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Crítica | O Julgamento de Gabriel: Parte I – Cenas de AMOR TÓRRIDO fazem Temperatura Subir…

Se você chegou até aqui nesta crítica é porque sabe exatamente do que estamos falando quando falamos da série de livros (e filmes) ‘O Inferno de Gabriel’. Um ano e meio após a estreia do primeiro longa adaptado dos romances de Sylvain Reynard na plataforma da Passionflix, chega agora (depois de um grande período de aguardo por causa da pandemia) ao streaming de romance a primeira parte do terceiro livro da franquia, intitulada ‘O Julgamento de Gabriel: Parte I’ (‘Gabriel’s Rapture: Part One‘).

Depois de finalmente se renderem à paixão, Gabriel (Giulio Berruti) decide levar sua jovem namorada, Julia (Melanie Zanetti) à Itália, pois irá dar uma conferência por lá e acredita ser esta a oportunidade perfeita para os dois curtirem um momento a sós, longe de todos os problemas. Tudo vai bem na viagem dos sonhos até o momento da conferência, quando Julia é interpelada no museu por Giuseppe (Christian Vit), um especialista que discorda do ponto de vista do Prof. Emerson e fica muito interessado na relação dela com o professor. E quando finalmente ficam sozinhos, enquanto descobrem romanticamente os corpos um do outro, Julia e Gabriel terão que aprender a deixar seus traumas do passado de lado.

Dirigido por Tosca Musk, se por um lado ‘O Julgamento de Gabriel: Parte I’ tem muita pegação, por outro deixou passar uns errinhos de gravação que nem mesmo a fã mais generosa consegue não perceber, como, por exemplo, o close no rosto de Julia com o cílio postiço caído bem evidente na cena de amassos no museu. Assim, a edição de Margaret Goodspeed poderia ter tido um pouco mais de capricho, sob a supervisão geral de Tosca, e evitar cenas como a que Julia está deitada de costas, mas, quando a câmera foca em seu rosto, ela fala de lado. Faltou um pouco mais de carinho na parte da montagem e da continuidade.

Mas quem chega para ver ‘O Julgamento de Gabriel: Parte I’ não está de fato se preocupando com isso, portanto, em se tratando em atender às expectativas, o filme de Tosca entrega exatamente aquilo que os leitores devoraram nos livros de Sylvain: muitas cenas de paixão avassaladora, romance beeeem meloso e falas que dão diabetes só de ouvir. É sério. Os diálogos não só são literalmente tirados do livro, mas também parecem ter passado por uma peneira de açúcar que, por vezes, faz a cena soar um pouco irreal. Nada que estrague o amor, porém.

Gravado durante a pandemia, no momento em que a Itália reabriu, é impressionante pensar no esforço enorme da produção em manter o cronograma e realizar esse sonho para os fãs. Não fossem as (muitas) cenas dentro dos quartos (e em cima da cama), não dá para dizer que o longa foi gravado dentro de um período tão conturbado da nossa realidade. Porém, a história acaba se prolongando demais na tal viagem para a Itália, e, quando as coisas finalmente começam a acontecer, o filme acaba. Desse modo, ‘O Julgamento de Gabriel: Parte I’ é um sonho de filme que as fãs de ‘O Inferno de Gabriel’ estavam esperando – um filme para ficar vendo e revendo não tanto pela história, mas sim pela capacidade de… interpretação dos atores.

‘Detetive Pikachu’ deve abrir com sensacionais US$ 75 milhões nos EUA

Pokémon: Detetive Pikachu‘ é uma das produções mais antecipadas de 2019. Estreando em plena época de concorrência forte com diversos outros blockbusters de verão, é esperado que o longa conquiste ao menos US$ 75 milhões em seu final de semana de estreia.

O valor representaria mais do que o dobro da bilheteria de estreia do primeiro filme da franquia, lançado em 1999. A estimativa foi levantada pelo site Box Office Pro.

O filme foi dirigido por Rob Letterman, que coescreveu o roteiro com Nicole Perlman.

“Harry Goodman desaparece misteriosamente, e isso leva seu filho de 21 anos, Tim, a ter que descobrir o que aconteceu. Entra na investigação também o antigo parceiro de Harry, o Detetive Pikachu – um super-investigador hilário, muito fofo e que faz a gente morrer de rir. Ele é um quebra-cabeças até para si mesmo!

Ao descobrir que conseguem se comunicar entre eles, Tim e Pikachu se tornam parceiros relutantes numa jornada arrepiante para desvendar o intrincado enigma. Ao seguirem pistas pelas ruas neons de Ryme City – uma moderna cidade onde humanos e pokémons vivem em harmonia em um mundo hiper realista na versão live action -, os dois encontram uma diversidade de pokémons pelo caminho, e acabam descobrindo uma terrível ameaça que pode destruir a harmonia com que esses dois povos vivem e pode até mesmo destruir por completo o universo Pokémon!”

Ryan Reynolds dublará o personagem-título. Justice Smith, Kathryn Newton, Karan Soni Ken Watanabe completam o elenco.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 9 de maio.

As Melhores Animações da Década

Em nossa breve história, já produzimos diversas matérias falando de longas-metragens animados. Mas nunca é demais enaltecer peças fílmicas que, desde o início da indústria em questão, permanecem nos emocionando dos mais variados jeitos.

Desde narrativas que investem com peso em temas psicológicos até releituras das clássicas jornadas do herói que ainda podem ganhar perspectivas inteiramente originais, animações fazem parte de nossa infância, adolescência e vida adulta.

E, considerando que a década de 2010 caminha para seu fim com grande estilo (e aqui me refiro ao lançamento do aclamado e premiado ‘Homem-Aranha no Aranhaverso’ no final de 2018), aproveitamos para separar as melhores produções dos últimos dez anos.

Confira nossas escolhas abaixo e conte para nós qual é a sua favorita.

16. DETONA RALPH (2012)

Ainda que sua sequência não tenha feito o mesmo sucesso, ‘Detona Ralph’ ganhou um lugar especial nos nossos corações por sua narrativa ao mesmo tempo original e bastante nostálgica, além de ser liderada pelas icônicas vozes de John C. Reilly e Sarah Silverman.

A trama gira em torno do personagem-titular que cansou de sua vida como vilão dos games de arcade de um fliperama e parte em busca de algo que prove seu valor como herói. Nesse meio-tempo, ele cruza caminho com a irreverente e ácida Vanellope von Schweetz, participante do jogo Sugar Rush que também tem o sonho de correr ao lado de suas nem um pouco divertidas colegas de competição.

15. MOANA: UM MAR DE AVENTURAS (2016)

Depois do sucesso de ‘Frozen – Uma Aventura Congelante’, os estúdios Walt Disney mergulharam em mais uma épica jornada. Através da cultura polinésica meticulosamente bem elaborada para as telonas, a companhia criou ‘Moana: Um Mar de Aventuras’ – um coming-of-age no melhor estilo da jornada do herói.

A história traz a jovem heroína homônima enfrentando obstáculos impossíveis ao lado do semideus Maui para devolver uma joia à lendária deusa Te Fiti. Como se não bastasse, a animação é um acerto sem falhas que traz as habilidades musicais de Lin-Manuel Miranda para os cinemas e a deliciosa química entre Dwayne Johnson e a novata Auli’i Cravalho.

14. ANOMALISA (2015)

Charlie Kaufman é um dos maiores nomes da esfera criativa de sua geração, principalmente por se afastar dos convencionais dramas hollywoodianos e explorar narrativas intimistas e de teor filosófico. E foi com isso que deu vida a ‘Anomalisa’, sua quarta indicação ao Oscar – e uma obra para ser lembrada por muitos anos.

Liderada pela impecável dublagem de David Thewlis, a animação em stop-motion conta a história de Michael Stone, um solitário homem que enxerga o mundo como uma massa amorfa até se encantar com a personalidade única de Lisa Hesselman (Jennifer Jason Leigh).

13. VIVA: A VIDA É UMA FESTA (2017)

Que a Pixar consegue nos comover com grande parte de suas espetaculares aventuras, não é surpresa para ninguém. E em 2017, o estúdio (subsidiário da Disney) voltaria a nos encantar com mais uma reluzente joia do cinema contemporâneo, explorando a cultura mexicana de modo elusivo, elucidativo e emocionante (o que também não nos choca).

‘Viva: A Vida é Uma Festa’ levou para casa duas estatuetas do Oscar e não foi por menos: através de um competente conto de amor e vingança que emula ‘Festa no Céu’ (2014), o diretor Lee Unkrich fez um ótimo uso das habilidades artísticas de seu time e entregou ao público uma interessante perspectiva sobre família e aceitação – tudo isso externalizado pelo novato Anthony Gonzalez.

12. ILHA DOS CACHORROS (2018)

Assim como Kaufman, Wes Anderson não dá ponto sem nó em suas criações – e ‘Ilha dos Cachorros’ não seria diferente. Utilizando seu conhecido estilo imagético supersimétrico, o diretor arquitetou arcos narrativos de cunho político ao mesmo tempo que investiu esforços próprios da ficção científica.

Ambientada em um Japão neo-futurista distópico, a trama segue um jovem garoto que viaja para uma longínqua ilha à qual todos os cachorros foram banidos devido a uma doença recém-descoberta intitulada gripe canina. Ao chegar lá, ele descobre que planos malignos que se escondem por trás desse exílio, enquanto tenta salvar seu cãozinho de ser exterminado.

11. ZOOTOPIA – ESSA CIDADE É O BICHO (2016)

 

A vencedora do Oscar ‘Zootopia – Essa Cidade É o Bicho’ funciona como um reflexo da sociedade em que vivemos, mas tudo é revestido com elementos de aventura, ação e comédia (do melhor jeito que a Disney consegue fazer).

O conto se passa na ficcional cidade epônima, na qual todos os animais vivem em harmonia até que uma suposta epidemia começa a se alastras pelos predadores, indicando que a barbaridade medieval que deixou de existir está voltando aos poucos. Com isso, cabe à policial Judy Hopps (Ginnifer Goodwin) e ao seu irreverente parceiro Nick Wilde (Jason Bateman) solucionarem esse mistério).

