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10 Músicas Essenciais para Conhecer Van Halen

CHULA VISTA, CA - SEPTEMBER 30: Guitarist Eddie Van Halen of Van Halen performs on stage at Sleep Train Amphitheatre on September 30, 2015 in Chula Vista, California. (Photo by Daniel Knighton/Getty Images)

Poucos grupos musicais carregam tanta importância quando Van Halen – um dos grandes alicerces do que hoje conhecemos como o hard rock. Instituída por Eddie, falecido ontem devido a uma dilacerante luta contra o câncer de garganta, e seu irmão mais velho Alex, a banda é considerada como uma das melhores do rock de todos os tempos por diversos especialistas e críticos de arte, ainda mais por trazer técnicas instrumentais underground para o cenário mainstream.

De fato, o fio que entrelaça os diversos membros do grupo é Eddie Van Halen. Apesar de não ser o vocalista desse histórico ato performático, o guitarrista emprestou seus acordes para uma série de artistas contemporâneos, sendo responsável por popularizar o rápido dedilhado da guitarra conhecido como tapping e revolucionando o modo como o arpejo clássico era desenhado. Como se não bastasse, é impossível falar desse aspecto em especial sem mencionar os pesados arranjos e a densa lírica de suas sintéticas e críticas produções.

Para honrar o legado da banda, cujo expoente nos deixou muito cedo com apenas 65 anos de idade, o CinePOP fez um árduo trabalho de separar dez músicas essenciais para conhecer Van Halen – ainda que quiséssemos colocar praticamente sua discografia inteira nesta matéria.

Confira nossas escolhas abaixo e conte para nós qual a sua favorita:

“ERUPTION”, 1978

Álbum: Van Halen

A versão original de “Eruption” mal chega aos dois minutos de duração – o que, no final das contas, não importa muito, visto que é um dos solos mais famosos e aplaudíveis do VH. Eddie, aqui, mostra exatamente o que é o tapping, apoiando-se em distorções tonais e frenéticas que nos deixam envolvidos do começo ao fim, clamando por mais.

“JAMIE’S CRYIN’”, 1978

Álbum: Van Halen

Carismática e up-beat, “Jamie’s Cryin’” é uma narrativa que gira em torno de uma mulher chamada Jamie que conhece um homem que quer um caso de uma noite – eventualmente deixando-o de lado, triste por não saber como as coisas poderiam ter se desenrolado. Apesar de não ser uma canção favorita do baterista Alex Van Halen, é notável o modo como a track abre uma versão mais limpa do B-side do álbum de estreia da banda.

“RUNNIN’ WITH THE DEVIL”, 1978

Álbum: Van Halen

Nomeada como uma das melhores canções de hard rock de todos os tempos pela VH1, “Runnin’ with the Devil” traz certos experimentalismos interessantes logo no CD de estreia de Van Halen, com versos controversos que, na verdade, falam sobre a vida em turnê de jovens artistas e de como uma vida fácil não é tão errada quanto as pessoas pintam.

“YOU REALLY GOT ME”, 1978

Álbum: Van Halen

“You Really Got Me” é uma mistura on point de hard rock e heavy metal que, na verdade, é uma versão modernizada da canção de mesmo nome interpretada pelo grupo inglês The Kinks, em 1964. A canção foi o single de estreia de Van Halen – algo que, para Eddie, não foi uma escolha muito inteligente, apesar de ser uma das mais conhecidas pelo mundo.

“SOMEBODY GET ME A DOCTOR”, 1979

Álbum: Van Halen II

As pesadas raízes de Van Halen não são explícitas com crueza o tempo inteiro – mas em seu segundo álbum, Van Halen II’, é impossível ignorar as influências de nomes como Led Zeppelin e AC/DC, que se unem com força impactante em “Somebody Get Me a Doctor”. Apesar de não ter sido lançada como single promocional, a faixa merece um lugar de destaque em nossa lista.

“AND THE CRADLE WILL ROCK…”, 1980

Álbum: Women and Children First

O single principal de ‘Women and Children First’, terceiro álbum do grupo de rock, foi lançado em maio de 1980 e abria portas para uma nova era que, enquanto buscava por atualizar a si mesma, não deixava seu estilo primário de lado. Através da clássica guitarra e do piano elétrico, a música foi produzida por Ted Templeman e viria a servir de audição para Eric Carr entrar para a banda KISS.

“BEAT IT”, 1982

Álbum: Thriller

Diferente do que se pode imaginar, Eddie Van Halen não se limitava apenas à carreira com a banda que co-fundara; ele viria a trabalhar em 1982 com o lendário rei do pop Michael Jackson na icônica canção “Beat It”, que atingiu o primeiro lugar das paradas da Billboard e levou duas estatuetas do Grammy Awards para casa. Na iteração, Van Halen fica responsável pelo solo de guitarra e ajudou consideravelmente a estabelecer Jackson como um dos maiores nomes artísticos do mundo.

“JUMP”, 1984

Álbum: 1984

Para seu sexto álbum de estúdio, Van Halen divulgou “Jump” como lead single – e essa talvez tenha sido a jogada mais inteligente do grupo desde que surgiram quase uma década atrás. Sendo um sucesso comercial e crítico, a faixa atingiu o topo da Billboard Hot 100 e foi listada como uma das músicas que remodelou o rock – principalmente por usar tendências do synth e do glam metal.

“HOT FOR TEACHER”, 1984

Álbum: 1984

Mais uma vez colocando o grupo na lista de melhores canções da história, “Hot for Teacher” também fez parte do álbum 1984 e marca seu retorno para o heavy metal e o hard rock que o colocou no topo do mundo. Aqui, Van Halen pega até mesmo referências de seus dias em clubes e bares, fazendo alusão a “Voodoo Queen” e finalizando uma era recheada de sucessos com o pé direito.

