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‘Crimes de Família’: Novo suspense da Netflix já está disponível na grade de programação

O novo suspense da Netflix, intitulado ‘Crimes de Família‘, já está disponível na grade de programação da plataforma de streaming.

Dirigido por Sebastián Schindel, o longa teve o lançado na plataforma nesta quarta-feira, dia 19 de agosto.

A trama acompanha Alícia, vivida pela Cecilia Roth, que está disposta a fazer o impossível para evitar a prisão do filho, acusado de tentar assassinar a ex-mulher.

Desesperada e confusa, Alícia está disposta a fazer o impossível para evitar a prisão do filho, acusado de tentar assassinar a ex-mulher.

O elenco inclui  Miguel Ángel Solá, Sofía Gala e Benjamín Amadeo.

‘Once Upon a Time’: Série completa estará disponível no Disney+ em setembro

O adorado drama de fantasia Once Upon a Time está oficialmente migrando para o catálogo do Disney+.

Em um anúncio oficial, a Casa Mouse revelou que as sete temporadas da série da ABC irão estrear na plataforma de streaming no dia 18 de setembro, visto que o atual acordo do canal com a Netflix expira no dia 06 de setembro. Dessa forma, é possível que o show também chegue ao Brasil através do serviço.

A série foi criada por Adam HorowitzEdward Kitsis, e foi exibida entre 2011 e 2018.

Nas primeiras seis iterações, a série se passa na cidade fictícia de Storybrooke, no Maine, cujos moradores são todos personagens de contos de fadas que foram transportados da Floresta Encantada para o “mundo real” através de uma poderosa maldição lançada pela Rainha Má. Para o sétimo ano, a produção ganhou um leve reboot e foi ambientada em Hyperion Heights, em Washington.

O extenso elenco foi formado por Ginnifer GoodwinJennifer MorrisonLana ParrillaJosh DallasJared S. GilmoreColin O’DonoghueRobert CarlyleEmilie de RavinRebecca MaderSean MaguireAndrew J. WestDania RamirezGabrielle AnwarAlison FernandezMekia Cox e muitos outros.

‘Tenet’ terá música original do rapper Travis Scott

Ao que tudo indica, o diretor Christopher Nolan e o rapper Travis Scott se tornaram colaboradores bem próximos para o vindouro ‘Tenet’.

Em uma recente entrevista, Scott deixou escapar que contribuiu com uma canção original para o longa-metragem, fato que foi confirmado pelo próprio Nolan. Mais do que isso, Nolan agradeceu a participação do rapper, descrevendo a música como uma peça fundamental de um “complexo e duradouro quebra-cabeça”.

Scott, por sua vez, já assistiu ao filme e deu ao público uma pequena resenha: “Não consigo nem explicar. Você literalmente deve assistir. Está pegando fogo”.

Tenet‘ teve sua estreia adiada mais uma vez nos cinemas nacionais, devido a pandemia de COVID-19 que fechou as salas de cinema no país.

Ao invés de 10 de setembro, o filme agora tem estreia prevista para 24 de setembro.

Além de ‘Tenet‘, a Warner adiou a estreia de ‘Mulher-Maravilha 1984‘ para 15 de outubro. As informações são do Portal Exibidor.

Por conta da pandemia do Coronavírus, ‘Tenet’ já foi adiado várias vezes.

A produção foi exibida em IMAX para alguns funcionários da empresa e as primeiras reações foram divulgadas pelo próprio CEO da companhia, Rich Gelfond.

Durante uma reunião por vídeo conferência com analistas de Wall Street, o empresário salientou que as percepções gerais sobre o filme foram excelentes e salientam a grandiosa qualidade do novo thriller de Nolan – que fora todo filmado com equipamentos IMAX:

“A reação deles foi: ‘Oh Meu Deus! Eu havia me esquecido o quão bom é estar dentro de uma sala de cinema. Tenet foi lindamente criado e filmado, é um filme incrível…’E isso não foi apenas uma pessoa, de uma determinada idade. Essa reação foi a de vários funcionários da IMAX, que espontaneamente disseram isso a mim”. 

Vale lembrar que, de acordo com uma recente matéria do IndieWire, o filme teria que arrecadar pelo menos US$800 milhões pelo mundo para não ter prejuízo comercial.

O filme é dirigido e escrito por Christopher Nolan e tem duração de 149 minutos (2 horas e 29 minutos).

“Armado com apenas uma palavra – Tenet – e lutando pela sobrevivência do mundo inteiro, o Protagonista viaja através de um mundo crepuscular de espionagem internacional em uma missão que irá desenrolar em algo para além do tempo real.

Não viagens no tempo. Inversões”.

John David Washington, Robert Pattinson, Elizabeth Debicki, Michael CaineKenneth Branagh estrelam.

Javicia Leslie pode ser introduzida como ‘Batwoman’ durante a DC Fandome

DC FanDome acontece em poucos dias e os fãs estão estáticos para ver quais são as novidades desse incrível panteão super-heroico.

Um dos painéis mais aguardados do evento é a da série Batwoman, que retorna para sua 2ª temporada com uma estética – e uma protagonista – diferentes. Para aqueles que não se recordam, Javicia Leslie foi contratada como a personagem titular, substituindo Ruby Rose.

Ainda que a nova versão da heroína seja apresentada apenas no ano que vem, o Diretor de Criação e Publicação da DC, Jim Lee, enviou um kit de imprensa com um pôster em 2D que pode ter revelado Leslie como Batwoman – como você pode ver abaixo:

De qualquer forma, a The CW já divulgou o primeiro pôster oficial do próximo ciclo.

Confira:

Mais conhecida por seu trabalho na série ‘God Friended Me‘ e ‘Family Business‘, Leslie comemorou a notícia, dizendo: 

“Estou muito orgulhosa em ser a primeira atriz negra a interpretar o icônico papel da Batwoman na televisão.”, disse ela ao TV Line. “Sendo uma mulher bissexual, estou honrada em me juntar a essa série inovadora, que tem sido tão importante para a comunidade LGBTQ+.”

A estrela irá interpretar Ryan Wilder, uma mulher de 20 e poucos anos que está prestes a se tornar a Batwoman.

A personagem é descrita como “simpática, brincalhona e indomável. Ela não é nada como a Kate Kane, a mulher que usava o traje anteriormente. Sem alguém especial em sua vida, Ryan passou anos usando drogas, mascarando sua dor com hábitos ruins. Uma garota que roubaria leite de um gato de rua também é capaz de matar com suas próprias mãos, Ryan é o tipo mais perigoso de lutadora: altamente treinada e indisciplinada. Lésbica assumida. Atlética. E definitivamente não é o seu estereótipo de heroína”.

Recentemente, a showrunner Caroline Dries revelou se a personagem Kate Kane será morta na 2ª temporada, o que explicaria a substituição da heroína.

“Como uma lésbica que tem trabalhado como roteirista nos últimos 15 anos, estou ciente da tendência das tramas de matarem personagem LGBT e eu não tenho interesse em participar disso. Assim como vocês, eu amo a Kate Kane. Nós nunca iremos apagá-la. De fato, seu desaparecimento será um dos grandes mistérios da segunda temporada.”

Sobre a decisão de não reescalar a personagem, a showrunner declarou:

“Sinceramente, eu considerei reescalar a personagem porque nós já tínhamos alguns roteiros prontos e a transição seria menos complicada. Mas, refletindo um pouco sobre isso, acredito que o produtor Greg [Berlanti] me ajudou a decidir. Ele disse: ‘Acho que nós devemos fazer um reboot da Batwoman com uma nova personagem’.”

Ela continua, “Eu tenho respeito por tudo o que a Ruby [Rose] colocou na personagem Kate Kane. E a decisão também ajudará o público, porque eles não terão que fingir não estarem notando um novo rosto na mesma pessoa.”

Lembrando que os novos episódios de ‘Batwoman‘ devem estrear somente em 2021.

No Brasil, a série é exibida pela Warner Channel.