10. ERNEST & CÉLESTINE (2012)

A animação francesa ‘Ernest & Célestine’ provavelmente passou batido por grande parte do público mainstream, mas entrou para nossa lista com lugar especial: a dramédia foi indicada ao Oscar e levou para casa inúmeros prêmios devido ao seu charmoso visual e à nostálgica atmosfera que entregou ao público.

O filme explora a nada ortodoxa amizade entre um urso chamado Ernest que acolhe em sua casa a ratinha órfã Célestine, que fugiu do mundo subterrâneo para se encontrar num lugar totalmente novo. Os dois se tornam muito próximos e, com isso, buscam desconstruir a ordem pré-estabelecida no mundo dos animais.

9. VIDAS AO VENTO (2013)

Assim como a Pixar, os estúdios Ghibli ganharam fama por levar às telonas icônicas e memoráveis peças fílmicas, incluindo ‘Princesa Mononoke’, ‘A Viagem de Chihiro’ e ‘Contos de Terramar’. E, como já era de se esperar, a companhia lançou outro incrível longa-metragem nesta década: ‘Vidas ao Vento’.

No drama, o jovem Jiro Horikoshi sonha em voar em um avião com formato de pássaro e, por isso, transforma esse sonho em sua meta de vida. Durante sua jornada, ele cruza caminho com a encantadora Naoko, eventualmente se apaixonando por ela – mas as coisas mudam por completo quando ela adoece e seu destino fica incerto.

8. A CANÇÃO DO OCEANO (2014)

O belíssimo ‘A Canção do Oceano’ sofre do mesmo mal que ‘Ernest & Célestine’, mas não podemos tirar sua importância para a década. Dirigido por Tomm Moore, o filme foi indicado ao Oscar no ano seguinte à sua estreia e se valeu de visuais de tirar o fôlego para construir uma trama basicamente impecável.

A animação irlandesa conta a história de Ben, um pequeno garoto apaixonado pelas fantásticas aventuras que sua mãe lhe contava. Quando ela desaparece após dar à luz a Saoirse, Ben se torna amargo e sem paciência com a irmã mais nova – até descobrir que as fábulas da mãe podem ser mais reais que imagina e que seus personagens podem estar correndo perigo.

7. O MENINO E O MUNDO (2013)

O Brasil voltou a fazer história no circuito cinematográfico com o lançamento de ‘O Menino e o Mundo’. Indicado ao Oscar, a animação foi dirigida e escrita por Alê Abreu, também conhecido por seu trabalho em ‘Garoto Cósmico’.

Aqui, Abreu dá as boas-vindas ao protagonista Cuca, um menino de um mundo distante que sofre com a falta do pai e acaba deixando sua mítica aldeia para procurá-lo. Durante a jornada, o roteiro explora temas como pobreza, escravidão e conformismo social, tudo embebido em uma tocante e clássica narrativa.

6. OPERAÇÃO BIG HERO (2014)

O panteão Disney tem um longo legado de produções animadas envolventes e bem construídas que refletem seu monopólio na indústria fílmica. Porém, são poucas histórias que nos envolvem com tanta profundidade quanto ‘Operação Big Hero’ – a primeira obra a trazer personagens clássicos de outro universo (o da Marvel).

Dirigido por Don Hall e Chris Williams, o longa é protagonizado por Ryan Potter no papel de Hiro Hamada, um jovem prodígio da engenharia robótica que forma um time de super-heróis para combater o mascarado vilão Yokai. Com soberbo dinamismo por trás das câmeras e com um finale surpreendente, não é surpresa que ‘Big Hero’ tenha feito grande sucesso e levado para casa a estatueta do Oscar.

5. TOY STORY 3 (2010)

O terceiro filme da saga ‘Toy Story’ chegou aos cinemas onze anos depois e prometia encantar uma nova geração de aficionados por fábulas animadas. O resultado não poderia ser diferente: a nova aventura de Woody e seus amigos reclamou seu trono e arrancou lágrimas até dos mais céticos.

Quase duas décadas depois dos brinquedos mais famosos do mundo ganharem vida, Woody, Buzz e os outros personagens do time lidam com o fato de que seu dono, Andy, está entrando para a faculdade e não é mais uma criança. Entretanto, isso não impede que eles se metam em confusões complicadas – como serem doados para uma creche e lidarem com o tirânico urso Lotso, que transforma um suposto paraíso em um inferno completo.

4. COMO TREINAR O SEU DRAGÃO (FRANQUIA, 2010-2019)

A franquia ‘Como Treinas o Seu Dragão’ é sinônimo de excelência: ao focar na cultura viking e unir em um mesmo lugar o conturbado e mortal relacionamento entre humanos e dragões, o diretor Dean DeBlois tangenciou a perfeição cênica e aproveitou o fértil território para discutir temas de importância atemporal (desde relacionamentos até respeito).

Os filmes contam a história de um jovem chamado Soluço, que não se vê espelhado nos guerreiros vikings mais velhos e não entende o porquê da incessante luta entre sua raça e as míticas criaturas aladas. Tudo muda quando, tentando provar seu valor na comunidade, ele acerta um dragão chamado Banguela e, inesperadamente, desenvolve laços de amizade – provando que nem tudo é o que parece ser.

3. KUBO E AS CORDAS MÁGICAS (2016)

Se você é apaixonado por animações em stop-motion, então está no lugar certo. A jovem produtora Laika, cuja filmografia inclui ‘A Noiva Cadáver’, ‘Coraline e o Mundo Secreto’ e ‘ParaNorman’, não nos deixaria na mão nesta década e aproveitou sua crescente aclamação pelo público e pela crítica especializada para entregar o conto de fadas ‘Kubo e as Cordas Mágicas’.

Travis Knight nos convida a conhecer Kubo, um menino que tem a habilidade de dar vida a objetos animados com o mágico instrumento intitulado shamisen. Após sua mãe lhe salvar das perigosas e assassinas tias, ele se lança numa jornada acompanhado de uma macaca falante e um besouro-guerreiro para enfrentar seu vilanesco avô, e descobrir que seu passado é muito mais complicado do que parece.

2. DIVERTIDA MENTE (2015)

A Pixar voltou à sua Era de Ouro com a estreia de ‘Divertida Mente’, uma construção neuropsicológica e envolvente que não é destinada apenas a um público específico, mas conversa em âmbitos diferentes com cada um de seus espectadores.

Trazendo para as telonas temas como amadurecimento e até mesmo depressão (de maneira mais sutil, é claro), a personagem principal, na verdade, se restringe a uma personificação do sentimento da Alegria (Amy Poehler), que tenta deixar a vida da jovem Riley a mais suportável possível. Entretanto, ela é forçada a embarcar numa jornada para salvá-la após suas memórias-base (as mais importantes de seu subconsciente) se perderem em sua complexa mente.

1. HOMEM-ARANHA NO ARANHAVERSO (2018)

O Homem-Aranha é um dos personagens mais icônicos do panteão Marvel e já foi relido diversas para os cinemas – mas nunca em um formato tão aplaudível quanto ‘Homem-Aranha no Aranhaverso’.

A animação levou para casa o Oscar de Melhor Animação deste ano – o que já era de se esperar. Afinal, tanto a composição imagética de um nostálgico 3D quanto a inteligente e emocionante narrativa são pensadas com a maior cautela possível, unindo drama, aventura e um sagaz humor que transforma esse longa-metragem super-heroico em algo único e que ainda ficará na memória durante muitos anos.

A trama principal é focada em Miles Morales, que se une às versões do herói aracnídeo de diversas dimensões para salvar a cidade de Nova York do famoso Rei do Crime. Além da competente direção do trio Bob Persichetti, Peter Ramsey e Rodney Rothman, a peça fílmica foi liderada por um elenco de peso que incluiu Shameik Moore, Jake Johnson, Hailee Steinfeld e Mahershala Ali.

‘A Ilha da Fantasia’ abre com apenas 10% de aprovação no Rotten Tomatoes

O terror ‘A Ilha da Fantasia‘, remake da Blumhouse com a atriz Lucy Hale (‘Pretty Little Liars‘), parece não ter feito o barulho que prometeu entre a crítica internacional.

O longa amargou apenas 10% de aprovação no Rotten Tomatoes, com nota 3/10 baseada em 40 reviews (até agora). Segundo o consenso geral, “[o filme] tenta mostrar ao público o lado obscuro da autorrealização, mas acaba servindo como um conto cauteloso sobre os perigosos de reviver franquias enterradas”.

Confira as críticas abaixo:

“Seria uma coisa se um filme como ‘A Ilha da Fantasia’ telegrafasse seu eventual descarrilamento, mas este aqui vai além da preguiça e em direção à sem-vergonhice” – The Spool.

“Dispense qualquer fantasia que [o filme] prometa; até agora, este é um pior longa de terror do ano” – Consequence of Sound.

“Uma bagunça total… Um filme de terror que é genuinamente horrível, sua estupidez sendo equiparada apenas com seu embotamento” – One Guy’s Opinion.

“Artificial e insano, parece que alguém colocou uma dúzia de roteiros diferentes em ‘A Ilha da Fantasia’” – Chicago Sun-Times.

“É previsível, muito maçante […]. O nível de breguice vai fazer você revirar os olhos” – Bloody Disgusting.

A estreia no Brasil acontece dia 16 de abril.

O MPAA classificou o filme com baixa classificação etária (PG-13) por “violência, terror, drogas, material sugestivo e linguagem brevemente forte.” 

O enigmático Sr. Roarke (interpretado por Michael Peña) realiza os sonhos secretos de seus sortudos convidados em um luxuoso e remoto resort tropical. Mas quando as fantasias se transformam em pesadelos, os convidados precisam resolver o mistério da ilha para escapar com vida.

O elenco ainda conta com Lucy Hale, Michael Rooker, Charlotte McKinneyParisa Fitz-Henley, Austin Stowell e Jimmy O. Yang.

