Apesar de partir de uma premissa aparentemente frágil — uma mãe solteira que descobre nunca ter tido um irmão — o longa holandês Sombras do Passado ultrapassa as camadas superficiais dos conflitos para nos conduzir a um drama intenso, marcado por uma reviravolta surpreendente. Embora exija um pouco de paciência no início, o filme aos poucos conquista o espectador.
Sob a direção de Diederik Van Rooijen, a obra combina elementos de thriller jurídico com descobertas comoventes, mantendo o suspense sempre presente. Além disso, aborda temas profundos e relevantes, como autismo, maternidade, bullying e as complexas surpresas que permeiam os laços familiares.
Iris (Angela Schijf) é uma advogada e mãe de um filho autista que, inesperadamente, descobre a existência de um irmão (Fedja van Huêt) até então desconhecido — e, para sua surpresa, ele está preso, acusado de assassinato. Movida pela urgência de entender essa história, ela se lança em uma corrida contra o tempo, desvendando segredos profundos ligados ao crime e, sobretudo, à sua própria família.
Com o autismo como tema central, acompanhamos duas gerações de mães e suas distintas percepções sobre o assunto. Nesse cenário, a narrativa mergulha no suspense, onde cada nova descoberta da protagonista revela uma peça fundamental de um complexo tabuleiro emocional, marcado pelas consequências dos atos do passado. No embate entre presente e passado, dilemas e surpresas surgem constantemente, mantendo a tensão viva. A excelente fotografia intensifica e reflete essas emoções profundas, potencializando ainda mais a experiência do espectador.
Uma das grandes sacadas deste filme é direcionar a trama para um plot twist totalmente inesperado, sem oferecer nenhuma pista antecipada. Prepare-se para ficar de queixo caído! É aquele tipo de obra que merece sua atenção até os últimos segundos, pois a surpresa está garantida. Embora apresente momentos que beiram clichês já conhecidos, a história se mantém firme graças às atuações sólidas e a um roteiro habilidoso na dosagem dos mistérios.
Perdido no catálogo do Prime Video, esse longa-metragem de 2013 é atemporal! Vale a pena dar uma conferida!
Pois é, querido leitor, adentramos agora na época preferida dos cinéfilos: a temporada de premiações do cinema. O início do ano pode não conter grandes lançamentos, mas é sempre sacudido pela celebração do que de melhor o ano anterior nos mostrou. Tudo, é claro, culminando na maior festa do cinema: o Oscar. Antes, no entanto, ficamos com a segunda maior, o Globo de Ouro, prêmio organizado e concedido pela Associação da Imprensa Estrangeira em Hollywood. O anúncio dos indicados da edição 2021 já foi feito (e você encontra a lista completa no CinePOP). A cerimônia ocorre daqui a dez dias, em 28 de fevereiro. Pensando nisso, resolvemos relembrar o passado, já que a história é muito importante, e revisitar os longas lembrados para nomeações de 40 anos atrás. Vem com a gente por esta verdadeira estrada da memória – tendo em mente que muito (ou quase tudo) que aparece no Globo de Ouro, se repete no Oscar.
Gente como a Gente
Drama premiado. Robert Redford é quem comanda a realidade cruel de uma família.
Aqui a dobradinha Globo de Ouro / Oscar se repetiu. O drama dirigido por Robert Redford, que olha de forma honesta e escancarada nos bastidores de uma família da classe média norte-americana tentando se reconstruir após a tragédia da perda acidental de um de seus filhos, venceu na categoria de filme drama e seguiu para arrebatar o Oscar de melhor filme igualmente – além de outras 4 estatuetas do careca dourado. Voltando ao Globo de Ouro, Gente como a Gente foi o grande vencedor da noite, com vitórias de melhor diretor para Redford, melhor atriz em filme de drama (Mary Tyler Moore), ator coadjuvante (Timothy Hutton) e ator revelação (categoria extinta) igualmente para Hutton. Além disso, recebeu indicações de melhor ator (Donald Sutherland), um segundo coadjuvante (Judd Hirsch) e roteiro.
O Destino Mudou Sua Vida
Carrie solta a voz. Sissy Spacek ganhou todos os prêmios como a Rainha da música Country.
Biografia musical da cantora Loretta Lynn, saída de uma origem humilde como “filha de carvoeiro de mina” (daí o título original da obra) até ascender para se tornar a Rainha da Música Country, título pelo qual ficaria conhecida. Quem interpreta Lynn é Sissy Spacek numa performance tomada, quatro anos após ter dado vida à Carrie – A Estranha. O filme levou para casa o prêmio de melhor longa de comédia ou musical, além de um prêmio de melhor atriz na mesma categoria para a protagonista Spacek, e nomeações para Tommy Lee Jones e Beverly D’Angelo como ator e coadjuvante respectivamente. No Oscar, Spacek também levou uma estatueta, e o filme foi indicado na categoria principal arrastando outras cinco nomeações.
Touro Indomável
Os bons companheiros do boxe. Robert De Niro, Martin Scorsese e Joe Pesci juntos pela primeira vez.
Nenhum outro indicado do ano, seja no Globo de Ouro ou Oscar, resistiria tanto ao teste do tempo e ficaria tão famoso quanto Touro Indomável, considerado uma das grandes obras-primas da filmografia do mestre Martin Scorsese (para vermos que a justiça pode ser feita com o passar dos anos). Todo produzido em preto e branco esta é uma biografia, mas uma de esporte, focada na vida pessoal e carreira do pugilista destemperado Jake LaMotta, um verdadeiro animal dentro e fora dos ringues. Quem dá vida ao sujeito é Robert De Niro, concretizando uma das melhores parcerias da história da sétima arte entre um ator e um diretor. Ainda um dos filmes preferidos do grande público de todos os tempos, Touro Indomável foi indicado ao Globo de Ouro de melhor filme drama, roteiro, diretor (Scorsese), ator coadjuvante (Joe Pesci), atriz coadjuvante e revelação (ambos para a então novata Cathy Moriarthy), mas só levou o de ator principal para De Niro. Prêmio de atuação que viria a se repetir no Oscar somado ao de edição. O filme, é claro, foi nomeado igualmente pela Academia e obteve outras cinco indicações por lá também.
O Homem Elefante
Jason que lute. Antes de Sexta-Feira 13 – Parte 2, outro homem deformado usava um saco na cabeça.
Seguindo pela categoria de Drama, este é o único filme de 40 anos atrás que chega a altura de rivalizar um pouco com o item acima em termos de manter a popularidade até hoje. Igualmente em preto e branco, e igualmente uma biografia, o filme do cultuado David Lynch aborda a vida de John Merrick, um homem extremamente deformado, tratado como aberração e atração de circo, que encontra em um médico a bondade que nunca teve, pela primeira vez sendo considerado um ser humano. John Hurt e Anthony Hopkins interpretam respectivamente o monstro e o médico. O Homem Elefante recebeu indicações de melhor filme drama, diretor (Lynch), ator (Hurt) e roteiro, mas saiu de mãos abanando. No Oscar, o “prejuízo” foi maior, com um total de 8 indicações, incluindo melhor filme, e nenhuma vitória. Seu maior prêmio foi a ressonância.
Tess – Uma Lição de Vida
Polanski apresenta Nastassja Kinski, então com 17 aninhos, ao mundo no drama épico Tess.
Curiosamente, o quinto longa a ser indicado ao Oscar de melhor filme, no Globo de Ouro não emplacou na categoria principal, sendo nomeado para o prêmio de produção estrangeira, o qual venceu. Na mesma categoria ainda se encontravam indicadas produções de prestígio, vide Kagemusha: A Sombra de um Samurai (de Akira Kurosawa), O Último Metrô (de François Truffaut) eBreaker Morant (de Bruce Beresford). Dirigido por Roman Polanski, Tessé uma coprodução entre França e Reino Unido, falada em inglês, que narra as desventuras românticas e dramáticas de uma jovem camponesa na Inglaterra da Era Vitoriana (baseada num romance de Thomas Hardy). Além de filme estrangeiro, o longa levou o prêmio de revelação para a protagonista Nastassja Kinski (então com 17 aninhos) e foi indicado para diretor (Polanski) e atriz de drama (Kinski).
