bíblia”.

Costa acrescenta: “Aquele foi realmente um momento de despertar para as placas tectônicas que estavam moldando a política brasileira, das quais eu não tinha consciência”.

A cineasta destaca a contradição entre a tradição cristã, que enfatiza o cuidado com os pobres e oprimidos e prega o “ame o próximo como a si mesmo”, e o Nacionalismo Cristão, um desdobramento do cristianismo evangélico. Enquanto o primeiro se alinha com uma visão política mais liberal, o Nacionalismo Cristão foca em algo radicalmente diferente.

Como explica Costa, essa vertente está preocupada com o “último livro da Bíblia, o Apocalipse, que diz — diferente do que Jesus pregou nos Evangelhos — que você deve matar seus inimigos, destruir seus inimigos, aniquilar seus inimigos. O casamento entre esse fundamentalismo cristão e a extrema-direita é incompatível com a democracia, porque o principal princípio da democracia é que você precisa coexistir com o inimigo”.

Costa afirma: “Estamos agora vendo os frutos e a decisão de seguir com tudo na fusão entre religião e política”.

O filme será exibido neste sábado no Sheffield DocFest, no Reino Unido, marcando mais uma parada em sua jornada por festivais. A obra estreou mundialmente em setembro passado, em Veneza, e já foi exibida em importantes eventos como Telluride, Camden International Film Festival, CPH:DOX em Copenhague e o New York Film Festival, entre outros.

O documentário tem roteiro de Petra Costa, Nels Bargenther, David Barker e Alessandra Orofino.

“Em Apocalipse nos Trópicos, a cineasta Petra Costa mergulha na interseção alarmante entre religião e política no Brasil. Este documentário revela como o movimento evangélico, com sua ideologia apocalíptica, desempenhou um papel crucial na ascensão de Jair Bolsonaro à presidência e levanta questões sobre a ameaça de uma teocracia nacional”, diz a sinopse.

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Darren Aronofsky faz alerta sobre avanço da IA no cinema: “É um doce cada vez mais doce”

O cineasta Darren Aronofsky, responsável por longas aclamados como Cisne Negro e A Baleia, desabafou recentemente sobre o crescente uso da Inteligência Artificial (IA) nas telas, avaliando seu rápido avanço e impacto cultural.

Conforme à Variety, Aronofsky afirmou que a velocidade da evolução da IA e tem seu efeito hipnótico:

“Está evoluindo super rápido. Quando comecei a ver as imagens saindo dos modelos, percebi que isso teria um grande impacto no que eu faço. O que está saindo dos modelos agora é conteúdo que parece de produção super alto, dura apenas 8 segundos e geralmente não tem significado. Mas está atraindo cada vez mais atenção do mundo porque está ficando cada vez melhor. É um doce cada vez mais doce”, afirmou.

Apesar do fascínio pela nova tecnologia, o diretor defendeu que contar histórias continua sendo “uma das nossas artes mais importantes”:

“Quando você assiste a um filme, te pedem para esquecer de si mesmo e embarcar numa jornada com outra pessoa. Essa é a magia”, disse ele. “É um exercício de empatia e, no fim, o que nos torna uma espécie melhor e nos dá uma chance maior de sobrevivência. Não acho que ficar olhando para aqueles clipes por 10 segundos esteja ajudando muito por nós”.

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Aronofsky, que se diz um defensor ferrenho das novas tecnologias, disse que ainda estamos “bem longe” de conseguir fazer filmes que o público se interesse usando apenas IA.

Ele acredita, porém, no potencial de colaboração: “Muito em breve, [a IA] poderá contar uma história de uma forma muito básica, mas mesmo com isso acontecendo, acho que um colaborador humano pode então pegar isso e transformar em arte. Acho que é aí que fica interessante”.

“Vai ter muita gente brincando com ele e transformando em algo inesperado. E essa reviravolta inesperada é algo que as máquinas não vão conseguir entender”, acrescentou.

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Perguntado por um jovem cineasta como a IA pode democratizar o acesso à própria produção cinematográfica, Aronofsky encorajou a experimentação: “Se eu fosse cineasta agora, estaria em uma sala com cinco amigos e cinco computadores, tentando descobrir o que é possível”.

O diretor também refletiu sobre a mudança no domínio cultural da mídia: “Não sei se o domínio do filme de duas horas vai ter esse poder cultural para sempre. Já parece que você ganha mais poder cultural com alguns desses programas de TV. Pode-se argumentar que ‘Squid Game’ está alcançando públicos maiores e impactando a cultura de forma mais profunda”.

Ele concluiu que a narrativa é eterna, mas as ferramentas mudam: “A narrativa veio para ficar; É só sobre descobrir como levar uma história para o mundo e a maneira mais interessante de criá-la. E a forma mais interessante de se locomover é com essas ferramentas, e elas são incrivelmente poderosas”.

Marlon Wayans relembra ter recusado papel em ‘O Professor Aloprado’: “Fiquei com inveja”

O astro da comédia Marlon Wayans, conhecido por sucessos estrondosos como As Branquelas e a franquia Todo Mundo em Pânico, revelou um bastidor curioso de sua carreira: ele recusou um papel no clássico O Professor Aloprado (1996), personagem que acabou ficando com o comediante Dave Chappelle.

Em entrevista à Variety, Wayans relembrou a decisão e admitiu que, embora tenha sentido uma ponta de inveja na época, entende que o papel foi para as mãos certas:

“Eu fiquei com inveja vendo o Dave arrasar naquele papel. Mas eu nunca olho para portas fechadas desejando que elas se reabram. Aquilo não era para mim. Era para o Dave. Nós seguimos caminhos parecidos, mas diferentes”, afirmou.

O ator também aproveitou para brincar sobre a dinâmica imprevisível de sua amizade com Chappelle na década de 1990:

“Antigamente, o Dave me ligava e dizia: ‘Marlon! Vamos escrever um filme juntos!’, e eu respondia: ‘Fechado! Vamos nessa’. Aí o Dave sumia. Seis meses depois, ele me ligava de novo e dizia: ‘Marlon! Vamos escrever um filme juntos!’, e eu respondia: ‘Fechado!’, e então ele desaparecia outra vez”, afirmou.

Estrelado por Eddie Murphy no papel principal, O Professor Aloprado segue como uma das comédias mais marcantes do cinema e está disponível atualmente no catálogo do Telecine.

“Sherman Klump é um professor universitário com grandes conhecimentos de genética, mas que sempre foi ridicularizado por ser extremamente obeso. Quando ele recebe atenção especial de uma bela e jovem professora de matemática, ele decide ingerir uma poção ainda em fase de testes, que altera a cadeia de DNA e faz com que se transforme em um bonitão esbelto, Buddy Love. A partir de então, Sherman passa a levar uma vida dupla, pois o experimento tem um efeito que dura pouco tempo”, diz a sinopse.

 

Planeta dos Macacos: O Confronto

Inteligente e eletrizante.

Quando o francês Pierre Boulle lançou em 1963 o romance La planète des singes, não imaginou ter criado uma das obras distópicas mais ambiciosas e profundas no que se refere à crítica social. Tal conto ganhou ainda mais força e chegou ao conhecimento popular depois que Franklin J. Schaffner o adaptou para as telas de cinema. O Planeta dos Macacos (1963), estrelado pelo sempre marcante Charlton Heston, foi de pronto aclamado por crítica e público. Em pouco tempo já era considerado um clássico absoluto do gênero, além de ser visto como base referencial. Rendeu ainda algumas continuações que, apesar de seguirem bem com a trama, não tiveram a mesma força do original. O mesmo ocorreu, anos depois, quando Tim Burton fez sua versão e foi duramente questionado por uma história rasa e visual equivocado.

Mas eis que surge o inglês Rupert Wyatt (O Escapista) com o ótimo Planeta dos Macacos – A Origem (2011), e pega a todos de surpresa por conceber, ao lado da dupla de roteiristas, Rick Jaffa e Amanda Silver, uma história humana, crível e extremamente atual. Dando folego à franquia primata que agora ganha um novo capítulo chamado de Planeta dos Macacos – O Confronto, e conta com o mesmo par que escreveu o título anterior. Sendo ainda dirigido pelo cineasta Matt Reeves (Cloverfield – Monstro), que não faz feio, mantem o bom nível e até surpreende por entregar um trabalho de maiores proporções artísticas e temáticas.

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Passado dez anos depois da batalha na Golden Gate Bridge, em São Francisco, quando a população está praticamente devastada por um vírus e as plantas já tomaram todo mundo, a fita inicia com uma fabulosa sequência que traz o grupo de macacos comandados por Cesar (Serkis) numa cruel caçada a cervos da floresta. Nessa investida, um terrível incidente leva Koba (Kebbell), braço direito de Cesar, a pôr sua pele em risco para salvar a vida do líder. Denotando não só a lealdade da criatura, como o que é capaz de fazer pela raça.

Essa obsessão de Koba o induz a bater de frente com os ideais evoluídos estabelecidos pelo próprio Cesar. A rivalidade aumenta quando este autoriza Malcoml (Clarke) e alguns outros humanos a entrarem na aldeia para examinar uma hidrelétrica que, segundo estudos, iria gerar energia para toda a cidade, fazendo com que as pessoas possam se comunicar com outras áreas. Koba não suporta o conceito de se envolver, novamente, com aqueles que lhe fizeram, por anos, experiências desprezíveis, e resolve seguir caminhos diferentes, nem que pra isso tenha que trair a figura que lhe deu a liberdade.