Jeff Wadlow é o responsável pela direção, roteirizando ao lado de Chris Roach e Jillian Jacobs. Todos colaboraram anteriormente com a Blumhouse no terror ‘Verdade ou Desafio‘.

O longa é baseado na série clássica ‘Ilha da Fantasia‘, exibida pela ABC de 1977 até 1984. A trama é similar à série, com a exceção de que alguém está matando os convidados na ilha.

‘Mundo Mistério’: Felipe Castanhari fala sobre sua nova série da Netflix em teaser oficial; Confira!

Netflix divulgou um novo vídeo promocional de ‘Mundo Mistério’, série original de Felipe Castanhari sobre os grandes mistérios do nosso planeta.

Confira:

A primeira temporada será composta por oito episódios de meia hora cada, com estreia marcada para o dia  04 de agosto.

A produção trará temas controversos da ciência e da história, mostrando uma perspectiva divertida da aprendizagem. As narrativas englobam desde os misteriosos desaparecimentos no Triângulo das Bermudas, passando pela peste bubônica medieval, até um possível apocalipse zumbi.

‘Mundo Mistério’ é baseado no programa de mesmo nome do Canal Nostalgia, também criado por Castanhari. Segundo ele, sua maior inspiração para criar a série foi o clássico televisivo ‘O Mundo de Beakman’, dos anos 1990.

‘Little Fish’: Jack O’Connell e Olivia Cooke no trailer oficial do novo thriller pandêmico; Confira!

IFCFilms divulgou o trailer oficial de ‘Little Fish’, novo thriller pandêmico estrelado por Jack O’ConnellOlivia Cooke.

Confira:

O filme é dirigido por Chad Hartigan, com roteiro assinado por Mattson Tomlin (‘The Batman’).

Conforme um vírus que causa perda de memória se espalha pelo mundo, um casal luta para manter seu relacionamento mais forte do que nunca antes que a doença apague as lembranças de seu amor nesse envolvente romance sci-fi.

Raúl Castillo e Soko completam o elenco.

‘Little Fish’ estreia no dia 05 de fevereiro nos cinemas internacionais, ainda sem previsão de lançamento no Brasil.

‘Elite’: Depois do teaser, confira as novas imagens oficiais da 4ª temporada!

Depois do teaser oficial, a Netflix divulgou novas imagens promocionais da 4ª temporada de ‘Elite’, cujos episódios estreiam em 18 de junho.

Confira:

Vale lembrar que Danna Paola, Ester Expósito, Jorge López, Álvaro Rico e Mina El Hammani não retornam como Lu, Carla, Valerio, Polo e Nadia para a 4ª temporada.

Paola não gostou dos rumos de sua personagem na terceira temporada e pediu para deixar a série, assinando contrato para retornar para outra série que ela participava, ‘La Doña‘. Expósito também não volta, mas recentemente estrelou outra minissérie da Netflix, chamada ‘Alguém Tem que Morrer’.

Manu RiosCarla DíazMartina CariddiPol Granch são as novas adições no elenco.

Confira nossa crítica da temporada anterior:

Relembre o último desfile da 6ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race: All Stars’

A 6ª temporada do reality show ‘RuPaul’s Drag Race: All Stars’spin-off da premiada competição ‘RuPaul’s Drag Race’, chegou ao fim nesta última semana e, para lembrar o último episódio, a página oficial do programa no YouTube divulgou um vídeo promocional para nos relembrarmos do desfile Hall Of Fame Eleganza Extravaganza.

Confira:

Lembrando que Kylie Sonique Love, que já havia participado da 2ª temporada da série principal, foi coroada a campeã, fazendo história ao se tornar a primeira mulher transsexual e a primeira participante old school a conseguir tal feito no reality.

A nova temporada também trouxe no elenco A’Keria C. Davenport (Season 11), Eureka! (Season 9, 10), Ginger Minj (Season 7, All Stars 2), Jan (Season 12), Jiggly Caliente (Season 4), Pandora Boxx (Season 2, All Stars 1), Ra’Jah O’Hara (Season 11), Scarlet Envy (Season 11), Serena ChaCha (Season 5), Silky Nutmeg Ganache (Season 11), Trinity K. Bonet (Season 6) e Yara Sofia (Season 3, All Stars 1).

‘Physical’: Astro de ‘The White Lotus’ é escalado para a 2ª temporada da série

Pouco depois de ter renovado a aclamada série ‘Physical’ para a 2ª temporada, a Apple TV+ anunciou que o elenco do próximo ciclo já ganhou um novo membro.

Segundo a VarietyMurray Bartlett, conhecido por seu icônico papel como Armond na comédia dramática ‘The White Lotus’, foi escalado para se juntar a Rose Byrn na nova iteração.

As informações indicam que Bartlett dará vida a outro amigo fitness e rival de Sheila (Byrne) na narrativa, Vincent “Vinnie” Green. O personagem é descrito como um carismático instrutor conhecido por revolucionar os infomerciais noturnos e por seu alto conhecimento sobre exercícios. Assim como Sheila, ele também lida com uma vida pessoal, tornando os dois uma dupla perfeita na miséria e na aeróbica.

O próximo ciclo ainda não tem previsão de estreia.

Annie Weisman é responsável pela série.

Sheila Rubin (Byrne) é uma dona de casa quietamente atormentada pela San Diego dos anos 1980 que, detrás das portas, luta contra demônios pessoais e uma viciosa voz interior. Mas as coisas mudam drasticamente quando ela descobre a aeróbica, mergulhando numa jornada a caminho do empoderamento e do sucesso.

O elenco ainda conta com Rory Scovel, Dierdre Friel, Della Saba, Lou Taylor Pucci, Paul Sparks e Ashley Liao.

‘Amor e Anarquia’: 2ª temporada já está disponível na Netflix!

A 2ª temporada da dramédia romântica ‘Amor e Anarquia’, série sueca estrelada por Ida Engvoll, já está disponível na Netflix.

Os novos episódios foram lançados hoje, 16 de junho, na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

A série foi criada por Lisa Langseth, que também entra como roteirista principal ao lado de Alex Haridi.

Amor e Anarquia conta a história de Sofie Rydman (Engvoll), uma consultora bem-sucedida, casada e mãe de dois filhos. Quando Sofie é contratada para modernizar uma antiga editora, ela conhece o jovem técnico de TI Max Järvi (Björn Mosten), iniciando um arriscado jogo de flerte com ele. Secretamente, Sofie e Max se desafiam a tomar atitudes e decisões que contradigam as normas sociais. A brincadeira parece inofensiva, mas, à medida que os desafios aumentam, os dois precisam lidar com as perigosas consequências de sua relação.

Johannes Bah KuhnkeBjörn KjellmanReine BrynolfssonGizem ErdoganCarla Sehn e outros completam o elenco.

Opinião | Está na hora de dar a ‘Oito Mulheres e um Segredo’ o devido reconhecimento

Gary Ross é um nome relativamente competente quando pensamos na gigantesca indústria cinematográfica hollywoodiana. Apesar de não ter trabalhado em ampla escala na cadeira de direção, Ross foi responsável pela primeira iteração da franquia Jogos Vorazes’ e também pelo roteiro da dramédia Pleanstville – A Vida em Preto e Branco’, uma das narrativas mais envolventes que o público já teve o prazer de assistir. Dois anos após seu último projeto, ele retornou para encabeçar uma nova história que teria inúmeros problemas para ser delineada – incluindo o fato de funcionar como um remake-sequência de uma das trilogias mais conhecidas: Onze Homens e um Segredo’.

Primeiramente, devemos lembrar que o longa assinado por Steven Soderbergh em 2001 já funcionava como uma releitura do “clássico” estrelado por Frank Sinatra na década de 60. Sua versatilidade para as telonas insurgiu de forma aplaudível, visto que transformou uma insossa trama em algo agradável, inteligente e dinâmico e que rendeu duas sequências sem o mesmo brilho. Logo, como Ross poderia basear-se na mesma premissa e num microcosmos parecido sem perder o glamour, a originalidade e principalmente a sua própria identidade fílmica? É quase óbvio pensar nestas questões quando olhamos para os trailers e os anúncios de Oito Mulheres e um Segredo’ – mas felizmente o diretor conseguiu entregar-se a uma peça audiovisual bem interessante e satisfatória em quase todos os seus quesitos.

A nova investida na franquia traz no centro das atenções a carismática e sagaz Deborah “Debbie” Ocean (Sandra Bullock), irmã do conhecido golpista Danny (George Clooney, cujo personagem sofre uma aparente tragédia, mas permanece na memória de todos). Assim como o irmão, Debbie havia sido presa por participar de um esquema de falsificação de vendas de obras de arte, permanecendo cinco anos na cadeia até ser liberta em condicional por bom comportamento – seu primeiro monólogo já traça um paralelo com Danny pelas mentiras de “buscar um emprego, conseguir amigos e não se meter mais em confusão”. E o mais engraçado neste breve prólogo é que ela nem mesmo espera cinco minutos para colocar os pés para fora do presídio para colocar seu mais novo plano em prática.

Seguindo os padrões da trilogia original, a nossa anti-heroína precisa de um time de experts para prosseguir com cada um dos passos – e a primeira integrante emerge na sempre bem-vinda figura de Cate Blanchett como Lou, melhor amiga e parceira de Debbie. As duas reencontram-se da forma mais cômica possível – por todas as razões contraditórias que possa imaginar (à frente do túmulo do irmão) – e então partem para discriminar os detalhes necessários para que consigam roubar um precioso artefato: o Toussaint, colar de cinquenta quilates de diamante avaliado em mais de 150 milhões de dólares que imediatamente toma conta da perspectiva da golpista. Entretanto, ao invés de seguir os passos de Danny e invadir o precioso cofre da Cartier, ela resolve mergulhar no fabuloso mundo das celebridades e invadir o baile anual do Met Gala e furtá-lo durante o evento.