Apertem os Cintos, O Piloto Sumiu
A comédia marcante tira sarro dos filmes catástrofe da década de 70.
Sim, meus amigos, a comédia icônica da década de 1980 que deu origem ao subgênero dos filmes-paródia emplacou no Globo de Ouro de 40 anos atrás sendo indicado ao prêmio de melhor filme de comédia ou musical. O longa, é claro, é uma grande sátira dos filmes catástrofe que dominaram Hollywood na década de 1970, o mais óbvio sendo Aeroporto. Sucesso de crítica e público, Apertem os Cintos…foi lembrado apenas na categoria citada, o que não deixa de ser um grande feito para um filme escapista.
Fama
Antes dos musicais nos palcos, da série de TV e do filme de 2009, Fama teve seu início aqui.
Na mesma categoria de comédia ou musical, temos agora um drama… bem… musical, é claro. Dirigido por Alan Parker, Fama é igualmente icônico, ecoando na cultura pop até hoje. Por ter gerado uma série de TV (1982-1987), um musical nos palcos (iniciado em 1988) e um remake (2009), muitos confundem sua verdadeira origem, mas tudo começou aqui, nesta produção cinematográfica. A trama é uma crônica das vidas de jovens estudantes colegiais de Nova York donos de talentos nas artes performáticas. No elenco, a cantora Irena Cara. Fama levou o Globo de Ouro de melhor canção (com a música tema Fame) e foi indicado para melhor filme de comédia ou musical, atriz na mesma categoria (Cara) e trilha sonora. O longa também chegou até o Oscar.
O Substituto
Um verdadeiro lord do cinema. O eterno Lawrence da Arábia vive um vigarista na indústria dos filmes.
Aqui, pulamos de volta para a categoria de filme drama. The Stunt Man no original (ou O Dublê) traz o saudoso Peter O’Toole como um fugitivo adentrando um set de filmagens e aceitando o emprego como dublê em uma produção. O Substituto levou o prêmio de melhor trilha sonora, e foi nomeado aos prêmios de melhor filme drama, ator em drama (O’Toole), diretor (Richard Rush), roteiro e revelação (Steve Railsback). O filme é outro que chegou até o Oscar em algumas categorias.
A Nona Configuração
Loucuras num castelo. Parece comédia, mas é mais um terror elogiado do criador de O Exorcista.
Fechando os filmes da categoria de drama, temos… um terror! Tido por muitos como a continuação não oficial de O Exorcista (1973), tudo porque aqui temos o mesmo autor responsável por trás de tudo, William Peter Blatty. O filme é baseado em seu próprio livro, e Blatty adapta o roteiro e assume a direção. Isso que é mão na massa. A trama mostra um ex-militar chegando para administrar um hospital psiquiátrico localizado em um castelo. Lá, o sujeito irá utilizar de métodos pouco convencionais com seus pacientes. A Nona Configuração levou o Globo de Ouro de melhor roteiro, e foi indicado para melhor drama e ator coadjuvante (Scott Wilson).
Melvin e Howard
Antes de ser a professora Clara Clayton em De Volta para o Futuro 3, Mary Steenburgen estava ganhando prêmios aqui.
Dirigido pelo saudoso Jonathan Demme, que viria a marcar seu nome em 1991 ao comandar o suspense máximo O Silêncio dos Inocentes, Melvin e Howard é baseado numa curiosa história real, levada aqui num tom cômico. No filme, Paul Le Mat é Melvin Dummar, um sujeito que ganhou muita notoriedade nos EUA, ao afirmar ter salvado a vida do milionário recluso Howard Hughes em 1967 e como recompensa teria herdado parte de sua fortuna. Mary Steenburgen (a professora Clara Clayton – De Volta para o Futuro III) saiu vitoriosa na categoria de atriz coadjuvante, prêmio que voltou a receber no Oscar daquele ano. O filme ainda foi indicado para ator em comédia ou musical (Le Mat), ator coadjuvante (Jason Robards – que vive Hughes no longa) e, claro, filme de comédia ou musical.
A Sombra de um Ídolo
Peter Gallagher se solta na biografia de um produtor musical de rock.
Fechando os dez filmes principais, chega o quinto item da categoria de comédia ou musical. Dirigido por Taylor Hackford (Ray e Advogado do Diabo), esta é ainda outra biografia musical que fez sucesso com os votantes há 40 anos. Aqui, temos a vida de Bob Marcucci em foco, um famoso produtor/promotor musical de rock, responsável por descobrir talentos da época como Frankie Avalon e Fabian. Além da indicação a filme de comédia ou musical, A Sombra de um Ídolo saiu vitorioso do prêmio de melhor ator na mesma categoria para Ray Sharkey, que vive o protagonista. O ator viria a falecer aos 40 anos de idade, em 1993.
Outros filmes populares de 40 anos atrás que marcaram a edição foram: A Recruta Benjamin(que rendeu indicação para a protagonista Goldie Hawn), Como Eliminar Seu Chefe(indicação para Dolly Parton e canção), Cowboy do Asfalto (Debra Winger), O Império Contra-Ataca (trilha sonora), Gigolô Americano (Trilha Sonora e canção) e Em Algum Lugar do Passado(Trilha Sonora).
Séries de TV
Taxi marcou época e revelou diversos atores consagrados, como Danny Devito e Chrisopher Lloyd.
Voltando 40 anos no passado, dentre as séries de comédia mais populares a emplacar no Globo de Ouro, a grande vitoriosa foi Táxi(1978-1983), sobre o dia a dia de uma equipe de motoristas de táxi de uma companhia de Nova York e seus administradores. O programa cômico muito influente serviu para revelar atores como Danny DeVito, Tony Danza, Christopher Lloyd e o humorista excêntrico Andy Kaufman. M*A*S*H*, outra comédia a emplacar na premiação da época, é a adaptação para a TV do filme homônimo de Robert Altman sobre a equipe de um hospital na Guerra da Coreia lidando através de muito humor com a situação traumática. O seriado, sem qualquer envolvimento do diretor, fez enorme sucesso e durou nada menos que 11 temporadas.
Scorsese esteve aqui. Alice Não Mora Mais Aqui vira a comédia para a TV Alice.
Ainda falando de versões televisivas para obras cinematográficas presentes no Globo de Ouro de 40 anos atrás, Alice adapta um dos primeiros longas da carreira do diretor Martin Scorsese, Alice Não Mora Mais Aqui (1974), filme que trazia Ellen Burstyn na pele da personagem título, uma mulher viúva recente lutando para dar uma vida melhor à filha, com sonhos de se tornar cantora, enquanto trabalha como garçonete num restaurante. Na série, com uma pegada mais cômica, Alice é vivida por Linda Lavin. O programa durou nada menos que 9 temporadas (de 1976 a 1985). Curiosamente, Alice gerou um spin-off intitulado Flo (que durou apenas 2 temporadas), sobre uma das funcionárias montando seu próprio restaurante – este programa também foi indicado no mesmo ano em algumas categorias.
Richard Chamberlain em suas desventuras pelo Japão feudal em ‘Shogun’.
Na categoria de séries de drama, a grande vitoriosa foi Shogun que, com apenas 5 episódios, hoje é considerada uma minissérie (na época tais categorias não eram divididas). Na trama, Richard Chamberlain é um navegador britânico que se torna igualmente um jogador e um peão no complexo jogo político do Japão feudal. Fora Shogun, dois programas pra lá de emblemáticos também marcaram presença na cerimônia de 40 anos atrás do Globo de Ouro. Séries estas que fizeram parte da infância de muitos devido à suas constantes reprises na TV aberta brasileira.
