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‘Liga da Justiça’: Zack Snyder confirma que veremos mais do Robin no filme

Batman vs Superman‘ trouxe uma breve cena deixando implícito que o Dick Grayson do DCEU morreu há algum tempo pelas mãos do Coringa de Jared Leto.

Agora, o diretor Zack Snyder revelou que sua minissérie de quatro episódios para a HBO Max terá, de fato, pelo menos um easter egg do Robin.

“Há uma cena do Robin… há um easter egg do Robin na Liga da Justiça”, revelou o diretor ao TheFilmJunkee . “Isso, eu acho que você terá que esperar para ver. Não posso dizer exatamente.”

Snyder então sugeriu que tinha planos futuros para Robin, acrescentando “Tinha um plano para vermos mais do Robin? Em uma história futura? Tinha.”

Essa potencial história futura, diz Snyder, envolveria um Batman bêbado (Ben Affleck) pensando em seus dias de luta contra o crime ao lado de seu companheiro.

“Quero dizer, para mim, a maneira como você faz uma história de Robin no universo da Liga da Justiça é mostrando um Batman bêbado se lembrando. Nós veríamos quem Robin era para ele e temos a experiência de quais foram as circunstâncias para o momento do Coringa e do Robin.” 

Desde a estreia de ‘Batman vs Superman‘, os fãs aguardam por respostas sobre a morte do menino prodígio, já que o uniforme pichado de Grayson indica que o Coringa o assassinou.

No entanto, o público ficou sem saber o que aconteceu após o fracasso de ‘Liga da Justiça‘, o que interrompeu os planos de Zack Snyder em expandir o DCEU.

Dessa forma, a presença de Leto no Snyder Cut pode se referir ao momento em que ele tirou a vida de Robin, e esta seria a possibilidade mais conclusiva para o retorno do vilão, pois ele não se encaixaria de outra forma na trama da adaptação.

Além disso, um fã já havia perguntado a Snyder se ele iria esclarecer a morte do Robin em algum de seus filmes, e o diretor confirmou que daria uma dica no Snyder Cut deLiga da Justiça.

Confira:

Zack Snyder, você tem planos de aprofundar a morte de Dick [Grayson] em seus futuros filmes? Talvez em Liga da Justiça‘?”, perguntou o fã.

Ao que ele respondeu:

“Darei uma dica em ‘Liga da Justiça‘.”

Originalmente, o Coringa apareceu ‘Esquadrão Suicida‘ (2016) e foi bombardeado com críticas e piadas por conta da péssima caracterização e da atuação caricata e sem brilho de Leto.

Por conta disso, os internautas estão reclamando sobre a decisão de introduzi-lo no Snyder Cut, o que pode afetar a expectativa pela estreia.

Confira as reações:

Lembrando que as filmagens estão em andamento com Ben Affleck, Ray Fisher e Amber Heard. Não está claro quais outros atores estão envolvidos.

Lembrando que a nova versão de ‘Liga da Justiça‘ será um evento dividido em quatro partes e com duração de quatro horas (o que faz com que cada “capítulo” tenha uma hora de exibição).

Conforme Snyder prometeu, a nova versão trará vários arcos inéditos de personagens, incluindo a história completa do Ciborgue e a introdução de Iris West (Kiersey Clemons) ao DCEU.

Até lá, vale lembrar que o Snyder Cut tem estreia marcada para 2021, na HBO Max.

Confira o trailer e as imagens promocionais:

https://www.facebook.com/280573935859531/posts/734443143805939/?vh=e&extid=7ShtT8ACpsNhL3kg

Reboot de ‘Anaconda’ terá roteirista de ‘Branca de Neve e o Caçador’ e ‘Divergente’

De acordo com o THR, a Columbia Pictures já encontrou um roteirista para o reboot de ‘Anaconda‘ (1997).

O roteiro está sendo escrito por Evan Daugherty , conhecido por ‘Branca de Neve e o Caçador‘ e ‘Divergente‘.

O novo filme está sendo descrito como uma “reimaginação” do original e terá o mesmo estilo que ‘MegaTubarão‘, com um grande orçamento.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

A franquia original rendeu quatro filmes (mas apenas os dois primeiros foram lançados nos cinemas) e um crossover com ‘Pânico no Lago‘. Ao todo, os dois primeiros filmes arrecadaram US$ 207.7 milhões mundialmente.

‘Percy Jackson’: Logan Lerman toparia voltar como Poseidon na série do Disney+

A saga de livros de ‘Percy Jackson’ vai ganhar um reboot em formato de série para o Disney+ em 2021, e o Logan Lerman já deixou claro que ele toparia voltar como outro personagem.

Durante uma entrevista ao Entertainment Tonight, Lerman – que interpretou Percy Jackson nos filmes – falou sobre o reboot:

“Honestamente, estou maravilhado por isso e honrado pelo fato das pessoas ainda falarem sobre a saga de Percy Jackson. Sim eu fiquei sabendo. Claro, eu li sobre o assunto. Estou preso em casa com meu celular, então é claro que li sobre isso”, disse o ator.

Ao ser questionado a respeito do papel de Poseidon, e se aceitaria a proposta de vivê-lo na série, ele afirmou:

“Sim, potencialmente, depende. Agora é muito cedo para saber. Normalmente, com um grande projeto, começa com um anúncio como esse. Então eles anunciaram o desenvolvimento da série e eu me pergunto quando eles estarão prontos para desenvolvê-la. Eles precisam aprovar os roteiros, orçá-la e escolher o elenco. Precisam fazer tudo isso. Então, isso pode demorar muito, sabe. Eu fico curioso pra saber se haveria algum papel interessante para mim ou algo do tipo. Eu definitivamente consideraria isso”.

A série se chamará ‘Percy Jackson and the Olympians’ (Percy Jackson e os Olimpianos), seguindo o título original da saga de livros.

Ao todo, a saga escrita por Rick Riordan contém cinco livros: ‘O Ladrão de Raios’, ‘Mar dos Monstros’, ‘A Maldição do Titã’, ‘A Batalha do Labirinto’, e ‘O Último Olimpiano’.

A trama gira em torno de Percy, um adolescente que descobre ser filho de Poseidon, deus grego dos mares, e então é enviado para o Acampamento Meio-Sangue para se reunir com outros meios-sangue. Lá, Percy onde se encontra com o amigo e mentor Grover Underwood, um sátiro adolescente, e conhece Annabeth Chase, filha de Atena.

Chris Columbus comandou a adaptação cinematográfica do primeiro volume, ‘Percy Jackson e o Ladrão de Raios, que trouxe em seu elenco Logan LermanAlexandra Daddario, Brandon T. Jackson, Jake Abel.

Apesar de receber críticas mistas, o filme arrecadou quase US$227 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 95 milhões.

Em 2013, ‘Percy Jackson e o Mar de Monstros‘ faturou apenas US$ 199 milhões e recebeu duras críticas acerca da narrativa, que se distanciava demais do romance original.

Filmes que Completam 10 Anos e Você NÃO SABIA que tinham sido lançados

Esse ano algumas produções de muito sucesso completam 10 anos de seu lançamento. Umas já se tornaram icônicas, e outras viveram até mesmo para se tornar novos clássicos do cinema. Afinal, quem esquecerá tão cedo filmes como A Origem, A Rede Social, O Discurso do Rei, Cisne Negro, Meu Malvado Favorito, entre outros tantos. Existem também aqueles que tinham grandes aspirações e criaram uma enorme expectativa nos fãs, mas que, apesar do fracasso retumbante, ainda conseguem se manter na “boca do povo” no típico esquema do falem mal, mas falem de mim: dentre os quais alguns casos notórios são O Último Mestre do Ar, Demônio, Gente Grande, Percy Jackson, Enrolados e Fúria de Titãs, por exemplo.

No entanto, nesta matéria iremos abordar um terceiro tópico de filme que está completando 10 anos em 2020. Um item que é ainda mais triste do que os fracassos famosos. O caso dos filmes que passaram tão em branco que, mesmo com certo prestígio de diretores e atores renomados envolvidos, você não ficou sequer sabendo que tinham sido lançados. Vamos conhecer abaixo e diga se você de fato já tinha ouvido falar deles ou se até mesmo teve a sorte de assisti-los.

Entre Segredos e Mentiras

Indicado para dois Oscar de melhor ator, Ryan Gosling se tornou um dos intérpretes preferidos dos cinéfilos devido a suas escolhas de projetos interessantes, a maioria fora da caixinha e donos de muita criatividade. Mesmo quando se envolve em uma grande produção de estúdio, sua opção é por algo do nível de Dois Caras Legais (2016) ou O Primeiro Homem (2018). E até quando não funcionavam cem por cento, vide Caça aos Gângsteres (2013), a intenção do que poderia ter sido é sempre mais louvável. Quando pensamos no ator, obras como La La Land (2016), Drive (2011), Blade Runner 2049 (2017) e até mesmo o cult Namorados para Sempre (2010) são as obras que primeiro vem à mente.

No mesmo ano do drama romântico estarrecedor citado, porém, era lançado Entre Segredos e Mentiras, suspense dramático baseado na história real de Robert Durst, um homem com severo desvio de personalidade, suspeito pelo desaparecimento de sua esposa em 1982. Este filme pra lá de sombrio e impactante é desconhecido de muitos, apesar de contar com ótimos desempenhos dos protagonistas Gosling e Kirsten Dunst – que acredita ser esta sua melhor interpretação da carreira.

A Ocasião Faz o Ladrão

Keanu Reeves sentiu uma revigorada em sua carreira após se tornar crush da internet e do sucesso de sua mais recente franquia: John Wick. O ator até mesmo deu uma turbinada em Bill & Ted, e vem aí com um novo Matrix. Mas diga de verdade se você já tinha ouvido falar neste A Ocasião Faz o Ladrão. Misto de drama criminal com comédia, no filme Reeves vive um sujeito sendo liberado da prisão após cumprir pena por um crime que não cometeu. É então que ele decide realmente roubar o banco pelo qual foi acusado. O longa une Reeves pela primeira vez em tela com os indicados ao Oscar Vera Farmiga e James Caan, e ainda conta com Judy Greer, Bill Duke e Fisher Stevens no elenco. O roteiro é assinado por Sacha Gervasi, de O Terminal (2004) e Hitchcock (2012).