O elenco do filme é algo a ser admirado principalmente pelo retorno de alguns nomes que haviam caído no esquecimento – fosse pela falta de versatilidade em cena ou pelo simples afastamento. Helena Bonham Carter e Anne Hathaway retornam para mais uma parceria como a estilista de moda Rose Weil e a atriz socialite Daphne Kluger, respectivamente. As duas protagonizam inúmeras cenas juntas – e os diálogos até servem como certas farpas que dialogam com os conflitos desenrolados na vida real (um ótimo jeito de voltar a firmar amizades, diga-se de passagem). Regadas à comédia pura e à completa irreverência tragicômica, as duas personas têm seus arcos delineados o máximo possível sem que roubem a atenção do pano de fundo de principal e das outras coadjuvante. Hathaway, enfaticamente, volta para um dos melhores papéis de sua carreira e mostra-se capaz de entregar-se tanto ao drama quanto à comicidade em um estalar de dedos.

Toda a história é pensada nos mínimos detalhes – e ainda que se desenrole de modo mais tímido e monótono no primeiro ato, salva o potencial que carrega para momentos futuros; e sim, mesmo com os convencionalismos narrativos do gênero em questão, o roteiro assinado pelo diretor em conjunto a Olivia Milch, baseia-se em impossibilidades dialógicas que, para o cosmos pertencente às personagens, funciona na mais aversa das situações. Ora, Sarah Paulson dá vida à dona de casa e ex-vigarista Tammy e consegue arranjar um emprego na gigantesca revista Vogue apenas para ter acesso ao arranjo de convidados do Met Gala – em que outro lugar isso seria possível?

É claro que a perfeição está longe de ser alcançada, e mesmo um incrível elenco como este não consegue ofuscar todos os deslizes. Funcionando bem em suas respectivas bolhas – e com exceção de Blanchett e Bullock que criam centelhas em vários momentos da trama -, o time conhecido como Ocean’s Eight não tem a mesma química vista na trilogia original. Entretanto, não podemos negar que sua participação e o desenvolvimento de seus personagens vai muito além do apresentado em Onze Homens’, e nenhuma parece desaparecer de propósito. E não podemos negar que Ross presta uma homenagem a Soderbergh ao emular suas perspectivas e construções imagéticas, desde os close-ups mandatórios até a diligente e enérgica montagem que tem como função manter o espectador apreensivo e atento a cada passo dado – entretanto, os cortes bruscos chegam a incomodar em determinado momento e acabam por afastar nossa atenção indiretamente.

‘Oito Mulheres e um Segredo’ é um spin-off divertidíssimo que funciona em sua maior parte. Mantendo relações com os filmes predecessores e fazendo algumas inserções hilárias para endossar a mais nova narrativa, Ross ganhou vários pontos ao realizar uma façanha que parecia impossível. E sim, é bem provável que Debbie Ocean retorne – afinal, o número oito não deve ter sido escolhido por acaso, não é mesmo?

‘High Desert’: Comédia com Patricia Arquette ganha estiloso cartaz oficial; Confira!

Depois do trailer, a Apple TV+ divulgou o cartaz oficial de ‘High Desert’, nova série de comédia ácida estrelada pela vencedora do Oscar Patricia Arquette.

Na trama, Arquette interpreta Peggy, uma viciada em drogas que decide começar um novo capítulo de sua vida depois da morte da mãe, com quem morava na pequena cidade desértica de Yucca Valley, na Califórnia. Ao retornar para a cidade natal, ela torna-se uma investigadora particular.

Confira:

Os três primeiros episódios serão lançados na plataforma de streaming em 17 de maio.

Nancy FichmanKatie FordJennifer Hoppe criaram a série e também entram como produtoras executivas ao lado de Ben Stiller e Arquette.

Jay Roach (‘Game Change’) entra como diretor.

Matt DillonChristine TaylorWeruche OpiaBrad GarrettBernadette PetersRupert Friend e Keir O’Donnell completam o elenco.

‘Ahsoka’: Vídeo nos leva aos BASTIDORES da nova série do universo ‘Star Wars’; Confira!

Disney+ Brasil divulgou, através do Twitter, um novo vídeo promocional de ‘Ahsoka’, série derivada da icônica franquia ‘Star Wars’.

featurette nos leva aos bastidores da produção, estrelada por Rosario Dawson.

Confira:

Lembrando que o próximo episódio de ‘Ahsoka‘ estreia em 26 de setembro.

Ambientada após a queda do Império, ‘Ahsoka‘ acompanha a Jedi renegada (vivida por Rosario Dawson) enquanto ela investiga uma ameaça emergente em um momento de vulnerabilidade da galáxia. Em meio à sua busca, ela terá de lidar com negócios inacabados pelos traumas de suas experiência de mestre e aprendiz ao lado da Mandaloriana Sabine Wren (Natasha Liu Bordizzo) e da lendária piloto rebelde Hera Syndulla (Mary Elizabeth Wintead).

Lars MikkelsenRay StevensonIvanna SakhnoDiana Lee InosantoDavid Tennant e outros também fazem parte do elenco.

Rumor afirma que ‘Eternos 2’ não foi cancelado, e sim TRANSFORMADO em outro projeto

Três anos depois de ter sido lançado nos cinemas, ‘Eternos’ continua como uma das produções mais mal avaliados da Marvel Studios no Rotten Tomatoes – tendo amargado apenas 47% de aprovação entre a crítica internacional e emergindo como a segunda menor porcentagem da companhia (perdendo apenas para ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’).

Por causa disso, a companhia ainda não anunciou nenhum plano para dar continuidade à história, mesmo com um grande gancho no final da narrativa do filme.

Recentemente, foi revelado que a Disney está forçando a Marvel a se afastar de sequências de produções que não tiveram o retorno desejado, tomando riscos menores ao focar em sucessos garantidos.

Agora, de acordo com o famoso insider @MyTimeToShineH, a sequência ainda pode acontecer – mas não da forma que imaginávamos. As informações indicam que o projeto está sendo “transformado em outra coisa”. Acredita-se que os personagens de ‘Os Eternos’ podem tanto ser acompanhados de outro personagem de grande impacto no MCU, como os Guardiões da Galáxia ou Thor, ou devem se tornar coadjuvantes em outro longa-metragem.

E você? Gostaria de ver o retorno dos Eternos em um projeto futuro?

Lembrando que o filme está disponível no Disney+.

Confira a nossa crítica do filme e siga o CinePOP no Youtube:

Crítica | Eternos é o filme mais artístico, complexo e fora da caixinha da Marvel… pelo bem ou pelo mal!

Eternos‘ segue a jornada de seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia‘) até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.

O elenco conta também com Salma Hayek (Ajak), Kumail Nanjiani (Kingo), Lauren Ridloff (Makkari), Brian Tyree Henry (Phastos), Lia McHugh (Sprite), Gemma Chan (Sersi), Kit Harington (Cavaleiro Negro), Barry Kheogan (Druig) e Richard Madden (Ikaris).

Mike Flanagan revela que ADORARIA fazer parte do DCU de James Gunn

Mike Flanagan é um dos realizadores mais conhecidos e aclamados da atualidade – e já encabeçou diversas produções de alto calibre, como ‘A Maldição da Residência Hill’‘A Maldição da Mansão Bly’‘A Queda da Casa de Usher’‘Doutor Sono’ e várias outras.

Agora, em uma recente aparição à FanEXPO Canada, Flanagan comentou que é um grande fã do chefe da DC StudiosJames Gunn, tanto no âmbito profissional quanto no pessoal – e que adoraria fazer parte do DCU em algum momento de sua carreira.

“Sempre fui um grande fã de James Gunn como pessoa e realizador, e esse é um universo do qual eu absolutamente amaria fazer parte”, Flanagan afirmou.

Lembrando que o realizador assinou contrato para roteirizar, dirigir e produzir o próximo ‘O Exorcista‘.

O projeto não funcionará como uma sequência de ‘O Exorcista: O Devoto‘ (2023), pois Flanagan oferecerá uma nova visão radical de ‘O Exorcista no formato de um reboot.

Em comunicado, ele disse: “O Exorcista é uma das razões pelas quais me tornei cineasta, e é uma honra ter a chance de tentar algo novo, ousado e aterrorizante dentro de seu universo. Reunir-me com meus amigos da Blumhouse, com quem fiz alguns dos meus trabalhos favoritos, só torna isso mais emocionante.”

“A voz e a visão de Mike são indispensáveis ​​para os fãs de terror e estamos entusiasmados em recebê-lo de volta à Blumhouse. Eu respondi imediatamente à nova visão de Mike sobre o mundo de O Exorcista e mal posso esperar para que o público experimente”, disse Jason Blum, fundador e CEO da Blumhouse.

“É uma honra trabalhar com Mike. Acho que sua visão para esta franquia vai surpreender o público em todo o mundo, e eu não poderia estar mais animado em trabalhar com ele, Trevor, Jason e toda a equipe Blumhouse”, disse David Robinson, presidente e CEO da Morgan Creek.

‘O Exorcista: O Devoto’ arrecadou apenas US$ 133 milhões mundialmente. Apesar da sequência ter um orçamento relativamente baixo de US$ 30 milhões, a Universal Pictures ainda pode levar prejuízo, já que desembolsou US$ 400 milhões para adquirir os direitos da franquia – e o seu retorno financeiro dependerá o desempenho das futuras sequências.

Confira nossa crítica:

Na trama, um pai desesperado pede a ajuda de Chris MacNeil para tentar lidar com uma presença demoníaca, assim como aconteceu com ela no passado.

Leslie Odom Jr.Ann DowdJennifer NettlesNorbert Leo ButzLidya JewettOlivia MarcumEllen Burstyn estrelam.

Grammy Awards 2025 | Chappell Roan conquista o prêmio de Artista Revelação

A cantora e compositora Chappell Roan, que ascendeu a uma fama meteórica em 2024, não sairia de mãos abanando do Grammy Awards 2025.

A artista conquistou uma das estatuetas mais cobiçadas do ano, a de Artista Revelação, em que concorria com nomes como Sabrina CarpenterShaboozey.

Roan também concorre às categorias de Álbum do Ano por ‘The Rise and Fall of a Midwest Princess’, e Música do AnoGravação do Ano por “Good Luck, Babe!”.

