De acordo com o Deadline, Kit Harington (‘Game of Thrones’) foi confirmado no elenco da sequência ‘Plano em Família‘ (The Family Plan), comédia original da Apple TV+.
Infelizmente, detalhes sobre o seu papel não foram divulgados.
O novo filme contará com o retorno de Mark Wahlberg, Michelle Monaghan, Zoe Colletti e Van Crosby.
Simon Cellan Jones também retorna à direção.
Sucesso no serviço de streaming, o longa original registrou a maior estreia da história da plataforma.
Na trama, Dan Morgan (Wahlberg) adora sua vida tranquila no subúrbio como marido dedicado, pai de três filhos e vendedor bem-sucedido de carros. Mas essa é apenas a metade da história.
No passado, ele foi um assassino de elite do governo norte-americano. Quando antigos inimigos o localizam, Dan coloca sua inocente esposa (Monaghan), sua filha adolescente angustiada, seu filho adolescente jogador de games e seu adorável bebê de 10 meses em sua minivan e parte em uma viagem inesperada para Las Vegas.
Em entrevista ao The Tonight Show, Fred Armisen (‘O Âncora’) confirmou que a Netflix está desenvolvendo um spin-off de ‘Wandinha‘ focado em seu personagem, o Tio Chico.
O ator retornou recentemente para a segunda temporada da popular série baseada no clássico ‘A Família Addams‘, e o desfecho da narrativa indica que ele deve se tornar uma peça importante do terceiro ciclo.
“Sim, nós estamos trabalhando [em um derivado do Tio Chico]. É fantástico,” declarou.
Infelizmente, nenhum outro detalhe sobre o projeto foi revelado.
Na segunda temporada, Wednesday Addams (Jenna Ortega) retorna para rondar os corredores góticos da Academia Nevermore, onde novos inimigos e infortúnios aguardam. Agora, ela precisa lidar com a família, amigos e antigos adversários, o que a impulsiona para mais um ano de caos deliciosamente sombrio e excêntrico.
A série é um mistério investigativo e sobrenatural que traça os anos de Wandinha como estudante na Escola Nunca Mais, enquanto ela tenta dominar sua habilidade psíquica emergente, frustrar uma monstruosa matança que aterrorizou a cidade local e resolver o mistério sobrenatural que envolveu seus pais há 25 anos – tudo isso ao mesmo tempo em que mergulha em complicados relacionamentos sociais.
O elenco também conta com Catherine Zeta-Jones, Luís Guzmán, Isaac Ordonez, Emma Myers, Hunter Doohan, Percy Hynes White e outros.
Em ENFEITIÇADAS: BEM-VINDOS A HEXE, uma adolescente desajeitada e sua mãe perfeccionista descobrem que suas peculiaridades podem ser poderes mágicos, transformando suas vidas e revelando um reino mágico oculto.
Curiosidades:
» A produção marca o 65º longa-metragem do cânone de animações Disney;
» Originalmente, a protagonista adolescente seria do sexo masculino, mas o gênero da personagem foi alterado após mudanças na narrativa;
Já pensou em trabalhar para a Netflix sem se quer sair de casa? Se você é fluente em idiomas como o inglês a oportunidade pode muito bem se encaixar no seu perfil.
A plataforma de streaming está com inúmeras vagas disponíveis para pessoas que tem interesse em trabalhar com a tradução de filmes e séries.
O valor a ser pago varia conforme a língua, mas traduzir áudios em inglês para legendas em português já garante um retorno muito bom, considerando que a empresa pode pagar até R$ 27 por minuto realizado. Isso significa que se você legendar um filme de 86 minutos, é possível faturar R$ 2.322 com apenas uma produção.
E se você possui o domínio de idiomas como o japonês, pode faturar ainda mais, levando em conta que R$ 71 é pago para cada minuto de um áudio desta língua que é traduzido.
Para ter a chance de conquistar uma das vagas oferecidas, os interessados devem realizar sua inscrição através da plataforma Hermes, onde um número será gerado para garantir a realização do processo seletivo. É necessário discriminar os idiomas desejados e a partir disso um teste com cinco fases para cada língua escolhida será feito.
As avaliações englobam gramática, vocabulário e um teste de processo de legendagem, com um pequeno vídeo. Para estar apto para o trabalho é fundamental ter 80% de acertos. O resultado é divulgado após 10 dias úteis.
A aclamada série ‘American Gods‘ encontrou sua substituta para a personagem Mídia, interpretada por Gillian Anderson.
Conforme anunciado pela Amazon Prime Video, Kahyun Kim será a Nova Mídia. A saída de Anderson de seu papel teria acontecido logo após ela ter descoberto que os showrunners do primeiro ciclo, Bryan Fuller e Michael Green, não retornariam.
Apesar de alguns problemas na produção, a segunda temporada de ‘American Gods’ está tomando forma e deve apresentar um tom mais sombrio e pesado, pelo menos é o que afirma Neil Gaiman.
“As coisas ficarão mais sombrias e mais perigosas na segunda temporada, pode aguardar”
Além disso, a série deve retornar com episódios inéditos apenas em 2019. Assista o vídeo:
Especula-se também que o próprio Neil Gaiman, autor da obra que inspirou o seriado, assuma como co-showrunner.
Foram necessários a exibição apenas de dois episódios para que o tímido canal Starz renovasse ‘American Gods’ para uma nova temporada.
Mais informações devem sair em breve.
Inspirado no aclamado livro de Neil Gaiman, ‘American Gods‘ mostra que Terra está sendo invadida por deuses novos e velhos, partindo da premissa que essas criaturas mitológicas existem devido à crença da população. Com o passar dos anos, a fé em tais figuras foi se desfalecendo, abrindo espaço para novos deuses surgirem no mundo – estes alimentados pela obsessão nacional com a mídia, a cultura de celebridades, a tecnologia, etc.
O elenco é composto por Ian McShane, Ricky Whittle, Gillian Anderson, Emily Browning, Orlando Jones, Crispin Glover e Pablo Schreiber.
O segundo episódio da 8ª temporada de ‘Game of Thrones’ ganhou várias novas imagens.
Confira:
Assista a nova abertura e um vídeo dos bastidores do primeiro episódio da temporada final.:
Segundo o agregador de reviews Rotten Tomatoes, o primeiro episódio da oitava temporada, intitulado ‘Winterfell’, foi aclamado pela crítica especializada e abarcou 94% de aprovação, com nota 7.62/10 baseada em 63 comentários.
O consenso é de que, “apesar da falta de sanguinolência, reuniões inesperadas, surpresas de arrepiar e um surpreendente humor ajudam ‘Winterfell’ a preparar o terreno para o que pode vir a ser uma épica temporada final”.
O próximo episódio, que será transmitido no domingo que vem, já ganhou seu teaser oficial, mostrando Winterfell totalmente cercada.
Assista:
David Benioff e D. B. Weiss continuam como os showrunners da série.
O elenco conta com Peter Dinklage, Nikolaj Coster-Waldau, Lena Headey, Emilia Clarke, Kit Harington, Liam Cunningham, Sophie Turner, Maisie Williams, Alfie Allen, Nathalie Emmanuel, Gwendoline Christie, John Bradley e Isaac Hempstead Wright.
Spike Lee surpreendeu os fãs ao anunciar que seu novo filme, ‘Da 5 Bloods‘ já tem data de estreia na Netflix.
A aguardada produção chegará na plataforma de streaming no dia 12 de junho. O anúncio, feito por meio de suas redes sociais, veio ainda acompanhado de seu primeiro cartaz oficial.
Confira:
A história acompanha um grupo de veteranos da Guerra no Vietnã, que retornam para a selva numa tentativa de redescobrir a inocência que perderam no tempo em que serviram.
O elenco de ‘Da 5 Bloods‘ traz nomes de peso, já contando com Paul Walter Hauser, Samuel L. Jackson, Jean Reno, Jonathan Majors, Norm Lewis, Mélanie Thierry, Jasper Pääkkönen, Giancarlo Esposito e Chadwick Booseman.
O roteiro é assinado por Spike Lee e Kevin Willmott (‘Infiltrado na Klan‘), baseado em um material original de autoria de Danny Bilson e Paul de Meo (ambos de ‘Rocketeer‘).
Uma das grandes estreias de 2021 é, certamente, a sequência ‘O Esquadrão Suicida‘. E o cineasta James Gunn foi categórico ao revelar que a Warner Bros. lhe deu total liberdade criativa para realizar o projeto, lhe conferindo autonomia para até mesmo zerar o contador e começar uma nova equipe de anti heróis.
E em uma recente entrevista ao Total Film, Gunn ainda contou que o estúdio lhe autorizou matar qualquer personagem do filme. A novidade chega como uma surpresa, considerando o passado da WB com o primeiro filme de ‘Esquadrão Suicida‘.
Segundo o diretor da versão anterior, David Ayer, as constantes interferências do estúdio teriam comprometido tanto o desenvolvimento da narrativa, bem como a construção de personagens como Arlequina e Coringa.
