Site Página 4888

‘Pantera Negra’ é exibido em todas as salas de cinema americano

Pantera Negra‘ mal chegou aos cinemas e já está quebrando uma série de paradigmas. O mais recente é sua participação nas salas de exibição.

Segundo o editor do The Hollywood Reporter, Lesley Goldberg, o primeiro filme solo do herói está sendo exibido em todas as salas do cinema Hollywood Arclight Theater, em Los Angeles.

A empresa do ramo do entretenimento decidiu retirar todas as demais produções, fazendo de ‘Pantera Negra’ a única opção para quem deseja ir ao cinema.

Confira a imagem da programação local:

 

 

Pantera Negra‘ segue quebrando recordes de bilheteria, e arrecadou US$ 25,2 milhões nas sessões de pré-estreia de quinta-feira nos EUA.

Sendo assim, o longa ultrapassou a bilheteria de maior abertura de ‘Capitão América: Guerra Civil’ (US$25 milhões), e passou a ocupar o segundo lugar no ranking de maiores aberturas da Marvel, liderado por ‘Vingadores: Era de Ultron’ (US$ 27,6 milhões).

A expectativa é que o filme arrecade US$ 180 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.

Considerado o melhor filme da Marvel até o momento, ‘Pantera Negra’ foi elogiado por seu vilão excepcional, com motivações reais e emocionais, e pelas incríveis cenas de ação. Eletrizante, a produção também é dita como a que possui o maior viés político, quebrando o molde da MCU e inaugurando um nova fase para o universo compartilhado.

Na trama, T´Challa (Chadwick Boseman) é o novo Rei de Wakanda, após a morte de seu pai. Ele retorna para seu lar, a nação Africana isolada e extremamente tecnológica, para assumir o trono e suceder seu lugar por direito como o Rei. ‘Pantera Negra’ é tem roteiro e direção de Ryan Coogler (Creed: Nascido para Lutar).

O longa já está em cartaz nos cinemas.

‘Pantera Negra’: “Shuri é o Tony Stark de Wakanda”, brinca Chadwick Boseman

‘Pantera Negra’ vem aí! Personagens ganham belos cartazes individuais; Confira!

‘Star Wars: Rogue One’: Produtor de ‘The Americans’ será o showrunner do spin-off

A produção do spin-off de ‘Star Wars: Rogue One‘ está seguindo a todo vapor e segundo o portal Deadline, o produtor de ‘The Americans‘, Stephen Schiff, será o showruner da série.

A publicação ainda pontua que a Lucasfilm está no processo para iniciar a fase de recrutamento da equipe de roteiristas, com a expectativa de iniciar as filmagens em 2019.

A nova série contará até mesmo com a presença de Diego Luna retornando ao papel de Cassian Andor oferecendo maior profundidade ao personagem que foi bastante criticado na época do lançamento do filme.

A produção está sendo planejada para o novo serviço de streaming da Casa do Mickey, intitulado Disney+.

O serviço contará com diversas produções originais como filmes e séries das propriedades da Disney como a Marvel e Star Wars.

 

 

 

‘High School Musical – O Musical’: Ator da franquia original retorna em número musical; Confira!

‘High School Musical – O Musical’ está em exibição nos Estados Unidos, por meio da plataforma de streaming Disney+. E um personagem bem familiar da saga original fez o seu retorno à franquia. Ryan Evans, irmão gêmeo da Sharpay, fez uma participação especial, em um número musical imaginário.

Intitulado “Role of a Lifetime”, a canção é cantada pelo personagem vivido por Lucas Grabeel, que aparece em uma espécie de sonho, a fim de ajudar a professora Jenn a esquecer seu terrível passado, para que ela possa inspirar os seus alunos.

Confira:

Lembrando que a produção já foi renovada para sua 2ª temporada!

Confira o trailer oficial:

O elenco é composto por Joshua Bassett (da série A Irmã do Meio), Olivia Rodrigo (‘Bizaardvark’), Kate Reinders (‘Modern Family’), Sofia Wylie (‘Andi Mack’), Matt Cornett (‘Bella e os Bulldogs’), Dara Renee’ (‘Sexta-Feira Muito Louca’), Julia Lester (‘Mom’), Frankie Rodriguez (‘Modern Family’) e Larry Saperstein.

A 1ª temporada contará com 10 episódios e a história segue um grupo de estudantes de teatro de East High que se reúnem para produzir uma peça de inverno. A série será em uma espécie de documentário, com os personagens contando e mostrando como anda o desenvolvimento da apresentação e todos os detalhes.

Os protagonistas serão Ricky e Nini. O garoto é descrito como um “namorado sarcástico” e a “estrela” da série. Quando Nini decide terminar com ele, o jovem, que acredita não ser bom em nada, se candidata para estrelar a peça da escola. Tudo faz parte do seu plano para reconquistar a amada.

O roteirista Tim Federle, conhecido por seu trabalho na animação ‘O Touro Ferdinando’, cuida do roteiro.

‘Bohemian Rhapsody’: Rede Globo exibirá o vencedor do Oscar na Tela Quente

Sucesso de público e vencedora de quatro estatuetas do Oscar, a cinebiografia ‘Bohemian Rhapsody‘ chega à TV aberta nesta segunda-feira (14), pela Rede Globo.

A produção, que conta a história do músico Freddie Mercury e da formação da aclamada banda Queen, será exibida às 22h45 (horário de Brasília), no bloco Tela Quente, após a transmissão do mais recente capítulo da novela A Força do Querer.

A exibição de ‘Bohemian Rhapsody‘ dá início a uma curadoria realizada pela emissora, que apresentará um festival de rock no cinema, trazendo diversas produções do cânone musical, que celebram prestigiados artistas.

Lançado em 2018, ‘Bohemian Rhapsody‘ foi um enorme sucesso de crítica e público, arrecadando US$ 903,7 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 55 milhões.

Confira a nossa crítica da cinebiografia:

Bohemian Rhapsody‘ é uma celebração exuberante do Queen, sua música e seu extraordinário cantor principal Freddie Mercury, que desafiou estereótipos e quebrou convenções para se tornar um dos artistas mais amados do planeta. O filme mostra o sucesso meteórico da banda através de suas canções icônicas e som revolucionário, a quase implosão quando o estilo de vida de Mercury sai do controle e o reencontro triunfal na véspera do Live Aid, onde Mercury, agora enfrentando uma doença fatal, comanda a banda em uma das maiores apresentações da história do rock. Durante esse processo, foi consolidado o legado da banda que sempre foi mais como uma família, e que continua a inspirar desajustados, sonhadores e amantes de música até os dias de hoje.

‘Romário, o Cara’: Polêmico jogador vai ganhar série documental pela HBO Max

O polêmico e popular jogador brasileiro Romário vai ganhar sua própria série documental, que já está sendo desenvolvida pela plataforma de streaming HBO Max.

Intitulada ‘Romário, o Cara‘, a produção guiará o espectador pela jornada deste que até hoje é considerado pelos amantes do futebol um dos grandes heróis do tetracampeonato brasileiro na Copa do Mundo de 1994.

A cada novo episódios, histórias do passado e segredos serão trazidos à tona, apresentando um olhar mais intimista e profundo sobre uma das figuras mais controversas do esporte brasileiro.

Mais do que futebol, a produção vai focar ainda no arco dramático pessoal de Romário ao longo dos anos. Para isso, serão utilizadas entrevistas com personalidades do esporte que permeiam os episódios. Entre os entrevistados estão Carlos Alberto Parreira, Bebeto, Roberto Baggio, Pep Guardiola, Neymar, além de outras personalidades que marcaram a história do futebol, e Mônica Santoro, a ex-esposa de Romário.

Esta será a maior série sobre um jogador de futebol já produzida até hoje, com gravações realizadas em nove países.

A série documental contará com seis episódios, que serão lançados no primeiro semestre de 2022 pela HBO Max.

Romário, o Cará‘ é uma produção WarnerMedia Latin America produzida pela Feel The Match e Kromaki para a HBO Max, dirigida por Bruno Maia.

Kelley Mack, atriz de ‘The Walking Dead’ e ‘9-1-1’, morre aos 33 anos

A atriz Kelley Mack, conhecida por papéis marcantes em séries como ‘The Walking Dead‘, ‘9-1-1‘ e ‘Chicago Med‘, faleceu no último dia 2 de agosto, aos 33 anos, em Cincinnati, sua cidade natal. A informação foi confirmada pela família, que revelou que a artista enfrentava uma batalha contra um glioma no sistema nervoso central, tipo raro e agressivo de câncer.

Desde pequena, Mack demonstrava talento e paixão pelas artes. Após ganhar uma mini filmadora de presente de aniversário na infância, passou a se envolver com comerciais e rapidamente chamou atenção pela naturalidade diante das câmeras. Em 2008, protagonizou o curta The Elephant Garden, que lhe rendeu um prêmio da Tisch School of the Arts e venceu o Student Visionary Award no Festival de Tribeca.

