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Neve Campbell relembra os bastidores de ‘Jovens Bruxas’ e ‘Pânico’

A atriz Neve Campbell foi uma figurinha carimbada ao longo dos anos 90 e 2000 e tirou um momento para refletir sobre dois de seus principais trabalho ao longo de ambas as décadas: ‘Jovens Bruxas’ e ‘Pânico’.

Em um vídeo feito para o site da revista americana Entertainment Weekly, ela relembrou sobre a sensação que a saga ‘Pânico’ se transformou, sendo relevante até hoje:

“Foi maravilhoso filmar ‘Pânico’ e fizemos tudo durante o verão em Santa Rosa, na Califórnia. Na época, nenhum de nós realmente achava que a produção atingiria o nível de popularidade que possui até hoje. Nós sabíamos que o roteiro era bom, mas lembro que nós costumávamos nos sentar juntos após um dia puxado de gravações, ensanguentados, refletindo se um dia aquela roupa do Ghostface se transformaria em uma fantasia de Halloween. 24 anos se passaram e nós ainda a vemos todos os anos”.

Sobre ‘Jovens Bruxas’, ela falou do apelo cult que a produção conquistou, algo que até então era inesperado e inimaginável:

“Recentemente eu participei de uma reunião que celebrou os 20 anos do filme e contou com uma exibição da produção no Hollywood Cemetery. Lá estavam Rachel True, Robin Tunney e o diretor, Andy Feming, e foi uma loucura. Todos estavam fantasiados, trajando os uniformes utilizados pelas meninas na escola, bebendo, se divertindo e até gritando algumas das falas mais famosas enquanto ‘Jovens Bruxas’ passava nas telonas. Até então eu não tinha imaginado o quão cult e clássico o filme era. Foi muito bom ver tudo isso”.

Campbell retorna para o quinto filme da franquia ‘Pânico‘, que será dirigido por Matthew Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett (Ready or Not).

A atriz vai reviver a mocinha perseguida eternamente por “Ghostface” nove anos após ‘Pânico 4‘ (2011), e se juntar no set a outros dois queridinhos da franquia, Courteney Cox e David Arquette, que dão vida à jornalista Gale Weathers e ao delegado Dewey Riley, respectivamente.

Pânico’ também traz uma nova geração de atores promissores de Hollywood como Jack Quaid (The Boys), Jenna Ortega (You) e Melissa Barrera (Vida), que já estão confirmados no elenco.

As filmagens já estão a todo vapor em Wilmington, na Carolina do Norte, e uma imagem dos bastidores revelou o logo da produção. Intitulado apenas como ‘Pânico‘, o filme ganhou um logo estilizado com a palavra em inglês marcada por um corte de faca e manchas de sangue em referência ao vilão Ghostface.

Lembrando que o projeto recebeu o título de produção ‘Parkside‘.

Confira o logo, junto com algumas imagens das locações:

 

A Paramount Pictures lança ‘Pânico‘ no Brasil no dia 13 de janeiro de 2022, um dia antes da estreia norte-americana.

 

 

‘Esquadrão Trovão’: Apesar de massacrada pela crítica, comédia é sucesso na Netflix

A Netflix divulgou que a comédia ‘Esquadrão Trovão‘ (Thunder Force), filme de super-heroínas estrelado por Melissa McCarthyOctavia Spencer, já foi assistida por mais de 52 milhões de contas.

Será o suficiente para uma sequência? Só o tempo irá nos dizer.

Vale lembrar que a comédia recordista de visualizações na plataforma fica por conta de ‘Mistério no Mediterrâneo‘, que foi assistida por 83 milhões de contas (de acordo com as métricas do streaming). O longa estrelado por Adam Sandler e Jennifer Aniston registrou incríveis 17.4 milhões de visualizações apenas nos três primeiros dias.

Confira o trailer:

 

O longa é roteirizado e dirigido por Ben Falcone.

Na trama, duas amigas de infância se reencontram e acabam formando uma dupla de super-heroínas quando uma delas cria uma fórmula que dá superpoderes à pessoas comuns.

O elenco ainda conta com Jason Bateman, Pom Klementieff, Bobby Cannavale, Sarah Baker e Melissa Leo.

‘Pânico’ recebe classificação indicativa para MAIORES de 17 anos

Pânico‘ (2022) recebeu classificação indicativa “Rated R” pela MPAA.

Ou seja, nos EUA, menores de 17 anos só podem assistir ao filme na presença dos pais.

A classificação se deu por “Forte violência sangrenta, palavrões e algumas referências sexuais”.

Todos os quatro filmes anteriores receberam a classificação indicativa Rated R.

Lembrando que a Paramount Pictures lança ‘Pânico‘ no Brasil no dia 13 de janeiro de 2022, um dia antes da estreia norte-americana.

Confira o trailer, a sinops e siga o CinePOP no YouTube:

Vinte e cinco anos após uma série de assassinatos brutais chocar a tranquila cidade de Woodsboro, um novo assassino se apropria da máscara de Ghostface e começa a perseguir um grupo de adolescentes para trazer à tona segredos do passado mortal da cidade, fazendo com que Sidney Prescott retorne para desvendar o mistério.

Pânico | Pontos importantes para prestar atenção no primeiro trailer – incluindo uma teoria que pode mudar a franquia

O elenco conta com o retorno de Neve CampbellDavid ArquetteCourteney Cox e Marley Shelton, além de introduzir os novatos Melissa BarreraDylan MinnetteJenna OrtegaMason GoodingKyle Gallner, Jack Quaid, Jasmin Savoy BrownMikey Madison.

Matt Bettinelli-OlpinTyler Gillett são os diretores.

O primeiro filme da franquia estreou em 1996 e tornou-se um clássico instantâneo e revolucionário que misturou elementos do terror slasher com a metalinguagem cinematográfica. Dirigido por Wes Craven e roteirizado por Kevin Williamson, a trama focava em um serial killer mascarado conhecido pelo nome de Ghostface, que utilizava bordões e um assustador conhecimento sobre produções do gênero para perseguir suas vítimas.

Juntas, as quatro iterações arrecadaram mais de 608 milhões de dólares nas bilheterias mundiais. 

‘O Pálido Olho Azul’: Christian Bale e Edgar Allan Poe resolvem mistérios em trailer de SUSPENSE da Netflix

O Pálido Olho Azul‘ (The Pale Blue Eye), suspense da Netflix que é dirigido e roteirizado por Scott Cooper (‘Coração Louco’), teve seu primeiro trailer divulgado.

Christian Bale (‘Thor: Amor e Trovão’) interpreta o detetive aposentado Augustus Landor, encarregado de investigar uma série de assassinatos que ocorreram em 1830 na Academia Militar dos Estados Unidos.

O que é particularmente interessante ao público é que Edgar Allan Poe é um personagem central na história, e recentemente descobrimos que Harry Melling (Dudley Dursley na franquia Harry Potter) irá interpretá-lo.

A estreia do filme está agendada para o dia 6 de janeiro de 2023, mas antes disso haverá uma exibição cinematográfica limitada, começando no dia 23 de dezembro deste ano.

Assista e confira fotos:

O Pálido Olho Azul‘ adapta a obra de Louis Bayard, ao mesmo tempo que marca uma nova colaboração entre Cooper e o astro Bale.

Gillian Anderson (The Crown), Lucy Boynton (Bohemian Rhapsody), Charlotte Gainsbourg (Antichrist), Toby Jones (Atômica), Harry Lawtey (Industry), Simon McBurney (Carnival Row), Timothy Spall (Mr. Turner), Hadley Robinson (Moxie), Joey Brooks (Molly’s Game), Brennan Cook (Encounter), Gideon Glick (Marvelous Mrs. Maisel), Fred Hechinger (The White Lotus), Matt Helm (Tragedy of Macbeth), Steven Maier (The Plot Against America), Charlie Tahan (Ozark) e Robert Duvall (O Juiz) também estrelam.

‘Cemitério Maldito: A Origem’ estreia no Paramount+ e pode te surpreender; Confira a crítica!

O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em vídeo da pré-sequência Cemitério Maldito: A Origem’ (‘Pet Sematary: Bloodlines’), que foi exibida em primeira mão no Fantastic Fest em Austin, no Texas.

Fomos o primeiro site do Brasil a trazer a crítica do filme, que já está disponível no Paramount+ do Brasil.

Confira o vídeo e a crítica:

Crítica | Cemitério Maldito: A Origem SURPREENDE com bons sustos e história inédita

“Em 1969, um jovem Jud Crandall sonha em deixar sua cidade natal, Ludlow, Maine, para trás, mas logo descobre segredos sinistros enterrados e é forçado a enfrentar uma história familiar sombria que o manterá para sempre conectado a Ludlow. Juntos, Jud e seus amigos de infância devem lutar contra um antigo mal que tomou conta de Ludlow desde a sua fundação e, uma vez descoberto, tem o poder de destruir tudo em seu caminho.”

Jackson White (‘Mrs. Fletcher’) interpreta uma versão jovem de Jud Crandall. O clássico personagem foi interpretado por Fred Gwynne na adaptação original, e por John Lithgow, no remake de 2019.

O elenco conta com Natalie Alyn Lind (‘The Gifted’), Jack Mulhern (‘Mare of Easttown’), Forrest Goodluck (‘O Regresso’), Pam Grier (‘Jackie Brown’), Henry Thomas (‘A Maldição da Residência Hill’) e Samantha Mathis (‘Billions’) e Isabella Star LaBlanc.

Lindsey Beer, roteirista da comédia ‘Sierra Burgess é uma Loser‘, será responsável pela direção. Essa será a estreia diretorial de Beer, que também atualizou a última versão do roteiro.

Jeff Buhler, responsável pelo reboot de 2019, escreveu o roteiro do novo filme.

Vale lembrar que, lançado em 2019, o remake dividiu a opinião dos críticos, conquistando apenas 58% de aprovação no Rotten Tomatoes. Apesar disso, a nova versão se saiu bem nas bilheterias, arrecadando US$ 113.1 milhões mundialmente, a partir de um orçamento de apenas US$ 21 milhões.

Um dos filmes mais EMOCIONANTES do último ano estreia no Prime Video e vai te encantar…

Na época mais acalentadora e aconchegante do ano, um gélido inverno chega como um choque térmico, um contraste entre como a época natalina deveria ser e como ela de fato acaba se tornando. Diante de coros de canções religiosas que celebram o nascimento de Cristo, Os Rejeitados se abre para nós audiência sem nos preparar para a experiência que se inicia. Paul Giamatti surge na tela, com aquele mesmo ar cansado e frustrado de Sideways – Entre umas e Outras. Cercado por um estilo de vida pouco atraente, mas prático e funcional, ele é uma vez mais o protagonista atípico que não escolheríamos, tão pouco desejaríamos. Mas nunca nos atraímos tanto a ele como aqui.

Estrábico, Paul é um professor de História Antiga no início dos anos 70, de um internato voltado para meninos, localizado nos arredores de Boston. Com a missão de conduzir os poucos alunos incapazes de passarem as festas de fim de ano com suas famílias, ele é condecorado com a péssima obrigação docente de tutelá-los até o reinício das aulas. Os “Holdovers”, os remanescentes – como o título original do filme sugere -, são poucos e aleatórios adolescentes de faixas etárias diferentes, vindos de contextos financeiros privilegiados e com pouca noção da penosa realidade externa. 

Eventualmente eles são reduzidos a apenas um: Angus Tully (Dominic Sessa). Completamente abandonado por sua família e deixado para trás pelos demais colegas que conseguem uma carona nas festas de fim de ano de um deles, ele se vê forçado a passar suas próximas duas semanas festivas com seu maior algoz e ao lado da chefe de cantina, Mary Lamb, viúva antes de casar e mais uma vez de luto, dessa vez pela morte de seu jovem filho. E é nesse cenário tão caótico e deprimente que o comum se torna extraordinário. Entre frustrações pessoais, desejos jamais realizados e coincidências infelizes, Alexander Payne faz de Os Rejeitados um de seus filmes mais lindos e apaixonantes.

Transitando entre o drama e a comédia com a leveza e fluidez de um exímio contador de histórias, ele nos envolve em uma trama quente, intimista e profundamente catártica sobre vida, crescimento, amadurecimento, solidão, solitude e família. Com protagonistas tão díspares, distantes uns dos outros em contextos pessoais, mas tão próximos emocionalmente, Os Rejeitados é uma ode aos underdogs da vida cotidiana, uma celebração aos que sofrem calados, aos abandonados pelas escolhas alheias que inevitavelmente os afetam e aos sofridos de coração partido – seja qual for o motivo. 

Com uma direção característica de zooms rápidos e cortes mais secos, Os Rejeitados é Alexander Payne no auge de sua criatividade artística. Flertando com seus melhores trabalhos do passado, Os Descendentes e Sideways, o longa é uma experiência cinematográfica inadvertida. Inicialmente sem sabermos muito bem o que esperar, a produção é um convite a um pequeno e tão valioso recorte da vida de três protagonistas atípicos e pouco dejesáveis em termos cinematográficos. Mas tão bem construídos e alinhavados, eles são a essência de uma comédia dramática poderosa, bem escrita e absolutamente hipnotizante.

