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‘Sweet Tooth’: James Wan vai produzir terror inspirado em curta-metragem

O Hollywood Reporter confirma que James Wan, de ‘Invocação do Mal‘, vai produzir a versão longa-metragem do curta ‘Sweet Tooth‘.

O minifilme holandês chamou atenção do mercado norte-americano depois de ter sido exibido em um festival de terror no Canadá.

A trama é sobre uma mulher que retorna para casa depois de uma viagem e descobre que seus vizinhos foram assassinados.

No entanto, ela começa a ouvir as vozes dessas pessoas e passa a se questionar se eles – de fato – morreram.

O diretor do curta, Nico van den Brink, também vai comandar a versão longa-metragem.

‘Future World’: Milla Jovovich e James Franco no trailer do filme estilo ‘Mad Max’

Future World, filme dirigido por James Franco e Bruce Thierry Cheung, ganhou um novo trailer que traz o ator contracenando com Milla Jovovich (Resident Evil).

O sci-fi tem uma pegada ‘Mad Max‘.

Assista:

A trama, que surgiu a partir de uma ideia de Franco, acompanha um garoto rico que embarca em uma jornada por um mundo devastado e futurístico para encontrar os medicamentos para salvar sua mãe doente. Ao lado de seu melhor amigo, ele precisa lutar contra os desafios do mundo e um vilão poderoso, que tem um plano diabólico.

Milla vive uma traficante.  O filme chega aos cinemas americanos em 25 de maio. Ainda sem data de lançamento para o Brasil.

EXCLUSIVO: Diretor de ‘Escape Room’ revela se comandaria o reboot de ‘Jogos Mortais’

O terror ‘Escape Room‘ surpreendeu nas bilheterias dos EUA ao arrecadar sensacionais US$ 17 milhões, número muito maior que os US$ 10 milhões esperado pelo estúdio.

Com o sucesso, o diretor Adam Robitel (‘Sobrenatural: A Última Chave’) está mais em alta do que nunca.

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, ele nos contou um pouco mais sobre o terror, e ainda revelou se toparia dirigir um iminente reboot da franquia ‘Jogos Mortais‘.

Assista:

Escape Room’ é um thriller psicológico, sobre seis estranhos que se encontram em circunstâncias que estão além do seu controle e precisam usar seus talentos para encontrar as pistas ou morrer.

Deborah Ann WollLogan Miller, Taylor RussellTyler LabineJay Ellis e Nik Dodan estrelam.

A Sony lançará o terror nos cinemas nacionais no dia 7 de fevereiro de 2019.

‘Falcão e o Soldado Invernal’: Bucky aparece com o cabelo curto no cartaz da série

A Disney+ divulgou o primeiro cartaz da série ‘Falcão e o Soldado Invernal’, que apresenta o Bucky novamente com os cabelos curtos.

Confira:

De acordo com o Collider, Wyatt Russell foi confirmado como John Walker/Agente Americano em ‘Falcão e o Soldado Invernal‘ durante a D23, a convenção da Disney.

Para quem não conhece, Walker é uma versão alterada do Capitão América e é controlado pelo governo americano. Ele já foi treinado pelo Taskmaster e possui as mesmas habilidades de Steve Rogers.

Maiores detalhes não foram revelados, então não se sabe se o personagem será introduzido como vilão ou se passará por uma transformação ao longo das temporadas.

Segundo o Production Weekly, as filmagens da série começam no dia 22 de outubro e serão feitas em Atlanta, Geórgia, nos estúdios Pinewood, sob o título de produção ‘Tag Team’.

A série será lançada na primavera norte-americana de 2020 (20 de Março a 20 de Julho).

Confira o logo:

Segundo o site The Wrap, o criador da franquia ‘John Wick‘, Derek Kolstad, será um dos responsáveis pelo roteiro da produção. Ele se junta a Malcom Spellman, que já havia sido anunciado no passado como um dos roteiristas.

Ainda não se sabe se ambos assumirão episódios distintos ou se trabalharão em parceria nos mesmos capítulos. A Disney também não revelou se novos escritores serão convidados ou se eles serão os únicos envolvidos com a trama.

Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios da nova série.

A produção será protagonizada por Anthony MackieSebastian Stan, respectivamente, reprisando seus papéis do Universo Cinemático Marvel.

Skogland é conhecida por seu trabalho em The Walking DeadFear the Walking Dead e pela aclamada série ‘The Handmaid’s Tale’.

 

 

‘Rocky 7’: Sylvester Stallone está planejando nova sequência sem ligação com ‘Creed’

Embora Sylvester Stallone tenha confirmado que ‘Creed II‘ seria a última vez que ele reprisaria o papel de Rocky Balboa nos cinemas, o ator parece ter mudado de ideia.

Em uma entrevista recente feita à revista Variety, o astro vencedor do Oscar revelou que possui mais ideias para uma nova trama envolvendo Rocky, mas sem ligação direta com o spin-off ‘Creed’.

Segundo ele, a possível nova narrativa é bem contemporânea e explora o problema social enfrentado pelos Estados Unidos, com o controverso abrigo para filhos de imigrantes, que tem colocado menores de idade em situações de insalubridade.

Nessa nova história, Rocky abrigaria um jovem imigrante ilegal e o ajudaria a se transformar em um lutador de boxe.

Disse:

Rocky conhece esse jovem garoto, um menino bravo que ficou preso no país quando ele veio visitar sua irmã. Ele acaba trazendo-o para sua vida e aventuras inimagináveis começam, fazendo com que eles acabem no lado sul da fronteira norte-americana. Ele é bem, bem pontual. O que você faz quando encontra alguém que está na rua, sem casa, lutando para sobreviver? Diz a ele para ir embora ou aceita ele em sua casa? Se você aceitá-lo, você estará em apuros”.

Com ‘Creed III‘ em desenvolvimento, é possível que esse novo projeto em desenvolvimento se torne parte desse universo compartilhado iniciado ainda nos anos 70, com Rocky’, sendo mais um longo desse ‘Rockyverse’.

O que você acha da ideia de uma nova narrativa dessa franquia?

Crítica em Vídeo | Destruição Final: O Último Refúgio – Meteoro ameaça a Terra em FILMÃO catástrofe

O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em VÍDEO de ‘Destruição Final: O Último Refúgio‘ (Greenland), filme-catástrofe estrelado por Gerard Butler e Morena Baccarin.

Assista:

A produção já está em exibição nos cinemas nacionais.

O longa foi dirigido por Ric Roman Waugh (‘Invasão ao Serviço Secreto‘).

Uma família luta para sobreviver enquanto um cometa segue em direção à Terra. John Garrity, sua esposa Allison e seu jovem filho Nathan fazem uma perigosa jornada à procura de um local seguro para se estabelecerem. Nessa jornada, eles enfrentarão o pior da humanidade em um momento de crescimento do pânico em um cenário onde a lei não mais existe.

O elenco ainda conta com Morena Baccarin, Andrew Bachelor, David Denman, Scott Glenn e Claire Bronson.

Conheça o filme do ‘Drácula’ que está no catálogo da Netflix

Um dos melhores filmes sobre o ‘Drácula‘, lançado após o clássico imortal de Francis Ford Coppola, está disponível no catálogo da Netflix.

Drácula: A História Nunca Contada‘ (Dracula Untold) é estrelado por Luke Evans, Dominic Cooper e Samantha Barks, e traz uma nova versão para a clássica história.

Os habitantes da Transilvânia sempre foram inimigos dos turcos, com quem tiveram batalhas épicas. Para evitar que sua população fosse massacrada, o rei local aceitou entregar aos turcos centenas de crianças. Entre elas estava seu próprio filho, Vlad Tepes (Luke Evans), que aprendeu com os turcos a arte de guerrear. Logo Vlad ganhou fama pela ferocidade nas batalhas e também por empalar os derrotados. De volta à Transilvânia, onde é nomeado príncipe, ele governa em paz por 10 anos. Só que o rei Mehmed (Dominic Cooper) mais uma vez exige que 100 crianças sejam entregues aos turcos. Vlad se recusa e, com isso, inicia uma nova guerra. Para vencê-la, ele recorre a um ser das trevas (Charles Dance) que vive pela região. Após beber o sangue dele, Vlad se torna um vampiro e ganha poderes sobrehumanos.

Assista ao trailer:

Drácula: A História Nunca Contada, por  (Nota: 3,5)

Mark Wahlberg revela que teve relação ESTRANHA com Tom Holland nos bastidores de ‘Uncharted’ [EXCLUSIVO]

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP para promover Uncharted – Fora do Mapa‘, o ator Mark Wahlberg revelou que teve uma relação estranha com Tom Holland nas filmagens da produção, e demorou para entender o motivo.

“Ele é um cara muito legal, mas também é muito competitivo. Às vezes, era meio irritante porque ele estava sempre tentando competir comigo. Não entendia porque ele fazia isso. Mas eu já descobri alguns motivos. Primeiro: ele estava agindo como um irmão mais novo. Segundo: ele é geminiano. Ele é muito mais parecido comigo do que eu gostaria. Agora que eu sei disso, está tudo bem.”, afirmou. 

Assista a entrevista, e siga o CinePOP no YouTube:

Wahlberg ainda revelou se toparia fazer um filme de super-herói.

“Eu gosto o suficiente dos filmes de super-herói. Não sou um desses puristas que não consideram esses filmes cinema de verdade. O público decide isso. E esses filmes fazem muito sucesso. Mas, pessoalmente, eu acharia muito difícil sair do meu trailer com uma capa e um traje coladinho.”, afirmou.

Lembrando que o filme chega aos cinemas nacionais em 17 de fevereiro.

Dirigida por Ruben Fleischer (‘Venom’), a adaptação é ambientada antes dos eventos do primeiro jogo e servirá como uma história de origem para o aclamado personagem, quando Nathan Drake (Holland) embarca em sua primeira aventura por regiões inóspitas ao lado do mentor, Sully (Wahlberg).

O roteiro foi escrito por Jonathan Rosenberg e Mark Walker.

Antonio Banderas, Sophia Ali e Tati Gabrielle completam o elenco.

‘As Crônicas de Nárnia’: Netflix está de olho em diretora de ‘Barbie’ para assumir o reboot

Em 2018, a Netflix comprou os direitos de adaptação da franquia ‘As Crônicas de Nárnia‘, aclamada obra fantasia escrita por C.S. Lewis.

De acordo com o Comic Book, a plataforma de streaming está de olho em Greta Gerwig para assumir a direção de um reboot da franquia.