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Apesar dos extraordinários efeitos visuais empreendidos nos cenários e, principalmente, pela captura de movimentos dos atores, o que mais chama atenção aqui é a atuação de Andy Serkis que, com olhares profundos e movimentos sutis, confere um ar altivo e misterioso ao seu Cesar. Onde se pode notar orgulho e alegria pelos feitos atingidos, ou mesmo preocupação e receio em relação aos casos recentes. O Koba de Toby Kebbell mostra-se um tanto caricato, até pelo seu visual grotesco – perceba que cada macaco tem fortes características visuais para que o espectador possa definir cada um deles -, mas ainda assim constrói um vilão à altura. Jason ClarkeGary Oldman e Keri Russell não comprometem e surgem como bons coadjuvantes de luxo (com exceção de Clarke, um regular co-protagonista), encenando com naturalidade mesmo dentro do excessivo uso digital.

A trilha sonora assinada por Michael Giacchino é pesada, poderosa e flerta bastante com algumas gradações dos longas mais antigos da série. Auxilia também nas várias cenas de batalha e consegue tonar os eventos ainda mais apoteóticos. Isso por Matt Reeves engendrar inúmeros entraves eficientíssimos durante todo filme (se atentando em situar a geografia do cenário), principalmente no terceiro ato onde a fita possui uma pequena barriga por muito explorar esse ponto. O que mal pode ser notado já que a competente montagem de William Hoy e Stan Salfas mantem um ritmo eletrizante. E, como havia dito, em aspectos visuais este O Confronto é um deleite. A frigida fotografia de Michael Seresin, com tons escuros e azulados, confere um clima denso à atmosfera fílmica e faz com que os efeitos especiais tornem-se ainda mais palpáveis. A direção de arte, sempre alerta a pequenos detalhes, impressiona.

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O roteiro também se revela interessante por possuir várias camadas e mesclar entretenimento e reflexão social, muitas vezes invertendo os papéis dos humanos com os animais. Indicando que quanto mais construímos civilizações ditas sociavelmente evoluídas, novas intrigas e divisões ideológicas podem surgir entre os seres. Múltiplas causas são implantadas ao longo tempo, mas nunca sabemos ao certo quem iniciou essa guerra futura. Ora pelas falas de Cesar, ora pelas ações humanas. No final, o que temos é um filme que caminha por várias linhas e consegue ser eficiente em todas elas, podendo agradar aos mais variados gostos.

13 Grandes Dicas de Filmes IMPERDÍVEIS para assistir no Star+

Continuando o nosso especial de 13 indicações de filmaços disponíveis nos streamings, vamos agora citar algumas produções do Star+. Quando o Disney+ chegou no Brasil, todo mundo quis saber quando a Casa do Mickey iria adicionar os principais títulos da Fox ou obras digamos mais “adultas”.

O Star+, então, que tem hoje pouco mais de 900 filmes disponíveis em seu catálogo, veio para preencher essa lacuna. Dentre grandes lançamentos disponíveis, a premiados no Oscar ou filmes clássicos do cinema, listamos títulos bem populares, mas que muita gente nem imagina que estão disponíveis nessa plataforma.

Não deixa de comentar também se já viu todos eles e se tem outros tão bons no Star+ que merece ganhar um espaço numa segunda lista futura. E fica ligado que vai vir por aí muito mais dicas de outros streamings, caso vocês tenham mais interesse nessa série. Vamos à lista!

Missão: Impossível – Efeito Fallout (2018)

O último filme lançado da cinessérie que é a galinha dos ovos de ouro de Tom Cruise, ‘Missão: Impossível – Efeito Fallout’, dobrou o número de cenas de ação, e não só isso, elas ficaram ainda mais ousadas e insanas. A chegada de Henry Cavill como um capanga implacável deu uma cara de 007 à franquia, que já tinha flertado com isso na entrada da organização O Sindicato – bem como é a Spectre nos filmes do James Bond. O que temos é uma história maluca onde o que importa no final das contas são as tomadas mirabolantes perfeitamente orquestradas por Cruise e o cineasta Christopher McQuarrie.

Bumblebee (2018)

Quando a anunciaram ‘Bumblebee’, o spin-off da franquia já desgastada ‘Transformers’, foi acesa uma luz de esperança quanto a abordagem desse novo título – ainda que tomasse como base o universo já empreendido. Felizmente, o diretor Travis Knight trouxe um novo fôlego para a série, entregando uma aventura mais leve e influenciada pelas obras de Spielberg, como ‘ET – O Extraterrestre’.  A protagonista Hailee Steinfeld também deu outro dinamismo e um tom mais orgânico à trama em questão, que tem heróis e vilões, mas é funcional e cativante. O chamado ‘Transformers’ do bem.

A Rede Social (2010)

A Rede Social’ marcou definitivamente a mudança de estilo do grande cineasta David Fincher, que sempre apostou numa linguagem de thriller e pulsante para um viés mais analítico e estética frigida. Algo que iria se intensificar na série ‘House of Cards’, e que casou como uma luva para contar a história peculiar que foi a criação do Facebook. O roteiro minimamente detalhado criado por Aaron Sorkin foi fundamental para criar a persona de Mark Zuckerberg, interpretado com maestria por Jesse Eisenberg, que parece uma metralhadora de diálogos. Toda atmosfera, a trama empolgante e um enorme leque de personagem tornam ‘A Rede Social’ um dos grandes filmes de David Fincher, o que não é pouca coisa.

Os Suspeitos (2013)

Mesmo tendo sido indicado ao Oscar pelo filme canadense ‘Incêndios’, Denis Villeneuve explodiu em Hollywood com o sensacional thriller ‘Os Suspeitos’, que era uma mistura de dois filmes do próprio David Fincher, ‘Zodíaco’ e ‘Seven’. Villeneuve, no entanto, além de trazer uma situação mais desesperadora e um tanto brutal, deixou como background um conceito muito interessante de labirintos, onde todos os personagens do longa procuravam seguir por caminhos em que não faziam ideia, sobretudo no que se refere a própria mente. O elenco então é espetacular, com Jake Gyllenhaal, Hugh Jackman e Paul Dano em papéis viscerais.

Deadpool 2 (2015)

Após o primeiro e sensacional ‘Deadpool’, Ryan Reynolds voltou com mais personagens, como Cable e Dominó, e muitas insanidades na continuação igualmente hilária e anárquica chamada apenas de ‘Deadpool 2’. É tudo aquilo que você espera de uma sequência, pois é ainda melhor ainda que o original. É um filme que se orgulha de falar para um universo nerd, mas aqui no universo Deadpool ser nerd significa algo muito mais abrangente, chegando até o universo LGBTQ, ao empoderamento de todos os segmentos “descartados” pela indústria, sendo ao mesmo tempo espirituoso, respeitoso e muito escroto.

Garota Exemplar (2014)

David Fincher decidiu desta vez unir um pouco dos seus dois estilos, trouxe a sua pegada investigativa e curiosa e juntou à pegada mais fria e analítica dos trabalhos recentes. ‘Garota Exemplar’ é a adaptação do conhecido livro de Gillian Flynn, a respeito de mentiras e aparências, com personagens dúbios e repleto de momentos que levam o expectador construir uma perspectiva que pouco tem a ver com a verdade que será revelada. Rosamund Pike passou a ser ainda mais disputada e vista como uma das atrizes mais promissoras da atualidade, pois, de fato, a sua personagem é absurdamente assustadora.

Corra! (2017)

Não é à toa que ‘Corra!’ é considerado um dos grandes filmes dos últimos tempos, pois traz uma crítica feroz ao liberalismo branco que se considera empático em relação aos negros, mas com a condição que isso não prejudique o controle dos brancos. Peele não se dirige a neonazistas nem pessoas que xingariam negros. Essa seria uma causa perdida. Uma sátira que é um exercício magistral de tensão, que não tem medo de revelar uma violência brutal, mas sempre sabe a hora certa de quebrar a ansiedade e o terror com uma piada perfeitamente executada. Jordan Peele conseguiu juntar terror, ficção, comédia e de quebra ainda trouxe a questão racial para a conversa fazendo um filme que ao mesmo tempo que diverte.

Logan (2017)

A despedida (?) de Hugh Jackman no papel de Wolverine, ou melhor, de Logan, foi das coisas mais sensacionais já produzidas dentro do subgênero dos filmes baseados em histórias em quadrinho. Usando toda bagagem emocional e de histórias que o personagem carregou ao longo de vários filmes do X-Men e solos, o diretor James Mangold entrega um filme que na verdade é um estudo de personagem primoroso, visceral e emocionante. Capaz de arrancar lagrimas do fã mais durão. Aliás, o filme está aí mesmo para quebrar os padrões de um machão como Logan, que sempre vagou sozinho pelo mundo por várias décadas, mas que tem o seu coração domado pela chegada de sua “versão feminina mais jovem”.

Extermínio (2002)

Danny Boyle fez um trabalho excelente em ‘Extermínio‘, conseguindo transitar bem de cenas tensas de ação desenfreada para aquelas que precisam de uma carga dramática maior. Também utiliza a trilha sonora de maneira acertada, inclusive momentos de silêncio arrebatadores. Um filme pulsante do início ao fim, que deixa o clima de tensão no expectador durante toda sua exibição e que, junto à ‘Madrugada dos Mortos‘, fez os zumbis serem levados a sério novamente.

Cisne Negro (2010)

Beth MacIntyre (Winona Ryder), a primeira bailarina de uma companhia, está prestes a se aposentar. O posto fica com Nina (Natalie Portman), mas ela possui sérios problemas pessoais, especialmente com sua mãe (Barbara Hershey). Pressionada por Thomas Leroy (Vincent Cassel), um exigente diretor artístico, ela passa a enxergar uma concorrência desleal vindo de suas colegas, em especial Lilly (Mila Kunis). Em meio a tudo isso, busca a perfeição nos ensaios para o maior desafio de sua carreira: interpretar a Rainha Cisne em uma adaptação de “O Lago dos Cisnes”. Em ‘Cisne Negro‘, Darren Aronofsky combina todos esses elementos, criando algo subversivo e instigante. Tudo o que vemos está dentro da mente – dela e dele, do personagem e do criador – ou é algo que só existe a partir do momento em que está sendo compartilhado conosco? O espectador faz parte do processo, e será justamente esse reconhecimento e identificação que torna essa experiência tão poderosa e significativa.