Aqui, Giamatti mostra mais uma faceta de seu talento como aquele homem cético, verborrágico e pedante. Nada atraente e extremamente frustrado e frustrante, ele consegue carregar um carisma inigualável – mérito de sua belíssima performance em tela. Transformando o roteiro assinado por David Hemingson em uma oportunidade criativa pessoal valiosa, ele brilha em tela, nos cativa, nos move e nos comove. Da’Vine Joy Randolph e sua invariável tristeza agregam a dramaticidade necessária ao filme. Como uma espécie de pêndulo que direciona o humor do longa em pontos chave, ela é um elo de conexão poderoso entre Paul e Angus. E Dominic Sessa fecha o trio como o revoltado aluno com síndrome de abandono, deixado no Natal e no Ano Novo por uma mãe distraída e egocêntrica.

Juntos, eles tornam a obra de Alexander Payne em uma dramédia natalina às avessas, onde o tradicional visco não pauta momentos românticos e a magia e as luzes de Natal não resplandecem nos olhos de seus personagens. Realista como alguns dos momentos mais dolorosos da experiência humana na Terra, o longa é a expressão máxima da arte de encontrar a beleza em meio à dor, à ausência e à quietude de um inverno talvez mais solitário e menos festivo. Engraçado quando menos se espera e delicado por essência, Os Rejeitados é a combinação entre a doçura e o amargor da vida cotidiana. Transformando o comum em extraordinário, o filme é uma reflexão sobre como há beleza no feio, no soturno e no ignorado. Atraindo nossos olhos para aquilo que menos chamaria a nossa atenção, essa talvez seja uma das pérolas mais valiosas de 2023.

Aonde ASSISTIR ao Oscar ONLINE e qual horário?

Está se aproximando a noite mais aguardada da temporada de premiações do cinema: o Oscar 2025. Hoje, 2 de março, o Dolby Theatre, em Hollywood, será o palco de uma celebração cheia de emoção, glamour e, certamente, surpresas. Uma das grandes expectativas do público este ano é a presença do filme ‘Ainda Estou Aqui‘, que figura entre os indicados às principais categorias, e da atriz Fernanda Torres, que também concorre em uma das disputas mais aguardadas da noite.

Este ano, a cerimônia terá um anfitrião inédito: o comediante Conan O’Brien, famoso por seus talk shows nos Estados Unidos, que promete trazer seu carisma e humor irreverente para animar a noite. Ao lado dele, diversos nomes de peso da indústria cinematográfica devem marcar presença, seja como apresentadores ou anunciadores dos vencedores. Entre os astros confirmados, estão grandes nomes como Ana de Armas, Scarlett Johansson, Selena Gomez, Sterling K. Brown, Whoopi Goldberg, Willem Dafoe, Ben Stiller e Connie Nielsen, todos com a responsabilidade de dar mais brilho a uma noite de enorme prestígio.

Onde assistir ao Oscar 2025 e a que horas começa?

A cerimônia do Oscar 2025 acontecerá neste domingo, 2 de março, diretamente do icônico Dolby Theatre, em Hollywood, um local que já se tornou sinônimo de glamour e história no universo cinematográfico. O evento começará pontualmente às 21h (horário de Brasília), com a tradicional exibição do tapete vermelho, onde celebridades e convidados desfilam seus trajes elegantes. Às 22h, tem início a entrega dos prêmios, e a cerimônia deve durar cerca de três horas, com grandes expectativas para as disputas nas categorias mais relevantes, como Melhor Filme, Melhor Direção e Melhor Ator/ Atriz.

Para quem deseja acompanhar ao vivo a cerimônia, o Oscar 2025 será transmitido no Brasil por diferentes canais. A TNT e o Max farão a transmissão com tradução simultânea, permitindo aos telespectadores desfrutarem da premiação em tempo real, com a cobertura detalhada e comentários especiais. Além disso, a TV aberta no Brasil também irá exibir a cerimônia ao vivo, sendo a Rede Globo a responsável pela transmissão para todo o país, exceto no Rio de Janeiro, onde, devido à coincidência de datas, será mantida a exibição dos desfiles das escolas de samba, tradicional evento carioca que também atrai grande público.

Vale ressaltar que a Globo oferece seu sinal de TV aberta por meio da plataforma Globoplay, o que possibilita aos telespectadores de diversas regiões do Brasil assistirem à cerimônia gratuitamente pela internet, sem depender da TV tradicional. Isso significa que, independentemente de onde você esteja, pode acompanhar todos os detalhes do evento, desde a chegada das celebridades até os momentos de consagração dos vencedores.

O filme brasileiro Ainda Estou Aqui no Oscar 2025

Uma das maiores surpresas deste ano é a indicação de ‘Ainda Estou Aqui‘, um filme brasileiro que conquistou espaço entre as produções mais aclamadas pela crítica internacional e figura entre os indicados às principais categorias do Oscar 2025. Com uma história emocionante e uma atuação marcante de Fernanda Torres, a produção tem sido apontada como uma forte concorrente, trazendo uma representatividade importante para o cinema nacional na maior premiação do mundo.

O filme aborda questões sensíveis e universais, o que tem atraído a atenção não apenas de público brasileiro, mas também da crítica especializada mundial. Para os cinéfilos, a presença de ‘Ainda Estou Aqui‘ na disputa traz a esperança de que o cinema brasileiro continue a conquistar cada vez mais visibilidade no cenário internacional. Com grandes expectativas, o filme pode representar um marco para o cinema nacional e uma oportunidade de reconhecimento para o talento de Fernanda Torres, que já é reconhecida por seu trabalho no Brasil e agora recebe a chance de brilhar no maior palco do cinema mundial.

O Oscar 2025 promete ser uma noite repleta de emoção, surpresas e muitas estrelas, celebrando o melhor da sétima arte. Acompanhe a cerimônia e torça pelos seus favoritos, pois a cada edição, o Oscar se reinventa, e este ano, promete um espetáculo inesquecível.

E, enquanto os vencedores não são revelados, preparamos uma breve matéria especial ranqueando todos os longas-metragens indicados à categoria de Melhor Filme – que inclui, de forma histórica, a produção brasileira Ainda Estou Aqui, estrelada por Fernanda Torres e comandada por Walter Salles.

Confira e conte para nós qual o seu favorito:

10. EMILIA PÉREZ

emilia perez

Polêmicas envolvendo a protagonista Karla Sofía Gascón e o diretor Jacques Audiard à parte, ‘Emilia Pérez’ não tem qualquer elemento que justifique sua presença entre os indicados a Melhor Filme. O musical, que também traz Zoe SaldañaSelena Gomez no elenco protagonista, é uma mistura cansativa de gêneros e de canções esquecíveis, coreografias sem sentido e fracas atuações (com exceção de Saldaña, que continua como a favorita para levar o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante para casa) que narra uma história controversa e exaurível. Talvez o único aspecto que realmente chame a atenção seja a estética – que também não consegue se sustentar por muito tempo.

9. UM COMPLETO DESCONHECIDO

Bob Dylan é um dos nomes mais respeitados da história da música e, ano passado, ganhou uma cinebiografia intitulada Um Completo Desconhecido, com direção assinada por James Mangold. O filme é uma sólida investida cinematográfica, mas joga demais no seguro e não se arrisca em seus aspectos engessados, optando por seguir o libreto de convencionalismos de obras similares. Todavia, Timothée Chalamet faz um trabalho incrível ao incorporar Dylan, dividindo os holofotes com nomes como Edward NortonMonica Barbaro (igualmente em interpretações aplaudíveis).

8. WICKED

Wicked nos arrebata desde os primeiros minutos com performances aplaudíveis de Cynthia Erivo Ariana Grande. Ao encarnar Elphaba, Erivo consegue desfrutar de sua carreira no teatro (sendo detentora de um prêmio Tony, inclusive) e trazer novos aspectos àquela que se transformaria na icônica Bruxa Má do Oeste – singrando pelas complexidades de uma justiceira social que sabe o que é ser diferente e ser marginalizada pelos outros; Grande, por sua vez, explode como um hilário escape cômico, pintado na mais pura egolatria e vaguidão que, na verdade, esconde um coração benévolo que está apenas tropeçando ao se encontrar. E, para além dessas icônicas performances, é notável o trabalho memorável do diretor Jon M. Chu em capturar a essência do romance e do musical da Broadway em um espetáculo visual e sonoro de tirar o fôlego.

7. NICKEL BOYS

nickel boys

Nickel Boys talvez seja o título menos conhecido dessa seleção de indicados, mas, desde sua estreia no Festival de Telluride em agosto do ano passado, tornou-se um queridinho da crítica – e não é por qualquer razão. O longa dirigido por Colson Whitehead é inspirado por eventos reais e traz um estilo estético único que se afasta das fórmulas dos dramas e apresenta uma perspectiva bastante original. Para além do sólido trabalho imagético, o elenco explode em rendições fabulosas, com destaque a Ethan HerisseBrandon Wilson em um comprometimento com seus respectivos papéis que nos deixa extasiados e emocionados.

6. A SUBSTÂNCIA

a substância

Ninguém imaginaria que, em 95 anos dos prêmios da Academia, o terror finalmente conseguiria encontrar um espaço de apreciação por parte dos votantes. E foi graças a Coralie Fargeat que A Substância sagrou-se uma das produções mais aclamadas dos últimos anos, nos envolvendo com uma remodelagem do body horror e do terror sci-fi que quebrou as barreiras entre os gêneros e mereceu seu lugar dentre os indicados. Além dos impressionantes roteiro e direção encabeçados por Fargeat, essa visceral jornada pelo mundo do estrelato e da ambição contou com performances irretocáveis de Demi MooreMargaret Qualley.

5. CONCLAVE

Cardeais e freira em túnicas religiosas.

Depois de fornecer uma visão bastante diferenciada sobre os dramas bélicos com o vencedor do Oscar ‘Nada de Novo no Front’Edward Berger voltou aos holofotes com o suspense religioso Conclave. O filme poderia se render às fórmulas do gênero, porém, ao ter plena ciência dos limites que se autoimpõe, busca alternativas que prezam pela originalidade e que deixam que atores de altíssimo calibre convidem os espectadores a uma espetacular peça cinematográfica. Ademais, o longa reitera Berger como um dos grandes diretores da atualidade – e mostra sua sagacidade ao se aliar com nomes como Ralph FiennesStanley TucciJohn Lithgow e Isabella Rossellini em um elenco estelar.

4. DUNA: PARTE 2

Ambicioso, estupendo e majestoso são apenas alguns dos adjetivos que conseguem resumir, grosso modo, ‘Duna: Parte 2’. O mais recente longa de Denis Villeneuve é um deleite para os olhos, uma aula de como fazer cinema e, de forma imediata, posta-se como um dos melhores títulos não apenas da década, mas do século – expandindo o lendário universo arquitetado por Frank Herbert com esmero espetacular. Cada uma das sequências tira o fôlego do público, pinceladas com atuações esplendorosas de nomes como Timothée ChalametRebecca FergusonZendaya, investindo esforços em temáticas como fanatismo religioso, luta pelo poder e vingança.

3. ANORA

anora poster

Apesar de descrito como uma dramédia, Anora’ emerge como uma obra fílmica que consegue borrar os limites delineados entre os gêneros narrativos. Percebemos desde os primeiros minutos que o escopo atmosférico, pincelado com o hedonismo estético e artístico de um realismo mágico que divide os múltiplos atos. A ideia é fundir o prazer fugaz com a dureza de uma realidade sóbria, seja no proposital conflito imagética, seja em uma tour-de-force inenarrável de Mikey Madison, que desponta como uma das grandes estrelas de cinema da nova geração. No final das contas, não é possível colocá-lo apenas em um rótulo, conforme o escopo escala a níveis estratosféricos e aposta fichas na maximização das complicadas relações humanas.

2. AINDA ESTOU AQUI

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Mesmo em meados da década de 2020, há pessoas que rendem-se ao vira-latismo cultural ao acreditar que o Brasil não produz filmes bons. Walter Salles veio para provar novamente que isso não é verdade ao encabeçar o visceral e impactante drama Ainda Estou Aqui. Ambientado no obscuro período da Ditadura Militar, o longa funciona como um retrato cru de um dos momentos mais duros da história nacional – e, além de contar com uma soberba produção técnica e artística, é encabeçado por uma performance arrebatadora de Fernanda Torres, que se reitera como uma das melhores atrizes de todos os tempos.