“RIGHT NOW”, 1991

Álbum: For Unlawful Carnal Knowledge

“Right Now” é uma representação bastante dinâmica do significado da expressão latina carpe diem – viver o momento. Sammy Hagar, vocalista do grupo à época em questão, havia comentado em diversas ocasiões que considerava “a letra como uma das melhores que já escrevi” para Van Halen. Não é surpresa que, dado ao seu teor reflexivo, o anthem foi utilizado como suporte para diversas campanhas políticas nos anos seguintes.

‘Emily em Paris’: Novo vídeo mostra os vexames mais engraçados da protagonista; Assista!

Para promover sua nova série de comédia romântica, intitulada ‘Emily em Paris‘ e estrelada por Lily Collins, a Netflix divulgou um novo vídeo hilário com os melhores vexames da protagonista.

Confira:

Com 78% de aprovação no Rotten Tomatoes, ‘Emily em Paris‘ tornou-se a série mais assistida da semana na Netflix.

A produção conquistou os espectadores, que estão apaixonados pela produção.

Confira as reações:

A produção, que foi desenvolvida pela MTV Studios, estava originalmente programada para ser lançada pela Paramount Network, mas teve seus direitos comprados pela gigante do streaming.

Emily em Paris’ foi criada e roteirizada por Darren Star (‘Younger‘, ‘Sex and the City‘) e conta com 10 episódios de meia hora de duração cada.

Na trama, Colins vive Emily, uma jovem ambiciosa que trabalha como executiva de marketing em Chicago e que acaba sendo transferida inesperadamente para Paris. Lá, ela começará uma nova vida, à medida que tenta conquistar seus colegas de trabalho, fazer novas amizades e quem sabe embarcar em romances empolgantes.

A série conta com Ashley Park (musical ‘Meninas Malvadas na Broadway), Philippine Leroy Beaulieu (‘Call My Agent!‘), Lucas Bravo (Smartass), Samuel Arnold (‘Antony & Cleopatra), Camille Razat (‘15h17 – Trem Para Paris‘) e Bruno Gouery (Doc Martin).

‘Gilmore Girls’: Criadora da série fala sobre nova temporada do revival

Durante o painel virtual do Woodstock Film Festival, Amy Sherman-Palladino, criadora da série ‘Gilmore Girls‘, voltou a falar sobre uma possível nova temporada do revival, afirmando que “falta de história” não é um problema.

“A melhor coisa sobre família é que sempre há histórias para contar. ‘Gilmore Girls’ não é como um suspense [que precisa de uma conclusão real]. Nunca haverá um desfecho entre a Lorelai e a Emily. Nunca. E, quando mais Rory envelhece, mais ela se torna independente – e ela possivelmente terá um bebê –, e mais conflitos ela terá com a Lorelai. Conflitos e jornadas não são um problema.”

Ela completa, “Não há nenhum obstáculo para fazermos uma nova temporada além da agenda das outras pessoas. A primeira temporada do revival foi um momento milagroso que todos conseguimos nos reunir. Foi uma experiência incrível. Acredito que a nova temporada irá acontecer quando for a hora certa e as atrizes estiverem disponíveis.”

As atrizes Lauren Graham e Alexis Bledel receberam um total de US$ 3 milhões para retornarem como Lorelai e Rory Gilmore no revival. Foram 750.000 dólares por cada um dos quatro episódios.

A série conta a história do cotidiano da mãe solteira Lorelai e sua filha Rory, que vivem no pequeno povoado fictício de Stars Hollow, em Connecticut, pequena cidade com personagens bem peculiares e localizada cerca de trinta minutos de Hartford. A série explora diversos assuntos como família, amizades, conflitos geracionais e classes sociais.

A última temporada teve o retorno de Jared Padalecki (Dean), Milo Ventimiglia (Jess), Scott Patterson (Luke), Yanic Truesdale (Michel), Kelly Bishop (Emily), Sean Gunn (Kirk), Keiko Agena (Lane), David Sutcliffe (Christopher) e Liza Weil (Paris).

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‘High School Musical’: Série ganhará especial de Natal na Disney+

De acordo com o TVLine, ‘High School Musical: O Musical: A Série‘ ganhará um especial de Natal que será lançado em dezembro, na Disney+.

O especial terá 45 minutos e irá estrear no dia 11 de dezembro.

Todo o elenco – Olivia Rodrigo, Joshua Bassett, Matt Cornett, Sofia Wylie, Larry Saperstein, Julia Lester, Dara Reneé, Frankie Rodriguez, Joe Serafini, Mark St. Cyr e Kate Reinders – retornará para performar “covers de clássicos natalinos e canções populares. Eles também contarão histórias de feriados memoráveis de sua infância, melhores (e mais constrangedores) presentes, tradições favoritas, fotos com a família e resoluções de fim de ano”.

Vale lembrar que a 2ª temporada será lançada em 2021, e terá como principal adaptação o clássico longa-metragem ‘A Bela e a Fera‘.

Confira o anúncio:

O elenco é composto por Joshua Bassett (da série A Irmã do Meio), Olivia Rodrigo (‘Bizaardvark’), Kate Reinders (‘Modern Family’), Sofia Wylie (‘Andi Mack’), Matt Cornett (‘Bella e os Bulldogs’), Dara Renee’ (‘Sexta-Feira Muito Louca’), Julia Lester (‘Mom’), Frankie Rodriguez (‘Modern Family’) e Larry Saperstein.

A história segue um grupo de estudantes de teatro de East High que se reúnem para produzir uma peça de inverno. A série será em uma espécie de documentário, com os personagens contando e mostrando como anda o desenvolvimento da apresentação e todos os detalhes.

