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“Já tentaram duas vezes e não deu certo”, criadores de ‘A Bruxa de Blair’ estão revoltados com novo reboot

Em 1999, ‘A Bruxa de Blair‘ se tornou um dos títulos mais comentados do gênero de terror por conta de sua misteriosa narrativa em torno de um grupo de estudantes que acampam em uma das florestas de Milwaukee e acaba descobrindo que o lugar esconde seres malignos.

Embora o filme tenha ganhado duas sequências em 2000 e 2016, a Lionsgate e a Blumhouse agora estão se unindo para desenvolver um reboot completo.

A equipe por trás do filme original não sabia do plano para um novo filme da franquia de terror até que foi anunciado durante a apresentação da Lionsgate no CinemaCon na semana passada. Mas as frustrações dos cineastas com a falta de envolvimento no futuro da série vêm crescendo há anos.

“É um sentimento agridoce, honestamente”, disse Ben Rock, designer de produção do sucesso de 1999, ao The Hollywood Reporter sobre o novo reboot. Ele observa que ninguém de seu filme, incluindo os codiretores Daniel Myrick e Eduardo Sánchez, esteve envolvido de forma significativa na sequência de 2000, ‘Livro das Sombras: Bruxa de Blair 2‘, ou na sequência de 2016.

Rock espera que isso mude para o projeto atual que está em andamento na Lionsgate e Blumhouse, mas até agora, ninguém do filme de 1999 foi contatado ou teve a chance de apresentar a proposta, diz ele.

“Eu realmente acho que o que aconteceu duas vezes foi que os criadores originais foram esquecidos e outras pessoas foram trazidas, todas boas”, diz Rock, referindo-se à sequência de Joe Berlinger em 2000 e à continuação de Adam Wingard em 2016.

“Mas nenhuma das sequências conectou-se com o público da maneira que eles queriam. E então talvez valha a pena conversar com alguns dos criadores originais.”

Rock estava entre os membros da equipe do filme original para compartilhar as reações nas redes sociais às notícias sobre o último projeto. Entre os participantes estava Mike Monello, co-produtor do primeiro filme que ajudou a conceber o site, alegando que os horrores do filme eram reais e que as pessoas que nele apareciam haviam desaparecido.

“Ideia radical: você poderia tentar colocar este projeto nas mãos da equipe original que fez o primeiro”, postou Monello , marcando Jason Blum junto com Lionsgate e Blumhouse. “Você sabe, a equipe que realmente tem uma franquia inteira planeja reinventar o que um filme da Bruxa de Blair poderia ser?”

Além disso, Joshua Leonard, um dos três protagonistas do filme (ao lado de Heather Donahue e Michael C. Williams), postou no Instagram sobre suas próprias frustrações. Ele soube do novo filme planejado por um amigo que enviou uma captura de tela de uma reportagem da mídia que usava uma foto de Leonard como imagem principal.

“Então, este é o MEU rosto no comunicado à imprensa de um filme feito por dois grandes estúdios – ambos para os quais trabalhei, ambos que respeito. A parte estranha é que eu não sabia nada sobre isso até que um amigo me enviou uma captura de tela de ‘parabéns’ ontem. Minha frustração aumentou porque estou tentando fazer com que a @lionsgate se envolva há mais de um mês sobre uma exibição de caridade de ‘A Bruxa de Blair’ que estou organizando para @opositivofest para arrecadar dinheiro para artistas sem assistência médica, e NINGUÉM vai me responder”, começou Leonard ao lado de uma série de capturas de tela detalhando a notícia.

Leonard então fez uma série de declarações mostrando quanto dinheiro ele e seus colegas de elenco perderam, apesar do grande sucesso do filme.

“Em 1999, a antiga distribuidora do filme afirmou ter lançado o projeto independente mais lucrativo de todos os tempos (comprado por 1 milhão, arrecadando mais de 250 milhões), enquanto internamente eles nos disseram que estavam sem dinheiro devido a despesas de marketing… então NÓS poderíamos acabar devendo a ELES. Como usamos nossos nomes verdadeiros no primeiro filme, o estúdio reivindicou os direitos autorais. Tivemos que levá-los ao tribunal federal para recuperar NOSSOS NOMES. Uma fonte de Hollywood disse à imprensa que nós (atores) recebemos 4 milhões de dólares como aquisição por nossos pontos de propriedade, mas recebemos apenas 300 mil… e NUNCA vimos mais um centavo (depois de comprar um carro e pagar seus empréstimos estudantis, Mike voltou a mudar os móveis 12 meses após o lançamento, enquanto ainda estava nas capas de revistas.)”

Embora o ator diga que tem orgulho do filme, sua frustração com o tratamento que Hollywood dá à franquia é algo que continua a incomodá-lo.

“Estou muito orgulhoso do nosso pequeno filme punk-rock e AMO os fãs que mantêm as chamas acesas. Mas, neste momento, são 25 anos de desrespeito por parte das pessoas que embolsaram a maior parte dos lucros do NOSSO trabalho, e isso parece nojento e sem classe enquanto continuam se aproveitando desse sucesso para fazerem novas mídias.”

Confira a publicação:

Vale lembrar que o novo filme faz parte de um acordo exclusivo entre as produtoras, que dará a oportunidade da Blumhouse reimaginar franquias clássicas do catálogo da Lionsgate.

Jason Blum irá trabalhar ao lado do produtor Roy Lee, que também havia assumido o cargo no capítulo mais recente da saga, ‘Bruxa de Blair‘ (2016).

“Tive a oportunidade incrível de colaborar com o Jason Blum diversas vezes no decorrer dos anos. Nós forjamos um relacionamento sólido com ‘Uma Noite de Crime’ enquanto eu trabalha na Universal Pictures. Não há produtora melhor para colaborar neste gênero do que a Blumhouse,” declarou Adam Fogelson, presidente da Lionsgate Motion Picture Group. “Estamos animados em anunciar essa parceria em um novo filme da franquia ‘A Bruxa de Blair’, que será reintroduzida a uma nova geração.” 

Em 2016, ‘Bruxa de Blair‘ foi lançado como uma sequência direta do filme original. Apesar de não ter sido um fracasso, o terror não foi o sucesso esperado pelo estúdio. O longa arrecadou moderados US$ 45.1 milhões, a partir de um orçamento de apenas US$ 5 milhões.

Em contrapartida, a produção amargou apenas 37% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Jamie Campbell Bower eleva as expectativas para o fim de ‘Stranger Things’: “É INSANO!”

Jamie Campbell Bower já gravou suas cenas como Vecna na temporada final de ‘Stranger Things‘ e elevou as expectativas para o desfecho da atração durante sua participação no podcast I’ve Never Said This Before.

Ao longo da conversa, o astro garantiu que os fãs vão se surpreender com a escala de maldade do vilão, afirmando que os episódios finais serão insanos.

“Se você achou que a 4º temporada foi uma loucura, espere até ver a última, está completamente fora de controle, é uma aventura selvagem. É realmente insana. Está muito maior. Está crescendo continuamente.”

Introduzido na primeira metade da 4ª temporada de ‘Stranger Things‘, o vilão Vecna se provou a maior ameaça que Hawkins já testemunhou.

Ao resgatar memórias traumáticas de suas vítimas, ele se alimenta de suas energias vitais, deixando rastros que levam direto ao Mundo Invertido.

Interpretado por Jamie Campbell Bower, Vecna era um rapaz chamado Henry Creel (vivido por Raphael Luce na infância), que usou seus poderes telecinéticos para assassinar sua família e incriminar o pai, Victor Creel (Robert Englund).

Em 1979, ele é internado como o primeiro experimento paranormal do Laboratório Nacional de Hawkins, local de seu encontro com Eleven, que acaba causando sua transformação em Vecna ​​quando ela o prende no Mundo Invertido.

Após as filmagens do quinto ciclo de ‘Stranger Things’ chegarem ao fim, os fãs estão prestes a descobrir quando a temporada estará disponível.

De acordo com o perfil oficial da Netflix na França, a data de lançamento da temporada final da série será revelada em breve.

“Um pouco mais de paciência, em breve daremos uma data”, escreveu o perfil oficial após um fã questionar quando o novo ciclo será lançado.

Recentemente, a Netflix divulgou fotos inéditas para comemorar o fim das filmagens da quinta temporada:

A temporada poderá trazer uma grande surpresa para os fãs: o retorno de Martin Brenner, personagem responsável pelos experimentos em jovens com poderes psíquicos, como a Onze.

Em uma entrevista recente, o ator Matthew Modine, que interpreta Brenner, revelou o que pode ser uma pista sobre o retorno de seu personagem, mencionando o fato de o cientista já ter “enganado” a morte em outras ocasiões.

“Eu não gostaria que ele estivesse morto. Três coisas me deixam curioso: como ele sobreviveu ao Demogorgon? Como ele sobreviveu a Um? E, quando Onze tenta usar seu poder contra o Dr. Brenner, após explodir três guardas, ele a impede sem hesitar e diz: ‘Você não achou que ia ser tão fácil, achou?’ Ela não conseguiu fazer funcionar contra ele. Existe algo mais em Brenner do que aparenta?”, disse Matthew Modine.

A nova temporada de ‘Stranger Things’ estreia em 2025, ainda sem dia confirmado.

Criada pelos Irmãos Duffer, Stranger Things estreou em julho de 2016 e rapidamente se tornou uma das séries televisivas mais populares da Netflix, com a temporada 4 acumulando sozinha mais de 140,7 milhões de visualizações mundialmente.