Mas em se tratando do vindouro capítulo, a situação é bem diferente, conforme salientou Gunn:
“Eles disseram que eu poderia manter [todos os personagens] ou acabar com todos eles. Eu poderia fazer um esquadrão completamente novo – o que eu considerei – e eles disseram, ‘Você pode matar qualquer um.’ A Warner estava bastante envolvida [com a história] desde o princípio – ela estava bem firme desde o início em que eu assumi o projeto. Eles confiaram muito em mim durante todo o processo, ao ponto de me deixar assustado, porque realmente tudo isso no filme sou eu, 100% – não há ninguém para culpar se algo der errado, exceto eu mesmo!”
Confira as mais recentes imagens do longa:
Lembrando que o filme será lançado nos cinemas nacionais dia 5 de agosto – um dia antes da estreia nos EUA.
“Bem-vindos ao Inferno – também conhecido como Bell Reve, a prisão com o maior índice de mortalidade dos Estados Unidos. Onde os piores super-vilões são mantidos e onde farão qualquer coisa para escapar – até mesmo se juntar ao super-secreto e super-duvidoso grupo Força-Tarefa X. A missão suicida de hoje? Juntar um grupo de golpistas, incluindo Sanguinário, Pacificador, Capitão Bumerangue, Caça-Ratos 2, Savant, Tubarão Rei, Blackguard, Dardo e a psicopata preferida de todos, Arlequina. Então os arme com força e os jogue (literalmente) na remota ilha recheada de inimigos de Corto Maltese”.
Alguns nomes reprisam seus papéis do filme anterior, como Viola Davis (Amanda Waller), Margot Robbie (Harley Quinn), Jai Courtney (Capitão Bumerangue) e Joel Kinnaman (Rick Flag).
Entre os novatos estão Idris Elba,Taika Waititi, Alice Braga e Michael Rooker, Nathan Fillion,Pete Davidson, Flula Borg, Sean Gunn e Mayling Ng.
Uma das estreias mais aguardadas do segundo semestre de 2024, ‘É Assim que Acaba’ se tornou um fenômeno de bilheterias. Mas todo esse sucesso nas telonas tem sido ofuscado pelas supostas desavenças entre Blake Lively e Justin Baldoni, que chamaram a atenção da audiência logo em sua première mundial.
E se você está confuso com a quantidade de informações e reviravoltas que envolvem essa treta, entenda como tudo começou, quais seriam os motivos por trás do suposto embate e porque Lively tem sido taxada como a grande vilã dessa novela mexicana.
Juntos, mas separados
é assim que acaba 4
A première de ‘É Assim que Acaba‘ foi marcada por momentos emblemáticos e memoráveis, como a participação de Hugh Jackman como convidado e da bela homenagem feita pela atriz Blake Lively à Britney Spears, ao aparecer no lançamento do drama trajando o mesmo icônico vestido da Versace feito para a cantora em 2002.
Mas logo isso seria ofuscado pela inesperada ausência do diretor e ator Justin Baldoni nas fotos oficiais feitas no tapete rosa. Chegando mais tarde para a pré-estreia, ele concedeu entrevistas desacompanhado e só fez fotos oficiais ao lado de sua esposa. Tal postura chamou a atenção dos internautas, que logo perceberam que ele também não havia participado da press tour ao lado do elenco e da escritora Colleen Hoover, ficando de fora das coletivas de imprensa e das entrevistas. Baldoni eventualmente passou a conceder entrevistas a talk shows matinais e veículos de imprensa, mas sempre sozinho.
Diferenças criativas e fococas
é assim que acaba 3
Diante dos constantes questionamentos feitos nas principais redes sociais, uma secreta fonte interna envolvida no projeto veio a público comentar o que teria acontecido nos bastidores das gravações. De acordo com o Daily Mail, o suposto desentendimento entre Blake e Justin seria em virtude das diferenças criativas que ambos possuem. Segundo a publicação, o diretor se recusava a “considerar a perspectiva da personagem” Lily nas filmagens das cenas de violência doméstica. Ainda segundo o veículo, o diretor teria sido acusado de focar no que ele acreditava ser abusivo, do ponto de vista masculino.
No entanto, o veículo TMZ relatou que os motivos das desavenças criativas teriam sido outro. Segundo uma fonte secreta, Justin teria sido “gordofóbico” ao questionar seu treinador quanto a atriz pesava antes de gravar uma cena em que ele teria que carregá-la no colo. Ele também teria sido acusado de estender demais o tempo do beijo com a atriz. Em se tratando do peso, o questionamento fora realizado em virtude dos problemas crônicos que o ator possui em sua coluna. Seu objetivo era compreender a melhor forma de levantá-la sem que se machucasse.
Especula-se que Blake também fazia diversas intereferências na forma como Justin deveria gravar algumas das cenas, inclusive mostrando como ele deveria beijá-la, qual a melhor forma de usar sua linguagem corporal, etc. As distintas visões criativas teriam afetado até a dinâmica dos bastidores, com alguns pontuando que o diretor não teria “pulso firme” para conduzir o set.
Duas versões de um mesmo filme e interferência de Ryan Reynolds
é assim que acaba 2
As diferenças criativas entre ambos os atores e co-produtores do longa teria ido ainda mais longe, afetando até mesmo a pós-produção de ‘É Assim que Acaba‘. Fontes secretas revelaram ao The Hollywood Reporter que Justin tinha uma visão mais sombria do projeto final, enquanto Blake teria optado por algo mais suave, leve e colorido, o que a levou a encomendar uma versão alternativa do corte final para Shane Reid, o mesmo editor de ‘Deadpool & Wolverine‘.
Ainda assim, isso não necessariamente teria sido o motivo da treta entre a dupla criativa, uma vez que a prática de encomendar cortes alternativos de um mesmo filme é bem comum.
Mas o que poderia ter aflorado os ânimos ainda mais foi o fato de Ryan Reynolds ter interferido na produção do longa, reescrevendo uma das cenas mais populares da história original. Conforme revelado pela própria Blake Lively na première mundial, seu esposo foi o responsável pela famosa cena no rooftop, em que Ryle e Lily têm seu primeiro encontro. Rumores indicam que Justin não sabia disso e que só descobriu do envolvimento direto de Ryan na mesma festa de lançamento.
Nem tudo são flores
é assim que acaba 5
Conforme as primeiras pistas a respeito da suposta treta entre Blake e Justin começavam a surgir em vídeos do Tiktok e do Instagram, muitos internautas passaram a reparar na falta de tato da atriz em tratar a violência doméstica, tema central do longa. Enquanto ela era sempre vista nos eventos públicos desfilando belíssimos looks florais e aproveitando a ocasião para lançar sua marca de produtos de cabelo, a Blake Brown, Justin sempre focava suas interações com a imprensa em alertar a audiência a respeito das temáticas sensíveis de seu filme.
Em sua entrevistas, ele cita a instituição No More, organização responsável pelo combate à violência doméstica e sexual contra mulheres, que fora uma das suas parceiras de trabalho ao longo do processo de produção. Em contrapartida, a falta de engajamento de Blake e da escritora Colleen Hoover no assunto principal da trama não pegou bem com os fãs, que as criticaram duramente pela falta de sensibilidade, delicadeza e senso de urgência. Ambas foram acusadas de romantizar um drama cujo foco é a violência doméstica, com Lively sendo especificamente repreendida por tentar reproduzir o mesmo frenesi de ‘Barbie‘, vivido por Margot Robbie durante a press tour do longa, em 2023.
Blake passou a ser alvos de trends tendenciosas que satirizavam seu comportamento exageradamente alegre e “insensível”, sempre focando em roupas florais e “passeios” com as amigas, divulgando o longa como se fosse uma espécie de comédia romântica. A fim de minimizar os danos, Blake, recentemente, publicou um story detalhado a respeito de violência doméstica, encorajando vítimas e sobreviventes a denunciarem.
Em contraste ao aumento das especulações de desavenças nos bastidores, Baldoni contratou Melissa Nathan, uma gerente de relações públicas especialista em gerenciamento de reputação e publicidade. Ela foi a mesma responsável por representar Johnny Depp durante o seu famigerado julgamento contra Amber Heard.
O exposed de Blake e a espiral de momentos constrangedores
é assim que acaba
Mas nada é tão ruim que não possa ficar pior.
Quando a reputação de Blake não poderia ficar mais desgastada, a jornalista norueguesa, Kjersti Flaa, decide resgatar uma antiga entrevista feita com a atriz e com Parker Posey, em 2016, para a divulgação do filme Café Society, de Woody Allen. Na ocasião, a entrevistadora parabeniza Lively pela sua gestação – que havia se tornado pública recentemente. Sua resposta surpreende e gera estranhamento, ao sugerir que Flaa estivesse gorda (??). O restante da entrevista é marcado por momentos constrangedores e olhares de desdém de ambas as atrizes, que simplesmente ignoram a presença da correspondente da revista Elle e passam a conversar apenas entre si.
A entrevista em questão fora compartilhada pelo canal do YouTube de Kjersti, acompanhada do seguinte título: “A entrevista com Blake Lively que me fez querer desistir do meu emprego”. No momento, o vídeo em questão acumula mais de três milhões de visualizações e deu início ao ressurgimento de uma avalanche de antigos momentos constrangedores envolvendo a atriz. Estimulados pelo “exposed” realizado pela jornalista, muitos internautas começaram a vasculhar a internet em busca de outras entrevistas e aparições públicas de caráter duvidoso.
