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‘Schitt’s Creek’: Conheça a série de comédia canadense que conquistou 15 indicações ao Emmy Awards

Ignorada pelas emissoras de TV a cabo brasileiras – que não se interessaram em adquirir seus direitos de distribuição, a aclamada série de comédia ‘Schitt’s Creek‘ arrebatou os votantes do Emmy Awards 2020, conquistando 15 indicações à estatueta, incluindo na categoria de Melhor Série de Comédia.

Além disso, a produção foi a única série de comédia ou drama a conquistar pelo menos uma indicação em todas as categorias de atuação existente, com cada membro da família Rose sendo reconhecido. Eugene Levy e Catherine O’Hara foram nomeados como Melhor Ator/Atriz em Série de Comédia, enquanto Dan Levy e Annie Murphy representam a série nas categorias de Melhor Ator/Atriz Coadjuvante.

Criada pelo Eugene Levy e seu próprio filho, Dan Levy, a série acompanha uma egocêntrica família milionária que perde toda a sua riqueza, ao serem roubados pelo seu próprio contador. Desalojados e sem um tostão no bolso, a única coisa que lhes resta é Schitt’s Creek, uma pequena cidade bem caipira que havia sido comprada por eles como fruto de uma aposta familiar que não passou de uma piada de mal gosto.

A produção conquistou a América do Norte por seu humor irreverente e por sua trama madura, que acompanha a evolução e o desenvolvimento particular de cada um dos protagonistas. Cercados por uma pequena e humilde comunidade que vive bem com o pouco que tem, eles aprendem novos princípios e descobrem o valor da vida não a partir da riqueza e de posses, mas sim da simplicidade das coisas e do vínculo afetivo familiar que até então eles jamais nutriram enquanto família.

Se digladiando entre o desejo de voltar à antiga riqueza e futilidade e a alegria de se descobrirem como pessoas que podem ter um caráter melhor, os personagens farão dessa nova aventura a escola de suas vidas, vivenciando situações cômicas hilárias, à medida que descobrem e conquistam novos sonhos por mérito próprio e não mais por influência ou poder financeiro.

Na América do Norte, as cinco temporadas de ‘Schitt’s Creek‘ estão disponíveis na Netflix.

Confira o trailer oficial da 6ª e última temporada: 

‘Batman: O Cavaleiro das Trevas’ iria explorar a origem do Coringa

O ‘Coringa‘ do diretor Todd Phillips foi a primeira adaptação a revelar uma das origens do Palhaço do Crime, mas a ideia quase foi abordada em ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas‘ (Christopher Nolan).

A informação foi revelada pelo roteirista David S. Goyer durante sua participação na Comic Con at Home.

Ao tocar no assunto, Goyer disse que a ideia de descartar a origem do vilão partiu dele mesmo, porque isso aumentaria a curiosidade e o mistério em torno do personagem.

“Eu me lembro que os produtores insistiram para que eu escrevesse detalhes sobre a origem do Coringa, mas eu não recuei e consegui convencê-los que a ausência de detalhes causaria mais impacto e mistério sobre o Coringa… Até hoje me perguntam qual é a verdade sobre aquelas cicatrizes bizarras, eu também gostaria de saber.”

Mesmo assim, o roteirista disse que o clima nos bastidores ficou pesado após o debate.

“Acho que ‘Batman Begins‘ foi um sucesso exatamente por esse mistério, e eu queria repetir isso na sequência. Mas os produtores não entendiam. Depois da nossa conversa, ficou um clima estranho e recebemos muitas críticas e cobranças desnecessárias. Todos estavam preocupados por causa disso.”

Felizmente, Batman: O Cavaleiro das Trevas é considerado uma das melhores adaptações dos quadrinhos, acumulando 94% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Lançado em 2008, o longa se tornou um sucesso de crítica e poúblico, arrecadando US$ 1,005 bilhão, a partir de um orçamento de US$ 180 milhões.

 

Crítica | Normal People e o amor jovem na era das informações

Marianne e Connell em Normal People

Nos primeiros minutos de ‘Normal People’, é possível que um espectador pense estar diante de mais uma série jovem-adulta tão bem-intencionada quanto genérica. Há uma protagonista, a outsider do colégio que é o alvo da implicância dos populares, no típico escopo deste microverso traumático da adolescência. O arrasa-corações, que é também o craque do time de futebol, é obviamente alguém com quem ela troca tímidos olhares vez ou outra, o que já escancara sobre o que é esta história: garoto conhece garota, eles se apaixonam, eles ficam juntos, se separam, e ficam juntos, e por aí vai. 

Mas tão logo percebe este lugar habitual, o público também enxerga que nem todas as peças se encaixam perfeitamente nos lugares que eram esperados neste jogo. Marianne é a garota quietinha e inteligente, mas também é sarcástica e sem o mínimo de paciência para levar desaforo para casa — do tipo que pede ao professor que “dê logo a advertência e siga em frente”. Ela também é uma das mais ricas e mora em uma verdadeira mansão com a mãe e o irmão.

Sua aproximação de Connell, que apesar de ser o craque popular também é o rapaz inteligente que não abandona os livros, ocorre no campo extraclasse justamente porque ele é de origem humilde e todos os dias vai à casa de Marianne buscar sua mãe, que trabalha para a família como faxineira. Um suposto jogo de poder entre os dois está sempre se invertendo. Se, na escola, ele é o popular e ela a excluída, fora dela o rapaz a admira mais do que gostaria de admitir. Ele está sempre em sua órbita, algo de que ela tem completa noção e que usa ao próprio favor, quando consegue dominar o medo e a rejeição.

