Site Página 4805

‘Sombra e Ossos’: Série de fantasia da Netflix ganha imagens e pôsteres individuais; Confira!

A Netflix divulgou os primeiros cartazes individuais e as imagens oficiais de sua nova e ambiciosa série de fantasia, ‘Sombra e Ossos’.

O ciclo de estreia será composto por oito episódios de uma hora cada e será lançado no dia 23 de abril de 2021.

Confira, junto ao teaser:

‘Sombra e Ossos’ é uma série baseada na saga de fantasia homônima assinada por Leigh Bardugo. A história gira em torno de Alina Starkov, uma órfã que se transforma em uma soldado para tentar sobreviver no perigoso e obscuro mundo de Shadow Fold.

Eric Heisserer (‘A Chegada’) entra como showrunner e adaptou os dois primeiros volumes da franquia. Shawn Levy (‘Stranger Things’) é o produtor-executivo.

Jessie Mei LiArchie RenauxFreddy CarterAmita SumanKit YoungBen Barnes estrelam a produção.

‘Esquadrão Suicida’: Editor CONFIRMA que executivos da Warner mudaram o filme original de David Ayer

Pouco depois do lançamento de ‘Esquadrão Suicida’, que tornou-se um fracasso de crítica e desapontou nas bilheterias mundiais, os fãs ao redor do mundo começaram a se questionar como o filme seria sem muita interferência por parte da Warner Bros..

O longa, dirigido por David Ayer, foi duramente criticado pela falta de ritmo e de identidade, apesar do estilo explosivo da condução. Agora, em entrevista ao CinemaBlend, o editor Kevin Hickman se abriu sobre o projeto e revelou de que forma os executivos do estúdio mudaram totalmente a visão que Ayer tinha para a obra.

“O filme que rodamos para ‘Esquadrão Suicida’ estava um milhão de vezes melhor – e era um grande filme de elenco que tinha inúmeros outros personagens que seriam introduzidos e através dos quais explicaríamos a camaradagem criada entre todos eles. Então, ‘Esquadrão Suicida’ era um desafio, porque tínhamos tantos personagens que, em dado momento, mostramos para o estúdio e eles queriam levar as coisas numa direção diferente. [A Warner Bros.] queria que a origem dos personagens acontecesse no início e inserir um nível de comédia no longa”.

Anteriormente, Ayer conversou com a EW e voltou a falar sobre o seu desejo pelo lançamento do seu corte original, alegando que sua visão original era muito diferente do que o resultado final que vimos nos cinemas.

“Acredito que os estúdios agora percebem que podem existir versões oficiais e alternativas, e os fãs querem assisti-las. Eles amam os personagens e querem passar mais tempo com eles. As pessoas estão bem mais interessadas em como os filmes são feitos e querem fazer parte dessa jornada. Há espaço para coisas diferentes, versões diferentes, para serem compartilhadas com o público. Acredito que isso ajuda a reforçar nossa conexão com a comunidade. Mas devo dar o crédito para a Warner Bros. por apoiar o Zack [Snyder] e ter a coragem para explorar isso.”

Ele completa, “Eu entendo que faz parte dos negócios, mas é frustrante porque eu realmente fiz um drama profundo e a minha versão foi destruída, pois eles tentaram transformar o filme em um ‘Deadpool’ – o que não era para ser. Então, eu acabo sendo culpado, pois o meu nome está lá. Apesar de não representar o que eu realmente fiz, eu tenho que enfrentar a munição dos críticos e ser um bom soldado. Eu fiz um filme incrível, que acabou assustando os executivos.”

Infelizmente, a presidente e CEO da WarnerMedia, Ann Sarnoff, revelou que eles não pretendem lançar o Ayer Cut.

“Não iremos lançar a versão de David Ayer de Esquadrão Suicida”, afirmou.

Ayer reclamou da decisão e adiantou aos fãs que o tom do filme é tão dark quanto o do aclamado e premiado ‘Coringa‘.

“Isso foi regravado, porque o tom é ‘muito obscuro’ – meu primeiro ato foi um filme normalmente construído. Peguei inspiração de [Christopher] Nolan. Havia cenas reais com atuação incrível entre Jared [Leto]Margot [Robbie]. O Coringa era assustador e a Arlequina era complexa”, ele escreveu. 

‘Eternos’: Angelina Jolie diz que pessoas irritadas com as cenas LGBTQIA+ do filme são ignorantes

O lançamento de ‘Eternos’ vem causando polêmica em países mais conservadores, como a Arábia Saudita, o Kuwait e o Qatar, em virtude das cenas explicitamente LGBTQIA+ na produção.

Pela presença de personagens queer, os locais em questão baniram o filme das salas de cinema – mas isso não impediu que a icônica Angelina Jolie, que dá vida a Thena, respondesse à decisão dos países, dizendo que as pessoas que se irritam com a narrativa são “ignorantes”.

“Fico triste [pelos espectadores]. E estou orgulhosa da Marvel por se recusar a cortar as cenas”, ela comentou em entrevista ao news.com.au“Eu ainda não entendo como vivemos em um mundo hoje em que as pessoas não veem a família Phastos como algo belo e como um relaionamento cheio de amor. Qualquer um que fique irritado, ameaçado, bravo, não aprove ou não aprecia, é ignorante”.

Apesar das críticas mistas, ‘Eternos‘ arrecadou US$ 19.8 milhões no seu primeiro dia no mercado internacional, sem contar os EUA.

Os destaques foram Coreia do Sul (US$ 6.1 milhões), México (US$ 1.3 milhões) e o Brasil (US$ 1 milhão).

Já Nos EUA, o filme conseguiu arrecadar sólidos US$ 9.5 milhões. Para termos de comparação, o resultado é maior que o de ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘, que arrecadou US$ 8.8 milhões em sua pré-estreia no país.

Apesar disso, a produção não conseguiu superar a pré-estreia de ‘Venom 2‘, que arrecadou US$ 11.6 milhões na quinta-feira, antes de uma excelente estreia de US$ 90.1 milhões no primeiro final de semana.

Segundo as projeções, o novo longa da Marvel deve estrear com US$ 75 milhões nos EUA – abaixo dos US$ 100 milhões das análises iniciais antes das críticas serem publicadas.

Crítica | Eternos é o filme mais artístico, complexo e fora da caixinha da Marvel… pelo bem ou pelo mal!

Eternos‘ segue a jornada de seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia‘) até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.

O elenco conta também com Salma Hayek (Ajak), Kumail Nanjiani (Kingo), Lauren Ridloff (Makkari), Brian Tyree Henry (Phastos), Lia McHugh (Sprite), Gemma Chan (Sersi), Kit Harington (Cavaleiro Negro), Barry Kheogan (Druig) e Richard Madden (Ikaris).

Oscar 2022 | ‘No Ritmo do Coração’ ganha a estatueta de Melhor Filme

‘No Ritmo do Coração’ (‘CODA’), se tornou uma das produções mais elogiadas do ano passado e fez bonito no Oscar 2022.

Além de ter conquistado os prêmios de Melhor Roteiro Adaptado para Siân HederMelhor Ator Coadjuvante para Troy Kotsur, o longa também levou o prêmio de Melhor Filme, o mais esperado da noite.

Na trama, Ruby é a única pessoa que não é surda em sua família. Ao mesmo tempo em que enfrenta os dilemas da idade e a responsabilidade de ser a intérprete da família, Ruby descobre seu talento musical. Em meio a dificuldades nos negócios da família, se vê dividida entre seguir sua paixão pela música em outra cidade e o medo de deixar os pais.

O filme é escrito e dirigido por Siân Heder.

Emilia JonesMarlee Matlin e Troy Kotsur estrelam a produção.

Crítica | Demi Lovato volta às origens com o ambicioso álbum ‘Holy Fvck’

Posando deitada em uma cama no formato de uma cruz e fazendo referências às práticas BDSM, Demi Lovato anunciava o lançamento de seu oitavo álbum de estúdio, ‘Holy Fvck’. Diferente do escopo mais pautado no pop e no R&B dos títulos anteriores, a nova produção levaria Lovato de volta às suas raízes – um movimento interessante de recuperar o que já ficou no passado e de trazer à tona a nostalgia pop-rock de ‘Don’t Forget’ e ‘Here We Go Again’; entretanto, a cantora e compositora agora lida com uma fase de sua vida em que deixou de lado a figura imaculada da “estrela da Disney” e deu lugar a uma pessoa realizada por completo e que já teve experiências consideráveis para assinar suas faixas.

‘Holy Fvck’ parte de uma estética bastante interessante e que serve como renascimento de um dos maiores nomes do cenário contemporâneo – e que, a cada álbum, tem algo de novo para nos dizer. É quase emblemático que Demi tenha tratado a produção como um “funeral do pop”, renegando a imagem engessada que tinha nos anos anteriores em prol de uma ressurgência crítica e essencial para nos manter envolvidos em uma trajetória recheada de simbolismos e autorreferências que refletem a obrigatoriedade de um amadurecimento necessário. Não é surpresa, pois, que tenhamos uma produção infundida no propósito da dissonância, seja dos vocais enfurecidos, seja de instrumentos como guitarra, baixo e bateria. O resultado é aprazível em boa parte e reflete a versátil habilidade da performer em saber como se reinventar (seja para o bem ou para o mal).

Já fazia um tempo desde que Lovato não se mantinha fiel à persona eternizada pela mídia – ou seja, dentro de um espectro açucarado e relacionável. Desde ‘Tell Me You Love Me’, em 2017, a artista vinha apostando fichas em letras mais pessoais e mais impactantes, falando abertamente sobre os problemas que tinha enfrentado e o espaço que ocupava em um mundo ainda marcado pelo conservadorismo e pelo preconceito. O mesmo ocorreu com ‘Dancing with the Devil… The Art of Starting Over’, uma ode ao empoderamento e a como a dor que sentiu durante tanto tempo a ajudou a superar vários obstáculos. Mas nada poderia nos preparar para a celebração pop-punk e hard-rock do que podemos apenas entender como uma das entradas mais ambiciosas de sua discografia.

Enquanto “Skin of My Teeth”, lançado como lead single, preparava os ouvintes para esse novo capítulo da carreira de Demi, é a faixa de abertura, “Freak”, performada ao lado de YUNGBLUD, que dita o tom da obra. Movida pelo hard rock conhecido e pincelado nas investidas iniciais da cantora, é notável como Lovato se desvencilha das restrições que carregava alguns anos atrás e aposta em narrativas pessoais e que demonstram sua raiva contra a execrável normatividade e o modo como deve se portar dentro de uma sociedade bem tradicionalista. É costumeiro que enxerguemos essa atitude da artista como enraivecida, mas, na verdade, ela só está colocando para fora o que sempre quis dizer (“eu sou o que sou, e o que sou é um pedaço de carne”).

A temática de libertação e empoderamento se alastra para o restante das faixas, o que permite a criação de uma linha coesiva sólida e que nos mantém envolvidos do começo ao fim – e que, de maneira similar, vale-se exaustivamente de repetições um pouco cansativas, ofuscadas pelo poder da interpretação da vocalista. Em uma comparação estética, ‘Holy Fvck’ carrega deslizes quase iguais a ‘Love Sux’, de Avril Lavigne, em que a produção sistemática e explosiva aproveita de todo o potencial o tempo inteiro, se esquecendo das nuances que gostaríamos para compreender a jornada completa. Entretanto, isso não significa que o resultado é ruim – muito pelo contrário: temos, aqui, uma pessoa que sabe que caminho seguir com sua carreira e que se livrou das amarras do que os outros querem que ela seja.

“Skin of My Teeth” mergulha de cabeça em uma reflexão sobre si mesma, em que viver se transformou numa sobrevivência fugaz; “Substance” aproveita para criticar a falta de profundidade das pessoas, tratando da triste efemeridade das relações humanas (ainda que a pungência seja, por vezes, crua demais e livre de metáforas); “29”, facilmente uma das melhores faixas do álbum, choca pela produção comedida e pelos potentes vocais da artista, infundida em uma história de disparidade etária, daddy issues e a tênue linha entre o consentimento e a manipulação; “4 Ever 4 Me” e “Happy Ending” insurgem na contraposição do hard rock em semi-baladas guiadas pela melodia do violão e que, ainda que com alguns defeitos, servem como uma proposital quebra de ritmo para o público.

A obra é recheada de referências e homenagens que Lovato faz àqueles que a inspiraram ao longo da carreira: a adoção do pop-punk remete à imagem que Lavigne imortalizou desde seu début com ‘Let Go’, em 2002, enquanto a amálgama de subgêneros do rock e o tom confessional nos leva de volta ao último álbum da banda The Pretty Reckless, ‘Death by Rock and Roll’, ou ao contínuo impacto que Paramore teve no cenário fonográfico. Tudo sem drenar a identidade ou a performance de Demi e sem culminar numa bola de neve amorfa e sem vida.

‘Holy Fvck’ pode ter os seus problemas, mas isso não o faz um álbum menos brilhante. Esse novo capítulo da carreira de Demi Lovato é uma adição bem-vinda a uma carreira permeada por acontecimentos chocantes e que se consagra como uma imaculada reflexão sobre o que significa estar vivo. A ousadia ambicionada pela cantora é apaixonante e, no geral, encontra sucesso e merece ser revisitada em empreitadas futuras.

