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‘Hellraiser’: Direitos da franquia podem ser revertidos ao criador Clive Barker em 2021

Através do Twitter, o advogado Larry Zerner revelou que Clive Barker, criador da franquia ‘Hellraiser‘, pode recuperar os direitos da saga em 2021.

Barker abriu um processo para os direitos serem revertidos para ele, mas a ação não deve ser efetivada até 19 de dezembro de 2021. O advogado afirma ainda que, caso os produtores que têm os direitos atualmente queiram lançar um novo filme até a data, eles podem.

Se os direitos forem revertidos, Barker terá controle sobre a história e o roteiro do primeiro filme. Os direitos não se estenderiam a nada que foi acrescentado posteriormente nas sequências.

Vale lembrar que, recentemente, a HBO divulgou que está desenvolvendo uma série baseada na franquia. David Gordon Green, diretor do recente reboot de ‘Halloween‘, foi contratado para dirigir o piloto (e outros episódios) da primeira temporada.

Ainda não se sabe se a produção será afetada pela disputa legal da franquia.

A série está sendo escrita por Mark Verheiden (‘Demolidor’) e Michael Dougherty (‘Contos do Dia das Bruxas’).

A produção não será um reboot ou uma sequência da franquia original, mas sim uma expansão da mitologia original, inspirada pelo livro de Clive Barker, ‘The Hellbound Heart‘.

Rumores apontam que o Pinhead será um dos personagens principais da série.

Vale lembrar que David Bruckner (‘O Ritual‘) foi contratado para dirigir um reboot para os cinemas, que será roteirizado pela dupla Ben Collins e Luke Piotrowski.

O filme original, lançado em 1987 e dirigido por Clive Barker, girava em torno de uma esposa infiel encontra o zumbi de seu amante morto, que está sendo perseguido por demônios depois que ele escapou de seu inferno sado-masoquista.

Ao total, a franquia original teve 10 filmes, mas apenas os quatro primeiros foram lançados nos cinemas.

‘King’s Man: A Origem’ ganha trailer final LEGENDADO; Confira!

20th Century Studios divulgou o trailer final legendado de ‘King’s Man: A Origem’.

Confira:

Lembrando que o filme teve o dia de lançamento mudado para 18 de setembro de 2020.

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Quando os criminosos mais cruéis da história se reúnem para tramar uma guerra para roubar milhões, um homem deve correr contra o tempo para detê-los. Descubra as raízes da primeira agência de inteligência independente em ‘King’s Man: A Origem‘.

O elenco também inclui Ralph Fiennes, Liam Neeson Aaron Taylor-Johnson, Harris Dickinson, Gemma Arterton, Rhys Ifans, Matthew Goode e Stanley Tucci. 

Matthew Vaughn comanda o projeto.

Chris Evans se torna o Homem-Aranha em nova arte conceitual INCRÍVEL; Confira!

O artista BossLogic compartilhou uma nova arte conceitual com o ator Chris Evans, que interpreta o Capitão América no MCU, como o Homem-Aranha. O resultado ficou incrível!

Confira:

 

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“Just a kid from Queens” 😄 🕷️

Uma publicação compartilhada por Bosslogic (@bosslogic) em

Recentemente, Evans revelou ao South China Morning Post que sempre quis interpretar o Homem-Aranha porque cresceu acompanhando o herói.

“Eu amo o Capitão América, mas o Homem-Aranha foi meu herói de infância, sabe? Eu cresci acompanhando suas histórias e gostaria de ter interpretado ele. Seria divertido me pendurar pelos edifícios de Nova York e saltar de um lado para o outro. Sempre quis interpretá-lo.”

Evans brincou e disse que o único problema seria usar a máscara, porque ele é claustrofóbico.

“Mas tudo tem seus motivos, não é? Eu odiaria usar aquela máscara porque sou muito claustrofóbico e duvido que eu conseguiria ficar horas com o rosto coberto. Eu prefiro o traje do Capitão, é mais legal e eu podia ficar sem a máscara por um tempo.”

E aí, você acha que ele teria sido uma boa escolha para interpretar Peter Parker?

Lembrando que a última participação de Evans no MCU foi em ‘Vingadores: Ultimato‘.

Lançado em 2019, ‘Vingadores: Ultimato‘ o longa conquistou a maior bilheteria de todos os tempos (US$ 2,8 bilhões), superando ‘Avatar‘ (US$ 2,79 bilhões) após um reinado de quase 10 anos.

Assista nossa crítica:

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Bradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.

‘Coisa Mais Linda’: Elenco revela quais músicas marcaram suas vidas em novo vídeo

Para promover o lançamento da 2ª temporada da série nacional ‘Coisa Mais Linda‘, a Netflix divulgou um novo vídeo com o elenco falando sobre as músicas que marcaram suas vidas.

Confira:

Na nova leva de episódios, enquanto seguem em frente após uma recente tragédia, Malu e as amigas abraçam novos desafios profissionais e novas possibilidades de amor, além de confrontar injustiças corajosamente.

A série foi criada por Giuliano CedroniHeather Roth.

Na São Paulo do final da década de 50 está Maria Luiza, uma moça conservadora e completamente dependente de dois homens: seu pai, Ademar, e o marido dela, Pedro. No entanto, sua vida toma um rumo completamente diferente quando Pedro desaparece ao viajar para o Rio de Janeiro a fim de montar um restaurante. Maria Luiza, é claro, segue os rastros do marido, mas acaba transformando o sofisticado restaurante em uma casa noturna. Em terras cariocas, essa jovem passa então a descobrir um novo mundo na companhia de mulheres feministas e liberais e ao som da Bossa Nova.

Maria CasadevallPathy DejesusFernanda VasconcellosMel LisboaLeandro Lima, Ícaro Silva, Alexandre Cioletti e Gustavo Vaz estrelam.

Quarentena? Larissa Nunes compartilha lista com suas produções favoritas na Netflix

Enquanto o Brasil está de quarentena por causa do surto de Coronavírus, a Netflix convidou a atriz Larissa Nunes, da série ‘Coisa Mais Linda‘, para compartilhar sua lista com as produções favoritas no serviço de streaming.