Assista ao trailer:

Kate Kane (Rose) nunca planejou ser a nova vigilante de Gotham. Três anos depois de Batman ter desaparecido misteriosamente, Gotham é uma cidade em desespero. Sem o Cavaleiro das Trevas, o Departamento de Polícia de Gotham City foi invadido e desarmado por gangues criminosas. Para ajudar sua família e sua cidade, ela terá que se tornar a única coisa que seu pai detesta – uma vigilante como Batman. Com a ajuda de sua meia-irmã, Mary (Kang), e do astuto Luke Fox (Johnson), filho do guru da Wayius Enterprises, Kate Kane continua o legado de seu primo desaparecido, Bruce Wayne, como Batwoman. Ainda apaixonada por sua ex-namorada, Sophie, Kate usa tudo em seu poder para combater as maquinações sombrias da psicótica Alice (Skarsten). Mas não a chame de heroína ainda. Em uma cidade desesperada por um salvador, ela deve primeiro superar seus próprios demônios antes de abraçar o chamado para ser o símbolo de esperança de Gotham.

O elenco conta com Meagan Tandy, Dougray Scott, Elizabeth Anweis, Camrus Johnson, Rachel Skarsten, Nicole Kang eGabriel Mann.

Pôster da DC FanDome indica o visual de Javicia Leslie como Batwoman

O Comic Book divulgou um dos cartazes da DC FanDome reunindo os principais heróis adaptados para o cinema e para a TV.

O interessante é que arte mostra uma Batwoman negra, sugerindo que este será o visual de Javicia Leslie como a nova intérprete da heroína.

Confira:

Após a saída de Ruby Rose de ‘Batwoman‘, a CW escalou Leslie como a nova protagonista da série.

Mais conhecida por seu trabalho na série ‘God Friended Me‘ e ‘Family Business‘, a estrela comemorou a notícia, dizendo: 

“Estou muito orgulhosa em ser a primeira atriz negra a interpretar o icônico papel da Batwoman na televisão.”, disse ela ao TV Line. “Sendo uma mulher bissexual, estou honrada em me juntar a essa série inovadora, que tem sido tão importante para a comunidade LGBTQ+.”

A estrela irá interpretar Ryan Wilder, uma mulher de 20 e poucos anos que está prestes a se tornar a Batwoman.

A personagem é descrita como “simpática, brincalhona e indomável. Ela não é nada como a Kate Kane, a mulher que usava o traje anteriormente. Sem alguém especial em sua vida, Ryan passou anos usando drogas, mascarando sua dor com hábitos ruins. Uma garota que roubaria leite de um gato de rua também é capaz de matar com suas próprias mãos, Ryan é o tipo mais perigoso de lutadora: altamente treinada e indisciplinada. Lésbica assumida. Atlética. E definitivamente não é o seu estereótipo de heroína”.

Recentemente, a showrunner Caroline Dries revelou se a personagem Kate Kane será morta na 2ª temporada, o que explicaria a substituição da heroína.

“Como uma lésbica que tem trabalhado como roteirista nos últimos 15 anos, estou ciente da tendência das tramas de matarem personagem LGBT e eu não tenho interesse em participar disso. Assim como vocês, eu amo a Kate Kane. Nós nunca iremos apagá-la. De fato, seu desaparecimento será um dos grandes mistérios da segunda temporada.”

Sobre a decisão de não reescalar a personagem, a showrunner declarou:

“Sinceramente, eu considerei reescalar a personagem porque nós já tínhamos alguns roteiros prontos e a transição seria menos complicada. Mas, refletindo um pouco sobre isso, acredito que o produtor Greg [Berlanti] me ajudou a decidir. Ele disse: ‘Acho que nós devemos fazer um reboot da Batwoman com uma nova personagem’.”

Ela continua, “Eu tenho respeito por tudo o que a Ruby [Rose] colocou na personagem Kate Kane. E a decisão também ajudará o público, porque eles não terão que fingir não estarem notando um novo rosto na mesma pessoa.”

Lembrando que os novos episódios de ‘Batwoman‘ devem estrear somente em 2021.

No Brasil, a série é exibida pela Warner Channel.

Assista ao trailer:

Kate Kane (Rose) nunca planejou ser a nova vigilante de Gotham. Três anos depois de Batman ter desaparecido misteriosamente, Gotham é uma cidade em desespero. Sem o Cavaleiro das Trevas, o Departamento de Polícia de Gotham City foi invadido e desarmado por gangues criminosas. Para ajudar sua família e sua cidade, ela terá que se tornar a única coisa que seu pai detesta – uma vigilante como Batman. Com a ajuda de sua meia-irmã, Mary (Kang), e do astuto Luke Fox (Johnson), filho do guru da Wayius Enterprises, Kate Kane continua o legado de seu primo desaparecido, Bruce Wayne, como Batwoman. Ainda apaixonada por sua ex-namorada, Sophie, Kate usa tudo em seu poder para combater as maquinações sombrias da psicótica Alice (Skarsten). Mas não a chame de heroína ainda. Em uma cidade desesperada por um salvador, ela deve primeiro superar seus próprios demônios antes de abraçar o chamado para ser o símbolo de esperança de Gotham.

O elenco conta com Meagan Tandy, Dougray Scott, Elizabeth Anweis, Camrus Johnson, Rachel Skarsten, Nicole Kang eGabriel Mann.

Crítica | A Prima Sofia – Longa da Netflix é cheio de Nudez e boas intenções, mas execução falha

Riviera Francesa, verão europeu. O calor, a água salgada do mar, o sol quente batendo na pele dos turistas e moradores de Cannes, mundialmente conhecida pelo festival internacional de cinema. Se por um lado a cidade recebe inúmeros turistas atrás de glamour e badalação nas férias de verão, por outro há os moradores locais – pessoas comuns que veem no verão a oportunidade de trabalhar e ganhar uma grana extra.

É nesse contexto que conhecemos a jovem Naïma (Mina Farid), que, às vésperas de fazer 16 anos recebe a inesperada visita da prima Sofia (Zahia Dehar) em sua casa, em Cannes. Com uma mãe que trabalha o tempo todo em um hotel de luxo, Naïma encontra na prima a referência de que precisa para se tornar uma adolescente com autoestima e mais segura de si. Só que Sofia tem um estilo de vida-livre que não é exatamente o que a sociedade julga como apropriado, e, quando ela se envolve com o ricaço brasileiro Andres (Nuno Lopes, o bonitão de ‘White Lines’), Naïma descobre o deslumbrante e sedutor mundo do luxo.

Com uma premissa bem simples, ‘A Prima Sofia’ quer, acima de tudo, prestar uma homenagem à duas musas do cinema europeu: Sophia Loren (não à toa, a personagem-título leva o seu nome e se comporta esteticamente como a atriz italiana) e um pouquinho também de Brigitte Bardot, com seus cabelos loiros e a sua desibinição nos banhos em locais públicos. Nesse sentido, o argumento e roteiro de Rebecca Zlotowski resgata aquela atmosfera de encantamento e provocante sedução que os filmes estrelados por Sophia Loren tinham.

O mesmo acontece toda vez que Zahia Dehar entra em cena: a forma como ela olha, como se porta, todos os seus gestos são suaves e calculados para seduzir – o expectador não tem escolha senão ficar tal como um voyeur e se apaixonar por ela. Isso tem a ver com a direção de Rebecca Zlotowski, que centra o filme no corpo da atriz e movimenta a câmera de modo que o espectador está no mesmo patamar da adolescente Naïma, descobrindo aquela prima enigmática, bela e cheia de artifícios, com seus olhos de ressaca, oblíquos e dissimulados. Sofia quer ser vista – pelos personagens e pelos espectadores – e gosta de ser admirada por seu público.

Se por um lado ‘A Prima Sofia’ constrói bem toda essa atmosfera tão pungente do cinema europeu dos anos 1950 (a própria Sophia Loren começou a carreia aos 15 anos, tal como a personagem Naïma que, por sua vez, não quer ser atriz), por outro o longa pega tudo isso e descarta como se fosse fast-food, incapaz de conferir profundidade à personagem-título. Assim, com a intenção de homenagem, ‘A Prima Sofia’ acaba apresentando um terrível julgamento dos corpos femininos – tanto é assim que o título original do longa é ‘Une fille facile’, ou “uma menina fácil”. Contraditório.