As Múmias do Faraó

Essa é para quem curte aventuras de matinê no estilo Indiana Jones e, é claro, seu “clone” mais bem sucedido, A Múmia (1999), com Brendan Fraser. E talvez um dos motivos pelo qual você pode nunca ter ouvido falar nesta produção de Luc Besson é justamente por se tratar de um blockbuster francês. Besson tem um estilo visual e narrativo únicos, que aproximam todos os seus filmes de “adaptações de quadrinhos”, mesmo quando não o são.

Afinal você conseguiria dizer dentre filmes como O Quinto Elemento (1997), Nikita (1990), O Profissional (1994), Arthur e os Minimoys (2006), Lucy (2014) e Valerian e a Cidade dos Mil Planetas (2017) quais são baseados em HQs e quais são ideias originais suas. Bem, com As Múmias do Faraó o cineasta realmente adapta para as telonas as histórias criadas por Jacques Tardi sobre a escritora e aventureira Adèle Blanc-Sec (Louise Bourgoin) e suas encrencas reais e sobrenaturais (como diz o título original da obra) no início do Século XX. O clima para toda a família impera, e o elenco conta ainda com atores renomados da França como Mathieu Amalric e Gilles Lellouche.

A Sétima Alma

Primeiro filme de terror na lista e aqui contamos com a direção de nenhum outro senão o saudoso mestre do gênero Wes Craven. Para os que viveram debaixo de uma rocha nos últimos 40 anos, Craven é o responsável por algumas das franquias mais notáveis do horror, vide A Hora do Pesadelo e Pânico. Mas até os gênios cometem seus deslizes. Além de Amaldiçoados (sobre o qual comento neste link) – tentativa de uma franquia sobre lobisomem moderno que o diretor lançou em 2005 -, Craven dava bola fora há 10 anos com este “My Soul to Take”.

Neste slasher lançado um ano antes de Pânico 4, o cineasta cria uma história sobre um serial killer (na tentativa de criar uma nova persona icônica na trilha de Freddy Krueger e Ghostface) que, teoricamente, retorna dos mortos para perseguir sete jovens de uma pequena cidade, todos nascidos no mesmo dia em que ele foi abatido. No elenco, Danai Gurira, Frank Grillo, Max Thieriot, John Magaro e Emily Meade são os rostos mais conhecidos.

Twelve – Vidas Sem Rumo

Seguindo pelo universo de filmes com personagens jovens e prestigiados diretores saudosos, chegamos a este Twelve que foi igualmente o penúltimo trabalho de Joel Schumacher, responsável por obras elogiadas como Os Garotos Perdidos (1987), O Cliente (1994) e Tempo de Matar (1996), e outras… bem, você lembra dos Batman com mamilos? Nesta produção, Schumacher voltava lá para o início de sua carreira, de filmes como O Primeiro Ano do Resto de Nossas Vidas (1985), para se reconectar com a juventude.

Baseado no romance de Nick McDonell, este é também um drama criminal, que aborda o mundo das drogas, seus usuários e traficantes. O protagonista, papel de Chace Crawford, é um pequeno traficante passando por um dos piores momentos de sua vida, precisando encarar o assassinato de seu primo e a prisão de seu melhor amigo. O elenco traz nomes como Emma Roberts, Zoë Kravitz, Rory Culkin, Billy Magnussen, o rapper 50 Cent e Emily Meade (ela de novo), além de veteranos como Elle Barkin e o usual colaborador de Schumacher, Kieffer Sutherland.

A Grande Mentira

Você lembra daquele filme no qual Jessica Chastain interpretou Helen Mirren jovem? Pois é, a verdadeira pergunta seria se alguma delas lembra. O thriller político tem por trás realizadores pra lá de tarimbados, mas sequer foi lançado nos cinemas brasileiros. Com roteiro de Peter Straughan (O Espião que Sabia Demais), Jane Goldman (Kick-Ass) e Matthew Vaughn (X-Men: Primeira Classe), o longa é na verdade uma adaptação do israelense ‘Ha-Hov’ (2007).

Com direção de John Madden (indicado ao Oscar por Shakespeare Apaixonado), a história fala sobre a missão de três agentes do Mossad para prender um nazista na Alemanha Ocidental de 1965. Nesta fase, a protagonista Rachel Singer é vivida por uma Jessica Chastain em início da fama. Trinta anos depois, agora nas formas da Dama Helen Mirren, o passado volta para assombrar os mesmos agentes. O elenco conta ainda com Sam Worthington e os veteranos Tom Wilkinson e Ciarán Hinds.

O Anjo do Desejo

O que fazem Bill Murray, Mickey Rourke e uma Megan Fox alada num filme? Parece até início de piada, mas na verdade é uma produção bem real, e lançada já faz dez anos. Na época, Fox estava no auge de sua popularidade, saindo de filmes como Transformers 2 e Garota Infernal, e era provavelmente a mulher mais desejada do planeta. Por isso, ela acabou topando este papel num filme independente e de menor orçamento.

Escrito e dirigido por Mitch Glazer (produtor de Encontros e Desencontros), o cineasta escala o colega Bill Murray para viver um gangster que tem uma preciosidade em seu acervo pessoal: uma de suas strippers possui asas, podendo ser a personificação de um anjo na Terra. O ser mitológico é vivido por ninguém menos que a própria Megan Fox, aumentando ainda mais, mesmo que no universo cult desta vez, seu status de musa. Completando o trio, a moça voadora cai nas graças de um trompetista falido, interpretado por Mickey Rourke. E você, sabia dessa?

Burke & Hare

Voltando para os diretores renomados, John Landis foi definitivamente um dos grandes ícones dos anos 1980. Isso porque o cineasta esteve no comando de algumas preciosidades da época, como Os Irmãos Cara de Pau (1980), Um Lobisomem Americano em Londres (1981), Trocando as Bolas (1983) e Um Príncipe em Nova York (1988), além de ter dirigido também o clipe Thriller, de Michael Jackson – provavelmente o mais famoso de sua carreira.

No entanto, uma polêmica envolvendo a morte de três atores (dois eram crianças) no set de No Limite da Realidade (1983) voltaria para assombrar Landis, e sua carreira começaria a perder a força já na década seguinte. Hoje, semi aposentado, Landis faz apenas alguns episódios de séries esporádicos e não assinava um filme desde 1998. Foi quando decidiu investir nesta produção britânica de humor negro sobre a história real de dois infames ladrões de túmulos e assassinos, cuja lenda faz parte do folclore inglês. Burke e Hare são vividos respectivamente por Simon Pegg e Andy Serkis. O elenco principal tem ainda Isla Fisher, Tom Wilkinson e Tim Curry.

Mistério da Rua 7

Voltando a um tópico que amamos aqui no CinePOP, este é mais um exemplar de terror na lista. Para alguns atores a exposição excessiva devido a um papel pode servir como um tiro pela culatra. Foi o caso com o jovem Hayden Christensen, que imaginava sua entrada na franquia Star Wars (uma das maiores do cinema) como porta para o estrelato. Críticas severas tanto à sua atuação quanto à qualidade da trilogia prequel em si, fizeram de Christensen uma figura de “pouco prestígio” em Hollywood.

Aqui, o jovem tem a chance de protagonizar novamente dirigido por um cineasta talentoso: Brad Anderson (de O Operário, 2004). Ao lado do ator, Thandie Newton dá respaldo à trama, que aborda elementos sobrenaturais em uma premissa apocalíptica. Em Mistério da Rua 7, a população de Detroit quase toda desapareceu, sobrando somente poucas pessoas. Porém, a noite começa a chegar novamente, trazendo mau agouro. John Leguizamo fecha o trio principal.

Super

Quando falamos em James Gunn qual filme de super-herói você lembra imediatamente? Acertou quem disse Guardiões da Galáxia (2014), da Marvel, e sua continuação (2017). Os mais apressadinhos podem mencionar o vindouro O Esquadrão Suicida (2021) e os diferentões podem citar sua participação em produções como Scooby Doo – O Filme e Brightburn – Filho das Trevas, os quais escreveu e produziu respectivamente. Mas quantos realmente tem conhecimento de Super, uma investida muito violenta de Gunn no subgênero.

No mesmo ano em que os aficionados viam o lançamento de Kick-Ass: Quebrando Tudo (já envolto em certa controvérsia devido aos níveis elevados de violência), Gunn, como sempre, foi ainda mais longe causando. No filme, seu segundo longa para o cinema, temos um azarado (Rainn Wilson) que surta, perdendo de vez a noção. Ao ser deixado pela mulher (Liv Tyler), ele investiga o novo companheiro dela (Kevin Bacon) e descobre que o sujeito é na verdade um criminoso. Assim, decide adotar para si a identidade do herói Crimson Bolt. No caminho de sua insanidade, o “herói” arruma até mesmo uma ajudante, papel da indicada ao Oscar Ellen Page.

‘Coringa’: David Fincher diz que filme com Joaquin Phoenix “trai as pessoas com doenças mentais”

O diretor David Fincher deu uma entrevista bastante polêmica enquanto divulgava seu próximo filme, ‘Mank‘, que já está recebendo muitos elogios dos críticos.

Conhecido por uma série de filmes de ‘Se7en‘ a ‘Garota Exemplar‘, Fincher criticou o filme ‘Coringa‘, estrelado por Joaquin Phoenix.

Conversando com o Telegraph, Fincher afirmou que ‘Coringa‘ é uma mistura de dois clássicos de Martin Scorsese que fracassou em sua representação de pessoas com doenças mentais.

“Ninguém teria pensado que ‘Coringa’ faria sucesso se ‘O Cavaleiro das Trevas’ não fosse tão bem sucedido. Eu não acho que alguém teria olhado para aquele material e pensado, sim, vamos pegar Travis Bickle [‘Taxi Driver’] e Rupert Pupkin [‘O Rei da Comédia’] – dois personagens interpretados por Robert De Niro, que também aparece em ‘Coringa’ – e misturá-los, prendê-los nesse filme que trai as pessoas com distúrbios mentais e exibir por um bilhão de dólares”, afirmou. 

Você concorda com o diretor?

Assista à nossa crítica do longa:

‘Constantine 2′: Sequência com Keanu Reeves pode ser comandada por J.J. Abrams

Constantine‘ se transformou em um neoclássico nos últimos anos e conquistou uma legião de fãs devido ao carisma do astro Keanu Reeves.

Nesta semana, o ator Peter Stormare, que interpretou Lúcifer no filme de 2005, revelou em seu Instagram que a “sequência do está em desenvolvimento”.

Segundo o The Direct, o diretor e produtor o J.J. Abrams está trabalhando no novo filme, que deve ser disponibilizado diretamente no HBO Max.