Confira:

O surto de coronavírus está redefinindo a rotina das pessoas ao redor do mundo e com muitas das principais estreias sendo adiadas, os cinéfilos ficaram um tanto órfãos.

Além disso, a pandemia acarretou em medidas drásticas, que inviabilizaram a movimentação nos cinemas, em virtude do alto risco de contaminação, por se tratar de um local fechado e com grandes aglomerações.

Pensando nesse atual e crítico momento vivido pelo mundo, a Netflix compartilhou uma lista de séries disponíveis para conferir, enquanto os cinemas continuarem sendo considerados lugares de alto risco de contaminação.

Entre as dicas compartilhadas estão as séries ‘Skins‘, ‘That 70’s Show‘ e ‘Gotham‘.

Confira:


Recentemente, a Netflix divulgou que os usuários da plataforma estão consumindo um produto um tanto quanto esquecido nos últimos meses – principalmente devido ao surto do Coronavírus nas últimas semanas.

Depois de diversos cancelamentos de eventos cinematográficos, banimentos de voos da Europa e a recente confirmação de que Tom Hanks e sua esposa contraíram a doença, a obra Pandemic: Como Prevenir uma Epidemia começou a despontar como uma das grandes escolhas dos espectadores.

Confira o trailer:

Confira a sinopse oficial:

Conheça os heróis do front de batalha contra a influenza e aprenda sobre seus esforços para impedir a próxima epidemia global.

A série documental viaja por países como Índia, Egito, Congo e Estados Unidos, trazendo referências e paralelos a outros surtos sanitários (como a Gripe Espanhola) e também comentários sobre os profissionais de saúde que lutam para que essas pandemias acabem.

Crítica | Coisa Mais Linda – 2ª Temporada é uma Ode ao Empoderamento Feminino

A segunda temporada de ‘Coisa Mais Linda’ começa um pouco depois de quando terminou a primeira, dando a resolução do que aconteceu à Malu (Maria Casadevall) e Lígia (Fernanda Vasconcellos). Há ainda o retorno de personagens fundamentais na trama, que chegam para desestabilizar a gerência da casa de música ‘Coisa Mais Linda’ e a amizade entre as mulheres. Com uma nova dinâmica em suas vidas pessoais e afetivas, Malu, Adélia (Pathy Dejesus), Thereza (Mel Lisboa) e Ivone (Larissa Nunes) têm que repensar seus lugares no mundo enquanto mulheres e a necessidade de trilharem seus próprios caminhos de acordo com suas próprias ambições.

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Duas grandes diferenças se destacam no argumento da transição da série para essa segunda temporada. A primeira é o giro do protagonismo, menos centrado em Malu e mais aberto às outras mulheres, em especial no desenvolvimento do núcleo de Adélia; em outras palavras, o protagonismo da série recai sobre as vivências de uma mulher negra (oba!). O segundo destaque é o maior enfoque na questão do trabalho, no quanto isso engrandece as mulheres e no quanto é importante pensar numa carreira em qualquer campo que se queira seguir – e no quanto o exercício do trabalho (para além do doméstico) engrandece, liberta e empodera a mulher.

O roteiro de Luna Grimberg com a colaboração de Giuliano Cedroni, Heather Roth, Patricia Corso e Leonardo Moreira intercala bem todos os núcleos das personagens e consegue trabalhar muitos dos temas encontrados na vida de cada uma dessas mulheres: assédio e desvalorização no âmbito do trabalho, o apagamento do nome das mulheres na história, racismo, os contrastes na perspectiva de uma criança negra crescendo em uma família branca, as leis (que foram escritas para favorecer o homem), dentre muitos outros. Sem contar os diálogos profundos, que nos fazem querer anotar tudo num caderninho, como “Cuidado! Não há nada mais perigoso para uma mulher do que a comodidade”, ou “Todo dia parece um pesadelo, mas é na verdade a minha vida” ou o diálogo que pergunta “Você é feliz?”, ao que a mulher responde “Não é a história que eu teria escrito, mas sou feliz sim.” É preciso refletir sobre a potência dessas frases dentro do contexto em que aparecem.

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A direção de arte continua impecável e primorosa, com uma cuidadosa recriação estética do figurino, do cenário, do cabelo e dos objetos dos anos 1950/60. É simplesmente de encher os olhos. Mérito também para a equipe de efeitos especiais, que transpuseram um ar lúdico a um saudosos Rio de Janeiro de outrora.

O elenco super em sintonia manteve o nível alto da superprodução e não deixou a peteca cair nessa continuação. Destaque para Pathy Dejesus e Larissa Nunes, que conduziram suas jornadas com bastante firmeza, superação e sorriso no rosto.

A segunda temporada de ‘Coisa Mais Linda’ levanta um questionamento recorrente às mulheres a quem não era dado o poder de escolha: o que faríamos caso pudéssemos ter uma segunda chance na vida? Continuaríamos com o que temos ou faríamos diferente? ‘Coisa Mais Linda’ é um trabalho dedicado de pesquisa, que passa uma mensagem urgente da construção de uma narrativa de sororidade entre as mulheres, não de competição. Mantem-se como uma das séries mais relevantes e bem-feitas dos últimos tempos, que precisa ser vista por todos.

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Mercúrio Retrógrado – 7 Filmes Que Parecem Inspirados no Fenômeno

Mercúrio retrógrado é uma definição científica real que ocorre quando o planeta Mercúrio pareeeece se mover para trás, pela perspectiva de quem está na Terra. Se isso ocorre mesmo ou se é apenas ilusão de ótica, fato é que quando o planeta vizinho começa a se mexer assim, tudo – e eu disse tudo mesmo! – parece dar errado pra nós, seres humanos. Inclusive recomenda-se não cortar o cabelo ou fazer investimentos financeiros nesse período, para não se arrepender depois. As pessoas ficam tão irritadiças e explosivas, que nós fizemos aqui uma listinha de 7 filmes cujos argumentos parecem ter sido escritos na base do ódio. Confira!