Formada em Cinematografia pela Chapman University, Mack se destacou por sua versatilidade: além de atriz, também trabalhava como roteirista, colaborando com a mãe, Kristen Klebenow, em roteiros de longa-metragem — entre eles, On The Black, inspirado na história real dos avós maternos que viveram um romance universitário nos anos 1950.

Na televisão, Kelley ficou conhecida pelo papel de Addy na 9ª temporada de ‘The Walking Dead‘, além de viver Penelope Jacobs em episódios de ‘Chicago Med‘ e ‘9-1-1‘, da FOX. No cinema, esteve em filmes como ‘Broadcast Signal Intrusion‘ e ‘Delicate Arch‘, além do ainda inédito ‘Universal‘, onde interpretou a personagem Ricky.

A atriz deixa a mãe Kristen, o pai Lindsay Klebenow, os irmãos Kathryn e Parker, e os avós Lois e Larry Klebenow.

‘Capitã Marvel’: Samuel L. Jackson revela detalhe importante sobre Nick Fury no filme

O filme solo da  ‘Capitã Marvel’ marcará o retorno de um velho conhecido dos filmes da Marvel, o Nick Fury (Samuel L. Jackson), porém, como a história se passa nos anos 90, veremos uma versão diferente do personagem, sem o seu famosos tapa-olho.

Samuel L. Jackson deu uma entrevista para o site AV Club, onde falou um pouco mais sobre a sua participação no filme:

“Eu vou conhecer a Capitã Marvel em uma história de origem. Você vai ver Nick Fury com o rosto de outro cara, alguém que tem dois olhos, então isso é muito importante. Você vai ver. É antes do ferimento no olho, sem o tapa-olho”

Ansiosos para o retorno do Fury?

O filme da heroína tem Brie Larson no papel da protagonista e a trama será ambientada nos anos 1990. O elenco ainda conta com Ben Mendelsohn,  Jude Law e DeWanda Wise.

As filmagens começam em fevereiro. O lançamento é previsto para 14 de Março de 2019 no Brasil.

‘Star Wars’: Lucasfilm volta atrás e diz que derivados continuam em produção

Algumas horas após a notícia do Collider de que a Lucasfilm resolveu suspender o desenvolvimento de todos os filmes derivados de ‘Star Wars’, o estúdio negou os rumores.

O site afirmava que a produção de derivados seriam suspensos após o fracasso de ‘Han Solo’ nas bilheterias.

Um representante do estúdio contou a ABC News que ainda então sendo desenvolvidos “múltiplos” filmes de ‘Star Wars’ que ainda não foram anunciados oficialmente, o que deve acontecer nos próximos meses.

Porém, a Lucasfilm agora só contratará diretores conceituados e testados pelos produtores.

Vale lembrar que quatro diretores já foram substituídos em projetos dentro do estúdio: Gareth Edwards em ‘Rogue One’, Colin Trevorrow em ‘Episódio 9’ e Phil Lord e Chris Miller em ‘Han Solo’.

O fracasso de ‘Han Solo’, que soma até o momento o montante total de US$ 339 milhões e já saindo de cartaz, sob um custo de mais de US$ 250 milhões, havia sido apontado como motivo para as mudanças internas.

Novas informações devem sair em breve.

‘Obi-Wan Kenobi’ será um prelúdio de ‘Star Wars: Uma Nova Esperança’, afirma site

 

Crítica | Falcão e o Soldado Invernal – A ‘área cinzenta’ do MCU surge no quarto episódio da série

[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE POSSÍVEIS SPOILERS] 

Se você ainda não assistiu ao quarto episódio de Falcão e o Soldado Invernal, não leia esta matéria se não quiser receber spoilers.

Após um terceiro episódio mais voltado para a estética de Capitão América: Guerra Civil (2016), Falcão e o Soldado Invernal contrariou as expectativas e voltou a trazer uma trama mais politizada. Enquanto John Walker (Wyatt Russell) perambula por aí atrás de Sam Wilson (Anthony Mackie), Bucky Barnes (Sebastian Stan) e Zemo (Daniel Brühl), os Apátridas, liderados por Karli Morgenthau (Erin Kellyman), começam a ganhar popularidade pelo mundo, mostrando que nem sempre os heróis tradicionais dão conta dos problemas reais. E no meio disso tudo… O Soro do Supersoldado. Com essas inversões de expectativas, a série começa a construir um final repleto de ação e reflexão sobre o que é mesmo ser um herói e como é a responsabilidade de representar aquilo que é certo.

Mas comecemos falando de Zemo. Depois de esbanjar carisma no episódio anterior, o vilão seguiu o seu arco de “guia” dos heróis pelo submundo do crime, mas a série faz questão de nos lembrar que ele é realmente um malfeitor. Bastante diplomático, o Barão de Sokóvia é o único a conseguir informações sobre os Apátridas. Tudo bem que ele joga sujo e suborna crianças com doces para conseguir descobrir o que precisa. Só que é aquela história já vista anteriormente: para ele, os fins justificam os meios. E convenhamos, ele não é nenhum anti-herói, então é legal vê-lo agindo contra a moral.

Ainda nesse embate moral, outro personagem a crescer sob essa perspectiva é Bucky. Em dado momento, vemos a parte final de seu “retiro” em Wakanda, que nada mais foi que uma grande sessão de terapia e reset mental. É bem tenso ver a reação do personagem ao se perceber livre do controle mental que o levou a cometer atrocidades nos últimos 70 anos. Não é comum vermos heróis chorarem nas telas, então colocar o parceiro do Capitão América desabando em lágrimas por ter escapado de vez do controle inimigo é algo absurdamente representativo.

Porém, mais tarde, vemos o reencontro dele com as Dora Milaje e ele se pauta na mesma filosofia Maquiavélica dos fins justificarem os meios, apesar dos meios dele serem mais compreensíveis do que os de Zemo. Mas é aí que a série entra e dá uma grande porrada na audiência. Se havíamos nos encantado pela versão “Rei do Camarote” de Helmut Zemo, a Guarda Real de Wakanda surge para nós relembrar a figura nefasta que ele é. O assassinato do Rei T’Chaka (John Kani) segue como um tema muito doloroso para a tecnológica nação africana, e Bucky sabe disso. Então, ao soltá-lo da prisão e sair viajando pelo mundo com ele, o “Lobo Branco” assume um papel ingrato diante daqueles que o devolveram a liberdade. É uma questão complicada que aparece para mostrar que o heroísmo demanda escolhas. É triste que um dos personagens mais psicologicamente abalados do MCU precise fazê-las, mas é isso que faz dele um herói. Quer dizer, não agora que o Zemo escapou, né? Mais pra frente, no entanto, ele deve recuperar esse posto, apesar de não contar mais com o mesmo prestígio de antes em terras Wakandanas.

John Walker Vs Steve Rogers. As escolhas fazem o herói.

Como dito acima, os heróis e vilões se diferenciam exclusivamente por suas escolhas. Enquanto Bucky procura agir de forma a terminar os problemas o quanto antes e com o menor número de vítimas possível, John Walker também age sob um fantasma do passado que o força a tentar honrar o legado de seu ídolo, Steve Rogers (Chris Evans), mas suas escolhas são terríveis. Quando ele relembra ao parceiro que fez coisas terríveis no Afeganistão, entendemos a questão do soldado. Considerado perfeito pelo governo americano, o novo “Capitão América” sofre de estresse pós-traumático e, em vez de buscar tratamento, acaba se alimentando dele para agir com agressividade e de forma impulsiva. Essa reação é muito comum nos soldados que retornam de guerras, assim como a depressão, ansiedade e o abandono das Forças Armadas.
Enquanto a maioria retorna para casa e acaba desenvolvendo vícios, como o alcoolismo ou o uso de narcóticos, John ganhou um uniforme e desenvolveu uma verdadeira obsessão por outro tipo de droga: o Soro do Supersoldado. Todos os seus fracassos e frustrações são atribuídos ao fato dele não ter o soro em seu corpo, dele não ser Steve Rogers. Essa temática lembra muito o Capitão América dos anos 1950, William Burnside. Ele era um professor de história tão fascinado pelo herói que se submeteu a cirurgias plásticas para ficar parecido com Steve, tomou uma versão do soro e assumiu o manto por um ano. O problema é que ele não passou pela irradiação de Raios Vita, fazendo com ele alucinasse e enfrentasse “inimigos comunistas” que só ele via. Então, voltando ao ponto das escolhas, John é submetido a várias escolhas neste episódio, como ouvir e seguir os heróis mais experientes, respeitar e confiar no plano de sua equipe e destruir a última dose do Soro do Supersoldado encontrada. Só que ele se deixa levar por seus vícios e arrogância, optando por seguir um caminho ruim. E talvez a última e maior escolha desse episódio acontece na cena final. Diante de uma agridoce ironia, o Apátrida que havia aparecido mais cedo para contar a Karli como ele cresceu admirando e idolatrando o Capitão América e seu escudo acaba sendo assassinado a sangue frio… Justamente pelo novo “Capitão América” e seu escudo. John teve a escolha de apenas prendê-lo, mas escolheu matá-lo por vingança, por ódio.

