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‘Minha Mãe É Uma Peça 3’ passa ‘Tropa de Elite 2’ e é o 3º filme nacional mais visto da história

Minha Mãe É Uma Peça 3’ entrou em sua oitava semana em cartaz em 502 telas quebrando novos recordes.

O filme chegou ao total de 11.235.00 milhões de espectadores e acaba de passar à frente de ‘Tropa de Elite 2‘ no ranking dos longas brasileiros mais assistidos da HISTÓRIA DO CINEMA NACIONAL. Com o feito, a comédia ocupa o terceiro lugar na lista, atrás apenas de ‘Nada a Perder‘ e ‘Os Dez Mandamentos‘.

O filme estrelado por Paulo Gustavo se tornou também o longa de maior arrecadação da história do cinema brasileiro com renda acumulada de mais de R$ 175 milhões, segundo dados da FilmeB.

Confira os 10 filmes mais vistos do cinema nacional:

1. Nada a Perder – 11 944 985
2. Os Dez Mandamentos – O Filme – 11 305 479
3. Minha Mãe é uma Peça 3 – 11 235 000
4. Tropa de Elite 2 – 11 146 723
5. Dona Flor e Seus Dois Maridos – 10 735 524
6. Minha Mãe É Uma Peça 2 – 9 307 612
7. A Dama do Lotação – 1978 6 509 134
8. Se Eu Fosse Você 2 – 6 112 851
9. Nada a Perder 2 – 6 100 000
10. O Trapalhão nas Minas do Rei Salomão – 5 786 226

Assista nossa entrevista com Paulo Gustavo:

Protagonizado por Paulo Gustavo, ‘Minha Mãe É Uma Peça 3‘ traz novos personagens para deixar a mãe mais amada do Brasil com os bobes para o alto. Já não bastasse o namorado de Marcelina (Mariana Xavier) que parece ter poucas habilidades para ser pai, eis que surge Ana (Stella Maria Rodrigues), a sogra de Juliano (Rodrigo Pandolfo), que chega para atormentar a vida de todos. São tantas novidades que Hermínia vai parar em Los Angeles com Dona Lourdes (Malu Valle) para relaxar e também se redescobrir. Com direção de Susana Garcia, a comédia também tem no elenco Herson Capri, Samantha Schmütz, Alexandra Richter, Patrycia Travassos, Malu Valle, Lucas Cordeiro, Cadu Fávero e Bruno Bebianno.

‘Sonic’ tem cenas pós-créditos? CinePOP responde!

Sonic – O Filme’ já chegou nos cinemas de todo o Brasil e promete agradar tanto a nova geração quanto o público que se divertida com os vários games do personagem – levando-os a se perguntar se o longa-metragem tem alguma cena pós-créditos.

Agora, o CinePOP pode confirmar que a produção não tem apenas uma, e sim duas cenas pós-créditos. Entretanto, detalhes sobre as sequências não podem ser divulgados para evitar SPOILERS!

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, o grande astro Sonic revelou detalhes de seu primeiro filme, como foi atuar com Jim Carrey e ainda deu pistas sobre sua vida pessoal: comentou os rumores do affair com Taylor Swift e Jennifer Aniston.

A história gira em torno de Sonic enquanto ele tenta se adaptar à nova vida na Terra com seu novo melhor amigo humano, o policial Tom Wachowski (James Marsden). Sonic e Tom unem forças para tentar impedir que o vilão Dr. Robotnik (Jim Carrey) capture Sonic e use seus poderes para dominar a humanidade.

Ben Schwartz (‘Parks and Recreation’) dubla o Sonic. O elenco conta com Jim CarreyAdam Pally Neal McDonoughA direção é de Jeff Fowler.

Patrick Casey e Josh Miller assinam o roteiro. 

Lançado pela primeira vez em 1991, o game ‘Sonic‘ já vendeu mais de 360 milhões de cópias em diversos formatos.

Assista ao trailer:

‘Chick Fight’: Dominique Jackson e Fortune Feimster entram para nova comédia de ação

Segundo a VarietyFortune FeimsterDominique JacksonDulce Sloan entraram para o a nova comédia de ação intitulada ‘Chick Fight’.

O trio se junta aos previamente anunciados Malin AkermanBella ThorneAlec Baldwin.

A história gira em torno de uma mulher que lida com a morte de sua mãe, a descoberta de que seu pai é gay e a tragédia acidental que destrói sua cafeteria. Ela, então, se redescobre ao entrar para um clube de luta de mulheres.