Para quem não conhece, Gerwig é a diretora do vindouro filme da Barbie‘ e também foi bastante elogiada por sua direção em ‘Adoráveis MulhereseLady Bird: A Hora de Voar‘, ambos indicados ao Oscar de Melhor Filme.

Ao que parece, a plataforma de streaming já está planejando dois filmes e quer Gerwig na direção de ambos.
Até o momento, não foi revelado quais dos livros serão adaptados.

Pensando nisso, há duas possibilidades para a Netflix iniciar a franquia…

Uma delas é readaptando ‘O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa‘, o 1º romance escrito por Lewis para a saga literária, e que já foi adaptado pela 20th Century Fox em 2005.

A outra possibilidade é adaptar ‘O Sobrinho do Mago‘, o 6º romance que Lewis escreveu, mas que funciona como o início de toda a história em ordem cronológica.

Por enquanto, ainda não há nada confirmado. Então só nos resta aguardar pelas atualizações.

No ano passado, o produtor Douglas Gresham, que também é o enteado de Lewis, admitiu que espera que o gigante do streaming decida adaptar a história em forma de série, e não de filmes.

“Eu adoraria que fosse uma coisa episódica, em forma de série. Porque em um filme você tem uma hora, talvez duas horas no máximo, se você realmente deseja esticá-lo, para colocar um livro inteiro, um livro de histórias de aventura, no filme. E você simplesmente não pode fazer isso. Eu não ouvi uma palavra deles. Estou me preocupando se alguma coisa vai acontecer.”, afirmou.

Recentemente, a Netflix anunciou que Matthew Aldrich, da animação ‘Viva: A Vida é uma Festa‘, ficará responsável pela adaptação dos livros de As Crônicas de Nárnia, do autor C.S. Lewis.

Segundo o Hollywood Reporter, Aldrich servirá como o arquiteto desse universo fantasioso que a Netflix levará para as telinhas. Sob os termos de um contrato de vários anos, a empresa de streaming desenvolverá histórias clássicas de todo o universo de Nárnia.

Apesar da confirmação, nenhum projeto ainda possui data de estreia e elenco. Novas informações devem sair muito em breve.

No total, os livros da franquia já venderam mais de 100 milhões de cópias e foram traduzidos em mais de 47 idiomas em todo o mundo.

Sinopse oficial de ‘Kung Fu Panda 4’ revela que Po enfrentará a personagem dublada por Viola Davis

Após ter seu divertido trailer divulgado, ‘Kung Fu Panda 4‘ ganhou sinopse oficial pela Universal Pictures.

Confira:

Nesta primavera, pela primeira vez em quase uma década, o astro da comédia Jack Black retorna ao papel de Po, o mestre de kung fu mais improvável do mundo, com um novo capítulo hilário da amada franquia de comédia de ação da DreamWorks Animation, ‘Kung Fu Panda 4‘.

Depois de três aventuras arriscando a vida para derrotar os mais poderosos vilões com sua coragem incomparável e incríveis habilidades em artes marciais, Po, o Dragão Guerreiro (Jack Black, indicado ao Globo de Ouro) é chamado pelo destino para… Ah, dá um tempo! Bem, para ser mais exato, Po foi escolhido para se tornar o Líder Espiritual do Vale da Paz.

A escolha é problemática por várias razões… óbvias. Primeiro, Po sabe tanto sobre liderança espiritual quanto sobre a dieta paleo(lítica). Além disso, ele precisa encontrar e treinar o mais rápido possível um novo Dragão Guerreiro antes de assumir sua nova imponente posição.

Pior ainda, recentemente, foi vista no Vale da Paz uma feiticeira perversa e poderosa, a Camaleoa* (Viola Davis, vencedora do Oscar), um pequeno lagarto-fêmea que pode se transformar em qualquer criatura, grande ou pequena. Camaleoa está de olho – com seus olhinhos brilhantes e gananciosos – no Cajado da Sabedoria de Po, que lhe daria o poder de trazer todos os vilões-mestres já derrotados por Po de volta ao reino espiritual.

Então, é claro, Po vai precisar de ajuda. Ele a encontra (mais ou menos?) na rápida e astuta ladra Zhen (Awkwafina, vencedora do Globo de Ouro), uma raposa-das-estepes que tira Po do sério, mas cujas habilidades serão inestimáveis. Em sua cruzada para proteger o Vale da Paz das garras reptilianas da Camaleoa, os dois vão formar uma inusitada dupla e aprender a trabalhar em parceria. Com isso, Po vai acabar descobrindo que os heróis podem surgir dos lugares e nos momentos mais inesperados.

Assista ao trailer:

‘Kungu Fu Panda 4‘ conta com o talento de voz de Dustin Hoffman, vencedor do Oscar como o mestre de Kung Fu, Shifu; James Hong (Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo) como o pai adotivo de Po, Sr. Ping; Bryan Cranston, indicado ao Oscar, como o pai biológico de Po, Li; e Ian McShane, indicado ao Emmy, como Tai Lung, ex-aluno e arqui-inimigo do Mestre Shifu. O ator vencedor do Oscar, Ke Huy Quan (Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo) integra o elenco no papel de Han, o líder do Covil de Ladrões, novo personagem da franquia.

Kung Fu Panda 4‘ tem direção de Mike Mitchell (Trolls, Shrek Para Sempre) e codireção de Stephanie Ma Stine (série She-Ra e as Princesas do Poder). Rebecca Huntley (Os Caras Malvados) assina a produção. Em 2008, ‘Kung Fu Panda‘, o capítulo inaugural indicado ao Oscar, tornou-se o filme de animação original de maior bilheteria da DreamWorks Animation e lançou uma franquia que arrecadou mais de US$ 1,8 bilhão nas bilheterias em todo o mundo.

‘300’: Zack Snyder CONFIRMA série baseada no seu aclamado filme

O cineasta Zack Snyder CONFIRMOU a nova série baseada em 300, seu aclamado longa-metragem sobre Esparta.

“Estamos apenas nos preparando para mergulhar e começar a trabalhar nisso”, disse o cineasta ao Comicbook.com enquanto fazia a promoção de Crepúsculo dos Deuses . “É superdivertido, eu amo o mundo. E mesmo nas reuniões preliminares que tivemos falando sobre, tipo, ‘E se isso acontecesse ou aquilo acontecesse’, muito disso é muito divertido, tipo, uau, é um padrão rico. É semelhante a Crepúsculo dos Deuses de uma forma estranha. No que diz respeito a muitos fundamentos.”

Sem revelar detalhes, Snyder expressou sua alegria em voltar a trabalhar com a Warner Bros. Discovery para dar vida a essa nova empreitada.

“Nós discutimos sobre criar essa série de 300, e a grande notícia é que, como a Warner Bros. foi o estúdio com o qual fizemos o filme, eles foram as primeiras pessoas que procuramos para desenvolver a série. Eles foram muito receptivos e interessados”, afirmou o cineasta.

O diretor também compartilhou sua admiração pela Warner Bros., com quem trabalhou por 10 anos.

“Tem sido uma experiência realmente agradável e orgânica. Eu adoro a Warner Bros. Honestamente, como estúdio, eu amo o logo e a tradição. Passei 10 anos lá, então tenho uma grande afeição pelo lugar. Então, sim, isso pode ser muito legal”, concluiu.

Quando questionado sobre a possibilidade de um novo corte do diretor para seu filme de 2011,Sucker Punch, Snyder lamentou não ter novidades no momento, mas expressou seu desejo de realizá-lo.

Lembrando que de acordo com o Variety, uma série baseada no épico ‘300‘ está sendo desenvolvida pela Warner Bros. Television.

Zack Snyder (‘Madrugada dos Mortos’), diretor do longa original, está em negociações para comandar a produção. Além disso, o cineasta também deve assumir como produtor executivo.

Detalhes sobre a trama não foram divulgados, mas a série deve servir como pré-sequência do longa de 2006.

Ainda em “estágios iniciais” de desenvolvimento, ainda não há nenhum roteirista ou plataforma de streaming associados ao projeto.

300‘ foi um dos maiores sucessos na carreira de Snyder, o que acabou gerando a sequência ‘300: A Ascensão do Império‘ – que traz o retorno do Rodrigo Santoro. No entanto, o terceiro filme, intitulado ‘Sangue e Cinzas‘, nunca chegou a ser concretizado.

Na trama, o rei Leônidas e seus 300 guerreiros de Esparta lutam bravamente contra o numeroso exército do rei Xerxes. Após três dias de muita luta, o sacrifício e a dedicação destes homens uniu a Grécia no combate contra o inimigo persa.

Prime Video anuncia série sobre a vida da cantora Marília Mendonça

O Prime Video anuncia hoje a produção da série documental Original Amazon sobre Marília Mendonça, a cantora sertaneja que fez história no Brasil.

A série, ainda sem título oficial, terá as gravações iniciadas em setembro, em Goiânia, e será a mais recente adição à assinatura Amazon Prime.

A produção retratará a trajetória de vida e a carreira meteórica de uma das maiores vozes do sertanejo brasileiro: Marília Mendonça — a artista feminina mais ouvida do país. O projeto revisita os passos de uma cantora que marcou uma geração e transformou, para sempre, o cenário da música nacional.

Natural de Cristianópolis, Goiás, Marília se consagrou como uma das principais representantes do sertanejo, abrindo caminho para outras mulheres no gênero com suas composições marcantes e presença autêntica. Com acesso exclusivo a arquivos pessoais e depoimentos de amigos, familiares e parceiros de estrada, a produção revela os bastidores de uma carreira construída com verdade, talento e emoção.

Marília conquistou uma legião de fãs com seu carisma e seu amor incondicional pela música. Mesmo após sua partida precoce, sua voz segue ecoando por todo o Brasil, reafirmando sua força, sensibilidade e o legado eterno da Rainha da Sofrência.

A série será produzida pela Kromaki e Chatrone, e dirigida por Susanna Lira. Valentina Castello Branco, Gabriela Altaf e Fabiana Assis integram o time de roteiristas.

10 Ótimos Filmes Dirigidos por Mulheres – Parte 1

Durante muito tempo dentro de um universo machista na indústria cinematográfica, brilhantes profissionais mulheres, tiveram que lutar bravamente para mostrar seu talento não só para o público mas para quem manda no negócio cinema.

