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Christopher Nolan revela quem é o seu preferido para viver o ‘Lanterna Verde’

Durante uma entrevista para o Geeks of Color, Christopher Nolan revelou quem é seu preferido para viver o ‘Lanterna Verde’ nas telonas.

Questionado se toparia dirigir um filme do herói estrelado por John David Washington, astro de ‘Tenet‘, o diretor respondeu:

“Acredito que meus dias na DC estão encerrados, mas John com certeza seria uma excelente escolha para o Lanterna Verde.”

Vale lembrar que Nolan dirigiu a trilogia ‘O Cavaleiro das Trevas‘, e muitos fãs ficariam animados com a ideia.

 

E aí, você gostaria de ver o astro atuando como John Stewart?

Lembrando que ‘Tenet‘ tem estreia no Brasil prevista para 29 de Outubro.

Crítica | Tenet é TUDO que se espera de um filme do Christopher Nolan

Armado com apenas uma palavra – Tenet – e lutando pela sobrevivência do mundo inteiro, o Protagonista viaja através de um mundo crepuscular de espionagem internacional em uma missão que irá desenrolar em algo para além do tempo real. Não viagens no tempo. Inversões.

O elenco também conta com Robert Pattinson, Elizabeth Debicki, Michael Caine, e Kenneth Branagh.

Vovó mostra todo seu potencial em clipe hilário de ‘Space Jam: Um Novo Legado’

A Warner Bros. divulgou um novo comercial inédito do aguardado ‘Space Jam: Um Novo Legado’, focado na Vovó.

O clipe começa com a vovó na quadra fazendo seus movimentos elegantes, e provocando o time adversário.

Nós então vemos mais cenas do Piu-Piu, embora ela esteja sendo pisoteado pela equipe adversária.

Confira:

O filme tem estreia prevista para o dia 15 de julho nos cinemas nacionais.

Durante uma viagem aos estúdios Warner Bros., o superastro LeBron James e seu filho acidentalmente ficam presos dentro de um mundo com todas as histórias e personagens da companhia, sob o controle de uma força poderosa e conturbada chamada Al G (Don Cheadle). Com a ajuda de Pernalonga, LeBron deve navegar através de um universo recheado de cenas de filmes icônicos e personagens conforme reúnem os Looney Tunes para resgatar o filho perdido. Para voltar para casa, LeBron e a turma devem desvendar o misterioso plano de Al G e vencer um épico jogo de basquete contra versões de game de lendas da NBA.

O elenco conta também com Sonequa Martin-Green (‘Once Upon a Time’‘Star Trek: Discovery’).

Andrew Dodge (‘Palavrões‘) roteiriza.

O original foi estrelado pelo ex-jogador profissional de basquetebol Michael Jordan, que atuava com os personagens mais famosos da Looney Tunes.

LeBron James estreou nos cinemas na comédia ‘Descompensada‘, interpretando uma versão de si mesmo. Ele também já possui um Oscar de Melhor Curta em Animação.

“Salvem T’Challa”: Fãs pedem reescalação do ‘Pantera Negra’ em meio às controvérsias envolvendo Letitia Wright

Desde a trágica morte Chadwick Boseman, vítima de câncer de cólon no ano passado, a Marvel vem mantendo em segredo qual será o destino de T’Challa, o Pantera Negra. De qualquer forma, Kevin Feige e os demais representantes do estúdio garantiram que o personagem não seria reescalado em respeito à memória de Chadwick.

Agora, após ‘Pantera Negra: Wakanda Forever’ sofrer vários adiamentos pela suposta resistência da atriz Letitia Wright à vacinação, os fãs começaram uma campanha pedindo que o personagem seja interpretado por outro ator.

Na rede social, os internautas fizeram um apelo à Marvel Studios, pedindo a reescalação do herói T’Challa, alegando que a decisão facilitaria a condução da sequência.

Vale lembrar que os rumores relacionados à Wright nunca foram confirmados e podem ser meros boatos.

Confira algumas das reações dos internautas:

“Chadwick Boseman não é Tchalla. Tchalla não é Chadwick Boseman. Tchalla é a Pantera Negra. Chadwick sabia disso. A história de Tchalla está apenas começando. Não posso matá-lo depois de um filme.”

“Eu vejo a hashtag #recastTchalla circulando por aí e na minha opinião, eu acho que eles deveriam reescalar T’Challa. eu acredito que o Chadwick ia querer que o personagem vivesse. Então eu acho que seria melhor reescalá-lo de alguma forma que respeitasse o legado do Chadwick”. 

“Eu acho o Chadwick para sempre, mas eu acho que els deveriam #recastTchalla. Acho que a Shuri ainda precisa do T’Challa ao seu lado se ela for a atenção principal no futuro e claro, ele merece uma despedida apropriada”.

“Eu sei que essa é uma percepção mais dura, mas muito desses rumores de drama em Pantera Negra 2 teriam sido evitáveis se eles reescalassem T’Challa. Eu sei que as pessoas amavam o Chadwick Boseman e eu também, mas o personagem possui mais histórias para contar”. 

“Reescalem ela e T’Challa e sigam em frente”. 

“Nesse ponto, engavetem o filme temporariamente. Use o multiverso para apresentar uma ‘nova’ Shuri e possivelmente um novo T’Chall ou algo do tipo”. 

“O irmão do Chadwick literalmente deu às pessoas sua benção para reescalar T’Challa. A Marvel está fazendo toda essa bobagem por medo de perder dinheiro. Eles já vão perder dinheiro de qualquer jeito! Pantera Negra não tem futuro sempre o Pantera Negra”. 

“Sim. Eu sei que não era uma opinião popular naquela época e isso tudo ainda é um assunto muito sensível emocionalmente para todos – família, fãs, elenco e equipe técnica. Mas eu ainda acho que em algum momento nós veremos outro ator assumindo o papel de T’Challa”. 

O lançamento filme foi adiado de 08 de julho de 2022 para 11 de novembro de 2022.

Lembrando que o Production Weekly vazou a sinopse do longa, que coloca Atlantis e Namor na sequência.

“Tanto Wakanda quanto Atlantis são civilizações ocultas com tecnologia avançada e maiores capacidades militares que decidiram se separar do resto do mundo para sua própria segurança e, de certa forma, por medo. Wakanda temia que sua tecnologia fosse abusada. Alantis temia que os habitantes da superfície viessem profanar a cidade mítica como o fizeram há tantos anos  

No entanto, seus medos são ainda mais intensificados quando essas duas nações, uma vez ocultas, colidem uma com a outra. Wakanda e Atlantis têm uma história surpreendentemente entrelaçada. Wakanda é o único país do mundo com acesso ao vibranium. no entanto, rumores sobre seu poder estão se espalhando pelo mundo, e o pai humano de Namor foi enviado para procurar por este material raro na Antártica. A guerra vai começar.”

Tenoch Huerta será o Namor.

Ryan Coogler retorna como diretor e roteirista.

‘Pantera Negra’ foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, torno-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.

Você PRECISA assistir a esse suspense nos cinemas…

No finalzinho de 2022, chegou aos cinemas um filme de suspense brilhante que tem sido pouco divulgado. Hoje, o editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em vídeo do ótimo ‘O Menu‘, que vai te surpreender.

A história traz um casal (Anya Taylor-Joy e Nicholas Hoult) que viaja para uma ilha na expectativa de comer no restaurante de um chef reconhecido (Ralph Fiennes) e o cardápio possui algumas surpresas chocantes.

Assista a crítica:

Crítica | O Menu serve torta de climão com rocambole de desespero… e é ASSUSTADOR!

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, o diretor Mark Mylod (‘Qual Seu Número?’) revelou como ele conseguiu criar um dos filmes mais surpreendentes de 2022.

No Rotten Tomatoes, o longa conquistou 87% de aprovação.

Das 38 críticas publicadas até o momento, 33 são positivas e apenas 5 são negativas.

Entre os comentários, os jornalistas elogiaram a versatilidade de Mylod ao misturar elementos cômicos para criar uma atmosfera crítica, evidenciando como as classes sociais mais baixas são afetadas pela máquina do capitalismo.

Confira as avaliações:

‘O Menu‘ traz críticas satíricas enraivecidas sobre a divisão de classes e como os ricos são um poço sem fundo de necessidades que nunca serão satisfeitas.” – Deadline.

“Correndo o risco de soar piegas: é uma nova versão de um sabor familiar, como sorvete de picles ou hambúrguer de chocolate. ‘O Menu‘ faz piadas temáticas ao mesmo tempo em que encontra uma forma de passar a mensagem: ‘o capitalismo é uma praga’.” – Variety.

“‘O Menu’ é deliciosamente retorcido, pois acerta em cheio na indústria de restaurantes e na cultura gastronômica. Ralph Fiennes é intenso, mas hilário, enquanto o chef enlouquecido e Anya Taylor-Joy continuam a impressionar. As maiores e mais divertidas risadas que dei em um filme o ano todo.” – Cody Leach.

“A delicada dança de violência, comédia e encenação artística de ‘O Menu‘ se combinam para fazer deste um dos filmes mais satisfatórios do ano.” – Paste Magazine.

“Em última análise, ‘O Menu‘ é o dedo médio do esnobismo e da dinâmica social moderna, contada de uma forma deliciosamente intensa e hilariante.” – io9.

“É lúdico e instigante de todas as maneiras certas, e é um espelho do consumo de arte cada vez mais superficial da sociedade. Mylod provou ser um cineasta extremamente versátil, e ‘O Menu‘ é toda a evidência que você precisa.” – Film Inquiry.

Confira o trailer:

O elenco conta também com Hong Chau, Janet McTeer, Judith Light, Reed Birney, Paul Adelstein, Aimee Carrero, Arturo Castto, Mart St. Cyr, Rob Yan e John Leguizamo.

Um dos MELHORES filmes da franquia ‘Jogos Mortais’ estreia na Netflix e Prime Video

O primeiro ‘Jogos Mortais’ foi lançado em 2004 e se tornou um clássico do terror moderno ao entregar uma trama inovadora e mirabolante, usando poucos elementos para chocar com uma reviravolta final digna e surpreendente. Foi o primeiro grande filme do diretor James Wan, que se tornou um mestre do terror e nos entregou as franquias ‘Invocação do Mal’ e ‘Sobrenatural’.

Como todo filme de sucesso, a sequência aterrizou no ano seguinte trazendo mais personagens, mais mortes, mais sangue… e menos genialidade. A trama de John Kramer, o paciente terminal que decide fazer as pessoas valorizarem a própria vida através de um jogo mortal, foi contada através de sete filmes – que arrecadaram US$ 820 milhões em bilheterias do mundo todo e figuraram no Guinness Book como a “Franquia de terror de maior sucesso” de todos os tempos.

A cada produção, a qualidade caia e a franquia começou a demonstrar sinais de cansaço, sendo “finalizada” com o fraquíssimo ‘Jogos Mortais – O Final’.

Sete anos depois, a Lionsgate viu a chance de reviver a franquia com ‘Jogos Mortais – Jigsaw’, trazendo os irmãos Michael e Peter Spierig – do sensacional ‘O Predestinado’ (Predestination, 2014) – para dirigir o novo filme e dar novo fôlego para a franquia.