Roan alcançou fama mundial com os hits “Good Luck, Babe”“Hot To Go”, que viralizaram nas redes sociais e entraram para as paradas mundiais.

Vale lembrar que a performer é uma das favoritas para levar o Grammy de Artista Revelação para casa.

Roan começou suas investidas no cenário fonográfico em 2014, mas não foi até 2024 que seu álbum ‘The Rise and Fall of a Midwest Princess’ (lançado um ano antes) se tornou um sucesso crítico e comercial, angariando fãs ao redor do mundo e a colocando no centro dos holofotes.

‘Superman’ e Krypto se reúnem na Fortaleza da Solidão no clipe INÉDITO do longa; Confira!

O aguardado ‘Superman’, longa que marca o início oficial do novo Universo DC nos cinemas (DCU), ganhou mais um teaser promocional inédito.

Confira:

Lembrando que o filme tem estreia marcada para 10 de julho.

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

Udo Kier, grande colaborador de Lars von Trier e Andy Warhol, morre aos 81 anos

Udo Kier, ator alemão que se tornou um ícone cult e que ficou conhecido por seu trabalho com nomes como Andy WarholLars von TrierMadonna, faleceu neste último domingo (23). Ele tinha 81 anos.

Em sua expressiva carreira, que inclui mais de 200 longas-metragens, Kier ganhou destaque como os personagens titulares dos clássicos ‘Carne para Frankenstein’ (1973) e ‘Sangue para Drácula’ (1974), ambos dirigidos por Paul Morrisey e produzidos por Warhol. Os projetos ganharam notoriedade pela subversão cênica e por reimaginar de maneira inesperada os icônicos monstros de Hollywood.

Os projetos trouxeram fama considerável para Kier, que passou as duas décadas seguintes trabalhando na Europa e colaborando com o cineasta e roteirista Rainer Werner Fassbinder em títulos como ‘Bolwieser – A Mulher do Chefe de Estação’ (1977), ‘A Terceira Geração’ (1979) e ‘Lili Marlene’ (1981).

Pouco depois, ele conheceu Gus Van Sant, que se tornaria um diretor indicado duas vezes ao Oscar e quem ele creditaria como o responsável por lhe garantir trabalho nos Estados Unidos e participação no Sindicato de Atores.

No final dos anos 1980 e começo dos anos 1990, Kier deu início a uma série de colaborações em diversas produções com Von Trier, incluindo a série ‘The Kingdom’ (1997), ‘Dançando no Escuro’ (2000), ‘Dogville’ (2003), ‘Melancolia’ (2011) e ‘Ninfomaníaca: Volume II’ (2013).

Mais recentemente, Kier foi escalado como parte do elenco dos aclamados ‘Bacurau’ (2019) e O Agente Secreto’ (2025), ambos dirigido por Kleber Mendonça Filho.

Richard Gere irá estrelar drama romântico ‘Asymmetry’, inspirado no ACLAMADO romance best-seller

Segundo o DeadlineRichard Gere (‘Uma Linda Mulher’, ‘Chicago’) e Diana Silvers (‘Fora de Série’) foram escalados para o drama romântico ‘Asymmetry’, que é baseado no aclamado romance homônimo de Lisa Halliday.

O longa será dirigido pelo vencedor do Oscar Edward Zwick (‘Diamante de Sangue’).

Halliday assina o roteiro ao lado de ZwickMarshall Herskovitz, com estes últimos responsáveis também pela produção.

Na trama…

Alice (Silvers), uma jovem assistente editorial em Nova York, encontra Ezra (Gere), um escritor de renome mundial de 70 anos, no Central Park. Um breve contato visual entre eles desperta uma conexão que os leva a uma jornada transformadora, onde criam um mundo particular só para os dois. Ezra, famoso por sua obra audaciosa, encontra alguém com quem pode se abrir completamente, e Alice encontra a coragem para explorar suas próprias aspirações como escritora. Até que tudo é colocado em risco quando o relacionamento secreto deles é revelado.

Lançado em 2018, o romance tornou-se um sucesso imediato de crítica. O jornal The New Yorker chamou o livro de “um fenômeno literário”, enquanto o The New York Times o incluiu na lista de “15 livros notáveis ​​escritos por mulheres que estão moldando a maneira como lemos e escrevemos ficção no século XXI”. Barack Obama o incluiu em sua lista de melhores livros do ano.

Halliday, em uma declaração oficial, disse: “foi um prazer e um privilégio trabalhar com Ed e Marshall na transposição da história de Alice e Ezra para o cinema. Sou imensamente grata a eles por seu humor, engenhosidade, coragem, compaixão e dedicação”.

Mais detalhes não foram divulgados.

‘Pantera Negra 2’: Martin Freeman confirma retorno à sequência

Durante uma entrevista para o Collider, o ator Martin Freeman foi questionado se voltaria para algum filme do MCU no futuro, ao que ele respondeu:

“Até onde eu sei, eu vou voltar. “Tudo que eu sei é que eu estarei em outro ‘Pantera Negra‘. Foi isso que eu fiquei sabendo. Mas quando isso vai acontecer, eu não sei.”

Freeman apareceu pela primeira vez no MCU em ‘Capitão América: Guerra Civil’ (2016), interpretando o Agente de Segurança Nacional Everett Ross, e retornou ao papel em ‘Pantera Negra‘ (2018).

Lembrando que o presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, confirmou durante a San Diego Comic-Con que ‘Pantera Negra 2‘ já está em desenvolvimento – mas ainda não possui previsão de estreia.

Rumores apontam que o filme deve ser lançado em 2022, mas ainda não houve confirmação oficial.

Recentemente, o We Got This Covered divulgou um boato alegando que a Marvel está optando entre dois personagens marcantes dos quadrinhos como vilão do filme. Um deles seria o Namor, fazendo sua primeira aparição no cinema. A outra escolha seria a Princesa Zanda, governante de Narobia, país vizinho de Wakanda. O que faria mais sentido levando em conta a narrativa da personagem.

Para quem não conhece, Zanda é obcecada por artefatos místicos e torna-se uma perigosa terrorista e especialista em armas de fogo. Nos quadrinhos, ela nutre um ódio por T’Challa após seu casamento com a Tempestade.

Ryan Coogler volta a dirigir.

Roteirista de ‘Batman & Robin’ pede desculpas pela adaptação; “Não agradou os fãs”

Durante uma entrevista para o Collider, Akiva Goldsman falou sobre sua expectativa para ‘The Batman‘ e refletiu sobre sua trajetória como roteirista de ‘Batman Eternamente’ e ‘Batman & Robin’.

O cineasta disse que está ansioso para assistir o filme de Matt Reeves e se desculpou por ter criado uma trama que não agradou os fãs em ‘Batman & Robin‘.

Orçado em US$ 125 milhões, o longa tornou-se um fracasso e arrecadou apenas US$ 238,2 milhões pelo mundo.

“Eu e [o diretor] Joel Schumacher estávamos muito empolgados em continuar a história que criamos em ‘Batman Eternamente‘, mas eu me atropelei… ‘Batman & Robin‘ não agradou os fãs e peço desculpas por isso. Na época, ninguém [da equipe] achou que era ruim, estávamos ansiosos com a recepção do público e foi muito decepcionante. Sinto muito.”

Ele continuou:

“Agora devemos olhar para o futuro do personagem. acho que Robert Pattinson foi uma ótima escolha para o papel principal…. E acho que Matt Reeves é incrivelmente talentoso. Ele é a chave para o sucesso do filme. Assistam o episódio piloto de ‘Felicity’. Matt dirigiu e J.J. Abrams escreveu. Aquilo é uma obra de arte extraordinária. Passei a admirar Matt desde que então, porque ele é muito versátil e criativo. Mal posso esperar para assistir ‘The Batman.”

Lembrando que ‘The Batman‘ tem previsão de estreia para 1º de outubro de 2021.

Robert Pattinson viverá o personagem-título. O elenco ainda conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard, Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos MaxCharlie Carver.

Dirigido por Matt Reeves, o longa irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.

“Este novo Batman precisava estar em conformidade com uma faixa etária definida. Ele é descrito como um jovem com cerca de 30 anos de idade, e a história não vai focar em sua origem, nem em seu combate ao crime em Gotham City. Ele é Bruce Wayne, ainda tentando encontrar o caminho para se tornar aquele detetive genial.”

Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Reeves está preparando.

Indicado ao Globo de Ouro, terror reconta massacre real na América Latina; Confira!

Entre as lista dos indicados ao prêmio de Melhor Filme em Língua Estrangeira no Globo de Ouro 2021, encontra-se ‘A Maldição da Mulher que Chora‘, terror escrito e dirigido pelo guatemalteco Jayro Bustamante.

Na trama, acompanhamos a lenda de uma mulher que afogou seus filhos e cuja alma, arrependida e amaldiçoada, os procura chorando à noite.

O filme é estrelado por María Mercedes Coroy, intérprete de Alma, que vê seus filhos sendo afogados sem poder ajudar enquanto é ameaçada por militares se derramar uma gota de lágrima.

Anos após o massacre, Alma começa a trabalhar como empregada na mansão de um oficial aposentado, que conseguiu evitar a condenação por crimes contra a humanidade graças a supostos erros jurídicos no julgamento.

No entanto, mais do que uma simples trama de terror, o longa apresenta um obra histórica ao recontar um fato: o genocídio da população maia da Guatemala, uma das mais terríveis atrocidades registradas na América Latina.

Cena divulgada pela produtora La casa de Producción

Os crimes aconteceram entre 1981 e 1983, no período da guerra civil no país (entre 1960 a 1996), quando o governo militar iniciou uma campanha de extermínio de camponeses maias.

Isso porque a população foi acusada de colaborar com a milícia marxistas financiada pela União Soviética e por Cuba, o que causou o assassinato de milhares indígenas, adultos e crianças.

Produzido em parceria entre a Guatemala e a França, o longa recria as atrocidades cometidas pelos militares contra a população indígena na década de 1980.