Paul Leyden comanda a produção. Joseph Downey assina o roteiro, enquanto Akerman entra como produtora.

Feimster dará vida à líder do clube, enquanto Jackson será uma das lutadoras mais perigosas.

Nenhuma outra informação foi divulgada.

‘Aladdin 2’: Sequência não será baseada em ‘O Retorno de Jafar’

Aladdin‘ superou todas as expectativas e arrecadou US$ 1,048 bilhão nas bilheterias mundiais. Naturalmente, a Disney aproveitou o grandioso sucesso para dar sequência na versão live-action, confirmando que uma nova produção já está confirmada.

Mas ao contrário do que muitos esperavam, ‘Aladdin 2‘ não será baseado na animação ‘O Retorno de Jafar‘, que é a continuação direta da produção original.

De acordo com a revista Variety, novo capítulo em live-action será original e deve explorar o vasto universo de contos compilados no livro As Mil e uma Noites.

O portal The Hollywood Reporter foi ainda mais além e revelou que a Casa do Mickey até chegou a fazer uma reunião com um grupo de roteiristas a fim de fazer um brainstorm a respeito de quais histórias pertencentes à obra literária poderiam ser usadas como base para a sequência.

Vale ressaltar que no livro, algumas das fábulas mais famosas são As Sete Viagens de Sinbad e Ali Baba e os Quarenta Ladrões.

 

Também segundo o THR, os roteiristas John Gatins (‘O Voo’) e Andrea Berloff (‘Straight Outta Compton: A História do N.W.A.’) foram escolhidos para trabalharem no roteiro da sequência. Guy Ritchie retorna para a direção.

O estúdio também trará de volta o elenco principal, formado por Will Smith (Gênio), Mena Massoud (Aladdin), Naomi Scott (Jasmine) e Marwan Kenzari (Jafar).

Assista nossa crítica de ‘Aladdin‘:

Crítica | O Grito – Reboot do terror é criativo e possui grande apelo dramático

Terror Fragmentado

Há algum tempo os fãs do terror notam uma ruptura de estilo em suas queridas produções. Assim como em qualquer gênero, temos produções mais comerciais – miradas a um público maior – e obras mais intimistas, independentes, miradas a um público mais seleto – os chamados cinéfilos. Produções essas carinhosamente chamadas de filmes de “arte”. Seria algo como comer uma comida básica (que pode ser muito saborosa) ou um prato mais refinado – coisa que nem todo mundo gosta ou está disposto a experimentar.

Essa é a diferença entre as produções de James Wan, da Blumhouse, e de obras de gente como Robert Eggers, Ari Aster e David Robert Mitchell, por exemplo. Não tem nada de errado com quem prefere um tipo ao outro, quem gosta de ambos ou de nenhum (bem, de nenhum talvez tenha). Afinal são apenas preferências. A diferença entre tais obras, no entanto, é indiscutível. São obras planejadas e criadas com roteiros, narrativas e propostas distintas. E assim chegamos até este novo reboot da franquia O Grito.

O novo filme está mais para os citados “terror de arte” do que os filmes de shopping repletos de jumpscares. O que não significa que a obra não os possua. Notamos uma narrativa mais lenta, um processo de criação e desenvolvimento que não se apressa e aposta mais no clima, em atmosfera, atuações e dramaticidade dos eventos. É estranho ver tal roupagem para um longa desta franquia? Sim, pois não é esperado. Ao mesmo tempo, chega como novidade bem-vinda.

A franquia O Grito (ou The Gruge, o rancor) nasceu de uma nova onda de produções de terror japonesas, que ganharam repercussão fora de seu país de origem graças ao interesse de produtores americanos em refilmá-las nos EUA. O primeiro do novo lote foi O Chamado, e seguindo na esteira veio o Grito. A obra japonesa de 2002, foi refilmada em Hollywood em 2004 e trouxe a estrela da TV Sarah Michelle Gellar como protagonista. Além dela, como cicerone deste intercâmbio cultural estava um verdadeiro aficionado pelo gênero, o cineasta Sam Raimi (Evil Dead).

Dezesseis anos depois, e duas sequências que morreram na praia, Raimi volta a investir na ideia, desta vez apostando num clima mais sóbrio, num teor mais real e cru, e trazendo um elenco invejável para este tipo de produção. A versátil Andrea Riseborough (atriz sempre em busca de novos desafios) é quem protagoniza na pele da detetive Muldoon, personagem dona de seus próprios demônios internos, e quem conecta as três tramas dentro da narrativa fragmentada – outra aposta criativa e inusitada para o projeto. Além dela, dois indicados ao Oscar (Demián Bichir e Jacki Weaver) e um elenco estelar (Lin Shaye, Frankie Faison, William Sadler, John Cho e Betty Gilpin) desfilam em tela dando credibilidade a seus papeis.

