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‘Napoleão’ ultrapassa US$ 170 milhões nas bilheterias mundiais

Em menos de um mês, o épico ‘Napoleão‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 170 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 53 milhões. No mercado internacional, foram US$ 117.7 milhões – totalizando US$ 170.7 milhões mundialmente.

O TOP 5 dos maiores mercados inclui o Reino Unido (US$11.8M), França (US$8.4M), Alemanha (US$6.2M), Espanha (US$6.1M) e Itália (US$6M).

Vale lembrar que, além de ter falhado em superar ‘Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes‘, o novo filme do Ridley Scott desbancou a estreia doméstica da animação ‘Wish: O Poder dos Desejos‘ (US$31.7M).

A produção conquistou o TOP 2 em sua estreia nas bilheterias norte-americanas, arrecadando US$ 32.5 milhões no final de semana estendido de Ação de Graças.

Apesar do sucesso, o filme dividiu a opinião dos críticos com 58% de aprovação dos no Rotten Tomatoes. Segundo o consenso geral, o ator Joaquin Phoenix brilha no papel titular e o longa traz uma direção competente do Ridley Scott (‘Gladiador’), apesar de estar abaixo de alguns dos seus melhores trabalhos.

Separamos os trechos das principais críticas:

“O filme traz alguns problemas que o corte estendido [de diretor] pode acabar resolvendo, mas ‘Napoleão’ ainda consegue alcançar uma vitória impressionante.” (Total Film)

“Eu ri mais assistindo a este filme do que em qualquer outro lançamento deste ano. E as risadas foram genuínas e intencionais.” (Uproxx)

“Um retrato de ambição que faz com que a grandeza pareça a pior coisa que uma pessoa pode aspirar. Embora não esteja no mesmo nível de alguns dos outros trabalhos do Ridley Scott, ‘Napoleão’ segue como uma experiência intrigante em termos de narrativa.” (Decider)

Joaquin Phoenix está completamente comprometido em interpretar o Napoleão Bonaparte como uma criança mimada e petulante. O filme tem prazer de minar, em todos os momentos, a bravata de Bonaparte.” (United Press International)

Joaquin Phoenix está imponente como o ‘Napoleão’ – um blockbuster brutal que traz um estilo de direção que não é mais comum atualmente.” (The Movie Podcast)

“‘Napoleão’ é um filme grandioso, tanto por causa da narrativa bem construída, como também por causa das escolhas inspiradas do Joaquin Phoenix.” (Collider)

“Apesar de ser épica, a parceria entre o diretor Ridley Scott e o astro Joaquin Phoenix causou um impacto muito maior em ‘Gladiador’.” (Daily Mail UK)

Mike Flanagan afirma que novo ‘O Exorcista’ NÃO se apoiará em nostalgia: “Quero trazer algo novo”

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, o aclamado cineasta Mike Flanagan (‘Doutor Sono’) comentou sobre o que podemos esperar do próximo filme da franquia ‘O Exorcista‘.

O diretor revelou que pretende criar o filme mais assustador de sua carreira, com foco em trazer algo novo para a franquia ao invés de se apoiar na nostalgia dos capítulos anteriores.

“Não estamos em uma missão fácil, mas sempre senti que não há sentido em entrar em uma franquia consolidada sem trazer algo novo. Eu quis dirigir um novo filme da saga ‘O Exorcista’ porque estava convencido de que poderia adicionar algo significativo.”

Ele completa, “Essa é a oportunidade de fazer algo que nunca foi feito anteriormente na franquia – algo que honre o legado dos filmes anteriores, mas que não se apoie em nostalgia. Eu apenas vi a oportunidade de fazer o meu filme mais assustador. Sei que as expectativas são altas. Ninguém está mais intimidado do que eu.”

O novo reboot será lançado no dia 13 de março de 2026. Curiosamente, a data caiu em uma arrepiante sexta-feira 13.

O filme está sendo descrito como uma “radical nova visão para saga”, e não dará continuidade à narrativa de ‘O Exorcista: O Devoto‘ (2023).

“A voz e a visão de Mike são indispensáveis ​​para os fãs de terror e estamos entusiasmados em recebê-lo de volta à Blumhouse. Eu respondi imediatamente à nova visão de Mike sobre o mundo de O Exorcista e mal posso esperar para que o público experimente”, disse Jason Blum, fundador e CEO da Blumhouse.

“É uma honra trabalhar com Mike. Acho que sua visão para esta franquia vai surpreender o público em todo o mundo, e eu não poderia estar mais animado em trabalhar com ele, Trevor, Jason e toda a equipe Blumhouse”, disse David Robinson, presidente e CEO da Morgan Creek.

Conhecido pelos fãs do gênero, o diretor já comandou filmes como ‘O Espelho‘, ‘Hush: A Morte Ouve‘, ‘O Sono da Morte‘, ‘Ouija: Origem do Mal‘ e ‘Jogo Perigoso‘, além das séries ‘A Maldição da Residência Hill‘, ‘A Maldição da Mansão Bly‘, ‘Missa da Meia-Noite‘ e ‘A Queda da Casa de Usher‘.

Massacrado pelos críticos, ‘O Devoto‘ arrecadou apenas US$ 133 milhões mundialmente. Apesar da sequência ter um orçamento relativamente baixo de US$ 30 milhões, a Universal Pictures ainda pode levar prejuízo, já que desembolsou US$ 400 milhões para adquirir os direitos da franquia – e o seu retorno financeiro dependerá o desempenho das futuras sequências.

Confira nossa crítica:

Na trama, um pai desesperado pede a ajuda de Chris MacNeil para tentar lidar com uma presença demoníaca, assim como aconteceu com ela no passado.

Leslie Odom Jr.Ann DowdJennifer NettlesNorbert Leo ButzLidya JewettOlivia MarcumEllen Burstyn estrelam.

Confronto final nas imagens da ÚLTIMA temporada de ‘Stranger Things’; Confira!

Netflix divulgou as primeiras imagens oficiais da 5ª (e última) temporada de Stranger Things‘.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

O ciclo de encerramento será dividido em três partes:

Volume 1: 26 de novembro, às 22h
Volume 2: 25 de dezembro, às 22h
Episódio final: 31 de dezembro, às 22h

Outono de 1987. Hawkins está marcada pela abertura das Fendas, e nossos heróis estão unidos por um único objetivo: encontrar e matar Vecna. Mas ele desapareceu — seu paradeiro e planos são desconhecidos. Para complicar a missão, o governo colocou a cidade em quarentena militar e intensificou a busca por Onze, forçando-a a se esconder novamente. À medida que o aniversário do desaparecimento de Will se aproxima, um medo pesado e familiar também se aproxima. A batalha final se aproxima — e com ela, uma escuridão mais poderosa e mortal do que qualquer coisa que já enfrentaram. Para acabar com esse pesadelo, eles precisarão de todos — o grupo inteiro — unidos, uma última vez.

Stranger Things acompanha um grupo de amigos que enfrenta forças sobrenaturais e conspirações governamentais secretas em sua pequena cidade de Indiana, durante os anos 1980.

O elenco estelar inclui, além de Wolfhard, Millie Bobby Brown, Noah Schnapp, Caleb McLaughlin, Gaten Matarazzo e Sadie Sink, bem como Joe Keery, Maya Hawke, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Jamie Campbell Bower, Brett Gelman, David Harbour e Winona Ryder.

Última temporada de ‘Outlander’ ganha trailer LEGENDADO e data de estreia no Brasil; Confira!

O Disney+ divulgou o trailer legendado da 8ª (e última) temporada de ‘Outlander‘, aclamado drama de época estrelado por Caitriona BalfeSam Heughan.

O ciclo final chegará ao catálogo brasileiro do serviço de streaming no dia 7 de março – um dia após a estreia no território norte-americano.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Baseado nos livros de Diana Gabaldon, o drama histórico segue Claire Randall (Caitriona Balfe), uma enfermeira de combate da Segunda Guerra Mundial que vai parar misteriosamente na Escócia, em 1743.

O elenco também conta com Richard Rankin, Sophie Skelton, John Bell, César Domboy, Lauren Lyle, Caitlin O’Ryan, Mark Lewis Jones, Jessica Reynolds e Alexander Vlahos.

John Bernthal aparece machucado nas novas fotos no set de ‘O Justiceiro’

Novas fotos do set da série da Netflix, ‘O Justiceiro‘, circulam pela internet e desta vez trazem o protagonista, interpretado por John Bernthal, com inúmero machucados no rosto, em cenas gravadas dentro de um veículo.

Confira:

Em ‘O Justiceiro‘, Frank Castle é um ex-militar assombrado e caçado após o assassinato de sua família. Tentando superar o trauma, ele se transforma em um vigilante, que busca combater a criminalidade em Nova York e atende pelo nome de “Justiceiro”. A primeira temporada do spin-off terá 13 episódios.

‘Demolidor’ ganha versão para deficientes visuais

Quando estreiam os principais indicados ao Oscar 2018? Confira as datas!

Aqui no Brasil, a maioria dos indicados ao Oscar 2018 ainda não chegou aos cinemas.

E se você quer se programar e conferir as produções antes da aguardada premiação, nós separamos uma pequena lista com os filmes que receberam o maior número de nomeações e seus respectivos lançamentos.

Anote todo, programe-se e boa ssessão!

The Post – A Guerra Secreta’ – 2 indicações


Estreia: 25 de janeiro

A Forma da Água’ – 13 indicações

Estreia: 1 fevereiro

Três Anúncios Para Um Crimes’ – 7 indicações

Estreia: 15 de fevereiro

Lady Bird – É Hora de Voar’ – 5 indicações

Estreia: 15 de fevereiro

Eu, Tonya’ – 3 indicações


Estreia: 15 de fevereiro

Trama Fantasma’ – 6 indicações


Estreia: 22 fevereiro

O Destino de Uma Nação’ – 6 indicações


Em cartaz

Me Chame Pelo Seu Nome’ – 4 indicações


Em cartaz

Dunkirk’ – 8 indicações


Já saiu dos cinemas

Corra!’ – 4 indicações


Já saiu dos cinemas

 

Conheça os indicados ao Oscar 2018 

Indicados Oscar 2018 | As Surpresas e os Esnobados 

Idris Elba é eleito o homem mais sexy do mundo pela revista People

O astro britânico Idris Elba foi eleito o homem mais sexy do mundo, pela revista norte-americana People. O anúncio foi feito na última segunda-feira (06), no talk show The Tonight Show with Jimmy Fallon.

A revelação vem acompanhada da mais nova edição da publicação, que traz Elba estampando uma bela capa, que também fora compartilhada por ele mesmo em sinal de agradecimento.

Na ocasião, o ator ainda convocou os fãs a exercerem a cidadania, votando nas eleições de meio de mandato

Confira:

“Quem diria! Obrigado People e todos os fãs que nomearam como o Homem Mais Sexy. Não se esqueça de comprar sua edição nesta semana. Estou honrado e agradecido. O que é ainda mais importante é seu voto nas eleições de meio de mandato. Seu voto pode fazer a diferença!”