A icônica Dallas quase virou filme com John Travolta e Jennifer Lopez.
A primeira é Dallas (1978-1991), sobre o barão do petróleo texano J.R. Ewing (Larry Hagman), seu clã, desafetos profissionais e pessoais. Dallasquase virou filme há um tempo atrás com John Travolta no papel de J.R. e Jennifer Lopez como sua esposa sofredora Sue Ellen.
Milionários, detetives e aventureiros, o Casal 20 marcou época.
A outra, igualmente famosa, é Casal 20 (Hart to Hart), que durou 5 temporadas, de 1979 a 1984. A trama traz as desventuras da dupla de detetives amadores, o casal de milionários Jonathan e Jennifer Hart (vividos respectivamente por Robert Wagner e Stefanie Powers). O programa foi criado pelo icônico autor Sidney Sheldon.
Em uma entrevista ao The Movie Crypt, o diretor Corin Hardy (‘A Maldição da Floresta‘) revelou alguns detalhes de ‘A Freira‘, o novo capítulo do universo Conjuring, destacando sua preferência pelos clássicos efeitos práticos.
“Eu venho de uma época que tinha grande amor por efeitos práticos. Não é apenas nostálgico, é uma questão de ser real e tangível, e você pode iluminá-los em frente da câmera se eles estão lá, você pode tocá-los, as pessoas podem vê-los, e você pode deixá-los molhados e eles têm uma aparência ótima. Tudo isso você pode fazer com CGI, mas exige tanto trabalho para fazê-lo de forma certa.
Sobre o uso de CGI, Hardy acredita que precisa ser feito de forma inteligente.
“Eu sempre digo ‘Vamos fazer tudo o que pudermos de verdade, incluindo truques com a câmera, e então usar CGI de uma forma bonita, original, como uma ferramenta invisível’.”
‘A Freira‘ teve seu lançamento adiado em alguns meses. A Warner Bros. moveu a data de 13 de julho de 2018, para 7 de setembro desse mesmo ano. Ainda não foi divulgada a data de lançamento no Brasil.
Confira a sinopse:
Quando uma jovem freira que vive enclausurada em um convento na Romênia comete suicídio, um padre com um passado assombrado e uma noviça prestes a fazer seus votos finais são enviados pelo Vaticano para investigar o caso. Juntos, eles desvendam o segredo profano da ordem. Arriscando não só suas vidas, mas também sua fé e suas almas, eles confrontam a força malévola que assume a forma da mesma freira que aterrorizou o público em “Invocação do Mal 2”, à medida que o convento se torna um horripilante campo de batalha entre os vivos e os amaldiçoados.
Também foi divulgado um vídeo do Blu-ray de ‘Annabelle: A Criação do Mal’ que traz as primeiras cenas do terror, confira à partir dos 4:18 do vídeo abaixo:
O terror amador ‘Amityville‘, que não tem nenhuma conexão com a franquia original, ganhou o primeiro trailer… que bizarramente tenta copiar o clássico ‘A Bruxa de Blair‘.
Confira:
O longa foi dirigido pela dupla Chuck Morrongiello e Karolina Morrongiello, que também estrela a produção.
Na trama, Charlie e Buzi são entusiastas dos fantasmas fascinados pela lenda da estrada mais assustadora da América, o Monte. Miséria Road. O casal continua sua aventura na floresta até perceberem que entraram no redemoinho de atividades paranormais.
A 2ª temporada de série de terror ‘NOS4A2‘, baseada no romance homônimo de Joe Hill, ganhou as primeiras imagens promocionais.
Confira:
O novo ciclo será lançado no dia 1º de junho.
A segunda temporada se passará 8 anos após os eventos da primeira.
Confira a sinopse oficial:
“Vic McQueen continua ainda mais determinada em destruir Charlie Manx. Charlie, tendo enfrentado sua própria mortalidade, está em busca de vingança. Dessa vez, ele vai atrás da pessoa mais importante para a Vic – seu filho de oito anos, Wayne. A corrida pela alma do Wayne coloca ambos em rota de colisão, forçando-os a confrontar erros do passado para garantir o futuro da criança.”
A série é estrelada por Zachary Quinto (‘American Horror Story’) e Ashleigh Cummings (‘Predadores do Amor’).
A Paris Filmes divulgou um novo clipe da sequência de ‘Turma da Mônica – Lições‘.
Confira:
A sequência será lançada nos cinemas no dia 24 de junho de 2021.
Em ‘Turma da Mônica – Lições’, adaptação da graphic novel homônima, escrita e desenhada pelos irmãos Vitor e Lu Cafaggi, os amigos Mônica, Cebolinha, Cascão e Magali precisam, desta vez, encarar as consequências de um erro cometido na escola e os desafios da passagem da infância para a adolescência. Para esta nova aventura, a turma ganha a companhia de mais personagens já conhecidos e queridos do universo clássico do Mauricio de Sousa.
“Preparem os lenços porque “Turma da Mônica – Lições” será um filme ainda mais lindo e emocionante que “Laços”. O sucesso do primeiro só demonstra que o brasileiro dá valor aos seus personagens e histórias. E é com muita alegria que elenco e equipe estão reunidos de novo para a sequência, que vai ter muitas surpresas e vários personagens novos. E podem esperar mais filmes do universo Mauricio de Sousa em breve porque não vamos parar por aqui”, revela o diretor Daniel Rezende.
Daniel Rezende (‘Bingo: O Rei das Manhãs‘) volta a dirigir.
O thriller ‘Códigos Ocultos‘ ganhou trailer legendado.
Confira:
Koldo Serra (‘La Casa de Papel’) é responsável pela direção.
Ameaçada por um assistente social corrupto, uma mãe desesperada vai ao banco pedir um empréstimo para recuperar sua filha. O local é invadido por bandidos num assalto e ela fará de tudo para sair com o dinheiro de lá o mais rápido possível.
Emma Suárez, Nathalie Poza e Hugo Silva estrelam a produção.
No Brasil, o longa será lançado direto em VOD pela California Filmes.
De acordo com o Puck, a Warner Bros. está considerando um lançamento exclusivo nos cinemas para a adaptação de ‘Batgirl‘, o que reflete diretamente nas mudanças de comando do estúdio.
O site afirma que o sucesso de ‘Batman‘, que já arrecadou sólidos US$ 754.3 milhões mundialmente, foi fundamental para a mudança de estratégia de futuros lançamentos. Além disso, a estreia tradicional nas telonas irá ajudar a acalmar as críticas sobre a Warner enviar personagens como ‘Batgirl‘ e ‘Besouro Azul‘ direto para a HBO Max, enquanto ‘The Flash‘ e ‘Batman‘ são lançados nos cinemas.
A decisão gerava controvérsia por abrir o debate sobre produções com protagonistas não caucasianos não recebendo a mesma atenção do estúdio – o que também inclui personagens poucos conhecidos pelo público.
Leslie Grace estrelará a produção como a Barbara Gordon/Batgirl. O elenco ainda contará com J. K. Simmons (James Gordon), Brendan Fraser (Vagalume), Jacob Scipio (Anthony Bressi), Ivory Aquino (Alysia Yeoh), Rebecca Front, Corey Johnson e Ethan Kai.
Michael Keaton reprisará seu papel como Bruce Wayne/Batman, do filme de 1989.
Bilall Fallah e Adil El Arbi (‘Bad Boys para Sempre’) serão responsáveis pela direção.
De acordo com o Deadline, Sadie Sink (‘Stranger Things’) vai estrelar o filme ‘O’Dessa‘, que está sendo descrito como um musical pós-apocalíptico.
Além de dirigir, Geremy Jasper também será responsável pelo roteiro.