Marianne e Connell em cena na série Normal People

O outro ponto que logo de cara já evidencia que ‘Normal People’ tem algo diferente a dizer é a rapidez com que vai direto ao ponto. Os dois têm uma relação ioiô, que começa nos meses finais do ensino médio e se estende por todo o começo da vida adulta, exatamente o período que a série cobre. Na escola, Connell e Marianne fingem que sequer se conhecem, mas não conseguem tirar as mãos um do outro dos portões para fora. O cinismo é o que os afasta — e depois os reúne, os afasta, os reúne, os afasta… você já entendeu.

Sem perder tempo, a série nos tira do ensino médio e nos leva para dentro do primeiro ano de Connell e Marianne na faculdade. Ela em seu curso e ele no dele, eles perderam contato e acabam se reencontrando sem querer quando o novo namorado de Marianne convida Connell para uma festa, sem saber nem mesmo que os dois se conhecem. Logo Marianne e Connell percebem como são inevitáveis na vida um do outro — e nós, junto. Quando eles se vêem, é como se não existisse mais nada em volta. Mas aqui as peças estão invertidas. Marianne, outrora a outsider, tem um barulhento grupo de amigos, enquanto Connell perambula sozinho pelos corredores e bibliotecas. É irônico, trágico e também bastante simpático. 

Esse desequilíbrio, aliás, é parte da graça, e vai se invertendo e nos desafiando ao longo de toda a temporada. Os episódios passeiam por grandes momentos dos primeiros anos adultos dos protagonistas, esclarecendo como cada encontro e desencontro provocou reações e evoluções diferentes nos dois.  

O segredo, aqui, parece ser a distorção ao mesmo tempo doce e dolorosa do romance adolescente e sua floração no mundo jovem-adulto. Você se apaixona por Marianne e Connell porque um é o que o outro precisa para se sentir confortável em sua própria pele, e isso se torna evidente pelo quão diferentes eles são em quase tudo, mas se encontram em seus isolamentos do resto do mundo. Eles são desconfortáveis em suas obrigações sociais e em suas panelinhas, mas juntos tudo fica mais fácil. E aí, quando você acha que tudo está certo, alguém puxa o tapete sob os seus pés, eles se desentendem e a vida continua, mas não por muito tempo antes que eles se vejam frente a frente mais uma vez.

Paul Mescal como Connell em Normal People

 Adaptada do livro homônimo de Sally Rooney (pela própria autora junto a Alice Birch, dos fantásticos Lady Macbeth e ‘Succession’) através das mãos hábeis de Lenny Abrahamson (O Quarto de Jack) e Hettie Macdonald (‘Howard’s End’, Doctor Who), a série se ancora muito nas atuações de Daisy Edgar-Jones e Paul Mescal, que exalam a paixão pelos próprios personagens nos olhos e na dinâmica orgânica e bem coreografada entre ambos. Edgar-Jones faz de Marianne uma mulher feroz e reservada, ao mesmo tempo insegura e vibrante. Sua presença domina os ambientes, mas ela raramente tem noção do impacto que causa, presa em reflexões sobre o que os outros pensam dela, sobre o que Connell pensa dela. Mescal, por outro lado, constrói Connell com muita doçura, um rapaz incomodado por ser o centro das atenções, embora este seja o lugar que sempre ocupou com seus sorrisos largos e um jeito de estar eternamente preocupado com as outras pessoas. 

Nos momentos mais cruéis, eles discutem porque ele é incapaz de sequer chegar perto dela quando estão em público. Não por falta de afeto, mas por ter construído um muro de concreto entre seu lado racional e o seu lado sentimental. Quando ele tenta transpor este muro, é um processo doloroso e exigente, escancarado pela direção tão precisa ao complementar o trabalho dos atores, em close-ups que nos fazem ver exatamente o que ninguém mais quer ou pode ver.

Neste sentido, salta aos olhos a forma tão delicada com a qual Abrahamson e Macdonald optam por abordar as muitas cenas de sexo perpetuadas ao longo dos 12 episódios. A composição e a coreografia ajudam a contar o que eles estão sentindo e precisando em cada um daqueles encontros, entre si ou com demais parceiros. Existe um senso de intimidade que ultrapassa o corporal nas cenas dos dois juntos, ressaltado na forma como a direção prioriza detalhes que dizem muito mais do que palavras poderiam. Mãos desesperadas contra partes não-identificáveis de pele, toques suaves nos cabelos, o encaixe dos corpos e os momentos de êxtase pouco antes de um merecido sono são construídos com tanta delicadeza que não apenas conseguimos entender a diferença entre lascívia e vulnerabilidade quanto, mais de uma vez, é como se estivéssemos sendo intrusos apenas por estarmos assistindo aos episódios. Presenciamos algo que eles jamais sentiram conforto para compartilharem com outra pessoa e, por isso, é como se estivéssemos errados. Mas é difícil parar de olhar. 

Daisy Edgar-Jones como Marianne em Normal People

À medida que os anos passam e Marianne e Connell são forçados às responsabilidades adultas com a resistência universal de um millennial, o desespero que sempre acompanha o prazer carnal dá lugar a um inevitável contentamento com não serem capazes de fugir de estarem sempre nas vidas um do outro, mesmo que carreira e ambições não estejam a favor na maioria dos casos. Os motivos ora estúpidos, ora delicados que forçam um para fora da vida do outro, tão típicos da geração e mesmo assim tão indecifráveis para eles, e o emergente ímã que os conecta de volta nos melhores ou nos piores momentos fazem com que eles fiquem cada vez mais conformados com a ideia, ambos igualmente encantados pelo fato de jamais se desvencilharem de verdade. E, quando eles tentam, a dor passa até para o outro lado da tela e a série quase perde fôlego. Quase.