Suas ações, como indica o nome do episódio, são presenciadas por todo mundo e acabam sendo gravadas e postadas por telefones. Além um provável conflito internacional, o homicídio feito por John Walker é o símbolo que os Apátridas precisavam para reforçar a tese de que o ultranacionalismo e seus símbolos são o mal desse universo. Em apenas 5 minutos, John Walker perdeu seu parceiro e jogou quase um século do legado de Steve Rogers no lixo. Esse embate ideológico entre Bucky – o renegado soldado reabilitado – e John – o traumatizado herói americano – é um dos pontos altos da clássica trama “preto no branco”. O certo e o errado. Mas existe uma área cinza nesse meio que a cada novo episódio cresce na presença de Sam Wilson, o Falcão.

Mesmo sem ter aparecido tanto com as clássicas ações de heroísmo, descendo a porrada em caras maus como se não houvesse amanhã, Sam, o legítimo herdeiro do escudo do Capitão América, se firmou como o verdadeiro protagonista da série. Seu crescimento como personagem é notável, já que ele busca sempre entender os lados do conflito em que está envolvido, além de começar a compreender a seriedade e importância da responsabilidade que foi a ele atribuída e inicialmente renegada pelo medo da rejeição e do racismo que um Capitão América negro poderia causar.

É engraçado notar como esse medo de Sam acaba por revelar as principais características que fizeram de Steve o ícone de justiça e esperança que ele foi/ é: Empatia, autocontrole, compreensão e autocontrole. Ser um herói não é estar sempre certo, e sim saber o que você representa e como deve agir para que suas ações contribuam para o mundo em todos os aspectos possíveis. O Falcão viu de perto os horrores da guerra e do pós-guerra, já que trabalhou ajudando os veteranos traumatizados e perdeu o melhor amigo em campo de batalha. Por isso, o momento em que busca dialogar e tentar mostrar para Karli que existem outros meios dela atingir a utopia que procura é tão simbólica. Ele entende que ela tem pontos relevantes que são fundamentais para pessoas excluídas, mas não pode deixar que eles sejam conquistados por meio de mortes e destruição, porque todas as vidas importam. Foi uma atitude fantástica, digna do Capitão América, e que provavelmente teria resolvido o conflito se não fosse a intervenção do suposto Capitão América de John Walker.

Enfim, o episódio termina com John Walker, um novo Supersoldado, assumindo o manto do Capitão América para assassinar um bandido diante de câmeras do mundo todo. Essa ação vai inflamar o planeta, movendo seus apoiadores de “bandido bom é bandido morto”, mas também vai causar uma forte repercussão negativa pela “Morte do Sonho”. Essa dualidade do simbolismo vai fazer o movimento Apátrida crescer, sem dúvida alguma. Enquanto isso, o Barão Zemo está à solta por aí, o Mercador do Poder segue atrás de Karli e seus aliados, Bucky se queimou com Wakanda e Sam se demonstra cada vez mais um ser humano incrivelmente apto para tomar o escudo para si, reivindicando o que é seu por direito, para tentar limpar o legado do Capitão e inspirar toda uma nova geração de pessoas pelo mundo. Faltando apenas dois episódios para o fim, a trama da série deve jogar muito com essas duas vertentes, a política e o heroísmo.

Ansiosos?

Os novos episódios de Falcão e o Soldado Invernal estreiam toda sexta-feira no Disney+.

Crítica | Jurassic World: Acampamento Jurássico – 3ª temporada é A MELHOR de todas

Dificilmente uma produção de longa duração consegue manter o tom constante durante toda a sua extensão – geralmente o que acontece é que em algum momento a bola desce, o ritmo cai e, a partir daí, fica bem difícil voltar ao ponto que estava antes. Felizmente isso não ocorre na recém estreada terceira temporada de ‘Jurassic World: Acampamento Jurássico’, que chegou nesse final de semana na Netflix e conseguiu superar o que havia apresentado até então.

Depois de inúmeras tentativas frustradas para tentar escapar da Ilha Nublar, Darius (Paul-Mikél Williams, na voz original em inglês), Yasmina (Kausar Mohammed), Ben (Sean Giambrone), Brooklynn (Jenna Ortega), Kenji (Ryan Potter) e Sammy (Raini Rodriguez) decidem construir um barco para sair dali, pois entendem que o socorro não irá vir após seis meses naquele local. Porém, sem as condições ideais para navegação, a boa ideia acaba gerando ainda mais frustração no grupo. Não bastasse isso, Ben começa a mudar de ideia sobre a partida, e brigas constantes entre os adolescentes acabam os distraindo do verdadeiro perigo: uma nova ameaça à espreita que está gradativamente modificando o comportamento natural das espécies do parque.

Os enredos que compões as primeiras três temporadas de ‘Jurassic World: Acampamento Jurássico’ podem ser definidos como aventuresco, manutenção e emocionante. Se num primeiro momento conhecemos a personalidade de cada um dos jovens e descobrimos como eles vão montar um grupo de sobrevivência dentro daquele que parece ser o parque mais inseguro do mundo (já que em todo filme os dinos escapam né), na segunda temporada a cisão na garotada faz com que cada um se desenvolva individualmente, encontrando forças desconhecidas em si mesmos em prol da sobrevivência. Agora, uma vez mais os jovens – que aos poucos vão se tornando adultos, nem que seja através da vivência – têm suas vidas colocadas em risco diariamente, e os laços construídos serão testados até que eles entendam que amizades oriundas de eventos traumáticos tendem a durar a vida inteira.

O roteiro de Josie Campbell baseado na história de Michael Crichton traça três núcleos bem marcadinhos ao longo dos dez episódios com cerca de vinte e poucos minutos. Nos três primeiros os jovens ainda estão perdidos e frustrados, tentando sair da ilha; na metade, todos amadurecem profundamente, e a resiliência força com que eles abandonem a infância e resistam na selva; por fim, um novo perigo externo surge para gerar o gancho para a próxima temporada.

Cadenceados pelo clima de terror nas cenas de perseguição dos dinossauros – muitas das quais fazem referência a cenas da franquia ‘Jurassic Park’ –, a terceira temporada carrega no suspense e na emoção, construindo um arco dramático intenso que pega o espectador inesperadamente. Não se espante se você chorar no quinto e no sexto episódio, embora… seja classificação indicativa 10 anos? A temporada ainda faz link direto com eventos importantes de ‘Jurassic World’ e, de quebra, homenageia outra produção dinossáurica de sucesso: ‘Em Busca do Vale Encantado’. Entendedores entenderão.

Como uma grata surpresa, a terceira temporada de ‘Jurassic World: Acampamento Jurássico’ arrebata os corações dos fãs de ‘Parque dos Dinossauros’ e entrega a melhor história até agora da série. São dez episódios que simplesmente não dá para parar de assistir, e, quando acaba, imediatamente faz você desejar por mais.

‘Capitã Marvel’: Motivo de Nick Fury ter perdido o olho finalmente é revelado [SPOILER]

Se você estava curioso para descobrir como Nick Fury havia perdido o olho por ter “confiado” em alguém, então está no lugar correto.

Algum crítico que já viu ‘Capitã Marvel’ nos Estados Unidos acabou vazando a informação que revela quem é o grande culpado por ter ferido o olho de um inexperiente Nick Fury…

SPOILER

Bom, se você apostava que era o gato alienígena de Carol Denvers, Goose, que atacava Fury em um momento inesperado, acertou. É exatamente isso o que acontece segundo a fonte do site We Got This Covered. Quando Fury aninha o gato, ele acaba o atacando no olho, arranhando a retina do agente que é obrigado a descartar o olho em uma intervenção cirúrgica.

Gostou da revelação?

Recentemente, também foi revelado que o filme começa com um tributo comovente à lenda da Marvel, Stan Lee, que certamente irá arrancar diversas lágrimas dos cinéfilos e fãs de quadrinhos. 

Confira as primeiras reações:

“Fãs dos quadrinhos da #CapitãMarvel irão amar o filme. Simples e prático” – Brandon DavisComicBook.com.

 

‘Capitã Marvel é incrível! Tem algumas surpresas que não vi chegando, e o mistério/origem é envolvente e divertido. Brie Larson é ótima e entra no MCU de forma fantástica” – Eric EisenbergCinema Blend.