Jogos Mortais 8 – Jigsaw‘ traz vários corpos surgindo, cada um tendo encontrado uma morte unicamente horrível. À medida que as investigações começam, todas as evidências apontam para um homem: John Kramer – O JIGSAW. Mas como isso poderia acontecer? O homem conhecido como Jigsaw está morto há mais de uma década! Teria um aprendiz assumido o manto do Jigsaw, ou alguém que está comandando as investigações?

Assista ao trailer:

O protagonista da vez é Logan Nelson (Matt Passmore), um investigador que precisa reunir as peças do quebra-cabeça, e tem uma certa empatia com o público por ter uma história trágica como pano de fundo. Ele conta com a ajuda de uma cientista-forense (Hannah Emily Anderson) para descobrir se John Kramer está vivo, ou se conseguiu recrutar um novo seguidor.

O elenco ainda tem como destaque Laura Vandervoort (‘Supergirl’) e Paul Braunstein, as novas vítimas das armadilhas do Jigsaw.

O filme começa bem, apresentando novas vítimas sendo assassinadas de maneiras brutais dentro de um covil, com cenas extremamente gore e sangrentas que vão alegrar aos fãs dos filmes de terror. Algumas das armadilhas são geniais, e conseguem trazer a angústia e desespero dos três primeiros filmes da saga.

Os diretores Michael e Peter Spierig trazem um toque diferente para o mise-en-scène, tirando a paleta azul e escura dos filmes anteriores da franquia e criando cenas assustadoras à luz do dia, algo inovador e bastante interessante.

Porém, as várias reviravoltas clássicas da franquia começam a cansar o espectador, trazendo revelações que não são tão plausíveis e não convencem. Ao invés de executar uma história que servisse como um reboot, o roteiro de Josh Stolberg e Pete Goldfinger (‘Piranha 3D’) peca ao continuar a trama dos filmes anteriores, que já demonstrava cansaço. A reviravolta final deve dividir a opinião dos fãs, usando um artifício batido e replicado exaustivamente nos filmes anteriores.

Por fim, ‘Jogos Mortais 8 – Jigsaw‘ promete agradar aos fãs da franquia pela nostalgia, e aos fãs do gênero terror pelas cenas brutais e violentas.

‘Deadpool e Wolverine’ ganha trailer cheio de SPOILERS comemorando recordes de bilheterias

‘Deadpool & Wolverine’ já se estabeleceu como um marco no cinema, superando uma série de recordes desde o seu lançamento. O longa, que marca o retorno de Ryan Reynolds e Hugh Jackman como os icônicos mutantes, já arrecadou impressionantes US$ 516,8 milhões em bilheteira mundial e US$ 568,8 milhões apenas na estreia nos EUA.

O filme ganhou um trailer comemorando os recordes de bilheteria após superar ‘Coringa‘ como a maior bilheteria Rated-R de todos os tempos. Com US$ 1,08 bilhão em seus cofres, o filme de Shawn Levy enfrenta uma competição assustadora nas bilheterias neste fim de semana com ‘Alien: Romulus‘ entrando em cena.

Assista:

O filme ultrapassou ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ como a 11ª maior bilheteria da Marvel.

Confira o Top 12:

1. Vingadores: Ultimato – US$ 2.748.242.781
2. Vingadores: Guerra Infinita – US$ 2.048.359.754
3. Homem-Aranha: Sem Volta para Casa – US$ 1.908.532.719
4. Os Vingadores – US$ 1.515.100.211
5. Vingadores: Era de Ultron – US$ 1.395.316.979
6. Pantera Negra – US$ 1.334.157.082
7. Homem de Ferro 3 – US$ 1.215.392.272
8. Capitão América: Guerra Civil – US$ 1.151.899.586
9. Homem-Aranha: Longe de Casa – US$ 1.132.937.929
10. Capitã Marvel – US$ 1.129.576.094
11. Deadpool e Wolverine – US$ 1.085.616.895
12. Doutor Estranho no Multiverso da Loucura – US$ 952.224.986

O longa já arrecadou impressionantes US$ 1,085 bilhão  e desbancou o sucesso de ‘Coringa’, que havia arrecadado US$ 1,074 bilhão em 2019.

É importante destacar que ‘Deadpool e Wolverine’ alcançou a marca de US$ 1 bilhão em um tempo recorde, superando a bilheteria de ‘Coringa’, mesmo com o filme de Joaquin Phoenix não tendo sido lançado na China.

Além disso, o filme se consolidou como o segundo maior sucesso de bilheteria de 2024, atrás apenas de ‘Divertida Mente 2’.

Aqui estão todos os outros recordes que o filme já bateu:

  • Maior bilheteria da história para um filme para maiores, desbancando ‘Coringa’ (US$ 1,074 bilhão em 2019)
  • Maior estreia mundial para um filme para maiores de idade: Superou ‘Coringa’ (2019), que arrecadou US$ 147 milhões.
  • Maior estreia para um filme para maiores nos EUA: Superou ‘Deadpool’ (2016), que arrecadou US$ 132,4 milhões.
  • Maior estreia da carreira de Ryan Reynolds nos EUA: Superou ‘Deadpool’ (2016), com US$ 132,4 milhões.
  • Maior estreia da carreira de Hugh Jackman nos EUA: Superou ‘X-Men: O Confronto Final’ (2006), que arrecadou US$ 102,7 milhões.
  • Maior estreia da carreira de Shawn Levy nos EUA: Superou ‘Uma Noite no Museu 2’ (2009), que arrecadou US$ 54,1 milhões. 

Assista nossa entrevista e siga o CinePOP no Youtube:

A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman estrelam como Deadpool e Wolverine, respectivamente.

O elenco ainda conta com Emma Corrin (Cassandra Nova), Morena Baccarin (Vanessa), Rob Delaney (Peter), Leslie Uggams (AI Cega), Karan Soni (Dopinder) e Matthew Macfadyen (Paradox).

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) é o responsável pela direção.

Tom Cruise já tem um escolhido para substituí-lo na franquia ‘Missão: Impossível’

A franquia ‘Missão: Impossível’ é um dos grandes sucessos da carreira de Tom Cruise, com o astro sendo o protagonista da saga, que se mantém relevante ao longo dos anos.

Embora Cruise já tenha afirmado que pretende continuar atuando como Ethan Hunt por mais tempo, o ator supostamente já escolheu seu substituto para a série de filmes de ação.

De acordo com o insider Jeff Sneider, Tom Cruise deseja que Glen Powell assuma um papel de liderança em ‘Missão: Impossível’ no futuro.

Amigo de Tom Cruise, o ator Glen Powell já trabalhou com o protagonista de Missão: Impossível no sucesso ‘Top Gun: Maverick’. Powell está em ascensão na carreira, tendo protagonizado recentemente longas como ‘Assassino por Acaso’, ‘Todos Menos Você’ e ‘Twisters’. 

No entanto, Powell reagiu com bom humor, revelando um motivo hilário para descartar seu envolvimento com a série de filmes de ação.

“Minha mãe nunca me deixaria substituir o Tom Cruise”, declarou Glen Powell.

Vale lembrar que, ainda com Tom Cruise como a grande estrela da franquia, ‘Missão: Impossível – O Acerto Final’ ganhou trailer e pôster oficial nesta semana.

Confira o cartaz, o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Na trama, Ethan Hunt e sua equipe da IMF embarcam em uma missão perigosa e de vingança para recuperar uma nova arma que ameaça toda a humanidade e enfrentar o maior vilão de seu passado.

Missão: Impossível – O Acerto Final‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 22 de maio de 2025.

Além de Tom Cruise, a produção contará com o retorno de Hayley Atwell, Ving Rhames, Simon Pegg, Esai Morales, Pom Klementieff, Vanessa Kirby, Mariela Garriga, Henry Czerny, Shea Whigham, Greg Tarzan Davis, Charles Parnell e Frederick Schmidt.

Holt McCallany, Janet McTeer, Nick Offerman, Hannah Waddingham, Katy O’Brian e Stephen Oyoung completam o elenco.

Christopher McQuarrie retorna à direção, além de assinar o roteiro.

O orçamento do filme está na casa dos US$ 300 milhões, o mais caro da franquia.

O capítulo anterior, ‘Missão Impossível: O Acerto de Contas‘, encerrou oficialmente a sua exibição nos cinemas com “apenas” US$ 566 milhões mundialmente.

Assista à nossa crítica do sétimo filme:

Crítica | Os Amigos

As palavras de amizade e conforto podem ser curtas e sucintas, mas o seu eco é infindável. Exibido no Festival de Gramado do ano passado e com algumas passagens em outros festivais aqui no Brasil, o simpático filme Os Amigos é uma fábula moderna sobre um homem e suas depressões cotidianas causadas por abalos emocionais em muitos campos de sua vida. Protagonizado pelo competente Marco Ricca, e com a maravilhosa Dira Paes como coadjuvante, o trabalho dirigido pela cineasta Lina Chamie é uma jornada inteligente sobre as reflexões que passamos ao longo de muitos momentos de nossas vidas. É o tipo de filme que faz constantes paralelos com a realidade de cada um de nós.

Ao longo dos 90 minutos de fita, acompanhamos um momento de incertezas e depressões sociais na vida do arquiteto Téo (Marco Ricca), um homem solitário que sofre um grande abalo quando sabe do falecimento de seu melhor amigo de infância. Téo é um ser sozinho, divide suas angústias apenas com sua melhor amiga Majú (Dira Paes) que vive tentando arranjar uma companheira para ele. Enfrentando seu passado e tentando achar alguma luz em seu futuro, o protagonista leva o público em uma jornada sobre os momentos de reflexões sobre a vida, situação em que todos nós já estivemos, estamos ou vamos estar.

O roteiro, assinado pela própria diretora, um dos bons destaques dessa produção, teve altas influências do poema Fábula de um Arquiteto, de João Cabral de Melo Neto e do romance Ulysses, de James Joyce. Com essas referências, foi moldada uma história que mais parece aqueles livros adolescentes que falam sobre complexos pensamentos de maneira poética, beirando a trivialidade e deixando o espectador argumentar sobre os inúmeros assuntos colocados à mesa.

Os Amigos não é só um filme só sobre amizade, é um trabalho que busca uma lógica para a arte do sonhar. As cenas do zoológico, os paralelos com o cotidiano agitado do protagonista e os inúmeros raciocínios feitos ao longo da fita, tiram o público da zona de conforto. Para contextualizar alguns pensamentos, a diretora afasta o público da realidade, com cenas que parecem desenhos animados, mas sempre falando sobre ela. É uma criatividade que produz a originalidade. Mais filmes nacionais deveriam seguir esse caminho, o do tentar apresentar uma história original que realmente nos fazem pensar sobre as nossas próprias vidas.

10 filmes para ficarmos de olho na edição 2025 do CineOP

Um dos festivais de cinema mais interessantes do país está prestes a começar: a Mostra de Cinema de Ouro Preto. Em sua edição de 20 anos, o evento reúne 144 filmes que serão exibidos entre os dias 25 e 30 de junho, transformando a cidade histórica — reconhecida como Patrimônio da Humanidade — em uma verdadeira festa para os amantes da sétima arte. Abaixo, destacamos algumas obras para ficarmos de olho:

 

Escasso, de Clara Anastácia e Gabriela Gaia Meirelles

 

Escasso acompanha Rose, uma passeadora profissional de pets que apresenta sua nova casa para uma equipe documental enquanto celebra a realização de um sonho: o da casa própria, mesmo que ocupada. Enquanto diz cuidar do imóvel e aguardar o retorno da proprietária, a nova “inquilina” cria intimidade com a casa, assumindo um estado de paixão pela dona ausente. (Sinopse Oficial).