“Ambientada em um futuro pós-apocalíptico, a trama segue uma jovem fazendeira em uma jornada épica para recuperar uma querida herança de família. Sua jornada a leva para uma cidade estranha e perigosa, onde ela encontra o amor de sua vida. Mas, para salvar a alma dele, ela deve colocar o poder do destino e da música ao maior de todos os testes.”
A produção contará com músicas originais escritas e produzidas por Jasper e Jason Binnick.
“Nós estamos muito animados em colaborar novamente com o Geremy,” declararam os presidentes da Searchlight, Matthew Greenfield e David Greenbaum. “Em ‘O’Dessa’, ele trará sua energia extraordinária e visceral para um público completamente novo.”
As filmagens estão programadas para começarem em maio, na Croácia.
Em entrevista ao Entertainment Tonight, Brie Larson (‘O Quarto de Jack’) comentou sobre o possível retorno da Capitã Marvel no Universo Cinematográfico da Marvel após o filme ‘As Marvels‘.
A atriz indicou que sua personagem irá retornar no futuro do MCU.
“Eu não quero que a Marvel venha atrás de mim, mas posso revelar que há algo [para a Capitã Marvel no futuro do MCU]. Definitivamente há algo que eu gostaria de falar, mas não tenho permissão.”
Ela completa, “Acredito que há a Carol Danvers tem muita profundidade. Sinto que a chance de participar de uma equipe despertou algo nela, e eu amo que isso aconteceu com ela.”
Fracasso nos cinemas, ‘As Marvels‘ registrou a menor estreia da história do MCU, com US$ 110.3 milhões arrecadados nas bilheterias mundiais em seu primeiro final de semana
Nos EUA, o filme também teve a PIOR abertura da história do Universo Cinematográfico Marvel com apenas US$ 47 milhões nos primeiros três dias, começando com US$ 21.3 milhões na sexta-feira.
Isso significa que o filme arrecadou menos que os US$ 55.4 milhões feitos por ‘O Incrível Hulk‘ em 2008, quando o MCU ainda estava começando.
Confira a nossa crítica:
O longa já está em exibição nos cinemas nacionais!
De acordo com o Deadline, Myha’la foi confirmada no elenco do terror ‘They Will Kill You‘ (Eles Irão te Matar, em tradução literal), que está sendo desenvolvido pela New Line.
Ela se juntará aos atores Zazie Beetz (‘Deadpool 2’), Patricia Arquette (‘Medium: A Paranormal’), Heather Graham (‘Do Inferno’) e Tom Felton (‘Harry Potter’), previamente anunciados.
A trama segue uma mulher que responde a um anúncio para ser governanta em um edifício residencial glamoroso na cidade de Nova York. No entanto, após alguns desaparecimentos misteriosos, logo se torna aparente que o arranha-céu está sob o controle de um culto satânico…
Kirill Sokolov (‘Morra!’) será responsável pela direção.
Além de comandar a produção, ela também assina o roteiro ao lado de Alex Litvak.
As filmagens estão programadas para serem iniciadas no próximo mês.
Andy e Barbara Muschietti servem como produtores através de Nocturna Pictures.
A produção, que já está renovada para a segunda temporada, estreará no serviço de streaming no dia 14 de maio.
A série foi criada por Barbie Kligman.
Depois que uma lesão cerebral apaga os últimos oito anos de sua vida, Amy deve navegar em um mundo desconhecido, onde ela não se lembra dos pacientes que tratou, dos colegas que traiu, da alma gêmea de quem se divorciou, do homem que agora ama e da tragédia que a afastou de todo mundo. Ela só pode contar com sua filha distante de dezessete anos, de quem ela se lembra quando tinha apenas nove, e com um grupo de amigos dedicados, enquanto luta para continuar praticando a medicina, apesar de ter perdido quase uma década de conhecimento e experiência.
Omar Metwally, Amirah Vann, Jon-Michael Ecker, Anya Banerjee, Scott Wolf, Patrick Walker e outros também fazem parte do elenco.
A A24 divulgou o novo trailer do terror sobrenatural ‘Undertone‘.
A trama segue a apresentadora de um podcast sobre o paranormal que se muda para a casa de sua mãe doente para cuidar dela. Quando recebe gravações de áudio de um jovem casal grávido vivenciando ruídos sobrenaturais, ela percebe que a história da mulher espelha a sua própria.
Desde que a Universal Studios comprou a DreamWorks Animation há o desejo de trazer de volta uma das animações mais divertidas e amadas ao redor do mundo, ‘Shrek’.
E o projeto que parecia estar adormecido desde o ano passado, quando o novo roteirista foi anunciado, parece estar ganhando corpo. Michael McCullers finalizou e já entregou seu roteiro de ‘Shrek 5’ aos produtores e em conversa ao site CinemaBlend, a retomada do personagem promete uma reinvenção bem pessoal:
“Eu terminei aquele roteiro e eu amei muito, muito, mas muito mesmo. É realmente algo pessoal para mim. Tem uma grande reinvenção por trás dele que eu acho que não posso revelar, mas desde que a DreamWorks foi vendida para a Universal naquela época por US$ 3 milhões, eu imagino que eles estão particularmente interessados em dar um passo à frente e de fato descobrir o futuro da franquia deste jeito em nível corporativo”.
McCullers também admitiu que as mudanças foram um aspecto crucial demandado pelo estúdio para a construção do novo roteiro:
“A reinvenção foi meio que solicitada. Existem quatro filmes e muito material, então os personagens são muito amados e são excelentes, mas você também tem que pensar em uma abordagem bem nova nesse determinado momento”.
‘Shrek‘ teve quatro filmes lançados no cinema, que arrecadaram US$ 3 bilhões mundialmente. Além deles, dois especiais lançados direto em vídeo, de Natal e de Halloween, e um spin-off focado no ‘Gato de Botas‘.
Inicialmente, eram previstos cinco longas, mas a má recepção do terceiro e do quarto filme fizeram a Dreamworks pausar a produção.
‘Shrek Para Sempre‘ foi lançado em 2010 e arrecadou US$ 238 milhões nos EUA, pior arrecadação da franquia – sem levar em consideração os US$ 149 milhões arrecadados pelo spin-off do ‘Gato de Botas‘.
‘Star Wars: Os Últimos Jedi’ trouxe alguns aspectos que surpreenderam as audiências. Algumas gostaram, outras não, o que acarretou em uma série de críticas e reações inflamadas na internet.
E o cineasta Rian Johnson falou abertamente sobre o assunto com o site /Film, afirmando que não tinha noção da proporção das críticas, tão pouco de seu teor.
Sem criticar os chamados haters, ele pontuou que chegou a se questionar sobre seu próprio trabalho, passando por um breve momento sombrio:
“O mais louco de tudo isso é que eu não tinha ideia da perspectiva que esses tuítes abordavam. Eu não tinha noção do quão grande este grupo de pessoas era, muito menos sobre os motivos que os haviam deixados tristes. Nas semanas seguintes ao lançamento, eu pude me contextualizar e me senti bem melhor sobre isso. Mas no começo, naquele momento que tudo surgiu, eu só pensava: Oh Deus, será que todo mundo odeia o filme? Será que eu arruinei tudo? Eu estava errado?. Eu tive uma hora bem sombria na minha alma, justamente porque eu não sabia qual era a razão daquelas reações”.
O astro britânico Idris Elba foi eleito o homem mais sexy do mundo, pela revista norte-americana People. O anúncio foi feito na última segunda-feira (06), no talk show The Tonight Show with Jimmy Fallon.
A revelação vem acompanhada da mais nova edição da publicação, que traz Elba estampando uma bela capa, que também fora compartilhada por ele mesmo em sinal de agradecimento.
