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‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’: Dois personagens foram CORTADOS da cena de abertura; Saiba mais!

Na sequência de abertura de ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘, Kylo Ren trava uma intensa batalha em um planeta não identificado. Em entrevista ao Kinowetter, no entanto, Domhnall Gleeson e Richard E. Grant confirmaram que seus personagens, General Hux e o Geral Pryde, teriam se juntado ao vilão na cena, mas suas participações foram cortadas da edição final.

“As cenas que nós não gravamos no estúdio foram cortadas,” revelou Gleeson. Completando o colega de elenco, Grant disse: “Sim, havia uma cena em que estávamos em uma batalha na floresta com Kylo Ren. Nossa participação foi cortada, então teremos que esperar pelo material bônus quando for lançado em vídeo.”

Lembrando que Star Wars: A Ascensão Skywalker’ já está em exibição nos cinemas nacionais.

Assista ao trailer:

O grandioso elenco conta com Daisy RidleyAdam DriverJohn BoyegaOscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall GleesonKelly Marie TranJoonas SuotamoBillie LoudNaomi AckieRichard E. GrantKery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.

‘The Witcher’: Designer revela a maior dificuldade em criar a armadura do Henry Cavill

Em entrevista à revista Episode, Tim Aslam, designer de figurino da série ‘The Witcher‘, falou sobre as dificuldades em criar uma armadura convincente para o protagonista Geralt de Rivia, que estivesse em equilíbrio com as expectativas dos fãs dos jogos e dos livros.

“Acho que a parte mais difícil foi criar o figurino do Geralt. Devido aos jogos, as expectativas sobre a caracterização do Geralt estavam altas. Além disso, há uma certa imagem de como o Geralt deveria se parecer para aqueles que leram os livros.”

Ele completa, “O desafio foi criar uma armadura convincente para o personagem. A armadura deveria dar ao Geralt um visual poderoso e perigoso, mas também permitir com que o Henry [Cavill] pudesse se mover livremente e realizar movimentos complexos que são requeridos pela série. Tive que alcançar esse equilíbrio.”

A primeira temporada já está disponível na Netflix!

Criada por Lauren Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.

Geralt de Rivia, um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 2ª temporada.

‘Dois Irmãos’: Nova animação da Pixar ganha cartaz internacional; Confira!

A animação ‘Dois Irmãos – Uma Jornada Fantástica‘ ganhou um novo cartaz, voltado para o mercado internacional.

Confira:

O longa tem direção de Dan Scanlon e produção de Kori Rae, equipe responsável por ‘Universidade Monstros‘.

Num mundo encantado habitado por diversas criaturas mágicas como fadas, trolls e unicórnios, dois irmãos elfos tentam através da magia viver um último dia com o pai, falecido quando eram pequenos.

O elenco de vozes conta com Chris Pratt (‘Guardiões da Galáxia’), Tom Holland (‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’), Julia Louis-Dreyfus (‘Veep’) e Octavia Spencer (‘A Forma da Água’).

Dois Irmãos – Uma Jornada Fantástica‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 5 de março.

‘A Jornada’: Ficção científica com Eva Green e Matt Dillon ganha trailer; Assista!

A ficção científica ‘A Jornada‘ (Proxima), estrelada por Eva Green, ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Dirigido por Alice Winocour, o elenco ainda conta com Matt DillonLars Eidinger.

Na trama, uma astronauta se prepara para uma missão de um ano a bordo da Estação Espacial Internacional.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 19 de Março.

‘Star Wars: The Clone Wars’ ganha HILÁRIO trailer honesto; Assista!

A animação ‘Star Wars: The Clone Wars‘ ganhou um trailer honesto hilário.

Confira:

Vale lembrar que a 7ª (e última) temporada será lançada em fevereiro de 2020.

Após a compra da Lucasfilm em 2012, a Disney encerrou a produção em sua 5ª temporada, mas a Netflix a resgatou para mais uma temporada, em 2014, mas acabou sendo interrompida sem previsão de retorno.