A beleza de tudo, no entanto, reside no fato simples de que um não depende do outro para romper com suas próprias limitações emocionais, embora naturalmente exista um apoio mútuo que poucas vezes se perde. Marianne consegue entender melhor seus próprios desejos e se sentir mais segura em sua pele com as intempéries do tempo e da vida, e não é a presença ou a ausência de Connell que faz isso — e o mesmo vale para ele em relação a ela. Sim, eles são irresistivelmente atraentes e atraídos um pelo outro, mas a história faz questão de manter claro que eles existem independentes, e que isso é o natural.

Desta forma, ‘Normal People’ é um olhar de rara sensibilidade sobre os relacionamentos de uma geração perturbada com o excesso de informação e os ruídos provocados pelo enclausuramento emocional. Justamente por isso, a maior ressalva é que talvez devesse vir com um aviso de gatilho. Porque, caro leitor, uma coisa que esta série faz é despertar sentimentos. Vá protegido. 

Marvel exagera DEMAIS no CGI, afirma coordenador de dublês de ‘Os Vingadores’

A tecnologia e os efeitos visuais estão cada vez mais presentes no cinema atual, principalmente em filmes de ficção, como as adaptações da Marvel Studios.

No entanto, os recursos usados pelo estúdio são alvos de críticas de alguns fãs e até mesmo de funcionários envolvidos nas produções.

Durante uma entrevista para o The Express, Greg Powell, o coordenador de dublês de ‘Vingadores: Era de Ultron, admitiu que não é um grande fã do MCU por conta do excesso de CGI (imagens geradas por computador) nas cenas ação.

“O que me incomoda nesses filme é que há muito CGI, é exagerado. Eu gostei de trabalhar em ‘Invasão ao Serviço Secreto’ e ‘Dupla Explosiva‘ porque os dublês faziam acrobacias reais. É algo que o público vê e acredita… Quando são cenas geradas por CGI, perde a graça. Bom, eu sei que o público gosta dessas coisas, mas eu prefiro trabalhar com o real.”

Para quem não conhece, Powell tem quase 50 anos de experiência no ramo e já coordenou dublês em franquias de sucesso, como ‘007′, ‘Missão Impossível’, e ‘Velozes e Furiosos’.

Em defesa da Marvel, seria difícil não usar CGI durante a luta entre um robô de três metros de altura, um monstro verde, um deus nórdico, e uma feiticeira.

Lançada em 2015, a sequência dirigida por Joss Whedon foi um dos filmes mais criticados da Marvel, mas ainda foi um sucesso de bilheteria, arrecadando US$ 1,402 bilhão pelo mundo.

“Avengers: Age of Ultron” (Handout)

10 séries canceladas injustamente

Mesmo para o fã de séries mais aficcionados e acostumados, lidar com um cancelamento não é fácil. Passamos meses, ou anos, acompanhando uma história e conhecendo os personagens, especulando o que vai acontecer com eles no futuro próximo e criando teorias, apenas para descobrirmos que nunca teremos as respostas. São muitos os motivos que levam uma emissora a não seguir em frente com alguma produção, mas as reações do público são quase sempre as mesmas: aquele sentimento de injustiça e uma enorme tristeza por, de uma certa forma, perder grandes amigos. 

Pensando nisso, e nos recentes cancelamentos anunciados pela Netflix, o CinePOP resolveu listar dez séries que deveriam ganhar uma segunda chance. Concorda com a gente?

AJ and the Queen

A série protagonizada por RuPaul estreou em 10 de janeiro na Netflix, e menos de 3 meses depois foi cancelada pela plataforma. A história gira em torno de Ruby Red (RuPaul), uma drag queen em uma fase complicada de sua vida. Ela decide viajar pelos EUA e, no caminho, acaba ganhando uma companhia: AJ (Izzy G.), uma garota órfã de 10 anos um tanto valentona. Juntas, elas transmitem uma mensagem de amor e aceitação à medida que aprendem a conviver juntas e buscam carinho, família e amizade.

Anne with an E

Muito amada pelo seu público fiel,Anne with an E era produzida em parceria pela Netflix com a emissora canadense CBC. Com base na série literária infantil clássica ‘Anne de Green Gables’, o drama contou a história de uma jovem órfã (Amybeth McNulty) durante o Século 19, enquanto aprendia a levar a vida na Ilha de Prince Edward. A adaptação contou com três temporadas, e acabou sendo cancelada com a terceira sendo a última. Os fãs fizeram muitas campanhas nas redes sociais para que a série fosse resgatada, mas de nada adiantou por enquanto.

‘Enlightened’

A ótima ‘Enlightened’ contou a história de Amy Jellicoe (Laura Dern), uma mulher que, estressada com o ambiente de trabalho, um dia tem uma espécie de surto psicótico e, quando retorna, está completamente renovada espiritualmente. Ela decide “iluminar” a própria vida com novos hábitos e mais determinação, mas no caminho vai acabar criando um caos em todos os lugares. Infelizmente, a HBO cancelou a série logo após a primeira e única temporada, em 2013, e até hoje os fãs torcem por uma continuação.