Na ocasião, o ator ainda convocou os fãs a exercerem a cidadania, votando nas eleições de meio de mandato
Confira:
Who’d have thought it! Thank you @people & all the fans for naming me #SexiestManAlive. Don’t forget to grab your issue this week https://t.co/WI7eWfXOPB. I’m honoured & thankful. What’s even more important is your vote in the midterm elections. Your vote can make a difference!👊🏾 pic.twitter.com/TBQapjxJsT
“Quem diria! Obrigado People e todos os fãs que nomearam como o Homem Mais Sexy. Não se esqueça de comprar sua edição nesta semana. Estou honrado e agradecido. O que é ainda mais importante é seu voto nas eleições de meio de mandato. Seu voto pode fazer a diferença!”
Crescimentos explosivos, trocas de coleções quase que semanalmente e preços incrivelmente tentadores. Lojas como a Forever 21, Zara, H&M e até mesmo a Renner, C&A e Riachuelo cresceram de maneira vertiginosamente com ofertas irresistíveis, roupas que seguem a tendência atual e valores bem irrisórios – quando comparados àquelas pequenas, médias e enormes boutiques. Mas qual seria o genuíno valor das peças comercializadas? Sua origem é socialmente responsável ou estaríamos nos vestindo com roupas que custaram a vida de mulheres asiáticas, que trabalham em galpões mal arejados e ganham o minúsculo valor de US$ 1,30 por hora trabalhada? Greed vem às telonas para responder a essas e tantas outras perguntas, se apropriando de uma narrativa semelhante a do documentário The True Cost, acrescentando o tom ideal de ironia, sarcasmo e sátira, em uma comédia dramática que, no final das contas, é um baita soco na boca do estômago.
Na trama dirigida por Michael Winterbottom e co-escrita por ele e Sean Gray, toda a questão de como as lojas de fast fashion lidam com suas produções de roupa é vista pela ótica mais parcial possível, por razões óbvias. Ao invés de direcionar nossos olhos – inicialmente – para as agravantes condições insalubres de trabalho das mulheres que passam seus dias costurando roupas que serão vendidas por uma média de US$ 30,00, o filme segue a premissa de seu próprio nome: segue os rumos da ganância, nos apresentando o implacável Steve Coogan como um magnata bilionário que é dono de uma loja de departamentos que compete diretamente com as concorrentes estrangeiras apresentadas logo acima. Aqui, em uma tentativa fracassada de defender seu modelo de negócio – marcado por negociações vorazes com donos de galpões de costura, que acarretam naqueles precinhos pechinchas que vemos nas vitrines das lojas -, ele é um homem sem escrúpulos, profundamente vaidoso e sagaz em sua essência.
Sua atuação é a mais pura e impecável definição de troglodita grotesco e por meio de sua caracterização, Greed ainda nos apresenta ao seu peculiar círculo familiar e de amigos, a partir de uma narrativa que começa sua jornada em seu aniversário de 60 anos. Enaltecendo, com muita ironia e sarcasmo, a excentricidade que bilionários como ele possuem, a produção faz escorrer pelas telas uma soberba sem precedentes, é uma crítica direta aos verdadeiros sócios fundadores da Zara, Forever 21 e H&M e faz um contraste desconfortável entre a realidade daqueles que costuram roupas estilosas e aqueles que sequer as usam, mas sabem fazer uma fortuna imensurável com cada um dessas peças.
A extravagância inquietante do drama ainda é incorporada pelas atuações de um elenco que se entrega aos personagens, revelando genuínas personas detestáveis e chocantes, tamanha a falta de bom senso social e econômico. Aqui, Isla Fisher e Asa Butterfield complementam o trabalho de Coogan, como coadjuvantes que sabem se destacar diante do grande ator, dominando suas cenas com precisão e amargor. Sem o filtro ético que definiria os verdadeiros princípios que uma pessoa digna deveria ter, todos eles são fragmentos da causa e da extensão de uma série de injustiças mundiais, apresentadas com maestria em seu roteiro, que faz um contraste ensurdecedor entre a suntuosa festa de aniversário inspirada em deuses gregos e um grupo generoso de imigrantes instalados na praia, em frente à mansão. Vítimas das crises políticas e econômicas de seus países, eles pelejam em barracas alojadas na bela costa praiana, sendo engolidos pelo visual estarrecedor de um evento que emana luxo, poder e dinheiro.
Divertido e confrontador, Greed é uma experiência cinematográfica chocante, cujo impacto se comunica mais diretamente com consumidores de fast fashion. Explorando uma dura realidade esquecida até mesmo por celebridades, que no passado se associaram a essas marcas com coleções especiais (como é o próprio caso da Gisele Bündchen, que já estampou uma parceria com a H&M no passado), o filme faz duras críticas ao modelo contemporâneo de trabalho escravo adotado por essas lojas. Usando o sarcasmo como o filtro que visa colocar toda a audiência em posição de alerta e análise, o longa nos leva a nos questionarmos a respeito de nossas escolhas quando o assunto é moda. Entrelaçando seus personagens de forma madura, a narrativa cresce de maneira caótica, performática e excêntrica ao extremo, justamente com o objetivo de mostrar o nível de surrealismo que essa pequena parcela mais rica do mundo cria ao seu redor, a ponto de – eventualmente – se tornar vítimas de sua própria e sufocadora ganância.
Progressiva e construtiva, a produção ainda conta com uma trilha sonora revigorante, que passeia pelas décadas de 70, 80, 90 e 2000, ajudando a compor o teor cômico e irônico de seu roteiro. Com uma direção simples, Greed culmina com um final que é um genuíno soco na boca do estômago. Clamando por justiça sócio econômica para uma das áreas mais enriquecedoras, a comédia dramática diverte quando necessário, mas não se esquiva de sua responsabilidade denunciante, fazendo de toda sua trama uma desconfortável reflexão mental e emocional sobre o que acharíamos de consumir roupas de maneira tão irresponsável, se o verdadeiro preço fosse a vida de alguém que amamos.
Entre alegóricos espetáculos circenses, existem histórias pouco narradas. Abafadas por grandiosas jaulas que restringem toda a sua liberdade, muitos animais selvagens viveram seus dias distantes do seu habitat natural, para o puro entretenimento humano. Essa dura realidade, que se estendeu por séculos, ganha uma percepção diferente pela ótica de O Grande Ivan, nova aventura dramática original do Disney+. Produzida também dublada por Angelina Jolie, a produção resgata a história verídica de um gorila criado como gente, que surpreendeu o mundo por sua apaixonante habilidade artística. E aqui, em uma paráfrase da vida real, Ivan desenha o sonho de uma vida colorida que lhe fora negada desde a sua infância.
Como um conto mais simbólico e metafórico para encantar o público infantil, o livro escrito por K. A. Applegate, na qual o drama é baseado, visa trazer uma visão mais fantabulosa daquilo que um dia realmente estampou as manchetes dos jornais norte-americanos. Dando voz e cor aos anseios de Ivan e de sua trupe de colegas bichanos que também se apresentavam no circo de um shopping, a trama visa contar a história pela perspectiva de quem a viveu na pele. E se apropriando do antropomorfismo como a linguagem ideal para tal, o roteirista Mike White traz as páginas literárias à vida, em uma produção capaz de cativar até mesmo o coração mais insensível.
Sob a habilidosa direção de Thea Sharrock, animais em CGI e humanos interagem entre si, em um espetáculo visual que é de encher os olhos. Detalhista desde a construção dos traços e linguagem corporal dos bichanos à expressividade facial que beira um realismo impressionante, O Grande Ivan é grandioso em absolutamente tudo e conta com um elenco poderoso de dubladores, composto por Sam Rockwell, Brooklynn Prince, Chaka Khan, Danny DeVito, Helen Mirren e Phillipa Soo. Conquista os pequenos mediante dinâmica entre os personagens que formam a atração do circo e cativa os adultos pela elaborada reflexão que alicerça o filme do começo ao fim. Em essência, o longa feito para todos e traz uma mensagem poderosa para cada um dos tipos de público.