 

“#CapitãMarvel tem uma ótima vibe sci-fi dos anos 90 com um tom diferente de qualquer outro filme da Marvel, de verdade. É retrô, bizarro, misterioso e cômico. É engraçado em lugares surpreendentes e de tirar o fôlego nos lugares certos. E é divertido porque está sempre mudando. [O filme] tem várias coisas certas” – Erik DavisFandango

 

“#CapitãMarvel é pura alegria. Eu não posso esperar pela geração de garotinhas que crescerão com Carol Danvers como uma heroína.”, Devan Coggan, EW.

 

“Espero que os Skrulls sejam as Joias do Infinito da MCU daqui para frente. Ben Mendelsohn é incrível e todo o conceito de mudança flui muito bem. #CapitãMarvel”, Brandon Davis, ComicBook.

 

“Os fãs de quadrinhos e do MCU gostarão mais do #CaptainMarvel do que o espectador comum. Ainda assim, esse público vai gostar muito, é totalmente uma história de origem.”, Brandon Davis, ComicBook.

A Capitã Marvel é uma nova aventura dos anos 90, que mostra um período inédito na história do Universo Cinematográfico da Marvel. Acompanhamos a jornada de Carol Danvers, que se torna uma dos heroínas mais poderosas do universo. Quando uma guerra galáctica entre duas raças alienígenas atinge a Terra, Danvers encontra a si mesma e um pequeno grupo de aliados no centro do turbilhão.

Capitã Marvel‘ estreia em 7 de março de 2019 no Brasil e trará a heroína batalhando contra skrulls em 1995.

‘The Nevers’: HBO anuncia elenco completo de sua nova série

A HBO anunciou hoje (30) o elenco completo de ‘The Nevers’, nova série encabeçada por Joss Whedon.

Além de Laura Donnelly, que foi contratada como protagonista algumas semanas atrás, o time será composto também por Olivia Williams, James NortonTom RileyAnn SkellyBen ChaplinPip TorrensZachary MomohAmy MansonNick FrostRochelle Neil, Eleanos TomlinsonDenis O’Hare.

As produções começaram no início deste mês.

O drama foi encomendado em julho do ano passado e é descrito como um épico sci-fi que gira em torno de uma gangue de mulheres vitorianas que descobrem ter habilidades especiais, inimigos impetuosos e uma missão que pode mudar o mundo que conhecem.

Donnelly será Amalia True, a heroína mais impulsiva e imparável de sua época, encarada como uma ameaça iminente para a sociedade vitoriana. Amalia morreria para defender seus preceitos – e também por uma bebida.

A atriz é conhecida por seu papel como Jenny Fraser na aclamada série da Starz‘Outlander’. Sua filmografia também inclui shows como ‘The Fall’‘Merlin’. Donnelly também aparecerá na cinebiografia ‘Tolkien’, ao lado de Nicholas Hoult.

Ainda não há data de estreia prevista para ‘The Nevers’.

‘The Plot Against America’: Winona Ryder e John Turturro no primeiro trailer da série

HBO divulgou o primeiro trailer oficial de sua nova minissérie, ‘The Plot Against America’.

Confira:

Winona RyderJohn TurturroAnthony BoyleZoe KazanMorgan SpectorCaleb MalisAzhy Robertson fazem parte do elenco.

David Simon comanda a produção e entra como produtor-executivo ao lado de Ed BurnsJoe RothNina K. NobleMegan EllisonSue NaegleSusan GoldbergJeff Kirschenbaum.

Baseado no romance de Philip Roth, a minissérie de seis capítulos reimagina a história norte-americana através dos olhos de uma família judia de Nova Jersey, à medida que observam a ascensão política de Charles Lindbergh – herói da aviação militar e populista xenofóbico que se torna presidente e lidera a nação em direção ao fascismo.

A série estreia no dia 16 de março.

‘Father Soldier Son’: Novo documentário da Netflix ganha cartaz oficial; Confira!

Netflix divulgou o cartaz oficial de ‘Father Soldier Son’, novo documentário original que explora a vida de uma família estadunidense marcada pela guerra.

Confira, junto ao trailer:

Father Soldier Son
Credit: Netflix

O aclamado longa-metragem foi desenvolvido por Catrin EinhornLeslye Davis, jornalistas do conceituado The New York Times.

Em produção por mais de uma década, a história gira em torno do custo do combate e da chamada ao serviço do Sargento Brian Eisch e de sua família. Através da alegria e do luto, seus laços são testados conforme lutam para encontrar uma trégua na guerra mais longa dos Estados Unidos.

‘Father Soldier Son’ estreia no dia 17 de julho.

‘Godmothered’: Comédia do Disney+ com Jillian Bell ganha data de estreia

Disney+ anunciou hoje (11) que ‘Godmothered’, sua mais nova comédia original estrelada por Jillian Bell, será lançada no dia 04 de dezembro.

A história gira em torno de uma “jovem e inabilidosa fada-madrinha (Bell) que, numa tentativa de se provar, sai à procura de uma garota cujos desejos não foram atendidos”.

Isla Fisher (‘Animais Noturnos’) também está no elenco e dará vida à versão adulta da criança em questão.

Sharon McGuire (‘O Diário de Bridget Jones’) comanda o projeto, enquanto Melissa Stack e Kari Granlund assinam o roteiro.

Santiago CabreraMary Elizabeth EllisJane CurtinJune SquibbJillian Shea SpaederWilla SkyeArtemid PebdaniUtkarsh AmbudkarStephnie Weir completam o elenco.

‘Brinquedo Assassino’ ganha previsão de estreia; Confira o novo teaser!

Em seu Twitter oficial, o criador Don Mancini divulgou um novo teaser da vindoura série ‘Brinquedo Assassino’ (‘Child’s Play’), confirmando a estreia da produção para o outono estadunidense (ou seja, entre os meses de setembro e dezembro).

O breve vídeo também revela o título do episódio de estreia: “Death By Misadventure”.

Confira:

Devon Sawa (‘Premonição’), Zackary Arthur (‘Transparent’), Teo Briones (‘Ratched’), Bjorgvin Arnarson (‘PEN15’), Alyvia Alyn Lind (‘Juntos e Misturados’), Jennifer Tilly (‘A Noiva de Chucky’), Fiona Dourif (‘O Culto de Chucky’) estrelam. Brad Dourif irá dublar o protagonista titular.

Confira a sinopse oficial:

Depois de um clássico boneco Chucky aparece em uma venda de usados num bairro suburbano, uma idílica cidade dos Estados Unidos é jogada no caos após uma série de assassinatos terríveis exporem as hipocrisias e os segredos de seus habitantes. Enquanto isso, a chegada de inimigos – e de aliados – do passado de Chucky ameaça expor a verdade por trás das mortes, bem como as origens do boneco demoníaco.

Em entrevista ao Syfy Wire, Mancini deu novos detalhes sobre a série, revelando que o icônico vilão terá um objetivo diferente na nova produção.

“Com essa série, nossa missão é preservar o clima tenso do filme original. Mas, ao mesmo tempo, continuar expandindo a trama que nós construímos no decorrer dos sete filmes que lançamos nos últimos 30 anos. Acho que os fãs irão amar os novos personagens que nós introduzimos na produção e também o retorno de outros personagens conhecidos. Não será apenas o Chucky, mas também teremos o retorno de outros personagens que os fãs querem voltar a ver. Há uma boa chance deles aparecerem.”

Ele completa, “Acho que as pessoas vão achar interessante que o Chucky irá implementar suas habilidades. É importante dar ao Chucky novas armas, estratégias, objetivos e alvos. O personagem terá um objetivo diferente na série – algo nunca visto anteriormente.” 

‘A Journal for Jordan’: Drama estrelado por Michael B. Jordan ganha belíssimo cartaz oficial; Confira!

O drama baseado em fatos reais, ‘A Journal for Jordan‘, dirigido por Denzel Washington e estrelado por Michael B. Jordan, ganhou seu cartaz oficial.

Confira, junto ao trailer:

A produção adapta o livro de Dana Canedy, lançado em 2008, ‘Journal for Jordan: A Story of Love and Honor‘.

O drama é é baseado na história verídica do Sargento Charles Monroe King (Jordan), um soldado enviado ao Iraque que começa a manter um diário de amor e conselhos para seu filho pequeno. De volta a casa, a editora sênior do New York Times Dana Canedy (Chanté Adams) revisita a história de seu relacionamento improvável e transformador com King e sua devoção duradoura por ela e seu filho. Um relato abrangente de um amor único na vida, o filme é um poderoso lembrete da importância da família e do custo excessivamente humano da guerra.

O longa foi roteirizado pelo indicado ao Oscar, Virgil Williams (‘Mudbound: Lágrima Sobre o Mississipi‘).

A Journal for Jordan‘ estreia no final do ano nos cinemas.

NÃO DÊ SPOILERS DE ‘Pânico’, pede o diretor

‘Pânico’ finalmente chegou aos cinemas depois de uma longa espera – e, em meio a elogios da crítica especializada e a uma expectativa gigantesca, promete agradar os fãs antigos e novos da franquia.