Nota por faixa:

1. Freak, feat. Yungblud – 4,5/5
2. Skin of My Teeth – 4/5
3. Substance – 4/5
4. Eat Me, feat. Royal & The Serpent – 5/5
5. Holy Fvck – 4,5/5
6. 29 – 5/5
7. Happy Ending – 3,5/5
8. Heaven – 4/5
9. City of Angels – 3,5/5
10. Bones – 4/5
11. Wasted – 4/5
12. Come Together – 4,5/5
13. Dead Friends – 4/5
14. Help Me, feat. Dead Sara – 4,5/5
15. Feed – 4/5
16. 4 Ever 4 Me – 3,5/5

‘Cloverfield 2’: Matt Reeves fala sobre sequência e compara a saga a ‘Clube da Luta’

Em entrevista ao Screen Rant, o realizador Matt Reeves falou sobre potenciais sequências da saga ‘Cloverfield’ e até mesmo comparou a franquia ao clássico ‘Clube da Luta’, de David Fincher.

Na ocasião, Reeves celebrou o aniversário de quinze anos do primeiro capítulo da trilogia e revelou que está muito animado para futuras histórias.

“Digo, é Cloverfield. A coisa toda é que ‘Cloverfield’ é como ‘Clube da Luta’. Você não fala sobre [o filme]. Só vou dizer que estou muito animado para as futuras iterações que podemos fazer, mas não posso dar nenhuma dica.”, ele comentou.

Vale lembrar que uma sequência direta do filme ‘Cloverfield – Monstro‘ está sendo desenvolvido pela Bad Robot.

Segundo o Deadline, a produção será comandara por Babak Anvari (‘Sob a Sombra’). Matt Reeves, de ‘Batman‘, foi o diretor do filme original e não está envolvido com a nova sequência.

O roteiro está sendo escrito pelo próprio JJ Abrams, que serviu como roteirista para ‘Super 8‘ e ‘Missão Impossível 3‘, e por Joe Barton – do terror ‘O Ritual‘, de 2007.

A continuação não seguirá o formato found footage do primeiro filme, mas mostrará os eventos que aconteceram após o ataque do monstro em Nova York.

A franquia rendeu duas sequências independentes, ‘Rua Cloverfield, 10‘ e ‘The Cloverfield Paradox‘, que narram histórias completamente diferentes e sequer são ambientadas no mesmo universo.

Apesar de cada filme ter sua própria história, ‘The Cloverfield Paradox‘ explicou que uma fenda no espaço-tempo fez vários tipos de monstros aparecerem em diferentes timelines e realidades, o que ajuda a entender como os filmes são conectados tematicamente.

‘RuPaul’s Drag Race: All Stars’: 8ª temporada estreia na Paramount+ Brasil!

A 8ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race: All Stars’spin-off do reality de competição vencedor do Emmy, finalmente chegou ao Brasil.

O novo ciclo estreou hoje, 28 de junho, na Paramount+.

Relembre o trailer:

As 12 novas competidoras são: Jessica Wild (2ª temporada), Monica Beverly Hills (5ª temporada), Darienne Lake (6ª temporada), Mrs. Kasha Davis (7ª temporada), Naysha Lopez (8ª temporada), Jaymes Mansfield (9ª temporada), Alexis Michelle (9ª temporada), Kahanna Montrese (11ª temporada), Heidi N Closet (12ª temporada), LaLa Ri (13ª temporada), Kandy Muse (13ª temporada) e Jimbo (Canada’s Drag Race – 1ª temporada).

Elenco de ‘Wonka’ revela o que guardou como RECORDAÇÃO do set de filmagens [COLETIVA]

‘Wonka’, pré-sequência do clássico ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate’, já estreou nos cinemas nacionais – e fez um sucesso considerável entre a crítica especializada ao conquistar 83% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Estrelado por Timothée Chalamet, a trama é ambientada quinze anos antes da história original e acompanha Willy Wonka antes se transformar no icônico chocolatier como o conhecemos. Na produção, Willy retorna de uma longa viagem pelos sete mares em busca dos ingredientes mais inesperados e únicos para produzir suas guloseimas magníficas – e, à medida que tenta se estabelecer no vibrante cenário dos chocolates, enfrenta a fúria de magnatas corruptos e gananciosos que não o querem ali e que têm como principal objetivo continuar controlando o monopólio dessa guloseima.

Recentemente, tivemos a oportunidade de participar de uma coletiva de imprensa com o elenco protagonista, incluindo Chalamet, que fez um trabalho impecável ao encarnar o protagonista titular. O astro indicado ao Oscar revelou que já queria colaborar com o diretor Paul King desde que assistiu à ovacionada mini-franquia ‘As Aventuras de Paddington’, pela qual o realizador ficou responsável.

“Eu havia ficado encantado pelo trabalho de Paul antes, com os filmes [da franquia] ‘Paddington’, ele contou. “Fiquei assustado com a ideia de interpretar Wonka, porque ele é um personagem muito amado. Porém, depois de ler cinco páginas do roteiro, eu vi o quão sagaz era a perspectiva de Paul sobre como Willy se tornou Wonka, sabe?”.

Chalamet também falou sobre as belíssimas mensagens passadas pelo filme e aproveitou para rasgar elogios para o elenco estelar que faz parte do projeto:

“Eu gosto da frase: ‘tudo de bom no mundo começou com um sonho’. Como Paul disse, na música ‘Pure Imagination’, ele diz que quer mudar o mundo. E toda a atitude otimista que o jovem Willy tem, em que ele não aceita não como resposta e se recusa a abandonar os próprios sonhos.

Nunca pensei que poderia fazer algo assim, com Paul e um elenco britânico icônico. Foi um desafio maravilhoso”.

Além do astro, o longa-metragem traz ninguém menos que a vencedora do Oscar Olivia Colman como a antagonista Sra. Scrubitt, dona da hospedagem em que Willy fica após voltar de viagem – e que o engana com inúmeras taxas incabíveis, forçando-o a trabalhar na lavanderia que fica no porão da estalagem.

Durante a coletiva, Colman revelou o que a atraiu para o projeto, dizendo que é sempre uma diversão interpretar uma vilã.

“É muito divertido interpretar uma vilã e eu sabia que iria me divertir no trabalho, com Paul, ainda mais porque amo ‘Paddington’. E sou uma grande fã de Timothée, sabia que seria uma coisa muito legal em se fazer. E foi. Eu me diverti todos os dias”, ela disse. “Paul é bastante colaborativo. Ele dizia: ‘faça alguma coisa, diga alguma coisa’. E eu fazia, mas pensava: ‘isso nunca vai entrar para o filme’. Mas, então, algumas coisas entravam. Não acho que sou terrivelmente boa em criar coisas do nada, mas, com Paul, tudo funcionava”.

Um dos outros destaques da produção é a jovem Calah Lane como Noodle, uma das servas da Sra. Scrubitt que logo vira aliada e uma das amigas mais próximas de Wonka. Em determinado momento, Noodle e Willy unem forças para derrubar o conclave das guloseimas que quer expulsá-los da cidade, mas acabam presos em um enorme tanque de chocolate onde são deixados para morrer.

Quando questionada como foi rodar a cena, Lane respondeu: “foi muito divertido. A primeira vez que rodamos, acho que não era chocolate, e sim loção ou algo assim. Mas na segunda vez, era, de fato, chocolate. Foi muito divertido. Na primeira vez, estávamos sentados no tanque e a água começou a subir; na segunda, estávamos bem agachados. E, sim, ainda gosto de chocolate [mesmo depois disso tudo]”.

Keegan Michael-Key, conhecido por uma sólida carreira com produções musicais, também foi escalado ao filme como o Chefe da Polícia, um ingênuo e influenciável oficial que se deixa levar pelos subornos dos magnatas do chocolate para garantir que Wonka seja expulso da cidade e não consiga mais vender seus doces para as pessoas.

Michael-Key forneceu alguns insights de como foi o processo de gravação de suas cenas – e o quanto de chocolate ele comeu nesse meio-tempo.

“Nós tivemos um chocolatier que criaram os chocolates do zero, foi incrível. Eu comi uma quantidade considerável de chocolate no set, quase tanto quanto o Chefe de Polícia, porque era take depois de take depois de take. Não comi nenhuma das embalagens, para deixar bem claro”, ele disse.

O ator acrescentou: “tivemos que rodar fora da sequência [cronológica], porque, caso contrário, eu realmente teria engordado muito. Rodamos fora da sequência e em quatro estágios diferentes do peso [do personagem]. Foi muito divertido”.

Um dos personagens mais memoráveis do universo criado por Dahl não poderia ficar de fora da pré-sequência. Dessa forma, coube a Hugh Grant encarnar a nova versão do Oompa-Loompa, que eventualmente se torna braço-direito de Willy quando ele abre a famosa fábrica de chocolate.

Entretanto, Grant não teve uma experiência similar à de seus colegas no projeto, dizendo que ficou muito incomodado com o processo de captura de movimentos que King utilizou para dar vida ao Oompa-Loompa.

“Foi péssimo. Horrível”, o astro desabafou. “Você utiliza um tipo de coroa de espinhos, é muito desconfortável. Eu reclamei bastante sobre isso, um processo incompreensível. Havia dezesseis tipos de câmera, eu não sabia onde estava. Dei o melhor de mim, mas dois meses depois, me perguntaram: ‘você pode vir gravar de novo?’. E aí, dois meses mais tarde, a mesma coisa – e foi assim durante dois anos”.

Ele continua: “era muito confuso. Não ligava para o fato de haver muitas câmeras, mas eu perguntava se deveria atuar com o meu corpo ou não. E nunca tive uma resposta satisfatória”.

De qualquer forma, Grant teve alguns momentos de diversão ao interpretar o personagem:

“É muito divertido brincar e tentar algumas falas aqui e ali, eu gosto bastante disso. Mas como disse antes, aquela questão da captura de movimento ainda me deixa muito confuso”.

É costume que, após um determinado projeto audiovisual chegar ao fim de suas gravações, o elenco leve uma “lembrancinha” para casa – e é claro que isso não seria diferente com os astros de ‘Wonka’. Ao serem perguntados sobre se haviam guardado alguma recordação do set, a maioria foi categórica ao dizer que sim.

“Eu levei”, Colman disse, tomando a frente. “O tecido que ficava atrás de mim na lavanderia. Eu perguntei o que acontecia depois do fim das gravações, e me disseram que iria de volta para o depósito. Então, fiz alguns cortes nele [e levei para casa]”.

“Eu peguei a fita de cabelo que fazia parte do meu figurino”, Lane revelou.

Chalamet, por sua vez, resolveu se apropriar de uma grande peça de figurino do longa: “eu peguei uma coisa também, mas não acho que alguém saiba. Peguei o casaco [de Willy]”.

Lembrando que o filme está em exibição nos cinemas nacionais.

Dafne Keen revela que quebrou “pelo menos CINCO sabres de luz” nas gravações de ‘Star Wars: O Acólito’

Star Wars: O Acólito’ chega ao catálogo da Disney+ em 04 de junho e, pouco a pouco, histórias de bastidores vêm à tona.

Em entrevista ao ComicBook.comDafne Keen, que dá vida a Jecki Lon na produção, revelou como foi sua experiência durante as filmagens – e contou que, acidentalmente, quebrou alguns sabres de luz durante as cenas de luta.

“Bem, em primeiro lugar, quebrei pelo menos cinco sabres de luz no meu primeiro dia, porque os acertei com muita força no protagonista”, explicou Keen. “Eu estava tipo: ‘vou ser demitida’. Além disso, quanto dinheiro acabei de custar à Disney? Na verdade, não há sentimento de vergonha mais forte do que quando um assistente de direção olha para você com decepção […]. Eles apenas olham para mim e dizem: ‘Dafne quebrou outro sabre’. E você fica tipo, ‘meu Deus, eu realmente quero morrer’. E eles disseram: ‘Tudo bem. Você pode trazer outro?’. E você fica tipo, ‘Oh Deus’. Então, muito disso. Além disso, muito vergonhosamente, eu sou baixa, então meu sabre ficava batendo no chão sempre que eu girava. Então eles tiveram que me dar um sabre mais curto, o que também não é muito legal quando eles falam: ‘aqui está um menor’. Eles ficam tipo, ‘ah, que fofo'”.

Lembrando que a série vai estrear com episódio duplo.

Criada por Leslye Headland“‘Star Wars: The Acolyte’ é um thriller de mistério que levará os espectadores a uma galáxia de segredos sombrios e poderes emergentes do lado sombrio nos dias finais da era da Alta República. Na trama, uma ex-Padawan se reúne com seu Mestre Jedi para investigar uma série de crimes, mas as forças que eles enfrentam são mais sinistras do que imaginavam”.

Anteriormente, o Sindicato dos Roteiristas anunciou os nomes que estarão por trás dos 8 episódios da aguardada série.

A distribuição dos episódios ficou assim:

Episódio 1: Leslye Headland (‘Boneca Russa’)
Episódio 2: Jason Micallef (‘Heathers’) e Charmaine DeGrate (‘A Casa do Dragão’)
Episódio 3: Jasmyne Flournoy (‘Falcão e o Soldado Invernal’) e Eileen Shim (‘A Casa do Dragão’)
Episódio 4: Claire Kiechel (‘Watchmen’) e Kor Adana (‘Mr. Robot’)
Episódio 5: Kor Adana e Cameron Squires (‘WandaVision’)
Episódio 6: Jason Micallef e Jocelyn Bioh (‘Boneca Russa’)
Episódio 7: Charmaine DeGrate, Jen Richards (‘Blindspotting’) e Jasmyne Flournoy
Episódio 8: Jason Micallef  

A produção traz personagens como os mestres Sol (Lee Jung-jae) e Indara (Carrie-Anne Moss), a padawan Jecki Lon (Dafne Keen) e o Wookie Jedi Kelnacca (Joonas Suotamo).