Os protagonistas serão Ricky e Nini. O garoto é descrito como um “namorado sarcástico” e a “estrela” da série. Quando Nini decide terminar com ele, o jovem, que acredita não ser bom em nada, se candidata para estrelar a peça da escola. Tudo faz parte do seu plano para reconquistar a amada.

O roteirista Tim Federle, conhecido por seu trabalho na animação O Touro Ferdinando, cuida do roteiro.

‘Books of Blood’: Assista ao assustador trailer legendado do novo terror do criador de ‘Hellraiser’ e ‘Candyman’

Foi divulgado o trailer legendado do terror ‘Books of Blood‘, que é baseado na obra de Clive Barker – mesmo criador de ‘Hellraiser‘ e ‘Candyman‘.

Confira:

O longa é dirigido por Brannon Braga (‘The Orville’), que também é responsável pelo roteiro da adaptação ao lado de Adam Simon (‘Salem’) .

Baseada nos contos de Clive Barker e trazendo histórias originais, a trama explora uma jornada por um território desconhecido e proibido através de três contos que estão conectados pelo tempo e o espaço.

O elenco inclui Andy McQueenFreda Foh ShenNicholas CampbellAnna FrielBritt RobertsonRafi GavronYul Vazquez.

O longa será lançado na plataforma no dia 7 de outubro.

Crítica | Não Vamos Pagar Nada – Comédia com Samantha Schmütz reflete a Realidade Brasileira

Parece redundante dizer que uma comédia nacional reflete a realidade brasileira, mas, para sermos sinceros, ‘Não Vamos Pagar Nada’ é um filme que realmente conseguiu antecipar (ainda que estivesse resgatando a terrível inflação dos anos 1990) a realidade que a população brasileira viria a viver nesse segundo semestre de 2020: a alta dos preços, o desemprego e a fome.

Tudo começa quando Antônia (Samantha Schmütz) vai ao mercado fazer as compras da semana para sua casa, porém, ao chegar lá se depara não só com preços abusivos nos produtos, como também encontra um funcionário (Criolo) prestes a remarcar os preços novamente. Revoltadíssima com toda essa situação, Antônia começa a reclamar em voz alta dos preços abusivos – o que incita a revolta das demais mulheres no mercado e, num ato de desatino, elas simplesmente saqueiam o local. Só que o marido de Antônia, João (Edmilson Filho), é um homem muuuuito honesto e não vai aceitar comida saqueada em casa, então, Antônia e sua melhor amiga, Margarida (Flávia Reis), decidem esconder as compras – parte embaixo da cama, parte numa barriga falsa de grávida que Margarida passa a carregar pra cima e pra baixo. Porém, a polícia está no bairro atrás dos produtos saqueados, e as duas vão ter que se virar para conseguir usufruir dos alimentos conquistados.

Baseado na peça italiana criada por Dario Fo, o roteiro de Renato Fagundes parte de algo com o qual os países em desenvolvimento podem se relacionar: o baixo poder aquisitivo das classes mais pobres, que entra em choque com a ambição capitalista dos empresários. E, embora a história original seja italiana, ela se encaixa bem no contexto brasileiro, principalmente esse ano, em que estamos sofrendo todos com a alta do preço do saco de arroz, do óleo e do feijão – itens essenciais da cesta básica.

Numa pegada bem teatral, o roteiro busca soluções típicas brasileiras para resolver certos conflitos que ocorrem na trama, encontrando espaço para inserir elementos que fazem parte desse núcleo populacional: os conjuntos habitacionais, os bicheiros, a milícia, etc. Algumas piadas funcionam genuinamente (como a da Santa Eulália), outras (como a situação da gravidez) se estendem um pouco por demais na trama, dando uma cansada. Mas o mais legal mesmo do roteiro é não se limitar à comédia, pois insere evidentes referências à clássicos do terror contextualizados nas situações do cotidiano – afinal, que terror pior do que estar no mercado e quererem remarcar os preços dos produtos?

O elenco tem sintonia e interage com fluidez, embora Leandro Soares pareça deslocado em cena. Samantha Schmütz entrega a personagem criativa e escandalosa que tanto faz sucesso com o público e demonstra enorme capacidade de proferir longos blocos de falas initerruptamente e com muita rapidez. Mérito também de João Fonseca, que, em sua estreia na direção de longas-metragens, conseguiu transpor pras telonas o formato de sucesso de ‘A Vila’ e ‘Vai Que Cola’, os quais também foram dirigidos por ele.

Com um argumento de comédia, ‘Não Vamos Pagar Nada’ faz uma importante crítica social que ainda deixa no final um gostinho amargo na boca, com a música ‘Gente’, de Caetano Veloso. Afinal, tanto a música quanto o filme estão certos em dizer que “gente nasceu pra brilhar, não pra morrer de fome”.

O filme estreia no próximo sábado, 10/10, às 22hs na rede Telecine.

‘Riverdale’: Filmagens da 5ª temporada são retomadas hoje (07)

Após as filmagens da 5ª temporada de ‘Riverdale‘ terem sido interrompidas, em virtude dos atrasos no processamento dos testes de Covid-19, a emissora The CW deu o sinal verde para que os trabalhos sejam retomados hoje (07). A informação foi revelada pela revista Variety.

Além de ‘Riverdale‘, várias séries do Arrowverse chegaram a sofrer a mesma interrupção, com suas filmagens ainda em pausa, sem data de retorno definida.

Outras séries da mesma emissora também tiveram suas filmagens interrompidas na semana passada, como foi o caso de ‘Nancy Drew‘ e ‘Charmed‘.

A The CW ainda tem a expectativa de iniciar os trabalhos de duas das suas mais novas séries, ‘Superman & Lois‘ e ‘Kung Fu‘, na semana que vem. No entanto, tudo dependerá de como o processamento dos testes de Covid-19 se sucederá.

