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Crítica | ‘Midnights’ funciona como uma culminação testamentária da carreira de Taylor Swift

Taylor Swift é uma das artistas de maior renome do cenário fonográfico contemporâneo – e uma das mais prolíficas também. Desde 2020, por exemplo, ela lançou o aclamado álbum ‘folklore’, que lhe rendeu sua terceira estatueta de Álbum do Ano do Grammy Awards, o impecável ‘evermore’ e duas regravações de produções antigas, ‘Fearless (Taylor’s Version)’ e ‘Red (Taylor’s Version)’ (todos conquistando o público e a crítica mundiais). Agora, Swift retorna para o mundo da música com mais um compilado de originais conhecido como ‘Midnights’, cuja nostalgia não se restringe apenas à estética visual, como a uma divulgação em peso que incluiu o anúncio de cada uma das faixas em um especial intitulado Midnights Mayhew with Me.

A cantora e compositora sempre teve uma mente mercadológica bastante aguçada – e isso é refletido na composição e na arquitetura de cada disco que ela venha a lançar. Aqui, a ideia principal por trás das 13 faixas inéditas é mergulhar no intimismo das noites em claro que Swift passou, que serviram inclusive de ápice catártico e criativo, como ela comentou em postagens promocionais. No final das contas, entre altos e baixos, o resultado é o que poderíamos esperar de uma incursão da incrível discografia de Taylor, consagrando-se como uma culminação testamentária de todas as experiências pelas quais passou em sua vida.

Em ‘Midnights’, a barreira entre imagem e som é diluída como nunca antes dentro das produções de Swift: a visão setentista não aparece apenas nas fotos de divulgação, mas na construção das canções, adotando uma persona propositalmente anacrônica ao tempo e à sucessão dos eventos e gestando um universo único que abarca as outras eras da artista. Temos uma remodelação do glam-rock e do art rock, aglutinados à supressão terminológica do dream-pop, do pop-rock e do new wave: isso significa que o principal elemento que vem com urgência nas músicas é um potente e dissonante sintetizador que serve como ponto de apoio para que as narrativas convirjam em um canal em comum – que é explorar sentimentos particular e espontâneos, desde uma espécie de síndrome de impostor até o significado de estar apaixonado.

A obra não tem o melhor dos começos, por assim dizer, mas é feita com inteligência o suficiente para não estragar a surpresa das faixas seguintes: “Lavender Haze” almeja pelo minimalismo, principalmente por dar espaço para a rendição de Swift tomarem forma, porém, a progressão repetitiva deixa a desejar, enquanto a superposição de camadas vocais parece destoar do restante. Além disso, a estrutura instrumental e a cadência dos versos parecem homenagear demais artistas que já fizeram isso antes – como Lana Del Rey, que participa de uma das tracks, Selena Gomez e a recém-estreada Olivia Rodrigo. Em relação à composição não há muito o que falar: Taylor sempre foi uma força incomparável em relação à lírica (“eu fiquei sob escrutínio, você lidou com isso lindamente” é uma das várias entradas que nos chamam a atenção).

Logo na primeira metade, temos inflexões poéticas aplaudíveis e que se configuram como algumas das melhores da carreira da performer. “Maroon”, em contraposição à faixa anterior, mergulha na repetição tonal de modo evocativo, nos levando de volta para ‘1989’ e ‘Lover’ (em especial a faixa “The Archer”, que grita synth-dream com todas as forças) e guiada por uma espécie de teoria de cores que dialoga com sensações e com a realidade percebida pela cantora; “Anti-Hero”, uma grata surpresa do álbum, parte de uma configuração similar sem perder uma idiossincrasia interessante (a profunda aliteração) e servindo como um discurso confessional de autossabotagem, marcado por “sou eu… Oi… Eu sou o problema, sou eu”. Ambas as canções são irretocáveis, envolventes e ecoantes, dialogando com qualquer um que já tenho passado por qualquer uma das situações acima delineadas.

Há outras iterações que merecem atenção dos ouvintes e que estão lado a lado com as supracitadas. “Question…?”, ainda que recicle progressões do mesmo álbum e de anteriores, se vale bastante do saudosismo que se inicia logo no refrão, com os versos “posso lhe fazer uma pergunta? Você já foi beijado em uma multidão? E todos os seus amigos zombavam de você?” infundidos com uma retórica apaixonante e explosiva; “Vigilant Shit”, sem sombra de dúvida a faixa mais original, puxa aspectos de ‘Reputation’ para um electro-synth comedido e uma história de vingança arrepiante (“eu não me visto para mulheres, não me visto para homens; ultimamente, me visto para vingança”), arrancando semelhanças de “Look What You Made Me Do” e pincelando com pulsões à la Charli XCX.

A coesão é algo que não falta em ‘Midnights’ – e, justaposta à composição, essa é a maior conquista do álbum. Todavia, é necessário mencionar os deslizes cometidos por Taylor e pelo colaborador de longa data Jack Antonoff, também responsável pela produção. Tudo o que ouvimos aqui não traz nada de novo à discografia de Swift, representando, talvez, uma emulação do que ela já nos entregou. Para além das repetições mencionadas nos parágrafos acima, os problemas se estendem para a temática, que não foge muito do convencionalismo, apesar de descrita com maestria; “Snow On The Beach” desperdiça um dos maiores talentos da atualidade, colocando Del Rey em versos longínquos e que não representam suas habilidades; “Midnight Rain” se inicia com um autotune desnecessário e que funciona como coadjuvante da música seguinte; e “Sweet Nothing” parece uma música descartada de ‘evermore’.

Não posso tirar mérito, entretanto, de referências inesperadas que aparecem no álbum. O art rock, mesmo não esquadrinhado em sua totalidade, é fruto de emulações que provém de atos como Triumvirat e Wallenstein, seja na confecção das vibrantes notas, seja na amálgama entre o sintetizador, a guitarra, o baixo e a bateria; já a universalização conceitual permite que Swift mantenha-se fiel ao que fazia desde sua estreia no cenário fonográfico – que é conquistar o público pelo que sabe fazer de melhor: enredar coisas comuns a todos nós.

‘Midnights’ é uma boa obra e funciona na maior parte, mesmo não tendo o frescor de títulos predecessores. No final das contas, a produção funciona como uma culminação testamentária do que Swift foi, é e continuará a ser décadas depois de ter nos deixado – uma jornada breve no tempo e permanente no impacto, que, de fato, não pensa duas vezes antes de fazer o que bem entender.

Nota por faixa:

1. Lavender Haze – 2,5/5
2. Maroon – 5/5
3. Anti-Hero – 5/5
4. Snow on the Beach, feat. Lana Del Rey – 2/5
5. You’re on Your Own, Kid – 4/5
6. Midnight Rain – 3/5
7. Question…? – 4,5/5
8. Vigilante Shit – 5/5
9. Bejeweled – 3/5
10. Labyrinth – 3/5
11. Karma – 4/5
12. Sweet Nothing – 3/5
13. Mastermind – 4,5/5

‘A Última Coisa que Ele Me Falou’: Minissérie de suspense com Jennifer Garner ganha novo clipe OFICIAL; Confira!

Apple TV+ divulgou um novo clipe oficial de ‘A Última Coisa que Ele Me Falou’ (The Last Thing He Told Me), minissérie de suspense estrelada por Jennifer Garner (‘De Repente 3’) e Nikolaj Coster-Waldau (‘Game of Thrones’).

A produção chega à plataforma de streaming no dia 14 de abril.

Confira, junto ao trailer:

A série, baseada no livro de Laura Dave, acompanha Hannah (Garner), uma mulher que, ao sair em procura pelo marido desaparecido (Coster-Waldau), começa a desenvolver uma relação forte com sua enteada (Angourie Rice). 

A produção foi criada por Dave e Josh Singer, roteirista de ‘Spotlight: Segredos Revelados‘, ‘The Post: A Guerra Secreta‘ e ‘O Primeiro Homem‘.

Lauren Neustadter e Reese Witherspoon estão na produção executiva.

Aisha TylerGeoff StultsJohn Harlan KimAugusto AguileraDavid MorseVictor Garber completam o elenco.

O mal está nascendo no cartaz INÉDITO de ‘American Horror Story: Delicate’; Confira!

O canal FX divulgou mais um cartaz inédito da 12ª temporada de ‘American Horror Story‘, intitulada ‘Delicate‘ e estrelada por Emma Roberts Kim Kardashian.

Confira:

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 20 de setembro, nos EUA.

“Anna começa a suspeitar que alguma coisa está tentando impedi-la de ter um bebê. Poderia ser o usuário anônimo no Tumblr com seus comentários maldosos? Poderia ser a mulher estranha que tirou uma foto dela quando entrou no consultório médico? Poderia ser o estranho que invadiu sua casa e deitou na cama ao seu lado enquanto dormia? Ela não tem certeza de nada hoje em dia.”

“Anna encontra apoio em sua amiga Siobhan, uma outra atriz muito mais conhecida do que ela, mas seu próprio marido não acredita nela. Então, seu pior pesadelo se torna realidade: seu médico a informa que ela sofreu um aborto… Mas ela ainda consegue sentir o bebê dentro dela. Ela ainda consegue sentir os efeitos físicos em seu corpo. Enquanto os sintomas da gravidez se tornam cada vez mais severos e aterrorizantes, Anna sente que está sendo perseguida, e ninguém a leva a sério quando ela insiste que há algo terrivelmente errado.”

Halley Feiffer é responsável pelo roteiro.

‘Doces Magnólias’: Começam as gravações da 4ª temporada; Confira fotos de bastidores!

‘Doces Magnólias’ se tornou um dos grandes sucessos críticos e comerciais da Netflix e, agora, o diretor Norman Buckley confirmou que as filmagens da 4ª temporada começaram oficialmente.

As boas novas foram anunciadas através de seu Instagram oficial, acompanhadas de várias fotos de bastidores.

Mais detalhes não foram revelados.

Confira:

Lembrando que os três primeiros ciclos já estão disponíveis na plataforma de streaming.

Na trama da mais recente temporada…

Após a briga no Sullivan’s, Maddie lida com a melhor maneira de ajudar Cal e trabalha para limpar seu próprio caminho emocional. Helen enfrenta decisões difíceis sobre os homens de sua vida. E Dana Sue procura uma maneira de usar o cheque de Miss Frances para ajudar a comunidade, sem prejudicar sua família. A identidade do destruidor de pneus causa choque em Serenity, a lembrança causa consequências inesperadas e há surpresas românticas em cada geração. Ao longo da temporada, as mulheres lidam com esses problemas – e todas as complicações que eles causam – com seu calor, humor e devoção característicos umas das outras e daqueles que amam. E margaritas.

Doces Magnólias‘ conta com JoAnna Garcia Swisher, Brooke Elliott, Heather Headley, Chris Klein e Jamie Lynn Spears.

‘Round 6’: 2ª temporada ganha PRÉVIA e data de estreia na Netflix; Confira!