Com o lançamento da Disney+, foi confirmado que a série será concluída em sua 7ª temporada, com apenas 12 episódios.

Em julho, Filoni publicou em seu Twitter que está ansioso para que os fãs vejam o retorno da amada série, que chega às telinhas em dezembro, pela Disney +.

“Um ano atrás anunciamos o retorno de ‘The Clone Wars‘. Mal posso esperar para que vocês vejam o que eu vi.”, disse.

‘The Clone Wars’ é ambientada entre os eventos de Star Wars: O Ataque dos Clones’ e ‘Star Wars: A Vingança dos Sith’, reproduzindo as batalhas em que Anakin Skywalker e Obi-Wan Kenobi participaram, ao lado de novos personagens como Ahsoka Tano.

Um dos arcos mais marcantes da animação foi a sobrevivência de Darth Maul em seu duelo com Kenobi em ‘A Ameaça Fantasma‘, abandonando o título de ‘Darth’ e perseguindo uma vida de crime.

Também foi confirmado que o ator Ray Park voltou interpretar o personagem através de capyuta de movimentos para os novos episódios.

‘Crise nas Infinitas Terras’: Heróis se unem no trailer da última parte do crossover

A CW divulgou o trailer da última parte do crossover ‘Crise nas Infinitas Terras‘.

Confira:

Unindo ‘Arrow‘, ‘The Flash‘, ‘Legends of Tomorrow‘, ‘Batwoman‘ e ‘Supergirl‘, o crossover ‘Crise nas Infinitas Terras‘ terá cinco horas de duração.

Vale lembrar que o crossover será concluído no dia 14 de janeiro.

‘Rick e Morty’: 5 primeiros episódios da 4ª temporada já estão disponíveis na Netflix!

A Netflix lançou em sua plataforma os cinco primeiros episódios da 4ª temporada da série animada ‘Rick and Morty‘.

Ainda não se sabe os próximos episódios serão lançados semanalmente, mas também devem chegar ao streaming em breve.

Confira o trailer:

A série foi criada pela dupla Dan Harmon e Justin Roiland.

A trama gira em torno das aventuras perigosas de Rick, um cientista gênio alcoólatra, e Morty, seu neto aparentemente ingênuo, que graças as viagens interdimensionais com seu avô começa a perceber o quão complexo o mundo a sua volta pode ser e o quão desastrosas as relações de causa e efeito podem ficar.

O elenco conta com as vozes de Justin Roiland, Chris Parnell, Spencer Grammer e Sarah Chalke.

Vale lembrar que a animação já está renovada para outros ciclos, em um acordo que garante mais 70 episódios inéditos à produção.

‘Perdidos no Espaço’: 2ª temporada já está disponível na Netflix!

A 2ª temporada da série Perdidos no Espaço‘ (Lost in Space) já estreou na Netflix! Todos os episódios da nova temporada já estão disponíveis no serviço de streaming.

Confira o trailer:

Criada por Matt Sazama, Burk Sharpless e Irwin Allen, a série é um reboot da popular série homônima de ficção científica lançada nos anos 60.

No ano de 2046, a família Robinson e sua nave espacial Jupiter 2 caem em um planeta desconhecido. A anos luz do seu destino e rodeada por aliens, a família será forçada a se manter unida em um momento de crise enquanto lidam com seus próprios problemas internos.

O elenco inclui Molly Parker, Toby Stephens, Maxwell Jenkins, Taylor Russell, Mina Sundwall, Ignacio Serricchio e Parker Posey.