A Prima Sofia’ é um filme com o sabor agridoce do fim de verão, com uma intenção que acaba indo na contramão da proposta e que resgata uma narrativa europeia de contas histórias bastante desconhecida do público da Netflix.

‘Os Novos Mutantes’: Magia se prepara para enfrentar o Urso Místico em cena LEGENDADA

O aguardado Os Novos Mutantes ganhou um novo clipe, que traz a Magia mostrando seus poderes para enfrentar o Urso Místico.

Confira:

No Brasil, a estreia é prevista para 10 de setembro de 2020.

Neste tenebroso filme recheado de ação e baseado nos quadrinhos da Marvel, cinco jovens que demonstram ter poderes especiais são levados a uma instituição secreta para passar em tratamentos que podem curá-los dos perigos de suas habilidades. Fazendo parte desse grupo estão Danielle Moonstar/Miragem, que cria ilusões a partir do medo de outras pessoas; Rahne Sinclair, que se transforma na lobisomem Lupina; Sam Guthrie, que, como o Míssil, pode voar em velocidades incríveis enquanto é protegido por um campo de força; Roberto da Costa/Mancha Solar, que absorve e canalizar poder solar; e Illyana Rasputin/Magik, irmã mais nova de Colosso que se transforma em uma armadura humana por conta própria e carrega uma espada de almas que amplifica suas habilidades sobre-humanas e psíquicas.

A convite da Dra. Cecilia Reyes para compartilhar as histórias de quando seus poderes primeiro se manifestaram, os cinco “pacientes” começam a entender que fazem parte de um grupo de pessoas conhecido como mutantes, que foram historicamente marginalizados e temidos. Conforme revivem suas origens, as memórias começam a se tornar realidade. Logo, eles começam a questionar o que é real ou não, e fica claro que a instituição não é o que parece. Agora a questão é: por que estão sendo mantidos em cativeiro? E quem está tentando destruí-los? A tensão e o terror regem essa aventura arrepiante dirigida por Josh Boone e co-escrita por Boone e Knate Lee.

Em entrevista ao Collider, Boone revelou que o longa-metragem terá 98 minutos (1 hora e 38 minutos) de duração – e que sua ideia para a adaptação nunca foi muito longa.

“Creio que são 98 minutos ou algo assim. Nunca foi mais que 104, até mesmo no primeiro corte. Lembro que o corte inicial tinha 20 minutos a mais que o final, mas você verá tudo isso no conteúdo especial – juntamos todas as cenas deletadas para vocês verem”.

Boone também falou sobre os planos que ele tinha para toda uma trilogia, chegando até a adaptação da saga Inferno.

“Tínhamos planos, obviamente, de trazer novos personagens para o próximo filme. O Warlock estava nas versões iniciais do roteiro, mas era muito caro inseri-lo. Então, quando o retiramos na narrativa, pudemos fazer o filme”, conta.

“A ideia era serem gêneros de terror diferentes”, continua. “O primeiro seria uma espécie de terror de rubber reality [em que se mistura realidade e fantasia], o segundo seria uma invasão alienígena com Warlock, e o terceiro reuniria todos os elementos do crossover dos X-Men do fim da década de 80 e início dos anos 90, chamado Inferno, e seria um terror sobrenatural apocalíptico. Esse era o plano.”

O longa é baseado nos quadrinho homônimo criado por Bill Sienkiewicz.

A trama acompanha um grupo de personagens desajustados que tentam compreender suas vidas, enquanto são atormentados pelos próprios poderes, o que dará ao filme uma sensação desconfortável e assustadora.

O elenco conta com Anya Taylor-Joy, Maisie Williams, Alice Braga, Charlie Heaton, Blu Hunt, Henry Zaga e Colbi Gannett.

‘Better Call Saul’: Produção da 6ª e última temporada deve ser adiada para 2021

Os fãs de ‘Better Call Saul‘ terão que esperar um pouco mais para conferir a 6ª e última temporada da produção.

Segundo o showrunner Peter Gould, em virtude do quadro pandêmico, as gravações devem ser adiadas para 2021. Em entrevista ao portal Deadline, o produtor compartilhou suas expectativas, afirmando:

“Nós tínhamos esperanças de iniciar a produção no final desse ano. Mas não me parece que será provável que isso aconteça, com a situação em que estamos. A Sony Pictures Television está fazendo tudo humanamente possível para iniciar as filmagens de forma segura e eu acho que, infelizmente, teremos que atrasá-la um pouco mais”.

Lembrando que a estreia da 6ª e última temporada de Better Call Saulestá prevista para o outono norte-americano de 2021 (entre setembro e dezembro).

Better Call Saul‘ é um prequel da aclamada e premiada série ‘Breaking Bad‘, que teve o criador Vince Gilligan e roteirista/produtor Peter Gould como co-showrunners da primeira temporada.

A história acontece seis anos antes de Saul Goodman (Bob Odenkirk) encontrar Walter White. Quando o conhecemos, o homem que se tornará Saul é conhecido como Jimmy McGill, um pequeno advogado em busca de seu destino e correndo para pagar as despesas. Trabalhando com, e frequentemente contra Jimmy, está o fixer Mike Ehrmantraut (Jonathan Banks), um personagem amado, introduzido pela primeira vez em Breaking Bad. A nova série irá mostrar a transformação de Jimmy em um homem que coloca a palavra criminal em ‘advogado criminal’.

‘O Estranho Mundo de Jack’ ganha coleção de roupas inspiradas no Halloween

A popular animação da Disney, O Estranho Mundo de Jack’, ganhou uma nova coleção de roupas, inspiradas no Halloween.

As peças, que foram desenvolvidas tanto pela loja oficial Disney Store, bem como pela Hot Topics, são inspiradas nos personagens dos filmes e foram feitas para homens e mulheres.

Os valores da roupas começam US$5,52, com itens que ultrapassam os US$100. As coleções podem ser adquiridas nos sites da Disney Store e da Hot Topics.

Confira algumas imagens:

 

Lançado em 1993, o filme traz a história de Jack Esqueleto, um cidadão celebridade da cidade Halloween que simplesmente se apaixona pela magia do Natal, embora não entenda nada sobre a mensagem de união, paz e amor da data.

27 Artistas Negras Internacionais que Você Precisa Conhecer

A cultura mundial costuma apagar a história e o legado de icônicas artistas negras que revolucionaram o cenário do entretenimento – principalmente da música. Na verdade, diversos gêneros e incursões criativas são apropriadas pela cultura neoimperialista branca e retiradas de suas raízes, reformuladas para um cenário mainstream que, até os dias hoje, permanece racista.

Pensando nisso, separamos uma breve lista com 27 artistas negras da esfera fonográfica que você precisa conhecer, atravessando as décadas e entregando nomes tanto do panorama clássico quanto do contemporâneo.

Confira abaixo nossas escolhas:

GLORIA GAYNOR

Se você não conhece o nome Gloria Gaynor, certamente conhece sua música mais famosa –+ “I Will Survive”. A musa do R&B dominou a música na era disco e, além de guiar o cenário artísticas da época, também tornou-se uma grande ativista pelos direitos da comunidade LGBTQ+ e um ícone feminista, falando sobre empoderamento e emancipação em uma discografia que abrange quase vinte álbuns.

DIANA ROSS

Diana Ross é a musa de diversos artistas que despontaram no final dos anos 1970 e começo dos anos 1980, tendo influenciado Michael Jackson, Madonna e Beyoncé. Ross é a voz por trás de clássicos como “Ain’t No Mountain High Enough”, “Upside Down” e “I’m Coming Out”. Sua história e sua arte foram homenageadas pela cultura pop através de musicais, longas-metragens e honrarias ao redor do mundo.

ANITA WARD

Começando sua carreira em 1979, Anita Ward é mais conhecida por seu clássico hit “Ring My Bell”, uma das músicas mais viciantes que já foi lançada. Ward ganhou reconhecimento por temperar o cenário disco e, com poucos álbuns lançados, foi aclamada com seu début ‘Songs of Love’. De qualquer forma, sua carreira foi ofuscada por mulheres com maior sucesso comercial.