Já se passaram três anos desde o lançamento de ‘Round 6’, o drama coreano que se tornou um tremendo sucesso para a Netflix – e, agora, a plataforma de streaming divulgou o primeiro teaser oficial da 2ª temporada, confirmando sua estreia.

O novo ciclo chega à plataforma de streaming no dia 26 de dezembro.

Confira:

Lembrando que a segunda temporada já escalou oito novos atores ao elenco: Park Gyu-young (‘Sweet Home’), Jo Yu-ri, Kang Ae-sim, Lee David (‘The Fortress’), Lee Jin-uk (‘Sweet Home’), Choi Seung-hyun, Roh Jae-won e Won Ji-an (‘D.P.’).

Os próximos episódios ainda contarão com o retorno de Lee Jung-jae, Lee Byung-Hun, Wi Ha-jun e Gong Yoo, além dos novatos Yim Si-Wan, Kang Ha-Neul, Park Sung-Hoon e Yang Dong-Geun, que haviam sido previamente anunciados.

Confira as primeiras imagens dos novos capítulos:

“Apesar da greve ter causado o adiamento de alguns títulos, nós temos uma grande programação para 2024. O público poderá ver o retorno de séries de sucesso como ‘A Diplomata‘ (2ª Temporada), ‘Bridgerton‘ (3ª Temporada), ‘Round 6‘ (2ª Temporada) e ‘A Imperatriz‘ (2ª Temporada); além dos programas ‘Tour de France‘ (2ª Temporada), ‘Casamento às Cegas‘ (6ª Temporada), ‘F1: Dirigir Para Viver‘ (6ª Temporada) e ‘Dias de Golpe‘ (2ª Temporada).”

“Nosso streaming também contará com lançamentos originais como ‘O Problema dos 3 Corpos‘ (minissérie baseada no romance homônimo e dos showrunners de ‘Game of Thrones‘), ‘Griselda‘ (série estrelada pela Sofia Vegara), ‘Magnatas do Crime‘ (novo filme do Guy Ritchie), ‘Avatar: O Último Mestre do Ar’, ‘Cem Anos de Solidão‘ (série baseada no romance de Gabriel García Márquez) e a biografia brasileira ‘Senna‘.”

A série conquistou catorze nomeações no Emmy Awards, levando para casa os prêmios de Melhor Ator em Série de Drama para Lee Jung-jaeMelhor Atriz Coadjuvante em Série de Drama para Jung Ho-yeonMelhor Direção para Dong-hyuk.

Mas isso não foi tudo: ‘Round 6’ também foi relembrada na categoria de Melhor Série de Drama e se tornou a primeira produção televisiva de língua não-inglesa a conquistar tal feito.

Conquistando o pódio como a a série mais assistida da Netflix, ‘Round 6’ foi exibida em mais de 142 milhões de lares em pouco mais de um mês.

Para quem ainda não assistiu, a trama mostra um grupo de pessoas com dívidas milionárias em busca de um prêmio que mudará suas vidas se toparem participar de um misterioso jogo divido em seis fases.

Ao longo das tarefas, 456 participantes de todas as esferas da vida são trancados em um local secreto onde jogam para ganhar 45,6 bilhões de won.

Cada jogo é uma tradicional brincadeira infantil coreana, mas a consequência de perder é a morte. Quem será o vencedor e qual é o propósito deste jogo?

‘A Verdadeira Dor’: Comédia com Kieran Culkin e Jesse Eisenberg ganha teaser INÉDITO; Confira!

‘A Verdadeira Dor’ (A Real Pain), comédia estrelada por Jesse Eisenberg (‘A Rede Social’) e Kieran Culkin (‘Succession’) ganhou um teaser inédito.

O longa chega aos cinemas nacionais no próximo dia 23 de janeiro.

Confira, junto ao trailer completo:

Lembrando que o longa rendeu o Globo de Ouro de Melhor Ator Coadjuvante a Culkin.

Crítica | A Real Pain: Jesse Eisenberg e Kieran Culkin nos embalam em catártica jornada sobre as perdas que vivemos pelo caminho

Na trama, dois primos incompatíveis, David e Benji, se reúnem para uma viagem pela Polônia para homenagear sua amada avó. A aventura sofre uma reviravolta quando as antigas tensões do estranho casal ressurgem no contexto da história de sua família.

O longa é protagonizado, roteirizado e dirigido por Eisenberg.

Will Sharpe (‘The White Lotus’) também estrela a produção.

Nick Jonas será Paul Stanley, vocalista da banda KISS, na cinebiografia ‘Shout It Out Loud’

Segundo o DeadlineNick Jonas (‘O Amor Mandou Mensagem’) foi escalado como o vocalista e guitarrista da icônica banda de rock KISSPaul Stanley, na cinebiografia ‘Shout It Out Loud’.

O projeto, dirigido por McG (‘As Panteras’, ‘A Babá’), é centrado na formação do venerável grupo de hard rock, que se consolidou nos anos 1970.

As gravações devem começar no final deste ano ou no começo de 2026, com financiamento total feito pela STX.

Darren Lemke (‘Projeto Gemini’) é o responsável pelo rascunho mais recente do roteiro.

As informações ainda indicam que Jonas fará seu próprio canto e tirará um tempo para treinar e aperfeiçoar seus vocais, a fim de se aproximar da conhecida potência de Stanley.

Além de ser uma das atrações principais da banda The Jonas Brothers, Jonas já provou seu talento nas telas. Sua ascensão começou com o drama sobre masculinidade tóxica, Goat’, de 2016, e o astro também participou da mini-franquia ‘Jumanji’. Ele brilhou na série de MMA ‘Kingdom’, como um jovem gay que cresce em uma família de lutadores e precisa esconder sua sexualidade de um pai dominador. No teatro, ele participou de inúmeras produções da Broadway, incluindo ‘Os Miseráveis’‘Hairspray’‘How to Succeed in Business Without Really Trying’.

Mais informações não foram reveladas.

Alana Haim está em negociações para estrelar nova cinebiografia ao lado de Aubrey Plaza

Segundo o DeadlineAlana Haim (‘Licorice Pizza’) está em negociações para estrelar a cinebiografia ‘The Heidi Fleiss Story’ ao lado de Aubrey Plaza.

O projeto funciona como uma recontagem da vida da “Madame Hollywood” Heidi Fleiss. A Pinky Promise, produtora do elogiado ‘The Last Showgirl’, fica responsável pelo longa.

A comédia ácida marca a estreia diretorial de Leah Rachel (‘Chambers’). Rachel Sennott (‘Shiva Baby’, ‘Morte Morte Morte’) assina o roteiro ao lado de Rachel e Travis Jackson.

Jessamine BurgumKara Durrett entram como produtoras pela Pinky Promise, enquanto Plaza assume o cargo pela Evil Hag. As gravações devem começar ainda este ano na cidade de Los Angeles, Estados Unidos.

Fleiss (Plaza) tornou-se conhecida na década de 1990 por comandar uma rede de prostituição de alto nível que atendia os ricos e poderosos de Los Angeles, incluindo alguns nomes conhecidos de Hollywood. Seu império ruiu em 1993, quando ela foi presa e acusada de múltiplos crimes, eventualmente condenada à prisão.

O filme acompanha Fleiss nos dias tensos que antecederam seu julgamento, enquanto ela transita por Los Angeles, usando sua rede de contatos para tentar manipular e chantagear para se livrar das acusações, com a ajuda de uma jovem escritora ambiciosa chamada Jaclyn (Haim).

Mais informações não foram reveladas.

Alfonso Herrera, Nicole Wallace e MAIS no cartaz inédito de ‘A Casa dos Espíritos’, adaptação do CLÁSSICO romance

Prime Video divulgou um novo cartaz oficial de ‘A Casa dos Espíritos‘, nova adaptação do romance clássico e homônimo de Isabel Allende.

Estrelada por Nicole WallaceAlfonso Herrera, a nova versão chega ao serviço de streaming no dia 29 de abril.

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no YouTube:

Francisca AlegríaFernanda UrrejolaAndrés Wood servem como showrunners.

A trama acompanha as paixões, lutas e segredos da família Trueba, abrangendo três gerações e um século de transformações violentas, que culminaram em uma crise que levam o patriarca e sua amada neta para lados opostos das barricadas.

A família é formada por Esteban, o patriarca da família Trueba, um homem volátil e orgulhoso, cujo desejo por terra é lendário e que vive assombrado pela paixão tirânica que sente pela esposa que nunca pode ter por completo; Clara, a matriarca, evasiva e misteriosa, que prevê a tragédia familiar e molda o destino da casa e dos Trueba; Blanca, sua filha, de fala suave, mas rebelde, cujo amor chocante pelo filho do capataz de seu pai alimenta o eterno desprezo de Esteban, mesmo quando resulta na neta que ele tanto adora; e Alba, o fruto do amor proibido de Blanca, uma mulher ardente, obstinada e dotada de luminosa beleza.

O elenco ainda conta com Dolores FonziJuan Pablo RabaFernanda Castillo.

Allende entra como produtora executiva ao lado de Eva Longoria (‘Desperate Housewives’, ‘Flamin’ Hot’).

Vale lembrar que o romance já ganhou uma adaptação para os cinemas, em 1993, trazendo Meryl StreepJeremy Irons como protagonistas.

Próximo spin-off de ‘Invocação do Mal’ deve contar história de Lobisomem

De acordo com fontes do We Got This Covered, o próximo spin-off de ‘Invocação do Mal‘ irá contar a história do lobisomem visto em ‘Annabelle: De Volta Para Casa‘.

Anteriormente, tanto James Wan (produtor da franquia) quanto o roteista Gary Dauberman já disseram que gostariam de explorar esta história, e parece que a ideia vai mesmo sair do papel.

Embora nada tenha sido anunciado oficialmente, rumores já indicavam a produção em torno desta história há anos e é um tema que abre novas possibilidades para a franquia, além de possessões, exorcismos e bonecas diabólicas.

Lembrando que ‘Annabelle: De Volta Para Casa‘ já está em exibição nos cinemas.

Confira nossa crítica:

Gary Dauberman (roteirista de ‘A Freira’, ‘IT: A Coisa‘ e ‘Annabelle‘) dirige o longa-metragem da franquia ‘Invocação do Mal‘, que marca também a sua estreia na direção.

Determinados a impedir que Annabelle crie ainda mais caos, os demonólogos Ed e Lorraine Warren trazem a boneca possuída à sala de artefatos que fica trancada em sua casa, isolada em um local “seguro”, protegida por um vidro sagrado e com a benção de um padre. Porém, o que os espera é uma noite de horror, à medida que Annabelle desperta os espíritos malignos na sala, que voltam suas atenções a um novo alvo – a filha de 10 anos dos Warrens, Judy, e suas amigas.