Um Lugar Silencioso (2018)

Um Lugar Silencioso‘ mostra uma realidade pós-apocalíptica, onde a população da Terra foi dizimada por uma entidade assustadora que ataca quando escuta um menor sinal de barulho. Em uma fazenda dos Estados Unidos, acompanhamos uma família do meio oeste que tenta se manter em total silêncio para sobreviver à ameaça que ronda a sua casa. Com um roteiro recheado de tensão, o silêncio que para muitos pode parecer monótono, se torna nada menos do que a peça-chave que envolve toda a trama e isso foi um dos maiores acertos da obra. Tudo aqui funciona. Desde o clima até os sustos, que conseguem te fazer pular da cadeira, até os momentos de silêncio brilhantemente encenados pelo elenco sensacional.

O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio (2019)

Terminator’ é a minha saga/franquia pop favorita dos cinemas – pelo menos os dois primeiros são maravilhosos. E vendo esse Destino Sombrio tive sensações parecidas, ao contrário dos três últimos. Isso porque esse novo filme funciona como uma celebração, um reencontro ou a passagem de legado. É óbvio que o longa não possui o brilho de um ‘O Despertar da Força‘, até pelo escopo, mas assim como o retorno de ‘Star Wars‘, este recria momentos marcantes da franquia, traz de volta personagens icônicos e insere figuras que devem seguir como símbolos de uma nova geração. A trama dessa “continuação oficial” é bastante simples e fácil de compreender. O oposto de Genesys, que citava linhas temporais e outras baboseiras. A intenção aqui é exatamente matar as saudades da sensacional Sarah Connor e vermos o T-800 envelhecido do Arnold em ação. E nesse sentido a coisa funciona bem. Tim Miller e sua equipe de roteiristas entregam algo honesto. Também adorei falarem sobre imigrantes com tanta veemência.

Bastardos Inglórios (2009)

Bastardos Inglórios’ é considerado por muitos o filme mais maduro de Quentin Tarantino, pois, apesar do diretor trazer todos os seus signos e estilos de sempre, mantém uma narrativa mais sóbria e elegante. Reescrevendo a história e “vingando” milhões de vítimas dos nazistas, Tarantino criou um grupo espetacular e colocou a caça de Hitler e seus asseclas. Trouxe personagens maravilhosos como o engraçadíssimo tenente Aldo Raine de Brad Pitt e o genial Hans Landa de Christoph Waltz. E o que é a cena do cinema sendo incendiado? Um filme simplesmente maravilhoso!

Super Nada

(Super Nada)

Elenco:
Marat Descartes, Jair Rodrigues, Clarissa Kiste.

Direção:
Rubens Rewald

Gênero:
Comédia

Duração:
94 min.

Distribuidora:
Lume Filmes

Orçamento:
US$ — milhões

.Estreia:
15 de Março de 2013

Sinopse:
Na cidade de São Paulo vive Guto, um ator que sonha
em ser grande. Ele se prepara, se exercita, vai a todos os testes,
acredita que a sua grande chance pode vir a qualquer momento.
Seu ídolo e exemplo é Zeca, um velho comediante,
já bem decadente, mas que ainda mora no coração
de toda uma geração. Seus caminhos se cruzam e
a sorte de Guto parece mudar… Será?

Curiosidades:

»

Trailer:

 

 

Cartazes:

 

Fotos:

 

‘Diário de uma Camareira’: Entrevistamos a bela Léa Seydoux

O CinePOP entrevistou, com EXCLUSIVIDADE, a bela atriz francesa Léa Seydoux (‘Azul é a Cor mais Quente’). Ela retorna aos cinemas em ‘Diário de uma Camareira‘ (Journal de Une Femme de Chambre), que estreia no Brasil em 3 de Setembro.

No início do século 20, nas províncias francesas, uma jovem camareira muito cobiçada por conta de sua beleza chamada Célestine, acaba de chegar de Paris para trabalhar para a família Lanlaire. Enquanto foge dos avanços de seu senhor, ela deve lidar com a rigorosa personalidade de Madame Lanlaire, que governa o lar com punho de ferro. Ao mesmo tempo, Célestine conhece Joseph, um misterioso jardineiro que exerce fascínio total sobre ela.

 

Depois de “Adeus, Minha Rainha”, “Diário de uma Camareira” marca seu reencontro com Benoît Jacquot…

É um grande prazer apreciar a continuidade com um diretor. Você renova um tipo de cumplicidade, um jeito de trabalhar que, no caso de Benoît, não necessita de palavras. Mas você ainda pode se impressionar ou surpreender. Desde “Adeus, Minha Rainha”, eu trabalhei com outros diretores e tive outras experiências. Eu amadureci.

 

O que a seduziu neste filme?

Sua originalidade, sua modernidade, seu ritmo particular – um contratempo, na verdade, que podia ser sentido mesmo ainda quando o roteiro estava sendo escrito. Eu gosto de filmes que saem do caminho batido.

 

Fale um pouco sobre Célestine.

Ela é pragmática, está sempre tentando sobreviver. Ela não se deixa ser derrotada. Se tem que aceitar um emprego nas províncias, que seja. Célestine não é de fazer papel de vítima, ela tem um certo orgulho, chegando mesmo a ser esnobe. E é um pouco culta também. Ela enxerga através das aparências, detecta a insignificância e os pontos fracos das pessoas ao seu redor, mas não é melhor do que o resto. Não é uma história de uma garota boazinha contra pessoas ruins. Seus empregadores a exploram, mas às vezes ela tem a capacidade de explorá-los ao mesmo tempo. Sua condição a endureceu. Ela é o espelho da brutalidade do ambiente e não tem outra escolha a não ser bruta também: ela não quer mais ter patrões, e partir com Joseph é a única possibilidade disponível para ela.

 

Como você definiria a atração dela por ele?

Ele exerce uma força magnética um tanto mórbida sobre ela. Célestine deseja Joseph, mas não esconde a verdade de si mesma. Ela não compartilha do antissemitismo dele – ela é mais inteligente e evoluída do que ele – e percebe que ele pode ser um criminoso. Mas ela o aceita. Para libertar-se da opressão dos Lanlaires, está disposta a aceitar outro tipo de violência. Tudo o que ela faz tem a ver com sua noção de sobrevivência.

 

É um papel arrasador. Como você se preparou para ele?

Eu queria que Célestine tivesse atitude. Eu sempre tento encontrar uma postura específica para a personagem que estou interpretando. Uma vez que tenho isso resolvido, sinto que possuo todas as chaves. Em seus vestidos apertados por corseletes, Célestine se encontra muito restrita. Eu também usei as dúvidas que estava sentindo na época. Foi um período em que perdi a confiança em minhas habilidades como atriz. Eu trabalhei muito. Pode-se dizer que, com Benoît, redescobri o prazer da atuação.

 

Como você usou suas dúvidas?

Como uma fraqueza que você pode transmutar em força. É sempre de você que você está falando quando interpreta um papel. Você interpreta com suas contradições. É fantástico um ator ter a capacidade de inventar uma pessoa, de dar cores a ela, assim como um pintor cria uma pintura, usando suas próprias emoções e obsessões. Seu desconforto pode provar ser valioso.

 

Você dá à personagem uma dimensão muito física.

Quando Célestine lava o chão, ela lava o chão. Quando ela come, come. Seu corpo está sempre expressando alguma coisa. Isso é ainda mais importante porque ela está constantamente guardando algo. Ela permanentemente contém as emoções de injustiça que a consomem, mas por dentro está borbulhando. O conflito tinha que ser apresentado de uma forma quase fisiológica.

 

Célestine se expressa numa linguagem que não usamos mais, usa roupas que são de outro século, mas você consegue fazê-la parecer muito contemporânea.

Eu queria que ela fosse viva, que fosse natural. Suas palavras e roupas podem não ser mais as mesmas de hoje, mas ela fala e se move da forma como fazemos. Esse é o grande desafio de fazer um filme que se passa em outra época: recusar-se a permanecer limitado a uma representação, respeitando os códigos enquanto se dá uma nova vida, uma modernidade real a eles. A combatividade de Céléstine me ajudou: ela reflete a época que vivemos hoje.

 

Como é trabalhar com Benoît Jacquot?

Ensaiar pouco. Benoît gosta que as coisas aconteçam espontaneamente no set. Isso foi uma vantagem nas minhas cenas com Vincent Lindon. Ele e eu nos conhecíamos bem, mas nunca tivemos a chance de trabalhar juntos e fiquei nervosa com a ideia de filmar uma história de amor com ele. Você dá tanto da sua intimidade, é embaraçoso. O fato de não ensaiarmos criou um efeito de surpresa. Às vezes eu me sentia desequilibrada e isso foi bom para Célestine. O medo é definitivamente uma emoção que eu gosto de usar em minha atuação.

Você parece ter tido uma relação muito próxima com o filme. Benoît Jacquot disse que confiou o filme a você, inclusive a edição.

Benoît Jacquot ouve seus atores. Ele os ama – poucos diretores sentem tanto amor por seus atores. De vez em quando dizia a ele qual era meu ponto de vista, especialmente em relação a cenas que achei que eram verborrágicas demais ou então sequências que, durante a edição, achei que faziam minha personagem perder a intensidade. É importante para um ator ter sua própria subjetividade, sentir que o diretor o ouve. Mas as minhas intervenções foram mínimas. “Diário de uma Camareira” é verdadeiramente um filme de Jacquot, um filme único, que foge do caminho batido.

Confira:

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Benoît Jacquot dirige.

‘Bite’: Dois clipes nojentos do terror que fez pessoas desmaiarem no cinema

Foram divulgados dois clipes nojentos do terror ‘Bite‘. A Scream Factory anunciou que irá distribuir o filme em Video On Demand e nos cinemas norte-americanos a partir de 6 de maio.