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7 – ‘Histórias Cruzadas’ (2011)

Embora o filme seja classificado como drama e de trabalhar a temática do racismo, toda a sua história se encaminha para uma grande cena – sim, a cena do bolo, em que Minny (Octavia Spencer) oferece uma torta de chocolate feita por ela e simplesmente fala: “Come o meu cocô!”, que é o recheio da torta. O roteiro pode ter levado um ano pra ser escrito, mas esta cena certamente foi inserida durante um mercúrio retrógrado.

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6 – ‘Três Anúncios para um Crime’ (2017)

Um filme que prova que uma mãe é capaz de TUDO (eu disse TUDO) pelos seus filhos. Não à toa, Frances McDormand ganhou o Oscar de Melhor Atriz aqui, ao dar vida à personagem Mildred, uma mãe cuja filha fora violentada e assassinada no passado, mas que, anos depois, a polícia local ainda não fora capaz de solucionar o assassinato ou de prender os culpados. Inconformada com o desinteresse da polícia, Mildred decide fazer um escândalo: contrata três outdoors na entrada da cidade e acusa o xerife local de descaso. E é aí que o bicho pega.

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5 – ‘À Procura da Felicidade’ (2006)

O filme já passou um milhão de vezes em todos os canais de televisão do mundo, mas, se a gente para pra analisar vê que, embora baseado numa história real, o roteiro de ‘À Procura da Felicidade’ parece ter um único mantra em mente: como eu posso piorar a vida de Christopher Gardner (Will Smith)? Nesse filme, o cara perde tuuudo: dinheiro, a máquina que ele vende (que, pra início de conversa, fora um péssimo investimento), a casa, a esposa, o filho… A única coisa que ele não perde é tempo, porque está sempre correndo atrás.

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4 – ‘Entrando Numa Fria’ (2000)

A trama era simples: o sujeito indo conhecer os pais da namorada num final de semana. Porém, meio que com a influência do querido mercúrio retrógrado, tuuuudo dá errado nessa viagem de Gaylord Focker (Ben Stiller) e Pamela Byrnes (Teri Polo). Até mesmo quando o coitado do Gaylord tenta se esconder no telhado para fumar um cigarrinho tranquilamente, a droga do cigarro cai e simplesmente bota fogo no jardim inteiro! Vai ter azar assim…

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3 – ‘Os Parças 2’ (2019)

Afinal, quando o filme é sequência de outro que já fez a gente passar raiva, então o roteiro só pode ter sido escrito sob influência do mercúrio retrógrado né? Ainda mais quando a continuação é um emaranhado de esquetes non-sense que não dialogam na própria trama, onde tudo na jornada dos personagens dá errado e, pra piorar, ainda faz o público espectador passar raiva. Ai ai…

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2 – ‘Parasita’ (2019)

O grande vencedor de todos os prêmios do ano passado tem um argumento que certamente foi escrito na base do ódio. Afinal, de que outra forma alguém escreveria um filme em que uma família inteeeeira se faz passar por outras pessoas apenas para poder enganar uma família de ricaços e poder usufruir dos privilégios da casa deles? Raiva define.

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1 – ‘Um Dia de Fúria’ (1993)

Décadas se passaram desde seu lançamento, mas ‘Um Dia de Fúria’ permanece mais atual que nunca. A trama? Um sujeitinho, William Foster (Michael Douglas), simplesmente tem um acesso de fúria e começa a tocar o terror na cidade porque, afinal, ele perdeu o emprego, está enfrentando um divórcio e ainda por cima seu carro quebra no meio do pesado trânsito de Los Angeles. Definitivamente, um filme que define o que é estar sob a influência do mercúrio retrógrado.

Amazon Prime Video lança mais um filme de TUBARÃO aterrorizante

Após disponibilizar em seu catálogo os suspenses ‘Mar Aberto‘ e ‘Medo Profundo: O Segundo Ataque‘, a Amazon Prime Video lançou mais um elogiado suspense com tubarão.

O streaming adicionou em seu catálogo o sucesso ‘Águas Rasas‘ (The Shallows), produção estrelada pela Blake Lively – de ‘Gossip Girl‘.

No thriller ‘Águas Rasas‘, Nancy (Blake Lively) está surfando sozinha em uma praia isolada, quando é atacada por um tubarão branco e encurralada a poucos metros de distância da praia. Apesar de estar muito perto, chegar até lá se mostra uma imensa prova de sobrevivência. É o ‘Tubarão‘ para a geração nova.

Jaume Collet-Serra (‘A Órfã’) dirige.

Assista nossa crítica:

Para ler a crítica completa em TEXTO, clique aqui!

‘Jurassic World: Dominação’: Roteiro da sequência é ‘revigorante’, revela Bryce Dallas

A sequência ‘Jurassic World: Dominação promete trazer uma narrativa revigorante para os fãs da franquia, conforme revelou a atriz Bryce Dallas Howard.

Durante uma entrevista ao site Collider, a protagonista do longa comentou o seu entusiasmo com a produção, compartilhando o quão empolgante foi poder ler a nova trama:

“O roteiro é incrível! Foi tão animador lê-lo. Meu marido também pôde ler o material e ficamos impactados o tempo todo, pirando com a trama. Isso foi revigorante, porque estamos tão empolgados para poder voltar e gravar”.

Lembrando que para garantir o retorno seguro do elenco às filmagens, a equipe de produção está levando todo o processo com extrema segurança.

As informações indicam que medidas serão implementadas para garantir a segurança da equipe: Membros do elenco precisarão retornar ao Reino Unido e ficar em período de quarentena, além de serem testados antes de saírem dos Estados Unidos.

“Qualquer um com sintomas será isolado imediatamente antes de ser mandado para casa”, a Universal declarou para o site Deadline“Queremos garantir que estamos cumprindo todos os protocolos nacionais para criar um ambiente seguro”.

Segundo as notícias, o custo dessa implementação será de US$5 milhões.

As filmagens irão retornar no próximo dia 06 de julho.

A Universal Pictures anunciou que a sequência chegará aos cinemas em 11 de junho de 2021.

Emily Carmichael (‘Círculo de Fogo: A Revolta‘) está escrevendo o roteiro junto com Colin Trevorrow.

Em entrevista ao site especializado na franquia, Jurassic Outpost, Trevorrow comentou sobre o que os fãs podem esperar para o terceiro filme.