Os atores Patrick Wilson e Vera Farmiga retornam ao Universo ‘Invocação do Mal‘, sendo esta a primeira aparição deles fora da franquia principal. O elenco ainda inclui McKenna Grace, Madison Iseman e Katie Sarife.

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Coronavírus: Cosplayer do Batman dirige Batmóvel alertando sobre a importância da quarentena

Uma fan page no Twitter publicou um vídeo no qual um cosplayer do Batman dirige o Batmóvel pelas ruas do México para alertar os cidadãos sobre a importância da quarentena para evitar a propagação do Coronavírus.

Confira:

Em entrevista para o site Telediario, o cosplayer disse que está tentando conscientizar e fazer sua parte para convencer as pessoas de ficarem em casa.

“Hoje vi famílias inteiras passeando com seus filhos pelas ruas. As pessoas estão achando que é uma brincadeira, mesmo com os constantes avisos do governo. Vejo pessoas agindo como se nada estivesse acontecendo e não consigo resolver essa situação sozinho, por isso estou apelando para que outros super-heróis possam alertar a população. Entendo que a situação é complicada, mas é preciso aproveitar a companhia de nossas famílias dentro de casa.”

Embora a estreia de ‘The Batman‘ esteja programada apenas para 2021, o atual quadro mundial pode acabar afetando a data de lançamento da produção.

A informação foi compartilhada pela revista Variety. Segundo a publicação, quando a reclusão social foi imposta em virtude do coronavírus, as filmagens do longa já estavam acontecendo há quase sete semanas.

A interrupção do cronograma de gravações pode impactar o andamento das produção a longo prazo, principalmente considerando as previsões da Organização Mundial de Saúde (OMS), cujas expectativas indicam que a pandemia deve durar por mais alguns meses, até que a população mundial possa retornar às suas rotinas como habitualmente.

Além de ‘The Batman‘, a Variety ainda aponta que o mesmo pode acontecer com os filmes ‘Red Notice‘, da Netflix, e ‘Matrix 4‘.

Ainda é incerto mensurar a dimensão do impacto do coronavírus no cronograma das produções que estavam em andamento, mas continue acompanhando o CinePOP, para manter-se atualizado!

Lembrando que ‘The Batman‘ tem previsão de estreia para 25 de junho de 2021. 

Robert Pattinson viverá o personagem-título. O elenco ainda conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard, Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos MaxCharlie Carver.

A trama irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.

“Este novo Batman precisava estar em conformidade com uma faixa etária definida. Ele é descrito como um jovem com cerca de 30 anos de idade, e a história não vai focar em sua origem, nem em seu combate ao crime em Gotham City. Ele é Bruce Wayne, ainda tentando encontrar o caminho para se tornar aquele detetive genial.”

Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Reeves está preparando.

‘Mulher-Maravilha 1984’: Gal Gadot divulga vídeo mostrando o figurino das Amazonas de Themyscira

Parece que ninguém está mais animado com a estreia de ‘Mulher-Mravilha 1984‘ do que a própria Gal Gadot, estrela da adaptação.

Em seu perfil do Instagram, ela publicou uma série de vídeos e imagens relembrando a trajetória da personagem ao longo do DCEU.

Os posts incluem fotos dos figurinos das Amazonas de Themyscira, Steve Trevor (Chris Pine) e a rotina de Diana como restauradora de peças arqueológicas.

Confira:

“Estas são as mulheres que me fizeram quem eu sou. Elas me ensinaram sobre o amor e como amar sem limites, me mostraram como controlar minha força, me ensinaram sobre a verdade e o poder de lutar por ela. Crescer em um mundo com o poder feminino foi tão inspirador que gostaria que vocês pudessem ver por si mesmas. Com amor, Diana.”

 

 

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“Ele. Com amor, Diana.”

 

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“A arte é um belo reflexo da humanidade. #amomeutrabalho. Aqui estão alguns dos meus favoritos do Instituto Smithsonian.”

 

 

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Lembrando que ‘Mulher-Maravilha 1984‘ já está em exibição nos cinemas nacionais!

Sucesso entre os críticos, o filme abriu com 89% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Crítica | ‘Mulher-Maravilha 1984’ é ainda mais FANTÁSTICO que o primeiro filme

Como arqueóloga, Diana, que trabalha no museu Smithsonian, é uma Mulher-Maravilha que tem super poderes extraordinários, podendo ser a heroína mais forte do mundo. Em 1984, a Mulher Maravilha está em perigo mortal assustador diante de uma enorme conspiração do empresário Max, que canta alto para satisfazer os desejos das pessoas, e uma inimiga misteriosa, a Mulher-Leopardo. A Mulher-Maravilha vai conseguir parar o colapso do mundo sozinha?

O elenco também conta com Chris PineKristen WiigPedro Pascal.

 

‘Armor Wars’: Vilão de ‘Homem-Formiga e a Vespa’ deve retornar para a série

Ainda não há muitas informações sobre ‘Armor Wars‘, vindoura série da Marvel que será estrelada por Don Cheadle, intérprete de James Rhodes, o Máquina de Combate.

No entanto, o The Ronin divulgou que Walton Goggins vai reprisar eu papel como Sonny Burch, vilão de ‘Homem-Formiga e a Vespa‘.

Apesar de não haver nada confirmado até o momento, o dublê de Goggins, Rex Reddick, teve seu nome adicionado à equipe da série e rumores já haviam adiantado que Burch iria retornar ao MCU em algum momento.

Para quem não se lembra, Burch é um traficante de tecnologia, então é possível que a trama da série mostre Rhodes tentando lidar com criminosos atrás das invenções criadas por Tony Stark.

Além disso, o traficante estava envolvido em uma esquema comandando por um misterioso personagem, e alguns fãs suspeitam que seja Justin Hammer, rival de Stark, vivido por Sam Rockwell em ‘Homem de Ferro 2‘.

Caso tudo isso seja verdade, trazer Hammer como o grande vilão de ‘Armor Wars‘ certamente iria deixar os fãs bastante empolgados.

O que você acha da ideia?

Lembrando que ‘Armor Wars‘ estreia somente em 2023.

A série é baseada no arco homônimo de sete edições, escrito por David Michelinie e Bob Layton. As Hqs foram publicadas entre os anos de 1987 e 1988 e trazem o Homem de Ferro após o roubo da tecnologia de Stark. No caso da série, a produção trará o Máquina de Combate no centro da narrativa.

Confira a logo:

 

 

‘Top Gun: Maverick’ alcança os US$ 300 milhões e está prestes a ultrapassar o original

Top Gun: Maverick‘ foi lançado há menos de uma semana e já faturou US$ 300 milhões pelo mundo, segundo o Boxofficemojo.

Estreando com incríveis US$ 248 milhões – o que representa a MAIOR estreia global da carreira do astro Tom Cruise, a sequência já arrecadou US$ 160,5 milhões nos EUA e no Canadá.

No mercado internacional, o título soma US$ 139,5 milhões através de 62 mercados. No Brasil, o longa estreou com mais de R$ 25 milhões.

Agora só faltam US$ 57,2 milhões para o longa ultrapassar a marca do clássico de 1986, dirigido pelo saudoso Tony Scott.

Lembrando que ‘Top Gun: Maverick‘ também registrou 96% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Além disso, foi o primeiro filme de 2022 a conquistar a nota A+ no Cinemascore.

A notícia veio direto de uma publicação no perfil oficial do site no Twitter.

Para quem não sabe, a pesquisa do CinemaScore já é tradição e acontece desde 1978.

A votação é feita diretamente nos cinemas da América do Norte, com o público preenchendo os cartões de voto logo depois de terem assistido a um filme e atribuindo notas que vão de ‘A+‘ a ‘F‘.

Confira a publicação:

“Nós entrevistamos o público de ‘Top Gun: Maverick‘ esta noite e os fãs lhe deram um A+! Parabéns para a Paramount Pictures, Tom Cruise e o resto do elenco e equipe! Você estará fazendo fila para ver a sequência neste fim de semana?”

Assista nossa crítica e siga o CinePOP no YouTube:

A nova produção mostra Pete “Maverick” Mitchell (Cruise) diante de um dos desafios mais difíceis dos seus 30 anos de serviço: ele é selecionado para treinar uma equipe de graduados TOP GUN em uma missão da qual nenhum piloto vivo jamais participou.

Dirigido por Kosinski e com roteiro de Christopher McQuarrie e Peter Craig, o filme estrela Tom Cruise, Miles Teller, Val Kilmer, Kelly McGillis, Jennifer Connelly, Glen Powell, Monica Barbaro, Thomas McKenzie, Charles Parnell, Jay Ellis, Bashir Salahuddin, Danny Ramirez, Jon Hamm e Ed Harris. 

Intérprete do Lanterna Verde apoia resgate do Snyderverse na Netflix

O presidente da DC Studios, James Gunn, já deu início à reformulação do universo baseado nos personagens da editora.

No entanto, alguns fãs ainda torcem pela continuidade do Snyderverse e até criaram uma campanha para que o universo criado pelo diretor Zack Snyder seja resgatado através da Netflix.

E a campanha ganhou o apoio de Wayne T. Carr, intérprete do Lanterna Verde em umacena deletada do Snyder Cut de ‘Liga da Justiça‘.

Em seu perfil do Twitter, Carr compartilhou uma imagem com o símbolo dos heróis da Liga da justiça e escreveu:

“Tantas coisas não fazem sentido para mim. Mas, algumas coisas fazem…
#SellSnyderVerseToNetflix #VenderZSJLparaNetflix @Netflix.”

Confira:

Para evitar rixas com os fãs de Snyder, Gunn afirmou que o cineasta apoia totalmente a lista de filmes e séries que ele e Peter Safran planejaram para os próximos anos.

Em uma publicação no Twitter, Gunn respondeu a um fã que questionou se Snyder ainda tinha interesse em trabalhar em adaptações da DC, dizendo:

Zack não expressou nenhum interesse e parece estar bem feliz em fazer o que ele está fazendo”, referindo-se a ‘Rebel Moon‘, nova franquia na qual Snyder está trabalhando em parceria com a Netflix.

Ele continuou:

“Ele me contatou para expressar seu apoio sobre minhas escolhas. Ele é um cara incrível. Mais uma vez, ele está muito feliz com a enorme franquia que ele está construindo agora.”

Confira:

Vale lembrar que Gunn e Safran, anunciaram dez projetos para o futuro do DCU, divididos entre cinema e TV.

Intitulado ‘Gods and Monsters’ (Deuses e Monstros), o cronograma inclui cinco filmes (‘Superman – O Legado’, ‘The Authority’, ‘The Brave and the Bold’, ‘Supergirl – A Mulher do Amanhã’ e ‘Monstro do Pântano’) e cinco séries para a HBO Max (‘Creature Commandos’, ‘Waller’, ‘Booster Gold’, ‘Lanterns’ e ‘Paradise Lost’).

O primeiro capítulo será ‘Superman – O Legado’, cujo roteiro é assinado por Gunn e cuja estreia está marcada para o dia 11 de julho de 2025.