Fazendo um hibridismo entre a leveza do humor sem censura com um drama particular que envolve relações familiares rompidas e problemas genuínos da vida real (como crise financeira), a produção é uma combinação equilibrada e quase impecável entre o drama, o espírito aventureiro e até mesmo o fator documental. Projetando os seus holofotes para a pontual questão de enjaulamento de animais selvagens para fins lucrativos, O Grande Ivansegue atual em toda sua abordagem, à medida que ainda explora o evidente problema que os circos passaram a enfrentar quando olhos do mundo voltaram-se para a atrocidade que era forçar animais selvagens a performaram espetáculos espalhafatosos.
Sensível e delicado do começo ao fim, o filme ainda consegue desenvolver habilmente as complexas camadas do protagonista vivido por Bryan Cranston. Aqui, ele dá vida a Mack, um homem que guarda um passado dolorido e vive um presente solitário, fazendo da sua maior alegria o ato de alegrar os outros com seu circo animalesco. Aquém ao problema socioambiental que seu trabalho exerce, ele é uma figura repleta de camadas, mais percebidas pela audiência mais adulta. Nem vilão e nem mocinho, ele é um homem que faz o que pode com o que possui e conquista o público por profundidade emocional e relacional em tudo que faz. Sob a caracterização do premiado Cranston, o que poderia ser um personagem sem carisma e afeição popular, se transforma em uma figura identificável e compreensível.
E essa mesma didática é aplicada em todas as esferas da produção, principalmente na relação humanos-animais. Com uma abordagem perspicaz feita por Sharrock e White, o longa se consolida como uma experiência sinestésica diferenciada. Nos colocando em uma posição privilegiada onde somos capazes de sentir as dores de ambos os grupos de personagens, somos induzidos a uma auto reflexão sobre o nosso papel diante da natureza, conforme nos emocionamos à medida que a trama escalona diante dos nossos olhos. Com uma coloração elaborada que protege o verde de todo o filme – guardando-o apenas para o grande clímax do personagem Ivan, O Grande Ivan é muito mais do que puro entretenimento familiar. É também uma linda aula sobre responsabilidade e sensibilidade socioambiental.
O criador da série Alex Pina confirmou que não há possibilidade de uma 7ª temporada, mas não descartou séries derivadas focadas em outros personagens.
“Foi uma gravação muito complicada, é um gênero de guerra extrema e estamos editando agora a temporada final. Depois que terminarmos assistir e descobrir se realmente existem portas abertas para um spin-off, ou se queremos contar algo mais sobre algum dos personagens. Por enquanto, não decidimos ainda”, afirmou.
O que a morte de [SPOILER] indica para a última temporada de ‘La Casa de Papel’?
Se você clicou nesta matéria você provavelmente já assistiu até o final da primeira parte da quinta temporada de ‘La Casa de Papel’, ou pelo menos não se importa com spoilers, pois vamos falar aqui de muitos detalhes que aconteceram nesta primeira parte do fim. Recado dado, vamos às análises do que a morte de Tokio (Úrsula Corberó) indica para a próxima e última temporada da série do atraco mais famoso do mundo e o que ela significa para a série como um todo.
Narrativa
Desde literalmente o primeiro episódio de ‘La Casa de Papel’ o espectador acompanha a narrativa e o ponto de vista da Tokio sobre os eventos. Embora muitas vezes alguns acontecimentos ocorreram fora de seu alcance (como aqueles passados no QG do Professor), sempre que a trama voltava era através das reflexões da Tokio que seguíamos no enredo. Com sua morte, quem assumirá a narrativa da história? As chances são de que o bastão seja passado para Estocolmo (Esther Acebo) ou Manila (Belén Cuesta), pois ambas têm papel de observador dos acontecimentos e andam ganhando mais espaço nesta temporada, justamente para encerrar a história com uma visão menos passional dos eventos. A Tokio até andou se conectando mais com essas duas na ação desta temporada!
Não se apegue não…
Assim como George Martin, criador de ‘Game of Thrones’, Álex Pina pegou gosto por matar os personagens mais queridos do público (ainda que algumas vezes ele os tenha ressuscitado de alguma forma depois). Aconteceu com Berlim (Pedro Alonso), Nairóbi (Alba Flores), Oslo (Roberto Garcia), Moscou (Paco Tous) e agora a Tokio tem o mesmo destino. Sem contar que até mesmo o doido do Arturito (Enrique Arce) pode acabar tendo o mesmo desfecho, e Helsinki (Darko Peric) não estava muito bem…
E o elenco principal?
Como mencionamos acima, até este momento já nos despedimos de Berlim, Moscou, Oslo e Nairóbi, e Helsinki ficou em uma situação bem crítica. Com a morte de Tokio, basicamente só teríamos Rio (Miguel Herrán), Denver (Jaime Lorente) e o Professor (Álvaro Morte) do elenco original. Para quem bolou um plano perfeito por vinte anos que não oferecia grandes ameaças aos participantes, o resultado final da proposta do Professor acabou se tornando bastante letal, né? Se eles conseguirem tirar o ouro dali de dentro, ele acabará sendo dividido pelos novatos, não pela galera que estava ali desde o primeiro atraco.
Morte épica
Tirando talvez a morte de Moscou (que foi emocionante) e talvez a de Oslo (àquela época o achávamos fofo, mas não houve muito tempo para nos apegarmos ao personagem), as mortes de Berlim, Nairóbi e Tokio foram completamente épicas, bem estilo “o sacrifício do herói”. As tomadas da câmera pegaram os três de frente e de cima, mostrando-os em todo o seu esplendor nos momentos finais. Ambas as três foram sacrifícios para o bem da maioria e tiveram enorme impacto emocional no resto do grupo (e no espectador). Se tem uma coisa que Álex Pina sabe fazer bem é matar seus personagens principais de maneira extremamente dramática e emocionante.
Morte anunciada
Desde o início de ‘La Casa de Papel’ a Tokio já vinha anunciando que não tinha nada a perder, que seu grande amor havia morrido em um assalto, que ela não tinha família nem nada que a prendesse. Isso a tornava uma personagem quase suicida – razão pela qual ela sempre se prontificava a missões complexas que colocava sua vida em risco. Não é de se surpreender que no final das contas ela tenha se prontificado como voluntária numa missão com alto risco de não voltar viva.
Teoria dos fãs
Lá pela segunda temporada alguns fãs começaram a levantar uma teoria interessante, que apontava que o fato de Tokio ser a narradora da série significava que ela seria a única sobrevivente do atraco. Tudo bem que a lista original dos participantes foi bastante reduzida, mas, se a morte dela se confirmar na última parte, isso colocaria em terra esta forte teoria dos fãs – que até então fazia sentido.
Será que morreu mesmo?
Apesar de a gente ter visto a Tokio aparecer com um monte de granada em volta da cintura explodindo junto o Gandía (José Manuel Poga), existe uma chancezinha de ela não ter morrido. Primeiro, que a gente ainda não viu o corpo dela. Segundo, na hora da explosão o chão pode ter cedido e ela pode ter caído no andar debaixo, que o Rio estava furando para tentar salvá-la. Tudo bem que, se ela sobreviver, ficaria em estágio bem, bem crítico, mas existe uma esperançazinha né…
Durante a apresentação dos resultados financeiros do segundo trimestre da Netflix, o co-CEO Ted Sarandos afirmou que a inteligência artificial generativa não deve ser vista apenas como um recurso de economia de custos, mas sim como uma ferramenta para potencializar a criatividade em filmes e séries.
“Acreditamos que a IA representa uma oportunidade incrível para ajudar criadores a fazer filmes e séries melhores, não apenas mais baratos,” declarou Sarandos a analistas de mercado.
Segundo ele, diretores e equipes de produção já estão utilizando IA para pré-visualização, planejamento de cenas e efeitos visuais, inclusive em projetos de orçamento mais modesto.
Sarandos citou como exemplo a série argentina de ficção científica ‘El Eternauta‘, uma produção original da Netflix que acompanha sobreviventes após uma nevasca tóxica devastar Buenos Aires. A série fez uso pioneiro de IA generativa na criação de efeitos visuais complexos, como o colapso de um prédio na capital argentina.