De cortes da época de ‘Gossip Girl‘ à junkets recentes de ‘É Assim que Acaba‘, as redes sociais foram inundadas por vídeos de Blake que resgatam interações ácidas, piadas de mal gosto e momentos até mesmo inocentes. E, obviamente, isso só contribuiu negativamente para a imagem da atriz, que permanece em sigilo diante de todas as polêmicas.
O posicionamento de Brandon
é assim que acaba 6
Diante do escrutínio da mídia e das redes sociais, Brando Sklenar, colega de elenco de Blake em ‘É Assim que Acaba‘, publicou um comunicado oficial em defesa da atriz e da escritora Colleen Hoover. Por meio de seu Instagram, ele criticou aqueles que têm sido agressivos com a dupla criativa e ponderou que “vilanizar as mulheres que colocaram todo o seu coração e alma para fazer esse filme, porque elas acreditam fortemente na mensagem dele, me parece contraproducente e desvia do verdadeiro foco do filme”.
O PROCESSO VEIO, COM MENSAGENS
Blake Lively moveu um processo judicial contra Baldoni, seu ex-diretor e colega de elenco no filme, acusando-o de assédio sexual e de liderar uma campanha destinada a manchar sua reputação pública.
Baldoni refuta as acusações e contra-ataca, afirmando que Lively estaria utilizando a situação para tentar recuperar sua imagem, que, segundo ele, teria sido prejudicada por seu próprio comportamento no set.
Conforme documentos judiciais obtidos pelo TMZ, as tensões entre os dois teriam escalado a ponto de ser necessária uma reunião de emergência com toda a equipe de produção.
O encontro, que contou até mesmo com a presença do marido de Blake, o ator Ryan Reynolds, buscava resolver o que ela descreve como um ambiente de trabalho hostil.
No processo, Blake descreve episódios que teriam contribuído para essa atmosfera tóxica.
Ela alega que Baldoni teria exibido imagens de mulheres nuas, abordado assuntos pessoais inapropriados, incluindo supostos problemas de vício, e feito comentários desrespeitosos sobre a aparência dela e de outros membros da equipe.
A atriz também denuncia que seu falecido pai foi mencionado de maneira inadequada durante as gravações, além de relatar pressões para incluir cenas explícitas que não estavam previstas no roteiro original.
Lively acusa Baldoni de ser o principal responsável por uma estratégia de manipulação social com o objetivo de prejudicar sua carreira.
Por outro lado, Bryan Freedman, advogado de Baldoni, repudiou as alegações, classificando-as como “falsas e sensacionalistas”.
Ele ainda caracterizou Lively como uma figura problemática no set, afirmando que a atriz teria ameaçado abandonar as filmagens e boicotar a promoção do longa, ações que, segundo ele, contribuíram para o fracasso do projeto.
Foram reveladas mensagens de texto que supostamente mostram que Justin Baldoni e sua equipe jurídica fabricaram uma campanha difamatória contra Blake Lively durante o lançamento de ‘É Assim que Acaba’
“Ele quer sentir que ela pode ser derrotada”, escreveu uma publicitária que trabalha com o estúdio e o Sr. Baldoni em uma mensagem de 2 de agosto para a especialista em gerenciamento de crises, Melissa Nathan.
Melissa respondeu:
“Você sabe que podemos acabar com qualquer um”.
A publicista respondeu:
“A narrativa on-line é tão boa e os fãs ainda estão defendendo Justin e literalmente não houve captação desses dois artigos, o que é realmente chocante para mim. Mas eu vejo isso como um sucesso total, assim como Justin.”
POLÊMICA!
Foram reveladas mensagens de texto que supostamente mostram que Justin Baldoni e sua equipe jurídica fabricaram uma campanha difamatória contra Blake Lively durante o lançamento de ‘É Assim que Acaba’ pic.twitter.com/xXdY2dRlUc
Após um hiato de mais de dez anos, o aclamado diretor australiano Adam Elliot retorna com força total em Memórias de um Caracol, seu mais novo longa-metragem em stop-motion. Conhecido mundialmente por Mary e Max – Uma amizade diferente(2009), Elliot reafirma sua maestria na técnica e na construção de narrativas delicadas, com humor ácido e forte carga emocional.
Desde sua première mundial no 48° Festival de Animação de Annecy, a obra encantou plateias e críticos — são 95% de aprovação no Rotten Tomatoes, com base em 140 críticas. Em junho do ano passado, o longa teve todas as sessões esgotadas em Annecy, onde saiu consagrado com o principal prêmio, o prestigiado Cristal. Indicado ao Globo de Ouro e ao Oscar 2025, Memórias de um Caracolfinalmente estreia nas salas de cinema do Brasil nesta quinta-feira, 5 de junho. E aqui vão cinco boas razões para você garantir o seu ingresso.
1. Um trabalho primoroso de stop-motion
Não é todo dia que vemos uma animação com tanto cuidado artesanal. A técnica de stop-motion, que exige uma paciência quase inumana, ganha vida com detalhes minuciosos e texturas palpáveis. Na première mundial em Annecy, Adam Elliot compartilhou curiosidades deliciosas dos bastidores — como o uso de litros de lubrificante para criar as lágrimas dos personagens e papel celofane para animar o fogo. Cada sequência é como admirar uma escultura em movimento.
Aqui temos dois méritos em um: o roteiro brilhante de Elliot, que mistura humor soturno a momentos de emoção genuína, e a performance tocante da narradora. A voz da atriz Sarah Snook (da série Succession) se encaixa perfeitamente no tom sereno e reflexivo de Grace, a personagem principal — que, como um verdadeiro caracol, é morosa, mas carrega uma carapaça emocional robusta para sobreviver às pancadas da vida.
3. A metáfora do caracol
Assim como nas fábulas clássicas que nos ensinam desde pequenos, Memórias de um Caracol constrói uma poderosa metáfora sobre resiliência e aceitação em torno da protagonista Grace (Sarah Snook) e sua relação com Sylvia, sua companheira caracol. A narrativa é um desfile de momentos contemplativos, porém marcantes — recheados de lirismo, ironia e ternura. É uma metáfora da fragilidade do molusco diante do tempo e de sua resistência frente às intempéries por conta da sua carapaça, enquanto questiona sua real liberdade. É impossível, portanto, sair indiferente de uma sessão.
4. Quebra de padrões e preconceitos
A representatividade é uma marca registrada nas obras de Adam Elliot, e neste filme não é diferente. A trama abraça personagens que fogem do padrão audiovisual: um patriarca cadeirante, uma idosa com Alzheimer, irmãos órfãos lidando com depressão e exclusão social. Em vez de tratar esses temas com pena ou didatismo, o filme os incorpora com naturalidade, humanidade e dignidade. Mesmo os acontecimentos mais descompassados soam totalmente plausíveis, assim como os imperdíveis curtas do cineasta australiano: Harvie Krumpet (2003) e Ernie Biscuit (2015), disponíveis no YouTube.
5. Aprendizados para a vida
Memórias de um Caracol te faz sair do cinema com o coração apertado e a cabeça cheia. Você já se perguntou o que realmente te motiva a continuar, mesmo quando tudo parece dar errado? O filme questiona o sentido do trabalho, da realização pessoal e da herança emocional que carregamos. Os irmãos Grace e Gilbert (Kodi Smit-McPhee) nos mostram que, mesmo em tarefas monótonas como etiquetar maçãs ou cuidar de uma biblioteca, é possível encontrar sentido em prosseguir sua jornada — especialmente quando se cruza com pessoas que mudam sua visão de mundo, como a idosa Picky (Jacki Weaver).
Bônus: Ler é o melhor remédio
Entre romances clássicos como O Senhor das Moscas, de William Golding, e O Diário de Anne Frank até livros de autoajuda e folhetins de banca, Grace e Gilbert encontram na leitura um respiro diante da realidade dura, mesmo nos momentos de migalhas para comer e perdas irreparáveis. A literatura funcionava como fuga, consolo e guia — um lembrete sutil, mas poderoso, de que histórias — como esta — podem transformar vidas.
Aconteceu algo inusitado na noite da última quarta-feira (14) no programa Dancing Brasil, onde apresentadora Xuxa resolveu fazer uma performance inspirada no seriado ‘Game of Thrones’.
Com direito a Khal Drogo e até mesmo o Trono de Ferro, a apresentadora se vestiu de Daenerys para fazer uma super apresentação de dança. E claro, se tratando da Rainha dos Baixinhos, o resultado não poderia ter sido mais hilário. Assista:
A Disney divulgou recentemente o emocionante trailer da versão live-action de ‘Dumbo’, junto com o primeiro pôster oficial. Agora, também liberou uma nova imagem fofa do elefante. Confira:
Além disso, já está disponível a versão da cantora Aurora para a clássica canção “Baby Mine”, presente no trailer. Confira:
O longa estreia nos cinemas nacionais dia 28 de Março de 2019.
Michael Keaton (‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’) viverá um dos vilões. Substituindo Will Smith, que se retirou do projeto, o ator Colin Farrell agora faz parte do elenco como o pai das duas crianças que ajudarão Dumbo a lidar com o bullying e a vencer as dificuldades, descobrindo o poder de voar que suas grandes orelhas lhe conferem.