Lembrando que o novo ciclo fará um generoso salto temporal de sete anos em sua narrativa. A informação foi confirmada no passado recente pela atriz Lili Reinhart, durante sua participação no talk show The Tonight Show Starring Jimmy Fallon.

Segundo ela, essa grande mudança trará um renovo para a narrativa:

“Na 5ª temporada eu creio que nós faremos um salto temporal de sete anos para o futuro, então não seremos mais adolescentes. Eu estou muito empolgada com isso. Eu acho que será legal interpretar um adulto. Mas além disso, eu fico muito feliz pelo fato do Roberto [Aguirre-Sacasa], nosso showrunner, ter tido essa percepção de ‘sim, vamos renovar a série’. Sabe, não vamos ficar presos no Ensino Médio por sete anos”.

No Brasil, a série é transmitida pela Warner.

Assista ao trailer:

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.

O elenco inclui KJ ApaLili ReinhartCamila MendesCole SprouseMadelaine Petsch, Madchen Amick, Luke Perry, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.

‘Supernatural’: Jensen Ackles e Jared Padalecki revelam o que devemos esperar do final da série

A CW divulgou um novo vídeo para promover os episódios finais de ‘Supernatural‘, com os astros Jensen Ackles e Jared Padalecki revelando o que devemos esperar o final da série.

Confira:

Após uma longa pausa por causa da pandemia de coronavírus, a série retornará com episódios inéditos no dia 8 de outubro.

Criada por Eric Kripke, a série inicialmente foi planejada para durar 5 temporadas, mas continuou após se tornar um dos maiores sucessos do canal.

Sam (Padalecki) e Dean (Jensen Ackles) lutaram contra demônios e anjos, criaturas míticas e monstros, em uma busca aparentemente interminável para salvar o mundo. Mas na batalha final, eles enfrentam o próprio Deus (Rob Benedict), recusando-se a matar seu filho Nephilim Jack (Alexander Calvert), trazendo assim a decisão de Deus de acabar com essa realidade de uma vez por todas…

O elenco conta com Jared Padalecki, Jensen Ackles, Misha Collins, Samantha Smith, Mark Pellegrino, Ruth Connell e Alexander Calvert.

‘Julie and the Phantoms’: Netflix divulga versão acústica da música ‘Bright’; Confira!

Para promover o lançamento da série ‘Julie and the Phantoms‘, remake internacional da série infantil brasileira ‘Julie e os Fantasmas‘, a Netflix divulgou um novo vídeo com a versão acústica da música Bright.

Confira:

A primeira temporada já está disponível na plataforma!

A série foi criada por Kenny Ortega (‘High School Musical‘).

A adolescente Julie descobre a paixão pela música e pela vida quando cria uma banda com um trio de fantasmas.

Madison ReyesCharlie GillespieJeremy ShadaOwen Joyner estrelam.

Vale lembrar que a produção original nacional fez um sucesso gigantesco e até mesmo ganhou uma indicação de Melhor Programa Infantil no Emmy Internacional.

‘M3GAN’: Allison Williams, de ‘Corra!’, estrelará terror produzido por James Wan

De acordo com o Deadline, Allison Williams (‘Corra!‘) irá estrelar ‘M3GAN‘, novo terror tecnológico produzido por James Wan e pela Blumhouse.

A atriz vai interpretar Gemma, uma roboticista brilhante em uma empresa de brinquedos. Ela usa inteligência artificial para criar M3GAN, uma boneca programada para se tornar a melhor amiga de uma criança. Depois de inesperadamente ganhar a guarda de sua sobrinha, Gemma pede ajuda do protótipo M3GAN – uma decisão que tem consequências inimagináveis.

Com roteiro de Akela Cooper, o diretor Gerard Johnstone (‘Housebound‘) será responsável pelo projeto.

“O roteiro conta a história de uma brilhante companhia de brinquedos que usa inteligência artificial para desenvolver M3GAN, uma boneca de tamanho real programada para se conectar emocionalmente com seu dono. Mas, quando o programa na boneca funciona bem demais, ela se torna super protetora com seus novos amigos… com resultados aterradores.”

Sobre o projeto, Wan disse: “O conceito é sobre se apoiar demais na tecnologia. É o que acontece quando a tecnologia fica sem controle. [A trama] é relevante porque é uma crítica social ao mundo que vivemos.”

Serial killer caça adolescentes no trailer do terror ‘Smiley Face Killers’; Assista!

O terror ‘Smiley Face Killers‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Dirigido por Tim Hunter, o roteiro do longa foi escrito por Bret Easton Ellis, autor do aclamado livro ‘Psicopata Americano‘.

Enquanto uma sinistra ocorrência de adolescentes afogados assombra a costa da Califórnia, Jake Graham (Rubinstein) luta para manter sua vida sob controle no colégio. Ao perceber que ele está sendo perseguido por uma figura encapuzada (Glover) dirigindo uma vã sem identificação, Jake teme que ele pode se tornar a próxima vítima dos terríveis assassinatos.

Crispin Glover, Ronen RubinsteinMia Serafino estrelam a produção.

A Lionsgate lançará o terror direto em VOD, DVD e Blu-ray no dia 8 de dezembro.

‘Don’t Worry Darling’: KiKi Layne se junta ao elenco do novo suspense dirigido por Olivia Wilde

De acordo com o Bloody Disgusting, KiKi Layne (‘The Old Guard‘) e Gemma Chan (‘Capitã Marvel‘) entraram para o elenco do novo suspense dirigido por Olivia Wilde, intitulado ‘Don’t Worry Darling‘.

Detalhes sobre os seus papéis não foram revelados.

O elenco ainda conta com Florence Pugh (‘Midsommar’), Harry Styles (‘Dunkirk’) e Chris Pine (‘Star Trek’).

A trama é um suspense psicológico ambientado nos anos 50 sobre uma dona de casa, cuja realidade começa a afundar, revelando uma verdade assustadora.