 

A Carta de Mudan e as Oito Primaveras, de Pedro Nishi

Após oito anos, uma jovem chinesa e sua família reencontram um amigo brasileiro. (Sinopse Oficial).

 

Zizi (Ou a Oração da Jaca Fabulosa), de Felipe M. Bragança

Filmado na Baixada Fluminense, ZIZI é um documentário fabular sobre a vida de duas pragas: uma fruta alienígena (a jaca) e uma mulher indígena (a avó do cineasta). (Sinopse Oficial)

 

Um Olhar Inquieto: o Cinema de Jorge Bodanzky, de Liliane Maia e Jorge Bodanzky

Em 1973, Jorge Bodanzky, filmando para a TV alemã, capturou uma imagem intrigante: uma grande maloca em meio à densa floresta amazônica, cercada por indígenas isolados tentando atingir o avião com flechas. Meio século depois, o registro recuperado pelo Instituto Moreira Salles, leva o cineasta de volta a Aripuanã. O filme conecta o passado e o presente, explorando sua trajetória e os mistérios da Amazônia a partir dos seus inúmeros rolos de super-8. (Sinopse Oficial).

 

Paraíso, de Ana Rieper

 

Documentário sobre as heranças da condição colonial brasileira na vida diária hoje. A partir de uma narrativa musical e do uso de material de arquivo de naturezas diversas o filme propõe uma viagem inquieta por relações forjadas pela posse de terras e pessoas. Uma sinfonia popular sobre violência, resistência, força e afeto. (Sinopse Oficial).

 

Os Ruminantes, de Tarsila Araújo e Marcelo Mello

 

Em 1967, Luiz Sergio Person e Jean-Claude Bernardet escreveram o roteiro daquele que seria um de seus mais importantes filmes: “A Hora dos Ruminantes”, mas que nunca foi filmado. “Os Ruminantes” conta esta história, sobre o cinema brasileiro das décadas de 60 e 70 e suas questões políticas, além de fazer revelações de documentos confidenciais da Ditadura Militar em diálogo com Hollywood. (Sinopse Oficial).

 

Meu Pai e Eu, de Thiago Moulin

 

Dez anos após a morte do pai, o diretor Thiago Moulin abre a mala que herdou com fragmentos de uma vida inteira. Entre desejos interrompidos e silêncios familiares, ele tenta quebrar os diversos ciclos de ressentimento que atravessam sua família. (Sinopse Oficial).

 

Brasiliana: o Musical Negro que Apresentou o Brasil ao Mundo, de Joel Zito Araújo

Brasiliana, o musical negro que apresentou o Brasil ao mundo, resgata a trajetória da companhia de teatro de revista Brasiliana que percorreu mais de 90 países ao longo de seus 25 anos de atividade. (Sinopse Oficial).

 

Itatira, de André Luís Garcia

Em um pequeno município do interior do Ceará — que dá nome ao filme — um suposto espírito começa a se manifestar dentro de uma escola, fazendo os estudantes passarem mal de algumas formas. Com a recorrência dos episódios, o caso rapidamente desperta o interesse da mídia, que transforma a situação em um espetáculo sensacionalista, afetando de maneira profunda e desestabilizadora a rotina dos moradores da região.

 

A Nave que Nunca Pousa, de Ellen Morais

A Nave Que Nunca Pousa paira sobre uma comunidade quilombola no sertão da Paraíba. Os moradores locais precisam lidar com as consequências desse acontecimento. Uma ficção científica documental nas terras de Aruanda. (Sinopse Oficial).

 

 

 

 

 

Rachel McAdams | Do Pior ao Melhor – Ranqueamos todos os filmes da atriz

Hoje, dia 17 de novembro, a talentosa atriz Rachel McAdams completa 42 anos de vida. É, parece que foi ontem que vimos ela como uma menina colegial ao lado de Lindsay Lohan e envolvida num romance pós-adolescente com Ryan Gosling em filmes como Meninas Malvadas e Diário de uma Paixão. Mas só para termos uma ideia, ambos completam dezesseis anos de seu lançamento em 2020. Pois é.

Indicada ao Oscar em 2016, a honraria foi apenas o ápice do que vinha sendo as boas escolhas consecutivas desta carismática, mas talvez ainda subestimada, jovem artista. Seu potencial é grande, e com apenas 37 créditos como intérprete em sua filmografia, a canadense McAdams ainda possui uma trajetória longa de muito sucesso (assim esperamos) pela frente, e temos certeza que grandes prêmios não demorarão a chegar para ela.

Como forma de comemorar o aniversário de Rachel McAdams resolvemos investir numa empreitada audaciosa, aproveitando que ela não tem ainda um currículo muito extenso. Para a homenagem, fizemos um ranking com todos os filmes da atriz, escalando seus longas do pior até o melhor. Veja abaixo e não esqueça de comentar qual a sua ordem de preferência. Ah sim, para que não haja grande comoção, usamos como base as notas de seus filmes, tirando uma média entre a avaliação da crítica (no Rotten Tomatoes) e do grande público (no IMDB). Vamos lá

Sob o Mesmo Céu (2015)

O diretor Cameron Crowe sem dúvidas é talentoso, e tem no currículo bons filmes como Jerry Maguire (1996), e até mesmo uma obra-prima, vide Quase Famosos (2000). Mas quando ele erra, erra feio, que o diga Tudo Acontece em Elizabethtown (2005). No entanto, Crowe e Pabllo Vittar foi ainda mais longe entregando esta obra que, entre outras coisas, foi considerada racista colocando a caucasiana Emma Stone como descendente de asiática. Mesmo com um timaço que conta ainda com Bradley Cooper e Bill Murray esse é um filme difícil de assistir. Ainda bem que McAdams tem um papel pequeno – deixando o mico maior para Cooper e Stone.

Garota Veneno (2002)

Para percebermos o tamanho da falta de prestígio do item acima, era esperado que o pior filme de Rachel McAdams fosse essa comédia escrachada, veículo para o humorista pra lá de sem-graça Rob Schneider (parça de Adam Sandler). Essa é uma história sobre troca de corpos, onde uma patricinha (McAdams) se vê no corpo de um assaltante (Schneider) e vice versa. Nem podemos culpar a atriz, já que este foi seu primeiro papel de destaque no cinema.

Tudo Vai Ficar Bem (2015)

Apesar do prestígio dos nomes envolvidos, este é um dos filmes menos apreciados da carreira da atriz, que igualmente tem um papel menor de coadjuvante no longa. Essa foi a chance de McAdams ser comandada por um diretor do porte do alemão Wim Wenders. Na trama, quem protagoniza é James Franco, como um escritor que acidentalmente atropela um menino e segue sem prestar socorro. O fato será seu tormento. Charlotte Gainsbourg também está no elenco.

Paixão (2012)

Por falar em diretores renomados comandando filmes nada apreciados, aqui temos ninguém menos que o icônico Brian De Palma (que já viu dias melhores) à frente deste remake do francês Crime de Amor (2010). Na trama, McAdams e a sueca Noomi Rapace são duas rivais numa agência de publicidade, indo até as últimas consequências em seus jogos de manipulação. O thriller ficou conhecido pelas cenas quentes envolvendo as atrizes.

Para Sempre (2012)

No mesmo ano de Paixão, era lançado esse romance meloso com toda a cara de uma adaptação de livro do autor Nicholas Sparks. Para a surpresa geral, esta é uma ideia “original”. McAdams faz par com Channing Tatum, e eles vivem um casal perfeito até um acidente coloca-la em coma. Agora, ela acorda com amnésia, e cabe ao maridão reconquistá-la novamente. O longa conta ainda com os veteranos Jessica Lange e Sam Neill no elenco.

Gente de Sorte (2008)

Fala a verdade, você nunca havia ouvido falar sobre este filme da atriz, certo? Tudo bem, não o culpamos. Esse é um dos longas mais obscuros de sua carreira. Dirigido por Neil Burger (Divergente), McAdams, Tim Robbins e Michael Peña são um trio de militares veteranos precisando se reajustar à vida civil após retornarem de seu serviço. O filme possui leves toques de comédia.

Amor Pleno (2012)

Uma das melhores manobras para atores crescerem como profissionais é se juntarem a diretores renomados – e Rachel McAdams seguiu de perto esta cartilha, ganhando mais visibilidade e sendo levada mais a sério. No mesmo ano em que se “colava” com De Palma, a atriz trabalhou com o minucioso Terrence Malick – no que poderia ser chamado “Rodopio – o Filme” (entendedores entenderão). Na trama, quase sem diálogos, McAdams se vê no meio de um triângulo amoroso com Ben Affleck e Olga Kurylenko. Completando o elenco no papel de um padre, o espanhol Javier Bardem.

Te Amarei para Sempre (2009)

Baseado no livro da escritora Audrey Niffenegger, este romance vestido de ficção científica foi a primeira investida da atriz na temática da viagem no tempo. O curioso é que nunca quem faz o deslocamento temporal é sua personagem. Aqui, como diz o título original, ela é a “esposa do viajante temporal”, vivido por Eric Bana.

Vida de Casado (2007)

Pode olhar mais de perto. Tenho certeza que você estranhou este título também, não é? Não o reconhece, certo? Tem nada não. Esse é outro da galeria dos esquecidos ou sequer descobertos da atriz. Aqui, ela vive a amante de um homem casado (papel de Chris Cooper), que planeja o assassinato de sua esposa (Patricia Clarkson) ao invés de lhe pedir o divórcio. Pierce Brosnan completa o elenco.

Tudo em Família (2005)

Parte de um grande elenco, de nomes como Diane Keaton, Sarah Jessica Parker e Claire Danes, por exemplo, esta é uma típica comédia américa sobre uma grande família se reunindo numa grande casa para uma data especial. Tipo de filme que é basicamente um subgênero. McAdams vive a irmã mais nova, e ganhava notoriedade.

Uma Manhã Gloriosa (2010)

Por falar em comédia para toda a família, McAdams repete a parceria com a veterana Diane Keaton, e tem a chance de contracenar num embate de atuação com o icônico Harrison Ford. Na trama, a atriz vive uma produtora de TV encarregada com a missão de revitalizar um programa diurno com dois astros apresentadores rivais e donos de grande ego – Ford e Keaton.

Festival Eurovision da Canção (2020)

Último filme lançado até então de Rachel McAdams, ninguém acreditou quando o trailer estrou, que a atriz toparia participar de uma comédia tão “amalucada” nesta fase de sua carreira. Mas, mostrando que sabe se divertir, McAdams embarca na zoação ao lado do humorista Will Ferrell, nesta produção da Netflix. A dupla vive aspirantes a cantores adentrando um festival de música europeu.