Além de Farrell, Danny DeVito, Eva Green, Alan Arkin e Joseph Gatt estão no elenco.
A direção fica por conta de Tim Burton, que já trabalhou com a Disney em ‘Alice no País das Maravilhas’ (2010) e ‘Frankenweenie’ (2012), além de alguns projetos no início de sua carreira.
Faz um tempo que um vídeo dos bastidores de ‘We Are The World’ viralizou nas redes sociais. Nele, Michael Jackson aparece supostamente incomodado com as notas da jovem Cyndi Lauper durante as gravações. Na época, internautas aproveitaram para fazer o que fazem de melhor: despejar comentários odiosos contra a cantora, questionando seu talento e comparando com outros nomes. Agora, A Noite Que Mudou o Pop, documentário original da Netflix, chega para mostrar que essa história não aconteceu bem assim, dentre outros segredos e curiosidades da criação da canção lendária que marcou gerações.
Ao longo de pouco mais de 1h30 de duração, o documentário aborda de forma geral o contexto em que o projeto USA for Africa surgiu e como a situação levou à reunião do maior coral de todos os tempos. Contado principalmente pela ótica de Lionel Ritchie, o documentário traz uma série de depoimentos da época e atuais de quem participou, seja famoso ou não. E são justamente os testemunhos dos menos conhecidos que deixam os bastidores ainda mais instigantes, porque o público já espera muito do que Bruce Springsteen tem a dizer, por exemplo, mas e o câmera que era fã de Paul Simon e foi convidado para gravar o ídolo cantando diante de seus olhos? É fascinante!
Pelas histórias contadas no doc, esse projeto ter dado certo foi quase um milagre. A ideia foi capitaneada por Lionel Ritchie e Michael Jackson, que se envolveram na criação da música desde o início. Porém, com a chegada de Quincy Jones e o desejo de contar com o máximo de lendas da música, o tempo de produção foi reduzido consideravelmente. A janela encontrada para reunir essa constelação foi a noite do American Music Awards. Então, a dupla teve aproximadamente dez dias para compor ‘We Are The World’.
O primeiro momento ‘wow’ desse documentário é ver Lionel Ritchie, já velhinho, contando as histórias mais absurdas de como foi esse processo de criação. Michael e ele se conheciam, se consideravam amigos, mas jamais haviam passado um tempo juntos longe do público. Então, quando se reuniram na casa do Rei do Pop, diversas excentricidades rolaram, como as investidas de Michael para que Ritchie pegasse seu chimpanzé de estimação no colo, ou na vez que o Lionel foi surpreendido pela cobra perdida que Michael mantinha como pet e vivia desaparecendo pela casa.
Mas o grande barato é ver como a música foi inspirada na batida dos hinos nacionais, seguindo o processo de criação de Michael Jackson, que não tocava instrumentos, mas murmurava a melodia. E assim, quando veio a pressão do deadline, a música simplesmente brotou de suas mentes brilhantes.
O segundo momento de explosão total é quando as lendas da música se reúnem no estúdio para enfim gravar. O documentário apresenta a convocação de todos eles, contextualizando quem eram na época e os momentos que viviam em suas respectivas carreiras. Então, quando eles se juntam, é como ver a noite cair no campo e se iluminar com as estrelas mais brilhantes que a América do Norte já produziu. É de arrepiar ver a quantidade de lendas por metro quadrado naquele estúdio, transformado por eles num grande lar por uma noite, conforme o próprio Lionel Ritchie relata ao fim.
E o mais incrível disso tudo é ver monstros da música agindo como crianças em um passeio escolar de fim de ano. Todos eram gigantes em seus gêneros e segmentos, mas ali, por algumas horas, se despiram de seus egos e trabalharam juntos por um objetivo comum. Eles criando, se conhecendo, reencontrando e convivendo. Aquele momento em que os ídolos conhecem seus ídolos é fabuloso, perdendo apenas para as diversas cenas deles se permitindo expor suas vulnerabilidades.
Também é impressionante ver o ‘Efeito Michael Jackson’ nesse grupo. Que Michael era uma lenda viva, capaz de arrastar e impressionar multidões, todos sabem. Mas vê-lo impor respeito dentre lendas como Ray Charles é outra coisa. Chega a ser cômico como todos ali admiravam tanto a figura de Michael que tinham receio até de fazer sugestões. É interessante também como até mesmo Bob Dylan, já extremamente consagrado na época, ficou perdidinho diante da magnitude do projeto.
Enfim, A Noite Que Mudou o Pop é um documentário daqueles que prendem o espectador com informação e diversão, tal qual uma canção que começa com batidinhas de palmas e encontra seu caminho para o sucesso pelas vozes de uma geração.
A Noite Que Mudou o Pop está disponível na Netflix.
É bem verdade que o humor é uma questão cultural. Determinados povos e países conseguem produzir um tipo de humor que é muito específico de uma determinada região, sem necessariamente ganhar apelo mundial. O cinema francês, por exemplo é conhecido por produzir um tipo de humor que o brasileiro “não entende”. Já as produções britânicas são conhecidas por usarem um humor muito peculiar, enquanto os italianos, por exemplo, são conhecidos por serem mais exagerados. Mesmo tirando as particularidades culturais de cada país, a finalidade primeva do humor é fazer rir, principalmente em produções infantojuvenis – mas este quesito é justamente o que falta (ou melhor, que continua faltando) na segunda temporada de ‘Meu Papai (Ainda) É Noel’, que já está disponível na Disney+.
Depois de mudar de ideia sobre suas escolhas, Papai Noel (Tim Allen) está decidido a passar o bastão do seu cargo para seu filho, Cal (Austin Kane) e transformar o Natal em um negócio familiar. A questão é que Cal além de ter medo de altura, não demonstra muito interesse em se afastar do mundo dos humanos, principalmente de sua namorada, Riley (Ruby Jay) – que, aliás, passa a visitá-lo com frequência no Polo Norte. Ao mesmo tempo, Sandra (Elizabeth Allen-Dick) começa a desenvolver poderes mágicos e passa a controlar sua habilidade de conversar com os animais. No meio disso tudo um antigo Papai Noel (Eric Stonestreet), que exercera função durante muito tempo e fora aprisionado por ser conhecido como Magnus Anta, volta ao cenário para reivindicar seu direito como o verdadeiro Papai Noel. Assim, no meio de tantas reviravoltas, o Natal está mais uma vez em risco.
Dividido em seis episódios de pouco menos de trinta minutos cada a nova temporada de ‘Meu Papai (Ainda) É Noel’ mantém o principal problema da parte anterior: tanto a história quanto os personagens não são carismáticos. Aqui não falamos apenas da questão do humor, mas sim de personagens que se comportam de maneira adulta demais num contexto infantojuvenil (os duendes, por exemplo conversam sobre questões matrimoniais mesmo sendo interpretados por atores aparentemente jovens com o intuito de parecerem adolescentes; em contrapartida, os gnomos, que seriam a oposição aos duendes por serem criaturas mal humoradas, são construídos de tal forma que, mais que isso, se tornam personagens chatos que beiram a grosseria).
Uma das grandes novidades nesta nova temporada foi trazer outros ícones do imaginário popular do universo fantástico, como o Coelhinho da Páscoa e o Papai Noel que se veste de verde, suavemente questionando a mudança de cor do uniforme do bom velhinho e fazendo menção ao personagem do filme original. Pelo andar da narrativa dá para imaginar qual vai ser a proposta geral do enredo para encaminhar a uma terceira possível temporada, o que não deixa de ser uma aposta arriscada da produção, mesmo para a DisneyPlus.
Com a temporada de Natal começando, ambas as partes da série ‘Meu Papai (Ainda) É Noel’ podem ser uma opção para crianças maiorzinhas como uma forma de entretenimento com oscilação de humor juvenil. Ambientada num local imaginário belamente produzido pela direção de arte, ‘Meu Papai (Ainda) É Noel’ é uma série com um senso de humor esquisito e um roteiro por vezes incoerentes, mas, para quem gosta de produções natalinas, fica como uma opção para já ir entrando no clima.
Uma série animada baseada no clássico ‘Gremlins’ está em desenvolvimento na WarnerMedia. As informações são do site Variety.
O show em potencial deve girar em torno de Mr. Wing, o avô chinês que já apareceu nos filmes originais e foi interpretado por Keye Luke. Porém, aqui o velhinho será um jovem garoto que se envolve em diversas aventuras com o amigável Mogwai Gizmo.
Tanto a Warner quanto a Amblin Television, ambas responsáveis pelos longas predecessores, irão produzir a série, ainda que não tenham feito nenhuma declaração oficial.
Tze Chun foi cotado para escrever o roteiro. Ele é conhecido por seu trabalho na televisão, incluindo as séries ‘Gotham’ e ‘Once Upon a Time’.
O primeiro filme da franquia ‘Gremlins’ foi lançado em 1984. Dirigido por Joe Dante e escrito por Chris Columbus, a comédia-terror foi um sucesso de bilheteria, arrecadando mais de 150 milhões de dólares no mundo inteiro – com um orçamento de meros 11 milhões.
A sequência ‘Gremlins 2: A Nova Turma’ chegou aos cinemas em 1990, com Dante retornando à cadeira de direção.
