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‘Hamilton’: Versão cinematográfica chega ao Disney+ sem legenda e dublagem e fãs ficam indignados

Disney+ chegou ao Brasil nesta terça-feira (17) e um dos títulos mais esperados era a versão cinematográfica de ‘Hamilton‘ – aclamado musical da Broadway.

No entanto, os brasileiros que não dominam o inglês terão dificuldades para conferir a produção, uma vez que ela foi distribuída para todo o mercado da América Latina sem legendas em português ou dublagem.

A circunstância é fruto de uma “decisão criativa” tomada pela Disney, conforme revelado pela própria empresa ao portal Filmelier.

A determinação não foi vista com bons olhos por vários assinantes, que expressaram seu descontentamento por meio das redes sociais. No Twitter, muitos internautas compartilharam sua frustração:

No Rotten Tomatoes, o especial abriu com 100% de aprovação da crítica, com nota 9.31/10 baseada em 42 reviews (até o momento). Segundo o consenso geral, “olhe em volta, olhe em volta e veja o quão lindo Hamilton brilha para além da Broadway – e como incrivelmente Thomas Kail captura a energia narcótica do show teatral”.

Confira as críticas:

“É difícil acreditar que Hamilton já foi melhor performada que aqui” – Times (UK).

“O otimismo dessa visão, filtrada através de uma sensibilidade tão generosa quanto a de [Lin-Manuel] Miranda, é inspirador” – New York Times.

“O filme captura as qualidades que fazem de Hamilton algo especial, enquanto acrescentam sabores incríveis por conta própria” – Aisle Seat.

“O musical brilhante de Lin-Manuel Miranda, com sua apresentação íntima e arrepiante, continua nos presenteando” – The Movie Minute.

Hamilton é o tipo de conteúdo que a Disney precisa fazer: educacional, divertido e provocante” – Flickering Myth.

O especial reúne as filmagens de três apresentações ao vivo do espetáculo, feitas nos palcos do Richard Rogers Theatre e não é uma adaptação cinematográfica tradicional, aos moldes do vencedor do OscarOs Miseráveis‘ ou até mesmo do recente famigerado ‘Cats‘.

Hamilton estreou nos teatros off-Broadway em 2015, migrando para Nova York pouco depois dos ingressos esgotarem.

Lin-Manuel Miranda, Leslie Odom Jr., Daveed Diggs, Renee Elise Goldsberry, Christopher Jackson, Jonathan Groff, Phillipa Soo, Jasmine Cephas, Okieriete Onadowan e Anthony Ramos estrelam.

Baseado na biografia de 2004 assinada por Ron Chernow, o musical gira em torno do primeiro secretário do tesouro norte-americano, Alexander Hamilton.

Hamilton levou para casa 11 estatuetas do Tony Awards, bem como o Grammy de Melhor Álbum de Teatro Musical.

Outros créditos no cinema de Lin-Manuel Miranda incluem Moana, animação na qual ficou responsável pela trilha sonora, e O Retorno de Mary Poppins, em que interpretou o acendedor de lampiões Jack.

Os 100 Anos de ‘O Médico e o Monstro’ – Um Clássico Absoluto do TERROR

Adaptação de 1920 foi uma das primeiras representações da clássica história no cinema

Poucas histórias possuem tamanho poder de atração quanto o famoso conto O Médico e o Monstro (Dr. Jekyll and Mr. Hyde) escrito por Robert Louis Stevenson em 1886. Ou são transpostas tão facilmente para o cinema tendo sido criadas anos antes da sétima arte em si. Não à toa, em 1920, o famoso ator do cinema mudo John Barrymore (avô da atriz Drew Barrymore) entregou sua própria interpretação da famosa dualidade do Dr. Henry Jekyll.

À época de seu lançamento o filme recebeu avaliações positivas, tendo sido ressaltado o trabalho do ator principal e a condução eficaz, mesmo que não tenha sido alçado ao posto de filme referência do período (lembrando que no mesmo ano a Alemanha produzia O Gabinete do Dr. Caligari). Isso, no entanto, não foi a principal conquista da obra, mas sim trazer uma das primeiras adaptações do livro a ter um ator bastante conhecido no papel principal ou mostrar o quão facilmente adaptável é essa história.

O cenário é de 1886, a famosa Inglaterra vitoriana em seu auge com a expansão industrial e o avanço da ciência. Enquanto isso, do outro lado do espelho, o crescimento desregulado da população urbana levou a um aumento da pobreza e da prática de crimes. Essa dualidade da identidade tanto inglesa quanto europeia de uma maneira geral foi também uma causa para a maior ansiedade do período.

A versão de 1920 chega à marca dos cem anos

No artigo científico Reputation and Social Perfection: The Social Creation of Mr. Hyde de Valerie Mack para a Universidade Wesleyana, de Illinois, é dito que o romance em questão serve como uma forma de crítica à postura da época. “O código social ignorava e até evitava características naturais e essenciais das personalidades das pessoas, mesmo que eles não fossem perigosos ou violentos. Por causa disso, aspectos indesejáveis dessas personalidades ficaram suprimidos e afetaram os locais da sociedade em que viviam”.

Não à toa os cenários e personagens presentes na obra de Stevenson representam algum extremo daquela sociedade. Por exemplo, os locais onde Sr. Hyde comete seus crimes tendem a ser mais humildes enquanto que, ao sentir que o efeito da poção irá acabar, ele foge para a luxuosa casa de sua contraparte, Dr. Jekyll. O próprio personagem pelo qual o leitor é inserido na história, o advogado Utterson, é apresentado como uma figura ambígua no sentido de que ele, por sua profissão, integra a alta roda da sociedade, mas ao mesmo tempo se compadece pelas vítimas de Hyde.

Outro fator que também facilitou em muito para a imortalidade da obra foram suas características como romance policial que em nada envelheceram nos últimos séculos. Há um assassino, um “detetive” (no caso o sr. Utterson), um suspeito e uma reviravolta final; nada de diferente do que se encontra em uma obra da Agatha Christie ou James Patterson. Além desses fatores há o plus da ambientação. A cidade de Londres, no decorrer do livro, se vê representada pelo mesmo tema de dualidade que basicamente está presente em cada canto.

O cenário da Londres vitoriana é um elemento importante na história de Robert Louis Stevenson

Essa visão é corroborada no texto Gothic Elements in ‘The Strange Case of Dr. Jekyll and Mr. Hyde’, de Charlotte Barrett. Segundo a autora, a cidade representa o mesmo tipo de divisão que atormenta o protagonista. “O tema de dualidade é simbolizado no decorrer do texto. A cidade de Londres é dividida em duas. O lado onde Dr. Jekyll, Sr. Utterson e seus conterrâneos vivem e trabalham é representado como uma área rica, inteligente e educada… em contraste, outro lado de Londres é representado pelo distrito do Soho, uma área suja da cidade que apresenta um playground ativista, aonde o comportamento imoral é esperado e muito menos noticiado.”