O jovem cineasta Nicolas Pesce, um nome promissor, é quem cuida do roteiro e direção. O diretor investe de forma mais dedicada do que esperaríamos de um projeto deste, ou que de fato o longa merecia. Seu comprometimento eleva a obra a outro patamar, criando o melhor filme desta franquia. A ousadia na forma de se contar esta história é um de seus grandes atrativos. E o roteiro tenta fazer o que pode para apresentar novidade dentro deste argumento muito conhecido, sobre casas assombradas e maldições.

Outra curiosidade é que embora se trate de um reboot, ele não descarta as produções anteriores. Desta vez, a ação é trazida para o território norte-americano, mas ficamos sabendo da lenda em torno do “rancor” japonês, e como ele é levado para os EUA, como se fosse uma doença infecciosa, de lá da terra do sol nascente, assim conectando as histórias. Logo, dois jovens corretores são os primeiros a serem expostos à maldição, que segue sendo passada para todos os que entram em contato com ela.  O grau de visceralidade, de gore, e as cenas de violência e mortes intensas chocam. Mas O Grito não se prende a elas para vender seu produto, elas são apenas notas de rodapé, criadas longe de se tornarem detestáveis como em mais um torture porn.

O Grito é um terror diferenciado. Que cria uma interessante analogia com tragédias diárias as quais somos expostos e como lidamos com elas, tentando superá-las. Aborda depressão, loucura e suas consequências (principalmente no trecho com Lin Shaye) de forma mais responsável do que geralmente notamos em produções do tipo. A opção seguida para revigorar a ideia não poderia ser mais bem-vinda e aplicada. Intenção louvável dos envolvidos que talvez não seja apreciada pelos fãs de outro estilo de obras do gênero.

Além de ‘Para Todos os Garotos 2’, confira os filmes que estreiam em Fevereiro na Netflix

A comédia romântica ‘Para todos os garotos: P.S. ainda amo você estreou na Netflix, mas Fevereiro ainda guarda muitas novidades e filmes originais no Streaming. Nos próximos dias teremos o romance original ‘Por Lugares Incríveis‘, o filme de guerra ‘A Trincheira Infinita‘, entre outros.

Confira o que vem por aí no catálogo da Netflix!

Para todos os garotos: P.S. ainda amo você (12/2/2020)

Agora é oficial: Lara Jean e Peter são um casal. Eles só não esperavam que um outro destinatário das cartas de amor de Lara resolvesse entrar em cena.

Por Lugares Incríveis (28/2/2020)

Neste filme baseado no best-seller, dois adolescentes em transformação lidam juntos com suas feridas emocionais. Com Elle Fanning e Justice Smith.

A Trincheira Infinita (28/2/2020)

Com medo de retaliações, um espião da Guerra Civil Espanhola se esconde durante 33 anos. Baseado em fatos reais. Com Antonio de la Torre e Belén Cuesta.

Soldado anônimo (14/2/2020)

Ao invés de combates, este filme de guerra retrata os longos e solitários dias dos soldados e o senso de humor que desenvolvem para lidar com situações insuportáveis. Com Jake Gyllenhaal, Peter Sarsgaard, Jamie Foxx e direção de Sam Mendes. 

Fala Comigo (15/2/2020)

Um adolescente entediado liga para as pacientes de sua mãe psiquiatra em busca de emoção, mas acaba se envolvendo de verdade com uma delas. Com Denise Fraga.

Crítica | ‘Sonic – O Filme’ é nostalgia pura e um deleite para os fãs

Para aqueles que se lembram dos anos entre as décadas de 1990 e 2000, é bem provável que a companhia de videogames Sega tenha feito parte da infância de modo mais impactante que imaginamos. Afinal, a desenvolvedora é simplesmente a responsável por trazer a franquia Sonic à vida – criando uma narrativa divertida (e descoberta e redescoberta constantemente por fãs de jogos clássicos) que gira em torno de um ouriço antropomorfizado que luta contra o perigoso Doutor Eggman, um cientista maluco.