O crime em larga escala levou à polêmica prisão do ex-chefe de Estado Efraín Ríos Montt (1982-83), condenado em 2013, mas inocentado poucos dias depois.

Apesar de ter morrido cinco anos após a anulação da condenação, o episódio ainda permanece como uma mancha no país.

Para comemorar a indicação, o diretor foi ao Twitter expressar sua felicidade coma notícia, escrevendo:

“Sou muito grato ao Globo de Ouro pela indicação e por abraçar o nosso cinema e a história recente do nosso país, algo que merece chegar ao público internacional.”

Em 2015, Bustamante já havia sido agraciado no Festival de Cinema de Berlim, quando o filme ‘Ixcanul‘ recebeu o prêmio Alfred Bauer, que homenageia filmes que “abrem novas perspectivas na arte cinematográfica.”

Assim como seu mais recente título, ‘Ixcanul‘ também é estrelado por María Mercedes Coroy e gira em torno de outro tema delicado: o tráfico de crianças na Guatemala.

Portanto, Bustamante já chegou à indústria mostrando sua preocupação em valorizar a história de seu povo através das lentes de uma câmera.

Agora resta saber se ‘A Maldição da Mulher que Chora‘ vai levar o prêmio no dia 28 de fevereiro.

Além disso, será que o filme também poderá receber uma indicação ao Oscar? A resposta será revelada apenas em 15 de março, quando serão divulgados os indicados ao maior prêmio do cinema.

‘Mãe!’: Darren Aronofsky diz que ainda recebe mensagens de ódio por conta do filme

Durante uma entrevista para a NME, o diretor Darren Aronofsky revelou que ainda sofre ameaças por conta de seu polêmico filme ‘Mãe‘, lançado em 2017.

Tudo isso porque o filme utiliza referências bíblicas enquanto narra a vida de um casal recém-chegado à sua nova casa, onde vivem diversas situações representando passagens do livro sagrado.

Enquanto participava do Festival de Cinema El Gouna, o cineasta foi irônico ao dizer que é alvo das ‘melhores’ mensagens de ódio que alguém poderia receber.

Por outro lado, ele disse que também recebe muitas mensagens positivas por conta da obra, por isso tem consciência de que está fazendo a coisa certa.

“Ainda recebo algumas das melhores mensagens de ódio de todos os tempos, o que é ótimo. Mas também sou surpreendido por pessoas que realmente se conectam com o filme lembra por que você está fazendo isso.”

Aronofsky disse que um espectador irritado até conseguiu seu número de celular e mandou uma mensagem infantil, dizendo que ele e sua família consumiriam carvão e causariam o máximo de poluição possível ao planeta para irritá-lo.

Para quem não compreendeu a mensagem do filme, o ‘Mãe!‘ do título refere-se à mãe natureza, e grande parte do público considera o roteiro uma propaganda brega contra a poluição.

E parece que os debates sobre seu significado estão voltando a dominar as redes sociais desde que o filme chegou ao catálogo da Netflix.

Estrelado por Jennifer Lawrence e Javier Bardem, ‘Mãe!‘ usa alegorias bíblicas para contar a história de um casal que se muda para uma mansão enquanto tentam iniciar uma nova vida.

Enquanto ele se concentra em seu ofício como escritor e planeja uma história arrebatadora, ela tenta transformar a mansão em um verdadeiro lar.

No entanto, a chegada de um estranho desencadeia uma série de eventos catastróficos que a levam à beira da loucura, incluindo visões de um coração palpitando nas paredes da casa.

Apesar da premissa instigante, ‘Mãe!‘ recebeu apenas 68% de aprovação da crítica e foi um desastre comercial, arrecadando míseros US$ 44 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 32 milhões.

Para piorar a situação, o longa foi indicado em 2018 a diversas categorias do Framboesa de Ouro, considerado o prêmio mais temido do cinema por eleger os piores filmes e atuações de um determinado ano.

Além de Pior Direção, a ‘obra mal compreendida’ de Aronofsky ainda ainda rendeu as indicações de Pior Ator Coadjuvante e Pior Atriz, o que gerou uma chuva de comentários negativos sobre Lawrence.

Após a má recepção, a estrela evitava entrar em detalhes sobre o filme, e até chegou a mostrar o dedo do meio para uma equipe de jornalistas numa coletiva de imprensa em Nova York quando foi pressionada sobre os detalhes da trama.

Quase quatro anos após a estreia, parece que os assinantes da Netflix estão demonstrando reações tão negativas quanto o público que acompanhou a repercussão no ano de lançamento.

Confira:

Confira a nossa crítica:

 

Mickey Rourke diz que Tom Cruise é irrelevante porque “faz o mesmo personagem há 35 anos”

‘Top Gun: Maverick‘ já se tornou um tremendo sucesso de crítica e público, conquistando 97% de aprovação no Rotten Tomatoes e acumulando US$ 1,1 bilhão pelo mundo, até o momento.

No entanto, isso não quer dizer nada para Mickey Rourke, bastante conhecido por seu papel como o caricato vilão de ‘Homem de Ferro 2‘.

Indicado ao Oscar por ‘O Lutador‘ (2008), o astro conhecido por suas declarações polêmicas não escondeu seu desafeto por Tom Cruise durante uma entrevista para o Piers Morgan Uncensored.

Questionado sobre o que achava do sucesso que Cruise vem fazendo com ‘Top Gun: Maverick’, Rourke disse o seguinte:

“Isso não significa m#rda nenhuma para mim. O cara tem feito o mesmo personagem por 35 anos, sabe? Eu não tenho o menor respeito por isso. De verdade, cara. Eu não me importo com dinheiro e poder. Eu me importo com atuações reais, tipo quando vejo Al Pacino, Chris Walken, os primeios filmes de Robert De Niro, Richard Harris, Ray Winstone – esses são os tipos de atores nos quais eu me espelho. Quero ser como Monty Clift e Marlon Brando…”

Quando Morgan perguntou se Rourke acha que Cruise é ou não um bom ator, ele respondeu:

“No meu mundo, acho que ele é irrelevante.”

Confira:

E aí, o que você acha da declaração de Rourke?

No ano passado, ele já havia criticado a Marvel e disse que os filmes do estúdio são um lixo em comparação à série ‘Law & Order: Special Victims Unit’.

Em seu perfil do Instagram, Rourke disse que só descobriu a série durante o período de isolamento e ficou impressionado com o nível de atuação do elenco, “diferente do lixo que a Marvel empurra aos espectadores.”

Em parte do texto, ele diz:

“Ouvi dizer que essa série está no ar há 20 anos, eu nunca tinha ouvido falar antes de permanecer isolado em casa com meus equipamentos de ginástica. Enquanto eu treinava, acabei me deparando com essa produção excelente chamada ‘Law & Order: Special Victims Unit’.”

Ao longo da declaração, ele elogia as particularidades de cada ator do elenco e termina atacando a Marvel.

“O que me fez gostar da série foi esse excepcional grupo de atores. Respeito todos eles por entregarem atuações reais e convincentes, isso sim é uma produção de qualidade, não é como aquele lixo da Marvel Studios.”

Confira:

Parece que Rourke continua magoado por seu personagem ter sido retratado como um idiota no 2º filme do ‘Homem de Ferro‘.

Antes do lançamento do filme, o astro revelou que chegou a ficar preso de verdade por algumas semanas para encarnar o papel, na tentativa de fazer de Vanko um personagem odiado e temido.

Mas, no fim das contas, ele confessou que odiou o longa porque o vilão foi retratado de forma cômica e sem sentido.

Assista a nossa crítica de ‘Top Gun – Maverick‘:

A nova produção mostra Pete “Maverick” Mitchell (Cruise) diante de um dos desafios mais difíceis dos seus 30 anos de serviço: ele é selecionado para treinar uma equipe de graduados TOP GUN em uma missão da qual nenhum piloto vivo jamais participou.

Dirigido por Kosinski e com roteiro de Christopher McQuarrie e Peter Craig, o filme estrela Tom Cruise, Miles Teller, Val Kilmer, Kelly McGillis, Jennifer Connelly, Glen Powell, Monica Barbaro, Thomas McKenzie, Charles Parnell, Jay Ellis, Bashir Salahuddin, Danny Ramirez, Jon Hamm e Ed Harris. 

‘Yellowjackets’: Estreia da 2ª temporada foi a mais assistida da Showtime

A 2ª temporada da amada série ‘Yellowjackets‘ estreou no último dia 24 e quebrou recordes de visualizações do canal Showtime e da Paramount+.

De acordo com o Comic Book, a combinação dos números da plataforma de streaming no fim de semana de abertura e a transmissão de domingo na emissora, fez da estreia a mais assistida da história da Showtime, superando ‘Dexter: New Blood‘.

Em ambas as plataformas, a estreia da 2ª temporada de ‘Yellowjackets‘ acumulou quase 2 milhões de espectadores no fim de semana.

A audiência do episódio inaugural aumentou 110% em relação à estreia da 1ª temporada em novembro de 2021 e mais de 40% desde o final da 1ª temporada.

Através de um comunicado, Chris McCarthy, presidente da Showtime/MTV Entertainment Studios e da Paramount Media Networks, comemorou o sucesso:

“‘Yellowjackets‘ quebrou recordes como a estreia mais assistida de todos os tempos da Showtime, graças aos roteiristas Ashley Lyle e Bart Nickerson, ao showrunner Jonathan Lisco e nosso extraordinário elenco que levou a segunda temporada a alturas ainda maiores. Ao explorar nossa estratégia comprovada de promover séries em todo o nosso portfólio de marcas na Paramount Media Networks, ampliamos com sucesso o alcance e trouxemos novos espectadores para esta incrível série que habilmente combina terror psicológico, comédia sombria e drama sobre amadurecimento. “

Lembrando que o novo episódio vai ao ar no dia 31 de março, e a Paramount+ divulgou uma prévia inédita mostrando o que esperar do próximo capítulo.

Confira:

No Rotten Tomatoes, o novo ciclo abriu com nada menos que 94% de aprovação, com altíssima nota 8.45/10 baseada em 53 reviews.