‘Gundam’: Filme em live-action NÃO será mais produzido pela Netflix

De acordo com o Deadline, o live-action de ‘Gundam‘ não será mais desenvolvido pela Netflix.

As informações apontam que a Legendary firmou parceria com a Bandai Namco Filmworks para o ambicioso projeto – mas a gigante do streaming não estará mais envolvida.

Além disso, Jim Mickle (‘Sweet Tooth’) foi contratado para escrever e dirigir o longa-metragem, substituindo Jordan Vogt-Roberts (‘Kong: A Ilha da Caveira’).

Mickel também entra como produtor ao lado de sua parceria Linda Moran e através de sua companhia, Nightshade.

A produção é baseada em ‘Mobile Suit Gundam‘, série animada japonesa lançada em 1979, criada por Yoshiyuki Tomino. Com o passar dos anos, a saga rendeu diversos filmes, séries, jogos e spin-offs.

Na trama original…

“Na guerra entre a Federação Terrestre e Zeon, uma jovem e inexperiente tripulação se encontra em uma nova nave espacial. Sua melhor esperança de sobreviver ao conflito é o Gundam, um robô humanoide gigante e seu talentoso piloto adolescente.”

A maioria dos Gundams são veículos humanoides grandes, bípedes, controlados de uma cabine por um piloto humano. A cabine está localizada no torso, enquanto a cabeça funciona como uma câmera para transmitir imagens de volta para o piloto. A maioria dos protagonistas da série são Newtypes, humanos geneticamente avançados adaptados para o espaço. Newtypes têm habilidades psíquicas que os permitem sentir uns aos outros através do espaço e usar roupas móveis especiais.

Artigo | A representatividade feminina em Hollywood: rom-coms, filmes de ação e as “eye candy”

O artigo em questão é continuação das matérias sobre o Código Hays e o Teste de Bechdel.

Em uma indústria onde 9% dos diretores são mulheres e 15% são roteiristas, a conclusão de que apenas cerca de 30.8% dos personagens que têm falas em filmes são mulheres é quase imediata. Dentre essa pequena porcentagem de personagens femininas, 28.8% delas será mostrada em roupas sensuais e 26.2%, parcialmente nuas. Essa é a mesma indústria que indicou somente nove mulheres à categoria de Melhor Direção na cerimônia do Oscar (três das quais venceram – Kathryn Bigelow, Chloé Zhao e Jane Campion) e que só premiou oito mulheres pelo Melhor Roteiro Original e oito por Melhor Roteiro Adaptado. Como fator determinante, constata-se que 77% das pessoas que votaram o Oscar por quase cem anos foram homens. Considerando que nos filmes americanos somente 30% é protagonizado ou co-protagonizado por mulheres, chega a ser previsível a existência de listas de longas-metragens intituladas “filmes com mulheres fortes” nas plataformas de streaming (ainda que a seleção seja altamente questionável).

O primeiro filme a entrar na sabatina é ‘Esposa de Mentirinha’ (2011), dirigido por Dennis Dugan, protagonizado por Adam Sandler e co-protagonizado por Jennifer Aniston. Danny (Sandler), um cirurgião plástico, finge que é casado para conseguir ficar com as mulheres, até que conhece Palmer (Brooklyn Decker), por quem realmente se interessa e para quem já havia mentido. Ele então convence sua assistente Katherine (Aniston) a fingir que é sua esposa desequilibrada e que eles estão se divorciando.

Uma das primeiras sequências do filme é Danny conquistando várias garotas em bares usando sua aliança. Ao todo, são três, sendo duas vestidas com decotes mais do que sugestivos e a terceira na cama. O que ele chama de “o poder do anel” é baseado no fato em que as mulheres desejam ficar com ele por ter um casamento ruim. A objetificação ainda passa para outra geração: na festa em que conhece Palmer, um menino de no máximo quinze anos cai da escada ao ficar admirando-a, fato reforçado por Danny minutos depois (numa conversa que se deu logo após uma câmera lenta que mostrou o corpo de Palmer): “sua sensualidade praticamente o empurrou escada abaixo”. Logo depois, Danny assume que ela é uma atriz devido à sua beleza (qualquer semelhança com a realidade não é meramente coincidência). Palmer é, aparentemente, a primeira das garotas com quem Danny sai a ver problema no fato de ele ser casado.

Enquanto isso, Katherine é retratada como voz da consciência de Danny, dando o discurso de “eu te disse” e o chamando de cafajeste quando ele lhe conta o caso. Katherine até então é mostrada com cabelos presos, óculos e uma expressão cansada, sendo assim “a mulher trabalhadora” que cuida dele. Quando os filhos e a babá de Katherine chegam ao consultório, Danny alfineta Katherine dizendo “você administra bem sua casa”, lembrando que ela trabalha com ele.

“Eu quero criar a ilusão de que eu tive uma primeira esposa gostosa, não isso [fazendo menção ao corpo e às roupas dela]”, Danny fala quando quer convencer Katherine a fingir ser sua esposa. A sequência seguinte é de Aniston tendo um “dia de princesa” bancado por Sandler que termina com o cabelereiro insultando seu cabelo, falando de negligência. A câmera lenta vista antes com Palmer é repetida a seguir com uma Katherine “gostosona”, com todos os homens olhando para ela boquiabertos. Talvez a parte que menos torne as mulheres em objeto durante as quase duas horas de filme seja quando Aniston bate com um remo na cabeça de um dos personagens quando esse encara as nádegas de Palmer.

A mensagem geral sobre mulheres implícitas é: é preciso ser magra, loira de olhos claros, alta e de figura escultural (ou seja, ser Aniston e Decker). Além disso, o cabelo precisa ser impecável, assim como as roupas e todo o restante da aparência. E, é claro, o diretor faz questão de mostrar tudo isso repetidas vezes como quando as co-protagonistas ficam de biquíni e a câmera ressalta seus corpos.

O segundo filme a ser analisado dentro desse espectro é ‘Transformers’ (2007), dirigido por Michael Bay. O filme gira em torno do personagem de Shia LaBeouf, Sam, cujo primeiro carro é um transformer ocultado. O filme a partir daí se desenrola em cenas de humanos e robôs lutando em uma guerra para impedir que o mundo seja destruído pela maquinaria vilã, cujas construções contam com inúmeros efeitos especiais de explosões – marca registrada nas obras do diretor. Dentro dessa guerra, temos Megan Fox, considerada uma das mulheres mais bonitas de Hollywood.

Fox é uma das mulheres mais sexualizadas da indústria cinematográfica. Aos 29 anos, exibe um corpo esguio, olhos azuis e pele perfeita. Até mesmo o filme que a tem como protagonista, ‘Garota Infernal’ (2009), a coloca numa posição sedutora, mas com uma diferença: sua personagem, Jennifer, retoma as características de Lily (Barbara Stanwyck), personagem da obra ‘Serpente de Luxo’ (1933), de forma que usa de sua beleza para controlar os homens (no entanto, diferentemente de Barbara, ela literalmente se alimenta deles). E não são só os homens que Fox controla com seu sex appeal. Sua melhor amiga, interpretada por Amanda Seyfried (que é co-protagonista), também é seduzida. Ao contrário de ‘Transformers’, toda exposição do corpo de  Fox é “justificada” (e não estabelecida como mera fonte de prazer masculino) – além do fato de que esse filme é dirigido e escrito por mulheres. Classificado para maiores de 18 anos (rated-R), ‘Garota Infernal’ quebra vários estereótipos estabelecidos para mulheres, principalmente por trás das câmeras com relação a produção de gênero. Ainda que as críticas tenham sido pesadas sobre o filme, ele levanta questões importantes como violência contra a mulher.

Durante as primeiras sequências na qual Fox fala em ‘Transformers’, ela exibe uma expressão altamente sexual – e, é importante ressaltar, sem força dramática alguma – enquanto conversa com LaBeouf sobre como ela tem um fraco por caras fortes, com braços grandes e carrões. Profundo, não? Enquanto ela resolve consertar o carro de Shia, seu corpo é percorrido pela câmera e suas posições são sensualizadas. Soma-se isso ao fato de ela estar falando sobre carros e temos o perfeito fetiche masculino. Uma das falas de Fox ainda é “eu não falo muito sobre isso [carros]. Os caras não gostam quando você sabe mais sobre carros do que eles”.

O grande problema com essa representação de Fox nesse filme é que ‘Transformers’ é mais do que uma peça cinematográfica, é toda uma franquia. Essa franquia envolve produtos licenciados, brinquedos e decorações de festas de aniversário para meninos de seis a doze anos. Meninos que assistem ao filme para ver robôs gigantes e internalizam uma imagem irreal de mulher. Eles irão absorver uma só história, na qual, apesar de haver momentos de revanche e importância no filme, Fox é a menina gostosa tratada como troféu.

Isso é o que a icônica atriz e filantropa Geena Davis aponta em várias palestras: as mulheres ainda servem como “eye candy” nos filmes. Essa é uma expressão popular que significa: “algo de agrado puramente estético; que é agradável aos sentidos”. Nesse caso, é agradável aos sentidos de quem? Do patriarcado que controla a indústria cinematográfica. Assim como ocorria antes da era conhecida como Código Hays e até mesmo durante a instauração do Código. A diferença é que a difusão de imagens no século XXI é muito mais intensa do que do século XX de uma forma geral.

As garotas crescem assistindo a mulheres sendo tratadas como objetos e acabam internalizando a auto-objetificação e contribuindo para a indústria sanguessuga que se alimenta da baixa autoestima de mulheres cada vez mais jovens. Estima-se que 78% das garotas americanas na faixa dos 17 anos tenham problemas com seu corpo e 65% da população feminina tem distúrbios alimentares. Um ponto importante que Davis coloca em suas falas é que a quantidade de mulheres vistas em roupas sexualmente sugestivas é praticamente a mesma em todas as faixas classificatórias dos filmes. Ela lança como exemplo personagens como Tinker Bell e Jasmine.

Nem mesmo quando as mulheres são as heroínas deixam de ser sexualidades. Viúva Negra (Scarlett Johansson) em ‘Vingadores’ (2012), Lara Croft (Angelina Jolie) na mini-franquia ‘Tomb Raider’ (2001) e Alice (Milla Jovovich) em ‘Resident Evil’ (2002) são todas consideradas badass women, e ainda assim, são marcadas por mostrarem seus corpos que atendem aos padrões vigentes na sociedade. Os meninos aprendem que todas as mulheres têm esse corpo irreal e as meninas que elas têm que atingir esse corpo. E não importa o quão incríveis as personagens sejam, elas sempre serão julgadas por sua aparência.

Chris Hemsworth revela se ‘Vingadores: Doomsday’ prepara terreno para possível ‘Thor 5’

Chris Hemsworth foi o primeiro ator confirmado no elenco de ‘Vingadores: Doomsday’ após Robert Downey Jr. – e acredita-se que o filme possa servir de porta de entrada para um novo capítulo da franquia centrada em Thor.

Já foi relatado anteriormente que a Marvel Studios está planejando um quinto filme do Deus do Trovão, mas Hemsworth escolheu suas palavras com cuidado quando questionado sobre isso pela BBC.

“Não sei. Vamos ver para onde [‘Vingadores: Doomsday’] caminha”, disse o ator. “Estamos meio que desvendando tudo isso enquanto conversamos e descobrindo para onde cada um desses personagens irá.”

Falando sobre como tem sido trabalhar no elenco que está por vir, Hemsworth acrescentou: “quando nos separamos no último filme, não sabíamos se faríamos isso de novo. E aqui estamos. Alguns da equipe antiga, como eu, e muitos dos novos estão chegando.”

E você? Está animado para o retorno do Deus do Trovão ao MCU?

‘Vingadores: Doomsday’ chega aos cinemas no dia 18 de dezembro de 2026, enquanto a sequÊncia ‘Vingadores: Guerras Secretas’ tem estreia marcada para o dia 17 de dezembro de 2027.

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

Qual você vai assistir? ‘Super Mario Bros’ e ‘Pânico 6’ estreiam no MESMO dia no Brasil

A animação ‘Super Mario Bros‘, produzida em parceria entre a Nintendo e a Illumination, teve sua data de estreia antecipada nos cinemas nacionais e vai bater de frente com outro grande lançamento: ‘Pânico 6‘.

A Universal Pictures anunciou hoje que o filme do Super Mario será lançado nos cinemas nacionais no dia 30 de Março de 2023 – uma semana antes de sua estreia oficial nos EUA (6 de Abril).

Trata-se do mesmo dia que a Paramount Pictures havia agendado a estreia do novo terror focado no Ghostface, que chega no Brasil um dia antes da estreia norte-americana (31 de Março).

Qual dos dois filmes você vai assistir?

Ontem, foi divulgado o primeiro cartaz de ‘Super Mario Bros‘ mostrando o icônico encanador dublado por Chris Pratt chegando ao Mushroom Kingdom, local onde acontecem suas aventuras. Confira:

Chris Pratt, astro que dá voz ao Mario no próximo filme animado do icônico personagem da Nintendo, comemorou através das suas redes sociais e compartilhou sua reação após a divulgação do pôster oficial da animação.