Desde 1991 até os dias de hoje, a trupe de personagens já apareceu em diversas produções, migrando para as telinhas um ano depois do lançamento, ganhando inúmeros especiais em longa-metragem e, finalmente, recebendo um tratamento em live-action que segue a onda das inúmeras releituras lançadas na última década. Aqui, a Paramount Pictures ficou a encargo de não apenas trazer esse enredo para os novos adultos que se recordam com facilidade de permanecer horas e horas na frente dos computadores pegando o máximo de anéis de ouro que conseguissem, mas também comprometendo-se a apresentar o icônico universo à nova geração – e o resultado é muito mais divertido e satisfatório do que esperávamos.

Depois de comentários controversos acerca do design do protagonista, Sonic – O Filme’ passou um pouco de seu orçamento original por uma boa causa; resgatando os elementos clássicos dos games em vez de permanecer atado a uma ideia que já havia se provado falha, o estúdio responsável pela adaptação deu voz ao público e não pensou duas vezes em respaldar seus desejos. Dessa forma – e alguns adiamentos depois -, a obra estava pronta e lapidada para chegar as telonas, delineando uma mitologia que, apesar de ter sido explorada em níveis superficiais, pavimenta um caminho interessante para futuras iterações (respaldadas por duas cenas pós-créditos que são um deleite aplaudível para qualquer um que tenha o mínimo de contato com os jogos).

A trama é centrada em Sonic (Ben Schwartz), um ouriço azul dotado de habilidades incríveis que o permitem correr numa velocidade imensurável. Sonic vive em uma dimensão alternativa e é obrigado a fugir para a Terra para escapar de forçar malignas cujo principal objetivo é capturá-lo e entender a fonte de seus poderes. Utilizando aros dourados que o permitem viajar entre os vários mundos que existem na vastidão do universo, ele acaba se isolando em Green Hills, uma pequena cidade do interior dos Estados Unidos, e constrói uma espécie de caverna, onde passa seus dias na mais pura solidão – e desenvolve uma relação platônica com o xerife Tom Wachowski (James Marsden) e sua família.

Como já podemos imaginar, a trama segue uma linearidade nostálgica o bastante para que os espectadores de diferentes idades tenham a oportunidade de se conectar com os personagens apresentados. Mais do que isso, o roteiro assinado por Pat Casey e Josh Miller nutre-se de uma temática conhecida que oscila entre explorações sobre exílio e sobre autoaceitação (não é à toa que Sonic prefira – ou acredite que tudo não passa de uma escolha – se isolar a ter qualquer contato humano). Entretanto, as coisas mudam quando o nosso adorável herói acaba liberando uma quantidade gigantesca de energia, provinda de sua frustração por estar por conta própria, e chama a atenção do governo norte-americano, que contrata a mente sórdida de Robotnik (Jim Carrey) para descobrir o que aconteceu.

Robotnik e Sonic funcionam como dois extremos de uma complexa linha que entrelaça cada uma das personas apresentadas. É claro que precisamos levar em consideração que o filme é destinado principalmente a um público mais jovem (o que suprime investidas mais profundas por parte da equipe criativa). De qualquer forma, o vilanesco cientista é perigoso justamente por sua instabilidade e por seu intelecto inigualável, o que acaba transformando-o em um valentão de jaleco preto cuja missão é conquistar o mundo. Sonic, por sua vez, percebe que precisa fugir (mesmo estando cansado disso), mas acaba cruzando caminho com Tom e perdendo sua única chance de escapar.

Mesmo perdendo um pouco a mão na transição do segundo para o terceiro ato, Jeff Fowler de fato nos surpreende ao comandar o vindouro projeto. Apesar de já ter trabalhado em certas produções cinematográficas e televisivas (ganhando uma indicação ao Oscar de Melhor Curta-Metragem Animado), é notável como o diretor imprimi sua própria perspectiva em uma narrativa que atravessa as gerações. Mais do que isso, sua estreia na esfera dos longas-metragens pura, simples ser sem simplista, conseguindo arquitetar sequências divertidas e recheadas de ação – algumas delas inclusive repaginando o estilo dos games em uma modernização interessante e muito bem-vinda.

Sonic – O Filme’ é uma obra surpreendente, cuja promessa em nos levar a um tempo que não voltará mais é cumprida em uma história coesa e emocionante. Mais do que isso, a iteração é movida por uma ingenuidade pueril que nos mantém entretidos do começo ao fim, unindo o novo e o saudosista em um lugar que exala um enérgico potencial.

‘Avenue 5’: Comédia espacial da HBO é renovada para a 2ª temporada!

Boas notícias para os fãs de sci-fi!

HBO anunciou hoje (13) que sua comédia espacial Avenue 5, de Armando Ianucci, foi renovada para a 2ª temporada.