Segundo o consenso geral, “já tendo causado uma primeira impressão surpreendente, Yellowjackets’ se lança a uma segunda temporada que nos prepara para o futuro – felizmente, suas excelentes performances e sua ambientação hipnotizante são bons substitutos para respostas rápidas”.

Confira os principais comentários:

“A série é um estudo do que, com o tempo, se perde e do que nunca desaparece” – Slant Magazine.

“O mistério persiste, que é o que torna Yellowjackets’ tão divertido, assim como seu tom” – Observer.

“[Esta temporada] deve colocar Shauna (Melanie Lynskey) no topo do panteão dos maiores anti-heróis da televisão de todos os tempos” – The Playlist.

“Este ainda é um dos programas mais viciantes, emocionantes e sombrios da TV – e desta vez é ainda maior e mais ousado” – Looper.com.

“Ao contrário de tantos programas anteriores, o sucesso de crítica e a popularidade de Yellowjackets’ não mudaram ou comprometeram sua qualidade de forma alguma” – Paste Magazine.

Criada por Ashley LyleBart Nickerson (‘Narcos’), a série é descrita como uma mistura de “sobrevivência épica, terror psicológico e drama”.

Uma equipe de talentosas estudantes se tornam improváveis sobreviventes de um acidente de avião, que cai em uma área remota e isolada. Enquanto acompanhamos a jornada delas de sobrevivência, vemos a vida que elas tentam reconstruir 25 anos após o acontecimento, provando que o passado nunca fica para trás.

O elenco conta com Melanie Lynskey, Tawny Cypress, Ella Purnell, Christina Ricci, Juliette Lewis, Sophie Nélisse, Jasmin Savoy Brown, Sophie Thatcher, Sammi Hanratty, Steven Krueger e Warren Kole.

‘The Mandalorian & Grogu’ deve ser o início de uma nova trilogia da saga ‘Star Wars’

No início da semana, a Lucasfilm e a Disney+ confirmaram que estão desenvolvendo um filme para expandir o universo da série ‘The Mandalorian‘.

Estrelada por Pedro Pascal, a atração já conta com três temporadas, e rumores sobre um filme já circulavam desde 2021.

E, de acordo com o Making Star Wars (via CBM ), o longa dirigido por Jon Favreau, criador da série, deve dar início a uma nova trilogia da saga espacial.

Ao que parece, essa trilogia também incluirá o filme ainda sem título de Dave Filoni, que conectará a trama de ‘The Mandalorian’ com ‘Ahsoka‘.

Já o terceiro filme é um completo mistério.

E por falar em ‘Ahsoka‘, a atração vai ganhar uma 2ª temporada, e página oficial do Twitter compartilhou a primeira imagem oficial, que traz duas silhuetas em cima da estátua de um dos deuses mortis, aquele que foi provocado no fim da 1ª temporada.

O que tudo isso significa? Só o tempo dirá…

Confira a arte:

Nas redes sociais, os fãs da saga espacial estão compartilhando diversas mensagens em tom de comemoração e expectativa pelos novos projetos.

Confira as reações:

Enquanto isso, vale lembrar que todos os episódios de ‘The Mandalorian‘ e ‘Ahsoka‘ estão disponíveis na Disney+.

Relembre o trailer:

Ambientada após a queda do Império, ‘Ahsoka‘ acompanha a Jedi renegada (vivida por Rosario Dawson) enquanto ela investiga uma ameaça emergente em um momento de vulnerabilidade da galáxia. Em meio à sua busca, ela terá de lidar com negócios inacabados pelos traumas de suas experiência de mestre e aprendiz ao lado da Mandaloriana Sabine Wren (Natasha Liu Bordizzo) e da lendária piloto rebelde Hera Syndulla (Mary Elizabeth Wintead).

Lars MikkelsenRay StevensonIvanna SakhnoDiana Lee InosantoDavid Tennant e outros também fazem parte do elenco.

Lost faz 20 anos | Uma das séries mais queridas de todos os tempos está na Netflix

Série fenômeno já passou por outros serviços de streaming no passado

Seguindo a mecânica de rotatividade no catálogo dos serviços de streaming, a Netflix incluiu no seu “cardápio” a presença de Lost – bem a tempo do aniversário de 20 anos da estreia da série. Não é a primeira vez que o título figura em uma empresa do tipo, visto que anteriormente o Prime Video detinha os direitos de exibição.

Esse é aquele tipo de seriado que dispensa maiores introduções e tem um nome automaticamente reconhecível para muitos. Iniciada em setembro de 2004, a série primeiramente introduziu para o público o acidente envolvendo o voo 815 da Oceanic que, durante o percurso Sidney\Los Angeles, sofreu uma queda em uma ilha paradisíaca mas completamente isolada.

Esse acidente, no entanto, foi apenas a primeira de muitas desventuras que os passageiros encontrarão na ilha que é tudo menos vazia. Criada pela dupla até então desconhecida J. J. Abrams e Damon Lindelof, Lost apresenta um leque bastante atrativo de personagens, cada um com personalidades definidas desde o início e que variam entre si; isso acaba tornando cada sobrevivente bastante único e cativante.

Variedade de personagens interessantes foi um dos segredos para o sucesso de “Lost”

Narrativamente falando a série utilizou um esquema de flashbacks intercalados com o presente; ou seja, em momentos chave de algum personagem em certo episódio a cena seguinte levaria a uma situação na vida dele antes de embarcar no avião e que, de alguma forma estaria relacionada com a questão que ele tinha quer resolver no presente. Dessa forma a direção consegue expor mais claramente um crescimento de determinado personagem.

Flashbacks aliás que possuem uma outra função narrativa e apresentaram para o mundo tanto uma característica artística de J. J. Abrams quanto pavimentaram a série para seu polêmico final: mystery box. Esse termo foi exposto pelo próprio Abrams anos depois de Lost como uma representação do estilo dele em fomentar um mistério ou uma questão em aberto para com o público durante todo o filme ou seriado, para que no final seja apresentada uma explicação.

Dessa maneira ele possui um jeito “simples” de manter o interesse do público até o fim. No entanto, o calcanhar de Aquiles dessa estratégia reside justamente na necessidade de elucidar o mistério e o quão tortuoso pode ficar o caminho da história até esse clímax. Lost ainda é, na filmografia do J. J. Abrams, um exemplo do quanto o uso de mystery box pode prejudicar a história que se deseja contar, pois dessa forma o foco maior é a questão em aberto e não os personagens ou seus objetivos. A partir do momento que eles deixam de ser o foco para um mistério, as chances da trama não terminar bem fechada é muito grande.

Por muitos anos o mistério do monstro de fumaça moveu a trama da série

Todos os problemas e questões levantados ao longo da projeção precisam de uma resposta que pode ou não ser coerente. No caso das desventuras dos sobreviventes na ilha, foi cometido o erro de acumular, ao longo de seis temporadas, inúmeras questões deixadas em aberto até chegar ao ponto que os personagens não mais tinham a trama girando para melhor trabalhá-los, mas havia se tornado o contrário; eles existiam unicamente para manter os mistérios no ar e produzirem novos.

Partindo para um ponto de vista da equipe técnica, é importante lembrar que Lost foi uma grande vitrine para muitos nomes famosos no cinema atual. O compositor Michael Giacchino se tornou muito mais proeminente no período em que esteve à frente das trilhas sonoras da série; em 2010 ele recebeu um Oscar de melhor Trilha Sonora Original por seu em trabalho em UP – Altas Aventuras.

Durante todo seu período de exibição, a série recebeu frequentes indicações ao Emmy e Golden Globe Awards, bem como vencendo diversos prêmios menores. Seu elenco e história instigantes eram constantemente apontados como o motivo do sucesso. Culturalmente, a série foi um fenômeno durante toda sua existência, sendo a primeira a inspirar o surgimento de comunidades inteiras em uma internet que ainda caminhava para algo mais abrangente. 

Ao mesmo tempo que Lost é um exemplo sobre o perigo de apoiar toda história em prol de mistérios, ela goza de muito carinho por aqueles que acompanharam todas as paranormalidades que aconteciam na ilha ou o drama pessoal de cada sobrevivente, servindo também como um exemplo positivo de bom desenvolvimento de personagens na televisão.

SUCESSO! ‘A Freira 2’ tem a maior estreia de um filme de terror na HISTÓRIA das bilheterias brasileiras

A tão aguardada sequência do filme de terror ‘A Freira‘ fez sua estreia triunfante nos cinemas brasileiros.

A Freira 2‘ chegou ao Brasil ontem (07) e imediatamente se tornou a maior bilheteria de estreia para um filme de terror no no país, combinando sua pré-estreia e o dia oficial de lançamento.

O filme já arrecadou impressionantes R$ 8 milhões em renda e atraiu um público de 380 mil espectadores.

Confira o Top 10 da última quinta-feira (07):

Confira nossa crítica:

No site agregador de críticas Rotten Tomatoes, o longa abriu com uma aprovação de 61%, e uma nota média de 5.6/10.

Confira algumas avaliações:

“‘A Freira 2’ tem algumas ideias interessantes e algumas sequências emocionantes…” – San Francisco Chronicle

“‘A Freira 2’ aumenta o fator medo ao adotar a abordagem “mais é mais” para tudo, desde cenários até mitologia. É uma entrada mais animada que tropeça em seus excessos e não consegue capturar o que tornou Valak tão assustador anteriormente” – Bloody Disgusting

“Em alguns aspectos, uma melhoria em relação ao seu antecessor, em outros não. Esta é finalmente mais uma entrada boa o suficiente que certamente prolongará a vida da série de forma lucrativa.” – Variety

“Quando até mesmo os produtores dos filmes estão perdendo o interesse pelas freiras malévolas, é hora de começar a procurar novas maneiras de ser assustador.” – Sydney Morning Herald

“‘A Freira 2’ é uma adição eficaz, sangrenta e impressionantemente assustadora ao universo de ‘Invocação do Mal’.” – Collider

Relembre o trailer:

Storm ReidAnna PopplewellKatelyn Rose DowneyJonas Bloquet e outros também fazem parte do elenco.