Firefly

O western espacial protagonizado por Nathan Fillion e pela brasileira Morena Baccarin viveu apenas lá em 2002, mas deixou saudades. Ambientada no futuro, a série acompanhou uma equipe de contrabandistas a bordo da nave Serenity, enquanto viajam até lugares desconhecidos da galáxia vivendo aventuras e lutando contra facções criminosas. A série foi criada por Joss Whedon e durou apenas por uma temporada, e a baixa audiência se deu porque a emissora exibiu os episódios fora da ordem! Depois do cancelamento, até produziram um filme para encerrar a história, chamado Serenity, mas os fãs nunca se esqueceram. Devolve essa pra gente, vai…

Freaks and Geeks

Mais um clássico dos cancelamentos injustos, Freaks and Geeks foi a série criada por Paul Feig e tinha no elenco Linda Cardellini, Seth Rogen, James Franco e Jason Segel. Na história, conhecemos um colégio em que há dois grupos muito distintos: os ‘Freaks’, com Daniel e Lindsay, e os Geeks, com o irmão tímido de Lindsay. Quando esses dois grupos passam a andar juntos, a série questiona problemas cotidianos da adolescência e trata de temas como aceitação, bullying, drogas e bebidas. Ela chegou a vencer o Emmy e, em 2012, o produtor Judd Apatow contou que jamais superou o cancelamento, revelando também que os seus filmes subsequentes são espécies de continuação da trama.

Hannibal

Órfãos de Hannibal Lecter, uni-vos. Foram três temporadas da amada série adaptada por Bryan Fuller para a TV, até que a NBC decidiu não seguir em frente. Mads Mikkelsen viveu o protagonista, enquanto Hugh Dancy deu vida ao agente do FBI Will Graham. Quem aí também sente saudades?

Ninguém tá Olhando

A série nacional criada por Daniel Rezende para a Netflix teve uma vida curta e foi cancelada, supostamente, por baixa audiência. A trama, ambiciosa e divertida, acompanhava um Angelus (Victor Lamoglia) que não seguia muito bem as regras do Céu, questionava a existência divina e acabou se apaixonando enquanto influenciava também todos ao redor. O elenco também contou com Kéfera e Júlia Rabello. Apesar da boa recepção da crítica, pelo jeito ficaremos mesmo sem uma continuação desta comédia. 

Samantha!’

Semelhante ao caso de ‘Ninguém tá Olhando’, Samantha!’ durou por duas temporadas na Netflix, e também não teve um final exatamente feliz. Emanuelle Araújo deu vida à personagem-título, uma ex-estrela mirim casada com um jogador de futebol que acabou de sair da prisão (Douglas Silva). Ela tenta reencontrar a fama enquanto os dois buscam reestruturar o casamento, numa história com um DNA brasileiro calcado ali na programação da TV aberta da década de 1990, mas com uma mensagem universal sobre traumas e o preço da exposição pública.

Sorry for Your Loss

Uma gema escondida no catálogo do Facebook, a série durou duas temporadas e foi protagonizada por Elizabeth Olsen, Kelly Marie Tran e Jovan Adepo. Após a morte repentina do marido de Leigh (Olsen), ela volta a morar com a mãe (Janet McTeer) e a irmã (Tran) enquanto passa pelo processo de luto e cria uma amizade relutante com o cunhado, Danny (Adepo). Após a 2ª temporada, a série foi cancelada apesar da ótima repercussão da crítica.

‘Tuca & Bertie’

A última lembrada da nossa lista é a séria animada ‘Tuca & Bertie’. Criada por Lisa Hanawalt, uma das produtoras de ‘BoJack Horseman’, a comédia dramática acompanhou duas amigas com estilos de vida completamente diferentes, lidando com o desafio de serem mulheres (aves) lidando com assédio no ambiente de trabalho e com a necessidade de terem vidas estáveis na casa dos 30 anos. 

Saiba quanto ‘Aves de Rapina’ deu de prejuízo à Warner Bros.

Apesar de ter recebido críticas positivas, ‘Aves de Rapina‘ falhou em levar público aos cinemas e deu prejuízo para a Warner Bros.

O filme encerrou sua jornada nos cinemas com apenas US$ 201 milhões mundialmente.

Foram US$ 84 milhões nos EUA e US$ 117 milhões no resto do mundo.

Orçado em US$ 85 milhões, a adaptação dirigida por Cathy Yan precisava alcançar a marca de US$ 250 milhões para que a Warner Bros não saísse no prejuízo – o que não aconteceu. O prejuízo ficou na casa dos US$ 50 milhões.

Vale lembrar que o filme não foi lançado na China, devido ao surto de Coronavírus.

Crítica | Aves de Rapina – DC acerta novamente com filme divertido, colorido e cheio de vida

Já ouviu falar daquela sobre o policial, o passarinho, a psicótica e a princesa da máfia? Aves de Rapina é um conto deturpado contado pela própria Harley Quinn, e da única forma como Harley consegue contá-la. Quando o vilão mais narcisista e nefasto de Gotham City, Roman Sionis, e sua zelosa mão-direita, Zsasz, colocam o alvo em uma garota chamada Cass, a cidade vira de cabeça para baixo procurando por ela. Os caminhos de Harley, Caçadora, Canário Negro e Renee Montoya colidem um com o outro e o time não tem escolha a não ser derrubar Roman de seu pedestal.

O elenco conta com Margot Robbie (Arlequina), Mary Elizabeth Winstead (Caçadora), Jurnee Smollett-Bell (Canário Negro), Rosie Perez (Renee Montoya), Ella Jay Basco (Cassandra Cain), Ewan McGregor (Máscara Negra) e Chris Messina (Victor Zsasz).