Enraizada na nostalgia dos anos 80, a produção provocou o ressurgimento de itens da cultura pop da década em cada temporada, incluindo os waffles Eggo e a New Coke.

Mais recentemente, deu nova vida à música “Running Up That Hill”, de Kate Bush, que fez sucesso no Spotify e entrou para o top 10 da Billboard Hot 100 pela primeira vez desde que foi lançada, em 1985. A série também ganhou mais de 70 prêmios no mundo todo, inclusive Emmys e o prêmio de Melhor Elenco em Série Dramática do Screen Actors Guild, e recebeu mais de 230 indicações.

Crítica | 4ª temporada de ‘Stranger Things’ mergulha na nostalgia do terror clássico e psicológico 

Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

 

Novo ‘A Morte do Demônio’ com atriz de ‘Mortal Kombat’ se chamará ‘Evil Dead: Wrath’

O novo filme da franquia ‘A Morte do Demônio‘ ganhou título oficial. Se chamará ‘Evil Dead: Wrath‘ (A Morte do Demônio – A Fúria).

Existem dois filmes da franquia em produção. O longa em questão NÃO se trata de ‘Evil Dead Burn‘, mas sim um segundo vindouro projeto que será comandado por Francis Galluppi (‘A Última Parada do Arizona’).

Jessica McNamee (‘Mortal Kombat’)  será a protagonista, e o elenco ainda contará com Charlotte Hope (‘A Freira’), Zach Gilford (‘Missa da Meia-Noite’), Josh Helman (‘Mad Max: Estrada da Fúria’), Ella Newton (‘Animais Perigosos’), Elizabeth Cullen (‘Diabolic’) e a novata Ella Oliphant.

Infelizmente, detalhes sobre a trama não foram divulgados.

Vale lembrar que ‘Evil Dead Burn‘ já teve suas gravações finalizadas, e está programado para estrear no dia 24 de julho.

Confira vídeo dos bastidores e siga o CinePOP no YouTube:

Souheila Yacoub, de ‘Duna: Parte 2‘, será a protagonista.

Além de dirigir, Sébastien Vaniček também assina o roteiro ao lado de Florent Bernard.

Com orçamento de US$ 19 milhões, ‘A Morte do Demônio: A Ascensão‘, filme mais recente da saga de terror, conquistou 84% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

10 Filmes que foram filmados em lugares PARADISÍACOS

Volta e meia acompanhamos filmes ambientados em lugares belíssimos, planos de fundo perfeitos para tramas recheadas de conflitos. Pensando em filmes com lindas paisagens, separamos abaixo uma lista bem legal com 10 filmes que foram filmados em lugares paradisíacos:

 

Uma Família de Dois

Remake do longa metragem mexicano Não Aceitamos Devoluções (2013), Uma Família de Dois conta a história de um inconsequente homem chamado Samuel (Omar Sy), que leva a vida entre um romance e outro trabalhando em um resort em um lugar paradisíaco da França. Certo dia, após passar a noite com duas mulheres dentro de um barco, uma antiga conhecida chamada Kristin (Clémence Poésy) aparece em sua vida trazendo com ela uma criança e dizendo que Samuel é o pai. Após ser surpreendido pela notícia e com o abandono de Kristin da história, Samuel, ao longo dos anos, cresce e amadurece dando o que tem de melhor nessa vida para sua filha. Assim, se muda para Londres e consegue um emprego de dublê, carreira que segue com sucesso até o inesperado retorno da mãe de sua filha a história.

 

De Volta à Itália

Na trama, conhecemos Jack (Micheál Richardson), um jovem administrador de uma galeria de arte que vê sua vida mudar quando o local onde trabalha, que pertence à família da quase ex-esposa, vai ser vendido. Tentando ser um provável comprador, embarca em uma jornada de redescobertas com o pai, o pintor Robert (Liam Neeson) para venderem uma casa que pertencia a família da mãe de Jack, na Itália. Com tantas variáveis acontecendo ao mesmo tempo na vida do jovem administrador da galeria, ele precisa lidar principalmente em tentar se entender com seu pai novamente.

 

Um Belo Domingo

Na trama, conhecemos o tímido/introspectivo/traumatizado professor Baptiste Cambière (Pierre Rochefort), um homem que esconde de todos seu passado. Certo dia, oferece uma carona para um de seus alunos e depois de uma conversa com o pai do menino, acaba parando em uma praia paradisíaca e conhece Sandra (Louise Bourgoin), a mãe do menino. Sandra, se encontra em uma situação financeira difícil e por isso, o professor resolve ajudá-la mesmo tendo que enfrentar seu passado novamente.

 

At Midnight

Na trama, conhecemos Alejandro (Diego Boneta) um exemplar funcionário de um hotel de luxo no México que tem o sonho de ter seu próprio empreendimento nos Estados Unidos. Certo dia, chega para se hospedar no hotel a mundialmente conhecida atriz hollywoodiana Sophie (Monica Barbaro), que vem de uma enorme decepção amorosa com um outro ator. Ela está no México para rodar a continuação de uma franquia de sucesso que faz parte. Alejandro e Sophie se conhecem de maneira inusitada e a partir desse dia combinam encontros sempre à meia-noite para se conhecerem melhor. Será que esse romance vai dar certo?

 

Wildhood: Busca Pelas Raízes

Na trama, conhecemos Link (Phillip Lewitski), um jovem adolescente com raízes indígenas, que mora no Canadá e tem um cotidiano de conflitos com muitas discussões e violência no relacionamento com o pai. Certo dia, ele descobre que sua mãe (que ele pensara estar morta) está viva e morando em um lugar longe dali. Ele resolve ir atrás dela, e leva seu irmão caçula junto. Ao longo dessa viagem cheia de surpresas acaba encontrando outro jovem, Pasmay (Joshua Odjick), que embarca com eles nessa jornada.

 

Um Bom Ano

Dirigido pelo ótimo Ridley Scott e lançado nos cinemas no ano de 2006, esse projeto conta a história de um investidor que recebe como herança uma vinícola na França, fato que vai mudar sua maneira de enxergar o mundo ao seu redor.

 

Comer, Rezar, Amar

Baseado no livro homônimo de grande sucesso da escritora Elizabeth Gilbert, esse projeto dirigido por Ryan Murphy, é uma autobiografia de Elizabeth e narra suas viagens por alguns lugares do planeta após seu divórcio.

 

Sob o Sol da Toscana

Dirigido por Audrey Wells, esse filme encantador conta a história de uma escritora que após um forte conflito no casamento compra uma propriedade em Toscana buscando assim encontrar soluções para seus dilemas.

 

O Turista

Nesse mirabolante projeto, conhecemos um professor que sofrendo por amor, faz um viagem para a Europa e se vê envolvido em uma atraente mulher e todo o contexto que a envolve.

 

Meia-Noite em Paris

Um dos mais aclamados filmes do cineasta norte-americano Woody Allen, em Meia-Noite em Paris acompanhamos uma trama onde durante uma viagem de lazer à Paris com sua mulher e seus sogros, um escritor bastante deslumbrado com as características marcantes dessa bela cidade, descobre a cidade sozinho pela madrugada indo para décadas atrás da mesma cidade onde conhece intelectuais e pessoas que admira no seu presente.

 

‘Mogli – O Menino Lobo’ é o melhor espetáculo visual desde ‘Avatar’

Mogli – O Menino Lobo‘ estreou em 1.030 salas no Brasil nesta quinta, ocupando as 12 salas IMAX do país e totalizando 70% de salas 3D.

Depois de Cinderela (2015) e Malévola (2014), a Disney segue levando suas animações clássicas em versão de carne e osso para um novo público. Desta vez a selva é o foco com Mogli – O Menino Lobo, versão live action (e muita computação gráfica) do clássico homônimo de 1967. Para os fãs e saudosistas algumas surpresas, no entanto, esta não é uma cópia carbono do filme original, pegando somente seu espírito e repaginando para os tempos atuais.

Além disso, a nova versão de Mogli pode ser considerada um pouquinho mais intensa para os pequeninos, rendendo alguns sustos e situações amedrontadoras, mas nada que os tire o sono – sendo inclusive bem vindo nos tempos extremamente corretos de hoje. Na trama, um menino é abandonado ainda bebê na selva. A criança é então criada por uma alcateia. Um tempo depois, já entrando na adolescência, o pequeno Mogli  é aceito como uma das criaturas da floresta e tem fidelidade aos animais que ajudaram em sua criação.

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No entanto, o ódio incessante do tigre Shere Khan (repare o nome oriental), o grande vilão da história, colocará a harmonia da floresta em risco. Mogli parte assim em uma jornada para proteger o lugar que chama de lar, conhecendo no percalço diversos personagens, alguns aliados, outros preparados para servi-lo na janta, como a traiçoeira cobra Kaa e o amalucado (e agora ameaçador) Rei Louie, um orangotango, que na nova versão ganhou muitos metros a mais de altura (se tornando quase um King Kong) – numa cena bem legal.

São três os chamarizes de Mogli – O Menino Lobo (que optou novamente pelo título da animação e não de sua versão original O Livro das Selvas – como havia sido chamado em outro live action de 1994). Começando pelos efeitos visuais de cair o queixo. Dificilmente me coloco a favor de efeitos especiais, mas se precisam ser criados, esta é a maneira correta. O bom efeito é aquele que joga a favor do filme, que contribui com a história, e não se torna o filme em si. Os confeccionados para Mogli dão o sabor especial nos jogando dentro da trama e dando grande credibilidade para a história. Pense em Avatar (2009).