BEYONCÉ

Nossa deusa Beyoncé atingiu a maturidade artística ainda em 2013, com o lançamento de seu álbum homônimo que remodelou a indústria fonográfica para sempre. Dona de produções aclamadíssimas e bastante premiadas, Queen-B tem 24 estatuetas do Grammy e é a artista feminina mais premiadas de todos os tempos, com um legado que atravessa gerações e culturas.

NORMANI

A jovem Normani ficou mundialmente famosa em 2012 ao integrar o grupo feminino Fifth Harmony. Depois de seis anos, investiu em sua carreira solo e nos encantou com “Motivation”, seu primeiro single sem a participação de outro cantor. Com apresentações incríveis e comparações que a colocavam num caminho parecido com o de Beyoncé, Normani também fez parte da trilha sonora de ‘Aves de Rapina’ e fez uma aparição no videoclipe “WAP”.

DOJA CAT

Assim como Normani, Doja Cat faz parte da nova geração da música e alcançou sucesso com o single “Say So”, que dominou as paradas da Billboard e a garantiu uma nomeação ao VMA 2020 de Artista Revelação. Cat também fez parte da trilha sonora de ‘Aves de Rapina’, entregando uma das melhores músicas do ano – “Boss Bitch”.

DONNA SUMMER

Donna Summer nos deixou sem mais nem menos, mas também deixou para trás um legado sem igual. A verdadeira Rainha do Disco foi influenciada pela contracultura dos anos 1960 e realizou inflexões do psych-rock antes de mergulhar de cabeça em praticamente todas as áreas artísticas. Com 42 músicas de sucesso mundial, sua discografia inclui as iterações “Bad Girls”, “Heaven Knows” e “Last Dance”.

ARETHA FRANKLIN

Uma das vozes mais conhecidas de todos os tempos é, sem dúvida, a de Aretha Franklin. Seus sucessos incluem “I Say a Little Prayer”, “Respect” e “(You Make Me Feel Like) A Natural Woman” e, ao longo de mais de sessenta anos, transformou-se numa força descomunal que lhe rendeu a alcunha de Rainha do Soul.

NINA SIMONE

A sexta de oito crianças de uma pobre família da Carolina do Norte, Nina Simone representa o verdadeiro de versatilidade na indústria fonográfica, com estilos que incluíam jazz, blues, folk, R&B, gospel e pop. Simone possui um legado extenso que é honrado por diversos ícones contemporâneos, como Elton John, Christina Aguilera e Alicia Keys.

ELLA FITZGERALD

Agency: Redferns
Credit: Michael Ochs Archives / Redferns

Ella Fitzgerald foi e continua sendo conhecida como a Primeira-Dama da Música, a Rainha do Jazz ou simplesmente Lady Ella. Ela ganhou reconhecimento mundial por sua perfeita dicção e por suas pronúncias musicais irretocáveis, que, apesar de renderem mais para o blues, também incursionavam para o pop, o bepop e o swing. Fitzgerald é a grande musa de nomes como Queen Latifah e Michael Bublé.

LAURYN HILL

Costumeiramente mencionada como uma das maiores rappers de todos os tempos, a Lauryn Hill credita-se o pioneirismo do gênero neo soul, quebrando barreiras de gênero e de raça dentro do cenário fonográfico – inclusive trazendo o hip hop para a cultura popular. Em 1998, sua estreia solo (‘The Miseducation of Lauryn Hill) levou para casa cinco estatuetas do Grammy, incluindo a de Álbum do Ano.

WHITNEY HOUSTON

Whitney Houston, ou simplesmente A Voz, nos deixou muito cedo e chocou o mundo ao ser encontrada em sua casa. Tendo vendido ais de 200 milhões de álbuns ao longo de sua carreira, diversos historiadores da música e críticos especializados colocam Houston no topo da lista de melhores cantoras de todos os tempos. Ela quebrou as barreiras racistas para mulheres negras na indústria e influenciou nomes como Toni Braxton, Lady Gaga e Céline Dion.

JANELLE MONÁE

Janelle Monáe é uma atriz, compositora, rapper, cantora, modelo e produtora – o pacote completo basicamente. Com apenas três álbuns em sua carreira, Monáe provou sua habilidade musical com impecáveis rendições e construções sonoras, além de ser uma ativa militante pela causa negra e LGBTQ+.

MARY J. BLIGE

Mary J. Blige já ganhou nove estatuetas do Grammy e já vendeu mais de 80 milhões de álbuns ao redor do mundo. Além de ser uma aplaudível cantora, compositora, filantropa e atriz, ela foi a primeira mulher a ser indicada para as categorias de Melhor Atriz Coadjuvante e Melhor Música Original e é um dos nomes mais influentes do hip hop e do R&B contemporâneos.

NICKI MINAJ

Nicki Minaj é um dos nomes mais prolíficos da indústria atual e uma dos grandes ícones do rap, tendo influenciado nomes como Doja Cat, Cher Lloyd e Tinashe. Considerada uma das artistas mais bem-sucedidas de todos os tempos, Minaj ganhou reconhecimento por sua estética crua e ácida e por seus rápidos e frenéticos versos – como vistos nos hits “Chun-Li”, “Pound the Alarm” e “Anaconda”.

ALICIA KEYS

A rainha Alicia Keys é multitalentosa e comentou a compor suas próprias músicas aos 12 anos. Com apenas 15, assinou seu primeiro contrato com a Columbia Records e, desde então, investiu seus esforços em vários gêneros musicais que lhe renderam 15 Grammys e sucessos como “Girl on Fire”, “If I Ain’t Got You” e “Diary”.

AALIYAH

Aaliyah tinha uma carreira de incrível sucesso pela frente, mas um acidente aéreo tirou sua vida aos 22 anos de idade. Mesmo tão jovem, a cantora e compositora ajudou a redefinir o cenário do R&B, do pop e do hip hop nos anos 1990, revolucionando a estética estagnada dos estilos com misturas inesperadas e produções futuristas – influenciando o icônico grupo Destiny’s Child, por exemplo.

JANET JACKSON

Janet Jackson continua como uma proeminente figura na cultura pop e, assim como seu irmão, Michael Jackson, se aventurou em vários estilos fonográficos – culminando, por exemplo, no icônico e atemporal ‘Rhythm Nation 1814’, lançado em 1989. Com mais de 100 milhões de álbuns vendidos, ela é uma das artistas mais bem-sucedidas da história e já levou para casa cinco estatuetas do Grammy.

ETTA JAMES

Assim como suas conterrâneas, Etta James tem uma variedade de inflexões musicais creditadas em sua carreira, como jazz, rock e gospel. Sua música mais conhecida, a balada “At Last”, foi regravada dezenas de vezes por artistas profissionais e amadores. James é um símbolo de superação e de resiliência, por ter enfrentado diversos obstáculos em sua vida (como encarceramento e abuso físico).

PATTI LABELLE

Patti LaBelle é uma cantora, filantropa, atriz e compositora cuja carreira atravessa nada menos que seis décadas. LaBelle é a madrinha do soul e foi descrita como o maior ícone gay de todos os tempos e um exemplo primário entre a interseção entre a comunidade LGBTQ+ e os artistas negros. Ainda na ativa, ela já lançou 11 álbuns de estúdio e foi integrada ao hall da fama do Grammy em 2004.

MISSY ELLIOTT

Missy Elliott ressignificou o rap desde sua primeira incursão artística, o que lhe rendeu, no ano passado, diversas honrarias por sua importância musical e por seu impacto na indústria do entretenimento audiovisual. Seus videoclipes experimentais mudaram o cenário temático do hip hop e incluíram debates sobre feminismo, igualdade de gênero, positividade corporal e quebras de tabus sexuais.

TINA TURNER

Aos oitenta anos, Tina Turner está mais ativa do que nunca e seu legado apenas lhe concedeu a alcunha de Rainha do Rock’n’Roll. Ela já levou para casa 12 Grammy Awards, incluindo oito da competição principal e três honrarias que refletem o impacto de seu extenso legado. Como se não bastasse, ela integra a lista dos melhores cantores de todos os tempos da Rolling Stone e de outras revistas especializadas.