1. O BRUTALISTA

Ninguém poderia nos preparar para o épico drama que Brady Corbet estava cozinhando com O Brutalista. Ao longo de três horas e meia de duração, o cineasta nos leva a uma jornada suntuosa de reflexão sobre as mentiras do inalcançável sonho americano ao colocar nos holofotes um imigrante que sobreviveu ao Holocausto e se mudou para os Estados Unidos para alcançar seus objetivos. Guiado pela performance quase etérea de Adrien Brody, o filme emerge como um clássico instantâneo que se vale bastante de elementos dos anos 1950 e 1960 – como a revitalização do formato VistaVision e o intervalo entre seus atos – em uma carta de amor à arte cinematográfica.

Os 40 Anos de O Iluminado | Uma Verdadeira Obra-Prima do Cinema

Considerado por grande parte dos cinéfilos, críticos, fãs de cinema e terror em geral um dos expoentes do gênero, O Iluminado (The Shining) completa 40 anos em 2020. Tendo base no livro criado por Stephen King, o filme foi apenas a segunda adaptação de uma obra do autor para o cinema – após o sucesso de Carrie, A Estranha (1976), de Brian De Palma. Em O Iluminado quem comanda o show é nenhum outro senão o cultuado Stanley Kubrick, um dos melhores cineastas de todos os tempos.

A estreia de O Iluminado ocorreu no dia 23 de maio de 1980, de forma restrita nos EUA. O filme ganharia circuito ampliado a partir de 13 de junho do mesmo ano pelo país. No Brasil, o longa chegaria seis meses depois, em 25 de dezembro. Envolto em muito misticismo, e redescoberto a todo instante (inclusive sendo constantemente tema de documentários e vídeos na internet), O Iluminado é o filme de número 61 dentre os melhores de todos os tempos na opinião do grande público no IMDB, e tem 85% de aprovação da imprensa especializada no Rotten Tomatoes; além de seguir incluído em listas de preferência dos especialistas e veículos renomados.

Ainda tópico constante na cultura popular, O Iluminado já ganhou uma minissérie e até mesmo uma continuação – tanto em livro, quanto em filme. Desta forma, o CinePOP resolve deixar aqui também sua homenagem a este verdadeiro ícone da sétima arte. Vem conhecer mais sobre este épico do terror com a gente.

Livro vs. Filme

Depois da recepção morna de Barry Lyndon (1975) – apesar das vitórias no Oscar e do status de cult que viria adquirir anos depois – Stanley Kubrick estava buscando em livros seu próximo projeto cinematográfico. Relatos de sua secretária na época afirmam que o diretor arremessava contra a parede diversas obras literárias nessa busca, até ser cativado pela escrita do autor Stephen King em The Shining.

A história todos já conhecem – ou deveriam – e fala sobre um sujeito aspirante a escritor aceitando o emprego de zelador em um enorme hotel nas montanhas geladas chamado Overlook, enquanto ele está fechado ao público fora de temporada, ou seja, durante o intenso inverno. Para a empreitada, Jack Torrence, o protagonista, leva sua dedicada esposa Wendy e o pequeno filho Danny com ele para morarem no local durante alguns meses. A pegadinha está no fato de que o Hotel é amaldiçoado, já que foi construído sobre um cemitério indígena, e possui diversas lendas macabras sobre assombrações. Além, é claro, de levar todos que passam ali algum tempo lentamente à loucura. Fora isso, o pequeno Danny possui por sua vez dons premonitórios e extrassensoriais, sentindo na pele a ameaça do local.

Curiosamente, um dos fortes temas do texto é a condição psicológica conhecida como “febre da cabana” – que fala sobre como indivíduos obrigados a permanecer muito tempo confinados num mesmo espaço podem vir a ter surtos de raiva, depressão, insanidade e violência – reflexão muito condizente com nossa realidade atual.

O Iluminado foi a terceira obra de King adaptada ao audiovisual – seguindo o citado sucesso de Carrie (1976) nos cinemas e Os Vampiros de Salem (Salem’s Lot, 1979), produzido na forma de uma minissérie em dois episódios e exibido pela rede americana CBS com distribuição da Warner Television. A mesma empresa iria desembolsar algo em torno dos US$19 milhões para Stanley Kubrick levar sua visão da história de King aos cinemas.

Apesar do entusiasmo inicial do autor, King viria a desmerecer O Iluminado como uma das piores adaptações de uma obra sua. O motivo? Kubrick fez inúmeras modificações no texto do escritor, ao lado da roteirista Diane Johnson, deixando de fora momentos específicos do livro, motivações, alterando a descrição de alguns personagens e, inclusive, o desfecho da trama. Além de ter recusado o roteiro escrito pelo próprio autor. Como resultado, King, apesar de reconhecer Kubrick como um cineasta de visual rico e único, considera esta adaptação vazia de conteúdo. Em suas palavras: “um carro chique, mas sem motor”.

Kubrick, um Carrasco Metódico

Stanley Kubrick não obteve aprovação do criador da história, mas ao final das gravações do longa seus atores igualmente lhe tinham pouco apreço. Os relatos dos bastidores de O Iluminado se tornaram lenda urbana e contribuíram para a mística em torno do diretor metódico. Kubrick transcendia o perfeccionismo, beirando o transtorno compulsivo obsessivo. Tudo precisava ser milimetricamente confeccionado, o que para as atuações se traduzia em repetir uma mesma tomada centenas de vezes em muitas ocasiões. O que deixava os atores principais em estado de nervos.

Fora isso, naquela época, o cinema era muito tratado como “verdade”, e diretores deste porte gostavam que seus intérpretes estivessem realmente num estado mental e físico parecido com o de seus personagens, a fim de extrair deles o sentimento preciso. Este é o chamado “método”, no qual muitos artistas gostam de operar. A diferença é a escolha do ator em utilizá-lo ou não. Quando fica a cargo de um diretor, como Kubrick ou tantos outros, ficamos situados na tênue linha do abuso no ambiente de trabalho. Alfred Hitchcock, Bernardo Bertolucci, John Landis, James Cameron e, recentemente, Joss Whedon são cineastas conhecidos pelas acusações de exceder sua autoridade no set – o que em alguns casos resultou em tragédia.

O protagonista Jack Nicholson se deu bem com Kubrick, mas telefonou para o colega Roger Corman, cineasta com quem começou sua carreira, para contar o método de trabalho exaustivo usado pelo diretor de 2001: Uma Odisseia no Espaço (1968), muito estranho para ambos. Scatman Crothers, que vive Hallorann no filme, teve um colapso nervoso ao ter que repetir a mesma cena inúmeras vezes. Mas quem mais sofreu nas mãos de Kubrick foi Shelley Duvall, a Wendy Torrence. Para mantê-la num constante estado de tensão e medo, o diretor a tratava de forma ríspida, abusando dela psicologicamente a fim de deixá-la fragilizada. Além disso, exigia que Nicholson fizesse o mesmo – tudo devidamente registrado pela filha do diretor, que gravava um documentário de bastidores e se pronunciou publicamente diversas vezes contra o comportamento abusivo de seu pai. Apesar de tudo isso, o diretor só teve elogios para a performance de Duvall e seu empenho.

Curiosamente, o cultuado David Lynch teve influência na visão de Kubrick para O Iluminado. Bem, ao menos um de seus filmes teve. Trata-se do pesadelo em forma de celulose Eraserhead (1977), primeiro longa-metragem de Lynch, e um dos filmes favoritos de Kubrick. Para que pegassem o clima que o diretor queria imprimir em seu filme, ele o exibiu para os atores e a equipe.

Jack Nicholson – O Bom Soldado

Um dos maiores atrativos de O Iluminado é sem dúvida a atuação inspiradíssima de Jack Nicholson, um verdadeiro tesouro mundial do cinema, na pele do pseudo escritor Jack Torrence. Segundo Stephen King, igualmente contra a escalação do ator, a impressão que Nicholson passa no papel é a de ser louco antes da experiência claustrofóbica. Seja como for, antes dele, outros atores foram considerados por Stanley Kubrick para o papel protagonista, entre eles: Robert De Niro, Robin Williams e Harrison Ford. Vocês conseguem imaginar outro vivendo o personagem?

Apesar do bom relacionamento com o excêntrico cineasta, Nicholson não se viu longe das técnicas bizarras de Kubrick e também sofreu na pele em sua participação. Além da exaustão física que o fazia despencar na cama ao fim de cada dia – sem dar muita atenção para sua então namorada na época, Anjelica Huston; a fim de extrair do ator o desconforto e os nervos à flor da pele, o diretor somente o alimentava com sanduíches de queijo por duas semanas. O detalhe: Nicholson odeia sanduíches de queijo.

Fora isso, por ter morado na Inglaterra por grande parte da sua vida, Kubrick não entendeu inicialmente o improviso de Nicholson na cena clássica após arrebentar a porta a machadas e proferir “Heeeere’s Johnny”. O agora famoso “Aqui está Johnny” é referência ao programa Tonight Show e seu apresentador Johnny Carson, anunciado assim todas as noites de 1962 a 1992.

A Sofrida Shelley Duvall

Em relação a diversos elementos, Stephen King expressou sua insatisfação com o filme de Kubrick. E assim como Nicholson para o papel de Torrence, o autor não aprovava a escalação de Shelley Duvall para a personagem Wendy, sua esposa. King criou Wendy no papel como uma bela mulher loira, uma espécie de esposa troféu, uma dondoca que nunca passou por problemas ou dificuldades em sua vida, enfatizando assim seu desafio em superar tudo o que ocorre durante sua estadia no hotel Overlook. Segundo King, Duvall é o completo oposto de sua criação, tendo a aparência fragilizada de uma mulher que já precisou enfrentar muita coisa em sua vida.

E não foi só King que não queria Duvall no papel, seu companheiro de tela Jack Nicholson percebendo as gritantes diferenças entre a atriz e a personagem no papel, sugeriu insistentemente a escalação de Jessica Lange. Na época, Lange havia estrelado apenas dois filmes: King Kong (1976) e All That Jazz – O Show Deve Continuar (1979). Mas Kubrick foi enfático e bateu o pé sobre a versão de Wendy que queria no cinema – uma mulher mais fragilizada.

No mesmo ano, Shelley Duvall viveria a icônica Olivia Palito na adaptação cinematográfica de Popeye, do diretor Robert Altman – que viveu para se tornar um fracasso e ser redescoberto depois como obra cult. Curiosamente, o desejo de Nicholson em trabalhar com Lange se realizaria no ano seguinte do lançamento de O Iluminado, no remake de O Destino Bate à Sua Porta. Após o lançamento do filme, Nicholson disse que a atuação de Duvall foi uma das melhores performances de uma atriz que ele já havia visto.

Recepção

Assim como costumam sofrer diversas obras hoje cultuadas, O Iluminado dividiu opiniões em seu lançamento. O filme chegou até mesmo a figurar no famigerado “prêmio” Framboesa de Ouro, com as indicações de pior atriz e diretor para, respectivamente, Duvall e Kubrick. Seria apenas o prazer de indicar alguém da estatura de Kubrick ao prêmio? Alguma vez hoje imaginaríamos que o diretor chegou a ser cogitado como “o” pior qualquer coisa por alguém? Pois bem, mesmo tendo passado longe do Oscar (uma grande injustiça), como dito, hoje O Iluminado é um dos filmes mais queridos do cinema por crítica e público.

Para termos uma ideia, no “prêmio” descarado daquele ano figuraram obras hoje muito queridas como Vestida para Matar, A Lagoa Azul, Parceiros da Noite, Bronco Billy, Glória, Loucos de Dar Nó, e os cult Sexta-Feira 13, Xanadu e Flash Gordon.

Seja como for, em matéria de bilheteria O Iluminado não foi um sucesso estrondoso. Com um orçamento de US$19 milhões, trouxe de volta aos cofres da Warner algo em torno de US$46 milhões mundialmente. Mesmo assim foi o suficiente para figurar como a 15ª maior bilheteria de 1980 nos EUA.

A Infame Minissérie

A insatisfação de Stephen King com o filme de Kubrick se tornou notória. E durante anos o escritor desejou uma produção audiovisual mais fiel de um de seus livros mais adorados pelos fãs. Assim, em 1997, finalmente saía do papel uma produção que abraçava mais o que o autor havia planejado. No entanto, este caminho não foi tão suave quanto se imagina. Kubrick possuía os direitos de adaptação do livro, e só liberou King para uma nova versão depois que este assinasse um documento legal. O contrato estipulava que King teria que parar de fazer críticas públicas a seu filme.

Assim, dezessete anos depois do clássico de Kubrick, Stephen King finalmente lançaria a obra que sempre imaginou. Bancado pela mesma Warner, que desembolsou novos US$25 milhões para a produção, a minissérie em três episódios (no total de 4h33min de duração) ia ao ar no dia 27 de abril de 1997, exibido pela rede ABC.