Diário de uma Paixão (2004)

Esse foi o filme que colocou no mapa o nome de Rachel McAdams e o primeiro filme protagonizado de fato pela atriz. Agora sim, baseado num livro de Nicholas Sparks, esta foi a obra que fez o público se apaixonar pelas histórias do autor, e pelo casal (na época também da vida real) Ryan Gosling e McAdams. Na trama, eles se apaixonam, mas vêm de classes sociais distintas. Anos mais tarde, já na velhice, precisam lidar com novos problemas, como uma doença intratável.

Nocaute (2015)

Outro filme no qual a participação de McAdams, embora aparentemente anunciada como grande, se restringe a uma pequena coadjuvação. Embora apareça no cartaz, o foco aqui é no protagonista vivido pelo igualmente talentoso Jake Gyllenhaal, que transformava seu corpo em músculos para viver um boxeador. O sujeito passa por um trauma e precisa criar sua pequena filha sozinho.

Sherlock Holmes: O Jogo de Sombras (2011)

Por menores que sejam as participações de McAdams em alguns filmes, creio que nenhuma se compare a esta aqui, no melhor estilo piscou perdeu. Em poucos minutos do início, a personagem da atriz é descartada. Ninguém sabe o que aconteceu, mas existe rumor de que ela voltará na terceira parte, novamente interpretando Irene Adler, já em fase de pré-produção.

Voo Noturno (2005)

Talvez o filme que chegue mais perto de ser considerado um terror na filmografia da atriz, este longa é comandado por um verdadeiro mestre do gênero, o saudoso Wes Craven. Aqui, McAdams interpreta uma mulher que conhece um sujeito encantador (papel de Cillian Murphy) num voo da madrugada. Os dois começam a se entrosar até que ele demonstra seus verdadeiros interesses. Um thriller gélido.

Penetras Bons de Bico (2005)

No mesmo ano de Voo Noturno, McAdams dava uma guinada de 180 graus nos gêneros para estrelar uma comédia muito querida pelos fãs. Veículo para os humoristas amigos Owen Wilson e Vince Vaughn, a dupla vive dois caras de pau que se especializaram em invadir casamentos, comer e beber de graça e ainda por cima descolar conquistas nas festas. Porém, sua última missão trará também o amor de Wilson pela personagem de McAdams.

Sherlock Holmes (2009)

Nesta versão para lá de acelerada dos casos de Sherlock Holmes (mais centrada nas cenas de ação e efeitos, do que nas investigações criativas em si) capitaneada por Guy Ritchie, como dito, Rachel McAdams vive a personagem feminina principal, interesse amoroso de Sherlock (Robert Downey Jr). A química entre os dois é boa, mas inexplicavelmente, sua personagem é descartada na sequência. Ao que tudo indica, porém, irá retornar no terceiro filme.

Questão de Tempo (2013)

Esse é provavelmente o filme mais subestimado da carreira de Rachel McAdams, e um favorito pessoal. Como dito, mais uma vez a atriz se vê numa trama envolvendo viagem no tempo, mas de uma forma sem qualquer controle. Domhnall Gleeson é quem protagoniza na pele de um jovem que “recebe de presente” de seu pai o dom de voltar no tempo. Ele o usa para todo tipo de coisa, mas em especial para conquistar a mulher de sua vida, papel da atriz.

Desobediência (2017)

Um dos mais recentes trabalhos da atriz, este drama oriundo de festivais merecia ter recebido mais atenção. Dono de uma história importante e necessária, este é um projeto corajoso que conta com performances igualmente intensas. As “Rachels” Weisz e McAdams são parte de uma comunidade judaica ortodoxa que descobrem um amor proibido, contrariando as crenças e tradições de sua religião.

A Noite do Jogo (2018)

Comédia hilária, muito criativa e moderna, o filme traz McAdams e Jason Bateman como um casal extremamente competitivo que se une devido à sua paixão por jogos. Casados, eles passam seus fins de semana se divertindo com amigos, jogando todo tipo de jogos. Quando o irmão do sujeito entra em cena, a competição é elevada de nível, e o casal ao lado dos amigos participam de uma “brincadeira” que envolve investigação de crimes.

Meninas Malvadas (2004)

A geração milênio pira! Um grande favorito dos jovens na faixa dos 20, 30 anos, este filme adolescente é para os anos 2000, o que as produções de John Hughes foram para a geração dos anos 80. Escrito pela comediante Tina Fey, a história é uma olhada muito sincera, mas imensamente cômica, na vida de meninas colegiais e suas “tribos”. McAdams vive a megera inesquecível Regina George, e já demonstrou interesse em retornar ao papel numa possível sequência.

O Homem Mais Procurado (2014)

Thriller intenso de espionagem, baseado no livro do especialista no gênero John le Carré. No filme, McAdams divide as telas com o saudoso Philip Seymour Hoffman, como dois agentes combatendo terroristas. O filme conta ainda com Daniel Brühl e Robin Wright no elenco.

Intrigas de Estado (2009)

Talvez este filme tenha preparado a atriz para seu papel em Spotlight. Aqui, ela também interpreta uma jovem repórter de um jornal, encarregada de manter o blog do veículo. Ela ajuda o protagonista vivido por Russell Crowe a investigar uma trama envolvendo um famoso político e um escândalo de corrupção e assassinato. O senador é vivido por Ben Affleck, e Helen Mirren interpreta a editora do jornal. Baseado numa minissérie britânica. Filmaço.

Doutor Estranho (2016)

Se dependesse unicamente deste que vos fala, Doutor Estranho jamais ficaria no topo da lista, em terceira posição, já que para mim se trata de uma das investidas mais fracas do MCU. No entanto, para os fãs, o grande público e os críticos o filme se posicionou aqui, no pódio. E precisamos respeitar. Uma coisa deve ser dita, este é um dos melhores elencos de um filme da Marvel. E McAdams, mesmo que meio relutante (no melhor estilo Natalie Portman), entrega um bom desempenho na pele do interesse amoroso do protagonista, uma médica. Até agora a atriz não foi anunciada na sequência.

Meia Noite em Paris (2011)

Agora sim, assino totalmente embaixo elegendo esta obra-prima do mestre Woody Allen como um dos melhores filmes de Rachel McAdams e também um dos melhores longas da década passada. A obra fecha a trinca das histórias sobre viagem no tempo com a atriz, novamente não participando do evento sobrenatural em si. Aqui ela vive a mulher insuportável de Owen Wilson, um escritor que não tem escolha a não ser encontrar sossego voltando no tempo para sua época favorita.

Spotlight – Segredos Revelados (2015)

O grande favorito dos fãs e críticos no acervo da jovem atriz é também o filme que lhe rendeu sua única (até o momento) indicação ao Oscar, como atriz coadjuvante. Baseado numa história real, McAdams vive uma das jornalistas que ajudaram a descortinar um escandaloso esquema envolvendo pedofilia na igreja católica nos EUA. Ah sim, o filme levou o Oscar principal pra casa.

Crítica 2 | Hotel Transilvânia 2

É frustrante notar que um filme repete estruturas e convenções. Mais frustrante ainda quando há a esperança de que este filme desvie, pelo menos minimamente, de abordagens e estratégias e descobrir, só nos últimos minutos, que não o fará. Disso resulta o gosto razoável, no pior dos sentidos, que este filme tem. Algo entre o bom e o ruim que transita de plano em plano por estes adjetivos, chegando ao final com a mesma sensação da curta animação que passa enquanto os créditos rolam: Uma certa insipidez.

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Isso vem, principalmente, da história e da estratégia utilizada em ‘Hotel Transilvânia 2‘. Um avô querendo que o neto seja do jeito que ele quer, mas o neto não consegue ser. As expectativas da geração anterior em relação a que vem, tema central de diversas animações como ‘Happy Feet‘ e ‘Como Treinar seu Dragão‘, reaparecem neste filme de forma semelhante, mas nunca eficiente; beirando o patético.

As caracterizações são, também, outro fator que acumulam a essa sensação geral que o longa tem. Os personagens não são desprovidos de personalidade, mas não se segue uma lógica simples e que os torne facilmente identificáveis. Algo que torne fácil imaginarmos como um personagem qualquer reagiria a situação mais adversa. Em vez disso, são, na imensa maioria, fracos e variam a personalidade de cena em cena, de modo que nunca fica claro as suas características ou esses personagens construam uma personalidade sólida e forte ao longo do filme.

E apesar de isto acontecer, também, com o conde Drácula (Adam Sandler), é muito mais frequente nos personagens secundários, principalmente em Mavis (Selena Gomez), a filha do Drácula. A jovem transita entre diversas sensações, de forma que quando toma alguma decisão séria, como quando decide sair do castelo do pai, isso soe como uma surpresa e faça com que não entendamos que tipo de personagem é este. Há uma falta constante de seguir uma lógica baseada na personalidade, de forma que sente-se uma falta de tempo para definir as características de cada personagem e este aspecto soa como se tivesse sido feito ás pressas.

Quanto ao humor, é razoável, variando entre algumas passagens boas, como a já revelada no trailer em que o Drácula joga o neto de uma estrutura muito alta, esperando que ele voe, e outras deploráveis, como quando o Drácula começa a dançar Break, numa reação completamente inesperada e numa dança fajuta (mas sério, o diálogo nessa hora é algo como: “Vamos dançar break?”). Uma série de altos e baixos que nunca constituem algo de boa qualidade, sempre tendendo para a as passagens de humor já batidas.

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Os personagens são, esteticamente, dotados de uma certa personalidade, obviamente, o drácula com suas expressões únicas e o garotinho com seu imenso topete ruivo são facilmente identificáveis. Todos animados com expressões adoráveis e grandes olhos, algo que os torna bastante atraentes e envolventes para as crianças, que podem ter uma boa experiência (mas nada demais).

Como dito por Quentin Tarantino em uma entrevista para Charlie Rose logo após realizar Pulp Fiction: “Não há problema em ficar momentaneamente confuso se você sente que está em boas mãos”, em outras palavras, um diretor pode fazer o que quiser, desde que tenha ideia clara e objetivos claros para o que está fazendo, e isto é, justamente, o que não se sente ao assistir este filme.

A projeção se encerra com a sensação de dinheiro mal gasto; esforço mal recompensado ou saber que está sendo enganado. Não nos sentimos guiados por alguém de confiança, que sabe o que está fazendo, e a experiência acaba sendo razoável, no máximo.

 

 

 

‘Brooklyn Nine-Nine’: 6ª temporada ganha data de estreia; Confira!

A NBC finalmente divulgou a data de estreia da 6ª temporada de ‘Brooklyn Nine-Nine‘. O novo ano da série será lançado no dia 10 de janeiro de 2019, ocupando o horário que, atualmente, é de ‘Will & Grace‘.

Confira o primeiro teaser:

Recentemente, foi anunciado que Chelsea Peretti não fará mais parte do elenco regular da série. Mas, para amenizar a tristeza dos fãs, sua personagem retornará para uma despedida digna.

Depois de ter sido cancelada pela FOX, a série foi resgatada pela NBC.

A 6ª temporada de ‘Brooklyn Nine-Nine‘ terá 18 episódios.

Diretor de ‘Hereditário’ e ‘Midsommar’ rebate críticas sobre os finais de seus filmes

Em entrevista ao Bloody Disgusting, o diretor de ‘Midsommar – O Mal Não Espera A Noite‘ e ‘Hereditário‘, Ari Aster, rebateu as críticas sobre os polêmicos finais de seus filmes.