JENNIFER HUDSON

Com apenas 38 anos de idade, Jennifer Hudson já encarnou personagens icônicas no cinema e deu origem a uma discografia original e envolvente – além de ser referida como a Princesa do Soul por conterrâneos e críticos. Em 2013, recebeu uma estrela na Calçada da Fama em Hollywood, além de já ter levado uma estatueta de Melhor Atriz Coadjuvante no Oscar e duas do Grammy.

RIHANNA

Rihanna é sinônimo de poder – e a performer e empresária já provou que domina o mundo mais de uma vez. Com sucesso desmedido no pop, no R&B, no reggae e no dance, ela é influenciada pela música caribenha e está no patamar de grande ícone musical e fashion. Além disso, já ganhou nove prêmios do Grammy Awards, tem 14 músicas em primeiro lugar na Billboard e a artista feminina mais rica com fortuna estimada em US$600 milhões.

TONI BRAXTON

Um dos ícones do R&B, Toni Braxton já ganhou sete estatuetas do Grammy e diversos outros prêmios que refletem a adoração da academia fonográfica por sua arte atemporal. Suas músicas de maior sucesso incluem “Un-Break My Heart”, “Breathe Again e “Another Sad Love Song”.

CHLOE x HALLE

As novatas Chloe e Halle Bailey lançaram seu primeiro álbum de estúdio ainda neste ano, ‘Ungodly Hour’ – e já se tornaram queridinhas da crítica e do público. Inspiradas por artistas como Missy Elliott e Grimes, a dupla tem um futuro incrível no escopo fonográfico, principalmente por misturarem diversos gêneros em uma fusão incrível e envolvente.

VANESSA WILLIAMS

Vanessa Williams ficou mundialmente conhecida ao se tornar a primeira mulher negra a receber a coroa de Miss America em 1983. Desde então, jogou-se na carreira de atriz e de cantora, lançando seu álbum de estreia em 1988, ‘The Right Stuff’. Sua discografia inclui os clássicos “Save the Best for Last” e “Dreamin’”.

Disney+ estreia no Brasil em 17 de Novembro SEM ‘Mulan’ no catálogo

A Walt Disney Company divulgou oficialmente o comunicado sobre a estreia do Disney+, serviço de streaming por assinatura, no Brasil.

O lançamento acontecerá em 17 de novembro, e o estúdio divulgou todos os títulos que serão disponibilizados junto com o serviço.

Porém, a ausência de um filme chamou a atenção. ‘Mulan‘, será lançado diretamente no Disney+ dos EUA no dia 4 de setembro. não estará disponível no streaming quando ele chegar ao Brasil em novembro.

A expectativa é que o estúdio lance o filme nos cinemas por aqui, e só o adicione no catálogo em 2021.

Confira o que estará disponível no catálogo:

  • As novas histórias da Marvel Studios, que chegarão na região em lançamento simultâneo aos EUA atualmente programado para 2020 e 2021: Falcão e o Soldado Invernal, que reúne Sam Wilson/Falcão (Anthony Mackie) e Bucky Barnes/O Soldado Invernal (Sebastian Stan) após os eventos de VINGADORES: ULTIMATO, em uma aventura global que testa suas habilidades e paciência; WandaVision, a série de comédia que combina o estilo das comédias clássicas com o Universo Cinematográfico da Marvel (MCU), no qual Wanda Maximoff (Elizabeth Olsen) e Visão (Paul Bettany) estão vivendo uma vida suburbana ideal, até começarem suspeitar que nem tudo é o que parece; e Loki, uma nova série na qual Tom Hiddleston reprisa seu papel como Loki e que também se passa depois de VINGADORES: ULTIMATO.
  • Os oito episódios que compõem a primeira temporada de “The Mandalorian”, a série épica de live-action da saga Star Wars que acumula 15 indicações ao Emmy ®, com Jon Favreau como showrunner e Pedro Pascal como Mando. A segunda temporada será lançada ao mesmo tempo que nos EUA. Os fãs de Star Wars também poderão ver em novembro Disney Gallery: The Mandalorian uma série documental que explora os bastidores de The Mandalorian em entrevistas, imagens exclusivas e mesas redondas com os envolvidos no projeto. Além disso, Star Wars: The Clone Wars, a série animada vencedora do Emmy®, retorna para sua conclusão épica no Disney+.
  • Filmes criados pelo The Walt Disney Studios exclusivamente para a plataforma, como A Dama e o Vagabundo, uma versão live-action do clássico de animação de 1955; Noelle, uma comédia original com temática natalina protagonizada por Anna Kendrick; Togo, uma história real ambientada no inverno de 1925, na perigosa tundra do Alasca, cheia de aventura, que testarão a força, a coragem e a determinação de um homem, Leonhard Seppala (interpretado por Willem Dafoe, nomeado para o Oscar® quatro vezes) e Togo, seu principal cão de trenó
  • Filmes que capturam a essência de experiências ao vivo, como Hamilton, que representa um salto na arte de filmar shows ao vivo como longas-metragens e transportará o público para o mundo dos espetáculos da Broadway de maneira única e intimista, conta com a direção de Thomas Kail e produção executiva de Lin-Manuel Miranda e Jeffrey Seller, entre outros.
  • High School Musical: O Musical – A Série, uma nova série que segue os dias dos alunos do East High que estão se preparando para apresentar um musical na escola pela primeira vez, com muitas referências à franquia original do Disney Channel. Secret Society of Second-Born Royals, um filme emocionante que combina o encanto da realeza com as aventuras repletas de ação de super-heróis em treinamento. Da diretora Anna Mastro e baseado em uma história de Alex Litvak, Andrew Green e Austin Winsberg.
  • A série original da National Geographic The Right Stuff uma adaptação do best-seller homônimo de Tom Wolfe, no qual ele relata no gênero não-ficção os primeiros dias do programa espacial dos Estados Unidos. Produzida por Appian Way de Leonardo Di Caprio e Warner Horizon Scripted Television, conta com a produção executiva de Leonardo DiCaprio e Jennifer Davisson. Mark Lafferty (Castle Rock, Halt and Catch Fire) é produtor executivo e
  • O Projeto Os Heróis da Marvel, que celebra os extraordinários jovens que fazem a diferença em suas comunidades. A série documental de seis episódios The Imagineering Story, da diretora Leslie Iwerks, indicada ao Emmy® e ao Oscar®.
  • As novas séries em formato curto Pixar na Vida Real e Disney Family Sundays, e as coleções completas dos curtas animados SparkShorts e Forky Asks a Question, da Pixar Animation Studios.
  • Animações clássicas da Walt Disney Signature Collection, da Walt Disney Animation Studios, criados ou inspirados na imaginação e no legado de Walt Disney, incluindo: BRANCA DE NEVE E OS SETE ANÕES, A BELA E A FERA, PINÓQUIO, BAMBI, O REI LEÃO, A DAMA E O VAGABUNDO, PETER PAN, A PEQUENA SEREIA, CINDERELA e mais.
  • Os mais recentes sucessos da Disney em live-action, tais como: ALADDIN, MOGLI – O MENINO LOBO, O REI LEÃO, A BELA E A FERA, CINDERELA, entre outros.
  • Filmes produzidos pela Marvel Studios e distribuídos pela Walt Disney Studios que fazem parte do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) de HOMEM DE FERRO a VINGADORES: ULTIMATO.
  • A saga completa de STAR WARS, desde a estreia em 1977 até o ápice em 2019, além de títulos lançados no cinema que ampliam esse universo como ROGUE ONE: UMA HISTÓRIA STAR WARS e HAN SOLO: UMA HISTÓRIA STAR WARS.
  • A coleção completa dos filmes inovadores favoritos dos fãs da Pixar Animation Studios, como TOY STORY, DIVERTIDA MENTE, VIVA: A VIDA É UMA FESTA, WALL·E, UP – ALTAS AVENTURAS, MONSTROS S.A., PROCURANDO NEMO, OS INCRÍVEIS e VALENTE, assim como todos os curtas inesquecíveis da Pixar, entre eles Bao e Os Heróis de Sanjay, vencedores do Oscar®.
  • O repertório completo de episódios de séries de sucesso com produção local da Disney que será gradualmente incorporado ao Disney+ para que um novo público descubra histórias como Violetta, Sou Luna, BIA, O11ZE, Juacas, Peter Punk, Jungle Nest, Highway Rodando a Aventura, Quando Toca o Sino Art Attack e crianças em idade pré-escolar poderão aprender e se divertir com Nivis: Amigos de outro mundo, Junior Express, A Floricultura da Nana, A Casa do Disney Junior, Morko e Mali, O Jardim da Clarilu, Playground e Playhouse Disney.
  • As séries preferidas do Disney Channel como Hannah Montana, Zack & Cody: Gêmeos em Ação, Kim Possible, A Casa do Mickey Mouse, PJ Masks – Heróis de Pijama e Jake e Os Piratas da Terra do Nunca além dos filmes originais do Disney Channel favoritos de uma geração, incluindo: High School Musical, Camp Rock e Descendentes.
  • Aventuras incríveis do National Geographic, incluindo: a série documental One Strange Rock (apresentada por Will Smith); a série documental Origens: A Evolução Humana, que conta com o famoso anfitrião Jason Silva; Jane Goodall: The Hope, o documentário que marca os 60 anos de sua chegada à Tanzânia para estudar o reino dos chimpanzés; Before the Flood, protagonizado por Leonardo Di Caprio; Free Solo, o documentário vencedor do Oscar® na categoria Melhor Documentário; e programas produzidos na América Latina como Ciência do Absurdo.
  • Algumas das séries de televisão da Marvel desde 1979 até os dias de hoje, incluindo X-Men, Homem-Aranha e Marvel’s Runaways.