Dirigido por Mick Garris (Sonâmbulos e Abracadabra) e adaptado pelo próprio King, o programa trazia Rebecca De Mornay como principal nome do elenco, no papel de Wendy Torrance. A atriz estava mais nos conformes do imaginado pelo autor para a personagem. Steven Weber pegou a ingrata tarefa de substituir Jack Nicholson na pele de Jack Torrence, e o filme conta ainda com as participações do próprio King, do diretor Mick Garris e de cineastas como Sam Raimi e Frank Darabont em pontas.

As principais diferenças são a arma usada por Jack para caçar sua família (um taco de críquete ao invés de um machado), a exclusão do labirinto de plantas, a inclusão do ataque das esculturas do jardim (com o uso de efeitos especiais risíveis), e o desfecho com a explosão da caldeira e destruição de parte do hotel. O resultado, você pergunta. Bem, digamos que King seja o único ser humano neste planeta que tenha ficado satisfeito com esta obra e, mais ainda, que a ache superior ao filme de Kubrick. Que segundo muitos, melhora até mesmo o livro de King.

Doutor Sono – A Continuação

Praticamente 40 anos depois do lançamento de O Iluminado, surgiu algo que nenhum fã jamais imaginou: uma continuação. Mas calma, este não é um caça-níquel sem qualquer imaginação – apesar do conceito de continuações tardias ser bem legal. Bem, se for considerado caça-níquel, ao menos devemos saber que saiu da mente do próprio Stephen King, já que Doctor Sleep é originalmente um livro lançado pelo autor em 2013. A ideia é revisitar o personagem Danny, o filho do casal, o tal “iluminado do título”, hoje um homem de meia idade.

Como dito na obra original, existem mais iluminados pelo mundo, e a nova trama resolve expandir este conceito apresentando novos portadores de tais dons pelo mundo. O resultado é uma bela homenagem às obras originais, tanto livro quanto filme; igualmente assustadora e criativa. Ewan McGregor vive Danny adulto, e o filme foi dirigido por Mike Flanagan, um dos mais talentosos cineastas da nova geração e um dos grandes nomes do terror na atualidade.

No embalo de ‘Monstro: A História de Ed Gein’, conheça os filmes que contam a história dos Psicopatas Mais FAMOSOS da Vida Real

Monstro: A História de Ed Gein, terceira temporada da popular série antológica baseada em crimes reais, já está disponível na Netflix. No Rotten Tomatoes, o novo ano conquistou 45% de aprovação da crítica, com base em 11 avaliações, e 64% de aprovação do público. Para efeito de comparação, a primeira temporada, ‘Dahmer: Um Canibal Americano’, obteve 57% de aprovação da crítica (com base em 30 críticas) e 82% do público. Já a segunda temporada, ‘A História de Lyle e Erik Menendez’, registrou os mesmos 45% de aprovação crítica (baseada em 31 avaliações) e 58% do público.

‘Monstro: A História de Ed Gein’: Nova temporada da série antológica conquista 45% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

Com o sucesso da série da Netflix, separamos grandes produções atuais retratam figuras malditas como Ted Bundy e Charles Manson. Ou seja, os psicopatas reais demonstram que ainda rendem muito assunto. O segredo é se portar como um conto cautelar, alertando e demonstrando como pode funcionar a mente humana se levada ao lado sombrio. 

Crítica | ‘Monstro: A História de Ed Gein’ explora a imutabilidade da loucura humana

Pensando no lado mais assustador e cruel do homem, o CinePOP resolveu trazer uma lista com alguns dos filmes que retratam essas figuras monstruosas. Vem conhecer.

 

Psicose (1960)

A obra do mestre do suspense Alfred Hitchcock se tornou seu filme mais famoso. O longa é baseado no livro de Robert Block, que alterou eventos e nomes de seus personagens, mas usou como fonte de seu argumento o assassino real Ed Gein. O psicopata matava mulheres e também era conhecido por roubar cadáveres de túmulos. Mas o ato bizarro que o fez ficar notório era que Gein pegava troféus de suas vítimas: ossos e pele humana, com os quais decorava sua casa. Nascia assim uma nova versão para ele: Norman Bates. Além de Psicose, Gein inspirou também os filmes O Massacre da Serra Elétrica (1974) e O Silêncio dos Inocentes (1991). Gein foi condenado, mas julgado incapaz de responder por si, sendo considerado insano. Ele passou o resto de seus dias numa instituição psiquiátrica, onde morreu aos 77 anos, em 1984. Está enterrado num túmulo não marcado.

Era uma Vez… em Hollywood (2019)

Novo e aguardadíssimo filme de Quentin Tarantino, que estreia no início de agosto, o longa usa como pano de fundo os crimes cometidos pelo psicopata Charles Manson e sua seita de hippies criminosos. Ao contrário da maioria dos assassinos em série famosos – que agiam por conta própria -, Manson era um autoproclamado guru e aliciava jovens (em especial mulheres) para sua seita. As viagens alucinantes de drogas logo se tornavam incrivelmente perigosas e a “turminha” saiu em uma matança de pelo menos sete pessoas, incluindo a atriz Sharon Tate, esposa do diretor Roman Polanski, que estava grávida. Manson e seus comparsas (três mulheres e um homem) foram presos e condenados à prisão perpétua. O assassino morreu na prisão em 2017, aos 83 anos. No filme, Margot Robbie interpreta Sharon Tate.

 

Ted Bundy – A Irresistível Face do Mal (2019)

A mais recente produção a abordar o serial killer conhecido por sua boa aparência e lábia sedutora está em cartaz nos cinemas brasileiros. O longa traz o galã Zac Efron na pele do psicopata, para enfatizar seu visual atraente, que despertava o interesse das mulheres. Entre o período de 1974 e 1978, o brilhante estudante de direito matou mais de 30 mulheres, além de estuprá-las, se tornando assim um dos mais terríveis assassinos em série que os EUA já viu. Bundy morreu na prisão, condenado à pena de morte pela cadeira elétrica, aos 42 anos, em 1989. No filme, sua história é contada através de sua esposa, Liz Kendall (vivida por Lily Collins).

Monster – Desejo Assassino (2003)

O filme que deu o Oscar para a musa Charlize Theron traz a atriz na pele da psicopata Aileen Wuornos. Dirigido por Patty Jenkins (Mulher-Maravilha), o longa mostrou a transformação física pela qual a estrela passou a fim de ficar parecida com a assassina. Para isso, Theron engordou e usou maquiagem para se “enfeiar”. É raro serial killers serem mulheres e Aileen é a mais famosa a cometer crimes deste sentido nos EUA. Aileen se prostituía e matava seus clientes, todos homens. Ela assassinou pelo menos 6 homens, sempre usando arma de fogo. A psicopata foi presa e condenada à pena de morte – que foi executava em 2002, aos 46 anos, um ano antes da estreia de seu filme.

Zodíaco (2007)

O diretor David Fincher fez seu nome com um dos grandes filmes de suspense do cinema: Seven – Os Sete Crimes Capitais (1995). O cineasta retornaria ao tema alguns anos depois, para um estudo mais aprofundado e basicamente uma investigação detalhada, numa obra de quase 3 horas de duração. Na verdade, Zodíaco se aproxima mais da série Mindhunter, que Fincher desenvolveu para a Netflix, do que de Seven. Aqui temos um item curioso. O assassino do Zodíaco – como ficou conhecido o serial killer que aterrorizou a Califórnia durante as décadas de 1960 e 1970 – nunca foi descoberto e preso. Isso se deve em partes por seu modus operandi: discreto, ele cometia seus crimes e sumia, ficando inerte durante longos períodos até seus casos esfriarem. Ele inclusive chegou ao cúmulo de mandar mensagens provocativas para a imprensa através de cartas, fazendo exigências e daí veio seu apelido. Ele clamava ter feito no mínimo 37 vítimas. Alguns suspeitos foram apontados, assim como um retrato falado: de um homem branco, alto, magro e usando óculos. O caso foi taxado pela polícia de São Francisco como “inconclusivo” em 2004, mas reaberto em 2007, época em que Fincher lançou seu filme.

O Verão de Sam (1999)

Dez anos depois de ganhar o mundo com Faça a Coisa Certa (1989), o diretor Spike Lee voltava à Nova York para uma nova onda de calor – num dos verões mais quentes que a cidade já viu. E não apenas isso, Lee trouxe à tona, mesmo que como pano de fundo, a história do psicopata David Berkowitz, conhecido como “O Filho de Sam”. Seu reino de terror durou “pouco”, um ano exatamente: de julho de 1976 até ser preso em julho de 1977. Mas o tempo foi o suficiente para o sujeito matar 6 pessoas, e ferir outras 7, todas com seu revólver, daí seu outro apelido: “o assassino do calibre 44.”. O psicopata confessou ter cometido os crimes a mando de um cachorro preto da vizinhança, que segundo ele, estaria possuído por um demônio. Berkowitz se encontra preso até hoje, com três condenações de prisão perpétua. No filme de Lee, o assassino é interpretado por Michael Badalucco, mas o foco são outros personagens, aterrorizados pela onda de crime do serial killer e seus dramas pessoais. Algo parecido com o que Tarantino fez em Era uma Vez em Hollywood.

O Homem que Odiava as Mulheres (1968)

Outra trama macabra cerca este caso. Durante a década de 1960, um maníaco que ficaria conhecido como “O Estrangulador de Boston”, matou 13 mulheres enforcadas – usando objetos como meias-calças (o que fez os crimes também ficarem conhecidos como “os assassinatos das meias-calças”). O fato mais curioso sobre os assassinatos, e que chamou atenção, é que todas as vítimas permitiam que o psicopata entrasse em suas casas – o que levou a polícia a suspeitar da forma como o assassino se apresentava antes de atacar. Albert DeSalvo confessou os crimes e foi preso. Destes, apenas 1 foi confirmado, o que deixou a polícia até hoje com a possibilidade de um segundo assassino ter agido com DeSalvo ou até mesmo por conta própria, já que os outros 13 assassinatos nunca foram provados (a não ser por sua confissão) como sendo de sua autoria. Em 1967, ele foi condenado à prisão perpétua, mas morreu esfaqueado na cadeia em 1973 por outro prisioneiro membro de uma gangue. No filme dirigido por Richard Fleischer (Conan O Destruidor), Tony Curtis (Quanto Mais Quente Melhor) interpreta DeSalvo.

O Bar Luva Dourada (2019)

Outro filme atualmente em cartaz nos cinemas brasileiros, trata-se de uma produção alemã, sobre um serial killer alemão. Dirigido pelo prestigiado cineasta Fatih Akin, que ganhou os holofotes após o sucesso de Em Pedaços (2017), o longa narra a trajetória de Fritz Honka, sujeito perturbado que assassinou (pelo menos) quatro mulheres no período entre 1970 e 1974, de forma brutal. Considerado um dos filmes mais perturbadores dos últimos tempos, a obra narra de forma didática os crimes cometidos pelo psicopata. O curioso é que para o papel do protagonista, conhecido por sua aparência precária, falta de higiene e nada atraente, o diretor escalou o jovem galã Jonas Dassler – o que demonstra o exímio trabalho de maquiagem da produção. Honka, ao contrário da maioria dos serial killers, matava suas vítimas em sua própria casa, as mutilava e guardava partes de seus corpos espalhadas pelo local. Sua prisão foi acidental, após um incêndio em seu prédio, foram descobertos os corpos. Ele foi preso ao voltar para casa. Como os crimes foram cometidos na Europa e o sistema de justiça é diferente dos EUA, Honka foi condenado a 15 anos de prisão num hospital psiquiátrico. Ele foi solto em 1993, e passou seus últimos dias num asilo sob o nome de Peter Jensen. O psicopata viria a falecer no local em 1998.

O Despertar de um Assassino (2017)

O foco aqui é Jeffrey Dahmer, conhecido como “o canibal de Milwaukee”, um dos mais notórios assassinos em série dos EUA. Ao contrário da maioria dos psicopatas deste tipo, Dahmer se concentrava em homens como vítimas e nunca assassinou uma mulher. Foram ao total 17 mortes cometidas por ele: uma apenas em 1978, e todas as outras após sua volta do serviço militar, entre 1989 e 1991. O sujeito também cometia estupro, necrofilia e canibalismo. Duas de suas vítimas conseguiram escapar, o primeiro, no entanto, foi recuperado e morto pelo psicopata. O segundo, levou a polícia e causou a prisão do assassino. Dahmer foi condenado a 900 anos de prisão, mas foi morto na cadeia em 1994. O Despertar de um Assassino (My Friend Dahmer) traz Ross Lynch como o serial killer e se concentra na adolescência e juventude de Dahmer. Antes disso, em 2002, o filme Dahmer, produção lançada em vídeo, mostrou Jeremy Renner como o personagem, em um de seus primeiros papeis de destaque.