Através do Twitter, o co-diretor Matt Bettinelli-Olpin fez uma bela postagem pedindo para que os espectadores que já forem conferir o longa-metragem não estraguem a experiência daqueles que só assistirão mais para a frente e que não contem spoilers sobre as reviravoltas da narrativa.

“Queridos amigos de ‘Pânico’, ele escreveu. “À medida que o dia de abertura se aproxima, gostaráimos de pedir um pequeno favor – por favor, sejam gentis com os outros fãs e guardem os spoilerspara si. O elenco e a equipe trabalharam muito duro pelos últimos dois anos para guardar nossos vários segredos, para que todos pudessem ter o mesmo tipo de experiência que tivemos quando nos apaixonamos pela primeira vez por ‘Pânico’ – sem spoilers. Nós agradecemos vocês, nós amamos vocês e esperamos que vocês gostem do filme tanto quanto gostamos de fazê-lo. Foi uma honra”.

Assista à nossa crítica:

“Pode não se equiparar ao original, mas o novo ‘Pânico’ está lá em cima com ‘Pânico 2’ como a melhor sequência da série” – Digital Spy.

“É divertido sem diminuir o público ou o gênero, é assustador sem precisar de sustos baratos ou imitações e é divertido e imprevisível” – The AU Review.

“Eu realmente gosto de como [‘Pânico’] tira sarro de si mesmo” – Nerd Reactor.

“Um sucessos digno da coroa de Wes Craven” – THN.

“O novo filme continua com sucesso a tradição de ‘Pânico’ em evoluir, através de comentários originais e pungentes sobre o gênero do terror – mas uma das qualidade mais incríveis do quinto capítulo é estar absolutamente exalando amor e respeito pela franquia” – Perri Nemiroff.

Assista à nossa entrevista com Jack Quaid, Melissa Barrera e Jenna Orteg, membro do novo elenco da saga:

O longa será lançado pela Paramount Pictures nos cinemas nacionais no dia 13 de janeiro, um dia antes da estreia norte-americana.

Matt Bettinelli-OlpinTyler Gillett , do elogiado terror ‘Casamento Sangrento‘, são responsáveis pela direção.

Vinte e cinco anos após uma série de assassinatos brutais chocar a tranquila cidade de Woodsboro, um novo assassino se apropria da máscara de Ghostface e começa a perseguir um grupo de adolescentes para trazer à tona segredos do passado mortal da cidade, fazendo com que Sidney Prescott retorne para desvendar o mistério.

Pânico | Pontos importantes para prestar atenção no primeiro trailer – incluindo uma teoria que pode mudar a franquia

O elenco conta com o retorno de Neve CampbellDavid ArquetteCourteney Cox e Marley Shelton, além de introduzir os novatos Melissa BarreraDylan MinnetteJenna OrtegaMason GoodingKyle Gallner, Jack Quaid, Jasmin Savoy BrownMikey Madison.

‘La Casa de Papel: Coreia’ ganha novo trailer INCRÍVEL; Confira!

Netflix divulgou o novo trailer oficial de ‘La Casa de Papel: Coreia’, que tem estreia marcada para o dia 24 de junho na plataforma de streaming.

Confira:

‘La Casa de Papel: Coreia’ foi dirigida por Kim Hong-sun e escrita por Ryu Yong-jae.

Yoo Ji-taePark Hae-sooJeon Jong-seoLee Won-jongPark Myung-hoon estrelam.

A narrativa é ambientada em uma situação de crise de reféns na Península Coreana, envolvendo um gênio estrategista e pessoas com diferentes personalidades e habilidades.

‘Run Sweetheart Run’: Thriller com Ella Balinksa estreia no Prime Video!

‘Run Sweetheart Run’, novo thriller da Blumhouse estrelado por Ella Balinska (‘As Panteras’), já chegou ao Prime Video.

O filme, exibido pela primeira vez no Festival de Sundance 2020, foi lançado na plataforma de streaming no último dia 28 de outubro.

A tímida e trabalhadora mãe solteira Shari (Balinska) coloca suas hesitações de lado e decide voltar para o cenário dos encontros depois de ser pressionada pelos colegas de trabalho. Ela fica animada quando o chefe a arranja um encontro às cegas com Ethan (Pilou Asbæk), que inicialmente mostra ser tão charmoso e magnético quanto sua foto. Ethan não consegue esconder sua natureza por muito tempo – e quando as coisas ficam sinistras Shari deve encontrar um modo de escapar. Forçada a navegar pelas ruas de Los Angeles a pé, ela descobre que Ethan é bem mais obsessivo e violento do que imaginava.

Relembre o trailer:

Produzido por Jason Blum, o longa é dirigido e escrito por Shana Feste (‘The Greatest’).

Aml Ameen (‘The Maze Runner’), Dayo Okeniyi (‘Shades of Blue’), Betsy Brandt (‘Breaking Bad’), Clark Gregg (‘Vingadores’) e Shohreh Aghdashloo (‘Star Trek Beyond‘) completam o elenco.

Inteligência artificial sai do controle no novo trailer do suspense sci-fi ‘Simulant’; Confira!

Vertical Entertainment divulgou o novo trailer oficial do suspense sci-fi ‘Simulant’, estrelado por Robbie Amell, Jordana BrewsterSam Worthington.

O filme será lançado nos Estados Unidos em 05 de maio, ainda sem previsão de chegada ao Brasil.

Confira:

April Mullen entra como diretora, enquanto Ryan Christopher Churchill assina o roteiro.

A trama acompanha Faye (Brewster), uma viúva que procura conforto depois da morte de seu marido, Evan (Robbie Amell), ao utilizar um androide simulador criado em sua imagem. Apesar de ser quase idêntico ao marido, Faye não consegue amar o androide da mesma maneira. Determinado a ganhar seu coração, a excepcional habilidade de pensar e sentir do robô engatilha uma caçada liderada por um agente governamental (Worthington), que almeja capturar androides conscientes e potencialmente perigosos.

Simu LiuAlicia Sanz completam o elenco.

‘Eu Sou Groot’: 2ª temporada QUEBRA a quarta parede com divertida abertura; Confira!

A 2ª temporada de ‘Eu Sou Groot’, série derivada de ‘Guardiões da Galáxia’ que acompanha o adorável personagem Groot, chegou recentemente ao catálogo do Disney+ – e apresenta divertidos créditos de abertura.

Seguindo os passos de todas as outras produções da Marvel Studios, a sequência inicial apresenta os personagens do Universo Cinemático Marvel. Entretanto, em uma jogada hilária e bem-vinda, Groot aparece quebrando a quarta parede, segurando um controle remoto e apertando o botão de fast-forward para pular os créditos – indo diretamente ao episódio.

Confira:

Relembre o trailer:

A série foi criada por Kristen Lepore.

A produção conta com o retorno de Vin Diesel dando voz ao personagem em um compilado de curtas-metragens focado no Bebê Groot.

‘Donzela’: Fantasia estrelada por Milly Bobby Brown estreia ESTE MÊS na Netflix!

‘Donzela’ (‘Damsel’), novo filme de fantasia estrelado por Millie Bobby Brown (‘Stranger Things’, ‘Enola Holmes’), chega este mês ao catálogo da Netflix.

A produção será lançada na plataforma de streaming em 08 de março de 2024.

A história gira em torno de Elodie (Brown), uma jovem princesa que acredita estar prometida para o príncipe Henry – apenas para descobrir que, na verdade, servirá de sacrifício para um perigoso dragão.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Robin WrightRay WinstoneShoreh AghdashlooNick RobinsonBrooke Carter completam o elenco.

Juan Carlos Fresnadillo (‘Extermínio 2’) comanda o projeto, enquanto Dan Mazeau (‘Fúria de Titãs’) assina o roteiro.

Brown também entra como produtora ao lado de Joe RothJeff Kirschenbaum.

Essa não é a primeira vez que Brown e a plataforma de streaming colaboram, visto que ambos trabalharam juntos na aclamada e premiada série sci-fi ‘Stranger Things’, que rendeu à atriz duas indicações ao Emmy de Melhor Atriz Coadjuvante, e em duas adaptações de ‘Enola Holmes’, que se tornaram um grande sucesso crítico e comercial.

Disney #D23: ‘Avatar’ vai ganhar atração INÉDITA na Califórnia; Saiba mais!

E temos mais novidades sobre a franquia ‘Avatar’!

Durante o segundo dia da Disney D23, foi revelado que a icônica saga criada por James Cameron ganhará uma atração inédita no complexo da Casa Mouse na Califórnia.

A atração levará os visitantes a uma nova parte do planeta Pandora e terá inspiração em ‘Avatar 2’‘Avatar 3’, bem como nos outros dois filmes que já foram confirmados.

