Uma das curiosidades mais antigas de ‘Halloween‘ envolve justamente a assustadora máscara usada pelo serial killer Michael Myers ao longo do filme.
Para os que desconhecem o fato, o seu visual fora criado a partir de uma máscara do Capitão Kirk de ‘Star Trek‘, na época interpretado por William Shatner.
Mais de quarenta anos depois da criação da máscara original, o designer de artefatos do clássico dos anos 70, Tommy Lee Wallace, está de volta para apresentar o passo a passo de como o rosto de William Shatner acabou se transformando na horripilante e um tanto desfigurada máscara de Michael Myers.
O vídeo fora produzido em 2014 e inicialmente faria parte do box de colecionador de Halloween.
Confira:
Lembrando que as duas novas sequências da franquia, intituladas ‘Halloween Kills‘ e ‘Halloween Ends‘, serão filmadas simultaneamente e até o momento estão planejadas para estrearem no dia 16 de outubro de 2020 e 15 de outubro de 2021, respectivamente.
Os novos filmes trarão diversos personagens conhecidos da franquia, tais como Lindsey Wallace (Kyle Richards), Tommy Doyle (Anthony Michael Hall), Marion Chambers (Nancy Stephens), Leigh Brackett (Charles Cyphers) e Lonnie Elam (Robert Longstreet).
David Gordon Green, responsável pelo reboot de 2018, retornará à direção.
Jamie Lee Curtis estrelará ambas sequências, que também trará o retorno de Robert Longstreet, Kyle Richards e Anthony Michael Hall. Espera-se que Judy Greer e Andi Matichak também retornem.
Sucesso de público e crítica, o reboot de ‘Halloween‘ arrecadou US$ 255.4 milhões mundialmente, alcançando 79% de aprovação no Rotten Tomatoes.
As filmagens de ‘Thor: Amor e Trovão‘ seguem a plenos pulmões e novas imagens dos bastidores estão circulando na internet e elas trazem o astro Christian Bale em destaque, com um visual completamente diferente.
Nas fotos em questão – divulgadas pelo Just Jared, o vencedor do Oscar surge totalmente careca para viver o vilão Gorr, o Carniceiro dos Deuses.
Confira:
O elenco também é formado por Chris Hemsworth (Thor), Tessa Thompson (Valquíria), Natalie Portman (Jane Foster/Poderosa Thor), Jaime Alexander (Lady Sif) e Jeff Goldblum (Grão-Mestre).
Vale lembrar que Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill.
Ben Falcone e Russell Crowe também estão no elenco em papéis não revelados.
Dirigido por Taika Waititi, o novo filme tem estreia prevista para em 06 de maio de 2022.
O terror ‘A Hora do Vampiro‘ (Salem’s Lot), adaptação da aclamada obra de Stephen King, acaba de estrear no streaming Max. Dirigido por Gary Dauberman (IT: A Coisa, Annabelle), o longa resgata uma das primeiras obras do amado autor.
Na trama, o escrito Ben Mears retorna para a pequena cidade onde cresceu em busca de uma nova inspiração para o seu próximo livro, sem saber que está prestes a se deparar com a devastação de toda uma comunidade, que é consumida por uma misteriosa manifestação sobrenatural.
E durante uma entrevista ao CinePOP, o elenco do remake revelou detalhes da nova produção e ainda contou que King não apenas deu sua benção para o filme, como também amou a nova versão.
Gary Dauberman, roteirista de ‘It: A Coisa‘ e ‘A Freira 2‘, é responsável pela direção.
Ben Mears regressou a Jerusalem’s Lot com a esperança de que entrar na Casa Marsten, uma velha mansão há muito alvo de rumores obscuros – e Ben já atravessou aquela porta, ainda criança -, o ajude a exorcizar os seus próprios demônios e lhe forneça inspiração para o seu próximo romance.
Salem’s Lot é uma pequena cidade em New England, as casas revestidas com ripas de madeira pintadas de branco, as ruas ladeadas por árvores, os sinos no topo da igreja… No entanto, quando dois rapazes se aventuram no bosque próximo e apenas um deles sai, Ben suspeita que a povoação possa estar rodeada por algo mais sinistro.
Na verdade, a sua cidade está sitiada por forças obscuras muito para lá da imaginação e apenas ele e um pequeno séquito de aliados podem fazer frente ao Mal que cresce em ‘Salem’s Lot.
O elenco ainda conta com Makenzie Leigh (Susan Norton), Bill Camp (Matt Burke), Alfre Woodard (Dra. Cody), John Benjamin Hickey (Padre Callahan), Pilou Asbæk (Richard Straker) e Spencer Treat Clark (Mike Ryerson).
O livro foi previamente adaptado para as telinhas em 1979, com direção de Tobe Hooper. Em 1987, Larry Cohen comandou a sequência. Em 2004, a TNT lançou uma minissérie dividida em duas partes, estrelada por Rob Lowe.
Em um cenário historicamente dominado por diretores homens, Cannes segue — ainda que lentamente — abrindo espaço para novas vozes femininas. Pelo segundo ano, o festival atinge um marco simbólico: 7 das 22 obras selecionadas para a Palma de Ouro são assinadas por mulheres. Embora ainda representem apenas 32% da competição oficial, esses números consolidam um movimento crescente de diversidade que tem ganhado corpo desde a vitória de Jane Campion (1993), até o impacto de Julia Ducournau (2021) e Justine Triet (2023).
Entre veteranas e novas apostas, as cineastas de 2025 trazem obras que exploram identidade, corpo, memória e tradição — refletindo a pluralidade do olhar feminino no cinema contemporâneo. E, como reforço desse momento, duas figuras conhecidas do cinema — Scarlett Johansson e Kristen Stewart — estreiam na mostra Un Certain Regard, prometendo unir sensibilidade artística e poder narrativo, agora atrás das câmeras.
Julia Ducournau – Alpha
Quatro anos depois de conquistar a Palma de Ouro com Titane (2021), a cineasta francesa retorna à competição com um thriller existencial e a promessa de body horror, assim como em suas duas obras precedentes.
Com a trama mantida completamente em segredo, tudo que se sabe é que a narrativa acompanha a menina Alpha, de 13 anos. Ela é uma adolescente inquieta que vive sozinha com sua mãe. Seu mundo desmorona quando, um dia, ela volta da escola para casa com uma tatuagem em seu braço.
Mascha Schilinski – Sound of Falling
Pela primeira vez em Cannes, a diretora alemã apresenta seu segundo filme já em competição pela Palma de Ouro. Seu primeiro longa Dark Blue Girl foi lançado no Festival de Berlim em 2017, mas nunca chegou ao Brasil. Com mais visibilidade no evento, sua estética contemplativa e de reconexão com a natureza deve ressoar aos distribuidores e pode chegar ao país.
Em Sound of Falling, Schilinski narra a trajetória de quatro jovens em quatro épocas diferentes. Alma, Erika, Angelika e Lenka passam sua adolescência na mesma fazenda no norte da Alemanha. À medida que a casa se transforma ao longo do século, ecos do passado reverberam em suas paredes. Apesar dos anos que as separam, suas vidas parecem responder umas às outras.
Hafsia Herzi – La Petite Dernière
Atriz e, mais recentemente, diretora franco-tunisiana, Hafsia Herzi estreou no cinema em O Segredo do Grão (2007), de Abdellatif Kechiche, pelo qual ganhou um César e um troféu de Atriz Revelação no Festival de Veneza. De lá para cá, ela atuou em mais de 50 projetos e acaba de ganhar o César, em março deste ano, por sua performance como uma ambígua policial emBorgo, de Stéphane Demoustier.
Sua estreia atrás das câmeras ocorreu com Você Merece Um Amor (2019), apresentado na Semana da Crítica de Cannes, e, dois anos depois, sua segunda obra, A Boa Mãe(2021), esteve na mostra Un Certain Regard. Agora, retorna a Cannes com um drama intimista sobre maternidade e imigração no sul da França. Fátima, 17 anos, vai para Paris estudar filosofia e começa a questionar sua própria identidade, buscando se emancipar de sua família e de suas tradições.
Lynne Ramsay – Morra, Amor
A diretora escocesa é conhecida pelas intensas obras Precisamos Falar Sobre o Kevin (2011) e Você Nunca Esteve RealmenteAqui (2017), este último ganhador do prêmio de Melhor Roteiro em Cannes. Sua carreira é marcada por personagens femininas complexas e dramas psicológicos.
Em Morra, Amor, adaptação do romance da escritora argentina Ariana Harwicz, Ramsay apresenta uma protagonista instável à beira da loucura, vivida por Jennifer Lawrence, enquanto tenta cumprir os papeis sociais de esposa e mãe.
Kelly Reichardt – The Mastermind
Esta é a terceira vez de Kelly Reichardt na Croisette. Sua primeira participação foi com Wendy e Lucy, na mostra Un Certain Regard, e a segunda já em competição oficial com Esculturas da Vida (2022). Seu filme de estreia, Antiga Alegria (2006), e First Cow – A Primeira Vaca da América (2021) estão entre os títulos mais aclamados por crítica e público. Reichardt tornou-se conhecida por seu estilo minimalista e naturalista.
Seu novo trabalho The Mastermind segue um ladrão amador de arte nos anos 70, vivido por Josh O’Connor, e sua relação conflituosa com o mundo acadêmico. A obra explora os meandros entre memória, obsessão e identidade.
Carla Simón – Romería
Vencedora do Urso de Ouro em Berlim com Alcarràs (2022), seu primeiro longa-metragem, a diretora espanhola é conhecida pelo retrato delicado da vida rural e das relações familiares.
Em seu novo projeto Romería, Carla Simón traz a história de Marina, uma jovem que volta à Galícia em busca de suas origens, confrontando tradições e segredos familiares. Guiada pelo diário de sua mãe, ela viaja para a costa atlântica e encontra toda uma parte da família de seu pai que ela não conhecia.
Chie Hayakawa – Renoir
Aos 48 anos, a cineasta japonesa ganhou projeção internacional com seu primeiro longa, Plan 75, indicado ao Oscar pelo Japão e participante da seção Un Certain Regard do Festival de Cannes 2022.
Em seu segundo longa, Renoir, Chie Hayakawa investiga a sensibilidade infantil de uma menina em meio ao luto e à solidão, em um verão nostálgico e misterioso nos anos 80. Aos 11 anos, Fuki vive com um pai sobrecarregado e uma mãe ausente. Este é o retrato de uma jovem com uma sensibilidade incomum, que busca fazer contato com os vivos, os mortos e, talvez, consigo mesma.
Estreantes de peso na Un Certain Regard
Scarlett Johansson – Eleanor the Great
Uma das atrizes mais reconhecidas de sua geração, Scarlett Johansson estreia na direção com sensibilidade e carisma. Conhecida por seu trabalho em filmes como Encontros e Desencontros, História de um Casamento e pelo papel icônico de Viúva Negra, ela agora assume o controle criativo completo com uma comédia dramática tocante.