Wolf CreekViagem ao Inferno (2005)

Embora a maioria dos casos de assassinos em série ocorram nos EUA, na lista já tivemos um alemão, e agora chega a vez do psicopata australiano conhecido como “o assassino de mochileiros”. Ivan Milat, um caçador de uma área rural em New South Wales, Austrália, usava armas de fogo e facas para caçar jovens mochileiros, entre homens e mulheres, inclusive casais. Foram ao total sete assassinatos no período de 1989 e 1993. O sujeito usava sua experiência de caça para imobilizar as vítimas, antes sempre tentando parecer solícito e agradável, a fim de atrair suas “presas”. O psicopata foi preso e condenado a sete prisões perpétuas (uma para cada vítima sua), as quais ainda está cumprindo, assim como mais 18 anos sem condicional. No filme, o serial killer recebe o nome Mick Tayler e é interpretado por John Jarratt. Considerado O Massacre da Serra Elétrica australiano, o longa ganhou uma sequência em 2013, e uma série de TV com 12 episódios em 2016.

Roteiro da sequência de ‘Labirinto – A Magia do Tempo’ está pronto; Saiba mais!

Com o iminente lançamento de ‘Millennium – A Garota na Teia de Aranha‘, Fede Alvarez (‘A Morte do Demônio‘ e ‘O Homem nas Trevas‘) está pronto para focar em outros projetos. Em entrevista ao Fandango, o diretor revelou que o roteiro da sequência do clássico ‘Labirinto – A Magia do Tempo‘ já está pronto, e deu detalhes sobre o projeto.

“Nós estamos muito animados. Será basicamente uma continuação direta do primeiro filme muitos anos depois, e eu não posso falar muito sobre isso, mas nós já temos um roteiro, e estamos muito empolgados com ele. Como sempre, é preciso tempo e esforço para fazer um filme ganhar forma, mas esse é um dos projetos que eu estou extremamente animado.”

Alvarez vai dirigir e roteirizar o filme, ao lado de Jay Basu.

Eles vão trabalhar em cima do roteiro inicialmente escrito por Nicole Perlman, de ‘Guardiões da Galáxia‘.

A The Jim Henson Company – companhia do diretor do longa original, Jim Henson – produzirá a sequência.

Labirinto‘ acompanha a adolescente Sarah (Connelly) que, graças a sua imaginação fértil, acaba dando vida aos duendes do seu livro favorito – Labirinto – para que eles sumam com o irmão caçula. Mas quando o pequeno Toby realmente desaparece, Sarah precisa ir atrás dele neste mundo de conto de fadas e tentar resgatá-lo das mãos do maldoso Rei dos Duendes (Bowie).

Protegendo o castelo, encontra-se o labirinto – um emaranhado de armadilhas repleto de estranhos personagens e perigos desconhecidos. Com o intuito de salvar Toby a tempo, Sarah terá que enganar o rei ficando amiga dos duendes que o protegem, na esperança de que a fidelidade deles não passe apenas de uma ilusão num lugar em que nada parece ser o que é.

Danton Mello fala sobre ‘Pets – A Vida Secreta dos Bichos 2’ em novo vídeo dos bastidores; Assista!

A Universal Pictures divulgou um novo vídeo da sequência ‘Pets – A Vida Secreta dos Bichos 2‘, com Danton Mello, que dá voz ao Max, falando sobre a produção.

Confira:

Dirigido por Chris Renaud (‘Meu Malvado Favorito‘), o filme tem roteiro de Brian Lynch (‘Minions‘).

Na sequência, Max (dublado por Danton Mello) está lidando não tão bem com algumas mudanças da vida. Agora com Liam na casa, ele passa boa parte do tempo preocupado e desenvolve um tique nervoso. Ao viajar para um fazenda, sua ansiedade fica ainda maior em contato com animais que ele não conhecia. Enquanto isso, Gigi assume papel de mãe e tenta resgatar o brinquedo favorito de Max em uma casa repleta de gatos pouco amistosos. E o fofo Bola de Neve lida com seus delírios de grandeza na pele de um super-herói. Será que Max, Bola de Neve, Gigi e o resto ta turma terão coragem suficiente para encarar seus maiores temores?

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 27 de junho.

Diretor afirma que ‘Os Novos Mutantes’ não passou por refilmagens

Em entrevista ao EW, o diretor Josh Boone afirmou que a adaptação de ‘Os Novos Mutantes’ nunca passou por refilmagens, contrariando as fortes especulações sobre os diversos adiamentos da estreia da produção.

“Todos disseram que nós fizemos refilmagens, mas nós nunca fizemos refilmagens. Eu só posso dizer isso: se a fusão [entre a Fox e a Disney] não tivesse acontecido, nós com certeza teríamos feito refilmagens, da mesma forma que a maioria dos filmes fazem.”

Ele completa, “Nós não tivemos a oportunidade de fazer isso, pois quando o acordo da fusão finalmente se estabeleceu, todo mundo já estava mais velho.”

O filme será lançado nos cinemas nacionais no dia 2 de abril.

Dirigido por Josh Boone, o longa é baseado nos quadrinho homônimo criado por Bill Sienkiewicz.

A trama acompanha um grupo de personagens desajustados que tentam compreender suas vidas, enquanto são atormentados pelos próprios poderes, o que dará ao filme uma sensação desconfortável e assustadora.

O elenco conta com Anya Taylor-Joy, Maisie Williams, Alice Braga, Charlie Heaton, Blu Hunt, Henry Zaga e Colbi Gannett.

‘Creepshow’: Série do Shudder ganhará episódio especial de Natal

De acordo com o Bloody Disgusting, a série de terror antológica ‘Creepshow‘ ganhará um episódio especial de Natal, intitulado ‘A Creepshow Holiday Special‘.

Na trama do episódio, que terá uma hora de duração, temendo ser um assassino, um homem ansioso procura por respostas sobre sua “condição única” em um grupo de apoio.

Anna Camp e Adam Pally estrelarão o especial, que foi escrito e dirigido por Greg Nicotero, e é baseado em um conto de J.A. Konrath.

O episódio natalino será lançado no dia 18 de dezembro.

Confira a primeira imagem oficial:

A 2ª temporada será lançada apenas em 2021.

O elenco do novo ciclo contará com Marilyn MansonAli LarterIman BensonRyan KwantenBarbara CramptonC. Thomas HowellDenise CrosbyBreckin MeyerTed RaimiKevin DillonEric Edelstein.

Sabe-se também que Joe Lynch (‘Floresta do Mal‘) será diretor de um dos segmentos, enquanto Greg Nicotero fica a encargo dos quatro primeiros capítulos.

Vale lembrar que ‘Creepshow‘ já foi renovada para a 3ª temporada.

Ex-namorada assombra casal no trailer do terror ‘The Ex’; Assista!

O terror sobrenatural ‘The Ex‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Evgeniy Puzyrevskiy é responsável pela direção.

Já se passaram muitos anos desde que um adolescente postou uma foto reveladora de sua namorada online para se gabar para seus amigos, traindo sua confiança e sua honra. Apesar dele ter esquecido o episódio, vivendo uma vida feliz e despreocupada com sua linda noiva, ele logo percebe que os erros de seu passado podem ser mortais…

Konstantin Beloshapka, Sergey Dvoynikov e Pavel Golubev estrelam a produção.

O terror ainda não possui previsão de lançamento.

‘Schmigadoon!’: 2ª temporada da comédia musical já está em desenvolvimento!

Apesar da renovação não ter sido oficialmente anunciada pela Apple TV+, parece que a 2ª temporada da série musical ‘Schmigadoon!‘ já está em desenvolvimento.

De acordo com o SpoilerTV, as filmagens do próximo ciclo irão começar em junho.

A primeira temporada acompanhou um casal em uma viagem com o objetivo de revigorar seu relacionamento, mas acabam encontrando uma cidade mágica que vive em um musical dos anos 1940, e não podem ir embora até que encontrem o “amor verdadeiro”.

Relembre o trailer:

A série foi criada por Cinco Paul e Ken Daurio.

‘The Deep’: Terror subaquático elogiado por Stephen King será adaptado pelo Prime Video

De acordo com o Deadline, o serviço de streaming Prime Video está desenvolvendo uma série baseada no livro ‘The Deep‘, escrito por Nick Cutter.

Publicado originalmente em 2015, o livro foi aclamado pelos mestres do gênero Stephen King e Clive Barker. Barker declarou que a história é “extremamente aterrorizante”, enquanto King admitiu que o livro “me assustou horrores… é um terror clássico no seu melhor nível”.

Ambientada em um futuro próximo, a trama gira em torno de uma estação de pesquisa no fundo do oceano Pacífico, onde uma descoberta milagrosa dá uma nova esperança para a humanidade – mas segredos no mundo subaquático pode trazer consequências devastadoras à superfície.

C. Henry Chaisson (‘Espíritos Obscuros’) será responsável pelo roteiro.

Confira a sinopse oficial do livro:

“Uma estranha praga está dizimando a humanidade em uma escala global. Ela faz as pessoas esquecerem – à princípio, coisas pequenas – como onde elas deixaram suas chaves –, mas vai piorando… Seus corpos se esquecem como funcionar involuntariamente. Não há cura.”

“Mas, muito abaixo da superfície do Oceano Pacífico, uma “cura universal” foi descoberta. Para estudar esse fenômeno, um laboratório de pesquisa especial é construído oito milhas abaixo da superfície do mar. Mas, quando a estação fica incomunicável, alguns corajosos descem à estação para investigar os mistérios que espreitam nessas profundezas esmagadoras… e talvez encontrar um mal muito mais sombrio do que qualquer coisa que se possa imaginar.”

Carlton Cuse servirá como produtor executivo ao lado de Henrik Bastin e Melissa Aouate (‘Bosch’).

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Atiraram no Pianista

(They Shot the Piano Player)

 

Elenco:

Jeff Goldblum
Tony Ramos
Abel Ayala

 

Direção: Javier Mariscal, Fernando Trueba

Gênero: Animação

Duração: 103 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: R$ 7 milhões

Estreia: 26 de Outubro de 2023

Sinopse: 

Jeff, um jornalista musical de Nova York, embarca em uma busca para descobrir a verdade por trás do misterioso desaparecimento de um jovem virtuoso do piano brasileiro, Francisco Tenório Júnior. O longa musical resultante não é apenas uma homenagem à vida de Tenório Jr., mas também uma história comemorativa da origem do movimento musical bossa nova, capturando um tempo fugaz e repleto de liberdade criativa em um momento decisivo na história latino-americana nos anos 60, pouco antes de alguns países sul-americanos, como o Brasil e a Argentina, caírem sob regimes totalitários.

Crítica: 

Crítica | Atiraram no Pianista – Festival do Rio 2023 abre com Animação Sobre Desaparecimento de Músico da Bossa Nova

Curiosidades: 

» Fernando Trueba, de ‘A Dançarina e o Ladrão‘ e ‘Chico & Rita‘, assina o roteiro;

» O título do filme faz referência ao clássico ‘Atirem no Pianista‘ (1960), de François Truffaut;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

[SPOILER] comenta sobre sua chocante MORTE em ‘The Boys’

Em entrevista ao TVLine, Claudia Doumit, que interpreta a poderosa Victoria Neuman na série ‘The Boys‘, quebrou o silêncio sobre a brutal morte de sua personagem no último episódio da quarta temporada.

Durante o capítulo final, Victoria Neuman decide pedir ajuda do Hughie por proteção, prometendo ajudar os Caras a derrotarem o Capitão Pátria. O acordo, no entanto, foi prematuramente cancelado.

Após testemunhar o Ryan matar a Mallory, Butcher se encontra determinado a acabar com todos os supes e, na frente de todos, usa seu poder para rasgar o corpo de Neuman pela metade – resultando em uma das mortes mais sangrentas e inesperadas da série.

“Acredito que [a morte da Victoria Neuman] fez sentido na história. Sinto que há muitos outros componentes deste universo e desta narrativa que precisam ser contados. Não havia nenhuma parte de mim que não estava esperando ou que não ficasse chocada por isso.”

Ela completa, “Foi um dia emocional quando filmamos [a cena da minha morte], porque eu percebi que não iria interpretá-la novamente; não poderia mais andar ou falar como ela. Quando você precisa se despedir de uma personagem que você ama, você sente um tipo de luto. Então, todos os dias durante as gravações desta temporada, eu tentei realmente aproveitar e me divertir.”

Todos os episódios da 4ª temporada estão disponíveis no Prime Video.

Lembrando que a série já está renovada para um quinto ciclo.

A série foi criada por Eric Kripke.

Karl Urban, Jack Quaid, Antony Starr, Erin Moriarty, Dominique McElligott, Jessie T. Usher, Chace Crawford, Laz Alonso, Tomer Capone, Karen Fukuhara, Nathan Mitchell e outros fazem parte do elenco.

Quando a fama sobe à cabeça, alguns super-heróis passam a se corromper e usar seu status para se promoverem ainda mais, o que pode colocar em risco a própria população. Uma equipe independente de foras-da-lei, então, se prepara para cuidar do caso.

Kathryn Newton estrelará nova série de ROMANCE do Prime Video

De acordo com o Deadline, Kathryn Newton (‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’) será a protagonista de ‘Just One Day‘, nova série de romance que está sendo desenvolvida pelo Prime Video.