O novo ciclo ainda não tem previsão de estreia.

A produção acompanha a viagem espacial turística da nave Avenue 5 que, acidentalmente, acaba saindo pela culatra e sofrendo sérios problemas em meio ao voo. Isolados no espaço, a tripulação de turistas e funcionários terão que encontrar um meio de sobreviver na imensidão do universo e continuar sua jornada de maneira segura. Só que achar a solução do problema não será tão fácil assim e o desespero dos personagens deve situações bem peculiares e boas risadas.

Avenue 5‘ é estrelada também por Josh Gad, Suzy Nakamura, Zach Woods, Rebecca Front, Nikki Amuka-Bird, Lenora Crichlow, Ethan Phillips e Himesh Patel.

A série tem lançamento marcado para o dia 19 de janeiro de 2020.

‘David Copperfield’: Adaptação com Dev Patel ganha novo trailer; Confira!

A adaptação do clássico de Charles Dickens, intitulada ‘The Personal History Of David Copperfield‘, ganhou um novo trailer oficial.

Confira:

Dirigida por Armando Iannucci, a produção conta a história de David Copperfield, um jovem que cresceu à margem da sociedade e gradativamente foi mostrando seu valor, em meio às adversidades e a uma família cheia de peripécias.

Além de conduzir a direção, Iannucci assina o roteiro do filme ao lado de Simon Blackwell.

The Personal History of David Copperfield‘ também é estrelado por Dev Patel, Hugh Laurie, Tilda Swinton e Paul Whitehouse.

Fox encomenda piloto de série sobre ‘Os Goonies’

Quase 35 anos após o lançamento do icônico filme ‘Os Goonies‘, dirigido por Richard Donner, a Amblin Television está trazendo de volta a franquia em forma de série.

O canal Fox encomendou o piloto de uma série que contará com um grupo de jovens aspirantes a cineastas, enquanto tentam recriar ‘Os Goonies‘ – cena por cena.

No drama, Stella Cooper retorna à sua cidade natal após fugir de um passado obscuro. Ela encontra inspiração, esperança e salvação quando concorda em ajudar três estudantes que estão realizando seus sonhos de fazer um remake incrivelmente ambicioso de… Os Goonies. Ao longo da temporada, sua paixão inspirará uma cidade inteira que está desesperada por esperança.

A série será escrita por Sarah Watson (‘Parenthood’), com Greg Motolla (‘Superbad – É Hoje’) assinando como diretor.

‘RuPaul’s Drag Race’: Nicki Minaj será jurada na 12ª temporada; Confira o novo trailer!

O VH1 divulgou o novo trailer da 12ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race All Stars‘.

Além disso, o canal divulgou a lista completa dos jurados da próxima temporada. Nicki Minaj participará o primeiro episódio, mas o novo ciclo ainda contará com Whoopi Goldberg, Alexandria Ocasio-Cortez, Chaka Khan, Robyn, Leslie Jones, Normani, Jeff Goldblum, Daisy Ridley, Thandie Newton, Olivia Munn, Rachel Bloom, Daniel Franzese, Jonathan Bennett e Winnie Harlow.

Confira o novo trailer:

A nova temporada irá estrear no dia 28 de fevereiro.

Conheça as novas Queens com as belíssimas imagens promocionais:

‘A Máscara de Ferro’: Jackie Chan enfrenta Arnold Schwarzenegger em trailer cheio de magia e aventura; Assista!

A Signature Entertainment divulgou o primeiro trailer de ‘A Máscara de Ferro‘, uma comédia de fantasia estrelada por Jackie Chan e Arnold Schwarzenegger.

Na sequência de ‘Império Proibido‘ (2014), Chan vive um mestre de artes marciais que tenta escapar de uma fortaleza britânica controlada por James Hook (Schwarzenegger), um rancoroso e impaciente militar.

No entanto, a trama é protagonizada por Jason Flemyng, que retorna como o viajante Jonathan Green em uma jornada da Rússia para a China enfrentando dragões, piratas, magia negra e criaturas fantásticas.

Assista:

Mais uma vez o herói se prepara para uma longa jornada cheia de aventuras incríveis que eventualmente o levarão à China. O cartógrafo enfrentará muitas descobertas de tirar o fôlego, encontrará criaturas bizarras, encontrará princesas chinesas e confrontará mestres mortais das artes marciais e o Rei Dragão.

Dirigido por Oleg Stepchenko, o filme também conta com Charles Dance, Rutger Hauer, Anna Yao e Luu Brothers.