O site afirma que a Warner Bros está em negociações com Keanu Reeves para ele retornar ao papel, quinze anos após o primeiro filme.

Foi dito que o estúdio planeja quatro adaptações envolvendo o personagem, incluindo um filme solo e uma participação em LJS.

Todos os envolvidos no projeto devem retornar, e o produtor Akiva Goldsman revelou detalhes sobre a trama em entrevista recente.

“Queremos fazer uma sequência para maiores de 17 anos [Rated-R]. Na minha ideia, o Constantine acorda em cela e ele está ao lado de um prisioneiro. É polêmico. O roteiro de [Frank Cabello]  colocava Jesus como companheiro de cela do protagonista. Ele voltou e está em Nova York. Sim, a sequência mostraria isso”, afirmou.

“Conversamos sobre sequências mais do que no estúdio… Não foi um sucesso absoluto ou aclamado pela crítica na época. A religião é um elemento polarizador na narrativa. Lembro-me de estar em uma sessão de perguntas e respostas, e alguém, não me lembro de qual religião, estava tão confuso com a ideia do céu e do inferno. Porque, na visão de mundo dele, não havia céu e o inferno. Então, como ele deveria entrar nesse mundo de maneira apropriada, certo? E essa foi uma das grandes conclusões. O assunto da história era apenas colocar as pessoas de lado.”, afirmou.

O diretor Francis Lawrence falou sobre os seus planos para a sequência e revelou que conversou com oReeves e com o roteirista Akiva Goldsman.

Eu, Keanu [Reeves] e Akiva [Goldsman] estamos conversando sobre “Constantine 2′”, afirmou.

Ele continua:

“Acredito que queremos uma sequência. O primeiro filme fez sucesso suficiente. Nós queríamos fazer um filme responsável e para maiores de idade. Queremos fazer uma sequência que não custe tanto quanto o original, que pensávamos que teria baixa classificação etária. Nós desenvolvemos a sequência por um tempo. Foi complicado escolher qual direção seguir. O que eu realmente gostei sobre o primeiro filme, é o fato de ser uma história pessoal, então achei que seria um erro focar no aspecto sobrenatural. A ideia de uma história pessoal era muito interessante, mas difícil de desenvolver.” 

Confira a confirmação da sequência postada pelo ator Peter Stormare:

 

Constantine‘ faturou US$ 230,9 milhões quando estreou após receber críticas negativas dos críticos.

Com a possibilidade real do astro Keanu Reeves retornar ao papel de Constantine em um novo filme da Warner, o aclamado artista BossLogic desenvolveu uma bela arte conceitual que reimagina o popular ator de volta ao personagem.

A arte traz referências ao visual de Reeves no primeiro filme, mesclando também várias referências dos quadrinhos.

Confira:

 

Reeves protagonizou o drama sobrenatural ‘Constantine‘ em 2005, ao lado de Rachel Weisz e Tilda Swinton. O filme, comandado por Francis Lawrence, arrecadou mais de 230 milhões de dólares nas bilheterias mundiais, mas teve recepção mista por parte da crítica especializada.

 

Conheça os 10 Filmes MAIS CAROS da História

O cinema é arte. Mas também é um negócio. E um levado muito a sério. Desde seus primórdios na era do cinema mudo, ainda na década de 1920, realizadores costumam promover suas obras através da quantia gasta em sua produção. Dizeres como “o filme mais caro da história” eram chamarizes em cartazes e peças publicitárias para atrair a audiência. Afinal, cinema também sempre foi espetáculo, uma mágica para encantar o espectador, e quanto mais grandiosa for, maior deleite causará.

Esposas Ingênuas (1922), Ben-Hur (1925) e Anjos do Inferno (1930), do excêntrico milionário Howard Huhes, foram algumas produções que clamavam ter rompido a barreira orçamentária de US$1 milhão – numa época em que tal quantia era uma fortuna inestimável -, embora exista dúvida sobre a veracidade do valor gasto filme de Hughes.

Com o passar dos anos tais orçamentos só cresceram, e a partir da década de 1950, quando o cinema precisou enfrentar uma de suas maiores lutas contra um adversário de peso, a Televisão (que chegava em massa aos lares), uma nova guinada nos valores de produção visava entregar um espetáculo que não cabia nas telinhas. Assim, alguns filmes chegavam a ultrapassar a quantia dos US$10 milhões para serem produzidos. Quo Vadis (US$7.6 milhões), Os Dez Mandamentos (US$13.2 milhões) e um novo Ben-Hur (1959, US$15.1 milhões) foram alguns dos longas mais caros da década. E no caso dos três podemos sentir em tela cada centavo no valor de produção.

É claro que tamanho investimento nem sempre se mostrava equivalente ao retorno, medido nas bilheterias. Assim, se …E o Vento Levou (1939) com um orçamento de algo por volta de US$4 milhões rendia uma bilheteria astronômica (que com ajuste de inflação teria arrecadado quase US$4 bilhões hoje – ainda o filme mais rentável da história), Cleópatra (1963), por outro lado, deixava um rombo de prejuízo com seu orçamento inacreditável de US$31 milhões, mesmo se tornando o mais lucrativo de seu respectivo ano.

Hoje, numa era tomada por blockbusters mirados ao público jovem, que muitas vezes podem ser considerados mais “simuladores” ou idas a parques temáticos do que histórias tradicionais e adultas sobre questões humanas, obviamente, o investimento precisa ser colossal. E esta introdução nos traz a este novo texto, cujo assunto é justamente os filmes mais caros da história do cinema. Confira abaixo.

10 | Enrolados (2010)

Se alguém perguntasse, jamais diríamos que a animação mais cara do cânone Disney é esta adaptação do conto de Rapunzel. Reportadamente, Walt Disney em pessoa queria levar às telas a história de Rapunzel ainda na década de 1940.  No entanto, esta história só sairia dos planos do estúdio e ganharia vida nas telonas 70 anos depois. Visando atrair um público mais amplo (incluindo os meninos) após a bilheteria abaixo do esperado de A Princesa e o Sapo (2009), o título mudou para Enrolados (ao invés de Rapunzel), e a ênfase a um personagem masculino também foi dada.

Este é o 50º filme em animação da Disney e primeiro sobre uma princesa na forma de animação computadorizada. Mesmo consciente de todos os detalhes dados a sua confecção, o orçamento de US$260 milhões soa absurdo – ainda mais levando em conta que não temos nomes de muito peso no elenco de dubladores. O que sabemos é que Reese Witherspoon estava contratada para dublar Rapunzel, papel que terminou com Mandy Moore. Será que a Disney precisou pagar o salário da Legalmente Loira?

09 | Star Wars: Os Últimos Jedi (2017)

No início da saga Star Wars nos cinemas, lá em 1977 e 1980, por incrível que pareça, os filmes não tinham orçamentos astronômicos ao ponto de serem considerados alguns dos mais caros sequer de seus respectivos anos de lançamento. O Império Contra-Ataca, para termos uma ideia, custou menos que outras grandes estreias de 40 anos atrás, vide Flash Gordon, Popeye e Os Irmãos Cara de Pau.

Com o passar dos anos, a franquia foi engordando e crescendo, ao ponto de se tornar uma das mais lucrativas não apenas da sétima arte, como também do entretenimento de uma forma geral – ou seja, agregando inúmeras outras indústrias, seja na literatura, games, action figures e até mesmo parques temáticos. Assim encontramos as histórias de Star Wars atualmente, donas do que de melhor Hollywood tem a oferecer. Rogue One (2016) custou US$220 milhões e O Despertar da Força (2015) ficou em 11ª colocação dentre os mais caros de todos os tempos, com US$259 milhões de orçamento. Em nono lugar temos este que foi o mais ousado filme da franquia, e também o primeiro grande divisor de águas entre os fãs, com o orçamento de US$262 milhões.

08 | Batman vs Superman: A Origem da Justiça (2016)

Esse produto da Warner/DC tinha tudo para ser um dos maiores sucessos da história recente do entretenimento. O estúdio tinha em mãos dois personagens icônicos, que são verdadeiras peças de marketing para fazer dinheiro, e cuja trajetória em filmes solo no cinema se mostrou justamente isso. Esse era o primeiro grande encontro destes titãs lucrativos nas telonas, o resultado deveria transcender uma longa-metragem e se tornar um verdadeiro fenômeno da cultura pop.

Bem, como sabemos, o que ocorreu não foi bem isso. Muitos apontam a responsabilidade do “fracasso” para o diretor Zack Snyder. Outros para a ansiedade do estúdio em querer costurar um universo cinematográfico como o da rival Marvel, sem ter passado pelas etapas anteriores. Quando a ganância atropela as ideias, mesmo com tanto dinheiro investido – o orçamento foi de US$263 milhões -, o resultado nunca é o esperado.

07 | John Carter: Entre Dois Mundos (2012)

Você lembra deste filme? É um evento curioso quando um dos filmes mais caros da história é também um filme altamente esquecível, que quase ninguém mais comenta, sendo apagado por completo para gerações mais novas. A verdade é que esta investida ambiciosa da Disney para uma superprodução em live-action é baseada no conto clássico do escritor Edgar Rice Burroughs, que esteve por trás da criação do personagem Tarzan, por exemplo, fonte de inúmeras produções cinematográficas de sucesso – datando igualmente dos primórdios da sétima arte.

O conto de BurroughsA Princesa de Marte”, o qual a Disney transformou em John Carter na realidade inspirou de tudo no terreno cultural, inclusive George Lucas na criação da saga Star Wars. Acontece que chegando muito atrasado no jogo, John Carter ficou parecendo a cópia, e não o copiado. Quando o roteiro falha em criatividade e emoção, a coisa fica ainda mais complicada. John Carter custou “singelos” US$264 milhões para ser produzido.

06 | Han Solo (2018) /
A Ascensão Skywalker (2019)

Voltando para a franquia Star Wars, agora pulamos direto aumentando a “brincadeira” em US$10 milhões. Tá bom para você?  Agora nos encontramos no topo, com os filmes mais caros da franquia. E sim, você leu certo, eu disse filmes no plural. Já que se for para arrebentar a porta, que seja feito em dose dupla. Os dois últimos filmes de Star Wars no cinema foram também os mais custosos. E bem, recaem na categoria dos filmes que não atingiram o esperado.