Bonnie Aarons reprisa seu papel como a criatura demoníaca.

1956 – França. Um padre é assassinado. Um mal está se espalhando. A sequência do sucesso ‘A Freira’ seguirá a Irmã Irene enquanto ela volta a enfrentar, cara a cara, o demônio VALAK – a freira demônio.

Michael Chaves, responsável pelo terror ‘A Maldição da Chorona‘ e por ‘Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio‘, entra como diretor. Akela Cooper, Ian Goldberg e Richard Naing assinam o roteiro.

Liam Neeson e Zachary Levi se unem em ‘Hotel Tehran’, novo thriller de ação de Guy Moshe

O astro Liam Neeson (‘Busca Implacável’) se junta a Zachary Levi (‘Shazam!’) no longa-metragem ‘Hotel Tehran’, um novo thriller de ação dirigido por Guy Moshe.

Segundo a Variety, o filme é baseado em um roteiro escrito por Moshe e Mark Bacci (‘Prisoner’s Daughter’), a partir de uma ideia original de Bazzel Baz (‘Lista Negra’).

“Estou emocionado em dar as boas-vindas a Liam Neeson em ‘Hotel Teerã'”, disse Moshe. “Ele é um verdadeiro ator e um ícone em nossa indústria. O personagem que ele interpreta, Larry, é complexo, irreverente e inspirado em pessoas reais. Eu sei que seus fãs ao redor do mundo vão adorar vê-lo assumir esse papel distinto e mal posso esperar para estar lá para capturá-lo”.

Neeson é conhecido por seu trabalho em dramas como ‘A Lista de Schindler’ e ‘Kinsey’, mas ele se tornou um ícone de ação desde ‘Busca Implacável’. Levi estrelou a franquia de super-heróis ‘Shazam!’ e ‘Chuck’.

Moshe dirigiu anteriormente o thriller de ação ‘Uma Cidade Sem Lei’ e o drama ‘Holly’.

‘Hotel Tehran’ ainda não tem data de lançamento definida.

Mel Gibson revela detalhes sobre SEQUÊNCIA de ‘A Paixão de Cristo’ e novo título; Confira!

O cineasta Mel Gibson voltou a falar sobre suas ideias para a sequência de ‘A Paixão de Cristo’ (2004). Segundo a Variety, o diretor revelou que a produção do filme — que está em desenvolvimento desde pelo menos 2016 — poderia começar em 2026.

“Espero que seja no próximo ano, em algum momento. Há muito a ser feito, porque é uma viagem alucinante”, disse ele.

Gibson também destacou que o roteiro é inovador, lembrando que vem escrevendo-o ao lado de Randall Wallace.

“Meu irmão, eu e o Randall todos nos reunimos nisso. Então, há boas cabeças trabalhando juntas, mas tem umas coisas malucas”, afirmou. “E eu acho que, para contar a história de verdade, você tem que começar com a queda dos anjos, o que significa que você está em outro lugar, em outro reino. Você precisa ir ao inferno”. 

O cineasta também revelou o título oficial do filme: ‘A Ressurreição de Cristo’.

No ano passado, foi divulgado que Gibson estava buscando locais para filmagem na Europa, supostamente visitando Malta antes de explorar diversas cidades antigas na região italiana do sul, Puglia.

Em uma entrevista de 2022 ao National Catholic Register, Gibson explicou que Ressurreição não será uma “narrativa linear”, acrescentando: “Você tem que contrastar o evento central que estou tentando contar com tudo o que acontece ao seu redor no futuro, no passado e em outros reinos, e isso está ficando um pouco sci-fi”.

A ideia de uma sequência para o filme tem sido aguardada há algum tempo, e agora parece que essa possibilidade está mais próxima de se concretizar.

Gibson havia confirmado que a trama vai narrar os eventos e milagres que ocorreram durante os 40 dias após a ressurreição e ascensão de Cristo.

“[A sequência] se chama ‘A Ressurreição‘. Estamos tentando criar uma história convincente e esclarecedora, e esperamos que a trama desperte uma nova sensação nas pessoas, sem criar algo estranho, porque é um assunto muito delicado.”

Para certificar-se que a sequência será tão boa quanto o primeiro, Gibson fez questão de continuar trabalhando com Randall Wallace, que até foi indicado ao Oscar por seu trabalho em ‘Coração Valente‘.

Vamos explorar significados mais profundas da história, e Randall Wallace está à altura da tarefa. Ele é um roteirista talentoso e um grande diretor. Ele dirigiu ‘O Céu É de Verdade‘ e outros grandes filmes.”, concluiu.

Lembrando que ‘A Paixão de Cristo‘ foi lançado em 2004 e se tornou um sucesso de crítica e público, arrecadando US$ 611 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de  US$ 28 milhões.

‘A Paixão de Cristo’ está disponível no Prime Video.

‘Vingadores: Apocalipse’: Nicholas Hoult comenta possível retorno como Fera após ‘Superman’

‘Vingadores: Apocalipse’ está em produção e o longa, que vai abordar a guerra multiversal da Marvel, terá diversas participações especiais, incluindo a dos antigos X-Men da Fox. Agora, o ator Nicholas Hoult, que viveu o Fera, revelou se seu trabalho na DC pode atrapalhar um possível retorno.

Vale lembrar que Hoult está atualmente nos cinemas interpretando Lex Luthor em ‘Superman’.

Segundo o ComicBook, Hoult explicou que acredita que seu papel em ‘Superman’ não o atrapalha, pois ele simplesmente nunca pensou que voltaria:

“Não”, respondeu Hoult. “Acho que eu não tinha muita chance mesmo assim”, completou rindo.

Hoult interpretou o Fera pela primeira vez em ‘X-Men: Primeira Classe’ (2011) e reprisou o papel em mais três continuações. Sua última aparição como o personagem foi em ‘X-Men: Fênix Negra’ (2019).

Vale lembrar que ‘Vingadores: Apocalipse’ chega aos cinemas no dia 01 de maio de 2026.

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

robert downey jr dr destino marvel vingadores
robert downey jr dr destino marvel vingadores

‘Influencer do Mal’: Novo documentário da Netflix já foi visto por 15 milhões de pessoas

A Netflix acaba de encontrar seu primeiro longa de sucesso do ano. O documentário ‘Influencer do Mal: A História de Jodi Hildebrandt’ disparou para o topo do ranking global, acumulando impressionantes 15 milhões de visualizações na plataforma, desde sua estreia no dia 30 de dezembro.

Segundo dados do Deadline, a produção de crimes reais não apenas liderou, como superou títulos de peso no catálogo em língua inglesa, consolidando-se à frente de:

‘Guerreiras do K-Pop’, ‘Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out’, ‘Adeus, June’ e ‘O Grinch’.

O documentário narra como a participação de Hildebrandt nos crimes foi apenas uma das camadas de uma complexa rede de manipulação que envolvia sua empresa de coaching, a ConneXions, e explora a influência da comunidade mórmon local no caso.

Sob a direção de Skye Borgman e produção executiva de Jimmy Fox e Emily Bon, a obra também aborda o papel de Kevin Franke, ex-marido de Ruby, que atualmente detém a guarda dos seis filhos do casal após o colapso da família diante do escrutínio público e judicial.

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‘Lanternas’: Ryan Reynolds vai VOLTAR como Lanterna Verde? James Gunn responde!

James Gunn, o chefe do DCU, usou suas redes sociais para se manifestar sobre um rumor que vinha ganhando força na internet: o de que Ryan Reynolds reprisaria seu papel como Hal Jordan em ‘Lanternas’, nova série da HBO.

O cineasta negou categoricamente o boato e explicou o mal-entendido.

“Na verdade, não. O Ryan me escreveu para me parabenizar no dia em que consegui o papel, e eu brinquei perguntando se ele estava pronto para vestir o traje novamente. Ele respondeu na brincadeira também”, afirmou nas redes sociais.

Para quem não se lembra, Ryan Reynolds interpretou o herói no filme ‘Lanterna Verde’ (2011). O longa foi um enorme fracasso de crítica e público, sendo considerado até hoje um dos piores filmes de super-heróis já feitos, e alvo constante de piadas do próprio ator na franquia ‘Deadpool’.

Apesar de não contar com Reynolds no elenco, a produção da série segue a todo vapor.

O HBO Max divulgou recentemente um vídeo com suas próximas grandes estreias e aproveitou para revelar as primeiras cenas inéditas da atração.

Confira, a partir de 00:36:

A série está programada para estrear em 16 de agosto na plataforma de streaming.

Em uma recente entrevista ao The Today Show (via CBR), o astro Kyle Chandler, que interpreta Hal Jordan na vindoura atração, trouxe alguns detalhes sobre o projeto e revelou que nunca se divertiu quanto no set de gravações.

“Nunca me diverti tanto gravando algo como nesse projeto”, ele disse. “As pessoas envolvidas foram absolutamente maravilhosas, do início ao fim. Não tenho palavras para descrever [o showrunner] Chris Mundy, os produtores e o pessoal da DC. Foi uma experiência excelente e espero que a série seja tão boa quanto a experiência que tive [gravando-a]. Trabalhei com Aaron Pierre e nos divertimos muito; e Kelly Macdonald foi simplesmente fantástica”.

A atração contará com oito episódios, sendo exibida simultaneamente na HBO e na plataforma da Max, em vez de estrear sob a marca Max Originals.

O projeto, que integra o capítulo ‘Deus e Monstros‘ do DCU, terá um tom sombrio, inspirado em ‘True Detective‘.

James Hawes comanda os dois primeiros episódios e assume a cadeira de produtor executivo. Stephen WilliamsGeeta Vasant PatelAlik Sakharov também comandam a produção.

O elenco de ‘Lanternas’ também conta com Garret Dillahunt, Poorna Jagannathan, Ulrich Thomsen, Jasmine Cephas Jones, Sherman Augustus, J. Alphonse Nicholson, Jason Ritter, Nathan Fillion, Chris Coy, Cary Christopher e Paul Ben-Victor.