“Não tenho ideia do que motivaria os dinossauros a destruir uma cidade. Eles não são organizados. Na vida real temos predadores letais que vivem nos arredores de áreas urbanas que não entram nas cidades para caçar humanos. O mundo que estou ansioso para criar é onde seja possível encontrar rotineiramente um dinossauro cruzando estradas ou um que invada seu quintal à procura de comida. Nós simplesmente não entramos em guerra com os animais. A teríamos perdido há muito tempo.” 

 

Nova história? Novas cenas? O que esperar da versão de Zack Snyder da Liga da Justiça?

O teaser da versão do diretor para Liga da Justiça de Zack Snyder foi lançada na internet e empolgou os fãs.

O teaser traz Diana procurando informações sobre a origem do vilão Darkseid, que aparece no final do curto vídeo.

Com o anúncio do lançamento dessa versão do filme no HBO Max deixou os fãs extasiados, a ponto de alguns estarem queimando os DVDs e Blu-rays que compraram do corte de cinema.

Por conta dessa animação, selecionamos pontos que não podem faltar na nova versão de Zack Snyder, que ainda está sendo finalizada e deve custar cerca de 30 milhões de dólares adicionais ao HBO Max. Confira!

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O diretor revelou a primeira imagem de Darkseid na manhã desta quarta-feira (27)

Darkseid e o sonho do BatmanBatman pesadeloA maior decepção dos fãs com Liga da Justiça foi a ausência do vilão Darkseid, que terminou sendo substituído por um arauto, o Lobo da Estepe. O malfeitor deveria ser o grande vilão do Universo DC, algo próximo do que foi o Thanos no Universo Cinematográfico Marvel. E suas vilanices deveriam refletir nos projetos seguintes da DC. A primeira vez que ele é apontado no UDC é justamente em Batman Vs Superman: A Origem da Justiça, na sequência do pesadelo do Batman (Ben Affleck), que termina com o Flash (Ezra Miller) voltando no tempo para avisar ao Batman sobre a ameaça do vilão. Quando ele não apareceu em Liga da Justiça, os fãs ficaram decepcionados porque tudo aquilo que deveria ser desenvolvido havia sido jogado fora.

Lanterna-Verde LanternaApesar de ter sido confirmado que o Lanterna-Verde não integraria a formação original da Liga da Justiça nos cinemas, Snyder falou que participações da Tropa dos Lanternas e até mesmo uma possível integração com Hal Jordan. Como Zack Snyder ainda está fazendo o filme e terá um aporte financeiro de cerca de 30 milhões de dólares, é bem provável que a Tropa tenha um papel bem mais importante do que uma aparição de 3 segundos em um flashback.

Caçador de Martecaçador de marteSnyder pegou absolutamente todo mundo de surpresa quando, em um de seus anúncios no Vero, ele mostrou artes conceituais do General Swanwick (Harry Lennix) se revelando ser ninguém menos que o marciano favorito das crianças que cresceram vendo Liga da Justiça Sem Limites, o Ajax. A presença dele na trama parece mesmo ter sido uma adição de última hora, porque ela não se encaixa em nada proposto até então. Mas como o personagem é fantástico, fica a expectativa para que ele seja bem trabalhado.

Traje pretojustice league snyder cut black superman suitMotivo de uma série de teorias, o clássico traje preto do Superman (Henry Cavill) agitou a internet pré-Liga da Justiça de uma forma surreal. Diversos fóruns discutiam se ele iria usar a roupa preta ou não quando voltasse à vida. Quando o filme saiu e ele não estava usando, veio aquela decepção básica, ainda mais depois que o longa saiu de cartaz e a Warner revelou que o traje não apenas foi feito, mas também teve uma cena gravada envolvendo ele que acabou sendo removida do corte final.

Relação Martha e filho

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A relação que rendeu o polêmico momento do “Salve a Martha!” em BVS deve ser mais explorada

Um dos pontos mais legais de O Homem de Aço (2013) foi o relacionamento que Clark Kent tem com a mãe. Ela serve como guia para ele desde pequeno, sendo parte importante para que ele aprendesse a controlar os poderes e crescer como um bom homem. Ela pouco aparece no filme que foi para os cinemas, então espera-se que a relação mãe e filho seja melhor explorada no corte de Snyder.

O passado de CiborgueciborgueRay Fisher disse ter chorado após ver que tinham cortado praticamente todo o desenvolvimento de seu personagem da versão dos cinemas de Liga da Justiça. Realmente, o Ciborgue é completamente descartável na direção de Joss Whedon. E isso só aponta as divergências criativas entre um diretor e outro, já que as cenas do passado do Ciborgue foram gravadas por Zack Snyder e algumas até entraram como bônus do blu-ray do filme.

A viagem de Flashthe flash batman v superman 1097546 1280x0 1As primeiras notícias sobre o Flash apontavam que ele seria um adolescente que passou por um trauma há algum tempo, ganhou seus poderes, se recuperou, usa um traje caseiro, até que conhece o bilionário Bruce Wayne, que o apadrinha, o convoca para a Liga da Justiça e dá um traje tecnológico para ele. Em outras palavras: a mesmíssima trajetória do Homem Aranha de Tom Holland no MCU. Na versão de Joss Whedon, por motivos óbvios, esse apadrinhamento por parte de Bruce saiu e o Flash pôde ter um pouco mais de independência, mas ainda assim ficou um personagem subaproveitado, bobo. Há algum tempo vazou uma cena dele salvando Iris de um acidente, mostrando que Snyder planejava mostrar um pouco do passado do personagem. Além, claro, de justificar o cameo do velocista viajante do tempo em BVS. Como e por que ele voltou no tempo? É algo que deve entrar no corte de Zack Snyder.

Comissário Gordon

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Sério, é muita maldade deixar o cara ‘rasgado’ assim e não dar UMA cena de ação pra ele

Uma das coisas que mais me surpreendeu quando anunciaram  J.K. Simmons para interpretar o comissário Gordon foi o físico do ator. Ele nunca foi um velhinho forte, muito pelo contrário. Então, do nada, ele aparece em uma academia com o braço maior que o do Ben Affleck, completamente sarado, dando a impressão de que ele mesmo desceria a porrada em Darkseid. Acabou que a participação dele em Liga da Justiça se resumiu a uma cena de 3 minutos, na qual ele aparece usando um casacão grosso. Ou seja, aquela malhação toda não serviu pra nada, o que é uma maldade com o ator. Poxa, ele já não tá mais em idade de ficar 6h numa academia, produção. O mínimo que se espera é que Zack Snyder tenha gravado alguma sequência de ação envolvendo o Comissário Gordon e, sei lá, um parademônio. Algo que justifique o esforço do ator.

