Chris Evans se tornou o assunto mais comentado do dia! Neste sábado (12), o ator postou acidentalmente sua suposta nude no stories do Instagram.
Apesar de ter apagado rapidamente a publicação ao perceber o deslize, os internautas já haviam salvado a imagem, levando o nome do astro ao assunto mais comentado do Twitter.
O astro havia compartilhado um vídeo de 15 segundos, que havia sido feito através da gravação da tela do celular. Ao término do vídeo, a galeria pessoal do ator apareceu, relevando uma foto íntima.
Neste sábado (12), o ator Chris Evans, o eterno Capitão América da Marvel, postou acidentalmente um suposto nude em seu stories do Instagram.
O astro havia compartilhado um vídeo de 15 segundos, que havia sido feito através da gravação da tela do celular. Ao término do vídeo, a galeria pessoal do ator apareceu, relevando uma foto íntima.
Apesar de ter apagado rapidamente a publicação ao perceber o deslize, os internautas já haviam salvado o vídeo e a imagem.
No Twitter, o ator já se tornou o assunto mais comentado da plataforma.
Querido diário hoje 12 de Setembro o chush supremo Chris Evans vazou um nude sem querer eu tô meio que surtando MKKKKKKKKKKKKKKKKKKK pic.twitter.com/KrpeDH1ncl
Acho que é hora de todos mandarem mensagens positivas para Chris Evans, dizendo que tudo ficará bem, porque ele sofre de ansiedade e sabemos o quão ruim isso é, mandem mensagens positivas para ele ❤✨ pic.twitter.com/KEEcZcx8fS
Você gosta de filmes e séries que abordam o universo jurídico ou trabalha com isso? Curte quando a produção que lhe conduz a ponderar entre o certo e o errado e tirar suas próprias conclusões sobre o caso apresentado? Então a série ‘Doze Jurados’, da Netflix, é feita para você.
Nos dez episódios da primeira temporada acompanhamos o julgamento de Frie Palmers (Maaike Cafmeyer), acusada de dois assassinatos: o de Brechtje Vindevoguel (Lynn Van Royen), sua então melhor amiga; e de Roos (Estelle Sys). Embora esse seja o mote da série (apresentado numa camada superficial), o que de fato o espectador é convidado a acompanhar é a escolha aleatória dos doze indivíduos que se tornam jurados desse inquérito, e o quanto a vida dessas pessoas não é exatamente exemplar. Por isso, automaticamente o espectador é convidado a pensar se essas pessoas deveriam mesmo estar julgando o destino de Frie Palmers, cujas acusações podem ser menos graves do que as enfrentadas por alguns dos doze jurados.
Criado e escrito por Sanne Nuyens e Bert Van Dael, o roteiro em cada episódio vai jogando luz em um dos jurados, entrelaçando as histórias desses indivíduos que, supostamente, não se conheciam anteriormente. Só que, antes de serem jurados, essas pessoas tinham vidas pessoais que, muitas vezes, não refletiam uma conduta tão exemplar, a ponto de torná-los capazes e imunes de julgar o destino de outra pessoa. Dentre os doze, por exemplo, conhecemos Delphine (Maaike Neuville), uma mãe de três crianças que não queria ser jurada, mas se vê obrigada a isso pelo sistema e que, por conta dessa obrigação, acaba eclodindo o ciúme irrefreado do marido; Carl (Zouzou Ben Chikha), um pai machista e controlador; Holly (Charlotte De Bruyne), uma jovem rica cujos pais foram brutalmente assassinados no passado; Joeri (Tom Vermeir), um empresário com negócios escusos; e Arnold (Peter Gorissen), um homem solitário que só se sente bem quando está perto dos macacos do zoológico.
A produção belga tem um ritmo linear, embora a narrativa seja recheada de flashbacks e acompanhe o desdobramento de muitos personagens. É interessante também para nós, espectadores brasileiros, observarmos o próprio de julgamento da Bélgica, no qual as testemunhas são centralizadas na sala e entrevistadas tanto pela promotoria quanto pela acusação e também pelo juiz, havendo a possibilidade do acusado ser questionado ali mesmo sobre um determinado fato, no meio do depoimento da testemunha, confrontando ambos os relatos. Para quem curte produções assim e está acostumado com as versões hollywoodianas, ‘Doze Jurados’ traz um curioso sistema judiciário um pouco diferente do nosso – e gera mais uma reflexão: será que o deles funciona melhor do que o nosso?
O aspecto mais original de ‘Doze Jurados’ é que a série em vez de focar no crime em si ou na investigação policial, como ‘CSI’, ‘NCIS’ ou ‘Criminal Minds’, por exemplo, ela joga luz justamente nas pessoas mais importantes dessa equação – os jurados –, cujas histórias são desconhecidas tanto na ficção quanto na vida real. E esse simples girar de eixo provoca a inquietação no espectador: quem somos nós, para nos acharmos no direito de julgar o outro? E mais: o que é esse sistema judiciário mundial, que subjuga o destino de uma pessoa às mãos de outras, cujas idoneidades podem ser mais duvidosas do que a do acusado?
‘Doze Jurados’ é uma série calma e reflexiva, que oferece um interessante olhar sobre o terceiro prato da balança da justiça que comumente é ignorado nos julgamentos: aqueles que de fato sentenciam a liberdade ou a condenação dos acusados.
O dia da grande despedida da série ‘Supernatural‘ está chegando para os fãs, mas os astros da produção já tiveram o seu último dia de gravações, na última quinta-feira (10).
E o astro Jensen Ackles refletiu sobre o fim dessa jornada, por meio de sua conta oficial do Instagram. Em uma publicação emocionada, ele agradeceu aos fãs e aos membros da equipe de apoio pelos 15 anos de aventura e compartilhou imagens do seu último dia de filmagens da produção.
Confira:
“Acordei às 6h da manhã. Esse alarme disparou com um tom pesado. Hoje é o último dia de uma jornada de 15 anos. Uma que mudou minha vida para sempre. Para aqueles com quem trabalhei nesta jornada e para aqueles que trabalharam assistindo e apoiando… vocês nunca vão entender o meu grande apreço por vocês. ‘Obrigado’ não é suficiente. Simplesmente não há palavras. Estou muito grato por essas memórias que vou carregar comigo para sempre. Foi uma viagem. E que viagem. #spnfamilyforever aqui estão algumas fotos dos nossos últimos dias… incluindo hoje. Vou tentar enviar outras mais tarde, mas aos moldes de SPN… estamos no meio de ‘lugar nenhum’ e tem zero serviço. Vai entender. Fiquem ligados”.