Assista:

O terror ganhou notoriedade após uma exibição especial no Festival Fantasia International Film. Uma ambulância teve que ser chamada às pressas após pessoas começarem a passar mal.

Segundo a página oficial do filme no Facebook, uma pessoa vomitou, duas desmaiaram e outra bateu a cabeça na escada da sala de cinema ao tentar sair da sessão. Eles também estavam distribuindo sacos de vômito durante a sessão, o que definitivamente foi ótimo para pelo menos uma das pessoas presentes.

Bite‘ tem cenas fortes e extremamente nojentas, o que causou o rebuliço durante a sessão.

O terror acompanha uma noiva viaja durante sua despedida de solteiro com seus amigos, quando é picada por um inseto desconhecido. Ela chega em casa e começa a transformar em um inseto, com crostas cheias de pus que cobrem seu corpo. Com a transformação, ela começa a apresentar outras tendências aterrorizantes, como a tomada de colmeia e alimentando-se de outros.

O desconhecido Chad Archibald dirige.

The CW prepara chegada da ‘Supergirl’ com mega maratona

Para iniciar com força total a série de super-herói de maior audiência da temporada 2015/2016, a The CW anunciou que fará uma mega maratona da primeira temporada de ‘Supergirl‘.

Com início em 1° de agosto, o canal vai exibir às segundas-feiras dois episódios por vez, até a estreia da nova leva de episódios, marcada para 10 de outubro.

Confira a promo:

Vale lembrar que na semana passada, David Harewood, que interpreta Hank Henshaw, confirmou em seu perfil no Instagram que a 2° Temporada de ‘Supergirl‘ irá se chamar ‘As Aventuras da Supergirl‘.

Caso você não esteja familiarizado, o título faz referência a uma das primeiras HQs da DC que ganhou uma adaptação para a TV, lá nos anos 50.

Resta saber agora se a HQ será utilizada como expansão desse universo na TV, ou apenas como título de referência.

 

Let’s go. #SupergirlCW

Uma foto publicada por David Harewood (@davidharewood) em

 

 

‘The Flash’: “Novos Destinos. Novos Perigos”, exclama cartaz da 3ª Temporada

O canal The CW acaba de liberar o primeiro cartaz da terceira temporada de ‘The Flash‘.

Com o plot, “Novos Destinos. Novos Perigos”, o arco Flashpoint vem para fazer história no universo dos super-heróis.

Confira:

theflash

A HQ Flashpoint é considerada a maior publicação da DC Comics em termos de unir todo o Universo DC. Escrita por Geoff Johns, ela é ambientada numa realidade alternativa onde Bruce Wayne está morto, Thomas Wayne é o Batman e não há Superman. Com isso, o único que se lembra da ordem dos fatos é Barry Allen, que fica chocado ao saber que sua mãe, Nora Allen, já morta, está viva nessa nova linha do tempo. O grande twist da história vem quando nos é revelado que Barry criou o universo Flashpoint para viajar de volta no tempo e impedir que o Flash-reverso matasse Nora. A tentativa de Barry para desfazer sua ação anterior e restaurar a linha do tempo original acaba por se tornar um meio de criação dos Novos 52.

A nova temporada de ‘The Flash‘ estreia dia 4 de outubro.

Simon Pegg começa a roteirizar ‘Star Trek 4’

Simon Pegg postou uma foto em seu Twitter ao lado de Doug Jung, co-roteirista de ‘Star Trek: Sem Fronteiras‘, com a legenda: “Hoje…”.

Como os dois vão roteirizar ‘Star Trek 4‘, não demorou muito descobrimos que eles iniciaram o roteiro do filme, que trará Chris Hemsworth e Chris Pine como pai e filho se encontrando através de uma viagem temporal.

Confira:

Recentemente, o ator Benedict Cumberbatch revelou que toparia voltar a viver Khan.

Introduzido em ‘Star Trek – Além da Escuridão‘, Khan foi bastante criticado porque a Paramount Pictures tentou fazer uma grande revelação em torno do personagem, mesmo após seu real nome ter vazado meses antes da estreia.

Apesar da fúria dos fãs, o astro revelou que toparia retornar.

“Por que não?”, ele respondeu.

Khan é talvez o mais icônico vilão de de todos os tempos da franquia ‘Star Trek‘.

‘Star Trek: Sem Fronteiras’ é um fantástico ‘Mad Max: Estrada da Fúria’ espacial!

 

O filme ainda não possui previsão de lançamento. O estúdio atualmente negocia os retornos de Zachary QuintoZoe Saldana, Karl Urban, Simon Pegg e John Cho.

Assista ao trailer de ‘Star Trek – Sem Fronteiras‘:

Vídeo compara a épica cena de ‘Psicose’ com o plot twist [SPOILER] de ‘Bates Motel’

[SPOILER]

 

Spoiler dos gigantescos mesmo!

Nessa segunda-feira, ‘Bates Motel apresentou a extremamente aguardada cena que se referencia ao clássico ‘Psicose‘, em que Norman acaba por matar Marion Crane.

Mas na série, houve um ponto de virada incrível.

Assista:

 

‘Meu Malvado Favorito 3’ ganha novos e hilários vídeos; Assista!

A seguir, você confere mais dois divertidos comerciais de Meu Malvado Favorito 3.

Assista:


Com direção de Pierre Coffin e Kyle Balda, a produção ‘Meu Malvado Favorito 3‘ traz de volta os personagens mais famosos da série: Gru, Agnes, Margo, Edith, Dr. Nefario e os atrapalhados Minions, além de agora apresentar Dru e o novo vilão Balthazar Bratt.

Produzido pela Illumination Entertainment, de ‘Minions‘ e ‘Sing – Quem Canta Seus Males Espanta‘, a animação chega dos cinemas em 29 de junho.

Bill Skarsgård fazendo a cara do Pennywise sem maquiagem é ainda mais assustador.

O ator Bill Skarsgård, que interpreta o palhaço Pennywise em ‘It – A Coisa‘, divulgou um vídeo fazendo a cara do personagem sem maquiagem. O resultado é assustador…

Assista:

Em entrevista ao DigitalSpy,  Skarsgård revelou que fez um truque prático em  ‘It – A Coisa‘ para deixar o Pennywise ainda mais assustador – evitando assim que o diretor precisa usar CGI.

Nessa cena (abaixo), o diretor queria que o Pennywise estivesse olhando para o Georgie e também para a câmera e o público ao mesmo tempo. Ao invés de usar efeitos especiais, o ator Bill Skarsgård disse que conseguia fazer isso com os olhos. Se você tapar um dos olhos, o Pennywise olha pro Georgie. Se tapar o outro, ele olha para você!

O filme fez US$ 123,1 milhões em seu primeiro fim de semana, mais do que os US$ 117.2 milhões inicialmente divulgado.

‘It – A Coisa’ e as Melhores Adaptações de Stephen King

Leia nossa crítica EM TEXTO:

Crítica | It: A Coisa – Drama com toques de terror que diverte mais do que assusta!

A Coisa‘ mostra o Clube de Perdedores lutando contra Pennywise pela primeira vez, enquanto ainda adolescentes. Uma promessa feita há vinte e oito anos chama sete adultos para se reunirem em Derry, Maine, onde, enquanto adolescentes, lutaram contra uma criatura maligna que atacava as crianças da cidade. Não tendo a certeza de que seu Clube de Perdedores havia vencido a criatura todos aqueles anos atrás, os sete haviam jurado retornar a Derry se o Pennywise reaparecesse.

Palhaços que estão assustando moradores nos EUA não têm ligação com ‘It – A Coisa’ 

‘Vingadores: Guerra Infinita’ ganha novo comercial antes do trailer

Vingadores: Guerra Infinita ganhou um novo comercial antes do trailer,
que será lançado nesta sexta-feira, 16.

Assista:

Durante uma entrevista ao Coming Soon, o diretor Joe Russo esclareceu uma dúvida recorrente entres os fãs: Vingadores: Guerra Infinita eVingadores 4 não serão duas partes de um mesmo filme.

“É semelhante com ‘Capitão América: Soldado Invernal’ e ‘Capitão América: Guerra Civil’. Esses dois filmes também se relacionam, tem uma linha narrativa que os conecta, mas ao mesmo tempo há uma independência em termos da experiência e para onde a história está avançando. Não será uma relação de parte I e II”

Ou seja, por mais que as histórias estejam interligadas, cada filme será individual. Isso desmente os rumores de que ambos os filmes seriam parte 1 e 2.

Em outra entrevista ao Entertainment Tonight, a atriz Scarlett Johansson revelou que Vingadores: Guerra Infinita é ambientado dois ou três anos após os eventos de Capitão América: Guerra Civil.

“Pelo que sei, já se passaram dois ou três anos desde a última vez que vimos esses personagens em ‘Guerra Civil’. Eles são parte dos esforços de uma unidade contra terrorismo, mas sem chamar atenção, o que é grande quando você faz parte dessas missões sem qualquer apoio do governo e tudo mais. Você não tem nem o apoio do público em geral. Está correndo perigo, tentando fazer o que acredita que é melhor para o bem de todos, mas não tem ninguém para guiá-los”

Recentemente, o site LRM confirmou queVingadores: Guerra Infinita terá 2 horas e 36 minutos de duração, como sugeriram as primeiras informações da rede de cinemas AMC e do Fandango.

Isso significa que ‘Guerra Infinita‘ será o filme mais longa da Marvel – superando ‘Capitão América: Guerra Civil‘ (2 horas e 27 minutos).

Pantera Negra, o filme mais recente do estúdio, teve 134 minutos (2 horas e 14 minutos).

Enquanto isso, confira uma prévia do filme:

Comercial da Disney revela armadura completa do Homem de Ferro em ‘Guerra Infinita’; Vem ver!

A trama vai mostrar o vilão Thanos juntando as Jóias do Infinito e declarando guerra contra os Vingadores, que estão separados após os eventos de ‘Capitão América: Guerra Civil‘.