O Médico e o Monstro se tornou uma história atemporal pelo tema que trabalha, no caso a dualidade do ser humano; do seu potencial para a civilidade e para a selvageria. Seu romance também incentivou o surgimento de toda uma nova gama de pesquisas psicológicas sobre transtornos de personalidade. Ao mesmo tempo, sua característica de entretenimento enquanto uma história de mistério lhe protegeu do envelhecimento de modo que todas as gerações possam apreciar os crimes do sr. Hyde (ou a tragédia do Dr. Jekyll) como se fosse uma obra atual.

Martin Scorsese faz 78 Anos | Conheça os Filmes Menos Famosos da carreira do Mestre

Considerado por muitos como “o” melhor diretor de cinema vivo, o mestre Martin Scorsese completa hoje, dia 17 de novembro, 78 anos de existência. Vida longa a este artista genial. Não é fácil adquirir tamanho status, ainda mais num mercado tão competitivo quanto a indústria de Hollywood. Mais ainda quando a maioria de seus filmes são recomendados para adultos, donos de uma censura elevada – em especial devido à violência.

Muito associado a filmes de máfia e obras criminais, Scorsese é um cineasta versátil, que já andou se aventurado em dramas de época, produções para toda a família e até mesmo comédias (de humor negro, claro). Isso sem contar seus inúmeros documentários, alguns envolvendo músicos de rock, vide os Rolling Stones, George Harrison, dos Beatles, e Bob Dylan.

Dono de 66 créditos como diretor (incluindo episódios de séries de TV, curtas, clipes musicais, documentários e, é claro, longas de ficção), 77 créditos como produtor, 17 como roteirista, 14 indicações ao Oscar (somando como produtor, roteirista e diretor) e uma vitória pela direção de Os Infiltrados (2006) – isso que é prêmio de consolação -, Martin Scorsese há muito gravou seu nome nos anais da história da sétima arte.

Como forma de homenagear esta verdadeira lenda viva do cinema mundial, que não pretende descansar tão cedo (atualmente com 5 projetos em fase de desenvolvimento), resolvemos criar uma matéria diferente. O objetivo aqui é jogar uma luz nos filmes menos conhecidos do currículo de Scorsese como diretor. Aqueles que ao contrário de ícones como Taxi Driver, Touro Indomável, Os Bons Companheiros e Ilha do Medo, por exemplo, quase nunca são mencionados quando o assunto é o diretor. Pensando nisso, vamos conhecer ou relembrar os Filmes Menos Famosos de Martin Scorsese.

Quem Bate à Minha Porta?

Lançado em 1967, este é o primeiro longa-metragem de ficção (não documental) da carreira de Martin Scorsese. Independente e experimental, filmado em preto e branco, a produção tem roteiro do próprio, e sim, já contava com uma participação (que seu tornou costumeira) de Catherine Scorsese, a mãe do cineasta – um verdadeiro Jorge Fernando dos EUA. O elenco conta também com Harvey Keitel, que se tornaria um usual colaborador, protagonizando. O ator vive um jovem desocupado, com fortes crenças católicas, que acredita na virgindade do matrimônio. Ele conhece e se apaixona por uma jovem mulher. Mas uma revelação dela sobre seu passado irá mudar toda a dinâmica do relacionamento entre os dois.

Sexy e Marginal

Segundo longa do diretor, o filme era lançado no início da década de 70, em 1972. Desta vez, Scorsese optava por adaptar o livro do autor Ben L. Reitman ao cinema, obra com uma trama que se assemelha às desventuras criminosas de Bonnie e Clyde, mas que é igualmente baseada numa história real. Passado durante a Grande Depressão, nos anos 1930, Barbara Hershey é quem protagoniza no papel de Bertha – personagem título da produção. Ao lado de seu companheiro, um líder sindicalista vivido por David Carradine, ela inicia uma onda de crimes como vingança contra empresários donos de uma ferrovia.

Caminhos Perigosos

Aos poucos Scorsese ia se transformando no Scorsese que conhecemos e amamos hoje. Aqui, em seu terceiro trabalho no cinema, temos verdadeiramente o primeiro resumo de tudo que iria definir sua filmografia. Desde o roteiro abordando o submundo de criminosos (mesmo que esses ainda peixes pequenos) assinado pelo próprio, a parceria com gente como Robert De Niro (em sua primeira colaboração juntos) e Harvey Keitell, e o clima único de tensão e realismo que apenas o cineasta sabe aplicar aos filmes de “bandidos humanizados”.

Alice Não Mora Mais Aqui

Quarto filme de Scorsese lançado nos cinemas, em 1974. Desta vez, o diretor dava um tempo da temática criminal para focar numa bela história de um romance dramático. A personagem principal Alice é uma mulher recentemente viúva que cai na estrada com o pequeno filho tentando dar a ele uma vida melhor. Ela arruma emprego como garçonete, mas seu objetivo real é se tornar cantora. No caminho, conhecendo um homem que pode mudar sua rotina. Esta foi a primeira “entrada” de Scorsese no Oscar, já que o filme rendeu indicações de atriz coadjuvante (Diane Ladd) e roteiro (Robert Getchell), e levou o prêmio de atriz principal para Ellen Burstyn (que não estava presente na cerimônia, com o diretor recebendo a estatueta em seu nome). De fato, o longa fez tanto sucesso que gerou uma série de TV lançada dois anos depois, durando nada menos que 9 temporadas até 1985.

New York, New York

Aqui, em 1977, Martin Scorsese já era um rosto muito conhecido e associado à contracultura que havia invadido Hollywood na década de 70, como parte da geração revolucionária – que tinha influência e conversava muito bem com o cinema europeu. O diretor já havia lançado, por exemplo, Taxi Driver, um divisor de águas para a época, indicado para 4 Oscar, incluindo melhor filme, e ainda tido como um dos melhores filmes da história do cinema. Para onde seguir depois disso? Scorsese responde. Com um musical de quase 3 horas de duração, que junta em tela De Niro e Liza Minnelli como um saxofonista egocêntrico e uma cantora, donos de um relacionamento conturbado. Embora pouco apreciado em seu lançamento, o longa recebeu 4 indicações ao Globo de Ouro e seu maior legado é a canção tema composta por John Kander, com letra de Fred Ebb, para Minnelli performar. A canção, é claro, logo depois (em 1979) ficaria imortalizada na voz de Frank Sinatra, se tornando muito mais famosa que o filme em si.