Shane e Carey Van Dyke (‘The Silence’) escreveram o roteiro original, que foi reescrito por Katie Silberman.

O longa está sendo produzido pela New Line Cinema.

Sandra Oh estrelará novo terror sobrenatural produzido por Sam Raimi

De acordo com o Deadline, Sandra Oh (‘Killing Eve‘) irá estrelar o terror sobrenatural ‘Umma‘, que será produzido por Sam Raimi.

O projeto foi adquirido pela Sony Pictures, que distribuirá o longa no mercado internacional.

Umma, que é uma palavra coreana para ‘mãe’, seguirá Amanda (Oh) e sua filha vivendo uma vida tranquila em uma fazenda americana, mas quando as cinzas de sua mãe chegam da Coreia, Amanda começa a ser assombrada pelo medo de se tornar sua própria mãe.”

Iris K. Shim escreveu o roteiro e será responsável pela direção.

O elenco ainda conta com Fivel Stewart, Dermot Mulroney, Odeya Rush, MeeWha Alana Lee e Tom Yi.

André Øvredal (‘Histórias Assustadoras Para Contar no Escuro‘) será o produtor executivo do longa.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Crítica | Antologia da Blumhouse começa com o pé esquerdo com o previsível suspense ‘The Lie’

A Blumhouse é conhecida por algumas das produções mais interessantes dos últimos anos, apostando suas fichas principalmente em obras de terror e de suspense que se mesclam a narrativas sólidas o bastante para nos deixar à beira de um ataque de nervos. Temos, por exemplo, o vencedor do Oscar ‘Corra!’, a adorada sequência direta de ‘Halloween’ e a franquia escrachada ‘A Morte Te Dá Parabéns’. Entre mais acertos do que erros, é inegável dizer que a produtora, supervisionada por Jason Blum, revitalizou enredos considerados datados demais para serem levados a série pelos apreciadores de cinema contemporâneos com reviravoltas inteligentes e de tirar o fôlego. E é claro que, em plena comemoração de Dia das Bruxas, ela não deixaria de nos presentear com peças audiovisuais ousadas – nesse caso, unindo-se numa antologia sem precedentes intitulada ‘Welcome to Blumhouse.

Aliando-se à Amazon Studios, os quatro filmes episódicos viriam para salvar um mês de outubro entregue ao isolamento social e a uma pandemia derradeira, talvez para nos fazer esquecer de tantos problemas – e, ainda que com seus defeitos, o capítulo inicial ganhou forma como The Lie, um drama psicológico com toques de suspense estrelado por ninguém menos que Joey King (que não é estranha a obras do gênero, visto que participou de ‘Invocação do Mal’ e ‘Sete Desejos’). A trama é simples o suficiente para não se perder ao longo do caminho, mas convencional demais para ser ousada, limitando-se às fronteiras que se autoimpõe e esbarrando em certas fórmulas monótonas até explodir em um finale chocante. King dá vida à jovem aspirante à bailarina Kayla, que está em viagem com o pai, Jay (Peter Sarsgaard), para uma espécie de retiro artístico. No meio do caminho, os dois cruzam com Brittany (Devery Jacobs), sua melhor amiga – e, depois de um acesso de raiva, Kayla a empurra de uma ponte para um rio.

Não demora muito para que Jay faça o que tem de ser feito: proteger a filha a qualquer custo. Kayla tem apenas quinze anos e, levando em conta as turbulências adolescentes e os desentendimentos, ele tem certeza de que ela não fez aquilo de propósito. A jovem também conta o que aconteceu para a mãe, Rebecca (Mireille Enos), e os pais se jogam de cabeça numa jornada claustrofóbica para impedir que alguém descubra o que aconteceu – e, mais do que tudo, proteger a filha de pessoas que desejam vingança. O problema é que, no final das contas, o filme se volta para qualquer melodrama novelesco de baixo orçamento que é centrado mais na dinâmica familiar do que naquilo que se esconde no exterior, esquecendo-se das forças que ameaçam destruir uma estrutura outrora sólida.

Veena Sud comanda o longa-metragem e tenta trazer alguns elementos de trabalhos anteriores para uma perspectiva interessante do quão longe os pais estão dispostos para protegerem seus filhos. Temos a frieza da paleta de cores de ‘The Killing’ estendendo-se através de um bairro enevoado e uma floresta congelada que são marcados pela sobriedade escassa do azul – e que se transforma num narcótico cosmos de opressão e mentiras; temos a veia criminal investigativa que nos mostra dois lados: Jay e Becca fazendo de tudo para esconder evidências e culpar o pai de Brittany, Sam (Cas Anvar), inventando desculpas de que ele abusava fisicamente da filha e a maltratava, eventualmente colocando a polícia em seu encalço. Quando as coisas esquentam, Sam até mesmo chega a ameaçá-los, culpando-os pelo desaparecimento da filha e encontrando sua ruína em uma sequência arrepiante e muito bem conduzida.

Como se pode ver, as partes funcionam melhor de modo separado do que quando unificadas em uma narrativa de três atos. O começo, o meio e o fim parecem aglutinados forçosamente em um convulsionado panorama regado a lágrimas falsas e a certas atitudes e foreshadowings que não condizem com o que nos é apresentados – nem mesmo King, que sai de uma performance surpreendente em ‘The Act’, parece à vontade até a segunda metade, rendendo-se à canastrice. A única que utiliza de construções mais recuadas e ofegantes é Enos, que centra cada uma das emoções em seus olhos e numa trêmula boca que se recusa ao explícito e opta pela consternação imagética. E, enquanto a história fala sobre um amor incondicional, ela também abre margens para discussões interessantes sobre hipocrisia, cumplicidade e traição que são coesos em sua completude, mas não fogem muito daquilo a que estamos acostumados.