Guerra Infinita‘ será lançado nos cinemas em 26 Abril de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 02 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

‘Vingadores: Guerra Infinita’ mostrará a dor e sacrifício dos heróis, diz diretor

Assista ao trailer LEGENDADO do remake de ‘Hellboy’

Conforme prometido, ‘Hellboy‘ acaba de ganhar seu primeiro trailer legendado. A prévia tem bastante humor, cenas sangrentas e uma pitada de ação…

Assista:

Dirigido por Neil Marshall (‘Abismo do Medo‘), o reboot terá um tom mais sombrio que a franquia original.

Ian McShane viverá o Professor Trevor Bruttenholm, o pai adotivo do anti-herói, vivido por David HarbourMilla Jovovich será a Rainha de Sangue Nimue. Sasha Lane vive Alice Monaghan.

Daniel Dae Kim (‘Lost‘), Brian Gleeson (‘Mãe!‘), Sophie Okonedo (‘Depois da Terra‘) e Alistair Petrie (‘Rogue One: Uma História Star Wars‘) completam o elenco.

O longa chegará aos cinemas em 12 de abril de 2019.

Meu Bebê

(Mon bébé)

 

Elenco:

Thaïs Alessandrin
Sandrine Kiberlain
Victor Belmondo

Direção: 
Lisa Azuelos

Gênero: Comédia Dramática

Duração: 87 min.

Distribuidora: Bonfilm

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 1º de Agosto de 2019

Sinopse: 

No filme, Héloïse (Sandrine Kiberlain), mãe de três filhos, começa a gravar com a câmera do celular a rotina com sua filha caçula Jade (Thaïs Alessandrin), que está prestes a continuar seus estudos no Canadá. A mudança iminente da filha, a última a sair de casa – os outros dois não moram mais com ela – traz para a personagem reflexões sobre sua relação com os filhos e a maternidade, por meio de suas lembranças.

Curiosidades: 

» O longa-metragem chega aos cinemas de Brasília (DF), Santos (SP), São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG), nesta-quinta, 1 de agosto, seguido de Florianópolis (SC) no dia 8.

» Assistido por quase 600 mil pessoas na França, o longa-metragem foi premiado com o Grand Prix de direção para Lisa Azuelos e com melhor atriz para Sandrine Kiberlain no Festival Internacional do Filme de Comédia de L’Alpe d’Huez em 2019. No Brasil, o longa foi exibido no Festival Varilux de Cinema Francês de junho deste ano.

Trailer:

Cartazes: 

‘X-Men’: James Marsden surge com o óculos do Ciclope

O ator James Marsden , que ficou famoso nos anos 2000 por dar vida a Scott Summers, o Ciclope de ‘X-Men‘, fez uma bela surpresa para os fãs.

Em um bate papo com Ben Schwartz, o dublador de ‘Sonic – O Filme‘, o ator usou o famoso óculos escuro do líder dos X-Men.

Confira:

 

Ver essa foto no Instagram

 

Caught up with Cyclops today. He’s doing well.

Uma publicação compartilhada por Ben Schwartz (@rejectedjokes) em

 

Durante uma entrevista para o Comic Book, Marsden foi questionado se gostaria de interpretar outro mutante agora que os ‘X-Men‘ estão chegando ao MCU.

“Parece esquisito pensar em voltar ao mundo dos quadrinhos, seja na Marvel ou na DC, e me juntar aos ‘X-Men‘ interpretando outro personagem seria ainda mais estranho… Mas eu toparia. Eu tenho muito respeito pelo universo dos ‘X-Men‘ e sempre serei grato por fazer parte dessa família por alguns anos. Foi um momento muito especial na minha carreira, e se eu tiver a oportunidade de repetir essa experiência, podem contar comigo.”

Para quem não se lembra, Marsden retornou como Ciclope pela última vez em uma participação especial em ‘X-Men: Dias de um Futuro Esquecido‘, lançado em 2014.

As Five | O Caminho de Malhação – Viva a Diferença à série mais aguardada do Globoplay

Se você passou pelo Twitter entre maio de 2017 e março de 2018, muito provavelmente deu de cara uma vez ou outra com alguma hashtag relacionada à temporada de ‘Malhação’ que estava no ar naquele período. A série antológica adolescente à brasileira, no ar desde 1995, raramente esteve tão em alta quanto esteve com ‘Viva a Diferença’ — e olha que já tivemos Vagabanda, Cabeção e Mocotó nesse rolê.

O sucesso é resultado da transformação da novelinha para aquela temporada. Quase tudo seria diferente; o subtítulo (‘Viva a Diferença’) era novidade; o fato de serem cinco as protagonistas, e não um casal, era novidade; a promessa de uma história sem mocinhos e vilões (ainda que burlada lá pelo meio da temporada) era novidade; a assinatura de Cao Hamburger, autor conhecido por Castelo Rá-Ti-Bum e outras programações para o público infanto-juvenil, chamava atenção por todos os motivos certos; o casal Limantha, surgido na 2ª fase e alçado ao sucesso absoluto, roubou os holofotes e o carinho da audiência. Curiosidade das boas era o mínimo que essa reunião de fatores poderia gerar.

A ideia por trás de tantas renovações na fórmula era fazer a atração voltar a conversar com o público jovem e adolescente na era digital. Isso é algo que aos poucos foi ficando para trás, sobretudo quando a entrada de seriados norte-americanos na rotina brasileira através do streaming se fortaleceu. Era um tiro de canhão, não exatamente no escuro mas não totalmente em claro, rumo à geração Z, os zoomers, com a promessa de tratar de assuntos relevantes para os jovens, na linguagem dos jovens, sem moralismos e com sensiblidade

O resultado poderia ter sido inteiramente trágico, vergonhoso. Mas, depois de um Emmy internacional e recordes de audiência quebrados no horário, e levando em conta que estamos diante do primeiro derivado da história de Malhação — diga-se de passagem, um dos produtos mais aguardados do Globoplay — é seguro dizer que o experimento foi para lá de bem sucedido.

As Five (Reprodução)

Mesmo com tudo isso, o que realmente fez ‘Malhação – Viva a Diferença’ funcionar não foi exatamente a ideia no papel, mas sua execução. Quando enxergamos as cinco protagonistas, tão diferentes entre si e com histórias tão particulares, é que fica clara qual era a tentativa (bem sucedida) da temporada. Não apenas MVAD queria falar com vários públicos e abrir um espaço para que jovens se enxergassem na história, mas queria fazer isso deixando de lado o didatismo o máximo possível. O realismo estava em detalhes na maioria das vezes invisíveis nos folhetins, como o tempo que Ellen passava no trajeto de sua casa na Brasilândia até o colégio em Vila Mariana, as diferenças socioeconômicas entre elas serem reconhecidas ao invés de ignoradas, e as diferenças celebradas e naturalizadas.

Se a estreia do spin-off As Five vem pouco mais de 2 anos e meio após o fim de MVAD, esse tempo pareceu uma eternidade para quem está no aguardo desde 2018. Na história, que chega ao Globoplay a partir do próximo dia 12 de novembro, o público reencontra as protagonistas por volta de seis anos depois de elas terem se visto pessoalmente pela última vez — e três anos, dois meses e seis dias depois de terem se falado no grupo de mensagens.

De um lado, a passagem de tempo ajuda a equalizar as idades: do público-alvo, das personagens e das suas intérpretes. Por outro, permite que o roteiro avance em histórias mais complexas e pessoais do que as tramas do ensino médio de Malhação. E, com isso, expanda o seu público e continue tratando as personagens na base da honestidade.

Por exemplo: Benê (Daphne Bozaski) e Guto (Bruno Gadiol) estão se separando depois de o rapaz se revelar gay — e, com essa, ela se abre para explorar sua sexualidade. Este tema jamais abordado na novela vespertina, em razão do horário, apesar de conversas sobre sexo serem  bem presentes na vida dos jovens autistas.

Keyla (Gabriela Medvedovski) cuida de Tonico (Matheus Dias) sozinha e está “completamente diferente da Keyla que conhecíamos”: a vida de mãe-solo lidando com o desemprego não é simples e a deixou bastante abalada e até desanimada para perseguir seus sonhos e ambições. (Quem nunca, né?)

Tina (Ana Hikari) sofre após a morte da mãe e lida com as pressões familiares — aliás, é o velório da Dona Mitsuko que reúne as amigas novamente. Embora ela seja uma DJ famosa nas noites paulistanas e tenha um relacionamento estável, sua situação também não é simples: o casamento com Anderson (Juan Paiva) guarda surpresas e ela estará bastante sensível.

Ellen (Heslaine Vieira), depois de ter realizado o seu sonho morando e estudando nos Estados Unidos, volta para o Brasil para reencontrar as amigas, com um anel de noivado e muitas dúvidas na cabeça. Lá vem problema…

E Lica (Manoela Aliperti), bem… o que dizer de Heloísa Gutierrez? Impulsiva como sempre, Lica abandonou faculdades e projetos e está perdida na vida em todos os sentidos — inclusive o romântico, já que o relacionamento com Samantha (Giovanna Grigio) não durou.

Portanto, muito mudou para as meninas, e pouco mudou para melhor. E é por isso que aqueles que esperam por uma série com o mesmo tom da novelinha infanto-juvenil talvez devam se preparar para algo mais ousado. 

Ainda sob a direção criativa de Cao Hamburger, As Fiveé anunciada como um presente para os fãs:  “Depois que a novela acabou, nas redes sociais os fãs não paravam de pedir uma continuação”, explicou Cao no documentário ‘Making Five’, disponibilizado no Globoplay. “Foi aí que veio a ideia de fazê-las em outra fase da vida. Então, a série ficou com o nome As Five porque não tinha outro, o público se apropriou [dele].”

É claro, isso não quer dizer que não exista espaço para quem quer conhecer a história agora. A trama segue para além do que aconteceu em Viva a Diferença, e embora conhecer a novela obviamente ajude, é esperado que a série também se abra para novos públicos. Afinal de contas, estamos falando do carro-chefe do Globoplay. 