Criada por Eric Kripke, a série inicialmente foi planejada para durar 5 temporadas, mas continuou após se tornar um dos maiores sucessos do canal.
Sam (Padalecki) e Dean (Jensen Ackles) lutaram contra demônios e anjos, criaturas míticas e monstros, em uma busca aparentemente interminável para salvar o mundo. Mas na batalha final, eles enfrentam o próprio Deus (Rob Benedict), recusando-se a matar seu filho Nephilim Jack (Alexander Calvert), trazendo assim a decisão de Deus de acabar com essa realidade de uma vez por todas…
O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica EM VÍDEO da comédia de terror ‘A Babá: Rainha da Morte‘, que chegou no catálogo da Netflix e parece que está dividindo opiniões entre os assinantes da plataforma.
Assista a crítica:
A sequência do filme estrelado por Judah Lewis eSamara Weaving, se passa dois anos após Cole sobreviver ao um culto satânico liderado por sua babá.
Porém, quando ele finalmente está pronto para deixar o passado para trás, os membros da seita retornam dos mortos para tentar completar o ritual… de uma vez por todas.
Nas redes sociais, os internautas estão publicando diversos elogios e críticas à continuação, que está ainda mais sangrenta, violenta e insana do que o original.
mano eu assisti a babá na época q lançou e eu nunca tinha visto um filme TAO TRASH NESSE MUNDO!!!! péssimo nota 0 ai a netflix parece q tem prazer em investir em bosta ne simplesmente LANÇARAM A BABÁ 2
A continuação trará de volta os astros do original: Bella Thorne, Judah Lewis, Robbie Amell, Hana Mae Lee e Andrew Bachelor. Jenna Ortega é a mais recente adição.
Dois anos após ter derrotado uma seita satânica liderada por sua babá, Cole agora só está preocupado em sobreviver à vida na escola. Mas quando seus velhos inimigos retornam, ele precisa provar novamente que é mais esperto do que as inconvenientes forças do mal.
A 6ª temporada de ‘Fear the Walking Dead’ trará a chegada de vários novos personagens e uns deles acaba de ser apresentado no mais recente teaser anunciado.
Conheça a nova personagem Dakota, vivida por Zoe Colletti.
A emissora também divulgou imagens do próximo ciclo, que mostram que os membros do grupo de sobreviventes agora estão por conta própria depois que foram separados por Virginia (Colby Minifie) ao final da 5ª temporada.
Derivado de ‘The Walking Dead‘, a série segue um grupo de sobreviventes improvável em um mundo pós-apocalíptico dominado por zumbis. Depois de enfrentar diversos obstáculos e inimigos, o grupo decide se unir para ajudar outros sobreviventes que possam estar precisando de ajuda.
A aguardada sequência de ‘Abracadabra‘ está ganhando forma e segundo o portal The DisInsider, o elenco original já estaria em negociações para retornar para a nova produção.
De acordo com a publicação, as intérpretes das irmãs Sanderson, Bette Midler, Sarah Jessica Parker e Kathy Najimy teriam tido conversas preliminares com a Disney, a respeito da possibilidade de reprisarem os seus respectivos papéis.
O portal ainda revela que, ainda que não possa confirmar ou não se alguma delas já assinou o seu contrato, uma fonte envolvida com o projeto alegou que as atrizes chegaram a participar de reuniões via Zoom.
Recentemente, em entrevista ao ComicBook.com, o roteirista do longa original, Mick Garrisfalou sobre o possível retorno do elenco original para a vindoura sequência, explicando que a química de Sarah Jessica Parker, Bette Midler e Kathy Najimy foi o grande motivo pelo filme ter conquistado uma legião de fãs.
“Estou animado [para a sequência], mas acredito que a principal razão do filme ter funcionado foram as Irmãs Sanderson, aquelas atrizes naqueles papéis, aquelas performances que eu acredito serem a chave da longa vida do filme. Fez um sucesso modesto quando saiu. E acho que elas são o motivo do filme ainda ser conhecido desde quando saiu em 1993. E eu adoraria vê-las retornando. Acho que esse é o plano, mas não sei. Ouvi dizer que é isso o que está acontecendo.”
Adam Shankman será o diretor.
A intenção é lançar a sequência no serviço de streaming Disney+. O projeto ainda está nos estágios iniciais de produção.
Jen D’Angelo, que roteirizou o original, foi contratado para escrever ‘Abracadabra 2‘.
O filme original carrega consigo uma legião de fãs. Lançado em 1993 e dirigido por Kenny Ortega (franquia ‘High School Musical’), a história gira em torno de Max Dennison (Omri Katz), um adolescente que explora uma casa abandonada ao lado de sua irmã Dani (Thora Birch) e sua nova amiga Allison (Vinessa Shaw). Depois de não acreditar em uma história que Allison conta, Max acidentalmente liberta um grupo de bruxas más que morava na casa. Agora, com a ajuda de um gato mágico, as crianças devem roubar o livro de magias das bruxas para impedi-las de se tornarem imortais.
Apesar de não ter feito muito sucesso de bilheteria e de crítica, arrecadando pouco mais de 39 milhões de dólares à época do lançamento, o longa foi elevado ao status de cult. Rumores de sua sequência já despontam nas redes sociais há vários anos.
‘Abracadabra 2’ ainda não tem estreia confirmada. A plataforma do Disney+, por sua vez, será lançada em território nacional no dia 17 de novembro deste ano.
A Babá – Rainha da Morte estreou essa semana na Netflix. Dirigido por McG, o filme é sequência do sucesso inesperado de 2017, também dirigido por McG. Essa franquia é um caso de sucesso do subgênero “Terrir”, que engloba filmes que não se contentam em dar uns sustos e mostrar umas bizarrices sangrentas, mas também se empenham pra arrancar umas gargalhadas do público. Pensando nisso, o CinePOP selecionou alguns filmes disponíveis nos principais serviços de streaming para você curtir neste final de semana. Confira!
A Babá (2017)
Não dá para começar uma matéria falando da sequência sem citar o filme original, não é mesmo? A Babá foi uma das gratas surpresas de 2017. Dirigido por McG e estrelado pelo pequeno Judah Lewis, o filme é praticamente uma versão adulta psicótica deEsqueceram de Mim. Após os pais saírem pra “tomar um café”, por assim dizer, o pequeno Cole (Judah) fica em casa com sua babá. O problema é que a menina traz um grupo de amigos e começa um ritual satânico que só será concretizado se eles conseguirem o sangue do menino. Recheado de sangue e piadas sacanas, o longa coloca esse grupo de jovens tentando capturar Cole, que se safa bolando as mais mirabolantes armadilhas. É bizarramente divertido.