Mais detalhes não foram revelados.

Nova série de faroeste da Paramount+ faz sucesso com 81% de aprovação dos críticos; Confira!

Baseada numa história real, a série ‘Homens da Lei: Bass Reeves‘ é a nova aposta da Paramount+ para atrair os fãs de tramas ambientadas no velho oeste dos EUA.

Criada por Taylor Sheridan (‘Yellowstone’), a produção gira em torno das aventuras do primeiro delegado federal negro a oeste do Mississippi, interpretado por David Oyelowo (‘Selma: Uma Luta Pela Igualdade’).

Para quem não sabe, Reeves é uma das mais importantes figuras do western norte-americano e já apareceu em outras séries de TV, como ‘Wynonna Earp’ e ‘Legends of Tomorrow‘, além de ter sido mencionado em ‘Watchmen’ e ‘Justified’.

Nascido como escravo em 1838, ele foi recrutado para se juntar aos U.S. Marshals em 1875. Ele foi designado para o Distrito Oeste do Arkansas, que também tinha jurisdição sobre o que era então conhecido como Território Indígena, e serviu lá até 1893.

Infelizmente, Reeves foi deposto de suas funções como delegado quando Oklahoma se tornou estado em 1907, mas continuou a trabalhar no cumprimento da lei até 1909, falecendo um ano depois, aos 71 anos de idade.

Ao longo de seus episódios, a série retrata sua vida com tanta fidelidade, que conquistou 81% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Entre os comentários, o The Daily Beast diz que:

“Este Bass Reeves que vemos na série de Sheridan faz o possível para cuidar de sua família, servindo a causa da justiça, mesmo que isso signifique trabalhar ao lado de racistas com problemas éticos e contra o tipo de pessoas pobres e marginalizadas que ele preferiria ajudar, fazendo um perfeito retrato de como os EUA demoraram a aceitar sua própria democracia.”

Confira o trailer:

A trama conta a história real de Bass Reeves, um lendário homem da lei na época do velho oeste. Reeves, conhecido como o maior herói da fronteira na história americana, trabalhou na Era da Reconstrução como um agente federal da paz no território indiano, capturando mais de 3 mil dos criminosos mais perigosos sem nunca ter sido ferido.

O elenco é formado por David Oyelowo, Lauren E. Banks, Demi SingletonBarry PepperDennis QuaidForrest GoodluckGrantham Coleman, Shea WhighamDonald Sutherland.

Chad Feehan, David C. Glasser, Jessica Oyelowo, David Permut, Ron Burkle, Bob Yari e David Hutkin entram como produtores executivos.

Para o alto e avante! ‘Superman II: A Aventura Continua’ Completa 40 anos

Sequência do clássico de 1978 teve uma produção marcada por conflitos tão destrutivos quanto os de Superman e Zod

“Sinceramente, sr. White, não gosto de televisão… Prefiro ler gibis”

Depois de 1978 o gênero de filmes blockbuster (aqueles com grandes nomes e grandes orçamentos) sofreu uma nova revolução, a segunda em menos de três anos, visto que a primeira tinha sido com Tubarão de Steven Spielberg. O então pouco conhecido diretor Richard Donner havia aceitado o desafio dos produtores Ilya e Alexander Salkind para realizar uma versão live action do Superman que pudesse ofuscar a versão dos anos 1950 protagonizada por George Reeves.

Ele então reuniu um elenco de peso que seria liderado por Marlon Brando e ainda teria Gene Hackman (memorável pelo grande sucesso com Operação França em 1971), Margot Kidder (lembrada pelo suspense Irmãs Diabólicas de 1973), Mario Puzo (autor do livro O Poderoso Chefão e também roteirista dos filmes) e fechando com o promissor  Christopher Reeve. O filme reuniu efeitos especiais dos mais modernos para simular os voos do herói somados a um roteiro que era bastante respeitoso com a origem nos quadrinhos, e com bases bem fincadas na era de ouro dos anos 1930\1940.

Christopher Reeve alçou voos maiores após 1978

O eventual sucesso foi o suficiente para iniciar de fato o gênero de super-heróis no cinema, composto por produções de maior orçamento e uma atenção mais “profissional” concedida às filmagens (isso porque em 1966 houve um longa-metragem do Batman de Adam West contando com todo o elenco de apoio da série de TV. Por consequência o filme teve a mesma atmosfera camp). A grande recepção positiva de Superman – O Filme também foi o suficiente para a Warner Bros. encomendar uma sequência.

O objetivo do roteiro idealizado por Puzo, David e Leslie Newman e Tom Mankiewicz (este último chamado para revisar a ideia original de Puzo) era o de abordar duas linhas narrativas diferentes que eventualmente iriam se chocar: a primeira é a continuidade da história dos agora prisioneiros General Zod e seus asseclas após a destruição de Krypton e seu encontro com o filho de seu algoz na Terra. A segunda é o amadurecimento da relação de Clark Kent e Lois Lane, com Clark tomando a decisão de revelar sua verdadeira identidade à amada, desistindo eventualmente de seus poderes para poder ter uma vida humana junto a ela.

Interessante notar que seis anos depois da estreia de Superman II, em 1980 (em dezembro em vários países do mundo, mas curiosamente apenas em meados de 1981 nos EUA), o autor de histórias em quadrinhos Alan Moore assinou o roteiro da história Superman – O que aconteceu ao Homem de Aço? –  que serviu para fechar o arco do Superman da era de ouro de maneira similar ao arco de Clark neste filme. As filmagens da sequência já estavam correndo em simultâneo com as do primeiro Superman ainda em 1977, porém, elas ficaram marcadas por episódios de conflito.

Tanto no filme de 1980 quanto no clássico de 1986 Superman toma decisões parecidas

Os Salkind constantemente antagonizavam o diretor Richard Donner sobre o quão longa e custosa estava se tornando essa operação conjunta, a ponto de Donner largar um pouco a produção da sequência para focar na obra original. A estratégia para as gravações estava sendo dividir a equipe de filmagem em duas unidades para que os esforços ficassem separados entre as produções. 

Com Donner ficando exclusivamente com a primeira unidade, os Salkind contrataram o diretor Richard Lester (mais conhecido pela parceria que teve com os Beatles em filmes como Help! e Hard Days Night) para cuidar do andamento da segunda unidade. Até aquele momento o segundo filme continuava sendo inteiramente de Donner. Foi só alguns meses após a estreia de Superman – O Filme que os produtores anunciaram que Lester assumiria o crédito total da vindoura continuação.

“Ajoelhe-se perante Zod!”

Segundo as regras estabelecidas pelo Sindicato de Diretores da América, um cineasta pode reclamar a autoria sobre o filme se ele tiver filmado 50% do material final. Donner provou que ele, antes de focar inteiramente na primeira unidade, havia gravado 75% do material em Superman II. Com essa situação em mãos, Richard Lester teve que gravar novas cenas para compor com o pouco material original que ele tinha em seu nome, só assim o filme poderia constar com sua autoria.

O diretor Richard Lester

O elenco de ambos os filmes se manteve fiel à Donner nessa confusão, em especial Gene Hackman que se recusou a voltar para gravar novas cenas como Lex Luthor sob o comando do novo diretor. O protesto, porém, não atrapalhou nas refilmagens pois muito do material de Hackman já tinha sido gravado e um dublê de corpo foi usado para compor algumas poucas cenas em específico.

Marlon Brando, mesmo não tomando partido no conflito, acabou entrando em rota de colisão com os Salkind devido a um processo aberto por ele para ganhar US$ 50 milhões oriundos da bilheteria de Superman – O Filme. Em represália os produtores exigiram a substituição do personagem Jor-El no corte de Lester pelo de Lara Lor-Van (a mãe biológica do Superman).

Segundo o IMDB, em várias ocasiões Lester havia deixado claro que não lhe agradava o ar épico que o primeiro filme teve, seu intuito era o de fazer algo mais próximo das raízes extravagantes dos quadrinhos. Para tanto ele demitiu o então diretor de fotografia Geoffrey Unsworth (que em 1973 havia vencido o Oscar de melhor fotografia por Cabaret e em 1968 dirigiu a fotografia de 2001 – Uma Odisseia no Espaço) e o substituiu por Robert Paynter para modificar o trabalho de câmera que fora desenvolvido na obra anterior e adaptá-la para a visão mais simples dos novos rumos. Esse foi outro ponto de grande ruptura do elenco, inclusive para Margot Kidder.

Unsworth (à esquerda) com Richard Donner nas filmagens de Superman – O Filme

O Superman II – A Aventura Continua que foi para os cinemas em 1980 é a versão de Lester. O filme contou com um orçamento de US$ 54 milhões e teve um retorno de US$ 190 milhões. Muitas das críticas ficaram divididas; alguns elogiaram as atuações de Reeve, Terence Stamp, Gene Hackman e outros, além do nível ainda elevado dos efeitos especiais para a época. No entanto, muitos críticos notaram que a versão dos cinemas diferia em muito no tom do que fora apresentado na obra anterior.

Enquanto que na produção de 1978 a situação mais “inusitada” havia sido o Superman conseguir voltar no tempo girando o planeta ao contrário, na sequência haviam momentos como a ameaça terrorista na Torre Eiffel (que substituiu a explosão dos mísseis nucleares como motivo da liberdade do trio antagonista), o beijo que apaga as memórias que o Superman dá em Lois, o “super-plástico” durante a luta final e diversas cenas cômicas envolvendo cidadãos de Metrópolis durante o embate entre Superman e Zod, que mudaram o andamento original da história.

O infame “Super-Plástico”

Por volta de 2004, a atriz Margot Kidder disse durante uma entrevista para o canal americano ET que haviam várias cenas filmadas por Donner que nunca foram usadas. A declaração se fez verdadeira em 2006 quando foi lançado Superman II – Richard Donner Cut. O projeto já vinha rondando os corredores da Warner desde 2001 mas por questões legais ele nunca fora iniciado.

Foi só após Superman – O Retorno, de 2006, que tais imbróglios foram resolvidos e Donner concordou em reeditar o material que ele gravou. A vontade do público também teve forte impacto, visto que o movimento por um “Donner Cut” já existia há bastante tempo e já antecipava o cenário do mercado cinematográfico em 2020. O corte foi lançado em novembro de 2006 para o mercado de home-video.

Pré-sequência do terror ‘Cemitério Maldito’ ganha data de estreia no Brasil

A pré-sequência do terror ‘Cemitério Maldito‘, oficialmente intitulada ‘Cemitério Maldito: A Origem’, ganhou sua data de lançamento no Brasil.

A produção estreará no Paramount+ no dia 6 de outubro, mesmo dia de lançamento nos EUA e em outros países com o streaming.