Star Wars | Do Pior ao Melhor – Incluindo ‘A Ascensão Skywalker’

Ninguém imaginava, nem mesmo o criado George Lucas, que aquela ficção científica misturada com aventura de matinê, uma aposta pra lá de arriscada, continuaria rendendo (muitos) frutos mais de quarenta anos depois de sua estreia. Star Wars (1977) se tornou um verdadeiro fenômeno, o segundo blockbuster da história – atrás somente de Tubarão (1975). Hoje em dia é difícil mensurarmos o que foi pra época, já que se olharmos para uma esquina vemos um blockbuster.

Transformado num produto muito rentável e numa franquia multi milionária, Star Wars continua a render frutos até hoje. Em 2019, foi a vez de A Ascensão Skywalker chegar aos cinemas, o quinto filme a estrear com a marca da série, desde 2015, após a compra da Disney – entregando anualmente uma nova obra. Star Wars como nunca anteriormente desperta a paixão dos fãs, seja para o bem ou para o mal – muito devido a voz que todos ganharam para dizer o que querem na internet.

Em homenagem ao novo e polêmico (como não podia deixar de ser) episódio da maior franquia do cinema, o CinePOP resolveu criar uma nova lista do zero, ranqueando todos os filmes com o selo Star Wars. Sem mais delongas, vem conhecer.

11) A Ameaça Fantasma (1999)

O Episódio I não é um bom filme. Mas de uma coisa ele pode se gabar: foi um dos filmes de maior hype da história do cinema. Tudo porque estávamos há 16 anos sem um exemplar da franquia – então uma trilogia fechadinha, sem planos para novos episódios. Lembro como se fosse hoje do primeiro trailer divulgado e a empolgação que causou ao podermos vislumbrar o encontro do menino Anakin com seu futuro mestre Obi Wan. Os efeitos especiais também surgiam de forma aprimorada – e essa é uma história que necessita deles. Ah, não podemos esquecer do vilão Dath Maul, dono de um visual bacana e pronto para ficar lado a lado com Dath Vader na nova trilogia como figura icônica. Assim pensávamos.

Hoje, vinte anos após seu lançamento, tudo o que conseguimos destacar no Episódio I é a batalha final, que segue sendo muito bem orquestrada e digna de animação. Hoje, infelizmente vemos mais defeitos do que acertos. Como ponto positivo em relação à sua trilogia, este é o que menos fez uso de efeitos especiais, telas verde e artificialidade. Ainda era possível sentir o clima de Star Wars aqui, ao contrário dos episódios que viriam na trilogia. Mas então porque este é o pior? Bem, como dito, os elogios terminam por aqui.

Para começar, Lucas quis reinventar a Força como algo genético, presente em seu sangue (DNA) ao contrário do que sempre representou a toda uma geração: fé e espiritualidade, alcançadas por qualquer um. Ah, sim, traz o boneco bobo Jar Jar Binks, que infantilizou Star Wars (mais do que qualquer Ewok havia feito). O menino Jake Lloyd é muito ruinzinho (e até se aposentou). E a trama política sobre tratados de fronteiras não era o que o público queria ver. Ou seja, A Ameaça Fantasma é adulta e infantil ao mesmo tempo, nunca acertando num tom. Até mesmo as corridas de pod, enaltecidas como um dos pontos altos outrora, ficou datada.

10) A Ascensão Skywalker (2019)

Essa foi uma decisão difícil. Mas para além de nossa opinião, contamos com a ajuda dos críticos de forma geral e também com a opinião do grande público. Realmente fico em dúvida, pois não gosto nada da segunda trilogia. Todos os filmes da segunda trilogia são descartáveis em minha opinião (blockbusters desalmados e mal produzidos). Porém, infelizmente, não posso dizer que o Episódio IX seja diferente. E pior, deixa a peteca de uma trilogia tão legal e promissora cair.