Produzido por Steven Spielberg e dirigido por Joe Dante, Gremlins é provavelmente o “terrir” mais clássico da história dos “terrires”, com o perdão do neologismo. A história é bem simples, mas criativa. Um inventor picareta compra um bichinho de estimação para seu filho Billy (Zach Galligan), um jovem meio bobo. Porém, o oriental vendedor explica que ele precisa seguir três regras para levar o Mogwai: não expô-lo a luz forte, não molhá-lo e JAMAIS alimentá-lo depois da meia-noite. Só que vocês sabem como é americano, né? Não passa nem uma semana e Billy já quebra as três regras. O resultado é que o Mogwai acaba se multiplicando e essas cópias saem endiabradas, virando pequenos monstrinhos com um senso de humor politicamente incorreto, por assim dizer, e muita vontade de tocar o terror na cidade. Cabe a Billy, Gizmo (o Mogwai do bem) e Kate (interpretada pelo crush de 90% das pessoas vivas nos anos 1980, Phoebe Cates) achar um jeito de derrotá-los antes que eles matem e explodam a cidade inteira.
Outro filme original Netflix, O Pequeno Demônio acabou passando meio despercebido pelo público e não chamou tanta atenção quanto A Babá. No entanto, é uma história criativa e dona de um senso de humor irônico maravilhoso. Protagonizado por Adam Scott e Evangeline Lilly, o filme conta a história de Gary (Adam), um americano comum que casou com Samantha (Lilly) e acabou se tornando padrasto do pequeno Lucas (Owen Atlas), fruto do obscuro relacionamento anterior de Samantha. O garoto é esquisitão e anda por aí vestido um terninho igual ao do Angus Young, guitarrista do AC/DC. Gary tenta enturmar com Lucas, mas eles não se entendem muito bem. Logo, coisas estranhas começam a acontecer, e o padrasto logo percebe: o moleque é o anticristo. Cheio de situações bizarras, o filme é ridiculamente divertido e tenso, muito por conta da atuação de Adam Scott, que faz o papel de pessoa normal no meio de um filme de terror.
Primeiro grande trabalho do diretor/ator Taika Waititi, O Que Fazemos nas Sombras é tipo um Mockumentary sobre um grupo de vampiros de diferentes épocas que dividem uma casa nos subúrbios da Nova Zelândia. Como cada um é de uma época diferente (por exemplo, um é da Idade Média, enquanto outro é iluminista), isso reflete diretamente em suas respectivas personalidades. É uma forma de brincar de forma inteligente com praticamente todos os estereótipos envolvendo o vampirismo. Ao mesmo tempo, o formato de Mockumentary, envolvendo câmeras digitais e algumas imagens de telefone, ajuda bastante a criar o clima tenso de um filme clássico de terror. Dessa forma, o filme começa como se fosse um The Office vampiresco, e vai entrando cada vez mais nessa pegada, já que o grupo de vampiros começa a fazer um série insanidades mundanas, como arrumar briga com uma gangue de lobisomens, frequentar uma balada neozelandesa e aprender a usar um computador. Enfim, é um filme único, tendo uma dose certa de humor e terror.
Uma verdadeira obra-prima dos filmes slasher, A Morte Te Dá Parabénsfoi outra grata surpresa de 2017. O ‘Terrir’ da Blumhouse funciona como um “Feitiço do Tempo” de terror. Isso porque a jovem Tree (Jessica Rothe), a típica ‘Menina Malvada’ dos filmes adolescentes, está comemorando seu aniversário quando é brutalmente assassinada por um serial killer com máscara de bebê. O problema é que ela acorda no mesmo dia de sua morte e fica revivendo enquanto tenta descobrir a verdadeira identidade de seu assassino. O maior mérito do longa é brincar com a ideia do “o que você faria no seu último dia se soubesse que esse seria seu último dia?”. Além disso, a coitada da Tree (Rothe) passa o filme inteirinho morrendo, e todas essas mortes são ridiculamente criativas. Tudo isso junto a alguns bons sustos jumpscare e atuações carismáticas.
Pânico(1996), de Wes Craven, é um filme importante para o cinema de terror, pois serviu para revitalizar os subgêneros do slasher e thriller adolescente – que se encontravam sem força nos anos 1990. A solução do roteiro proposto porKevin Williamson (grande nome do gênero na época) foi o uso do humor e da metalinguagem. Os personagens estavam por dentro da piada e faziam o público rir com eles, não deles, além de homenagear através de inúmeras referências outras obras do tipo. Os personagens não apenas pertenciam a um filme de terror, mas também sabiam tudo sobre eles – assim como todo adolescente aficionado.
Com aclamação de crítica e público, em um ano os realizadores confeccionaram Pânico 2 (1997) – que, com todos os envolvidos de volta (incluindo atores, diretor e roteirista), seguia mantendo a qualidade e evoluindo o jogo. Resultado: um novo sucesso. Na hora do encerramento da trilogia, no entanto, a coisa se complicou e Pânico 3 sofreu um embargo de três anos até atingir as telonas mundiais – o fazendo perder completamente seu momento. Afinal, em 2000, a febre de tais filmes já estava novamente por um fio.
Confira nosso ranking com todos os filmes da franquia:
Pânico 3, considerado o mais fraco e problemático de todos os filmes da franquia (incluindo o tardio Pânico 4, lançado em 2011), completa 20 anos em 2020 – pois é, já está se sentindo velho? E como forma de celebrar este aniversário, o CinePOP resolveu dar uma olhada em algumas curiosidades de bastidores do filme. Vem com a gente relembrar o terceiro capítulo da famosa e bem sucedida franquia de terror.
Pânico 3, lançado exatamente dois anos e um mês após Pânico 2, fez sua pré-estreia mundial na Califórnia, no dia 3 de fevereiro de 2000, completando assim 20 anos de lançamento. O filme estreou oficialmente nos EUA no dia seguinte, 4 de fevereiro, e no Brasil estreava no dia 7 de julho do mesmo ano.
Com o orçamento de US$40 milhões, o terceiro episódio era então o mais caro da trilogia, afinal Pânico era uma franquia extremamente lucrativa que só crescia. O quarto filme receberia o mesmo orçamento, onze anos depois. Em matéria de retorno financeiro, porém, dos três primeiros filmes, o terceiro foi o menos rentável – como dito o timing havia passado e os produtores perderam a janela. Caso fosse lançado logo em seguida, em 1998, poderia ter, além de engatado novos episódios, arrecadado mais nas bilheterias. De qualquer forma, com mais de US$161 milhões mundiais, Pânico 3 não fez feio.