Depois de Horas

Aqui, em 1985, Scorsese já havia lançado o prestigiadíssimo Touro Indomável e o cult O Rei da Comédia (O ‘Coringa’ dos anos 1980). A opção novamente foi por uma obra menor, a primeira comédia (de erros) de sua carreira. Sem esquecer o teor de humor negro, e pitadas de elementos dramáticos e criminais. Scorsese sempre foi muito associado ao tema urbano de Nova York, iniciado por Taxi Driver. E aqui ele nos leva pela madrugada da cidade que conhece como ninguém. Um executivo solteiro certinho (papel de Griffin Dunne) decide abraçar seu “lado selvagem” ao aceitar um encontro com uma garota que conhece numa cafeteira. Para isso, ele precisa “viajar” até um lado da cidade que não conhece muito bem, o Soho, bairro artístico “alternativo” da Grande Maçã. É preciso ter em mente também que esta é a NY da década de 80, antes da política de tolerância zero imposta pelo então prefeito Rudolph Giuliani. Ou seja, era um lugar nada seguro, dominado pelo crime. O que significa que o protagonista terá a pior noite de sua vida.

A Cor do Dinheiro

Aqui temos um caso peculiar. Lançado no ano seguinte de Depois de Horas, podemos dizer que esta é a primeira continuação dirigida por Martin Scorsese, embora a maioria desconheça o fato. Este não é, no entanto, a sequência de nenhum filme do diretor, mas sim uma continuação tardia para Desafio à Corrupção (The Hustler, 1961), de Robert Rossen, indicado para 9 Oscar incluindo melhor filme. Vinte e cinco anos depois, o mesmo Paul Newman retorna ao personagem ‘Fast’ Eddie Felson, desta vez numa relação tumultuada com um pretenso pupilo (papel do astro Tom Cruise) e sua namorada (Mary Elizabeth Mastrantonio) para um novo round de apostas e trapaças numa mesa de sinuca. Com a condução de Scorsese, Newman finalmente ganhava o Oscar na pele do personagem, e o filme foi indicado para mais três prêmios da Academia, incluindo coadjuvante para Mastrantonio.

Contos de Nova York

Como dito, Scorsese virou sinônimo de filmes urbanos passados em Nova York, assim esta coletânea não poderia deixa-lo de fora. Além do diretor, a proposta do longa era escalar três cineastas muito associados à cidade que nunca dorme para confeccionar micro histórias numa antologia. É quase como um predecessor para a franquia da qual faz parte Nova York, Eu Te Amo (2008). Woody Allen e Francis Ford Coppola completam a trinca renomada no comando das subtramas. O conto de Scorsese é, como não poderia deixar de ser, o mais profundo e sombrio. E fala sobre a obsessão de um artista (Nick Nolte) por sua assistente (Rosanna Arquette).

A Época da Inocência

Como dito, Scorsese também tem seu lado versátil e sensível, e mesmo permanecendo no território de Nova York, em 1993 decidiu voltar no tempo para o século XIX para examinar o comportamento da burguesia do período. Baseado no livro da romancista Edith Wharton, o filme aborda temas como casamentos arranjados, desejos e paixões reprimidas, e o lugar da mulher na sociedade do período. Para a empreitada um verdadeiro timaço é escalado pelo cineasta. Para o papel protagonista, um jovem advogado, temos nenhum outro senão Daniel Day-Lewis, em um de seus desempenhos mais contidos, mas não menos impressionante. A talentosíssima Michelle Pfeiffer vive uma mulher divorciada (algo escandaloso para a época), prima da noiva do personagem principal, por quem ele desenvolve forte atração. No papel da moça prometida, Winona Ryder, tida então como a melhor atriz de sua geração. O resultado? Cinco indicações ao Oscar, incluindo para Ryder, e a vitória de figurino.

Kundun

Por mais que seja lembrado como um cineasta urbano, Scorsese é um cidadão do mundo, apaixonado por todas as culturas, artes e, é claro, o cinema ao redor do globo. Por isso, mesmo a esta altura sendo um diretor altamente renomado, ele continuava a arriscar em sua carreira e aceitar novos desafios. Assim, em 1997, sem qualquer nome conhecido na frente das câmeras, o diretor resolve contar a história de vida, da infância até a fase adulta, do décimo quarto líder espiritual do Tibete, o Dalai Lama. O cineasta saiu da experiência com novas quatro indicações ao Oscar.

Vivendo no Limite

Nicolas Cage nem sempre foi Nicolas Cage. Antes, ele era Nicolas Cage. Traduzindo: antes dos inúmeros filmes ruins lançados direto em vídeo, o ator era um grande astro de Hollywood, vencedor do Oscar, e dono de uma segunda indicação. Os anos 90 foram sua fase de ouro. Sendo assim, é claro que Scorsese queria trabalhar com o sobrinho de Francis Ford Coppola. E o projeto escolhido pelos dois foi esta adaptação do livro de Joe Connelly que se comporta como um Taxi Driver numa ambulância. Cage é o Travis Bickle da vez, um motorista de ambulância literalmente no limite de sua sanidade, operando na madrugada e vendo todo tipo de “ser”, “criatura” e até mesmo fantasmas nos piores locais da cidade.

Silêncio

Não pense você que apenas os trabalhos iniciais de um diretor como Scorsese recaem na obscuridade. É só olharmos para um dos mais recentes filmes do cineasta (de fato, seu penúltimo) para percebermos o quanto ele é desconhecido de grande parte do público. Talvez pelo tema difícil, já que fala sobre dois padres jesuítas portugueses (interpretados por americanos) viajando até o Japão feudal do Século XVII a fim de encontrar seu mentor e propagar o catolicismo. No elenco um trio de peso: Liam Neeson, Adam Driver e Andrew Garfield. Apesar do nome do diretor, os votantes da Academia igualmente parecem ter ignorado o longa, o indicando apenas na categoria de fotografia. E você conhecia este filme de Scorsese?

‘Tom e Jerry’: Live-action com Chloë Moretz ganha divertido trailer DUBLADO

Warner Bros. divulgou o trailer DUBLADO do híbrido animado e live-action de Tom e Jerry.

O elenco é formado por Michael PeñaChloë Grace-Moretz, Ken JeongRob DelaneyJordan BolgerPallavi Sharda.

Assista:

O filme estreia em breve nos cinemas nacionais.

Peña dará vida a Terrance, funcionário de um hotel que tem sua vida virada de cabeça para baixo depois que Jerry invade o local e inicia sua eterna rivalidade com Tom.

Moretz, por sua vez, dará vida à Kayla, que também trabalha no hotel e é responsável por trazer Tom para acabar com Jerry na tentativa de salvar um casamento glamouroso que acontecerá no prédio.

