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‘Westworld’: Evan Rachel Wood e Aaron Paul falam sobre a 3ª temporada em novo vídeo

A 3ª temporada de Westworld chega em breve à HBO e, agora, os atores Evan Rachel WoodAaron Paul participaram de um novo vídeo promovido pela emissora para revelar alguns detalhes sobre o próximo ciclo.

Confira:

Confira os títulos e as sinopses dos novos episódios:

  • “Parce Domine”

Direção: Jonathan Nolan

Roteiro: Lisa Joy & Jonathan Nolan

Data de exibição: 15 de março

Se você está preso em um looping, tente andar em linha reta.

  • “The Winter Line”

Direção: Richard J. Lewis

Roteiro: Matthew PittsLisa Joy

Data de exibição: 22 de março

As pessoas constroem muros. Traga um martelo para sua vida.

  • “The Absence of Field”

Direção: Amanda Marsalis

Roteiro: Denis Thé

Data de exibição: 29 de março

Se você não gosta do que vê no espelho, não o culpe.

  • “The Mother of Exiles”

Direção: Paul Cameron

Roteiro: Jordan Goldberg Lisa Joy

Data de exibição: 05 de abril

A verdade nem sempre irá te libertar.

A produção estreia no dia 15 de março de 2020.

Criada por Jonathan Nolan e Lisa Joy, a série é baseada no filme homônimo lançado em 1973.

Westworld é um parque temático futurístico para adultos, dedicado à diversão dos ricos. Um espaço que reproduz o Velho Oeste, povoado por androides – os anfitriões –, para acreditarem que são humanos e vivem no mundo real. Lá, os clientes podem fazer o que quiserem, sem obedecer a regras ou leis. No entanto, quando uma atualização no sistema das máquinas dá errado, os seus comportamentos começam a sugerir uma nova ameaça, à medida que a consciência artificial dá origem à “evolução do pecado”.

O elenco conta com Evan Rachel Wood, Jeffrey Wright, Thandie Newton, James Marsden, Rodrigo Santoro, Tessa Thompson, Aaron Paul e Ed Harris.

‘The English Game’: Nova série do criador de ‘Downton Abbey’ ganha trailer oficial; Confira!

‘The English Game’, novo drama da Netflix baseado em fatos reais, ganhou seu primeiro trailer oficial.

Confira:

A produção foi criada por Julian Fellowes (Downton Abbey).

A história gira em torno da invenção do futebol e o quão rápido o esporte se tornou o mais rápido a cruzar as classes sociais.

Joncie ElmoreMark FisherKerrie HayesTina Louise OwensJohn Alan RobertsJeff SlaterSammy Hayman e outros estrelam.

‘The English Game’ estreia em 20 de março.

‘Tokyo Vice’: Atriz de ‘Círculo de Fogo’ entra para a nova série da HBO

Segundo o The Hollywood ReporterRinko Kikuchi (BabelCírculo de Fogo) foi elencada na nova série da HBO MaxTokyo Vice.

Kikuchi dará vida à supervisora de Jake Adelstein (Ansel Elgort), o primeiro estrangeiro a trabalhar no maior jornal do Japão. Ken WatanabeElla RumpfOdessa Young completam o elenco.

Tokyo Vice‘ é baseada na autobiografia homônima do jornalista Jake Adelstein, o primeiro repórter não-japonês que trabalhou para um dos maiores jornais do Japão, o Yomiuri Shinbun.

Michael Mann entra como showrunner.

As filmagens da produção começam em fevereiro de 2020, no Japão.

‘Mulan’: Liu Yifei e Donnie Yen no novo teaser oficial do filme; Confira!

O aguardado remake em live-action de Mulanganhou um novo teaser oficial com cenas inéditas.

Confira:

O filme está previsto para estrear em 26 de março de 2020.

A versão live-action é dirigida por Niki Caro, e é estrelada pela chinesa Liu Yifei, também conhecida como Crystal Liu, uma das atrizes mais populares desta geração no país

Rick Jaffa e Amanda Silver são os roteiristas. 

‘Katy Keene’: Episódio 01×08 ganha sinopse oficial; Confira!

The CW divulgou a sinopse oficial de “It’s Alright, Ma (I’m Only Bleeding)”, oitavo episódio da 1ª temporada de Katy Keene.

Confira:

Com todos lidando com aconteceu, Jorge deve se explicar a seu pai sobre Ginger. Katy está concorrendo a uma importante bolsa, mas, para consegui-la, deve cumprir uma missão impossível envolvendo Xandra. O grupo quer celebrar o aniversário de Pepper como os anos passados, mas agora ela quer fazer algo diferente; entretanto, seu plano é impedido pela Srta. Freesia. Enquanto isso, Josie está ansiosa para lançar sua música no mundo, gravando um videoclipe pelas costas de Alexander.

O elenco conta com Lucy Hale como a protagonista, bem como Jonny Beauchamp, Ashleigh MurrayZane Holtz, Katherine LaNasa, Julia ChamCamille HydeLucien Laviscount.

Escrito por Roberto Aguirre-Sacasa (O Mundo Sombrio de Sabrina) e Michael Grassi, e dirigido por Maggie Kiley, o spin-off gira em torno de quatro personagens icônicos da Archie Comics, incluindo a futura empresária da moda Katy Keene e a cantora e compositora Josie McCoy (Ashleigh Murray), que lutam para conquistar seus sonhos na cidade de Nova York. A dramédia musical conta as origens e os obstáculos enfrentados pelo grupo.

10 Filmes de GRANDES Diretores em 2020

Quando amamos filmes de verdade, começamos a prestar atenção em que está em seu comando. Acertar uma vez na direção de um filme é uma tarefa louvável, já que uma produção cinematográfica é algo dificílimo de ser alcançado. Agora, imagina acertar duas, três, quatro, cinco vezes (e por aí vai), até escrever seu nome entre os grandes cineastas da sétima arte. Na verdade, alguns conseguem deixar sua marca logo no primeiro trabalho ou no segundo. É o caso, por exemplo, de Quentin Tarantino, um dos diretores mais cultuados do público desde sua explosão na década de 1990.

Por falar em Tarantino, ano passado o cineasta entregou sua mais recente obra-prima, Era uma Vez em Hollywood. Outros diretores de prestígio que marcaram presença engrandecendo 2019 foram Martin Scorsese (O Irlandês), Sam Mendes (1917), J.J. Abrams (A Ascensão Skywalker), James Gray (Ad Astra), Jordan Peele (Nós), Clint Eastwood (Richard Jewel), Ang Lee (Projeto Gemini) e o nosso Fernando Meirelles (Dois Papas), só para citar alguns. É claro que nem todos os filmes de grandes diretores terminam agradando, mas o fato é, são importantes o suficiente para despertar a atenção do grande público e cinéfilos, muito em especial devido ao que foi conquistado ao longo de uma carreira sólida por seu diretor.