Lex LuthorSnyder cansou de comentar que o Lex Luthor de Jesse Eisenberg seria fundamental em Liga da Justiça, o que foi completamente ignorado na versão pra cinema. Rolaram diversos boatos de que o Batman (Ben Affleck) se aliaria ao vilão para trazer o Superman (Henry Cavill) de volta à vida. Fato é que ele deve ter um papel maior na versão do HBO Max.

Tubarões voltam a atacar no trailer LEGENDADO do terror ‘Do Fundo do Mar 3’

A sequência ‘Do Fundo do Mar 3‘ ganhou trailer legendado.

Confira:

No terceiro filme da franquia, a Doutora Emma Collins e sua equipe estão passando o verão na ilha de Little Happy, estudando o efeito das mudanças climáticas nos grandes tubarões brancos que vêm todos os anos ao berçário próximo para dar à luz. Juntamente com os dois últimos habitantes desta antiga vila de pescadores, sua vida pacífica é interrompida quando uma equipe “científica” liderada por seu ex-namorado e biólogo marinho Richard aparece à procura de três tubarões-touro que logo descobrimos que não são apenas tubarões… e sim máquinas de matar.

O lançamento em VOD nos EUA acontece no dia 28 de julho, sem previsão no Brasil.

O novo filme da franquia será para maiores de idade, por causa de “violência, imagens sangrentas e linguagem”.

John Pogue (‘Quarentena 2‘) dirige.

Crítica | Do Fundo do Mar 2 – Uma cópia pobre, desnecessária e vergonhosa do original

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‘King’s Man: A Origem’ ganha trailer repleto de ação; Confira!

O aguardado ‘King’s Man: A Origem’ ganhou mais um incrível trailer oficial repleto de ação.

Confira:

Lembrando que o filme teve o dia de lançamento mudado para 18 de setembro de 2020.

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Quando os criminosos mais cruéis da história se reúnem para tramar uma guerra para roubar milhões, um homem deve correr contra o tempo para detê-los. Descubra as raízes da primeira agência de inteligência independente em ‘King’s Man: A Origem‘.

O elenco também inclui Ralph Fiennes, Liam Neeson Aaron Taylor-Johnson, Harris Dickinson, Gemma Arterton, Rhys Ifans, Matthew Goode e Stanley Tucci. 

Matthew Vaughn comanda o projeto.

‘Expresso do Amanhã’: Confira uma cena inédita do próximo episódio!

A série ‘Expresso do Amanhã’, que está sendo transmitida pela Netflix em território nacional, ganhou uma nova cena oficial de “Trouble Comes Sideways”, sexto episódio da 1ª temporada.

Confira, junto à promo:

O capítulo vai ao ar no dia 22 de junho.

Criada por Graeme Manson, a série é baseada no filme ‘Expresso do Amanhã‘, lançado em 2013.

Sete anos após o planeta Terra ser lançado em uma era glacial, todos os sobreviventes vivem a bordo de um trem de 1.001 vagões que dá voltas ao redor do mundo sem parar. O trem gigantesco se divide em classes, com a elite nos primeiros vagões e os mais pobres nos últimos. Mas o que acontece quando aqueles que foram oprimidos a vida inteira resolvem se rebelar e lutar?

O elenco conta com Jennifer Connelly, Daveed Diggs, Mickey Sumner, Susan Park, Katie McGuinness, Annalise Basso, Sheila Vand e Sam Otto.

Vale lembrar que a série já foi renovada para a 2ª temporada.

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50 anos do Tri | Documentários para conhecer mais sobre a Copa do Mundo de 1970

Há 50 anos, o mundo assistia pela primeira vez a uma final de Copa do Mundo. Disputada no México, a Copa de 1970 ficou marcada por vários fatores. Foi a primeira vez que uma Copa foi transmitida em cores para o resto do mundo. A bola, chamada Telstar, ganhou esse nome em homenagem ao satélite televisivo TelevisionStar, que foi o responsável pela primeira transmissão ao vivo entre Estados Unidos e Europa nos anos 60. O modelo da bola foi revolucionário, porque, além de ser a primeira pelota oficial da Adidas, ela definiu a imagem clássica da bola moderna, com 12 gomos pentagonais pretos e 20 gomos hexagonais brancos.

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Satélite e a bola que o homenageia. A Copa de 1970 ficou marcada pelas inovações tecnológicas.

Dentro de campo, foi a primeira vez que foram usados os cartões amarelo e vermelho. Vindo de uma conturbada demissão do técnico João Saldanha, por divergências com o governo ditatorial nacional, a Seleção Brasileira chega à Copa após três meses treinando no México. No auge do condicionamento físico, o maior time da história do esporte – segundo a World Soccer Magazine – desfilava um futebol ofensivo, mas com organização tática. Em apenas três meses, o lendário Zagallo fez uma verdadeira revolução. Ao organizar um time com cinco camisas 10 de clubes gigantes do Brasil, o técnico trouxe um esquema tático que variava entre o 4-3-3 e o 4-2-3-1. O Rei Pelé, Tostão, Gérson Canhotinha de Ouro, Jairzinho e Rivellino formaram um ataque mortal, que armava jogadas, buscava a marcação e permitia que outros jogadores surgissem como “falsos 9”, surpreendendo a defesa adversária. Da mesma forma, na hora de defender, eles adotavam um 4-5-1 para diminuir os famosos espaços deixados pela Seleção. A tática da Seleção Brasileira da Copa de 70 foi revolucionária, sendo responsável, 40 anos mais tarde, pelo histórico modelo de jogo do Barcelona de Pep Guardiola.

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Um verdadeiro Esquadrão. A Seleção Brasileira de 1970 só não venceu mais jogos em uma edição de Copa do Mundo do que o Brasil de 2002.