Jerry, o rato, mora dentro das paredes de uma grande casa de campo da Nova Inglaterra, onde faz amizade com os antigos donos, um amoroso casal de idosos. Sua amizade única e cômica chega ao fim depois que o casal idoso morre e sua casa é colocada à venda. Quando uma jovem família se muda, Jerry está determinado a assustá-los para não assumirem sua casa. A família rapidamente adota um gato de rua chamado Tom para ajudar a livrá-los de seu problema de pragas. Em uma batalha épica pela casa, Tom & Jerry logo descobrem sua crescente adoração pela família e devem trabalhar juntos para protegê-los de uma ameaça externa. Através do trabalho em equipe, ambos aprendem o valor supremo da família e da amizade.

Tom e Jerry‘ começou como uma série produzida em curtos episódios, com uma média de sete e 10 minutos de duração cada. Entre os anos de 1940 e 1958, o estúdio Hanna-Barbera fez 114 curtas para  MGM. Com o sucesso global da animação, a dupla acabou conquistando uma genuína série de TV em 1975, chamada – inicialmente – ‘The Tom and Jerry Show’.

‘O Poderoso Chefão – Parte 3’: Relançamento com novo final ganha trailer; Assista!

A Paramount Pictures divulgou hoje o trailer da nova edição do último filme da trilogia épica ‘O Poderoso Chefão’, de Francis Ford Coppola, intitulada ‘O Poderoso Chefão – Desfecho: A Morte de Michael Corleone’, baseada no best seller de Mario Puzo.

O estúdio também traz a notícia para deixar todos os fãs entusiasmados: o filme será lançado na tela grande no dia 3 de dezembro em cinemas selecionados de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília e nas plataformas digitais NET NOW Claro, Sky, Apple TV, Google Play, Vivo, Oi, Xbox Video, PlayStation Store para aluguel e compra, no dia 8 de dezembro.

Assista ao trailer:

Esta nova versão de ‘O Poderoso Chefão: Parte III’ atinge a visão original do diretor Coppola e do roteirista Puzo para o final, que foi meticulosamente restaurada para uma melhor apresentação do último capítulo da saga dos Corleone, que é legitimamente vista como uma das maiores da história do cinema.

“‘O Poderoso Chefão – Desfecho: A Morte de Michael Corleone’ é um reconhecimento do título de Mario, e também meu preferido, que retrata nossas intenções originais para o que se tornou ‘O Poderoso Chefão: Parte III'”, disse Coppola. “Para esta versão, reorganizei cenas tomadas e combinações musicais. Com essas mudanças, mais a filmagem e o som restaurados, esta é, para mim, uma conclusão mais apropriada para ‘O Poderoso Chefão’ e ‘O Poderoso Chefão: Parte II’ e estou grato a Jim Gianopulos e à Paramount por me permitirem revisitá-la”. 

Lançamento:
03/12/2020 – Em cinemas selecionados de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília

08/12/2020 – Nas plataformas digitais NET NOW Claro, Sky, Apple TV, Google Play, Vivo, Oi, Xbox Video e PlayStation Store

‘Liga da Justiça’: Snyder Cut vai explorar as cenas do pesadelo de Bruce Wayne

O Snyder Cut deLiga da Justiça‘ será lançado na HBO Max em 2021, e diversas especulações estão surgindo em torno da trama que ficou de fora da versão oficial em 2017.

Pensando nisso, um fã perguntou ao próprio Snyder se sua versão irá explorar as cenas do pesadelo de Bruce Wayne (Ben Affleck) em ‘Batman vs Superman‘.

Em reposta, Snyder confirmou: “Com certeza vou explorar o pesadelo”.

A confirmação faz todo sentido porque Snyder já havia dito ao CBM que o pesadelo teria uma grande importância na sequência de ‘Liga da Justiça‘.

Para quem não se lembra, o Flash aparece no pesadelo de Bruce e a cena indica que o velocista voltou no tempo para alertar o bilionário sobre uma possível ameaça, mas isso nunca foi explicado.

“Aquela cena teria uma explicação lógica… No futuro, a Liga da Justiça já estaria formada, e o Flash seria enviado ao passado para alertar Bruce sobre a queda do Superman, que acabaria sendo controlado por Darkseid através da equação anti-vida… Havia duas possibilidades, numa delas, o Flash é enviado cedo demais [como vimos em ‘Batman v Superman‘], na outra, ele seria enviado ao momento certo.”

O cineasta também explicou o significado da frase do Flash, que menciona Lois Lane como uma espécie de ‘chave’…

Quando o Flash é enviado para essa nova linha do tempo, ele vai para um momento mais próximo do futuro que ele estava tentando impedir… Nesse futuro, Lois Lane é morta, e ela era a única capaz de recuperar a natureza humana do Superman. Com Lois a salvo, o grupo teria uma chance de reverter o domínio de Darkseid sobre o Superman.”

Agora a aparição do Flash em ‘Batman vs Superman‘ faz mais sentido, não é? Snyder deixou claro que aquilo era apenas uma referência e a confusão seria toda explicada em ‘Liga da justiça 2‘.

Agora resta aguardar para saber se o sucesso do Snyder Cut irá convencer a Warner Bros em investir numa sequência.

Assista ao trailer divulgado hoje:

 

‘As Agentes 355’: Ação com Jessica Chastain, Penélope Cruz e Lupita Nyong’o ganha trailer LEGENDADO

O thriller de espionagem ‘As Agentes 355‘ (355), estrelado por Jessica Chastain, Penélope Cruz, Lupita Nyong’o, Diane Kruger e BingBing Fan, teve seu trailer legendado divulgado.

Confira, com fotos:

Quando uma arma ultrassecreta cai nas mãos de um grupo de mercenários que ameaçam o mundo, a agente da CIA Mace Brown (Jessica Chastain) terá que unir forças para uma missão letal com a agente alemã Marie (Diane Kruger); a ex-membro do MI6, especialista em computadores, Khadijah (Lupita Nyong’o); a psicóloga Graciela (Penélope Cruz), e com Lin Mi Sheng (Bingbing Fan), uma mulher misteriosa que está rastreando todos os seus movimentos. Cheio de adrenalina, ‘As Agentes 355’ apresenta inúmeras cenas de ação ao redor do mundo, dos cafés de Paris e mercados do Marrocos à riqueza e glamour de Xangai.

Além das cinco protagonistas, o filme também é estrelado por Sebastian Stan (“Vingadores: Endgame”) e Edgar Ramírez (“A Garota no Trem”).

As Agentes 355’ é dirigido por Simon Kinberg (roteirista, diretor e produtor de “X-Men: Fênix Negra”, produtor de “Deadpool” e “Perdido em Marte” e roteirista e produtor dos filmes X-Men), que também é co-roteirista e coprodutor do longa.

A produção executiva é de Richard Hewitt (“Bohemian Rhapsody”) e a distribuição é da Diamond Films.