E como todo ano é sempre a mesma coisa, em 2020 igualmente seremos servidos por projetos de grandes realizadores. Tarefa difícil mesmo é separar somente alguns. Mas sem delongas, vamos conhecer a nova lista que o CinePOP separou para você, com os 10 Filmes de Grandes Diretores ainda para 2020. Vamos lá.

Christopher Nolan | Tenet

O jovem Robert Pattinson está com tudo mesmo. Depois de ter deixado para trás a má reputação gerada pela franquia Crepúsculo, o sujeito foi eleito o novo Batman do cinema, e inclusive já apareceu vestido no traje em fotos e vídeos. Antes disso, porém, dando mais credibilidade ainda à sua reinvenção, ele será um dos protagonistas do novo trabalho de ninguém menos que Christopher Nolan.

A frase “In Nolan We Trust” tem motivo de ser, já que o diretor britânico de 49 anos se consolidou como um dos maiores e melhores contadores de história do cinema atual, agradando gregos e troianos (deixando de fora só os chatos de plantão mesmo). Com uma filmografia invejável de obras como Amnésia (2000), a trilogia do Cavaleiro das Trevas (2005, 2008 e 2012), A Origem (2010), Interestelar (2014) e Dunkirk (2017), além de 5 indicações ao Oscar, Nolan se tornou um destes cineastas que despertam atenção até no comando de comerciais de margarina.

Com uma sinopse completamente nebulosa até o momento, assim como a maioria de seus filmes antes da estreia, Tenet é uma ambiciosa ficção científica de ação nos moldes revolucionários de A Origem. Justamente por isso, muitos especulam se tratar de algo dentro do mesmo universo – ou talvez até mesmo uma sequência ou pré-sequência. O que foi revelado até agora é que envolve o mundo da espionagem, evolução e viagem no tempo, com os protagonistas possivelmente tentando impedir a Terceira Guerra Mundial. Além de Pattinson, o elenco traz ainda John David Washington, de Infiltrado na Klan (2018). A estreia é no dia 16 de julho.

Denis Villeneuve | Duna

Por falar em projeto ambicioso, assim como Nolan, o franco-canadense Denis Villeneuve conseguiu reunir em sua filmografia o melhor dos dois mundos, ou seja, produções extremamente elogiadas pela crítica e filmes que podem ser consumidos pelo grande público – longas de entretenimento com conteúdo. Na carreira do cineasta, produções como Incêndios (2010), Os Suspeitos (2013), Sicário (2015), A Chegada (2016) e Blade Runner 2049 (2017). Além da indicação ao Oscar como diretor por A Chegada.

Pelos últimos dois filmes de Villeneuve podemos perceber que o artistas tem se especializado na ficção científica, caminho por onde seguirá em seu mais novo trabalho a ser lançado este ano. Villeneuve decidiu dar um tempo de projetos originais, e depois de continuar uma das ficções mais enaltecidas da sétima arte, com a sequência de Blade Runner, ele agora investe numa reimaginação do clássico Duna (1984), de David Lynch.

Igualmente baseado no livro quase intranscritível de Frank Herbert, a história espacial no clima de Star Wars fala sobre um herdeiro de uma linhagem confiado com a proteção do bem mais precioso e vital para a preservação da galáxia. Com um elenco verdadeiramente estelar, encabeçado por Timothée Chalamet e nomes como Zendaya, Jason Momoa, Javier Bardem, Oscar Isaac, Josh Brolin, Dave Bautista e muitos outros, a estreia ocorre no dia 18 de dezembro nos EUA.

Steven Spielberg | West Side Story

Este dispensa apresentações. Provavelmente o diretor mais famoso na face da Terra, Steven Spielberg é o nome por trás de grandes sucessos do cinema como E.T. – O Extraterrestre (1982), Tubarão (1975) e os filmes de Indiana Jones (1981, 1984, 1989 e 2008). E é claro, 17 indicações ao Oscar, e quatro estatuetas: duas por A Lista de Schindler (melhor diretor e filme), uma como diretor por O Resgate do Soldado Ryan e um honorário.

O novo trabalho de Spielberg também é uma reimaginação, esta de um clássico de 1961, baseado no livro de Arthur Laurents, intitulado por aqui como Amor, Sublime Amor. A história é uma espécie de Romeu e Julieta, passada num bairro latino de Nova York na década de 1960. Ah, sim, trata-se de um musical. O original ganhou nada menos que 10 Oscar, incluindo melhor filme. A estreia do novo West Side Story está programada igualmente para o dia 18 de dezembro nos EUA, onde irá colidir diretamente com Duna. E aí, em qual você coloca seu dinheiro?

David Fincher | Mank

Fincher é outro diretor extremante celebrado devido a seus filmes de suspense sempre estilosos, donos de grandes atuações e conteúdo. Em seu currículo, obras como Seven (1995), Clube da Luta (1999), Zodíaco (2007) e Garota Exemplar (2014), seu último trabalho até então – se não contarmos a série Mindhunter (2017 e 2019).

Assim como os colegas acima, Fincher já foi indicado duas vezes ao Oscar, como diretor por O Curioso Caso de Benjamin Button (2008) e A Rede Social (2010). E como novo trabalho do meticuloso cineasta, um filme que fala sobre filmes. E sobre uma das produções considerada a melhor de todos os tempos por muitos: Cidadão Kane (1941). A ambiciosa obra de Orson Wells vira foco do novo projeto de Fincher, escrito por ninguém menos do que seu falecido pai Jack Fincher – ou seja, o longa não poderia ser mais pessoal para ele. A trama narra o tumultuado desenvolvimento do roteiro do filme, criado por Herman J. Mankiewicz, daí o título da obra. A estreia de Mank para 2020 ainda não foi definida, mas devemos ver o filme preparado para disputar prêmios.

Anthony e Joe Russo | Cherry

Os irmãos Russo escreveram seu nome na história a se tornarem os homens de confiança do mega empresário Kevin Feige e da Marvel Studios. Podemos afirmar com certeza que, após a saída de Joss Whedon, os Russo foram responsáveis por construir o que temos hoje em matéria do MCU. Saídos do comando de filmes cômicos dispensáveis (vide Dois é Bom, Três é Demais, 2006), e séries humorísticas como Arrested Development e Comunity, os cineastas se reinventaram como diretores de blockbusters de ação e viraram queridos dos jovens e nerds de plantão por causa de filmes como Capitão América: O Soldado Invernal (2014), Guerra Civil (2016), Guerra Infinita (2018) e Vingadores: Ultimato (2019).