Em Eleanor the Great, June Squibb dá vida a Eleanor, uma viúva de 94 anos que, em meio ao luto, inventa uma pequena mentira que cresce fora de controle. Johansson explora temas como envelhecimento, identidade e reinvenção com leveza, humor e um olhar carinhoso para a terceira idade.
Kristen Stewart – A Cronologia da Água
Kristen Stewart faz sua estreia com a adaptação do memoir ‘The Chronology of Water’.
Após uma carreira de destaque como atriz — com papeis marcantes em Spencer, Acima das Nuvens e Crepúsculo — Kristen Stewart estreia na direção com um projeto ousado e profundamente pessoal. A cineasta adapta a autobiografia de Lídia Yuknavitch, em uma narrativa que flui como poesia e dor.
A Cronologia da Água acompanha Lídia, uma jovem marcada por traumas familiares e abusos, que encontra na literatura um caminho de salvação. Em uma abordagem lírica e visceral, Stewart explora a sexualidade, a violência e o poder transformador da arte com coragem.
Já conhecia todas essas cineastas presentes em Cannes 2025? A partir do dia 13 até o dia 24 de maio, fique de olho na cobertura especial do Festival de Cannes no site e mídias sociais do CinePOP.
O site LRM confirmou que ‘Vingadores: Guerra Infinita’ terá 2 horas e 36 minutos de duração, como sugeriram as primeiras informações da rede de cinemas AMC e do Fandango.
Isso significa que ‘Guerra Infinita‘ será o filme mais longa da Marvel – superando ‘Capitão América: Guerra Civil‘ (2 horas e 27 minutos).
‘Pantera Negra’, o filme mais recente do estúdio, teve 134 minutos (2 horas e 14 minutos).
A trama vai mostrar o vilão Thanos juntando as Jóias do Infinito e declarando guerra contra os Vingadores, que estão separados após os eventos de ‘Capitão América: Guerra Civil‘.
‘Guerra Infinita‘ será lançado nos cinemas em 26 Abril de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 02 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.
Com novos filmes da franquia ‘Star Wars’ em desenvolvimento, todo mundo quer fazer parte da saga que consagrou tantos astros no passado, como Carrie Fisher e sua eterna Leia.
Pensando nisso, até mesmo o elenco da Marvel quer fazer parte dessa nova geração, como a atriz Evangeline Lilly (‘Lost’, ‘Homem-Formiga e a Vespa’), que declarou, em entrevista ao ComicBook, que havia implorado aos produtores para lhe dar um papel na nova trilogia.
“Cara, quando anunciaram que o J.J. Abrams faria seu primeiro filme de ‘Star Wars’, contatei o parceiro produtor dele, pela primeira vez desde o final de Lost, e eu nunca tinha pedido nada antes; eu falei ‘Eu quero ser a Leia! Me deixa interpretar a Leia, por favor!'”
Vocês acham que Lilly daria uma boa Leia?
Daisy Ridley (Rey), John Boyega (Finn), Oscar Isaac (Poe), Lupita Nyong´o (Maz), Domhnall Gleeson (Hux), Kelly Marie Tran (Rose), Joonas Suotamo (Chewbacca) e Billie Lourd – filha de Carrie Fisher na vida real – retornam para seus personagens no desfecho.
Já entre os veteranos, Mark Hamill (Luke), Anthony Daniels (C3PO) e Billy Dee Williams (confirmado como Lando) também marcarão presença. Carrie Fisher estará de volta como Leia. Para isso, serão utilizadas filmagens da atriz que não entraram no episódio VII. O diretor J.J. Abrams, que volta para a direção do último filme da saga Skywalker, disse que Fisher é insubstituível e que não foi cogitado o uso de outra atriz para a personagem, ou tampouco efeitos especiais de computador.
Adam Driver também está creditado para retornar como Kylo Ren. E o filme conta ainda com a adição de Keri Russell em um personagem que não foi divulgado.
O roteiro é assinado por Abrams em parceria com Chris Terio (Argo), Derek Connolly (Jurassic World) e Colin Trevorrow.
‘Star Wars: Episódio 9’ estreia nos cinemas brasileiros em 19 de dezembro de 2019.
[ANTES DE COMEÇAR A CRÍTICA, FIQUE CIENTE QUE ELA CONTÉM SPOILERS]
Se você ainda não assistiu o oitavo episódio da segunda temporada de What If…?, evite esta matéria, pois ela contém revelações sobre a trama.
Um dos episódios mais aguardados desde o lançamento do trailer era esse aqui. Inspirado na saga dos quadrinhos escrita pelo espetacular Neil Gaiman, esse episódio tem uma estrutura bastante similar. Nas HQs, a trama mostra uma realidade em que os heróis Marvel aparecem 400 anos antes e assumem papéis fundamentais na estrutura política europeia. O Doutor Estranho alerta a Rainha Elizabeth sobre um distúrbio na realidade, que poderia dar fim a própria existência. Então, em meio a tramoias e golpes de estado, eles descobrem que a chave de tudo é Rojhaz (uma versão do Capitão América), um homem vindo do futuro, numa época em que foi atacado pelo governo fascista dos EUA e acabou sendo enviado para fora de sua linha temporal. Descoberta essa situação, a paz é restaurada e o Vigia presencia o surgimento de uma nova linha temporal em que o Universo 1602 continua existindo normalmente.
Dito isso, a adaptação para a série animada ficou muito bem-feita. A protagonista da vez é novamente a Capitã Carter (Hayley Atwell), que terminara o quinto episódio da temporada sendo “sugada” de sua realidade pela Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen). A Capitã era vista como a super-heroína capaz de evitar um apocalipse que sondava essa realidade. Porém, quando ela se vê incapaz de evitar o desaparecimento da Rainha Hela, seu irmão, o agora Rei Thor, põe seus principais guerreiros atrás da forasteira.
O episódio tem diversos momentos curiosos, mas é interessante ver como ela manteve a inexplicável habilidade de enxergar, ouvir e falar com o Vigia, quase como uma criatura que transcende os próprios conceitos de tempo, espaço e realidade. Mas o ápice dessa história é quando ela precisa encontrar um ladrão para tomar o certo de Thor e encontra a gangue de Steve Rogers.
Seguindo a premissa das HQs, Steve é a anomalia temporal que está colocando a existência dessa linha em risco. Entretanto, aqui ele foi transportado durante a Batalha de Wakanda, quando tentou golpear o Thanos, e acabou acertando a Joia do Tempo. Sem saber de sua culpa, o rapaz se encanta com a Capitã Carter, já que também perdeu a Peggy em sua vida “original”. E então, pela primeira vez na história do MCU, vemos a Capitã Carter e o Capitão América lutando lado a lado, partilhando o icônico escudo redondo, combinando golpes e usando toda a química que têm a favor um do outro no campo de batalha. O resultado é incrível.
Igualmente, os heróis e vilões do MCU impressionam por assumirem papéis diferentes do padrão e por usarem uniformes com estética que remonta ao steampunk. O mais diferente deles é o do Homem-Formiga (Paul Rudd), que traz um capuz preso junto ao capacete e arrumaram uma formiga ainda maior para ele voar. Seguindo esse mesmo esquema, o exército do Jaqueta Amarela é realmente infernal, assim como o Destruidor, que ganha um visual mais ameaçador.
Por fim, a trama é amarradinha e termina com um gancho para o episódio final, que deve reunir os principais destaques dessa temporada. Ansiosos?
O último episódio da segunda temporada de What If…? estreia neste sábado, dia 30 de dezembro, somente no Disney+.
Em um mundo regido pela lógica dos homens, desde sempre as mulheres sofreram. Independentemente de raça, credo ou origem, o simples fato de serem mulheres sempre as torna um alvo vulnerável às violências do homem. A História está cheia de exemplos desse tipo, histórias há muito ocultadas pelo tempo e pela vergonha, mas que hoje, aos poucos, vão vindo à tona, seja por conta de pesquisadores, seja por conta de familiares que buscam ressignificar a história de suas famílias, curando as dores de seus antepassados ao contarem abertamente sobre suas feridas.
O ano é 1917. Enquanto a Europa se destrói com a I Guerra Mundial, muitos indivíduos daquele continente migraram para outros territórios na tentativa de sobreviver aos eventos caóticos. O Brasil foi um dos principais destinos, recebendo italianos, portugueses, alemães e muitos judeus fugindo das perseguições e da guerra. Assim, muitas mulheres judias acabaram vindo sozinhas ao país, na tentativa de se reencontrarem com conhecidos e familiares, como o caso de Rebeca (Valentina Herszage), que chega ao Rio de Janeiro com seu filho pequeno, Joseph, para se reunir com seu marido. Entretanto, um infortúnio impede o reencontro e, sozinha num país estrangeiro, Rebeca recorre à ajuda do simpático empresário Tzvi (Caco Ciocler). Porém, toda ajuda tem seu preço, e rapidamente Rebeca descobrirá que o empreendimento do conterrâneo judeu é, no final das contas, um bordel com dezenas de mulheres na mesma situação que ela.
Filmes como ‘As Polacas’ instigam o espectador a refletir sobre a crueldade com que os imigrantes foram tratados ao longo de séculos desse país. Obrigadas a se prostituir para sobreviver, centenas de jovens judias (muitas vezes menores de idade ou mães sozinhas) se viram precisando satisfazer desejos masculinos em troca de um prato de comida, sendo esta a alternativa à realidade da guerra na Europa.
Valentina Herszage, que emplacou diversas novelas em uma carreira tão jovem, está à altura do protagonismo dessa história cruel e impactante, conferindo à Rebeca as várias camadas de sentimentos que se mesclam à medida em que a verdade vai sendo desdobrando à sua frente; suas cenas com Caco Ciocler (de quem nos esquecemos completamente, diante do seu desprezível personagem) fazem com que o espectador se sinta incomodado e impelido a interferir na história – alcançando, assim, o objetivo máximo do cinema: fazer as pessoas sentirem a história. O elenco conta ainda com Dora Freind, Otávio Muller e Erom Cordeiro.
Com uma produção de arte que reconstrói figurino e objetos de cena do início do século passado e com muitas de suas cenas gravadas no centro histórico do Rio, ‘As Polacas’ é um filmão que infelizmente é baseado em uma história real. Mas o longa também mostra a força dessas mulheres em resistir diante de tanta crueldade e, unidas, buscarem nessa dor comum a todas elas a energia necessária para lutar pelos seus direitos de manterem seus respeitos aos seu deus, apesar das adversidades da vida. Uma história pesada, posto que real, que dá voz e respeito a dezenas de mulheres cujas vidas foram desprezadas pelo mundo dos homens.
Jonny Beauchamp (‘Penny Dreadful’) e Julia Cham (‘Saving Hope’) entraram para a série derivada de ‘Riverdale’, ‘Katy Keene’.