No Twitter, Pratt se mostrou visivelmente empolgado com o primeiro pôster de Mario e compartilhou isso com seus seguidores. “Este é MUITO especial. Mal posso esperar!!! Prepare-se para se surpreender! Quinta-feira, 6 de outubro. Trailer oficial. Ao vivo no Nintendo Direct”, compartilhou o ator no Twitter:

Chris Pratt dará voz ao Mario, e a animação terá ainda Anya Taylor-Joy como a Princesa Peach, Charlie Day como Luigi, Seth Rogen como Donkey Kong, Jack Black como Bowser e Keegan-Michael Key como Toad. Fred Armisen, Kevin Michael Richardson, Sebastian Maniscalco e Charles Martinet, voz original de Mario, Luigi, Wario e Waluigi, completam o elenco.

Já ‘Pânico 6‘ vai levar o Ghostface e seu rastro de terror para Nova York, seguindo os passados de outros icônicos vilões. Para quem não se lembra Jason Voorhees também já deixou Crystal Lake para visitar a famosa cidade em ‘Sexta-Feira 13 – Parte 8: Jason Ataca em Nova York‘ (1989).

James Cameron revela se acha que o 3D acabou…

Nos últimos anos, o primeiro ‘Avatar‘ (2009), de James Cameron, tem sido um ponto de discussão acalorado em termos de relevância cultural. Após o seu lançamento, o filme se tornou o produto de maior bilheteria de todos os tempos (ajustado pela inflação), elogiado por seus efeitos visuais e construção de mundo.

Avatar‘ proporcionou avanços na tecnologia cinematográfica que se tornaram regras no cenário dos blockbusters. Um desses pontos focais é o uso da tecnologia 3D no filme, que ainda era uma novidade para o público contemporâneo na época. ‘Avatar‘ usou a tecnologia para trazer um nível totalmente novo de imersão aos espectadores enquanto eles experimentavam o mundo de Pandora.

Claro, James Cameron está longe de encerrar sua carreira com ‘Avatar‘, após várias sequências confirmadas. A primeira, ‘Avatar: O Caminho da Água‘, arrecadou US$ 2,3 bilhões mundialmente e se tornou a 3ª maior bilheteria da história.

Se você perguntar a James Cameron sobre o impacto duradouro da franquia, é a maneira como ‘Avatar‘ usa o formato 3D que ele acredita ser a contribuição mais significativa do filme para como os blockbusters são lançados hoje.

“Eu diria que o 3D foi geralmente adotado por um período de tempo. ‘Avatar’ ganhou a melhor fotografia com uma câmera digital 3D. Nenhuma câmera digital havia ganhado o Oscar de melhor fotografia antes. Então, dois dos três anos seguintes, as mesmas câmeras foram usadas pelos diretores de fotografia que ganharam o Oscar. Então você conseguiu 3 dos 4 anos em que a Academia abraçou a cinematografia digital. E todos os 3 desses filmes foram em 3D”, diz Cameron, que acreditava no formato 3D.

Que continuou: “Parece que para a maioria das pessoas o 3D ‘acabou’. Mas realmente não acabou. Na realidade, ele acabou de ser aceito. É apenas agora uma parte de suas escolhas quando você vai ao cinema para ver um grande sucesso de bilheteria… Eu comparo isso com cores. Quando os filmes coloridos surgiram, era um grande coisa. As pessoas iam ver filmes porque eram em cores. Acho que na época de ‘Avatar’, as pessoas costumavam ir ver filmes porque eram em 3D… Acho que isso teve um impacto em como os filmes eram apresentado que agora é meio aceito e parte do zeitgeist e como é feito”.

Em 2018, o diretor James Cameron revelou que estava trabalhando em uma NOVA tecnologia em que a projeção 3D não precisaria de óculos.

Em EXCLUSIVA entrevista ao CinePOP, o produtor Jon Landau foi questionado pelo jornalista Renato Marafon se eles ainda estão trabalhando nessa tecnologia… e a resposta é não!

“Não estamos trabalhando nisso. As pessoas pensam nos óculos como algo negativo, mas, quando você vai à praia, os óculos fazem parte da experiência. Quando eu coloco esses óculos nos cinemas, isso transforma minha experiência. E eu terei uma experiência melhor por causa disso.”, afirmou Landau.

Assista a entrevista e siga o CinePOP no YouTube:

Você acredita no futuro do 3D nos cinemas?

BIZARRO! Série da HBO expõe programa de reabilitação que se transformou em perigosa SEITA

Chegou recentemente ao catálogo da Max, a série documental ‘The Synanon Fix‘, que expõe como um programa de reabilitação química iniciado na Califórnia da década de 1950 se tornou uma perigosa seita que faturava rios de dinheiro com a desgraça alheia.

Dirigido por Rory Kennedy e Mark Bailey, o documentário de quatro partes reconta como um pequeno grupo de apoio para ex-viciados em drogas se tornou uma gigantesca comunidade liderada por Charles ‘Chuck’ Dederich.

Charles Dederich (imagem: HBO)

Muitos dos relatos descrevem Synanon como um lugar inovador e inclusivo que ajudou centenas pessoas a ficarem limpas… Mas, no fim das contas, as coisas mudaram quando certos comportamentos foram obrigatórios e a violência foi introduzida para impedir a saída dos membros.

Como explicam vários ex-viciados em drogas e membros do Synanon, a comunidade prosperou porque muitos dos membros pensavam que nunca iriam superar seu vício… Até serem convidados por Dederich, um ex-viciado em álcool, a criarem um espaço residencial para reabilitação de alcoólatras e viciados em drogas, sem nenhum custo para eles.

O programa residencial foi amplamente considerado o primeiro sucesso desse tipo, no qual seus membros obedeciam fielmente as únicas dua regras: nada de violência e nada de drogas.

Um elemento central da casa de reabilitação foi o “jogo Synanon”, uma terapia de confronto cujos participantes poderiam gritar e xingar uns aos outros para liberarem todos os seus sentimentos e emoções ruins, levando à mudança de comportamento e atribuindo mais responsabilidade para com seus colegas.

Lena Lindsey, que foi um membro da seita por muito tempo, disse que:

“O jogo Synanon nos ensinou a olhar para nossa própria verdade sem julgamentos. Eu não estaria sentada aqui se não houvesse um jogo Synanon para me libertar.”

À medida que a Synanon começou a receber mais pessoas, a organização foi levada para um espaço maior em Santa Monica, com cerca de 60 pessoas morando lá. Mas, para isso, a organização passou a pagar US$ 500 de aluguel por mês e Dederich sabia que precisavam ganhar dinheiro de alguma forma.

A Synanon foi registrada como uma organização sem fins lucrativos, com todos os benefícios fiscais decorrentes, então os membros começaram a pedir esmolas enquanto contavam suas histórias para o público.

Não demorou muito até que os membros começaram a ser presenteados com árvores de Natal, alimentos, materiais de higiene, e até mesmo gado e um carro Cadillac.

Logo depois, a Synanon abriu postos de gasolina e prédios de apartamentos.

No entanto, além da prosperidade maquiada, Dederich escondia do público a rotina sombria que os membros viviam, dizendo a eles que morreriam ou voltariam ao vício se deixassem a Synanon… Tudo isso para manter sua vida de riqueza, influência e bajulação.

Com o passar do tempo, os internos começaram a ter filhos e criá-los sob os código de conduta da comunidade, expandido a influência de Dederich, que era visto pelo público como um bemfeitor humanitário, o que atraía cada vez mais doações.

O problema é que Dederich começou a implementar cada vez mais regras para conter qualquer ideia de rebelião, sempre impondo ameaças e a crença de que os membros voltariam para a sarjeta se tentassem desobedecê-lo.

Entre as regras, estavam inclusas extensas rotinas de xercícios, pesagens das crianças, cortes de cabelos obrigatórios. Com o tempo, as terapias tornaram-se cada vez mais extremas, evoluindo para comportamentos paranoicos e ordens semelhantes a cultos, culminando em acusações de abuso infantil, agressão e até tentativa de homicídio.

Confira o trailer da produção:

 

História que inspirou ‘A Órfã’ vira SÉRIE com atriz de ‘Grey’s Anatomy’; Assista ao trailer!

‘Good American Family’, série estrelada e produzida por Ellen Pompeo (‘Grey’s Anatomy’), recentemente teve seu primeiro trailer divulgado.

A série é baseada em uma história real que inspirou o filme ‘A Órfã‘.

Antes chamada Orphan, a série é inspirada na história real de Natalia Grace e do casal do Meio-Oeste que a adotou, acreditando ser uma menina com nanismo, mas, com o tempo, passou a duvidar de sua identidade.

“Contada de múltiplos pontos de vista, a série explora questões de perspectiva, viés e trauma. O drama é inspirado em uma história perturbadora de um casal do Meio-Oeste que adota uma garota com uma rara forma de nanismo. Porém, à medida que começam a criá-la ao lado de seus três filhos biológicos, um mistério sobre sua idade e origem surge, levando-os a suspeitar que ela talvez não seja quem diz ser. Enquanto defendem sua família da filha que acreditam ser uma ameaça, ela enfrenta sua própria batalha para confrontar seu passado e o futuro, em um embate que acaba ganhando destaque nas tabloides e no tribunal”, diz a sinopse oficial.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

De acordo com o Deadline, a produção contará com oito episódios.

O elenco conta com Mark Duplass e Imogen Reid, enquanto Dulé Hill, Christina Hendricks, Sarayu Blue e Jenny O’Hara fazem participações recorrentes.

Justiceiro enfrenta o aracnídeo no primeiro clipe de ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’; Assista!

‘Homem-Aranha: Um Novo Dia‘ ganhou seu primeiro clipe, que traz o Amigão da Vizinhança enfrentando o Justiceiro (Jon Bernthal).

Assista:

Homem-Aranha: Um Novo Dia‘ é a continuação direta de ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘. No filme lançado em 2021, o Peter Parker de Tom Holland se uniu às duas outras versões do Homem-Aranha, interpretadas por Tobey Maguire e Andrew Garfield, para salvar o multiverso.

Contudo, após inúmeras tentativas, a única forma de o jovem herói aracnídeo atingir esse objetivo foi por meio de um feitiço lançado pelo Doutor Estranho, que fez com que todos esquecessem a existência de Peter Parker. 

É UM NOVO DIA para Peter Parker. Combatendo o crime em tempo integral como Homem-Aranha em um mundo que não se lembra mais dele — e lidando com a pressão de ver seus antigos amigos seguirem em frente sem sua presença — Peter passa por uma mudança que talvez nem ele tenha o poder de controlar. Mas essa transformação também pode ser a única coisa capaz de deter uma surpreendente nova ameaça à cidade e às pessoas que ele ama: um poderoso vilão que ninguém sequer consegue enxergar.

O mundo pode ter se esquecido de Peter Parker, mas ele não se esqueceu do mundo.

As projeções de bilheterias apontam que o próximo capítulo da saga estrelada por Tom Holland pode registrar uma das maiores estreias da década.

As estimativas iniciais eram mais modestas, apontando para algo entre US$ 180 milhões e US$ 190 milhões. No entanto, o forte ritmo das pré-vendas fez os analistas revisarem os números para a casa dos US$ 230 milhões a US$ 250 milhões, e muitos especialistas já acreditam que até mesmo esse patamar pode ser superado.

Caso o longa-metragem realmente se aproxime da impressionante marca de US$ 250 milhões, ele se posicionará logo atrás do fenômeno ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’, que abriu com US$ 260,1 milhões na bilheteria doméstica em dezembro de 2021.

A confirmação dessas previsões representará uma vitória crucial para a Sony Pictures, para a Marvel Studios e para o gênero de super-heróis como um todo. O Universo Cinematográfico da Marvel (MCU) busca um sucesso estrondoso desse calibre desde ‘Deadpool & Wolverine’.

O filme foi escrito pela dupla Chris McKenna e Erik Sommers, que também assinaram o roteiro de “De Volta ao Lar”, “Longe de Casa” e “Sem Volta para Casa”.

Além de Tom Holland retornando como Peter Parker/Homem-Aranha e Bernthal, o elenco ainda conta com Zendaya (MJ), Jacob Batalon (Ned Leeds), Mark Ruffalo (Bruce Banner/Hulk), Michael Mando (Mac Gargan/Escorpião), Sadie Sink, Liza Colón-Zayas e Tramell Tillman.

‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’ será lançado nos cinemas nacionais no dia 29 de julho. 

‘Homem-Aranha 5’: Tom Holland quer revolucionar a franquia após experiência em ‘A Odisseia’

Destin Daniel Cretton (Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis) dirige, entrando no lugar de Jon Watts, que comandou os três filmes anteriores.

Saiba Mais » Homem-Aranha: Um Novo Dia

 

Olivier Awards 2026 | Rachel Zegler, ‘Paddington: The Musical’ e mais na lista de VENCEDORES da premiação

Foram revelados os vencedores da 50ª edição do Olivier Awards, considerado o BAFTA do teatro.

Rachel ZeglerPaapa EssieduRosamund Pike foram alguns dos vitoriosos da prestigiada cerimônia, que aconteceu neste último dia 11 de abril no Royal Albert Hall, em Londres.