 

 

Crítica | Artemis Fowl: Adaptação da aclamada saga de livros é cheia de falhas, mas encantará os pequenos

Nos anos 2000, apenas duas sagas de livros permeavam o imaginário infantil: Harry Potter e Artemis Fowl. Responsáveis por moldar uma geração inteira de leitores – com narrativas que flertavam com o inimaginável e exploravam a criatividade infantil, ambas as franquias literárias sempre foram vistas como grandiosas promessas que aflorariam nas telonas. Enquanto HP viu a luz do projetor sucessivas vezes em meio a orçamentos e bilheterias milionárias, Artemis Fowl viu seu vigor ser engavetado em projetos que nunca foram adiante, até agora.

Para os adultos que cresceram com as mirabolantes aventuras de Artemis, que antes só existiam no campo das ideias, talvez seja necessário se desapegar da versão adaptada de Kenneth Branagh, que mais se preocupa em cativar a atual geração que não viu de perto o frenesi gerado pelos livros. Aqui, Artemis Fowl: O Mundo Secreto possui um compromisso maior em dialogar com os pequenos e tenta explorar as alegorias quase élficas da mitologia da saga de Eoin Colfer, para hipnotizá-los em direção a uma trama que traz de tudo um pouco, ainda que não se preocupe muito em desenvolver os universos que apresenta.

Colorido e com efeitos visuais que tropeçam no começo, mas acham o seu rumo ao longo da narrativa, o sci-fi juvenil peca por não dar profundidade aos seus personagens, tão pouco para suas respectivas origens. Carregando a trama com elementos dos mais diversos, o filme se transforma em uma explosão de acontecimentos que se desenrolam de forma rápida até demais. Perdendo o brilho do material original, a produção perde também pela falta de ousadia e ambição de tentar seguir pela mesma perspectiva madura que a franquia cinematográfica de Harry Potter percorreu com maestria. Tornando a narrativa de Artemis excessivamente infantil, a trama nos deixa um tanto à deriva, esperando pelo grande momento em que seremos arrebatados pela magia de Fowl.

Ainda assim, com todos os seus tropeços, o sci-fi estrelado por Ferdia Shaw, Josh Gad, Judi Dench e Colin Farrell consegue recuperar o seu fôlego por se apresentar como uma aventura que, em geral é divertida – se vista de forma despretensiosa. Com cenas de ação eletrizantes, a produção tem potencial para crescer e conquistar um público sólido no futuro, mas tudo dependerá da abordagem narrativa a ser adotada.

Aos olhos do público mirim, a produção deve despertar o mesmo imaginário alegórico que os livros assim o fizeram com a geração millennial. Por essa ótica, a adaptação até consegue mostrar a que veio e acerta por ter sido lançada no formato de streaming, garantindo um público muito maior que – provavelmente – não conquistaria nos cinemas. Com pontas soltas que abrem precedentes para uma futura sequência, Artemis Fowl pode não ser a adaptação que nós queríamos, mas não se assuste se ela se tornar a nova queridinha das crianças.

 

Crítica | A Roda do Tempo: Série épica da Prime Video traz ares de O Senhor dos Anéis, mas ainda falta encanto

Em meio ao aniversário de 20 anos de duas das maiores franquias cinematográficas – O Senhor dos Anéis e Harry Potter -, o gênero épico/fantasia retorna para as telinhas com um novo vigor, sob a lembrança ainda recente do sucesso de Game of Thrones. E A Roda do Tempo, em toda sua imensidão de conceitos que flertam com a filosofia, paganismo e até mesmo Cristianismo, chega à Prime Video como uma promessa cara, um suntuoso espetáculo visual de efeitos visuais e paisagens exuberantes que contrastam com a magia de um mundo cheio de possibilidades.

E Rafe Judkins acerta em seu valor de produção. Com a fonte inesgotável de Jeff Bezos à sua disposição, ele faz da saga literária um universo cativante – mas que ainda carece de uma boa dose de encantamento. Na trama, Moiraine (Rosamund Pike) embarca em uma missão perigosa, em que deve encarar o cumprimento de uma profecia que vai determinar os rumos da humanidade. Aqui, o clássico combo bem vs mal entra em cena, reunindo ainda uma série de pequenos grandes conflitos que permeiam a trama até o último episódio da primeira temporada.

O problema de A Roda do Tempo reside em sua narrativa pouco envolvente. Lindamente desenhada e enérgica em episódios que abusam das suas cenas de ação, a série ainda não possui aquele fator especial que a destaque de tantas outras do gênero épico. Com personagens que não nos afeiçoaram o suficiente para nos importarmos com seus arcos, a produção exala um potencial grandioso pelos poros, mas ainda precisa engrossar o seu caldo, a ponto de nos absorver em suas subtramas.

Com um enredo um pouco mais genérico, a primeira temporada da série peca por nos apresentar a vários elementos da sua mitologia, deixando pouco espaço para destrinchar a psique de seus personagens. Sabemos sobre sua jornada, entendemos os seus conflitos com ela. Mas a essência de cada arco individual ainda segue de forma superficial, ganhando mais corpo e vigor já nos três últimos episódios. E por não se aprofundar nesse aspecto logo de cara, A Roda do Tempo corre o risco de se tornar uma experiência televisiva incompleta, que nos instiga em seu primeiro capítulo, mas gradativamente nos deixa à deriva.

Ainda assim, a série baseada na longeva saga de livros de Robert Jordan é um deleite para os olhos. Com uma fotografia bucólica que exala a mesma leveza solar que vez outra testemunhamos também em O Senhor dos Anéis, A Roda do Tempo é dinâmica em seu design de produção, fazendo excelentes contrastes entre tons quentes e frios, que dosam bem a atmosfera da narrativa. E com ótimos efeitos visuais que tornam a magia da trama palpável, a produção tem todos os elementos para ser uma jornada promissora. Entre erros e acertos, essa é uma experiência que acende uma fagulha na audiência. Mas para ela continuar viva e ardente, a tal roda do tempo ainda precisa acertar o seu rumo no universo das telinhas.

James Gunn diz que DC Studios não terá “estilo de empresa”: “Não queremos que o público fique entediado”

O sucesso de bilheteria de ‘Superman‘, que ultrapassou US$ 250 milhões globalmente em menos de uma semana, marca um início promissor para o novo Universo DC comandado por James Gunn e Peter Safran. Mas, segundo Gunn, não espere que todas as produções sigam a mesma fórmula.

Em entrevista ao programa CBS Mornings, o diretor afirmou que a diversidade de estilos será uma marca registrada da nova fase da DC Studios.

“’Cara-de-Barro‘ é uma coisa totalmente diferente. Apesar de estar no mesmo universo, é um filme de terror completo. E isso é uma das coisas que queremos fazer”, explicou Gunn. “Não há um estilo da empresa. Não é como se todo filme fosse parecido com ‘Superman. Cada artista, diretor e roteirista vai imprimir sua própria visão.”

Segundo ele, a proposta é manter o público engajado e evitar a mesmice entre as produções:

“Não queremos que as pessoas fiquem entediadas.”

O novo ‘Superman‘ — interpretado por David Corenswet — apresentou uma abordagem mais colorida, otimista e esperançosa, rompendo com o tom sombrio da era Zack Snyder. Já o filme da ‘Supergirl‘, previsto para 2026, será uma fantasia espacial completa, com estilo próprio. E o aguardado ‘Cara-de-Barro‘, também em produção, aposta no terror psicológico.

Além disso, a DC prepara uma nova série dos Lanternas Verdes e a segunda temporada de ‘Peacemaker‘, sem falar nos planos para um novo ‘Batman‘, independente da sequência estrelada por Robert Pattinson.

Apesar de ainda não haver anúncio oficial de uma sequência para ‘Superman‘, o estúdio já tem contrato para possíveis continuações com Corenswet e Rachel Brosnahan (Lois Lane).

Superman’ esta em cartaz nos cinemas nacionais.

Crítica | James Gunn dá o pontapé inicial do DCU com o ESPETACULAR ‘Superman’

Crítica 2 | ‘Superman’ mostra que a verdadeira rebeldia é ser bom em um mundo cercado pelo mal

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

O Homem Das Cavernas

(Early Man)

 

Elenco:

Marco Luque

Eddie Redmayne

Maisie Williams

Tom Hiddleston

Timothy Spall

Direção: Nick Park

Gênero: Animação

Duração: 106 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ 50 milhões

Estreia: 05 de Abril de 2018

Sinopse:

Na trama, no início dos tempos, quando dinossauros e mamutes ainda vagavam pela Terra, um valente homem das cavernas une sua tribo contra um poderoso inimigo.

Curiosidades:

» Do mesmo diretor de A Fuga das GalinhaseWallace & Gromit: A Batalha dos Vegetais’;

Trailer:

Cartazes:

Fotos:

‘Homem-Formiga e a Vespa’ ganha novo pôster internacional; Vem ver!

Homem-Formiga e a Vespa ganha novo pôster internacional. Confira:

O filme também ganhou novos pôsteres dos personagens individuais, destaque para Michelle Pfeiffer, que aparece pela primeira vez com traje da Vespa Original. Confira:

O Reino Quântico que conhecemos em ‘Homem-Formiga’ deve ser parte crucial da trama da sequência, ‘Homem-Formiga e Vespa’, é o que sugerem rumores, além de afirmar que a dupla protagonista estará na caça de Janet van Dyne (Michelle Pfeiffer), a Vespa original, no Reino.

Uma fonte próxima à produção contou que atrama começa com Scott Lang em prisão domiciliar. Ainda se afastando dos eventos da Guerra Civil.

O elenco conta com Paul RuddEvangeline Lilly, Lawrence Fishburne como o Dr. Bill Foster, Golias; Walton Goggins como Sonnyburch, Hannah John-Kamen viverá a Fantasma e Randall Park será o Agente Jimmy Woo.

Judy Greer está com seu retorno confirmado. Na adaptação dos quadrinhos, Greer interpreta Maggie, a ex-esposa de Scott Lang e mãe da garotinha Cassie.

A direção é de Peyton Reed, com roteiro de Paul Rudd e Adam McKay.

A estreia de ‘Homem-Formiga e Vespa‘ está marcada para 5 de julho de 2018.

Pelé 80 | A saga de Pelé e Stallone contra o Nazismo

Os anos 1980 ficaram marcados pelo nascimento de diversos clássicos do cinema norte-americano. De Volta Para o Futuro, ET, Robocop, Karatê Kid e muito mais. Além do cinema, a cultura pop em geral era muito forte. Artes plásticas, música, produtos e esporte ficaram cada vez mais populares ao redor do planeta. O mundo iniciava um processo de globalização que não parou mais, até por conta da chegada das novas tecnologias. Nesse meio, houve uma colisão de mundos entre um dos maiores astros do cinema de ação americano com o maior jogador de futebol do planeta.