Escrito por Roberto Aguirre-Sacasa (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’) e Michael Grassi, e dirigido por Maggie Kiley, o spin-off gira em torno de quatro personagens icônicos da Archie Comics, incluindo a futura empresária da moda Katy Keene e a cantora e compositora Josie McCoy (Ashleigh Murray), que lutam para conquistar seus sonhos na cidade de Nova York. A dramédia musical conta as origens e os obstáculos enfrentados pelo grupo.
Beauchamp será Jorge Lopez, que durante o dia trabalha no negócio da família e, à noite, se transforma em seu alter-ego drag conhecida como Ginger, performance no clube local. Jorge sempre aspirou a ser um ator da Broadway, mas agora quer elevar o nível de sua drag queen.
Chan será Pepper Smith, uma “it girl” de Nova York que está no epicentro de todas as novas tendências. Ela é engraçada, magnética e apaixonada por festas, e sonha em ter sua própria versão da fábrica de Andy Warhol.
O elenco da série original inclui KJ Apa, Lili Reinhart, Camila Mendes, Cole Sprouse, Madelaine Petsch, Madchen Amick, Luke Perry, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.
“Malévola 2 é um conto de fadas feroz, que abraça a alegria de ser unicamente individual, pelos talentos de Angelina Jolie, Elle Fanning e Michelle Pfeiffer. Essas mulheres duronas estão com tudo, provando que o amor vem em diversas formas, tamanhos e espécies”.
Maleficent: Mistress of Evil is a visually spectacular sequel that proves once again that Angelina Jolie was born to play the title character. A modern day fairytale where badass women take center stage. The battle sequences are epic and the costumes are stunning. #Maleficentpic.twitter.com/bxJUc3uJRV
“Malévola: Dona do Mal é uma sequência visualmente espetacular, que prova mais uma vez que a Angelina Jolie nasceu para interpretar o papel homônimo. Um conto de fadas moderno, onde mulheres duronas tomam o centro do palco. As sequências de batalha são épicas e os figurinos são fascinantes”.
#MaleficentMistressOfEvil is like PIRATES OF THE CARIBBEAN: there’s lots of convolution & contrivance, but has star power. Angelina Jolie, Michelle Pfeiffer & Elle Fanning are a holy trinity with bumpy arcs. Intricately detailed costume & hair design dazzles & wows. #Maleficentpic.twitter.com/3B7gcrjQU1
“Malévola: Dona do Mal é tipo Piratas do Caribe: Tem muita enrolação e invenção, mas tem estrelas poderosas. Angelina Jolie, Michelle Pfeiffer e Elle Fanning são uma santíssima trindade com turbulentos arcos. Um figurino intrinsecamente detalhado e designer capilar que hipnotiza e surpreende”.
Maleficent Mistress of Evil elevates the most interesting aspects of the 1st film’s new mythology in a visually mesmerizing fantasy adventure that could open the fairytale universe in fantastic ways. Every frame of Jolie v Pfeiffer feuding delivers. Instantly iconic. #Maleficent2
“Malévola: Dona do Mal eleva os aspectos mais interessantes da nova mitologia do primeiro filme, em uma fantasia de aventura visualmente hipnotizante, que poderia abrir o universo dos contos de fadas de maneiras fantásticas. Cada quadro de Jolie e Pfeiffer tretando entrega tudo. Instantaneamente icônico”.
Was not expecting #Maleficent2 to go full gonzo fantasy action, with bonkers-big action scenes that resemble AVATAR crossed with GARGOYLES. When it’s in the zone, it kicks ass. It’s easily the best “live action Disney fairytale” flick since PETE’S DRAGON. pic.twitter.com/NerCi7LM5S
“Não estava esperando que Malévola 2 iria com loucura total na fantasia de ação, com cenas de ação cheias de pancadaria, que se assemelha a um cruzamento entre Avatar e Os Gárgulas. Quando está no ritmo, ele detona. É facilmente o melhor conto de fadas live-action da Disney desde de Meu Amigo o Dragão”.
Well, well… who would have the thought #Maleficent: Mistress of Evil would be such a wicked ride? I initially had my doubts, but now I’d argue it’s among Disney’s best live-action sequels. pic.twitter.com/73fBJNJmFw
“Bem, bem.. quem diria que Malévola: Dona do Mal seria uma viagem tão maluca? Eu, inicialmente, tinha minhas dúvidas, mas agora eu argumentaria que está na lista das melhores sequências em live-action da Disney”.
A sequência traz o retorno de Linda Woolverton, que coescreve o roteiro ao lado de Jez Butterworth (‘No Limite do Amanhã‘).
Uma aventura que se passa vários anos depois de “Malévola” – em que o público aprendeu sobre os eventos que endureceram o coração da vilã mais famosa da Disney e a levou a amaldiçoar a pequena princesa Aurora, “Malévola II” continua a explorar a relação complexa entre a fada de chifres e a quase rainha, ao formarem novas alianças e enfrentarem novos adversários em sua luta para proteger os mouros e as criaturas mágicas.
Angelina Jolie e Elle Fanning reprisam seus papéis. Michelle Pfeiffer e Harris Dickinson se juntam ao elenco como a Rainha Ingrith e o Príncipe Phillip, respectivamente. Chiwetel Ejiofor, Ed Skrein, Robert Lindsay, Sam Riley, Imelda Staunton, Juno Temple e Lesley Manville completam o elenco.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 17 de outubro.
Na semana passadas, vários fãs descobriram uma cena um tanto irregular no aclamado drama de época ‘Adoráveis Mulheres’, dirigido por Greta Gerwig: em uma das sequências, é possível ver duas garrafas de águas escondidas no fundo – do mesmo jeito que ‘Game of Thrones’ fez com o copo de Starbucks no set.
Confira:
E é claro que não demoraria muito até que os usuários pirassem nas redes sociais com o “achado”.
Confira algumas das reações:
my therapist: the hydroflask and water bottle in the background in little women (2019) isn’t real, it can’t hurt you.
“Minha terapeuta: a garrafa de água no fundo de ‘Adoráveis Mulheres’ não é real, não pode te machucar.
A garrafa:”.
Laurie, played by Timothée Chalamet, was ahead of his time in ‘Little Women’ (2019). During the 1860s, he already owned a Hydro Flask and water bottle 💦
“Laurie, interpretado por Timothée Chalamet, estava à frente de seu tempo em ‘Adoráveis Mulheres’. Durante os anos 1860, ele já tinha uma garrafa de água”.
Little Women fans freaking out over a water bottle don’t know the existential fear of watching Teenage Mutant Ninja Turtles as a child and seeing a human mouth visible inside a giant talking turtle’s mouth.
“Os fãs de ‘Adoráveis Mulheres’ surtando por uma garrafa de água não conhecem o medo existencial de assistir a ‘Tartarugas Ninja’ quando criança e ver uma boca humana dentro da boca de uma tartaruga gigante que fala”.
the water bottle in little women has the same energy as that starbucks cup in game of thrones pic.twitter.com/pVKed12cu2
“‘Adoráveis Mulheres’ estreou em dezembro [do ano passado] e ninguém notou a garrafa de água até agora?”.
A produção, que foi aclamada pelos críticos e indicada a diversos prêmios, arrecadou mais de US$ 206 milhões mundialmente.
Dirigido por Gerwig (‘Lady Bird: A Hora de Voar‘), o longa é baseado no livro homônimo escrito por Louisa May Alcott.
A trama acompanha as irmãs March, que enfrentam problemas crescentes como falta de dinheiro, tragédias familiares e rivalidades românticas na Massachusetts de meados do século 19. Jo luta por independência e, às vezes, entra em conflitos com a mãe e as irmãs Meg, Amy e Beth. Ela também lida com a rabugenta Tia March, o impulsivo vizinho Laurie e o bondoso professor Friedrich Bhaer.
O elenco conta com Meryl Streep, Emma Watson, Saoirse Ronan, Timothée Chalamet, Laura Dern, Bob Odenkirk, Chris Cooper, Florence Pugh e Eliza Scanlen.
‘Lovecraft Country’ estreou ontem (16) na HBO e, sem sombra de dúvidas, foi um dos maiores lançamentos do ano ao capturar a essência não apenas de seu romance original, mas também do icônico escritor que o inspirou: H.P. Lovecraft. Criando uma atmosfera competente e envolvente do começo ao fim, a série mal chegou ao canal pago e já se tornou uma das favoritas dos fãs de gênero – ainda mais pela investida equilibrada entre a nostalgia e a contemporaneidade, recheando seu escopo sobrenatural com pungentes críticas sociais.
Entretanto, diferente de outras produções que mascaram suas verdadeiras análises sociológicas com metáforas e alegorias bem produzidas, a produção televisiva e o livro, no caso, valem-se de um escopo bastante verdadeiro que instaurou-se em meados do século passado nos Estados Unidos: a Era Jim Crow.
Para aqueles que não estão familiarizados com essa época da história, pense como uma construção análoga ao período da escravidão – travestida com um assertivo discurso que era aceito pelos supremacistas brancos norte-americanos e por grande parte do mundo que insistia em reproduzir discursos segregacionistas e neoimperialistas. Esse período foi marcado por leis racistas instauradas entre o final do século XIX e o início do século XX pelas legislaturas estaduais dominadas pelos Democratas e trazendo reminiscências dos Estados Confederados da América (uma união política do sul estadunidense que promovia a oligarquia agrária e a escravidão, como resposta às incursões abolicionistas de Abraham Lincoln e sua consequente vitória presidencial).
O princípio legal dessas práticas supracitadas pode ser resumido na premissa “separados, mas iguais”. A explicação era simples e condenatória: instalações e transportes públicos eram divididas entre as destinadas para os brancos e as destinadas para os negros – às vezes, nem mesmo existindo para as pessoas de cor. A ideia era ter um maior controle daqueles que não seguiam o padrão eurocêntrico imposto pelas doutrinas de expansão e invasão séculos atrás, institucionalizando desvantagens econômicas, sociais, educacionais e políticas principalmente para os afrodescendentes – que não tinham o direito de dividir o mesmo banheiro ou as mesmas salas de aula com as pessoas brancas.
Essas leis foram declaradas inconstitucionais apenas em 1954, pela Suprema Corte e pelo juiz Earl Warren. Porém, a promulgação de uma nova lei “igualitária” não foi adotada por vários estados durante muito tempo – como é mostrado na série. Logo no primeiro capítulo, o protagonista Atticus (Jonathan Majors) expressa sua satisfação de deixar para trás uma sociedade ainda compenetrada na validação das emendas de Jim Crow e retornar para sua casa, uma espécie de “antro paradisíaco” e seguro para os negros. Conforme o episódio se desenrola, percebe que o racismo e a condenação da comunidade afrodescendente permaneceu viva, colocando os nossos heróis como alvos de atitudes rechaçáveis e ameaças concretas de morte apenas pela cor de sua pele.