Confira:

“Em 1969, um jovem Jud Crandall sonha em deixar sua cidade natal, Ludlow, Maine, para trás, mas logo descobre segredos sinistros enterrados e é forçado a enfrentar uma história familiar sombria que o manterá para sempre conectado a Ludlow. Juntos, Jud e seus amigos de infância devem lutar contra um antigo mal que tomou conta de Ludlow desde a sua fundação e, uma vez descoberto, tem o poder de destruir tudo em seu caminho.”

Jackson White (‘Mrs. Fletcher’) interpretará uma versão jovem de Jud Crandall. O clássico personagem foi interpretado por Fred Gwynne, na adaptação original, e por John Lithgow, no remake de 2019.

O elenco contará com Natalie Alyn Lind (‘The Gifted’), Jack Mulhern (‘Mare of Easttown’), Forrest Goodluck (‘O Regresso’), Pam Grier (‘Jackie Brown’), Henry Thomas (‘A Maldição da Residência Hill’) e Samantha Mathis (‘Billions’) e Isabella Star LaBlanc.

Lindsey Beer, roteirista da comédia ‘Sierra Burgess é uma Loser‘, será responsável pela direção. Essa será a estreia diretorial de Beer, que também atualizou a última versão do roteiro.

Jeff Buhler, responsável pelo reboot de 2019, escreveu o roteiro do novo filme.

Vale lembrar que, lançado em 2019, o remake dividiu a opinião dos críticos, conquistando apenas 58% de aprovação no Rotten Tomatoes. Apesar disso, a nova versão se saiu bem nas bilheterias, arrecadando US$ 113.1 milhões mundialmente, a partir de um orçamento de apenas US$ 21 milhões.

O produtor Lorenzo di Bonaventura havia revelado que havia chances do remake ganhar uma pré-sequência.

“Geralmente não gosto de pensar em possíveis sequências até o filme ser um sucesso. Acredito que se há potencial para algo… é uma prequel. Se você pensar no livro, nós não introduzimos todos os elementos que acontecem antes da família Creed se mudar.”

Ele continua, “Então, eu acho que há um filme nesse período, e eu estaria particularmente interessado em fazer isso. Tem ligação com o material de origem e é uma história que também é insana, e há muitos sentimentos nela.”

Bruce Springsteen ganhará uma cinebiografia, e Jeremy Allen é o favorito para interpretar o astro

O lendário músico Bruce Springsteen está prestes a ganhar sua própria cinebiografia intitulada ‘Deliver Me from Nowhere’ (tradução livre: “Entrega-me de Lugar Nenhum”). Segundo o Deadline, o longa-metragem será escrito e dirigido por Scott Cooper, conhecido por filmes como ‘Tudo por Justiça’ e ‘Hostiles’.

Embora ainda não haja confirmação oficial, o ator Jeremy Allen White, famoso por seu papel na série ‘Shameless’ e ‘O Urso’, tem se mostrado o favorito para interpretar o astro do rock.

A trama será uma adaptação do livro de Warren Zanes, publicado em 2023, e se concentrará no árduo trabalho de Springsteen para criar seu álbum seminal de 1982, “Nebraska”. O filme irá explorar o período em que Springsteen e a E Street Band estavam gravando faixas para o grande sucesso “Born in the USA”, enquanto ele dava início ao desenvolvimento de “Nebraska”.

A produção de ‘Deliver Me from Nowhere’ está a cargo de Scott Stuber, Ellen Goldsmith-Vein e Eric Robinson. A A24 está em negociações para adquirir os direitos de produção do longa.

Bruce Frederick Joseph Springsteen, nascido em 1949, é um cantor, compositor, violonista e guitarrista norte-americano. Ao longo de sua carreira, iniciada em 1969, Springsteen acumulou diversos prêmios importantes, incluindo 20 Grammys, 4 American Music Awards e um Oscar, além de ter vendido mais de 120 milhões de discos.

‘Superman & Lois’: Tyler Hoechlin e Elizabeth Tulloch lamentam o cancelamento dos crossovers

A quarta e última temporada de ‘Superman & Lois’ está chegando ao fim e, em recentes entrevistas, os protagonistas Tyler Hoechlin e Elizabeth Tulloch compartilharam suas reflexões sobre a série e revelaram detalhes dos bastidores.

Segundo o ComicBookMovie, sobre a jornada de Clark Kent/Superman, Hoechlin expressou sua satisfação com a temporada final: “Meio que consegui [meus] maiores desejos” graças à inclusão de personagens icônicos como Lex Luthor e Apocalipse. “Estava empolgado com esses dois e com o fato de que conseguimos vê-los juntos várias vezes”, afirmou o ator.

Elizabeth Tulloch, intérprete de Lois Lane, revelou um desejo não realizado: “Realmente queria que Melissa Benoist aparecesse em algum momento para uma participação”.

A atriz explicou que, inicialmente, havia planos para incluir uma foto dela, Hoechlin e Benoist na mesa de Lois no Planeta Diário, mas a ideia foi descartada devido às incertezas sobre o futuro do Arrowverse.

“Foi por volta dessa época que começaram as discussões sobre nós talvez não fazermos mais parte do Arrowverse propriamente dito”, contou Tulloch.

A pandemia também impactou os planos da série. Inicialmente a produção teria um crossover com ‘Batwoman’, mas as restrições impostas pela Covid-19 inviabilizaram a realização do projeto.

“Começamos a filmar em outubro de 2020, então havia restrições muito, muito rígidas por causa da Covid, e houve uma conversa sobre talvez fazer um crossover com Batwoman, mas aí disseram ‘melhor não'”, revelou Tulloch.

The CW divulgou um clipe inédito de “It Went By So Fast”, décimo e último episódio da 4ª temporada de ‘Superman & Lois’ – que também marca o encerramento da série.

Na trama, “a família Kent luta com tudo o que tem conforme Lex Luthor faz sua última jogada em Smallville”.

O episódio vai ao ar hoje, 02 de dezembro.

Confira:

Estrelada por Tyler Hoechlin (‘Teen Wolf’) e Elizabeth Tulloch (‘Grimm’), a atração tem suas três primeiras temporadas disponíveis no Max.

Criada por Greg BerlantiTodd Helbing, a série marca o fim do Arrowverse.

O elenco ainda conta com Emmanuelle ChriquiInde NavarretteErik ValdezAlexander GarfinDylan Walsh.

‘Deliver Me From Nowhere’: Bruce Springsteen aprova trabalho de Jeremy Allen White em cinebiografia

O lendário cantor Bruce Springsteen elogiou o trabalho de Jeremy Allen White na cinebiografia ‘Deliver Me From Nowhere’, dando seu aval para o ator interpretá-lo no novo longa.

Segundo o Deadline, Springsteen explicou que, embora tenha visitado o set de filmagens ocasionalmente, evitou comparecer em dias em que as cenas se tornavam pessoais demais.

“Bom, em algumas dessas cenas eu não estava presente. Se havia uma cena que era muito profundamente pessoal, eu queria que os atores se sentissem completamente livres, e não queria atrapalhar, então simplesmente ficava em casa”, afirmou.

Springsteen acrescenta que, se o diretor Scott Cooper precisasse de sua presença no set, ele faria o possível para estar lá. “Mas eu estava em turnê no Canadá durante o primeiro mês de filmagens, então estive bastante ausente e ocupado na estrada nesse período”, explicou.

Springsteen chegou a ser fotografado no set. Sobre como foi ver a si mesmo sendo retratado por um ator, ele respondeu:

“Tenho certeza de que é muito pior para o ator do que para mim”, disse. “Jeremy Allen White foi muito, muito tolerante comigo nos dias em que apareci no set. Eu disse a ele: ‘Olha, se eu estiver atrapalhando, me dá um olhar e eu volto pra casa.’ Então, nos dias em que estive lá, ele foi extremamente gentil. E foi divertido. Foi prazeroso”.

Springsteen continua: “Quer dizer, tem algo incomum nisso, porque o filme retrata, de certa forma, alguns dos dias mais dolorosos da minha vida. Mas foi um grande projeto, e tanto Jeremy Allen White quanto Jeremy Strong [que interpreta o empresário Jon Landau] foram fantásticos, maravilhosos no filme, assim como todos os outros atores. Stephen Graham interpreta meu pai, e está incrível. Todo mundo envolvido no filme foi excelente”.

O filme tem estreia marcada para 24 de outubro nos cinemas, com distribuição da 20th Century Studios.

Dirigido e roteirizado por Scott Cooper (‘Tudo Pelo Poder‘, ‘Coração Louco‘), o filme mergulha no processo criativo por trás de Nebraska, álbum sombrio e introspectivo lançado por Springsteen em 1982 — considerado um dos trabalhos mais aclamados de sua carreira.

Jeremy Strong interpreta Jon Landau, o empresário que desempenhou um papel fundamental na carreira do músico, Paul Walter Hauser vive o técnico de guitarra de longa data, Mike Batlan. 

O elenco ainda conta com nomes como Stephen Graham, Odessa Young, Paul Walter Hauser, Gaby Hoffmann, Johnny Cannizzaro, Harrison Gilbertson, Marc Maron, David Krumholtz e Chris Jaymes.

Baseado no livro homônimo de 2023 escrito por Warren Zanes, ‘Deliver Me From Nowhere‘ tem produção assinada por Cooper, Zanes e Scott Stuber, ao lado de Ellen Goldsmith-Vein e Eric Robinson, da Gotham Group.

O próprio Bruce Springsteen e seu empresário Jon Landau participaram do desenvolvimento do longa.

Bruce Frederick Joseph Springsteen, nascido em 1949, é um cantor, compositor, violonista e guitarrista norte-americano. Ao longo de sua carreira, iniciada em 1969, Springsteen acumulou diversos prêmios importantes, incluindo 20 Grammys, 4 American Music Awards e um Oscar, além de ter vendido mais de 120 milhões de discos.

‘Guerreiras do K-Pop’: Compositores celebram indicação de “Golden” ao Globo de Ouro; “Insano”

O Globo de Ouro divulgou recentemente seus indicados ao prêmio de Melhor Canção Original, e entre os concorrentes, “Golden” do filme de animação ‘Guerreiras do K-Pop’ desponta como um dos favoritos à estatueta.

Os compositores EJAE e Mark Sonnenblick falaram sobre a indicação ao Deadline.

“É insano”, disse Kim Eun-jae, conhecida como EJAE. “Fica cada vez mais louco. Tipo, o quê? Muito surreal”.

Sonnenblick acrescentou que a honra é múltipla: “É uma honra também, por muitos motivos, não só pelo fato de ‘Golden’ ter sido indicado, e não só pelo fato de ter sido indicado a Melhor Longa de Animação, mas também para Realização Cinematográfica. Foi uma colaboração enorme de tantos artistas de cinema e música diferentes neste projeto. Vê-la em uma lista com todos esses filmes que realmente tiveram um impacto cultural tão grande este ano, obviamente a música significa muito para nós, mas foi outra coisa legal esta manhã”.