O Hulu divulgou o primeiro cartaz oficial da 2ª temporada de ‘Castle Rock’.
Confira:
O próximo ciclo irá estrear no dia 23 de outubro.
Criada por Sam Shaw e Dustin Thomason, a série se passa no universo fictício criado por StephenKing, com cada temporada narrando uma trama original como “um livro nunca publicado” do autor.
Na trama do segundo ano, um desafeto entre clãs chega ao seu ápice quando a psicopata Annie Wilkes, uma enfermeira infernal, começa a atuar em Castle Rock.
O elenco do próximo ciclo traz novos nomes, incluindo Robin Weigert, Alison Wright, Greg Grunberg e Sarah Gadon. Lizzy Caplan (interpretando o icônico papel de Annie Wilkes em ‘Louca Obsessão‘), Tim Robbins, Elsie Fisher, Yusra Warsama, Barkhad Abdi, Matthew Alan, John Hoogenakkere Paul Sparks retornam.
A Netflix divulgou um novo e hilário vídeo de ‘La Casa de Papel’, trazendo os erros de gravação da 3ª temporada.
Confira:
Vale lembrar que a 4ª temporada já está disponível!
Criada por Álex Pina, a série inicialmente teria 15 episódios, mas foi reeditada pela Netflix em duas partes, que posteriormente optou por dar continuidade à produção depois de sua enorme popularidade.
O elenco inclui Úrsula Corberó (Tóquio), Álvaro Morte (O Professor), Jaime Lorente (Denver), Miguel Herrán (Rio), Darko Peric (Helsinque), Alba Flores (Nairóbi), Esther Acebo (Estocolmo), Itziar Ituño (Raquel Murillo), Enrique Arce (Arturo), Kiti Mánver (Mariví), Pedro Alonso (Berlim), Juan Fernández (Coronel Prieto) e Mario de la Rosa (Suarez).
A The CW divulgou a promo oficial de “The Stranger”, décimo segundo episódio da 7ª e última temporada de ‘The 100’.
Confira:
O capítulo em questão vai ao ar amanhã,19 de agosto.
Criada por Jason Rothenberg, a série é baseada no livro homônimo da autora Kass Morgan.
A trama se inicia noventa e sete anos após uma guerra nuclear ter destruído a civilização, quando uma nave espacial que aloja os sobreviventes solitários da humanidade envia cem delinquentes juvenis de volta à Terra, na esperança de possivelmente repovoar o planeta.
O elenco inclui Eliza Taylor, Paige Turco, Bob Morley, Marie Avgeropoulos, Lindsey Morgan, Richard Harmon, Tasya Teles, Shannon Kook e Henry Ian Cusick.
A série de terror antológica ‘Two Sentence Horror Stories’ retorna para seu segundo ano no dia 12 de janeiro e, agora, a The CW divulgou um teaser oficial do novo ciclo.
Confira:
Além disso, a emissora também divulgou detalhes sobre os dois primeiros episódios.
Confira:
“BAG MAN”, dirigido por Kimani Ray Smith; escrito por Vera Miao e Leon Hendrix III
EU SABIA QUE NÃO IRIA ME ENCAIXAR, NÃO IMPORTA O QUANTO EU TENTASSE – Cinco alunos de um colégio em sua primeira detenção se veem como presas de um terrível monstro. Bzhaun Rhoden, Doralynn Mui, Keeya King, Rob Labelle, Hunter Dillon, MJ Kokolis e Roy Campsall estrelam.
“ELLIOT”, dirigido por Chase Joynt; escrito por Stephanie Adams-Santos
EU CONHECI UM AMIGO QUE PODIA TRANSFORMAR DOR EM PODER – Um estudante transsexual lida com constante bullying em sua escola até que um misterioso zelador oferece ao adolescente um jeito de acabar com os valentões de uma vez por todas. James Goldman, Janet Kidder, David Lewis, Elise Shak, Eliza Faria, Edwin Perez, Ella Dixon, Micah Solis, Robyn Daye Edwards, Ethan Hippel e Jhomar Suyom estrelam.
Vale lembrar que a série já foi renovada para a 3ª temporada.
Criada por Vera Miao, a série acompanha contos contemporâneos de terror e assombrações.
Inspirada pelos contos curtos de duas sentenças que viralizaram na internet, a antologia focará nos medos de uma geração conectada por ansiedades e diversidades. Apesar de sermos perturbados por tecnologia, desigualdades e sociedade… as coisas que nos assombram são as mesmas.
O Disney+ divulgou recentemente o trailer oficial de ‘A Misteriosa Sociedade Benedict’, série original que tem lançamento agendado para o dia 25 de junho.
Confira, junto ao logo oficial:
Tony Hale estrela a produção. Kristen Schaal, Ryan Hurst, MaameYaa Boafo, Gia Sandhu, Emmy DeOliveira, Seth Carr, Marta Timofeeva e Mystic Inscho completam o elenco.
A adaptação, baseada nos romances de Trenton Lee Stewart, gira em torno de um grupo de quatro órfãos precoces e habilidosos que fundam uma sociedade secreta intitulada Mr. Benedict, em homenagem ao excêntrico, rico e bondoso benfeitor que une as crianças e as manda em uma missão no infame colégio interno conhecido como O Instituto.
Hale vive Benedict e o seu irmão gêmeo do mal, Mr. Curtain.
Matt Manfredi e Phil Hay entram como roteiristas, enquanto Todd Slavkin e Darren Swimmer serão os showrunners.
‘Y: The Last Man’ é a mais recente série da FX e chegou ao Brasil através do Star+. Para promovê-la, foi divulgado um novo vídeo que nos leva aos bastidores dessa incrível trama pós-apocalíptica.
Confira:
A série é baseada nos quadrinhos homônimos escritos por Brian K. Vaughan e Pia Guerra.
A trama mostra um mundo pós-apocalíptico depois que um evento cataclísmico dizimou todos os homens da Terra, exceto por um único humano. A tragédia abriu espaço para uma nova ordem mundial comandada pelas mulheres, explorando gênero, raça, classe e sobrevivência.
Ben Schnetzer (‘Warcraft’) estrela. O elenco ainda conta com Diane Lane, Amber Tamblyn, Imogen Poots, Lashana Lynch, Juliana Canfield e Marin Ireland.
Depois de alguns anos, a equipe do CinePOP resolveu voltar com os Prêmios CinePOP, que visa celebrar os melhores e mais populares filmes de cada ano.
Para montarmos a nossa lista, analisamos as produções que foram oficialmente lançadas no ano passado nos cinemas mundiais, incluindo em plataformas de streaming, salas de cinema ou exibidos em festivais nacionais e internacionais.
Vote:
[poll id=”2″]
[poll id=”3″]
[poll id=”4″]
[poll id=”5″]
[poll id=”6″]
[poll id=”7″]
[poll id=”8″]
[poll id=”9″]
[poll id=”10″]
[poll id=”11″]
[poll id=”12″]
Neste ano, dividimos a lista de indicados de uma maneira diferente e criamos dois tipos de categorias diferentes: as categorias de votação popular, em que os nossos leitores poderão votar em seus longas-metragens e atuações favoritos; e as categorias de votação do júri, em que a própria equipe do CinePOP irá analisar aspectos técnicos dos títulos escolhidos, como Roteiro, Direção, Montagem, Fotografia, Música e Figurino.
Na semana passada, chegou ao catálogo da HBO Max o documentário ‘Pacto Brutal: O Assassinato de Daniella Perez‘, que explora o crime cometido pelo ex-ator Guilherme de Pádua contra a atriz em 1992.
Na época, a filha da autora e produtora Gloria Perez tinha apenas 22 anos, e o crime chocou o país, o que levou à condenação de Guilherme a 19 anos por homicídio qualificado.
Dirigida por Tatiana Issa e Guto Barra, que também assina o roteiro, a produção reconstitui em cinco episódios os detalhes sobre o caso que impactou o Brasil. Agora, em entrevista ao site Splash, a dupla revelou porque Pádua não apareceu na série.
Issa e Barra revelaram que escolheram não dar mais espaço de imprensa ou de tela nem para Pádua, nem para sua cúmplice, Paula Peixoto (que, à época, era conhecia como Paula Thomaz).
“Ao longo dos anos, eles tiveram muito espaço na imprensa. Eles ofereceram diferentes versões que foram mudando. Houve até situações em que prometeram ‘contar o que nunca foi contado’, mas nada acontecia. Somos um documentário, é diferente de jornalismo”, explicou Barra.
Issa acrescentou comentários à fala de Barra, dizendo que, caso eles colocassem os criminosos para contar suas versões, inúmeras mentiras seriam propagadas e disseminadas – e que isso tiraria a paz de uma família que já havia sofrido demais.
A decisão de não colocar a dupla no documentário também foi acatada a pedido de Gloria.
“Eu realmente não queria que fizessem a entrevista dos assassinos agora, mas isso também não veio na proposta deles. Tanto a Tatiana quanto o Guto, quando eles fizeram essa proposta, eles já fizeram não incluindo os depoimentos dos assassinos”, Gloria comentou. “Tudo o que eles disseram durante o processo está lá na série. É o que interessa. […] Hoje em dia, se você quiser saber como eles vão, é só abrir as redes sociais. Eles estão lá exibindo a sua impunidade. Não precisa agora perder tempo dando microfone. Seria dar palco a psicopata”.