J.J. Abrams tinha começado aqui de forma tão entusiasmada, entregando O Despertar da Força, um filme que faz jus à trilogia original. Cheio de homenagens, mas se sustentando por conta própria, o Episódio VII criou um novo lote de personagens memoráveis e diversas perguntas a serem respondidas ao longo dos outros filmes. Sejamos justos, no entanto, muito do resultado deste filme se deve à negatividade obtida por Os Últimos Jedi, um filme injustiçado. O resultado do Episódio VIII moldou diretamente esta conclusão – que terminou se tornando um filme sem identidade, um produto criado meramente para salvar a franquia no gosto dos fãs – resultando em desespero.

Sabe aquele fim de novela no qual os autores entregam direitinho o que o público deseja, sem qualquer surpresa. No fim das contas, terminamos com a sensação de falta de tempero, algo sem graça mesmo. E esta é a melhor definição para este novo longa. As perguntas ficam sem explicação, ou possuem uma resolução fácil. Digna de folhetim mesmo. Personagens reaparecem sem qualquer contexto, tirados da cartola só para pegar pela nostalgia. Da mesma forma que surgem, se vão, sem conseguir deixar qualquer impressão em nós. Só deixam a saudade do que foram um dia.

09) O Ataque dos Clones (2002)

Como dito, é muito difícil defender esta trilogia. E existe um debate interno sobre qual de fato seja o pior, este ou o Episódio I. Aqui, George Lucas decide se tornar romântico e fazer seu filme de amor passado no universo Star Wars. O problema é que ele mesmo afirmou que não sabe escrever diálogos, então a paquera fica soando como aquele adolescente virgem em seu primeiro encontro. Que diabos foi aquele papo da areia? As frases de efeito usadas como flerte causam vergonha a qualquer autor de livros de conquistas.

Hayden Christensen talvez seja o pior ator em atividade em Hollywood. Se formos olhar pelo lado de que ele encaixa como perfeição na pele de uma versão adulta de Jake Lloyd (igualmente um ator limitado), talvez Lucas tenha acertado. O que não melhora o caso para o filme. Sim, temos Christopher Lee, e é sempre bom vê-lo em tela. Mas foi aqui também que a trilogia ficava maior e mais artificial. Temos até o Yoda digital com pó de mico na cueca saltitando de um lado para o outro. Ridículo. A força não exige lutas físicas, ela vai além. Lucas desaprende o que foi mostrado na trilogia original em prol de vendas de bonecos e games para a garotada.

Mas então quais são os atrativos aqui? Talvez o visual, a nostalgia. É definitivamente um Star Wars para a geração da época. Não é mais a minha geração. Todo o lance dos clones é legal. A expansão do universo. A criação dos mundos. Natalie Portman e Ewan McGregor continuam empenhados. E até existe certo suspense na trama. Alguns momentos legais envolvendo o caçador de recompensas mais querido da galáxia, ou seu pai Jango Fett – que mesmo subconscientemente ajudou a impulsionar o atual Mandaloriano.

08) Han Solo: Uma História Star Wars (2018)

Tudo bem, esta era uma história que ninguém havia pedido. O passado do pirata espacial Han Solo ficava melhor na imaginação do público. Mas é preciso levar em conta que vivemos numa era onde a imaginação é cada vez mais escassa e empresas ganham em cima do que o espectador quer ver mastigado. A segunda trilogia também foi fruto disso. De tempos em tempos, no entanto, filmes que ninguém pediu se tornam produções cinematográficas fantásticas. É só ver o caso com Coringa.

Outra pedra no sapato aqui foi a demissão dos criativos Phil Lord e Christopher Miller, que elevariam o jogo a todo um novo patamar, entregando provavelmente o filme mais fora da caixinha para um produto Star Wars na história. Mais uma vez apostando no seguro, e com mais medo de desagradar do que vontade de agradar, os produtores de Star Wars tiraram os cineastas de cena, e optaram pelo mais conservador Ron Howard. O Resultado? Um filme que ninguém consegue lembrar.

Alden Ehrenreich até que se esforça em seu retrato do charmoso canalha, mas este não é o Han Solo que conhecemos. Nem a presença dos talentosos Emilia Clarke e Donald Glover como Lando são o suficiente para salvar tudo da apatia.