Depois de diversos escândalos expostos, lutando contra a estereotipagem de personagens femininos, muitas vezes usadas como âncoras para uma interpretação masculina, também pelos direitos iguais de pagamento por um trabalho, a mulher tratada como objeto em cena, essas profissionais conseguiram inúmeras conquistas nos últimos anos, inclusive duas cineastas indicadas ao Oscar (poderiam até ser três né? Não esquecemos do trabalho brilhante de Regina King no filme Uma Noite em Miami) em 2021.

Ainda longe do ideal de igualdade que merecem, a luta continua e esse que vos escreve sempre estará buscando conhecer e mostrar a todos lindos trabalhos dessas guerreiras da sétima arte. Assim, surgiu a ideia de termos uma lista constante, de dez em dez trabalhos, para você leitor conhecer alguns fantásticos trabalhos de diretoras de cinema.

Nessa primeira parte, temos filmes da França, dos Estados Unidos, da Geórgia, da Grécia, da Alemanha… cineastas holandesas, francesas, norte-americanas, gregas…

Espero que gostem. Abaixo a primeira lista:

 

The Mustang (França, 2019)

Exibido no prestigiado Festival de Sundance, The Mustang, primeiro trabalho como diretora de Laure de Clermont-Tonnerre e com o já experiente ator belga Matthias Schoenaerts no papel principal, é um filme bastante sensível que aborda fortes temas familiares através da mudança de perspectiva de seu protagonista que começa a se envolver em um trabalho diferente, mesmo dentro de uma prisão. O roteiro consegue boas profundidades para abordar vários temas que envolvem o protagonista conseguindo criar um elo importante para entendermos as ações e consequências ao longo dos 96 minutos de projeção.

Na trama, conhecemos Roman Coleman (Matthias Schoenaerts), um homem condenado a muitos anos de prisão (a causa conhecemos ao longo do filme). Pai e prestes a ser avô, ele é bastante quieto e fala pouco mas acaba ganhando a oportunidade de ser selecionado a um programa de reabilitação ligado a treinamento de cavalos que serão apresentados em leilões. Assim, Coleman acaba conhecendo um cavalo Mustang brabo que aos poucos acaba lhe ensinando e completando peças para se desenvolver em seu quebra cabeça de emoções que sempre guiaram sua vida.

The Mustang não é um filme para qualquer um, você precisa sentir o filme para gostar. Seu ritmo lento e a costura para o desenvolvimento profundo das emoções acabam sendo trunfos aos olhos atentos. A relação dele com a filha que não o perdoa é ótima, emocionante em vários pontos. Coleman é um protagonista de poucas palavras mas que diz muito nas suas atitudes de rebeldia e emoção que acaba transbordando com a entrada do animal em sua vida. O fazer sentido para quem está preso deve ser algo importante a analisar. Poucos filmes conseguem trazer esse sentido tão bem como explicado como esse interessante trabalho que infelizmente não conseguiu chegar ao circuito exibidor brasileiro.

 

Beginning (Geórgia, 2020)

Visual aos montes, verbal quando necessário. Selecionado para o Festival de Cannes (2020), Festival de Toronto (2020) e vencedor de prêmio no Festival de San Sebastian (2020), Beginning, dirigido e escrito pela cineasta georgiana Dea Kulumbegashvili, fala sobre intolerância religiosa e a luta constante contra traumas difíceis de superar e dúvidas recentes de uma protagonista que busca achar soluções para o que acredita. Há cenas fortes e angustiantes, também longos planos, além de uma inquietante câmera estática onde os personagens compõem a trajetória de ações ou até mesmo a força dos sentidos da natureza. Um impactante e duro filme de Kulumbegashvili. Disponível no MUBI.

Na trama, conhecemos um casal, Yana (Ia Sukhitashvili) e David (Rati Oneli), que moram numa cidade provinciana, no interior da Georgia, onde ministram uma comunidade de Testemunhas de Jeová. Um dia, um incêndio criminoso na igreja deles é causado por extremistas, a partir desse momento, a vida de Yana se transforma radicalmente.

Uma terra sem lei, um radicalismo que embaça o óbvio. Totalmente sozinha no forte trauma que sofre, Yana é uma guerreira solitária que precisa enfrentar até mesmo as desconfianças do marido que não consegue se desprender de desconexas razões religiosas para enxergar tudo que aconteceu. Sendo coagidos por um misterioso detetive e uma polícia sem força em uma região onde a justiça não é para todos, somos testemunhas de uma derrocada na família de Yana.

Beginning é um profundo drama, que busca nos seus figurativos das leis que criam sobre o universo (que nem de longe são interpretadas da mesma maneira) os paradoxos ou até mesmo contrapontos para nos fazer refletir sobre o óbvio, a religião, a dor, a dúvida e o sofrimento.

 

 

Berthe Morisot (França, 2012)

A beleza das artes e os confortos dos retratos da vida. Depois de muitos trabalhos como diretora de fotografia, a cineasta parisiense Caroline Champetier apresenta um dos seus primeiros trabalhos como diretora principal, nesse interessante tele filme Berthe Morisot. O projeto, que rodou muitos poucos cinemas, sendo exibido em outras janelas, possui uma direção de arte impecável que passa a sensação ao espectador de estar entrando em uma coleção de museus de todo o mundo. Para dar vida a essa importante artista francesa, a escolhida foi a bela Marine Delterme (Vatel – Um Banquete para o Rei, Paris-Manhattan), que explora sua personagem de maneira convincente.

Na trama, baseada na obra Manet, un rebelle en redingote de Beth Archer Brombert, conhecemos a vida adulta da pintora impressionista francesa Berthe Morisot (Marine Delterme) que passa por diversas transformações nos rumos de sua vida, principalmente quando conhece uma das maiores figuras das artes no século XIX, Édouard Manet (Malik Zidi). Berthe foi sempre uma mulher a frente de seu tempo e conseguiu o respeito de todos através de sua forte personalidade e suas obras inesquecíveis.

Uma das grandes damas do impressionismo, tem parte de sua vida detalhada nesse ótimo projeto. Com foco no primeiro ato em sua vida familiar e todo o inicial interessante pela pintura. Berthe nasceu em Bourges, era prática comum das famílias bourgeois em educar as filhas nas artes. Assim, ela e sua irmã tiveram aulas particulares com grandes professores da época. No segundo ato, o longa metragem, explora as transformações que Berthe passa após ter alguns de seus quadros bem comentados e seu encontro com uma das referências nas artes da época ,Manet. Os contextos políticos e sociais do século XIX também influenciam sua maneira de pensar e ver o mundo.

Há uma ênfase no relacionamento intenso da protagonista com Manet, onde crescem os atores em cena. Os dois são atraídos pelo contexto das artes mas o filme deixa claro que poderia ter sido uma grande história de amor também, talvez, atrapalhado porque Manet já era casado e ter sido diagnosticado com sífilis (causa inclusive de seu falecimento precoce aos 51 anos. Berthe foi musa inspiradora de quadros famosos do artista francês.

Nesse belo passeio pela história da arte europeia, somos testemunhas de uma incrível trajetória de uma mulher à frente de seu tempo.

 

Nunca, Raramente, Às Vezes, Sempre (EUA, 2020)

Nunca, raramente, às vezes, sempre. Seu coração pode estar partido hoje mas amanhã à luz da manhã. Ganhador de prêmios esse ano nos Festivais de Berlim e Sundance, um dos filmes mais comentados nas rodinhas cinéfilas dos últimos anos, Never Rarely Sometimes Always, escrito e dirigido pelo cineasta nova iorquina Eliza Hittman, traz ao público um recorte de um tema polêmico, o aborto, de maneira dura e necessária para gerar a reflexão de todos nós do lado de cá da tela. A protagonista, interpretada por Sidney Flanigan (em seu primeiro filme como atriz) é o retrato de muitas mulheres espalhadas pelo mundo, as escolhas que ela tem e as decisões que toma em um mundo de informações instantâneas mas tão distante para pessoas que ainda estão aprendendo sobre a vida. É um filme com cenas fortes, onde se expressa toda a dor e conflitos da protagonista. Impressiona a captação das emoções pelas lentes sensíveis de Hittman.

Na trama, conhecemos Autumn (Sidney Flanigan), uma jovem introspectiva de 17 anos que trabalha como caixa de supermercado enquanto termina a escola e que está passando por uma situação complicada e difícil, se sentindo sozinha, muito por medo de contar à família, medo das reações dos que giram ao seu redor. Buscando entender melhor a situação que vive, vai em busca de soluções que acha as que tem que tomar, ouvindo especialistas em clínicas femininas. Como mora no interior dos EUA, resolve embarcar em uma viagem para Nova Iorque, junto com sua prima e única confidente Skylar (Talia Ryder) para tomar decisões complicadas e tentar seguir em frente com sua vida.

As causas da reclusão emocional e suspiros de alegria pela música, um cruzamento de sentimentos. Uma série de problemas ligados às emoções estão contidas na vida da personagem principal, não só provocado pela situação da gravidez que se encontra. O filme abre espaço para outros temas que machucam as mulheres, principalmente sobre o assédio, exemplificado no da própria protagonista e o no da prima, os exemplos são muitos que assim como no filme nessa nossa sociedade ainda muito machista. Deixando claro argumentos profundos e contextualizados sobre dores e escolhas Never Rarely Sometimes Always possui 100 minutos de muitas histórias, não só desse recorte. Um filme importante para debates cada vez mais intensos e necessários sobre os temas abordados. Um belo trabalho da diretora e roteirista Eliza Hittman.

 

Olla (Grécia, 2019)

A independência do feminismo contra o machismo descarado. Escrito e dirigido pela cineasta grega Ariane Labed, Olla é um curta-metragem que deixa sua marca com paralelos importantes ligados à luta das mulheres e sua liberdade contra o conservadorismo, o pensamento machista, quase um desabafo do que se pode encontrar na realidade dos quatro cantos do planeta. Exibido no Festival de Cannes em 2019, em Clermont-Ferrand e Sundance em 2020.

Na trama, conhecemos Olla (Romanna Lobach), uma jovem que vem de uma parte menor da Europa, no leste e acaba conhecendo virtualmente através de um anúncio o francês Pierre (Grégoire Tachnakian), logo sem seguida a protagonista vai morar com Pierre e a mãe dele em uma casa pequena no subúrbio mas nada sai conforme o planejado, nem na visão de um, nem na visão da outra.