Oi? Zumbis nazistas pilotam tubarões mecânicos no trailer de ‘Sky Sharks’

O terror trash ‘Sky Sharks‘ ganhou um trailer absolutamente insano.

Confira:

O longa é dirigido por Marc Fehse.

No Ártico, uma equipe de geologistas descobre um navio nazistas que todos pensavam que estava perdido: o Himmelsfaust, um colosso de aço do Terceiro Reich, cheio de máquinas inimagináveis de destruição. Logo, eles descobrem experimentos secretos que envolvem pilotos que sofreram mutações genéticas com poderes sobrenaturais. Dr. Klaus Richter, então, é forçado a parar um exército de mortos-vivos para salvar a humanidade e o planeta da condenação certa.

O elenco conta com Tony Todd, Lyn Lowry, Mick Garris e Barbara Nedeljakova.

O terror irá estrear oficialmente no festival FrightFest, em Londres.

‘Pânico’: Jack Quaid adoraria ver Ghostface lutando com Vin Diesel em crossover com ‘Velozes e Furiosos’ [EXCLUSIVO]

O jornalista Renato Marafon entrevistou Jack Quaid, Melissa Barrera e Jenna Ortega para a divulgação do novo ‘Pânico‘, que chega aos cinemas nesta quinta-feira (13).

Como os vilões Freddy Krueger e Jason Voorhees já ganharam um crossover nos cinemas com ‘Freddy vs Jason‘ (2013), questionamos os astros com qual franquia eles gostariam de ver ‘Pânico‘ ganhando um crossover. E a resposta foi hilária.

“Você consegue imaginar o Ghostface em ‘Velozes e Furiosos’?”, indagou Melissa.

Rindo, Jack Quaid respondeu:

“Meu Deus! Sim! Seria ‘+Pânico +Furiosos’. Ficou péssimo! Esse título ficou péssimo! Seria incrível ver o Vin Diesel e o Ghostface interagindo.”, afirmou.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

Barrera ainda revelou que adoraria ver o retorno do elenco original em mais um filme.

“Sim! Eles são o legado da franquia. Essa é a franquia deles. Enquanto eles quiserem retornar, acho que o público iria adorar continuar a acompanhar jornada deles.”, afirmou.

Caso as projeções se concretizem, o novo filme deve conquistar a MAIOR estreia da franquia nas bilheterias dos EUA, ultrapassando o lançamento de ‘Pânico 3‘, que arrecadou US$ 34.7 milhões em seu primeiro final de semana no país.

O longa será lançado pela Paramount Pictures nos cinemas nacionais no dia 13 de janeiro, um dia antes da estreia norte-americana.

Matt Bettinelli-OlpinTyler Gillett , do elogiado terror ‘Casamento Sangrento‘, são responsáveis pela direção.

Vinte e cinco anos após uma série de assassinatos brutais chocar a tranquila cidade de Woodsboro, um novo assassino se apropria da máscara de Ghostface e começa a perseguir um grupo de adolescentes para trazer à tona segredos do passado mortal da cidade, fazendo com que Sidney Prescott retorne para desvendar o mistério.

Pânico | Pontos importantes para prestar atenção no primeiro trailer – incluindo uma teoria que pode mudar a franquia

O elenco conta com o retorno de Neve CampbellDavid ArquetteCourteney Cox e Marley Shelton, além de introduzir os novatos Melissa BarreraDylan MinnetteJenna OrtegaMason GoodingKyle Gallner, Jack Quaid, Jasmin Savoy BrownMikey Madison.

Assustador! Prelúdio de ‘X – A Marca da Morte’ ganha trailer LEGENDADO e data de estreia no Brasil

O prelúdio de ‘X – A Marca da Morte‘ finalmente ganhou uma data oficial para chegar aos cinemas do Brasil e trailer LEGENDADO.

O ACLAMADO ‘Pearl‘ será lançado no dia 9 de fevereiro pela Cinecolor Films Brasil em parceria com a Universal Pictures.

Assista ao trailer:

Dentre os comentários dos críticos no Rotten Tomatoes, os especialistas rasgaram elogios para a atuação de Mia Goth, que reprisa o papel titular, apesar de dizerem não ser tão original quanto o filme predecessor.

Confira:

Pearl acaba realçando ‘X’ um pouco ao essencialmente narrar toda a repressão e os eventos que deixaram Pearl louca. Mas não sem seus próprios problemas” – Collider.

“Talvez eu não devesse ter gostado tanto de Pearl quanto eu gostei: mas é inteligente, ágil, tenebroso e brutalmente bem atuado. Uma joia” – The Guardian.

“É uma conquista impressionante da arte fílmica, mas uma que não revela nada de novo” – IndieWire.

“Um retrato arrepiante de mais uma jovem cobiçando por uma vida melhor do que a que tem, tornando-se uma companhia divertida a ‘X’” – THR.

Pearl se sustenta por conta própria, uma divertida ‘Imitação da Vida’ cheia de referências internas a clássicos do terror” – Variety.

Lembrando que West já está desenvolvendo o roteiro do terceiro filme, intitulado ‘MaXXXine‘.

Em 1979, um grupo de cineastas viajam até a zona rural do Texas para gravar um filme adulto, mas sua anfitriã reclusa os pega no ato e eles logo precisam lutar desesperadamente por suas vidas.

O elenco conta com Brittany Snow (‘A Morte te Convida para Dançar’), Mia Goth (‘Suspiria’), Jenna Ortega (‘Pânico’), Scott Mescudi (‘Não Olhe para Cima’), Martin Henderson (‘O Chamado’), Owen Campbell (‘Tempos Obscuros’) e Stephen Ure (‘Máquinas Mortais’).

Crítica | Feriado Sangrento é um slasher brutal, SANGRENTO e extremamente divertido

Os slasher movies se popularizaram novamente nos anos 90 com o sucesso estrondoso de ‘Pânico‘ (Scream, 1996), filme do mestre Wes Craven que subvertia os clichês do gênero e usava a metalinguagem para aterrorizar e também fazer rir. O filme abriu com apenas US$ 6,3 milhões em seu final de semana de estreia e terminou sua jornada nos cinemas com gigantes US$ 103 milhões. Com o sucesso, tivemos dezenas de filmes no mesmo estilo, com alguns bem sucedidos como ‘Eu Sei…‘ e ‘Lenda Urbana‘. No começo dos anos 2000, o subgênero saturou.

Agora, com os revivals bem sucedidos das franquias ‘Pânico‘ e ‘Halloween‘, novos filmes slasher estão ganhando os cinemas… como é o caso de ‘Feriado Sangrento‘ (Thanksgiven).

O filme nasceu como um dos trailers grotescos e irônicos de filmes falsos dos anos 70 que foram exibidos entre as duas metades de ‘Grindhouse‘, longa-metragem de Quentin Tarantino e Robert Rodriguez. O diretor Eli Roth trazia um humano amarrado, assado e servido como um grande peru crocante. Esse momento é um dos mais hilários de ‘Grindhouse‘, mas também foi perturbador o suficiente para prender a atenção do espectador.

Agora, Eli Roth finalmente faz um filme completo daquele trailer, e o resultado é extremamente saboroso e perturbador.

O diretor de ‘O Albergue‘ e ‘Cabana na Floresta‘ consegue criar um universo rico em personagens e uma história envolvente, enquanto cria cenas de assassinatos sangrentas e bem boladas e desenvolvidas, trazendo o melhor do slasher.

A sequência de abertura é um deleite à parte: um supermercado está fazendo uma liquidação de Black Friday e centenas de pessoas estão empurrando as grades de proteção desesperadas para ganharem uma máquina de Waffle, que será dada aos primeiros que conseguirem pegar. O tumulto toma conta do lugar e os seguranças não conseguem segurar as pessoas desesperadas pela promoção. No momento que a loja abre, é uma tragédia atrás da outra. Pessoas pisoteadas, o segurança com a jugular cortada pela porta de vidro, e muitas mortes.

Um ano depois da tragédia, um assassino misterioso fantasiado de peregrino aterroriza a cidade de Plymouth em Massachusetts, cidade berço do feriado americano de Ação de Graças.

Ele vai atrás de todos que ele acha que foram os responsáveis pelas mortes durante a liquidação da loja. À partir daí, temos as cenas de mortes mais variadas e absurdas possíveis, com muito sangue e toques de humor politicamente incorreto. É literalmente um banho de sangue, e o diretor mata os personagens da maneira mais criativa possível enquanto ainda tece críticas ao consumismo exacerbado dos norte-americanos.

Mesmo abusando do humor em alguns momentos para tirar a tensão iminente de algumas cenas, Roth cria um terceiro ato perturbador com cenas extremamente grotescas e nojentas que vai te fazer pensar toda vez que comer um peru assado.

A influencer Addison Rae entrega uma boa atuação como a final girl, e o elenco ainda conta com grandes nomes como Patrick Dempsey e Gina Gershon em ótimos papeis.

Feriado Sangrento‘ é um slasher que vai aos extremos, seja nos momentos cômicos ou nas cenas gore. E ele entrega justamente o que o título nacional promete… um feriado bem sangrento. Os fãs do gênero vão se deliciar.

Novo filme de AÇÃO que consegue ser ainda MELHOR que ‘John Wick’ estreia no Prime Video

O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em vídeo do aguardado ‘Fúria Primitiva’, filme de ação ao estilo ‘John Wick’ escrito, dirigido e estrelado por Dev Patel (‘Quem Quer Ser um Milionário’).

O longa está disponível no catálogo do Prime Video.

Assista a crítica em Vídeo:

Na trama, Kid é um jovem anônimo que ganha a vida em um clube de luta underground onde, noite após noite, usando uma máscara de gorila, é espancado por lutadores mais populares por dinheiro. Após anos de raiva reprimida, Kid descobre uma maneira de se infiltrar no enclave da elite sinistra da cidade. À medida que o trauma de sua infância transborda, suas mãos misteriosamente marcadas desencadeiam uma campanha explosiva de vingança para acertar as contas com os homens que tiraram tudo dele.