Com uma trama bastante inesperada, Fuga para a Vitória (1981) uniu em tela Pelé, Sylvester Stallone, Michael Cane e Bobby Moore, astro da Seleção Inglesa. O contexto desse filme é muito interessante, já que Pelé era provavelmente o ser humano mais conhecido do planeta nos anos 1970. Sua passagem pelo New York Cosmos foi fundamental para a consolidação do futebol nos Estados Unidos. Juntamente a ele, Stallone era um astro em ascensão. Seu nome tinha explodido também nos anos 1970, com o sucesso fenomenal de Rocky – Um Lutador. Então, juntar esses dois ícones de mundos diferentes em tela não era dos trabalhos mais fáceis.

E mais difícil ainda era encontrar uma justificativa para ter os dois juntos. A solução foi tão estranha quanto criativa. O diretor do filme, John Huston, decidiu colocá-los como prisioneiros aliados de um campo de concentração na Alemanha Nazista. Ao melhor estilo Space Jam, os nazistas, liderados pelo ex-craque da Seleção Alemã, o major Karl von Steiner (Max Von Sydow), decidem fazer um jogo de futebol contra os aliados para poderem usar a vitória como forma de propaganda da superioridade alemã. O que ele não contava é que o capitão John Colby (Michael Caine) também fora jogador de futebol e contava com a ajuda de Luis (Pelé), que vinha de Trinidad e Tobago, e do goleiro Hatch (Stallone). O resultado? Bem, vou deixar para vocês descobrirem no filme.

É interessante destacar que Pelé e Stallone começaram uma grande amizade na produção do filme, e que o Rei do Futebol foi responsável por criar e coreografar todas as jogadas que aparecem no longa. Mas isso não impediu uma discussão sobre protagonismo. Em dado momento da produção, contam as histórias que Stallone teria feito uma pressão para marcar o gol decisivo do jogo. No entanto, após passar a compreender melhor o esporte, o próprio Garanhão Italiano percebeu que não faria sentido nenhum um goleiro marcar um gol decisivo.

Mas a relação dos dois foi tão positiva que nem mesmo a lesão atrapalhou a amizade. Isso porque Stallone decidiu ir fundo no treinamento de goleiros. Ele ficava tentando defender os chutes de Pelé. Em uma dessas tentativas, o brasileiro carregou o pé e lançou um chute explosivo que quebrou um dedo de Sylvester Stallone. Outra pessoa que gostou muito de Pelé foi o diretor John Huston, que o chamou para estrelar A Vitória do Mais Fraco (1983), um filme sobre uma escola que tem sua sobrevivência definida em uma partida de futebol.

Crítica | Os Últimos Dias de Gilda – Karine Teles Estrela Trágica Minissérie do Canal Brasil

Uma pessoa atenta é capaz de observar que a vida cotidiana é rica de histórias, que poderiam facilmente ganhar as telonas. São situações inacreditáveis e pessoas indescritíveis que encontramos ao longo da vida que nos marcam de alguma forma. Algumas dessas pessoas impactam não só na vida de outro indivíduo, mas de toda uma comunidade, como a carismática Gilda, de ‘Os Últimos Dias de Gilda’, nova minissérie do Canal Brasil que estreia essa semana ao grande público.

Gilda (Karine Teles) é uma mulher branca solteira, um pouquinho acima do peso e super bem resolvida. Ela tem uma bela autoestima, é bem vaidosa e sabe correr atrás do próprio sustento. Moradora de uma pequena vila no interior, Gilda tem vários parceiros sexuais, cria as próprias galinhas para vender, é praticante de candomblé e adora uma roda de samba com uma cervejinha. Para ela, a vida é boa, porém muitos de seus vizinhos – como o candidato a vereador Ismael (Higor Campagnaro) e a esposa dele, Cacilda (Julia Stockler) – não gostam da forma liberta e libertina com que Gilda leva a vida, e passam a atormentá-la por causa dos seus costumes. Com o passar do tempo, isso vai gerando uma enorme cisão no núcleo comunitário da pequena vila.

Os Últimos Dias de Gilda’ foi inicialmente uma peça de teatro, encenada por Karine Teles há cerca de quatorze anos – um texto escrito para ela por seu amigo, Rodrigo De Roure –; foi adaptado novamente ao teatro alguns anos depois e agora chega ao Canal Brasil no formato de minissérie de quatro episódios, com roteiro escrito pela própria Karine e por seu ex-marido, o diretor e produtor Gustavo Pizzi – uma parceria que também pode ser vista no recente sucesso ‘Benzinho’.

Em ‘Os Últimos Dias de Gilda’ o espectador acompanha uma tragédia anunciada, estilo ‘Dogville’. Assim como no filme de Lars von Trier, a protagonista é o centro dos problemas da comunidade – seu estilo de vida causa inveja, sua liberdade incomoda, sua autoaceitação não é bem aceita, sua autonomia não é bem vista, seu posicionamento não é desejável. A repressão e o controle são apresentados na produção brasileira através da doutrinação religiosa, que autodeclara-se dona da rua e cujos preceitos devem ser seguidos por todos os moradores, encabeçada por Cacilda; do monopólio político, com o candidato Ismael, que demonstra como funciona o esquema de troca de favores e de interesses políticos em pequena escala; e o terrorismo das milícias e da polícia, personificados por Jordão (Erom Cordeiro) e Wallace (Antônio Saboia), que impõe regras aos moradores que, caso não obedeçam, são submetidos à violência e tortura. Não passa despercebido a forma com que o roteiro entrelaçou esses três vieses com o extremismo religioso, que se espalha por todos os âmbitos da sociedade impondo-se à força na sociedade.

Com uma história curta e metafórica, ‘Os Últimos Dias de Gilda’ é uma minissérie que reflete a década carioca de maneira teatral e direta. Faz o espectador refletir sobre como chegamos ao ponto em que chegamos no mundo. Não à toa, estreia às vésperas do segundo turno das eleições.

‘The Batman’: Ben Affleck comenta sobre sua saída do papel

Hoje foi um dia de novidades para a DC. Oficializando diversas informações sobre produções futuras, tivemos o veredito concreto sobre a situação de ‘The Batman‘.

A Warner confirmou via THR que Ben Affleck abandonou o papel abrindo uma nova geração para o herói. Além disso, o filme ganhou uma data de estreia definitiva: 25 de junho de 2021.

Pelo visto, o próprio Ben Affleck está encarando essa novidade de modo cortês, se despedindo do papel sem grandes polêmicas. No Twitter, o ator escreveu que “está empolgado por ‘The Batman‘ e para a visão de Matt Reeves”.

Confira o tweet:

O diretor Matt Reeves revelou várias novidades sobre ‘The Batman‘ em entrevista ao Hollywood Reporter:

“No momento, o projeto chama-se The Batman”, diz Reeves.

“Ano Um é uma das muitas histórias em quadrinhos que eu amo. Nós definitivamente não estamos refazendo essa história, mas estamos nos baseando em trechos dela. É emocionante estar focado muito especificamente em um conto que é definidor e muito pessoal. Obviamente, não estamos fazendo um conto de origem ou algo assim. Estamos fazendo uma história que é definitivamente Batman, e tentando contar uma história que é emocional e ainda assim é sobre ele ser o maior detetive do mundo e todas as coisas que me fizeram amar o Batman quando criança. “

Batman: Ano Um‘ é um arco de história em quadrinhos americanos escrito por Frank Miller. Depois de 12 anos estudando e treinando no exterior artes marciais e ciências, o bilionário herdeiro órfão Bruce Wayne retorna à Gotham City no mesmo dia em que o tenente James Gordon se mudava com a esposa grávida, Bárbara, vindo de Chicago. Bruce tem a inspiração de se vestir de morcego e se tornar o Batman e se alia ao procurador Harvey Dent, que lhe fornece pistas sobre os chefões do crime organizado.

Angelica Ross, de ‘Pose’, entra para o elenco de ‘American Horror Story: 1984’

American Horror Story retorna em apenas alguns meses para sua nona e penúltima temporada e, apesar dos detalhes ainda estarem às escondidas, seu elenco continua a crescer: Ryan Murphy confirmou em seu Instagram que Angelica Ross entrou para o show em um papel não revelado, porém “inesquecível”, de acordo o próprio showrunner.

Essa é a segunda colaboração entre Ross e Murphy, que trabalharam juntos na aclamada Pose. A atriz deu vida à transexual Candy Abundance Ferocity na série e, assim como o restante do elenco, foi aplaudida por sua incrível performance.

Sabe-se também que Evan PetersBilly Eichner não retornam para o nono ano. Sarah Paulson não terá papel regular na antologia desde seu début em American Horror Story: Murder House’.

Outros nomes do elenco confirmados são Emma RobertsGus Kenworthy.

American Horror Story: 1984 estreia em 18 de setembro, nos EUA.

Confira o primeiro teaser legendado:

‘Admirável Mundo Novo’: Nova série da NBC ganha imagem oficial; Confira!

NBC Peacock divulgou a primeira imagem oficial de sua nova série, Admirável Mundo Novo, baseada no lendário romance homônimo publicado por Aldous Huxley em 1932.

Confira:

Escrita por David Wiener, Grant Morrison e Brian Taylor, a série gira em torno de uma sociedade utópica que alcançou a paz e a estabilidade através da proibição da monogamia, privacidade, dinheiro, família e da História em si.

Como cidadãos da Nova Londres, Bernard Marx e Lenina Crown conhecem apenas uma rígida ordem social que tem o nome de Soma, além de uma cultura de instantânea gratificação e a onipresença do sexo. Curiosos para explorar a vida para além dos limites de sua sociedade, os dois embarcam em uma jornada para as Terras Selvagens, onde tomam ciência de uma crescente e violenta rebelião. Bernard e Lenina, então, são resgatados por John, o Selvagem, que escapa com eles de volta para Nova Londres.

Além de Demi Moore e Alden Ehrenreich, a série também conta com Harry Lloyd e Jessica Brown Findlay, no papel de Lenina Crown.

Por enquanto, ‘Admirável Mundo Novo ainda não tem previsão de estreia.

‘A Caminho da Lua’: Emocionante animação da Netflix ganha belíssimo cartaz; Confira!

Depois do trailer oficial, a Netflix divulgou o belíssimo cartaz da animação A Caminho da Lua, que irá chegará ao catálogo ainda em 2020.

Confira:

Baseado num clássico conto chinês, ‘A Caminho da Luaacompanha a história de Fei Fei, uma jovem determinada, brilhante, e apaixonada pela ciência. Depois de construir um foguete para provar a existência de uma lendária Deusa que vive na Lua, ela acaba se aventurando em uma missão inesperada e descobre uma terra repleta de criaturas fantásticas.

O longa é dirigido por Glen Keane, lendário animador da Disney e responsável pela criação de personagens como Ariel (‘A Pequena Sereia‘), a Fera (‘A Bela e a Fera‘) e Aladdin.

O elenco de dublagem conta Cathy Ang como protagonista, além de Sandra Oh, John Cho, Phillipa Soo e Ken Jeong.