A produção é baseada no livro homônimo de Gayle Forman.

Na trama…

“A vida de Allyson Healey é exatamente como sua mala — pronta, planejada, organizada. Então, no último dia de sua turnê europeia de três semanas após a formatura, ela conhece Willem. Um ator itinerante e de espírito livre, Willem é tudo o que ela não é, e quando ele a convida a abandonar seus planos e ir a Paris com ele, Allyson diz sim. Essa decisão incomum leva a um dia de risco e romance, libertação e intimidade: 24 horas que transformarão para sempre a vida de Allyson.”

“Quando circunstâncias imprevistas separam Allyson e Willem após seu dia turbulento juntos, eles são deixados para embarcar em suas jornadas individuais. Acompanhamos Allyson ao longo do próximo ano enquanto ela luta para se encaixar na faculdade. Willem nunca sai de sua mente e ela se vê constantemente atraída de volta àquele dia. E assim começa uma busca: uma para descobrir a si mesma e para descobrir o amor.”

Sherri Cooper e Jennifer Levin serão responsáveis pela adaptação.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Aldis Hodge busca justiça no trailer da 2ª temporada de ‘Detetive Alex Cross’; Confira!

O Prime Video divulgou o trailer completo da 2ª temporada de ‘Detetive Alex Cross‘, série baseada na icônica saga do James Patterson.

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 11 de fevereiro.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Ben Watkins entra como criador e showrunner. Watkins, Patterson, Jim DunnSam Ernst, Craig SiebelsBill RobinsonPatrick SantaDavid EllisonDana GoldbergMatt Thunell são os produtores.

A série é estrelada por Aldis Hodge como um detetive e psicólogo forense que é conhecido por sua habilidade de entrar na psique de criminosos e suas vítimas.

Isaiah Mustafa, Juanita Jennings, Alona Tal, Samantha Walkes, Caleb Elijah, Melody Hurd, Jennifer Wigmore, Eloise Mumford, Ryan Eggold e Johnny Ray Gill completam o elenco.

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Matt Czuchry, de ‘Gilmore Girls’, vai estrelar série médica da FOX

O ator Matt Czuchry, famoso por seus papéis em ‘Gilmore Girls’ e ‘The Good Wife’, vai estrelar uma nova série médica do canal Fox, intitulada ‘The Resident’. A informação foi dada pelo site TV Line.

A produção foi escrita por Amy Holden Jones, Hayley Schore e Roshan Sethi. A trama acompanha Devon Pravesh (Manish Dayal), um jovem médico idealista que começa seu primeiro dia sob a supervisão de um durão e brilhante residente, Conrad Hawkins (Czuchry), que coloca diante do novo membro da equipe todas as dificuldades, desafios e aspectos positivos envoltos na medicina moderna.

Segundo a trama, “vidas podem ser salvas ou perdidas, mas as expectativas sempre serão destruídas”.

 

 

‘O Rei do Show’: Elenco fala sobre a experiência imersiva de assistir nos cinemas

O Rei do Show’ é uma das grandes promessas ao Oscar 2018 e logo mais no início do ano as audiências ao redor do mundo terão a oportunidade de descobrir a fascinante história de P.T. Barnum pela ótica de Hugh Jackman.

E para o elenco, desfrutar do filme nos cinemas será uma experiência imersiva. Convidando os apaixonados por musicais para conferir a produção em breve, Hugh Jackman, Rebecca Ferguson e Zac Efron conversaram com o CinemaBlend, salientando o nível de celebração que o filme carrega.

Segundo Jackman:

“‘O Rei do Show’ diz respeito a apresentar não apenas um grandioso show, mas uma suntuosa celebração da vida e da humanidade. Acho que você precisa assistir na maior tela de cinema que há, com o maior número de pessoas possível. Ele foi planejado como uma espécie de musical da Broadway, aos moldes que vemos nos palcos. Ele foi construído para que as pessoas possam aplaudir ao final de cada canção, se levantar e comemorar com o elenco”.

Rebecca completou o raciocínio de Jackman, pontuando:

“Para mim, se você vai ver um musical no qual as canções sejam inebriantes, onde a batida é alta e o baixo bomba, não há discussão quanto aonde você deveria assistir”.

Zac Efron foi um pouco mais além, falando que a experiência com ‘O Rei do Show’ deve ser coletiva:

“Esse filme foi feito para proporcionar uma experiência coletiva e comunitária. Nós queremos que as pessoas vão ao cinemas e fiquem entre os demais, para que a energia da audiência seja tão contagiosa como se estivéssemos todos em um espetáculo da Broadway. A produção foi feita para ser vista por muita gente junta. E esse musical em especial tem seu espírito absolutamente elevado e parte dele te imerge dentro da narrativa”.

 

Zendaya, Michelle Williams e Zac Efron completam o elenco principal.

O Rei do Show‘ é um potente e original musical que celebra o nascimento do show business e o sentimento maravilhoso de quando sonhos se realizam. Inspirado pelo ambicioso e imaginativo P. T. Barnum, o filme conta a história do visionário que criou o hipnotizante espetáculo que se tornou uma sensação mundial.

Dirigido pelo apaixonado diretor Michael Gracey, que uniu músicas de Benj Pasek e Justin Paul (vencedores do Oscar por “La La Land”), e estrelado por Hugh Jackman no papel principal (indicado ao Oscar). Ainda no elenco: Michelle Williams (indicada ao Oscar), Zendaya, Zac Efron e Rebecca Ferguson.

Este filme marca a nova incursão de Jackman nos musicais, depois do ator ter estrelado ‘Os Miseráveis’ em 2012 – performance que lhe rendeu uma indicação ao Oscar.

O filme estreia dia 24 de Dezembro de 2017.

‘X-Men: Fênix Negra’: Mutantes trajam novo uniforme em imagem; Confira!

O longa ‘X-Men: Fênix Negra‘ ganhou uma nova imagem, divulgada com exclusividade pela revista Empire.

A foto traz os mutantes em destaque, sob a liderança do professor Xavier (Jamec McAvoy), com um novo uniforme.

Confira:

 

Confira os melhores momentos do trailer:

A jovem Jean:

A prévia começa com cenas de Jean Grey ainda criança, quando começa a descobrir seus poderes de telecinésia e chagando à Mansão X pela primeira vez, acompanhada de Charles Xavier.

 

A morte dos pais de Jean: 

Uma das cenas mais belas e impactantes do trailer, sem dúvida, é o acidente de carro de Jean, mostrada em flashback, que colocou um fim à vida de seus pais. Repare que seus poderes impediram que ela se machucasse na batida fatal.

 

O refúgio de Magneto:

Em outra cena, vemos Jean chegando ao refúgio de Magneto na ilha Genosha que, nos quadrinhos, serve para abrigar mutantes fugitivos. Na prévia, Jean busca respostas sobre seus poderes.

 

Jessica Chastain é alienígena:
A misteriosa personagem vivida pela atriz Jessica Chastain finalmente é vista em cena. A vilã, que é alienígena, caminha por um cemitério e diz para Jean que ela não pertence a esse mundo. Certamente, ela servirá como uma guia para o surgimento da Fênix.
Jean Grey vs. X-Men:
Há uma interessante cena de luta no meio à luz do dia, entre Jean e os mutantes, já com seus uniformes clássicos dos quadrinhos. Seria primeiro descontrole da personagem? Estariam eles tentando conter a fúria avassaladora da Fênix Negra?
Algo deu errado no espaço:
Como sabemos pela sinopse do filme, uma missão espacial com os mutantes deu errado e, dessa forma, Jean acaba recebendo uma misteriosa radiação de uma força cósmica, liberando dentro de si os poderes da Fênix. Essa cena pode ser vista no trailer.
Quem morreu? 
Recentemente, os roteiristas contaram que pelo menos um X-Men morrerá no filme e a cena do funeral é mostrada no trailer. É possível que seja a Jean, já que sua morte é trabalhada nos quadrinhos, antes de retornar completamente malvada, mas, pela cena… tendo o Fera como o único sem guarda-chuva, mostrando seu sofrimento, é possível que o destino de Mística também esteja em jogo, afinal, Jennifer Lawrence também já declarou que esse pode ser seu último filme da franquia. Algum outro palpite?

 

Xavier recebendo a energia cósmica:

Em outra cena no espaço, vemos o famoso Pássaro Negro atingindo uma enorme bola de fogo, a provável energia cósmica da Fênix. Na cena, Xavier sente o poder direto do Cérebro, na Mansão X.

 

Magneto está de volta! 

Nesse rápido flash do trailer, vemos Michael Fassbender colocando o capacete de Magneto. O vilão deve assumir seu total poder à partir de agora.

 

Scott Summers sofrendo:

Nessa cena, Scott tenta conversar com Jean e coloca sua mão no rosto dela antes de uma possível tragédia acontecer.

 

A despedida de Fera:

Fera parece estar se despedindo da Mística, que está deitada imóvel, aumentando ainda mais os rumores de que a personagem deverá morrer no filme.

 

Poder absoluto! 

Jean Grey assumirá seu poder máximo e se transformará na temida Fênix Negra. E nessa cena vemos a tal energia cósmica atingindo a heroína, provavelmente seu primeiro encontro com a força misteriosa.

 

Esqueça ‘O Confronto Final’:

Após todas as correções nos filmes anteriores, esqueça os eventos de ‘X-Men: O Confronto Final’, já que ‘Fênix Negra’ mostrará novamente a história, só que dessa vez, da forma correta. O trailer acaba no momento em que a temida Fênix surge da cinzas para abalar as estruturas da Terra.

Ansiosos? Então confira o trailer na íntegra:

Em X-Men: Fênix Negra, os X-Men enfrentam seu inimigo mais formidável e poderoso: um deles, Jean Grey. Durante uma missão de resgate no espaço, Jean é quase morta quando é atingida por uma misteriosa força cósmica. Quando ela volta para casa, essa força não só a torna infinitamente mais poderosa, mas muito mais instável. Lutando com essa entidade dentro dela, Jean desencadeia seus poderes de maneiras que ela não pode compreender nem conter. Com Jean fora de controle, e ferindo aqueles que ela mais ama, ela começa a desvendar a linha que mantém os X-Men juntos. Agora, com esta família desmoronando, eles devem encontrar uma maneira de se unir, não apenas para salvar a alma de Jean, mas para salvar nosso próprio planeta de alienígenas que desejam se armar com essa força e governar a galáxia.  

O longa foi adiado para 14 de fevereiro de 2019.

Disney lançará os filmes da Fox nos cinemas, incluindo ‘X-Men: Fênix Negra’ 

O filme é situado em 1992, dez anos após os eventos de X-Men: Apocalipse. Agora, Mística (Jennifer Lawrence), Fera (Nicholas Hoult), Tempestade (Alexandra Shipp), Noturno (Kodi Smit-McPhee) e Mercúrio (Evans Peters) são considerados heróis nacionais. Charles Xavier (James McAvoy) consegue a capa da revista Time. Mas esse ego coloca a equipe em risco. Depois de serem despachados para uma missão no espaço, um raio solar atinge o X-Jato e esse aumento de energia desperta uma força maligna em Jean: a Fênix.

 

‘Homem-Formiga 3’: Michelle Pfeiffer quer retornar para uma possível sequência

De acordo com o Cosmic Book News, o futuro do Homem-Formiga no MCU deve ser explorado em uma série da Disney+, com o terceiro filme da franquia pode ser descartado.

E recentemente, a atriz Michelle Pfeifer comentou a possibilidade de um novo filme da saga ser produzido. Durante sua participação na premiere e ‘Malévola: Dona do Mal‘, ela conversou com a revista Variety e afirmou que é possível que a Marvel Studios desenvolva um terceiro capítulo. Caso isso aconteça, ela ainda confirmou que adoraria retornar para o papel da Vespa.

Confira:

Lembrando que, anteriormente, Paul Rudd revelou ao Yahoo Movies que não tinha certeza se um terceiro filme do ‘Homem-Formiga‘ estava nos planos da Marvel.

Vale ressaltar  que a Disney não se pronunciou sobre o assunto, portanto trate tudo como rumores.

Juntos, os dois filmes da franquia renderam mais de US$ 1 bilhão à Marvel Studios.

‘Stranger Things’: 4ª temporada ganha nova imagem dos bastidores; Confira!

As filmagens da quarta temporada de ‘Stranger Things‘ já estão seguindo a todo vapor no estado da Geórgia e uma nova foto dos bastidores foi divulgada.

O material em questão traz um pequeno cartaz convidando os alunos a adotarem o espírito esportivo para incentivar o time de basquete da escola.

Confira:


A Netflix se viu forçada a interromper a produção da 4ª temporada em 13 de março, quando a pandemia começou a se alastrar pelos Estados Unidos, acarretando em inúmeras vítimas.