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As cenas de ação são incríveis e os animais virtuais parecem criados à perfeição – é difícil imaginar um aprimoramento. Em momento algum as criações digitais nos tiram do filme, soando falso. Muito pelo contrário, trabalham de forma incisiva para temperar nossa imaginação. O segundo item, e talvez grande parte da alma do filme, é o menino descendente de indiano Neel Sethi, o intérprete do protagonista Mogli. Escolhido a dedo, o pequeno ator tira de letra o serviço, entregando tudo o que os fãs poderiam pedir de Mogli. Além de ser uma graça, o menino é puro carisma e sua atuação chega junto. Se Mogli falhasse, o filme falharia.

Finalizando, temos o desfile de nomes famosos por trás das vozes de todo o reino das selvas. O citado vilão, por exemplo, recebeu o timbre de Idris Elba. Já a sedutora cobra Kaa não poderia ser outra senão Scarlett Johansson. A vencedora do Oscar Lupita Nyong´o dá voz para a mãe de Mogli, a loba Raksha; os parceiros de jornada do menino, o urso Baloo e a pantera negra Bagheera, recebem as vozes dos veteranos Bill Murray e Ben Kingsley, respectivamente. Fechando o elenco de dubladores principal, Christopher Walken é o Rei Louie. A versão dublada do filme reserva vozes de atores nacionais como Marcos Palmeira, Thiago Lacerda, Dan Stulbach e Alinne Morais.

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Mogli – O Menino Lobo é uma aventura à moda antiga para a família toda. Um tipo de filme que, embora seja moderno, traz nostalgia pela história simples contada de forma eficiente. O filme tenta resgatar valores cada vez mais esquecidos ou deixados de lado, como amizade, lealdade e importância da verdadeira família, nos tempos cínicos e cada vez mais truculentos. A grandiosidade e a definição da palavra espetáculo são trazidas de volta, definitivamente, por uma das casas que originou a magia e a fantasia.

Netflix | 10 Grandes Filmes Recentes para Curtir nesse Início de Ano na Plataforma

Época de início de ano é sempre a mesma coisa. Essa é a época das férias escolares dos pequenos. E quem pode tirar férias nesta época geralmente viaja com a prole para visitar os parentes. Há também os que gostem de ir para a praia, alugar uma casa e curtir um descanso. Por mais que exista muito entretenimento ao ar livre, à noite ninguém dispensa uma reunião em volta da TV. Afinal, nada entretém como ligar um filme para aquietar as crianças. Assim como os adultos apaixonados por filmes, que não perdem uma novidade nas mais variadas plataformas de streaming. Essa matéria é justamente direcionada para você que se encaixa nesta descrição. Aqui, escolhemos selecionar alguns dos lançamentos mais recentes e imperdíveis da plataforma de streaming número 1 do mundo: A Netflix. Confira abaixo as recomendações para todos os gostos e todos os públicos, programe-se e divirta-se.

Glass Onion – Um Mistério Knives Out

Começamos a lista com um dos mais recentes e grandiosos lançamentos da plataforma, que estreou dois dias antes do Natal. Trata-se da continuação do sucesso indicado ao Oscar Entre Facas e Segredos (2019) – uma brincadeira com o tipo de trama eternizada por Agatha Christie. Ou seja, um detetive brilhante encarregado de desvendar um caso de assassinato misterioso dentro de uma família de ricaços insuportáveis. O elenco de peso é um dos destaques, mas a graça está na forma que o diretor Rian Johnson modernizou para os tempos de hoje a história de suspense. A Netflix não perdeu tempo e resolveu bancar por conta própria a continuação – que traz novamente o 007 Daniel Craig na pele do detetive Benoit Blanc, a cargo de um novo mistério, envolvendo a brincadeira de um magnata que sai do controle numa mansão onde todos são suspeitos.

Ruído Branco

O mais recente grande lançamento da Netflix é a nova produção do diretor Noah Baumbach – que em 2019 fez um golaço em sua primeira parceria com a plataforma ao entregar o drama História de um Casamento, indicado ao Oscar de melhor filme. Desta forma, todos estavam ansiosos para a nova parceria entre o diretor e a Netflix. A nova investida, no entanto, é bastante diferente do filme anterior, já que se trata de uma obra mais voltada para a comédia, contando a história de uma família na década de 1980 precisando escapar das adversidades de um evento em larga escala. O cineasta reprisa a parceria com Adam Driver, aqui vivendo o pai desta família, e Greta Gerwig (companheira do cineasta na vida real) vive a mãe. Na trama, um desastre de trem transportando produtos químicos altamente tóxicos, libera no ar uma substância altamente nociva, causando pânico, caos e desespero na população local – o filme mostra as consequência de tais eventos, enquanto os protagonistas buscam abrigo.

Matilda – O Musical

Agora uma dica para os pequenos. Quem tem filho pequeno sabe o quanto é difícil entretê-los. Uma pedida boa na Netflix é este musical infantil sobre uma menininha genial, filha dos piores pais do mundo. A jovem sonhadora e dona de uma imaginação fértil tem como aliada a professora Miss Honey, mas precisa vencer o desafio de uma diretora severa e maligna em seu colégio, a diabólica Agatha Trunchbull. Se você achou esta história familiar, é porque ela é baseada no livro clássico de Roald Dahl – o mesmo de A Fantástica Fábrica de Chocolate e Convenção das Bruxas – e já havia sido levada ao cinema em 1996, num filme cult. Na nova versão, Emma Thompson é a vilanesca diretora, enquanto a querida professora ganha as formas de Lashana Lynch.

O Milagre

Voltamos para uma produção mirada aos adultos. Ao longo desta lista de dicas iremos alternar entre filmes para os mais velhos e os mais novos. Esse é o mais recente trabalho do chileno Sebastián Lelilo, que em pouco tempo colecionou sucessos de crítica como Glória (2013), Uma Mulher Fantástica (2017) e Desobediência (2017). O filme traz mais uma performance arrebatadora da jovem Florence Pugh, que vem se destacando a cada trabalho e temos certeza não irá demorar até a atriz ser nomeada ao Oscar. Alguns inclusive apostam que uma indicação para a moça sai por este filme, no qual interpreta uma enfermeira tentando desvendar um suposto milagre na Irlanda de 1862.

Pinóquio – de Guillermo del Toro

Mais um para as crianças. Este, no entanto, pode ser acompanhado pelos pais que tenham gosto por animações de qualidade e que utilizem a técnica do stop-motion. Por favor, não confundir com a versão da Disney protagonizada por Tom Hanks. Acontece que este ano foram lançadas duas produções com o mesmo tema, os chamados “filmes gêmeos”. A bola da vez foi o clássico da literatura infantil italiana Pinóquio. Enquanto a da Disney ficou na lista de piores do ano de muitos (e adapta sua animação da década de 1940 com atores de carne e osso), esta da Netflix, dirigida por Guillermo del Toro, apesar de ser uma animação, percorre uma narrativa mais realista (incluindo a guerra em sua trama) e sombria – típico das obras do cineasta.

O Enfermeiro da Noite

Realizando sua estreia no prestigiado Festival de Toronto em setembro deste ano, o thriller é estrelado pelos ruivos vencedores do Oscar Jessica Chastain e Eddie Redmayne (que muito bem poderiam ser irmãos na vida real, separados na maternidade). Baseado numa história real, que rendeu um documentário assustador, esta versão “fictícia” traz a dupla como enfermeiros em um hospital de Nova Jérsei. Ela, uma mãe solteira que precisa arrecadar dinheiro para uma cirurgia de coração, faz amizade com o novo funcionário do local (papel de Redmayne), um sujeito misterioso que já foi transferido de muitos hospitais nos EUA. Uma investigação policial sobre a morte de diversos pacientes começa a apontar para o sujeito como principal suspeito.

Wendell & Wild

Voltamos para os pequenos, mas aqui a pedida é para os que gostam de elementos de terror, mesmo que de mentirinha e bem leve. Para os pais e adultos, um atrativo maior, já que se trata de uma produção que traz a parceria de dois verdadeiros gênios. O longa em animação de stop-motion tem roteiro, produção e dublagem de Jordan Peele, enquanto na direção e roteiro um verdadeiro mestre das animações com um toque, digamos, mais assustador: Henry Selick. E se você não está ligando o nome à pessoa, ele é o diretor de filmes como O Estranho Mundo de Jack (1993), James e o Pêssego Gigante (1996) e Coraline e o Mundo Secreto (2009). Neste novo filme, uma menina tem uma experiência de quase morte, e ao voltar ao mundo dos vivos traz consigo uma ligação com dois demônios que começassem a perturba-la. Agora, com a ajuda de um freira em seu colégio, irá combate-los.

RRR – Revolta, Rebelião, Revolução

Essa é uma pedida para reunir a família para assistir. Embora seja uma produção com certo valor histórico real, o filme é criado num estilo puro de entretenimento escapista – e de quebra ainda passa mensagens dignas que rebatem o preconceito, a intolerância e enfatizam a bondade e a irmandade. Produção indiana que se tornou um dos grandes sucessos do ano, o longa começou a chamar muita atenção ao ir parar na Netflix, onde se tornou conhecida mundialmente. RRR tem de tudo um pouco, é um drama histórico, é uma comédia, um romance, uma aventura e acima de tudo, um filme de ação com efeitos especiais impressionantes, que realmente não ficam devendo nada para Hollywood – como o marketing do filme fez questão de enfatizar. E estamos aqui para dizer que não é conversa fiada. É ver para crer. Ah sim, sendo um filme indiano, não podemos esquecer os números musicais a la Bollywood.