Com o fato, esperamos que os grandes estúdios repensem suas estratégias, e invistam menos dinheiro em um produto que pode lhes devolver apenas dor de cabeça e prejuízo. Em especial os executivos encarregados em cuidar de um universo tão querido e rico quanto o de Star Wars. Com esta última trilogia, por exemplo, ficou claro que os responsáveis não tinham um plano delineado, deixando diretores ousarem em seus filmes somente para depois negarem seus conceitos apagando-os na continuação. Este é o resumo de A Ascensão Skywalker, um filme que tentou agradar todo mundo e terminou não agradando ninguém.

Han Solo se mostrou uma produção problemática desde o início, a começar por ser um projeto que ninguém havia pedido, e terminando com a patacoada da demissão dos diretores originais, as mentes mais que criativas de Phil Lord e Christopher Miller, optando assim pela segurança de Ron Howard. Resultado: uma aventura sem muita vida. Ambos A Ascensão Skywalker e Han Solo foram produzidos pela “bagatela” de US$275 milhões.

05 | Liga da Justiça (2017) /
Piratas do Caribe: No Fim do Mundo (2007)

Voltamos ao item 8 aqui, e a problemática acerca de Zack Snyder, a Warner e o universo DC no cinema. E se Batman vs Superman já havia sido considerado um atropelo de ideias, com muitos personagens e tramas conflitando ao mesmo tempo, ao invés da concentração de uma única narrativa para introduzir melhor o público neste admirável novo mundo, com Liga da Justiça – o próximo passo nesta linha evolutiva -, a coisa fica ainda mais complicada.

O filme marca o primeiro grande encontro nas telonas, agora não mais apenas de Batman e Super-Homem, mas também do Flash, Aquaman e Cyborg (a Mulher-Maravilha já havia aparecido anteriormente e estrelado seu filme próprio alguns meses antes). Junte a isso a saída de Snyder do projeto devido a problemas pessoais, a entrada de Joss Whedon, e temos um filme cujo tom parece em conflito consigo o tempo todo. O resultado desestimulou o estúdio de seu plano inicial, que era lançar o encontro dos heróis em duas partes – algo como o último Vingadores fez.

Ah sim, em se tratando de Piratas do Caribe, o que surgiu como um “tiro no escuro” da Disney, se mostrou uma franquia extremamente lucrativa e uma das mais adoradas do cinema entretenimento – grande parte devido ao apelo infantil que possui. O plano do estúdio foi se espelhar no que a Warner havia feito com Matrix, e antes com Senhor dos Anéis, e gravar dois filmes de uma só vez, lançando-os no intervalo de um ano. E se a primeira parte, O Baú da Morte teve um orçamento de US$225 milhões para continuar as aventuras de Jack Sparrow, o “encerramento” da então trilogia fechava com chave de ouro pelo “trocado” de US$300 milhões – o mesmo valor gasto pela Warner em Liga da Justiça.

04 | Vingadores: Guerra Infinita (2018)

A razão do sucesso dos filmes da Marvel (bem, de quase todos) é trabalhar tão bem seus personagens e enredos ao ponto de se tornarem não apenas parte de uma obra cinematográfica, mas verdadeiros movimentos sociais. Mesmo em tramas fantasiosas, personagens usando uniformes coloridos, existe uma grande humanidade, que resulta em identificação imediata, em suas narrativas.

Assim, compreendemos as motivações de um tirano como Thanos (Josh Brolin), que acredita verdadeiramente no altruísmo de suas ações: apagar da existência metade do universo para que a outra metade não careça de recursos por motivo de superpopulação. Extremismo? Certamente. No entanto, aqui na Terra passamos pelo mesmo problema. Guerra Infinita é uma aula de como entregar uma produção tão grande quanto possa existir, retirando dela o melhor que ela poderia oferecer. Para isso, é claro, era necessário um valor orçamentário “digno”, e ele custou US$316 milhões. Neste caso, um investimento válido.

03 | Vingadores: Ultimato (2019)

Como dito, o plano para o terceiro Vingadores era dividi-lo em duas partes – trajeto pelo qual a Warner queria ter seguido também. A proposta de um universo costurado e episódico (como eram criados os antigos seriados das matinês a cada sessão fazendo o público ansiar pela próxima semana onde tal aventura seria concluída) inteiramente confeccionado em produções de centenas de milhões de dólares é algo sem precedentes. A Marvel Studios transformou seu cinema na estrutura de quadrinhos. E se antes esta arte não era respeitada ou tratada de forma correta por estúdios e executivos, agora o MCU dá o troco fazendo a indústria do cinema cair de joelhos perante sua fórmula de sucesso, ditando tendências e regras do novo jogo.

Afinal, para que ser dono de uma franquia que se torna febre mundial, quando se pode ter várias e ainda interliga-las. Com Guerra Infinita, a Marvel Studios deixou o mundo sofrendo, à espera de uma conclusão para os acontecimentos aterrorizadores, e um ano depois entregava finalmente tais respostas. É claro que para a conclusão todas as apostas seriam aumentadas, inclusive o orçamento, que pulou para US$356 milhões.

02 | Vingadores: Era de Ultron (2015)

O filme mais caro da Marvel e o segundo mais caro do cinema em geral é um Vingadores, porém, se engana quem achava que seriam os rolos compressores Guerra Infinita ou Ultimato. A produção mais custosa do MCU é Era de Ultron, igualmente um dos mais irregulares. O primeiro Vingadores (2012), com um orçamento de US$220 milhões se mostrou um sucesso estrondoso, mostrando o que poderia ser feito, ultrapassando a marca do bilhão e ainda por cima se tornando a terceira maior bilheteria do mundo na época, ficando atrás somente da dobradinha de James Cameron: Titanic (1997) e Avatar (2009).

Grande parte dos louros foram para o comandante da obra, o diretor Joss Whedon. Assim, imaginem a expectativa pela sequência deste verdadeiro marco para os filmes do gênero. Três anos depois, Era de Ultron saía do papel e… bem, digamos que não foi tão bom quanto o original. De fato, a obra terminou custando parte da “sanidade” de Whedon, que logo após se desligou da franquia, dando um tempo no comando de mega blockbusters. No entanto, uma coisa foi melhor em relação ao original, o orçamento separado para a produção, que chegava a absurdos US$365 milhões.

01 | Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas (2011)

O filme mais caro da história do cinema é uma produção da Disney, mas esta não tem nada a ver com a Marvel Studios. Talvez não seja tão difícil de acreditar, já que tais produções são extremamente megalômanas, mas o quarto Piratas do Caribe é o filme com o maior orçamento de todos os tempos. Como dito, No Fim do Mundo é um dos recordistas de orçamento mais inflado, e tinha a proposta de encerrar a franquia. Mas numa era de reciclagens, reimaginações, refilmagens e reinícios, a Disney não pretendia encerrar verdadeiramente uma de suas maiores “galinhas dos ovos de ouro”. Assim, quatro anos após o “término”, foi confeccionado um novo capítulo, desta vez sem o time original.

Assim, saía o diretor Gore Verbinski (da trilogia original) e entrava Rob Marshall (Chicago). Saía também os coprotagonistas Orlando Bloom e Keira Knightley para a entrada da estrela espanhola Penélope Cruz. Mas como quem manda na franquia é mesmo o produtor Jerry Bruckheimer, uma vez tendo Johnny Depp fazendo de novo suas maluquices no papel de Jack Sparrow, não sentimos realmente que algo havia mudado. Nada se diferencia dos anteriores, seja o visual ou qualquer conceito. Até mesmo a direção soa idêntica. O que mudou foi mesmo o orçamento astronômico, elevado para US$379 milhões. Em matéria de arrecadação, no entanto, Navegando em Águas Misteriosas chega abaixo de seu predecessor, com US$20 milhões a menos em bilheteria.

Diretor de ‘Vingadores: Ultimato’ não quer que Wolverine entre para o MCU tão cedo

Desde que o astro Hugh Jackman pendurou suas garras do Wolverine com a aclamada adaptação dos quadrinhos Logan’, muito tem se especulado sobre qual novo ator teria a mesma autoridade para reassumir o personagem, agora que ele está de volta aos braços da Marvel Studios.

E para o diretor Joe Russo, de ‘Vingadores: Ultimato‘, o ideal de fato seria dar uma folga ao mutante, principalmente após sua gloriosa jornada nos cinemas. Em uma entrevista ao ComicBook.com, ele salientou o quanto ama o personagem, mas entende que ele precisa “descansar um pouco”:

“Sabe, Wolverine sempre foi um dos meus personagens favoritos. O Incrível Hulk #181 foi um dos primeiros quadrinhos que me lembro de ter colecionado e foi ali onde o personagem teve sua primeira aparição. E Hugh Jackman fez um trabalho incrível com o herói ao longo dos anos e eu acho que eles deveriam dar uma folga a ele, por enquanto, antes que qualquer pessoa venha a assumir o papel”.

Durante uma entrevista para o The Daily Beast, Hugh Jackman foi questionado se ainda gostaria de se juntar ao MCU, ao que ele respondeu:

“Eu sempre quis fazer parte do MCU. Sinceramente, se houvesse essa possibilidade há uns sete anos, eu diria: ‘Mas é claro!’ Mas já passou… Não me arrependo de aposentar o personagem, eu sabia que era o momento certo para isso. Agora está na hora de outra pessoa dar vida ao Wolverine.”

Ele continuou:

“Já me perguntaram dezenas de vezes se eu voltaria a interpretá-lo, mas eu encaro isso como um show, sabe? Às vezes você está cansado e só quer ir embora, mas sempre há alguém dizendo: ‘Ei, tem um novo DJ, novas músicas, não quer continuar?’ Você fica tentado, mas diz: ‘Parece bom, mas é melhor não’.”

Lembrando que a última atuação de Jackman como Wolverine foi há quatro anos, em Logan‘, adaptação dirigida por James Mangold.

 

‘O Esquadrão Suicida’: James Gunn CONFIRMA Sylvester Stallone no elenco

O astro Sylvester Stallone (‘Rambo’) foi confirmado no elenco de ‘O Esquadrão Suicida‘.

O diretor James Gunn compartilhou uma imagem da dupla celebrando a contratação do ícone de ação. Os dois já trabalhando juntos em ‘Guardiões da Galáxia – Vol. 2‘.

“Sempre adoro trabalhar com meu amigo @officialslystallone e nosso trabalho hoje em O Esquadrão Suicida não foi exceção. Apesar de Sly ser uma estrela de cinema icônica, a maioria das pessoas ainda não tem ideia do ator incrível que esse cara é.”, disse Gunn em seu Instagram.