 

Novo filme com Tom Cruise filmado no espaço custará US$ 200 milhões

De acordo com o Deadline, o novo filme estrelado pelo Tom Cruise, que será filmado parcialmente no espaço, terá um orçamento gigantesco de US$ 200 milhões.

O longa, que ainda não teve título divulgado, está sendo desenvolvido pela Universal Pictures.

Doug Liman (‘A Identidade Bourne‘) será responsável pela direção.

Cruise e Liman trabalharam juntos na cinebiografia Feito na América e no aclamado sci-fi futurista ‘No Limite do Amanhã’. Liman também assinou o primeiro rascunho do roteiro e tanto ele quanto o ator serão produtores.

De acordo com o Deadline, Cruise entrou em contato com o bilionário Elon Musk, dono da Space X (empresa de transportes espaciais), para gravar um filme no espaço.

Foi dito que até mesmo a NASA está colaborando com o projeto, que ainda está nos estágios iniciais e é descrito como ‘a mais nova revolução cinematográfica’.

Maiores detalhes não foram revelados, então não se sabe qual será o enredo do filme, mas tudo indica que deve ser uma trama de ficção científica.

Para quem não sabe, Cruise é um grande fã do gênero e já se aventurou em projetos com temática semelhante, incluindo ‘Oblivion’, e ‘Minority Report’.

‘The Walking Dead’: Série deve continuar além dos quadrinhos, afirma Scott Gimple

Em entrevista ao Comic Book, o produtor executivo Scott Gimple afirmou que a série ‘The Walking Dead‘ deve continuar além da trama apresentada nos quadrinhos, que teve sua trama concluída recentemente.

“O propósito da série sempre foi permanecer fiel ao espírito dos quadrinhos. Quando eu li a última edição, eu fiquei tipo ‘Quero mais disso. Quero ver mais desse mundo’. E o Robert Kirkman disse ‘Você viu o que eu fiz? Viu como várias outras histórias ainda podem ser exploradas?’.”

Ele completa, “Nós queremos ser fieis aos quadrinhos, mas ainda acredito que há muitas outras histórias para serem contadas.”

Com o título de “A Certain Doom”, o último episódio da décima temporada já tem sua data de estreia confirmada, e será no domingo, dia 4 de outubro nos Estados Unidos e, nesse mesmo dia, também no Brasil e América Latina através das telas do Fox Channel, Fox Premium e no App da FOX – para assinantes.

Desta forma, todos os fãs conectados de suas casas poderão acompanhar em primeira mão alguns minutos do episódio em questão:

Além disso, Angela Kang, showrunner da série, anunciou que a décima temporada foi estendida com seis episódios extras que estreiam no inicio de 2021.

Também foi mencionado que a estreia da 11ª temporada não poderá ser realizada neste mês de outubro, como já é costume da série, por conta do contexto global.

O público ficou ansioso quando “A Torre” foi ao ar em 5 de abril, e terminou em um grande momento em que os sobreviventes foram presos por uma horda de caminhantes esmagadora desencadeada por Beta (Ryan Hurst) e os Sussurradores.

“É um dos meus episódios favoritos da temporada”, disse Nicotero ao FANDOM . “O que há de bom no nosso programa, é o que Angela [Kang, showrunner] fez tão bem: manteve o momento da história avançando. Vai começar onde nós deixamos todo mundo pela última vez era que Beta e a horda estavam cercando a torre e o final continua exatamente de onde paramos”.

“Há muitas histórias de personagens abordadas – você obtém pequenas informações aqui, aqui, aqui e deseja encerrar esse capítulo e iniciar o próximo capítulo no final. Abordamos muitas coisas com Daryl, muitas coisas com Negan, muita coisa com a Beta, e muita coisa com Carol”, disse Nicotero, acrescentando que o retorno de Maggie vai acontecer na 11ª temporada.

“Nos últimos dois minutos do final do episódio, as mandíbulas das pessoas vão cair”, concluiu.

‘Caçadoras de Recompensas’: Nova série de comédia da Netflix ganha pôster OFICIAL; Confira!

Depois do divertido trailer, a Netflix divulgou o pôster oficial de sua nova série, intitulada ‘Caçadoras de Recompensas‘ (Teenage Bounty Hunters).

Confira:

A produção será lançada na plataforma no dia 14 de agosto.

A série foi criada por Kathleen Jordan.

Depois de unirem forças com um veterano caçador de recompensas, as irmãs gêmeas de 16 anos, Sterling e Blair, mergulham no mundo da fiança caçando bandidos enquanto ainda lidam com os altos riscos da vida adolescente.

Maddie Phillips e Anjelica Bette Fellini estrelam a produção.

‘One Night in Miami’: Estreia diretorial de Regina King é adquirida pela Amazon

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Segundo o Collider, o longa One Night in Miami, estreia diretorial da vencedora do Oscar Regina King, teve seus direitos de exibição adquiridos pela Amazon Studios. A compra foi efetuada pouco depois da atriz ser indicada ao Emmy Award 2020 pela série Watchmen.

Ainda não se sabe quando a obra será lançada.

Confira a primeira imagem do filme:

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O filme é baseado na peça homônima assinada por Kemp Powers, que assina o roteiro da adaptação.