Nos gramados, a Seleção Brasileira foi perfeita. Vencendo os seis jogos que realizou, com direito a Jairzinho marcando pelo menos um gol em todas as partidas, a Seleção só foi superada pela de 2002, que venceu sete partidas e também levou o troféu da Copa do Mundo. O time de 1970 é considerado o “renascimento” do futebol, e como hoje completa 50 anos da conquista, o CinePOP separou alguns documentários que trazem diferentes visões acerca do título. Confira!

O Mundo a Seus Pés

O Filme Oficial da Copa do Mundo de 1970 feito pela Fifa é um dos documentários mais completos a nível de cobertura esportiva. Dirigido por Alberto Isaac, o filme traz o resumo dos jogos registrados em cores e em altíssima qualidade, amarrados pela trama de um garotinho americano que foge de casa para acompanhar a Copa ao vivo no México e ver os melhores jogadores do mundo. Narrado por Patrick Allen, o documentário de pouco mais de 1h30 de duração é perfeito para entender desportivamente o que foi o Esquadrão de 1970, e ainda transmite com bastante emoção o clima de Copa do Mundo.

Pelé Eterno

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Mesmo falando pouco de Edson Arantes do Nascimento, esse documentário é o mais completo sobre o Pelé como ícone esportivo.

O documentário de 2004 lançado pela Universal tem roteiro de José Roberto Torero, com participação do jornalista Armando Nogueira, e direção de Anibal Massaini Neto. Embasado por cinco anos de pesquisas da equipe, o filme conta toda a história esportiva do maior jogador de todos os tempos: o Rei Pelé. Quando foi lançado, o documentário recebeu críticas mistas, muito por ele falar de forma superficial sobre as polêmicas da vida pessoal de Pelé, focando mais no âmbito esportivo. Para quem quer entender o contexto de preocupação e da expectativa que envolveu a torcida acerca da Seleção para a Copa de 1970, esse filme é fantástico, pois dá um backstory incrível.

João Saldanha

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Mesmo sendo demitido da Seleção antes da Copa, João Sem Medo foi para o México cobrir o evento como comentarista esportivo.

João Saldanha, também conhecido como João Sem Medo, foi um ex-técnico e comentarista esportivo que, após as duras críticas à Seleção Brasileira na Copa de 1966, foi chamado para treinar a Seleção. O “problema” é que ele membro do Partido Comunista em plena Ditadura Militar. Enquanto classificava o Brasil para a Copa de 1970, ele organizava reuniões secretas e chegou até a orientar um guerrilha no Paraná. João conseguiu fazer o povo se orgulhar da Seleção Brasileira após o vexame de 66, mas a possibilidade de ter um comunista trazendo o símbolo máximo do futebol para o Brasil era uma situação que o general Médici não podia aceitar. Após diversas pressões da imprensa, apesar dos resultados favoráveis, a relação entre Saldanha e Seleção chegou ao fim quando o ditador tentar forçar a convocação de Dadá Maravilha, e o então técnico respondeu com a histórica frase: “Nem eu escalo o ministério, nem o presidente escala o time”. Com a demissão de João Saldanha, Zagallo assumiu e foi para o México treinar e jogar a Copa. Dirigido por André Iki Siqueira e Beto Macedo, esse é um documentário fundamental para entender como a ditadura trabalhava no país, as repressões e o controle da imprensa, além da influência dos militares na Seleção, que acabou sendo utilizada como propaganda ufanista em uma tentativa de fortalecer o regime.

A Fifa está preparando um documentário especial com imagens nunca vistas sobre a conquista da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 1970. Ela tem soltado vários teasers nas redes sociais, mas ainda não anunciou uma data de lançamento. Porém, pela data comemorativa, espera-se que seja lançado ainda esse mês.

‘Liga da Justiça de Zack Snyder’: Ator revela emocionante cena cortada do Ciborgue

O diretor Zack Snyder está divulgando sua versão de ‘Liga da Justiça‘ e as novidades não param de pipocar.

Conforme Snyder havia prometido, a nova versão trará vários arcos inéditos de personagens, incluindo a história completa do Ciborgue.

Em entrevista ao Comic Book, o ator Ray Fisher revelou que cena importante sobre o passado de Ciborgue que foi cortada na versão de Joss Whedon, e deve estar presente no corte de Snyder.

“Existem algumas coisas que vocês verão mais para frente na versão do Zack Snyder, que não foram para a edição final. Tem uma cena com Victor Stone, quando ele ainda era o Victor Stone, e seu relacionamento com sua mãe. Foi muito especial filmar. Você está filmando e testando e quando você junta tudo, você vê o quão coesa você pode tornar essa história. No final, é uma história de equipe.”, afirmou.

No começo da semana, o estúdio Iron Heads divulgou as armaduras de guerra do Flash e do Ciborgue que eles criaram para o filme.

Confira, com o teaser:

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A Warner vai gastar mais de US$ 30 milhões para finalizar a versão do diretor.

A equipe de Snyder trabalhará junta nos próximos meses para concluir os efeitos visuais, editar tudo e concluir outros aspectos da pós-produção do filme.

“O mais adorável é que podemos explorar esses personagens de maneiras que você não consegue versão teatral mais curta”, disse Snyder.

O corte terá em torno de 4 horas. 

‘Reunited Apart’: Reunião com elenco de ‘Curtindo a Vida Adoidado’ ganha teaser; Confira!

Em seu canal oficial do YouTube, o ator e comediante Josh Gad divulgou o teaser oficial do último episódio de Reunited Apart, que irá reunir o elenco do clássico ‘Curtindo a Vida Adoidado’.

Confira:

O vídeo confirma que o evento virtual trará Matthew Broderick, Mia Sara, Alan Ruck e Jennifer Grey.

Reunited Apart volta com o novo episódio no próximo domingo, 28 de junho.

‘Curtindo a Vida Adoidado’ foi dirigido pelo lendário John Hughes e tornou-se um sucesso tanto de bilheteria quanto de público. Além de arrecadar US$70 milhões mundialmente, a partir de um orçamento de US$6 milhões, o filme ganhou status de cult décadas depois de seu lançamento.