O papel de Stallone no filme não foi revelado. Confira:

 

Recentemente, a revista Empire divulgou uma bela imagem dos bastidores de ‘O Esquadrão Suicida‘, revelando o elenco caracterizado enquanto posavam para a foto junto com Gunn. 

A Warner Bros. já realizou a primeira exibição-teste do filme recentemente e, ao que tudo indica, essa nova versão promete compensar o fracasso do original de 2016.

O jornalista Daniel Richtman compartilhou no Twitter que as reações foram extremamente positivas e que a obra foi caracterizada como a “obra-prima” de James Gunn.

Confira:

Lembrando que o longa teve seu primeiro sneak peek revelado durante a DC FanDome, que mostra várias cenas inéditas do filme.

Assista, na versão LEGENDADA:

Recentemente, Gunn divulgou o logotipo oficial na versão americana e brasileira.

“O time criativo de O Esquadrão Suicida me mandou essas incríveis novas versões oficiais do título para o meu aniversário. E o elenco e eu temos muito mais para mostrar para vocês no dia 22 de agosto em http://DCFanDome.com. Vejo vocês lá!”, postou.

Alguns nomes eram esperados para reprisar seus papéis anteriores: Viola Davis (Amanda Waller), Margot Robbie (Harley Quinn), Jai Courtney (Capitão Bumerangue) e Joel Kinnaman (Rick Flag). Entre os que aparecem agora com destaque estão Idris Elba (o Heimdall do Thor do Marvel Studios), Taika Waititi (diretor de Thor: Ragnarok), Alice Braga e Michael Rooker (o Yondu de Guardiões da Galáxia).

Vale lembrar que ‘O Esquadrão Suicida‘ chega aos cinemas em 06 de agosto de 2021.

‘O Esquadrão Suicida também terá o retorno de Viola Davis (Amanda Waller), Joel Kinnaman, e Jai Courtney (Capitão Boomerang).

Nathan Fillion (Arm-Fall-Off-Boy), Pete Davidson (Blackguard), Michael Rooker (Savant), Flula Borg (Javelin), Sean Gunn (Weasal) e Mayling Ng (Mongal) são as novas adições ao elenco.

Globoplay arrecada quase R$150 milhões por mês e faz sucesso com novelas

A pandemia do novo coronavírus COVID-19 freou o mundo inteiro de forma sem precedentes – e, dentre as esferas mais afetadas em virtude da doença, de fato a do entretenimento alcançou o primeiro lugar.

Conforme o vírus se espalhava pelo mundo e atingir os principais polos de produção audiovisual, diversas produções foram suspensas, levando os estúdios e as distribuidoras a encontrar alternativas para divulgar séries e longas-metragens – recorrendo, principalmente, aos serviços de streaming. E não apenas como forma de manter as pessoas em um burocrático e compulsório isolamento social, mas também de tentar fazer a economia girar e não se render a demissões em massas e cortes de gastos drásticos.

Enquanto a Netflix, a Amazon Prime e o Disney+ dominaram as águas internacionais, coube a Globoplay ganhar destaque em território nacional – tornando-se uma das plataformas mais rentáveis ao faturar quase R$150 milhões

Segundo o site NaTelinha, o serviço ganhou mais de 2,5 milhões de novos usuários em 2020 até o final do primeiro semestre, arrecadando R$148,5 milhões para o Grupo Globo de televisão. Esse crescimento, que representa um avanço de 62% no total de assinantes, é fruto da liberação das novelas mais famosas da emissora em seu extenso catálogo.

As informações também indicam que as produções mais procuradas pelos espectadores foram Tieta (1989), em primeiro lugar, e ‘A Favorita’ (2008), em segundo- e a audiência inclusive vem superando a das que estão no ar atualmente.

Os 40 Anos de O Iluminado | Uma Verdadeira Obra-Prima do Cinema

Considerado por grande parte dos cinéfilos, críticos, fãs de cinema e terror em geral um dos expoentes do gênero, O Iluminado (The Shining) completa 40 anos em 2020. Tendo base no livro criado por Stephen King, o filme foi apenas a segunda adaptação de uma obra do autor para o cinema – após o sucesso de Carrie, A Estranha (1976), de Brian De Palma. Em O Iluminado quem comanda o show é nenhum outro senão o cultuado Stanley Kubrick, um dos melhores cineastas de todos os tempos.

A estreia de O Iluminado ocorreu no dia 23 de maio de 1980, de forma restrita nos EUA. O filme ganharia circuito ampliado a partir de 13 de junho do mesmo ano pelo país. No Brasil, o longa chegaria seis meses depois, em 25 de dezembro. Envolto em muito misticismo, e redescoberto a todo instante (inclusive sendo constantemente tema de documentários e vídeos na internet), O Iluminado é o filme de número 61 dentre os melhores de todos os tempos na opinião do grande público no IMDB, e tem 85% de aprovação da imprensa especializada no Rotten Tomatoes; além de seguir incluído em listas de preferência dos especialistas e veículos renomados.

Ainda tópico constante na cultura popular, O Iluminado já ganhou uma minissérie e até mesmo uma continuação – tanto em livro, quanto em filme. Desta forma, o CinePOP resolve deixar aqui também sua homenagem a este verdadeiro ícone da sétima arte. Vem conhecer mais sobre este épico do terror com a gente.

Livro vs. Filme

Depois da recepção morna de Barry Lyndon (1975) – apesar das vitórias no Oscar e do status de cult que viria adquirir anos depois – Stanley Kubrick estava buscando em livros seu próximo projeto cinematográfico. Relatos de sua secretária na época afirmam que o diretor arremessava contra a parede diversas obras literárias nessa busca, até ser cativado pela escrita do autor Stephen King em The Shining.

A história todos já conhecem – ou deveriam – e fala sobre um sujeito aspirante a escritor aceitando o emprego de zelador em um enorme hotel nas montanhas geladas chamado Overlook, enquanto ele está fechado ao público fora de temporada, ou seja, durante o intenso inverno. Para a empreitada, Jack Torrence, o protagonista, leva sua dedicada esposa Wendy e o pequeno filho Danny com ele para morarem no local durante alguns meses. A pegadinha está no fato de que o Hotel é amaldiçoado, já que foi construído sobre um cemitério indígena, e possui diversas lendas macabras sobre assombrações. Além, é claro, de levar todos que passam ali algum tempo lentamente à loucura. Fora isso, o pequeno Danny possui por sua vez dons premonitórios e extrassensoriais, sentindo na pele a ameaça do local.

Curiosamente, um dos fortes temas do texto é a condição psicológica conhecida como “febre da cabana” – que fala sobre como indivíduos obrigados a permanecer muito tempo confinados num mesmo espaço podem vir a ter surtos de raiva, depressão, insanidade e violência – reflexão muito condizente com nossa realidade atual.

O Iluminado foi a terceira obra de King adaptada ao audiovisual – seguindo o citado sucesso de Carrie (1976) nos cinemas e Os Vampiros de Salem (Salem’s Lot, 1979), produzido na forma de uma minissérie em dois episódios e exibido pela rede americana CBS com distribuição da Warner Television. A mesma empresa iria desembolsar algo em torno dos US$19 milhões para Stanley Kubrick levar sua visão da história de King aos cinemas.

Apesar do entusiasmo inicial do autor, King viria a desmerecer O Iluminado como uma das piores adaptações de uma obra sua. O motivo? Kubrick fez inúmeras modificações no texto do escritor, ao lado da roteirista Diane Johnson, deixando de fora momentos específicos do livro, motivações, alterando a descrição de alguns personagens e, inclusive, o desfecho da trama. Além de ter recusado o roteiro escrito pelo próprio autor. Como resultado, King, apesar de reconhecer Kubrick como um cineasta de visual rico e único, considera esta adaptação vazia de conteúdo. Em suas palavras: “um carro chique, mas sem motor”.

Kubrick, um Carrasco Metódico

Stanley Kubrick não obteve aprovação do criador da história, mas ao final das gravações do longa seus atores igualmente lhe tinham pouco apreço. Os relatos dos bastidores de O Iluminado se tornaram lenda urbana e contribuíram para a mística em torno do diretor metódico. Kubrick transcendia o perfeccionismo, beirando o transtorno compulsivo obsessivo. Tudo precisava ser milimetricamente confeccionado, o que para as atuações se traduzia em repetir uma mesma tomada centenas de vezes em muitas ocasiões. O que deixava os atores principais em estado de nervos.

Fora isso, naquela época, o cinema era muito tratado como “verdade”, e diretores deste porte gostavam que seus intérpretes estivessem realmente num estado mental e físico parecido com o de seus personagens, a fim de extrair deles o sentimento preciso. Este é o chamado “método”, no qual muitos artistas gostam de operar. A diferença é a escolha do ator em utilizá-lo ou não. Quando fica a cargo de um diretor, como Kubrick ou tantos outros, ficamos situados na tênue linha do abuso no ambiente de trabalho. Alfred Hitchcock, Bernardo Bertolucci, John Landis, James Cameron e, recentemente, Joss Whedon são cineastas conhecidos pelas acusações de exceder sua autoridade no set – o que em alguns casos resultou em tragédia.

O protagonista Jack Nicholson se deu bem com Kubrick, mas telefonou para o colega Roger Corman, cineasta com quem começou sua carreira, para contar o método de trabalho exaustivo usado pelo diretor de 2001: Uma Odisseia no Espaço (1968), muito estranho para ambos. Scatman Crothers, que vive Hallorann no filme, teve um colapso nervoso ao ter que repetir a mesma cena inúmeras vezes. Mas quem mais sofreu nas mãos de Kubrick foi Shelley Duvall, a Wendy Torrence. Para mantê-la num constante estado de tensão e medo, o diretor a tratava de forma ríspida, abusando dela psicologicamente a fim de deixá-la fragilizada. Além disso, exigia que Nicholson fizesse o mesmo – tudo devidamente registrado pela filha do diretor, que gravava um documentário de bastidores e se pronunciou publicamente diversas vezes contra o comportamento abusivo de seu pai. Apesar de tudo isso, o diretor só teve elogios para a performance de Duvall e seu empenho.

Curiosamente, o cultuado David Lynch teve influência na visão de Kubrick para O Iluminado. Bem, ao menos um de seus filmes teve. Trata-se do pesadelo em forma de celulose Eraserhead (1977), primeiro longa-metragem de Lynch, e um dos filmes favoritos de Kubrick. Para que pegassem o clima que o diretor queria imprimir em seu filme, ele o exibiu para os atores e a equipe.