Depois de concluírem a mais recente fase na Marvel e ainda sem confirmação de um retorno a qualquer projeto da casa, os Russo lançam sua primeira obra original longe do MCU. Isto é, original no cinema, já que Cherry é baseado no livro de Nico Walker e narra uma história dramática recheada de adrenalina, sobre um médico do exército que se torna ladrão de banco a fim de acertar uma conta devido a seu vício de drogas desenvolvido. E quem vocês perguntam irá protagonizar o filme para os irmãos? Acertou quem disse o menino de ouro da casa, Tom ‘Homem-Aranha’ Holland. A data de estreia ainda não foi definida.

Spike Lee | Da 5 Bloods

Um dos maiores representantes do cinema racial negro nos EUA, Spike Lee se tornou uma verdadeira lenda incômoda do cinema de Hollywood, ainda no começo da década de 1980. No último ano de tal década, ele já entregava sua obra-prima, Faça a Coisa Certa (1989), dona de um grande fervor implícito em seu conteúdo. Polêmicos, Faça a Coisa Certa e Lee foram marginalizados e subestimados, trilha que o diretor seguiu por toda a sua carreira. Depois de alguns projetos pessoais no início, e de se envolver em certos escândalos em sua vida privada, Lee viu muitos de seus trabalhos recentes passarem longe dos radares – no Brasil muitos sequer chegando, ou sendo lançados direto em vídeo.

Mesmo assim, Spike Lee coleciona quatro indicações ao Oscar, e duas estatuetas, uma delas honorária. A outra o diretor ganhou ano passado, quando lançou o que é provavelmente o maior sucesso de carreira, misturando bem elogios da crítica e uma boa bilheteria. É claro que falamos de Infiltrado na Klan (2018), obra indicada para 6 Oscar, incluindo melhor filme, diretor, e vencedor de melhor roteiro adaptado, também para Lee. Este ano, o cineasta aposta numa guerra diferente, voltando no tempo para a época do Vietnã em Da 5 Bloods, que tem roteiro do próprio. Na trama, um grupo de veteranos de tal conflito volta para a floresta tentando recuperar a inocência que perderam. Chadwick Boseman, o Pantera Negra, é quem protagoniza. O filme ainda não definiu sua data de estreia, mas deve ser exibido antes em festivais pelo mundo.

Sofia Coppola | On the Rocks

Sofia Coppola é importante para a história do cinema pois é uma das únicas 5 mulheres do mundo a ter sido indicada na categoria de diretora no Oscar. Na verdade a terceira da história. Ou seja, um verdadeiro marco da sétima arte. Se levarmos em conta que ela o fez ainda em seus 33 anos de idade, a coisa fica ainda mais impressionante. Além da indicação como diretora, Coppola ainda tem uma indicação como produtora e a vitória como roteirista, todas pelo cultuado Encontros e Desencontros (2003). Seu último trabalho como diretora até então foi o remake de O Estranho que Nós Amamos (2017) – filme que passou relativamente em branco.

Em 2020, Sofia sai de suas férias de três anos para um novo filme protagonizado por seu “muso” Bill Murray. Na trama, escrita por ela mesmo, uma jovem mãe decide se reaproximar de seu pai, um playboy extravagante em uma aventura através de Nova York. Os melhores filmes de Sofia são os mais pessoais para ela. Assim, suas experiências reais em Encontros e Desencontros e Um Lugar Qualquer retratavam sua alienação na infância e juventude, sendo criada em quartos de hotéis e países estranhos a fim de acompanhar seu pai, o diretor Francis Ford Coppola. Aqui, como podemos perceber, ela volta a focar no relacionamento com o pai, agora em nova fase da vida para ambos. On the Rocks também ainda não possui data de estreia.

Edgar Wright | Last Night in Soho

Diretor inglês, o jovem de 45 anos se tornou um favorito dos fãs do cinema cult graças à chamada trilogia do Cornetto: Todo Mundo Quase Morto (2004), Chumbo Grosso (2007) e Heróis de Ressaca (2013) – filmes de terror/ficção/comédia/ação protagonizados por Simon Pegg e Nick Frost. Fora estes três famosos trabalhos, Wright ganharia um público mais abrangente com a adaptação dos quadrinhos Scott Pilgrim Contra o Mundo (2010) e o que é provavelmente seu filme mais lucrativo e celebrado, Em Ritmo de Fuga (Baby Driver, 2017).

Este ano, o cineasta irá apostar num gênero inédito em sua carreira, seu primeiro terror dramático declarado. Aparentemente, nada de gracinhas por aqui. Será? Protagonizado por Anya Taylor-Joy (A Bruxa) na pele de uma jovem apaixonada por moda e alta costura, a trama envolve viagem no tempo, quando ela se vê capaz de retornar para a Londres da década de 1960, onde conhece um ídolo. No entanto, esse período se mostrará pouco convidativo, e ela começará a presenciar estranhos eventos interligados com sua “dobra no tempo”. O filme está programado para o dia 24 de setembro no Brasil.

Jason Reitman | Ghostbusters: Mais Além

Filho de peixe…, Jason Reitman, filho do veterano Ivan Reitman, é um dos mais celebrados jovens diretores a ter surgido na última década, e com 42 anos de idade apenas e já 8 filmes de prestígio no currículo – além de 4 indicações ao Oscar – podemos afirmar que o sujeito é um verdadeiro prodígio. Em seu acervo cinematográfico, obras como Obrigado por Fumar (2005), Juno (2007), Amor Sem Escalas (2009), Jovens Adultos (2011) e o recente Tully (2018).

Os Caça-Fantasmas (1984) é um dos filmes mais queridos saídos da década de 1980, e da história do cinema entretenimento de forma geral. Até mesmo sua continuação bem abaixo do original, lançada em 1989, desenvolveu seguidores e fama de cult. Infelizmente, a tão sonhada terceira parte ficou décadas no limbo até a Sony desenvolver um projeto protagonizado por um quarteto de mulheres – o que é uma ideia ótima, porém, o resultado ficou muito aquém. Para tentar colocar a franquia nos eixos, ninguém melhor do que o filho talentoso do diretor original. Assim, Reitman tentará fazer direito, entregando uma digna passagem de bastão, dos antigos Caça-Fantasmas para uma nova geração. Ghostbusters: Mais Além estreia no dia 20 de agosto.