Internautas se manifestam CONTRA a reabertura dos cinemas no Brasil; Veja as reações!

Os cinemas do Brasil ganharam data de reabertura com um projeto chamado #JuntosPeloCinema – colocado em prática por mais de 200 profissionais do setor no Brasil.

Entretanto, a ideia parece não ter agradado grande parte do público brasileiro, que logo se manifestou contra essa articulação nas redes sociais, destacando o fato do país ser um dos epicentros da pandemia do COVID-19, com quase 110 mil óbitos e mais de 3,3 milhões de infectados.

Veja as reações:

Segundo as informações, mais de 1200 salas pelo Brasil vão reabrir as portas no dia 3 de setembro para receber o Festival ‘De Volta Para o Cinema‘, que terá a reexibição de 26 filmes clássicos.

Os preços são fixos, sendo R$ 10,00 para salas convencionais e R$ 20,00 para salas VIP, além da meia-entrada.

O Rio de Janeiro terá a reabertura dos cinemas da capital antes, a partir da semana que vem, no dia 27 de agosto.

A maioria dos cinemas do estado estão fechados desde março, e esta é a segunda vez que uma reabertura está sendo planejada oficialmente, já que a primeira foi rejeitada em meados de junho, segundo a CBN.

Desta vez, a proposta foi analisada pela Secretaria de Cultura depois que representantes da indústria cinematográfica se reuniram com o prefeito Marcelo Crivella e apresentaram um plano de segurança para evitar a propagação do Coronavírus nos espaços.

A reabertura dos cinemas faz parte da fase 06 da recuperação da economia, que vai permitir o retorno das atividades em locais fechados, desde que proprietários e clientes cumpram as normas de segurança estabelecidas pelas autoridades.

E aí, o que você da ideia?

Nos EUA, uma uma pesquisa publicada pelo The Hollywood Reporter revelou que a maioria do público não está preparado para retornar aos espaços em 2020.

Realizada pelo Morning Consult, a pesquisa entrevistou 2200 pessoas no território americano.

Questionados se pretendiam retornar aos cinemas assim que as salas fossem reabertas, apenas 7% dos entrevistados disseram que se sentem à vontade sobre isso, enquanto 65% afirmaram que “é muito improvável.”

Os pesquisadores foram mais além e perguntaram se alguém pretendia retornar ao longo de 2020. Somente 12% do público disse que sim, e 37% que não.

Por outro lado, 34% responderam que se sentiriam mais seguros a retornar se as redes obrigassem o público a usar máscaras durante as sessões.

Confira:

“É Ditadura?”: Internautas se revoltam por governo querer ‘aprovar representante’ do Oscar 2021

Ontem, o Secretário de Cultura Mário Frias disse que o Brasil deve ser representado no Oscar 2021 por um filme que esteja alinhado com as propostas do atual governo.

Frias entrou em contato com Jorge Pellegrino, presidente da Academia Brasileira de Cinema, e argumentou que “o erro de 2020 não pode ser repetido”, referindo-se à indicação do documentário ‘Democracia em Vertigem‘, dirigido por Petra Costa.

Nas redes sociais, a decisão repercutiu de maneira bastante negativa, com vários internautas comparando a decisão com a época da Ditadura e criticando da censura.

Confira:

Para quem não assistiu, o documentário faz uma forte crítica ao governo Bolsonaro e à manipulação da mídia, que levou ao pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff em 2016.

Lembrando que a Academia Brasileira de Cinema é um órgão profissional que tem total independência para escolher quais títulos serão indicados.

Além disso, a própria Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood garantiu que somente ABC é responsável pela indicação dos possíveis concorrentes.

Falando nisso, a Indie Wire divulgou que ‘Bacurau‘ foi listado como candidato à uma vaga no Oscar 2021, que será realizado em abril, e pode concorrer na categoria de Melhor Filme Estrangeiro.

Apesar de ter sido lançado no Brasil em 2019, o longa dirigido por Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles só estreou no circuito comercial dos EUA no início de 2020, antes da pandemia do Coronavírus.

Por conta disso, a produção se encaixa no protocolo de elegibilidade da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas.

No entanto, ainda não há nada confirmado oficialmente, mas o filme tem grandes chances de representar o Brasil durante a premiação mais marcante do cinema.

No ano passado, Bacurau‘ foi premiado como Melhor Filme durante o 37° Festival de Cinema de Munique.

Além da homenagem, os responsáveis pela produção foram presenteados com 50.000 euros em equipamentos para seu próximo filme.

“É uma honra poder receber esse prêmio que já permite pensar num próximo projeto.”, comemorou a produtora Emilie Lesclaux.

Em maio de 2019, ‘Bacurau‘ também recebeu o Prêmio do Júri no Festival de Cannes, onde aconteceu sua première mundial. Desde então, o longa já recebeu convites para mais de 100 festivais pelo mundo e será distribuído em mais de 30 países.

Assista ao trailer:

A história se passa em Bacurau, um pequeno povoado do sertão brasileiro, e dá adeus a Dona Carmelita, mulher forte e querida, falecida aos 94 anos. Dias depois, os moradores de Bacurau percebem que a comunidade nao consta mais nos mapas.

‘007’: Saiba qual é o James Bond favorito do público

Ao longo da franquia ‘007‘, o protagonista James Bond já foi interpretado por Sean Connery, George Lazenby, Roger Moore, Timothy Dalton, Pierce Brosnan, e Daniel Craig.

Mas qual deles é o preferido do público?

De acordo com uma pesquisa publicada pela Radio Times, Connery foi o escolhido do público, com 56% dos votos entre 14.000 entrevistados online.

A pesquisa foi dividida em várias rodadas, que colocavam ator contra ator para que o público escolhesse o vencedor.

Ao final, Dalton terminou em 2º lugar, com respeitáveis ​​32%, enquanto Brosnan ficou em 3º, com 23%.

Daniel Craig ficou em 4º lugar, seguido por Moore e Lazenby.

E aí, você concorda com a classificação?

Lembrando que a Universal Pictures divulgou a duração oficial de 007: Sem Tempo para Morrer’, última aventura de Craig como o espião nas telonas.

O filme terá 163 minutos (2 horas e 43 minutos), fazendo desta a iteração mais longa de toda a franquia.

O segundo lugar fica com 007 contra Spectre’, que tem 160 minutos (2 horas e 40 minutos).

De acordo com o site MI6 HQ, fontes ligadas à produção de ‘007 – Sem Tempo para Morrer’ disseram que a estreia do longa pode ser adiada novamente.