“Sou um grande fã de melodrama. Eu cresci amando Douglas Sirk e essas tradições. A palavra principal é ‘melo’ – que remete à música –, então é dramático como a música. Acho que as pessoas veem isso de uma forma muito operística. Eu o desenvolvo como uma ópera. Isso quer dizer que eu termino esse filme, e eu acredito que isso também acontece em ‘Hereditário’, em seu ápice. Eu vou construindo esse ritmo, aumentando-o, com a esperança de terminar o filme em seu auge.”

Ele completa, “Muitas pessoas têm me respondido sobre os dois filmes, algo tipo ‘Eu estava envolvido até o final. O final foi… muito pra mim’. E tudo o que eu posso dizer é que estou fazendo o que eu gostaria de ver. Eu não sinto que seja algo único.”

‘Midsommar’: Terror está fazendo as pessoas passarem mal

O longa foi escrito e dirigido por Ari Aster (‘Hereditário‘).

Dani e Christian formam um jovem casal americano com um relacionamento prestes a desmoronar. Mas depois que uma tragédia familiar os mantém juntos, Dani, que está de luto, convida-se para se juntar a Christian e seus amigos em uma viagem para um festival de verão único em uma remota vila sueca. O que começa como férias despreocupadas de verão em uma terra de luz eterna toma um rumo sinistro quando os moradores do vilarejo convidam o grupo a participar de festividades que tornam o paraíso pastoral cada vez mais preocupante e visceralmente perturbador. Da mente visionária de Ari Aster surge um conto de fadas cinematográfico encharcado de pavor onde um mundo de escuridão se desdobra em plena luz do dia.

O elenco conta com Florence Pugh, Jack Reynor, Will Poulter, Vilhem Blomgren, William Jackson Harper, Ellora Torchia e Archie Madekwe.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 19 de setembro.

‘Sonic – O Filme’ terá lançamento antecipado em VOD por causa do Coronavírus

Pelo fato dos cinemas estarem fechados por causa do surto de Coronavírus, as distribuidoras estão antecipando o lançamento em VOD dos seus mais recentes lançamentos.

O live-action de ‘Sonic – O Filme‘ será lançado digitalmente no dia 31 de março.

Vale lembrar, no entanto, que a produção se tornou um sucesso nos cinemas e já arrecadou mais de US$ 300 milhões mundialmente.

Além disso, o longa se tornou a maior adaptação de videogame da história nas bilheterias dos EUA, superando a arrecadação doméstica de ‘Detetive Pikachu‘ (US$ 144.1m).

O ranking geral das adaptações de videogame ainda conta com ‘Tomb Raider: A Origem‘ (US$ 131.2m), ‘Angry Birds‘ (US$ 107.5m) e ‘Rampage: Destruição Total‘ (US$ 101m).

Confira nossa entrevista:

A história gira em torno de Sonic enquanto ele tenta se adaptar à nova vida na Terra com seu novo melhor amigo humano, o policial Tom Wachowski (James Marsden). Sonic e Tom unem forças para tentar impedir que o vilão Dr. Robotnik (Jim Carrey) capture Sonic e use seus poderes para dominar a humanidade.

Ben Schwartz (‘Parks and Recreation’) dubla o Sonic. O elenco conta com Jim CarreyAdam Pally Neal McDonough. A direção é de Jeff Fowler.

Patrick Casey e Josh Miller assinam o roteiro. 

Lançado pela primeira vez em 1991, o game ‘Sonic‘ já vendeu mais de 360 milhões de cópias em diversos formatos.

Assista ao trailer:

 

‘Monster Hunter’: Palico está pronto pra batalha em novo comercial da adaptação; Confira!

A Sony Pictures divulgou um novo comercial da adaptação de ‘Monster Hunter‘, estrelada por Milla Jovovich, destacando a participação do Palico.

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 31 de dezembro.

Dirigido por Paul W.S. Anderson, o orçamento da produção ficou na casa dos US$ 60 milhões.

Paralelo ao nosso mundo, existe outro: um mundo de poderosos e perigoso monstros que controlam seus territórios com ferocidade mortal. Quando a Tenente Artemis (Milla Jovovich) e seu esquadrão de elite são transportados através de um portal que liga os dois mundos, eles vão ser confrontados com a experiência mais chocante de suas vidas. Em sua desesperada tentativa de voltar para casa, a corajosa tenente encontra um caçador misterioso (Tony Jaa), cujas habilidades únicas permitiram com que ele sobrevivesse nessa terra hostil. Enfrentando incansáveis e aterrorizantes ataques dos monstros, os dois guerreiros se unem para lutar contra eles e encontrar um meio de voltarem para casa.

O elenco ainda inclui Tony JaaT.I. Harris, Meagan GoodDiego Boneta, Josh Helman e Ron Perlman.

‘O Homem nas Trevas 2’: Homem cego busca vingança no novo trailer BRUTAL da sequência; Confira!

A sequência ‘O Homem nas Trevas 2‘ ganhou um novo trailer para maiores de idade.

Confira:

O longa será lançado EXCLUSIVAMENTE nos cinemas do Brasil no dia 12 de agosto.

A sequência se passa anos após a invasão inicial e mortal de sua casa; quando Norman Nordstrom (Stephen Lang) vive em um refúgio de tranquilidade até que os pecados do seu passado cobram seu preço.

O longa é dirigido por Rodo Sayagues, que coescreveu o roteiro ao lado de Fede Alvarez.

Stephen Lang voltará a estrelar a sequência.

Sucesso nas bilheterias, ‘O Homem nas Trevas‘, lançado em 2016, custou apenas US$ 9,9 milhões, e arrecadou US$ 157 milhões mundialmente.

‘Conversations With Friends’: Romance dos criadores de ‘Normal People’ ganha trailer; Confira!

O Hulu divulgou o trailer completo da minissérie ‘Conversations With Friends‘, que aborda a conturbada relação entre um casal e duas mulheres.

Confira:

A produção irá estrear oficialmente no dia 15 de maio.

A série é baseada no romance homônimo de Sally Rooney.

Na trama, Frances e sua ex-namorada – agora melhor amiga – Bobbi são inseparáveis. Quando eles conhecem Melissa e seu marido, Nick, Melissa e Bobbi desenvolvem um flerte enquanto Frances e Nick embarcam em um intenso caso secreto, testando o vínculo entre Frances e Bobbi e forçando-os a reconsiderarem a amizade que possuem.

O elenco conta com Alison Oliver, Sasha Lane, Joe Alwyn e Jemima Kirke.

Alice Birch (‘Normal People’) assina o roteiro ao lado de Mark O’Halloran, Meadhbh McHugh e Susan Soon He Stanton. Lenny Abrahamson e Leanne Welham são responsáveis pela direção.

Keira Knightley e Carrie Coon irão investigar serial killer na nova série de suspense do Hulu

De acordo com o Empire, Keira Knightley (‘Orgulho de Preconceito’) e Carrie Coon (‘The Sinner’) irão estrelar a série de suspense ‘Boston Strangler‘, que está sendo desenvolvida pelo Hulu.

A produção é baseada nos crimes reais do infame serial killer que ficou conhecido como o Estrangulador de Boston.

Confira a 1ª imagem oficial:

Com produção de Ridley Scott, a série está programada para estrear em 17 de março.

A trama acompanha Loretta McLaughlin (Knightley), a primeira repórter a conectar os assassinatos e divulgar a história do Estrangulador. Ela e sua colega de trabalho, Jean Cole, desafiaram o sexismo dos anos 60 para investigar um dos serial killers mais notórios da cidade, na tentativa de manter as mulheres informadas e protegidas de serem suas futuras vítimas.

Matt Ruskin (‘Conexão Escobar’) é responsável pelo roteiro e direção.

O elenco ainda conta com David Dastmalchian (‘O Esquadrão Suicida’), Chris Cooper (‘Álbum de Família’) e Alessandro Nivola (‘Trapaça’).

Novas informações serão divulgadas em breve.

Olivia Rodrigo é confirmada na trilha sonora de ‘A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’

Através do seu Twitter, a cantora Olivia Rodrigo confirmou que fará parte da trilha sonora da vindoura pré-sequência ‘Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes‘.

A canção, intitulada Can’t Catch me Now, servirá como a música-tema do filme, e será lançada oficialmente nesta sexta-feira, no dia 4 de novembro.

Vale lembrar que a franquia é notória por suas canções originais, interpretadas por diversos artistas populares, incluindo a Taylor Swift, Lore e Arcade Fire.

O longa será lançado nos cinemas nacionais em 15 de novembro.

Para quem não conhece, Lucy veio Distrito 12 e pertence a um grupo de artistas conhecido como o Bando, que viajava por Panem antes do estabelecimento oficial dos distritos e não pôde mais fazer apresentações sem autorização prévia. Ela e Coriolanus Snow (Tom Blyth) constroem laços quase indestrutíveis após ser designada como seu tributo, mas, quando seu amado trai a confiança de todos, ela resolve acertar as contas e construir uma armadilha para ele. Lucy Gray foi inspirada pelo poema de mesmo nome assinado por William Wordsworth.

Inspirado no livro homônimo lançado em 2020 pela Editora Rocco, o longa retrata uma história anterior ao primeiro filme com Presidente Snow (Tom Blyth) ainda jovem. A produção traz grande elenco com nomes como Rachel Zegler, de “Amor, Sublime Amor”, Hunter Schafer, da série “Euphoria”, Josh Andrés Rivera, Jason Schwartzaman, além das participações de Viola Davis, como Dra. Volumnia Gaul, e Peter Dinklage, como Dean Highbottom.

Assinada por Nina Jacobson, Brad Simpson e Francis Lawrence – que também atua como diretor e foi responsável pelos últimos três longas da série – a produção traz roteiro escrito por Suzanne Collings, criadora dos livros, em parceria com Michael Arndt, de “Toy Story 3” e “Star Wars: O Despertar da Força” e Michael Lesslie, de “Assassin’s Creed”.

Anos antes de se tornar o tirânico Presidente de Panem, Coriolanus Snow, aos 18 anos, vê uma chance de mudança de sorte quando é escolhido para ser mentor de Lucy Gray Baird, uma garota tributo do empobrecido Distrito 12.

‘Pinguim’: Showrunner compara série derivada de ‘Batman’ com o clássico ‘Scarface’

Em entrevista ao Empire Magazine, a showrunner Lauren LeFranc comentou sobre o que podemos esperar da aguardada série do ‘Pinguim‘, que servirá como derivado do universo do filme mais recente do ‘Batman‘.

A realizadora comparou a narrativa do seriado com o clássico ‘Scarface‘, revelando sua intenção em explorar a história de origem do icônico vilão em sua luta por poder e reconhecimento.

[O diretor] Matt Reeves criou essa história parecida com ‘Scarface’ – uma ascensão ao poder. Eu aprofundei a narrativa em torno do psicológico deste personagem. Gângsteres historicamente são extravagantes e têm uma qualidade de vida elevada, mas este Pinguim é apenas um homem – um homem muito complicado. Esta é a maior diferença entre essa versão do personagem e suas aparições anteriores nos quadrinhos, onde ele costumava ser apresentado como um homem rico, de uma família afortunada.”