A verdade é que as leis supracitadas “saíram de circulação” com a instauração da Lei dos Direitos Civis em 1964 e a Lei dos Direitos de Voto, em 1965 – não que isso tenha implicado uma mudança considerável para o tratamento dos negros pelos brancos. Na verdade, as raízes históricas que solidificam a estrutura de ‘Lovecraft Country’ apresentam um cenário que continua, na segunda década do século XXI, discriminatório por razões supremacistas – como o genocídio da população negra em território nacional, mais especificamente, pelo assassinato de George Floyd, Breonna Taylor e Ahmaud Arbery nos Estados Unidos em 2020. A sutil comparação entre a produção e a realidade contemporânea tem a intenção de nos fazer refletir sobre questões como abismo sociocultural e privilégios raciais – transportando-nos para uma época marcada por mazelas e marginalizações.
Mas o respaldo realista não se limita apenas às inflexões sociais, alastrando-se para as artísticas com força descomunal. Misha Green, responsável pela adaptação televisiva, prova seu conhecimento acerca dos conceitos de contracultura e de apropriação cultural inúmeras vezes, inclusive quando traz clássicos nomes do cenário musical para pincelar a backstory e a personalidade dos personagens: temos, por exemplo, a adoração de Letitia (Jurnee Smollett) pelo lendário guitarrista B.B. King, um dos principais nomes do R&B e do rock’n’roll; temos a presença ilustre de Big Maybelle na homenagem de “Whole Lotta Shakin’ Goin’ On”, um dos clássicos do blues cinquentista. E, em um aspecto mais categórico, o poderoso recorte do discurso do escritor, ensaísta e ativista James Baldwin (“o sonho [americano] existe às curtas do negro americano”).
‘Lovecraft Country’ usa as incursões sobrenaturais como impulso para as revelações e as explorações da monstruosidade das práticas racistas e, sem cair nas ruínas do panfletarismo político (algo que deveria fazer, de qualquer forma), nos apresenta a práticas que não julgávamos possíveis de existir. Há, por exemplo, uma sequência em que o trio principal se vê no centro de uma sundown town (cidade do pôr do sol), condados ou cidades que praticavam deliberadamente a segregação racial até mesmo depois do fim da Era Jim Crow, exigindo a saída da população negra quando o sol se posse no horizonte – caso contrário, eles cometeriam atrocidades inimagináveis (incluindo tortura e assassinato) para manter seu território branco por completo. Em outra sequência, temos a estereotipada e submissa imagem da mulher negra estampando um painel da marca Aunt Jemima – que a coloca na situação de serviçal e de responsável pelas refeições dos brancos.
Emblemática é a cena em que uma fila de negros espera sob o sol escaldante do meio-oeste estadunidense um “ônibus de cor”, abaixo de uma propaganda do supracitado sonho americano – e essa é apenas a cereja do bolo de uma releitura necessária dos problemáticos textos de Lovecraft, denunciando o que precisa ser denunciado e fazendo algo que, hoje, é mais necessário que nunca.
A mais recente série de drama e suspense da Netflix no estilo de ‘Cisne Negro‘, intitulada ‘O Preço da Perfeição‘, ganhou um novo vídeo de bastidores em que o elenco principal fala sobre suas cenas favoritas e revelam alguns segredos interessantes.
Confira:
Tiny Pretty Things stars Kylie Jefferson, Brennan Clost, Daniela Norman, and Casimere Jollette walk you Shot By Shot through one of their favorite scenes & reveal some behind the scenes secrets pic.twitter.com/wYmAfBkcOO
Na trama, uma bailarina é convidada para substituir uma aluna modelo em uma renomada escola de balé em Chicago e acaba entrando em um mundo de traições, competições doentias e muita mentira.
A série já está disponível na plataforma de streaming.
A produção é baseada no livro ‘Tiny Pretty Things‘ de Sona Charaipotra e Dhonielle Clayton.
O elenco é composto por Lauren Holly, Kylie Jefferson e Casimere Jollette.
A VVS Films divulgou recentemente o trailer oficial de ‘The Ice Road’, ação estrelada por ninguém menos que Liam Neeson.
Confira:
O filme é escrito e dirigido por Jonathan Hensleigh.
Depois do colapso de uma remota mina de diamantes no norte do Canadá, um motorista de estradas de gelo (Neeson) deve liderar uma missão de resgate impossível através de um oceano congelado para salvar os trabalhadores presos. Lidando com águas traiçoeiras e uma tempestade massiva, eles descobrem o que ninguém estava vendo: a verdadeira ameaça.
Laurence Fishburne, Benjamin Walker, Amber Midthunder, Holt McCallany e Marcus Thomas completam o elenco.
A série coreana ‘Round 6‘ (Squid Game), que traz uma mistura entre ‘Jogos Vorazes‘ e ‘Batalha Real‘, já estreou na Netflix e se tornou um sucesso mundial.
Hoje (12), a gigante do streaming confirmou que a produção quebrou um recorde gigantesco e se tornou o título mais assistido de sua história – alcançando a impressionante marca de 111 milhões de lares.
Não vou dizer quem ganhou o jogo, mas posso dizer oficialmente que a Coreia ganhou a Netflix. Assistida por 111 milhões de lares, Round 6 é a minha maior série de todos os tempos. pic.twitter.com/7dDUzESEKt
Na trama, 456 pessoas participam de um jogo mortal na esperança de ganhar 45,6 bilhões wons. Para ganhar o dinheiro, é preciso vencer as 6 fases do jogo, mas a consequência de perder é a morte.
Hwang Dong-hyuk é o criador da série.
Um misterioso convite para entrar no jogo é enviado para pessoas em risco que precisam urgentemente de dinheiro. 456 participantes de todas as esferas da vida são trancados em um local secreto onde jogam para ganhar 45,6 bilhões de won. Cada jogo é uma tradicional brincadeira infantil coreana, mas a consequência de perder é a morte. Quem será o vencedor e qual é o propósito deste jogo?
Se existe alguém com grande afeição e afinidade com o macabro e o distorcido, esse alguém definitivamente é Tim Burton. O diretor é responsável por trazer à vida alguns dos personagens mais icônicos do cinema contemporâneo – e, dentro de sua filmografia, podemos dizer sem sombra de dúvida que os personagens em foco fogem do padrão considerado normal dentro de uma sociedade blasé e que preza pela padronização. E apesar de suas obras mais recentes serem memoráveis, como ‘A Noiva Cadáver’ e ‘Frankenweenie’, foi ‘Edward Mãos de Tesoura’ que o colocou na visão da indústria do entretenimento até mesmo mais que seus projetos anteriores.
Mais uma vez, Burton retoma seu trabalho com o compositor Danny Elfman como forma de criar uma atmosfera inebriante, encantadora e misteriosa, através da harmonização de diversos instrumentos como o piano e o violoncelo aliados aos efeitos sonoros mecanizados e enferrujados que volta e meia aparecem em diversas sequências, incluindo durante os créditos iniciais. Ainda que tome um tempo mais que o necessário, essa introdução já consegue fornecer uma identidade para a narrativa que se seguirá, principalmente por ser pautada nas mesmas configurações do cinema clássicos dos anos 1910 e 1920, com lentas transições em fusão que conferem uma estética mais vintage e saborosa para os espectadores.
A trilha sonora acompanha a história inteira, e começa de forma mais branda com o aparecimento de nossa narradora-personagem, uma versão mais velha da protagonista Kim (Winona Ryder), a qual conta uma mágica história romântica e quase impossível de acontecer para sua pequena neta durante uma noite perscrutada por fortes nevascas. Ela então retorna para sua adolescência em uma pequena e pacata comunidade interiorana que também era conhecida por ser lar de uma criatura não exatamente humana, mas que carregava traços de uma invenção inesperada. Esse ser sobrenatural e aparentemente inofensivo é o personagem-título, que mora sozinho num imenso casarão até ser resgatado pela mãe de Kim, Peg (Dianne Wiest), uma revendedora de cosméticos completamente desprovida de preconceitos e que age de forma empática perante o estranho e assustado jovem.
Johnny Depp marca sua primeira parceria com Burton ao encarnar Edward, um personagem que carrega feições humanas exceto pelas mãos, as quais na verdade foram substituídas por um maquinário que simula as mesmas funções, porém com afiadas tesouras que o transformam, dentro de uma perspectiva conservadora e moldada por um “padrão estético”, em um forasteiro que é introduzido dentro daquele grupo de pessoas. Entretanto, diferente de outras narrativas do gênero, seu retorno para a vida em conjunto é marcada por uma fascinação exacerbada em detrimento de repulsa e medo. Cada um dos vizinhos se encanta com sua caracterização especial e como ele também parece não se importar muito com isso, visto que permaneceu quase toda a vida sob os cuidados de seu criador e não teve contato com ninguém de fora.
Em última instância, o filme funciona como forma de poetizar aquilo que é considerado “fora do normal”. A beleza do personagem principal está justamente em sua excentricidade, em sua construção nem um pouco dentro das saídas convencionais e como sua personalidade altruísta e ingênua é capaz de cativar todos à sua volta – não é surpresa que a jovem Kim acabe se apaixonando por sua transcendência, visto que não é como nenhum dos outros garotos que passaram por sua vida. Uma aventura romântica que segue uma linha tragicômica é a frase que mais define essa linda obra de Burton, mas não se pode deixar de dizer que ela falha quando não se aprofunda em algumas outras questões, principalmente a não aceitação que, eventualmente, permanece em um escopo mais superficial.
Entretanto, as forças antagônicas existem sim. Anthony Michael Hall encarna o egocêntrico e valentão Jim, ex-namorado de Kim que enxerga Edward como uma aberração, porém utiliza sua condição para benefício próprio, principalmente durante uma das sequência que envolve uma má planejada tentativa de assalto. Tais acontecimentos também servem como base para uma superficial análise sobre as questões do bem e do mal e sobre como o fato do protagonista ter vivido longe de outras pessoas por tanto tempo impedem que ele tenha um julgamento racional sobre o que é certo e errado. Mais uma vez, essas perspectivas intimistas não encontram muito espaço dentro do escopo arquitetado por Burton, visto que o cineasta prefere uma história redonda e fechada a investidas mais ousadas em temas significativamente pesados – e isso de forma alguma retira a complexidade do produto final.
O diretor também faz bom uso de suas habilidades artísticas aqui, até mais que em sua bizarra obra ‘Os Fantasmas se Divertem’. Ao invés de optar por saídas premeditáveis, ele busca inspiração no expressionismo alemão, marcado pelos cenários tortuosos e imensos, e até mesmo inclina-se um pouco mais para a arquitetura gótica quando pensamos no lar de Edward: a mansão segue um padrão românico-medieval, com torres pontiagudas, janelas ogivais e pouca entrada de luz, além de paredes suntuosas que mais se assemelham a corredores de calabouços. Tudo isso, aliado a uma fotografia escura e que preza pelo jogo com a fluidez das sombras, contrasta com a saturação do vilarejo, marcado pela existência profusa de várias cores e por uma iluminação mais difusa. Tais características dissonantes encontram um jeito de se unir à medida em que o personagem é adotado pela comunidade, dando seu toque a uma linearidade extenuante com designs de cerca-viva e lindos cortes de cabelo.