Jack Nicholson – O Bom Soldado

Um dos maiores atrativos de O Iluminado é sem dúvida a atuação inspiradíssima de Jack Nicholson, um verdadeiro tesouro mundial do cinema, na pele do pseudo escritor Jack Torrence. Segundo Stephen King, igualmente contra a escalação do ator, a impressão que Nicholson passa no papel é a de ser louco antes da experiência claustrofóbica. Seja como for, antes dele, outros atores foram considerados por Stanley Kubrick para o papel protagonista, entre eles: Robert De Niro, Robin Williams e Harrison Ford. Vocês conseguem imaginar outro vivendo o personagem?

Apesar do bom relacionamento com o excêntrico cineasta, Nicholson não se viu longe das técnicas bizarras de Kubrick e também sofreu na pele em sua participação. Além da exaustão física que o fazia despencar na cama ao fim de cada dia – sem dar muita atenção para sua então namorada na época, Anjelica Huston; a fim de extrair do ator o desconforto e os nervos à flor da pele, o diretor somente o alimentava com sanduíches de queijo por duas semanas. O detalhe: Nicholson odeia sanduíches de queijo.

Fora isso, por ter morado na Inglaterra por grande parte da sua vida, Kubrick não entendeu inicialmente o improviso de Nicholson na cena clássica após arrebentar a porta a machadas e proferir “Heeeere’s Johnny”. O agora famoso “Aqui está Johnny” é referência ao programa Tonight Show e seu apresentador Johnny Carson, anunciado assim todas as noites de 1962 a 1992.

A Sofrida Shelley Duvall

Em relação a diversos elementos, Stephen King expressou sua insatisfação com o filme de Kubrick. E assim como Nicholson para o papel de Torrence, o autor não aprovava a escalação de Shelley Duvall para a personagem Wendy, sua esposa. King criou Wendy no papel como uma bela mulher loira, uma espécie de esposa troféu, uma dondoca que nunca passou por problemas ou dificuldades em sua vida, enfatizando assim seu desafio em superar tudo o que ocorre durante sua estadia no hotel Overlook. Segundo King, Duvall é o completo oposto de sua criação, tendo a aparência fragilizada de uma mulher que já precisou enfrentar muita coisa em sua vida.

E não foi só King que não queria Duvall no papel, seu companheiro de tela Jack Nicholson percebendo as gritantes diferenças entre a atriz e a personagem no papel, sugeriu insistentemente a escalação de Jessica Lange. Na época, Lange havia estrelado apenas dois filmes: King Kong (1976) e All That Jazz – O Show Deve Continuar (1979). Mas Kubrick foi enfático e bateu o pé sobre a versão de Wendy que queria no cinema – uma mulher mais fragilizada.

No mesmo ano, Shelley Duvall viveria a icônica Olivia Palito na adaptação cinematográfica de Popeye, do diretor Robert Altman – que viveu para se tornar um fracasso e ser redescoberto depois como obra cult. Curiosamente, o desejo de Nicholson em trabalhar com Lange se realizaria no ano seguinte do lançamento de O Iluminado, no remake de O Destino Bate à Sua Porta. Após o lançamento do filme, Nicholson disse que a atuação de Duvall foi uma das melhores performances de uma atriz que ele já havia visto.

Recepção

Assim como costumam sofrer diversas obras hoje cultuadas, O Iluminado dividiu opiniões em seu lançamento. O filme chegou até mesmo a figurar no famigerado “prêmio” Framboesa de Ouro, com as indicações de pior atriz e diretor para, respectivamente, Duvall e Kubrick. Seria apenas o prazer de indicar alguém da estatura de Kubrick ao prêmio? Alguma vez hoje imaginaríamos que o diretor chegou a ser cogitado como “o” pior qualquer coisa por alguém? Pois bem, mesmo tendo passado longe do Oscar (uma grande injustiça), como dito, hoje O Iluminado é um dos filmes mais queridos do cinema por crítica e público.

Para termos uma ideia, no “prêmio” descarado daquele ano figuraram obras hoje muito queridas como Vestida para Matar, A Lagoa Azul, Parceiros da Noite, Bronco Billy, Glória, Loucos de Dar Nó, e os cult Sexta-Feira 13, Xanadu e Flash Gordon.

Seja como for, em matéria de bilheteria O Iluminado não foi um sucesso estrondoso. Com um orçamento de US$19 milhões, trouxe de volta aos cofres da Warner algo em torno de US$46 milhões mundialmente. Mesmo assim foi o suficiente para figurar como a 15ª maior bilheteria de 1980 nos EUA.

A Infame Minissérie

A insatisfação de Stephen King com o filme de Kubrick se tornou notória. E durante anos o escritor desejou uma produção audiovisual mais fiel de um de seus livros mais adorados pelos fãs. Assim, em 1997, finalmente saía do papel uma produção que abraçava mais o que o autor havia planejado. No entanto, este caminho não foi tão suave quanto se imagina. Kubrick possuía os direitos de adaptação do livro, e só liberou King para uma nova versão depois que este assinasse um documento legal. O contrato estipulava que King teria que parar de fazer críticas públicas a seu filme.

Assim, dezessete anos depois do clássico de Kubrick, Stephen King finalmente lançaria a obra que sempre imaginou. Bancado pela mesma Warner, que desembolsou novos US$25 milhões para a produção, a minissérie em três episódios (no total de 4h33min de duração) ia ao ar no dia 27 de abril de 1997, exibido pela rede ABC.

Dirigido por Mick Garris (Sonâmbulos e Abracadabra) e adaptado pelo próprio King, o programa trazia Rebecca De Mornay como principal nome do elenco, no papel de Wendy Torrance. A atriz estava mais nos conformes do imaginado pelo autor para a personagem. Steven Weber pegou a ingrata tarefa de substituir Jack Nicholson na pele de Jack Torrence, e o filme conta ainda com as participações do próprio King, do diretor Mick Garris e de cineastas como Sam Raimi e Frank Darabont em pontas.

As principais diferenças são a arma usada por Jack para caçar sua família (um taco de críquete ao invés de um machado), a exclusão do labirinto de plantas, a inclusão do ataque das esculturas do jardim (com o uso de efeitos especiais risíveis), e o desfecho com a explosão da caldeira e destruição de parte do hotel. O resultado, você pergunta. Bem, digamos que King seja o único ser humano neste planeta que tenha ficado satisfeito com esta obra e, mais ainda, que a ache superior ao filme de Kubrick. Que segundo muitos, melhora até mesmo o livro de King.

Doutor Sono – A Continuação

Praticamente 40 anos depois do lançamento de O Iluminado, surgiu algo que nenhum fã jamais imaginou: uma continuação. Mas calma, este não é um caça-níquel sem qualquer imaginação – apesar do conceito de continuações tardias ser bem legal. Bem, se for considerado caça-níquel, ao menos devemos saber que saiu da mente do próprio Stephen King, já que Doctor Sleep é originalmente um livro lançado pelo autor em 2013. A ideia é revisitar o personagem Danny, o filho do casal, o tal “iluminado do título”, hoje um homem de meia idade.

Como dito na obra original, existem mais iluminados pelo mundo, e a nova trama resolve expandir este conceito apresentando novos portadores de tais dons pelo mundo. O resultado é uma bela homenagem às obras originais, tanto livro quanto filme; igualmente assustadora e criativa. Ewan McGregor vive Danny adulto, e o filme foi dirigido por Mike Flanagan, um dos mais talentosos cineastas da nova geração e um dos grandes nomes do terror na atualidade.

Angelina Jolie fala ao CINEPOP sobre o seu novo e INCRÍVEL filme feito para o Disney+; Assista!

A plataforma Disney+ chega ao Brasil no próximo da 17 de novembro de e para promover o seu novo e INCRÍVEL filme feito para o serviço de streaming, intitulado O Grande Ivan, a atriz Angelina Jolie e o restante do elenco da produção conversaram com a nossa jornalista e crítica Rafa Gomes.

Confira esse bate papo, que foi dividido em duas partes:


Abrindo com 70% de aprovação no Rotten Tomatoes, o longa conquistou boa parte da crítica especializada, sendo considerado um filme com abordagem familiar de caráter inteligente, à medida que se comunica também com outras faixas etárias de público.

Confira as principais avaliações do momento:

“Dê crédito a ‘O Grande Ivan’ por tentar fazer uma ponte entre ‘Dumbo’ e ‘Blackfish'”. – Jake Coyle, Associated Press

“Um filme infantil inteligente, que provavelmente vai colar nos espectadores mais jovens”. – Kate Erbland, indieWire

“É bonito e às vezes profundo, embora a aventura da diretora Thea Sharrock (‘Me Before You’) não consiga decidir entre ser uma brincadeira divertida ou um drama sobre os direitos dos animais”. – Brian Truitt, USA Today

“Uma surpresa singular e entusiasmante”. – Michael Rechtshaffen, Hollywood Reporter

“As genuínas explosões de emoção do filme, combinadas com o calor irônico das performances vocais e a renderização habilmente realista dos animais em CGI, dão ao projeto um coração do tamanho de um gorila de dorso prateado”. – Maureen Lee Lenker, Entertainment Weekly

Confira o trailer:

Thea Sharrock comanda o projeto.

Ivan é um gorila gigantesco que divide um habitat em um shopping suburbano com Stella, a elefanta, Bob, o cachorro, e muitos outros. Ele tem poucas memórias da selva onde foi capturado – mas quando uma jovem elefanta chamada Ruby, algo toca em seu interior. Ruby foi separada de sua família e o leva a questionar sua própria vida, de onde ele vem e onde ele quer estar.

O longa apresenta as vozes de: Sam Rockwell como o gorila Ivan; Angelina Jolie como Stella, a elefanta; Danny DeVito como Bob, o cachorro; Helen Mirren como Snickers, a poodle; Chaka Khan como Henrietta, a galinha; Mike White como Frankie a foca; Brooklynn Prince como Ruby, o bebê elefante; Ron Funches como Murphy, o coelho; Phillipa Soo como Thelma, o papagaio; e as estrelas Ramon Rodriguez, Ariana Greenblatt e Bryan Cranston.

‘The Crown’: 4ª temporada já está disponível na Netflix!

A 4ª temporada da aclamada série ‘The Crown‘ já estreou na Netflix! Todos os episódios do novo ciclo já estão disponíveis no serviço de streaming.

A nova temporada introduz novas figuras icônicas como a Margaret Thatcher (Gillian Anderson) e a Princesa Diana (Emma Corrin).