Dois grandes impasses embarreiravam a produção de Pânico 3. O primeiro era a falta de vontade da atriz Neve Campbell, que interpretou a protagonista Sidney em todos os filmes da franquia, em retornar para este terceiro capítulo. Campbell, uma atriz de TV, viu sua popularidade deslanchar e estava em busca de novos desafios na carreira, não desejando ficar presa ao mesmo papel para sempre. Ela estrelou filmes como Jovens Bruxas (1996), Garotas Selvagens (1998) e Studio 54(1998) na época. Do outro lado, o diretor da franquia declarava que sem a atriz não teriaPânico 3. Após um longo embargo, Neve Campbell retornava, mas com o contrato estipulando apenas vinte dias para as gravações – resultando no filme onde Sidney tem menos tempo em cena.
O outro impasse mencionado foi a saída da mente por trás da franquia, o roteirista sensação Kevin Williamson. O escritor viveu seu auge no período e parecia ter a mão em todas as produções do gênero na época, além de sua própria série Dawson’s Creek. A história oficial é que Williamson estava com a agenda lotada, mas será que ele recusaria um texto da franquia que o colocou no mapa? Alguns relatos afirmam que Williamson chegou a escrever um tratamento para a história do que deveria ser o terceiro filme – uma espécie de planta para o projeto. Estas ideias teriam sido totalmente descartadas pelo roteirista oficial contratado, Ehren Kruger (O Chamado, Dumbo e o vindouro Top Gun: Maverick), talvez por puro ego.
O roteiro original para esta terceira parte traria de volta o personagem Stu (Matthew Lillard), um dos psicopatas do primeiro filme, que teria sobrevivido aos graves ferimentos no final do longa. Preso, o lunático comandaria da cadeia os novos assassinos, que promoveriam outra matança em um colégio. Possivelmente no mesmo roteiro, Sidney descobriria uma casa onde um aparente massacre teria ocorrido, com diversos jovens mortos. A reviravolta viria com os jovens se mostrando na verdade vivos e sendo os responsáveis pelos crimes, todos fãs obcecados da franquia Stab. A ideia foi abandonada devido ao massacre real de alunos na escola de Columbine, no Colorado. Assim, a trama foi transferida para Hollywood, sem personagens adolescentes, focada nos bastidores do cinema.
Apesar de suas inconsistências e furos no roteiro,Pânico 3 até funciona como sátira do mundo da sétima arte e de Hollywood, fazendo dele o diferente da franquia. O filme inclusive poderia pertencer a uma lista de longas sobre insight de fazer cinema. Pânico 3 também eleva o conceito metalinguístico, apresentado no segundo episódio, e se concentra na produção de Stab 3 (o filme dento do filme). Assim, os personagens coadjuvantes aqui são atores, diretores e produtores, todos envolvidos na confecção do terror. E todos vivendo na vida real um filme de terror igualmente. Pelo aumento da sátira, este é o mais cômico da trilogia e o que possui menos gore – elemento pelo qual o diretor Craven constantemente batia e o pé – os produtores queriam um filme ainda mais “domado”.
Em matéria de participações especiais, temos, por exemplo, as aparições de Jay e Silent Bob, personagens dos filmes de Kevin Smith, e Carrie Fisher na pele de uma secretária brincando sobre o fato de não ter sido a Princesa Leia no cinema por ter se recusado a dormir com George Lucas. O próprio Wes Craven chegou a ser cogitado para o papel de John Milton, o mega produtor com um passado negro, que terminou nas mãos do veterano Lance Henriksen.
Nesta época já existia o pavor de spoilers por parte dos cineastas, que queriam manter segredo sobra suas reviravoltas. Por isso, Craven filmou três finais diferentes e não exibiu o longa para jornalistas. Os próprios atores só viram o produto final na pré-estreia. Outra cena de abertura havia sido escrita também, mas não chegou a ser filmada. Nesta introdução bad, Sidney atira diversas vezes num sujeito vestido de Ghostface que a ataca dentro de sua casa, somente para descobrir que se tratava de um fã dos filmes Stab aplicando uma pegadinha nela.
Um dos elementos mais problemáticos do roteiro, que soa como verdadeiro coelho tirado da cartola (em inglês o termo jump the shark seria o usado aqui, que significa uma reviravolta non sense e desesperada), é a revelação do assassino e sua verdadeira identidade. Roman Bridger (Scott Foley, em sua estreia no cinema), o diretor deStab 3, é o assassino. Até aí tudo bem, já que alguém precisava ser o culpado. Sua motivação, no entanto, é o verdadeiro momento jump the shark do filme. Ele é na verdade, vejam isto, o irmão perdido de Sidney, que ela nunca soube que existia. Reviravoltas estapafúrdias como esta são dignas das mais exageradas novelas mexicanas, porque conhecemos bem o(a) protagonista ao longo de outros filmes para saber que nada indicava isso. Quando aplicado em um personagem coadjuvante se torna mais passível. Revelações assim geralmente vêm acompanhadas de “eu estava por perto observando este tempo todo”, ou em caso de vilões, “eu estava por trás de tudo”, sem deixar qualquer rastro de sua existência até então. Soa sempre como sinônimo de roteiro preguiçoso. E o pior é quando tal elemento é utilizado em grandes produções, como o caso de 007 contra Spectre(2015) e o vindouro Velozes e Furiosos 9 (2020). O irmão perdido é um dos artifícios mais deploráveis de roteiros.
Outro item que vem incomodando os fãs da franquia desde o lançamento do terceiro filme é a teoria do segundo assassino. Oficialmente, Pânico 3 é o único filme da série que não tem dois assassinos por trás dos crimes, mas apenas um: Roman Bridger. O que é notável durante toda a projeção é o comportamento pra lá de estranho de uma das personagens: Angelina (Emily Mortimer), a atriz que interpreta Sidney em Stab 3. Na cena em que a mansão explode matando um dos atores, Angelina aparece de forma suspeita, ao que alguns personagens, como Dewey (David Arquette), a questionam, a olham de forma incriminadora e a trilha sonora ajuda a desconfiarmos da moça. Em um outro momento de tensão, Sidney a flagra pronta para vestir a roupa de Ghostface e atacá-la, mas ela de pronto inventa uma desculpa esfarrapada.