Limitada ao conservadorismo, Olla sente a liberdade quando está sozinha, seu ponto de reflexão, quase um desabafo de uma indomável mulher à frente do seu tempo que após entender toda a situação que vive resolve tomar atitudes que a fazem mais feliz. Seu contra golpe contra a violência e o machismo desenfreado é emblemático. O roteiro é objetivo, afinal são menos de 30 minutos, mas é preciso uma lida rápida na sinopse para se situar em pequenas referências que aparecem em quase escondidas entrelinhas.

 

A Cor do Oceano (Alemanha, 2011)

A imigração é uma grande queda de braços dentro de um labirinto social. Escrito e dirigido pela cineasta, roteirista e atriz alemã Maggie Peren, A Cor do OceanoDie Farbe des Ozeans no original, é uma co-produção alemã/espanhola que traz uma forte luz sobre a situações dos imigrantes no mundo. A produção do ano de 2011, e inédito no circuito exibidor brasileiro, é um filme forte que provoca um abalo sísmico emocional principalmente se nossos olhos e corações associarem aos dias de hoje, principalmente na Europa.

Na trama, conhecemos a jovem Nathalie (Sabine Timoteo), uma turista alemã aproveitando dias de férias nas ilhas canárias (arquipélago espanhol no Oceano Atlântico). Durante uma ida à praia, é surpreendida com a chegada de um barco vindo de algum lugar do mundo trazendo imigrantes clandestinos. Logo que chegam a praia, são resgatados por policiais de fronteira, liderados pelo impiedoso Jose (Álex González). Não conseguindo se desfazer das imagens do ocorrido, Nathalie acaba se aproximando de um dos ocupantes do barco que se encontra em uma nova terra com seu filho pequeno, sem conhecer ninguém.

Longe de ser uma inverdade da vida real, o roteiro do filme nos leva a uma viagem rumo as mais tristes posições políticas, claramente representado pelo cético Jose, que entra em confronto com uma visão bem mais humanitária da turista alemã Nathalie. Os dois pontos de vistas são destrinchados ao longo dos 90 minutos de pura objetividade no roteiro assinado pela própria diretora.

Do primeiro para o segundo arco, já no preenchimento de lacunas dos personagens, vemos as consequências e mais porquês das tristes e nada humanitárias ações do guarda José, muitos impulsos provocados por uma ira sem tamanho que tem contra si mesmo por conta de não conseguir ajudar sua irmã drogada a se recuperar. Em alguns momentos o filme parece que corre um pouco com a transparência desse personagem de tão complexo que se torna. O outro lado da história, Nathalie é confrontada por seu noivo que tem uma visão totalmente protetora e nada amistosa sobre as ações que ela toma em suas decisões de ajudar ou não uma pessoa que nunca viu mas que está passando por sérias dificuldades.

A Cor do Oceano é um daqueles filmes reflexivos, importantes para debates que contam uma história que se ligarmos a televisão veremos a vida imitando a arte.

 

A Odisseia de Alice (França, 2014)

Acreditar em si mesmo leva a um destino infinito. Acreditar que falhou pode ser o fim da sua jornada. Assim, é preciso recomeçar. Escrito e dirigido pela atriz e diretora francesa Lucie Borleteau, A Odisseia de Alice é uma jornada em busca do saber amar, do conquistar ser reconhecida em sua profissão e também do saber esquecer e seguir em frente. A poderosa protagonista, interpretada pela excelente e bela atriz grega Ariane Labed (vencedora do prêmio de melhor atriz no Festival de Locarno), é o centro de todos esses conflitos e emoções que vão ganhando um certo charme libertário, com uma pegada feminista, ao longo dos intensos 97 minutos de projeção.

Na trama, conhecemos a jovem engenheira Alice (Ariane Labed), uma mulher de menos de 30 anos que trabalha na marinha mercantil. Entre uma viagem e outra, algumas que duram meses em alto mar, ela acaba reencontrando um dos grandes amores de sua vida, o capitão Gael (Melvil Poupaud). O problema é que Alice deixou em terra seu noivo, Felix (Anders Danielsen Lie – do excelente Oslo, 31 de Agosto) por quem tem grandes sentimentos. Ao longo dos dias, Alice precisará descobrir realmente para quem deseja entregar seu coração, ou se simplesmente prefere viver um dia de cada vez sem compromissos.

Alice, mesmo analisando de maneira trivial, é uma personagem bastante complexa que chega até certo ponto esconder os sentimentos de si mesmo. Há um conflito dentro dela, praticamente um triangulo isósceles onde duas posições mudam de posição constantemente. Lutando pelo reconhecimento em um lugar de trabalho onde vive cercada de homens e poucas mulheres, a protagonista coloca sua profissão em primeiro lugar.

Fica bem claro logo nos primeiros minutos de filmes que estamos prestes a sermos testemunhas de uma trajetória inconsequente de quem não sabe como amar. Há um sentimento bem forte de egoísmo da personagem principal. Alice é adepta da liberdade e, por causa de sua imaturidade nos relacionamentos, nunca pensa como o coração dos outros pode ficar por conta de suas atitudes. Ela sofre, chega próximo do amar mas prefere ser inconsequente. É uma escolha.

Com uma fotografia belíssima e ótimas atuações do simpático elenco, A Odisseia de Alice estreou no circuito brasileiro algumas semanas atrás de vem ganhando diversos elogios da crítica e dos cinéfilos. Merecido, é um belo trabalho.

 

The Rider (EUA, 2017)

Sabemos o que somos, mas não sabemos o que poderemos ser. A difícil decisão de desistir dos próprios sonhos por motivo de força maior. Escrito e dirigido pela cineasta chinesa Chloé Zhao (atual vencedora do Oscar por Nomadland), The Rider é uma fábula moderna, muito real, sobre a arte do se reinventar mesmo que isso vá contra tudo o que sempre conquistou. Falando sobre amizade, família e sonhos, o projeto foi organizado a partir do encontro entre e diretora Chloé Zhao e Brady Jandreau durante a pesquisa da primeira para seu filme anterior, Songs My Brothers Taught Me (2015).

Com um personagem baseado na vida do artista que o interpreta, The Rider conta a história de Brady Blackburn (Brady Jandreau) um jovem com um futuro brilhante no mundo dos rodeios até que após um grave acidente em um evento precisa se limitar a determinadas atividades e nunca mais poder realizar seu grande sonho. Tendo que se reinventar como pessoa, descobre na força dos amigos e da família novos motivos para se tornar uma pessoa de bem.

Colorindo nosso olhar com uma bela fotografia, The Rider é uma trama envolvente, que busca na profundidade de seu protagonista razões para entendermos melhor o louco mundo em que vivemos. Mesmo a cultura country sendo um pouco distante da maior parte das realidades brasileiras, o projeto projeta o tema como plano de fundo dando exata dimensão do quão fascinante é esse mundo. Abordando sonhos e as conseqüências das dificuldades que enfrenta o protagonista, nos identificamos a todo instante. Mesmo sendo lapidado com uma melancolia permanente, The Rider é capaz de encantar pela sutileza e as nítidas verdades do olhar do personagem, elo com o público.

Indicado para mais de 16 premiações em todo o mundo, incluindo o prêmio do C.I.C.A.E. Award no Festival de Cannes em 2017, além de indicações ao prestigiado Spirit Awards desse ano, The Rider não deixa de ser a realização de um sonho, uma singela e bonita homenagem de Zhao a seu protagonista. Um sonho sonhado sozinho é um sonho. Um sonho sonhado junto é realidade.

 

Uma Noite em Miami (EUA, 2020)

Quantas estradas um homem precisará andar antes que possam chamá-lo de homem? A mudança está chegando, sim ela vai. Dirigido pela atriz e cineasta, ganhadora do Oscar, Regina KingUma Noite em Miami… produzido e já no catálogo da Amazon, é um filme que fala sobre amizade, direitos humanos, causas sociais e que gera uma grande reflexão sobre como era os Estados Unidos e o mundo no meio da década de 60 em relação a desigualdades sociais, religião e preconceitos que ainda existem até hoje. Em um inusitado e ficcional encontro entre quatro amigos, negros, famosos entendemos escolhas marcantes na história norte-americana. Baseado na peça de teatro de Kemp Powers, que também assina o roteiro da produção. O longa-metragem, foi selecionado para o Festival de Cinema de Veneza do ano passado, sendo o primeiro filme dirigido por uma mulher afro-americana a ser selecionado na história desse festival.

A trama é ambientada em meados da década de 60, mais precisamente na noite onde o grande pugilista norte-americano Cassius Clay (Eli Goree), depois Muhammad Ali, venceu Sonny Liston e conquistou o título mundial de campeão dos pesos pesados. Naquele mesmo dia, para comemorar, Cassius fora se encontrar com os amigos de longa data: o cantor Sam Cooke (Leslie Odom Jr.), o ativista Malcom X (Kingsley Ben-Adir) e a estrela do futebol americano na época Jim Brown (Aldis Hodge) em um quarto de hotel em Miami. Nesse encontro, longos debates sobre causas sociais, ativismo político e a importância deles para mudanças futuras nos direitos iguais para os negros.

Diálogos acalorados, questões religiosas, sucessão de argumentos conforme sentimento vivido até ali, linha tênue entre amizade e imposição de convencimento, tudo isso acontece entre os quatro personagens em um quarto de hotel. Os rumos e conclusões dessas trocas de ideias seriam fundamentais para a consolidação do pensar no movimento negro nos Estados Unidos, já que os quatro eram negros de grande sucesso e exposição nas suas respectivas carreiras. Regina King, que antes desse já dirigiu um documentário e alguns episódios de séries como: This is UsThe Good Doctor e Scandal, consegue muito sucesso em transmitir as ideias dessas brilhantes mentes que foram fundamentais na luta constante pelos direitos iguais. As argumentações se tornam uma grande aula de história para todos que não conheciam ou por algum motivo nunca pararam para pensar o quão caótico era (ainda é!) a questão do preconceito na maior super potência do planeta.

O desfecho ao som de A Change is Gonna Come, na voz do ator Leslie Odom Jr. (ganhador do Tony por sua atuação magistral no musical Hamilton) é a cereja do bolo. Uma música que diz muito sobre o que conversam os quatro amigos. Tem sido um longo, um longo tempo para chegar, mas quem sabe algum dia…a mudança está chegando.