Em vez de chegar aos cinemas em novembro deste ano, a sequência pode ser lançada somente no próximo verão norte-americano (entre junho e setembro de 2021).

Foi dito que a MGM continua insegura com a reabertura das salas de cinema pelo mundo e prefere evitar prejuízos, já que a maioria do público também não se sente confortável em retornar ao cinemas ao longo de 2020.

No entanto, não foi tomada nenhuma decisão oficial até o momento. Então só resta aguardar para saber como o estúdio irá lidar com a ideia.

Enquanto isso, a estreia permanece agendada para 20 de novembro nos EUA.

Na trama, o agente secreto britânico está desfrutando de uma vida tranquila na Jamaica, depois de ter deixado o serviço ativo. No entanto, sua paz está com os dias contados, já que uma nova missão lhe é dada.

Dirigido por Cary Joji Fukunaga (Beasts of No Nation e True Detective), ‘007 – Sem Tempo Para Morrer‘ traz também o retorno de Ralph Fiennes, Naomie Harris, Rory Kinnear, Léa Seydoux, Ben Whishaw e Jeffrey Wright ao elenco e ainda apresenta Ana de Armas, Dali Benssalah, David Dencik, Lashana Lynch, Billy Magnussen e Rami Malek.

 

‘O Exorcista’: Reboot está em desenvolvimento!

De acordo com o Deadline, um reboot do clássico ‘O Exorcista‘ está em desenvolvimento, com a expectativa de um lançamento nos cinemas em 2021.

Morgan Creek será responsável pela nova versão. O estúdio é responsável pela pré-sequência do clássico, intitulada ‘Domínio: Prequela do Exorcista‘, lançada em 2015.

Eles também realizaram ‘A Reconquista‘ e ‘Ace Ventura‘.

Infelizmente, detalhes sobre a trama não foram divulgados.

Dirigido por William Friedkin e estrelado pela Linda Blair, o primeiro longa segue uma garotinha de doze anos que está tendo um comportamento completamente assustador. Deste modo, sua mãe pede ajuda a um padre, que é também um psiquiatra, e este chega a conclusão de que a garota está possuída pelo demônio. Ele solicita então a ajuda de um segundo sacerdote, especialista em exorcismo, para tentar livrar a menina desta terrível possessão.

A franquia original rendeu quatro filmes, além de uma prequel “alternativa”, intitulada ‘Domínio‘. Recentemente, a FOX lançou uma série que se passava no mesmo universo que o filme original, que durou por 2 temporadas.

‘Gêmeos – Mórbida Semelhança’: Rachel Weisz estrelará série baseada no terror

De acordo com o Deadline, Rachel Weisz (‘A Favorita‘) estrelará a série ‘Dead Ringers‘, que será baseada no filme ‘Gêmeos – Mórbida Semelhança‘ de David Cronenberg, lançado em 1998.

A adaptação será lançada pela Amazon, e está sendo descrita como uma reimaginação do longa, invertendo o gênero e trazendo uma protagonista feminina.

Alice Birch será responsável pelo roteiro da série.

As gêmeas Mantle, interpretadas por Weisz, são as pessoas mais brilhantes e extraordinárias que você já conheceu. Idênticas dos pés à cabeça, elas têm uma missão de mudar a forma como as mulheres dão a luz, começando em Manhattan. Drogas, pioneirismo através de procedimentos ilegais, sexo e relacionamentos amorosos, essa série nos levará em um território mais estranho e sombrio do que poderíamos ter imaginado.

O site aponta que a produção irá “explorar temas como a saúde da mulher e os problemas que elas enfrentam, além de explorar a vida das protagonistas em um ambiente pessoal”.

Weisz e Alice Birch também serão responsáveis pela produção da série, ao lado do estúdio Morgan Creek Entertainment, que recentemente foi anunciado por trás do desenvolvimento do reboot de ‘O Exorcista‘.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘The Walking Dead: World Beyond’: Nova geração enfrenta zumbis no teaser do spin-off

A AMC divulgou um novo teaser da série derivada ‘The Walking Dead: World Beyond‘.

Confira:

A produção tem estreia marcada para o dia 04 de outubro.

Criado por Scott M. GimpleMatthew Negrete, esse é o segundo spin-off do Universo ‘The Walking Dead‘, que também conta com ‘Fear the Walking Dead‘.

A trama irá focar na primeira geração que cresceu durante o apocalipse zumbi.

O elenco conta com Nico Tortorella, Hal Cumpston, Alexa Mansour, Annet Mahendru, Nicolas Cantu e Aliyah Royale.

‘A Lenda de Candyman’: Terror ganha novas imagens oficiais; Confira!

A revista a Total Film divulgou três novas imagens do terror ‘A Lenda de Candyman‘.

Confira:

Além disso, a capa da revista pode ter entregado uma grande reviravolta na história.

 [SPOILER]

Até agora, o estúdio tentou manter um véu de sigilo sobre quem realmente interpretaria a entidade Candyman no filme. O astro Yahya Abdul-Matten II (‘Aquaman’) afirmou que vai interpretar Anthony McCoy, um personagem inédito ligado aos eventos do filme original, mas olhando para as capas de revistas abaixo, é difícil acreditar que esse será todo o seu papel.

Uma rápida olhada pelas sombras dessas imagens mostra claramente que é Yahya Abdul-Mateen II no traje de Candyman!

Confira:

Segundo o FilmRatings.com, o aguardado filme ganhou sua classificação indicativa oficial.

As informações indicam que o longa-metragem será recomendado para maiores de 18 anos (rated-R) devido a “violência sanguinolenta e linguagem que inclui referências sexuais”. Além disso, o site também afirma que certos territórios lançarão a obra sob o título de Say My Name devido a uma falta de familiaridade com a saga cinematográfica.

Vale lembrar que a Universal Pictures adiou a estreia do filme para 16 de outubro (que originalmente estava reservada para a sequência ‘Halloween Kills‘, adiada para 2021).

Recentemente, a diretora Nia da Costa divulgou em seu perfil do Twitter um prólogo animado que introduz os espectadores ao universo do aguardado terror.

Confira:

O filme acompanha Anthony, um artista socialmente pronunciado em Chicago que pesquisa a lenda urbana de Candyman. Depois de investigar o último paradeiro conhecido do assassino, assassinatos estranhos começam a ocorrer em torno de Anthony. O protagonista desempenhará um papel semelhante ao de Helen Lyle, a personagem principal do filme original.

Abdul-Mateen II será o vilão do novo filme, e o elenco ainda conta com Nathan Stewart-Jarrett, Colman Domingo e Teyonah Parris.

Além de produzir, o vencedor do Oscar Jordan Peele (‘Corra!‘) também irá coescrever o roteiro ao lado de Win Rosenfeld.

Velociraptor ataca no trailer do terror ‘Claw’; Assista!

O terror ‘Claw‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa é dirigido por Gerald Rascionato (‘Terror Profundo‘), que coescreveu o roteiro ao lado de Joel Hogan.

Dois amigos são forçados a passar a noite em uma cidade fantasma e acabam sendo caçados por um predador pré-histórico.

Chynna Walker, Richard RennieMel MedeKen Mertz estrelam a produção.

A Guerra Fria e a Sétima Arte | O Cinema no Centro da Política

A indústria do entretenimento teve grande importância durante a Guerra Fria para ambos os lados da disputa

“Cavalheiros, vocês não podem brigar aqui! Essa é a sala de guerra”

Em meio a pandemia causada pelo COVID-19, a busca por uma vacina se tornou objeto de interesse máximo de todas as grandes potências; mais especificamente China, Estados Unidos, Alemanha e Rússia. Essa “corrida” ganhou um novo capítulo com o anúncio do governo russo de que uma vacina havia sido desenvolvida e que eles irão patenteá-la. Com isso, a Rússia poderá conquistar uma posição vantajosa na nova configuração internacional.

Esse quadro pode ser encarado como uma segunda disputa entre EUA e Rússia, tendo sido a primeira conhecida como Guerra Fria. Por não ter havido uma disputa militar direta entre as duas superpotências durante o período por razões de destruição mútua, o embate se deu em áreas diversas: influência política em países subdesenvolvidos, espionagem, guerras por procuração (aquelas em que nações maiores se utilizam de outras menores ou grupos paramilitares para se digladiarem sem jamais haver contato direto) e no cinema.