‘The Things I Know to Be True’: Nicole Kidman vai estrelar novo drama seriado da Amazon

Segundo o The Hollywood Reporter, a icônica atriz Nicole Kidman vai se reunir pela terceira vez com a Amazon Studios para a série ‘Things I Know to Be True’, baseada na peça homônima de Andrew Bovell.

A história é centrad em um casal formado por Bob e Fran Prince, os quais observam seus filhos adultos fazerem escolhas chocantes que irão mudar o curso de suas vidas e que exploram a resiliência e quão duradouro um casamento pode ser.

Kidman dará vida a Fran e também entra como produtora executiva. Bovell ficará responsável pela adaptação de usa própria obra e supervisionária o projeto.

“Está é uma história sobre família, aquela coisa da qual você fica a vida inteira tentando escapar para perceber que não pode perdê-la. Estou animado que uma atriz com o calibre de Nicole Kidman irá liderar a série como Fran Prince”, Bovell disse em uma declaração oficial.

Este é o terceiro projeto que Kidman assina com a plataforma de streaming ao lado das séries The Expatriates, que já recebeu sinal verde, e da ainda em produção Pretty Things. Kidman também é conhecida por seu trabalho em outras construções televisivas, incluindo Big Little Lies (que lhe rendeu um Emmy de Melhor Atriz em Minissérie) e o recente suspense criminal The Undoing.

‘A Semana da Minha Vida’: Ouça “Good Enough”, uma das músicas originais do novo filme da Netflix!

A Netflix divulgou uma nova cena oficial do musical adolescente ‘A Semana da Minha Vida‘ (A Week Away), apresentando a canção “Good Enough”.

Confira:

O longa é dirigido por Roman White, que comandou diversos videoclipes da Taylor Swift, incluindo Mine, You Belong with Me e Fifteen.

Will Hawkins é um adolescente rebelde que desafia a lei e precisa fazer uma escolha: ir para a detenção juvenil ou para um acampamento cristão. Um peixe fora d’água no início, ele acaba se soltando e encontrando o amor em uma jovem que frequenta o acampamento. Pela primeira vez e onde jamais poderia imaginar, Will sente que encontrou seu lugar no mundo.

Kevin Quinn (‘O Halloween do Hubie’) e Bailee Madison (‘The Fosters’) estrelam a produção.

A produção será lançada na plataforma no dia 26 de março.

A Week Away
Credit: Netflix

‘Poker Face’: Série de mistério estrelada por Natasha Lyonne encontra showrunners

Segundo a Variety, a dupla formada por NoraLilla Zuckerman, cujos créditos incluem ‘Agents of S.H.I.E.L.D.’‘Prodigal Son’, foram contratadas como showrunners da nova série da PeacockPoker Face.

A produção de mistério será dirigida por Rian Johnson, mente por trás de sucessos como ‘Star Wars: Os Últimos Jedi’,Loopere ‘Entre Facas e Segredos‘.

Natasha Lyonne, co-criadora e estrela da série ‘Boneca Russa‘, da Netflix, será a protagonista.

Ela também será a produtora executiva junto com Maya Rudolph e Danielle Renfrew Behrens, representantes da Animal Pictures.

Por enquanto, ainda não há detalhes sobre a trama, previsão de estreia e nem outros nomes no elenco.

Além de dirigir, Johnson também será o principal roteirista da vindoura atração, que terá 10 episódios em sua 1ª temporada.

Em entrevista ao portal, ele declarou:

“Estou muito animado para explorar este tipo de atração que acompanha um personagem investigando os ‘casos da semana’ repletos de mistério, coisas que cresci assistindo. É meu lugar de felicidade. Ter Natasha como parceira no crime é um sonho, e nós achamos um lar perfeito na Peacock.”

Lisa Katz, presidente de conteúdo NBCUniversal também comemorou a parceria, dizendo:

“A sensibilidade e o talento distinto de Rian Johnson para construir histórias misteriosas são um grande presente para a Peacock, e mal podemos esperar que o público se aprofunde em cada caso. Emparelhada com a brilhante atuação de Natasha Lyonne, esta série será divertida e viciante.”

Como o projeto ainda está nos primeiros iniciais, as atualizações devem ser divulgadas assim que a produção for iniciada.

‘Jumanji 3’ será bastante AMBICIOSO, revela produtor

Em uma recente entrevista ao Collider, o produtor Hiram Garcia aumentou nossas expectativas para a terceira sequência de ‘Jumanji’ e aproveitou o hype para revelar que novo longa-metragem será bastante ambicioso.

“Vai acontecer. Vai acontecer, com certeza. Temos uma grande visão para o terceiro filme de ‘Jumanji’, ele contou. “Estávamos discutindo a ideia outro dia. Levaremos para a Sony Pictures em bree. Mas o filme irá acontecer. Acontecerá depois [do filme de ação] ‘Red One’, mas o momento funciona muito bem com todos os atores, de qualquer forma. Como vocês podem imaginar, Kevin [Hart] está muito ocupado trabalhando em um milhão de coisas, bem como Dwayne Johnson. Todos os atores estão bem ocupados. Mas o timing vai funcionar muito bem, e temos uma ideia muito boa para o filme que levaremos ao estúdio, provavelmente ele ganhará um roteiro em breve”.

Ele continua: “nós amamos isso, e amamos a família ‘Jumanji’. O elenco, o grupo de realizadores, é uma das nossas experiências favoritas. Amo o time inteiro, Matt TolmachJake Kasdan. Mas então, quando você tem Jack [Black]Karen [Gillan] e Kevin, novamente, outro desses filmes onde temos uma quantidade enorme de atores mega talentosos – e é incrível”.

Lembrando que Kasdan retorna para a cadeira de direção, após ter comandado ‘Jumanji: Bem-vindo à Selva‘ e ‘Jumanji: Próxima Fase‘.

No quarto filme, o videogame será levado para o mundo real, e os personagens do jogo poderão ser eles mesmos, interagindo com o elenco mais jovem – ao invés de serem controlados.  

O elenco conta com o retorno de Dwayne Johnson, Kevin Hart, Jack Black, Karen Gillan, Ser’Darius Blain, Alex Wolff, Madison Iseman, Morgan Turner, AwkafinaDanny DeVito,Danny Glover.

Relembre o trailer do filme anterior:

‘Triangle of Sadness’: Filme com Woody Harrelson é aplaudido durante SETE MINUTOS no Festival de Cannes

A sátira social Triangle of Sadness, do diretor Ruber Östlund, fez sua estreia oficial no último sábado (21) no Festival de Cannes e teve uma recepção extremamente favorável pelos espectadores (via THR).

O filme, estrelado por Harris DickinsonCharlbi DeanWoody Harrelson, foi ovacionado por nada menos que sete minutos depois de sua exibição, com aplausos especiais para a atriz Dolly De Leon.

Na trama, Dickinson e Dean estrelam como um casal de influenciadores e modelos que, depois de um desastre em um cruzeiro de luxo, são deixado em uma ilha deserta com um grupo de bilionários e uma faxineira. Para sobreviverem, hierarquias sociais e financeiras viram de ponta da cabeça.

Harrelson interpreta o capitão do navio. Östlund também assina o roteiro.

Triangle of Sadness concorre à Palma de Ouro na 75ª edição do festival e disputa pelo prêmio ao lado de outros vinte títulos, além de ter quase esgotado os ingressos na Europa antes do início do evento.

Lembrando que, em 2017, Östlund conquistou a cobiçada estatueta com o elogiado ‘The Square – A Arte da Discórdia’.

Artigo | Conheça ‘Alias Grace’, aclamada minissérie baseada no romance de Margaret Atwood

Dramas históricos são sempre passíveis de adoração e, na maioria dos casos, configuram-se como um dos gêneros preferidos do público aficionado por séries e filmes. Nos últimos anos, esse tipo de narrativa ganhou uma popularidade imensa e tal aceitação não-premeditada permitiu que a televisão contemporânea ganhasse pérolas como Downton Abbey’, ambientada no começo do século XX, Penny Dreadful’, recriando uma Londres sobrenatural do final do século XIX, e The Crown’, uma joia a ser apreciada com a maior cautela, recontando o conturbado reinado da Rainha Elizabeth II.

De todos os elementos ovacionáveis dentro das tramas supracitadas, a recriação verossímil da atmosfera condizente com a época é um dos mais perceptíveis por parte dos fãs. E, seguindo o alto padrão de shows similares, Alias Grace encontra um espaço no coração desse público ao surpreender e atingir as expectativas esperadas, principalmente em se tratando de um romance assinado por Margaret Atwood (autora do grande sucesso literário e televisivo The Handmaid’s Tale’). Em contrapartida de sua obra mais famosa, a qual é centrada num futuro distópico e teocêntrico, a série em questão é ambientada no conflituoso período canadense em que o território era “invadido” constantemente por imigrantes irlandeses e escoceses – mais precisamente em meados do século XIX. A trama principal gira em torno da personagem-título Grace Marks (Sarah Gadon), cujo nome pode ser encarado como uma ironia (grace significa graça, no inglês), visto que sua vida foi marcada por uma constante tempestade de tragédias.

Logo no primeiro capítulo, perscrutado por uma montagem não-linear que nos relembra das transgressões narrativas da vanguarda surrealista no começo do século passado, descobrimos que a jovem garota foi acusada de assassinar seus patrões, aliciando-se ao faz-tudo James McDermott (Kerr Logan) para concretizar seu plano demoníaco. Entretanto, diferentemente de seu parceiro, que foi condenado à forca, Grace permaneceu quase intocada por forças maiores, sendo respaldada por inúmeros nomes e classes sociais de respeito, as quais declaravam repetitivamente que ela apenas funcionou como um pião influenciável nos planos arquitetados pelo conturbado homem.

Isso já nos leva a perceber um padrão de incompreensão por parte da personalidade da protagonista – e ela faz questão de nos lembrar disso numa constância interessante, em um voz over tão enigmático quanto suas próprias palavras. Ela é tachada de louca, ignorante, assassina, amante, prostituta, ingênua e inúmeros outros adjetivos que a transformam em uma construção social muito superficial para a profundidade psicológica que carrega – e, como se não bastasse, os diálogos são marcados por uma poética própria da mitologia nórdica (uma mistura equilibrada de cores e substantivos comuns que entram como metáforas para a vida cotidiana).

Grace não compreende a si mesma. E não poderia, visto que sua pouca experiência em vida foi marcada, como supracitado, por eventos desafortunados que começaram quando era apenas uma adolescente. Durante suas sessões com o psicólogo Simon Jordan (Edward Holcroft), ela discorre sobre sua infância, seus momentos mortais numa embarcação ao estilo navio negreiro da Irlanda para a América, e como ela sobreviveu à perda de entes muito queridos. As sequências ambientadas no navio não são apenas cruas em essência, mas são dotadas de uma sensorialidade inebriante que nos impede de tirar os olhos da tela, mesmo com a explicitação própria das obras de Atwood: a mudança de planos mais fechados para mais abertos contribui para o sentimento enervante que se apossa dos personagens, os quais passaram oito semanas em condições degradantes para conseguir realizar um sonho há muito querido.