 

Quando Hitler Roubou o Coelho Cor-de-Rosa (Alemanha, 2019)

O amor é o melhor remédio do mundo. Em mais uma obra sobre os terríveis momentos que o mundo viveu na chegada de um dos maiores vilões da história da humanidade no poder na Alemanha, acompanhamos sob a ótica de uma menina, uma família judia que morava na Alemanha e sua fuga pela Europa em uma época vazia, deficiente de paz, repleta de ódio, medo e intolerância. Quando Hitler Roubou o Coelho Cor-de-Rosa, baseado no livro de sucesso (publicado em 20 idiomas) da escritora Judith Kerr, é um longa-metragem repleto de arcos interessantes mesmo que não haja uma profundidade maior no tema principal que impactou toda uma legião de famílias pelo planeta. O filme é dirigido pela cineasta alemã Caroline Link (também diretora do elogiado filme Lugar Nenhum da África, filme do início dos anos 2000) e conta com ótima atuação de sua protagonista, a jovem Riva Krymalowski e do ator alemão Oliver Masucci (conhecido por aqui por seu papel no seriado Dark).

Na trama, ambientada no começo dos anos 30, em Berlim, conhecemos a família do jornalista Arthur (Oliver Masucci) e da escritora de óperas e exímia pianista Dorothea (Carla Juri) que vivem junto com seus filhos Anna (Riva Krymalowski) e Max (Marinus Hohmann). Faltando 10 dias para eleições na Alemanha, o jornalista, que é crítico de Hitler, é avisado por amigos que fora colocado em uma lista onde que nessa estiver será perseguido por Hitler caso o mesmo ganhe as eleições. Se guardando do pior, resolve embarcar para um país vizinho junto com toda sua família. Assim, durante meses, lutando contra a falta de oportunidades de trabalho e da perda de toda uma vida material, a família decide ir se mudando de países e para isso precisará estar unida para juntos vencerem.

Os diálogos são bastantes esclarecedores de como os pequenos irmãos enxergavam toda aquela situação vivida pela família. Ao longo das viagens, que acabam se tornando constante pelo continente europeu, há a necessidade de rápida adaptação a novas rotinas, novos costumes, nova cultura. Os horrores do que acontecia na Alemanha com conhecidos chegavam por interlocutores que os visitavam, como o carismático Tio Julius (Justus von Dohnányi).

As indagações constantes de Anna ao pai mostra como o amadurecimento sobre a situação vivida por sua família, em meio ao barril de pólvora que se tornou a Europa, está sempre em desenvolvimento. Nesses emocionantes diálogos, a protagonista e Arthur, a quem tem uma admiração louvável, falam sobre tudo que há no mundo e na sua existência. Fé, o momento atual, cultura, livros. Sonhos simples e ainda distantes. Quando Hitler Roubou o Coelho Cor-de-Rosa é mais um recorte sobre esses tempos difíceis que a humanidade viveu.

 

Mostra de Cinema de Tiradentes: um ponto de encontro movido pela força do Cinema Brasileiro!

A charmosa cidade de Tiradentes, no interior de Minas Gerais, vem sendo, há mais de duas décadas, o pontapé inicial do audiovisual brasileiro. Muito mais do que um evento dedicado à exibição de curtas, médias e longas-metragens, a Mostra de Cinema de Tiradentes se renova a cada nova jornada, consolidando-se como um lugar prazeroso de encontros. Com suas ótimas oficinas, atrações artísticas e rodas de debates, é evidente o protagonismo constante do cinema brasileiro.

28ª MOSTRA TIRADENTES - Abertura Oficial - Foto Leo Lara/Universo Produção
28ª MOSTRA TIRADENTES – Abertura Oficial – Foto Leo Lara/Universo Produção

Em 2026, na sua 29ª Edição, o evento apresentará, ao longo de nove dias – de 23 a 31 de janeiro – mais de 130 produções audiovisuais, algumas dessas inéditas, espalhando cultura por essa cidade histórica. Seja na praça mais charmosa do município ou em uma estrutura gigante montada em um dos seus pontos centrais, programação é o que não faltará para todas as pessoas amantes da sétima arte.

Foto Leo Lara/Universo Produção
Foto Leo Lara/Universo Produção

Como acontece todos os anos, a Mostra de Cinema de Tiradentes escolhe uma personalidade artística para ser homenageada. Em 2026, a escolhida é a talentosa atriz e diretora Karine Teles. Com um currículo admirável, transitando entre cinema, o teatro e a televisão, a atriz petropolitana já brindou o público com personagens marcantes ao longo de sua vitoriosa carreira. Sete filmes dos quais participa estarão na programação, com destaque para o inesquecível Que Horas ela Volta?, o impactante Riscado e seu trabalho mais recente, #SalveRosa.

Com a interessante temática ‘Soberania Imaginativa’ marcando esta nova edição do festival – que vai ao encontro das formas de imaginarmos o mundo em que estamos e da liberdade de contar nossas próprias histórias, fortalecendo identidade, a memória e pertencimento -, temos certeza que seremos testemunhas de novos olhares e histórias enriquecedoras, com o cinema brasileiro seguindo pulsante.

Cortejo da Arte - Foto Leo Lara/Universo Produção
Cortejo da Arte – Foto Leo Lara/Universo Produção

A Mostra de Cinema de Tiradentes sempre esteve ao lado do cinema feito em nosso país, apresentando ao público novos e consagrados realizadores que o brindam com suas novas obras. Nossa história com o festival começou há alguns anos e, desde então, percebemos a força que chega através dessa potente ação cultural. Do carinho da recepção sempre amável às importantes reflexões sobre os filmes exibidos, passando pelos encontros que ficam em nossas memórias, esse é um lugar onde nos sentimos em casa.

Foto Leo Lara/Universo Produção
Foto Leo Lara/Universo Produção

Para você que quer descobrir alguns dos filmes desta Mostra que já estamos de olho, preparamos essa lista aqui. Nesse abraço coletivo ao cinema brasileiro, do qual faremos parte, você, leitor e leitora, poderá acompanhar muito do que acontecer por lá através da nossa super cobertura. Teremos entrevistas, críticas dos filmes publicadas aqui no site e uma série de vídeos em nossas redes sociais, em um acompanhamento completo, como você já conhece.

Foto Leo Lara/Universo Produção
Foto Leo Lara/Universo Produção

Viva o Cinema Brasileiro! Viva a Mostra de Cinema de Tiradentes!

 

De Ellen DeGeneres a Jon Favreau: Os Atores que QUASE viveram os astros de Friends

Um verdadeiro marco para as comédias comportamentais na TV (as chamadas sitcoms), a série Friends definiu uma geração e continua a conquistar novos adeptos mesmo quase 20 anos depois de seu encerramento. Não é exagero dizer que o programa criado por David Crane e Marta Kauffman se tornou um fenômeno cultural ultrapassando barreiras territoriais e conquistando o mundo – isso numa época anterior ao que temos hoje com a globalização da internet. Quando Friends foi ao ar em 1994, as TVs por assinatura (a cabo ou antenas) ainda estavam engatinhando no Brasil, por exemplo. Assim, impressiona ainda mais sua escalada midiática.

A ideia de ter seis amigos solteiros, três homens e três mulheres, na faixa dos vinte e poucos anos, morando em Nova York e dividindo apartamentos, enfrentando problemas financeiros, de relacionamento e profissionais era uma proposta moderninha, mas bem real para a época. Diferente dos demais programas a abordarem tal tópico (como por exemplo Seinfeld, que havia estreado em 1989 debaixo de uma audiência baixa – correndo risco de ser cancelado antes de mostrar seu verdadeiro potencial), Friends tinha um clima mais pop, arrojado e falava diretamente com diversas faixas etárias, desde crianças, adolescentes e jovens adultos. Este foi o segredo da fórmula de sucesso que continua a gerar fãs hoje em dia. Curiosamente, o título original não era sequer Friends e o piloto foi gravado com o nome Insomnia Cafe (Café da Insônia) e Six of One (Seis de Um), já pensou?

No ar por 10 temporadas até 2004, recentemente a HBO Max trouxe um presentaço para os fãs em seu acervo (onde constam todas as propriedades da Warner, sejam filmes ou na TV): a tão aguardada reunião dos amigos na frente das telas. Friends: The Reunion junta pela primeira vez desde o encerramento da série Jennifer Aniston, Courteney Cox, Lisa Kudrow, Matt LeBlanc, Matthew Perry e David Schwimmer para, ao lado de convidados muito especiais, realizar uma jornada na lembrança, revivendo alguns dos momentos mais especiais do programa. Pensando nisso, decidimos colocar os holofotes mais uma vez nesta comédia tão querida, trazendo uma matéria diferente. Aqui iremos conhecer os atores que quase viveram Rachel, Ross, Joey, Monica, Chandler e Phoebe no lugar dos intérpretes que tanto amamos no papel. Certamente seria uma série bem diferente. Confira abaixo e não esqueça de comentar.

Rachel GreenTéa Leoni

Jennifer Aniston foi a atriz que conseguiu mais destaque dentro do elenco de seis protagonistas. A atriz imediatamente engatou filmes no cinema e se tornou uma das queridinhas de Hollywood para comédias românticas. Aniston não foi, porém, a primeira escolha para o papel de Rachel. Sua colega de elenco Courteney Cox foi quem recebeu a proposta inicial para a personagem, decidindo ficar com o papel de Monica ao invés. Assim, os criadores foram atrás de Téa Leoni (Jurassic Park III), que recusou o papel, preferindo se tornar protagonista solo de seu próprio seriado de comédia, The Naked Truth (1995-1998). Leoni voltaria à TV em 2014 no seriado Madam Secretary, da CBS, que durou até 2019. Outra que quase conseguiu o papel, e chegou na reta final dos testes, foi Elizabeth Berkley, então conhecida pelo programa juvenil Saved By the Bell – Galera do Barulho (1989-1992). Eventualmente, Aniston foi a preferida e Berkley seguiu para estrelar o polêmico Showgirls (1995).

Monica GellerJaneane Garofalo

Como dito, antes de eternizar a “maníaca” com TOC de limpeza e organização Monica, a atriz Courteney Cox havia sido oferecida a personagem Rachel. Por outro lado, o criador David Crane disse ter criado Monica pensando especificamente na atriz Janeane Garofalo, rainha dos dramas românticos indie dos anos 90. Garofalo, amiga e ex-companheira de Ben Stiller na vida real, recusou o papel de Monica na série e foi estrelar Caindo na Real (1995), o filme de Stiller, protagonizado por Winona Ryder e Ethan Hawke, que fez sucesso com jovens alternativos da época. Outra atriz que quase ficou com o papel antes de Cox foi Jamie Gertz, conhecida por diversos filmes que marcaram a década de 80, como o clássico de vampiros Os Garotos Perdidos (1987). Após perder o papel, Gertz partiu para estrelar o filme sobre caçadores de tornados produzido por Steven Spielberg, Twister (1996).