A falta de identidade estética é o deslize de maior voz no filme – e nem as boas intenções de Sud, que também fica responsável pelo roteiro, conseguem salvá-lo de tangenciar a monotonia. Há algo monumental demais tentando se erguer sobre uma base oscilante e que ameaça desmoronar a qualquer momento. Talvez como uma última esperança desolada de entregar algo que fuja das previsibilidades cinematográficas, o twist final vem de forma tão sutil que nos deixa atônitos, desacreditados da mesma forma que os protagonistas quando Brittany entra pela porta de garagem como se nada tivesse acontecido – e como se eles estivessem cientes de que ela e Kayla haviam inventado toda aquela história.

The Lie se vale muito de sua evocativa resolução para superar a si mesmo, mas não podemos deixar de considerar os múltiplos equívocos que antecedem o finale. Cada aspecto parece preso a limitantes estereótipos que não permitem que a obra alce voo como deveria.

‘A Princesa e a Plebeia 3’: Vanessa Hudgens tem retorno confirmado na comédia da Netflix

A Princesa e a Plebeia 2‘ (The Princess Switch: Switched Again’) tem estreia marcada para19 de novembro, mas a Netflix já se adiantou e confirmou o terceiro filme da franquia.

O filme está programado para iniciar a produção ainda este ano e chegará ao serviço de streaming em 2021.

Parece que a Netflix está confiante de que a sequência será tão popular quanto o original e já está apostando em um franquia.

“ANÚNCIO DO PROJETO: Vanessa Hudgens vai retornar para estrelar The Princess Switch 3, a produção começa na Escócia ainda este ano para um lançamento no Natal de 2021!”

Em ‘A Princesa e a Plebeia 2 – Nova Aventura‘, Vanessa Hudgens retorna ao papel principal, interpretando três personagens diferentes desta vez.

Quando a duquesa Margaret herda inesperadamente o trono de Montenaro e passa por uma fase difícil com seu namorado Kevin, cabe a sua dupla, a Princesa Stacy de Belgravia, unir os dois amantes novamente… mas o curso do amor verdadeiro se complica com o aparecimento de um belo rei, que tem a intenção de roubar o coração de Margaret. Acrescente a chegada inesperada da prima festeira de Margaret e de Fiona, uma terceira sósia que tem ambições próprias, e você tem a receita para um triplo problema do Natal!

Veja fotos:

Além de protagonista, Hudgens será produtora, junto com Brad Krevoy, Steven McGlothen e AJ Raich.

A produção também terá o retorno do diretor Mike Roh e dos roteiristas Robin Bernheim e Megan Metzger.  

‘Tudo Bem No Natal Que Vem’: Comédia natalina da Netflix com Leandro Hassum ganha cartaz, sinopse e fotos

A Netflix divulgou o cartaz e as imagens de ‘Tudo Bem No Natal Que Vem‘, comédia natalina com Leandro Hassum que estreia no catálogo dia 3 de Dezembro.

Confira:

Depois de levar um tombo na véspera de Natal, o rabugento Jorge desmaia e acorda um ano depois sem lembrar do que se passou. Ele logo percebe que está condenado a continuar acordando na véspera de Natal, ano após ano, tendo que lidar com as consequências do que seu outro “eu” fez nos demais 364 dias.

Elisa Pinheiro, Ariane Botelho, Miguel Rômulo, Louise Cardoso e Danielle Winits completam o elenco. Roberto Santucci dirige.

‘A Caminho da Lua’: Priscilla Alcântara canta “Vou Voar”, música tema da nova animação da Netflix; Ouça!

A popular cantora Priscilla Alcântara divulgou recentemente a música tema da nova e aguardada animação original da Netflix, ‘A Caminho da Lua‘.

Intitulada “Vou Voar”, a versão nacional da canção ganhou vida pela bela voz da artista e explora a coragem da jovem protagonista em querer desbravar um novo mundo.

Ouça:

Netflix divulgou um nova cena oficial do longa, animação que estreia no dia 23 de outubro.

Confira, junto ao trailer:

Baseado num clássico conto chinês, ‘A Caminho da Luaacompanha a história de Fei Fei, uma jovem determinada, brilhante, e apaixonada pela ciência. Depois de construir um foguete para provar a existência de uma lendária Deusa que vive na Lua, ela acaba se aventurando em uma missão inesperada e descobre uma terra repleta de criaturas fantásticas.

O longa é dirigido por Glen Keane, lendário animador da Disney e responsável pela criação de personagens como Ariel (‘A Pequena Sereia‘), a Fera (‘A Bela e a Fera‘) e Aladdin.

O elenco de dublagem conta Cathy Ang como protagonista, além de Phillipa Soo, Robert G. Chiu, Ken Jeong, John Cho, Ruthie Ann Miles, Margaret Cho, Kimiko Glenn, Artt Butler, Irene Tsu, Clem Cheung, Conrad Ricamora e Sandra Oh.

‘Glow’: Elenco reage ao inesperado cancelamento da 4ª e última temporada da série

Os fãs da aclamada série ‘GLOW‘ foram surpreendidos com a decisão da Netflix de cancelar a produção da 4ª e última temporada da série, em virtude dos reflexos da pandemia do Coronavírus.

E em meio à bombástica revelação, o elenco da produção reagiu ao inesperado fim da série, por meio das redes sociais.

Em publicações emocionadas, atores como Marc Maron e Alison Brie se despediram da produção com um gostinho agridoce – devido ao corte de orçamento que acarretou no abruto fim.

Confira:

“Sem mais GLOW. Sinto muito. É um saco”. 


 “Usem máscara”. 


 “Vou sentir falta disso… Eternamente grata à minha família GLOW por mudar minha vida para sempre”. 