Confira o trailer:

Olivia Colman (Rainha Elizabeth II), Tobias Menzies (Príncipe Philip) e Helena Bonham Carter (Princesa Margaret) retornam.

Baseada na premiada peça de teatro ‘The Audience‘, a produção conta a história dos bastidores do início do reinado da Rainha Elizabeth II, revelando as intrigas pessoais, romances e rivalidades políticas por trás dos grandes eventos que moldaram a segunda metade do século 20.

‘Liga da Justiça’: Gal Gadot e o Batmóvel são destaque em nova imagem dos bastidores

O Snyder Cut de ‘Liga da Justiça‘ ganhou uma nova imagem dos bastidores, que mostra a Gal Gadot em frente ao icônico Batmóvel.

Confira:

Em virtude de problemas com o direitos autorais da canção “Hallelujah“, de Leonard Cohen (que aparece ao longo do material), a produção vai ganhar um novo teaser.

A informação foi confirmada pelo próprio diretor Zack Snyder, durante uma entrevista ao Beyond the Trailer. Na ocasião, o cineasta revelou que está fazendo algumas mudanças no teaser antes de lançá-lo na semana que vem.

O novo trailer será lançado na próxima terça-feira (17) e será seguido por uma live realizada por Snyder na rede social Vero. Na ocasião ele fará uma análise quadro a quadro do vídeo, trazendo detalhes mais profundos a respeito do seu processo criativo na construção do material publicitário.

A nova versão de ‘Liga da Justiça‘ será um evento dividido em quatro partes e com duração de quatro horas (o que faz com que cada “capítulo” tenha uma hora de exibição).

Conforme Snyder prometeu, a nova versão trará vários arcos inéditos de personagens, incluindo a história completa do Ciborgue e a introdução de Iris West (Kiersey Clemons) ao DCEU.

Até lá, vale lembrar que o Snyder Cut tem estreia marcada para 2021, na HBO Max.

Confira as imagens promocionais:

‘Jovens Bruxas’: Magia traz consequências sinistras em nova cena estendida; Assista!

(l-r) Lourdes (Zoey Luna) Frankie (Gideon Adlon) Tabby (Lovie Simone) and Lily (Cailee Spaeny) perform rituals and talk about being cautious with their gifts in Columbia Pictures' THE CRAFT: LEGACY.

O terror ‘Jovens Bruxas – Nova Irmandade‘, sequência do clássico filme de 1996, ganhou um novo clipe com uma cena estendida.

Confira:

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Na trama, um eclético quarteto de adolescentes aspirantes à bruxas recebem mais do que jamais esperavam ao se aprofundar no uso de seus recém descobertos poderes.

Jovens Bruxas – Nova Irmandade‘ foi escrito e dirigido por Zoe Lister-Jones.

Michelle Monaghan e David Duchovny vivem os pais. Cailee Spaeny, Gideon Adlon, Lovie Simone e Zoey Luna estrelam a nova versão.

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, o produtor Jason Blum revelou que eles mudaram de ideia para fazer jus ao clássico.

“É uma sequência. Nós mudamos de ideia. Nós procuramos diversos roteiristas e diretores e dissemos que queríamos fazer um reboot. Então a [diretora e roteirista] Zoe Lister-Jones chegou e disse: ‘Eu tenho uma ideia diferente, que tal fazer uma sequência ao invés de um reboot?’. E eu gostei mais da ideia dela do que de todos os outros. Nós a escolhemos e mudamos de ideia sobre o reboot.”, afirmou.

Assista a entrevista:

Crítica | Missão Presente de Natal – Um Romance Estilo ‘Hallmark’ Disponível na Netflix

A melhor época do ano finalmente chegou e a Netflix está sendo inundada de produções natalinas! Oba! E para quem aaaama uma historinha fofinha de fim de ano, a estreia da semana, ‘Missão Presente de Natal’, é um prato cheio!

Falta uma semana para o Natal quando Erica (Kat Graham, de ‘Diários de um Vampiro‘) – assistente da congressista Bradford (Virginia Madsen) – é enviada para uma distante ilha no Pacífico para verificar as atividades de uma base militar dos EUA por lá, pois é preciso cortar gastos e há rumores de que a base esteja gastando o dinheiro do contribuinte com coisas bobas, como a tal ‘Missão Presente de Natal. Por isso, Erica viaja até lá e encontra o capitão Andrew (Alexander Ludwig), que será seu guia no local. Enquanto Erica fica procurando defeitos na tal missão, Andrew, por outro lado, tenta contagiá-la com o verdadeiro espírito natalino.

Uma das coisas mais legais do longa (como alguns espectadores podem desconfiar pela sinopse) é que ele é baseado em fatos reais. E… claro que é, né. Porque os EUA estão sempre com bases militares em territórios estrangeiros, bancando os salvadores da pátria. Apesar disso, a atmosfera construída em ‘Missão Presente de Natal’ consegue deixar esse aspecto de lado e entrega uma história verdadeiramente natalina, cujo foco é despertar bons sentimentos no espectador.

Escrito por Gregg Rossen e Brian Dawyer, o roteiro obedece direitinho o formato das comédias românticas de sucesso: dois protagonistas que parecem não ter nada a ver um com o outro; os comentários azedinhos mas que no fundo são puro flerte; dois mundos opostos que se encontram por causa do destino; um impedimento maior que a vontade dos dois, que faz com que o casal só fique junto no finzinho; um príncipe carismático que faz com que a gente suspire por ele; um cenário real como onde mora a Moana, etc. Essa chuva de clichês é proposital: com uma história simples e real, o longa quer acertar em cheio o coração dos fãs das rom-coms natalinas.

Soma-se a isso a ótima atuação de Alexander Ludwig, que constrói um piloto da aeronáutica completamente adorável. Sério, além de bonito, solícito, educado, bem-humorado, sempre disposto e altruísta, o cara ainda é um solteirão que não se envolve com ninguém na ilha e é suuuuper família. Ou seja, o príncipe ideal para os fãs desses tipos de filme.

Embora por três vezes haja alguma cena completamente deslocada do resto do enredo (como a de Erica dançando sozinha na festa, que foi bem esquisito), no geral a direção de Martin Wood é bastante eficiente, conseguindo atingir o objetivo de encher os corações da gente com amor e esperança. Com um mocinho perfeito e praias maravilhosas de águas cristalinas, ‘Missão Presente de Natal’ é um filme estilo Hallmark, só que disponível na Netflix. Imperdível!

Confira 10 curiosidades sobre ‘Todo Mundo em Pânico’, que completou VINTE anos

Talvez uma das franquias mais insanas e conhecidas de todos os tempos seja, sem dúvida alguma, ‘Todo Mundo em Pânico.

A paródia slasher foi lançada há exatos vinte anos nos cinemas norte-americanos e, desde então, ganhou três sequências e um reboot estrelado por Ashley Tisdale. É claro que todos sabem que a saga criada pelos irmãos Shawn e Marlon Wayans é ruim – mas continua sendo nosso “prazer culposo” até hoje pelo roteiro bizarro e por cenas ridículas que refletem o nível de irreverência dos longas-metragens.

A iteração de estreia (assim como as consecutivas) foi massacrada pela crítica, mas tornou-se um sucesso de bilheteria, arrecadando quase US$280 milhões a partir de um orçamento de US$19 milhões. E, para celebrar o vigésimo aniversário do filme, separamos dez curiosidades tanto da produção quanto de seus bastidores.

Confira abaixo nossa lista:

JAMIE LEE CURTIS FARIA UMA APARIÇÃO NO FILME

Jamie Lee Curtis é uma das scream queens originais e, seguindo os passos da mãe, Janet Leigh, veio a estrelar a icônica franquia Halloween. Em ‘Todo Mundo em Pânico, a atriz faria uma breve aparição como uma das vítimas: ela seria encontrada por Cindy (Anna Faris), escondida em um armário, enquanto o assassino subia as escadas para matá-las.

JARED LETO PARTICIPARIA DO FILME

O vencedor do Oscar Jared Leto foi contatado pela direção de elenco do filme e, a ele, foi oferecido o papel de Bobby (que eventualmente foi para Jon Abrahams). Ele recusou a oferta para participar de ‘Réquiem para um Sonho’, que também foi estrelado por Marlon Wayans.

NOMES DOS PERSONAGENS SÃO HOMENAGENS AO TERROR

‘Todo Mundo em Pânico é uma paródia de diversos filmes clássicos do gênero de terror – e até mesmo os nomes de seus personagens não foram colocados ao acaso. Cindy Campbell e Drew Decker fazem alusão a Neve Campbell e a Drew Barrymore, respectivamente, atrizes da saga Pânico; Buffy Gilmore tem relação com a adorada série teen ‘Buffy – A Caça-Vampiros’; Bobby Prinze é homenagem a Freddie Prinze Jr., um dos atores principais de Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado.

OITO FILMES FORAM PARODIADOS

Além das referências óbvias aos recentes lançamentos do cinema, a comédia parodiou nada menos que oito longas-metragens: além de Pânico, Pânico 2’ e Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado, o roteiro também trouxe piadas sobre O Sexto Sentido, A Bruxa de Blair, O Iluminado, Matrix e Os Suspeitos.

O TÍTULO FOI REAPROVEITADO

Pânico tornou-se um sucesso de bilheteria e de crítica, colocando o nome de Wes Craven mais uma vez nos holofotes. Entretanto, o filme originalmente se chamaria ‘Scary Movie’, sendo mudado com o passar do tempo – e sendo reaproveitado para ‘Todo Mundo em Pânico (cujo título em inglês é o supracitado).

O ROTEIRO É, NA VERDADE, UMA COMBINAÇÃO DE OUTROS DOIS

O roteiro para o longa-metragem é, na verdade, uma combinação de outros dois que foram adquiridos pela Dimension Films: ‘Last Summer I Screamed Because Halloween Fell On Friday The 13th’, escrito por Phil Beauman, e ‘Scream If You Know What I Did Last Halloween, escrito por Jason Friedberg e Aaron Seltzer. Esses últimos dois participaram da franquia ‘Todo Mundo em Pânico e também colaborariam em Uma Comédia Nada Romântica e Deu a Louca em Hollywood.

JENNY MCCARTHY E BRITNEY SPEARS FORAM CHAMADAS PARA O FILME

Jenny McCarthy e Britney Spears foram contatadas para participar do longa-metragem como Drew Decker. As duas recusaram a oferta, mas McCarthy apareceria em ‘Todo Mundo em Pânico 3’. Eventualmente, o breve papel foi para Carmen Electra.