Phoebe BuffayEllen DeGeneres

O papel da amalucada de alma hippie Phoebe ficou eternizado pela performance da loirinha Lisa Kudrow. Antes de cair em suas mãos, porém, a personagem era tida como a mais disputada do programa, gerando centenas de testes de atrizes no período. Algumas das mais famosas foram a comediante ruivinha Kathy Griffin e a altíssima Jane Lynch, que ficaria conhecida pelo papel da professora Sue na série Glee (2009-2015). Porém, dentre as candidatas para viver a cantora da música “Smelly Cat” na série a que mais se destaca é a apresentadora Ellen DeGeneres. Sensação da TV atual, antes de ter seu próprio talk show com auditório, Ellen era conhecida como humorista e atriz. Não ter conseguido o papel de Phoebe em Friends terminou sendo bom para DeGeneres, já que no mesmo ano ganharia sua própria série para estrelar (intitulada Ellen), onde ainda no início da década de 90 pôde revolucionar ao assumir sua opção sexual tanto dentro quanto fora das telas.

Joey TribbianiVince Vaughn

Favorito de muitos fãs, Joey é burro como uma porta, mas tem o maior coração do grupo. Mulherengo e comilão, o descendente de italianos incialmente era planejado para ser um personagem meio canalha e babaca. Uma vez contratado, Matt LeBlanc perguntou aos escritores por que os outros seriam amigos dele com essas características duvidosas? Assim o personagem ganhou qualidades, digamos, mais amistosas. Antes de LeBlanc, Hank Azaria testou para o papel e disse que foi o único que precisou testar mais de uma vez. Azaria ficaria conhecido por dublar diversos personagens na série animada Os Simpsons e participaria de Friends no papel de David em cinco episódios. Outro ator notório que quase ficou com o papel de Joey foi Vince Vaughn, que apesar de não ter conseguido o papel se tornou um verdadeiro astro do cinema no gênero da comédia. Já imaginou como seria o grandalhão no papel de Joey dizendo “How ‘u doin?”. No entanto, os responsáveis pela escalação disseram que ninguém testou melhor para o personagem do que LeBlanc.

Chandler BingJon Favreau

Chandler é o brincalhão do grupo, e nas palavras do próprio, usa o humor como autodefesa. É difícil imaginar outro senão Matthew Perry no papel. Mas a primeira opção dos realizadores foi pelo então apenas ator Jon Favreau. Hoje, um diretor e produtor estabelecido e responsável pelos sucessos da Disney, vide O Mandaloriano, além, é claro, de ter construído as bases para o Universo Marvel no Cinema com os dois primeiros Homem de Ferro. Em meados da década de 90, no entanto, Favreau tinha outros planos para sua carreira, e recusou o papel de Chandler na série. Logo depois, ganharia destaque pelo roteiro e protagonismo de Swingers – Curtindo a Noite, primeira peça rumo ao seu estrelato. Curiosamente, Favreau viria a participar de alguns episódios de Friends na pele de Pete Becker (em 1997), o namorado milionário de Monica. Outro que fez teste para Chandler e que parece ter mais a ver com o personagem foi Jon Cryer. O ator não conseguiu o papel, mas dez anos depois marcaria com seu próprio seriado de sucesso em Dois Homens e Meio (2003-2015).

Ross GellerEric McCormack

Diferente dos demais colegas membros do elenco, David Schwimmer não teve muita concorrência para o papel do Dr. Ross Geller e foi o primeiro contratado para ser um dos protagonistas da série. Mas apesar do favoritismo de Schwimmer, outros atores chegaram a fazer teste para o papel, entre eles o mais notório foi Eric McCormack – que depois ficaria conhecido como Will, o advogado gay da revolucionária e representativa Will & Grace (que retornou para novas temporadas atualmente, após sua estreia no fim da década de 90). Ross Geller é o nerd de plantão do grupo, doutor em paleontologia, ele tem a segurança de um emprego no museu de Nova York, o qual mantém ao longo de toda sua trajetória. Em questão de relacionamentos pessoais, Ross não é tão bom assim. Com uma atitude derrotista, o personagem ficou conhecido no início do programa por carregar uma “nuvem negra” em cima da cabeça. Curiosamente, Schwimmer viria a participar do revival de Will & Grace, atuando ao lado de McCormack (que quase viveu Ross).

‘The 100’: Criador afirma que 5ª temporada da série não terá triângulos amorosos

Apesar de ter tido grande destaque na primeira temporada, o criador da série ‘The 100‘, Jason Rothenberg, afirmou que o quinto ano não contará com triângulos amorosos.

“Eu não gosto de triângulos amorosos”, Rothenberg disse ao TV Guide, afirmando que a relação entre a Clarke, o Finn e a Raven, na primeira temporada, foi o mais perto que a série se aventurou neste território.

No entanto, apesar de não haver triângulos amorosos, a 5ª temporada promete mostrar mudanças radicais nas relações entre os personagens. O novo ano se passará 6 anos no futuro, e mostrará como este tempo afetou cada indivíduo.

 

A 5ª temporada de ‘The 100‘ retornará no dia 24 de abril.

‘Brinquedo Assassino’: Foto dos bastidores destaca os efeitos práticos do remake

O remake de ‘Brinquedo Assassino‘ ganhou uma nova imagem dos bastidores, revelando o animatronic que dará vida ao icônico vilão.

Confira:

O elenco inclui Aubrey PlazaBrian Tyree HenryGabriel BatemanBeatrice Kitsos Ty Consiglio.

“A trama segue uma mãe (Plaza) que dá de presente ao seu filho (Bateman) um boneco em seu aniversário, sem saber de sua natureza sinistra.”

Lars Klevberg (‘Morte Instantânea‘) é o diretor, com um roteiro de Tyler Burton Smith.

O longa ainda conta com os mesmos produtores de ‘It: A Coisa‘, David Katzenberg e Seth Grahame-Smith.

O remake de ‘Brinquedo Assassino‘ será lançado nos cinemas no dia 21 de junho de 2019 nos EUA, mesmo dia de ‘Toy Story 4‘.

‘The Resident’: Incêndio no hospital no trailer da 3ª temporada; Assista!

A FOX divulgou o primeiro trailer da 3ª temporada de ‘The Resident‘.

Confira:

O próximo ciclo irá estrear no dia 24 de setembro.

A série foi criada por Amy Holden JonesHayley SchoreRoshan Sethi.

A trama gira em torno do Dr. Devon Pravesh (Dayal), um jovem médico idealista que começa seu primeiro dia sob a supervisão de um brilhante e austero residente sênior, revelando o lado bom e mau da medicina moderna. As vidas podem ou não ser salvas, mas as expectativas serão sempre destruídas.

Estrelada por Matt Czuchry, Emily VanCamp, Manish Dayal, Jenna Dewan, Shaunette Renée Wilson e Bruce Greenwood.

‘Lovecraft Country’: Monstro ataca no trailer LEGENDADO da nova minissérie da HBO

HBO divulgou um novo teaser legendado de Lovecraft Country, minissérie produzida por J.J. AbramsJordan Peele.

Confira:

Baseada no livro homônimo de Matt Ruff, a trama gira em torno de Atticus Black, um rapaz de 25 anos que, quando seu pai desaparece, se dedica a buscá-lo junto com a sua amiga Letitia e seu tio George. Nesse processo eles enfrentam os horrores do racismo nos Estados Unidos na década de 1950, assim como espíritos malignos, e tentam sobreviver a tudo isso.

O elenco inclui Courtney B. Vance, Michael Kenneth WilliamsJurnee Smollett-Bell, Elizabeth Debicki, Aunjanune Ellis, Wunmi Mosaku e Jonathan Majors.

A série será lançada em agosto, sem data definida.

‘Archenemy’: Sci-fi com Joe Manganiello ganha data de estreia em vídeo

A ficção científica ‘Archenemy‘, estrelada por Joe Manganiello (‘True Blood‘), finalmente teve sua data de estreia em vídeo divulgada.

Nos EUA, o longa será lançado em DVD e Blu-Ray no dia 16 de fevereiro, pela RLJE Films.

Dentre os bônus especiais, o disco incluirá um making-of da produção.

Confira o trailer:

O longa é dirigido por Adam Egypt Mortimer, do elogiado ‘Daniel Isn’t Real‘.

Max Fist é um herói de outra dimensão que é viaja pelo tempo e espaço e acaba caindo na Terra. Ninguém acredita em sua história, expecto por um jovem chamado Hamster. Juntos, eles enfrentam traficantes e o seu chefe para ajudar a recuperar a cidade dos bandidos.

O elenco ainda conta com Glenn Howerton, Skylan Brooks, Amy Seimetz, Zolee Griggs e Joseph D. Reitman.

‘Atividade Paranormal’: A maldição renasce no teaser SINISTRO do reboot; Confira!

A Paramount+ divulgou o primeiro teaser do reboot de ‘Atividade Paranormal‘, intitulado ‘Paranormal Activity: Next of Kin‘.

Confira:

Vale lembrar que o novo filme será lançado direto no serviço de streaming da Paramount+, em outubro de 2021.

Anteriormente, o produtor Jason Blum havia confirmado que o novo filme será um reboot da história original.

“O novo filme já foi finalizado! Eu provavelmente não faria [uma nova sequência], mas a Paramount queria dar continuidade à franquia ‘Atividade Paranormal’. Eles queriam seguir em frente, mas já que era para desenvolver mais uma filme, não podíamos fazer mais do mesmo. Então eu realmente encorajei todas as pessoas envolvidas a pensarem em algo novo.”

Ele completa, “Muitas pessoas que forem assistir o novo filme tinham apenas 3 anos quando o primeiro filme foi lançado, então eles nem conhecem esses filmes mais antigos. Pensei que seria melhor recriar algo do que tentar expandir o que fizemos há tantos anos.”

Emily Bader, Roland Buck III, Dan Lippert e Henry Ayres-Brown estrelarão o reboot.

William Eubank, de ‘Ameaça Profunda‘, será responsável pela direção.

O filme está sendo descrito como uma “reformulação inesperada” da franquia, com roteiro a encargo de Christopher Landon.