Estas pistas deixadas ao longo do filme servem para confundir o público, mostrando obviedade quanto a culpa de um personagem, para desviar nossa atenção nos fazendo acreditar que não pode ser ele(a). Assim, finalmente revelando sua autoria ou cumplicidade dos crimes. Algo como foi feito no primeiro Pânico com Billy Loomis (Skeet Ulrich), o personagem mais óbvio, que terminou realmente se mostrando o culpado – mas ele não estava sozinho. A “morte” de Angelina também é suspeita, e ocorre quase off-screen, meio de relance, vista de cima por outro personagem, com todos os indícios de ser algo orquestrado falsamente. Em uma das cenas na mansão, podemos ver Ghostface atacando Tyson (Deon Richmond) e, segundos depois, dentro de uma passagem secreta, perseguindo e matando Jennifer (Parker Posey – que rouba a cena como a atriz que interpreta Gale Weathers). Este é outro momento que deixa claro a existência de duas pessoas utilizando a fantasia do assassino.
Estas suspeitas não são por acaso. O próprio diretor Wes Craven confirmou em comentários que originalmente Angelina era uma das assassinas do filme e a namorada secreta de Roman. Ela também era uma ex-colega de colégio de Sidney, obcecada pela trágica história da protagonista (ideia reaproveitada no quarto filme). A luta e o desfecho com a morte dos vilões ficou muito parecido com o segundo filme, fazendo com que os produtores desaprovassem, descartando a ideia. O problema é que o filme já havia sido gravado com esta proposta, e a mudança deixou várias cenas soltas no ar, que apenas enfatizam o comportamento bizarro de Angelina, sem uma explicação plausível para tal.
Pânico 3, em seu fim de semana de lançamento, foi o filme a estrear em maior número de salas nos cinemas dos EUA, num total de 3.467 salas. Recorde quebrado no ano seguinte por Harry Potter a Pedra Filosofal, que estreou em 3.762 salas.
Entre os atores famosos que quase participaram do filme, Jamie Lee Curtis foi oferecida o papel que terminou com Carrie Fisher. Téa Leoni (Os Bad Boys) era uma das preferidas para o papel de Jennifer, que ficou com Parker Posey. Atrizes como Alicia Silverstone, Denise Richards, Liv Tyler, Claire Denis e o ator Ben Affleck foram considerados para alguns dos personagens do filme.
A mais curiosa, no entanto, foi Kate Hudson, contratada, mas substituída no início da fotografia principal para o filme. Na capa do filme Uma Aventura no Deserto (1998), Hudson é creditada no elenco de Pânico 3. Seu papel seria o de Christine, que ficou com Kelly Rutherford, a primeira vítima do assassino.
E você, gosta da franquia Pânico? Curte Pânico 3? Gostou das curiosidades desta matéria? Comente abaixo.
Vale lembrar que aguardada sequência ‘Pânico 5‘ se chamará apenas ‘Pânico‘. Porém, detalhes sobre os seus papéis não foram divulgados.
As novas adições no elenco contam com Dylan Minnette (’13 Reasons Why’), Mason Gooding (‘Deixe a Neve Cair’), Kyle Gallner (‘A Hora do Pesadelo’), Jasmin Savoy Brown (‘Love’) e Mikey Madison (‘Era uma Vez em Hollywood’).
O novo filme ainda trará o retorno de Courteney Cox,David Arquette e Marley Shelton, além da introduzir os atores Jack Quaid (‘The Boys’), Jenna Ortega (‘A Babá: Rainha da Morte’) e Melissa Barrera (‘Vida’).
Em entrevista ao Comic Book, Kevin Williamson, roteirista de quase todos os filmes da franquia ‘Pânico‘, revelou que já leu o roteiro da nova sequência e afirmou que o novo capítulo da saga será “inovador” e irá “honrar o Wes Craven”.
“Estou animado por voltar a trabalhar com os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillertt no próximo filme da franquia ‘Pânico’. A visão deles para a sequência é original, inventiva e irá honrar o legado do Wes Craven de um jeito incrível. ‘Ready or Not’ foi um dos meus filmes favoritos do ano passado e mal posso esperar para ver o que o talento deles irá trazer ao universo ‘Pânico’. Estou animado por fazer parte disso.”
Sobre o envolvimento do Williamson, como produtor executivo da nova sequência, e seu legado na franquia, os diretores declararam:
“É impossível expressar totalmente o quanto o trabalho do Wes Craven e os filmes da franquia significam para nós, tendo grande impacto em nós como roteiristas. As histórias incríveis do Kevin Williamson nos inspiram há décadas e estamos honrados por ter a oportunidade de fazer parte desse universo que o Wes e o Kevin construíram juntos. O roteiro do Jamie [Vanderbilt] e o Guy [Busick] é incrível e faz justiça ao legado da saga. Estamos animados para trazer a vocês esse novo capítulo da franquia.”
O site Deadline confirmou cinco novos atores no elenco da aguardada sequência ‘Pânico 5‘ – que se chamará apenas ‘Pânico‘. Porém, detalhes sobre os seus papéis não foram divulgados.
As novas adições no elenco contam com Dylan Minnette (’13 Reasons Why’), Mason Gooding (‘Deixe a Neve Cair’), Kyle Gallner (‘A Hora do Pesadelo’), Jasmin Savoy Brown (‘Love’) e Mikey Madison (‘Era uma Vez em Hollywood’).
Confira o Cast:
Vale destacar que o quinto filme se chamará apenas ‘Pânico‘, como o original de 1996.
O mesmo aconteceu com a franquia ‘Halloween‘, que ganhou um novo filme esquecendo todas as sequências e recebeu o mesmo título que o original.
Confira nosso ranking com todos os filmes da franquia:
“Depois de falar com a Radio Silence, eles mostraram tanto amor, respeito e admiração por Wes Craven e tudo o que ele criou na franquia Pânico. Estou muito animada para voltar ao papel de Sidney Prescott e voltar para Woodsboro.”
A Radio Silence disse:
“Estamos nos beliscando! É difícil expressar o quanto o personagem Sidney Prescott moldou nosso amor por filmes e ter a chance de trabalhar com Neve é realmente um sonho que se tornou realidade. Simplesmente não seria um filme do Pânico sem Neve e estamos muito animados e honrados em nos juntar a ela em Woodsboro.”
O primeiro filme da franquia estreou em 1996 e tornou-se um clássico instantâneo e revolucionário que misturou elementos do terror slasher com a metalinguagem cinematográfica. Dirigido por Wes Craven e roteirizado por Kevin Williamson, a trama focava em um serial killer mascarado conhecido pelo nome de Ghostface, que utilizava bordões e um assustador conhecimento sobre produções do gênero para perseguir suas vítimas.