07) A Vingança dos Sith (2005)

O último episódio da segunda trilogia, considerada a pior dentre as três. Bem, isso é algo unânime. Outra unanimidade é que este é o melhor exemplar desta trilogia. Por mais que não goste destes filmes, preciso admitir que esta afirmação é verdadeira. Aqui continuamos a ter os mesmos problemas. Mas também temos um apelo maior aos fãs.

É neste episódio que tudo se encaixa para ganhar a forma que conhecemos. Outra coisa que deve ser dita é que o Episódio III consegue concluir de forma melhor sua trilogia do que A Ascensão Skywalker fez. Aqui é onde Anakin se torna Darth Vader, tempos o Imperador Palpatine assumindo seu cargo de maior vilão da franquia, a morte de Padmé, o nascimento de Luke e Leia, e por aí vai. É muito fan service num único filme. É exatamente o que os fãs querem. É também o mais sombrio dos três, embora a canastrice nas atuações diminua um pouco o impacto que a obra poderia ter. Ian McDiarmid, por exemplo, está deliciosamente ruim em seu retrato exagerado e cartunesco de Palpatine. De fato, esta trilogia soa mais como um desenho animado do que como um filme. Pegando por comparação, J.J. Abrams soube criar uma atmosfera muito mais sóbria e sombria em torno do personagem em A Ascensão Skywalker, mesmo com o desenvolvimento de uma porta.

06) Rogue One – Uma História Star Wars (2016)

Um dos episódios mais adorados pelos fãs, este filme se encontra encaixado entre os episódios III e IV. Precisava existir? Também não. Mas o que entregou foi um dos capítulos mais sérios da franquia. O longa também passou por refilmagens e assustou os fãs, mas aqui o resultado se mostrou positivo. Rogue One é único dentro da série que consegue funcionar sem qualquer apelo cômico, marca registrada do universo. Bem, quase nenhum, já que temos o robô figura K-2SO.

Rogue One possui forte teor dramático. É um filme de guerra, que foca num esquadrão suicida. Por entregar um tom diferente de tudo (muitas vezes parecendo não pertencer à franquia), Rogue One despertou a paixão de fãs novos e antigos. Mesmo que os personagens não sejam tão carismáticos quanto os da nova trilogia, eles funcionam dentro desta narrativa. Ah, sim. E não podemos esquecer do clímax, possivelmente o mais nervoso da saga, apresentando o Darth Vader definitivo!

05) Os Últimos Jedi (2017)

O que dizer deste filme que já não tenha sido dito. Rian Johnson tentou algo diferente. No caminho terminou por alterar algumas coisas apresentadas no capítulo anterior e retratou personagens de forma inesperada, o que terminou por broxar grande parte dos fãs. Falemos o português claro: a representação de Luke Skywalker não caiu no gosto de muitos. Esperava-se um Luke heroico, um mestre nos moldes de Obi Wan. Não foi isso que ganhamos com o personagem, agora envelhecido e bebedor de leite verde.

Tudo bem, nem tudo funciona. O trecho no planeta cassino é enfadonho e podia ser eliminado do longa sem alterar em nada seu andamento. O interesse amoroso de Finn, que o libertaria da friendzone de Rey, também não deu certo, e a atriz Kelly Marie Tran chegou ao absurdo de ser hostilizada pelos bebês chorões, digo, fãs. Os Últimos Jedi demora a engatar, mas quando de fato engata, pega fogo. A relação de Kylo e Rey é aprimorada, incluindo boas ideias nunca apresentadas (ou não desta forma), como uma espécie de teletransporte relacionado ao elo mental dos dois.

O desfecho envolvendo Luke é alucinante, mesmo para os detratores. Ame ou Odeie, o Episódio VIII tirou Star Wars dos eixos, fazendo os produtores arrancarem os cabelos, o público se dividir e os críticos aplaudir.