Ele completa, “Reeves já havia apresentado o personagem como um azarão no filme ‘Batman’, sendo um lacaio do Carmine Falcone, mas não soubemos nada sobre sua família. Para mim, era importante mostrar que ele cresceu tendo nada, e está desesperado para alcançar algum status social e ser reconhecido como alguém importante.”

Estrelada por Colin Farrell, a produção estreará oficialmente no dia 19 de setembro.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O diretor Matt Reeves e a showrunner Lauren LeFranc comemoram a chance de revisitar Gotham em seu novo projeto.

“Colin explodiu na tela como o Pinguim em ‘Batman’, e ter a chance de explorar completamente a vida interior desse personagem na HBO Max é uma emoção absoluta”, disse o diretor de ‘Batman’, Matt Reeves, anteriormente. “Dylan e eu estamos muito animados em trabalhar com Lauren para continuar a história de Oz enquanto ele busca violentamente o poder em Gotham.”

“Eu sempre fui fã do universo de Batman, e o filme de Matt é uma entrada tão poderosa e audaciosa no cânone. Estou empolgado e humilde em continuar contando histórias no mundo sombrio de Gotham City, e que melhor desculpa para canalizar meu lado vilão do que contar a história de Oswald Cobblepot? Estou emocionado em trabalhar com Colin, Matt, Dylan, 6th & Idaho, Warners e HBO Max enquanto trabalhamos para levar essa história para as telas”, acrescentou a showrunner Lauren LeFranc.

Norman Reedus se junta ao elenco de ‘Pendulum’, novo TERROR produzido por Darren Aronofsky

De acordo com o Deadline, Norman Reedus (‘The Walking Dead’) foi confirmado no elenco de ‘Pendulum‘, novo filme de terror produzido por Darren Aronofsky (diretor de ‘Mãe!’).

Infelizmente, detalhes sobre seu papel não foram divulgados.

Joseph Gordon-Levitt (‘Looper – Assassinos do Futuro’) e Phoebe Dynevor (‘Bridgerton’) serão os protagonistas.

Na trama…

“O jovem casal Patrick (Gordon-Levitt) e Abigail (Dynevor) viajam para um retiro no Novo México, atraídos pela possibilidade de cura após um evento traumático. Patrick está disposto a fazer qualquer coisa para ajudar sua esposa, mas fica desconfiado do enigmático líder do lugar, mesmo quando Abigail cai sob seu feitiço.”

“À medida que a paranoia aumenta, o casal deve determinar se as práticas espirituais não convencionais do grupo oferecem cura genuína – ou mascaram uma verdade aterrorizante que ameaça destruí-los.”

Mark Heyman, roteirista de ‘Cisne Negro‘, será responsável pela direção.

As filmagens estão programadas para este mês, no Novo México.

Novas informações devem começar em breve.

Wagner Moura é confirmado na série animada ‘Star Wars: Maul – Lorde das Sombras’; Confira o teaser!

O Disney+ divulgou o primeiro teaser da série animada ‘Star Wars: Maul – Lorde das Sombras‘, que focará no icônico vilão Darth Maul, da franquia ‘Star Wars‘.

Sam Witver, que dublou o personagem em inúmeras iterações da franquia, reprisa o papel.

Além disso, o astro brasileiro Wagner Moura, que foi recentemente indicado ao Oscar de Melhor Ator no aclamado ‘O Agente Secreto‘, foi confirmado na produção. Ele dará voz ao Capitão Brander Lawson, descrito como “um respeitado detetive”.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

A série será lançada no serviço de streaming no dia 6 de abril.

A produção ainda conta com as vozes de Gideon Adlon, Richard Ayoade, Dennis Haysber, Chris Diamantopoulos, Charlie Bushnell, Vanessa Marshall, David W. Collins, A.J. LoCascio e Steve Blum.

A trama é ambientada após os eventos da última temporada de ‘A Guerra dos Clones‘, onde Darth Maul se reergue para liderar facções do submundo. O personagem apareceu pela primeira vez em ‘Star Wars: Episódio I – A Ameaça Fantasma‘, em 1999.

Dave Filoni é responsável pela série.

Parque temático de Star Wars terá walker AT-AT em tamanho real; Confira o vídeo!

O ambicioso parque temático de ‘Star Wars‘, que será aberto na Disneyland e na Disney World em 2019, já está ganhando forma. Em seu canal do Youtube, a Disney Parks divulgou um rápido vídeo que apresenta o projeto 3D que promete trazer o famoso walker da saga, AT-AT, em tamanho real.

Confira:

Primeiro anunciado em 2015, as atrações de Star Wars serão dispersas abrangendo 14 acres, se tornando a maior expansão temática de um único universo em todos os seus parques.

Em cada local – em Anaheim, Califórnia e Orlando, Flórida – os visitantes serão transportados para um porto de comércio remoto em um planeta habitado por humanóides, aliens e dróides. Uma das atrações permitirá que os visitantes do parque assumam os controles da Millennium Falcon.

Star Wars Land está programada para chegar no mesmo ano em que ‘Star Wars: Episódio IX’ estreia nos cinemas.

 

 

‘Vingadores: Guerra Infinita’: Trailer não entrega nada do filme, diz Chris Hemsworth

Uma das preocupações dos fãs de cinema é a exposição excessiva de detalhes dos filmes nos trailers, com revelações que poderiam ser guardadas para a estreia.

Mas segundo o astro Chris Hemsworth, essa não é uma preocupação que o público precisa ter com o material divulgado de ‘Vingadores: Guerra Infinita’.

Em uma entrevista ao site IGN, o intérprete do Thor afirmou que o primeiro trailer diz quase nada sobre a trama:

“Eu garanto que não diz quase nada. Eu me lembro quando assisti o trailer pela primeira vez e como eu pensava ‘ah, não entrega o suficiente para as pessoas’. E ai Joe Russo me disse que não há necessidade de dizer ao público algo concreto, eles querem receber qualquer coisa do filme. É mais ou menos assim: ‘O trailer explica a história?’; ‘Ele não precisa fazer isso’”.

 

Enquanto a estreia não chega, a Disney divulgou um comercial estendido com uma nova música e uma narração diferente do primeiro trailer.

Assista:

‘Vingadores: Guerra Infinita’ chega em 26 de abril de 2018 e ‘Vingadores 4’ tem estreia marcada para 2 de maio de 2019.

‘Superman’: Herói pode ganhar sua própria série de TV pela The CW

O famoso herói ‘Superman’ pode acabar ganhando sua própria série de TV e novo. Segundo o portal FandomWire, a emissora The CW estaria considerando uma produção solo para o personagem, caso ele seja bem recebido pelos fãs no crossover Arrowverse de 2018, intitulado Elseworlds.

Nas telinhas, Clark Kent é atualmente vivido por Tyler Hoechlin e sua versão do herói apareceu pela primeira vez como convidado especial na segunda temporada de ‘Supergirl’, em 2016.

Quanto à possibilidade de uma nova série para um dos heróis mais famosos do mundo, a expectativa é que a decisão seja tomada a partir das avaliações e repecursões do desempenho de Hoechlin e também da atriz Elizabeth Tulloch, que dará vida à Lois Lane.

Caso a reação do público a ambos os personagens seja realmente positiva, o canal poderá oficializar a produção. Vale ressaltar que em sua primeira aparição, Hoechlin foi bem recebido como Superman, sendo comparado ao excepcional trabalho de Christiopher Reeve.

 

 

 

Crítica | A Maratona de Brittany – Dramédia body positive faz chorar e rir

Toda mulher passa ou já passou pelo mesmo dilema. Olhar para o seu reflexo e estar satisfeita com o resultado. Passamos a vida inteira tentando encontrar a nossa melhor metade, aquela que complete a beleza com a qual nascemos. E não se trata de um companheiro, mas sim de se encontrar em si mesma, ao ponto de se amar verdadeiramente – seja lá qual seja seu biotipo ou traços. Esse é o primeiro amor e talvez um dos mais difíceis de achar. E a comédia dramática A Maratona de Brittany traz a protagonista homônima nesta busca pela sua melhor versão, na tentativa de começar a levar uma vida mais saudável, em todas as esferas.

Escrita e dirigida pelo dramaturgo Paul Downs Colaizzo, estreante no cinema, a produção é um retrato inspirado na sua melhor amiga da vida real, Brittany. Como alguém que acompanhou de perto os seus dissabores, ele faz um retrato realista de uma história verdadeira, trazendo a audiência para perto de si, com uma narrativa aparentemente simples, mas tão complexa e reflexiva em seu âmago. Totalmente identificável, nos deparamos com uma mulher no auge de seus 28 anos, bagunçada, sem foco e com sua saúde definhando.

Ao ser alertada pelo médico, a personagem vivida por Jillian Bell começa a analisar sua rotina, diagnosticando sua negligência consigo mesma como a causa de uma sucessão de atrasos em sua vida. Presa num humor delicioso, que esconde sua falta de direção e a insatisfação com o seu corpo, ela faz da busca por um estilo mais saudável a engrenagem que vai alavancar uma série de outras transformações em sua vida. A princípio sem saber desse impacto da decisão de correr pelas ruas de Nova York, seu posicionamento ainda serve como uma confirmação de que para se relacionar bem com os outros e com suas aspirações, primeiramente é fundamental criar essa intimidade internamente.

E embora esteja longe de ser um filme coming of age, A Maratona de Brittany traz fragmentos dessa fase de descobertas, permeadas por indecisões, fragilidades e picos comportamentais. Como alguém que beira os 30 anos, mas vive como se tivesse 16, ela é um retrato honesto de muitos de nós, que ainda não fazem ideia do que estão fazendo. Sensível, sua história traz um pouco de cada um, também expresso pelos excepcionais coadjuvantes, que fazem da maratona de Nova York como um marco zero para uma guinada pessoal e que são divertidas caricaturas do comportamento humano.  

Com uma direção simples, mas um roteiro tão emocionalmente completo, Colaizzo presenteia a audiência com uma comédia dramática prazerosa, que até nos leva a ponderar sobre o estilo de vida que levamos e com que nos relacionamos. Acompanhando a transformação corporal da protagonista, por meio de sua fixação pela balança, percebemos também que mudar a nossa percepção sobre nós mesmos vai além de uns quilinhos a mais ou a menos. Fechada e receosa em relação às intenções alheias, Brittany é uma exemplificação até óbvia, mas que fora esquecida em tempos de redes sociais, onde todos querem se aparecer e parecer para os outros. Aqui, a personagem nos lembra que mudar seu caráter e perspectiva de vida está mais distante da aparência do que se esperaria.

Fazendo metáforas e analogias sobre superação e aceitação, A Maratona de Brittany é uma incrível dramédia body positive, para todos os gêneros e públicos. Nos conquistando a cada piada bem escrita e performada, o longa não perde a oportunidade de nos emocionar com a tão particular e identificável jornada de auto descobertas dessa, que é das figuras mais carismáticas do cinema da atualidade.

‘Bride’: Scarlett Johansson será a noiva de Frankenstein em novo filme

A atriz Scarlett Johansson será a noiva de Frankestein em num novo longa, intitulado ‘Bride‘. A informação foi confirmada pela revista EW.