Inicialmente, a previsão era de que as gravações entrariam em um hiato de apenas duas semanas. No entanto, com o agravamento do quadro norte-americano, a gigante do streaming se viu obrigada a suspender a produção de seus projetos, por tempo indeterminado.

Recentemente, foi anunciado que os novos episódios terão foco em contar a origem de um dos personagens favoritos da amada série, mas não foi dito qual deles.

Mais detalhes não foram revelados, mas é provável que a nova temporada seja lançada somente no final de 2021.

Até lá, vale lembrar que os irmãos Matt e Ross Duffer, criadores da série, pretendem adicionar quatro novos personagens na próxima temporada.

Três deles serão adolescentes com biotipos diferenciados: um atleta, um rockeiro rebelde, e um descolado ao estilo de Jeff Spicoli, do filme ‘Picardias Estudantis.

O outro personagem será um cientista ligado ao projeto russo que tenta descobrir novos portais para o Mundo Invertido. Mas não foi revelado se ele estará do lado das crianças ou se será um novo vilão.

Até o momento, nada foi confirmado, e considerando que as filmagens estão longe de acontecer, é possível que as características dos personagem possam ser alteradas.

Assista à nossa crítica da temporada anterior:

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quarta ou quinta temporada.

Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

‘O Primeiro Homem’: Aclamada cinebiografia com Ryan Gosling será REMOVIDA da Netflix nesta semana

A aclamada cinebiografia que conta a história do astronauta Neil Armstrong, intitulada Primeiro Homem (‘First Man‘), será removida da Netflix.

A produção, indicada ao Oscar e estrelada por Ryan Gosling, deixará a grade de programação nesta sexta-feira, 08 de outubro.

A trama acompanha a vida do astronauta norte-americano Neil Armstrong e sua jornada para se tornar o primeiro homem a andar na Lua. Os sacrifícios e custos de Neil e toda uma nação durante uma das mais perigosas missões na história das viagens espaciais.

A produção traz Gosling como o Neil Armstrong. O longa é a dobradinha entre Ryan e Damien Chazelle, que trabalharam juntos em ‘La La Land – Cantando Estações‘.

O filme é baseado no livro ‘First Man: A Life of Neil A. Armstrong‘, escrito por James Hansen.

Josh Singer, de ‘Spotlight: Segredos Revelados‘, assina o roteiro, enquanto que a produção fica a cargo da dupla Marty Bowen e Wyck Godfrey.

Confira o trailer:

‘Juntos’: Diretor, Neon e WME responde a acusação de plágio envolvendo o filme: “A história é profundamente pessoal”

O cineasta Michael Shanks, roteirista e diretor do aguardado thriller de horror corporal ‘Juntos‘, se pronunciou publicamente na última segunda-feira (16) após ser alvo de um processo por suposta violação de direitos autorais.

A ação judicial, registrada em maio, acusa o longa de ser uma cópia do filme independente Better Half (2023), dirigido por Patrick Henry Phelan. A produtora Neon, os atores-produtores Dave Franco e Alison Brie, e a agência WME (que representa todos os envolvidos) também são citados no processo.

Em uma declaração com forte tom emocional, Shanks classificou as acusações como “devastadoras” e afirmou que ‘Juntos‘ é uma obra inspirada diretamente em sua própria vida e relacionamentos.

“Estive com minha parceira por mais de 16 anos — quase metade da minha vida. Essa fusão de identidade, amor e codependência é o que inspirou ‘Juntos‘. Não é apenas um roteiro; é um reflexo de algo profundamente pessoal”, afirmou o diretor.

Segundo ele, o primeiro rascunho do roteiro foi concluído e registrado junto à Writers Guild of America (WGA) em 2019, muito antes do roteiro de Better Half ter sido enviado à WME. Shanks também diz que o projeto recebeu apoio financeiro da Screen Australia em 2020 e que, dois anos depois, foi apresentado a Dave Franco, que se interessou pelo projeto e trouxe Alison Brie para o elenco e produção.

“Ser acusado de roubar essa história — tão profundamente baseada na minha vivência pessoal, desenvolvida ao longo de anos — é devastador”, escreveu.

A Neon e a WME também reagiram fortemente às alegações. Em comunicado conjunto, as empresas acusaram o autor do processo de tentar “conseguir 15 minutos de fama” e de agir de má-fé ao acionar a imprensa antes mesmo de registrar o processo formalmente.

“Não houve qualquer tentativa de apurar se o roteiro de ‘Juntos‘ precedia o do autor da ação — e precede”, afirmam. “Quase todas as semelhanças apontadas já estavam no roteiro original de 2019 escrito por Shanks, muito do qual foi inspirado em sua própria história de vida”.

Juntos‘, que estreou com elogios no Festival de Sundance 2025, foi adquirido pela Neon por US$ 17 milhões — o maior acordo de distribuição do festival.

Apesar do impacto emocional das acusações, Shanks diz estar confiante:

“Os fatos importam. A linha do tempo está documentada. Os rascunhos, registros e comunicações estão todos lá. Eu me orgulho de ‘Juntos‘ e da longa jornada que foi trazê-lo à vida.”

O caso segue em trâmite judicial, mas a disputa promete movimentar ainda mais a discussão sobre originalidade, inspiração e limites criativos na indústria cinematográfica.

Sobre a acusão

Segundo a denúncia, os produtores de ‘Better Half‘, Jess Jacklin e Charles Beale, descobriram a existência de ‘Juntos‘ na véspera de sua exibição no festival e decidiram assistir.

“Enquanto a plateia ria e aplaudia, Jacklin e Beale ficaram em silêncio absoluto, vendo seu pior pesadelo se desenrolar”, diz o processo. “Cena após cena confirmava que os réus não apenas se apropriaram de ideias genéricas, mas roubaram praticamente todos os aspectos únicos da expressão protegida de ‘Better Half‘”.

A origem do suposto plágio remontaria a agosto de 2020, quando a diretora de elenco de ‘Better Half‘ enviou o roteiro e uma proposta formal para Brie e Franco, através de seus agentes na WME. De acordo com os documentos judiciais, a resposta foi rápida: “Dave vai recusar, mas obrigado por pensar nele”. 

Na descrição original, ‘Better Half‘ era apresentado como uma comédia satírica e surreal, e não como um filme de terror. A obra estreou no Brooklyn Film Festival como uma comédia romântica e marcou a estreia do roteirista e diretor Patrick Henry Phelan, que assina o projeto.

A ação destaca várias similaridades entre os dois filmes. Ambas as histórias acompanham casais que precisam aprender a viver fisicamente unidos, explorando o controle compartilhado do corpo e a evolução do relacionamento. “Enquanto inicialmente tentam de tudo para se separar — de intervenções médicas a motosserras —, no final aceitam sua nova condição”, diz a queixa.

Entre as cenas apontadas como cópias, há uma sequência no banheiro em que os protagonistas, unidos pelas genitálias, tentam esconder a situação de outro personagem próximo. A ação também ressalta que ‘Juntos‘ termina com os personagens ouvindo o álbum Spiceworld, das Spice Girls — mesmo desfecho de ‘Better Half‘.

Com estreia marcada para 14 de agosto e distribuição brasileira pela Diamon Films, ‘Juntos‘ agora enfrenta uma batalha legal que pode manchar sua trajetória promissora. Até o momento, os envolvidos no processo não se manifestaram publicamente.

Confira o trailer legendado e siga o CinePOP no Youtube:

Sucesso entre os críticos, o longa conquistou 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. Os especialistas, de maneira geral, elogiaram as atuações de Dave Franco e Alison Brie, além de destacarem o roteiro e a direção de Michael Shanks.

Na trama, com uma mudança para o campo já testando os limites do relacionamento de um casal, um encontro sobrenatural inicia uma transformação extrema de seu amor, de suas vidas e de sua carne.

A Neon adquiriu os direitos de distribuição mundial de Together, se tornando a primeira grande venda do Festival de Sundance 2025.

O longa recebeu elogios da crítica e foi disputado por diversos estúdios, como A24 e Mubi, que também tentaram garantir a aquisição do filme do subgênero body horror.

Embora o valor da venda não tenha sido revelado, a Variety indica que o filme pode ter sido negociado com a Neon por algo entre US$ 10 a US$ 15 milhões. Se o valor alcançar o limite superior, Together se tornará uma das maiores vendas da história do festival.

O terror é o primeiro trabalho do roteirista e diretor Michael Shanks e acompanha um casal, interpretado por Franco e Brie, que se muda para o campo. Durante o cotidiano na casa, o vínculo tóxico entre eles se transforma em um pesadelo após a aparição de grotescas manifestações físicas, causadas por uma força sobrenatural presente no local.

‘Star Wars: Os Últimos Jedi’ tem 2ª maior bilheteria de abertura da história

Star Wars: Os Últimos Jedi’ já está trilhando seu caminho de sucesso nas bilheterias, tendo já arrecadado US$ 45 milhões em pré-estreias nos EUA, de acordo com a Forbes.

Apesar do valor alto, o filme conquistou US$ 7 milhões a menos do que O Despertar da Força – que arrecadou US$ 52 milhões em 2015.

Os Últimos Jedi’ ultrapassou Rogue One – Uma História Star Wars, que fez US$ 29 milhões em dezembro de 2016.

Com o valor, o filme se torna a segunda maior abertura nos EUA, ultrapassando Harry Potter e as Relíquias da Morte Parte 2’, que arrecadou US$ 43,5 milhões. O primeiro lugar ainda é deO Despertar da Força, com US$ 57 milhões.

Com 93% de aprovação no site Rotten Tomatoes, a sequência recebeu elogios quanto à evolução da narrativa, direção e desenvolvimento dos personagens. Considerado um dos melhores filmes da franquia, a produção conquistou a maior parte dos críticos norte-americanos.

Leia a nossa Crítica em Vídeo | Star Wars: Os Últimos Jedi – Comentamos o filme mais aguardado de 2017

‘Star Wars: Os Últimos Jedi’: Primeiras reações são extremamente positivas; Confira!

Crítica | No Olho do Furacão – Quando ‘Velozes e Furiosos’ encontra ‘Sharknado’

O que difere um bom filme de um filme ruim, além de muitos detalhes cruciais, claro, é também o quão firmemente a obra prende a atenção do espectador e cumpre com a proposta anunciada. E neste quesito,No Olho do Furacão(The Hurricane Heist) se insere perfeitamente, ao apresentar exatamente o que se espera de um filme com essa premissa: ação desenfreada, tiroteio e muita destruição em CGI. A receita para o desastre está formada, e não de forma positiva.

O diretor Rob Cohen, que já havia mostrado talento ao lidar com cenas de ação envolvendo carros no primeiro Velozes e Furiosos, prova (de uma vez por todas!) que sua especialidade é a insanidade cinematográfica. Quanto mais improvável um filme pode ser, mais ele desenvolve uma trama alucinada. Como no caso de No Olho do Furacão, seu novo filme, que traz na trama um roubo épico de US$ 600 milhões em meio à um furação Categoria 5, em uma pequena cidade dos Estados Unidos.

Apesar da premissa maluca, até que o roteiro começa a fazer sentido após alguns minutos de filme, iniciado de forma enérgica, semelhante ao recente Mad Max: Estrada da Fúria’ (que George Miller me perdoe pela comparação!). O longa põe o pé no acelerador e vai em alta velocidade até o final, parando apenas para desenvolver alguns diálogos genéricos entre os protagonistas aqui e ali. E é essa ação megalomaníaca que prende nossa atenção, mesmo que feita em partes com uma terrível computação gráfica. Há momentos interessantes e até mesmo divertidos.

O elenco, por sua vez, entrega o que o roteiro permite, destaque para a ótima Maggie Grace (‘Lost’), que consegue carregar sua personagem com dedicação e tenta o máximo possível passar realidade aos fatos. Diferente da dupla Toby Kebbell (‘Black Mirror’) e Ryan Kwanten (‘True Blood’), que supostamente deveriam acrescentar emoção à trama, como dois irmãos que viram o pai morrer devido a outro furacão na infância. Porém, a química entre eles não convence, assim como o vilão vivido pelo Ralph Ineson (‘A Bruxa’), caricato demais e totalmente descartável, um desperdício de um bom ator.

Mesmo com toda a ação bem dirigida, a grande quantidade de plot twists põe nossa inteligência à prova o tempo todo. E como se isso não bastasse, o longa ainda encontra espaço para utilizar o famoso artifício deus ex machina quando tudo parece estar desandando. Sem contar os clichês, excesso de personagens coadjuvantes e convenções de  filmes desse gênero, algo que o roteiro preguiçoso preferiu não corrigir e se focou apenas na criação de cenas alucinadas dentro da tempestade.

Porém, um mérito do filme, sem dúvida, é o ritmo. Sempre crescente, diferente de muitos outros filmes de ação que acabam se perdendo dentro de sua própria insanidade, este caminha para frente e consegue instigar nossa curiosidade para saber como essa loucura vai terminar, entregando assim um 3º ato digno de um filme de Roland Emmerich, só que com mais carros e menos inteligência.