As coisas não melhoram muito quando chegam ao destino: a mãe de Grace morre durante a viagem, e o infame pai é o típico macho-alfa de um família extremamente tradicional que usa e abusa de seu título patriarcal para submeter as mulheres da família a um patamar inferiorizado. Claro que isso é típico da sociedade da época, cujo semblante é estampado com alguns toques contemporâneos justamente para propor uma discussão mais aprofundada; logo, não é nenhuma surpresa que a garota saia de casa na primeira oportunidade, ainda que tenha que deixar seus quatro irmãos para trás como forma de começar uma nova vida – e é nesse exato momento que uma tour de force bem delineada começa a dar às caras.

Ao longo da narrativa, Grace acaba por encontrar inúmeros arquétipos da jornada do herói. A figura do guardião emerge na breve aparição de Rebecca Liddiard como Mary Whitney, empregada da família Parkinson que imediatamente consegue cativar o público. Sua personalidade rebelde e revolucionária – que conversa com os crescentes movimentos sociais do Canadá na época – é um dos principais fatores que consegue impactar na quietude serena e quase assustadora de Grace. Inclusive, a química entre Liddiard e Gadon é de uma pureza envolvente e que nos leva a imaginar se alguma centelha de amor pode surgir entre as duas. Entretanto, os laços entre elas se tornam mais fortes à medida em que os meses passam, tornando-se melhores amigas, confidentes e, eventualmente, invertendo os papéis quando essa guardiã e protetora encontra uma trágica ruína, decorrente até mesmo de sua condição como subordinada.

É inegável dizer que a protagonista passou por inúmeras perdas – e, no momento em que perde sua amiga para um ato de autossalvação, ela desenvolve alguns transtornos psíquicos que são justificados por uma fé avassaladora. Afinal, Grace vem de uma criação religiosa que não apenas resgata elementos católicos, mas estende sua abertura para a mitologia céltica (principalmente escocesa) para lhe dar um pouco de conforto. Tal ideal parte da premissa de que a intangibilidade da fé é um dos motivos que reafirmam a lucidez humana – entrando em conflito com si mesma pelo tratamento que recebe dentro da série.

O escape cômico emerge no convidativo e misterioso rosto de Jeremiah Pontelli (Zachary Levi), um místico vendedor ambulante que utiliza de sua “formação cigana” para proteger aqueles de que gosta e lhes fornecer um pouco de clareza para o futuro. Em seu primeiro encontro com Grace, o charmoso rapaz lê a sua mão e diz basicamente que “depois da tempestade, vem a calmaria”. E, bom, ele não poderia estar mais correto, levando em consideração que as reviravoltas em sua vida atingiram ápices tenebrosos antes de finalmente encontrar a merecida paz em um arco de “redenção obrigatória” do qual ela não deveria ter participado para início de conversa.

Os eventos que se sucedem em Alias Grace são imprescindíveis para uma mudança radical no rumo da história – e aqui, a concepção narrativa e imagética é de uma controvérsia gigantesca ao trazer elementos bíblicos para a tela. Em determinado momento após a morte de Mary, Grace é convidada pela aparentemente gentil e maternal Nancy Montgomery (Anna Paquin), governanta de Thomas Kinnear (Paul Gross), a qual a convida para ajudá-la nos serviços domésticos. É inegável dizer que a paz no rosto de Nancy é extremamente convidativo – suas roupas e até mesmo a paleta de cores que a envolve é adornada com cores leves, como rosa-claro e azul-bebê, transformando-a em um pedaço do paraíso que anda no mundo dos vivos. A metáfora para o evangelho católico vem justamente aí: por trás de uma máscara de gentileza, se esconde a real serpente – e a governanta não mede esforços para demonstrar seu arrependimento em contratar Grace para ajudá-la.

Afinal, Nancy e Thomas têm um caso, e a personalidade ciumenta da mulher é algo desprezível e que não nos causa nada além de asco. E seus distúrbios são expressados na forma de tarefas degradantes da jovem garota, a qual, em determinada sequência, deixa seus sentimentos internalizados explodirem para uma das poucas cenas de embate entre posições sociais. E as coisas ficam ainda mais angustiantes quando sua atitude muda para uma docilidade medonhamente comovente.

A série em momento algum é panfletária; ela analisa a ascensão e a queda de uma mulher – seguindo os passos de Jackie’, cinebiografia sobre Jacqueline Kennedy lançada em 2016 -, com uma identidade imagética que preza pelo todo e pelo particular. Em outras palavras, o enquadramento das cenas dialoga paralelamente ao sentimento que deseja passar – a grandiloquência e a majestuosidade dos governantes e famílias abastadas é retificada com planos gerais e simétricos que revelam estabilidade financeira, enquanto momentos mais íntimos prezam pelo close, com enfoque no brilho e no misticismo dos olhos. E isso não apenas serve para a conexão do público com personagens tão bem criados, mas também de forma condescendente de retratação da personagem encarnada por Gadon – a qual vimos em uma interessante performance em A Nona Vida de Louis Drax’, mas que se afasta completamente de sua zona de conforto aqui. Sua caracterização é misteriosa, indecifrável e oblíqua, com certos trejeitos adoráveis como o franzir da testa.

É claro que o show não abriria mão de uma saída sobrenatural – e ela vem no final da temporada. Já digo que a conclusão não será engolida por todos do público, mas é até compreensível de considerarmos duas coisas principais: primeiro, a questão espiritual sempre esteve em pauta dentre as damas mais ricas da sociedade, buscando proveito nas sessões religiosas que realizavam em suas próprias casas para encontrar clareza; segundo, a “encarnação” do espírito de Mary, responsável por levar Grace a cometer tais atrocidades, se inclina para os crescentes estudos de dupla personalidade da época, predecessoras para a metapsicologia do início do século XX.

Alias Grace é um grande acerto da Netflix e merecia mais atenção do que tem, principalmente às vésperas de seu quinto aniversário – e sua narrativa não apenas dá uma perspectiva original e interessante para os dramas de época, como reafirma o império literário e televisivo de Margaret Atwood, uma das melhores autoras de sua geração e que ficará marcada definitivamente na história.

‘Walker’: A verdade vem à tona na prévia do episódio 03×15; Confira!

The CW divulgou a prévia oficial do 15º episódio da 3ª temporada de ‘Walker‘, série estrelada por Jared Padalecki.

Intitulado “False Flag, Part Two”, o capítulo vai ao ar no dia 30 de março.

Na trama, “os guardas do Texas e a família Walker devem enfrentar os planos de Grey Flag e uma verdade: que tudo era mentira”.

Confira:

Criada por Anna Fricke, a série é um reboot de ‘Walker, Texas Ranger‘ (1993-2001).

A trama acompanha Cordell, um homem que encontra o caminho de volta para sua família enquanto investiga crimes na unidade de elite do estado. Viúvo e pai de dois filhos, ele retorna para casa em Austin, Texas, depois de passar anos em um caso secreto de alta periculosidade. Com sua nova parceira, uma das únicas mulheres na história dos Rangers, Walker irá enfrentar novos desafios e, juntos, devem se tonar os heróis que o Texas tanto precisa no mundo contemporâneo.

O elenco ainda conta com Lindsey Morgan, Violet BrinsonKale CulleyJeff Pierre, Cobu Bell, Mitch Pileggi e Keegan Allen.

Genevieve Padalecki, esposa de Jared, é sua companheira na ficção e dá vida à Emily, falecida mulher de Cordell Walker que aparece em importantes flashbacks.

10 Filmes sobre Relacionamento entre irmãos – Parte 2

Chegando na segunda parte desse especial, acompanhamos histórias diversas, algumas muito profundas sobre o tema, outras embutidas em subtramas poderosas onde aprendizados sempre chegam como reflexão. Tem filme da Jordânia, francês, canadense, dinamarquês, suíço, polonês, dos Eua, etc.

 

Segue abaixo, 10 filmes sobre Irmãos – Parte II:

 

Minha Irmã (Suíça, 2020)

 

A força do amor entre irmãos e as superações da vida que precisam enfrentar. A vida não é fácil, é uma estrada complicada, repleta de obstáculos. Indicado da Suíça ao Oscar 2021, Minha Irmã é um impacto recorte na vida de uma forte mulher que aos poucos vê a solidez de alguns de seus pilares desmoronarem incontrolavelmente, desde o estado complicado de saúde de seu irmão gêmeo até uma crise intensa e amargurada em seu casamento. Escrito e dirigido pela dupla de cineastas Stéphanie Chuat e Véronique Reymond. Destaque para a atuação emocionante da atriz alemã Nina Hoss.

Na trama, conhecemos os irmãos gêmeos Sven (Lars Eidinger) e Lisa (Nina Hoss). O primeiro está com um sério problema de saúde e passa por uma não bem sucedida transplante de medula óssea. A segunda é uma escritora de peças de teatro que está com um vendaval de situações importantes acontecendo ao mesmo tempo em sua vida e precisa ainda ser a principal cuidadora do irmão o que gera nela terríveis dramas e uma iminente decadência em seu casamento com o marido Martin.

O foco é na irmã, uma mulher que precisa se virar para poder conciliar a terrível doença do irmão, a educação de suas filhas, idas e vindas do seu país de origem até onde seu marido trabalha, as complicadas decisões do futuro de sua família com a oportunidade que chega ao seu marido. Os desenrolares das escolhas dessa forte protagonista acabam sendo uma jornada bem bonita de encarar os obstáculos mesmo que para isso precisem ser tomadas decisões solitárias.

Minha Irmã é um longa-metragem repleto de amor e de solidão do afeto. Há contrapontos que se unem em momentos de reflexão, como o fato de uma certa distância da mãe sobre tudo que acontece com o filho. Nem sempre na vida teremos finais felizes mas precisamos converter nossas escolhas em soluções vindas de escolhas que vem do coração. Schwesterlein, no original, nos faz refletir bastante sobre a vida. Belo filme.

 

Terra Selvagem (EUA, 2019)

O que você escolhe, medo ou esperança? Falando sobre força de dois Irmãos e seus distantes sonhos em uma realidade cruel lutando contra a falta de dias melhores, Jungleland, dirigido por Max Winkler (em seu terceiro longa-metragem) e produzido por Ridley Scott é um filme forte que mostra a dureza de duas almas nômades sem foco no mundo, caminhando por uma melancolia diária, que resolvem apostar todas suas fichas em um torneio de visibilidade no circuito amador de boxe sem luvas, além de serem obrigados a embarcar em uma missão misteriosa para conseguir pagar uma dívida. Exibido no Festival de Toronto, o projeto é estrelado por Charlie HunnamJack O’Connell e Jessica Barden.