Ridley Scott | The Last Duel

Com uma carreira mais que sólida no cinema, iniciada ainda na década de 1970, o veterano Ridley Scott coleciona diversos hits em sua filmografia. Só no terreno da ficção, possui ícones como Alien e Blade Runner. Em matéria de filme adorado por todos os gostos, temos Gladiador (2000), por exemplo, seu longa mais famoso e prestigiado, vencedor de 5 Oscar incluindo melhor filme. Scott já foi indicado para 4 Oscar como diretor, mas o que falta na carreira deste monstro da sétima arte, de 82 anos, é uma estatueta da Academia para coroar sua obra.

Se sentindo nostálgico nos últimos anos, Scott retornou à suas obras celebradas de início de carreira. Primeiro, revisitou Alien (1979), seu segundo filme, duas vezes, com Prometheus (2012) e Alien Covenant (2017). Depois foi a vez de retornar ao universo de Replicantes e Caçadores de Androides em Blade Runner 2049 (2017), como produtor. Além destes, a continuação de Gladiador (?!) é anunciada. Particularmente, gostaria de ver o retorno de Tom Cruise ao mundo mágico de A Lenda (1985). Enquanto este dia não chega, ficamos com uma espécie de volta ao primeiro filme do diretor, Os Duelistas (1977) – sobre duelos de nobres na França de 1800.

Este ano, Scott finaliza The Last Duel, filme de tema idêntico – embora não uma refilmagem. Baseado no livro de Eric Jager, a obra tem adaptação de ninguém menos que a dupla Matt Damon e Ben Affleck, o primeiro que criam em colaboração desde o premiado Gênio Indomável. E assim como o filme Oscarizado de Gus Van Sant, Damon e Affleck também protagonizam aqui – num elenco que conta ainda com Adam Driver. Nem precisa dizer que é imperdível, certo? A estreia é no dia 25 de dezembro nos EUA, devendo chegar no resto do mundo em 2021.

Bônus:

Marco Dutra | Todos os Mortos

Não podíamos terminar a lista sem um diretor brasileiro, por isso resolvemos incluir um dos cineastas mais interessantes de nosso país em atividade. Dramas sociais, comédias românticas e escrachadas, e Favela Movies são ótimos, mas é preciso que invistamos em outros gêneros cinematográficos para abrir porta a uma produção mais heterogênea em nosso cinema. E Dutra pega geralmente este filão, se tornando um de nossos mais fortes representantes. Seus trabalhos são contundentes e não esquecem o conteúdo de crítica.

Em sua filmografia (geralmente em parceira com a amiga Juliana Rojas), o cineasta coleciona trabalhos exemplares como Quando Eu Era Vivo (2014), O Silêncio do Céu (2016) e o recente As Boas Maneiras (2017). Este ano, Dutra investe num drama sobre um tema que tem sido assunto de algumas produções nacionais de gênero, como o terror e o suspense: a hereditariedade da escravidão. Obras recentes como O Nó do Diabo (2018), de Ian Abé, e O Juízo (2019), escrito por Fernanda Torres e dirigido por Andrucha Waddington, abordaram o tema. Agora, é a vez de Dutra dar sua visão única, numa história passada em 1899, sobre a relação de duas famílias, uma negra e outra escravista. A data de estreia ainda não foi definida.

‘High School Musical’: Derek Hough entra para a 2ª temporada da série

As filmagens da 2ª temporada de High School Musical: O Musical: A Série’ já começaram e, segundo o DeadlineDerek Hough (Dancing with the Stars) foi elencado no próximo ciclo.

Hough dará vida a Zack, ex-namorado da Srta. Jenn (Kate Reinders). Zack é descrito como um ator charmoso, mas sorrateiro, que dá aula de teatro na North High – inimiga da East High.

A nova iteração terá como principal adaptação o clássico longa-metragem A Bela e a Fera.

Confira o anúncio:

O elenco é composto por Joshua Bassett (da série A Irmã do Meio), Olivia Rodrigo (‘Bizaardvark’), Kate Reinders (‘Modern Family’), Sofia Wylie (‘Andi Mack’), Matt Cornett (‘Bella e os Bulldogs’), Dara Renee’ (‘Sexta-Feira Muito Louca’), Julia Lester (‘Mom’), Frankie Rodriguez (‘Modern Family’) e Larry Saperstein.

A história segue um grupo de estudantes de teatro de East High que se reúnem para produzir uma peça de inverno. A série será em uma espécie de documentário, com os personagens contando e mostrando como anda o desenvolvimento da apresentação e todos os detalhes.

Os protagonistas serão Ricky e Nini. O garoto é descrito como um “namorado sarcástico” e a “estrela” da série. Quando Nini decide terminar com ele, o jovem, que acredita não ser bom em nada, se candidata para estrelar a peça da escola. Tudo faz parte do seu plano para reconquistar a amada.

O roteirista Tim Federle, conhecido por seu trabalho na animação O Touro Ferdinando, cuida do roteiro.

‘Avatar 2’: Stephen Lang fala sobre o retorno de seu personagem à sequência

Em entrevista ao The National, o ator Stephen Lang aproveitou o crescente hype de Avatar 2’ para comentar sobre o já inesperado e confirmado retorno de seu personagem, Coronel Miles Quaritch, para o panteão intergaláctico. Afinal, para aqueles que não se recordam, Quaritch foi morto no final do primeiro longa-metragem – deixando os fãs confusos sobre sua volta.

“É muito satisfatório saber que o personagem foi valorizado o bastante para causar algo [no diretor] James [Cameron] que o fizesse trazê-lo de volta. Isso, inicialmente, foi maravilhoso para mim. Meu trabalho é realmente vencer o papel que interpreto, então é satisfatório ter muito mais para descobrir sobre Quaritch, descobrir o que o faz tremer, falar sobre ele e desafiar expectativas que as pessoas têm sobre o personagem, criar novas expectativas. Estou trabalhando com uma tela muito maior que o primeiro Avatar“.

Anteriormente, o diretor James Cameron conversou com a Variety e deu detalhes sobre o desenvolvimento dos próximos filmes, garantindo aos fãs que a franquia irá decolar de vez.

O cineasta não fez cerimônia e decidiu revelar que as gravações de duas das sequências já foram finalizadas.

“De 2013 até agora, conseguimos projetar todo o universo de ‘Avatar‘ para as próximas quatro sequências. Escrevemos e terminamos os roteiros de todos os filmes. Já filmamos o segundo e o terceiro, e estamos finalizando a primeira parte do filme 4. E nós já terminamos quase todo o trabalho com os atores.”

Questionado sobre demora para o lançamento dos filmes, ele argumentou que grande parte da dificuldade foi realizar os processos digitais, que serão muito mais complexos do que um simples CGI.