Nada de Novo no Front

Agora sim, voltamos a um item apenas recomendado aos mais velhos. O item acima é um filme de drama histórico, mas utiliza muitas liberdades criativas, que o deixam com cara de blockbuster pipoca, que pode (e deve) ser consumido por crianças e adolescentes que queiram conhecer mais sobre o cinema de outros lugares do mundo, como a Índia, longe dos EUA. Já este aqui, uma produção alemã também muito badalada, explora os horrores da guerra pelos olhos de um jovem soldado alemão idealista, que se depara com a trágica realidade durante a Primeira Guerra Mundial. O drama também fez sua estreia durante o festival de Toronto este ano e desperta todos os radares para uma indicação ao Oscar de filme estrangeiro – e quem sabe outras categorias também.

Enola Holmes 2

Voltamos a uma produção para as crianças e adolescentes, ou seja, mais conhecido como “pais que querem deixar seus filhos entretidos durante 2 horas”. O primeiro Enola Holmes (2020) se mostrou um dos maiores sucessos originais da Netflix, ao apresentar as aventuras juvenis da irmã adolescente do maior detetive do mundo: Sherlock Holmes. É ele quem ficou com toda a fama, mas Enola não deseja viver para sempre na sombra do investigador de intelecto avantajado. Grande parte desse sucesso veio do charme e carisma da intérprete da personagem, a “menina de ouro” da Netflix, Millie Bobby Brown, a “Eleven” de Stranger Things. O sucesso de Brown foi tanto, que a empresa lhe deu seu próprio veículo para protagonizar, e com a badalação em torno dele, a sequência não demorou a chegar.

‘I Am the Night’: Série de suspense com Chris Pine ganha trailer; Assista!

A nova minissérie da TNT, ‘I Am the Night‘, estrelada por Chris Pine (‘Star Trek‘), ganhou o seu primeiro trailer.

Assista:

O primeiro episódio foi dirigido por Patty Jenkins (‘Mulher-Maravilha‘), que também comandará outros dois no decorrer da temporada.

Além de Pine, a atriz India Eisley também estrela a série.

Baseada em eventos reais, a série seguirá “A história de Fauna Hodel, que foi dada por sua mãe adolescente a um atendente de banheiro em um cassino de Nevada em 1949. Enquanto Fauna começa a investigar os segredos de seu passado, ela segue uma trilha sinistra que se aproxima cada vez mais de um infame ginecologista de Hollywood, Dr. George Hodel, um homem envolvido na mais obscura devassidão de Hollywood, e um suspeito no infame assassinato “Dália Negra” de Elizabeth Short em Los Angeles em 1947.”

Sam Sheridan escreveu todos os seis episódios, que foram baseados na autobiografia de Hodel.

I Am the Night‘ estreará na TNT em janeiro de 2019.

‘Among the Shadows’: Terror com Lindsay Lohan ganha clipe sangrento; Assista!

O terror ‘Among the Shadows‘, estrelado por Lindsay Lohan, ganhou um novo clipe.

Confira, com o trailer:

O filme é dirigido por Tiago Mesquita, com roteiro de Mark Morgan.

Na trama, uma detetive particular deve desvendar o assassinato de seu tio enquanto precisa manter em segredo o fato de ser descendente de uma linhagem de lobisomens.

Charlotte Beckett, Gianni Capaldi, Dominik Mada Reynald Bialès completam o elenco.

‘Irmandade’: Facção criminosa se forma no teaser da nova série da Netflix

A Netflix divulgou o primeiro teaser da sua nova série brasileira, intitulada ‘Irmandade‘.

Confira:

Uma advogada esforçada descobre que o seu irmão desaparecido está na cadeia há anos e é o líder de uma ascendente facção criminosa. A trama levará os espectadores a testemunharem como funciona a organização.

Estrelada pelo Seu Jorge, a primeira temporada já está disponível na Netflix!

Documentário sobre o astrólogo Walter Mercado já está disponível na Netflix

O documentário ‘Ligue Djá: O Lendário Walter Mercado‘, que desvenda a vida do lendário astrólogo, estreou na Netflix.

Confira o teaser:

Ele explodiu nos anos 90 e 2000 e depois simplesmente DESAPARECEU no auge da fama. E agora você vai entender o porquê. Conheça a história do astrólogo Walter Mercado, que fez sucesso com seu estilo extravagante, chegando a atrair 120 milhões de espectadores no auge da fama. Ligue djá!

‘Manifest’: Confira os 5 primeiros minutos da 3ª temporada!

Durante o painel virtual da Comic-Con, foi divulgado um novo clipe da 3ª temporada de ‘Manifest‘, revelando os cinco primeiros minutos do próximo ciclo.

Confira (a partir de 9:48), com o trailer completo:

O próximo ciclo irá estrear no dia 1º de abril.

Vale lembrar que as duas primeiras temporadas já estão disponíveis na GloboPlay!

Criada por Jeff Rake (‘Os Mistérios de Laura‘), a série é inspirada no desaparecimento do vôo 370 da Malaysia Airlines, em 2014.

Na trama, o voo 828 desaparece do radar e retorna cinco anos depois, quando o mesmo já tinha sido considerado perdido no fundo do mar. O tempo não passou para os passageiros do avião, enquanto que para seus familiares foram os piores anos de suas vidas. A série irá acompanhar a vida pessoal destes passageiros, assim como o mistério que os envolvem.

O elenco conta com Josh Dallas, Melissa Roxburgh, Athena Karkanis, J.R. Ramirez, Luna Blaise, Jack Messina e Parveen Kaur.

‘Casa Gucci’: Lady Gaga faz ameaça em novo clipe do longa; Confira!

A MGM divulgou um novo clipe do aguardado ‘Casa Gucci‘, destacando a impressionante atuação da Lady Gaga (‘Nasce uma Estrela’).

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Ridley Scott (‘Perdido em Marte’) entra como diretor

Casa Gucci‘ é inspirada na chocante história real do império da família por trás da italiana casa de moda Gucci. Abrangendo três décadas de amor, traição, decadência, vingança e em última instância, assassinato, vemos o que um nome significa, o que vale e quão longe uma família para se manter no controle.

Adam Driver, Jeremy IronsJared LetoAl PacinoSalma Hayek, Jack Huston e Reeve Carney também estrelam.

A trama é adaptada do romance de não-ficção ‘The House of Gucci: A Sensational Story of Murder Madness, Glamour, and Greed’.

‘Justiceiras’: Maya Hawke e Camila Mendes buscam vingança no teaser da comédia

Netflix divulgou o primeiro teaser de ‘Justiceiras‘ (Do Revenge), nova comédia estrelada por Maya Hawke (‘Stranger Things’) e Camila Mendes (‘Riverdale’).

Confira:

O longa será lançado na plataforma no dia 16 de setembro.

A produção é dirigida por Jennifer Kaytin Robinson, que também assina o roteiro ao lado de Celeste Ballard.

Depois de um encontro clandestino, Drea (Mendes) e Eleanor (Hawke) unem forças para se vingar contra valentões que a atormentam. ‘Justiceiras’ é uma comédia ácida com toques de Hitchcock que traz as protagonistas mais assustadoras de todos os tempos: adolescentes.

Austin Abrams, Rish Shah, Talia Ryder, Ava Capri, Jonathan Daviss, Maia Reficco, Paris Berelc, Alisha Boe e Sophie Turner completam o elenco.

Este HaimAmanda Yamate ficam responsáveis pela trilha sonora.

Impérios irão cair no teaser INTENSO da 2ª temporada de ‘Foundation’; Confira!

Apple TV+ divulgou o novo teaser da 2ª temporada de ‘Foundation‘, série sci-fi baseada nos romances do lendário Isaac Asimov.

Confira:

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 14 de julho.

David S. GoyerJosh Friedman são os criadores da produção.

A trama gira em torno de um grupo de exilados que parte em uma jornada monumental para salvar a humanidade e reconstruir a civilização após a queda do Império Galáctico.

O elenco é formado por Jared HarrisLee PaceLou LlobellLeah HarveyLaura BirnTerrence MannCassian Bilton.

‘Imaginário’: Novo terror da Blumhouse decepciona em estreia nas bilheterias dos EUA

Parece que a Blumhouse está em uma maré de azar! Após a recepção morna de ‘Mergulho Profundo‘, seu mais novo lançamento, o terror ‘Imaginário: Brinquedo Diabólico‘, também teve uma estreia decepcionante nas bilheterias dos EUA.

O longa arrecadou US$ 9.3 milhões no território norte-americano. Apesar de estrear no TOP 3 das maiores bilheterias do final de semana, a produção parece ter falhado em causar uma boa impressão nos espectadores.

O resultado ficou abaixo das projeções iniciais, que indicavam uma estreia em torno de US$ 10-14 milhões no país.

Além disso, o terror recebeu uma nota C+ do público no CinemaSCore, que é considerada baixa para até mesmo para o gênero, e desagradou os críticos, alcançando apenas 32% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Felizmente, a produção não deve resultar em um fracasso para o estúdio. Com orçamento de apenas US$ 10 milhões, o longa deve recuperar o seu investimento – ainda que isso esteja longe de justificar o desenvolvimento de uma sequência.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O terror chega dia 14 de março aos cinemas brasileiros.