 

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Going to miss this… Forever grateful to my GLOW family for changing my life forever. ❤️ #glownetflix

Uma publicação compartilhada por Alison Brie (@alisonbrie) em


 “Obrigado por mudar minha vida”. 


 “Meu coração”. 

Relembre o trailer do 3º ciclo:

Crítica | GLOW – Temporada 3: O auge de uma das melhores séries da Netflix

Baseada na adorada série dos anos 80, ‘GLOW‘ conta a história fictícia de Ruth Wilder (Alison Brie). Ruth é uma atriz desempregada e batalhadora em Los Angeles nos anos 80, que encontra sua última chance de virar estrela ao entrar de cabeça no mundo do glitter e dos colãs da luta livre de mulheres.

‘Jurassic World: Domínio’: Dinossauro com máscara em nova imagem

O diretor Colin Trevorrow divulgou uma nova imagem de ‘Jurassic Wolrd: Domínio‘ mostrando um dinossauro usando uma máscara.

A imagem veio com uma má notícia: a Universal Pictures interrompeu novamente as filmagens da produção após novos membros da equipe serem diagnosticados com COVID-19.

“Acordei com a notícia de que tínhamos alguns testes positivos de Coronavirus nos bastidores Jurassic World: Dominion. Todos deram negativo pouco depois, mas devido aos nossos protocolos de segurança, vamos fazer uma pausa de duas semanas.”, afirmou o diretor.

Confira:

O estúdio já gastou quase US$ 3 milhões com testes de Covid-19, desde que retomou suas filmagens.

Segundo a publicação, o estúdio chegou a alugar um hotel inteiro próximo ao set de filmagens do Reino Unido e segue fazendo testes regulares nos membros do elenco, equipe de apoio e demais profissionais que estejam diretamente envolvidos com os trabalhos de produção.

Desta sucessão de testes frequentes, pouco menos 10 chegaram a dar positivo. Esse modelo de prevenção tem garantido que as filmagens aconteçam com segurança e tranquilidade, conforme pontuou o produtor do filme, Patrick Crowley.

Jurassic World: Domínio teve sua estreia adiada para 10 de junho de 2022.

A companhia também divulgou o cartaz oficial da continuação, que traz todos os nomes protagonistas da próxima aventura.

Confira:

 

Os Filmes de Super-Herói dos Anos 90 que se tornaram Obras B do Cinema

Produções de US$200 milhões de orçamento, os filmes de super-heróis (em especial da Marvel) se tornaram sinônimo de sucesso nas bilheterias e verdadeiros fenômenos culturais. Justamente por isso, se torna cada vez mais distante e difícil a ideia de pensar neles como flops que rapidamente são esquecidos. Mas, é só voltarmos para a década de 1990, onde o gênero era tudo menos garantia de bom retorno, para perceber que tais obras eram exatamente isso.

Muitos inclusive foram lançados sem que grande parte do público sequer soubesse de sua existência. Já imaginou você alheio aos Vingadores ou Pantera Negra nos cinemas? Pois é, eram tempos sombrios, meus amigos. Pensando nisso, em como este gênero conseguiu evoluir rápido, o CinePOP te leva numa volta no tempo, para esta “era das trevas”, para conhecer ou lembrar os filmes de super-herói (alguns da Marvel inclusive) que viveram para se tornar obras B do cinema.

Capitão América (1990)

Sim, meus amigos, muito antes de Chris Evans se tornar um sex symbol na pele do íntegro herói que usa a bandeira dos EUA como uniforme na superprodução Capitão América: O Primeiro Vingador (2011), um filme com o personagem já havia sido produzido. Na verdade, um seriado exibido nos cinemas (era assim que funcionava antes da TV) com o personagem data de 1944, três anos depois de sua criação nos quadrinhos. Depois disso, em 1979, dois longas feitos direto para a TV foram lançados com o ator Reb Brown protagonizando – aqueles que o Capitão América usava capacete e andava de moto. Mas a primeira produção com o herói para o cinema viria em 1990.

Produzido pela 21st Century Film Corporation, companhia do israelense Menahem Golan, ex-proprietário da picareta Cannon Films, o longa Capitão América teve de orçamento a bagatela de US$3 milhões. E ao olharmos os envolvidos, isso explica muita coisa. Golan e a Cannon tinham planos para um filme do Homem-Aranha que nunca se concretizou (apesar de teaser e tudo), e aqui finalmente o produtor conseguia pôr as mãos em uma propriedade da Marvel… e arruiná-la completamente! Hoje, o filme virou prazer culposo, item cult e aquele tipo de filme que de tão ruim se torna bom. Além disso, completa 30 anos de seu lançamento em 2020.

O Quarteto Fantástico (1994)

Primeiro supergrupo de heróis da Marvel, o Quarteto Fantástico ainda não teve seu lugar ao sol no Olimpo cinematográfico. Bem, isso talvez mude agora que os direitos estão com o MCU através da compra da FOX. Os personagens apareceram na forma de desenho animado ainda na década de 1960 (produzido pela Hanna-Barbera) e depois em 1994 numa animação produzida pela Saban. No cinema, oficialmente deram as caras em 2005, num filme de pouca substância, mas que rendeu três vezes mais que seu orçamento de US$100 milhões. Este longa teve continuação dois anos depois e o resultado foi semelhante. Mesmo assim, a FOX optou pelo desastroso reboot de 2015.