“As pessoas realmente não entendem o planejamento e a complexidade desse processo. É como fazer dois filmes e meio de animação. Um grande filme de animação leva cerca de quatro anos para ser produzido… É como fazer um filme live action e outro usando apenas animação, é muito trabalhoso. Mas, se você fizer as contas, estamos dentro do cronograma previsto para dezembro de 2021.”

E agora que as filmagens deAvatar 2’ já terminaram, o público está ansioso para assistir um trailer ou qualquer material de divulgação da sequência, mas isso não deve acontecer tão cedo.

A informação foi revelada no perfil oficial da franquia no Twitter.

Quando um fã perguntou quando seria lançado o trailer, a resposta foi a seguinte:

“Infelizmente, nem tão cedo (desculpe!) Mas teremos muitas novidades para atrair os fãs até lá, como o jogo de celular que será lançado em 2020!”

Confira:

Para comemorar o fim das gravações, a equipe de produção compartilhou uma nova imagem dos bastidores da sequência.

“Terminaram as filmagens, nação Na’vi! 💙 É o nosso último dia de filmagens em 2019 e estamos comemorando com uma prévia. 👀 Confira esta foto do convés do Dragão Marinho, uma enorme nave-mãe que carrega uma série de outras embarcações nas sequências.”, diz a legenda.

Confira:

“Máquinas de ondas, chamas ardentes, e James Cameron com uma câmera 3D – apenas um dia normal no set das sequências de ‘Avatar’. Agradecemos ao produtor Jon Landau por capturar a imagem.”, diz a publicação.

Lembrando que Avatar 2’ tem estreia marcada para 17 de dezembro de 2021, atrasando um ano em seu lançamento. As outras continuações também tiveram que ser adiadas.

Avatar 3‘ estreia em dezembro de 2023, ‘Avatar 4‘ em 2025, e ‘Avatar 5‘ chega em 2027.

Zoe Saldana, Worthington, Sigourney Weaver e Stephen Lang retornarão.

Recentemente, foram divulgados os supostos títulos dos filmes, que podem ser alterados:

O que você achou dos títulos?

‘Aves de Rapina’ já arrecadou quase US$ 200 milhões mundialmente

Apesar da estreia abaixo das projeções, a adaptação de ‘Aves de Rapina‘ já arrecadou quase US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa acumula US$ 82.5 milhões. No mercado internacional, são US$ 113.2 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou US$ 195.7 milhões mundialmente.

O longa precisa alcançar a marca de US$250 milhões para que não dê prejuízo à Warner Bros. Vale lembrar que o filme ainda não foi lançado na China, então espera-se que a arrecadação possa ajudar a produção a recuperar o investimento.

Aves de Rapina‘ continua em exibição nos cinemas nacionais.

Crítica | Aves de Rapina – DC acerta novamente com filme divertido, colorido e cheio de vida

Já ouviu falar daquela sobre o policial, o passarinho, a psicótica e a princesa da máfia? Aves de Rapina é um conto deturpado contado pela própria Harley Quinn, e da única forma como Harley consegue contá-la. Quando o vilão mais narcisista e nefasto de Gotham City, Roman Sionis, e sua zelosa mão-direita, Zsasz, colocam o alvo em uma garota chamada Cass, a cidade vira de cabeça para baixo procurando por ela. Os caminhos de Harley, Caçadora, Canário Negro e Renee Montoya colidem um com o outro e o time não tem escolha a não ser derrubar Roman de seu pedestal.

O elenco conta com Margot Robbie (Arlequina), Mary Elizabeth Winstead (Caçadora), Jurnee Smollett-Bell (Canário Negro), Rosie Perez (Renee Montoya), Ella Jay Basco (Cassandra Cain), Ewan McGregor (Máscara Negra) e Chris Messina (Victor Zsasz).

 

‘The Way Back’: Drama com Ben Affleck decepciona nas bilheterias

O drama esportivo ‘The Way Back‘, estrelado por Ben Affleck, decepcionou nas bilheterias. O longa estreou abaixo das projeções nos EUA, com apenas US$ 8.5 milhões.

No mercado internacional, a produção arrecadou US$ 640 mil através de 14 mercados, totalizando uma estreia global de apenas US$ 9.1 milhões.

É um começo fraco para um longa orçado em mais de US$ 20 milhões, de acordo com o Box Office. O público que conferiu a produção, no entanto, parece ter gostado, dando-lhe a nota B+.

The Way Back‘ será lançado nos cinemas nacionais apenas no dia 24 de abril.

Gavin O’Connor (O Contador) dirige o longa-metragem.

Jack Cunningham já teve uma vida cheia de promessas. No colégio, ele era um fenômeno do basquete e tinha uma bolsa de estudos garantida para a faculdade. Entretanto, por razões desconhecidas, ele se afastou do esporte e comprometeu seu futuro. Agora, anos depois, Jack está em uma espiral depressiva, engatilhado por uma perda inenarrável e mergulhando ao alcoolismo – lhe custando o casamento e qualquer esperança para uma vida melhor.

Quando questionado se deseja retornar para suas raízes e se tornar técnico do time de basquete de sua antiga escola (que já viu dias melhores), ele relutantemente aceita. Jack, então, pode ter finalmente encontrado uma razão para confrontar os demônios que o destruíram.

Janina GavankarMichaela Watkins completam o elenco.

‘The Undoing’: Minissérie da HBO ganha novo trailer e data de estreia; Confira!

A HBO divulgou o novo trailer legendado da minissérie ‘The Undoing‘, estrelada pela Nicole Kidman.

A produção irá estrear no dia 10 de maio.

Criada por David E. Kelley, a produção é uma adaptação do livro ‘You Should Have Known‘, de Jean Hanff Korelitz.

A trama conta a história de uma conselheira de casamentos, Grace Sachs (Kidman), cuja vida vira de ponta cabeça nas vésperas do lançamento de seu primeiro livro. A trama ainda envolve o desaparecimento do marido de Grace, o que leva a uma série de descobertas que mudarão sua vida para sempre.

O elenco ainda conta com Hugh Grant, Noah Jupe, Donald Sutherlande Edgar Ramirez.

‘O Homem Invisível’ já arrecadou quase US$ 100 milhões mundialmente

Sucesso! Em menos de duas semanas, o reboot de ‘O Homem Invisível‘ já arrecadou quase US$ 100 milhões mundialmente.

Nos EUA, o longa acumula US$ 52.6 milhões. No mercado internacional, são US$ 45.6 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou US$ 98.2 milhões mundialmente.

Vale lembrar que ‘O Homem Invisível‘ custou apenas US$ 7 milhões e já pode ser considerado um dos maiores sucessos do ano.

Confira o trailer:

Escrita e dirigida por Leigh Whannell (‘Upgrade‘), a nova versão teve baixo orçamento e é descrita como “assustadora”.