DeWanda Wise (‘Jurassic World: Domínio’) estrela a produção.

“Jessica retorna para a casa de sua infância com sua família. Logo, sua filha mais jovem, Alice, começa a ficar apegada a um ursinho de pelúcia, chamado Chauncey, que ela encontra no porão. Apesar da interação parecer divertida, a situação não demora muito para se tornar sinistra. Enquanto o comportamento da Alice se torna cada vez mais preocupante, Jessica percebe que o ursinho é muito mais do que um brinquedo inocente…”

Jeff Wadlow (‘Cry Wolf: O Jogo da Mentira’) fica responsável pela direção.

O roteiro é assinado por Wadlow, Greg Erb, Jason Oremland e Bryce McGuire.

Casamento é destaque no trailer da 6ª temporada de ‘Virgin River’; Confira!

A Netflix divulgou o trailer completo da 6ª temporada da aclamada adaptação de ‘Virgin River‘.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O próximo ciclo será lançado na plataforma no dia 19 de dezembro.

Vale lembrar que a série já foi renovada para a 7ª temporada, que contará com 10 episódios. Com a renovação, a série se tornou o drama de língua inglesa mais duradouro da história do serviço de streaming, superando clássicos da plataforma como ‘House of Cards‘ e ‘The Crown‘ – ambas finalizadas com seis temporadas.

A produção só fica atrás de ‘Elite‘, que durou oito temporadas. No entanto, a adaptação dos romances de Robyn Carr ainda ganha se considerarmos a quantidade de episódios (64 vs. 74 capítulos).

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A série é uma adaptação da saga de livros da autora Robyn Carr, que conta com 20 volumes, cujo título do primeiro é exatamente o nome da cidade onde a trama se passa.

A produção acompanha Melinda, uma enfermeira que decide abandonar sua vida na cidade grande para tentar se redescobrir no pequeno município de Virgin River. Lá, além de tentar esquecer dos erros do passado, ela vai acabar descobrindo um novo amor em sua vida.

A produção é estrelada por Martin Henderson, Alexandra Breckenridge, Annette O’Toole e Tim Matheson.

‘Silvio Santos Vem Aí’ no trailer da nova cinebiografia estrelada pelo Leandro Hassum; Confira!

A Paris Filmes divulgou o primeiro trailer de ‘Silvio Santos Vem Aí‘, cinebiografia estrelada por Leandro Hassum (‘Até que a Sorte nos Separe’).

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 20 de novembro.

Cris D’Amato é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Paulo Cursino.

Em 1989, Silvio Santos surpreende o país ao se candidatar à presidência. A jornalista Marília é designada para investigar sua vida e prever possíveis ataques dos adversários. Embora seja um ícone da TV, Silvio mantém sua vida pessoal reservada. O convívio entre Silvio e Marília gera embates e descobertas, e, a partir desse encontro, ambos sairão transformados.

Manu Gavassi interpreta Marília, publicitária que vai trabalhar com Silvio. Embora no princípio ela fique desconfiada, aos poucos vai sendo conquistada pelo carisma do apresentador. Regiane Alves também está no elenco principal, no papel de Íris Abravanel.

‘Rio de Sangue’: Suspense policial com Giovanna Antonelli ganha data de estreia em streaming

O Disney+ finalmente anunciou quando ‘Rio de Sangue‘, suspense policial estrelado pela Giovanna Antonelli, será lançado em sua plataforma.

O longa chegará ao serviço de streaming no dia 5 de junho.

A história acompanha a policial Patrícia Trindade, que é afastada da corporação após uma operação fracassada e passa a ser jurada de morte pelo alto escalão do narcotráfico. Mesmo assim, ela se vê obrigada a enfrentar o crime organizado em pleno território amazônico para salvar a própria filha, Luiza, uma médica humanitária que é sequestrada por garimpeiros.

Crítica | Giovanna Antonelli e Alice Wegmann enfrentam garimpeiros impiedosos no sólido suspense de ação ‘Rio de Sangue’

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O suspense, ambientado na Amazônia, tem direção de Gustavo Bonafé e promete uma narrativa intensa e cheia de tensão.

O elenco conta ainda com Felipe Simas, Antônio Calloni, Sérgio Menezes, Fidélis Baniwa e Ravel Andrade, ao lado de Antonelli e Wegmann.

Nathalie Emmanuel fala sobre cena de nudez em ‘Game of Thrones’

A atriz Nathalie Emmanuel, a Missandei de ‘Game of Thrones‘, fez a sua primeira cena de nudez neste domingo, no segundo episódio da sexta temporada da produção.

E para a atriz, o momento possui um valor bem especial dentro da trama, considerando as limitações físicas e traumatizantes do personagem Verme.

Em entrevista ao site da Entertainment Weekly, ela compartilhou a experiência:

“Nós temos acompanhado os dois, vimos o interesse mútuo existente, vimos eles tentando se expressar, mas até então não havíamos visto eles dizerem como se sentem. Esse momento é o clímax e o ato físico de tudo isso. E existe uma sensação única em torno de toda essa cena, principalmente considerando seu histórico de mutilação. Há um confiança real aqui e ela se expressa de uma forma adorável e sensível neste momento em que eles expressam seu amor fisicamente”.

Nathalie também falou sobre a simbologia da cena:

“É um passo muito grande para ele e a Missandei sabe disso e não liga para sua limitações. Ela simplesmente o ama, o que permite que essa intimidade presenciada pela audiência aflore entre ambos. Normalmente ela é sempre tão séria e cheia de compostura, então é realmente incrível e divertido vê-la vulnerável, mostrando um lado mais humano e sensível”.

Confira, com a sinopse e a prévia do terceiro episódio, que será exibido no próximo domingo:

A Justiça da Rainha (The queen’s justice) – 3º episódio – 30 de julho
Daenerys (Emilia Clarke) realiza uma reunião de tribunal. Cersei (Lena Headey) devolve um presente. Jaime (Nikolaj Coster-Waldau) aprende com seus erros.

‘Bond 25’: Novo 007 confirma Danny Boyle na direção e ganha data de estreia

A produção de ‘Bond 25‘ está caminhando em ritmo célere, com as mais recentes novidades. Segundo o Deadline, a sequência confirmou a presença do cineasta Danny Boyle na direção, com John Hodge sendo o responsável pelo roteiro.

Daniel Craig também retorna no papel de James Bond.

A Annapurna ficará a cargo dos direitos de distribuição do filme nos EUA, ao lado da MGM. Já a Universal Pictures fica como a detentora dos diretos internacionais.

Como de costume, ‘Bond 25‘ terá sua estreia primeiramente no Reino Unido, em 25 de outubro de 2019. O lançamento nos Estados Unidos acontecerá na semana seguinte, em 08 de novembro.

A expectativa é que as filmagens comecem em 03 de dezembro deste ano.

 

‘Chernobyl’: Minissérie da HBO sobre desastre nuclear ganha novo e intenso trailer; Assista!

A nova minissérie da HBO, ‘Chernobyl‘, ganhou um novo e intenso trailer, que explora o emblemático desastre nuclear ocorrido nos anos 80.

Confira:

A primeira temporada irá estrear no dia 6 de maio.

A série conta a história do desastre nuclear de 1986 – uma das maiores catástrofes causadas pelo homem – e os sacrifícios feitos para salvar a Europa de consequências inimagináveis.

O elenco inclui Jared Harris, Stellan Skarsgård, Joshua Leese e Emily Watson.

‘Coringa’ ganha data de estreia na HBO

Após uma grandiosa jornada de sucesso nos cinemas e na temporada de premiações, o filme solo do vilão ‘Coringa‘ finalmente ganhou data de estreia na plataforma da HBO.

A produção será lançada no canal no dia 16 de maio, conforme anunciado em um novo que traz as principais estreias da emissora ao longo do mês que se aproxima.

Confira:

Assista algumas cenas excluídas:

 

Assista à nossa crítica do filme:

 

 

‘Hungry’: Demi Lovato vai estrelar comédia sobre distúrbios alimentares

A série de comédia sobre distúrbios alimentares, intitulada ‘Hungry‘, estrelada por Demi Lovato, ganhou sinal verde pela emissora NBC, para a produção de um episódio piloto. A informação foi revela pelo The Hollywood Reporter.

Além de estrelar, Lovato também assume a função de produtora executiva do projeto, ao lado de Sean Hayes, Todd Milliner, Scooter Braun, Scott Manson e James Shin.

A roteirista de ‘Will & Grace‘ e ‘No Calor de Cleveland‘, Suzanne Martin, assinará o roteiro da série.

Hazy Mill e SB Projects (desenvolvida por Scooter Braun, produtor de Lovato) estão à frente do desenvolvimento do projeto, em associação à Universal Television.

Mais novidades serão divulgadas em breve.

Crítica | Ficção Americana: Comédia vencedora do Oscar é uma ácida crítica aos estereótipos negros em Hollywood

Cercado pelas ironias e incoerências da vida, Monk é o extrato de um tempo estranho. Vivendo em um hiato temporal onde nunca se produziram tantas “histórias negras”, ele é o que talvez jamais teríamos coragem de verbalizar publicamente. Rancoroso por ser bom demais para uma sociedade culturalmente apaziguada pela produção de estereótipos, ele é o retrato de uma comunidade cansada. É negro, mas não vive da cor de sua pele. Tem suas próprias memórias, mas nenhuma delas condiz com a visão do establishment sobre o pobre bandido que leva uma “thug life”. Culto, inteligente até demais e ávido por ser ouvido, ele se vê preso em suas próprias raízes raciais. E quanto mais tenta fugir delas, mais ele perceberá que é prisioneiro de um sistema que busca representatividade – desde que ela se conforme à torre de mármore do status quo.