Na trama, conhecemos os irmãos Stanley (Charlie Hunnam) e Walter ‘Lion’ (Jack O’Connell), que vagam pelas ruas de uma cidade norte-americana em busca do sonho de serem famosos dentro do universo do boxe amador. Quando se veem encurralados por uma dívida, são obrigados a levar Sky (Jessica Barden), que eles não fazem a mínima de ideia de quem seja, até uma pessoa em San Francisco, em troca disso tem a dívida perdoada e conseguem a inscrição em um torneio de boxe de alta visibilidade em San Francisco. Assim, os três entram em uma jornada sem muito foco que passa por abalos emocionais enormes.

Explorando o Looping em eternos recomeços, Jungleland, mostra todo o sofrimento emocional de dois irmãos com poucos pontos de interseção mas que de alguma forma apresentam uma grande lealdade mútua mesmo que isso implique em confusões e caminhos que ambos não pensam iguais. Há um foco marcante na questão da desestrutura familiar, nessa ótica nos apresentam esporádicos momentos de profundidade sobre o passado dos irmãos e dentro de uma subtrama pouco explicada que é a trajetória de Sky. As lacunas preenchidas das consequências dos atos transformam o desfecho aberto em algo compreendido de quem conseguir ler nas entrelinhas das atitudes de cada personagem em suas trajetórias. Jungleland é forte, duro e mostra uma realidade quase dentro de um universo paralelo para muitos que não conhecem ou não viveram dificuldades na vida.

 

Meu Verão na Provença (França, 2014)

A verdadeira felicidade está na própria casa, entre as alegrias da família. Depois do ótimo Amor é Ódio no já distante ano de 2010, a cineasta Rose Bosch volta a direção, dessa vez em um filme muito bonito que mostra todas as fases de uma família contada de uma maneira deliciosa. Somando-se a isso, conta com uma atuação maravilhosa do excelente ator francês Jean Reno.

Na trama, conhecemos três irmãos de personalidades diferentes, entre eles um jovenzinho com deficiência auditiva, que partem, forçadamente, de férias para a bela cidade de Florença, na Itália, logo depois de um abalo na estrutura familiar que estavam acostumados. Meio sem saber o que será do destino deles, chegam à casa de Paul (Jean Reno) e Irene (Anna Galiena), seus avós que não viam a muito tempo. Por conta de brigas familiares, não conheciam direito seu avô, um semi-idoso rabugento que vai aprender com a juventude a sorrir novamente.

A primeira vista, parece que Meu Verão na Provença não passa de um filme bobinho, aguinha com açúcar, que avançará por clichês durante todos os 105 minutos de duração. Bem, o filme é muito mais profundo do que isso. O entrosamento dos atores em cena é um dos pontos de sustentações da história, que contém uma premissa bem simples, um conflituoso choque de gerações oriundos, em partes, de escolhas do passado. O desenvolvimento desses personagens ao longo do filme é delicado e só realmente percebemos o quanto que a história é cativante no arco final. Alguns podem até achar alguns diálogos bobinhos mas garanto a vocês, de bobinho esse filme não tem nada.

O foco da trama gira em torno do personagem de Jean Reno, Paul, um quase velhinho amargurado, rabugento, que na verdade sofre internamente com saudades de seu passado underground onde passava dias e dias viajando numa levada Hippie. Como em time de futebol, no cinema acontece a mesma coisa, quando você tem um super talento na sua equipe você joga a bola para ele que o mesmo resolve. Jean Reno, com muita habilidade em cena consegue agarrar o espectador do primeiro ao último minuto e o melhor de tudo: não decepciona! Sem dúvidas, uma das melhores atuações deste grande astro do cinema mundial.

 

Como Gato e Cachorro (Polônia, 2018)

Temos de aprender a viver todos como irmãos ou morreremos todos como loucos. Dirigido pelo cineasta nascido no Cazaquistão Janusz KondratiukJak Pies Z Kotem (sem tradução para o português) é um projeto que fala sobre as fábulas da vida em paralelo a uma realidade cheias de razões para não mais se acreditar. Uma relação conflituosa entre irmãos se transforma em uma jornada de descobertas, onde o brilho dos personagens está contido em cada cena.

Na trama, conhecemos os irmãos cineastas Andrzej (Olgierd Lukaszewicz) e Janusz (Robert Wieckiewicz) que ao longo do tempo nutriram uma relação repleta de altos e baixos. Agora já na etapa final de vida, Andrzej sobre um acidente que o impossibilita de ser sozinho e como não há mais ninguém para ajudar , seu irmão Janusz e sua esposa decidem cuidar dele.

A relação de entre os irmãos navega pela tristeza e nos conflitos emotivos. Janusz guiou sua vida através dos sonhos do irmão e sentiu demais uma longa distância entre os dois que acontece já na chegada do terço final da vida de ambos. Andrzej , mente muito criativa talvez pelo fato de trabalhar com arte, após seu derrame só lhe sobra o ato de sonhar e imaginar situações para tudo que está vivendo e o pouco caminho que ainda precisa percorrer antes de falecer.

Misturando um drama profundo com pitadas de comédia, esse longa polonês se destaca pela alma de seus personagens e pelo ótimo roteiro que nos faz navegar junto a tudo de emocional que aparece na trama. Sem previsão de estreia no Brasil, o filme é quase uma relíquia em torno de tantos lançamentos aos longos dos anos.

 

Nefta Futebol Clube (França, Tunísia, Argélia, 2019)

Nas linhas da ingenuidade, propósito e razão nunca desaparecem. Um dos indicados ao Oscar de Melhor Curta do ano passado, Nefta Football Club usa da criatividade de um assunto comum com a fragilidade do olhar ingênuo. Sacada bastante interessante do cineasta Yves Piat que entre outros pontos incorpora à sua história a essência do futebol pelo olhar das crianças.

Ao longo dos quase 17 minutos de projeção, conhecemos rapidamente dois irmãos que estão sozinhos andando de moto por uma estrada deserta da Tunísia (próximo à fronteira com a Argélia) até que eu deles precisa urinar e acaba avistando um burro com o headphone e uma carga curiosa: um pó branco que, no modo deles enxergarem, parece sabão em pó. Tentando descobrir ao certo o que é aquele produto, o mais velho bola um plano para tentar negociar aquilo, enquanto o mais novo acaba tendo outros planos.

Todo curta bom precisa ser impactante em algum momento, pois são poucos minutos para se fazer o público se interessar pelo que acontece em tela. Nefta Football Club consegue reunir elementos que juntos constroem um desfecho com mensagem positiva, pra lá de emblemática, onde a pureza e a ingenuidade vencem qualquer tipo de caminho.

 

À Sua Completa Disposição (França, 2015)

Não é preciso que a bondade se mostre; mas sim é preciso que se deixe ver. Em seu primeiro trabalho como diretora de longas metragens, a atriz, roteirista e cineasta Baya Kasmi traz para o público uma história repleta de reviravoltas que começa com uma trama peculiar que gira em torno de uma bondade excessiva em fazer as pessoas se sentirem bem. Je Suis a Vous Tout de Suíte é também um complexo retrato familiar que contorna temas como a religião, o preconceito e as inúmeras maneiras que temos de enxergar as coisas mais simples da vida.

Na trama, conhecemos a bela Hanna Belkacem (Vimala Pons), uma assistente de recursos humanos de uma empresa de vinhos que mora na França onde vive um cotidiano repleto de situações inusitadas, muitas dessas por conta de sua vontade de fazer os outros se sentirem bem. Sua família, de descendência argelina, sempre foi bastante parecida. Seu pai (Ramzy Bedia) é um comerciante que não consegue dizer não as pessoas, sua mãe Simone (Agnès Jaoui) é uma pseudoterapeuta que vive tentando fazer sua família viver feliz não importa os acontecimentos conturbados do cotidiano. Já com seu irmão Donnadieu (Mehdi Djaadi), a relação de Hanna era de muita proximidade na infância mas aos poucos foi se afatando a partir de diversas divergências na maioria de enxergarem o mundo ao redor. Assim, com altas doses de feedbacks explicativos, o filme vai mostrando aos poucos as novas possibilidades para a protagonista, regada por muito amor de sua família.

Je Suis a Vous Tout de Suíte começa um pouco confuso, talvez por tamanha peculiaridade das cenas iniciais, talvez por não conseguir realmente mostrar nos primeiros minutos sobre o que seria a trama. Quem consegue aguentar chegar ao segundo ato, se surpreende com a virada na trama, que adota flashbacks para explicar o porquê das escolhas de todos nas suas respectivas trajetórias mas sempre focando em sua protagonista. Podemos dizer que é uma comédia nonsense, repleta de diálogos confusos mas que de alguma forma conseguem envolver o espectador. A subtrama mais interessante é a do irmão da personagem principal e sua curiosa escolha em se converter a religião muçulmana e adotar hábitos da mesma, talvez a sua maior complicação na relação com a irmã.

Comédia ou drama? O filme navega nessas duas trajetórias e tenta uma fórmula mágica de interação com o espectador que funciona mais do meio para frente.

 

O Lobo do Deserto (Jordânia, 2014)

A guerra é feita para que os mais fortes vivam, e os mais fracos lutem pela sobrevivência. Indicado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro pela Jordânia, O Lobo do Deserto é um filme com uma fotografia belíssima, uma direção determinada e atuações concentradas. A sutileza envolta de situações extremas é a assinatura de Naji Abu Nowar que marca sua estreia na direção de longa-metragem. Mas, mesmo com ótimas qualidades técnicas, é necessário dizer que é um filme deveras difícil e para alguns será facilmente esquecido.

Na trama, ambientada em parte do período da primeira guerra mundial, conhecemos o jovem Theeb (Jacir Eid Al-Hwietat) um menino, muito apegado com seu irmão, que vive com sua família na província otomana de Hijaz. Certo dia, um soldado do exército britânico aparece buscando ajudando para encontrar um lugar. Assim, em meio a um deserto cheio de perigos, Theeb e seu irmão vão ajudar o soldado e acabam encontrando uma aventura que fará Theeb amadurecer bem mais rápido que qualquer outro menino de sua idade.

Com diálogos amadurecidos, personagens convincentes e excelente tecnicamente, O Lobo de Deserto, instiga no espectador uma profundidade ampla sobre o contexto para definir as ações e reações da trama. A descoberta de várias coisas ao mesmo tempo, um precoce amadurecimento evidente e um espírito indomável do jovem protagonista são algumas das marcas desta história forte sobre o cotidiano de uma região em tempos de guerra. O filme não veste o rótulo de comercial, longe disso, prefere detalhar sua ambientação e conta muito com a força dos poucos personagens que vemos em cena.

Vencedor do prêmio de Melhor Diretor na conceituada mostra Horizontes do Festival de Veneza 2014, Naji Abu Nowar brinda o público com uma aula de como fazer cinema em alto nível usando muita habilidade para contextualizar complexas situações ambientadas em um passado conturbado de uma região muitas vezes esquecida por todos nós.