Lembrando que o filme conquistou impressionantes 91% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O longa é produzido por Jordan Peele (‘Não! Não Olhe!’). Patel co-assina o roteiro ao lado de Paul AngunawelaJohn Collee.

Inspirado na lenda de Hanuman, um ícone que representa força e coragem, Monkey Man’ traz Patel como Kid, um jovem anônimo que ganha a vida em um clube de luta underground onde, noite após noite, usando uma máscara de gorila, é espancado por lutadores mais populares por dinheiro.

Após anos de raiva reprimida, Kid descobre uma maneira de se infiltrar no enclave da elite sinistra da cidade. À medida que o trauma de sua infância transborda, suas mãos misteriosamente marcadas desencadeiam uma campanha explosiva de vingança para acertar as contas com os homens que tiraram tudo dele.

O elenco também conta com Sharlto CopleySobhita DhulipalaPitobashVipin SharmaAshwini KalsekarAdithi KalkunteSikandar KherMakarand Deshpande.

Prime Video prepara nova série de FANTASIA para os órfãos de ‘A Roda do Tempo’

Após emplacar sucessos baseados em sagas literárias, como ‘O Verão que Mudou Minha Vida‘, ‘Maxton Hall‘ e ‘Minha Culpa‘, o Prime Video deixou seus assinantes furiosos ao cancelar sua megaprodução ‘A Roda do Tempo‘ após três temporadas.

Após o cancelamento sem explicação, o streaming já tem um novo projeto para os órfãos da série de fantasia.

Foi anunciado que o Prime Video vai adaptar mais uma saga literária para as telinhas com ‘Powerless‘, trilogia best-seller de Lauren Roberts.

A obra mistura romance e fantasia em um universo distópico onde o poder — literal e simbólico — define quem vive e quem morre.

A adaptação será baseada nos livros Powerless (2023), Reckless (2024) e Fearless (previsto para 2025), fenômenos impulsionados por comunidades como o BookTok e o BookTube.

O romance de estreia de Roberts passou 19 semanas no topo da lista de mais vendidos do New York Times, vendeu mais de 1 milhão de cópias em menos de um ano e levou o prêmio de Melhor Livro YA de 2023 pela Barnes & Noble.

Ambientada no reino fictício de Ilya, a história acompanha Paedyn Gray, uma jovem “Ordinária” — pessoa sem poderes — que sobrevive à margem da sociedade depois que seu pai foi executado pelo rei. Escondida nos becos e favelas do reino, ela evita qualquer tipo de atenção. Até o dia em que salva, sem querer, a vida de ninguém menos que o príncipe Kai, o segundo filho do rei e caçador oficial de Ordinários.

O ato heroico a joga diretamente nos “Purging Trials”, uma competição cruel e pública que promete glória e riqueza aos vencedores, mas que, para Paedyn, significa apenas uma chance a mais de morrer. O detalhe? O príncipe que ela salvou também é um dos competidores — e está determinado a vencer. À medida que os dois se aproximam, enfrentam um dilema tão perigoso quanto as próprias provas: resistir ao vínculo irresistível que cresce entre eles.

A série está sendo adaptada por Daphne Ferraro, roteirista principal da primeira temporada de ‘Maxton Hall‘, considerada a maior estreia internacional de uma produção original do Amazon MGM Studios.

Ferraro também é responsável pela criação e será showrunner da série. Antes disso, ela colaborou na segunda temporada da série alemã ‘Dark‘, da Netflix, e assinou o roteiro do filme ‘Fly‘, de Katja von Garnier.

A adaptação televisiva será produzida pela Olive Bridge, de Will Gluck, e pela Lyrical Media, que adquiriram os direitos dos livros no outono passado. Lauren Roberts, autora da saga, também atua como produtora executiva — uma escolha que garante maior fidelidade ao material original.

Com elementos de fantasia, romance proibido, crítica social e ação intensa, Powerless promete ser a próxima obsessão do público YA.

Crítica | Churchill – A voz de comando dos bastidores da guerra

A vida dá lições que só se dão uma vez. Dirigido pelo cineasta Jonathan Teplitzky (Uma Longa Viagem) e com roteiro assinado por Alex von Tunzelmann (seu primeiro trabalho em longa metragem) Churchill é mais um filme que aborda parte da biografia marcante do ex-primeiro ministro britânico Winston Churchill. Brian Cox, que precisou ganhar dez quilos para viver o protagonista, tem atuação bastante competente na pele desse complexo, intrigante e forte personagem da história mundial.

Na trama, ambientada em junho de 1944, cerca de 96 horas antes da invasão da Normandia, onde os aliados tentam retomar parte importante da Europa invadida pelos nazistas, o famoso primeiro-ministro britânico, Winston Churchill (Brian Cox) dono de discursos inflamáveis e contagiantes tenta ser ouvido pelo alto comando dos aliados em meio a decisões importantes da segunda grande guerra. O filme também explora uma boa brecha do relacionamento em dificuldades com sua esposa Clemmie (Miranda Richardson) que passa todo o tempo controlando os ataques de fúria do político e estrategista britânico.

Churchill era perfeccionista e muitas vezes andando de cara feia de um lado para o outro, fumando seu inseparável charuto, despejando suas insatisfações ao não seguimento de suas ideias em todos que o cercavam. Nesse recorte da vida do duas vezes primeiro ministro britânico, vemos uma luta constante entre suas reservas severas em relação a Operação Overlord (codinome da batalha da Normandia) e seu papel cada vez mais marginalizado no esforço de guerra, deixado de lado muitas vezes pelos generais de batalha das forças aliadas.

Mostrando mais os bastidores da guerra, a visão política e militar dos que não vão para a frente de batalha, Teplitzky consegue dar um bom ritmo a história mesmo que em alguns momentos, principalmente no primeiro arco, o roteiro não esteja tão inspirado. Winston, como era mais chamado por muitos que o acompanhavam, dono de uma personalidade forte e trejeitos únicos será personagem central de outro filme, O Destino de uma Nação, com lançamento previsto para janeiro de 2018 e com Gary Oldman no papel principal.

10 filmes pra esquecer que você tem boletos vencendo!

A realidade, às vezes, bate à nossa porta com muita força, nos levando a ficar deprimidos por conta do caótico cotidiano e dilemas que passamos ao longo do mês para pagar nossas contas. Para você que está em busca de fugir um pouco dessa realidade refletindo sobre obras cinematográficas interessantes, segue abaixo uma ótima lista:

 

Casa de Dinamite (Netflix)

Contornando a possibilidade de os Estados Unidos ser atingindo em cheio – e de forma inesperada – por um míssil nuclear, acompanhamos através de muitas perspectivas, os dilemas de autoridades em busca de soluções.

 

Presente Maldito (Paramount Plus)

Polly (Dakota Fanning) é uma jovem buscando se encontrar na vida e vive sozinha na casa que aluga da irmã. Em uma noite, abre a porta da casa para uma senhora que lhe entrega uma caixa misteriosa. A partir desse momento, suas próximas horas serão de total medo e tensão precisando executar algumas tarefas ingratas.

 

Revelação (Disney Plus)

Na trama, conhecemos a musicista Claire (Michelle Pfeiffer), mãe de uma filha adolescente do primeiro casamento, que está indo para o primeiro ano de faculdade. Agora sozinha num enorme casarão com o marido, Norman (Harrison Ford) – um geneticista e pesquisador de uma faculdade -, Claire se vê obcecada pela situação conflituosa dos novos vizinhos, ao mesmo tempo que situações estranhas começam a acontecer na sua própria casa.

 

Momentos Decisivos (Prime Video)

Na trama, acompanhamos um homem que, após uma punição no passado, é recrutado por um amigo de longa data para ser o novo treinador de basquete de um colégio situado em uma cidadezinha de Indiana, mudando a vida de todos, e a própria, através do esporte.

 

Última Viagem a Vegas (Lionsgate +)

Na trama, quatro amigos de infância, que já estão na fase dos 70 anos, resolvem se reencontrar após anos sem contato para comemorar a despedida de solteiro de um deles em Las Vegas, o ricaço Billy (Michael Douglas).

 

Um Santo Vizinho (Prime Video)

Vincent (Bill Murray) é um ex-herói de guerra norte-americano que vive sozinho com seu gato persa, passando o dia bebendo e apostando em corridas de cavalo. Dançando bêbado em frente à jukebox, discutindo arduamente com o gerente do banco e maltratando muitas pessoas gratuitamente, Vincent parece não ter mais solução. Certo dia, novos vizinhos chegam para morar ao lado dele, e assim conhece o jovem Oliver, com quem logo desenvolve uma grande amizade.

 

Um Homem Chamado Ove (Mercado Play)

Baseado no livro A Man Called Ove, de Fredrik Backman, Um Homem Chamado Ove conta a história de um senhor já na terceira idade chamado, Ove, que vive seu cotidiano isolado de todos em um conjunto habitacional que ele mesmo ajudou a fundar. Já sem muitas alegrias, principalmente pelo abalo com o falecimento da esposa, tenta a todo instante perder a vida, mas sempre algo acontece na hora do ato final. A vida desse personagem, completamente rabugento, começa a mudar um pouquinho com a chegada de seus novos vizinhos, levando  Ove a repensar melhor sobre o simples ato de viver.

 

Viver Duas Vezes (Netflix)

O mal-humorado ex-professor de matemática Emílio (Oscar Martínez), um homem no terço final de sua vida, dedicou grande parte de seu tempo na terra para decifrar os enigmas da famosa ciência exata. Quando essa mente brilhante é diagnosticado com Alzheimer, sua filha Julia (Inma Cuesta) e sua neta Blanca (Mafalda Carbonell, em uma atuação marcante) se aproximam dele, e juntos partem em uma inusitada aventura em busca do primeiro amor de Emílio.