Por outro lado, Pádua usou seu canal do YouTube para tentar dar voz a si mesmo, já que alega que a produção de parcial e que não foi procurado para dar seu depoimento.
Logo no início, ele tenta se justifica, dizendo:
“Surgiu a notícia de que eu teria bloqueado minhas redes sociais por saber deste seriado. Isso não é verdade, porque em maio de 2020, quando saí, ainda não sabia desse seriado. Alguém aí tinha notícia? Eu fiquei sabendo há seis meses, de surpresa, não fui procurado.”
Ele continua, falando que vai usar as redes sociais para se defender.
“Naquele tempo, estávamos no auge da pandemia. E, parece que o debate estava interditado. A animosidade estava grande, e a minha vida envolve várias dificuldades de comunicação. Por isso, esse pastor me disse isso. As redes sociais são muito úteis para mim, e a imprensa nunca me deu voz, porque um lado sempre me persegue e com toda a razão, eu entendo. Se eu estivesse no lugar delas, eu faria isso também. Mas, já que eu sou eu, preciso me defender. E as redes sociais são úteis para isso.”
#PactoBrutal não é a versão da acusação, como diz Guilherme de Pádua, é a versão final, do juízo. Ele foi condenado com base nas evidências, portanto, não existe mais parte. Existe a verdade dos autos e que, agora, ele tenta negar.
Ao longo do vídeo, ele afirma que irá apresentar sua versão dos fatos e apresentar novas evidências sobre o crime com ajuda da ex-esposa e cúmplice, Paula Nogueira Thomaz.
“Eu consigo quebrar de forma devastadora algumas das teses que estão sendo apresentadas. A HBO, tão famosa, tão profissional, deu uma bobeira dessas, deixou essa lacuna para que um concorrente possa apresentar as provas, as evidências que estão sendo ocultadas de você que está assistindo essa série.”
Atualmente com 52 anos, depois de cumprir apenas sete anos da pena, Pádua é pastor da Igreja Batista da Lagoinha em sua cidade natal, Belo Horizonte, Minas Gerais, e diz que tem pensado cada vez menos no crime.
Dizendo-se triste e oprimido, ele reconhece que Gloria e toda a família de Daniella são quem mais sofrem com a perda.
“Não vou me fazer de vítima, mas [a situação] não é nada agradável. Já passei noites tentando consertar, mas não tem como consertar o passado”, relata.
Ainda assim, ele diz que não aceita como a história foi contada no documentário.
“Você vai assistir uma série totalmente parcial, o que significa isso? Um trabalho de investigação, um jornalismo investigativo, ele pretende trazer à luz todas as evidências, as provas e apresentar as hipóteses, que cabem, com a dinâmica do que foi descoberto, com as provas, com as perícias. “, explicou. A HBO tinha condições de fazer uma coisa bastante completa e dar a nós, espectadores, o direito de fazermos a nossa própria análise, mas perdeu essa oportunidade.”
Por fim, ele diz que pode “trazer algumas coisas” sobre o caso, mas não diz exatamente o quê ou como vai fazer isso.
“Pode aguardar que eu vou trazer algumas coisas. Não é pra dizer ‘acredite na minha versão’, mas pra você mesmo pensar, né? Coisa que eles não estão fazendo, como aquela imprensa marrom, aquela imprensa que é tendenciosa que quer puxar a sardinha para um lado, essa série está totalmente baseada somente na versão da acusação.”
Em 1992, a atriz e bailarina Daniella Perez foi assassinada por Guilherme de Pádua e sua esposa, Paula Thomaz, em um crime cruelmente premeditado. A morte prematura da jovem de 22 anos mexeu com o País. O assassinato da Daniella, filha da autora e produtora brasileira, ganhadora do Emmy Internacional, Gloria Perez, ganhou notoriedade e ocupou as primeiras páginas dos jornais nacionais por anos.
Depois de três décadas, Gloria Perez revisita a busca pela verdade por trás desta história que mudou sua vida para sempre. A autora compartilha sua experiência conforme a produção apresenta, em registros inéditos, os detalhes das investigações e o julgamento deste caso de homicídio duplamente qualificado.
Como mãe da vítima, ela rastreou testemunhas, identificou evidências e ajudou a expor erros das autoridades brasileiras. Sua atuação foi fundamental para a resolução do caso, além de ter deixado um legado ao conseguir a alteração da legislação brasileira, passando a incluir homicídio qualificado dentro dos crimes hediondos.
Para o diretor e roteirista Guto Barra, a produção de true crime corrobora para a elucidação desta tragédia que marcou o Brasil. “Por meio de um minucioso trabalho de pesquisa, trazemos à luz a barbaridade do crime, com informações que não foram reveladas à época do assassinato.” Segundo Tatiana Issa, que dirigiu e trabalhou em conjunto com Guto, “o caso Daniella Perez inspira muitos sentimentos e sua retratação documental revela não apenas a Daniella quanto artista, filha e esposa, mas também a deficiência do sistema jurídico brasileiro.”
O Star+ divulgou recentemente o trailer oficial de ‘Koala Man’, nova série animada adulta que conta com Hugh Jackman no elenco de dublagem.
Além disso, foi revelado que a produção será lançada no dia 09 de janeiro na plataforma de streaming.
Confira:
A série foi criada por Michael Cusack.
Um super-herói impotente e patriarca de família num subúrbio australiano vive uma identidade não tão secreta como o Homem Koala, ao mesmo tempo que possui uma paixão ardente para acabar com o crime mesquinho e trazer ordem à comunidade.
Além de Jackman, o elenco é formado por Cusack, Sarah Snook, Demi Lardner, Jemaine Clement, Rachel House, Jarrad Wright e outros.
A Blumhouse e a Universal Pictures anunciaram que o trailer oficial e completo de ‘Five Nights at Freddy’s‘, adaptação baseada no popular jogo de terror, será lançado amanhã, 01 de junho.
O longa estreará oficialmente no dia 27 de outubro – bem a tempo do Halloween.
— Universal Pictures Brasil (@UniversalPicsBr) May 31, 2023
Na trama…
“Enquanto passa sua primeira noite no trabalho, um problemático guarda de segurança da Pizzaria Freddy Fazbear logo percebe que não será uma tarefa fácil sobreviver ao seu primeiro turno.”
O elenco ainda contará com Josh Hutcherson (‘Jogos Vorazes’), Matthew Lillard (‘Pânico’), Elizabeth Lail (‘VOCÊ’), Kat Conner Sterling (‘The Gifted’) eMary Stuart Masterson (‘Ponto Cego’).
Emma Tammi (‘Terra Assombrada’) será responsável pela direção, além de também assinar o roteiro ao lado de Scott Cawthon e Seth Cuddeback.
Anteriormente, o produtor Jason Blum, da Blumhouse Productions, havia revelado que estava trabalhando em múltiplos enredos para a aprovação de Scott Cawthon, criador dos games originais.
“Nós escrevemos múltiplos roteiros e nos vimos em uma corda bamba, em que precisamos fazer justiça a ‘Five Nights at Freddy’s’ e deixar Scott feliz”, ele comentou. “A única forma que conseguiríamos fazer isso era agradá-lo… Não quero fazer algo que o Scott não queira. Deixe-me dizer de uma forma diferente: não tenho o direito de fazer nada que Scott não queira. Basicamente, Scott tem o equivalente ao ‘corte final’ e tem levado mais tempo do que eu gostaria para acertar a história”.
Seth Grahame-Smith está atado como produtor original ao lado do criador de Cawthon, prometendo entregar um “filme adorável, insano e aterrorizante”.
Criado em 2014, ‘Five Nights at Freddy’s’ rendeu uma série de jogos de terror produzidos pela Cawthorn, para PC e celulares. Os games colocam o jogador na posição de um guarda de segurança do turno noturno em um restaurante de diversão para família, com assustadores mascotes robóticos que ganham vida à noite. O game já rendeu quatro sequências, além de livros.
‘Five Nights at Freddy’s’ carrega até hoje o recorde do Guinness World de mais continuações lançadas em um mesmo ano.
A Netflix divulgou o trailer final de ‘Scott Pilgrim: A Série’, anime baseado nos icônicos quadrinhos homônimos assinados por Bryan Lee O’Malley.
A produção chega à plataforma de streaming no dia 17 de novembro.
Confira:
Na trama, “Scott Pilgrim encontra a garota dos seus sonhos, Ramona Flowers, mas descobre que precisa derrotar os sete ex-casos amorosos da moça para conquistá-la. E depois tudo fica ainda mais complicado”.
A produção conta com o mesmo elenco do filme ‘Scott Pilgrim contra o Mundo’, de 2010, incluindo: Michael Cera, Mary Elizabeth Winstead, Satya Bhabha, Kieran Culkin, Chris Evans, Anna Kendrick, Brie Larson, Alison Pill, Aubrey Plaza, Brandon Routh, Jason Schwartzman e outros.
Edgar Wright, diretor do live-action original, entra como produtor. O’Malley entra como roteirista e produtor executivo, além de ser o showrunner ao lado de BenDavid Grabinski.