Segundo a publicação, a produção será dirigida por Sebastián Lelio, o mesmo responsável por ‘Gloria Bell‘ e pelo aclamado drama ‘Uma Mulher Fantástica‘, vencedor do Oscar de 2017 na categoria de Melhor Filme Estrangeiro.

Apresentado como um longa que vai subverter o gênero, ‘Bride‘ acompanha uma mulher, moldada para ser pitoresca e criada para se tornar a esposa ideal, que acaba rejeitando o homem que a criou. Decidida a fugir de suas garras obsessivas, ela tentará construir uma nova identidade para si mesma, em um mundo que – inicialmente – a enxerga como um monstro.

O longa será produzido pela A24 e pela Apple e também contará com Johansson como produtora.

Em uma entrevista ao The Hollywood Reporter, a atriz comemorou o novo projeto, afirmando que chegou a hora da noiva de Frankenstein ter o destaque que lhe é devido:

“Já passou da hora da noiva sair de trás da sombra de seu parceiro e se posicionar por conta própria. Eu, Rebecca Angelo, Lauren Schuker Blum e Sebastián estamos muito empolgados por emancipar essa clássica anti-heroína e reanimar sua história, para refletir as mudanças que vemos hoje”.

Bride‘ será co-roteirizado por Lelio, Lauren Schuker Blum e Rebecca Angelo.

Lembrando que este projeto não possui nenhuma relação com o remake de ‘A Noiva de Frankenstein‘, roteirizado por David Koepp e produzido pela Universal Pictures.

[PRIMEIRA MÃO] ‘Chucky’: Criador garante que a série será bem sangrenta

A espera está finalmente acabando e a elogiada série de ‘Chucky‘ estreia no streaming Star+ nesta quarta-feira (27).

E muito mais que uma produção aterrorizante, a nova iteração do boneco mais temido promete permanecer bastante sangrenta, à medida em que também apresenta um viés mais dramático, explorando a fase de transformação natural da adolescência, a partir do protagonista Jake, vivido pelo ator Zackary Arthur.

A informação foi revelada pela Jennifer Tilly e pelo criador Don Mancini, durante a turnê de imprensa da Associação dos Críticos de Televisão, da qual o CinePOP teve a oportunidade de participar. Na ocasião, a atriz refletiu a respeito de como a trama vai além do tradicional terror causado por Chucky.

“Eu estava dizendo ao Don [Mancini] que, mesmo sem o Chucky, essa seria uma linda série sobre amadurecimento na adolescência. Quer dizer, você meio que nem precisa do Chucky, porque a relação entre Zackary e as outras crianças naturalmente nos faz torcer por eles! Você quer saber para onde essa história vai caminhar. Mas então Chucky, é claro, complica as coisas. Mas todos os atores infantis são tão bons, Aly, Bjorgvin e Teo são atores incríveis”. 

Ao longo do evento, a atriz ainda ponderou sobre o grandioso apoio dos fãs, que tem atravessado as décadas. Além disso, ela falou sobre como o criador do personagem e dos filmes originais, Don Mancini, preparou o roteiro de forma que valorizasse sua amada personagem.

“A melhor coisa de fazer parte da franquia ‘Chucky’ é que os fãs são muito leais! Eles são muito fanáticos, tipo Trekkies [amantes de Star Trek] ao quadrado. Então eu só fui perceber o quanto a Tiffany e o Chucky eram icônicos e amados ao redor do mundo quando a internet se popularizou. Então foi simplesmente maravilhoso quando Don escreveu sua série de TV. Eu esperava que ele pudesse encontrar um pequeno canto embaixo da escada para mim. E então, quando recebi meus roteiros, fiquei impressionada! Só conseguia dizer: ‘Obrigado, Don. Obrigado pelos roteiros maravilhosos. E obrigado por me colocar na série’. A escrita dele é muito incrível”.

E muito mais que trazer a personagem Tiffany de volta, Mancini promete manter os principais atributos da saga original nos vindouros episódios. Sugerindo que a produção também será bem sangrenta, ele instigou os fãs a se prepararem:

“Nos aguarde! Em relação a quão sangrenta Chucky será, apenas peço que se preparem e aguardem”.

Tilly completou o raciocínio, revelando que existe um departamento completamente destinado a preparar as cenas sangrentas:

“O que posso garantir é que temos um departamento só de sangue para a série e estou dizendo a vocês que há muitas pessoas nessa equipe, nesse ‘departamento de sangue'”.

Dando sequência nessa questão, o criador ainda ponderou sobre como foi importante garantir a autenticidade do universo de Chucky na nova série, mantendo aquilo que os fãs sempre apreciaram.

“Uma das coisas que eram importantes para mim, era sermos capazes de reter todos os aspectos da franquia que os fãs amam, um dos quais é o sangue, o outro, é claro, a propensão de Chucky de falar muitos palavrões. E quando fizemos o pitch da série, as emissoras SYFY e USA nos garantiram que não teríamos que comprometer esses aspectos. E quando trabalhei em ‘Hannibal‘ e ‘Channel Zero‘, que também estão sob o guarda-chuva da NBCUniversal, fiquei chocado e meio que encorajado e animado para ver como os limites poderiam ser ultrapassados. Portanto, não haverá concessões nessa questão”.

Ainda assim, de acordo com Don Mancini, os fãs testemunharão uma morte sem sangue no 1º episódio. No entanto, ela possui um propósito diferente dentro da trama – conforme explicou:

“No primeiro episódio – bem, não sei quanto posso dizer -, há uma morte, mas é deliberadamente uma morte sem sangue porque, lembre-se, neste capítulo, Chucky ouve Jake dizer: ‘Não suporto ver sangue’. Então Chucky tenta acomodar o seu novo amigo até o fim, cometendo um assassinato sem sangue. E na perspectiva do vilão, isso é ser carinhoso”.

Assista ao trailer:

Brad Dourif volta a dublar o boneco assassino.

A produção ainda conta com o retorno de Fiona Dourif (‘O Culto de Chucky’) e Jennifer Tilly, além de introduzir os novatos Devon Sawa (‘Premonição’), Zackary Arthur (‘Transparent’), Barbara Alyn Woods (‘One Tree Hill’), Lexa Doig (‘Jason X’), Teo Briones (‘Ratched’), Bjorgvin Arnarson (‘PEN15’) e Alyvia Alyn Lind.

Depois de um clássico boneco Chucky aparece em uma venda de usados num bairro suburbano, uma idílica cidade dos Estados Unidos é jogada no caos após uma série de assassinatos terríveis exporem as hipocrisias e os segredos de seus habitantes. Enquanto isso, a chegada de inimigos – e de aliados – do passado de Chucky ameaça expor a verdade por trás das mortes, bem como as origens do boneco demoníaco. 

‘Nosferatu’: Aclamado terror de Robert Eggers será lançado na Prime Video; Saiba quando!

O aclamado remake de ‘Nosferatu‘, dirigido por Robert Eggers (‘A Bruxa’) será lançado na Prime Video.

A produção chega à grade de programação do streaming no dia 11 de julho.

Sucesso entre os críticos – com 91% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o longa recebeu uma nota B- do público no CinemaScore, que é considerada uma avaliação aceitável para o gênero.

A trama é um conto gótico de obsessão entre uma jovem assombrada na Alemanha do século XIX e o antigo vampiro da Transilvânia que a persegue, trazendo consigo um horror incalculável.

Crítica | Robert Eggers cria uma carta de amor ao terror gótico com o estupendo ‘Nosferatu’

Confira nossa crítica em vídeo e siga o CinePOP no Youtube:

O filme recebeu uma classificação etária alta (R), o que significa que só poderá ser assistido por maiores de 18 anos ou menores acompanhados de um responsável, devido a “violência sangrenta, nudez gráfica e conteúdo sexual”.

O elenco conta com Bill Skarsgard (It: A Coisa) Lily Rose Depp (‘The Idol’), Aaron Taylor-Johnson (‘Trem-Bala’), Willem Dafoe (‘Pobres Criaturas’), Nicholas Hoult (‘X-Men: Primeira Classe’) e Emma Corrin (‘Deadpool 3’).

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‘Solo: Uma História Star Wars’ ganha primeira imagem com os protagonistas; Vem ver!

Uma imagem promocional de ‘Solo: Uma História Star Wars’ foi divulgada online, mostrando o protagonista ao lado do jovem Lando (Donald Glover) e da personagem de Emilia Clarke. Confira:

Um fã e usuário do Reddit afirma ter assistido o primeiro trailer de ‘Solo: Uma História Star Wars’, e resolveu compartilhar no fórum o que viu no vídeo. Confira a descrição:

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“Não é muita coisa, mas aqui vai um resumo do que eu vi. Obviamente tem mais coisa, mas esses são o que se destacou:

  • Han caminhando, o ângulo só mostra o seu blaster;
  • Wookiees sendo transferidos para algum lugar. O planeta parece novo, nunca tinha visto ele antes;
  • Han se aproxima de um grupo de pessoas ao redor de uma mesa, algo assim;
  • Close nos dados de Han;
  • Há uma cena com o personagem de Woody Harrelson, mas é em um beco escuro e ele parece paranoico;
  • Han grita “Yehoo!” e a Falcon viaja na velocidade da luz;
  • Chewbacca ruge e corre ao lado de Han;
  • Alguém diz “não vale o risco”, quase certeza de que era a voz do Lando;
  • Corta para uma tela preta e alguém diz “eu farei ele pagar” e tem um grande rifle na mesa com pedaços de armadura ao lado;

Não vi muita coisa da personagem da atriz de ‘Game of Thrones’, [Emilia Clarke]. Aparece escrito “Neste Verão” e depois um flash de vários stormtroopers andando em direção à um beco.”

Vale ressaltar que nenhuma dessas informações foram confirmadas, então, não passam de rumores.

Enquanto isso, uma fonte interna e anônima da Disney afirmou que o estúdio está esperando um grande fracasso para o spin-off ‘Solo: Uma História Star Wars’.

Segundo o informante, a Disney já se preparou para o desastre, alegando que eles esperam um grande “fracasso”.

A falta de expectativas com a produção dirigida pelo aclamado cineasta Ron Howard é ainda mais caótica.

A fonte alegou ao site ScreenGeek que o filme será uma bomba e que Alden Ehrenreich é um péssimo ator que precisou de muita ajuda externa para conduzir seu trabalho.

Pontou o informante:

“A Disney já se preparou para ver o filme de ‘Han Solo’ fracassar nos cinemas. Eles já estavam preocupados com isso antes mesmo de toda aquela controvérsia envolvendo ‘Os Últimos Jedi’, mas agora eles estão realmente descartando ‘Solo’. O protagonista, Alden Ehrenreich, não sabe atuar, ao ponto de eles contratarem um treinador de diálogo para ficar sempre à mão em todas as suas cenas. Além disso, o roteiro não funciona. Vai ser um acidente de carro”.

 

O derivado de Star Wars sobre o jovem Han Solo tem no elenco Alden Ehrenreich como o personagem título, Donald Glover como o jovem Lando Carlrissian, Woody Harrelson, Emilia Clarke (de Game of Thrones), Michael Kenneth Williams e Thandie Newton.

A estreia é programada para o dia 24 de maio de 2018 no Brasil.