“Estou escrevendo o novo Atividade Paranormal. Estamos reiniciando a franquia. Estou super empolgado com o diretor que escolhemos. Ele é um cara. Ele é incrível!”, disse Landon ao Dread Central. 

Landon dirigiu ‘Atividade Paranormal: Marcados pelo Mal‘ e foi responsável pelos roteiros do 2º ao 5º filme da franquia.

‘A Fera’: Idris Elba enfrenta leão assassino GIGANTE no trailer do terror

A Universal Pictures divulgou o primeiro trailer do terror de sobrevivência ‘A Fera‘ (Beast), estrelado pelo Idris Elba (‘O Esquadrão Suicida’).

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 18 de agosto.

Baltasar Kormákur (‘Sobrevivente’) é responsável pela direção.

“O viúvo Dr. Nate Samuels (Elba) viaja à África do Sul, lugar onde ele conheceu sua esposa, com suas duas filhas adolescentes para uma reserva de caça. Mas o que começa como uma jornada de cura se transforma em uma terrível luta pela sobrevivência quando um leão, sobrevivente de caçadores sedento por sangue que agora vê todos os humanos como inimigos, começa a persegui-los”.

O elenco ainda conta com Sharlto Copley (‘Distrito 9’), Iyana Halley (‘O Ódio que Você Semeia’) e Leah Sava Jeffries (‘Empire’).

O roteiro, baseado em uma ideia de Jaime Primak-Sullivan, foi escrito por Ryan Engle (‘Rampage: Destruição Total’).

‘O Gigante Enterrado’: Guillermo del Toro vai dirigir nova animação em stop-motion da Netflix

De acordo com o Deadline, Guillermo del Toro (‘A Forma da Água’) vai dirigir uma nova animação em stop-motion para a Netflix, intitulada ‘O Gigante Enterrado‘ (The Buried Giant).

A produção será lançada no livro homônimo de Kazuo Ishiguro.

A trama segue um casal de idosos britânicos, Axl e Beatrice, vivendo em uma Inglaterra fictícia pós-Arturiana, na qual ninguém é capaz de reter memórias de longo prazo.

“‘O Gigante Enterrado’ continua minha parceria em animação com a Netflix e nossa busca pelo stop-motion como uma forma de contar histórias complexas e construir mundos sem limites. É um grande honra e responsabilidade dirigir essa adaptação do livro extremamente profundo e imaginativo do Kazuo Ishiguro,” declarou del Toro.

Del Toro irá coescrever o roteiro ao lado de Dennis Kelly, além de também servir como produtor.

Novas informações serão divulgadas em breve.

Roteirista lamenta o CANCELAMENTO de série com Courteney Cox: “Sinto muito por aquele final”

Através do seu Twitter, a roteirista Kay Reindl quebrou o silêncio sobre o cancelamento de ‘Shining Vale‘, série cômica de suspense estrelada pela Courteney Cox (‘Pânico’).

Ela agradeceu a oportunidade de trabalhar na produção e se desculpou pelo desfecho aberto da narrativa que permanecerá sem uma conclusão apropriada.

“Essa foi uma experiência incrível! Se você ainda não assistiu a série, já pode conferir todos os episódios. Sinto muito por aquele final,” declarou.

Vale lembrar que a segunda temporada não teve o benefício de um circuito promocional tradicional, pois foi lançada durante a greve dos atores após a estreia da primeira temporada em 2022, o que impediu as estrelas de divulgarem o projeto. Isso potencialmente complicou a recepção geral da série.

Quatro meses após os eventos da primeira temporada, o seguro da Pat acaba e ela é liberada mais cedo do hospital psiquiátrico. Após retornar para casa, ela está determinada a proteger sua família, mas logo percebe que seus filhos não precisam de sua ajuda, Terry não se lembra dela e, para piorar a situação, Ruth – nova vizinha da Pat – se parece exatamente como a Rosemary. Eventualmente, a cada começa a revelar segredos chocantes de seu passado sombrio.

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, a atriz Mira Sorvino falou sobre a série de terror cômico e contou como é trabalhar com a Courteney Cox (‘Pânico’).

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

A história gira em torno de Patricia “Pat” Phelps (Cox), uma criança perturbada que se tornou viciada em drogas e em álcool, conseguindo superar seus problemas ao escrever sobre a traumática infância. Agora trilhando o percurso de uma romancista de sucesso, Pat se vê com alguns dilemas: ela não consegue arranjar a fórmula certa para escrever uma sequência, seu marido está ausente e seus filhos adolescentes parecem odiá-la. Como ela pode dar a volta por cima? Mudando-se para os subúrbios, onde descobre que atrocidades terríveis aconteceram, e eventualmente perceber que foi alvo de uma possessão demoníaca. 

Showrunner indica nova raça Xenomorfos na série ‘Alien: Earth’

Em entrevista ao Deadline, o showrunner Noah Hawley (‘Legion’) indicou que poderemos ver uma nova raça de Xenomorfos na vindoura série ‘Alien: Earth‘, que está sendo desenvolvida pelo canal FX.

O roteirista comentou sobre a possibilidade de um visual diferente para o icônico alienígena ao não ser gerado a partir de um hospedeiro humano.

“Há algo muito interessante na ideia de ver um Xenomorfo solto na natureza da Terra com seus próprios olhos. É muito assustador pensar nessa criatura existindo aqui conosco. Não posso dizer em qual circunstâncias veremos o Alien na série, mas garanto que ele irá aparecer – e você vai querer trancar suas portas naquela noite. Foi muito interessante incorporar algumas das minhas próprias ideias ao design da criatura, ainda que tenha mantido a silhueta intacta, porque alterá-la seria um sacrilégio.”

Ele completa, “Mas alguns dos elementos que conhecemos, seja lá quem é o hospedeiro, isso resulta na criatura final. Eu só queria explorar um pouco mais sobre isso para tornar a série o mais assustadora possível.”

Na trama, quando uma misteriosa nave espacial cai na Terra, uma jovem e um grupo desorganizado de soldados táticos fazem uma descoberta fatídica que os coloca cara a cara com a maior ameaça do planeta.

Confira o teaser e siga o CinePOP no Youtube:

A produção se passará 30 anos antes dos eventos do longa original, ‘Alien – O 8º Passageiro‘.

A história da série se passará no planeta Terra, 70 anos no futuro, e focará na empresa Weyland-Yutani Corporation e sua corrida para a criação de novos androides.

Sydney Chandler estrelará como Wendy, um híbrido meta humano que tem um cérebro e consciência de uma criança em um corpo adulto.

Através do seu Instagram, Chandler revelou que as filmagens foram encerradas.

As gravações estavam acontecendo na Tailândia no primeiro semestre de 2024, com a produção tendo sido originalmente iniciada no verão norte-americano do ano passado – antes de ter sido interrompida por causa da greve dos atores em Hollywood.

Confira a publicação:

Noah Hawley (‘Legion’) é responsável pelo projeto.

O elenco ainda contará com Sydney ChandlerBabou CeesayJonathan AjayiErana James, Lily NewmarkDiêm CamilleAdrian EdmondsonTimothy OlyphantDavid RysdahlEssie Davis, Alex LawtherSamuel BlenkinAdarsh Gourav, Sandra Yi Sencindiver e Moe Bar-El.

Ridley Scott, diretor do filme original, servirá como produtor do série.

Além da série, a franquia também ganhará um novo filme. O longa será dirigido por Fede Alvarez (‘A Morte do Demônio’), e está sendo descrito como uma “história independente e original”.

‘Um Filme Minecraft’ ganha data de estreia no Max; Confira o trailer DUBLADO!

O Max finalmente anunciou quando a adaptação live-action ‘Um Filme Minecraft‘ será lançada em seu catálogo brasileiro.

O longa chegará ao serviço de streaming no dia 20 de junho.

Na trama, um portal misterioso atrai quatro desajustados para o Overworld, uma terra das maravilhas bizarras e cúbicas que prospera com a imaginação. Para voltar para casa, eles têm que dominar o terreno enquanto embarcam em uma missão mágica com um construtor inesperado chamado Steve.

Sucesso nos cinemas, o filme se tornou a maior arrecadação hollywoodiana do ano – ultrapassando a marca dos US$ 950 milhões nas bilheterias mundiais.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Confira a lista com todos os recordes domésticos, internacionais e globais quebrados na estreia de ‘Um Filme Minecraft’

Confira o trailer LEGENDADO da 4ª temporada de ‘FROM: Origem’

A MGM+ divulgou o trailer completo da 4ª temporada da série de terror ‘Origem‘ (FROM).

Confira legendado e siga o CinePOP no Youtube:

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 19 de abril.

Quem é o Homem de Amarelo e o que ele quer? A revelação de Jade e Tabitha será a chave para finalmente voltarem para casa? Por quanto tempo Boyd conseguirá manter a cidade unida, mesmo com seu corpo e mente se deteriorando? E qual será o papel do recém-chegado nos eventos que estão por vir? A quarta temporada abrirá portas que alguns moradores desejarão que tivessem permanecido fechadas.

O elenco ainda conta com Harold Perrineau, Catalina Sandino Moreno, Eion Bailey, Hannah Cheramy, Simon Webster, Ricky He, Chloe Van Landschoot, Corteon Moore, Pegah Ghafoori, David Alpay, Elizabeth Saunders, Avery Konrad, Scott McCord, Nathan D. Simmons, Kaelen Ohm, Angela Moore, A.J. Simmons, Deborah Grover, Robert Joy e Samantha Brown.

A trama é ambientada em uma misteriosa cidade no interior dos Estados Unidos que aprisiona de forma sobrenatural aqueles que chegam lá. Para piorar a situação, seres monstruosos caçam os moradores durante a noite, então o xerife Boyd Stevens tenta deixar os sobreviventes da cidade seguros enquanto procura por uma forma de escapar.

‘The Happytime Murders”: Melissa McCarthy entra para elenco de comédia de mistério

A comédia com abordagem de mistério, ‘The Happytime Murders’, parece que está saindo do papel, após nove anos em gestação. A notícia veio junto ao anúncio de que a comediante Melissa McCarthy vai estrelar a produção.

Em processo de desenvolvimento desde 2008, o filme de Brian Henson inicialmente traria uma abordagem estritamente para adultos sobre a vida de fantoches. ‘The Happytime Murders’ se passa em um mundo onde humanos e seus amigos de feltro vivem lado a lado, mas os fantoches são tratados como cidadãos de segunda classe. Uma série de assassinatos começa a desencadear, à medida que ex-estrelas de um programa popular para crianças, The Happytime Gang, começam a morrer um a um e o único capaz de investigar os crimes é um fracassado fantoche, que se junta ao seu ex-parceiro da polícia de Los Angeles.