Por enquanto, ainda não há previsão de estreia no Brasil.

‘The Good Fight’: 4ª temporada ganha data de estreia; Confira as primeiras imagens!

Season 4 -- Pictured: Christine Baranski as Diane Lockhart of the CBS All Access series THE GOOD FIGHT. Photo Cr: Patrick Harbron/CBS ©2018 CBS Interactive, Inc. All Rights Reserved.

A CBS All Access finalmente divulgou quando a 4ª temporada ‘The Good Fight‘ será lançada. O novo ano irá estrear no dia 9 de abril.

Confiras as primeiras imagens da nova temporada:

Criada por Michelle KingRobert KingPhil Alden Robinson, a série é um spin-off de ‘The Good Wife‘.

Crítica | The Good Fight: 2ª Temporada – mais agressivos do que nunca

A trama se passa um ano depois da série original e traz um escritório de advocacia na tentativa de livrar um jovem advogado de um escândalo que está abalando sua estrutura pessoal e profissional.

O elenco inclui Christine Baranski, Cush Jumbo, Delroy Lindo, Sarah Steele, Paul Guilfoyle, Bernadette PetersMichael Sheen e Erica Tazel.

‘Ray Donovan’: Ator indica que a série pode continuar após cancelamento

Através do seu Instagram, o astro Liev Schreiber deixou a entender que a série ‘Ray Donovan‘ pode continuar depois de ter sido cancelada pelo canal Showtime.

“Parece que suas vozes foram ouvidas. É muito cedo para dizer como ou quando, mas com um pouco sorte e o contínuo apoio de vocês, teremos mais ‘Ray Donovan’,” declarou o ator.

Infelizmente, mais detalhes não foram divulgados.

A série acompanha a vida do personagem titular (encarnado por Liev Schreiber), um homem que mantém uma agência com a função de dar um jeito nos problemas causados pelos ricos e famosos em Los Angeles. Enquanto lida com as neuroses das celebridades ele também precisa cuidar de sua família de origem irlandesa e cheia de problemas.

O elenco também inclui Jon Voight, Paula Malcomson, Kerris Dorsey, Devon Bagby, Eddie Marsan, Dash Mihok, Pooch Hall e Elliot Gould.

‘Aves de Rapina’: Novo vídeo destaca os estilos de luta da adaptação; Assista!

A Warner Bros divulgou um novo vídeo dos bastidores de ‘Aves de Rapina‘, destacando os estilos de luta da adaptação.

Confira:

De acordo com a Variety, projeções indicam que a adaptação precisa arrecadar pelo menos US$ 250 milhões para que Warner Bros não saia no prejuízo.

Orçado em US$ 95 milhões, o longa dirigido por Cathy Yan arrecadou apenas US$ 81,2 milhões pelo mundo em seu fim de semana de estreia e continua decepcionando, apesar das avaliações positivas.

Até o momento, o longa registrou US$ 85 milhões nas bilheterias mundiais, segundo o NY Times, e está longe de atingir os números necessários para trazer um retorno financeiro razoável.

Lembrando que o filme ainda não foi lançado na China, então espera-se que a arrecadação nas próximas semanas possa ajudar a produção a recuperar o investimento.

Mesmo assim, parece difícil que o longa consiga repetir o sucesso das últimas estreias baseadas nos quadrinhos da DC Comics, como ‘Coringa‘ (US$ 1,072 bilhão) e Aquaman (US$ 1,148 bilhão).

Aves de Rapina‘ continua em exibição nos cinemas nacionais.

Confira nossa crítica e as principais reações:

Crítica | Aves de Rapina – DC acerta novamente com filme divertido, colorido e cheio de vida

Já ouviu falar daquela sobre o policial, o passarinho, a psicótica e a princesa da máfia? Aves de Rapina é um conto deturpado contado pela própria Harley Quinn, e da única forma como Harley consegue contá-la. Quando o vilão mais narcisista e nefasto de Gotham City, Roman Sionis, e sua zelosa mão-direita, Zsasz, colocam o alvo em uma garota chamada Cass, a cidade vira de cabeça para baixo procurando por ela. Os caminhos de Harley, Caçadora, Canário Negro e Renee Montoya colidem um com o outro e o time não tem escolha a não ser derrubar Roman de seu pedestal.

O elenco conta com Margot Robbie (Arlequina), Mary Elizabeth Winstead (Caçadora), Jurnee Smollett-Bell (Canário Negro), Rosie Perez (Renee Montoya), Ella Jay Basco (Cassandra Cain), Ewan McGregor (Máscara Negra) e Chris Messina (Victor Zsasz).