Zegler levou para casa a estatueta de Melhor Atriz em Musical por sua performance no revival da conhecida peça ‘Evita’. Pike, por sua vez, foi condecorada com o prêmio de Melhor Atriz em Peça por sua performance no drama jurídico ‘Inter Alia’, assinada por Suzie Miller.

Essiedu, que ganhou destaque no cenário audiovisual após ser confirmado como Severo Snape na adaptação seriada de ‘Harry Potter’, levou para casa o prêmio de Melhor Ator Coadjuvante em Peça por seu aclamado trabalho no revival de ‘All My Sons’, de Arthur Miller. A produção, inclusive, saiu vitoriosa na categoria de Melhor Revival.

O prêmio de Melhor Direção foi dado a Luke Sheppard por ‘Paddington: O Musical’. A popular adaptação teatral também garantiu a Tom Edden as estatuetas de Melhor Ator Coadjuvante em MusicalMelhor Figurino para Gabriella SladeTahra Zafar, e a categoria final da cerimônia, a de Melhor Musical de Estreia.

O evento trouxe Nick Mohammed (‘Ted Lasso’) como anfitrião.

Confira a lista completa abaixo:

MELHOR MUSICAL DE ESTREIA
Here We Are
Paddington: O Musical (VENCEDOR)
Shucked
The Unlikely Pilgrimage of Harold Fry

MELHOR REVIVAL DE MUSICAL
Psicopata Americano
Evita
Caminhos da Floresta (VENCEDOR)
Os Produtores

MELHOR PEÇA DE ESTREIA
1536
Inter Alia
Kenrex
Punch (VENCEDORA)

MELHOR REVIVAL DE PEÇA
All My Sons (VENCEDOR)
Arcadia
Muito Barulho por Nada
A Gaivota

PRÊMIO NOËL COWARD DE MELHOR ESTREIA OU PEÇA DE COMÉDIA
The Comedy About Spies
Every Brilliant Thing
Oh, Mary! (VENCEDORA)
Paranormal Activity

MELHOR ATRIZ EM PEÇA
Cate Blanchett, A Gaivota
Marianne Jean-Baptiste, All My Sons
Julia McDermott, Weather Girl
Rosamund Pike, Inter Alia (VENCEDORA)
Rosie Sheehy, Guess How Much I Love You?

MELHOR ATOR EM PEÇA
Bryan Cranston, All My Sons
Sean Hayes, Good Night, Oscar
Tom Hiddleston, Muito Barulho por Nada
Jack Holden, Kenrex (VENCEDOR)
David Shields, Punch

MELHOR ATRIZ EM MUSICAL
Katie Brayben, Caminhos da Floresta
Danielle Fiamanya & Georgina Onuorah, Brigadoon
Jane Krakowski, Here We Are
Jenna Russell, The Unlikely Pilgrimage Of Harold Fry
Rachel Zegler, Evita (VENCEDORA)

MELHOR ATOR EM MUSICAL
Marc Antolin, Os Produtores
James Hameed & Arti Shah, Paddington: The Musical (VENCEDORES)
Andy Nyman, Os Produtores
Jamie Parker, Caminhos da Floresta
Diego Andres Rodriguez, Evita

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM PEÇA
Isis Hainsworth, Arcadia
Julie Hesmondhalgh, Punch (VENCEDORA)
Lucy Karczewski, Stereophonic
Hayley Squires, All My Sons
Sophie Thompson, When We Are Married

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM PEÇA
Hammed Animashaun, Dealer’s Choice
Paapa Essiedu, All My Sons (VENCEDOR)
Zachary Hart, A Gaivota
Zachary Hart, Stereophonic
Giles Terera, Oh, Mary!

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM MUSICAL
Tracie Bennett, Here We Are
Amy Booth-Steel, Paddington: The Musical
Kate Fleetwood, Caminhos da Floresta
Victoria Hamilton-Barritt, Paddington: The Musical (VENCEDORA)
Georgina Onuorah, Shucked

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM MUSICAL
Trevor Ashley, Os Produtores
Corbin Bleu, O Grande Gatsby
Tom Edden, Paddington: The Musical (VENCEDOR)
Jo Foster, Caminhos da Floresta
Oliver Savile, Caminhos da Floresta

PRÊMIO PETER HALL DE MELHOR DIREÇÃO
Jordan Fein, Caminhos da Floresta
Luke Sheppard, Paddington: The Musical (VENCEDOR)
Ed Stambollouian, Kenrex
Lyndsey Turner, 1536
Ivo van Hove, All My Sons

PRÊMIO GILLIAN LYNNE DE MELHOR COREOGRAFIA TEATRAL
Fabian Aloise, Evita (VENCEDOR)
Ellen Kane, Paddington: The Musical
Drew McOnie, Brigadoon
Lynne Page, Psicopata Americano

MELHOR FIGURINO
Enver Chakartash, Stereophonic
Linda Cho, O Grande Gatsby
Tom Scutt, Caminhos da Floresta
Gabriella Slade & Tahra Zafar, Paddington: The Musical (VENCEDORAS)

MELHOR DESIGN DE CENÁRIO
Paul Tate dePoo III, O Grande Gatsby
Tom Pye & Ash J Woodward, Paddington: The Musical (VENCEDORES)
Tom Scutt, Caminhos da Floresta
David Zinn, Stereophonic

MELHOR DESIGN DE LUZ
Robbie Butler, Punch
Jon Clark, Evita
Aideen Malone & Roland Horvath, Caminhos da Floresta (VENCEDORES)
Joshua Pharo, Kenrex

MELHOR DESIGN DE SOM
Adam Fisher, Caminhos da Floresta
Gareth Owen, Paddington: The Musical
Ryan Rumery, Stereophonic
Giles Thomas, Kenrex (VENCEDOR)

MELHOR CONTRIBUIÇÃO MUSICAL
Matt Brind, Paddington: The Musical
Will Butler & Justin Craig, Stereophonic
John Patrick Elliott, Kenrex
Chris Fenwick & Sean Hayes, Good Night, Oscar (VENCEDORES)

MELHOR ESPETÁCULO PARA A FAMÍLIA
The Boy at the Back of the Class (VENCEDOR)
The Boy with Wings
The Firework-Maker’s Daughter
The Three Little Pigs

MELHOR PRODUÇÃO DE ESTREIA EM TEATRO AFILIADO
Ben and Imo
O Zoológico de Vidro (VENCEDORA)
The Ministry Of Lesbian Affairs
Miss Myrtle’s Garden
The Shitheads

MELHOR PRODUÇÃO ESTREANTE DE DANÇA
Into the Hairy (VENCEDORA)
Mimi’s Shebeen
Random Taranto
She’s Auspicious

MELHOR PRODUÇÃO DE ÓPERA
Dead Man Walking (VENCEDORA)
The Makropulos
Tosca
Die Walküre

‘X-Men’: Mark Millar afirma que Taron Egerton será o próximo Wolverine

Alguns rumores já apontaram Taron Egerton como o próximo intérperte do Wolverine nos cinemas, apesar do astro de ‘Kigsman‘ ter negado estar em negociações com a Marvel.

Mesmo assim, o quadrinista Mark Millar está confiante de que isso vai acontecer e publicou em seu Twitter uma mensagem apoiando a escolha de Egerton para o papel.

“De 2002. Lembre-se sempre de que nunca estou errado. PS: Taron Egerton será o próximo Wolverine! :)”, escreveu ele.

Para quem não sabe, Millar foi um dos responsáveis pela escolha de Samuel L. Jackson para o papel de Nick Fury e ele também inspirou grande parte da Fase 1 do MCU.

Vale lembrar que os rumores surgiram após Egerton comentar seu desejo em interpretar o Wolverine, mas ele continua negando as informações.

Enquanto nada é confirmado, Egerton permanece nos cinemas interpretando Elton John em ‘Rocketman’.

Confira nossa crítica:

Além de Taron Edgerton, o elenco conta com Jamie BellRichard Madden, John Reid e Bryce Dallas HowardA direção fica por conta de Dexter Fletcher,

A trama gira em torno da história de ascensão do cantor Elton John, de um aluno prodígio da Academia Royal de Música até uma lenda do rock nos anos 70.

 

‘Supernatural’: Misha Collins divulga imagem HILÁRIA mostrando como ele se protege do Coronavírus

Em seu perfil do Twitter, Misha Collins publicou uma imagem hilária, provando que está levando a sério o isolamento social para evitar a propagação do Coronavírus.

Na publicação, o Castiel de ‘Supernatural‘ aparece escondido em uma espécie de gruta no meio da neve, com a seguinte legenda:

“Estou levando o isolamento social para outro nível!”

Confira:

Vale lembrar que as filmagens e exibição da última temporada de ‘Supernatural‘ foram interrompidas em virtude do coronavírus.

A temporada final já teve 18 dos 20 episódios gravados, sendo que na noite de segunda-feira fora transmitido o capítulo 13. No entanto, em virtude do período de quarentena determinado pelo governo norte-americano, a equipe de efeitos visuais da série não está operando como de costume e os episódios já gravados ainda não foram finalizados.

Por meio do Twitter, Dabb explicou a situação para os fãs, tranquilizando-os a respeito do final da série. Ao contrário do que muitos especulavam, ‘Supernatural’ não será encerrada de um final genuíno, em virtude do coronavírus.

Segundo ele:

“nós filmamos até o episódio 18, no entanto, nossos departamentos de efeitos visuais e sonoros estão fechados em virtude do surto. Então, neste momento, os episódios não podem ser finalizados. Ainda assim, temos alguns tira-gostos especiais vindo por aí, para nos ajudar a passar por isso”.

“E sim, nós, a The CW e a Warner Bros., pretendemos retornar e finalizar a série. Não se trata de ‘se’, mas sim de ‘quando'”.

Confira os tweets em questão:


Criada por Eric Kripke, a série inicialmente foi planejada para durar 5 temporadas, mas continuou após se tornar um dos maiores sucessos do canal.

Sam (Padalecki) e Dean (Ackles) lutaram contra demônios e anjos, criaturas míticas e monstros, em uma busca aparentemente interminável para salvar o mundo. Mas na batalha final, eles enfrentam o próprio Deus (Rob Benedict), recusando-se a matar seu filho Nephilim Jack (Calvert), trazendo assim a decisão de Deus de acabar com essa realidade de uma vez por todas…

O elenco conta com Jared Padalecki, Jensen Ackles, Misha Collins, Samantha Smith, Mark Pellegrino, Ruth Connell e Alexander Calvert.

‘Soul’ vs ‘Mulher-Maravilha 1984’: Disney+ supera números da HBO Max durante o Natal

A temporada de fim de ano marcou a grande batalha entre serviços de streaming como a Disney+ e a HBO Max com a estreia de seus respectivos ‘Soul’ e ‘Mulher-Maravilha 1984‘.

No entanto, os números de downloads de aplicativos da Disney+ foram bem superiores em relação aos da HBO Max.

De acordo com o Bloomberg, a estreia de ‘Mulher-Maravilha 1984‘ gerou 554.000 assinaturas do serviço de streaming entre os dia 25 e 27 de dezembro.

Só no dia 27 foram aproximadamente 244.000 downloads, elevando o número de usuários da plataforma para 12 milhões.

Mesmo assim, a Disney+ saiu em disparada na disputa e a estreia de ‘Soul’ atraiu nada menos que 2,3 milhões de downloads globais no mesmo período.

Por conta disso, a plataforma da Disney já acumula 87 milhões de usuários.

Mas vale lembrar que HBO Max só está disponível nos EUA, então os números registrados mostram que o serviço de streaming pode ter bastante potencial assim que chegar a outros países.

E você, já assistiu algum dos dois filmes?

Confira a nossa crítica de ‘Soul‘:

Na trama, Joe Garner é um professor de música do ensino médio que sonhava em ser um músico de jazz, e finalmente teve a chance depois de impressionar outros músicos durante um ensaio aberto no Half Note Club. No entanto, um acidente faz com que sua alma seja separada de seu corpo e transportada para o “You Seminar”, um centro no qual as almas se desenvolvem e ganham paixões antes de serem transportadas para um recém-nascido. Joe deve trabalhar com almas em treinamento, como 22, uma alma com uma visão obscura da vida depois de ficar preso por anos no You Seminar, a fim de retornar à Terra.

Jamie FoxxTina Fey lideram o elenco principal, dando vida ao professor Joe Gardner e à alma conhecida como 22, respectivamente. QuestloveDaveed Diggs, Angela Bassett e Phylicia Rashad também emprestam suas vozes para o longa-metragem.

Além disso, o filme será majoritariamente guiado pela música, trazendo nomes como Trent ReznorAtticus RossJon Baptiste para uma trilha sonora original e com fortes relações com o jazz.

Pete DocterKen Powers são os diretores.

‘WandaVision’: Fãs estão DECEPCIONADOS com as perdas da série no Emmy 2021

Apesar de ter sido indicada em 23 categorias do Emmy 2021, ‘WandaVision‘ levou para casa apenas três estatuetas, o que já é motivo de comemoração!

Os prêmios foram para Melhor Figurino Fantasia/Sci-fi, Melhor Design de Produção para Programa de Meia Hora e Melhor Canção Original.

No entanto, o público esperava que a primeira série de TV do MCU pudesse ganhar o prêmio de Melhor Série Limitada ou Antologia, que acabou ficando com ‘O Gambito da Rainha‘.