O que você não pode ver pode te machucar. A vencedora do Emmy Elisabeth Moss (Nós‘The Handmaid’s Tale’) estrela em um conto moderno de obsessão inspirado pelos personagens clássicos do panteão da Universal Pictures.

Presa em uma violenta e controladora relação com um cientista brilhante, Cecilia Kass (Moss) escapa na calada da noite e desaparece, escondendo-se junto com sua irmã (Harriet Dyer) e seu amigo de infância (Aldis Hodge) e filha adolescente (Storm Reid). Mas quando seu ex abusivo (Oliver Jackson-Cohen) comete suicídio e lhe deixa uma generosa parte da fortuna, Cecilia começa a suspeitar que a morte foi forjada. À medida que uma série de coincidências arrepiantes se tornam muito letais, ameaçando a vida daqueles que ela ama, a sanidade de Cecilia começa a enganá-la – e ela desesperadamente tenta provar que está sendo caçada por alguém que ninguém pode ver.

O Homem Invisível‘ já tinha virado filme em 1933, com roteiro assinado por H.G. Wells, – também o autor do livro no qual a trama é baseada –, e acompanhou a história do Dr. Jack Griffin, cientista devotado que encontra uma maneira de ficar invisível, mas no processo se torna um assassino insano.

‘Dois Irmãos’ tem uma das PIORES estreias para uma animação da Pixar

Apesar de ter liderado as bilheterias, a nova animação da Pixar, ‘Dois Irmãos‘, estreou abaixo das expectativas, com US$ 40 milhões nos EUA – o que representa uma das PIORES estreias para uma animação da Pixar no país.

Especialistas apontam que o temor causado pelo coronavirus tenha ajudado a enfraquecer a estreia da animação nas bilheterias, levando a especular o impacto que outras grandes produções podem ter por causa do vírus.

No mercado internacional, o longa também teve uma performance abaixo do esperado, arrecadando apenas US$ 28 milhões através de 47 mercados (incluindo US$ 1.1 milhão no Brasil), totalizando uma estreia global de US$ 68 milhões.

A produção recebeu uma nota A- da audiência e conquistou os críticos, com 86% de aprovação no Rotten Tomatoes. Isso deve ajudar a animação a manter uma boa estabilidade nas próximas semanas.

O longa tem direção de Dan Scanlon e produção de Kori Rae, equipe responsável por ‘Universidade Monstros‘.

Num mundo encantado habitado por diversas criaturas mágicas como fadas, trolls e unicórnios, dois irmãos elfos tentam através da magia viver um último dia com o pai, falecido quando eram pequenos.

O elenco de vozes conta com Chris Pratt (‘Guardiões da Galáxia’), Tom Holland (‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’), Julia Louis-Dreyfus (‘Veep’) e Octavia Spencer (‘A Forma da Água’).

Dois Irmãos – Uma Jornada Fantástica‘ já está em exibição nos cinemas.

Já vimos Um Lugar Silencioso 2! Vem assistir nossas Primeiras Impressões…

O editor-chefe Renato Marafon viajou Nova York para assistir Um Lugar Silencioso 2 e as primeiras impressões já estão disponíveis para você.

Assista:

Assista nossas primeiras impressões:

O suspense chega aos cinemas brasileiros no dia 19 de março de 2020 – um dia antes da estreia nos EUA.

John Krasinski dirige. Detalhes sobre a trama estão sendo mantidos em segredo, mas a continuação deve responder algumas questões sobre a origem das criaturas e como os eventos apocalípticos aconteceram.

O novo filme contará com o retorno de Emily Blunt, Millicent Simmonds e Noah Jupe, além da introdução dos novatos Djimon Hounsou e Cillian Murphy.

’50 Tons de Liberdade’ estreia na Amazon Prime Video

O último capítulo da franquia ‘Cinquenta Tons de Cinza‘, intitulado ‘Cinquenta Tons de Liberdade‘, estreou no catálogo da Amazon Prime Video do Brasil.

Na trama, Christian e Ana agora são casados. No entanto, a vida de Ana é ameaçada quando seu ex-chefe, Jack Hyde, jura vingança por ser demitido da SIP. Elena também retorna para assombrar Christian e torna a vida do casal muito mais problemática.

Além disso, o longa ganhou um hilário trailer honesto, que satiriza a falta de química entre os atores e a construção da narrativa. O vídeo ainda brinca com o fato deste ser o último filme da saga, pontuando que a tortura da audiência acabou.

Confira:

O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em vídeo de Cinquenta Tons de Liberdade, último filme da trilogia soft porn.

Confira também nossa crítica em texto:

Crítica | Cinquenta Tons de Liberdade – conclusão da trilogia pseudo erótica é vazia e sem vida (Nota: 1.0)

James Foley (House Of Cards) dirige os dois últimos filmes da franquia, que foram filmados simultaneamente.

Niall Leonard, marido da autora E.L. James, é o responsável pelo roteiro.

Crítica | Cinquenta Tons Mais Escuros (Nota: 4.0)

 

‘A Bela e a Fera’: Live-action estreia na Amazon Prime Video

A Bela e a Fera‘, live-action da Disney estrelado por Emma Watson, já está disponível no catálogo da Amazon Prime Video Brasil.

A Amazon fechou contrato com a Disney para lançar todos os seus novos filmes por aqui, incluindo os já lançados remakes de ‘Aladdin‘ e ‘Dumbo‘.

Mundialmente, o longa arrecadou US$ 1,26 bilhão.

A atriz Emma Watson já pensa em uma sequência – saiba mais!

Assista nossa crítica:

‘A Bela e a Fera’ e ‘CORRA!’ lideram indicações ao MTV Movie Awards 2017 

Disney bate de frente com a Malásia e se recusa a cortar “cena gay” de ‘A Bela e a Fera’ 

‘A Bela e a Fera’ pode ganhar um filme derivado 

A nova versão de ‘A Bela e a Fera‘ conta a fantástica jornada de Bela (Emma Watson), uma jovem bela e brilhante que se torna prisioneira de uma fera malvada (Dan Stevens) em seu castelo. Apesar da terrível situação, Bela se torna amiga dos habitantes do castelo encantado e, por fim, aprende a ver além do exterior da Fera e descobre o coração e a alma de um príncipe.

Bill Condon, responsável pelos dois últimos filmes da ‘Saga Crepúsculo‘, dirige.  Stephen Chbosky, autor do livro ‘As Vantagens de Ser Invisível‘, roteiriza a adaptação para o cinema.

O filme já está em exibição nos cinemas nacionais.