Juntas, as quatro iterações arrecadaram mais de 608 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.
A Paramount Pictures lança ‘Pânico‘ no Brasil no dia 13 de janeiro de 2022, um dia antes da estreia norte-americana.
O aclamado drama francês ‘Lindinhas’ já está disponível na plataforma de streaming da Netflix, mas continua gerando repercussão negativa.
Após o lançamento, os usuários do Twitter viralizaram a hashtag #CancelNetflix (Cancelem a Netflix) acusando o filme de sexualizar as atrizes do longa, todas menores de idade, e romantizar a pedofilia.
O streaming duras críticas sobre o filme após lançar o filme.
A polêmica ganhou as redes sociais e levou diversos internautas a participarem de uma petição no site Change.org para remover o título da plataforma.
Com mais de 300 mil assinaturas, o abaixo-assinado vem acompanhado do seguinte texto: “este filme/show é nojento e sexualiza uma menina de ONZE anos para o prazer de pedófilos, além de influenciar negativamente nossas crianças! Não há necessidade para esse tipo de conteúdo com grupos dessa idade, especialmente quando tráfico sexual e pedofilia estão desenfreados. Não há desculpas, esse é um conteúdo perigoso”.
“Lamentamos profundamente a arte inadequada que usamos para Lindinhas. Não estava bem, nem representava esse filme francês que ganhou um prêmio no Festival de Sundance. Agora, atualizamos as fotos e a descrição.”
We’re deeply sorry for the inappropriate artwork that we used for Mignonnes/Cuties. It was not OK, nor was it representative of this French film which won an award at Sundance. We’ve now updated the pictures and description.
A obra francesa, que gira em torno de uma jovem menina de 11 anos que se rebela contra o conservadorismo de sua família e se torna uma incrível dançarina, veio acompanhada de um pôster promocional que trazia o elenco-mirim em poses controversas, emulando mulheres adultas.
Após a dubladora Isabelle Cunha ter rebatido as críticas maldosas que vem recebendo depois da divulgação do trailer dublado do filme ‘Enolas Holmes‘, no qual ela dubla a Millie Bobby Brown(‘Stranger Things‘), os internautas se sensibilizaram e vieram à defesa da profissional.
Separamos as principais reações:
Tem gente falou mal da Isabelle que ala dubla mal stanger trings e enola holmes mano senso passou no 🆒 não é possível né a menina fica 9 horas na tela de um computador , pra essas pessoas falarem isso pelo amor de Deus vamo ter o senso né ?
a menina que dubla a eleven/enola holmes jantou todo mundo no tiktok coisinha de gente chata ficar criticando o trabalho dos outros não quer ver dublado, não vê gente que inferno
vcs so pregam empatia qnd convem a vce ne, tavam reclamando da dublagem de enola holmes sendo que a menina que dubla tb tem sentimento e se vcs não gostam de dublado eh só ver legendado, simples
eu amei a dublagem da isabella em enola holmes e fodase se vc nao gostou assiste legendado caralho, a mina dubla bem p kct, se esforça MUITO e vcs falando, cuidem da vida de vcs, vira dublador pra ver se é facil, plmds
Ô gente vocês que são desocupados ao ponto de falar mal da garota que dubla a Enola em Enola Holmes vão todo mundo tomar no cu a menina levou mo tempão pra gravar a dublagem brasileira é incrível e se não gosta assiste essa merda legendada mas não vem criticar ela não
— chiquinho gavião as velma ⚡🐦 (@laufeymackie) August 26, 2020
ok mas ela está coberta de razão nékk
hj eu vi na tml algumas pessoas criticando a dublagem dela e a única coisa q eu pensei foi “mano se tu não gosta só ve legendado e pronto krl” mas n falei nd pq sou clean <3 pic.twitter.com/CtHfcCFXS1
No vídeo publicado, Isabelle conta que alguns internautas foram ao Twitter para criticar seu trabalho e se sentiu bastante incomodada com as mensagens.
Ela ainda reforça que os espectadores têm a opção de assistir aos filmes em versão legendada ou dublada, e menciona as dificuldade da profissão.
Por fim, a dubladora faz questão de dizer que a dublagem brasileira é a melhor do mundo e incentiva o público a respeitar a própria cultura.
Assista:
Lembrando que a adaptação de ‘Enola Holmes‘ será lançada na Netflixno dia 23 de setembro.
Assista ao trailer:
“Baseado na amada série de livros indicada ao prêmio Edgar Alan Poe, ‘Enola Holmes‘ conta a história da irmã adolescente rebelde de Sherlock e Mycroft Holmes, uma super-detetive talentosa e que muitas vezes supera seus brilhantes irmãos. Quando sua mãe desaparece misteriosamente no seu aniversário de 16 anos, Enola procura a ajuda de seus irmãos mais velhos. Mas ao perceber que eles estão mais interessados em fazê-la terminar os seus estudos, do que de fato resolver o caso, Enola faz a única coisa que uma jovem inteligente, engenhosa e destemida da década de 1880 pode fazer… ela foge de casa para Londres, a fim de encontrá-la. Conhecendo uma série de pessoas bem interessantes ao longo do seu caminho, Enola se vê envolvida em uma conspiração que pode alterar o curso da história política. Enola Holmes traz uma dinâmica reviravolta na brilhante família do maior detetive do mundo”.
Em entrevista ao ComicBook, os roteiristas Chad e Carey Hayes (‘Invocação do Mal 1 e 2‘) indicaram que uma pré-sequência do clássico ‘A Profecia‘ está em desenvolvimento.
“Nós escrevemos uma pré-sequência para ‘A Profecia’ que, segundo rumores, irá entrar em produção. Vamos ver o que irá acontecer.”
Carey acrescenta: “Nós pudemos contar a origem do Damien. Foi muito divertido.”
O projeto está sendo planejado desde 2016, na extinta 20th Century Fox. Porém, a companhia foi adquirida pela Disney no ano passado e a obra havia sido colocada em suspensão indefinida, levando os fãs de terror a questionarem a decisão da Casa Mouse e com o futuro incerto de franquias para maiores de idade.
O filme original foi lançado em 1976 e girou em torno de um casal cujo primeiro filho morreu pouco depois de nascer. Os pais, então, resolveram adotar uma criança órfã – mas uma série de eventos bizarros circundando Damien levou os dois a questionarem a origem do garotinho (e eventualmente a descobrirem que ele é o próprio Anticristo).
O sucesso da obra rendeu nada menos que três sequências e um remake.