 

Irmãos (Dinamarca, 2004)

Na fita, um militar exemplar, pai de dois filhos, é mandando pela ONU para uma missão no Afeganistão. Seu irmão mais novo acaba de sair da cadeia e vai morar um tempo na casa dele um pouco antes desse viajar. Chegando ao local da missão, o helicóptero em que está, é abatido, e o mesmo é dado como morto. Em contra partida, seu irmão (um ex-presidiário) começa a ter relação mais tênue com a mulher do militar desaparecido. Será que o militar morreu? E se ele voltar para casa e perceber que as coisas estão muito diferentes?

Assim, conheci Bier (que mais tarde viraria uma de minhas diretoras favoritas) que desde Depois do Casamento, mexeu comigo com sua narrativa e modo de filmar bastante interessante que marca pelo enredo envolvente e a sempre espera pelo desfecho. No longa, mostra-se a dor impensável de um homem, onde tem que lutar contra muitas coisas que podem até serem banais comparados à guerra, mas não são.

O trio Ulrich ThomsenNikolaj Lie Kaas e Connie Nielsen atua de maneira impecável, dando um verdadeiro show em cima da tentativa americana de regravação do mesmo. Lembrando aquela velha máxima cinéfila: Nada é melhor que o original, salvo raras exceções.

 

Jo pour Jonathan (Canadá, 2010)

Esse filme canadense é uma espécie de cinema para instituições ou feito mesmo para campanhas de direção perigosa. O garoto, personagem principal, faz de tudo para ferrar com sua vida: dirige sem habilitação, pratica muitos assaltos relâmpagos tudo isso somado à muitas abdominais (cenas que volta e meia aparecem nas sequências). Aos poucos, vamos vendo a decadência da juventude através das consequências dos atos impulsivos do protagonista.

O jovem que dá nome à produção vive basicamente à sombra do irmão. Um apaixonado por carros, não consegue tirar a licença para dirigir legalmente e volta e meia entra em pegas pela cidade onde mora. Quando entra em dívida por conta de uma aposta não paga, se une ao seu irmão para um racha que pode quitar essa situação. Mais os acontecimentos dessa corrida não saem conforme o planejado.

A câmera estacionada em alguns momentos da trama faz o imaginário cinéfilo trabalhar na eminência das consequências das ações. Modo muito interessante usado pelo diretor Maxime Giroux (que também assina o roteiro ao lado de Alexandre Laferrière). O recurso é uma maneira de fazer o espectador refletir.

Uma “autopunição” aflora em Jonathan, interpretado pelo meu xará Raphaël Lacaille. Levando a história para um mar de estranhas cenas dramáticas.

O longa lembra um pouco o filme Paranoid Park, do genial Gus Van Sant. Esses personagens que estão em ebulição em seus conflitos internos é o paralelo dessas produções.

Por conta da conscientização, mesmo tendo que ter um pouco da paciência de Jó, recomendo!

 

Tudo por Justiça (EUA, 2013)

Até onde vai o controle emocional de uma boa pessoa quando percebe que seu mundo desabara ao seu redor? Contando uma história para lá de comovente e sofrida, o diretor Scott Cooper (Coração Louco) consegue em um único trabalho criar um clima de vingança e tensão poucas vezes visto nos últimos filmes norte-americanos do gênero ação. Cada sofrimento que acerta em cheio o protagonista tem uma razão, uma argumentação consistente para existir e a forma que o protagonista lida com isso é tocante e extremamente violenta, não deixando o público tirar os olhos da telona num por um segundo.

O foco central do filme é Russell (Christian Bale), o filho boa praça do paizão Rodney Baze (Bingo O’Malley). Um homem muito querido pela comunidade onde mora e que leva uma vida pacata trabalhando onde seu pai trabalhou e sonhando em construir uma família ao lado de sua namorada Lena (Zoe Saldana). Porém, tudo muda em sua vida quando, após pagar uma dívida de um integrante de sua família, se envolve em um terrível acidente de carro e vai parar na prisão. Após anos na cadeia, consegue sair em condicional e logo precisa enfrentar sérios problemas com a nova realidade que o aguarda, principalmente as enrascadas que seu irmão mais novo (Casey Affleck) provoca.

Após quatro anos longe das câmeras, quando rodou seu primeiro longa metragem Coração Louco (que deu a Jeff Bridges seu primeiro Oscar), o bom diretor Scott Cooper reaparece no cenário hollywoodiano trazendo de volta a melancolia e a ótima captura do drama de seus personagens.  Com um orçamento de U$$ 22 Milhões, o cineasta apostou no material humano que tinha nas mãos e criou uma atmosfera de dor deixando seus atores, com muita naturalidade, executarem ao extremo cada personagem.

O elenco é admirável. O polivalente Woody Harrelson na pele do terrível bandido Harlan De Groat, Willem Dafoe interpretando o canastrão de bom coração John Petty e o excelente irmão de Ben Affleck, Casey, contribuem e muito para a ótima interação do público com todos os acontecimentos que se desenrolam na trama. Mas quem rouba a cena, mais uma vez, é o protagonista, Christian Bale. O ganhador do Oscar e o melhor intérprete do Batman de todos os tempos, dá mais um show de interpretação. O sofrimento de seu personagem é nítido em cada gesto, cada palavra de Bale. Só por isso, já vale o ingresso do filme.

Uma ótima canção executada pela peculiar voz de Eddie Vedder, logo no início do filme, já era um sinal que os cinéfilos estariam diante de uma bela obra. Tudo por Justiça pode ser visto por alguns como apenas um filme de vingança. Mas garanto, é mais do que isso. A transformação súbita que passa seu protagonista é eletrizante, se vingar é apenas umas das armadilhas que a vida coloca em sua frente. Não deixem de conferir esse belo trabalho que possui muitos ingredientes para conquistar o público.

Crítica | ‘Pluribus’ – Um dos grandes acontecimentos do ano pra quem gosta de boas histórias!

Depois de Breaking Bad – top 10 em séries da história – e Better Call Saul, a mente criativa do norte-americano Vince Gilligan parece não querer parar de nos surpreender! Repleta de mistérios antes de ser lançada, com pouquíssimas informações sobre o que seria esse novo trabalho do roteirista norte-americano de 58 anos, Pluribus inverte pré-conceitos quando pensamos em desenrolares na iminência do fim da existência, partindo para uma proposta ousada: uma abordagem completamente inesperada para apresentar personagens intrigantes, envolvidos em um presente repleto de peculiaridades.

Essa não é uma série fácil de se definir – bastante complexa – e pode ser que não agrade a todo mundo. Há muitas maneiras de entendermos essa história, mas cada um desses caminhos passa por uma figura central arrebatadora. Em uma certa noite, a escritora de relativo sucesso Carol Sturka (Rhea Seehorn, em atuação destacada) percebe que o mundo mudou completamente e as pessoas começaram a agir de forma estranha. Após uma perda que a abala, ela logo entende que é uma das poucas pessoas que não sofreram com as estranhas transformações da população mundial. Tentando juntar as peças de um quebra-cabeça complicado, Carol precisa se adaptar a esse novo cenário.

A primeira questão que surge ao longo dos episódios dessa primeira jornada é a seguinte: o que você faria se o provável fim do mundo fosse completamente diferente do que imaginava? Com essa deixa preenchendo a essência do estranho apocalipse que se projeta, a narrativa – sabiamente – recheia o desenvolvimento dos personagens com complexidade emocional e impulsos morais emblemáticos, que atravessam o incômodo e o afeto, formando um termômetro constante do que podem ser os próximos passos da heroína. O brilhante último episódio desta primeira temporada, La Chica o El Mundo, é o maior exemplo disso.

 

Mas há quem se engane ao pensar que essa é uma história leve sobre o fim dos tempos, apenas por ir na contramão de outras narrativas de contexto parecido. Longe disso! Aqui, as camadas que vão se abrindo são profundas. Nesse mundo imaginado, onde uma invasão chega oferecendo felicidade, a tristeza está juntinha de qualquer fôlego momentâneo; o desejo logo acessa o medo, e as desconstruções oferecem novos olhares sem perder o trilho do ponto principal do roteiro: subverter expectativas.

 

Além das ambiguidades da excelente protagonista, não podemos deixar de destacar a personificação do time da invasão, Zosia (Karolina Wydra, também fabulosa no papel), uma personagem que representa um todo – quem assistir a série entenderá. Essa figura importante, que é o contraponto da personagem principal, evidencia dilemas e propósitos, jogando numa constante gangorra os abismos que podem existir entre o indivíduo e a sociedade. Vamos ficar também de olho em Manousos (Carlos-Manuel Vesga), personagem que ganha os holofotes nos episódios finais e que deve ser uma importante peça para a conclusão dessa história.

Disponível em um dos melhores streamings disponíveis no Brasil, a Apple Tv, Pluribus entrega muito através das suas questões existenciais. Vamos torcer para que as próximas temporadas – a segunda já está confirmada – mantenham a excelência. É filosofia, é sociologia, é entretenimento, tudo embutido em nove episódios nessa brilhante jornada inicial. Valeu a pena esperar até o finalzinho do ano para conhecermos a melhor série de 2025.

HBO Max | 10 Filmes Inéditos no Brasil para você Assistir na Plataforma

A cada nova plataforma de streaming surgida no mercado, a proposta é oferecer conteúdo inédito e de qualidade para poder rivalizar com as líderes: estas sendo a Netflix e a Amazon, respectivamente. A Disney+ chegou com os dois pés na porta, garantindo produções do maior estúdio da atualidade que engloba além das queridas animações, os filmes e séries da Marvel (a maior e mais confiável fonte de rentabilidade do cinema atual), o universo da LucasFilm (Star Wars e Indiana Jones) e sucessos recentes em live-action (Cruella, Mulan, Malévola e O Rei Leão).

Com a mesma intenção de fazer frente neste segmento para lá de competitivo, a HBO Max estreou tirando do ar o antigo aplicativo da casa, a HBO Go. A reformulação veio à altura, mesclando as produções do canal a cabo (cuja ênfase são seriados que ainda mantém favoritismo do público em questão de qualidade e aceitação, vide Game of Thrones, Família Soprano, Westworld, True Detective e os recentes Big Little Lies e Mare of Easttown), com os acervos da Warner e DC, desde blockbusters, clássicos de várias décadas passadas e animações. Mas a grande jogada da HBO Max, aproveitando a pandemia em que cinemas se mantiveram fechados em grande parte do mundo ou funcionando à toque de caixa, foi definir um acordo em que todos os lançamentos da Warner no ano estreassem de forma simultânea nas salas de cinema e na sua própria plataforma.

Aqui, no entanto, nessa nova matéria, não iremos abordar esta questão. Iremos focar em filmes disponíveis na plataforma da HBO Max que não tiveram um lançamento nos cinemas brasileiros e que em sua maioria estão sendo exibidos pela primeira vez de forma inédita no país através do novo streaming da praça. A maioria, produções prestigiadas com grandes nomes envolvidos. Ou seja, dicas imperdíveis para você desfrutar no conforto de sua casa, direto da HBO Max. Confira abaixo.