“Talvez a coisa mais controversa que eu já fiz foi ter ficado por aqui”.
Sob um sol escaldante, uma noite igualmente abafada e uma espera angustiante, uma legião de espectadores se aglomerava na Praia de Copacabana neste último dia 04 de maio para um evento histórico: a The Celebration Tour in Rio, a grande despedida da rainha do popMadonna.
Não existe sequer uma pessoa ao redor do planeta que nunca tenha ouvido falar do nome de um dos maiores nomes da música. Desde sua estreia oficial em 1983 com seu álbum homônimo até seu último compilado de originais com o subestimado ‘Madame X’, em 2019, Madonna driblou os diversos obstáculos em sua carreira de nada menos que quatro décadas para se manter firme em uma longevidade irrestrita e que continua a inspirar diversos artistas até os dias de hoje.
A cantora, compositora e produtora já havia nos agraciado com sua presença inúmeras vezes, incluindo com a memorável e aplaudida ‘Blonde Ambition Tour’ nos anos 1990 e, mais de duas décadas depois, com a ‘MDNA Tour’ em uma performance espetacular. Mas nada poderia nos preparar para o anúncio de um show gratuito como despedida de seu momento no show business da melhor maneira possível – entregando-se de corpo e alma a um público de 1,5 milhão de pessoas, que trouxe fãs de longa data ou recém-descobertos do poder performático de Madonna. Não é surpresa que, considerando a personalidade irrefreável e indesculpável da artista, a apresentação se desenrolasse em uma comemoração testamentária de cada um de seus capítulos.
Seguindo os passos dos outros shows da turnê, Bob The Drag Queen deu as caras em um breve prólogo, vestida com uma emulação do figurino de Maria Antonieta que Madonna utilizou no MTV Awards em 1990 ao cantar “Vogue”. Emergindo como a MC de um compilado de blocos fantásticos e enérgicos, Bob logo deu espaço para que a atração principal erguesse aplausos e urros com “Nothing Really Matters”, um dos singles de ‘Ray of Light’, migrando para “Everybody” e “Into the Groove” antes de conversar com a plateia sobre o que tudo aquilo significava – um convite para conhecer todas as fases de sua carreira e de que forma cada acontecimento de sua vida, profissional e pessoal, culminou na eterna lenda que posa diante de nós sem medo de ser quem é.
Parece redundante e idiótico dizer que ninguém conhece Madonna melhor do que ela mesma – mas, considerando os constantes ataques que a cantora sofreu desde seu début e que perpassaram acusações como heresia, libertinagem e uma normatização assustadora do etarismo, é sempre bom deixar claro que ninguém além dela consegue contar sua narrativa. Não é por qualquer motivo que Madonna tenha dominado os palcos após a breve introdução supracitada para se apossar de uma guitarra elétrica e apresentar uma versão irretocável de “Burning Up”, facilmente um dos pontos altos da noite – ou até mesmo ao reiterar seu apoio e sua defesa da comunidade LGBTQIA+, ainda mais durante a avassaladora epidemia de AIDS nos anos 1980 e 1990, com uma rendição tocante de “Live to Tell” e uma homenagem às vítimas da doença – que arrancaram lágrimas de qualquer um ali.
Mais do que isso, a performer não pensa duas vezes antes de “jogar sal em uma ferida” que nunca foi cicatrizada por completo, mostrando que não se importa com a dor de ser taxada como rebelde – ora, ela nunca viveu de acordo com as normas, por que faria isso agora? É a partir daí que temos uma profunda e gloriosa montagem de “Like a Prayer”, reunindo-a com a imagética religiosa e uma interpolação magnífica de “Unholy”. Em contraste com sua afeição a quebrar tabus, ela também nos convidou a uma sensual performance de “Erotica” e “Fever”, exaltando a necessidade dos debates sobre corpos e sexo com uma versão estilizada de “Hung Up” e, por fim, unindo-se à filha Mercy James no piano para “Bad Girl”.
Se cada álbum de Madonna converge para o outro em um organismo complexo e intrincado, era apenas de se esperar que ela misturasse as setlists a seu bel-prazer. Um dos blocos mais interessantes e que chamou a atenção de inúmeros internautas foi o segmento do Ballroom, em que ela amalgama “Vogue” à faixa “Break My Soul – The Queens Remix”, de Beyoncé, para celebrar essa contracultura setentista que está fazendo seu retorno ao mainstream de modo ímpar e poderoso. Mais do que isso, ela convida Anitta, com quem colaborou na faixa “Faz Gostoso” cinco anos atrás, para uma sequência divertida e despojada.
Dentre os outros ápices do espetáculo, tivemos a versão country-pop acústica de “Express Yourself”, a solene aparição de ritmistas de bateria para uma modalidade electro-samba de “Music” – e ao lado de ninguém menos que Pabllo Vittar, a drag queen mais conhecida do planeta -, o remix de “Ray of Light” que trouxe Madonna com um traje futurista, uma reverência ao saudosos Michael Jackson, e, é claro, uma conclusão que não poderia ter sido construída sem a track“Celebration”.
A verdade é que ‘The Celebration Tour in Rio’ foi apenas a cereja do bolo de uma carreira espetacular, apoteótica e inapagável da rainha do pop – e o número inacreditável de espectadores que se reuniram nas areias de Copacabana para prestigiá-la confirmam o contínuo impacto dessa zeitgeist e de como seu legado está mais vivo do que nunca. De fato, Madonna não poderia ter escolhido um lugar melhor para um grand finale que ficará marcado para a história como nenhum outro.
Foi divulgada a lista completa de indicados ao MTV Europe Music Awards 2024 (MTV EMA 2024).
Taylor Swift mais uma vez emergiu como a líder, conquistando sete indicações – incluindo Melhor Artista. Beyoncé, Kendrick Lamar, Lisa e Ayra Starr acompanham-na de perto com quatro nomeações.
Na categoria de Melhor Artista Brasileiro, Jão, Luísa Sonza, Pedro Sampaio, Matuê e Pabllo Vittar disputam pela estatueta. Lady Gaga e Bruno Mars concorrem na categoria de Melhor Colaboração pela faixa “Die With a Smile”.
Os vencedores serão revelados no dia 10 de novembro, em Manchester, no Reino Unido.
MELHOR MÚSICA
Ariana Grande – “We Can’t Be Friends (Wait For Your Love)”
Benson Boone – “Beautiful Things”
Beyoncé – “Texas Hold ‘Em”
Billie Eilish – “Birds Of A Feather”
Chappell Roan – “Good Luck, Babe!”
Sabrina Carpenter – “Espresso”
MELHOR CLIPE
Ariana Grande – “We Can’t Be Friends (Wait For Your Love)”
Charli XCX – “360”
Eminem – “Houdini”
Kendrick Lamar – “Not Like Us”
Lisa ft. Rosalía – “New Woman”
Taylor Swift ft. Post Malone – “Fortnight”
MELHOR ARTISTA
Beyoncé
Billie Eilish
Post Malone
RAYE
Sabrina Carpenter
Taylor Swift
MELHOR COLABORAÇÃO
Charli XCX & Billie Eilish – “Guess”
Future, Metro Boomin & Kendrick Lamar – “Like That”
Lady Gaga, Bruno Mars – “Die With A Smile”
Lisa ft. Rosalía – “New Woman”
Peso Pluma, Anitta – “Bellakeo”
Taylor Swift ft. Post Malone – “Fortnight”
ARTISTA REVELAÇÃO
Ayra Starr
Benson Boone
Chappell Roan
LE SSERAFIM l
Teddy Swims
The Last Dinner Party
Tyla
MELHOR POP
Ariana Grande
Billie Eilish
Camila Cabello
Charli xcx
Dua Lipa
Sabrina Carpenter
Taylor Swift
MELHOR AFROBEATS
Asake Ayra Starr
Burna Boy
Rema Tems
Tyla
MELHOR ROCK
Bon Jovi
Coldplay
Green Day
Kings Of Leon
Lenny Kravitz
Liam Gallagher
The Killers
MELHOR ARTISTA LATINO
Anitta
Bad Bunny
KAROL G
Peso Pluma
Rauw Alejandro
Shakira
MELHOR ARTISTA K-POP
Jimin
Jung Kook
LE SSERAFIM
Lisa
NewJeans
Stray Kids
MELHOR ARTISTA ALTERNATIVO
Fontaines D.C.
Hozier
Imagine Dragons
Lana Del Rey
Twenty One Pilots
Yungblud
MELHOR ARTISTA ELETRÔNICO
Calvin Harris
David Guetta
Disclosure
DJ Snake
Fred Again..