A aclamada série ‘Patrulha do Destino‘ (Doom Patrol) foi renovada oficialmente para a 3ª temporada, que deve estrear apenas em 2021.
O novo ciclo será lançado exclusivamente pela HBO Max.
“Nós estamos animados e gratos pela oportunidade de retornar para mais uma temporada,” afirmou o produtor executivo Jeremy Carver. “Estamos especialmente gratos aos nossos parceiros da Berlanti Productions, Warner Bros. Television, DC Universe e, claro, a HBO Max.”
Os membros da Patrulha do Destino sofreram acidentes horríveis que lhes deram habilidades sobre-humanas, mas também os deixaram marcados e desfigurados. Traumatizados e oprimidos, a equipe encontrou um propósito através do Chefe, que os reuniu para investigar os fenômenos mais estranhos existentes e proteger a Terra do que eles encontram.
Parte grupo de apoio, parte equipe de super-heróis, a Patrulha do Destino é um bando de malucos super-poderosos que lutam por um mundo que não quer nada com eles. Continuando após os eventos de ‘Titãs’, a série encontrará esses heróis relutantes em um lugar que eles nunca esperavam estar, chamados para a ação por ninguém menos que Cyborg, que chega a eles com uma missão difícil de recusar, mas com um aviso que também é difícil de ignorar: suas vidas nunca mais serão as mesmas.
Tudo bem que só são infelizes coincidências, mas que o vídeo é interessante, isso é inegável.
No material abaixo, a tal pessoa relacionou o 11 de setembro a ‘De Volta para o Futuro‘, do mega talentoso Robert Zemeckis. E algumas coisas são bem bizarras.
‘De Volta para o Futuro’ (116 minutos), 1985, de Robert Zemeckis Marty Mcfly (Michael J. Fox), um típico adolescente dos anos de 1980, viaja, acidentalmente, ao passado, em uma máquina do tempo inventada pelo cientista Dr. Brown (Christopher Lloyd). Durante sua aventura, ele conhece sua mãe (Lea Thompson), antes mesmo de ela se casar com seu pai, colocando em risco sua própria existência. Para poder voltar ao futuro, Mcfly tem a missão de unir os pais.
A saga de Marty Mcfly (Michael J. Fox) continua com o cientista Dr. Brown (Christopher Lloyd). Os dois e a namorada de Marty viajam no tempo para impedir que o filho se envolva com bandidos e seja preso. Porém, Biff (Thomas F. Wilson), velho amigo da família, consegue voltar ao passado e mudar a sequência de alguns acontecimentos. Para evitar uma tragédia, como a morte de entes queridos, Marty e Dr. Brown são obrigados a utilizar a máquina para viajar para os anos de 1950.
‘De Volta para o Futuro 3’ (118 minutos), 1990, de Robert Zemeckis
Dando sequência ao filme anterior, Marty McFly (Michael Fox) viaja no tempo até 1885 para ajudar o amigo Dr. Brown (Christopher Lloyd). Lá ele descobre que o cientista está fugindo de uma gangue de bandidos do Velho Oeste e que eles têm cinco dias para voltar para o futuro, no entanto, uma série de acontecimentos os impedem de ligar a máquina do tempo.
O aguardado remake de ‘A Lenda de Candyman‘ foi novamente adiado, em virtude dos reflexos da pandemia do Coronavírus. A informação foi revelada pela revista Variety.
Anteriormente programado para chegar aos cinemas no dia 16 de outubro deste ano, o longa agora fora adiado para 2021, em data ainda a ser definida pela Universal Pictures.
Confira as imagens do longa:
Segundo o FilmRatings.com, o aguardado filme ganhou sua classificação indicativa oficial.
As informações indicam que o longa-metragem será recomendado para maiores de 18 anos (rated-R) devido a “violência sanguinolenta e linguagem que inclui referências sexuais”. Além disso, o site também afirma que certos territórios lançarão a obra sob o título de ‘Say My Name’ devido a uma falta de familiaridade com a saga cinematográfica.
Recentemente, a diretora Nia da Costa divulgou em seu perfil do Twitter um prólogo animado que introduz os espectadores ao universo do aguardado terror.
Confira:
CANDYMAN, at the intersection of white violence and black pain, is about unwilling martyrs. The people they were, the symbols we turn them into, the monsters we are told they must have been. pic.twitter.com/MEwwr8umdI
O filme acompanha Anthony, um artista socialmente pronunciado em Chicago que pesquisa a lenda urbana de Candyman. Depois de investigar o último paradeiro conhecido do assassino, assassinatos estranhos começam a ocorrer em torno de Anthony. O protagonista desempenhará um papel semelhante ao de Helen Lyle, a personagem principal do filme original.
Em meio às despedidas de alguns dos personagens mais amados do MCU, como o Capitão América e o Homem de Ferro, muito tem se especulado a respeito do futuro de outros atores na nova fase do universo compartilhado dos heróis da Marvel.
Mas em se tratando de Chris Hemsworth e o Deus do Trovão Thor, os fãs podem descansar, pois o fim de sua jornada não está nada perto.
Em uma entrevista à revista Elle Man da Polônia, Hemsworth confirmou sua permanência no MCU, revelando que ‘Thor: Amor e Trovão‘ não será o seu último filme:
“Você está maluco? Eu não vou entrar em nenhum período de aposentadoria. Thor é jovem demais para isso. Eu tenho apenas 150 anos! Este filme não é definitivamente aquele em que eu me despedirei da marca. Pelo menos é o que eu espero”.
Dirigido por Taika Waititi, o filme tem estreia prevista para em 11 de fevereiro de 2022 (abrindo o fim de semana do Dia dos Namorados norte-americano) e traz de volta Thor (Chris Hemsworth), Jane Foster (Portman), Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Taika Waititi) e o Grão-Mestre (Jeff Goldblum).
Durante uma live com o apresentador JimmyKimmel, Hemsworth revelou que já leu o roteiro do novo longa-metragem e que o público vai adorar a história.
“Eu já li o roteiro e posso dizer que é um dos melhores que eu li na minha carreira. Não posso revelar nada, então como eu posso definir? É [Taika] Waititi ao extremo, e está dando o melhor de si para esse filme. Se a versão que eu li for definitiva, o público vai pirar com tanta insanidade.”
Antes disso, Waititi fez uma live em seu Instagram e comentou sobre o desenvolvimento da aguardada sequência, dizendo que o enredo é bem mais ousado que o anterior.