No fim das contas, No Olho do Furacão até tenta ser original e cumpre sua proposta, mas não passa de um híbrido entre filmes catástrofe e Velozes e Furiosos, muito mais esse último, no caso, pois a destruição causada pelas forças da natureza deixou a desejar. O tão temido e surreal furacão parece existir apenas para livrar os protagonistas de enrascadas, quase como uma força sobrenatural. Sem dúvida vai agradar quem procura apenas entretenimento e não se preocupa com a coerência. E para esse público, o filme pode até ser divertido à la Sharknado.

Nossas Apostas do Império da Disney após a Fox – Quais Franquias irão Bombar

Bem-vindos ao monopólio do entretenimento da Disney! Com a aquisição da FOX, o estúdio do Mickey acaba criando uma máquina de diversão, um império nunca antes sonhado, abraçando franquias colossais, como Marvel, Star Wars, Avatar, Simpsons, Alien, Predador… enfim, um universo vasto e recheado de personagens imortais do cinema que agora respondem ao camundongo de short vermelho. Por um lado, isso é maravilhoso, porque é garantia de filmes interessantes vindo por aí. Por outro, alguns fãs podem reclamar da famosa pasteurização da Disney.

Seja você à favor ou contra, a negociação foi concretizada. E com isso, já podemos fazer apostas sobre o que veremos por aí. Confiram minhas apostas e comentem depois as suas!

Percy Jackson

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A série fenômeno de Rick Riordan fez tanto sucesso que virou filme. Os fãs, porém, detestaram as adaptações estreladas por Logan Lerman e a franquia terminou em fracasso. Nos últimos anos, Fox, Rick e Netflix flertavam um acordo entre as partes para uma adaptação em formato de seriado distribuído pelo Streaming.

Com a venda para a Disney, a franquia Percy Jackson, extremamente popular entre o público jovem, deve ganhar uma produção para o Streaming Disney+. Pensem bem, a empresa quer popularizar o serviço e precisa de nomes de peso para isso. Além dos sucessos Marvel/ Star Wars, eles vão precisar de produtos originais. Nada melhor que uma série que já nasce com milhares de fãs, não é mesmo? Acredito que Percy e seu Panteão de Amigos vão ganhar uma segunda chance.

Avatar

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James Cameron está prometendo Avatar 2 há nada menos que 10 anos! A chegada dos executivos da Disney é sinal de muita verba injetada para as excentricidades do diretor, ávido por novas tecnologias e melhorias na busca por um trabalho visual perfeito.

Além desses incentivo$, a Disney é conhecida por seu calendário organizado. Casos como Toy Story 4 e Os Incríveis 2, em que as datas de lançamento foram invertidas, são raríssimos, então pode ser que James, pela primeira vez em muito tempo, tenha que cumprir um calendário de entrega. Com isso, é provável que tenhamos filmes de Avatar a cada 2 ou 3 anos.

Alien VS Predador

O embate mais famoso do cinema está nas mãos da Disney e não deve ser esquecido. Assim como Percy Jackson, creio que será um produto explorado no formato de série no Disney+. É algo mais sombrio e denso, dando um diferencial para a imagem já estabelecida da empresa.

E também seguindo o caso Percy Jackson, é uma franquia com uma verdadeira legião de fãs.

O Rei do Show

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A sequência do musical pop estrelado por Hugh Jackman já está sendo planejada pelos executivos. Com a Disney, acredito que o filme vire uma trilogia, simplesmente porque é o tipo de produto que a Casa do Mickey adora. E faz tempo que eles não conseguem emplacar um musical de peso com o público.

Star Wars

Falando agora para os colecionadores de DVDs e Blu-Rays, a venda da FOX deve marcar o lançamento de mais um Box com a saga Star Wars. Quando a Disney comprou a Lucasfilm, obteve os direitos a quase todo o universo de Luke Skywalker e amigos, menos os direitos de distribuição sobre o Episódio IV: Uma Nova Esperança. Ou seja, os boxes lançados de 2009 pra cá tinham que pagar um valor de royalties para a FOX.

Com os direitos 100% da franquia Star Wars, é bem provável que um Box com os 11 filmes da saga seja lançado no começo de 2020.

Alita

A aventura de Robert Rodriguez e James Cameron demonstrou bastante potencial de franquia neste ano. E parando para analisar de forma bem superficial, Alita tem tudo aquilo que a Disney procura numa franquia atualmente: bons efeitos visuais? Sim! Um fandom ativo? Sim! Uma protagonista feminina forte e carismática? Sim! Potencial para vários filmes? Sim!

Com todos esses fatores, duvido que a robozinha caia no esquecimento na casa de Mickey e Cia.

Novos Mutantes

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Talvez a produção mais problemática da história dos filmes baseados em quadrinhos não chegue aos cinemas. Programado para estrear em Agosto desse ano, Novos Mutantes pode ser A grande estreia do Disney+ no mercado.

Seria um filme inédito para atiçar o público a adquirir o serviço de streaming. E convenhamos que um filme tão grande assim, com tanta chance de dar erro, pode ganhar uma nova vida se entrar como abertura do Disney+.

Quarteto Fantástico

Para mim, a aquisição mais importante de todo esse pacote da FOX, o Quarteto Fantástico deve ser o grande nome da Marvel depois da Saga do Infinito.
A Marvel está com um universo cósmico iniciando seu auge. Começou lá atrás, com os Guardiões da Galáxia, se expandiu com Thanos e suas Joias do Infinito e alcançou novos horizontes com Capitã Marvel e a Guerra Kree-Skrull.

A chegada do Quarteto representa a vinda de peças fundamentais do ambiente espacial da Casa das Ideias, como o Surfista Prateado, o Super Skrull e Galactus, o Devorador de Mundos. Além, é claro, de viabilizar a inserção de Namor, o Príncipe Submarino no Universo Cinematográfico Marvel. Acredito sim que eles sejam o grande rosto dessa nova Fase da Marvel nos cinemas. E digo mais, vejo o nome Quarteto Fantástico sendo usado apenas em um filme. A Fundação Futuro tem mais jeitão de UCM, até porque poderia aumentar a participação do Homem-Aranha nos cinemas.

X-Men

Os X-Men são um desejo antigo dos fãs da Marvel. Ver os mutantes dividindo a tela com outros heróis é algo que permeia a imaginação de muita gente ao redor do mundo. Só que precisa ser uma introdução bem feita. Já vimos nas séries que o Universo Marvel é cheio de gente receosa com os heróis. Muitos os vêem como ameaças e este é o grande trunfo dos X-Men. Eles são considerados ameaças desde sua concepção e usam suas histórias para satirizar e expor os racistas, xenófobos, homofóbicos e afins.

Infelizmente, esse caráter crítico nunca foi bem adaptado nas mãos da FOX, que preferiu dar foco à ação. No momento da Marvel, não sei se seria uma aposta boa dividir os núcleos entre Terra e Espaço. Mas vejamos como será. O reboot é quase certo, sendo aproveitado do antigo universo mutante “apenas” o Mercenário Tagarela de Ryan Reynolds, o Deadpool.

E vocês, o que acham? Quais serão os produtos da FOX mais explorados pela Disney? Façam suas apostas!

Crítica | Estaremos Sempre Juntos – O Agridoce Refinado da Dramédia Francesa

O cinema francês contemporâneo possui uma interessante peculiaridade: a incrível capacidade de fazer bons filmes sobre o cotidiano do ser humano moderno. Com histórias simples, os últimos lançamentos têm focado em retratar os impactos do estilo de vida capitalista na vida dos cidadãos franceses em muitos aspectos, quase sempre com resultados surpreendentes. É o caso deste ‘Estaremos Sempre Juntos’.

Continuação de ‘Até a Eternidade’, de 2012, o longa mantém a proposta do seu antecessor: a reunião ocasional do grupo de amigos, que acaba desembocando em uma série de acontecimentos, revelações e reviravoltas no pequeno grupo. Desta vez, os amigos resolvem aparecer de surpresa na casa de Max (o ótimo François Cluzet), e já nessa primeira cena o espectador é surpreendido, afinal, a apatia com que Max recebe os convidados gera um mal estar que, sinceramente, teria feito qualquer um ir embora. Porém, como a ideia era proporcionar uma festa de aniversário para Max, o grupo acaba ficando, e Max é obrigado a construir um cenário fantasioso e amistoso onde tudo na sua vida está bem, quando, na verdade, ele está se sentindo péssimo pois está sendo obrigado a vender a própria casa.

Só que esse grupo de amigos é composto por um elenco estelar, que basicamente forma a nata da dramaturgia francesa atual: Marie (a irreconhecível Marion Cotillard), Vincent (Benoît Magimel), Éric (Gilles Lellouche), Isabelle (Pascale Arbillot), Antoine (Laurent Lafitte), Véronique (Valérie Bonneton) e Alain (José Garcia). Essa constelação reunida já é, sozinha, motivo suficiente para ir ao cinema.

Para preencher o final de semana de reunião dos amigos, o roteiro de Rodolphe Lauga e Guillaume Canet costura diversas situações envolvendo e entrelaçando seus personagens, de maneira a apresentar um panorama tão intrínseco, que justifica a união dos laços de amizade sinceros, porém imperfeitos. Núcleos semelhantes podem ser vistos nos premiados ‘As Invasões Bárbaras’ e ‘O Declínio do Império Americano’. Embora no geral o tom cômico e dramático do longa funcione – temperado por uma dose de segredos sórdidos revelados apenas ao espectador –, algumas cenas ficam deslocadas, dando a sensação de terem sido colocadas apenas para preencher o tempo. Neste ponto, Guillaume Canet, que também dirigiu o longa, poderia ter dado uma enxugada no seu produto, afinal, não há necessidade de ‘Estaremos Sempre Juntos’ durar 2h14 minutos.

Com um argumento simples (a reunião dos amigos) e poucos cenários (basicamente três locações), ‘Estaremos Sempre Juntos’ se fortalece na química entre os atores, a competência de cada um deles em construir personagens extremamente carismáticos e disfuncionais, e um roteiro ágil, mordaz e enraizado na realidade, que proporciona situações possíveis, diálogos prováveis e reações completamente espontâneas, tanto nos personagens quanto no espectador. A combinação desses três elementos constrói um drama cômico e refinado, que salienta o sabor agridoce das amizades imperfeitas, tão essenciais na nossa vida.

‘Aquaman’ deve atingir a marca de US$ 750 milhões nas bilheterias neste fim de semana

Não há dúvidas que ‘Aquaman‘ é um sucesso absoluto! O longa ultrapassou a marca de US$ 600 milhões mundialmente. Para termos de comparação, o filme de James Wan já arrecadou mais de 90% da bilheteria total de ‘Liga da Justiça‘, e há grandes chances de ultrapassar US$ 1 bilhão – o que representaria o primeiro do Universo da DC a chegar a essa marca.

Ao total, ‘Aquaman‘ já acumula US$ 629.4 milhões, sendo US$ 137 milhões nos EUA e US$ 492 milhões no mercado internacional.

Agora, as projeções da Deadline apontam que o filme deve ultrapassar a marca de US$ 750 milhões neste final de semana.

O potencial de atingir o bilhão só fica cada vez mais sólido para ‘Aquaman‘.

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James Wan dirige o filme, e o roteiro fica a cargo de Will Beall.

O meio-humano, meio-Atlante Arthur Curry, é levado à jornada de sua vida — uma jornada que vai forçá-lo a não só encarar sua verdadeira identidade, mas também a descobrir se ele tem o que é necessário para ser… um rei.

O elenco conta com Jason Momoa no papel principal, Amber Heard (Mera), Willem Dafoe (Vulko) e Nicole Kidman (Rainha Atlanna).

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‘The Batman’: Charada é confirmado como um dos vilões

De acordo com o site Geeks WorldWideThe Batman, novo longa de Matt Reeves, confirmou a presença de diversos antagonistas, incluindo Charada e Vagalume.

As novas reportagens também ofereceram informações sobre a personalidade de alguns vilões. Confira:

Charada: descrito como “um mentor criminoso em Gotham City que se delicia em incorporar enigmas e quebra-cabeças em seus esquemas, deixando assim pistas para as autoridades resolverem”.

Pinguim: “Ele é um “homem baixo e obeso com um nariz comprido e usa guarda-chuvas de alta tecnologia como armas”.

Mulher-Gato: A famosa femme fatale é descrita como “uma famosa ladra de Gotham City que usa roupa apertada de uma peça e também tem um chicote como arma”.

Vagalume: um “incendiário profissional” cujo principal objetivo é destruir todos os lugares que não conheceu dado ao seu histórico de criança órfã.

Por enquanto, nenhum ator foi escalado para dar vida aos vilões. Robert Pattinson viverá o personagem-título.

The Batman‘ deve começar a produção no início de 2020 e tem estreia prevista para 2021.