Swedish House Mafia
MELHOR ARTISTA HIP-HOP
Central Cee
Eminem
Kendrick Lamar
Megan Thee Stallion
Nicki Minaj
Travis Scott
MELHOR ARTISTA R&B
Kehlani
SZA
Tinashe
Tyla
Usher
Victoria Monét
MELHOR AO VIVO
Adele
Coldplay
Doja Cat
RAYE
Taylor Swift
Travis Scott
MELHOR PUSH
Ayra Starr
Chappell Roan
Coco Jones
Flyana Boss
Jessie Murph
Laufey
LE SSERAFIM
Mark Ambor
Shaboozey
Teddy Swims
The Warning
Victoria Monét
MELHORES FÃS
Anitta
Ariana Grande
Beyoncé
Billie Eilish
Chappell Roan
Charli XCX
Katy Perry
Lisa
Nicki Minaj
Sabrina Carpenter
Shawn Mendes
Taylor Swift
MELHOR ATO – REINO UNIDO & IRLANDA
Central Cee
Chalri XCX
Chase & Status
Dua Lipa
Hozier
RAYE
MELHOR ARTISTA BRASILEIRO
Jão
Luísa Sonza
Matuê
Pabllo Vittar
Pedro Sampaio
O ETA – Estúdio de Treinamento Artístico apresenta, a partir de março e em curtíssima temporada, o espetáculo musical ‘Natasha, Pierre e o Grande Cometa de 1812′, uma adaptação vibrante da obra ‘Guerra e Paz’, que promete encantar o público com sua música envolvente e narrativa emocionante.
A peça se passa no período da Rússia imperial, no início do século XIX, e explora as complexas relações entre os personagens. A trama apresenta Natasha Rostova, uma jovem sonhadora que se apaixona pelo sedutor Anatole Kuragin, enquanto está prometida ao príncipe Andrey Bolkonsky. Do outro lado de Moscou, Pierre Bezukhov, um nobre introspectivo, busca seu lugar na sociedade e é atraído pela energia de Natasha.
Com personagens ricos e complexos como Sonya, a leal prima de Natasha, e Hélène Kuragin, a manipuladora irmã de Anatole, o espetáculo explora temas universais como amor, perda e identidade.
O musical conta com a direção geral de Eric Côco, direção musical de Felipe Monteiro e sonoplastia de Maurício Reche e Carol Soares.
O elenco é formado por Amanda Leme, Dewny, Emerson Oliveira, Felipe Custódio, Gabriella Soria, Gael Antunes, Guilherme Keller, Letícia Fransozo, Lívia Rogozneac, Lorenza Vilalba, Luis Godoy, Melinda, Michel Iurif, Miguel Cuco, Samanta Camargo e Victor Gustavo.
Veja mais informações:
DATAS E HORÁRIOS
Pré-estreia: 13 de março de 2025, às 20h30
Apresentações: 21, 22, 28 e 29 de março de 2025, às 20h30
Local: ETA – Estúdio de Treinamento Artístico
Rua Major Diogo, 652 – Bela Vista – SP
Conhecido por seu trabalho em produções como ‘Prometheus’ e ‘Amor de Redenção’, Logan Marshall-Green foi escalado para o elenco de ‘Y: Marshals’, série derivada de ‘Yellowstone’.
A produção é estrelada por Luke Grimes, que reprisa seu papel como Kayce Dutton.
Na trama do spin-off, com o Rancho Yellowstone para trás, Dutton se junta a uma unidade de elite de U.S. Marshals, combinando suas habilidades como cowboy e Navy SEAL para trazer justiça para Montana, onde ele e seus companheiros de equipe devem equilibrar família, dever e o alto custo psicológico que vem ao servir como a última linha de defesa na guerra da região contra a violência.
Marshall-Green interpretará Pete Calvin, um amigo de Kayce na época em que ele estava no exército.
O capítulo de estreia é assinado por Spencer Hudnut e dirigido por Greg Yaitanes.
O projeto ainda não tem previsão de estreia nem maiores detalhes divulgados, mas se junta a uma série de outras produções que expandem o universo ‘Yellowstone‘, como os já lançados ‘1883‘ e ‘1923‘, além dos futuros ‘The Madison‘, estrelado por Michelle Pfeiffer e os em desenvolvimento ‘1944‘ e ‘6666‘.
A expectativa é alta para os fãs que acompanham a saga da família Dutton — e, ao que tudo indica, ainda há muito território a ser explorado nesse faroeste moderno.
‘Bridgerton’ retorna em breve à Netflix, e agora a plataforma de streaming divulgou dois cartazes inéditos da próxima temporada.
Os pôsteres dão destaque a John Stirling (Victor Alli) e a Francesca Bridgerton (Hannah Dodd), que se conheceram no ciclo anterior, casaram-se e se tornaram o Lorde e a Lady Kilmartin.
Confira:
Lembrando que os novos episódios darão destaque a Benedict Bridgerton (Luke Thompson), ao lado de seu par romântico, a sensata empregada Sophie (Yerin Ha).
A trama será uma releitura do clássico conto da Cinderela, trazendo uma nova perspectiva romântica para a série.
A próxima temporada será dividida em duas partes: a primeira estreia em 29 de janeiro, enquanto a segunda chega à plataforma em 26 de fevereiro.
A série já foi renovada para a 5ª e a 6ª temporadas.
A vindoura adaptação de ‘A Odisseia’, clássico poema grego de Homero, é um dos projetos mais ambiciosos do ano e da carreira do vencedor do Oscar Christopher Nolan – e chega muito em breve aos cinemas de todo o mundo.
Agora, a Universal Pictures divulgou um vídeo de bastidores inédito do longa-metragem, apresentando cenas inéditas e de tirar o fôlego de uma das maiores histórias épicas de todos os tempos.
Confira:
Lembrando que o filme terá classificação indicativa para maiores de 18 anos (R-Rated).
Após a Guerra de Tróia, o guerreiro grego Odisseu (Matt Damon) enfrenta criaturas míticas e deuses em sua épica jornada de volta para casa, onde sua esposa Penélope o aguarda.
O filme é um épico de ação mítico filmado em todo o mundo usando a novíssima tecnologia de filme IMAX e traz a saga fundamental de Odisseu para as telas de filme IMAX pela primeira vez.
O elenco grandioso ainda conta com Tom Holland, Anne Hathaway, Robert Pattinson, Lupita Nyong’o, Zendaya, Charlize Theron, Jon Bernthal, John Leguizamo, Elliot Page, Himesh Patel, Bill Irwin e Samantha Morton.
O longa tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para 16 de julho.
O longa-metragem é um dos lançamentos mais aguardados do ano. Orçado em US$250 milhões de dólares, o filme adapta o conto de Homero em um épico que reúne um grande elenco de estrelas, além de apresentar efeitos visuais e práticos inovadores. A produção marca um marco técnico na carreira de Nolan, sendo a primeira filmada inteiramente com câmeras IMAX de 70 mm.
Apesar da expectativa, o projeto tem enfrentado duras críticas antes mesmo da estreia. Além da polêmica envolvendo as armaduras, o diretor tem sido alvo de debates pela escalação de Lupita Nyong’o como Helena de Troia, descrita na mitologia como a mulher mais bonita do mundo, e pela inclusão do ator Elliot Page e do rapper Travis Scott.
Durante uma entrevista com a Entertainment Tonight, a atriz Emilia Clarke, intérprete de Daenerys Targaryen em ‘Game of Thrones‘, comentou sobre o repentino cancelamento de ‘A Longa Noite‘, spin-off da série.
“Não tenho muita certeza [do que aconteceu]. É difícil conseguir que as coisas sejam feitas. Gostaria de saber o porquê. Talvez a série seja resgatada em algum momento, mas se não é para acontecer agora, tenho certeza que é porque sabiam que não seria tão perfeita como deveria ser.”
‘A Longa Noite‘ seria ambientada milhares de anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘, e mostraria a decadência do mundo na Era dos Heróis até seu momento mais escuro.
As filmagens do episódio piloto da série já estavam em pós-produção e a estreia estava agendada para 2020.
Até o momento, maiores detalhes sobre a decisão não foram informados, mas rumores apontam que problemas nos bastidores sejam a principal causa do cancelamento.
Apesar disso, a HBO anunciou oficialmente o desenvolvimento de ‘House of the Dragon’, série baseada no romance ‘Fogo & Sangue’, também assinado pelo criador da franquia original George R.R. Martin.
A história se passa trezentos anos antes dos eventos da série principal e gira em torno da Casa Targaryen.
Miguel Sapochnik comandará o episódio piloto e alguns capítulos adicionais. Ele não é estranho à saga ‘Game of Thrones’, visto que já dirigiu episódios como ‘Battle of the Bastards’ e ‘The Long Night’.
Ryan Condal (‘Colony’) e Sapochnik serão co-showrunners da produção. Condal assina o roteiro.
Confira a sinopse oficial do livro:
Séculos antes dos eventos de A guerra dos tronos, a Casa Targaryen – única família de senhores dos dragões a sobreviver à Destruição de Valíria – tomou residência em Pedra do Dragão. A história de Fogo & Sangue começa com o lendário Aegon, o Conquistador, criador do Trono de Ferro, e segue narrando as gerações de Targaryen que lutaram para manter o assento, até a guerra civil que quase destruiu sua dinastia.
O que realmente aconteceu durante a Dança dos Dragões? Por que era tão perigoso visitar Valíria depois da Destruição? Quais foram os piores crimes de Maegor, o Cruel? Essas são algumas das questões respondidas neste livro essencial, relatadas por um sábio meistre da Cidadela.
Este site utiliza cookies para melhorar sua experiência, analisar o tráfego e personalizar conteúdo. Também podemos coletar nome e e-mail quando você preenche formulários. Ao continuar navegando, você concorda com nossa
Política de Privacidade.