Com a chegada do terceiro ato, a jovem criatura percebe que não pertence e nunca pertencerá ao mundo ao qual foi arrastado sem precedentes. Nem mesmo sua nova família se parece com ele, o que reafirma sua condição como forasteiro e o faz voltar para sua casa, sendo perseguido tanto pelos policiais quanto por aqueles que desejam o seu mal – como Jim. Logo, ele e Kim consegue forjar sua morte para que tudo volte ao normal, ao menos externamente, e um final feliz consiga o seu lugar em meio a um constante confronto de ideologias. E devo dizer que esses momentos são os mais bem estruturados quando pensamos em técnicas, e talvez Burton pudesse ter apenas seguido em uma linha mais equilibrada entre o drama e a comédia, visto que não possui um tato tão apurado para dirigir cenas de ação.
‘Edward Mãos de Tesoura’ é uma ode ao estranho. De forma bem simbólica e metafórica, este tornou-se um dos trabalhos mais memoráveis do excêntrico cineasta, principalmente por trazer com tanto carinho e sutileza uma visão mais humanizada das “aberrações da natureza” em uma aventura satisfatória e interessante.
A The CW divulgou a promo oficial de “Night of the Comet”, 22º e último episódio da 6ª temporada de ‘Riverdale’.
Na trama, “Archie e a turma unem forças para salvar Riverdale da maior ameaça que a cidade já enfrentou”.
O capítulo vai ao ar no dia 31 de julho.
Confira:
Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.
A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.
O elenco inclui KJ Apa, Lili Reinhart, Camila Mendes, Cole Sprouse, Madelaine Petsch, Madchen Amick, Luke Perry, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.
A 2ª temporada da animação ‘Star Wars: The Bad Batch‘ finalmente chegou ao catálogo do Disney+.
Os novos episódios estrearam hoje, 04 de janeiro, na plataforma de streaming.
Relembre o trailer, dublado e legendado:
Criada por Dave Filoni (‘O Mandaloriano’), os capítulos são dirigidos por Bras Rau, com roteiro supervisionado por Jennifer Corbett.
‘Star Wars: The Bad Batch’ gira em torno de clones de elite experimentais do “Lote Ruim” (introduzidos originalmente em ‘A Guerra dos Clones’), à medida que encontram um meio de mudar a galáxia imediatamente após os eventos anteriores. Os membros do grupo – um esquadrão único que varia geneticamente de seus irmãos do Exército dos Clones – possui uma habilidade excepcional que os transforma em soldados práticos, extraordinários e formidáveis.
Dee Bradley Baker e Ming-Na Wen fazem parte do elenco.
O Prime Video divulgou o trailer oficial de ‘I’m a Virgo’, comédia non-sense estrelada pelo vencedor do Emmy Jharrel Jerome (‘Olhos que Condenam’).
A temporada completa será lançada na plataforma de streaming no dia 23 de junho.
Confira:
A série foi criada por Boots Riley (‘Sorry To Bother You’).
Cootie é um rapaz de 19 anos de quatro metros de altura, criado por sua tia Lafrancine e seu tio Martisse em Oakland, Califórnia. Ele é protegido do mundo exterior até ser acidentalmente descoberto por um grupo de ativistas políticos adolescentes.
Mike Epps, Carmen Ejogo, Walton Goggins, Brett Gray, Kara Young, Allius Barnes e Olivia Washington completam o elenco.
Os Grammy Awards se configuram, até hoje, como a maior premiação da música – e, apesar das várias controvérsias ao longo dos anos, o gramofone dourado ainda é cobiçado por qualquer artista que se lance no cenário fonográfico.
No dia de hoje, 10 de novembro, serão revelados os indicados à 66ª edição do evento – e inúmeros artistas mainstream e que começaram a dominar o mundo nos últimos meses têm grandes chances de aparecer na lista de indicados, incluindo a titânica Taylor Swift com seu aclamado álbum ‘Midnights’, e a impecável SZA, que fez um barulho gigantesco com o lançamento de ‘SOS’.
Pensando nisso, o CinePOP separou uma lista prevendo quem será nomeado nas principais categorias do Grammy: Álbum do Ano, Música do Ano, Gravação do Ano e Artista Revelação.
Confira:
ÁLBUM DO ANO
FORTES CONCORRENTES Midnights, Taylor Swift SOS, SZA GUTS, Olivia Rodrigo World Music Radio, Jon Batiste Only the Strong Survive, Bruce Springsteen One Thing at a Time, Morgan Wallen But Here We Are, Foo Fighters
-, Ed Sheeran
POSSÍVEIS APARIÇÕES Endless Summer Vacation, Miley Cyrus Did You Know That There’s a Tunnel Under Ocean Blvd., Lana Del Rey Barbie: The Album, Vários Artistas
Que Taylor Swift é uma das maiores artistas de todos os tempos, isso não é nenhuma dúvida – e, dentro da cerimônia do Grammy Awards, ela já levou doze estatuetas, incluindo três de Álbum do Ano por ‘Fearless’, ‘1989’ e ‘Folklore’. Agora, ela tem grandes chances não apenas de ser indicada mais uma vez pelo aclamado e bem-sucedido ‘Midnights’, como levar o quarto gramofone dourado para casa pelo compilado de originais.
Todavia, é notável que Swift encontrará uma forte competição que comportam outros titãs da música atual, como Olivia Rodrigo, que lançou o impecável ‘GUTS’ como seu segundo álbum de estúdio, e SZA, que se tornou a favorita da crítica e do público com ‘SOS’ e pode fazer bonito ao conquistar várias indicações. Outros prováveis nomes a aparecerem na categoria incluem Jon Batiste e Foo Fighters, ambos conquistando os ouvintes com produções de tirar o fôlego.
Resta saber se Miley Cyrus, que parou o mundo com o lançamento de ‘Endless Summer Vacation’, será esnobada novamente pela Academia ou se será relembrada nas principais categorias; bem como Lana Del Rey, que foi indicada a Álbum do Ano pela última vez com ‘Norman Fucking Rockwell!’ e que voltou com tudo esse ano com o profundo e antêmico ‘Did You Know That There’s a Tunnel Under Ocean Blvd.’.
MÚSICA DO ANO
FORTES CONCORRENTES Flowers, Miley Cyrus Vampire, Olivia Rodrigo Anti-Hero, Taylor Swift What Was I Made For?, Billie Eilish Dance the Night, Dua Lipa Dear Insecurity, Brandy Clark feat. Brandi Carlile I Remember Everything, Zach Bryan feat. Kacey Musgraves A&W, Lana Del Rey
POSSÍVEIS APARIÇÕES Boy’s a Liar Pt. 2, PinkPantheress & Ice Spice Worship, Jon Batiste Lift Me Up, Rihanna
Novamente, é provável que os artistas indicados a Álbum do Ano faturem indicações nas outras categorias principais – e, dentre os mencionados no item acima, Taylor Swift com “Anti-Hero”, Miley Cyrus com “Flowers”, Olivia Rodrigo com “Vampire” e SZA com “Kill Bill” são apostas certeiras de que conquistarão nomeações à Música do Ano e que transformarão essa seção em uma das mais disputadas da próxima edição.
Todavia, não podemos tirar o mérito de outras queridinhas da categoria que, volta e meia, dão as caras e nos surpreendem com merecidas honrarias. É o caso, por exemplo, da icônica Brandi Carlile, que fez bonito no evento anterior e, agora, tem mais uma chance de ser indicada à Música do Ano com Brandy Clark por “Dear Insecurity”; ou de Billie Eilish, que lançou a arrepiante balada “What Was I Made For?” para o live-action de ‘Barbie’.
GRAVAÇÃO DO ANO
FORTES CONCORRENTES Paint the Town Red, Doja Cat What Was I Made For?, Billie Eilish Rescued, Foo Fighters Vampire, Olivia Rodrigo Anti-Hero, Taylor Swift Flowers, Miley Cyrus A&W, Lana Del Rey Rush, Troye Sivan
POSSÍVEIS APARIÇÕES Dance the Night, Dua Lipa Lift Me Up, Rihanna Last Night, Morgan Wallen
Enquanto Música do Ano condecora as melhores composições, Gravação do Ano engloba o artista em si e a produção de determinada faixa. Dentre as belíssimas canções que dominaram as playlists e as paradas ao redor do mundo, algumas parecem ter sido feitas para englobar essa próxima categoria – como é o caso do pop-punk-rock de “Vampire”, de Olivia Rodrigo, ou da sinestésica e melancólica atmosfera de “Anti-Hero”, de Taylor Swift.
É notável como outras canções também têm grandes chances de aparecer nessa categoria, como Doja Cat com “Paint the Town Red”, que recebeu inúmeros elogios da crítica e do público; “A&W”, considerada por este que vos escreve como a melhor música do ano até agora – e que provavelmente não perderá o posto até o fim de dezembro; e a ótima “Rush”, de Troye Sivan, que viria como uma boa surpresa caso fosse relembrada.
A categoria de Artista Revelação sempre é uma das mais complicadas de se prever – afinal, novos talentos surgem a todo momento no cenário da música e podem fazer um sucesso crítico e comercial inesperado. Uma das mais cotadas para aparecer na categoria da próxima edição é a rapperIce Spice, cuja ascensão meteórica lhe rendeu participações no live-action de ‘Barbie’ e no álbum ‘Midnights’, de Taylor Swift.
Todavia, é notável como a veterana Sabrina Carpenter, que já lançou inúmeros álbuns de estúdios, pode aparecer após dominar o planeta com o aclamado ‘e-mails i don’t send’; RAYE, que fez sua aguardada estreia com ‘My 21st Century Blues’, é uma das cogitadas para despontar na categoria – com grandes chances de levar a estatueta para casa; e Gracie Abrams e Renée Rapp, que ganharam sólida popularidade nos últimos meses, também serão adições bem-vindas à seção após terem encabeçado discos que viralizaram nas redes sociais e ofereceram uma originalidade apaixonante ao cenário mainstream.
John Green é um dos autores mais conhecidos da atualidade e deu origem a histórias que se tornaram best-sellers ao redor do planeta e, em pouco tempo, foram levadas em adoradas adaptações para os cinemas – ainda que não tenham totalmente conquistado a crítica internacional. Podemos pensar, por exemplo, na interessante e bem-vinda releitura cinematográfica de ‘A Culpa é das Estrelas’, na decepcionante ‘Cidades de Papel’, ou até mesmo na divertida e tocante ‘Deixe a Neve Cair’ (que em pouco tempo consagrou-se como um dos melhores longas natalinos dos últimos anos). Agora, Green nos convida a conhecer mais uma adaptação na forma de ‘Tartarugas Até Lá Embaixo’.