EJAE enfatizou a importância do cenário do filme e sua conexão com sua cultura:

“Eu estava muito animado com esse projeto. É meu primeiro filme, e é sobre a Coreia, sobre minha cultura que eu, Maggie [Kang] e, obviamente, Black Label [abordamos]. E para mim, isso é o que importa tanto, é tipo uma hora e meia [de filme]. Pessoas que nunca estiveram na Coreia e querem saber sobre a Coreia. Aqui está. É uma maneira perfeita de representar e mostrar a comida, a música, a cultura dos fãs, a cultura da amizade, tudo sobre a Coreia”, disse ela. “Estou tão animado que o primeiro filme animado ambientado na Coreia está recebendo tanto carinho”.

A compositora também refletiu sobre a experiência de crescer nos Estados Unidos e ser alvo de piadas pelo cheiro de kimchi na lancheira:

“Sempre zombavam disso, e as pessoas nem sabiam onde ficava a Coreia. Ter isso e agora ter crianças querendo se fantasiar de meninas coreanas no Halloween. Com licença? Isso é insano”, disse ela, emocionada. “Tínhamos que nos vestir como sempre, cabelo loiro, olhos azuis, era isso que queríamos ser e queríamos parecer. Então ter outras crianças de todas as raças querendo ser coreanas é simplesmente, eu tenho muito orgulho”.

‘Guerreiras do K-Pop 2’: Estrelas da sequência revelam o que desejam para o novo longa

Sonnenblick refletiu sobre como a animação complementou a música “Golden”, que foi a última escrita para o filme:

“Animação é tão linda… Desde o início fui muito emocionado e inspirado pela equipe de artistas, os designers, olhem os créditos no final do filme. É uma colaboração e visão tão grande da parte deles. Com ‘Golden’ especificamente… a animação só permite que você coloque todas essas coisas”, afirmou Sonnenblick. “Você pode fazer mais com animação”, acrescentou EJAE.

A música “Golden” está concorrendo na categoria com os seguintes títulos:

  • “Dream as One” – Miley Cyrus, Simon Franglen, Mark Ronson e Andrew Wyatt, ‘Avatar: Fogo & Cinzas’.
  • “Golden” – Ejae, Mark Sonnenblick, Ido, 24, Teddy, ‘Guerreiras do K-Pop’
  • “I Lied to You” – Raphael Saadiq, Ludwig Göransson, ‘Pecadores’
  • “No Place Like Home” – Stephen Schwartz, ‘Wicked: Parte 2’
  • “Train Dreams” – Nick Cave, Bryce Dessner, ‘Sonhos de Trem’
  • “The Girl in the Bubble” – Stephen Schwartz, ‘Wicked: Parte 2’

‘Guerreiras do K-Pop 2’: Diretores sugerem que teorias de fãs podem influenciar a sequência

‘Guerreiras do K-Pop’ está disponível na Netflix.

‘O Urso’: Teaser da temporada final destaca os últimos momentos de Carmy e sua equipe; Confira!

A Disney divulgou um novo teaser da quinta e última temporada de ‘O Urso’ (The Bear), série estrelada por Jeremy Allen White. A prévia destaca momentos emocionantes dos queridos funcionários do restaurante enquanto se preparam para os capítulos finais da intensa jornada liderada por Carmy Berzatto.

A temporada final estreia em 25 de junho e promete encerrar a aclamada trajetória de Carmy de forma emocionante, concluindo uma das produções mais elogiadas pela crítica e pelo público nos últimos anos.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A decisão de estender a série até o quinto ano marca uma pequena mudança no planejamento inicial. O próprio Jeremy Allen White já havia mencionado que a ideia original do criador, Christopher Storer, era concluir a jornada após a quarta temporada.

‘O Urso’: Ex-roteirista é algemado e expulso de vagão de trem em Nova York!

Criada por Christopher Storer, ‘O Urso’ tornou-se um fenômeno ao retratar a rotina caótica e emocional de um jovem chef de elite que retorna a Chicago para administrar a lanchonete de sua família após uma tragédia pessoal.

O elenco premiado conta com Jeremy Allen White, Ebon Moss-Bachrach, Ayo Edebiri, Lionel Boyce, Liza Colón-Zayas e Abby Elliott.

‘O Urso’ está disponível no Disney +.

Os 13 Melhores Filmes da Marvel Studios

Antes de trazer esse mágico universo de super-heróis para as telas, que acabaria se tornando o principal filão da indústria cinematográfica contemporânea e consecutivamente a maior franquia da história da sétima arte, pelo menos no que se refere à popularidade e lucro financeiro, os personagens da Marvel haviam passado por algumas outras produtoras. É o caso do Homem de Ferro, que em 1990 a Universal Studios adquiriu da Casa das Ideias os direitos e planejava fazer um filme de baixo orçamento com Stuart Gordon na direção, o que não aconteceu.

Quando em 1996 a Fox tomou posse do Ferroso, muito se ventilou a respeito: de citação a nomes como Nicolas Cage e Tom Cruise para o papel principal, até Quentin Tarantino sendo cotado para dirigir a adaptação. Também nada foi acordado e o personagem acabou vendido em 1999 para New Line Cinema, que naquele período recebeu inúmeros roteiros e chegou a marcar o início da produção para 2004. Mas como novamente o projeto foi adiado, os direitos legais voltaram para a Marvel.

E foi mesmo em 2005, quando Kevin Feige escolheu de Jon Favreau para comandar a nova empreitada, que a dita Marvel Studios anunciou o lançamento de seu primeiro filme independente em parceria com a Buena Vista International. De lá pra cá, muita coisa aconteceu e o universo que hoje domina também outras mídias foi se solidificando com estratégia e responsabilidade – coisa que a rival DC/Warner parece não ter.

Agora, com vários longas lançados, o CinePOP resolveu fazer o seu Top 13 da Marvel Studios. As escolhas, apesar de analíticas, são de certo modo imparciais, pois o que realmente importa aqui é o debate geral. Queremos saber a opiniões de vocês, nossos leitores.

Sem mais delongas, segue abaixo a nossa lista:

13 – O Incrível Hulk (2008)

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Na época de lançamento, este correto trabalho de Louis Leterrier (Fúria de Titãs), foi bem quisto pela crítica especializada e acolhido pelo público (arrecadou $ 263.427.551 de dólares, sendo a bilheteria mais baixa da Marvel) por trazer novos elementos e aprofundar a personalidade do gigante verde – que há cinco anos havia voltado para as telonas com o trabalho autoral de Ang Lee.

Aqui vemos conflitos humanos e o que há de melhor no personagem: o monstro que guardamos dentro de nós e que há todo momento quer se libertar, soando como uma bela metáfora. Por outro lado é visível que suas veias artísticas são mínimas e sua estética suja e escura acaba destoando dos demais títulos do estúdio. Sendo até ignorado por alguns, principalmente depois que Edward Norton abandonou o posto.

12 – Homem de Ferro 3 (2013)

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Como filme solo, o Homem de Ferro 3 é de longe o que mais deu lucro ao estúdio. Trazendo pela quarta vez Tony Stark, o personagem mais famoso desse universo, recheado de cenas explosivas como a guerra das armaduras, além do aguardado conceito do Extremis e à dinâmica e maluquice de Shane Black, o filme faturou a incrível quantia de $ 1.215.439.994.

No entanto, possui um roteiro que trata de inúmeras subtramas, mas é pedestre em todas, principalmente com o fato da regeneração. O troço simplesmente não consegue prender o público mais atento. Falhando, miseravelmente, no desenvolvimento do personagem e trazendo um Robert Downey Jr. extremamente automatizado e caricatural, ainda reciclando piadas prontas que pouco funciona. O bom elenco não consegue suprir os problemas da fita e esta acaba sendo apenas entretenimento vazio, quando poderia explorar mais seus conceitos.

11 – Homem de Ferro 2 (2010)

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Trazendo praticamente toda equipe do anterior, com exceção de Don Cheadle que foi contratado para substituir Terrence Howard no papel de James Rhodes, Homem de Ferro 2 deu certa refrescância para a franquia por ser mais descompromissado e Downey Jr. está ainda mais a vontade no papel de Stark. Isso sem falar nas canções do AC/DC que deram um ritmo especial e marcaram definitivamente o personagem.

Mas apostando num roteiro que traz três pontos importantes para desenvolvimento – um até com grau de dramaticidade mais forte, o caso do personagem Ivan Vanko vivido por Mickey Rourke –, o longa, no fim das contas, não conseguiu obter êxito total. O primeiro ato é realmente excelente, tem todo lado fantástico e cômico do Ferroso, personagens potencialmente interessantes e um clima de romance conflitado, só que por muito se atentar apenas às tomadas de ação, deixa a desejar no andamento da trama.

10 – Thor 2: O Mundo Sombrio (2013)

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Continuando a chamada Fase 2, ousadia era uma palavra que quase não existia no dicionário da Marvel Studios, isso em relação à complexidade de roteiros. Em O Mundo Sombrio, temos uma introdução enorme em formato de flashback, sobre o que vai desencadear o conflito da trama. Logo depois, no início do segundo ato, Odin nos conta, novamente, como tudo aconteceu. Prova do didatismo.

Ainda assim, o longa comandado por Alan Taylor quase seria um épico, pelo menos em seu primeiro ato, não apostasse em subtramas mais humanas. O que acabou tornando a obra ainda mais atraente foi a química do casal Chris Hemsworth e Natalie Portman, a apresentação familiar e a boa dose de comédia tornou a narrativa orgânica e resgatou a esperança do subgênero.

9 – Capitão América: O Primeiro Vingador (2011)

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Já tendo feito filmes como Rocketeer e participado da equipe de produção da saga original de Star Wars, Joe Johnston apareceu como um nome perfeito para comandar o líder e principal personagem d’Os Vingadores, Capitão América. O diretor contou com um fiel e belo design de produção, auxiliado por uma direção de arte fabulosa, além do refinado figurino.

Assumindo-se como uma obra puramente gracejada e sem maiores aspirações, ainda que contenha cenas de impacto, tomadas de fuga e batalhas atraentes, seus personagens tridimensionais são bem aprofundados e a ideia do símbolo americano é implantada de forma orgânica e nunca maniqueísta.

8 – Vingadores: Era de Ultron (2015)

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Joss Whedon retornou como diretor e também assinou sozinho o roteiro deste Era de Ultron, que pode facilmente ser rotulado como um blockbuster autêntico. É recheado de cenas de ação, possui personagens absolutamente carismáticos e tem um humor que caminha organicamente em seus três atos. Sim, apesar do material de marketing apresentá-lo por um viés deveras obscuro, a atmosfera vivenciada aqui não é diferente da anterior. As já conhecidas gags do estúdio são recorrentes, não incomodam e funcionam como alívio cômico.