Ambientada na noite do dia 25 de fevereiro de 1964, a narrativa gira em torno de um jovem Cassius Clay – antes de ser conhecido por Muhammad Ali -, pouco depois de ter saído vitorioso na luta contra Sonny Liston para o título de peso-pesado, chocando o mundo do boxe. Entretanto, as leis de segregação da era Jim Crow dos Estados Unidos forçaram Clay a comemoração no Hampton House Motel em Overtown, Miami, se unindo a três amigos para discutir sobre suas vidas e sobre a responsabilidade de manter a vitória de um homem negro durante o movimento pelos direitos sociais.

Eli GoreeKingsley Ben-AdirAldis HodgeLeslie Odom Jr. estrelam o longa-metragem.

Terence Blanchard (Destacamento Blood) compôs a trilha sonora da releitura. Jody KelinKeith CalderJess Wu Calder entram como produtores.

Apesar de não ter estreia confirmada, credita-se que o filme será lançado a tempo da comemoração do Mês da História Negra em fevereiro de 2021 (a tempo de competir para o Oscar).

‘Hannibal’: Criador revela o que seria necessário para a 4ª temporada acontecer

Em entrevista ao Collider, o criador Bryan Fuller voltou a falar sobre a possível 4ª temporada de ‘Hannibal‘, revelando o que é necessário acontecer para uma nova temporada sair do papel.

“Martha De Laurentiis tem os direitos do personagem Hannibal. E a Gaumont International Television, que produziu a série que nós criamos, tem os direitos desses personagens. Se nós quisermos continuar contando nossa história, a produtora Gaumont precisa estar envolvida. Então, nós precisaríamos de uma plataforma ou emissora.”

Ele continua, “Eu queria ter algo definitivo. Eu conversei com o Hugh [Dancy] e o Mads [Mikkelsen] sobre o que aconteceria caso voltássemos para mais uma temporada. Há umas ideias que estou muito animado para explorar, mas não há nada concreto acontecendo atualmente.”

Recentemente, Fuller revelou que ainda tem esperanças de poder fazer uma quarta temporada do show – que foi cancelado devido a uma baixíssima audiência.

“Eu tenho muitas esperanças. O bom dessa ideia é que, se vamos nos reencontrar com Hannibal, e levar cinco, seis, sete anos para isso, é o quão longe iremos vê-lo. A história continua desse ponto. E nós vamos adaptá-la”.

A trama explorava a relação entre um renomado psiquiatra e o seu paciente, um jovem agente do FBI, que é assombrado pela sua habilidade de sentir empatia com serial killers.

O elenco inclui Hugh Dancy, Mads Mikkelsen, Caroline Dhavernas, Laurence Fishburne, Scott Thompson, Aaron Abrams e Gillian Anderson.

‘Nightbitch’: Amy Adams vai interpretar mãe problemática em nova comédia mórbida

Segundo o Deadline, a lendária atriz Amy Adams vai estrelar a nova comédia mórbida da Annapurna Pictures intitulada ‘Nightbitch’.

Expondo os medos viscerais e os absurdos da maternidade, o filme é descrito como uma história cômica e ácida sobre uma ex-artista sem nome que é forçada a ficar em casa depois do nascimento de seu filho – o qual começa a se preocupar gradativamente que ela possa estar transformando-o em um cachorro.

A narrativa é baseada no romance de estreia de Rachel Yoder, que será publicado no ano que vem. A Annapurna conseguiu os direitos da produção em um recente leilão.

Adams também entra como produtora ao lado de Megan EllisonStacy O’Neil. Yoder entra como produtora executiva e assina a adaptação da própria obra.

Adams é uma das maiores e mais conhecidas atrizes de sua geração, tendo aparecido em uma quantidade absurda de filmes. Ela foi indicada seis vezes para o Oscar, cinco delas para a categoria de Melhor Atriz Coadjuvante (Retratos de FamíliaDúvidaO LutadorO MestreVice) e uma para Melhor Atriz (Trapaça). Seus outros créditos incluem os subestimados A Chegada’ Animais Noturnos, e as comédias EncantadaCasa Comigo?’.

Thandie Newton celebra sua 3ª indicação ao Emmy por ‘Westworld’

Westworld 3x06 - Maeve na simulação

Em seu Instagram oficial, a atriz Thandie Newton postou uma nova foto para celebrar sua terceira indicação para o Emmy Awards.

A lista de nomeados foi revelada há pouco tempo e Newton foi relembrada na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Drama por seu papel como Maeve Millay na futurista Westworld. A atriz já levou uma estatueta para casa em 2018.

Confira:

“Respirando por gratidão pela indicação ao Emmy. Honrada pela força que nossa equipe e nosso elenco entregaram em cada temporada. É uma honra representá-los dessa forma. Me faz pensar na fraze de Zulu, ‘Ubuntu’, que significa ‘Eu sou porque você é’. É dessa forma que minha família de Westworld me faz sentir. E todas as atrizes de cor que pavimentaram o caminho para gente como eu”.

Vale lembrar que a série já foi renovada para a 4ª temporada.

Criada por Jonathan Nolan e Lisa Joy, a série é baseada no filme homônimo lançado em 1973.

Westworld é um parque temático futurístico para adultos, dedicado à diversão dos ricos. Um espaço que reproduz o Velho Oeste, povoado por androides – os anfitriões –, para acreditarem que são humanos e vivem no mundo real. Lá, os clientes podem fazer o que quiserem, sem obedecer a regras ou leis. No entanto, quando uma atualização no sistema das máquinas dá errado, os seus comportamentos começam a sugerir uma nova ameaça, à medida que a consciência artificial dá origem à “evolução do pecado”.