Baseado no romance homônimo lançado em 2017, a história acompanha Aza Holmes (Isabela Merced), uma jovem de dezesseis anos que sofre de transtorno obsessivo-compulsivo através de uma preocupação hipocondríaca de que irá se infectar a qualquer momento com bactérias que podem matá-la. As coisas sofrem uma drástica mudança quando ela se reconecta com uma paixonite de infância, Davis Pickett (Felix Mallard), e percebe que precisará enfrentar a si mesma para o prospecto de um relacionamento com o garoto de quem gosta – e isso não é tudo: ela está prestes a dar um passo enorme após se formar no colégio, colocando na balança como ela irá contar os medos de sua mente para fazer o que sempre quis.
Ao longo do caminho, Aza é acompanhada da melhor amiga, Daisy (Cree Cicchino), uma extrovertida e criativa aspirante à escritora que passa seus dias como braço-direito da protagonista para salvá-la das constantes espirais em que cai. De outro lado, sua mãe, Gina (Judy Reyes), age como um escudo superprotetor que inclusive deseja que a filha participe da faculdade local para que ela possa estar ao lado dela nos momentos de crise, enquanto a Dra. Singh (Poorna Jagannathan) tenta auxiliar Aza a entender que seus pensamentos intrusivos não a definem e que ela não apenas tem a capacidade de explorar coisas fora de sua estrita zona de conforto, como também é muito maior do que alguém que vive presa dentro dos próprios temores.
Em se tratando de um drama romântico adolescente, o projeto é carregado de alguns convencionalismos que são naturais do gênero e que já imaginávamos aparecer por aqui. Por exemplo, há um certo anacronismo pincelando os diálogos entre os personagens principais e coadjuvantes, com alguns sendo muito maduros para idade que possuem – o que é justificável dentro do amadurecimento compulsório pelo qual Aza passa, mas parece fora de lugar em relação às outras personas. Além disso, há a questão da delineação narrativa que aposta em altos e baixos colocados dentro de uma estrutura familiar e que apenas consegue se desvencilhar do purismo de clichês pelas temáticas importantes que traz à tona e pelo fato de Green, vivendo com TOC, saber transparecer as problemáticas de tal distúrbio sem cair em estereótipos sem sentido e pejorativos.
Hannah Marks, que faz uma breve aparição no longa-metragem, é responsável pela direção. Anteriormente, ela trabalhou em produções dramáticas ao apostar fichas em construções almejando à originalidade narrativa e, nessa nova empreitada, faz o máximo que pode para se desvencilhar das fórmulas até perceber que essa é uma tarefa quase impossível. Conforme abraça os paradigmas, Marks nota que há outras esferas a serem destrinchadas, como a frenética montagem de Andrea Bottigliero, a sólida fotografia de Brian Burgoyne e a certeira, apesar de “quadradinha”, trilha sonora assinada por Ian Hultquist. No final das contas, essa combinação de elementos funciona numa praticidade bem-vinda e que se esquiva do pedantismo criativo, mesmo não oferecendo nenhuma concretude de ineditismo.
O ponto alto da obra é, de fato, o elenco. Reyes e Jagannathan insurgem como um contraste interessante e intergeracional em relação à Gen-Z, esta tentando compreender as angústias de uma jovem que parece ter desistido de encontrar a “normalidade” – sendo que o distúrbio que apresenta não a faz menos normal que ninguém -, e aquela navegando em uma tentativa de entender a filha, mas sem muitos resultados sólidos por constantemente lembrá-la de seu “problema”. Cicchino e Mallard têm uma performance sólida que ajudam nos contrapontos feitos à Aza, mas é Merced quem rouba nossa atenção, não só por ser a protagonista, mas por apresentar um lado novo de suas incursões performáticas que ainda não tínhamos visto – afastando-se por completo de obras como ‘Madame Teia’ e ‘Dora e a Cidade Perdida’ e rendendo-se a um tour-de-force apaixonante e dilacerante.
‘Tartarugas Até Lá Embaixo’ é uma grata e surpreendente adaptação do romance homônimo de John Green e nos envolve por atuações aplaudíveis e um comprometimento temático que, mais recorrente do que deveria, é audaz e singelo. Mesmo com os claros obstáculos, o resultado é aprazível o suficiente e é um presente tanto para os fãs do gênero em questão quanto para os assíduos fãs do romancista que esperavam ansiosamente por um projeto cujo desenvolvimento soava como uma lenda urbana.
‘Canário Negro‘ (Canary Black), novo thriller de espionagem estrelado por Kate Beckinsale (‘Anjos da Noite’), chega este mês ao catálogo do Prime Video.
A produção será lançada na plataforma de streaming no próximo dia 24 de outubro.
Pierre Morel é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Matthew Kennedy.
Uma agente de alto escalão da CIA, Avery Graves, é chantageada por terroristas para trair seu próprio país para salvar seu marido sequestrado. Separada de sua equipe, ela recorre a seus contatos do submundo para sobreviver e ajudar a localizar a cobiçada inteligência que os sequestradores querem. Traída a cada passo, ela deve confiar em seu treinamento de ponta e habilidades primitivas de luta em uma corrida mortal para realizar um resgate que pode desencadear uma crise global.
O elenco ainda conta com Rupert Friend, Ray Stevenson, Saffron Burrows, Ben Miles, Goran Kostić e Michael Brandon.
Hudson Thames, que dá voz a Peter Parker na animação ‘Seu Amigão da Vizinhança Homem-Aranha’, falou sobre a reação negativa que recebeu por comentários que fez durante uma entrevista à época da estreia da série no Disney+.
Durante uma entrevista com o Colliderem janeiro, quando questionado como Thames se sentiu com a representatividade da produção, ele afirmou:
“Achei incrível. Quer dizer, meu maior medo era que fosse irritante e ‘lacrador’, e não foi, e eu fiquei tipo: ‘sim, isso é ótimo, é tão bem escrito’, como se parecesse real. Sou o mais velho de cinco meninos, então sinto que meio que sei o que está acontecendo na vida deles e no ensino médio, e parecia que estava fazendo justiça a isso.”
Como poderíamos imaginar, os comentários culminaram em uma recepção negativa para Thames – e, agora, o astro está tentando esclarecer seus comentários.
“Então, obviamente, algo que eu disse foi escolhido a dedo e usado essencialmente sem contexto apenas para meio que agitar um pouco de drama”, ele conta ao Straw Hat Goofy. “Estávamos falando sobre aquele pequeno período de tempo antes do show estrear, e eu notava muitos comentários online que recebia, que eram pessoas nervosas ou expressando preocupação de que o show estava usando tópicos de diversidade e igualdade de uma forma inautêntica ou hipócrita.”
Thames continua: “isso me deixou na defensiva, como se eu quisesse defender um pouco o nosso show. Foi uma escolha de palavras tão ruim. Meu ponto era que nosso show não precisa fazer isso, não precisa fazer truques. [O showrunner] Jeff [Trammell] fez um trabalho tão brilhante, na minha opinião, de escrever o que ele sabia. Igualdade e diversidade já estavam embutidas na história que ele escreveu, e nada parecia forçado, eu suponho, então eu estava realmente apenas tentando elogiar a graça com que tudo isso se desenrola no show, e ironicamente, foi o que me atraiu tanto para o show em primeiro lugar.”
Lembrando que a primeira temporada completa já está disponível no Disney+.
A icônica cantora e compositora Billie Eilish foi uma das principais relembradas da próxima edição do Video Music Awards – e faturou seis indicações.
Eilish concorre em categorias como Vídeo do Ano e Música do Ano por “Birds of a Feather”, single do aclamado álbum ‘HIT ME HARD AND SOFT’, além de disputar a estatueta de Artista do Ano.
Os vencedores serão revelados no dia 7 de setembro.
1. Skinny 2. Lunch 3. Chihiro 4. Birds of a Feather 5. Wildflower 6. The Greatest 7. L’amour de ma Vie 8. The Diner 9. Bittersuite 10. Blue
Eilish fez sua estreia oficial no mundo da música em 2017 com o EP‘Don’t Smile at Me’, mas foi apenas em 2019 que conquistou fama mundial através do aclamado ‘When We All Fall Asleep, Where Do We Go?’, rendendo-lhe, dentre vários outros prêmios, as quatro estatuetas mais cobiçadas do Grammy Awards (Álbum do Ano, Artista Revelação, Música do Ano e Gravação do Ano – estas duas últimas com o single“bad guy”).
Em 2021, lançou seu segundo álbum de estúdio, ‘Happier Than Ever’, que também foi ovacionado pela crítica especializada e lhe garantiu mais indicações ao Grammy.
Em 2023, tornou-se a pessoa mais jovem a levar duas estatuetas do Oscar para casa ao ganhar o prêmio de Melhor Canção Original por “What Was I Made For?”, do filme ‘Barbie’.
‘O Agente Secreto’, aclamado longa de Kleber Mendonça Filho estrelado por Wagner Moura, vem marcando presença nas premiações regionais ao redor do mundo – e fez história ao conquistar o Globo de Ouro na categoria de Melhor Filme em Língua Não Inglesa.
A conquista marcou a terceira vez em que o Brasil venceu na categoria. A primeira delas ocorreu na cerimônia de 1960, om ‘Orfeu Negro’; a segunda ocorreu há 27 anos, quando ‘Central do Brasil’ levou para casa o troféu.
Vale lembrar que Wagner Moura disputa pelo prêmio na categoria de Melhor Ator em Filme de Drama.
Em 1977, Marcelo trabalha como professor especializado em tecnologia. Ele decide fugir de seu passado violento e misterioso se mudando de São Paulo para Recife com a intenção de recomeçar sua vida. Marcelo chega na capital pernambucana em plena semana de Carnaval e percebe que atraiu para si todo o caos do qual ele sempre quis fugir. Para piorar a situação, ele começa a ser espionado pelos vizinhos. Inesperadamente, a cidade que ele acreditou que o acolheria ficou longe de ser o seu refúgio.
A Pixar permanece como um dos maiores estúdios de animação de todos os tempos – e, antes de dar vida a clássicos instantâneos do gênero como ‘Monstros S.A.’, ‘Ratatouille’, ‘WALL-E’ e tantos outros, iniciou seu glorioso império com a franquia ‘Toy Story’. O primeiro longa-metragem, lançado em 1995, influenciou praticamente todas as produções que o sucederam em virtude não apenas da história original, que trouxe brinquedos à vida, mas aos adventos tecnológicos que promoveu na sétima arte. Não é surpresa que o sucesso incomparável do filme o tenha transformado em uma saga multimidiática e multibilionária que tem um lugar especial no coração dos fãs.
Sete anos depois da chegada do quarto filme às telonas, que inclusive conquistou o Oscar de Melhor Animação pela segunda vez seguida, o veterano Andrew Stanton nos convida para retornar a esse vibrante e apaixonante universo com o antecipado ‘Toy Story 5’, que estreia oficialmente no próximo dia 18 de junho nos cinemas nacionais (contando com sessões antecipadas a partir de amanhã, 17 de junho). E, ao investir esforços consideráveis para reiterar o inegável status de zeitgeist cultural de uma das franquias mais populares e ovacionadas da história, o cineasta e corroteirista acerta em cheio em uma jornada aventuresca e recheada de comédia, drama e uma contundente crítica à tecnologia predatória e até mesmo à perda da infância como a conhecemos.
Para aqueles que não se recordam, o capítulo anterior encerrou o arco de Woody (Tom Hanks), que passou o distintivo de xerife para a vaqueira Jessie (Joan Cusack) e transformou o patrulheiro espacial Buzz (Tim Allen) em seu delegado. Agora assumindo o posto de líder do quarto da jovem Bonnie (Scarlett Spears), Jessie percebe que as coisas estão mudando muito rápido quando a garota sofre para fazer amizades, visto que ela é a única que ainda brinca com brinquedos. Afinal, todas as outras crianças foram hipnotizadas pelas brilhantes telas dos aparelhos tecnológicos, esquecendo-se daqueles que sempre estiveram ao seu lado e colocando um ponto de interrogação no que isso significa para os brinquedos.
Acreditando estarem a salvo, as coisas viram de cabeça para baixo quando Bonnie ganha um tablet de presente dos pais: Lilypad (Greta Lee). Causando comoção significativa entre Jessie, Buzz e os outros, todos acreditam que serão doados ou abandonados pela garota – e a própria Lilypad se mostra disposta a garantir que ela faça amizades de uma maneira muito mais rápida do que eles conseguirão. Sentindo-se desafiada, Jessie decide provar que conhece Bonnie melhor do que ninguém e, unindo-se a seu fiel escudeiro, o cavalo de pelúcia Bala no Alvo, ela enfrenta traumas de um passado distante que vêm à tona à medida que ela transforma sua missão em um tour-de-force para se libertar de todos os medos que têm.
Enquanto vários fãs da franquia comentaram sobre o caráter dispendioso de ‘Toy Story 4’, Stanton fez questão de reconhecer a necessidade do filme para mudar o foco da nossa atenção para uma das personagens mais queridas da franquia. Apresentada em ‘Toy Story 2’, Jessie cruzou caminho com Woody em um momento sombrio, lidando com o fato de sua primeira dona, Emily, tê-la abandonado e encontrando outra família primeiro com Andy e, agora, com Bonnie. Determinada a mantê-los todos unidos, a vaqueira volta a enfrentar fantasmas que insistem em assombrá-la em uma tentativa desesperada de não passar por tudo aquilo de novo.
O diretor, que, como já mencionado, também fica responsável pelo roteiro ao lado de Kenna Harris, explora temas como abandona e trauma de maneira a singrar entre o universal e o particular, utilizando a complexa personalidade de Jessie como receptáculo para algo que é comum a todos, mesmo em camadas distintas. Não é surpresa que Stanton consiga navegar com tamanha destreza pelo drama e pela comédia em um encontro emocionante e pungente que nos faz refletir sobre o que significa ser amado e como estamos condicionados a uma efemeridade incontrolável e destrutiva.
É interessante ver como o pano de fundo da tecnologia serve como uma base, ainda que sólida, para algo mais profundo que se desenrola em breves 102 minutos de duração. À medida que somos introduzidos a personagens muito bem delineados, incluindo o Amigo Troninho (Conan O’Brien), Atlas (Craig Robinson) e Snappy (Shelby Rabara), as múltiplas tramas convergem para um ponto crítico na história de Jessie e de que forma ela enfrenta sentimentos que ressurgem como um turbilhão irrefreável, levando-a até mesmo a questionar sobre se o problema, de fato, é ela própria. Mas é claro que, considerando que o filme é destinado primeiramente para um público mais infantil, o “final feliz” seria certeiro em todos os aspectos.
‘Toy Story 5’ é um fabuloso retorno à forma e uma carta de amor a uma das sagas do cinema de maior respeito e impacto de todos os tempos, sabendo dosar as camadas mais intrincadas de seus personagens de maneira sagaz, respeitosa e finalmente dando o espaço que Jessie sempre mereceu em uma aventura que nos tira risadas, lágrimas e nos faz sair da sala do cinema querendo mais.
A conta oficial do Twitter de ‘The Witcher‘ divulgou um teaser indicando o lançamento de um novo trailer para amanhã (31).
Em clima de mistério, o vídeo mostra cenas inéditas dos principais personagens enquanto anuncia:
“Você não pode fugir do destino só porque tem medo dele!”
Assista:
Oh little birds with tweets of sorrow
To you we bring some news
For when the rooster crows tomorrow
A trailer shall be viewed pic.twitter.com/uuSZlGrUj9
“Oh passarinhos com chiados de tristeza
Para você, trazemos algumas novidades
Pois quando o galo cantar amanhã
Um trailer deve ser visto”
Confira também as imagens promocionais:
Assista ao primeiro trailer:
Durante uma entrevista ao site Entertainment Weekly, a showrunnerLauren Hissrich se abriu para revelar alguns detalhes.
Quando questionada sobre a classificação indicativa da produção, ela comentou que “tenho revisto diariamente [os episódios] e minhas crianças não têm permissão para olhar para a tela e ver algo que não deveriam e ficar assustadas”.
“É uma série muito adulta”, Hissrich acrescentou. “Vou dizer que era importante que cada cena de sexo ou de violência tivesse importância para a história e não simplesmente estivesse ali para chocar o público. Acho que os telespectadores são bem espertos no tocante a saber o que está ali apenas para chocar e o que realmente move a história”.
Criada por Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.
Geralt de Rivia, um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.
Henry Cavill será o protagonista da série. O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.
Em seu perfil do Instagram, Dwayne Johnson surpreendeu os fãs ao revelar que quase intepretou Willy Wonka no remake de ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate‘, dirigido por Tim Burton em 2005.
Na publicação, o astro mostrou uma cena do filme e escreveu:
“‘Então brilha uma boa ação, em um mundo perverso’. Nesta manhã, apresentei um dos meus filmes favoritos de todos os tempos aos meus bebês… ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate’. Eles adoraram e agora esperam que eu entregue uma sala cheia de chocolate e doces. Esse será o meu próximo projeto. Aqui vai uma história interessante: No início dos anos 2000, o icônico diretor Tim Burton estava me considerando para interpretar Willy Wonka no remake.”
Ele continuou:
“Eu pensei: ‘Caramba, essa é a minha chance’. Mas eu ainda estava começando minha carreira em Hollywood e não tinha nenhuma atuação de destaque nas bilheterias e nem experiência suficiente. Então o papel foi para Johnny Depp, que era a maior estrela do mundo naquela época. O resto é história e eu segui meu caminho. […] Sempre comemoro os sonhos que não se realizaram porque eles são a melhores coisas que nunca aconteceram.”
Uma publicação partilhada por therock (@therock) a
Por falar nisso, a Netflix anunciou que Taika Waititi (‘Thor: Ragnarok’; ‘Jojo Rabbit’) será responsável pelo roteiro, direção e produção de duas séries animadas baseadas no romance ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate‘, escrito por Roald Dahl em 1964.
Um das séries vai explorar a vida de Charlie como o novo administrador da famosa Fábrica de Willy Wonka, enquanto o outra será focada nos Oompa-Loompas.
Por enquanto, maiores detalhes não foram revelados, e ainda não há previsão de estreia no catálogo.
Confira o anúncio:
Feliz em anunciar que Taika Waititi (o diretor de JoJo Rabbit, Thor: Ragnarok e outros filmes) vai escrever, dirigir e produzir 2 séries animadas baseadas na Fantástica Fábrica de Chocolate e os Oompa-Loompas.
Em 2018, a plataforma de streaming já havia revelado seus planos em adaptar toda a obra literária de Roald Dahl em forma de séries animadas ou especiais em filmes ou minisséries. Entre as séries anunciadas, também está a nova adaptação de ‘Matilda‘.
De acordo com o THR, a Netflix firmou um acordo de nove dígitos que pode superar a marca do primeiro US$ 1 bilhão em contratos para direitos de adaptação e custos de produção. Um valor substancial de investimento para as obras.
Ainda não há previsão de lançamento para essas obras, mas o fato é que elas não vão custar barato.
Confira o anúncio:
No total, serão 16 obras a serem adaptadas entre ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate‘ e ‘O Bom Gigante Amigo‘ que já foram adaptadas anteriormente para as telonas.
De acordo com o Heroic Hollywood, a Sony e Disney fecharam um acordo para exibição de filmes do estúdio no catálogo da plataforma de streaming.
O acordo firma uma relação de quatro anos entre as companhias, entre 2022 e 2026.
Dessa forma, títulos como ‘Venom’, ‘Morbius’ ‘Homem-Aranha De Volta ao Lar‘ e as vindouras produções da Sony serão finalmente adicionadas à Disney+ e ao Hulu depois de saírem dos cinemas.
Além disso, filmes, séries e documentários da Sony também estarão disponíveis em canais exclusivos da Disney, como ABC, FX, Fox Channel e Disney Channel.
“Esta é uma vitória para os fãs, que se beneficiarão da capacidade de acessar o melhor conteúdo de dois dos mais produtivos estúdios de Hollywood em uma infinidade de plataformas”, disse Chuck Saftler, diretor de Aquisições e Distribuição de Mídia da Disney.
Infelizmente, o acordo é restrito somente ao território norte-americano (EUA e Canadá), então não se sabe se a decisão será adotada pelos representantes dos estúdios em outros países, como o Brasil.
Lembrando que a Sony também fechou um acordo parecido com a Netflix, que dará ao serviço de streaming os direitos de exibição dos filmes da Sony após suas passagens pelos cinemas.
A parceria também irá começar no próximo ano, iniciando-se com o lançamento de ‘Morbius‘, que está programado para estrear no dia 1º de janeiro de 2022, nos EUA.
Os termos do acordo garantem que “a Netflix terá uma janela exclusiva de 18 meses para a exibição dos filmes da Sony Pictures”.
“A Sony Pictures é uma grande parceira e nós estamos animados em expandir nossa relação através desse acordo,” afirmou o chefe da Netflix, Scott Stuber, em uma declaração. “Isso não só nos permitirá exibir seu impressionante catálogo de filmes em nossa plataforma nos EUA, como também estabelece uma nova casa para os cinéfilos ao redor do mundo.”
Vale lembrar que ‘Morbius‘ será lançado nos cinemas nacionais em 20 de janeiro de 2022.
Daniel Espinosa (‘Vida’) é responsável pela direção.
Para quem não conhece, o personagem surgiu pela primeira vez na edição #101 de ‘O Espetacular Homem-Aranha‘, lançada em 1971.
Na trama, o Dr. Michael Morbius sofre um acidente enquanto testava a possível cura para uma doença sanguínea e acaba se transformando em um vampiro, criado artificialmente e diferente das criaturas mitológicas.
Jared Leto (‘Blade Runner 2049’) estrela como o personagem-título. O elenco também conta com Tyrese Gibson, Adria Arjona, Jared Harris e Matt Smith.
‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’ já está em exibição nos cinemas e o público está comemorando o retorno de Tobey Maguire e Andrew Garfield como versões alternativas do herói.
Como Garfield não teve a oportunidade de concluir a trilogia ‘O Espetacular Homem-Aranha’, revê-lo vestindo o traje do Cabeça de Teia foi um grande presente para os fãs.
O amor de Garfield ao papel e sua entrega à história do personagem só prova que ele é digno de dar vida a Peter Parker em pelo menos mais um filme, encerrando assim sua trajetória na pele do herói.
Pensando nisso, um usuário do Instagram compartilhou um incrível fan-pôster imaginando Garfield com o traje sombrio, além de intrduzir o Venom de Tom Hardy, e Shailene Woodley como Mary Jane.
Confira:
“Arte conceitual de ‘O Espetacular Homem-Aranha 3‘ feita pára acampanha #maketasm3. Deslize para cima para ver o pôster original. Então, eu estava navegando na internet e encontrei um pôster muito legal do 2º filme e tive a ideia de atualizá-lo. Eu adicionei Shailene Woodley como Mary Jane porque ela deveria aparecer no filme. E adicionei Tom Hardy como Venom porque ele seria a combinação perfeita para o Aranha de Andrew Garfield. E eu mantive o Rhino porque eles provocaram a luta no final do 2º filme, mas não vimos o resultado. Diga-me o que você achou, para mim foi muito divertido e desafiador.”
E, nas redes sociais, inúmeros fãs já estão fazendo campanha para que a Sony Pictures aposte na ideia e traga Garfield em mais uma aventura.
Por conta disso, a tag #MakeTASM3 está entre os assuntos mais comentados do Twitter e a internet espera chamar a atenção do estúdio, assim como os fãs de Zack Snyder apostaram no #ReleasetheSnyderCut.
Confira as publicações:
imaginem um filme de O Espetacular Homem Aranha 3 com ANDREW GARFIELD #MakeTASM3
EU N AGUENTO MAIS. Esse lindo desse Andrew Garfield ta na minha tl o tempo todo e eu quero chorar pq fica me dando esperanças POR FAVOR #MakeTASM3 por favor
Eu decidi maratonar todos os Homem-Aranha antes de ir no cinema ver Sem Volta Pra Casa e lembrei porque eu amo o Andrew Garfield. Eu acho que já posso dizer que a gente precisa de Espetacular Homem-Aranha 3, né?
De início, eu lançaria uma série do Andrew Garfield explorando o sexteto sinistro (uma continuação daquela luta dele com o rhino e do pós-crédito de TASM2) e o pós-morte da gwen. Em seguida, gravaria o TASM3 com o venom e acabaria a trilogia dessa lenda. pic.twitter.com/opp5amozFm
Uma coisa é certa, se depender do Andrew Garfield pra rolar um espetacular homem Aranha 3 , ele aceita com certeza. Principalmente dps da recepção maravilhosa em #SpiderManNoWayHomepic.twitter.com/K25VyWvbca
— ANDREW GARFIELD ETERNO HOMEM ARANHA (@taylovestxry) December 20, 2021
Todo mundo sabe que o Andrew Garfield é o melhor homem aranha e merece todo o reconhecimento do mundo. PRECISAMOS de mais filmes solo com ele sendo o nosso homem aranha. Por favor, Sony. #amazingspiderman3#HomemAranhaSemVoltaParaCasa Homem-Aranha Homem Aranha 3
E aí, o que você achou do encontro entre Tobey Maguire, Andrew Garfield e Tom Holland?
Assista ao trailer de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ e siga o CinePOP no YouTube:
Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.
Através do Twitter, a HBO Max anunciou que a animação ‘DC Liga dos Super Pets’ estará disponível no catálogo no dia 26 de setembro, sem custo adicional.
Quando a Liga da Justiça é capturada por Lex Luthor, o cachorro do Superman, Krypto, forma uma equipe de animais de estimação que receberam superpoderes: um cão de caça chamado Ace, que se torna super forte; um porco chamado PB, que pode crescer até ficar gigante; uma tartaruga chamada Merton, que se torna super-rápida; e um esquilo chamado Chip, que ganha energia elétrica.
Marco Luque e Priscilla Alcantara fazem parte do time de dublagem nacional. O filme também conta com a participação de Vitor Kley na trilha sonora do filme.
Vale falar que grandes nomes da dublagem também estão no elenco, como Wendel Bezerra, Marcelo Garcia, Duda Espinosa, Guilherme Briggs, Francisco Jr., Flavia Saddy, Ilka Pinheiro, Clécio Souza, Eduardo Borgerth, Angélica Borges, Monique Fillardis, Duda Ribeiro, Aline Ghezzi e Taís Feijó.
Jared Stern e Sam Levine são os responsáveis pela direção.
A dublagem original conta com as vozes de Dwayne Johnson, Kevin Hart, Kate McKinnon, John Krasinski, Vanessa Bayer, Natasha Lyonne, Diego Luna e Jameela Jamil.
Após um hiato de quatro anos, a 6ª temporada da aclamada e adorada série ‘Black Mirror‘ finalmente chegou ao catálogo da Netflix.
Reinventando-se a cada novo episódio, a série criada por Charlie Brooker conta com novos episódios que se provam ainda mais ,imprevisíveis e complexos em torno dos perigos da tecnologia.
Nas redes sociais, os fãs estão rendendo elogios aos novos conflitos dos personagens versus o mundo virtual, deixando claro que a atração ainda permanece impactante.
Inclusive, alguns internautas estão reagindo aos melhores episódios, que já estão desbloqueando novos traumas.
Confira as reações:
assisti o episódio “Joan é péssima” de Black Mirror, e agora tô pensando em tudo que aceitei os termos on-line sem ter lido um A. que inferno seria ter uma série da minha vida, meooo pic.twitter.com/ca4TMeRx9Y
Black Mirror é a melhor série da Netflix por um motivo: a genialidade ambiciosa do Charlie Brooker. puta. que pariu. “Joan é péssima”, 6×01, vai ganhar uma porrada de prêmios… é GENIAL.
crítica à deepfake, termos e condições, superexposição da vida alheia… O FINAL pic.twitter.com/LaPnWpgEK1
Comecei a 6 temp de black mirror e vou fazer comentários sobre todos os EPS, começando por “A Joan é péssima”.
10/10, simplesmente me prendeu o EP todo e me tirou risadas sinceras no fim, trouxe uma problemática boa sobre o uso de dados que estamos dando às redes. pic.twitter.com/B1DM6UtLOy
Hoje, em algum lugar de Hollywood, Anna Murphy está vendo a si mesma numa série de streaming onde sua personagem vê a si mesma numa série de streaming interpretada pela Salma Hayek, onde sua personagem vê a si mesma sendo interpretada pela Cate Blanchett.
KKKKKK O 3 EP DE BLACK MIRROR A GENTE PENSA AVÁ ISSO NÃO VAI DAR CERTO ESSE CARA VAI ROUBAR A FAMÍLIA DESSE TROUXA VAI VENDO KKKK MAAAAAAS É CLARO QUE BLACK MIRROR NÃO IA DEIXAR UM EP ÓBVIO ASSIM pic.twitter.com/hmJcddpRUF
— Raynha 30 anos com carinha de 21 (@RaYnhafake) June 15, 2023
O elenco conta com Salma Hayek (‘Eternos’), Aaron Paul (‘Breaking Bad’), Zazie Beetz (‘Coringa’), Josh Hartnett (‘Pearl Harbor’), Michael Cera (‘Superbad – É Hoje’), Rory Culkin (‘Pânico 4’), Paapa Essiedu (‘Gangs of London’), Kate Mara (‘A Teacher’), Danny Ramirez (‘Top Gun: Maverick’), Clara Rugaard (‘I Am Mother’), Auden Thornton (‘This is Us’) e Anjana Vasan (‘Killing Eve: Dupla Obsessão’).
Diferente da temporada anterior – que foi lançada em 2019 –, o sexto ano terá mais de três episódios. Além disso, os novos episódios serão mais longos e com um orçamento mais alto, elevando-os ao potencial de pequenos filmes.
Com caráter antológico, a série adota uma visão sobre a influência das novas tecnologias na vida moderna, criticando com histórias sobre sensações tecno-paranoicas e traçando o perfil da sociedade formada pelas mídias, sociais ou não. Poderia ser resumida como uma série que apresenta críticas à sociedade atual e que alerta sobre como ela, se continuar nesse ritmo, pode piorar a cada dia.
De acordo com o The Hollywood Reporter, a atriz Wunmi Mosaku (‘Loki’) foi adicionada ao elenco do filme de vampiros escrito, dirigido e produzido por Ryan Coogler (‘Pantera Negra’).
Mosaku é conhecida por sua atuação como a caçadora B-15 em ‘Loki‘, da Marvel Studios, bem como por seus papéis em ‘Lovecraft Country’ e ‘Passenger’.
Lembrando que Michael B. Jordan (‘Creed’) volta a colaborar com Coogler e assume o papel principal, dando vida a gêmeos.
Ao que parece, Mosaku será a protagonista feminina do filme, possivelmente interpretando a esposa de um dos personagens de Jordan.
Delroy Lindo (‘Destacamento Blood’) também está no elenco do filme, enquanto Jack O’Connell (‘Maravilhosa Sra. Maisel’) está em negociações para interpretar o vilão.
Conforme o Comic Book, o longa produzido pela Warner Bros será lançado nos cinemas em 07 de março de 2025.
O anúncio também confirma que Coogler atuará como roteirista e diretor, além de produzir ao lado de Zinzi Coogler e Sev Ohanian.
O compositor duas vezes vencedor do Oscar, Ludwig Göransson, que compôs a trilha sonora de todos os quatro filmes anteriores de Coogler, será o produtor executivo do novo filme ao lado de Rebecca Cho e Will Greenfield.
Orçado em torno de US$ 90 milhões, o longa ainda sem título deve começar a ser gravado em abril, em locações de Nova Orleans.
Este representa o primeiro roteiro especulativo de Coogler através de sua produtora, Proximity Media.
Por enquanto, como o projeto está nos estágios iniciais, mais detalhes devem ser divulgados ao longo dos próximos meses.
Ryan Coogler é um dos cineastas mais requisitados de sua geração. Ele reinventou a franquia Rocky com ‘Creed’ em 2015, que agora conta com três filmes. Sua estreia no Marvel Studios, ‘Pantera Negra’, tornou-se um marco cultural, arrecadando US$ 1,34 bilhão globalmente e recebendo uma indicação ao Oscar de melhor filme, algo raro no gênero de quadrinhos.
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