“Usando ferramentas de IA, conseguimos um resultado incrível em velocidade recorde: a sequência foi finalizada dez vezes mais rápido do que seria com efeitos visuais tradicionais”, explicou o executivo.
A produção foi realizada com elenco e equipe inteiramente argentinos, e com um orçamento inferior ao de superproduções de Hollywood — reforçando o potencial democratizador da tecnologia.
O CEO ainda ressaltou que os criadores ficaram empolgados com o resultado, e o mais importante: o público também.
“Essas ferramentas estão ajudando a expandir as possibilidades de contar histórias na tela. E isso é empolgante demais”, concluiu Sarandos.
Na trama, no início dos tempos, quando dinossauros e mamutes ainda vagavam pela Terra, um valente homem das cavernas une sua tribo contra um poderoso inimigo.
Curiosidades:
» Do mesmo diretor de ‘A Fuga das Galinhas’ e ‘Wallace & Gromit: A Batalha dos Vegetais’;
‘Homem-Formiga e a Vespa’ ganha novo pôster internacional. Confira:
O filme também ganhou novos pôsteres dos personagens individuais, destaque para Michelle Pfeiffer, que aparece pela primeira vez com traje da Vespa Original. Confira:
O Reino Quântico que conhecemos em ‘Homem-Formiga’ deve ser parte crucial da trama da sequência, ‘Homem-Formiga e Vespa’, é o que sugerem rumores, além de afirmar que a dupla protagonista estará na caça de Janet van Dyne (Michelle Pfeiffer), a Vespa original, no Reino.
Uma fonte próxima à produção contou que atrama começa com Scott Lang em prisão domiciliar. Ainda se afastando dos eventos da Guerra Civil.
O elenco conta com Paul Rudd, Evangeline Lilly,Lawrence Fishburne como o Dr. Bill Foster, Golias; Walton Goggins como Sonnyburch, Hannah John-Kamen viverá a Fantasma e Randall Park será o Agente Jimmy Woo.
Judy Greer está com seu retorno confirmado. Na adaptação dos quadrinhos, Greer interpreta Maggie, a ex-esposa de Scott Lang e mãe da garotinha Cassie.
A direção é de Peyton Reed, com roteiro de Paul Rudd e Adam McKay.
A estreia de ‘Homem-Formiga e Vespa‘ está marcada para 5 de julho de 2018.
Os anos 1980 ficaram marcados pelo nascimento de diversos clássicos do cinema norte-americano. De Volta Para o Futuro, ET, Robocop, Karatê Kid e muito mais. Além do cinema, a cultura pop em geral era muito forte. Artes plásticas, música, produtos e esporte ficaram cada vez mais populares ao redor do planeta. O mundo iniciava um processo de globalização que não parou mais, até por conta da chegada das novas tecnologias. Nesse meio, houve uma colisão de mundos entre um dos maiores astros do cinema de ação americano com o maior jogador de futebol do planeta.
Com uma trama bastante inesperada, Fuga para a Vitória (1981)uniu em tela Pelé, Sylvester Stallone, Michael Cane e Bobby Moore, astro da Seleção Inglesa. O contexto desse filme é muito interessante, já que Pelé era provavelmente o ser humano mais conhecido do planeta nos anos 1970. Sua passagem pelo New York Cosmos foi fundamental para a consolidação do futebol nos Estados Unidos. Juntamente a ele, Stallone era um astro em ascensão. Seu nome tinha explodido também nos anos 1970, com o sucesso fenomenal de Rocky – Um Lutador. Então, juntar esses dois ícones de mundos diferentes em tela não era dos trabalhos mais fáceis.
E mais difícil ainda era encontrar uma justificativa para ter os dois juntos. A solução foi tão estranha quanto criativa. O diretor do filme, John Huston, decidiu colocá-los como prisioneiros aliados de um campo de concentração na Alemanha Nazista. Ao melhor estilo Space Jam, os nazistas, liderados pelo ex-craque da Seleção Alemã, o major Karl von Steiner (Max Von Sydow), decidem fazer um jogo de futebol contra os aliados para poderem usar a vitória como forma de propaganda da superioridade alemã. O que ele não contava é que o capitão John Colby (Michael Caine) também fora jogador de futebol e contava com a ajuda de Luis (Pelé), que vinha de Trinidad e Tobago, e do goleiro Hatch (Stallone). O resultado? Bem, vou deixar para vocês descobrirem no filme.
É interessante destacar que Pelé e Stallone começaram uma grande amizade na produção do filme, e que o Rei do Futebol foi responsável por criar e coreografar todas as jogadas que aparecem no longa. Mas isso não impediu uma discussão sobre protagonismo. Em dado momento da produção, contam as histórias que Stallone teria feito uma pressão para marcar o gol decisivo do jogo. No entanto, após passar a compreender melhor o esporte, o próprio Garanhão Italiano percebeu que não faria sentido nenhum um goleiro marcar um gol decisivo.
Mas a relação dos dois foi tão positiva que nem mesmo a lesão atrapalhou a amizade. Isso porque Stallone decidiu ir fundo no treinamento de goleiros. Ele ficava tentando defender os chutes de Pelé. Em uma dessas tentativas, o brasileiro carregou o pé e lançou um chute explosivo que quebrou um dedo de Sylvester Stallone. Outra pessoa que gostou muito de Pelé foi o diretor John Huston, que o chamou para estrelar A Vitória do Mais Fraco (1983), um filme sobre uma escola que tem sua sobrevivência definida em uma partida de futebol.
Um dos requisitos básicos para uma boa produção audiovisual natalina é que ela tenha um visual recheado de cores, sobreposição de estampas temáticas, muitos objetos que reforcem a data festiva e, se possível, muita neve. Tudo isso tem de sobra em ‘Noelle’, a aposta natalina da plataforma Disney+ que acaba de chegar aos assinantes brasileiros.
Está tudo pronto no Polo Norte para um novo Natal. Desde que o Papai Noel faleceu, o legado de entregar os presentes no dia 24 de dezembro foi transferido ao seu filho, Nick Kringle (Bill Hader), de modo que sua irmã, Noelle Kringle (Anna Kendrick) ficou apenas com a função de fazer cartões decorados e espalhar o espírito do Natal. Mas Nick não se sente nem um pouco pronto e, pra piorar, decide tirar férias às vésperas do grande dia. Então, com a ajuda da Elfa Polly (Shirley MacLaine), Noelle irá atrás do seu irmão em Phoenix, Arizona, para salvar o Natal, mas, no caminho, irá descobrir como é a realidade nas sociedades fora do mundo da fantasia.
‘Noelle’ é um filme voltado para o público infantil, lá pela faixa dos dez anos. É preciso que o espectador considere isso porque por muitas vezes o roteiro de Marc Lawrence tem trechos bastante inocentes, que o público mais adulto poderá achar meio bobo, como o crush da gerente do shopping com o dono da pet shop, extremamente teatral. Por outro lado, a garotada provavelmente ficará vidrada nos efeitos especiais das renas natalinas – mais especificamente na fofuríssima rena filhote chamada Floquinho, que é um desses personagens irresistíveis criados para virar boneco de coleção (alô Disney, leva o meu dinheiro!).
Ainda que seja um filme infantil, o roteiro às vezes dá umas derrapadas na neve derretida e lança umas cenas/diálogos de gosto meio duvidoso (por exemplo, a primeira cena, em que Noelle é criança ainda e vê seu pai, que é o Papai Noel, chegar em casa e, vestido como tal, beijar sua mãe. Quer dizer, se você não sabe o mínimo da sinopse do longa, essa cena de abertura é meio esquisita).