Nessa confusão quase existencial, em que Monk é um escritor sem voz ativa, o também professor universitário se vê diante de uma repentina ascensão ao estrelato, ao escrever um romance bem gueto sobre experiências irreais, mas comumente associadas a negros (como pais ausentes, famílias desestruturadas e criminalidade correndo solta). E o que era para ser um mero escárnio para a indústria literária – que só valoriza histórias negras quando excessivamente estereotipadas, acaba se tornando um imenso sucesso de público e crítica. Frente a frente com aquilo que ele mais despreza, ele agora tentará confrontar um sistema errático, enquanto busca provar que sua mais nova obra literária, escrita sob um fantasioso pseudônimo, é de fato uma ofensa a um povo inteiro.

Ficção Americana é irônico logo em seu título. Instigante, ele levanta em nós uma série de questionamentos. Estaríamos mesmo diante de um conto fictício, ou de fato vivemos em um espectro alternativo onde histórias negras e tantas outras são meramente reduzidas a estereótipos? Seria esse reducionismo uma espécie de prisão com barras de ouro, regida por um arquipélago de ‘aliados’ cujo famoso lema é “seja negro, mas o negro que eu determinar”? Essas e tantas outras indagações saltam à mente ao longo de quase duas horas de filme. E nessa jornada tão reflexiva, não passamos ilesos sem desconforto. O cineasta Cord Jefferson estreia na direção e no roteiro afoito para nos levar a um outro lugar, um espaço-tempo onde nos conformamos menos e passamos a questionar mais.

E assim, ele adapta Ficção Americana com brilhantismo, agregando ao argumento do filme suas próprias experiências como um homem negro tentando vencer na indústria cinematográfica. Nos tomando em direção a uma jornada metalinguística, as estruturas de poder de Hollywood são colocadas sob as lentes microscópicas de um cineasta novato e ousado, que não tem medo de cutucar algumas feridas abertas, à medida em que convida a todos para uma conversa honesta sobre o tipo de arte que tem sido produzida atualmente. Com Jeffrey Wright como seu peculiar cavaleiro alado, ele enfrenta salas inteiras de executivos de estúdios, mesas de roteiristas e gabinetes de criação com uma narrativa afiada, precisa e intrigante. E, acima de tudo…profundamente engraçada.

E muito desse humor é mérito de Wright, um artesão da atuação que talha cada personagem à sua maneira. Sempre impecável em tudo aquilo que faz, o astro finalmente ganha seu momento de glória com uma digna indicação ao Oscar, que reflete a maestria de sua habilidade em transitar entre o drama e a comédia. Correndo o risco de ser ardiloso e áspero demais – tamanha sua revolta e frustração -, ele consegue sustentar o carisma de Monk facilmente, nos lembrando que, ao final do dia, ele representa alguns dos pensamentos mais justos de homens e mulheres negros cansados de serem meros tropos narrativos que apenas preenchem tabelas de Excel sobre representatividade.

Ao seu lado, Sterling K. Brown reitera seu enorme talento camaleônico como o irmão mais novo, um médico marcado por um estilo de vida errático e exagerado. E cercado por outros personagens de apoio que ajudam a sustentar os dilemas pessoais e profissionais de Monk, Wright faz de Ficção Americana um experimento único sobre si mesmo, conforme revela novas camadas de seu talento e versatilidade artísticos, ao assumir uma comédia que flerta com o sombrio, mas se entrega a um formato semelhante ao de Alexander Payne. E assim, em pouco menos de duas horas de filme, Jefferson mostra toda sua força como um storyteller, nos embalando em uma crise existencial deliciosa demais para não nos fazer rir.

E permanecendo sempre entre o drama e a comédia, a adaptação do livro ‘Erasure’, de Percival Everett, é uma exímia análise da arte contemporânea em sua plenitude. Muito mais do que ponderar sobre os maneirismos e clichês reciclados da literatura afroamericana, o longa estende essa reflexão para o cinema, quebrando a quarta parede indiretamente, nos encarando nos olhos com seu roteiro e nos confrontando a respeito de talvez sermos ou não parte desse problema. Ácido e irônico em sua abordagem, Jefferson mantém o longa sempre leve e suave, a ponto de alguns até sugerirem uma falta de profundidade na trama. Mas não se iluda. As camadas mais densas de Ficção Americana são como tesouros, apenas verdadeiramente encontrados por aqueles investidos demais, dispostos a encarar o roteiro não como uma alegoria, mas um retrato fiel de uma era tão culturalmente confusa.

Crítica | Marcel, a Concha de Sapatos – Ótima animação da A24 indicada ao Oscar ganha data de estreia no Prime Video

Sensação nos Estados Unidos desde a primeira apresentação no festival South by Southwest (SXSW) em março de 2022, Marcel, a Concha de Sapatos (Marcel the Shell With the Shoes On) conquistou corações durante o ano passado e uma nomeação de Melhor Animação ao Oscar 2023, e finalmente vai ser lançado no Brasil.

Com passagem por diversos festivais, o primeiro filme da técnica stop-motion da A24 chega no Prime Video dia 13 de Novembro.

Baseado no curta-metragem do personagem Marcel, que viralizou em 2010 no YouTube, o filme parecia condicionado ao público do primeiro sucesso, mas a profundidade do tema abordado e a personalidade dada a pequena concha é tão tocante como qualquer drama de Paul Thomas Anderson ou Steven Spielberg

Exageros à parte, a narrativa criada pelo trio Dean Fleischer-Camp, Jenny Slate e Nick Paley é adorável. Em forma de um falso documentário, o narrador do longa (Dean Fleischer-Camp) convence Marcel (voz de Jenny Slate) a contar a sua história para a câmera. Com uma língua afiada e uma desconfiança legítima, Marcel conquista o público nos primeiros minutos. Depois de apresentar sua casa e a sua avó Connie (voz de Isabella Rossellini), é impossível não ficarmos fascinado pelo seu modo de vida. 

Quantas vezes já nos questionamos sobre a existência de uma concha? Depois dos quatro anos de idade, talvez a resposta seja zero. A originalidade de Marcel, a Concha de Sapatos é exatamente esta, um personagem inesperado e encantador, capaz de nos ensinar sobre a magia das pequenas coisas deste mundo, melhor que alguns filósofos e professores.

Tal como uma criança inocente  — porém corajosa  —, Marcel aceita a ajuda do documentarista para lançar-se na internet em busca de parceiros para encontrar sua família. A partir desse apelo, ele faz reflexões sobre a vida em comunidade e a miséria dos sentimentos humanos. De maneira cândida e despretensiosa, o personagem questiona porque as pessoas vão tirar foto em frente à sua casa, mas não reagem a seu pedido de auxílio.

Na mesma toada, Marcel apresenta a sua preocupação com a idade avançada de sua avó, a única família ao seu lado. Sua inquietação com ela é apresentada de forma tão verídica que é fácil deixar escorrer lágrimas dos olhos junto com essa concha de um centímetro, que percorre os corredores da casa dentro de uma bola de tênis.

Se até aqui apenas os aspectos do roteiro foram colocados em evidência, não é por falta de deslumbre visual. Em um misto de live action com stop-motion, Marcel, a Concha de Sapatos apresenta cenas belíssimas de extrema destreza da técnica aplicada, uma vez que a ação desenvolve-se em uma casa em tamanho real. Ou seja, o encanto é muito mais tocante do que se todo o cenário fosse desenvolvido na estética da animação.

Os motivos da separação de Marcel de sua família são reais e, é possível acreditar na sua história, tanto quanto na sua presença em todos os cômodos da casa. Os detalhes imaginados pelos criadores são de um primor poucas vezes encontrado em um filme de orçamento limitado. É impossível assistir Marcel, a Concha de Sapatos sem se sensibilizar com a sua provocação. A grande temática da obra não são os contratempos de Marcel, mas como as separações, sejam temporárias, sejam permanentes, partem pedaços de nós e sempre nos transformam.  

‘7 Dias em Entebbe’: Críticos internacionais massacram novo filme de José Padilha

O novo filme em idioma estrangeiro do diretor brasileiro José Padilha (‘Tropa de Elite’, Robocop’) não teve uma boa recepção por conta da crítica especializada. De acordo com o site Rotten Tomatoes, ‘7 Dias em Entebbe’ tem apenas 17% de aprovação, com 12 críticas, sendo 10 negativas. Confira alguns exemplos:

IndieWire:

“Nós ficamos bem onde começamos e com nada para mostrar senão um relato fugaz de que a paz é impossível sem negociação. É uma lição que a história não nos ensinou, filtrada por um filme que não entende o porquê”

Film Inquiry

“Pode não parecer que os passageiros da Air France passaram sete dias como reféns, mas certamente parece que sete dias se passaram enquanto estava sentado assistindo esse filme”

Guardian:

“‘Surpresa e velocidade é a chave’, alguém comentou isso em algum ponto do filme; A única surpresa aqui é a inexperiência e a falta de surpresa que este projeto acabou sendo”

Hollywood Reporter

“Uma semana desinteressaste”

Apesar disso, também houveram algumas críticas positivas, principalmente para o trabalho de Padilha:

TheWrap

“A tarefa do diretor José Padilha foi simples: encontrar algo novo a dizer sobre o resgate aéreo mais famoso dos anos 1970. Para esse fim, ele é bem sucedido em seu objetivo, mesmo que o projeto em si mesmo nunca decole”

Diamond Films irá distribuir ‘7 Dias em Entebbe’ no Brasil. O filme chega aos cinemas ainda no primeiro semestre de 2018.