Veja as primeiras imagens conceituais do projeto:

Lembrando que o próximo capítulo da saga será intitulado ‘Avatar: Fire and Ash‘ (Avatar: Fogo e Cinzas, em tradução livre).

Assista ao painel:

O segundo capítulo, ‘Avatar: O Caminho da Água’, está disponível no Disney Plus.

O filme lançado em 2022 foi um sucesso de bilheteria, arrecadando US$ 2,32 bilhões. Recebeu indicação ao Oscar em 4 categorias, incluindo Melhor Filme, e ganhou o prêmio de Melhores Efeitos Visuais.

Internautas brasileiros querem que Jimmy Fallon entreviste Fernanda Torres: “Dividem os mesmos neurônios”

Nos últimos dias, a aclamada atriz Fernanda Torres participou do programa Jimmy Kimmel Live para comentar sobre o sucesso do drama ‘Ainda Estou Aqui’ e sobre sua histórica vitória no Globo de Ouro 2025 – levando para casa a estatueta de Melhor Atriz em Filme de Drama.

Apesar de ter conquistado o público estadunidense, os brasileiros perceberam que a personalidade mais introvertida de Jimmy Kimmel posou como um obstáculo para lidar com o expansivo charme da atriz, atraindo crítica nas redes sociais.

E isso não foi tudo: os internautas também começaram a fazer uma espécie de campanha no X (antigo Twitter) para que Torres seja entrevistada por Jimmy Fallon, um dos apresentadores de talk show mais famosos dos EUA – alegando que ambas as personalidades são parecidas e brincando que Fallon “divide os mesmos neurônios” que Torres.

Confira os comentários:

Lembrado que o filme, dirigido por Walter Salles, finalmente estreou nos cinemas dos EUA e os críticos continuam enaltecendo a produção.

O filme subiu de 90% para 94% de aprovação no Rotten Tomatoes, com base em 49 avaliações.

Segundo o consenso dos críticos, “acompanhado pela excelente atuação de Fernanda Torres,  Ainda Estou Aqui explora de forma pungente a convulsão de uma nação por meio da busca de uma família por respostas.”

Confira as críticas e siga o CinePOP no YouTube:

“Clássico na forma, mas radical na empatia, I’m Still Here (Ainda Estou Aqui) talvez não precise das seções adicionais que alteram um pouco o ritmo emocional. Mas, por outro lado, esses personagens são tão vívidos que não queremos deixá-los também”, disse Jessica Kiang da Variety.

“Fernanda Torres oferece uma atuação que, sem dúvida, será aclamada como um dos maiores marcos de sua carreira e, provavelmente, a tornará mais reconhecida internacionalmente”, disse Nicholas Bell da IonCinema.

“O respeito que ele demonstra pela família Paiva, com a qual mantém uma relação próxima, comprova que ele foi a escolha certa para este filme”, disse Robert Ruggio do AwardsWatch.

“Ainda Estou Aqui é um filme envolvente e profundamente tocante, que revela uma rica camada de emoção. Sem dúvida, é uma das melhores obras de Salles”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“O excelente filme de Walter Salles, baseado em fatos reais — uma vez que ele foi amigo da família Paiva na adolescência — é um tributo profundo e comovente a uma mulher e sua família notáveis”, disse Wendy Ide do Screen International.

“Fazer com que o destino desta casa bem equipada, de classe média alta, remeta ao de um Brasil cada vez mais oprimido pode parecer uma metáfora forçada, mas o empenho de Salles na direção é notável por sua elegância e realismo”, disse Stephanie Bunbury do Deadline.

“O relato baseado em fatos de [Walter Salles] sobre a situação dos desaparecidos é compreensivelmente afetado e pode carregar uma certa dose de sentimentalismo. No entanto, I’m Still Here (Ainda Estou Aqui) continua sendo um drama profundo e comovente sobre os desaparecidos da nação”, disse Xan Brooks do The Guardian.

“Vibrante e comovente, com uma performance excepcional de Fernanda Torres no papel de Eunice Paiva, o filme se destaca por nos fazer experimentar a essência da absoluta arbitrariedade”, disse Fernando E. Juan Lima do Otroscines.

“Talvez, se Ainda Estou Aqui fosse apresentado como a vida de Eunice através dos olhos de Marcelo, a maior parte dos amplos e idealizadores traços desse retrato santificado seriam muito mais aceitáveis”, disse Savina Petkova do The Film Stage.

“Independentemente de qualquer vínculo pessoal com esse período sombrio, os espectadores serão cativados pela história desta família corajosa e, especialmente, pela força de Eunice, tudo graças à atuação de Torres”, disse Ema Sasic do Next Best Picture.

O filme teve suas sessões LOTADAS nos EUA e arrecadou US$ 49 mil no dia de abertura da sexta-feira, apesar de ter sido exibido em apenas 7 cinemas em NY e Los Angeles.

Ainda Estou Aqui‘ teve uma média forte de US$ 7 mil por cinema. É uma raridade para filmes não ingleses – e muito menos latino-americanos.

No dia 14 de Fevereiro, o filme vai expandir para mais salas de cinemas nos EUA.

O longa-metragem é inspirado no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva sobre a história de sua família. O relato começa no início dos anos 70, quando um ato de violência muda a história da família Paiva para sempre. O livro e o filme abraçam o ponto de vista daqueles que sofrem uma perda em um regime de exceção, mas não se dobram.

No elenco principal, estão nomes como Valentina Herszage, Luiza Kosovski, Bárbara Luz, Guilherme Silveira e Cora Ramalho, que interpretam os filhos na primeira fase do filme, e Olivia Torres, Antonio Saboia, Marjorie Estiano, Maria Manoella e Gabriela Carneiro da Cunha, integrando a família no segundo momento.

aindaestouaqui 1

Artigo | Os 30 anos de ‘Toy Story’, uma das melhores animações de todos os tempos

Há um consenso entre os apreciadores da sétima arte sobre ‘Toy Story’: um dos significados mais palpáveis de perfeição cinematográfica.

A animação, lançada em 1995, foi o capítulo inicial de um dos maiores impérios do gênero, a Pixar Studios (agora subsidiária da Walt Disney Studios), e trouxe inúmeras inovações para o cenário do entretenimento – em virtude de seu status como a primeira animação computadorizada, que influenciou inclusive pesquisadores da área tecnológica para o âmbito das inteligências artificiais, abrindo espaço para replicações que estendem suas ramificações até os dias de hoje. E, para além desses avanços imprescindíveis, o projeto mergulha em questões existencialistas e humanistas através de uma profunda narrativa que daria início a uma franquia multimidática que inclui três sequências (e uma quarta a caminho) e inúmeras produções derivadas.

toy story 1
toy story 1

Conquistando três indicações aos prêmios da Academia (incluindo uma histórica nomeação à categoria de Melhor Roteiro Original) e um Oscar honorário, o longa foi selecionado para preservação pela Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos, reafirmando sua importância e seu legado no cenário do entretenimento, e posa como uma das obras-primas do cinema contemporâneo por incontáveis razões. E, através de breves 81 minutos, o diretor John Lasseter e um time de incríveis artistas unem forças para um tour-de-force que mistura diversos estilos, incluindo comédia, aventura e ação, em um mesmo cosmos.

Mas o que torna essa produção tão especial?

A princípio, temos um inesperado e original enredo que logo nos chama a atenção: na trama, acompanhamos Woody (Tom Hanks), um caubói de brinquedo que vive no quarto de seu amado dono, Andy, ao lado de vários amigos, como o Sr. Cabeça de Batata (Don Rickles), Slinky (Jim Varney), Rex (Wallace Shawn), Bo Peep (Annie Potts) e outros. Vivendo um dia após o outro cumprindo a missão que lhes é dada, de entreter e de fazer parte dos melhores momentos de uma criança, o cotidiano que conhecem passa por uma grande mudança com a chegada de um novo brinquedo – o patrulheiro espacial Buzz Lightyear (Tim Allen).

toy story 2
toy story 2

Sendo recebido com interesse imediato pelos outros e tornando-se o favorito de Andy, Woody se sente deixado de lado e começa a ser dominado por um forte sentimento de ciúmes que o faz enfrentar Buzz, tentando fazer de tudo para reconquistar a atenção da criança. Em uma noite, Woody acaba derrubando Buzz da janela do quarto e os outros brinquedos acham que ele deliberadamente tentou matá-lo – e o xerife é levado com Andy para um restaurante temático. Porém, Woody é seguido por Buzz, culminando em um combate entre os dois que os deixam para trás e à própria sorte, ao menos até serem levados para a casa do psicótico e perturbado Sid Phillips (Erik von Detten), vizinho de Andy.