O elenco conta com Evan Rachel Wood, Jeffrey Wright, Thandie Newton, James Marsden, Rodrigo Santoro, Tessa Thompson, Aaron Paul e Ed Harris.

‘Transformers’: Série animada já está disponível na Netflix!

A série animada ‘Transformers: War For Cybertron Trilogy – O Cerco‘ já estreou na Netflix! Todos os 6 episódios do primeiro ciclo já estão disponíveis no serviço de streaming.

Vale lembrar que todos os filmes da franquia principal também estão disponíveis na plataforma, além das animações ‘Transformers: Cyberverse‘, ‘Transformers: Rescue Bots‘ e ‘Transformers Prime‘.

Confira o trailer:

O momento decisivo se aproxima. Na devastadora guerra civil entre Autobots e Decepticons, Optimus Prime e Megatron lideram seus companheiros em uma batalha inédita pelo futuro. Esta guerra acaba agora.

Transformers: War For Cybertron Trilogy – O Cerco‘  reconta a história da guerra entre os Autobots e Decepticons.

‘Grey’s Anatomy’: Richard Flood é promovido ao elenco regular da 17ª temporada

De acordo com o TVLine, Richard Flood, que interpreta o Dr. Cormac Hayes, foi promovido ao elenco regular da 17ª temporada de ‘Grey’s Anatomy‘.

O personagem será o possível novo interesse amoroso da Meredith Grey.

Além dele, Anthony Hill, intérprete do Dr. Winston Ndugu, também foi promovido ao elenco fixo.

Recentemente, a produtora executiva Krista Vernoff revelou que o Covid-19 está chegando ao Hospital Grey Sloan Memorial na próxima temporada.

“Vamos abordar essa pandemia com certeza. Não há como ser um programa médico de longa duração e não fazer a história médica de nossas vidas,” afirmou.

Vernoff revelou a notícia durante o painel “Quaranstreaming”, que teve participação de Chandra Wilson (Dra. Miranda Bailey) e Kevin McKidd (Dr. Owen Hunt), compartilhando suas histórias sobre lidar com a pandemia de Covid-19.

“Todo ano, temos médicos que vêm nos contar suas histórias, e geralmente eles contam suas histórias mais engraçadas ou loucas. Este ano, parece mais uma terapia”, explicou ela. “Os médicos entram e somos as primeiras pessoas com quem estão conversando sobre esses tipos de experiências. Eles estão literalmente tremendo e tentando não chorar, estão pálidos e estão falando sobre isso como guerra – uma guerra para a qual eles não foram treinados. E essa tem sido uma de nossas grandes conversas sobre Owen, é que ele realmente foi treinado para isso de uma maneira que a maioria dos outros médicos não é.”, disse Vernoff.

Embora as filmagens da 17ª temporada  ainda não tenham começado devido à pandemia, Vernoff diz que os roteiristas estão trabalhando duro para criar histórias para a gangue Gray Sloan.

“Nossas conversas têm sido constantemente sobre como mantemos vivo o humor e o romance enquanto contamos essas histórias realmente dolorosas”, ela brincou.  

A 17ª temporada estreia em 2021.

‘The Old Guard’: Novo vídeo mostra o processo de criação dos efeitos visuais do longa

A Netflix divulgou um novo vídeo dos bastidores do longa ‘The Old Guard‘, mostrando o processo de criação dos efeitos visuais da produção.

Confira:

Em entrevista ao Games Radar, a diretora Gina Prince-Bythewood falou sobre a sensação do momento e revelou planos para a possível sequência do longa-metragem.

“Será baseada na graphic novel. Em termos do que [o criador e roteirista] Greg Rucka escreveu, Quyhn se reergueu e isso causou alguns problemas, absolutamente. Mas também, há uma história bem sólida que gira em torno dos problemas do mundo, que traz novos vilões que não têm imortalidade, então é um balanço bem legal entre os dois extremos, na graphic novel”.

Já o roteirista Greg Rucka explicou a cena pós-créditos, indicando o que podemos esperar de uma possível sequência.

“A cena pós-créditos é bem direta. Você quer outro filme? Aqui está o gancho para uma sequência. Nós queríamos que a cena mostrasse que a mitologia é maior do que o público imaginava. Há muitas outras coisas acontecendo. Isso foi algo que eu não tive interesse em explorar nos quadrinhos, mas acredito que, ao fazer um filme, é necessário responder algumas perguntas.”

Ele completa, “No primeiro filme, eu não queria perder tempo com explicações porque nós queríamos contar a história que foi apresentada nos quadrinhos.”

A direção fica a cargo de Gina Prince-Bythewod (‘Manto e Adaga‘).

O elenco conta com Charlize Theron (‘Mad Max: Estrada da Fúria‘), Chiwetel Ejiofor (‘Doutor Estranho‘), KiKi Layne (‘Se a Rua Beale Falasse‘), Harry Melling (A Balada de Buster Scruggs), Veronica Ngo (‘Star Wars: Os Últimos Jedi’), e Marwan Kenzari (Aladdin)

‘Sweet Tooth’: Atriz de ‘Once Upon a Time’ entra para a nova série da Netflix

Segundo o Deadline, a atriz Dania Ramirez foi elencada em Sweet Tooth, nova série original da Netflix baseada nos quadrinhos homônimos de Jeff Lemire.

Ramirez será Aimee, descrita como uma “pioneira em meio a uma América distópica, uma exploradora solitária em uma cidade abandonada, reconstruindo um habitat sustentável e dando refúgio para órfãos híbridos”. A atriz é conhecida por seus papéis nas série Tell Me a StoryOnce Upon a Time.