Let Them All Talk

Começamos com um filme que não possui título em português, por ser uma produção original da HBO Max – mas que seria algo do tipo “Deixe Todos Falarem”. E escolhemos este para abrir a lista de indicações pelo motivo de se tratar do mais recente longa de ninguém menos do que o monstro onipresente e tesouro do cinema mundial, Meryl Streep. Lançado em dezembro de 2020, o filme tem direção do prestigiado vencedor do Oscar Steven Soderbergh. Na história a recordista de indicações ao Oscar, Streep, interpreta uma autora buscando esquecer o passado traumático e para isso embarca numa viagem ao lado das amigas (papel da duas vezes vencedora do Oscar Dianne Wiest e da indicada Candice Bergen) e do sobrinho (o jovem indicado ao Oscar Lucas Hedges). Falta tarimba a este drama cômico? Não falta.

Confinamento

Essa é fresquinha. Outra produção original da HBO Max, este romance cômico e criminal foi lançado no início de 2021 – o que o faz um dos mais recentes lançamentos no acervo da plataforma. E sua qualidade moderna está em perfeita sintonia com os tempos pandêmicos – o que tanto o título em português quanto o original (Locked Down) demonstram. Quem comanda o show são dois astros igualmente não estranhos ao maior prêmio da Academia. Anne Hathaway (vencedora do Oscar por Os Miseráveis) e Chiwetel Ejiofor (indicado ao Oscar por 12 Anos de Escravidão) vivem um casal em vias de separação, precisando conviver juntos mais um tempo após o confinamento atingir o Reino Unido. Assim, tirando proveito da situação, a dupla decide realizar um roubo a uma joalheria. Coisa boba. A direção é de Doug Liman (No Limite do Amanhã).

Superinteligência

Lançado em novembro de 2020, esta mistura de comédia romântica e ficção científica é uma estreia exclusiva e original da HBO Max, ou seja, chega agora ao Brasil com exclusividade para os assinantes da plataforma. Quem impulsiona o longa é a comediante sensação Melissa McCarthy, em mais uma das produções dirigidas pelo marido Ben Falcone. A dupla contribuiu juntos nas comédias Tammy, A Chefa e Alma da Festa. E este ano entregaram para a Netflix Esquadrão Trovão. O casal está fechando projetos com todas as grandes plataformas, e aqui sobra para a HBO Max. Na trama, uma inteligência artificial que sai de controle, com a voz de James Corden, está dividida entre destruir ou salvar a humanidade. Tudo vai depender de sua análise sobre a personagem de McCarthy, uma mulher comum em busca de um romance.

Nem um Passo em Falso

Aqui temos filmes de todos os gêneros, para todos os gostos. Para os que curtem obras mais sérias e sombrias, essa é a pedida. Outro longa de Steven Soderbergh, que vem se tornando prata da casa da HBO Max, trata-se de um thriller criminal com fortes elos com o neo clássico Os Suspeitos (1995), de Bryan Singer. Igualmente, um grupo de criminosos é escalado para um trabalho que parecia simples. Porém, quando a coisa sai totalmente fora do controle, eles precisam se unir para descobrir o que estava por trás de sua contratação e missão. Encabeçando o elenco estelar, o vencedor do Oscar Benicio Del Toro, Don Cheadle, Jon Hamm, David Harbour e Brendan Fraser. O filme estreou há pouquíssimo tempo e fez seu debute em junho no Festival de Tribeca.

O Comediante

Por falar em Festival de Tribeca, aqui temos um filme protagonizado por seu idealizador, um dos astros mais renomados e importantes de Hollywood, Robert De Niro. Ao contrário dos demais até agora na lista, O Comediante é um filme um pouco mais antigo, e completa 5 anos de seu lançamento em 2021. No entanto, o filme se manteve inédito no Brasil durante todo esse tempo, e no mundo, após passar em alguns festivais, estreou praticamente apenas nos EUA. Com uma premissa para lá de interessante, o filme traz De Niro no papel de um comediante stand-up decadente e envelhecido. Acontece que seu repertório era baseado no politicamente incorreto e em insultos, algo muito em voga, digamos, nos anos 90. Assim, ele precisa se reinventar, ao mesmo tempo em que inicia uma amizade com uma garçonete vivida por Leslie Mann.

O Clube dos Meninos Bilionários

Filme de 2018, igualmente inédito nos cinemas brasileiros, este longa sofreu um bocado nas bilheterias por um simples, porém, derradeiro motivo: a participação do “maldito” Kevin Spacey como um dos chamarizes. Para termos uma ideia, quando explodiram suas acusações de assédio vindas de várias fontes, a produção de Todo o Dinheiro do Mundo, de Ridley Scott, achou por bem remover o ator do filme e adicionar o saudoso Christopher Plummer em seu lugar. E este foi lançado em 2017. O Clube… estreou no ano seguinte, e optou por deixar Spacey no elenco, o que custou muito para seu marketing. O filme estreou apenas em 12 cinemas dos EUA, e fez pouquíssima bilheteria graças a isso. Muita gente boa, em especial os jovens promissores do elenco, sentiram o baque. Gente como Ansel Elgort, Taron Egerton, Emma Roberts, Billie Lourd e Jeremy Irvine. Ah sim, não ajuda a trama apostar em playboys inescrupulosos na década de 80 como chamariz, mesmo que na forma de crítica ao comportamento.

An American Pickle

Outra produção exclusiva da HBO Max, lançada em 2020, que chega agora para os brasileiros. Comédia insana protagonizada por Seth Rogen, um especialista neste tipo de filme, o ator vive um imigrante trabalhando numa fábrica de picles nos EUA que, após um acidente ao cair num dos tonéis, termina conservado por 100 anos sem envelhecer, voltando à vida numa Nova York moderna e se vendo totalmente como o típico peixe fora d’água. A ótima Sarah Snook, da elogiada série da casa Succession, coprotagoniza.

A História Pessoal de David Copperfield

Cria do Festival de Toronto, esta produção de 2019 também chega ao Brasil sem ates ter passado pelos cinemas daqui e de grande parte do mundo. Dono de um visual muito chamativo de cores, figurinos e direção de arte, a proposta é reimaginar o clássico literário de Charles Dickens sobre um jovem órfão que consegue prosperar na vida, se tornando um ilustre cidadão, apesar de todas as dificuldades impostas a ele. Quem interpreta o protagonista é o indiano Dev Patel. E o elenco conta ainda com nomes de peso como Tilda Swinton, Hugh Laurie (Dr. House) e Gwendoline Christie (Game of Thrones).

O Jardim Secreto

Por falar em reimaginação de clássicos, aqui temos a reinterpretação de uma obra literária de teor infanto-juvenil lançada em 1911. O material fonte é um dos mais queridos da literatura, tendo ganhado diversas adaptações ao longo dos anos, com a primeira datando de 1949. Uma das mais famosas é a versão da Warner de 1993, com Maggie Smith no elenco. Agora, a mais recente roupagem desta história muito querida dos fãs é parte do acervo da HBO Max, num filme lançado em 2020, inédito no Brasil. A história fala sobre uma menina enviada para viver com o tio, após a morte dos pais, tentando se adaptar em sua mansão e descobrindo no local, entre outras coisas, um jardim secreto. No recente longa, o chamariz é a presença de Colin Firth.

Armas em Jogo

O eterno Harry Potter, Daniel Radcliffe, foi por muitos anos prata da casa da Warner, sendo uma de suas galinhas dos ovos de ouro mais valiosas. Após o fim da série de enorme sucesso, o jovem ator resolveu apostar nos mais variados tipos de filmes subversivos, que o transformaram em tudo, desde um sujeito amaldiçoado com chifres, o corcunda Igor de Frankenstein, em galã de comédia romântica e até mesmo um cadáver durante um filme inteiro. Aqui, neste longa de 2019, ele não para com a “esquisitice” e protagoniza nesta história ultra pop com clima de videogame na pele de um sujeito que tem armas presas nas mãos. Imagine Edward Mãos de Tesouras e troque as tesouras por armas de fogo.

‘3 From Hell’: Danny Trejo se junta ao elenco da sequência de ‘Rejeitados Pelo Diabo’

Um grande nome do cinema B foi confirmado na sequência ‘3 From Hell‘. Ninguém menos do que o lendário Danny Trevo. Ele irá reprisar o seu papel no filme ‘Rejeitados Pelo Diabo‘, Rondo.

Sid HaigBill Moseley e Sheri Moon Zombie estão confirmados para retornar.

Lançado em 2005, o terror faz parte de uma trilogia que começou com A Casa dos 1000 Corpos, e traz a história do xerife John Wydell, sedento por vingança pela morte de seu irmão. Buscando fazer justiça com suas próprias mãos, ele sai em uma caçada atrás de uma família assassina, foragida com o auxílio de dois caçadores de cabeças.

Lionsgate vai produzir terror sobre vampiros com roteirista de ‘Águas Rasas’

De acordo com o Deadline, a Lionsgate está finalizando as negociações para produzir o novo roteiro de Anthony Jaswinski (‘Águas Rasas‘), intitulado ‘The French Quarter Will Not Be Spared‘.

Detalhes sobre a trama estão sendo mantidos em segredo, mas o projeto está sendo descrito como um novo ângulo na mitologia dos vampiros, e será ambientado em Nova Orleans durante o furacão Katrina.

O objetivo é fazer um terror visceral e relevante socialmente, na mesma veia de ‘Um Lugar Silencioso’ e ‘Corra!‘.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Good Trouble’: Especial natalino ganha primeiro trailer; Assista!

O canal Freeform divulgou o trailer do episódio especial da Natal da série ‘Good Trouble‘.

O especial será exibido no final do ano, ainda sem data divulgada, e terá duas horas de duração.

Confira o trailer:

Criada por Joanna JohnsonBradley BredewegPeter Paige, a série é um spin-off de ‘The Fosters‘.

A trama acompanha a história das irmãs Callie e Mariana, que embarcam para Los Angeles, na Califórnia, para começarem a vida após a faculdade.

Maia Mitchell e Cierra Ramirez estrelam. Zuri Ade, Sherry Cola, Tommy Martinez, Roger Bart, Emma Hunton e Josh Pence completam o elenco.

‘A Caçada’: Confira o processo de criação dos efeitos visuais do terror!

O polêmico terror ‘A Caçada‘ (The Hunt) um novo vídeo dos bastidores, destacando o processo de criação dos efeitos visuais da produção.

Confira:

Vale lembrar que o longa já está disponível em VOD por causa do surto de Coronavírus, que foi responsável por fechar os cinemas nos EUA.

Na trama, doze estranhos acordam sem saber onde estão, após um apagão. O longa reúne elementos de filmes de ação com sátira social, ao mostrar um grupo de elite que persegue e mata humanos por esporte. Hilary Swank (ganhadora do Oscar), Emma Roberts (American Horror Story), Betty Gilpin (O Grito e Juntos Para Sempre) e Justin Hartley (This is Us) são alguns dos nomes do elenco.

Assista ao trailer:

“A caça está liberada. Apenas as pessoas designadas podem ser caçadas na mansão”, diz o slogan do filme.