A estreia no Brasil acontece em 2021.

‘Mulher-Maravilha’ brasileira vai ganhar série de TV

De acordo com o Deadline, a CW está desenvolvendo uma série live action da mais nova ‘Moça-Maravilha‘, a personagem brasileira Yara Flor, criada recentemente pela quadrinista Joëlle Jones.

Para quem não conhece, ela é descrita como uma jovem latina com grandes sonhos, filha de uma guerreira amazona e um deus dos rios brasileiros. Ao descobrir seus poderes, ela decide lutar para acabar com o mal que tenta controlar o mundo.

O projeto será produzido por Greg Berlanti, responsável por diversas séries inspiradas nos quadrinhos da DC Comics, como ‘Supergirl’, ‘Legends of Tomorrow’, ‘Raio Negro’, e ‘Patrulha do Destino’.

O roteiro do episódio piloto será escrito por Dailyn Rodriguez (‘Rainha do Sul’), e o objetivo da atração é inserir Flor como parte do CWverse.

Por enquanto, maiores detalhes não foram revelados, então não há informação sobre elenco, possíveis diretores e nem previsão de estreia.

Até lá, vale lembrar que Yara Flor também fará parte da série de quadrinhos intitulada ‘Future State: Wonder Woman‘, prevista para janeiro de 2021.

‘Pânico 5’: Roteirista diz que Wes Craven ficaria orgulhoso do novo filme

Em uma recente reunião com o elenco e a equipe técnica do clássico slasher Pânico, de 1996, o roteirista Kevin Williamson aumentou as expectativas dos fãs da franquia para o próximo capítulo dizendo que o icônico Wes Craven ficaria orgulhoso da narrativa criada.

“O que eu amo sobre o novo Pânico é que há uma abordagem original. É este lindo filme original, mas também nostálgico por uma série de fatores. Isso, para mim, foi uma perfeita combinação de como fazer o próximo capítulo. Estou chocado com os diretores, eu estava nervoso porque ninguém é Wes Craven. Estava realmente hesitante em fazer parte disso, mas ainda bem que o fiz, porque acho que deixará Wes orgulhoso”.

O longa é dirigido por Matthew Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett (Ready or Not) e trará uma nova geração de atores promissores de Hollywood, incluindo Jack Quaid (The Boys), Jenna Ortega (You) e Melissa Barrera (Vida), que já estão confirmados no elenco.

Williamson será o produtor.

O filme é distribuído pela Paramount Pictures e produzido pela Radio Silence.

O primeiro filme da franquia estreou em 1996 e tornou-se um clássico instantâneo e revolucionário que misturou elementos do terror slasher com a metalinguagem cinematográfica. Dirigido por Wes Craven e roteirizado por Kevin Williamson, a trama focava em um serial killer mascarado conhecido pelo nome de Ghostface, que utilizava bordões e um assustador conhecimento sobre produções do gênero para perseguir suas vítimas.

Juntas, as quatro iterações arrecadaram mais de 608 milhões de dólares nas bilheterias mundiais. 

A Paramount Pictures lança ‘Pânico‘ no Brasil no dia 13 de janeiro de 2022, um dia antes da estreia norte-americana.

‘Lanterna Verde’: Série da HBO Max será recomendada para maiores de 17 anos

De acordo com o site The Direct, a vindoura série Lanterna Verde, da HBO Max, ganhou sua classificação indicativa: a recomendação da obra será para maiores de 17 anos (TV-MA) devido a “profanidade e violência”.

O anúncio não vem com muita surpresa, visto que outras séries do panteão DC, como Patrulha do DestinoTitãs, têm a mesma classificação.

Recentemente, foi revelado que a obra será ambientada em múltiplas linhas do tempo e ocorrerá nos anos 1940, 1980 e nos dias atuais. Ainda não se sabe se os três momentos irão convergir em algum momento ou permanecerão separados.

Também foi confirmado que os personagens Alan Scott, Guy Gardner, Jessica Cruz, Simon Baz, Kilowog e Sinestro farão parte da produção, que será supervisionada pelo produtor e roteirista Geoff Johns.

Johns não é estranho ao panteão de super-heróis, visto que já desenvolveu histórias do personagem em questão para a DC Comics. Além disso, ele foi nomeado como Presidente da DC Entertainment em 2016, com missão de gerenciar os filmes baseados nas propriedades intelectuais da editora.

O projeto também trará o nome do produtor Greg Berlanti.

Em 2019, Berlanti garantiu de modo categórico que a produção, ao lado da também confirmada Strange Adventures, irá cativar os fãs:

“Essas duas propriedades originais da DC que vamos desenvolver para a HBO Max serão diferentes de tudo que você já viu na televisão. Uma delas é uma série antológica de contos com censura, que se passa em um mundo onde os super poderes existem. Já a outra promete ser a nossa maior série da DC já feita na história e ela nos levará ao espaço com o Lanterna Verde, mas não posso revelar nada mais a respeito disso por hora”.

A série ‘Strange Adventures, por sua vez, trará diversos personagens do cânone da DC e vai explorar “contos morais sobre como as vidas de mortais e super humanos se cruzam”. A produção acompanha Adam Strange, um homem de dois mundos, um arqueologista que acabou se tornando um herói intergalático ao ser enviado ao planeta Rann.

Esse projeto ainda conta com Sarah Schechter, parceira de Berlanti, como a produtora executiva. John Stephens (‘Gotham‘) assume o cargo de showrunner e roteirista da produção.

[EXCLUSIVO] ‘Artemis Fowl’: Filme traz referências de Shakespeare, revela o diretor

A plataforma Disney+ já está disponível no Brasil e um dos principais lançamento da gigante do streaming em 2020 foi justamente a adaptação da saga de livros ‘Artemis Fowl‘.

Já presente no catálogo digital da Casa do Mickey, a produção explora o universo fantástico do jovem Artemis Fowl, o último descendente de uma lendária família de criminosos.

E durante uma entrevista EXCLUSIVA à nossa jornalista e crítica Rafa Gomes, o cineasta Kenneth Branagh compartilhou como funcionou o processo de construção criativa da adaptação.

Para construir toda a estética e o conceito mais extravagante da produção, o cineasta recorreu à referências clássicas do meio artístico cultural, como as ilustrações de Arthur Rackham, responsável pelas histórias de Cinderela e Alice no País das Maravilhas.