Em seu blog pessoal, Lemire comentou um pouco sobre a adaptação da plataforma de streaming, deixando claro que está extremamente feliz com a produção e que a estreia deve ocorrer no final do ano ou no começo do ano que vem.

“No mês passado, a Netflix anunciou a série Sweet Tooth, produzida por Robert Downey Jr.Susan Downey. A série terá uma primeira temporada com oito episódios e será lançada na plataforma no final deste ano ou no começo do próximo. Não posso revelar mais nenhum detalhe sobre o show ainda, mas posso dizer que estive no set de filmagens do piloto na Nova Zelândia, no ano passado, e que foi uma experiência incrível e que o piloto ficou incrível. Não poderia estar mais feliz com a adaptação. É extremamente fiel aos quadrinhos e mal posso esperar para minha série sair”.

Christian Convery, Nonso Anozie, Adeel Akhtar e Will Forte serão os protagonistas da produção, enquanto James Brolin entra como narrador.

Downey Jr. supervisiona o projeto, que é baseado nos quadrinhos lançados pela Vertigo em 2009.

A história se passa em um mundo habitado por híbridos de humanos e animais. A trama gira em torno de Gus, um híbrido entre homem e veado, que deixa sua casa e encontra um mundo devastado por um evento cataclismático. Ele se junta a uma gangue de híbridos e humanos que buscam respostas sobre o acontecimento e acaba descobrindo uma enorme conspiração que o força a questionar sua própria existência.

O episódio piloto é escrito e dirigido por Jim Mickle (‘Stake Land – Anoitecer Violento‘).

Novas informações devem sair em breve.

Irmãs caçam bandidos no trailer de ‘Caçadoras de Recompensas’, nova série da Netflix

A Netflix divulgou o trailer de sua nova série, intitulada ‘Caçadoras de Recompensas‘ (Teenage Bounty Hunters).

Confira:

A produção será lançada na plataforma no dia 14 de agosto.

A série foi criada por Kathleen Jordan.

Depois de unirem forças com um veterano caçador de recompensas, as irmãs gêmeas de 16 anos, Sterling e Blair, mergulham no mundo da fiança caçando bandidos enquanto ainda lidam com os altos riscos da vida adolescente.

Maddie Phillips e Anjelica Bette Fellini estrelam a produção.

‘O Senhor dos Anéis’: Série da Amazon terá o retorno de TRÊS personagens clássicos!

Segundo o site TheOneRing.net, a vindoura e ambiciosa série O Senhor dos Anéis, da Amazon, trará três personagens clássicos da franquia de filmes original: Sauron, o principal antagonista da saga; Galadriel, a poderosa elfa vivida por Cate Blanchett nos longas-metragens; e Elrond, portador de um dos três Anéis e um dos grandes guerreiros da comunidade élfica.

Confira o anúncio:

“Atualização de O Senhor dos Anéis: J.A. Bayona está filmando na Nova Zelândia, a maior produção do mundo a voltar à ativa pós-pandemia. […] Galadriel, Elrond e Sauron estão confirmados”.

O elenco da série conta com Maxim Baldry (Doctor Who, ‘Uma Segunda Chance para Amar’), Robert Aramayo como o protagonista, Owain ArthurNazanin BoniadiTom BudgeMorfydd ClarkIsmael Cruz CórdovaEma HorvathMarkella KavenaghJoseph MawleSophia NomveteMegan RichardsDylan SmithCharlie VickersDaniel Weyman e a novata Tyroe Muhafidin.

A trama da série acontecerá antes dos eventos mostrados no primeiro livro escrito por J. R.R. Tolkien.

Os dois primeiros episódios serão dirigidos por Juan Antonio Bayona (‘Jurassick World: Reino Ameaçado’), que também será o produtor executivo ao lado de Belén Atienza.

Assista ao primeiro teaser da produção:

Vale lembrar que a produção já foi renovada para a 2ª temporada.

O roteiro fica por conta de JD Payne e Patrick McKay.

Por enquanto, mais detalhes não foram informados, exceto que a série tem previsão de estreia em meados de 2021.

A trilogia de romances de Tolkien foi adaptada para os cinemas entre 2001 e 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre elas o prêmio de Melhor Diretor para Peter Jackson e Melhor Filme em 2004 para O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um trilogia prequela intitulada O Hobbit.

‘Brinquedo Assassino 2’: Diretor volta a falar sobre possível sequência

Em entrevista ao IG, o diretor Lars Klevberg voltou a falar sobre uma possível sequência para o remake ‘Brinquedo Assassino‘.

“Seria incrível trazer a equipe e os atores novamente para uma sequência, mas a MGM precisa dar o sinal verde. Depende deles.”

Apesar de não ter sido um enorme sucesso nos cinemas, o remake foi bem o suficiente, conseguindo arrecadar US$ 45 milhões, a partir de um orçamento de apenas US$ 10 milhões.

Recentemente, o diretor revelou sua ideia para o segundo filme:

“Eu adorei o conceito dos Ursos Buddi. Eu amei esse elemento e acho que vamos explorá-lo em outros filmes. Acredito que eles ocuparam um espaço muito pequeno no primeiro longa.”

Vale lembrar que o canal SyFy está desenvolvendo uma série, intitulada ‘Chucky‘, que irá continuar a trama da franquia original.

Crítica | Brinquedo Assassino – Refilmagem surpreende com mais drama do que terror