“[O roteiro] é super exagerado da melhor forma possível. Faz com que ‘Ragnarok’ pareça um filme dentro da zona de conforto… Esse novo filme dá a sensação de que perguntamos para crianças de dez anos de idade o que ela queriam em um filme, e então dissemos ‘sim’ para tudo”.
Lembrando que a Marvel adiou todos os seus lançamentos nos cinemas devido a pandemia do Coronavírus, que fechou quase todas as salas de cinemas pelo mundo.
A pandemia do coronavírus acabou afetando drasticamente o cronograma de estreias cinematográficas de 2020 e a aventura familiar ‘JungleCruise‘, da Disney, foi um dos filmes que logo de início acabou sendo adiado para 2021, enquanto muitos estúdios ainda insistem em tentar uma estreia neste segundo semestre de 2020.
E em uma entrevista recente à revista Variety, o produtor Hiram Garcia revelou porque a Disney decidiu reagendar a estreia do longa apenas para julho de 2021:
“Esse é um dos nossos bebês. Quando a pandemia chegou, nós não quisemos colocar as audiência em um perigo em potencial para assistir ao filme. Nós não apenas estamos lidando com o desafio de alguns cinemas serem abertos e outros fechados – e é claro, houveram conversas a respeito da possibilidade de lançá-lo apenas em algumas regiões -, mas basicamente nós cremos que temos um tipo de filme que será uma celebração do retorno aos cinemas. Esse longa é uma grande aventura familiar. Não é o tipo de filme que é feito com frequência hoje em dia, então nós realmente queríamos garantir que poderíamos levá-los à maior quantidade de pessoas possível, da forma mais segura possível. Nós estamos em uníssono com a Disney, quando eles decidiram adiar e conseguir uma boa distância da pandemia”.
Antes previsto para julho deste ano, o filme agora chega aos cinemas em 30 de julho de 2021.
Os especialistas da Disney enfatizaram que, devido à incerteza em andamento, todas as datas de lançamento podem ser alteradas novamente.
Na trama, Dwayne Johnson será Frank, um capitão de barco amaldiçoado com imortalidade, que acompanha Lily Houghton (Emily Blunt) na busca pela mística árvore da vida, capaz de oferecer a cura através de poderes mágicos.
O filme irá mostrar o primeiro personagem abertamente gay em uma produção do estúdio.
No entanto, o personagem interpretado por Jack Whitehall é descrito como “extremamente eficiente, muito chique e muito engraçado”, o que vem gerando críticas da comunidade LGBT por conta de uma possível representação estereotipada.
Além disso, ainda não se sabe se a trama irá abordar a sexualidade do personagem com a devida sensibilidade, já que o trailer não indicou maiores detalhes.
Ainda assim, a imprensa internacional elogiou a iniciativa da Disney em abrir espaço para todo tipo de representatividade, o que deve se estender nos próximos filmes do estúdio.
A AMC divulgou um novo teaser de ‘The Walking Dead: World Beyond‘, série derivada que tem estreia marcada para 04 de outubro.
No vídeo, os novos protagonistas enfrentam o mundo apocalíptico, enquanto o Exército da República Cívica usa os zumbis como cobaias na tentativa de descobrir uma cura.
Confira, junto com as novas imagens promocionais:
Criado por Scott M. Gimple e Matthew Negrete, esse é o segundo spin-off do Universo ‘The Walking Dead‘, que também conta com ‘Fear the Walking Dead‘.
A trama irá focar na primeira geração que cresceu durante o apocalipse zumbi.
Através de seu perfil do Twitter, Leonardo DiCaprio iniciou uma campanha para incentivar a população mundial a tomar medidas contra as ações prejudiciais do presidente Jair Bolsonaro em relação à Floresta Amazônica. Em apenas 10 dias, o filme já foi assistido mais de 1 milhão de vezes no Twitter.
Na publicação, o astro compartilhou um vídeo com uma mensagem bem forte, dizendo:
“EMERGÊNCIA! A Associação dos Povos Indígenas do Brasil pergunta a todos os cidadãos, governos e empresas ao redor do mundo: ‘De que lado vocês estão: Amazônia ou Bolsonaro?'”
O vídeo é narrado por uma criança, que reforça a urgência contra as queimadas causadas por grandes corporações que agem como parasitas e são protegidas por Bolsonaro.
Desde o ano passado, DiCaprio vem criticando o presidente por conta da sua falta de responsabilidade ao negar a crise ambiental que vem se abatendo sobre a região.
“Dados preliminares indicam um aumento de 7% nas queimadas da Floresta Amazônica em agosto. O presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, está sob pressão internacional para resolver a situação, mas duvidou publicamente delas no passado, culpando oponentes e comunidades indígenas.”, disse DiCaprio em entrevista ao The Guardian.
Em novembro de 2019, o astro já havia rebatido algumas declarações de Bolsonaro, que acusou o ator americano de financiar ONGs brasileiras supostamente responsáveis pela série de incêndios.
DiCaprio se manifestou através de um comunicado, dizendo:
“Embora certamente mereçam apoio, eu não estou financiando as organizações que estão atualmente sob ataque. O futuro desses ecossistemas insubstituíveis está em jogo e tenho orgulho de fazer parte dos grupos que os protegem.”
Além disso, o astro apoiou os protestos contra as queimadas e elogiou “o povo do Brasil que trabalha para salvar seu patrimônio cultural e natural.”
A polêmica começou quando Bolsonaro transmitiu ao vivo e em rede nacional diversas acusações sem provas contra DiCaprio e a WWF, organização que atua em áreas ambientais visando a conservação e restauração da natureza.
“O pessoal da ONG, o que eles fizeram? O que é mais fácil? Botar fogo no mato.”, disse o presidente. “Tira foto, filma, a ONG faz campanha contra o Brasil, entra em contato com o Leonardo DiCaprio, e então o Leonardo DiCaprio doa US$ 500 mil para essa ONG. Uma parte foi para o pessoal que estava tocando fogo, tá certo? Leonardo DiCaprio tá colaborando aí com a queimada na Amazônia, assim não dá, né?”.
Bolsonaro voltou a atacar o astro em frente ao Palácio da Alvorada, quando se encontrou com eleitores do Pará, que garantem que os incêndios tiveram motivações criminosas.
“Agora oLeonardo DiCaprio é um cara legal, não é? Dando dinheiro para tacar fogo na Amazônia. Quando eu falei que havia envolvimento de ONGs, o que a imprensa fez comigo?”, disse Bolsonaro em tom irônico.
Apesar das acusações, não há nenhuma prova da relação entre as entidades da sociedade civil com os incêndios que devastaram as florestas tropicais.