Indo mais além, Branagh voltou-se para o aclamado poeta, dramaturgo e ator William Shakespeare, como uma grande referência para a construção do mundo de Artemis Fowl. E segundo ele, a peça Sonho de uma Noite de Verão foi um dos trabalhos do lendário escritor que serviu como referencial:

“Além dos livros e da graphic novel que Eoin Colfer criou, nós também fomos às ilustrações vitorianas de Arthur Rackman, um ótimo ilustrador responsável por histórias como Cinderela e Alice no País das Maravilhas. E elas possuem essa incrível qualidade a lá Sonho de uma Noite de Verão, com suas artes e pinturas feitas em aquarela. Há uma cena no filme, em que a Holly aterrissa no topo de uma montanha, que foi muito influenciada pelo trabalho de Arthur e também pela noção das fadas shakespearianas. Obviamente que na obra de Shakespeare isso ganha proporções diferenciadas – que não caberiam em um filme da Disney, mas sim, as referências estão lá”.

Ao longo do bate papo, Branagh ainda refletiu sobre qual o diferencial de Artemis Fowl, que se contrasta dos demais heróis literários que surgiram na mesma época, como Harry Potter e Percy Jackson:

“Em contraste com Harry Potter, a narrativa de Artemis vai para um caminho não gótico e mais puxado para o irlandês, que é um pouco mais irreverente e mais inusitado. Eu gosto dessas características presentes na trama”.

Artemis Fowl: O Mundo Secreto‘ traz as aventuras de um garoto de 12 anos, o último descendente de uma lendária família do crime prestes a desaparecer. Com a ajuda de seu guarda-costas, ele planeja uma maneira de retomar a antiga glória dos Fowls: Sequestrar uma fada e exigir resgate. Entretanto, o jovem não desconfia que as fadas também têm seus recursos, incluindo uma perigosa polícia do mundo fantástico.

O novato Ferdia Shaw interpretará o personagem principal. Josh Gad será Mulch Diggums, um anão leal apenas a ele mesmo. Judi Dench será a comandante Root, que lidera a força policial das fadas. Lara McDonnell será a Capitã Holly Short, uma heroína entre os elfos. Por fim, Nonso Anozie será o guarda-costas de Artemis, Butler.

O longa traz Kenneth Branagh (‘Assassinato No Expresso do Oriente) na direção.

A franquia conta com 8 livros e foi uma das primeiras a se beneficiar da onda de popularidade do gênero de fantasia infanto-juvenil iniciada por Harry Potter.

‘O Mandaloriano’: Fãs exigem demissão de Gina Carano; Entenda!

Nos últimos dias, diversos fãs da série ‘O Mandaloriano‘ decidiram apoiar uma campanha pedindo a demissão de Gina Carano, intérprete de Cara Dune, aliada do protagonista Din Djarin (Pedro Pascal).

Isso porque a atriz e ex-lutadora vem criticando as medidas de isolamento e o uso de máscaras em locais públicos desde o início da pandemia do Coronavírus, o que continua irritando os internautas.

No entanto, a maior revolta aconteceu depois que Carano publicou uma mensagem afirmando que as últimas eleições nos EUA foram uma fraude e sugeriu que a vitória do democrata Joe Biden deveria ser anulada.

Depois disso, os usuários do Twitter criaram a tag #fireginacarano, na tentativa de convencer a Disney+ em demiti-la de ‘O Mandaloriano‘.

Confira o post de Carano e os protestos dos internautas:

“Precisamos limpar o processo eleitoral para que não nos sintamos como sentimos hoje. Implementar leis que nos protejam contra a fraude eleitoral. Investigue cada estado. Filme a contagem. Elimine os votos falsos. Faça questão da ID. Faça com que a fraude eleitoral termine em 2020. Conserte o sistema.”

“Falando sobre a #FireGinaCarano, talvez pudessem matar a personagem de uma maneira bem cruel, depois deveriam demiti-la.”

“Como deve ser. Demitam Gina Carano.”

Gina Carano é uma pedaço de m#rd@, literalmente.”

“Todos têm o direito de acreditar no que querem, mas quando começa a ficar fora de controle, você tem que fazer algo para parar. Demitam Gina Carano.”

“Ouvi dizer que a #FireGinaCarano está em alta no Twitter, e agora eu quero fazer parte disso.”

“Façam a limpa na série… O universo ‘Star wars’ está muito melhor sem atores nazistas. Demitam Gina Carano.

E aí, você é favor dos protestos?

Lembrando que a 2ª temporada da série já está em exibição na Disney+.

Assista ao trailer:

Criada por Jon Favreau (do live-action ‘O Rei Leão‘), a série se passa no mesmo universo da franquia ‘Star Wars‘.

A trama se passa depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.

O elenco conta com Pedro PascalGina CaranoGiancarlo EspositoEmily SwallowCarl WeathersOmid Abtahi, Nick Nolte e Werner Herzog.

‘Fronteiras do Universo’: Uma guerra está chegando nos próximos episódios da 2ª temporada; Assista ao trailer!

Uma guerra está a caminha nos próximos episódios da 2ª temporada de ‘Fronteiras do Universo‘ (‘His Dark Materials’), conforme revela o novo trailer da produção.

O vídeo promocional, divulgado pela HBO, anuncia o que os fãs podem esperar pelas próximas semanas no novo ciclo da série.

Confira:

A nova temporada irá estrear no dia 16 de novembro.

A nova temporada acompanhará os planos de Lord Asriel (James McAvoy) depois que ele abriu uma ponte para um novo mundo, enquanto Lyra (Dafne Keen) segue seus passos rumo ao desconhecido e tenta lidar com a morte do melhor amigo.

Criada por Jack Thorne, a série foi desenvolvida em parceria entre a HBO e a BBC One, e é baseada na saga literária escrita por Philip Pullman.

Lyra Belacqua é uma órfã, ela vive em um mundo na qual as pessoas estão ligadas diretamente com um daemon, que pode ser qualquer tipo de animal. Criada pelos catedráticos na Universidade Jordan, ela presencia uma revelação que pode mudar tudo. Contudo a sua vida é catapultada quando conhece a bela e misteriosa Sra Coulter.

O elenco inclui Dafne Keen, Ruth Wilson, James McAvoy, Clarke Peters e Lin-Manuel Miranda.

O primeiro livro foi adaptado aos cinemas em 2006, com o filme ‘A Bússola de Ouro‘. Com orçamento de US$ 180 milhões, o filme arrecadou apenas US$ 372 milhões mundialmente, o que encerrou a continuidade da franquia.

‘Star Wars: Os Últimos Jedi’: Intérprete de Yoda dá bronca em fã que insultou Rian Johnson

Já faz praticamente três anos que estreou ‘Star Wars: Os Últimos Jedi‘, mas alguns fãs ainda fazem questão de criticar o filme e até mesmo tentar insultar o elenco e o diretor Rian Johnson.

Algo parecido aconteceu quando um fã foi ao Twitter para falar mal de Johnson e como “ele estragou a franquia.