 

The Last Showgirl (HBO MAX)

Shelly (Pamela Anderson) é uma dançarina de um antigo show em Las Vegas e integra o elenco do espetáculo há muitas décadas. Ao receber a notícia que a atração será encerrada, começa a entrar em conflito com as escolhas que fez até então. Enquanto busca alguma saída para se reinventar profissionalmente, sua filha reaparece em sua vida.

 

Um Fantasma na Batalha (Netflix)

Ambientado em meados da década de 1990, acompanhamos a história de Amaia (Susana Abaitua), uma jovem oficial da guarda civil espanhola que se infiltra em uma célula do grupo separatista ETA, com o objetivo de localizar alvos e prevenir futuros atos terroristas praticados pelo grupo. Durante quase uma década, ela se vê em vários dilemas, descartando a vida pessoal e se jogando numa estrada marcada por tensão e violência.

Do Pior ao Melhor: Tomb Raider, Planeta dos Macacos e outros “Reboots” de Histórias Consagradas

Este ranking apresenta 10 filmes lançados na última década, exceto as obras de super-heróis, que buscaram trazer uma nova visão sobre um personagem, mas não agradaram tanto a crítica. Para fazer esta lista do pior ao melhor, a base de avaliação foi a nota do Rotten Tomatoes (RT) e os números de bilheterias do Box Office Mojo. Vindos da literatura ou do videogame, os filmes foram amados por uns – com direito a sequências – e odiados por outros. Vamos começar! 

  1. A Garota da Capa Vermelha (2011) – RT: 10% | Box Office Total: $$89,162,162

Talvez você nem se lembre, mas uma das histórias mais emblemáticas da idade contemporânea, Chapeuzinho Vermelho, ganhou sua versão moderna pelas mãos de Catherine Hardwicke, logo após filmar Crepúsculo (2008). As más línguas dizem que ela continuou filmando o mesmo filme, apenas com atores diferentes. A premissa da história dos irmãos Grimm é totalmente perdida. O objetivo era contar a origem da famosa fábula, no entanto, o filme torna-se um monótono triângulo amoroso.

  1. Robin Hood: A Origem (2018) –  RT: 13% | Box Office EUA: $5,095,000 (em dois dias)

O jovem Robin Hood, vivido por Taron Egerton, mal estreou e já quase encabeça a lista das piores adaptações clássicas. A culpa não é tanto por conta do ator, apesar de um Robin muchocho, mas pela produção sem esmero e as firulas do diretor Otto Bathurst. Para ter um ideia, o Príncipe dos Ladrões vivido por Russell Crowe (2010) obteve 43% de aprovação, enquanto Kevin Costner (1991) teve 51%. Ou a crítica está mais severa agora ou a qualidade está decaindo com o tempo.

  1. Hannibal, a origem do Mal (2007) – RT: 15% | Box Office Total: $82,169,884

Com a intenção de surfar no sucesso do personagem Hannibal Lecter, de Silêncio dos Inocentes (1991), e as suas continuações, o diretor Peter Webber (Moça Com Brinco de Pérola) teve a incumbência de explicar porque Hannibal tornou-se um canibal. Sem Anthony Hopkins ou Mads Mikkelsen, a história não encontrou o tom certo e saiu como uma medonha engabelação. A única coisa que a gente lembra é que Hannibal (Gaspard Ulliel) viu a sua irmãzinha ser comida por homens malvados e… tá aí a explicação. Apesar de tudo, o roteiro do filme é escrito por Thomas Harris, autor da série de livros de Hannibal.

  1. João e Maria: Caçadores de Bruxas (2013) – RT: 15% | Box Office Total: $226,349,749

Um ano após estrear como Gavião Arqueiro em Os Vingadores (2012), Jeremy Renner usou suas habilidades de arco e flecha nesta releitura do clássico infantil João e Maria. Com a ideia de transformar o trauma das crianças em uma arma de ataque, o longa de Tommy Wirkola abusa de efeitos visuais e objetos voadores, explorando ao máximo o 3D, mas esquece da construção dos personagens. Além do Vingador, a outra protagonista era Gemma Arterton. Alguém lembra o última filme da atriz? Pois é. Após sua terrível atuação, ela ainda apareceu em Aposta Máxima (2013), com Ben Affleck, mas seus outros trabalhos nunca mais chegaram ao Brasil.

  1. Peter Pan (2015) – RT: 27% | Box Office Total: $128,388,320

Com a presença de Hugh Jackman (O Favorito) e Rooney Mara (A Pé Ele Não Vai Longe), era difícil imaginar que os pontos não dariam liga, mas sempre que um diretor exagera na apresentação, o resultado é frustrante. Revisitado algumas vezes pelo cinema, Peter Pan sempre rendeu boas histórias, tal qual Em Busca da Terra do Nunca (2004), com índice de 84% no RT. Até Hook, a Volta do Capitão Gancho (1991), de Steven Spielberg, tem uma avaliação maior que esta versão rock de Joe Wright (O Destino de uma Nação).

  1. Rei Arthur: A Lenda da Espada (2017) – RT: 31% | Box Office Total: $148,675,066

Assim como no recém-lançado Robin Hood, a lenda do Rei Arthur (Charlie Hunnam) ganhou uma versão mais dinâmica no ano passado, sob o comando de Guy Ritchie. O que não agradou – tanto o público quanto a crítica – foi a remontagem focada nas lutas e longe da composição histórica. Aliás, grande parte destas novas adaptações acredita muito mais na ação do que no desenvolvimento de um bom roteiro. Essa escolha, entretanto, destitui o ambiente já criado do personagem e, consequentemente, desagrada os fãs dos cavaleiros da távola redonda.

  1. A Lenda de Tarzan (2016) – RT: 36% | Box Office Total: $356,700,357

Com o sucesso de Alexander Skarsgård (True Blood) e Margot Robbie (O Lobo de Wall Street) em trabalhos anteriores, os produtores acreditaram que recontar a lenda do Tarzan em um espetáculo visual inédito seria uma ótima aposta. Por um lado, a bilheteria pagou o filme, mas não chegou a dar tanto lucro. Já segundo a crítica, os grandes tropeços foram as atuações mornas dos protagonistas e os furos de roteiro. Este é mais um exemplo de atenção à forma em detrimento ao conteúdo.

  1. Branca de Neve e o Caçador (2012) – RT: 48% | Box Office Total: $396,592,829

Da infância à juventude, uma das mais famosas princesas da Disney dividiu a opinião dos críticos. Com um visual semelhante a trilogia de O Senhor dos Anéis (2001-2003), o diretor Rupert Sanders coloca uma armadura na princesa vivida por Kristen Stewart e compõe uma boa jornada do herói, neste caso o caçador (Chris Hemsworth). Vale ainda destacar a digna vilã de Charlize Theron, responsável por emplacar a sequência O Caçador e a Rainha do Gelo (2016). O tom demasiado sombrio, entretanto, incomodou os espectadores mais adeptos à história de amor e à camaradagem ressaltadas nas versões anteriores.

  1. Tomb Raider: A Origem (2018) – RT: 51% | Box Office Total: $273,821,715

Com a mudança de Angelina Jolie para Alicia Vikander,  a heroína dos videogames retorna à sua infância e ao início da sua juventude para revelar suas verdadeiras motivações e o passado do seu pai. Na versão do norueguês Roar Uthaug, a construção da Lara Croft perpassa todo o filme até ela se descobrir uma lutadora. Além de substituir a identificação do público com a versão de Angelina, o desafio do reboot era mostrar uma origem inspiradora para a personagem ter ser tornado tão combativa.

  1. Planeta dos Macacos: A Origem (2011) – RT: 81% | Box Office Total: $481,801,049

Quando você já achava que contar a origem das histórias era um erro, eis que surge Caesar (Andy Serkis) no seu caminho. Tudo bem que neste caso não é um personagem em si, mas toda uma teoria de como os macacos tomaram o Planeta Terra dos humanos. Sendo uma pré-sequel do clássico Planeta dos Macacos (1968) – com 88% no RT -,  a obra de Rupert Wyatt constrói perfeitamente a semente para a futura hecatombe. O projeto conta ainda com as continuações Planeta dos Macacos: O Confronto (2014) – com 90% de aprovação – , e Planeta dos Macacos: A Guerra (2017), com 93% no RT.

O que você achou desta lista? Deixe um comentário sobre o que você concorda, discorda e qual outro filme poderia estar aqui.

‘Stranger Things’: Produtor dá mais informações sobre a terceira temporada

O produtor Shawn Levy deu alguns detalhes interessantes sobre a 3ª temporada de ‘Stranger Things‘.

 “O terceiro ano se passará no verão, então já temos uma grande diferença. As primeiras temporadas foram muito focadas na escola. Essa vai ser uma época do ano que não terá a ver com a escola; é sobre piscinas, acampamentos e fogos de artifício de 4 de julho. Veremos algumas coisas bem legais antes de tudo ficar sombrio.”
 Sobre o monstro que apareceu na 2ª temporada, Levy revelou: “Ele ainda está pelo mundo invertido. Está determinado a alcançar os seus objetivos. Seus bichinhos se estimação não conseguiram, então, dessa vez, ele terá novas estratégias.”

Segundo ele, a principal referência do novo ano da série será ‘De Volta Para o Futuro‘, filme de Robert Zemeckis que bombou nos cinemas naquela época.

“Os relacionamentos de Mike e Eleven, e de Mad Max e Lucas, vão continuar a ganhar destaque. Eles ainda estão fortes juntos quando começamos. Mas são crianças de 13 e 14 anos, então o que o romance significa o amor para elas? Tem que ser algo simples e estável. E teremos mais Steve esse ano, que foi colocado como uma ‘babá’ para as crianças.”, afirmou.

A produção do terceiro ano deverá começar em breve, e a estreia está prevista para 2019.