Relembre a sinopse e o trailer:

Um adolescente decide sair da rotina, fingindo-se de doente para matar aula. Ele convence sua namorada e seu melhor amigo a se juntarem a ele no passeio até Chicago, usando a Ferrari do pai de seu melhor amigo.

‘Tenet’: Elenco fala sobre confiança e amizade em novo vídeo de bastidores; Confira!

Entertainment Weekly divulgou uma nova entrevista com o elenco protagonista de ‘Tenet’, aguardado longa-metragem dirigido por Christopher Nolan.

O vídeo traz os astros Robert PattinsonJohn David WashingtonElizabeth Debicki.

Confira:

Enquanto isso, Nolan rebateu os rumores de que o sci-fi terá viagens no tempo.

Desbancando as teorias criadas por muitos fãs desde que o primeiro trailer fora lançado, o diretor afirmou de forma categórica que – de fato – o longa lida com as diferentes maneiras nas quais o tempo consegue “funcionar”.

Em uma entrevista à revista EW, Nolan disse:

“O filme não é sobre viagem no tempo. Ele lida com o tempo e as diferentes formas nas quais o tempo consegue funcionar. Não quero entrar em uma aula de Física, mas inversão é essa ideia de material que teve sua entropia invertida, então está retrocedendo no tempo, em relação a nós”.

Confira também as novas imagens promocionais do aguardado sci-fi, divulgadas pela EW:

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John David Washington
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Elizabeth Debicki
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Robert Pattinson
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(L-r) JOHN DAVID WASHINGTON and director/writer/producer CHRISTOPHER NOLAN on set
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Elizabeth Debicki and Kenneth Branagh
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(L-r) JACK CUTMORE-SCOTT, JOHN DAVID WASHINGTON and ROBERT PATTINSON

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Assista ao novo comercial:

Vale lembrar que a Warner Bros. do Brasil revelou ao CinePOP que o longa teve sua estreia adiada para 13 de agosto nos cinemas nacionais, se as salas de cinema estiverem reabertas até lá.

O filme tem estreia prevista para 31 de Julho nos EUA, mas com uma segunda onda de COVID-19 assolando o país, o estúdio está enfrentando um grande impasse.

Segundo o NY Times, os executivos da Warner Bros. estão preocupados com seu investimento no filme e gostariam de adiá-lo para o fim do ano, para se certificar do sucesso comercial da produção.

Ao mesmo tempo, o estúdio quer agradar o diretor Christopher Nolan, um fervoroso defensor da preservação da experiência de cinema, que insiste na estreia em 31 de Julho.

As discussões representaram um momento difícil para a Warner: Nolan é um ganhador de dinheiro comprovado, e o estúdio quer mantê-lo feliz.

Confira a sinopse:

“Armado com apenas uma palavra – Tenet – e lutando pela sobrevivência do mundo inteiro, o Protagonista (John David Washington) viaja através de um mundo crepuscular de espionagem internacional em uma missão que irá desenrolar em algo para além do tempo real.

Não viagens no tempo. Inversões”.

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Crítica | Little Fires Everywhere – Série lançada na Amazon Prime é uma das melhores do ano

Em 1969, a lendária poeta Maya Angelou publicou um livro autobiográfico intitulado Eu Sei Por Que o Pássaro na Gaiola Canta, cujo tema principal é a liberdade. Não é surpresa que o poema homônimo, recheado de metáforas e de análises antropológicas sobre encarceramento, opressão e autonomia, sirva como tema principal de Pequenos Incêndios por Toda Parte, um dos melhores dramas do ano que foi entregue com altas expectativas pelo Hulu. Entre atuações incríveis e ácidos diálogos que discutem sobre preconceito, orientação sexual e privilégios raciais, é inegável dizer que cada novo capítulo veio como um forte soco no estômago, desconstruindo tudo o que esperávamos em prol de reviravoltas chocantes, personagens marcantes – e uma resolução digna de qualquer tragédia social de Bertold Brecht ou Tennessee Williams.

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Se os primeiros episódios funcionaram como uma apresentação concisa de todas as tramas e subtramas envolvendo os protagonistas, as iterações consecutivas transformaram-se em uma fusão melodramática do confronto geracional entre fortes personas femininas, lideradas pelo impactante contraste entre Mia Warren (Kerry Washington) e Elena Richardson (Reese Witherspoon) – e essa convulsionada exploração da psique humana é fruto do duro trabalho de Liz Tigelaar em destrinchar o romance homônimo de Celeste Ng e traduzir para as telinhas um enredo pincelado com intrigas, suspense e amadurecimento compulsório. Em outras palavras, os estereótipos clássicos dos dramas noventistas de Mia e Elena deixam de existir para impulsionar passados traumáticos de duas personalidades com criações extremamente diferente que entram no embate de uma supremacia ideológica que caminha para o caos.

De um lado, Mia se posta como uma profissional artística e mãe solteira que cuida da filha, Pearl (Lexi Underwood), caminhando pelas ruas impecáveis da pitoresca Shaker Heights enquanto chama a atenção de todos por sua pose irreverente e audaciosa; de outro, Elena é colacionada pela presença da personagem de Washington, recusando-se a deixar que seu papel como dona de casa e jornalista exemplar seja colocada em xeque – o que acrescenta algumas camadas cômicas quando pensamos na egolatria e no perfeccionismo excessivos com os quais Witherspoon brinca. E é claro que esses fortes gênios são refletidos nas filhas – seja por completo, seja em partes -, perpetuando uma corrida odiosa que oscila desde a síndrome do cavaleiro branco até mentiras cruéis que escondem-se da luz do dia.

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O time de diretores cuida para que nada ocorra como o planejado, promovendo twists nas sequências mais inesperadas para garantir que o público fique vidrado do começo ao fim – o que funciona bem mais do que o imaginado. Em cada um dos episódios, nomes como Lynn Shelton e Michael Weaver rendem-se arduamente a intrincados arcos narrativos que oscilam entre a vítima e o vilão, o bem e o mal, a justiça e a iniquidade; mais do que isso, os personagens recusam-se a serem rotulados em extremos de uma mesma moeda, preferindo se equilibrarem em uma corda bamba prestes a romper. As coisas ganham ainda mais densidade quando Mia resolve ajudar uma colega de trabalho, Bebe Chow (Huang Lu), a recuperar a bebê que foi forçada a abandonar por não ter condições de cuidar dela. O problema é que essa mesma criança foi parar nos braços de Linda (Rosemarie DeWitt), melhor amiga de Elena – dando início a uma batalha judicial visceral.