Nas categorias de Melhor Série de Drama e Melhor Série de Comédia, as ganhadoras foram ‘The Crown’ e ‘Ted Lasso‘, respectivamente.

Nem mesmo os protagonistas Elizabeth Olsen, Paul Bettany e Kathryn Hahn foram premiados.

Nas redes sociais, diversos fãs expressaram decepção com a falta de consideração pela atração, que gerou uma legião de fãs para a Marvel Studios.

Apesar disso, alguns comentários demonstram todo o carinho dos fãs pela produção.

Confira as reações:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Os fãs podem assistir a mais detalhes e segredos da obra no documentário ‘Avante: Os Bastidores de WandaVision’, que já está disponível na plataforma de streaming do Disney+.

Junte-se a Elizabeth OlsenPaul Bettany e o time criativo de ‘WandaVision’ conforme o episódio puxa as cortinas nessa série revolucionária. Descubra como os conceitos da produção tomaram forma e se inspiraram em clássicas sitcoms. Testemunhe como a equipe fez grandes esforços para emular inúmeros métodos fílmicos usados durante anos na televisão. Descubra os desafios únicos e as recompensas de construir um episódio inteiro em frente a uma audiência ao vivo. Passe algum tempo com os novatos do MCU, como Teyonah ParrisKathryn Hahn, além de reunir com favoritos como Kat DenningsRandall Park.

‘The Boys’: Karl Urban rende elogios à Jensen Ackles; “Chegou para somar!”

Quando uma personalidade marcante entra para o elenco de uma série, é normal que todas as atenções se voltem para ela, como aconteceu com Jensen Ackles na 3ª temporada de ‘The Boys‘.

Quando o astro de ‘Supernatural’ foi anunciado como intérprete do Soldier Boy, os fãs já ficaram ansiosos pelos novos episódios.

E não foi só o público que ficou animado com a adição, mas o próprio elenco também.

Durante uma entrevista para a NME, o protagonista Karl Urban rendeu elogios ao colega, dizendo:

“O Jensen foi uma adição fantástica ao elenco, ele chegou e foi imediatamente abraçado pelo elenco inteiro. No set, todos compreenderam rapidamente que ele era uma pessoa importante, mas ao mesmo tempo muito humilde. E eu acho que todos estavam realmente super animados para começarem a trabalhar com ele.”

Ele continuou, explicando como Ackles encorajou o elenco a dar o melhor de si.

“Ele realmente chegou para somar. Sabendo ou não, ele ajudou a aumentar o nível de confiança de todo mundo. Esse cara tem a habilidade de identificar uma fraqueza e transformá-la em força. Nós somos abençoados de ter ele no nosso programa.”

Ao contrário de Ackles, seu personagem é um tremendo arr*mb#d*.

Durante uma entrevista para o podcast Inside of You, ele deu alguns detalhes surpreendentes sobre esta versão do “herói” e como ele é apresentado na série.

“Quando eu conheci o personagem, eu só pensei em uma expressão para descrevê-lo: ‘Um tremendo arr*mb#d*’. Ele é um vovô idiota da década de 1940. Ele lutou na Segunda Guerra Mundial e é um homem completamente intolerante. Ele não envelhece, então ele tem a aparência de um cara 40 anos, mas ele tem mais de 90, então se conecta melhor com pessoas de sua época.”

Ele continuou:

“Quando o encontramos, ele é um cara perdido que esteve sob cativeiro por décadas. Você vai ver, estou parecendo o cara do ‘Náufrago’, barbudo e cabeludo. Mas ele ganha um novo visual, um cote de cabelo, roupas novas e um traje de super-herói. Então ele é reapresentado ao mundo.”

Anteriormente, o criador Eric Kripke descreveu o Soldier Boy como uma versão mais antiga do Capitão Pátria, então se você espera que Ackles viva um mocinho na atração, está completamente enganado.

Lembrando que o próximo episódio chega ao catálogo da Amazon Prime Video em 10 de junho.

O novo ciclo também irá introduzir Laurie Holden (Condessa Carmesim), Sean Patrick Flanery (Supersonic), Nick Wechsler (Blue Hawk) e Miles Gaston Villanueva (Gunpowder).

Crítica | The Boys – 2ª temporada: Ainda mais sádica, violenta e ofensiva

Criada por Evan GoldbergEric Kripke e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.

A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.

O elenco inclui Karl Urban, Jack Qaudi, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford, Jessie T. Usher e Nathan Mitchell.

‘The Flash’ vai ganhar exibição especial semanas antes da estreia nos cinemas; Confira!

Dirigido por Andy Muschietti, ‘The Flash‘ chega aos cinemas nacionais em 15 de junho, mas o Comic Book divulgou que o longa vai ganhar uma exibição especial durante a Cinemacon, que acontece entre 24 e 27 de abril, em Las Vegas.

Considerada uma das convenções mais importantes da indústria cinematográfica, a Cinemacon conta com trailers, conteúdos exclusivos e exibição de filmes que ainda não chegaram aos cinemas.

No entanto, o acesso é restrito para proprietários de cinemas e exibidores parceiros dos estúdios que estarão presentes no evento.

Enquanto isso, confira a sinopse e o trailer da adaptação:

Não esqueça de seguir o CinePOP no YouTube:

“Os mundos colidem em ‘The Flash‘ quando Barry usa seus superpoderes para viajar no tempo para mudar os eventos do passado. Mas quando sua tentativa de salvar sua família acaba alterando o futuro, Barry fica preso em uma realidade na qual o General Zod voltou, ameaçando aniquilá-lo, e não há super-heróis para ajudá-lo. Isto é, a menos que Barry possa persuadir um Batman muito diferente a sair da aposentadoria e resgatar um kryptoniano preso… Embora não seja aquele que ele está procurando. Para salvar o mundo em que ele está e retornar ao futuro que ele conhece, a única esperança de Barry é correr para salvar sua vida. Será que seu sacrifício será suficiente para reiniciar o universo?”

Além do protagonista Ezra Miller, o elenco também conta com Michael Keaton e Ben Affleck reprisando seus papéis como Batman, enquanto Sasha Calle vive a Supergirl, e Michael Shannon retorna como o vilão Zod.

Florence Pugh é atingida por objeto lançado pelo público durante a CCXP; Confira!

Florence Pugh (‘Viúva Negra’) foi uma das artistas que veio ao Brasil durante a CCXP 23 para promover ‘Duna: Parte 2‘, sequência do remake dirigido por Denis Villeneuve (‘Blade Runner 2049’) em 2021.

No entanto, o que era para ser uma visita agradável acabou se transformando em um problema quando a estrela foi atingida no olho por um objeto arremessado pelo público.

Pugh, que interpreta a Princesa Irulan Corrino, posava para uma foto estava ao lado de seus colegas de elenco: Timothée Chalamet, Zendaya e Austin Butler quando foi surpreendida pelo objeto.

Logo em seguida, todos se voltaram para ver se está tudo bem com ela.

Confira:

Incidentes parecidos já aconteceram com diversos artistas, inclusive no Brasil.

Em 2013, o cantor Justin Bieber até deixou o palco sem finalizar uma apresentação depois que um fã não identificado arremessou um objeto que derrubou o microfone das mãos do cantor, que virou as costas para a plateia e não voltou mais.

Ao que parece, a pessoa que atingiu Pugh foi identificada pelos seguranças, teve sua credencial removida e está proibida de retornar às próximas edições da CCXP.

Nas redes sociais, diversos fãs brasileiros ficaram revoltados com o ocorrido.

Confira as reações:

Lembrando que ‘Duna: Parte 2‘ chegará aos cinemas em 29 de fevereiro de 2024.

Confira os novos cartazes individuais incríveis:

A sequência vai explorar a jornada mítica de Paul Atreides, agora ao lado de Chani e dos Fremen, que pode levá-los até a uma guerra, se necessário for, para Paul se vingar dos conspiradores que destruíram sua família. Diante da difícil escolha entre o amor de sua vida e o destino do universo conhecido, ele dará tudo de si para evitar o futuro terrível que só ele pode prever.

A produção é baseada no livro de Frank Herbert.

O longa traz de volta Timothée Chalamet (‘Me Chame Pelo Seu Nome’) como Paul Atreides e apresenta Austin Butler (‘Elvis’) como seu novo adversário, o vilão Feyd-Rauth Harkonnen.

O elenco ainda conta com Zendaya (‘Euphoria’), Rebecca Ferguson (‘Missão: Impossível – Acerto de Contas – Parte 1’), Josh Brolin (‘Vingadores: Ultimato’), Florence Pugh (‘Viúva Negra’), Dave Bautista (‘Guardiões da Galáxia’), Christopher Walken (‘Hairspray – Em Busca da Fama’), Stephen McKinley Henderson (‘Um Limite Entre Nós’), Léa Seydoux (‘Crimes do Futuro’), Stellan Skarsgård (‘Mamma Mia!’), Charlotte Rampling (’45 Anos’) e Javier Bardem (‘Onde os Fracos Não Tem Vez’).

Como ‘Hook – A Volta do Capitão Gancho’ se tornou um “clássico natalino”

Sequência de Peter Pan tem em sua produção e execução muito mais do que apenas uma aventura infanto-juvenil

A proximidade do natal sempre traz à tona memórias de diversos tipos. Alegres ou tristes elas criam essa identidade muito própria para uma ocasião já cercada de simbolismo, memórias essas que invariavelmente mantém viva a criança dentro de cada um. Enquanto muitos filmes se concentram sobre a data em si e a atmosfera que ela proporciona, em 1991 uma obra em particular tomou um caminho diferente.

À primeira vista, principalmente com uma visão de cinema moderno acostumada com reboots e sequências, a ideia de uma produção como Hook – A Volta do Capitão Gancho poderia soar oportunista e certamente desnecessária. Uma sequência de um clássico absoluto da literatura como Peter Pan, que teve seu debute no teatro em 1904, no qual o protagonista voltaria mais velho e teria que enfrentar novamente seu arqui-inimigo Capitão Gancho não soa atrativa.

A produção de Hook começou ainda nos anos 80, quando o cineasta Steven Spielberg abordou a Disney com a ideia de um live action da obra original. O cineasta tinha embasamento na ideia, uma vez que o próprio criador do personagem, J. M. Barrie já havia considerado no passado algo do tipo sem jamais ter posto em prática.

Versão de 1924 do clássico infantil também motivou Spielberg

Essa colaboração com a casa do Mickey, porém, não foi para frente. Durante uma entrevista em 1992 concedida à revista Cinema Papers, Spielberg indicou que gostaria de fazer algo que fosse parecido com a versão de 1924. “Eu ia fazê-lo no início de 1985. Eu estava buscando os direitos e em 1985 eu finalmente os adquiri do Hospital Infantil de Londres. Meu desejo era fazer um filme do Peter Pan baseado no livro, uma versão live-action como o filme mudo de 1924…”.

Muito do que Spielberg queria explorar com essa nova abordagem carregaria um enorme peso particular para ele. Na mesma entrevista mencionada, o diretor afirma que tinha ligação com o personagem desde cedo, quando sua mãe ainda lia para ele antes de dormir. Na escola, ele participou de uma peça sobre Peter Pan (inclusive utilizando esse evento como inspiração para a cena de abertura para o filme).

O projeto, porém, fora engavetado. A justificativa dada pelo cineasta foi o nascimento de seu filho, uma vez que “repentinamente eu não poderia mais ser Peter Pan. Eu tinha que ser seu pai. Essa é literalmente a razão pela qual eu não havia feito o filme antes… Quando ele nasceu, eu subitamente me tornei a imagem cuspida do meu pai e da minha mãe.”

O diretor já declarou que sentia forte identificação com a figura do protagonista Peter Banning

Sua vontade de dirigir o filme só voltaria após ler o roteiro assinado por Jim Hart. Originalmente, conforme dito, Spielberg desejava fazer uma adaptação da obra original; contudo após perceber a visão de Hart para um Peter que se esquecera da infância e de suas aventuras na Terra do Nunca, o diretor se pegou convencido de que, mesmo fugindo da sua ideia inicial, aquilo era uma boa premissa para um filme. 

Por se tratar de um projeto com bastante peso particular para Spielberg, Hook contou com elementos que faziam parte da vida dele. Além da já mencionada cena de abertura com a peça escolar, o diretor sentiu imediata identificação com o protagonista Peter Banning (interpretado por Robin Williams) por justamente estar atravessando uma fase da vida em que o trabalho estava lhe consumindo muito de seu tempo e pouco via os filhos.

Com o roteiro em mãos e os principais nomes confirmados (Dustin Hoffman como Capitão Gancho, Julia Roberts como Sininho e o já mencionado Robin Williams como Peter Pan) a produção se iniciou com um orçamento de US$ 48 milhões. De acordo com a matéria Waiting to See if ‘Hook’ Will Fly, assinada por Richard W. Stevenson para o New York Times em 1991, esse foi o custo inicial do projeto. Porém, “pessoas envolvidas na produção falaram que esse valor havia inchado antes das filmagens sequer começarem, primeiro para US$ 52 milhões e finalmente para pouco mais de US$ 62 milhões na época que o filme estava pronto”.

A imponência dos sets de filmagem aumentaram em muito o orçamento do filme

A causa de tal aumento não só costuma ser atribuída ao elenco estelar, mas também à imponência do set de filmagem. A produção não poupara esforços em criar uma vila pirata e navios, como o famoso Jolly Roger do Gancho, em escalas gigantes. Tudo isso contribuiu para que o filme tivesse constantes problemas com a contabilidade.