Embora não esteja especificado qual será o papel da Melissa, espera-se que ela interprete a parceira do fantoche.

Em um comunicado, a atriz revelou seu entusiasmo em participar da produção:

“Quando um roteiro realmente bom combina fantoches strippers, o lado negro de Los Angeles e comédia, é como se meu sonho mais louco finalmente tivesse se tornado realidade”.

Todd Berger e Dee Robertson são os responsáveis pela história original, com Berger, Jon e Erich Hoeber trabalhando em rascunhos do roteiro.

As filmagens de ‘The Happytime Murders’ começam em agosto deste ano.

 

Crítica em vídeo | ‘Mudo’: Novo filme da Netflix perde a oportunidade de ficar calado

O sci-fi ‘Mudo’, dirigido por Duncan Jones, filho de David Bowie, estreou na Netflix nesta sexta-feira (23) e a nossa jornalista Rafa Gomes te conta o que achou da produção, pontuando os erros e acertos, sem spoilers.

Confira:

 

Crítica | Bird Box: Sandra Bullock em atuação soberba em pós-apocalíptico poderoso

As particularidades combinadas dos cinco sentidos do corpo humano são o que fazem com que a nossa percepção do mundo ao redor seja completa. Não é difícil concordar que a ausência de uma delas promove lacunas na nossa compreensão sobre tudo, mas dimensionar isso na prática é uma experiência totalmente diferente do que simplesmente ter a empatia sobre o assunto. Abordando a complexidade de uma vida com certas limitações, Bird Box acaba sendo muito mais que um filme pós-apocalíptico. E embora, erroneamente, seja comparado com Um Lugar Silencioso, sua essência caminha para uma vertente mais distinta. Muito mais do que enfrentar os desafios do desconhecido em situações adversas, o longa faz uma sensível e profunda reflexão sobre o que nós nos acostumamos a chamar de deficiências.

E talvez o erro seja justamente analisar Bird Box como uma extensão barata de um estrondoso sucesso independente nos cinemas. A nova produção da Netflix é sim capaz de promover uma tensão palpável, mas também articula uma narrativa que faz uso da nossa própria imaginação, sem mostrar as “criaturas” donas do pavor e do medo, apresentando apenas sua sombra diante do público. E por fazer jogos mentais com um medo que nasce e mata a partir dos receptores sensoriais, a gigante do streaming também promove uma experiência sinestésica na audiência. Naturalmente, somos tragados por um contexto tortuoso de um mal que não tem face, mas gera consequências fatais. Talvez isso seja um clichê do gênero, mas aqui, ele funciona por uma ótica um pouco mais ampla (olha o trocadilho!).

Em Bird Box, uma onda de suicídios é desencadeada a partir de uma manifestação “alienígena”, que cega a lucidez das pessoas, levando-as a cometer atrocidades a si mesmas a partir de estímulos da própria consciência. Basicamente, é como se traumas ou memórias dolorosas do passado chamassem ao pé do ouvido, provocando uma drástica e explosiva insanidade mental. Dentro dessa premissa, Sandra Bullock divide parte do seu tempo cercada por sobreviventes enclausurados em uma quase mini sociedade e rodeada pelas claras águas de um rio sem fim. Com uma narrativa que se desenvolve com sua cronologia entrelaçada, início e meio se misturam, desenhando um roteiro que mais diz respeito à sobrevivência humana do que a um mal aterrorizante em si.

E é aí que está a má compreensão: achar que Bird Box é um conto pós-apocalíptico sobre criaturas sombrias e misteriosas. O cerne da produção, de fato, reside no próprio homem, nas durezas e dores que carrega, nas mentiras que esconde e em suas respostas sensoriais ao mundo. E nesta espiral psicológica, Mallorie (Bullock) é forçada a descobrir novos sentidos e a aflorar aqueles que já possui, levando uma vida em plena escuridão, não importa quão claro esteja o dia. Esse contraste entre o físico e a psique humana produzem um drama encantador, que desafia nossa percepção sobre o que seria, genuinamente, a cegueira. Explorando – inicialmente – apenas a ausência da vista, o longa cresce vertiginosamente, trazendo uma tensão sufocante consigo, que explode em uma das atuações mais profundas de Sandra Bullock.

Intensa, a vencedora do Oscar entrega uma atuação que chega ao seu pico mais caótico, tamanha fragilidade. Com seus movimentos limitados por uma cegueira temporária, ela tenta tatear no escuro em busca de sobrevivência, à medida que descobre uma maternidade às avessas, em virtude do contexto social vigente. Profunda e dolorosa, é notável o quão delicada e real foi sua entrega, que atinge o seu ápice em uma declaração desesperada em um bosque com árvores altas, cercada pelo verde que não se pode ver e por uma enorme exaustão de uma vida vivida pela metade. Um dos momentos mais poderosos do filme, ele também é um sensível grito de socorro pela solidão que a vida se tornara sem a visão.

Com uma fotografia que tem seus pontos altos nas paisagens naturais por onde o rio e a correnteza passam, o filme se concentra em seus personagens, fazendo com que toda a trama parta e gire em torno deles. Bem mais que um conto apocalíptico sobre o fim do mundo, o filme de Susanne Bier é mais um relato emocional sobre a consciência humana mediante as circunstâncias mais adversas. E fazendo do seu fim uma surpresa agradável e imprevisível, a produção se encerra de maneira extremamente simbólica e representativa. Sem dizer muito, os minutos finais coroam Bird Box como um conto avassalador sobre a vida, muito além do que os olhos podem ver.

 

 

 

‘Ragnarok’: Série da Netflix sobre Mitologia Nórdica ganha intenso trailer legendado; Assista!

A Netflix divulgou um novo e intenso trailer de ‘Ragnarok‘, sua nova série original focada na Mitologia Nórdica.

Assista legendado:

A trama acontece na pequena cidade fictícia de Edda, no meio do vasto e cativante campo da Noruega, e é um drama moderno sobre a chegada à idade adulta, ambientada numa escola do ensino médio e misturada à mitologia nórdica.

“É um prazer enorme estar envolvido na criação da nova série norueguesa para a Netflix. Acreditamos que os nórdicos têm a sua própria voz quando se trata de contar histórias, e gostaríamos de ajudar a provar isso com esta série, escrita por uma equipe nórdica com roteiristas da Noruega, Suécia e Dinamarca”, disse Adam Price, idealizador da série.

O elenco inclui David Stakston, Jonas Strand Gravli, Theresa Frostad Eggesbø, Herman Tømmeraas e Emma Bones.

Ragnarok’ será lançada exclusivamente na Netflix em 31 de Janeiro de 2020 e vai contar com apenas seis episódios.

‘Thor: Amor e Trovão’: Pom Klementieff deve retornar como Mantis na sequência

A produção de ‘Thor: Amor e Trovão‘ está gradativamente ganhando forma e parece que a Mantis de ‘Guardiões da Galáxia‘ deve ser uma das personagens do MCU que participará da sequência.

A intérprete da peculiar alienígena, Pom Klementieff, chegou recentemente na Austrália, em um período bem estratégico: Pouco antes do início das filmagens do longa de Taika Waititi. Isso acabou levantando muitas suspeitas a respeito do seu envolvimento com a continuação.

A informação foi compartilhada pelo Twitter Marvel News.

Confira:

Vale lembrar que, recentemente, a atriz Tessa Thompson confirmou a presença de alguns dos personagens do MCU na produção.

Além disso, já é de conhecimento que algumas figurinhas carimbadas da franquia de ‘Guardiões da Galáxia‘ farão uma participação especial na sequência, o que fortalece ainda mais a possibilidade do retorno da peculiar Mantis em ‘Thor: Amor e Trovão‘.

Ainda assim, considerando que a Marvel Studios ainda não confirmou a informação, trate tudo como especulação.

Vale lembrar que a atriz Jamie Alexander, intérprete da personagem Lady Sif, fará o seu retorno na sequência.

Christian Bale também estrela a sequência como o vilão Gorr, o Carniceiro dos Deuses.

Anteriormente previsto para fevereiro de 2022, o quarto filme da saga agora estreia em 06 de maio de 2022, o que, por consequência, adiou outras produções do MCU – incluindo Pantera Negra 2‘Capitã Marvel 2’.

Dirigido por Taika Waititi, o novo filme traz de volta Thor (Hemsworth), Jane Foster (Natalie Portman), Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Taika Waititi) e o Grão-Mestre (Jeff Goldblum).

Lembrando que a Marvel já havia adiado todos os seus lançamentos nos cinemas devido a pandemia do Coronavírus, que fechou quase todas as salas de cinemas pelo mundo.

Oscar 2022: Premiação honorária é ADIADA em meio à nova variante Ômicron

A 12ª cerimônia de gala do Oscar honorário, originalmente agendada para o dia 15 de janeiro de 2022, foi adiada em virtude da nova variante ômicron do coronavírus. A informação foi revelada pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood na última quarta-feira (23).

A decisão segue como uma medida preventiva, a fim de evitar que possíveis novos contágios aconteçam durante o evento. E por meio de um comunicado oficial, a Academia ponderou sobre a decisão, afirmando ainda que uma nova data será anunciada.

“Nós tomamos a difícil decisão de mudar os nossos planos de celebrar a gala presencial dos prêmios do Conselho de Governadores em 15 de janeiro. Dadas às incertezas em torno das variantes [do coronavírus] e o impacto que poderiam ter na nossa comunidade, nós achamos que essa foi a melhor e mais segura decisão a se tomar para nossos convidados e homenageados. Planos de reagendamento virão numa data futura, conforme continuamos a priorizar a saúde e o bem-estar de todos os envolvidos”.

Nesta edição do Governors Awards, os homenageados da noite incluem os atores Samuel L. Jackson, Danny Glover, Liv Ullmann, além da diretora Elaine May.

A premiação costuma celebrar a trajetória de membros da indústria cinematográfica e antecede a premiação principal.

Vale lembrar que o Oscar 2022 segue com sua data no dia 27 de março.

O anúncio dos indicados será feito em 08 de fevereiro.

Confira as datas das outras premiações cinematográficas que já foram pré-definidas:

26 de fevereiro de 2022: Producers Guild of America Awards

26 de fevereiro de 2022: American Cinema Editors Eddie Awards

06 de março de 2022: Film Independent Spirit Awards