Festival GRLS! 2020 | Linn da Quebrada, Gaby Amarantos e Ludmilla no primeiro dia do evento

Festival GRLS! 2020 teve início ontem, 07 de março, como forma de trazer ainda mais visibilidade à incrível presença das mulheres nacionais e internacionais nas diversas áreas culturais do entretenimento – confirmando a presença de nada menos que oito shows nesse final de semana.

E, levando em conta o teor político promovido pela Tickets 4 Fun e pelos parceiros do evento, era de se esperar que nomes ativos dentro da militância feminina, negra e LGBTQ+ despontassem como headliners da produção: além de inúmeras palestras e talks realizados no auditório do Memorial da América Latina (marcados pelos rostos de Astrid FontenelleAlessandra MundurukuLuana Xavier e os criadores da página Quebrando o Tabu), boa parte do local foi destinada às apresentações musicais.

Linn da Quebrada, ativista, cantora, compositora e atriz que ganhou fama em 2015, abriu o festival do modo mais potente e visceral possível, trazendo uma clareza necessária e realizando melódicos e ácidos discursos em prol da comunidade LGBTQ+ (destinando grande parte de suas letras às mulheres transsexuais e às travestis). Em meio a conjuntos provocativos e a um background expositório, Linn definitivamente deu as cartas do jogo, guiando-se pelo mote “um salve a todas as travestis presentes” em uma das primeiras tracks.

Mais do que isso, a artista trouxe uma sonoridade impecável e uma rendição espetacular, fazendo questão de honrar a cultura africana com ressonantes batuques atrelados, rasgando aplausos pelo que representa às minorias sociais. Os conhecidos instrumentais também foram compostos com sintetizadores e guitarras pontuais, pavimentando o caminho para Gaby Amarantos.

Amarantos teve o grande trabalho de lidar com uma plateia fria – mas sua borbulhante personalidade deu conta do recado ao lado do incrível grupo de dança conhecido como Turmalinas Negras e uma banda formada apenas de mulheres. Iniciando sua porção do evento com alguns de seus sucessos (incluindo “Cachaça de Jambu”“Ex My Love”, sempre exultando a cultura do Norte do país), ela superou a si mesma ao desconstruir letras de clássicos funks, além de trazer versões originais de divas nacionais.

Pabllo VittarElis ReginaMargareth Menezes foram alguns dos nomes que ganharam vida na potente e rouca voz da artista, bem como uma breve sample de “Run the World (Girls”, de Beyoncé. Com figurinos coloridos e cheios de vida, Amarantos definitivamente se valeu de atuações irretocáveis, críticas duras ao patriarcado e à condição da mulher numa retrógrada sociedade – além de mesclar rockbrega-funk, MPB, soft-pop e tantos outros estilos em pouco mais de sessenta minutos.

Substituindo Tierra WhackLudmilla foi confirmada de última hora no Festival, mas não falhou em mostrar que veio para animar a plateia. Aumentando consideravelmente o número de pessoas nas duas pistas do Memorial, a funkeira iniciou o show com famosas músicas – não deixando de fora a polêmica “Verdinha”, é claro -, além de ter ovacionado os fãs por cuidarem uns dos outros.

A cantora acrescentou uma camada a mais ao evento, com performances bastante sensuais e repletas de vocais incríveis – aproveitando o espaço para render-se à balada “Halo” com um toque brasileiro e para apresentar a dançante “Pulando na Pipoca”, parceria com Ivete Sangalo.

Crítica | Troco em Dobro – Ação da Netflix diverte, mas se perde em trama bagunçada

Mark Wahlberg continua na sua empreitada em fazer filmes de ação com um tom mais descontraído e encontra na Netflix um local ideal para isso. Com Troco em Dobro (Spenser Confidential, 2020), o ator protagoniza uma divertida e explosiva opção para os fãs de séries policiais e da franquia Velozes e Furiosos, com um longa que apoia em uma aventura sobre fazer a coisa certa, uma dupla de protagonistas com personalidades diferentes e que são forçados à trabalhar juntos, e claro, reviravoltas que movimentam a trama. 

Troco em Dobro se baseia nas figuras vistas na franquia de livros escritos pela dupla Robert B. Parker e Ace Atkins, e por mais que conte com uma história bem realista sempre há espaço para uma piração aqui e ali e um toque de grandiosidade desenfreada que é caraterística do gênero, e que aqui marca o novo filme do diretor Peter Berg que trabalha com Wahlberg mais uma vez, depois dos filmes O Dia do Atentado (2016) e 22 Milhas (2018). 

Foto: Netflix

Wahlberg é o grande destaque do elenco, e sua parceria tanto com Winston Duke e Alan Arkin é invejável. Comparado com outros dois filmes do diretor com o ator, Troco em Dobro é muito mais leve e tranquilo, trazendo os protagonistas abraçando o lado mais descompromissado e com uma veia mais cômica. 

Porém, Troco em Dobro esquece simplificar sua trama investigativa, e se embola ao longo do caminho ao não saber unir esse lado mais descontraído com a seriedade das questões policiais que o filme apresenta. Ao sair da prisão por ter batido no capitão Boylan (Michael Gaston), vemos Spenser (Wahlberg) de volta para a cidade de Boston onde precisa colocar sua vida em ordem agora que está finalmente livre. E com a ajuda do seu amigo, e treinador de boxe Henry (Alan Arkin, sempre hilário) e um novo (e para ele irritante!) colega de quarto chamado Hawk (Winston Duke), o ex-policial volta a investigar a trama de conspiração e corrupção que o fez ser preso da primeira vez. 

O roteiro tenta criar uma complexa e interligada história típica de seriados policiais, onde temos possíveis membros da máfia infiltrados na polícia de Boston, e é quase como se tivéssemos que escolher entre os personagens para saber quem fala a verdade, e quem mente. Escrito por Sean O’Keefe e Brian Helgeland, o roteiro cria essa aura de mistério sobre os personagens, mas que acaba apenas por entregar uma trama confusa e sem pé nem cabeça, em que tenta dar pistas sobre as verdadeiras intenções e motivações de cada um deles, seja uma frase solta no meio de uma conversa, um palito de dente caído no chão, ou ainda provas de uma câmera de segurança convenientemente na frente de um bar onde os vilões do filme se reúnem. 

Foto: Netflix

No final, Troco em Dobro se demonstra uma produção simples com uma roupagem de filme complexo. Claro, a trama se desenrola de uma forma fluída e as peças se encaixam certinho ao longo do caminho, mesmo que o sentimento que fique é já vimos isso antes em diversos momentos. Mas o bacana é ver Wahlberg interpretar novamente o papel do policial comum, mesmo que aqui, seu Spenser seja criado sem ter aquela aura de ser invencível como, por exemplo, o personagem de Keanu Reeves na franquia John Wick. 