Em reposta a uma publicação do diretor, o jovem parecia descontrolado ao escrever:

“Ainda não superei sua entrada horrível na saga ‘Star Wars‘, você cagou em tudo. Espero que um dia alguém estrague algo que você aprecia, Rian. E espero que, um dia, você perceba o que fez e se desculpe TODOS OS DIAS PELO RESTO DA SUA VIDA. Espero que sinta muita dor.”

Frank Oz, intérprete do mestre Yoda desde ‘O Império Contra-Ataca‘, fez questão de rebater os comentários do internauta e ainda lhe deu uma bronca por conta de sua grosseria.

“É triste para mim que você tenha alimentado essa escuridão interna por tanto tempo sobre um filme.”, disse ​​Oz. “Rian é um ótimo diretor, roteirista e ser humano. Por favor, tente entender que roteiristas e diretores não estão lá para atender às expectativas do público. Um bom trabalho quebra as expectativas.”

Confira:

Frank Oz nos bastidores de Star Wars: O Império Contra-Ataca‘, em 1982

Lançado em 2017, ‘Star Wars: Os Últimos Jedi‘ foi um sucesso de crítica e público, acumulando 91% de avaliações positivas no Rotten Tomatoes.

Orçado em US$ 200 milhões, o longa arrecadou US$ 1,321 bilhão pelo mundo.

Assista nossa crítica:

‘Tom e Jerry’ estão de volta no trailer ADORÁVEL do live-action; Confira!

Warner Bros. divulgou o trailer oficial do híbrido animado e live-action de Tom e Jerry.

Confira:

O filme estreia em breve nos cinemas nacionais.

O elenco é formado por Michael PeñaChloë Grace-Moretz, Ken JeongRob DelaneyJordan BolgerPallavi Sharda.

Peña dará vida a Terrance, funcionário de um hotel que tem sua vida virada de cabeça para baixo depois que Jerry invade o local e inicia sua eterna rivalidade com Tom.

Moretz, por sua vez, dará vida à Kayla, que também trabalha no hotel e é responsável por trazer Tom para acabar com Jerry na tentativa de salvar um casamento glamouroso que acontecerá no prédio.

Jerry, o rato, mora dentro das paredes de uma grande casa de campo da Nova Inglaterra, onde faz amizade com os antigos donos, um amoroso casal de idosos. Sua amizade única e cômica chega ao fim depois que o casal idoso morre e sua casa é colocada à venda. Quando uma jovem família se muda, Jerry está determinado a assustá-los para não assumirem sua casa. A família rapidamente adota um gato de rua chamado Tom para ajudar a livrá-los de seu problema de pragas. Em uma batalha épica pela casa, Tom & Jerry logo descobrem sua crescente adoração pela família e devem trabalhar juntos para protegê-los de uma ameaça externa. Através do trabalho em equipe, ambos aprendem o valor supremo da família e da amizade.

Tom e Jerry‘ começou como uma série produzida em curtos episódios, com uma média de sete e 10 minutos de duração cada. Entre os anos de 1940 e 1958, o estúdio Hanna-Barbera fez 114 curtas para  MGM. Com o sucesso global da animação, a dupla acabou conquistando uma genuína série de TV em 1975, chamada – inicialmente – ‘The Tom and Jerry Show’.

Ariana Grande lança clipe oficial de “34+35”, segundo single do álbum ‘Positions’; Confira!

popstar Ariana Grande divulgou hoje (17) o videoclipe oficial de “34+35”, segundo single oficial do álbum Positions.

Vale lembrar que o CD já está disponível em todas as plataformas digitais.

Confira:

Grande se tornou mundialmente famosa ao participar de diversas produções originais da Nickelodeon. Em 2013, fez sua estreia no mundo da música com Yours Truly, ascendendo a uma carreira de enorme sucesso desde então.

Seu último álbum, ‘Thank U, Next’, foi aclamado pela crítica e se tornou um dos mais vendidos de 2019, sendo indicado para quatro estatuetas do Grammy – incluindo Álbum do AnoMelhor Álbum Pop Vocal – e debutando em #1 nos charts da Billboard. Ela também se tornou a primeira artista a monopolizar os três primeiros lugares da Hot 100 desde 1964 simultaneamente com os singles “7 rings”“break up with your girlfriend”“thank u, next”.

Em 2020, colaborou com a lendária Lady Gaga no dueto “Rain On Me” para o álbum Chromatica, que se tornou a primeira parceria feminina a estrear em #1 na Hot 100. A canção foi aclamada pelos críticos e já levou diversos prêmios para casa.

ELEIÇÕES nos EUA e Brasil – 5 Dicas de Ótimos Filmes sobre Política

Com a política dos EUA em alta devido a eleições, o tema acaba sendo relembrado como fonte de inspiração histórica no cinema

O ano de 2020, em toda sua extensão, foi recheado de acontecimentos que desafiaram todas as previsões do ano anterior. Um desses acontecimentos foram as eleições federais nos Estados Unidos para definir os membros do congresso (câmara dos representantes e senado) e presidência. Com esse evento atuando no imaginário popular, o tema da política voltou a ficar com uma atenção ainda maior e assim reforçando o impacto que uma eleição pode exercer.

Ao longo da história o cinema sempre foi invariavelmente afetado pelos rumos políticos, direta ou indiretamente. Movimentos inteiros foram criados como uma reação à situação do país em que eles surgiam e o próprio cinema se aproveitou constantemente do seu poder de comunicação para representar esse tema. A seguir, damos dicas de cinco filmes que tratam justamente desse tema.

5) A Morte de Stalin

O período do governo comunista na Rússia teve uma duração de 69 anos e, principalmente após a Segunda Guerra, atuou como uma das forças condutoras da política internacional junto com os EUA. Seu modelo de governança era baseado em um sistema unipartidário com rotação de quem iria liderá-lo, também chamado de Secretário-Geral; certamente nenhum nome foi mais mais marcante (no período pós Lenin) do que Stalin. Não à toa, quando o ditador veio falecer se estabeleceu no país um vácuo de poder.

Oficiais soviéticos aproveitam o vácuo no poder para subirem de posição

É partindo dessa premissa que a comédia de humor negro A Morte de Stalin, dirigida por Armando Iannucci, começa ao posicionar os mais importantes oficiais tendo que decidir quem liderará o partido antes mesmo de sequer tirarem o corpo de sua datcha (casa de veraneio). O que vem em seguida são choques constantes entre esses indivíduos que irão recorrer a todo tipo de trapaça para alcançar o poder. Sem dúvida Steve Buscemi é quem mais se destaca no elenco com sua interpretação de Nikita Khrushchov.

4) Getúlio

Getúlio Vargas é, provavelmente, o nome mais polêmico da política brasileira durante a primeira metade do século XX. Da mesma forma que seu governo instaurou o Estado Novo em 1937 com contornos visivelmente autoritários, ele também foi responsável pela elaboração de muitas das leis trabalhistas que a população tem hoje como garantidas e pelo avanço no processo de industrialização do país. 