No artigo The Cinema: American Weapon for the Cold War o crítico de cinema Pierre Sorlin estabelece que em meados do século XX a indústria cinematográfica tinha uma forte influência junto ao público. “Entre 1948 e 1961, o cinema era simultaneamente uma fonte de informação e um meio de modelar a perspectiva do público sobre o mundo contemporâneo. As produções eram primeiramente produzidas em países ocidentais, especialmente na Europa, onde eles contribuíram para formar a opinião pública”.

A telona já possuiu uma influência incontestável no público

Nos Estados Unidos a indústria do cinema, representada por Hollywood, teve um papel importante para o país na primeira metade do século servindo para manter o moral da população em alta durante o período da Grande Depressão de 1929 – com filmes geralmente do gênero musical estrelados por Fred Astaire e Ginger Rogers, comédias com Charles Chaplin e Buster Keaton, ou dramas românticos com Clark Gable e Katharine Hepburn.

Uma década depois, serviu como a propaganda de guerra perfeita para colocar o país em marcha após os ataques a Pearl Harbor pelos japoneses no pacífico e nas fileiras da Europa contra o eixo, como nos curta-documentários sobre os exércitos inimigos produzidos por nomes como Howard Hawks ou por dramas de guerra como Casablanca.

A partir do início da Guerra Fria, com a consolidação de um novo inimigo, a postura do cinema nacional passou a ser o de contra-atacar o estilo de vida dos governos do leste. Para fazer essa investida as produções iam desde comédias que cutucavam o estereótipo do russo como em Cupido Não Tem Bandeira (filme de 1961 dirigido e escrito por Billy Wilder), passando por intricadas tramas de espionagem que marcaram bastante o período representadas em Intriga Internacional (uma das obras-primas de Hitchcock e sua primeira incursão em temas politizados), O Espião Que Veio do Frio e, focando especificamente, a era Connery nos filmes do 007. Porém, houve também um filme em particular que se notabilizou pela autocrítica feita ao próprio país.

Intriga Internacional é um dos grandes clássicos de espionagem

“Talvez eu volte a te odiar. Era mais divertido assim”

Nessa mesma época o cinema também presenciou a estreia de uma obra que, mais do que qualquer outra, captou o espírito do conflito ocidente\oriente e lhe representou com um ar de insanidade cômica: Dr. Fantástico de 1964. A sátira dirigida e co-escrita por Stanley Kubrick se passa no meio de um momento de crise entre EUA e União Soviética com as notícias de que os russos possuem uma misteriosa super arma e para resolver a questão um gabinete de crise americano convoca representantes do regime comunista para uma negociação que se mostra como um choque de estereótipos que um lado tem do outro.

Realizado dois anos após a Crise dos Mísseis de Cuba, Dr. Fantástico pegou uma platéia ainda muito sensível com o medo do holocausto nuclear e em nada ajudou sua aceitação ter uma história que levantava a hipótese de que uma guerra nuclear poderia ocorrer com ou sem autorização do presidente. Em 2014, Eric Schlosser (autor do livro Command and Control: Nuclear Weapons, The Damascus Accident and the Illusion of Safety sobre o sistema de armas nucleares americanos) escreveu um artigo sobre a obra de Kubrick para a revista New Yorker.

O fim do mundo e a irresponsabilidade política são fontes de piada em Dr. Fantástico

Intitulada Almost Everything in “Dr. Strangelove” Was True o texto de Schlosser rechaça muitas das críticas tecidas ao filme, ainda nos anos 60, sobre a facilidade com que tal catástrofe poderia ocorrer. “Apesar das garantias à população de que tudo estava sob total controle, no inverno de 1964, enquanto Dr. Fantástico estava em cartaz e sendo condenado como propaganda soviética, não havia nada que pudesse prevenir um bombardeio americano ou uma tripulação de lançamento de míssil de usarem suas armas contra os soviéticos”.

A comédia de humor negro também fora muito criticada, à época, por retratar não só o alto comando do exército americano como toda a Força Aérea como um punhado de indivíduos insanos que não só expõem segredos militares a oficiais soviéticos como também participam de conflitos entre si mesmo, quase que em disputas entre facções internas. Essa reflexão de Kubrick sobre a questão muito particular do lado ocidental da disputa contrastava com a situação do outro lado da cortina de ferro.

“Da Rússia com Amor”

Diferente do ocidente, em que um cineasta tinha muito mais recursos para expressar suas opiniões, no antigo bloco do leste a situação era outra. Os mecanismos de censura da União Soviética se dividiam em várias seções, cada uma voltada para uma área potencialmente insurgente. Para o cinema havia a Goskino USSR (abreviação para Comitê do Estado para o Cinema) como órgão repressivo responsável.

Desde seu nascimento o cinema soviético já sofria com a ameaça da censura

O mesmo, tendo surgido em fins do século XIX mas se consolidado realmente no início do XX, representou uma ferramenta primorosa para cimentar o novo governo bolchevique pós revolução de 1917. Esse fenômeno cultural novo e teoricamente zerado de influências prévias diferia em muito da literatura e teatro, ambos já sendo meios culturais historicamente presentes, que tanto Marx quanto Lenin condenavam como produtos de controle burguês.

Esse posicionamento foi defendido por Lora Hamilton no artigo científico Cinema During the First Two Decades of the Soviet Union: How Censorship of the Arts Inhibits the Dissemination of Information que também aponta qual o objetivo do governo para com o cinema. “O que estava claro era que questionar a validade do regime soviético ou da revolução era inaceitável. O partido estava ameaçado pelo pluralismo cultural e sentia que esse pluralismo precisava ser extinto… a todos os filmes eram requeridos que tivessem uma positiva ou alegre conclusão, o que levou ao excesso de filmes que lidassem com assuntos contemporâneos”.

O modelo de controle soviético também mirou grandes nomes do então cinema russo, um dos exemplos mais conhecidos é o de Andrei Tarkovsky. Durante grande parte da sua filmografia o cineasta sofreu com interferências de esferas superiores do estado, mesmo quando algumas de suas obras como A Infância de Ivan e Solaris receberam prêmios importantes em grandes festivais como Veneza e Cannes o diretor ainda estava sob a mira da censura nacional.

Apesar das interferências externas, Solaris se tornou um dos filmes russos mais conhecidos dentro e fora do país

Conforme as décadas avançavam e a relação entre EUA e União Soviética variava entre altos e baixos, o cinema entrava na mesma “dança”. Isso principalmente nos anos 80 quando a relação de ambos voltou a esquentar mais e o cinema de ação fez sua fama no ocidente. Não era incomum encontrar obras como Rocky IV, Amanhecer Violento, Rambo II: A Missão dentre outras que incentivaram alguma espécie de colisão direta entre os dois países.

Do lado soviético, no entanto, os americanos nunca protagonizaram um papel antagonista tão claro quanto o dos russos em Hollywood. Haviam versões russas de ícones do cinema americano em filmes como The Detached Mission (que apresentou uma versão russa do Rambo) ou do estilo de vida capitalista de uma maneira mais abrangente.

O “Rambo” soviético interpretado por Mikhail Nozhkin

O crítico de cinema russo Ignatiy Vishnevetsky apontou em seu artigo The villain gap: Why Soviet movies rarely had Americans bad guys publicado no jornal AV Club, em 2016, que a diferença de visão de mundo entre as superpotências correspondeu para isso. “…Sendo um estado de partido único, a União Soviética sempre foi factual e insustentável, e podia perpetuar sua existência unicamente por meio de ciclos de repressão e repúdio. Suas ansiedades eram mais dirigidas para si mesma; enquanto os americanos criaram fantasias sobre ameaças, a União Soviética criou fantasias sobre estabilidade e perpetuação mundial…”

Desde sempre o cinema é percebido como uma forma de entretenimento altamente consumível mas também como ferramenta política extremamente eficaz. Seu formato permite contradições explícitas como críticas abertas à postura do país em que tal filme é realizado ao mesmo tempo que pode se tornar uma forma de propaganda positiva igualmente volátil.