Sua performance nas bilheterias, porém, foi um sucesso. O filme fechou com uma bilheteria global de US$ 300 milhões, bem como uma semana de abertura bastante positiva de mais de US$ 13 milhões, segundo o portal The Numbers. Já a recepção da crítica não acompanhou a empolgação das bilheterias. Dentre as mais recorrentes estavam, de acordo com as palavras de Roger Ebert, “a incapacidade de reimaginar o material, de encontrar algo novo, fresco e urgente para se fazer com o mito do Peter Pan”.

De um certo ponto de vista o filme também deixou um legado relacionado a continuar as aventuras em Peter Pan. Por volta de 2002 a Disney lançou a animação Peter Pan 2: De Volta a Terra do Nunca –  cuja a premissa era ser uma continuação da animação de 1953, dessa vez focada em Jane, a filha de Wendy da aventura original. Assim como Peter Banning, Jane é mostrada como uma pessoa com pouca ou nenhuma tendência à imaginação (uma vez que a história se passa durante um momento trágico como os bombardeios alemães à Inglaterra na Segunda Guerra Mundial) mas que ao ser levada à Terra do Nunca precisará rever diversos conceitos sobre a vida.

Tempos difíceis forçaram Jane a amadurecer mais rápido do que devia

Pode-se dizer que a maior força no roteiro de Hook seja seu apelo para o ato de lembrar; a todo instante, o protagonista é lembrado de que ele precisa recordar quem foi e o quão urgente é isso. Ele que se esqueceu das coisas simples que, durante sua infância, eram tudo para ele, o definiam. Com a idade adulta e o acúmulo de responsabilidades ele abdicou de quem realmente era e o que o fazia feliz.

Muito provavelmente a identificação gerada pelo filme junto às gerações que o viram na infância contribuíram para uma certa apreciação tardia; para que se criasse esse laço sentimental com a obra. O mais curioso é que o natal não é um tema essencial para o andamento do roteiro como é em Grinch ou o Estranho Mundo de Jack, só que ainda assim ele evoca o exercício de lembrar dos melhores aspectos do passado. Poucas coisas podem ser mais natalinas que isso.

 

‘Cidade de Deus’: Equipe da série da HBO Max acusa policiais militares de AGRESSÃO

A produção da série, que servirá também como sequência, de ‘Cidade de Deus‘ enfrentou uma grande polêmica após um incidente envolvendo a Polícia Militar do estado de São Paulo.

Segundo relatos da colunista Anna Luiza Santiago, do jornal O Globo, atores e membros da equipe de produção alegam ter sido agredidos por policiais militares durante um ensaio de cena na comunidade 12 do Cinga, em São Paulo.

Um vídeo divulgado nas redes sociais mostra um figurante da série exibindo um ferimento enquanto um policial está ao lado do diretor Aly Muritiba. O policial alegou que a intervenção da PM foi motivada por uma denúncia sobre um suposto “tribunal do crime”.

No entanto, ficou evidente que se tratava apenas de um ensaio para cenas da série, levantando questionamentos sobre o uso excessivo de força.

Em resposta oficial, a Polícia Militar de São Paulo afirmou que se reuniu com a produtora O2 e pediu desculpas pelo ocorrido, além de oferecer total apoio para que as gravações possam prosseguir sem incidentes.

“A Polícia Militar informa que, no dia 27 de julho, equipes do 5° BPM foram acionadas para a região do Parque Novo Mundo, na Zona Norte da capital, por conta de uma suposta ação criminosa em andamento. Durante o patrulhamento, a equipe se deparou com várias pessoas aglomeradas. Elas foram orientadas a sair do local por segurança. Posteriormente, os policiais foram informados que no local ocorria a gravação de um filme. A conduta dos policiais militares está sendo apurada pelo batalhão. Logo após tomar conhecimento do acontecido, a SSP se reuniu com a produtora responsável pela gravação para se desculpar pelo fato e dar todo o suporte necessário para que a gravação volte a acontecer sem nenhuma intercorrência”, declarou a PM de São Paulo em comunicado oficial.

Fruto de uma parceria com a O2 Filmes, o projeto vai contar com Fernando Meirelles, diretor do filme, e Andrea Barata Ribeiro como produtores.

A equipe de roteiristas é formada por Sérgio Machado, Armando Praça, Renata Di Carmo, Estevão Ribeiro e Rodrigo Felha.

Já a direção fica a cargo de Aly Muritiba.

Lembrando que o filme é inspirado no romance homônimo escrito por Paulo Lins, fazendo um retrato realista da batalha entre o bem e o mal que é travada todos os dias pela população periférica da cidade do Rio do Janeiro, focada em questões como tráfico de drogas, pobreza extrema e violência de todos os tipos. Os emblemáticos personagens Buscapé, Zé Pequeno, Bené e Mané Galinha foram inspirados em pessoas reais.

O longa concorreu ao Oscar de 2004 em quatro categorias, incluindo Melhor Direção.

‘Bambi’: Terror do mesmo universo de ‘Ursinho Pooh: Sangue e Mel’ ganha trailer

‘Bambi: The Reckoning’ (Bambi: O Acerto de Contas – tradução livre), um filme de terror baseado em “Bambi, a história de uma vida na floresta”, lançou seu primeiro trailer.

O novo longa faz parte do “Poohniverso”, um universo de produções de terror que iniciou com ‘Ursinho Pooh: Sangue e Mel’.

Na trama…

“Xana (Roxanne McKee) e seu filho Benji (Tom Mulheron) sobrevivem a um acidente de carro, apenas para se tornarem alvos de um implacável assassino: Bambi. O animal sanguinário está determinado a causar destruição em seu caminho, em busca de vingança pelo assassinato de sua mãe por um caçador”.

O elenco inclui Roxanne McKee (‘Pânico na Floresta 5’), Nicola Wright (‘Jack – A Caixa Maldita’), Tom Mulheron (‘O Último Vermeer’) e Samira Mighty (‘A Bela e a Fera’).

Scott Jeffrey, conhecido por ‘Ursinho Pooh: Sangue e Mel’, atua como produtor do filme.

A produção está sendo desenvolvido pela ITN Studios em parceria com a Jagged Edge Productions, a mesma equipe por trás do filme de ‘Ursinho Pooh: Sangue e Mel‘ e ‘Peter Pan: Neverland Nightmare‘.

Enquanto Dan Allen dirige, a produção fica a cargo de Rhys Frake-Waterfield, diretor do filme inspirado no ‘Ursinho Pooh‘.

Lembrando que ‘Bambi‘ não é mais propriedade da Disney, já que entrou em domínio público, junto com o ‘Ursinho Pooh‘.

‘Kraven, o Caçador’: Diretor e ator revelam detalhes sobre a violência e a complexidade do personagem

‘Kraven, o Caçador’ chega em breve aos cinemas, com Aaron Taylor-Johnson interpretando o mais novo vilão do Universo Cinematográfico do Homem-Aranha da Sony. Segundo o ComicBookMovie, o diretor J.C. Chandor e o protagonista Aaron Taylor-Johnson revelaram detalhes sobre a produção, destacando a violência e a complexidade do personagem.

Chandor enfatiza a busca por realismo nas cenas de ação: “Há uma espécie de implacabilidade no personagem que ambos percebemos. Ele nunca parece ceder. Eu realmente queria que as cenas de ação, desde o início do design delas, tivessem uma realidade. Agora, com a tecnologia que temos, você pode fazer quase qualquer coisa, então se trata de limitar o que o personagem pode fazer”.

Ele acrescentou: “E então você tem esse cara [referindo-se a Taylor-Johnson]. Ele é um performer fisicamente talentoso. É um pedaço de barro com o qual você pode fazer coisas muito legais!”.

Johnson ainda enfatizou: “Eu acho que o ‘R’ [classificação indicativa] também significou que não precisávamos segurar nada. Estávamos tentando encaixar nisso, e então foi como, ‘precisamos liberar esse personagem e fazer jus a ele’. Eles nos permitiram fazer um filme com classificação ‘R’, e nós definitivamente ultrapassamos os limites!”.

Chandor ainda observou: “Pode parecer estranho dizer isso, mas a classificação ‘R’ nos permitiu fazer algumas coisas. Há uma história de doença mental. Você vai ver algumas coisas que acontecem aqui e vai pensar, ‘uau’, isso na verdade tem mais a ver com a forma como esses meninos foram criados”.

Apesar disso, o ator continuou, “Acho que no fundo da história, há um verdadeiro drama familiar. Você vê esses dois meninos sendo criados em um ambiente muito tóxico. O pai deles é um gângster russo, chefe de uma gangue, e eventualmente ele quer passar o negócio para eles”.

Lembrando que, com poucos dias restantes para o lançamento do filme, a Sony Pictures divulgou os oito primeiros minutos de ‘Kraven, o Caçador’.

Confira:

‘Kraven, o Caçador’ estreia nos cinemas em 13 de dezembro de 2024.

O elenco também é formado por Ariana DeBoseRussell CroweAlessandro NivolaChristopher AbbottFred HechingerLevi Miller.

J.C. Chandor (‘Operação Fronteira’) é o responsável pela direção.

O roteiro foi escrito por Art Marcum & Matt HollowayRichard Wenk.

kraven o caçador

‘Coração de Ferro’: Ryan Coogler comenta futuro da série e sua ligação com ‘Vingadores: Apocalipse’

Ryan Coogler, produtor executivo de ‘Coração de Ferro’, a nova série da Marvel que chega em breve ao Disney+, falou recentemente sobre o futuro da produção e se já há uma segunda temporada à vista.

“Não, não. Eu gosto de dar um passo de cada vez”, disse Coogler ao Deadline, indicando que ainda não há planos concretos para uma continuação.

O diretor de ‘Pantera Negra’ explicou que a personagem Riri Williams (Dominique Thorne) surgiu inicialmente como um contraponto à Shuri (Letitia Wright). Riri foi concebida para demonstrar o amadurecimento da princesa ao assumir um papel de mentora e irmã mais velha.

A personagem fez sua estreia no segundo filme da saga, ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre’.

Apenas quando o filme já estava mais avançado é que os produtores executivos Brad Winderbaum e Zoie Nagelhout o abordaram para falar sobre uma possível série.

“Foi obviamente complicado, porque queríamos ter certeza de que haveria espaço para explorar a personagem, ao mesmo tempo em que a estabelecíamos. Mas tem sido muito empolgante”, afirmou Coogler.

A série ‘Coração de Ferro’ também marca a introdução no MCU da fusão entre magia espectral e tecnologia, por meio do vilão The Hood (Anthony Ramos). Ele é um criminoso de baixo escalão que encontra um manto mágico alimentado pelas mesmas forças já vistas nos filmes do Doutor Estranho.

“É uma loucura lançar essa série justamente agora, num momento em que a IA está na mente de todo mundo, e questões éticas sobre tecnologia também”, comentou Coogler.

Ele fez uma observação intrigante sobre as implicações futuras da série para o universo Marvel:

“Além disso, a gente não sabia que isso levaria ao Doutor Destino e aos Vingadores quando começamos, mas ele [Destino] é um personagem dos quadrinhos famoso por fundir magia e tecnologia, então essa série é um ótimo exemplo do que está por vir, provavelmente no que será o maior filme da história da Marvel”, destacou.

Por sua vez, Dominique Thorne comentou como sua protagonista, com foco em ciência e engenharia, vai lidar com o lado místico das coisas:

“A gente definitivamente vê a família dela, especialmente sua mãe, tentando introduzi-la a esse universo de maneira muito rudimentar, mas também profundamente espiritual, e ela não tem o menor interesse nisso”, contou a atriz. “Então acho que é uma jornada hilária, mas também muito tentadora, especialmente quando ela percebe todo o poder e as possibilidades do lado mágico do mundo”.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco ainda conta com Anthony Ramos como o vilão Capuz, além de Lyric Ross, Shea Couleé, Zoe Terakes, Manny Montana, Shakira Barrera, Jim Rash, Cree Summer e Harper Anthony, todos escalados em papéis atualmente desconhecidos.

Chinaka Hodge (‘Snowpiercer’) servirá como showrunner da série.

Para quem não a conhece, Riri apareceu pela primeira vez em 2016, na série de quadrinhos escrita por Eve Ewing. Assim que Tony Stark foi deixado em coma após a Segunda Guerra Civil, o mundo precisava de um novo Homem de Ferro, e a prodígio de 15 anos de idade criou sua própria armadura, o que impressionou Stark ao ponto dele criar uma inteligência artificial de si mesmo para ajudá-la.

coração de ferro poster

‘Batman 2’: Brad Pitt não estrelará o longa, diz rumor

Novas informações sobre a aguardada sequência ‘Batman Parte 2’ foram divulgadas, desmentindo os rumores iniciais que circulavam na internet sobre a participação de uma grande estrela de Hollywood no filme.

Conforme noticiado pelo The Hollywood Reporter, apesar das especulações iniciais, fontes próximas à produção afirmam que Brad Pitt não estará no longa.

Os rumores indicavam que o ator estaria trabalhando no filme, juntando-se ao diretor Matt Reeves e ao protagonista Robert Pattinson.

LEMBRANDO QUE ATÉ O MOMENTO AS INFORMAÇÕES NÃO PASSAM DE RUMORES

‘Batman 2’: Zoë Kravitz NÃO retorna como a Mulher-Gato; Scarlett Johansson viverá interesse romântico de Bruce!