 

Krysten Ritter viverá serial killer em nova série de comédia sombria

De acordo com o Deadline, Krysten Ritter (‘Jessica Jones‘) vai estrelar uma nova série de comédia de humor negro, ainda sem título, onde viverá uma serial killer.

A produção foi criada por Nahnatchka Khan, que já havia trabalhado com a atriz na comédia ‘Don’t Trust the B in Apartment 23‘.

O site afirma que a série uma não possui um “lar”, mas está sendo disputada por potenciais compradores, incluindo a Netflix, Amazon, Hulu, FX e HBO Max.

Angela LaManna (‘Channel Zero’) é responsável pelo roteiro, ao lado de Khan e Ritter.

Universal Television está por trás do projeto, que é baseado no livro ‘Serial Killer Anonymous‘, escrito por Charles Warady.

Na trama do livro:

“Existe um programa de 12 etapas para tudo: álcool, narcóticos, cocaína, comer demais, jogos de azar e até videogames. Mas este Programa de 12 Passos, em uma cabana escondida nas profundezas da floresta em Kentucky,  entre uma dúzia e vinte participantes, é particularmente incomum. Uma recaída de um membro do Serial Killers Anônimos geralmente significa que alguém que não é viciado morre. O serial killer é um viciado, perseguindo a emoção e a satisfação da matança. Quando esse sentimento passa, ele passa o resto da sua matança buscando a mesma emoção. Serial Killers Anônimos opera sob a premissa de que um programa espiritual é a única resposta e trabalha para esse grupo há mais de 30 anos.”

Novas informações devem sair em breve.

Crítica | Uncle Frank: Paul Bettany enfrenta a homofobia em belo drama familiar

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2020

O sentimento de pertencimento é uma das preciosidades mais almejadas pelo ser o humano. Ser aceito, amado e encorajado são elementos cruciais até mesmo para uma boa saúde emocional. E em um contexto contemporâneo onde nunca tivemos tantos casos de depressão, síndrome do pânico e ansiedade crônica, não é difícil dimensionar o impacto que a sensação de se ter um lar emotivo faz na vida de qualquer um. Mas enquanto os anos mais recentes têm sido marcados por discussões genuínas sobre representatividade e respeito à identidade de gênero, o passado revela um tempo muito mais sombrio, onde o diálogo e a mutualidade eram trocados por ambientes familiares tóxicos onde imperavam comportamentos machistas, racistas e homofóbicos. E fazendo um delicado e sofrido relato bem particular e intimista sobre esse último aspecto, Uncle Frank é um belo drama que explora – com muita sensibilidade – as graves consequência que o preconceito e a não aceitação podem acarretar na alma de alguém.

Em se tratando de originalidade, a produção dirigida e roteirizada por Alan Ball – vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Original por Beleza Americana, não emana ineditismo, mas nem por isso deixa de ser tão fundamental. Se aprofundando na raiz da homofobia dentro do seio familiar em uma época ainda mais conservadora, o longa não quer reinventar a roda, mas sim compartilhar um relato extremamente pessoal e até mesmo desconfortável para o cineasta. Como um homem gay e considerado uma das vozes mais ativas em prol dos direitos da comunidade LGBTQ+, ele faz de Uncle Frank um pedido de socorro representativo, que fala a plenos pulmões em nome de tantas vítimas do preconceito que foram rejeitadas tanto por seus pares, como pela própria sociedade.

Como alguém que parece recordar do seus tempos de juventude, Ball aborda a temática que explora com propriedade e pontualidade, vai até às últimas consequências em seu roteiro, exatamente para não apenas provar seu argumento, como também para confrontar a audiência e a forma como ela lida com as diferenças. Doce e frágil, seu roteiro enche os olhos de lágrimas, gera palpitações no coração e nos deixa com um pequeno sentimento de amargor, que é gradativamente adocicado quando as barreiras da homofobia são vencidas dentro do lugar onde o amor deveria exalar.

E aqui, Paul Bettany entra nessa atmosfera de vulnerabilidade emocional e entrega uma bela atuação interpretando Frank, um culto professor universitário que precisa esconder sua identidade de gênero para ser aceito e respeitado. Com uma conturbada relação com seu pai, ele terá que enfrentar seu maior medo ao descobrir que o repentino falecimento do patriarca veio com o inesperado anúncio de quem ele genuinamente é. Com seu maior temor agora descoberto pela família, ele terá que ficar frente a frente com todos, sujeitando-se ao julgamento mais doloroso, que pode fazer com que aquela sensação de pertencimento se dissipe de uma vez por todas.