Vinte anos antes, uma produção com os personagens era criada – ou quase. O que aconteceu foi que as produtoras New Horizons e Constantin Film estavam quase expirando os direitos do produto, obrigando as companhias a lançar um filme, caso contrário seriam revertidos à Marvel. Assim, só para constar e sem real intenção de estreá-lo nos cinemas, foi chamado o icônico Roger Corman, conhecido produtor que se vira com uns trocados, para supervisionar a obra pela quantia de US$1 milhão (e pensávamos que os US$3 milhões do item acima era mixaria). O longa virou uma espécie de lenda urbana, e com o advento da internet, o nunca exibido filme O Quarteto Fantástico, de 1994, pôde ser conferido por fãs e cinéfilos. E olha, tem gente que diz que não é a pior coisa produzida com este título…

Geração X (1996)

É seguro dizer que X-Men: O Filme (2000) deu o pontapé inicial para a nova era dos super-heróis nos cinemas, e o que temos hoje é graças a este “pequeno” filme de Bryan Singer. Mas nem sempre o universo mutante valia ouro. E aqui temos um grande exemplo disso. Para sermos justos, precisamos mencionar que este não é um filme propriamente dito, e sim um piloto de uma série rejeitada, que seria distribuída pelo canal FOX. Com o orçamento de US$4 milhões (vejam só, já um avanço – ainda mais se pensarmos que o alvo era a TV desde o início), a ideia por trás do programa era focar em personagens do time B dos mutantes, preparando terreno para um eventual filme no cinema. Dos rostos mais conhecidos, destaca-se a protagonista Jubileu (Heather McComb). Com o cancelamento da série, Geração X virou um filme para a TV de 1h30min, e no Brasil chegou nas locadoras causando trauma nos aficionados.

Barb Wire – A Justiceira (1996)

Aqui damos um tempo do esculacho na Marvel para focar numa heroína saída das páginas da Dark Horse Comics, companhia responsável pelos quadrinhos Hellboy, O Máskara e The Umbrella Academy. Criada por Chris Warner em 1993, a loira é uma espécie de Mad Max em um futuro distópico, sujo e feio. A diferença é que a protagonista é uma beldade – e talvez a ideia tenha sido colocar a boneca Barbie como centro de uma aventura pós-apocalíptica. Assim, em 1996, numa época em que os estúdios apostavam mais em personagens desconhecidos (para esconder o fato de sua origem nas HQs) do que em heróis simbólicos, somente três anos após sua primeira aparição nos quadrinhos, a personagem ganhava as telonas nas formas de nenhuma outra senão Pamela Anderson – no auge da popularidade devido ao seriado S.O.S. Malibu. Com um orçamento de US$9 milhões, bancados pela Polygram Filmed Entertainment e pela Dark Horse Entertainment, o longa recuperou apenas US$3.7 milhões mundiais. E você, já tinha ouvido falar deste?

Vampirella (1996)

Durante muito tempo, produtores de Hollywood ficavam receosos de colocar protagonistas femininas em filmes do gênero – coisa que vem mudando merecidamente nos últimos anos. O fato é que longas como Vampirella não ajudavam muito na causa. Seguindo por filmes protagonizados por heroínas, temos agora na lista a personagem criada por Forrest J. Ackerman ainda na década de 1960 – fazendo de Vampirella uma das personagens femininas precursoras, dona de seu próprio título (um marco para a indústria). Mesmo que fetichizada por trajes mínimos, a heroína é uma forte protagonista feminina, uma vampira vivendo em outra dimensão. Dando aula de “como Não fazer”, esta coprodução da Showtime Networks foi lançada direto em vídeo, com o orçamento de US$1 milhão – já imagina-se o drama com este “troco” da feira, certo? Sobra vergonha alheia ao assistirmos a pobre Talisa Soto (mais conhecida como a Kitana dos filmes Mortal Kombat) na pele da personagem. Esperamos que em breve Vampirella receba o seu merecido respeito numa superprodução de verdade.

Aço (1997)

Rebatizado como Steel – O Homem de Aço, esta produção resume bem como os engravatados dos grandes estúdios de Hollywood estavam perdidos sobre o que fazer com tais produtos na década de 1990. Os executivos da Warner não sabiam nem o que fazer com o Superman, um de seus maiores bens (quase dando sinal verde para Superman Lives, com Nicolas Cage, dirigido por Tim Burton), e mesmo assim foram em frente aprovando um filme solo com este personagem derivado de sua mitologia. John Henry Irons surgiu nos quadrinhos após a morte do Homem de Aço e se tornou uma espécie de Homem de Ferro da DC Comics. Assim, a Warner disponibilizava US$16 milhões para seu herói secundário (por comparação, Batman & Robin custava US$125 milhões ao mesmo estúdio) – demonstrando a falta de confiança neste universo. Para piorar a situação, esta era a época em que Hollywood tentava firmar esportistas como astros do cinema (Michael Jordan, Dennis Rodman) e o gigantesco Shaquille O’Neal, que embora carismático não tem nada de ator, foi selecionado para puxar o filme como protagonista. Resultado: nem ao menos US$2 milhões recuperados mundialmente.

Nick Fury – Agente da S.H.I.E.L.D. (1998)

Voltando a bater na Marvel (eles aguentam, tem trilhões em caixa), para finalizar temos outra produção da casa lançada direto em vídeo (nos EUA um filme produzido para a TV). Não sei de quem foi a ideia de dar filmes de heróis para ex-astros de Baywatch protagonizar – bem, no caso de Jason Momoa deu certo. Seja como for, depois de Pamela Anderson foi a vez de David Hasselhoff, o meme humano, dar vida a um personagem secundário da Marvel. Dois anos depois de Barb Wire, o colega de Pamela estrelava como Nick Fury, o caolho diretor da maior agência de segurança da casa, o FBI da Marvel, SHIELD – que hoje tem uma série digna para chamar de sua na TV. E bem, se surpreende o fato do personagem ser caucasiano, saiba que originalmente ele tinha tais formas em sua criação nos quadrinhos. Sua reimaginação nas formas de Samuel L. Jackson, também nos quadrinhos, foi um grande acerto da empresa. E bem, mais do que motivo para esquecermos o mais rápido possível essa produção mequetrefe da Fox Television.