Todo esse cosmos é de um extremo comprometimento artístico que, mesmo trinta anos depois de seu lançamento original nos cinemas, permanece surpreendente e aplaudível. Lasseter comanda uma mixórdia muito bem dosada de inúmeras referências à cultura pop sem se deixar levar pelo mero pastiche, e sim construindo uma identidade própria que se tornaria um arauto emblemático que atravessaria gerações – integrando-se às próprias homenagens que presta. E, acompanhando-o nessa jornada, temos as hábeis de Joss Whedon, Andrew Stanton, Joel Cohen e Alec Sokolow mergulhando de cabeça nas infinitas possibilidades da clássica jornada do herói, rearranjando os conhecidos tropos em investidas certeiras e que fornecem sentimentos e senciência a objetos inanimados.

toy story 3
toy story 3

De maneira similar, são notáveis as influências literárias e filosóficas que acompanham a jornada de Woody e Buzz: um dos aspectos que mais nos chama a atenção são as menções indiretas ao clássico espanhol ‘Dom Quixote’, de Miguel de Cervantes, para a construção da personalidade do patrulheiro espacial, que não consegue ver o mundo como ele é e, de maneira inconsciente, se vê preso em uma realidade inventada que é o único propósito de sua existência – colocando-o em uma crise de identidade em um dos momentos mais bem construídos do longa. Há, também, uma remodelação dos conceitos humanistas que discorrem sobre a autonomia e a responsabilidade individual, como proto-análises complexas que ganhariam maior profundidade com as subsequentes produções da Pixar.

O sucesso do projeto também se deve às belíssimas atuações do elenco de voz, que contam com o trabalho irretocável de Hanks e de Allen, brilhando em seus próprios arcos e desfrutando de uma química aplaudível que se mantém nos filmes subsequentes – e que os compele a reprisar os respectivos papéis no quinto capítulo dessa incrível franquia. E, enquanto a dupla guia essa espetacular epopeia, ela é acompanhada por atores coadjuvantes que trazem ainda mais camadas ao projeto.

toy story 4
toy story 4

Há três décadas, o cenário cinematográfico passava por uma profunda mudança com o lançamento de ‘Toy Story’: o capítulo inicial da Pixar não poderia ter vindo em melhor hora, e ajudou a reiterar o gênero animado como arte, denotando a necessidade de reconhecê-lo como um conduíte artístico de potencial inimaginável.

Nova série do criador de ‘Breaking Bad’ conquista aprovação MÁXIMA no RT; Confira as críticas!

‘Pluribus’, nova série de Vince Gilligan (‘Breaking Bad’, ‘Better Call Saul’) e estrelada por Rhea Seehorn, já está disponível no catálogo da Apple TV – e já se tornou uma das produções mais elogiadas do ano.

No Rotten Tomatoes, a obra abriu com nada menos que 100% de aprovação entre a crítica, com base em 66 comentários até o momento. Segundo o consenso geral, a série é “uma obra de ficção científica genuinamente original” que “conduz Rhea Seehorn por um admirável mundo novo com recompensas abundantes”.

Confira os principais comentários:

“É autêntico, não uma mera imitação impressionante. Há uma doçura, uma textura e um sabor no que Gilligan está fazendo aqui que estiveram praticamente ausentes da televisão desde o fim de Better Call Saul’” – Ghost.io

‘Pluribus’ tem diálogos excelentes e momentos de humor ácido, mas não é uma leitura leve e escapista. É quase tão sombrio quanto a vida real” – Guardian

“O tão aguardado retorno de Vince Gilligan é uma sátira de ficção científica estranhamente cativante, ao estilo ‘Black Mirror’. E há muitas emoções e risadas ao longo do caminho” – Empire

“O resultado é uma série cujo tom é uma mistura sempre mutável de pavor e humor, ficção científica e relatos de viagem peculiares, enquanto Carol viaja pelo mundo em busca de respostas” – Mashable

“É evidente que Carol é uma nova heroína para os nossos tempos: teimosa, impulsiva, irritadiça e de pavio curto, mas também inteligente, engraçada e engenhosa” – io9.com.

Primeiras Impressões | Vince Gilligan acerta mais uma vez com a IMPECÁVEL série de suspense ‘Pluribus’

A trama é ambientada na cidade de Albuquerque e acompanha a pessoa mais miserável da Terra (Seehorn), que deve salvar o mundo da felicidade.

Gilligan também entra como showrunner.

Karolina Wydra (‘Sneaky Pete’), Carlos-Manuel Vesga (‘Donde Tú Quieras’), Mirian Shor (‘Ficção Americana’) e Samba Schutte (‘Nossa Bandeira é a Morte’) integram o elenco.

Lembrando que a série já teve sua segunda temporada confirmada.

Crítica | Com referências a Britney Spears, Demi Lovato celebra o dance-pop com a inédita “Low Rise Jeans”

Demi Lovato tem tido uma carreira bem interessante no cenário do entretenimento, principalmente no tocante a seu trabalho como musicista. Tendo feito estreia em meio ao considerável estrelato conquistado por seu tempo no Disney Channel, Lovato acabou as incursões teen pop e pop-rock do mainstream da década de 2000, fazendo uma gradativa passagem para uma identidade mais amadurecida com ‘Confident’ e ‘Tell Me You Love Me’, até promover um retorno às suas raízes com o subestimado ‘Holy Fvck’.

No ano passado, a indicada ao Grammy fez um glorioso retorno à indústria com o lançamento de um de seus melhores álbuns, o vibrante e despojado ‘It’s Not That Deep’, que se afastou da produção anterior ao apostar fichas no narcótico universo do dance-pop e nos rendendo faixas incríveis e que uniram passado e presente em um mesmo lugar: rendendo-se à nostalgia e às homenagens que incontáveis artistas prestam para as décadas de 70, 80 e 90 da música norte-americana (com a explosão inenarrável do disco, do synth e do house), tracks como “Kiss” e “Here All Night” nos levaram a uma viagem no tempo e nos trouxeram um lembrete da inegável potência artística da cantora e compositora.

Agora, Lovato está de volta com mais um capítulo dessa memorável era com o anúncio da versão deluxe ‘It’s Not That Deep (Unless You Want It To Be)’, cujo lançamento está agendado para o dia 24 de abril – e que já conta com um sólido lead single que presta homenagens às grandes lendas da música pop sem deixar de lado os conhecidos maneirismos da artista. Intitulada “Low Rise Jeans”, a faixa promocional traz Demi adotando uma persona poderosa e sensual que nos envolve em uma inebriante jornada vocal e dançante de três minutos e meio – e que consagra mais uma forte entrada de sua discografia.

Logo de cara, somos engolfados em uma emulação gritante do icônico álbum ‘Blackout’, de Britney Spears, que discorre em instrumentais mais sombrios e atmosféricos que incluem a urgência dos sintetizadores, as batidas contínuas da bateria eletrônica e uma inclinação indesculpável a “Get Naked (I Got a Plan)”. Conforme nos leva nesse túnel do tempo, Lovato embarca em um crescendo bastante pragmático dentro do escopo pop, mas que não tem qualquer pretensão de oferecer algo inovador, e sim focar num hedonista escapismo cuja narrativa ganha força em meio à tensão sexual entre dois amantes.

Zhone, colaborador de longa data de Demi, fica responsável pela pulsante produção, apropriando-se do conhecido trabalho de nomes como Max Martin e Danja para exaltar o fascinante cosmos do dance-pop, do avant-disco e do EDM, acrescentando algumas pitadas de R&B que ecoam na quase imperceptível presença do baixo. E, funcionando como plataforma para a rendição da performer, os arranjos transformam-se em personagens ativos dessa instigante aventura.

Lovato ganhou fama ao participar da mini-franquia ‘Camp Rock’ e a série ‘Sunny Entre Estrelas’, ambas produções originais do Disney Channel. Sua estreia solo no mundo da música se deu com ‘Don’t Forget’, que ajudou em seu caminho ao estrelato.

Em 2018, teve um lapso após seis anos de sobriedade e sofreu uma overdose em virtude de opioides, motivo pelo qual lançou a canção “Sober”, pedindo desculpas aos fãs pela “fraqueza”. Após entrar em uma clínica de reabilitação, agradeceu o apoio dos fãs e comentou que contaria ao mundo pelo que passou quando estivesse bem, criticando aqueles que criavam histórias fantasiosas sobre sua vida.

Vendendo mais de 25 milhões de records apenas nos Estados Unidos, seus principais prêmios incluem um VMA, 14 Teen Choice Awards, cinco People’s Choice Awards, uma entrada no Livro dos Recordes e outra na listagem anual do Time 100 como uma das personalidades mais influentes de 2017. Lovato também levanta bandeira de inúmeras causas sociais, incluindo a luta pela igualdade da comunidade LGBTQ+ e discussões sobre saúde mental.

Primeiro ‘Homem-Formiga’ teve extrema importância para ‘Vingadores: Ultimato

A presença do Homem-Formiga em ‘Vingadores: Ultimato’ foi essencial para a trama, já que é quem dá a ideia da viagem no tempo através do Reino Quântico.