O teor do roteiro busca inspiração em inúmeras obras-primas do suspense e do drama – deixando “claro” de que lado a história irá favorecer. Mais do que isso, as tramas usam e abusam do conceito de foreshadowing, incrementando alguns diálogos com declarações pesadas e verdadeiras acerca de infraestrutura e condição socioeconômica das minorias (no caso, representadas pela presença de Mia, Pearl e Bebe). Não é surpresa que, no final das contas, Linda consegue a guarda da filha definitivamente, o que não significa muita coisa. Conforme nos aproximamos do final, percebemos que as tentativas de manter o status quo e banir as “forasteiras” não serviram de nada: Bebe sequestra o bebê e foge, enquanto Elena observa impotente seu império perfeito ruir em frangalhos.

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A série não pensa duas vezes antes de escancarar a diferença gritante entre fachadas e realidade: Witherspoon busca referências de outros trabalhos recentes na televisão, como a verborragia de Madeleine em Big Little Lies e a obstinação incontrolável de Bradley em The Morning Show, entregando uma atuação irretocável que atravessa a ascensão e a queda de uma socialite privilegiada que não enxerga nada além de seu mundo de oportunidades e escolhas mal feitas; Washington, por sua vez, abandona sua performance em Scandal para fornecer o exato oposto: uma trabalhadora indesculpável que fará de tudo para lutar por justiça e proteger as pessoas que precisam de ajuda. No final das contas, percebemos que Elena vinha provocando “pequenos incêndios por todo lugar”, culminando no desmantelamento de tudo que conhece em um finale espetacular – ainda que seja mais melodramático do que o necessário.

Eventualmente, o pássaro clamando por liberdade se livra da gaiola e percebe que há um mundo de possibilidades bem à sua frente; e, logo atrás dele, há o seu ninho improvisado, a prisão que antes chamava de casa, que agora arde em chamas e cintila uma mãe que não percebeu seus erros e que só agora sofre as consequências de seus atos – enquanto observa, impotente, mudanças drásticas que iniciam um conturbado capítulo de sua vida. E é dentro desses simbolismos poéticos que ‘Pequenos Incêndios por Todo Lugar’ ganha uma camada bem mais profunda e deliciosamente angustiante pelos motivos certos e muito bem-vindos.

‘The Trial Of The Chicago 7’: Netflix está em negociações para comprar o filme de Aaron Sorkin

Segundo a Variety, a Netflix está em negociações para fechar um acordo com a Paramount Pictures e distribuir o drama histórico The Trial Of the Chicago 7, novo filme comandado por Aaron Sorkin.

A obra terá um lançamento limitado no dia 25 de setembro de 2020 antes de chegar aos cinemas de todo mundo em 16 de outubro do ano.

Michael Keaton foi a mais recente adição ao elenco. Conhecido por seus papéis em Homem-AranhaBirdman, o ator dará vida ao advogado progressista Ramsey Clark, uma figura de extrema importância na luta pelos direitos civis do século XX.

Keaton se junta aos previamente anunciados Sacha Baron CoenEddie RedmayneJoseph Gordon-LevittSeth RogenWilliam HurtMark RylanceYahya Abdul-Mateen IIJeremy Strong e Frank Langella.

O filme, produzido por Steven Spielberg, esteve na geladeira por mais de uma década e finalmente vai começar a caminhar.

O longa é baseado no documentário de Brett Morgan, intitulado ‘Chicago 10‘, que traz os relatos do infame julgamento de 1969, que ajuizou sete acusados pelo governo federal de conspiração e mais outros crimes. O grupo é oriundo da ascensão dos protestos da contracultura na cidade de Chicago, na Convenção Democrática Nacional, em 1968. O julgamento parou o país e iniciou uma conversa sobre uma desordem intencional para enfraquecer o governo norte-americano.

Além de dirigir, Sorkin assina o roteiro da produção.

‘Olhos Famintos 4’ entra em produção, sem o diretor Victor Salva

Apesar do terceiro filme extremamente criticado pelos fãs e pelos críticos, a franquia ‘Olhos Famintos‘ aparentemente está ganhando seu quarto filme.

A página do filme no IMDb foi atualizada em 8 de maio de 2020 e diz que ‘Olhos Famintos 4‘ foi “anunciada” e que o roteiro já foi concluído. Não foi possível encontrar o link para o recente anúncio.

“Concluído o manuscrito escrito, que foi escolhido por uma entidade de produção para desenvolvimento. Um roteiro pode assumir a forma de roteiro, roteiro de filmagem, roteiro alinhado, roteiro de continuidade ou roteiro de especificação.”

Confira:

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Mas o mais interessante é que a página da IMDb “anunciou” Kirk D’Amico como produtor do quarto filme.

Kirk D’Amico é o chefe da Myriad Pictures, que comprou os direitos da franquia no terceiro filme da saga.

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Questionado nas redes sociais, o diretor Victor Salva revelou que não está envolvido no projeto. Em 1989, o diretor foi preso por ter molestado o astro mirim de 12 anos de seu primeiro filme, o terrorPalhaço Assassino‘ (Clownhouse). O diretor chegou a ser proibido de contratar atores pela União de Atores do British Columbia.

Recentemente, em entrevista à Diabolique Magazine, Gina Phillips revelou detalhes do quarto filme.

“Muitas coisas foram deixadas para o quarto filme. Acho que é tudo o que tenho permissão para dizer. O terceiro filme mostrou tudo o que aconteceu a minha personagem nos últimos 15 anos. As coisas mudaram bastante para Trish ao longo dos anos. Ela é mãe; Ela passou por muita coisa”, afirmou.

Olhos Famintos 3‘ está disponível na Netflix.

Assista nossa crítica:

Leia a crítica EM TEXTO:

Crítica | Olhos Famintos 3 – Pode enterrar a franquia e prender o diretor!