As filmagens de ‘Batman – Parte II’ estão previstas para começar entre o fim de abril e o início de maio de 2026.

Além de assinar o roteiro, Matt Reeves também retornará à direção.

Robert Pattinson reprisará seu papel como o herói titular.

O primeiro filme está disponível na HBO Max.

 

Ridley Scott, diretor de ‘Gladiador’ e ‘Alien, o 8.º Passageiro’, receberá Oscar Honorário por sua trajetória no cinema

O lendário cineasta Ridley Scott (diretor de ‘Gladiador’ e ‘Alien, o 8.º Passageiro’) e a aclamada atriz Glenn Close serão os grandes homenageados da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas com o cobiçado Oscar Honorário. A celebração também consagrará o animador pioneiro Floyd Norman, além de entregar o Prêmio Memorial Irving G. Thalberg às produtoras de cinema independente Christine Vachon e Pamela Koffler.

Segundo a Academia, os prêmios honorários serão entregues durante a 17ª edição do Governors Awards, marcada para o dia 15 de novembro de 2026, no Ray Dolby Ballroom, em Hollywood.

“A Academia está entusiasmada em homenagear cinco indivíduos extraordinários cujo trabalho inovador moldou para sempre a arte do cinema”, declarou a presidente da Academia, Lynette Howell Taylor.

Conan O’Brien é confirmado como apresentador do Oscar 2027

Ao longo de sua prolífica carreira, Ridley Scott acumulou indicações ao Oscar de Melhor Diretor por clássicos como ‘Thelma & Louise’, ‘Gladiador’ e ‘Falcão Negro em Perigo’, além de concorrer a Melhor Filme por ‘Perdido em Marte’.

‘Gladiador 3’ vai acontecer após bilheteria morna do 2º filme? Ridley Scott responde!

Sua filmografia icônica inclui também sucessos comerciais e de crítica como ‘Blade Runner’, ‘O Gângster’, ‘Prometheus’, ‘Casa Gucci’ e ‘Napoleão’. Em 2024, o diretor foi condecorado como Cavaleiro da Grande Cruz da Ordem do Império Britânico por seus serviços prestados à indústria do cinema.

O Oscar Honorário serve justamente para reconhecer essas realizações extraordinárias ao longo de toda uma vida, além de contribuições excepcionais para o avanço das artes cinematográficas.

Essa grande festa dos bastidores servirá como o prelúdio para a 99ª edição do Oscar, que iniciará as comemorações históricas do centenário da premiação principal, agendada para transmissão global no dia 14 de março de 2027.

Marvel e DC | Conheça 10 importantes super-heróis LGBTQ+

Após a DC Comics anunciar que o filho do Superman, Jon Kent, seria um personagem bissexual, conferido na edição #5 da HQ Superman: Son of Kal-El, o mundo todo começou falar a respeito. Como era de se esperar, apesar de toda ideia bacana de trazer um contexto interessante para a comunidade LGBTQIA+ com mais um personagem de destaque, choveram impropérios, preconceito e falta de informação por parte de algumas pessoas. O ápice, aqui no Brasil, culminou com o comentário de teor homofóbico feito pelo jogador de vôlei Maurício Souza, que acabou sendo dispensado do Minas Tênis Clube, além de ser afastado da Seleção Brasileira de Voleibol. Isso aconteceu porque, em sua página pessoal do Instagram, Maurício havia publicado uma imagem do beijo gay entre John Kent e um outro personagem com a seguinte legenda: “É só um desenho, não é nada demais. Vai nessa que vai ver onde vamos parar“. Enfim, ele que se resolva.

Mas, voltando ao papo dos quadrinhos, de acordo com a linha editorial da DC Comics, o filho de Clark Kent e Lois Lane se envolve romanticamente com um amigo. O relacionamento entre Jonathan e Jay Nakamura, um ativista hacker, é apenas um dos aspectos que diferencia o herói atual do pai. A série em quadrinhos, que está saindo nos EUA desde junho, acompanha Jon combatendo incêndios florestais causados pelas mudanças climáticas, evitando tiroteios em colégios e até protestando contra a deportação de refugiados em Metrópolis, uma óbvia alegoria aos imigrantes, tema sempre discutido nos EUA. Ou seja, é um personagem realmente engajado e essa nova revelação é totalmente condizente.

E não é só a DC que, nos últimos anos, tem apostado em personagens que trouxesse mais diversidade à suas histórias, a Marvel tentou fazer esse movimento desde que trouxe os chamados personagens de legado, como o Miles, a Thor, a Coração de Ferro, a Kamala Khan, entre tantos outros. Dessa vez então a gente vai listar aqui dez personagens incríveis e marcantes que foram importantes para que algumas barreiras fossem quebradas, ainda que coisas como o caso do jogador de vôlei continuem acontecendo. E é curioso que tantas personagens grandes femininas já tenham tido cenas parecidas, mas só agora resolveram criar caso. Enfim, se a gente tiver esquecido de citar alguém muito importante, coloca aí nos comentários e diz qual personagem você mais curte.

Hera Venenosa (Poison Ivy)

Como vocês devem saber, a Hera Venenosa carrega consigo vários símbolos da figura feminina, além da figura extremamente poderosa e imponente que aparenta ser. A Ivy é uma mulher independente, de opinião forte e lembra a todo momento que as mulheres não precisam que homens as defendam. É o tipo de personagem que nasceu com uma força imagética única. Não existe meio termo com a Hera, que não só acredita piamente que ela é superior, mas também que todas as mulheres são superiores aos homens. Ela já teve diversos casos com mulheres nos quadrinhos e tratou o sexo oposto como gato e sapato. Os marmanjos tiveram só que aceitar e chorar.

Estrela Polar (Northstar)

O Northstar, ou como foi chamado aqui Brasil, Estrela Polar, é irmão gêmeo de Aurora e membro da Alpha Flight. Obviamente ele e Aurora possuem um vínculo especial, já que quando os dois se unem são capazes de se mover na velocidade da luz e liberar um brilho ofuscante. Desde sempre Northstar se assumiu como homossexual, a ponto de até se casar na clássica revista Surpreendentes X-Men, exatamente no número 51. Ele casa com o seu parceiro de longa data, Kyle. O editor-chefe da Marvel na época, Axel Alonso, falou sobre o caso: “Nossos quadrinhos são sempre melhores quando refletem o mundo real. Fazemos isso há décadas e esta é apenas a expressão mais recente.” Ele se refere a justamente a época em que o estado de Nova York autorizou o casamento gay.

Homem de Gelo (Iceman)

O fato mais trágico da vida do Homem de Gelo não é que ele demorou anos para ser reconhecido como um mutante principal de nível Ômega, mas sim por ter levado décadas pra se assumir como homossexual. O Iceman (no original) apareceu pela primeira vez ao lado de mitos como Ciclope, Jean Grey, Anjo, Professor Xavier e Fera na clássica X-Men número 1, em 1963. Ele foi criado pelo próprio mestre Jack Kirby e a lenda Stan Lee, se tornando uma das figuras centrais nas histórias dos X-Men desde então. Em 2015, os leitores finalmente descobriram o que suspeitavam há anos, o Homem de Gelo era gay! Isso aconteceu depois que os X-Men originais viajaram no tempo e vieram parar nos dias atuais. Depois de conversar com a Jean Grey do futuro, o Iceman descobre o que tem medo de admitir. Pouco depois, o atual Homem de Gelo confessa que conviveu com esse segredo durante toda sua vida adulta. A revista X-Men, desde sua origem, discutiu amplamente sobre as diferenças.

Wiccano (Wiccan)

A dupla Wiccan e Hulking (William “Billy” Kaplan e Theodore “Teddy” Altman) foram apresentados pela primeira vez nos Jovens Vingadores, em 2005. Embora parecesse que os dois eram mais do que apenas amigos, o relacionamento demorou pra se desenrolar de verdade. Em agosto de 2020, na edição número 4 da Empyre, é revelado o primeiro casamento do mesmo sexo entre super-heróis nas páginas oficiais do selo Marvel, a ganhar uma imensa repercussão. Nessa edição a dupla segue para Las Vegas e se casa antes que Hulking se torne o Imperador da aliança Kree/Skrull. Apesar de ter sido uma pequena celebração, o casamento foi lindo e contou com a presença de membros dos Jovens Vingadores. Não se engane, essa união foi um salto gigantesco pra indústria dos quadrinhos.

Arlequina (Harley Quinn)

Sim, a Arlequina é a “namorada não oficial” do Coringa há décadas, a estrela do universo cinematográfico da DC e a razão pela qual o selo foi capaz de se conectar com os fãs mesmo num momento ruim que eles nunca pensaram chegar. Ela é mais nova que a maioria dos personagens dos quadrinhos populares, e principalmente menos madura. Porém é disparado a personagem que mais vende na DC, mais até que o Batman. Por anos, ela e a Hera Venenosa compartilharam alguns momentos, troca de farpas e insinuações que insinuaram ali uma certa sexualidade entre as duas. No entanto, a DC nunca admitiu ou negou nada. Porém, em 2017, Jimmy Palmiotti e Amanda Conner finalmente confirmaram o que os fãs suspeitavam há anos, a Arlequina era bissexual. Na edição número 25 da Arlequina, ela e a Hera enfim se beijaram.

Mulher-Maravilha (Wonder Woman)

A Mulher-Maravilha foi criada por William Moulton Marston, famoso por ser casado com Elizabeth Marston. Ele e sua esposa ficaram famosos por terem uma namorada, Olive Byrne. Juntos, os três tiveram quatro filhos. Embora nunca tenham confirmado nada, desde sua estreia, a DC deu algumas dicas sobre a sexualidade da Mulher-Maravilha. Quer dizer, até Greg Rucka ser questionado sobre a sexualidade de Diana e responder: “é obvio que ela é bissexual”. A DC parece não querer entrar nesse mérito pra valer, no entanto hoje sabemos que a Mulher-Maravilha é o que muitos acreditavam e esperavam: um modelo para pessoas de todas as idades, raças e sexualidades. É gigantesca como personagem.

John Constantine (Hellblazer)

John Constantine tornou sua bissexualidade pública pela primeira vez em 1992, na edição número 51 de Hellblazer, com a seguinte declaração: “minhas namoradas, meu namorado estranho… todos eles têm o péssimo hábito de me abandonar.” Embora essa bissexualidade fosse conhecida, ela nunca foi posta em prática. Ou seja, além de uma frase ou outra nos quadrinhos, Constantine nunca demonstrou qualquer forma de atração por homens. Felizmente, depois de várias aparições em live-actions, a versão que aparece na série Legends of Tomorrow deixou claro que ele atrai tanto mulheres quanto homens. Essa versão do personagem é a versão mais autêntica que vimos até hoje fora dos quadrinhos.

Loki (Idem)

Ao contrário dos outros personagens LGBTQ citados na lista, Loki também foi rotulado incorretamente, já que os Genderfluid são definidos por não se identificarem como homem ou mulher, sendo assim não-binários. Acreditam que ele tenha sido rotulado dessa forma porque é a maneira mais simples de descrever suas habilidades de metamorfose, isso porque ele pode mudar de aparência entre ser homem e mulher. Não importa como ele seja rotulado, Loki deixou claro que sua sexualidade é baseada em crenças culturais diferentes daquelas que conhecemos na Terra: “Minha cultura realmente não compartilha do seu conceito de identidade sexual. Existem atos sexuais. É isso.” Como um dos vilões mais populares da Marvel, atualmente, Loki é uma figura de sexualidade plural.

Batwoman (Idem)

Com pouca idade, Kate Kane, uma jovem rica, lésbica, socialite e judia ficou traumatizada pelo sequestro e assassinato de duas pessoas muito queridas da família, sua mãe e irmã. Kate foi morar com o pai e ingressou na Marinha como forma de impressioná-lo. Infelizmente, Kate foi dispensada do serviço após se declarar gay. Depois da sua demissão, ela se viu no lado errado de um assalto, mas, assim que o assaltante entrou, o Batman chegou e a resgatou. Sentindo a emoção de ser salva pelo Batman, Kate se transformou na mais nova versão da Batwoman. Os leitores também descobriram que ela tem uma namorada, Renee Montoya. Batwoman se tornou uma pioneira na comunidade LGBTQ, onde não apenas teve uma das histórias recentes mais lindas da nota arte, como também foi a primeira personagem de quadrinhos abertamente gay a ganhar uma série de tv.

Deadpool (Idem)

Um antigo escritor de Deadpool, Gerry Duggan, disse que o herói é sexualmente atraído por “qualquer coisa que se mexe”. Ao longo dos anos, ele fez comentários que despertaram o interesse dos fãs que queriam saber de quem o anti-herói era afim. Dominó, Wolverine, Cable, Homem-Aranha e Justiceiro foram só alguns dos citados, pois tem muito mais. Deadpool trouxe fôlego pra uma indústria careta e que muitas vezes se leva muito a sério demais. Diversos escritores usaram bem todo apelo cômico do personagem pra falar das suas atrações sexuais. Até Ryan Reynolds declarou publicamente que deseja explorar esse lado pansexual do herói surtado em seus futuros filmes, muito por ele atrair leitores de todas as idades, crenças e opiniões, sendo assim um dos maiores personagens LGBTQ dos quadrinhos.