Interpretação de Tony Ramos trouxe uma outra visão do famoso político

No entanto a obra de 2014 não se dispôs a adaptar o auge de sua influência política mas sim os últimos dias da sua vida, quando em 24 agosto cometeu suicídio em seu quarto no Palácio do Catete (antiga residência presidencial antes do Palácio da Alvorada) em 1954. O trabalho de Tony Ramos é especialmente digno de todos os elogios aqui, com sua abordagem de um Getúlio mais cansado e envelhecido (não muito diferente do trabalho de John Lithgow como Winston Churchill). Sem dúvida é um filme que sabe humanizar uma figura histórica.

3) O Escritor Fantasma

Esse projeto em particular não é tanto sobre política mas, em busca de alcançar a construção de suspense que a trama necessita, ele se utiliza de uma ambientação política como ferramenta para esse fim. O enredo segue um autor de biografias que é contratado pelo ex-primeiro-ministro do Reino Unido para justamente escrever uma obra biográfica positiva dele. O autor então atua como um “escritor fantasma”, ou seja, ele irá escrever o livro mas não assinará a autoria do mesmo.

A ambientação política do thriller funciona muito bem

Acontece que a vida do protagonista se complica quando ele vai descobrindo que esse trabalho já resultou na morte de seu predecessor e o seu contratante está em meio a um turbilhão judicial e político com ele sendo acusado de cometer crimes de tortura no Afeganistão. O filme é de 2010 e aborda muito o contexto da política internacional que era regida pela Guerra ao Terror pós 2001, principalmente remetendo ao tema de práticas de tortura perpetradas por forças militares ocidentais.

2) Tudo pelo Poder

Recuperando o tema de eleições mencionados anteriormente Tudo pelo Poder, mesmo tendo sido filmado em 2011, ainda é uma referência em obras modernas sobre o assunto. Escrito por Beau Willimon (a mente por trás da série House of Cards) e dirigido por George Clooney o filme segue um jovem idealista que integra a equipe de campanha de um governador candidato à presidência que no decorrer da jornada vai descobrindo o lado sujo do meio político.

Filme de George Clooney escapa de simplificar o tema de eleições

É interessante notar que esse filme funciona como uma espécie de laboratório para Willimon sobre como ele abordaria o cenário político na premiada série da Netflix alguns anos depois, trabalhando com uma boa argumentação todas as questões técnicas do funcionamento do maquinário político norte-americano. 

1) Vice

Qual a melhor forma de trabalhar a ascensão profissional de um dos políticos mais inescrupulosos da história dos EUA e que esteve envolvido na execução de duas guerras? Justamente com uma narrativa de humor negro, jamais tirando a gravidade das ações perpetradas pelo protagonista Dick Cheney ou aliviando nas críticas explícitas à sua trajetória profissional e ligações políticas.

A figura de Dick Cheney, bem como todo o governo de George W. Bush, é dissecada em “Vice

O diretor do filme, Adam McKay já havia estabelecido a fama desse tipo de abordagem em seu longa anterior (A Grande Aposta – onde ele utiliza o mesmo tipo de tom para tratar de um tema muito técnico como a crise econômica de 2008) e em Vice ele leva esse estilo para fora do território sisudo da economia e vai em direção ao da política, o que prova ser uma decisão acertada pois sua técnica narrativa casa com as maquinações do poder que são de praxe dessa temática. 

‘Aya e a Bruxa’: Animação do Studio Ghibli ganha novas imagens oficiais; Confira!

Studio Ghibli divulgou hoje (17) duas novas imagens oficiais de Aya e a Bruxa, sua primeira animação em 3D.

Confira:

O filme chegará aos cinemas internacionais em 30 de dezembro, ainda sem previsão de chegada ao Brasil.

Baseado no romance infantil Earwig and the Witch, de Diana Wynne Jones, o longa-metragem é dirigido por Goro Miyazaki, filho do lendário Hayao Miyazaki.

Vale lembrar que Wynn Jones também escreveu O Castelo Animado, livro que ganhou adaptação em 2004 por Hayao.

Na história, Earwig vive em um orfanato – e até gosta disso, até ser adotada por uma bruxa e ser levada para uma casa assombrada. Entretanto, em vez de ficar horrorizada, a esperta garota se mostra determinada em se transformar a mestra de sua nova situação.

Na versão do estúdio, o nome da jovem foi mudada para Aya, mas não se sabe a extensão das revisões narrativas.

O elenco é formado por Shinobu TerajimaEtsushi ToyokawaKokoro Hirasawa.

Tendo disponibilizado inúmeros títulos no catálogo da Netflix, o Studio Ghibli é um dos maiores impérios de animação da história e detém algumas das obras-primas do gênero –  incluindo Meu Amigo TotoroTúmulo dos VagalumesPrincesa MononokeA Viagem de Chihiro e, mais recentemente, As Memórias de Marnie.

‘Acquária’: Superprodução com Sandy e Junior estreia no Disney+

O Disney+ chegou hoje no Brasil com diversas produções que foram lançadas pela Fox Films no Brasil, incluindo a superprodução nacional ‘Acquária‘. É a primeira vez que o filme é disponibilizado em um servido de streaming.

Lançado nos cinemas do Brasil em dezembro de 2003, o filme custou mais de R$ 8 milhões e atraiu cerca de 900 mil espectadores.

Assista ao trailer:

Num futuro distante, a Terra tem suas reservas de água secas, devido a constantes agressões à natureza. Considerado o bem mais precioso da atualidade, a água é o objeto de busca de Sarah (Sandy) e Kim (Junior), dois jovens que vivem na misteriosa ‘Acquária‘.

Já assistiu ao filme? O que achou?

‘Pieces of a Woman’: Drama com Vanessa Kirby e Shia LaBeouf ganha trailer oficial; Confira!

Netflix divulgou hoje (17) o trailer oficial de Pieces of a Woman, drama produzido por Martin Scorsese e estrelado por Vanessa KirbyShia LaBeouf.

Confira:

O filme estreia no dia 07 de janeiro de 2021 e marca o début em língua inglesa do aclamado realizador cinematográfico Kornél Mundruczó (‘Deus Branco’).

A história é centrada em Martha e Sean Carson (Kirby e LaBeouf, respectivamente), um casal de Boston que entra em colapso, após sua recém-nascida falecer pouco depois de um parto natural.

O drama ainda conta com Molly Parker, Sarah Snook, Iliza Shlesinger, Benny Safdie, Jimmy Fails e Ellen Burstyn.

Kata Wéber assina o roteiro a partir das experiências de vida de Mundruczó.