Bem como o original, a fita possui um roteiro assumidamente simplório, a história basicamente é: heróis unidos lutando para destruir o vilão – este que mesmo não tendo uma forma realmente sólida, já que está ciberneticamente enraizado em qualquer software ou inserido na internet, soando invencível dessa maneira, absorveu conceitos e valores humanos, tornando sua causa ainda mais obsessiva ou até falha.

A segunda aventura dos Vingadores no cinema consegue manter o bom nível e ainda assim superá-lo em certos aspectos, mas no geral, o primeiro filme continua superior.

7 – Homem-Formiga (2015)

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Homem-Formiga é sem dúvida o sonho molhado dos nerds de plantão. Existem referências o suficiente para que eles gritem, aplaudam e quase cheguem ao êxtase.

O devido reconhecimento precisa ser dado a um roteiro que consiga fazer de uma história mais difícil, e que facilmente poderia ser alvo de zombaria, algo identificável, curioso e divertido. Com empenho, é justamente assim que a trama criada por Edgar Wright e Joe Cornish, e desenvolvida por eles em parceria com Paul Rudd e Adam McKay, é exibida nas telas. Com um tom bem propício de histórias em quadrinhos, Homem-Formiga é uma investida honesta e com bastante coração. Utilizando de bastante humor, esta é uma aventura digna, mesmo que tudo ocorra em menor escala. Justamente por isso, é mais humana e de fácil acesso.

– Homem de Ferro (2008)

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Possuindo um elenco afiado, efeitos especiais incríveis e um roteiro absolutamente amarrado e contido, o filme dirigido por Jon Favreau pegou a todos de surpresa e fez muita gente olhar diferente para a Marvel Studios. Já que, até aquele momento, somente X-Men (Fox) e Homem-Aranha (Sony) eram os trabalhos elogiados do selo.

Homem de Ferro abriu novas perspectivas e foi enaltecido por crítica e público. Mais que isso: foi responsável por todo universo cinematográfico da Casa das Ideias. Podendo, facilmente, ficar entre os primeiros da lista.

5 – Thor (2011)

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Do mesmo modo que Joe Johnston apareceu como uma figura de confiança para dirigir um grande herói, o britânico Kenneth Branagh causou uma reação exatamente oposta. Isso por ser um diretor autoral, não acostumado com blockbusters e realizar obras mais dramáticas, como os excelentes Frankenstein de Mary Shelley e Hamlet.

Mas é justamente aí que reside o grande trunfo do cineasta. Não poderia ter casado melhor Branagh para o filme, já que criou um perfeito enredo shakespeariano entre os irmãos Thor e Loki. Além de possuir o grande romance da franquia e efeitos espetaculares, o mundo de Asgard é um dos elementos mais mágicos que o estúdio já fez.

4 – Os Vingadores: The Avengers (2012)

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A sorte de Joss Whedon foi ter ao seu dispor personagens extremamente carismáticos – que já haviam sido explanados nos filmes solos – e em cima deles desenvolver toda proposta do enredo. Além das figurinhas carimbadas, a atração dentre a equipe foi a do HULK, interpretado competentemente por Mark Ruffalo. Ou mesmo da Viuva Negra e o Gavião Arqueiro, que ganharam um tempo especial. Aliás, todos os heróis brilharam.

Portanto, criando um universo recheado de humor e aventura, Whedon presenteou os fãs do gênero com uma fiel e legitima transposição cinematográfica de uma história em quadrinhos. E, mesmo cumprindo bem o que se propôs ser, vejo que o roteiro poderia ter sido um pouco mais ambicioso pela total dimensão. Tendo em sua ideia central o simples fato de Loki se juntar a uma determinada raça alienígena – mal explorada, por sinal – para que pudesse destruir a Terra por vingança. Não que um roteiro simplório seja algo ruim, mas certamente um pouco de ousadia tornaria a obra ainda mais grandiosa em sua plenitude.

3 – Capitão América: Guerra Civil (2016)

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A segunda empreitada dos Irmãos Russo na Marvel resultou num filme que mesclou a maioria dos elementos de sucesso que o estúdio havia trabalhado anteriormente e adição de novas figuras marcantes. Fazendo assim um longa bastante equilibrado, cheio de grandes cenas de ação e que dá espaço para os vários personagens importantes. O embate entre eles, aliás, é completamente justificado, bem como o vilão é humanamente interessante, por ter como objetivo apenas a vingança, criando uma rima narrativa com a própria ideia do conflito.

No que se refere às aventuras propriamente ditas e algumas gags cômicas, Guerra Civil não faz feio, pois traz o clima empolgante notado no sucesso Os Vingadores (2012), bem como insere piadas sutis e naturais dentre os diálogos dos personagens.

Talvez o ponto fora da curva esteja na duração do filme, que ainda no primeiro ato possui certa gordura e faz o espectador ficar apenas na expectativa pelos acontecimentos futuros, tendo a sensação de que nada acontece. Ou até tenha faltado uma consequência mais trágica no episódio, que poderia trazer uma dramaticidade maior ao evento. No mais não há problemas que afetem a visão macro da obra.

2 – Guardiões da Galáxia (2014)

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Diferente d’Os Vingadores, a tarefa de James Gunn com Guardiões da Galáxia era ainda mais difícil. Se Whedon teve a maioria de seus personagens apresentados e desenvolvidos nos títulos solos, Gunn, além de realizar esse feito em apenas um filme, trabalhou com figuras completamente desconhecidas no cenário mundial, colocando-as em ascensão e sendo, num todo, imensamente eficaz.

Detentor de um final emocionante, fortes doses de humor e aventura, além de possuir batalhas épicas empolgantes, do ponto vista visual e coreográfico, o filme já é um dos maiores acertos da Marvel. Se no início capengaram, os últimos longas da chamada Fase 2 foram completamente eficientes e preparam bem o terreno para o próximo grande evento que está por vir.

1 – Capitão América 2: O Soldado Invernal (2014)

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Escolher o primeiro lugar é sempre algo difícil e controverso, mas pensamos num título que tivesse ido além de todas as demais produções do estúdio e fosse um tanto mais sério e ambicioso. Logo, essa segunda aventura do Bandeiroso possui todas as características pedidas.

Pulsante em seus três atos, variando entre belíssimos planos abertos e impactantes cenas de combates corpo-a-corpo, em meio a uma trama densa, que tem como background alguns conflitos políticos, sociais e militares, Capitão América 2 – O Soldado Invernal é, sem duvidas, o que surgiu de melhor, em todos esses anos, no universo Marvel.

Trend com fotos das vítimas de Dahmer viraliza no TikTok e parentes estão REVOLTADOS

Após a grande popularidade da nova série da Netflix, ‘Dahmer: O Canibal Americano‘, alguns usuários do TikTok criaram uma trend chamada de “desafio da Polaroid’ onde as pessoas gravam a si mesmas reagindo as fotos tiradas por Jeffrey Dahmer de suas vítimas, algo no mínimo mórbido.

Após alguns membros da famílias que foram vítimas do assassino se manifestarem, o TikTok removeu o conteúdo, mas usuários continuam tentando reproduzir a trend em busca de visualizações. Vale ressaltar que a série da Netflix é baseada nos crimes reais de Jeffrey Dahmer e envolve vidas e famílias das vítimas que sofreram com o crime.

Eric Perry, parente de Errol Lindsey, uma das vítimas do serial killer Jeffrey Dahmer, criticou a produção da série ‘Dahmer: Um Canibal Americano‘ (2022), lançada pela Netflix na última quarta-feira, 17. A produção é inspirada nos crimes de Jeffrey Dahmer, responsável por 17 assassinatos, que envolviam estupro, necrofilia e canibalismo, entre 1978 e 1991.

Perry explicou o porquê sua família é contra a ficcionalização de seriais killers. Além disso, ainda esclareceu que, uma vez que os assassinatos estão em domínio público, a produção do seriado não possui obrigatoriedade em contatar as famílias das vítimas antes do lançamento.

“Não estou dizendo a ninguém o que assistir ou não assistir, e sei que mídias sobre crimes reais são muito populares no momento, mas se você realmente está curioso sobre as vítimas: a minha família (os Isbell’s) está irritada para c*ralho com essa série. É retraumatizante, e para quê? Quantos filmes, séries e documentários precisamos?”

Perry classificou como particularmente cruel a recriação de um discurso de sua prima, Rita Isabell, durante o julgamento de Dahmer, que teve uma forte crise emocional durante a declaração de impacto da vítima.

As Virgens Suicidas

(The Virgin Suicides)

Elenco: : Michael Paré (Trip Fontaine), Scott Glenn (Padre Moody), Josh Hartnett (Trip Fontaine), Danny DeVito (Dr. Horniker), Giovanni Ribisi (Narrador), James Woods (Sr. Lisbon), Hayden Christensen (Jake Hill Conley), Kirsten Dunst (Lux Lisbon), Kathleen Turner (Sra. Lisbon).

Direção: Sofia Coppola

Gênero: Drama

Duração: 97 min.

Distribuidora: Paramount Pictures

Estreia: 2000

Sinopse: Durante a década de 70, o filme enfoca os Lisbon, uma família saudável e próspera que vive num bairro de classe média de Michigan. O sr. Lisbon (James Woods) é um professor de matemática e sua esposa é uma rigorosa religiosa, mãe de cinco atraentes adolescentes, que atraem a atenção dos rapazes da região. Porém, quando Cecília (Hanna R. Hall), de apenas 13 anos, comete suicídio, as relações familiares se decompõem rumo a um crescente isolamento e superproteção das demais filhas, que não podem mais ter qualquer tipo de interação social com rapazes. Mas a proibição apenas atiça ainda mais as garotas a arranjarem meios de burlar as rígidas regras de sua mãe.

Curiosidades:
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Cartazes:

Fotos:

 

 

Ana Paula Arósio em fotos e trailer de ‘A Floresta que se Move’

Reclusa das telinhas desde 2010, Ana Paula Arósio fará seu grande retorno nos cinemas no próximo ano. A atriz, de 39 anos, estrela o drama ‘A Floresta que se Move‘, inspirado na tragédia Macbeth, de William Shakespeare.

Confira as primeiras imagens oficiais e o trailer:

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Em entrevista ao Fantástico, a atriz falou sobre o processo de filmagem do longa, que se passa em diversos países.

“Não teve nenhuma cena fácil. Ninguém nesse filme, tipo, toma um café ou uma água ou vamos no cinema, nada. Tudo pedreira… A gente já começou a conversar sobre o personagem, sobre o filme, sobre as coisas que ele pensava, assim em termos de imagem e interpretação. Eu já tinha o roteiro na mão. A gente já começou a fazer umas leiturinhas. Então foi bem gostoso, assim. Acho que foi um jeito suave de começar a trabalhar o personagem. Foi importante a gente ter esse tempo para conversar, para dar um pouco de risada antes da pedreira, sabe? Porque depois começou. É um personagem quase irrecusável. Ter o privilégio de fazer esse personagem é muito bom”, afirmou.