O conflito de ser forçado a enfrentar a verdade diante de seus familiares não é o único pilar narrativo que estrutura a trama de Ball. Aqui, as consequências da rejeição do passado perseguem Frank, que para aprender a lidar com um tempo onde o diálogo era irredutível e como isso impactara em sua primeira descoberta amorosa, ele acaba se rendendo ao vício do álcool. E fazendo um contraste entre um passado mais antigo – provavelmente em meados dos anos 50 – e um mais recente – final dos anos 60 e início dos anos 70, a produção examina uma temática tão contemporânea por uma ótica mais arcaica, a fim de também salientar que os mesmos problemas de relacionamento e familiaridade de outrora permanecem atualmente. E embora seu relato se sustente em um conto do passado, Alan Ball genuinamente certifica a audiência de que, independente do tempo e da geração, há sempre algo novo que podemos aprender sobre respeito e aceitação.

Com uma direção simples que se destaca ao explorar com leveza e vigor a luz natural e os ambientes mais bucólicos, o drama ainda traz a atriz Sophia Lillis como uma personagem de apoio, que como uma âncora, ajuda a estabelecer uma identificação entre a audiência e o protagonista homônimo. E trazendo o que parece ser uma inspiração biográfica do próprio diretor, Uncle Frank é ainda uma reflexão sobre como o amor sacrificial pode romper barreiras.

‘The Green Knight’: Versão sombria da lenda do Rei Arthur ganha trailer; Assista!

A fantasia sombria ‘The Green Knight‘, novo filme arturiano da A24, ganhou seu primeiro trailer.

Confira:

David Lowery dirige a produção.

A história é uma reimaginação da clássica lenda de Gawain e o Cavaleiro Verde. O guerreiro em questão invadiu a corte de Rei Arthur, desafiando qualquer um dos membros da Távola Redonda a atacá-lo com seu machado – mas ele retornaria para devolver o golpe em um ano e um dia. Gawain aceita o desafio e corta a cabeça do Cavaleiro Verde. Ele, por sua vez, pega o próprio crânio decepado e diz, “até daqui um ano e um dia, Gawain”. Dessa forma, cabe ao jovem descobrir como manter sua parte do acordo sem perder a cabeça – literalmente.

Dev PatelAlicia VikanderJoel EdgertonBarry KeoghanSean HarrisKate DickieRalph Ineson estrelam.

The Green Knight será lançado no dia 29 de maio.

‘Operação Invasão’: Remake com Frank Grillo NÃO será mais um remake; Entenda!

De acordo com o Collider, o remake de ‘Operação Invasão‘, que estava sendo desenvolvido pelo cineasta Joe Carnahan (‘Perseguição‘), não será mais uma refilmagem, mas sim uma produção original.

Comparando o roteiro do novo filme com a versão original, o diretor afirmou:

“Só para constar, na versão que eu escrevi, eles não têm intenção de entrar no prédio. Eles acham que irão extrair esse cara. Então, toda a operação é ‘vamos pegar esse cara no trânsito’. Até que eles percebem ‘Eles não estão indo embora… nós teremos que entrar.”

Ele continua, “É um roteiro muito, muito diferente. É sobre dois irmãos. Zeno é o nome do personagem principal, que também é o novo título do filme.”

Agora, o longa será oficialmente intitulado ‘Zeno‘, e será estrelado por Frank Grillo.

“Nós somos donos do roteiro que escrevemos,” explicou o ator ao site. “Nós nos afastamos da XYZ Films, que tem os direitos do título da franquia, mas não do roteiro. Atualmente, estamos negociando com uma pessoa importante.”

Em ‘Operação Invasão‘, a história acompanha uma equipe de elite, que acaba presa em um prédio durante uma operação. Cercados pela gangue do traficante mais famoso da cidade, o grupo precisa enfrentar a missão mais difícil de suas carreiras para sair do local com vida.

‘O Último Guardião’: Trailer completo da 3ª temporada traz nova ameaça; Assista!

A Netflix divulgou o trailer da 3ª temporada da série ‘O Último Guardião‘ (The Protector).

Confira:

A terceira temporada será lançada na plataforma no dia 6 de março.

Com o retorno dos Imortais, Hakan e a Lealdade têm um desafio quase insuperável pela frente: impedir a destruição da cidade – e de todos os humanos.

O elenco inclui Çagatay Ulusoy, Ayça Aysin Turan, Hazar Ergüçlü e Okan Yalabik.