SUCESSO INESPERADO

O sucesso do primeiro filme veio sem quaisquer precedentes, o que culminou em várias continuações. Entretanto, o pôster da primeira iteração dizia “sem sequências”; para “corrigir o erro”, a equipe criativa e publicitária do filme riscou a frase em questão e escreveu “nós mentimos” para ‘Todo Mundo em Pânico 2’.

ENCONTRO DE DOIS MUNDOS

Apesar de oito longas-metragens terem servido de inspiração para a paródia, uma breve “homenagem” foi feita a outra icônica franquia que teve início alguns meses antes: Premonição. A cena em questão é a última, em que Cindy é atropelada por um carro depois de descobrir que Doofy (Dave Sheridan) é o assassino.

ANNA FARIS NÃO FOI A PRIMEIRA ESCOLHA PARA VIVER CINDY

Anna Faris ganhou o mundo ao interpretar Cindy Campbell não apenas uma, mas sim quatro vezes. Todavia, as coisas poderiam ter seguido um caminho diferente. Afinal, os produtores de ‘Todo Mundo em Pânico tinham Alicia Silverstone em mente para viver a protagonista – mas a atriz recusou o papel devido a conflitos de agenda.

‘Gavião Arqueiro’: Rumores apontam que Clint Barton ficará surdo

A série original Disney+ de ‘Gavião Arqueiro‘ deve trazer uma grande novidade tirada direto dos quadrinhos para a TV. Segundo o portal Murphy’s Multiverse, o protagonista Clint Barton perderá sua audição ao longo da série.

Os fãs mais antigos do personagem e que acompanham os quadrinhos da Marvel sabem que essa informação não seria uma surpresa tão inesperada. Em várias edições da narrativa do ‘Gavião Arqueiro‘, vemos o personagem encarando a surdez, com a ajuda de um aparelho auditivo.

Na versão cinematográfica, a surdez de Clint Barton não chegou a fazer parte da construção do personagem. Mas novos detalhes de uma chamada de elenco sugerem que talvez essa mudança esteja a caminho em sua série de TV.

Segundo a publicação, a chamada de elenco pontua que a Disney estaria à procura de um ator para viver um personagem que é descrito como sendo “um audiólogo, que trabalhar em um antigo prédio e que não é registrado”.

Vale ressaltar que a informação ainda não foi confirmada pelo Disney+, portanto, trate tudo como especulação.

Sobre a série

Segundo o Discussing FilmEric Steelberg foi contratado como diretor de fotografia do projeto. Seus créditos incluem Um Lugar SilenciosoMeu Nome é DolemiteJuno.

Segundo o portal The Direct, a personagem Madame Máscara deve aparecer como uma personagem coadjuvante na produção, assumindo o papel de vilã da trama.

Ainda não se sabe qual seria a dimensão e extensão da personagem na narrativa ou se ela será a principal antagonista, mas de acordo com a publicação, a Marvel Studios já estaria em busca de uma atriz para encarar o papel.

A Disney ainda não confirmou a informação, portanto trate tudo como rumores.

Nos quadrinhos, Madame Máscara já chegou a ser um interesse amoroso ocasional do Homem de Ferro, além de ser sua inimiga. A vilã é filha do Conde Nefaria, cuja primeira aparição nas HQs foi em “Os Vingadores”, edição 13 (fevereiro de 1965).

Recentemente em seu Twitter oficial, o artista Andy Park, conhecido por seus inúmeros trabalhos na Marvel Comics, divulgou a primeira imagem conceitual da vindoura e problemática série Gavião Arqueiro, do Disney+.

O esboço estampa a protagonista Kate Bishop em seu uniforme roxo e empunhando o arco e flecha.

Confira:

Recentemente, Amber FinlaysonKatie Ellwood, dupla feminina conhecida pelas aclamadas produções Bert and BertieTroop Zero, também foram contratadas para comandar o show.

A produção será rodada sob o título de produção Anchor Point, que faz menção ao primeiro volume de histórias do personagem titular, assinado por Kelly Thompson em 2017.

Durante o painel da Marvel na San Diego Comic-Con 2019, Jeremy Renner compartilhou um espetacular primeiro teaser do show, que tem estreia marcada para o outono norte-americano de 2021.

Confira:

O show é baseado nos quadrinhos originais nos quais Clint Barton passa a responsabilidade super-heroica para o próximo Arqueiro, Kate Bishop. A série, na verdade, terá enfoque no treinamento de Kate até sua transformação completa na heroína, permitindo que Barton oficialmente se aposente.

A adaptação das HQs de Gavião Arqueiro será em uma minissérie, seguindo o passo de outras produções originais da Disney+. Renner apareceu pela última vez como o personagem titular na épica conclusão Vingadores: Ultimato’.

‘Anos Incríveis’: Revival da série será estrelado por família negra

A clássica série de drama Anos Incríveis vai ganhar um reboot pela ABC.

O lendário realizador Lee Daniels, criador da aclamada produção Empire, ficará responsável pela nova versão, que vai girar em torno de “uma família negra de classe média do Alabama nos anos 1960, durante o Movimento dos Direitos Civis”. As informações são do The Wrap.

Fred Savage, um dos astros da série original, entrará como diretor dos episódios e produtor executivo. Neal Marlens também retorna como consultante do reboot.

Confira a premissa oficial abaixo:

“Como uma família negra de classe média em Montgomery, Alabama, na turbulenta década de 1960, a mesma época do show original, garantiu que os Anos Incríveis também fizessem parte de sua história”.

Saladin Patterson (Dave) assinou o roteiro do episódio piloto. Outras informações sobre a nova versão não foram reveladas.

Exibida originalmente entre 1988 e 1993, ‘Anos Incríveis’ teve seis temporadas e 115 episódios produzidos. Sua trama acompanhou a transição do adolescente Kevin Arnold para a vida adulta em meio às turbulentas transformações sociais do final dos anos 60 e início dos anos 70.

‘Homem-Aranha’: Miles Morales ganha o seu PRIMEIRO colecionável em Funko POP

O personagem Miles Morales, do universo dos quadrinhos de ‘Homem-Aranha‘, ganhou o seu primeiro colecionável em Funko POP.

O produto é baseado na versão do personagem feita para o aclamado game do PlayStation 4 e 5, Spider-Man: Miles Morales.

O colecionável traz Morales em seu clássico uniforme e em seu traje T.R.A.C.K. O cabeçudinho, que está na pré-venda, pode ser adquirido pelo site Entertainment Earth, por US$ 10,99.

Confira a imagem:

Lembrando que as filmagens de ‘Homem-Aranha 3 já estão acontecendo e recentemente o astro Tom Holland divulgou uma nova imagem dos bastidores das gravações, que mostra seus pés e pernas com o uniforme icônico do herói.

Confira:

 

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Wear a mask, I’m wearing two…

Uma publicação compartilhada por Tom Holland (@tomholland2013) em

Segundo o Atlanta Filming, o astro Benedict Cumberbatch já está em Atlanta, na Georgia, para as gravações do terceiro filme da franquia ‘Homem-Aranha’.

O ator volta a viver o Doutor Estranho, antes de começar a filmar as cenas de ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘.

Após a morte de Tony Stark (Robert Downey Jr.) em ‘Vingadores: Ultimato‘, Peter Parker (Tom Holland) ficou sem uma figura que pudesse guiá-lo em sua jornada como herói.

No entanto, agora que o Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch) foi confirmado em Homem-Aranha 3‘, o Mago Supremo é a escolha perfeita para assumir a mentoria do amigão da vizinhança.

Mas por que ele seria o escolhido para essa função? Ao longo da franquia, o herói já teve Stark e Nick Fury (Samuel L. Jackson) como mentores, se bem que Fury era Talos (Ben Mendelsohn) disfarçado.

Ainda assim, Stark e Fury representaram sabedoria ao lidar com problemas terrestres ou alienígenas, mas não místicos.

Como Electro (Jamie Foxx) foi confirmado na sequência, tudo indica que o Cabeça de Teia irá enfrentar ameaças de outras dimensões, ou seja, o Multiverso.

E como já foi explicado, os Mestres das Artes Místicas são os defensores jurados do Multiverso, aproveitando a energia de outras dimensões para proteger a Terra de ameaças extradimensionais, como o Dormammu.

Além disso, Kevin Feige, o diretor criativo da Marvel já sugeriu ao Screen Rant que o Homem-Aranha poderá fazer parte de universos distintos, já que o MCU e o universo compartilhado da Sony são distintos.

“Homem-Aranha é um herói com potência suficiente para cruzar os limites de universos cinematográficos distintos. Então, à medida que a Sony continua a desenvolver seu próprio Aranhaverso, você nunca sabe quais surpresas o futuro pode trazer para ele no MCU.”, disse o cineasta.

Mas além de toda essa trama envolvendo universos paralelos, o Doutor Estranho e o Homem-Aranha possuem uma forte relação nos quadrinhos, e o mago é um dos poucos que realmente sente o peso que Peter Parker carrega em seus ombros.

Em ‘Doutor Estranho’ #390, HQ escrita por Donny Cates em 2015, o mago até deu ao Homem-Aranha a chance de conversar com uma aranha de verdade, fazendo o herói se conectar ainda mais com seus poderes e fortalecendo a amizade entre eles.

E aí, o que você espera dessa parceria?

Anteriormente, o Comic Book divulgou que o novo longa será intitulado ‘Spider-Man: Homesick‘ (Homem-Aranha: Saudade de Casa, em tradução livre).

O título faz sentido e combina perfeitamente com os filmes anteriores estrelados pelo Tom Holland, ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘ e ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘, respectivamente.

Obviamente, a informação não foi confirmada, mas a evidência mais concreta é que o título já havia sido publicado pelas revistas Esquire e Maximum.

Curtiram o possível título da sequência?

A estreia da continuação continua marcada para 17 de dezembro de 2021, mas é possível que, com o adiamento da produção, o lançamento seja afetado.

Espera-se que o filme siga a nova batalha de Peter Parker após ter sido desmascarado publicamente por J. Jonah Jameson no final do ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘.

Além de Tom Holland voltando como o personagem-titular, Zendaya irá reprisar seu papel como MJ. E é bem provável que grande parte do elenco também retorne, incluindo Marisa Tomei e Jacob Batalon.

Lembrando que Amy Pascal atuará como produtora da sequência ao lado de Kevin Feige, representando a Sony e a Marvel, respectivamente.

Assista à nossa crítica sobre ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘: