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‘Bloodshot 2’: Apesar da bilheteria atrapalhada pelo COVID-19, filme ganhará sequência com Vin Diesel

A adaptação cinematográfica de Bloodshot teve a infelicidade de estrear no momento em que as salas de cinema do mundo todo fechavam devido à pandemia do coronavírus (COVID-19). E mesmo assim, o longa ganhará uma sequência.

Apesar de ter arrecadado apenas US$ 37 milhões (para um orçamento de US$ 45 milhões), o filme estrelado por Vin Diesel fez sucesso nas vendas nas plataformas de streaming.

Agora, o CEO da produtora DMG Entertainment, Dan Mintz, afirmou que a Sony já está trabalhando na sequência.

“Acho que [Bloodshot] teve muito sucesso na venda em streaming, apesar do reduzido lançamento nos cinemas. Você não pode usar o mesmo processo de avaliação pré-COVID para medir o sucesso do filme. Vin Diesel e todas essas pessoas ainda continuarão? Sim, porque foi muito bem e a resposta a ele foi tão boa, só que a resposta foi em um ambiente não transparente, ao invés de um ambiente transparente como números de bilheteria.”, afirmou, em relação ao lançamento na semana que os cinemas fecharam as portas por causa do COVID. 

A adaptação dos quadrinhos já foi lançada no formato On Demand, mas a produção fará o seu retorno para os cinemas norte-americanos, quando a maior rede de cinemas do mundo, a AMC Theatres, reabrir suas portas.

O longa entrará em cartaz assim que o cinema voltar. Ainda não se sabe por quanto tempo o filme ficará em exibição, mas os ingressos custarão US$ 15 centavos em seu primeiro dia.

Estrelada por Vin Diesel, a adaptação dos quadrinhos chegou a ficar em cartaz por apenas quatro dias nos cinemas da AMC.  

Assista a nossa crítica:

Crítica | Bloodshot – Vin Diesel estrela estiloso filme recheado com ação e reviravoltas

Uma bala atravessando a cabeça de sua esposa é tudo o que Ray Garrison (Vin Diesel) consegue ver antes de sua morte. Quando acorda, também se torna a única coisa que consegue se lembrar. Garrison não está morto, mas também não está vivo da forma tradicional. Ray acabou sendo utilizado como cobaia para o experimento do Dr. Emil, que substituiu seu sangue por uma nano tecnologia que lhe permite se recuperar de graves lesões. A partir desse momento, Ray Garrison se torna o poderoso Bloodshot, uma máquina de matar que tenta se lembrar de seu passado e buscando vingança por acontecimentos recorrentes em seus pensamentos.

O elenco ainda conta com Eiza Gonzalez, Toby Kebbell, Michael SheenTalulah Riley, Alex Hernandez e Sam Heughan.

Dirigido por Dave Wilson, o longa é baseado nos quadrinho homônimo criado por Kevin VanHook, Yvel Guichet, Don Perlin e Bob Layton.

‘Um Lugar Silencioso’ tem terceiro filme CONFIRMADO, sem a direção de John Krasinski

A pandemia de coronavírus pode ter atrasado o segundo filme da franquia ‘Um Lugar Silencioso‘ para 2021, mas a Paramount e John Krasinski já estão traçando o futuro da saga.

A Paramount Pictures anunciou hoje que está trabalhando em um terceiro filme da franquia ‘Um Lugar Silencioso‘, que chegará aos cinemas em 2022.

De acordo com o Deadline, este novo filme será o primeiro sem Krasinski por trás das câmeras.

Jeff Nichols, diretor de ‘Amor Bandido‘ e ‘Midnight Special‘, vai comandar o novo filme, que é descrito como um derivado que se passará no mesmo universo dos dois primeiros filmes.

Os detalhes sobre o enredo estão sendo mantidos em segredo, e tudo o que se sabe sobre a história é que se baseia em uma ideia original de Krasinski.

Além do derivado, o diretor John Krasinski falou em entrevista ao Total Film sobre seus possíveis planos para uma trilogia da franquia ‘Um Lugar Silencioso‘.

“Eu coloquei algumas referências [no segundo filme] que não só explicam mais coisas sobre o [filme original], mas também permitem a expansão da mitologia. Não conversei com o estúdio sobre um terceiro filme, mas nós estamos na mesma página que essa não é uma franquia que nós queremos manter viva por causa de dinheiro. Eu não quero quebrar essa promessa com os espectadores.”

Ele continua, “Mas eu acho que há uma forma que continuar nesse mundo do jeito que as pessoas merecem. Porém, não faria um terceiro apenas por fazer.”

O filme, que seria lançado no dia 20 de Março, agora chega aos cinemas em 23 de Abril de 2021.

Confira nossas reações ao filme:

O novo filme contará com o retorno de Emily Blunt, Millicent Simmonds e Noah Jupe, além da introdução dos novatos Djimon Hounsou e Cillian Murphy.

‘A Princesa e a Plebeia 2’: Stacy e Margaret estão de volta no trailer OFICIAL da sequência; Confira!

A Princesa e a Plebeia – Nova Aventura‘ (The Princess Switch: Switched Again’) teve seu primeiro trailer oficial divulgado.

Confira:

Em ‘A Princesa e a Plebeia – Nova Aventura‘, Vanessa Hudgens retorna ao papel principal, interpretando três personagens diferentes desta vez.

Quando a duquesa Margaret herda inesperadamente o trono de Montenaro e passa por uma fase difícil com seu namorado Kevin, cabe a sua dupla, a Princesa Stacy de Belgravia, unir os dois amantes novamente… mas o curso do amor verdadeiro se complica com o aparecimento de um belo rei, que tem a intenção de roubar o coração de Margaret. Acrescente a chegada inesperada da prima festeira de Margaret e de Fiona, uma terceira sósia que tem ambições próprias, e você tem a receita para um triplo problema do Natal!

Veja fotos:

A sequência tem estreia marcada para 19 de novembro.

Além de protagonista, Hudgens será produtora, junto com Brad Krevoy, Steven McGlothen e AJ Raich.

A produção também terá o retorno do diretor Mike Roh e dos roteiristas Robin Bernheim e Megan Metzger.  

‘Harry Potter’: Conheça a história da garota que venceu a Anorexia e conseguiu um papel na franquia

Mesmo após seu fim, a saga ‘Harry Potter‘ continua atraindo uma legião de fãs da série literária e dos filmes lançados entre 2001 e 2011.

No entanto, há aqueles que não conseguem controlar sua fixação em torno da franquia e acabam se prejudicando mentalmente.

Evanna Lynch, intérprete de Luna Lovegood, alertou os fãs sobre os efeitos colaterais das obsessões exageradas.

Antes de ser atriz, ela sofria de Anorexia. Quando tinha 12 anos, Evanna estava lutando contra um distúrbio alimentar.

Ela estava internada no hospital em decorrência da doença e desapontada porque iria perder o lançamento de ‘Harry Potter e a Ordem da Fênix‘ por estar hospitalizada. No entanto, o hospital liberou-a na manhã do lançamento por algumas horas e uma livraria local providenciou que ela recebesse uma cópia assinada pela J.K Rowling.

Ela foi ao evento com uma camisa do Harry Potter, um esmalte azul com um Pomo de ouro desenhado no resto.

J.K ficou encantada pela menina e disse que se ela vencesse a anorexia ela poderia interpretar a Luna, e ela conseguiu.

Evanna Lynch

“Antes de entrar para o elenco em [‘A Ordem da Fênix‘], eu era uma fã obsessiva de ‘Harry Potter‘. Comecei a ler os livros com oito anos e passei a viver como se fosse umaaluna de Hogwarts, essa foi minha identidade por muito tempo e foi bastante prejudicial para minha saúde mental. Também foi meio embaraçoso quando conheci Daniel [Radcliffe], Emma [Watson] e Rupert [Grint], eu meio que sabia tudo sobre eles. Eu acho que estava assustando eles e passei a fingir [que não estava ansiosa por estar perto deles].”

Ela continuou:

“Isso é muito assustador, entende? Quando você é um fã, parece legal ficar fissurado em tal assunto, mas as pessoas devem tomar cuidado. Não acho saudável e essa cultura de obsessão é muito perigosa, você pode acabar se perdendo e desenvolvendo sérios problemas mentais.”

Infelizmente, Lynch não participou de grandes projetos após ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte- Parte 2′, e seu último trabalho como atriz foi no curta ‘It Don’t Come Easy‘ (2014).

Vale lembrar que o último filme da saga ‘Harry Potter‘ foi um sucesso de crítica e público, acumulando US$ 1,342 bilhão pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 250 milhões.

No Rotten Tomatoes, o desfecho registrou 96% de avaliações positivas.

Ranking | Do Pior ao Melhor Live-Action da Disney

O império Disney chegou em uma nova e conturbada era: a dos remakes em live-action.

Por incrível que pareça, essas investidas cinematográficas não começaram há pouco tempo, tendo aparecido desde os últimos anos do século passado e ganhando uma dimensão assustadora na década de 2010. Entretanto, poucas dessas produções conseguiram cativar o público ou mostrarem-se competentes o bastante para acrescentar alguma coisa nova a uma esfera que já dá ares de saturação.

Com raríssimas exceções – e com projetos que se estendem para a década inteira, praticamente -, é um fato dizer que a companhia em questão precisa voltar a suas histórias originais ou ao menos entender o que de errado se repete em tantos longas-metragens péssimos ou medíocres.

Nessa mais nova matéria, fizemos um ranking com todos os live-actions da Disney – excluindo ‘Peter Pan (2003), visto que ele pertence à Universal Pictures, e Pan(2015), que é, na verdade, uma história de origem. Mantivemos o restante, incluindo Malévola (2014), que se intrinca com A Bela Adormecida, e sequências como Alice Através do Espelho e ‘102 Dálmatas’.

Confira abaixo nossa lista e não se esqueça de comentar quais são seus remakes favoritos

12. ALICE ATRAVÉS DO ESPELHO (2016)

Se Tim Burton não conseguiu nos encantar com sua releitura da clássica obra de Lewis Carroll em 2010, era pouco provável que James Bobin alcançasse tal feito – e o resultado da sequência Alice Através do Espelho é tão insossa quanto o longa-metragem anterior.

Apesar dos competentes efeitos visuais, que já são conhecidos dentre as obras supervisionadas por Burton, a narrativa que traz a personagem-título de volta ao mundo das Maravilhas peca irreparavelmente ao tentar explicar um panteão que não tem explicação. Como se não bastasse, a bizarra narrativa é acompanhada por péssimas atuações de Mia Wasikowska, Johnny Depp e Sacha Baron Cohen.

11. 102 DÁLMATAS (2000)

101 Dálmatas se tornou um clássico do panteão Disney principalmente por sua estética impressionista bastante inovadora e que ainda não havia sido utilizada nas animações predecessoras. Qual foi nossa surpresa quando a companhia anunciara um live-action com os fofos cachorrinhos liderados por Glenn Close – e mais ainda quando o fracassado filme gerou uma sequência.

Close retorna para o papel de Cruella de Vil, agora reabilitada devido a um tratamento de hipnose, e carrega consigo um gatilho que a coloca de volta numa jornada para fazer casacos com peles de dálmata. O conto é tão impalpável que consegue transformar alguns dos maiores performers da geração – incluindo Close e Gérard Depardieu – em caricaturas ridículas de algo que não tinha a menor chance de ficar bom.

10. ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS (2010)

A viagem non-sense de Alice começou em 1951 e, desde então, foi relida das mais diversas formas para mídias completamente diferentes. E, considerando que Burton já havia nos entregado algumas pérolas do cinema – como ‘Sweeney Todd’ e ‘Edward Mãos-de-Tesoura’ -, poderíamos nos convencer erroneamente de que o remake da animação seria bom.

O resultado catastrófico é mascarado pelo incrível uso dos efeitos especiais, que também não chegam a ser suficientes para nos desviar da podre trama arquitetada. Em um filme tão vibrante quanto este, é irônico pensar que ele insurge numa miscelânea incompreensível sem vida e sem qualquer envolvência.

9. 101 DÁLMATAS (1996)

‘102 Dálmatas’ foi uma produção desnecessária, mas seu predecessor 101 Dálmatas ainda tentou recuperar as glórias do longa-metragem da década de 1960. Entretanto, como boas intenções não querem dizer muita coisa, não é surpresa que o filme se tornou mais uma investida desnecessária (e isso perto da virada do século).

Com exceção da competente e memorável atuação de Close como uma das maiores e melhores vilãs do panteão Disney, o live-action não cumpre sua promessa de nos emocionar, criando um tour-de-force sem sentido e sem qualquer prospecto para conquistar o público. Ao menos os cachorrinhos estão fofos.

8. DUMBO (2019)

Convém-se dizer que Dumbo não necessariamente é um dos filmes mais adorados de todos os tempos, visto que a obra de 1941 passa por muito pouco a duração de uma hora e arquiteta uma narrativa que vale mais a pena por seu nonsense e por suas sutis críticas. Entretanto, Burton voltava mais uma vez aos holofotes ao se lançar na missão de não apenas trazer o icônico elefante voador para as telonas mais uma vez, mas também expandir seu universo.

O resultado é mais uma vez falho e, na verdade, parece ter deixado a marca de que as releituras da Disney seguiam há algum tempo: sua completa falta de necessidade. De fato, o longa-metragem poderia ter acabado com seu primeiro ato e não faria a mínima diferença – nem mesmo a sedutora presença de Eva Green é competente o bastante para apagar o espetáculo de horror.

7. MALÉVOLA: DONA DO MAL (2019)

“Desde os primeiros minutos do longa, fica perceptível que a equipe criativa não soube decidir entre manter o clima mais dark do antecessor ou abraçar o estilo clássico e batido dos contos de fadas não tão famosos do grande público. E isso reflete não apenas no visual, mas no estilo narrativo. Eles seguem tentando contar a história da Bela Adormecida pela ótica da vilã que não é vilã, mas agora esbarram em outro desafio: a princesa Aurora (interpretada pela fofa Elle Fanning) não apenas é um personagem que tenta conquistar seu espaço em tela, mas também tem seu próprio núcleo de personagens. Isso acaba fazendo de Malévola uma coadjuvante de sua própria história.” – Pedro Sobreiro

6. MALÉVOLA (2014)

Malévola é relembrado por dois breves aspectos: sua direção de arte, aliadas aos efeitos especiais de ponta, e a atuação de Angelina Jolie em um esforço para salvar o longa-metragem de uma ruína iminente – seja para o bem ou para o mal.

Recontar a história de A Bela Adormecida não é uma tarefa fácil, mas o diretor Casper Van Dien nem ao menos se esforçou para recuperar os clássicos elementos de 1959. O resultado final é uma decepção atrás da outra, com resoluções apressadas, cenas de ação incabíveis e uma péssima performance de Elle Fanning e Van Dien como Aurora e Stefan, respectivamente.

5. O REI LEÃO (2019)

Com um visual impecável e que traz o melhor do fotorrealismo, o retorno de Simba e Nala para a nova versão de O Rei Leão só vale mesmo a pena por sua estética. De resto, o longa-metragem é uma falha cópia de uma memorável narrativa à qual falta magia e até mesmo expressividade – seja pela feição dos animais ou pela força da dublagem (original ou brasileira).

Na verdade, o longa-metragem poderia muito bem ser apenas uma extensão cinematográfica de qualquer programa do National Geographic. Nem mesmo a tensão das novas sequências e a repaginação dark do roteiro conseguem nos comover, e isso sem falar da completa falta de química entre basicamente todos os personagens – salvo Timão (Billy Eichner) e Pumba (Seth Rogen).

4. CINDERELA (2015)

Cinderelaparece ter tido o efeito contrário do esperado no público, o qual alegava que a produção era ruim por não ser fiel à animação – mas, na verdade, a investida de Kenneth Branagh no panteão Disney é competente o suficiente para alcançar o patamar de uma boa remasterização.

Apesar de Lily James entregar uma boa atuação, Cate Blanchett rouba nossa atenção em uma versão ainda mais cruel de Lady Tremaine. E, se as músicas clássicas fizeram falta, Helena Bonham Carter como a Fada Madrinha e os incríveis efeitos especiais desviam nosso foco e, no final das contas, nos divertem mais uma vez

3. A BELA E A FERA (2017)

Nenhum remake em live-action é necessário, por assim dizer. Nem mesmo as melhores produções se desvencilham desse rótulo – afinal, por que não apenas ficar com as obras originais? Dito isso, Bill Condon fez um trabalho considerável ao levar ‘A Bela e a Fera’ de volta aos cinemas, ganhando aclame pela fidelidade à obra original, pelos elementos teatrais que compuseram a narrativa e pelas atuações de Emma Watson, Dan Stevens e Luke Evans.

É claro que a estética da mobília que compõe o elenco coadjuvante pode assustar por seu chocante realismo, mas ao menos as vozes por trás dos personagens imprimem uma atuação surpreendentemente boa – e até mesmo as canções originais recebem um escopo diferente e prático.

2. ALADDIN (2019)

Aladdin pode não ter feito o sucesso que prometeu entre a crítica, mas considerando as extensas investidas da Disney em recriar suas próprias peças fílmicas, o longa-metragem cumpre o que promete e cria uma mística aventura liderada por Mena Massoud como o personagem-título e Will Smith como uma hilária rendição do icônico Gênio da Lâmpada.

Com exceção de alguns deslizes, incluindo a música original e a atuação canastrona de Marwan Kenzari, o resultado é interessante, envolvente e dançante em aspectos inesperados – além de uma hábil performance de Naomi Scott como a Princesa Jasmine.

1. MOGLI: O MENINO LOBO (2016)

Jon Favreau é conhecido por ser um dos nomes mais versáteis da indústria do entretenimento contemporânea – mas seu sucesso veio com um dos filmes mais memoráveis da década: ‘Mogli: O Menino Lobo’.

A nova versão do clássico de Rudyard Kipling alcançou o feito de melhorar a animação original, mesmo tendo feito alguns cortes de protagonismo (como Kaa, que aparece menos do que deveria) e abandonado o choque pós-vaudeville de 1967. Porém, no geral, as aventuras do protagonista-título ganharam uma dimensão fotorrealista de impressionante catarse cênica e todas as expressões antropomorfizadas que não existem em O Rei Leão aparecem aqui com deliciosas atuações de Bill Murray, Ben Kingsley, Scarlett Johansson e outros.

Não é surpresa que o filme tenha recebido uma série de prêmios, incluindo a estatueta de Melhores Efeitos Especiais no Oscar 2017 e Melhor Produção no Annie Awards (um dos circuitos de maior prestígio na animação). Além de recuperar a glória dos estúdios Disney, ‘Mogli’ tornou-se base para longas-metragens futuros – e suas conquistas deveriam ser seguidas à risca.

‘Happiest Season’: Rom-com natalina com Kristen Stewart e Mackenzie Davis ganha trailer super fofo; Confira!

Happiest Season, nova comédia romântica natalina estrelada por Kristen StewartMackenzie Davis, ganhou seu primeiro trailer oficial.

O filme, dirigido por Clea DuVall, tem estreia marcada na plataforma de streaming do Hulu no dia 25 de novembro.

Confira:

O filme é estrelado por Stewart como Abby, que planeja pedir a mão de sua namorada, Harper (Davis), em casamento durante o jantar em família anual de Natal – mas fica em choque ao descobrir que Harper tem mantido o relacionamento das duas em segredo.

O elenco também é formado por Alison BrieAubrey PlazaDaniel LevyVictor GarberMary Steenburgen.

Crítica | Druk – Mais Uma Rodada: Mads Mikkelsen surpreende em conto tragicômico sobre a crise de meia idade

Filme assistido durante o Festival de Toronto 2020

Diante do frequente costume de observar a chegada à idade mais madura pela ótica feminina, criou-se uma falsa ilusão de que o peso da meia idade não vem da mesma forma para a perspectiva masculina. Comumente tratados como aqueles que muitas vezes se encontram no auge da virilidade, os homens são normalmente vistos como figuras quase imunes às crises existências que uma mudança de fase tão grandiosa geralmente traz. Só que Druk – Mais Uma Rodada faz o caminho inverso de Hollywood e iguala homens e mulheres na mesma proporção quando o assunto é envelhecer.

Apresentando um conto tragicômico – que mostra os dissabores de quando o vigor da juventude se esvai, o novo longa dinamarquês/sueco traz Mads Mikkelsen (Hannibal) absolutamente vulnerável diante da audiência. Um drama com pitadas de comédia que acompanha um grupo de antigos amigos e professores do Ensino Médio, Mais Uma Rodada tem seu roteiro firmado em um experimento que obviamente já saberíamos o resultado. Mas o que conta aqui não são os resultados fálicos, mas sim toda o processo e jornada de autodescoberta dessa turma de homens de meia idade, que decidem adotar o consumo diário de bebida alcoólica a fim de provar uma antiga teoria de que o homem teria nascido com 0,5% a menos de álcool no organismo.

O estudo, que quase se transforma em uma tese ideológica, leva o grupo de professores a uma espiral doentia em que a porcentagem de consumo diário de álcool se torna menos importante que todos os reflexos e consequências que seu uso abusivo traz para os ambientes familiar, relacional e profissional. O que a bebida não conta, mas seus corpos e mentes sentem, é justamente o peso que a embriaguez é capaz de trazer na vida de uma pessoa. E como uma produção que não visa ser didática, é por justamente fugir dessa perspectiva que Druk naturalmente se transforma em um choque de realidade e uma dura e prática lição sobre as escolhas que fazemos na vida, quer estejamos no auge da juventude ou no cume da meia idade.

E salientando a fragilidade masculina a partir de um elemento que teoricamente deveria fazê-los se sentirem melhores sobre si mesmos, o longa proporciona uma experiência cativante para o público, que é tragado pela performance de Mads e de seus demais protagonistas desconhecidos do público geral. Explorando ainda um pouco da culturalidade da Suíça, a produção consegue ser uma jornada completa para a audiência justamente por sua leveza e equilíbrio ao migrar para temas densos e cômicos de forma quase simultânea, sem soar vulgar.

Com a habilidosa direção de Thomas Vinterberg, Druk – Mais uma Rodadaé uma aventura com viés coming of age sobre a transformação masculina diante dos 40 anos. Madura como a tal faixa etária pede e desbravadora como uma comédia dramática desse subgênero mais juvenil normalmente é, essa produção é uma incrível combinação de uma bela dose adocicada de bom humor, com o amargor da dura realidade de ter que reaprender a caminhar com as próprias pernas, mesmo depois dos 40.

‘A Hora do Pesadelo’ completa 36 anos; Reboot está em desenvolvimento!

A Hora do Pesadelo‘ (A Nightmare On Elm Street) completa 36 anos hoje, dia 9 de novembro de 2020, Dirigido pelo mestre Wes Craven, o primeiro filme se tornou um dos maiores clássicos do gênero e foi lançado nos cinemas em 9 de novembro de 1984, revitalizando o gênero terror na época e ainda se mantendo como uma grande influência para os cineastas de terror de hoje.

O filme original recebeu 94% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, devido “a premissa inteligente de Wes Craven, combinada com a aparência visual horripilante de Freddy Krueger, que ainda causa pesadelos até hoje.”

A história segue a adolescente Nancy Thompson (Heather Langenkamp) que, junto com seus amigos, se torna o alvo do espírito malévolo Fred Krueger (Robert Englund), um ex-zelador de escola desfigurado que está matando adolescentes dentro de seus sonhos.

A franquia original teve início em 1984 e, desde então, arquitetou um inegável legado para o subgênero slasher, se estendendo ao longo de sete filmes e um remake. A primeira investida foi dirigida e roteirizada por Craven, trazendo em seu elenco nomes como Robert EnglundJohnny DeppRonee BlakleyHeather LangenkampAmanda WyssNick Corri e outros.

Craven também voltaria a comandar A Hora do Pesadelo 7: O Novo Pesadelo’, em 1994. Em 2003, Freddy enfrentaria Jason Vorhees, o antagonista de ‘Sexta-Feira 13’, no cross-over Freddy vs. Jason. Em 2010, Jackie Earle Haley substituiria Englund no papel principal no remake A Hora do Pesadelo, que acabou se tornando um sucesso comercial apesar das críticas negativas. 

Em entrevista ao GameSpot, o roteirista David Leslie Johnson-McGoldrick revelou que o novo reboot de ‘A Hora do Pesadelo‘ ainda está em desenvolvimento, mas o projeto não é uma prioridade para a New Line.

“[O projeto] ainda está acontecendo, mas não está ativo. Por enquanto, o universo de ‘Invocação do Mal’ é prioridade para a New Line. Todos querem ver o Freddy novamente, e eu acredito que é inevitável que aconteça em algum momento.”

Recentemente, o astro Robert Englund e a atriz Heather Langenkamp, ambos protagonistas do filme original, expressaram o seu desejo de retornar à franquia.

Considerando o sucesso monstruoso de ‘Halloween‘ – arrecadou mais de US$ 253 milhões mundialmente –, que resgatou elementos da franquia original, seria um ótimo momento para o retorno do Freddy Krueger em sua forma icônica, não é mesmo?

No geral, a saga arrecadou mais de 583 milhões de dólares e tornou-se a terceira saga do terror mais lucrativa da história – perdendo para ‘Sexta-Feira 13’ (US$671,5 milhões) e Halloween (US$620,4 milhões).

‘O Mandaloriano’: Alien anfíbio ganha destaque em novo pôster da 2ª temporada; Confira!

Após a estreia do mais recente episódio da 2ª temporada de ‘O Mandaloriano‘, a Disney+ divulgou um pôster oficial destacando a alien anfíbio introduzida na trama.

No episódio, Din Djarin (Pedro Pascal) concorda em transportar a alien não identificada para ajudá-la a levar seus ovos para seu planeta natal.

No entanto, o caçador de recompensas enfrenta vários problemas quando a Razor Crest vira alvo de pilotos da Nova República e aranhas espaciais que surgem pelo caminho.

Felizmente, Mando conseguiu escapar com sua passageira presa intacta (além dos ovos que o Baby Yoda comeu).

Confira o pôster:

Lembrando que a 2ª temporada já está em exibição na Disney+.

Assista ao trailer da 2ª temporada:

Criada por Jon Favreau (do live-action ‘O Rei Leão‘), a série se passa no mesmo universo da franquia ‘Star Wars‘.

A trama se passa depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.

O elenco conta com Pedro PascalGina CaranoGiancarlo EspositoEmily SwallowCarl WeathersOmid Abtahi, Nick Nolte e Werner Herzog.

10 Grandes Fracassos Comerciais do Cinema que Completam 20 Anos em 2020

Entra ano e sai ano, o mundo do cinema nos apresenta novos sucessos que iremos lembrar e comentar pelos próximos tempos, ou quem sabe para sempre. Mas para isso, como forma de equilibrar o universo, também ganhamos anualmente fiascos monumentais. Fracassos de crítica, público ou ambos, algumas produções azaradas simplesmente se tornam uma grande dor de cabeça para seus realizadores e podem inclusive marcar carreiras – chegando a terminar o sonho de estrelato para muitos.

A cada geração, no entanto, alguns fracassos (ou flops, como são carinhosamente chamadas atualmente estas obras) são redescobertos e reanalisados, podendo vir a se tornar filmes cults. São os casos com produções como Blade Runner e O Enigma de Outro Mundo, por exemplo, ainda hoje fortes na cultura popular após seus fracassos na época de lançamento.

Seja como for, aqui iremos abordar em especial os fracassos financeiros de alguns lançamentos do cinema, que custaram muito, renderam pouco, e em 2020 completam 20 anos. Vem conhecer.

A Reconquista

Não tem como começar a lista de outra forma. A Reconquista, ou Campo de Batalha Terra (no título original), é definitivamente um dos maiores fracassos da história do cinema. Projeto de estimação do astro John Travolta, a ficção científica é adaptada do livro homônimo de L. Ron Hubbard, o pai da cientologia, religião da qual o ator faz parte. A trama se passa no ano 3000 e é uma espécie de Planeta dos Macacos (1968) onde desta vez os humanos são escravizados por uma raça alienígena – da qual Travolta faz parte, ele é o vilão Terl.

Bancada pela Warner, a produção recebeu um orçamento de US$73 milhões, e viu de volta apenas algo em torno de US$21 milhões nos EUA. No mundo, não chegou nem a US$30 milhões. Fora isso, soma pífios 3% de aprovação no Rotten Tomatoes, e junto ao grande público no IMDB é o número 15 dos piores de todos os tempos. O filme fez a limpa nos prêmios Framboesa de Ouro, onde voltou a ser destaque no fim da década – eleito como o pior filme dos últimos dez anos, além do pior “drama” dos últimos 25 anos. Ah sim, e A Reconquista era planejado como uma trilogia, deixando até um gancho ao final para isso. E pensar que o diretor Roger Christian teve envolvimento com a saga Star Wars

Dungeons & Dragons

Igualmente membro do seleto clube dos piores filmes de todos os tempos no IMDB (este em número 74), o filme é a adaptação do famoso jogo de RPG criado em 1974 – que fez e faz a alegria dos aficionados. Este longa, por outro lado, é uma aula de como NÃO fazer uma aventura de fantasia medieval (muito em voga nos anos 1980, e que voltaria com tudo no ano seguinte ao seu lançamento, com Senhor dos Anéis e Harry Potter).

Sim, o adorado desenho conhecido no Brasil como Caverna do Dragão (1983-1985) também é baseado em tal jogo e possui este título na versão original. Ao invés de adaptar o icônico cartoon, os envolvidos preferiram criar esta enfadonha história do zero dentro de tal universo. Dungeons & Dragons é uma das maiores vergonhas da carreira do vencedor do Oscar Jeremy Irons (que vive o vilão) e junto à crítica no Rotten Tomatoes soma histéricos 10% de aprovação. A produção custou US$45 milhões aos cofres da New Line (subsidiária da Warner) e viu o retorno de apenas US$15 milhões nos EUA, e um pouco mais de US$33 milhões ao redor do mundo.

O diretor Courtney Solomon seguiu para trabalhos melhores, como produtor do drama Cake, com Jennifer Aniston. E curiosamente, Dungeons & Dragons saiu ileso sem indicações ao Framboesa de Ouro.

Os Flintstones em Viva Rock Vegas

Muito antes de SCOOBY! fazer sucesso online com sua intenção de um Hanna-Barbera-verse, outras criações do clássico estúdio de animação já haviam emplacado nas telonas. O primeiro Os Flintstones (1994) chegava na esteira dos sucessos de Batman (1989), Dick Tracy (1990) e As Tartarugas Ninja (1990), que apesar de mais sombrios, mostravam que produtos como quadrinhos e desenhos podiam se dar muito bem nos cinemas. E apesar do primeiro filme, que tinha produção de Steven Spielberg, não ter caído no gosto dos críticos, arrecadou impressionantes US$341 milhões num orçamento de US$46 milhões para a Universal.

Porém, ao invés de engatilhar rapidamente a continuação, o estúdio resolveu esperar nada menos que 6 anos, perdendo totalmente o timing e hype do longa original. Assim, Viva Rock Vegas, uma pré-sequência, mudou seus atores e Spielberg saiu, mas trouxe novamente a direção de Brian Levant. E apesar de seguir não impressionando os críticos (com 25% de aprovação), o prego no caixão foi a irrisória bilheteria de US$35 milhões para um orçamento de US$83 milhões nos EUA. Mundialmente, o filme fez um pouco mais que US$59 milhões. Ah sim, o segundo Flintstones teve indicações no Framboesa e no Stinkers Bad Movie Awards e consta como um dos piores de todos os tempos (número 79) no IMDB.

Sobrou pra Você

A rainha da música pop Madonna é uma estrela irretocável nos palcos, mas sua carreira como atriz talvez tenha visto mais baixos do que altos. Quatro anos depois das críticas sofridas por Evita, Madonna, a atriz, retornava como protagonista nesta comédia dramática sobre uma mulher que decide ter seu primeiro filho (no auge dos 42 anos da atriz) com seu melhor amigo gay. A crítica deu apenas 19% de aprovação, e afirmou que “os elementos da história colidem e as atuações deixam a desejar”.

Sobrou pra Você não escapou dos prêmios ruins do cinema, e foi indicado para o Framboesa e o Stinkers Bad Movie Awards, sendo indicado para pior filme e “vencedor” de pior atriz para a material girl. O grande e saudoso diretor John Schlesinger (Perdidos na Noite e Maratona da Morte) já viu dias melhores. O filme fez uso de um orçamento mediano, de US$25 milhões, mas viu de volta apenas US$14 milhões nos EUA, e US$24 milhões mundialmente aos cofres da Paramount, não conseguindo sequer se pagar.

Supernova

Um dos filmes mais polêmicos dos últimos anos, a ficção científica com ares de terror é um dos inúmeros filhotes de Alien – O Oitavo Passageiro (1979), mas um bem problemático. Orçamentos estourados, roteiro reescrito, adiamentos da estreia, e até mesmo a mudança do diretor. Sim, desde que Hollywood é Hollywood estas tretas acontecem. Aqui foi o icônico Walter Hill quem sofreu com esta superprodução da MGM, precisando assinar como Thomas Lee, e dizem que Francis Ford Coppola foi chamado às pressas para terminar o filme.

O resultado final é basicamente um slasher espacial, com uma força galáctica maligna possuindo um tripulante resgatado pela nave dos protagonistas. Em tela desfilam nomes como James Spader, Angela Bassett, Robert Forster, Lou Diamond Phillips e os então jovens talentos Robin Tunney e Peter Facinelli. Com um orçamento pra lá de inflado de aproximadamente US$90 milhões (é de deixar qualquer um de cabelo em pé), o filme não conseguiu recuperar mundialmente nem ao menos US$15 milhões. Os críticos não perdoaram e tascaram uma aprovação de meros 10%, elegendo o longa como “um insulto ao gênero da ficção científica, sem qualquer empolgação e efeitos especiais ruins”.

As Aventuras de Alceu e Dentinho

E quem disse que filmes infantis não podem ser um verdadeiro desastre de trem? Quando dói no bolso, quem sente é o estúdio. Assim, por mais inofensiva que possa parecer esta primeira adaptação para as telonas de um desenho clássico e adorado dos anos 1950, quem “entrou bem” foi a Universal, que distribuiu o longa. Alceu e Dentinho foram personagens criados para um desenho na TV, e aqui a proposta era levá-los ao cinema numa espécie de Roger Rabbit dos novos tempos, misturando atores reais com os personagens animados. Tudo parecia estar no lugar, e até mesmo o grande Robert De Niro estava a bordo no papel do vilão.

O problema é que o estúdio desembolsou US$76 milhões para o projeto, e o desejo do público de ver o filme era tão pouco, que ele só viu de volta US$26 milhões nos EUA, e um pouco mais de US$35 milhões mundialmente, se tornando assim um prejuízo. Fora isso, a imprensa especializada deu apenas 43% de aprovação ao filme, e o definiu como “um roteiro decepcionante e sem graça, apesar de se manter fiel à natureza do desenho original”. Para os fãs dos personagens, no entanto, nem tudo está perdido, já que foi lançada uma nova série de animação com o alce o esquilo na Amazon em 2018, com 26 episódios.

Jogo Duro

Já pensou um filme de ação protagonizado por Charlize Theron e Ben Affleck? Hoje isso seria o suficiente para deixar os fãs ansiosos. E se eu disser que esta produção já existe, e foi lançada há nada menos que 20 anos. Para começar, devemos dizer que na época, o segundo nome mais quente no elenco não era o de Theron (que ainda se firmava em Hollywood) e sim o do sumido Gary Sinise, indicado ao Oscar por Forrest Gump. Um thriller de ação igualmente problemático, que usa como temática a época de natal, mas que devido aos inúmeros empecilhos foi lançado em fevereiro. Já começa errado aí.

Na trama, Affleck vive um sujeito atraído por Theron para integrar a gangue do irmão dela (Sinise), que planeja um assalto na época do natal. A direção é do consagrado John Frankenheimer (que saía do sucesso do eletrizante Ronin) e o roteiro é de Ehren Kruger (Pânico 3). O filme produzido pela Dimension Films contou com um orçamento de US$42 milhões, mas só arrecadou US$23 milhões nos EUA, e US$32 milhões no mundo, não conseguindo se pagar. A crítica também não pegou leve, com 25% de aprovação, o considerando “um filme decepcionante, dono de um enredo forçado e atuações fracas, apesar do elenco decente”.

África dos Meus Sonhos

Projeto pessoal da ex-modelo Kim Basinger, este filme foi o seu primeiro após a vitória no Oscar em 1998 por Los Angeles – Cidade Proibida, ou seja, existia hype dos cinéfilos. Baseado no livro homônimo de Kuki Gallmann sobre suas próprias experiências, Basinger interpreta Gallmann no longa, uma socialite que recebe um “despertar” e muda sua vida após um acidente. Para tanto, a Columbia/Sony desembolsou US$50 milhões e escalou o cineasta Hugh Hudson (indicado ao Oscar por Carruagens de Fogo) para o comando – pretendendo assim dar mais credibilidade à obra.

No entanto, ao invés de prêmios, África dos Meus Sonhos viveu um fracasso de crítica e bilheteria. Com apenas 10% de aprovação no Rotten, a opinião geral foi que a obra “não emociona, nem entretém o espectador, com seu retrato simples e didático da vida da protagonista”. Nos EUA, o público tampouco se interessou, garantindo uma bilheteria de míseros US$6 milhões, que somados com a bilheteria mundial fizeram um total de US$14 milhões. Ou seja, longe de pagar seu investimento. Para não dizer que o filme não viu “prêmios”, Basinger foi indicada para pior atriz no Framboesa e no Stinkers Awards.

A Filha da Luz

A área do entretenimento pode ser cruel, e é preciso ter uma cabeça muito boa para suportar a pressão e os altos e baixos. Afinal, um dia se está no topo do mundo como a atriz mais quente de Hollywood, ganhando Oscars, e no outro, fracassos consecutivos podem colocar um ponto final ao seu estrelato. Mais ou menos isso ocorreu com Kim Basinger, que viu sua carreira cair em declínio após a vitória do Oscar. Tudo devido ao fatídico ano de 2000 que a atriz teve. Seguindo África dos Meus Sonhos, Basinger apostou neste terror, igualmente baseado num livro.

Se juntar com bons diretores é o primeiro passo para o sucesso de qualquer atriz. No entanto, muitas vezes isso pode não ser tudo. Aqui, trabalhar com Chuck Russell, vindo dos sucessos de O Máskara (1994) e Queima de Arquivo (1996), por exemplo, não quis dizer nada. E pior, essa era a volta do cineasta ao gênero que o consagrou em filmes como A Hora do Pesadelo 3 (1987) e A Bolha Assassina (1998). Resultado: com um orçamento inchado de US$65 milhões (mais caro que o drama acima), bancado pela Paramount, o terror só viu o retorno de um pouco mais de US$29 milhões nos EUA, e US$40 milhões mundialmente.

A Filha da Luz é mais um que pegou carona nos thrillers sobrenaturais com temática apocalíptica da virada do milênio na época, e trazia Basinger como uma mulher precisando proteger uma menina, sequestrada por um culto satânico. A crítica avaliou o longa com irrisórios 3% de aprovação e sobre ele disse que “desperdiça o talento do elenco numa trama mais propícia a inspirar risadas não intencionais do que arrepios e sustos”.

O Caminho para El Dorado

Disputar com a Disney no terreno das animações sempre foi uma missão suicida. Mas no fim da década de 1990, a Dreamworks, estúdios de três figurões do ramo do entretenimento, entre eles ninguém menos que Steven Spielberg, chegou forte. Foram filmes como Formiguinhaz (1998) e O Príncipe do Egito (1998) em seus primórdios, por exemplo. Mas antes de Shrek (2001) e no mesmo ano de A Fuga das Galinhas (2000), o estúdio lançava uma animação tradicional que iria amargar um dos maiores fracassos para a Dreamworks – embora depois tenha ganhado seus fãs: O Caminho para El Dorado.

Com uma história típica das aventuras de matinê do passado, o filme traz os aventureiros Tulio e Miguel – com as vozes de Kevin Kline e Kenneth Branagh respectivamente – em busca da cidade perdida de El Dorado, após se verem em posse de um mapa. O investimento para o longa animado foi um dos maiores do ano, com inacreditáveis US$95 milhões, daí um dos motivos de seu fracasso. A obra, embora fosse planejada como uma franquia para as aventuras da dupla, viu o retorno de US$50 milhões nos EUA, e US$76 milhões mundialmente, o que cancelou os projetos das continuações. Fora isso, as críticas também não animaram, com 48% de aprovação e a conclusão da imprensa de que os personagens eram fracos e a história previsível, resultando num filme raso.

Bônus: Um Tira à Beira da Neurose

Você lembra da comédia romântica protagonizada por Sandra Bullock e Liam Neeson? Pois é, nem mesmo os atores devem lembrar. Ou quem sabe querem esquecer. Mas tal filme de fato existe, e foi lançado há 20 anos por ninguém menos que a Disney – através de sua subsidiária Hollywood Pictures. Este é um dos filmes mais obscuros da carreira dos astros e fala sobre um agente estressado (Neeson) se apaixonando pela enfermeira que o trata (Bullock) enquanto tenta derrubar mafiosos. Ainda bem que a atriz lançaria 28 Dias e, principalmente, Miss Simpatia no mesmo ano.

Com um orçamento pra lá de modesto para os padrões Hollywoodianos, de US$14 milhões, o filme foi rapidamente ignorado e esquecido, recuperando menos de US$2 milhões nos EUA, e um pouco mais de US$3 milhões mundialmente. Com a crítica também falhou em agradar, conquistando 24% de aprovação, e sendo considerado “uma comédia de humor negro pouco inteligente, cheia de piadas de peidos e de gays, que nem mesmo Liam Neeson e Sandra Bullock conseguem salvar”.

‘The Universe’s Most Wanted’: Dave Bautista vai estrelar sci-fi do diretor de ‘Rampage: Destruição Total’

De acordo com o The Wrap, Dave Bautista vai estrelar um novo filme de ficção científica do diretor Brad Peyton, responsável por ‘Rampage: Destruição Total‘ (2018).

Além de estrelar, Bautista também será co-produtor ao lado de Peyton e Jeff Fierson, criadores da ASAP Entertainment.

Intitulado ‘The Universe’s Most Wanted‘, o filme será ambientado em uma pequena cidade que terá uma grande surpresa quando uma nave espacial despacha no território os criminosos mais procurados e perigosos do universo.

E aí que o filho do xerife se torna um herói ao tentar ajudar um pacificador intergaláctico (Bautista) a impedir que o grupo desorganizado de prisioneiros alienígenas escape e domine a pequena cidade e o mundo mais além.

Escrito por F. Scott Frazier (‘Triplo X: Reativado‘) e Jimmy Loweree, o longa que será realizado através de um gigantesco orçamento, mas não teve o valor revelado.

Por enquanto, ainda não há informações sobre outros membros do elenco.

Em entrevista ao portal, Peyton comemorou o avanço do projeto, dizendo:

Jeff e eu estamos incrivelmente entusiasmados por nos juntarmos a Dave neste projeto. Scott e Jimmy são roteiristas incríveis e conceberam o pilar de sustentação de ficção científica que se encaixa perfeitamente com os ideais da ASAP Entertaiment e da minha linha de direção. Não poderíamos estar mais empolgados em começar esse trabalho. Esse filme é mistura de aventura, ação e mistério que todos precisamos assistir.”

O início das gravações está agendado para a primavera norte-americana (entre março e junho) de 2021, mas não há previsão de estreia.

Lembrando que o filme mais recente de Bautista é a comédia familiar ‘Aprendiz de Espiã‘ (My Spy), que já está disponível na plataforma da Amazon Prime Video.

No filme, após uma missão dar muito errado, o agente da CIA JJ (Bautista) é rebaixado para a função de vigilância. Em serviço, ele acaba sendo descoberto pela menina Sophie (Chloe Coleman). Chantageado pela garota, ele se vê forçado a ensiná-la todas as técnicas para ser uma espiã.

O longa ainda deve ganhar uma continuação pela Amazon, trazendo o retorno da equipe do primeiro filme de volta, incluindo os atores Dave Bautista e Chloe Coleman, e o diretor Peter Segal.

Detalhes sobre a possível trama não foram divulgados.

A direção é de Peter Segal (‘Agente 86’) e o roteiro é assinado por Jon e Erich Hoeber, ambos de ‘RED: Aposentados e Perigosos’.

Após cirurgia no coração, Arnold Schwarzenegger manda recado para os fãs; Confira!

Arnold Schwarzenegger stars in Skydance Productions and Paramount Pictures' "TERMINATOR: DARK FATE."

No mês passado, ator Arnold Schwarzenegger passou por uma cirurgia no coração para reparar uma válvula aórtica e deixou os fãs preocupados com o pós-operatório.

No entanto, o astro de 73 anos acalmou seus seguidores através de um vídeo compartilhado em seu perfil do Instagram.

Na publicação, ele aparece pedalando em frente a um mural com uma pintura da época em que era jovem. Na legenda, ele escreveu:

“Acabei de dar meu primeiro passeio de bicicleta desde minha cirurgia cardíaca e estou me sentindo bem.”

 

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I just went on my first bike ride since my heart surgery, and I’m feeling good.

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Esta é a 2ª vez que ele passa por uma cirurgia no coração, já que havia feito o mesmo processo para substituir uma válvula aórtica em 1997. Em 2018, ele passou por outra cirurgia para trocar uma válvula respiratória pulmonar.

Lembrando que Schwarzenegger vai estrelar uma vindoura série de espionagem produzida pelaSkydance.

De acordo com o Deadline, Monica Barbaro (‘Top Gun: Maverick’) se juntou ao astro e vai interpretar uma jovem ambiciosa que decide seguir os passos do pai, vivido por Schwarzenegger, no mundo da espionagem enquanto tentam sobreviver em meio a diversas aventuras ao redor do mundo.

Barbaro foi escolhida para o papel depois que os produtores da Skydance se impressionaram com sua performance em ‘Top Gun: Maverick’, no qual ela é a única piloto mulher na trama.

Além disso, a estrela é mais conhecida por seus trabalhos em ‘Chicago Justice’, ‘Chicago P.D.’, ‘The Good Cop’, ‘Splitting Up Together’ e ‘Stumptown‘.

Lembrando que a vindoura série marca a estreia de Schwarzenegger na televisão.

Ainda sem título, a produção foi criada por Nick Santora (ScorpionJack Reacher), que também atua como produtor, ao lado de David EllisonDana GoldbergBill Bost.

Por enquanto, ainda não há informações sobre os nomes dos diretores envolvidos e nem previsão de estreia.

Schwarzenegger é um dos nomes mais prolíficos da indústria cinematográfica e um dos queridinhos do gênero ação. Seus principais créditos incluem as franquias O Exterminador do FuturoPredador, além dos longas Conan, o Bárbaro’Comando para MatarOs Mercenários.

‘Matrix 4’: Jessica Henwick comenta sua reação ao testemunhar o retorno de Keanu Reeves

Matrix 4‘ estreia apenas no final de 2021, mas parece que não são apenas os fãs que estão enlouquecendo com cada atualização sobre a produção da sequência.

Durante uma entrevista para a NME, a atriz Jessica Henwick (‘Punho de Ferro’) disse que quase enlouqueceu ao ver de perto Keanu Reeves trajado como Neo.

“Eu cresci acompanhando esses filmes e virei uma fã da trilogia original. Participar do novo filme é como umsonho para mim… A primeira vez que eu vi Keanu Reeves retornando como Neo foi alucianante. Quando Yahya [Abdul-Mateen II] e eu ouvimos ele dizer suas primeiras falas, olhamos um para o outro sem acreditar e dissemos: ‘Meu Deus, está acontecendo!’, é real’.”

Ela continuou:

“Toda vez que eu converso com ele, ele parece tão entusiasmado com as minhas ideias. Não sei se ele fica realmente interessado, ou se é um cara legal o bastante para me cortar. Só sei que ele é incrível.”

Nem é preciso lembrar  que a trilogia iniciada em 1999 foi um marco para a história do cinema… Não só por conta de seus efeitos especiais, mas também por introduzir uma narrativa que mexe com a mente do público até hoje.

Anteriormente, Henwick garantiu ao Comic Book que a diretora Lana Wachowski vai surpreender a audiência com as novas tecnologias usadas para o filme.

“Lana está fazendo coisas muito interessantes com essa história. Acho que ela vai revolucionar a indústria cinematográfica de novo com esse filme. Estamos usando assessórios de câmera que eu nunca vi antes. Bom, acho que isso é tudo que posso contar.”, disse ela.

Ela ainda brincou ao dizer que participar do filme é como viver um sonho realista criado pela própria Matrix.

“Eu converso bastante com Yahya [Abdul-Mateen II] e têm momentos em que olhamos um para o outro e simplesmente falamos: ‘Matrix 4’! Não consigo definir com palavras, é como viver um sonho, é como explorar o interior da própria Matrix.” 

Lembrando que a Warner Bros resolveu adiantar a estreia da sequência em alguns meses.

Anteriormente agendado para chegar aos cinemas em 01 de abril de 2022, o longa-metragem agora será lançado em 22 de dezembro de 2021.

Recentemente, foi confirmado que Daniel Bernhardt irá reprisar seu papel como o Agente Johnson, que fez sua estreia em Matrix Reloaded’ (2003) e que aparentemente morreu durante uma gigantesca explosão. Detalhes sobre seu retorno não foram revelados.

Keanu Reeves e Carrie-Anne Moss também voltam como Neo e Trinity, respectivamente. O elenco ainda conta com Jada Pinkett Smith, Jonathan Groff, Yahya Abdul-Mateen II, Lambert Wilson, Jessica Henwick e Neil Patrick Harris

Lana Wachowski assume novamente a cadeira de direção.

Em entrevista ao Yahoo!, Reeves adiantou detalhes sobre o novo filme:

“A Lana Wachowski se encontrou com James Cameron para discutir os avanços da tecnologia 3D, e está disposta a usar a tecnologia para fazer algo nunca antes visto, como no primeiro filme. Tenho uma obrigação com meus fãs de fazer um filme digno da franquia, que seria uma verdadeira revolução no gênero ação”, afirmou.

Matrix’ foi lançado em 1999 e aclamado pelo mundo por conta dos efeitos visuais pioneiros. O original ganhou quatro Oscars e arrecadou 463 milhões de dólares em todo o mundo.

Seguiram-se duas continuações, ‘Matrix: Reloaded’ e ‘Matrix: Revolutions’, ambas lançadas nos cinemas em 2003.

Ao todo, a trilogia arrecadou US$ 1,6 bilhão de dólares para a Warner Bros Pictures.

Série baseada em ‘O Código da Vinci’ mostrará as primeiras aventuras de Langdon

A série ‘Langdon‘, baseada na saga de livros do escritor Dan Brown, ganhou sua sinopse.

A trama será baseada em ‘O Símbolo Perdido‘, que é o terceiro livro da saga que relata a narrativa do simbologista de Harvard.

A trama acompanhará as primeiras aventuras de Langdon, que se vê em uma série de quebra-cabeças mortais quando o seu mentor é sequestrado. Ele acaba sendo convidado pela CIA para fazer parte de uma força tarefa e vai também se deparar com uma sombria conspiração.

Valorie Curry (‘The Following’) vai interpretar Katherine, uma cientista que estuda como a consciência pode afetar o mundo físico.

Langdon será roteirizada por Daniel Cerone (‘The Blacklist‘, ‘Dexter‘), que também assume a função de produtor executivo do projeto.

Brown assume o papel de produtor executivo, ao lado de Brian Grazer, do cineasta Ron Roward, Francie Calfo e Anna Culp.

Howard dirigiu as três grandes adaptações dos livros de Dan Brown: ‘Código Da Vinci‘, ‘Anjos e Demônios‘ e Inferno’, todas estreladas por Tom Hanks no papel de Robert Langdon. ‘O Símbolo Perdido‘ estava originalmente planejado para os cinemas, mas eventualmente o projeto foi mudado e Inferno acabou ganhando uma versão para as telonas.

O piloto está programado para ser filmado ainda esse ano. Caso o projeto seja aprovado, um possível lançamento deve ocorrer em 2021. As filmagens estavam programadas para acontecerem há alguns meses, mas foram canceladas devido ao surto de coronavírus.

‘VelociPastor’: Terror sobre padre que vira dinossauro ganhará sequência com vampiros

Em entrevista ao THR, o diretor e roteirista Brendan Steere revelou que está desenvolvendo uma sequência “espiritual” para o terror trash ‘VelociPastor‘.

O segundo filme se chamará ‘Outback Dracula‘, e está sendo descrito como “um filme australiano LGBTQ+ de vampiros”. O diretor também destaca que a nova produção terá um orçamento bem maior que ‘VelociPastor‘.

A trama se passará na Austrália, em 1880, onde uma lésbica psíquica se junta a um aventureiro para encontrar sua namorada perdida e derrotar o Drácula e o seu exército de mortos-vivos.

O longa foi escrito e dirigido por Brendan Steere.

Em ‘VelociPastor‘, Depois de uma devastadora tragédia familiar, um padre viaja para a China para se encontrar espiritualmente, mas ao em vez disso é dotado de uma habilidade antiga que permite que ele se transforme em um dinossauro. A princípio, ele fica horrorizado com seu poder recém-descoberto, mas uma prostituta local o convence a usar seu novo dom para combater o mal – e os ninjas.

O elenco conta com Claire Hsu, Nicholas M. Garofolo e Alyssa Kempinski.

Confira o trailer de ‘VelociPastor‘:

Tony Stark usaria armadura aquática em ‘Homem de Ferro 3’; Confira a imagem!

O artista conceitual da Marvel, Phil Saunders, compartilhou uma série de artes conceituais inéditas de ‘Homem de Ferro 3‘, que revelam uma armadura aquática jamais vista antes.

Intitulada Iron Man MK 37, a peça desenhada teria sido inicialmente projetada para o primeiro filme do herói e estaria à mostra em um hall com diversas armaduras do personagem, aparecendo na cena final do filme. Segundo o artista, a ideia original era impulsionar a venda de brinquedos e colecionáveis.

Confira:

“Iron Man MK 37, ‘Hammerhead’ de Homem de Ferro 3. Começou a ganhar vida como um sketch para o primeiro filme do Homem de Ferro, quando o produtor Avi Arad solicitou o design de trajes para uma cena final do hall de armaduras, presumidamente para impulsionar a venda de brinquedos. Fico feliz por ter dado uma nova vida ao Protocolo da House Party”.

Lembrando que a jornada do herói foi encerrada em 2019, com ‘Vingadores: Ultimato‘.

O longa tornou-se o filme com a maior bilheteria de todos os tempos (US$ 2,8 bilhões), superando ‘Avatar‘ (US$ 2,79 bilhões), após um reinado de quase 10 anos.

Assista nossa crítica:

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Bradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.

Ator revela qual seria o título perfeito para ‘Jumanji 4’

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, o ator Alex Wolff foi questionado sobre a já confirmada sequência ‘Jumanji 4’ e como ele se sentiria se os avatares do jogo e as pessoas reais atuassem lado a lado em uma aventura conclusiva.

“Meu deus, sim”, ele respondeu. “É melhor que isso aconteça. Seria incrível. Eu quero isso. Seria o ciclo completo. Voltar para o mundo real”.

THR, então, disse que esse seria um ótimo título para a nova continuação. Wolff respondeu: ‘Jumanji: O Ciclo Completo (Jumanji: Full Circle)? Espero que seja isso. Gostei da ideia. A ideia de todas as crianças, The RockDanny DeVitoDanny Glover e todos no mundo real me deixa bastante animado”.

Em entrevista para o Collider, o diretor Jake Kasdan confirmou que o quarto filme da franquia está oficialmente em desenvolvimento.

“Antes da pandemia global de coronavírus, nós estávamos no começo do desenvolvimento do quarto filme. O enredo desse novo capítulo será emocionante por si só, de uma maneira semelhante com os outros três filmes.”, afirmou.

Kasdan dirigiu ‘Jumanji: Bem-vindo à Selva‘ e ‘Jumanji: Próxima Fase‘.

No quarto filme, o videogame será levado para o mundo real, e os personagens do jogo poderão ser eles mesmos, interagindo com o elenco mais jovem – ao invés de serem controlados por eles.   

O elenco conta com o retorno de Dwayne Johnson, Kevin Hart, Jack Black, Karen Gillan, Ser’Darius Blain, Alex Wolff, Madison Iseman, Morgan Turner, AwkafinaDanny DeVito,Danny Glover.

Confira nossa entrevista com a Karen Gillian:

‘A Hora do Armageddon’: Robert De Niro e Anne Hathaway entram para o novo filme do diretor de ‘Ad Astra’

Segundo o DeadlineRobert De NiroAnne HathawayOscar IsaacDonald Sutherland entraram para o novo filme de James GrayArmageddon Time’ (A Hora do Armageddon’. Informações sobre seus papéis ainda não foram revelados.

O grupo se junta à previamente anunciada Cate Blanchett, que será a protagonista.

A história é ambientada em Nova York, em meados dos anos 1980, e gira em torno das experiências do próprio Gray na Kew-Forest School. A diretora do colégio será uma personagem central na trama, mas não se sabe se ela será vivida por Blanchett ou por outra atriz.

Gray ficará responsável pela direção e pelo roteiro. O cineasta é conhecido por obras como Era Uma Vez em Nova York‘Z: A Cidade Perdida’. Recentemente, comandou o drama de ficção científica Ad Astra, estrelado por Brad Pitt e indicado ao Oscar de Melhor Mixagem de Som neste ano.

Rodrigo Teixeira (Me Chame Pelo Seu Nome) será o produtor.

Blanchett já levou para casa duas estatuetas do Oscar, por seu incrível trabalho em Blue Jasmine e O Aviador. Recentemente, foi a vilã de Thor: Ragnarok e co-protagonizou a comédia Oito Mulheres e um Segredo. Na televisão, interpreta a ativista conservadora Phyllis Schlafly em Mrs. America. Ela também está em negociações para participar da adaptação do jogo Borderlands e da sátira sci-fi ‘Don’t Look Up’, com Jennifer Lawrence.

Seu próximos projeto é o remake de O Beco das Almas Perdidas, dirigido por Guillermo del Toro.

‘Liga da Justiça’: Intérprete do Darkseid quer retornar para outros filmes do DCEU

Agora que Ray Porter vai finalmente mostrar sua performance como o vilão Darkseid no Snyder Cut de ‘Liga da Justiça‘, ele espera retornar em outros filmes do DCEU.

O ator revelou seu desejo durante uma entrevista para o Geek House Show, afirmando que o vilão pode desempenhar um grande papel no futuro do Universo Compartilhado da DC.

“Eu adoraria reprisar meu papel como Darkseid, acredito que ele é um personagem chave para o futuro [do DCEU]. Se fizerem novos filmes… Espero que me incluam. Eu adoraria ver uma continuação da história de Zack. Então, sim, eu realmente espero que sim. Isso seria bom. Eu não ouvi nada sobre planejarem sequências. Mas você sabe… Esperança não faz mal a ninguém.”

Lembrando que Paul Dergarabedian, analista de bilheterias da Comscore, disse ao The Observer que está convencido que a Warner Bros tem novos planos para Zack Snyder.

“Todos olham para esses grandes estúdios como entidades movidas apenas por lucros, mas quando vemos algo parecido com isso, [o Snyder Cut], não há como negar que há algo mais acontecendo nos bastidores. Não é uma opinião, é uma análise construída com base no histórico da indústria cinematográfica… Eles querem continuar trabalhando Zack Snyder, assim como a divisão cinematográfica da Warner quer manter negócios com Christopher Nolan. É uma estratégia a longo prazo, e não apenas uma forma de usá-lo para refilmagens de uma adaptação mal sucedida.”

Dergarabedian também destacou que o investimento na conclusão do projeto e no marketing não é só um boto de confiança no trabalho de Snyder, mas também é uma forma de atrair o público para assinarem a HBO Max.

“Talvez eles tenham esse plano para tornar a HBO Max mais atraente para o público, independentemente de seu desempenho financeiro. Talvez eles [os representantes da Warner Bros] estejam pensando a longo prazo, com paciência e lealdade para que Snyder possa criar algo grandioso.”

Agora só resta aguardar para saber se o sucesso do Snyder Cut irá convencer a Warner Bros em investir numa sequência, que daria a possibilidade de explorar os detalhes sobre as perguntas que permanecem em aberto no DCEU.

O que você acha da possibilidade?

Lembrando que a nova versão de ‘Liga da Justiça‘ será um evento dividido em quatro partes e com duração de quatro horas (o que faz com que cada “capítulo” tenha uma hora de exibição).

Conforme Snyder prometeu, a nova versão trará vários arcos inéditos de personagens, incluindo a história completa do Ciborgue e a introdução de Iris West (Kiersey Clemons) ao DCEU.

Até lá, vale lembrar que o Snyder Cut tem estreia marcada para 2021, na HBO Max.

Confira as imagens promocionais:

Revival de ‘Gossip Girl’ terá diretora do sucesso ‘P-Valley’

Segundo a HBO Max, a série sequência de Gossip Girl finalmente está saindo do papel e já contratou sua diretora: Karena Evans, aclamada realizadora conhecida por seu trabalho nas séries ‘Snowfall’‘P-Valley’, ficará responsável pelos dois primeiros episódios da produção.

Segundo a página do Instagram GossiperLeighton Meester está em negociações para reprisar seu icônico papel como Blair Waldorf no revival.

O acordo feito com a Warner Media e a HBO traria Meester de volta como a personagem por breves momentos – e o contrato também se estenderia para outros membros do elenco original, incluindo Blake LivelyPenn Badgley.

Como nenhuma declaração oficial foi dada pelas partes, considere como rumor.

A nova produção só chegará à plataforma de streaming em 2021. A informação foi revelada pelo chefe de conteúdo do serviço , Kevin Reilly, em entrevista à Vulture.

Segundo o empresário, a pandemia do coronavírus acabou comprometendo todo o cronograma de produção da série, cujas filmagens estavam – originalmente – programadas para começarem em março deste ano.

Segundo Reilly:

“Eles ainda nem começaram a produção ainda. Eles estavam em pré-produção, prontos para começarem as filmagens. Coisas que seriam muito significativas e de alto escalão acabaram sendo adiadas”.

O elenco conta com Whitney Peak, Savannah Smith, Eli Brown, Johnathan Fernandez, Emily Alyn Lind, Jason Gotay, Thomas Doherty, Tavi Gevinson, Adam Chanler-Berat e Zion Moreno.

Confira as primeiras imagens:

 

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Here for the new class of Manhattan’s elite.

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Here for the receipts.

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Here for the scandals.

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Kristen Bell (‘The Good Place‘) voltará a narrar a icônica voz da garota do blog na nova versão de ‘Gossip Girl‘. A primeira temporada da nova versão terá 10 episódios e irá estrear na HBO Max.

Segundo o produtor executivo Josh Schwartz, o projeto de fato será uma continuação do original, que contou com seis temporadas. Isso significa que Serena, Blair e o restante dos protagonistas do sucesso dos anos 2000 realmente existem dentro do universo dessa sequência e que não haverão novos atores interpretando uma versão contemporânea deles, conforme pontou durante a Television Critics Association.

A sequência de ‘Gossip Girl‘ vai contar com 10 episódios, que vão introduzir uma nova leva de belos adolescentes estudantes de escolas particulares de Manhattan, pela mesma ótica que a produção usou em seus anos de sucesso. Só que desta vez, a série vai abordar o quanto as redes sociais – e o próprio visual de Nova York – mudaram nos últimos anos, desde o fim da narrativa original.

O produtor executivo de ‘Gossip Girl‘, Joshua Safran, vai roteirizar a continuação, além de repetir sua função como produtor.

Os criadores da série original, Josh Schwartz e Stephanie Savage, também serão produtores executivos do projeto.

A série original, que encontrou seu fim em 2012, tornou-se um fenômeno da cultura pop, além de colocar em voga diversos nomes da indústria atual – como Blake Lively, Leighton Meester, Blake Lively, Ed Westwick, Chace Crawford e Penn Badgley.