De ‘Cassino Royale’ a ‘Sem Tempo para Morrer’ | Da pior à melhor canção original

A franquia 007 é uma das mais rentáveis e longevas da indústria cinematográfica, tendo iniciado ainda em 1962 com 007 contra o Satânico Dr. No’ e trazendo Sean Connery no papel principal. Quase seis décadas depois, caminhamos para a sexta geração de um dos agentes secretos mais famosos da história, com Daniel Craig voltando para seu último longa-metragem como o personagem.

Mais do que as competentes narrativas arquitetadas por realizadores e roteiristas de grande peso na esfera do entretenimento, as produções da icônica saga também é marcada por memoráveis (ou nem tanto) canções originais. E, seguindo os passos trilhados desde ‘Casino Royale’, Billie Eilish e o irmão Finneas O’Connell (vencedores do prêmio de Álbum do Ano no Grammy 2020) foram convidados pela própria produção do novo filme para criarem uma faixa promocional, intitulada “No Time To Die” (o título original de ‘Sem Tempo para Morrer’.

Por isso, o CinePOP resolveu criar uma singela matéria especial com o ranking de todas as músicas da franquia. Entretanto, iremos focar apenas nos filmes protagonizados por Craig, pois faremos uma outra lista inédita trazendo para você a nata de todos os artistas que já contribuíram para eternizar Bond nas telonas.

Confira:

  1. “Writing’s on the Wall”

Sam Smith pode até ter levado o Oscar para casa, mas não muda o fato de que a construção de “Writing’s on the Wall”, feita para 007 contra Spectre’ é blasé demais para ser relembrada (pelo menos não pelos motivos certos).

De fato, o respaldo instrumental conversa diretamente com a memorável e catártica trilha sonora, mas não o bastante. Na verdade, nada do que o artista imprime aqui é o bastante, rendendo-se a uma frustração descompensada que tenta desregular as fórmulas das baladas dramáticas e acaba criando uma pedante e vazia rendição.

  1. “Another Way to Die”

Este é um outro caso de tentativas falhas: as vozes deliberadamente contraditórias de Alicia Keys e Jack White resolveram se unir para pincelar 007 – Quantum of Solace’ com algo novo, há muito não visto em um pequeno nicho artístico que prezava mais pelo capricho orquestral que pela rebeldia irreverente de vanguardistas da música.

O resultado, intitulado “Another Way to Die”, é de uma risível ousadia que funciona melhor como um single avulso do que um complemento para trilha sonora. O rock alternativo, adornado com elementos do rock sinfônico, é insosso, nunca alcançando o que poderia e, dessa forma, nunca nos entregando o que promete.

  1. “No Time To Die”

Billie Eilish pode ter encontrado uma forma de conciliar sua única voz sussurrada e abafada com “bad guy” e outras incríveis canções, mas sua transição para o cinema falhou em quase tudo em que se propõe a fazer com “No Time To Die”, canção escrita para 007 – Sem Tempo para Morrer’.

Enquanto Finneas O’Connell trabalha com habilidade invejável, arquitetando uma mimética nostalgia cuja sonoridade é familiar o bastante para nos permitir terminar a faixa. Todavia, o restante das partes não converge para lugar nenhum, espalhando-se em diversas peças fragmentadas que não têm voz própria.

  1. “You Know My Name”

“You Know My Name” é, de fato, uma produção que não consegue envelhecer (e que não pretende por um bom tempo). Chris Cornell comanda a música-tema de 007 – Cassino Royale’ e faz jus ao título que o longa-metragem carrega de uma das melhores entradas de todas as franquias.

O rock-country delineado pelas poderosas notas é apenas um adendo aos belíssimo vocais do cantor, que variam de uma declamatória performance a um fry proposital, charmoso e inconfundível – erguendo-se com fluidez através de uma letra irretocável.

  1. “Skyfall”

Épico. Dramático. Perfeito.

Esses são alguns poucos adjetivos que conseguem descrever resumidamente a obra-prima sonora a que Adele deu vida em 2012. “Skyfall”, a teatral peça de 007 – Operação Skyfall’, foi merecedora de todos os prêmios que levou para casa (incluindo o Oscar de Melhor Canção Original), ainda mais por sua incrível coesão instrumental e por um liricismo recheado de metáforas próprias para o mundo detetivesco.

A performer, saindo de seu aclamado álbum ‘21’, mergulhou mais uma vez de cabeça no pop orquestral e forçou-se a atingir níveis vocais assustadoramente impecáveis, cujas notas oscilantes foram auxiliadas pela produção de seu colaborador, Paul Epworth.

‘De Volta para o Futuro 4’: Fãs criam abaixo-assinado exigindo a sequência

Os fãs estão cada vez mais surtados… Nos últimos meses, surgiram abaixo-assinados pedindo Danny DeVito como o novo intérprete do Wolverine e até mesmo Agostinho Carrara como personagem de ‘GTA 6‘.

Agora, os fãs de ‘De Volta Para o Futuro‘ publicaram no Change.org um pedido para que um 4º filme da franquia seja lançado.

“Assim como ‘Caça-Fantasmas‘ ganhará uma nova sequência conectada aos filmes originais, poderíamos ver isso acontecer com De Volta Para o Futuro? Robert Zemeckis, diretor da franquia, disse que não, mas Christopher Lloyd gostaria de ver um novo filme.”, diz parte da publicação.

Embora o diretor Robert Zemeckis tenha concluído a história da melhor forma no último filme, parece que os fãs não estão aceitando o fim da saga.

Por enquanto, o pedido é modesto e registrou apenas 150 assinaturas, mas espera-se que a campanha ganhe força pelos próximos dias.

Anteriormente, Christopher Lloyd revelou, mais uma vez, que retornaria para um quarto ‘De Volta para o Futuro‘.

“Um novo filme poderia trazer uma mensagem muito importante para o mundo todo, globalmente, sobre as mudanças climáticas e o efeito estufa. Eu voltaria sem pensar duas vezes. Seria muito legal incorporar o que está acontecendo no planeta à nostalgia do primeiro, segundo e terceiro filme”, afirmou em entrevista durante a Niagra Falls Comic Con.

“Eu ficaria muito feliz. Eu amaria voltar para o quarto filme, se eles conseguissem chegar com a ideia certa que expanda a mitologia e seja tão boa quanto a dos três primeiros. O maior desafio é fazer algo tão bom quanto os originais. Mais eu acho que um dia pode acontecer”, concluiu.

Robert Zemeckis, que dirigiu a trilogia, revelou que quarto o filme acontecerá “só por cima do cadáver dele”.

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