Além disso, os cortes super abruptos de algumas cenas e a intercalação destas com outras que nada acrescentam à trama colaboram para que o espectador demore para engajar na trama (que se desenrola de maneira meio forçada) e para sentir empatia pelos personagens (com exceção da protagonista).
Outro ponto desnecessário é a forma nem um pouco sutil de Marc Lawrence de inserir a merchandising, repetindo insistentemente que toda criança quer ganhar um iPad de Natal. Sobra também uma leve alfinetada ao sistema Amazon, concorrente da Disney no streaming, e sua maneira de entregar presentes via drone sem nenhuma interação interpessoal. Ops!
Deixando a crítica técnica de lado, ‘Noelle’ é um deslumbre natalino, uma superprodução que resgata algumas cenas clássicas da Disney e as coloca com a roupagem natalina. Tem, ainda, uma bela mensagem no final, que faz valer a pena as quase duas horas de duração. Pena que chegou ao Disney+ sem legenda em português brasileiro.
Segundo o The Hollywood Reporter, Kristen Schaal é a mais recente adição ao elenco de ‘Bill & Ted Face the Music’. A atriz é conhecida por dublar Louise Belcher na animação ‘Bob’s Burgers’.
Schaal se junta às previamente anunciadas Brigette Lundy-Paine e Samara Weaving, que foram escaladas para interpretar as filhas dos personagens principais do longa. Lundy-Paine dará vida à Billie Logan, filha de Ted “Theodore” Logan. Ela é mais conhecida por fazer parte do elenco da série da Netflix, ‘Atypical‘. Já Weaving viverá Thea, filha de Bill Preston (Alex Winter). Seu principal crédito foi no longa ‘Três Anúncios Para um Crime‘.
AmyStoch, Hall Landon Jr., Beck Bennett, Kid Cudi, Anthony Carrigan e Jillian Bell completam o elenco.
Nos últimos dias, diversas mensagens crípticas acerca do cancelamento de ‘Kenobi’, série do Disney+ que trará Ewan McGregor de volta ao universo Star Wars como o personagem titular, despontaram nas redes sociais e decepcionaram fãs que aguardavam o spin-off da saga intergaláctica.
Entretanto, segundo fontes próximas ao site ComicBook.com, os rumores sobre a decisão de não seguir em frente com a série foram desmentidos – e os vários tweets que acusavam a Casa Mouse de desistir da produção foram apagados.
Anteriormente, McGregor revelou ao Men’s Journalalguns detalhes sobre a narrativa, indicando que o personagem estará tentando superar a queda da Ordem Jedi.
“Como a história se passa entre ‘A Vingança dos Sith’ e ‘Uma Nova Esperança‘, a Ordem Jedi está desmoronada, será interessante ver como ele irá lidar com esse trauma.”, disse o astro.
Além disso, é de se esperar que a série mostre parte do treinamento do mestre Jedi para se tornar um fantasma da Força, como foi sugerido ao final do ‘Episódio 3′.
Rumores também apontam que Darth Maul deve aparecer, mas ainda não se sabe se Ray Park irá reprisar seu papel como o vilão.
Dirigida por Deborah Chow, ‘Kenobi’ terá seis episódios com 1 hora de duração.
Por enquanto, ainda não há previsão de estreia.
Enquanto isso, vale lembrar que ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.
‘À Espera dos Bárbaros’, novo drama histórico independente estrelado por Johnny Depp, ganhou o primeiro trailer oficial.
Confira:
O longa é dirigido por Ciro Guerra (‘O Abraço da Serpente’).
Em uma pequena província ocidental do Reino Unido vive um magistrado muito dedicado ao seu trabalho. No entanto, quando o Coronel Joll, famoso por seus “interrogatórios” e torturas, chega da capital para investigar os bárbaros, ele começa questionar a sua lealdade em relação ao Império.
Mark Rylance, Robert Pattinson e Greta Scacchi completam o elenco.
‘À Espera dos Bárbaros’ ainda não tem previsão de estreia no Brasil.
Segundo o SlashFilm, Scott Derrickson e C. Robert Cargill irão se reunir para adaptar o aclamado conto ‘The Black Phone’, de Joe Hill, para as telonas.
A Blumhouse supervisionará o projeto. Derrickson (‘Doutor Estranho’) entra como diretor e co-roteiriza a nova versão com Cargill, com quem trabalhou no terror ‘A Entidade’.
Mason Thames e Madeleine McGraw estão cotados para estrelar uma história centrada em um menino sequestrado que recebe uma ligação fantasmagórica de um celular quebrado.
Confira a sinopse oficial:
John Finney está trancado em um porão que está manchado com o sangue de inúmeras outras crianças assassinadas. Lá, com ele, há um telephone antigo, há muito tempo sem funcionar – mas que toca à noite com ligações dos mortos…
O conto foi publicado na aclamada antologia ’20th Century Ghosts’.
Segundo Cargill, ele e Derrickson estão trabalhando na adaptação da narrativa por mais de uma década.
Joe’s short story is amazing. Scott and I have been talking about making it for almost a decade now.
A kidnapped kid. A creepy, soundproofed basement. An ancient, disconnected phone.
A Netflix divulgou através de seu Twitter oficial novas imagens do drama sul-coreano ‘Navillera’.
Confira, junto ao trailer:
Um sonho, idades diferentes. Nessa história emocionante, a dança une mundos opostos quando um senhor de 70 anos quer aprender balé e encontra um jovem de 23 que pode ajudá-lo. Navillera, meu novo drama coreano estrelado pelo Song Kang, chega amanhã. pic.twitter.com/ImdqbtM1eC
Um sonho, idades diferentes. Nessa história emocionante, a dança une mundos opostos quando um senhor de 70 anos quer aprender balé e encontra um jovem de 23 que pode ajudá-lo.
A CW divulgou a promo oficial de “Summer School: Chapter 2”, segundo capítulo da 2ª temporada de ‘Stargirl’.
Na trama, “ainda vigilante para o perigo em Blue Valley, Courtney cria suspeitas acerca de um visitante inesperado que aparece na casa Dugan. Enquanto isso, Barbara e Pat ficam preocupados com a visita de um misterioso colecionador de antiguidades chamado Richard Swift. Cindy coloca seu plano em prática”.
O capítulo será exibido em 17 de agosto.
Confira:
No Brasil, ‘Stargirl‘ é exibida pela Warner Channel, que ainda não divulgou a data de estreia.
Lembrando que a 3ª temporada já foi confirmada!
Criada por Geoff Johns e Greg Berlanti, a série acompanha a história de Courtney Whitmore (Brec Bassinger), uma garota do ensino médio que se junta a um grupo de adolescentes para combater o crime em Los Angeles.
Amy Smart interpreta a mãe da heroína, Barbara. Na trama, ela faz o máximo para ser a melhor provedora para a filha, seu novo marido (Luke Wilson) e seu enteado (Trae Romano).
O elenco também conta com Yvette Monreal, Anjelika Washington, Meg DeLacy, Neil Jackson, Christopher James Baker, e Hunter Sansone.
‘Encanto’ se tornou uma das maiores produções da Walt Disney Studios e, além de ter conquistado 90% de aprovação no Rotten Tomatoes, já ultrapassou a marca dos US$200 milhões nas bilheterias mundiais.
Agora, para promover o longa-metragem, a Casa Mouse divulgou um novo vídeo compilando os dez melhores momentos da animação.
Confira:
Lembrando que a animação já está disponível no serviço de streaming do Disney+!
Jared Bush e Byron Howard (‘Zootopia’) são responsáveis pela direção.
A magia de Encanto abençoou todas as crianças da família com um dom único, desde superforça até o poder de cura – todas as crianças, exceto uma: Mirabel (Stephanie Beatriz). Mas quando ela descobre que a magia em torno da cidade está em perigo, Mirabel decide que ela, a única Madrigal comum, pode ser a última esperança de sua família excepcional.
O longa também traz canções originais de Lin-Manuel Miranda (‘Hamilton’).
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