Um usuário do Reddit notou que, em seu primeiro filme solo, há um diálogo muito interessante entre Scott Lang e o vilão Darren Cross, que diz:

“Você achou que poderia impedir o futuro com um assalto?” Ao que Scott responde: “Nunca foi apenas um assalto!”

I just realized that Ant-Man had the best foreshadowing from r/Marvel

Esse conceito de assalto foi o que impulsionou o Homem-Formiga a influenciar os Vingadores a ir adiante com a missão para recuperar as Joias do Infinito.

A dinâmica do tempo no Reino Quântico é completamente diferente de tudo o que a ciência poderia explorar. E, analisando com calma, aquela simples frase de ‘Homem-Formiga‘ acabou se tornando a ideia para que os heróis pudessem salvar o universo.

Apesar dos filmes do Homem-Formiga serem subestimados, eles são de extrema importância para a narrativa do MCU e, possivelmente, para os filmes que ainda vão estrear.

‘Vingadores: Guerra Infinita’ iria explorar o romance entre Bruce e Natasha

Alguns fãs da Marvel ficaram decepcionados quando Bruce (Mark Ruffalo) e Natasha (Scarlett Johansson) se reencontram em ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ e não conversam sobre seu complicado relacionamento.

No entanto, o roteiro iria explorar essa questão e as cenas foram até gravadas, mas acabaram descartadas por conta da duração do filme.

No Twitter, um fã questionou se a relação entre eles seria explorada, e o roteirista Stephen McFeely esclareceu a dúvida.

Confira:

“Existia a possibilidade de contarem mais sobre o relacionamento entre Bruce e Nat em ‘Vingadores: Guerra Infinita‘?”, perguntou o fã.

Ao que McFeely respondeu:

“Nós escrevemos e filmamos [uma cena sobre isso]. Ma acabou sendo cortada, como fizemos com qualquer trecho que não estivesse relação com as Joias do Infinito.”

Infelizmente, a única referência ao romance entre eles acontece quando ambos ficam constrangidos ao se reencontrarem após os eventos de ‘Vingadores: Era de Ultron’.

Você acha que o relacionamento deles deveria ser melhor explorado?

Lançado em 2018, ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ foi um sucesso de crítica e público, arrecadando US$ 2,048 bilhões e tornando-se uma das maiores bilheterias mundiais.

Assista nossa crítica sobre o filme:

‘Matrix 4’: Priyanka Chopra faz mistério sobre sua personagem; “Algo que você nunca iria imaginar”

Apesar da estreia de ‘Matrix 4‘ estar agendada para este ano, a trama da sequência permanece em total sigilo, já que quase não foram revelados detalhes sobre a produção.

E a atriz Priyanka Chopra (‘Pequenos Grandes Heróis’) aproveitou para provocar aos fãs ao falar sobre sua misteriosa personagem durante uma entrevista para a Variety.

“Eu não posso dizer muito, mas minha personagem é algo que você não espera, algo que o público nunca iria imaginar. O que eu posso dizer é que já terminei minha parte nas filmagens e foi o primeiro filme que fiz após o isolamento social.”

Infelizmente, a estrela indiana não deu mais detalhes sobre seu papel, então só resta aguardar para saber qual é o mistério que ela está fazendo questão de esconder.

De qualquer forma, espera-se que Matrix 4 seja um filme inovador, como seus predecessores da trilogia original.

E aí, você está ansioso?

Lembrando que o longa será lançado em 22 de dezembro de 2021 na HBO Max, junto com a estreia nas telonas.

Matrix’ foi lançado em 1999 e aclamado pelo mundo por conta dos efeitos visuais pioneiros. O original ganhou quatro Oscars e arrecadou 463 milhões de dólares em todo o mundo.

Seguiram-se duas continuações, ‘Matrix: Reloaded’ e ‘Matrix: Revolutions’, ambas lançadas nos cinemas em 2003.

Ao todo, a trilogia arrecadou US$ 1,6 bilhão de dólares para a Warner Bros Pictures.

‘A Entidade’ pode ganhar série de TV pela Blumhouse

Na última década, a Blumhouse Productions dominou o gênero do terror com diversos títulos marcantes, como ‘Hush – A Morte Ouve’, ‘Corra!’, ‘Nós’, e as franquias ‘Atividade Paranormal’, ‘Sobrenatural’, ‘A Entidade’, e ‘Uma Noite de Crime’.

Este último até gerou uma série de TV derivada intitulada ‘The Purge‘, como o nome original da franquia.

E parece que o fundador Jason Blum também está interessado numa série de TV inspirada em ‘A Entidade‘, dirigido por Scott Derrickson e estrelado por Ethan Hawke em 2012.

Durante uma entrevista para o Comic Book, o cineasta foi questionado sobre quais dos filmes da produtora poderia ganhar uma adaptação para a TV, ao que ele respondeu:

“Acho que ‘A Entidade‘ daria uma ótima série de TV. Seria divertido de fazer.”

Blum também disse que pelo menos quatro títulos da produtora devem ganhar séries ou minisséries, incluindo o aclamado ‘Upgrade: Atualização‘, estrelado por Logan Marshall-Green em 2018.

“Na verdade, temos quatro ou cinco filmes que acho que seriam ótimos explorados em séries ou minisséries. Eu adoraria fazer uma série de ‘Upgrade: Atualização’ e estou trabalhando nisso há algum tempo. Espero que possamos desenrolar isso em breve.”

Apesar da novidade, a declaração de Blum indica que o projeto ainda não foi oficializado, então só nos resta aguardar para saber quando a ideia irá ganhar vida.

E aí, qual série você gostaria de ver primeiro? De ‘A Entidade’ ou de ‘Upgrade: Atualização’?

Falando nisso, uma pesquisa científica da BroadbandChoices revelou que ‘A Entidade‘, é o filme de terror que mais causa instabilidade psicológica e emocional nos espectadores.

A pesquisa intitulada ‘Projeto Ciência do Pavor‘ foi aplicada em 50 pessoas de idades variadas, que assistiram a mais de 100 horas de filmes do gênero.

Através do rastreamento de batimentos cardíacos, os pesquisadores foram capazes de determinar os 50 filmes mais assustadores da história do cinema, e ‘A Entidade‘ alcançou o topo da lista.

A frequência cardíaca média em repouso era de 65 batimentos por minuto e, durante o filme de Derrickson, 95% dos espectadores atingiram entre 84 e 86 BPM.

O 2º lugar ficou com ‘Sobrenatural‘ (2010), do diretor James Wan, que elevou a pulsação do público a 80 BPM, mas foi o filme que teve a maior pontuação em cenas jump scare (quando acontece um susto inesperado), elevando o ritmo a 133 BPM.

Além disso, outros dois filmes de Wan entraram na lista do Top 10, como ‘Invocação do Mal’ e ‘Invocação do Mal 2’.

Confira o Top 10:

1) ‘A Entidade’
2) ‘Sobrenatural’
3) ‘Invocação do Mal’
4) ‘Hereditário’
5) ‘Atividade Paranormal’
6) ‘Corrente do Mal’
7) ‘Invocação do Mal 2’
8) ‘O Babadook’
9) ‘Abismo do Medo’
10) ‘A Visita’

Orçado em apenas US$ 03 milhões, ‘A Entidade‘ foi um tremendo sucesso comercial, faturando US$ 87,7 milhões pelo mundo.

‘Lilo, Lilo, Crocodilo’ canta e dança do divertido trailer da adaptação; Assista!

A Sony Pictures divulgou o divertido trailer da adaptação de ‘Lilo, Lilo, Crocodilo‘, que traz o cantor Shawn Mendes dando voz ao simpático personagem.

Baseada nos livros homônimos Bernard Waber, a trama escrita por William Davies (‘O Gato de Botas’) acompanha o réptil vivendo em uma casa na East 88th Street, em Nova York.

Apesar de Lilo ajudar a família Primm nas tarefas diárias e brincar com as crianças da vizinhança, um vizinho mal-humorado insiste que ele deve ser enviado a um zoológico.

Para mudar a opinião de Mr. Grumps e sua gata, Loretta, que detestam crocodilos, Lilo terá que provar que não é tão ruim quanto os outros podem pensar, mas tudo o que ele faz para conquistá-los parece dar errado.

Com previsão de estreia para este ano, o longa é dirigido por Will Speck e Josh Gordon (‘Escorregando para a Glória’).

Confira o trailer:

Para quem não conhece, a obra de Waber conta com nove livros, lançados entre 1962 a 2010.

Além de dublar Lilo, Mendes vai cantar músicas originais compostas por Benj Pasek e Justin Paul, vencedores do Oscar pelas canções de ‘La La Land’ e da adaptação cinematográfica de ‘Querido Evan Hansen‘ (2021).

O elenco também conta com Javier Bardem, Winslow Fegley, Constance Wu, Lyric Hurd, Brett Gelman e Scoot McNairy.