A trama é centrada no sequestro e no resgate dos passageiros do Voo 139 da Air France, que viajava de Tel Aviv para Paris, em 1976. Com apenas uma semana para cumprir os ultimatos dos terroristas, Israel deve tomar uma decisão crítica: negociar com eles ou fazer uma tentativa de resgate impossível.

O elenco conta com Rosamund Pike, Daniel Brühl e Eddie Marsan. A montagem fica por conta de Daniel Rezende (diretor de ‘Bingo – O Rei das Manhãs’) e a trilha sonora de Rodrigo Amarante, integrante da banda Los Hermanos. Gregory Burke escreve o roteiro.

A première mundial foi na 68º edição do Festival de Cinema de Berlim, que aconteceu entre 15 e 25 de fevereiro de 2018, e deve estrear nos Estados Unidos em 16 de março.

‘Slender Man’: Rede de cinema dos EUA se recusa a exibir o filme de terror

Polêmica! Segundo o ComicBook, uma rede de cinemas dos EUA decidiu por não exibir o terror ‘Slender Man: Pesadelo Sem Rosto’, que estreia por lá na próxima sexta (10).

O site afirma que todas as salas da rede Marcus Theatre, em Winsconsin, não exibirão o novo filme da Sony para não remeter aos eventos trágicos no qual o longa é levemente inspirado.

Vale lembrar que duas garotas de 12 anos mataram uma colega da escola e culparam a lenda urbana da internet como “mandante” do assassinato.

Sony Pictures divulgou um novo trailer perturbador do terror ‘Slender Man: Pesadelo Sem Rosto’, além disso, o filme ganhou uma nova data de estreia nos EUA: 10 de agosto de 2018.

As protagonistas são as jovens Joey King, de ‘Invocação do Mal‘, e Annalise Basso, de ‘Ouija: Origem do Mal’. Além delas, estão confirmados Jaz Sinclair (‘When The Bough Breaks’) e Talitha Bateman (‘Annabelle 2’).

A Screen Gems é responsável por grandes filmes de terror, como ‘O Exorcismo de Emily Rose‘, ‘O Albergue‘, ‘Anjos da Noite‘ e ‘Resident Evil‘.

O pouco conhecido David Byrke escreveu o roteiro.

A estreia de ‘Slender Man: Pesadelo Sem Rosto’ no Brasil foi marcada para 23 de agosto de 2018, porém, existe a possibilidade de também ser adiantada.

10 curiosidades de ‘O Rei Leão’, o remake mais polêmico da Disney

Lançado em 2019, o remake de O Rei Leão foi um ponto polêmico da Disney nesse projeto de refazer seus clássicos animados para os cinemas. Até então, parte do público ainda tinha boa vontade com os novos filmes, mas diante da decepção que esse longa se tornou, começou um movimento contra esse tipo de remake.

Fazer esse filme era o grande sonho do diretor Jon Favreau, que abandonou a franquia Homem de Ferro para embarcar na direção de Mogli – O Menino Lobo (2016) só para provar para os executivos da Disney que era viável fazer uma adaptação realista de O Rei Leão. Dentre polêmicas e situações curiosas, o filme tem uma série de curiosidades de bastidores. Pensando nisso, o CinePOP escolheu 10 que você talvez não conheça. Confira!

Debate

Na época do lançamento, o filme gerou um debate desproporcional sobre poder chamar essa adaptação de Live Action ou não. Isso porque o longa é 99% feito em CGI, a famosa computação gráfica, o que o aproximaria mais de uma animação muito tecnológica do que um filme Live Action, já que não conta com atores ou cenários reais.

Paisagem

Na verdade, o filme conta com apenas um cenário de verdade que aparece por exatamente uma cena. O diretor Jon Favreau revelou em suas redes sociais que usou uma paisagem real africana durante a sequência de abertura do filme. Segundo ele, foi uma pegadinha para ver se os fãs perceberiam a diferença entre a vida real e a computação gráfica.

Passagem de bastão

Segundo o diretor, a escolha por trazer novamente James Earl Jones para o papel de Mufasa foi uma opção sua. Ele queria que a presença e o talento do ator significassem uma passagem de bastão do filme dos anos 90 para a versão atual.

Cantoria

Fanático pela animação, o ator Donald Glover, que faz o Simba, dispensou o tempo dado para decorar as músicas. Ele assistiu tanto a animação que já havia memorizado todas as canções há anos. Por outro lado, quem penou nessa questão musical foi Seth Rogen, que faz o Pumba. Segundo o próprio, seu preparador vocal, Pharrell Williams, só faltou bater a cabeça na parede para tentar fazê-lo encontrar sua voz de cantoria.

Perfeito

Durante as entrevistas promocionais do filme, o ator Seth Rogen disse que não se acha a melhor escolha do mundo para alguns dos papéis para os quais foi escalado. No entanto, para ele, viver o Pumba, um javali peidão, era o papel perfeito para ele.

Sem teste

Se o Pumba foi perfeito para Rogen, o Timão sequer precisou testar atores para ganhar vida nas telonas. Jon Favreau era fã de Billy Eichner e conversou com o agente do ator para saber se ele toparia viver o suricato nos cinemas. A resposta foi um “sim!” imediato.

Disputado

A primeira escolha para viver o vilão Scar era o britânico Benedict Cumberbatch, mas ele recusou por conflitos de agenda. Idris Elba, que havia feito o tigre Shere Khan, em Mogli – O Menino Lobo (2016) também foi considerado para o papel, mas não foi uma escolha levada adiante. Jeremy Irons também se ofereceu para reprisar a atuação. No entanto, a escolha final foi Chiwetel Ejiofor.

Realismo

A proposta de Favreau era atingir um nível de fotorrealismo revolucionário no filme. Para isso, ele inseriu mais de 86 espécies diferentes de animais na aventura, alterou o design das hienas e mudou os olhos do bebê Simba para azul, deixando-o mais “biologicamente correto”.

Versão brasileira

No Brasil, o filme passou por uma polêmica enorme. A dublagem de Simba e Nala ficou a cargo de Ícaro Silva e da cantora Iza. Como nenhum dos dois era profissional da dublagem, o primeiro contato do público com o trailer causou reações extremamente negativas.

Sucesso?

O filme foi um sucesso comercial fora do comum. Ele arrecadou mais 1,66 bilhão de dólares, ficando com a segunda maior bilheteria do ano. Na ocasião, ficou atrás apenas de Vingadores: Ultimato, que fez quase US$ 2,8 bilhões. No entanto, o filme foi mal nas críticas, com a maioria apontando o excesso de realismo como um defeito, porque tirou completamente as emoções dos personagens. No agregador de críticas Rotten Tomatoes, O Rei Leão amarga apenas 52% de aprovação.

O Rei Leão está disponível no Disney+

Crítica | Vai Ter Troco – Evelyn Castro BRILHA ao lado de Nanny People em Comédia Nacional

Brasileiro adora uma comédia, afinal, rir é o melhor remédio para aguentar o dia a dia. E quando a realidade está difícil de suportar, são os filmes de comédia que conseguem aliviar a angústia das pessoas, inclusive por muitas vezes retratarem nas suas tramas aspectos da realidade vivida pelo cidadão trabalhador brasileiro – e que são bem comuns ao cotidiano de pessoas em outras partes do mundo. Disso se trata a universalidade de um determinado tema. Surfando nessa pegada, estreia nessa semana nos cinemas nacionais a comédia de riso fácil ‘Vai Ter Troco’.

Há três meses que os salários de Tonha (Evelyn Castro), Zildete (Nanny People, bastante diferente na caracterização), e Nivaldo (Edmilson Filho), está atrasado. Por outro lado, a vida anda às mil maravilhas às vésperas do noivado de Miranda (Giovanna Grigio), na mansão do casal Sarita (Miá Mello) e Afonso (Marcos Veras). No momento em que chega o pai do noivo, que é deputado, a polícia federal aparece no recinto e prende os dois. Isso acaba mudando a rotina da família completamente, que, do luxo, se vê totalmente sem recursos, com seus bens bloqueados. Num ato de revolta, os funcionários da casa decidem dar um basta na situação e forçar a família a vender parte de seus pertences para conseguir dinheiro para pagar os salários atrasados. Só que para que isso aconteça o grupo irá se meter em diversas confusões.

O cenário luxuoso de uma mansão em São Paulo abriga uma das histórias mais comuns desde a revolução industrial: o embate empregados versus patrões. No contraste dos dois núcleos ganha destaque, obviamente, o núcleo das pessoas simples que precisam se virar nos trinta pra pagar os boletos. A química entre Evelyn Castro e Nanny People garante as risadas em praticamente todas as cenas das duas juntas. Com seu jeito espontâneo e um tanto explosivo, Evelyn brilha, carregando para si o protagonismo do filme, mostrando que é uma atriz versátil pronta para assumir todo tipo de papel. O elenco traz ainda participações especiais do cantor Falcão e de Ludmilla, em mais uma aparição nos cinemas, com direito a fala e tudo.