‘Shazam!’: Herói aparece no lugar do Homem de Aço em paródia de ‘Batman vs Superman’

O diretor David F. Sandberg mostrou que tem muito senso de humor e está colocando seu herói ‘Shazam!’ em diversas obras da cultura pop. Dessa vez, o alvo foi uma cena de ‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça’, onde Shazam! aparece no lugar do Homem de Aço de forma hilária. Confira:

 

O Instagram oficial de ‘Shazam!’ compartilhou uma imagem com o ator Zachary Levi ao lado de um banner oficial do filme, que mostra o herói caracterizado e com o raio do seu peito iluminado. Confira:

 

Dirigido por David F. Sandberg. Com Asher Angel, Zachary Levi, Jack Dylan Grazer, Grace Fulton, Lotta Losten, Ron Cephas Jones, Cooper Andrews Mark Strong. O roteiro fica por conta de Henry Gayden (‘Terra Para Echo’).

Todos temos um super-herói dentro de nós, só precisamos de um pouco de magia para que ele surja. No caso de Billy Batson, basta gritar SHAZAM! que este órfão de 14 anos consegue se transforma no super-herói adulto Shazam, um presente de um mago ancião. Ainda criança por dentro, Shazam faz com sua versão tudo o que um adolescente faria com poderes. Ele consegue voar? Tem visão de Raio-X? Consegue lançar raios com suas mãos? Consegue escapar da sua prova de Estudos Sociais? Shazam ainda usa suas habilidades com a imprudência de uma criança, mas precisará dominar seus poderes rapidamente para conseguir lutar contra as forças do mal controladas por Dr. Thaddeus Sivana.

‘Shazam!’ chega aos cinemas em 05 de Abril de 2019.

James Gunn revela os segredos de “Guardiões da Galáxia”

Na última terça-feira (07/04), o diretor e roteirista da franquia Guardiões da Galáxia, James Gunn, convidou os fãs em seu Twitter para assistirem ao primeiro filme da saga junto com ele. Conforme o longa fosse avançando, Gunn tweetava alguma curiosidade e/ou respondia alguma pergunta feita pela rede social. Nesta matéria, separamos em tópicos as curiosidades reveladas ontem. Confira!

Senhor das Estrelas• A icônica dancinha de Peter Quill ao som de “Come and Get Your Love” deu o tom certinho do que poderíamos esperar do filme. Segundo Gunn, os passos não foram coreografados, vindo em sua grande maioria do próprio Chris Pratt: “Eu mostrei alguns passos para ele, mas a maioria foi [feita por] ele. Ele não estava confiante no início”.

• Os fãs também quiseram muito saber sobre qual teria sido a reação de Peter ao voltar para a Terra, em Vingadores: Ultimato (2019), e se ele teria procurado o avô, que, conforme visto ao final de Guardiões da Galáxia Vol.2 (2017), ainda está vivo e, provavelmente, à espera do neto. Mas, de acordo com James Gunn, Peter estava mais preocupado em sumir logo de sua terra natal: “Peter odiou estar de volta à Terra e correu do planeta o mais rápido que pôde. Ele associa completamente a Terra com a morte de sua mãe”.

• Sobre a relação controversa entre Peter e Yondu, James foi categórico: “Eu já sabia de forma geral de onde os personagens eram e pra onde iam. Nada de muito específico. Eu sabia o que era o pai do Peter e como era a verdadeira relação dele com Yondu, por exemplo”.

Rocket Raccoon• Um dos momentos curiosos do primeiro filme é quando eles estão na prisão e Quill vê as costas de Rocket (Bradley Cooper) com machucados e implantes robóticos: “Parte dos [objetos] cibernéticos aparentam terem sido dolorosamente aplicados ao corpo dele. É um dos meu momentos favoritos do filme, porque a solidão e a insatisfação do Rocket estão no centro da franquia para mim”, disse Gunn. Há algum tempo, ele disse que a jornada de Rocket seria importante para o filme 3. Ele afirmar que os sentimentos da guaxinim são o centro da franquia pode animar os fãs do personagem.

• O tópico acima foi confirmado momentos antes, quando um fã perguntou se a origem de Rocket faria parte de Guardiões Vol.3: “Vou apenas dizer que Rocket é uma grande parte do que vai acontecer no futuro – e muitas de suas características (como as cicatrizes que vemos nas costas) indicam o que vim planejando para o Rocket esse tempo todo”.

Guardiões da Galáxia• Assim que os Guardiões se unem pela primeira vez, Gunn comentou que: “A trilogia, mais que qualquer coisa, é sobre um grupo de excluídos que vivenciaram traumas na infância – com exceção do Drax, que é o único que tem um relacionamento completamente positivo com aqueles que o criaram”.

• No momento em que Quill deixa o pod para salvar Gamora e, por consequência, se sacrificar, um fã perguntou qual foi o momento em que os Guardiões perceberam que eram amigos. A resposta foi a seguinte: “Creio que o Rocket e o Drax começaram a gostar do Quill bem cedo na trama, e a Gamora foi aceitando meio a contragosto. O Rocket definitivamente ficou preocupado quando o Quill se sacrificou pela Gamora“.

• Depois de derrotar Ronan, Rocket senta desolado em uma pedra enquanto segura um dos galhos do falecido Groot. Então, Drax senta-se ao lado do guaxinim e começa a fazer carinho nele, que a princípio recua, mas acaba aceitando. O diretor afirmou que esse era seu momento favorito do primeiro capítulo da aventura do grupo: “Meu momento favorito deste filme. Eu choro toda vez que vejo (estou chorando agora). É provavelmente a primeira vez que Rocket experimentou carinho físico na vida, e o jeito que ele resiste até aceitar acaba comigo, e me faz amar o Drax”.

• À caminho do batalha final, os Guardiões estão andando no escuro. Então Groot surpreende a todos lançando esporos luminescentes por toda parte, deixando tudo claro e concretizando uma das cenas mais bonitas do filme. Como essa habilidade nunca havia aparecido nos quadrinhos, um fã perguntou o motivo dela ter sido revelada no filme. Gunn respondeu: “Eu apenas pense que precisávamos de um momento mágico e bonito, e esse [poder secreto] parecia ser o truque [certo a fazer]”.

Joias do InfinitoGuardiões da Galáxia foi a primeira vez que as pedras foram citadas como “Joias do Infinito” em uma cena dentro de um filme da Marvel – antes de Guardiões, a gema da realidade já havia sido chamada de Joia do Infinito na pós-créditos de Thor: O Mundo Sombrio. Quando questionado se ele havia conversado com o estúdio para estabelecer as origens das pedras, James Gunn respondeu: “Inventei aquilo tudo”. E não é que deu certo?

• Cada Joia do Infinito tem uma cor específica. Vingadores: A Era de Ultron (2015) mostrou que as cores não haviam sido previamente estabelecidas, já que a joia da mente passou de azul para amarelo de forma inexplicável. Em Guardiões, algo parecido quase aconteceu. Um membro da produção comentou que quando eles gravaram o filme, a Joia do Poder era vermelha, mas foi transformada em roxa na pós-produção. Gunn complementou dizendo: “Eu tinha esquecido disso. É verdade (mas não foi [modificada] tão tarde assim). Eu penso que é porque, no meio das filmagens, a Marvel decidiu que aquela coisa em Thor: O Mundo Sombrio era a Joia do Poder (assim como muitas outras coisas que viraram joias do poder). Mas eu gosto bem mais do roxo.

Thanos

• As cicatrizes no rosto de Gamora também viraram assunto. Gunn revelou que são “Implantes cibernéticos inseridos por Thanos“.

• Apesar de ser o principal vilão da casa, Thanos deu dor de cabeça ao diretor. Segundo ele: “A ÚNICA coisa que a Marvel me pediu para incluir foi uma participação de Thanos, e disse que talvez eu pudesse criar uma origem para as Joias do Infinito. Além disso, eles estavam abertos a tudo e não estabeleceram uma forma para lidar com os personagens”. Em outro Tweet, Gunn afirmou que Thanos: “foi uma complicação extra que fez a história ficar ainda mais difícil de contar. A relação entre os vilões era muito complexa para o público e foi, de longe, a coisa mais difícil de trabalhar na edição”.

 

Crítica | Cindy La Regia – Comédia Romântica da Amazon Prime Diverte e Empodera

O pequeno município de San Pedro Garza García, em Monterrey, México, possui pouco mais que 120 mil habitantes. É nessa cidadezinha interiorana que mora Cíntia – ou melhor, Cindy (Cassandra Sanchez Navarro) –, uma jovem de vinte e poucos anos suuuuuper patricinha e riquinha que vive numa bolha onde todos são belos, ricos e felizes, na qual o maior objetivo de vida de uma garota é se casar. Porém, tudo muda quando, no dia do seu aniversário, seu então namorado resolve pedi-la em casamento – e ela decide fugir, deixando tudo pra trás, mudando-se para a capital e pedindo abrigo na casa da prima, Angie (Regina Blandón), com quem irá aprender a ter autoconfiança e empoderar-se em sua vida.

Baseado nos quadrinhos de Ricardo Cucamonga, ‘Cindy La Regia’ é uma comédia romântica centrada nos temas atuais da vida da jovem adulta de classe média alta em busca de independência, porém ainda muito marcada pela educação patriarcal recebida. Por isso, o uso do humor e da ironia de Ricardo ao criar sua personagem é o maior acerto do argumento do seu quadrinho, cuja transposição para o audiovisual foi bastante acertada.

Além do tema super relevante, vale ressaltar que boa parte da equipe técnica em ‘Cindy La Regia’ é composta por mulheres. São diretoras, produtoras, roteiristas, assistentes, enfim, é só observar as letrinhas ao final do filme. Esse olhar feminino na produção faz toda a diferença não só para contar a história, mas para dialogar diretamente com o público alvo do longa.

Considerando que ‘Cindy La Regia’ é inspirado apenas na personagem, e não nas tirinhas, o roteiro de Maria Hinojos consegue construir uma história cativante que agrega à sua protagonista temas relevantes para as expectadoras, como a busca pelo primeiro emprego, a insegurança emocional, o assédio no ambiente de trabalho, famílias desencorajadoras, etc. Talvez o problema do filme seja justamente esse excesso de vontade do roteiro, que, ao tentar inserir o maior número possível de pautas, acaba por vezes correndo na resolução de alguns eventos ou inserindo-os tão subitamente na trama, que geram confusão. É assim que, com uma hora e quarenta e oito de longa, a gente fica com a sensação de ter visto uma série, não um filme.

A direção de Catalina Aguilar Mastretta e Santiago Limón conduz bem os três arcos do enredo, porém, alguns deslizes da edição (favorecidos pelo roteiro acelerado) fazem com que o filme por vezes tenha um corte abrupto na trama, e isso é meio esquisito. Entretanto, o elenco todo tem tanta sintonia e diz suas falas com tamanha naturalidade, que realmente deixa a impressão de estarem conversando naturalmente, como se nós fôssemos mais uma colega na turma.

Cindy La Regia’ trabalha o longo caminho do empoderamento feminino com tanta suavidade, humor e carinho, que diverte o público, e, ao mesmo tempo, consegue passar sua mensagem. É um filme leve, ótimo para assistir para distrair a mente e ganhar autoconfiança.