A Floresta que se Move‘ acompanha Elias, um bem sucedido executivo que trabalha no segundo maior banco privado do Brasil. Ele teve todas as oportunidades de sua vida profissional dadas pelo presidente do banco, Heitor.  Um dia, Elias encontra, na frente do banco, uma flautista – uma mulher misteriosa que se diz capaz de prever seu futuro e diz que ele se tornará vicepresidente naquele mesmo dia e que, no dia seguinte, ele se tornará presidente do banco.

Elias fica muito impressionado e conta a história à Clara (Ana Paula Arósio), sua linda e poderosa esposa.  Clara, instigada pelas previsões, sugere que seu marido convide Heitor para jantar em casa naquela noite. A roda da fortuna é fatalmente ativada e uma sequência de assassinatos é perpetrada pelo casal, deixando um rastro de sangue em seu caminho para o poder e tornando-os algozes e vítimas de seus próprios destinos.

O longa é dirigido por Vinicius Coimbra – de ‘A Hora e a Vez de Augusto Matraga‘, vencedor do Melhor Filme pelo Júri Popular e Oficial do Festival do Rio 2011.

“Eu entrei em contato com ela. E ela, de fato estava afastada, estava querendo se dedicar à vida pessoal dela, se reservar um pouco, mas ela achou que era uma personagem que valia a pena. Ela voltar a fazer, mexeu com ela, sabe? E aí ela topou encarar essa. O mérito dela fazer esse filme eu acho que é do Shakespeare, que escreveu essa personagem maravilhosa, que é uma das maiores da dramaturgia mundial, que é a Lady Macbeth. E esse mérito é também da Ana, que é uma grande atriz, muito sensível”, afirmou Coimbra.

A estreia de ‘A Floresta que se Move‘ é prevista para 5 de novembro.

Crítica | O Caçador e a Rainha do Gelo

Quando a Walt Disney anunciou que iria readaptar suas animações clássicas em produções live-action, não demorou muito para a Universal Pictures mostrar que tinha uma carta na manga e anunciar ‘Branca de Neve e o Caçador‘.

Correndo contra o tempo para lançar seu filme antes do concorrente ‘Espelho, Espelho Meu‘ (comédia mal sucedida estrelada pela Julia Roberts), o estúdio lançou uma versão repaginada da Branca de Neve em um filme mais obscuro e esteticamente fabuloso, mas sem coração.

Com Kristen Stewart no papel da Branca de Neve e Chris Hemsworth como o Caçador, quem acabou roubando a cena foi a belíssima Charlize Theron no papel da Rainha Má. O filme recebeu duas indicações ao Oscar, de Melhores Efeitos Visuais e Melhor Figurino, e arrecadou bons US$ 400 milhões mundialmente.

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O resultado? Uma sequência!

Visando uma potencial franquia, o estúdio decidiu demitir o diretor Rupert Sanders e a atriz Kristen Stewart, que trouxeram marketing negativo ao serem flagrados traindo seus respectivos parceiros durante os bastidores da produção.

Cedric Nicolas-Troyan, diretor de segunda unidade e supervisor de efeitos visuais no longa original, assume a direção de maneira muito mais eficiente que seu antecessor.

Para ocupar o star power de Stewart, que teve uma atuação bastante morna no primeiro filme, foram contratadas as talentosíssimas Jessica Chastain e Emily Blunt – além de trazer o retorno dos veteranos Charlize TheronChris Hemsworth.

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Antes de Ravenna (Charlize Theron) ser derrotada pela Branca de Neve, sua irmã Freya (Emily Blunt) fugiu para o deserto onde construiu um Castelo de Gelo. Lá, ela treinou um exército de caçadores assassinos. Quando ela descobre que o Caçador (Chris Hemsworth) e Sara (Jessica Chastain) se apaixonaram, ela os expulsa e os faz acreditar que eles nunca mais irão se encontrar.

Após ser traída, Freya traz sua irmã Ravenna de volta à vida, e as poderosas irmãs malignas planejam um plano para conquistar a Floresta Encantada.

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Obviamente, o roteiro e a trama são apenas utensílios para mostrar a beleza e talento do elenco principal e seus figurinos espetaculares. Mesmo sem uma história convincente, o roteiro ainda é melhor que o do filme original e traz uma aventura que remete aos deliciosos filmes dos anos 80.

O elenco é um show à parte: Apesar de aparecer em poucas cenas, Charlize Theron continua roubando toda a atenção do filme para ela. Com vestidos dourados e figurinos de cair o queixo, a atriz volta a brilhar fazendo o sotaque britânico que marcou a sua atenção no filme original.

Emily Blunt entrega uma atuação fria como a Rainha do Gelo, mas ainda assim consegue emocionar. E Jessica Chastain traz uma atuação brilhante vestindo couro apertado.

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Em contrapartida, Chris Hemsworth entrega toda a testosterona necessária em uma atuação que nos faz esquecer por alguns momentos que ele é, na verdade, o Thor.

Superior a ‘Branca de Neve e o Caçador‘, ‘O Caçador e a Rainha do Gelo‘ alia uma narrativa interessante com cenas de ação mirabolantes e efeitos visuais de primeira – com um CGI muito melhor que o visto em ‘Malévola‘. É uma aventura à moda antiga, que tem como maior atração a deliciosa atuação exagerada de seu elenco de estrelas hollywoodianas.

‘Legends of Tomorrow’: 2° Temporada pode deixar os vilões de lado

Em conversa com a Entertainment Weekly, o produtor executivo de ‘Legends of Tomorrow‘, Marc Guggenheim, disse a publicação que o ponto X da segunda temporada será explorar a ideia de grupo e não mais a ideia de todos os personagens se unirem para derrotar um vilão específico.

De várias formas, o final da primeira temporada se configura uma nova missão para a segunda temporada. É como Rip diz no final da temporada, eles basicamente não são mais os Mestres do Tempo. Então, basicamente, eles devem se tornar os Mestres do Tempo.

A 2° Temporada de ‘Legends of Tomorrow‘ retorna em outubro.

Rip Hunter (Rory Williams), Mulher-Gavião (Ciara Renée), Jay Jackson (Franz Drameh), Capitão Frio (Wentworth Miller), Onda Térmica (Dominic Purcell), Átomo (Brandon Routh), Dr. Martin Stein (Victor Garber) e Canário Branco (Caity Lotz) integram o time de super-poderosos.

Greg Berlanti, Andrew Kreisberg e Marc Guggenheim, criadores de ‘Arrow’, são os criadores da série.

Quando os heróis não são suficientes, o mundo precisa de lendas. Depois de ter visto o futuro, um deles desesperadamente vai tentar impedir que isso aconteça: o viajante do tempo Rip Hunter, que recebe a tarefa de montar um grupo diferente, composto tanto por heróis quanto vilões, para enfrentar uma ameaça imparável, onde não só o planeta está em jogo, mas o próprio tempo também. Poderá este time desorganizado derrotar uma ameaça imortal diferente de tudo que já conhecemos?

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‘Moana – Um Mar de Aventuras’ ganha comercial com cenas inéditas

A Disney liberou o mais novo comercial da aguardada animação ‘Moana – Uma Mar de Aventuras‘.

Confira, com os cartazes:

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Moana – Um Mar de Aventuras’ inicia sua aventura nos cinemas e mares brasileiros em janeiro de 2017.

Moana‘ traz para as telonas a história sobre uma adolescente polinésia de 16 anos (voz de Auli’i Cravalho na versão original) que se aventura pelo Oceano Pacífico para desvendar o mistério que envolve seus ancestrais. Durante sua incrível jornada, ela encontra o poderoso semideus Maui (voz de Dwayne Johnson na versão original) e, juntos, eles atravessam o mar aberto em uma viagem cheia de ação, enfrentando criaturas ferozes, com momentos de muita diversão e aventura.

Todos contra Negan em prévia da segunda parte da 7ª temporada de ‘The Walking Dead’

Com um mid season finale normal para os padrões ‘The Walking Dead‘, a sétima temporada retorna agora somente em fevereiro e promete ser bem mais eletrizante que os episódios exibidos até agora nessa temporada.

Confira:

Terminam as filmagens da 7ª temporada de ‘The Walking Dead’ 

Produtor confirma planos para ‘The Walking Dead – O Filme’ 

‘The Walking Dead’: [SPOILER] pode estar deixando a série!

Precisamos falar sobre a polêmica da VIOLÊNCIA em ‘The Walking Dead’ 

Baseada na história em quadrinhos escrita por Robert Kirkman, ‘The Walking Dead‘ se transformou através de suas temporadas no maior sucesso mundial quando se trata de séries. A história, situada logo após um apocalipse zumbi, gira em torno de um grupo de sobreviventes liderados pelo policial Rick Grimes (Andrew Lincoln), que vai em busca de um lugar seguro para viver. Neste cenário, os conflitos pessoais dos sobreviventes representam um perigo tão maior do que o que os rodeia, que alguns estão dispostos a fazer o que for necessário para sobreviver.

Bryan Cranston visita set de ‘Better Call Saul’ no novo vídeo da 3ª Temporada

Better Call Saul‘, spin-off de ‘Breaking Bad‘, ganhou um novo vídeo com uma visita mega especial, Bryan Cranston o Walter White da série que originou essa nova produção. A 3ª temporada tem estreia marcada para 10 abril nos EUA.

Confira, com as promos da nova leva de episódios:

 

 

Better Call Saul‘ é um prequel da aclamada e premiada série ‘Breaking Bad‘, que teve o criador Vince Gilligan e roteirista/produtor Peter Gould como co-showrunners da primeira temporada.

A história acontece seis anos antes de Saul Goodman (Bob Odenkirk) encontrar Walter White. Quando o conhecemos, o homem que se tornará Saul é conhecido como Jimmy McGill, um pequeno advogado em busca de seu destino e correndo para pagar as despesas. Trabalhando com, e frequentemente contra Jimmy, está o fixer Mike Ehrmantraut (Jonathan Banks), um personagem amado, introduzido pela primeira vez em Breaking Bad. A nova série irá mostrar a transformação de Jimmy em um homem que coloca a palavra criminal em ‘advogado criminal’.

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‘Thor – Ragnarok’ ganha arte conceitual que traz o herói com seu famoso elmo

O desenhista Andy Park divulgou uma arte conceitual oficial de ‘Thor – Ragnarok‘ que traz o herói com sua armadura e seu elmo.

A imagem fará parte do livro ‘Marvel: Creating the Cinematic Universe‘.

Confira, com o banner do filme que está sendo exibido nas ruas de San Diego para a Comic-Con.

 

Chris Hemsworth gostaria que ‘Thor – Ragnarok’ tivesse humor, como ‘Guardiões da Galáxia’

Cate Blanchett pode viver a primeira vilã da Marvel em ‘Thor: Ragnarok’

Diretor de ‘Thor: O Mundo Sombrio’ critica a Marvel Studios

Thor: Ragnarok‘ chegará aos cinemas em 2 de Novembro de 2017.