Partindo de uma história bem da realidade brasileira – a questão da corrupção, do desvio de verba pública, e como isso afeta a vida do cidadão comum – o roteiro de Juliana Araripe, Otávio Martins e Marcio Castro traz diversas cenas cômicas que isoladamente funcionariam como uma esquete de humor. Assim, na hora da montagem, o filme de  Mauricio Eça às vezes escorrega sem conseguir costurar uma sequência lógica entre uma cena e outra, deixando a edição solta por alguns segundos a mais (por exemplo, na cena em que Sarita e Afonso estão conversando e, depois, Sarita fica mais uns dez segundos em cena aleatoriamente cantando uma música, se balançando no jardim, sem que isso tenha qualquer interferência na trama). Por outro lado, as cenas de comédia que funcionam, funcionam e muito.

Vai Ter Troco’ é um alívio para o fim do dia do trabalhador que pega transporte público e quer se ver representado (e vingado) nas telonas. Uma comédia fácil, para rir alto e descansar dos boletos do mês.

Neil Gaiman não irá trabalhar mais como showrunner depois de ‘Good Omens’

Após a estreia da nova série ‘Good Omens’Neil Gaiman irá oficialmente se aposentar – ao menos como showrunner.

Conforme as gravações da primeira temporada da série se encerram, o famoso e aclamado autor respondeu a um de seus fãs no Twitter ontem, 15, revelando que o show em questão será seu último com o título supracitado.


A  primeira temporada de ‘Good Omens‘, que vai contar com seis episódios, estreia dia 31 de maio na Prime Video.

Confira o trailer:

A história de humor negro é ambientada nos dias atuais, e gira em torno de um anjo sensível, Aziraphale, e o demônio carismático, Crowley, enquanto eles juntam forças para impedir o apocalipse. O motivo? Porque eles acabaram gostando das experiências humanas.

Com direção de Douglas Mackinnon, o elenco inclui David Tennant, Michael Sheen, Jon HammMiranda RichardsonBenedict Cumbarbatch.

‘O Exterminador do Futuro 6’ será a última história de Sarah Connor

Em entrevista ao site Fandango, o diretor Tim Miller comentou que ‘O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio’ será o capítulo conclusivo da saga de Sarah Connor.

“Eu sempre encarei [o filme] como uma exploração das consequências das escolhas que ela faz”, ele explicou. “E esse longa tem o aspecto da viagem no tempo, claro, mas todos nós meio que enfrentamos os mesmos problemas quando fazemos decisões que terão grandes consequências no futuro”.

Ele acrescentou que “acho que esse filme será sobre Sarah examinar as implicações dessas decisões”.

Dirigido por Tim Miller (‘Deadpool‘), o longa terá produção de James Cameron, sendo este o primeiro filme da franquia com seu envolvimento desde ‘O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final‘.

Detalhes sobre a trama estão sendo mantidos em segredo, mas o roteiro vai ignorar as últimas sequências e continuar a partir do segundo filme, com uma nova cronologia. Espera-se, também, que este seja o início de uma nova trilogia.

O elenco conta com Linda Hamilton, Mackenzie Davis, Natalia Reyes, Gabriel Luna, Arnold Schwarzenegger e Diego Boneta.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 31 de outubro.

‘Zumbilândia’: Primeira versão do roteiro trazia aparições de Kevin Bacon e Jean-Claude Van Damme

Recentemente, os roteiristas Rhett Reese Paul Wernick vinham revelando alguns detalhes da produção de ‘Zumbilândia’, postando páginas das primeiras versões do roteiro no Twitter que traziam aparições bastante interessantes – e que nunca entraram para o corte final.

Além de Patrick Swayze, a dupla compartilhou algumas novas páginas que trariam Kevin BaconJean-Claude Van Damme para as telonas.

Confira:

Recentemente, o diretor Ruben Fleischer revelou ao The Hollywood Reporter que a saga pode ganhar um filme derivado

Fleischer disse que vê muito potencial em um filme independente estrelando Madison, a loira estereotipada interpretada por Zoey Deutch em ‘Zumbilândia 2’, que fez grande sucesso com o público.

“Eu adoraria fazer um filme independente sobre a Madison… A história só precisa ser escrita. Seria divertido descobrir se iria funcionar. Pensei até na cena pós-crédito. Veríamos Madison e Berkeley (Avan Jogia) na Babilônia passando por uma barra juntos.”

Além disso, já se especula a respeito de um terceiro capítulo, que marcaria o encerramento da franquia.

“Há muito tempo atrás, Emma sugeriu a ideia de fazer um filme a cada 10 anos, para que pudéssemos ver como os personagens evoluíram ao longo do tempo. A grande piada é que Woody Harrelson vai superar todos nós, simplesmente porque ele é a pessoa mais saudável do mundo.”, disse Fleischer ao Comic Book. “Mas eu não sei. Eu acho que temos que ver o que o público vai achar da sequência, mas foi difícil conseguir a história que estamos contando nesse filme. Eu só consigo imaginar o quão difícil será depois desse. Tudo que posso dizer é que seria um sonho poder trabalhar com eles novamente, eu os amo tanto e tenho muito orgulho de ambos os filmes que fizemos juntos. Vamos ter que esperar para ver”.

Lembrando que ‘Zumbilândia 2‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.

Assista ao trailer: 

https://www.facebook.com/113852248646167/posts/2552416658123035?s=100024688641357&v=e&sfns=cl

Fleischer retorna à direção, assim como o quarteto do filme original formado por Emma Stone, Woody Harrelson, Jesse Eisenberg e Abigail Breslin.

A sequência seguirá o grupo carismático de matadores de zumbis após os eventos do primeiro filme, enquanto eles se estabelecem em suas vidas pós-apocalípticas. Eles escolheram um estilo de vida mais luxuoso e decidiram montar um acampamento na Casa Branca. Depois que um desentendimento entre Columbus (Eisenberg) e Wichita (Stone) faz o grupo se separar, Little Rock (Breslin) foge com Berkeley (Jogia), um cara que ela acabou de conhecer.

O grupo então parte para resgatar Little Rock, mas, claro, eles não estão sozinhos no mundo. Novos tipos de zumbis invadiram o mundo, que incluem Homers (burros), Hawkings (inteligentes) e Ninjas (mortais). Ao longo do caminho, Tallahassee (Harrelson) encontra sua partida na forma de uma caçadora de zumbis fodona chamada Nevada. Esta família improvisada terá que usar todas as suas habilidades e seguir as regras de sobrevivência de Colombo se quiserem sair vivos.

Os novatos Zoey DeutchAvan Jogia, Luke Wilson e Rosario Dawson completam o elenco.

Joey King teve ASSUSTADORA condição médica durante as filmagens de ‘Invocação do Mal’

Poucos podem se lembrar disso, mas antes de estrelar a franquia ‘A Barraca do Beijo’ e a aclamada série ‘The Act’Joey King participou do aclamado filme de terror ‘Invocação do Mal’, interpretando a jovem filha Christine. Entretanto, a produção do longa-metragem parece ter deixado marcas em sua vida – literalmente.

Em entrevista ao The Howard Stern Show, King revelou que, durante as gravações, manchas que parecia contusões começaram a aparecer em seu corpo.

“Essa é realmente a raiz do porquê eu tenho tanto medo desse filme. No filme, quando a mãe é possuída, ela fica cheia de marcas. Durante as filmagens dessas cenas, em particular, comecei a ficar com as mesmas manchas por todo meu corpo”.

Ela continua, dizendo que “as maquiadoras pensavam que eu estava roubando as contusões falsas, e eu fiquei: ‘por que eu faria isso, isso é loucura’. Elas não acreditaram em mim. Tentaram tirar as marcas com álcool e óleo”.

King também disse que, eventualmente, fez exames de sangue para entender o que se passava. Depois dos testes, os médicos disseram que ela “potencialmente tinha sinais de leucemia. Do nada, me dizem que tenho essa condição sanguínea chamada ITP. Basicamente, a maior parte das minhas plaquetas foram misteriosamente drenadas de meu corpo”.

O terceiro capítulo da franquia, intitulado ‘Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio‘, teve sua estreia adiada para 2021 e, recentemente, ganhou data de estreia no Brasil: 03 de junho do ano que vem, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

A sequência será baseada mais uma vez em um dos casos reais solucionados por Ed e Lorraine Warren.

Dessa vez, não veremos uma casa mal-assombrada como nos dois primeiros filmes, e sim um dos casos mais assustadores e POLÊMICOS da história: a possessão demoníaca do jovem Arne Cheyenne Johnson, no caso conhecido como O Julgamento do Demônio Assassino/O Diabo Me Fez Fazer. 

Confira a descrição do trailer:

O vídeo começa falando sobre o caso de um homem que esfaqueou vinte e uma vezes um colega em um canil e foi inocentado alegando uma possessão demoníaca. Os juízes chamaram dois peritos para estudarem o caso: Ed e Lorraine Warren. Vemos os dois recebendo uma ligação e viajando para uma cidade, aonde entram em um necrotério com um corpo carbonizado. A cena é aterrorizante. Quando Lorraine toca no defunto, as luzes se apagam e uma entidade assustadora surge em uma cena extremamente aterrorizante! O clima parece ser tão assustador quanto os primeiros filmes.

James Wan não retornará para a direção; Michael Chaves (‘A Maldição da Chorona‘) assume em seu lugar.

Vera Farmiga e Patrick Wilson voltam como Lorraine e Ed Warren.