04) O Retorno de Jedi (1983)

O fim da trilogia original. É difícil a terceira parte de uma trilogia (pensada de forma independente) ser o melhor dos três, ou sequer ser tão bom quanto os antecessores. Na história do cinema não costuma acontecer. E foi verdade também com Star Wars. O que não diminui em nada seu resultado. Na minha infância era o preferido. A cena do resgate de Han no palácio de Jabba era um prato cheio para crianças da minha geração. Este trecho resume bem o que significa Star Wars: ação, suspense e magia.

Sim, temos os Ewoks. Mas eles não são nem de longe tão nocivos quanto os gungans. A sequência nos domínios dos ursinhos é até legal, vai. Quando precisam comer sua comida, e confundem C3PO com um Deus. Puro anos 1980. Puro Star Wars.  Ah sim, a conclusão é a mais emocionante de todas as terceiras partes. A Ascensão Skywalker foi a mais broxante. E a Vingança dos Sith, a pseudo sombria. O Retorno de Jedi segue como exemplo de como encerrar uma trilogia de Star Wars: com muita festa, fantasmas de entes queridos e lágrimas de felicidade.

03) O Despertar da Força (2015)

Polêmica à vista. Sim, o Episódio VII é um dos melhores da franquia. O terceiro melhor. Lembro a sensação que tive ao ouvir a música tema de John Williams novamente combinada às letras amarelas subindo na tela, com o texto nos informando em que pé se encontra a saga espacial mais amada do cinema. Era a magia associada à sétima arte, voltando com força e fazendo ser criança de novo.

Era a sensação de estar fazendo Star Wars certo, dez anos depois de A Vingança dos Sith. E quanto aos personagens? Han, Chewie, Leia, os droids e Luke, todos de volta! Junto a eles, uma gama de novos personagens carismáticos e riquíssimos. Todos ajudando a expandir este universo. Uma catadora de lixo encantadora, repleta de Força. Um stormtrooper renegado. Um exímio e arrogante piloto. Um novo robozinho que roubava a cena. Um vilão que representava bem a geração “leite com pera”. Tudo estava no lugar.

Ao final, inúmeras teorias começavam a tomar forma. Era a febre de Star Wars voltando com tudo. Ao contrário dos sentimentos que os episódios consequentes fizeram aflorar, a empolgação com o final de O Despertar da Força fez todos sonharem com as possibilidades.

02) Uma Nova Esperança (1977)

O começo de tudo. A redefinição do cinema para toda uma geração. Pro bem ou pro mal, o cinema virava um produto. Se fundia com outras indústrias, se transformava em brinquedos e vídeo games. Virava todo tipo de mercadoria, de lancheiras, a lençóis e camisas. Star Wars impactou o mundo de forma sem precedentes. As pessoas voltavam para ver o filme de forma consecutiva. Era a magia iniciando e atingindo ao mesmo tempo seu ápice. Uma aventura passada nos confins do universo, onde a imaginação não tinha limites. Era um sonho sonhado para nós. A diferença é que estávamos acordados.

01) O Império Contra-Ataca (1980)

Um dos mais notórios casos onde a continuação supera seu original. A primeira sequência de Star Wars aumentou as apostas em diversos quesitos. Fez o vilão Darth Vader entrar de vez para o hall dos antagonistas do cinema. Além disso, introduziu o verdadeiro vilão da franquia, o Imperador Palpatine. Alguém mais terrível do que o inimigo que adorávamos odiar.

A história mais sombria, cenas mais eletrizantes, conceitos aprimorados, universo expandido. O Episódio V é uma aula de cinema. De como subverter o apresentado no filme original, e jogar com nossas expectativas. Introduz Lando, o amigo traidor. Oficializa o romance truculento entre a Princesa Leia e o malandro Han Solo. Joga os heróis no chão, os destruindo. Afinal, o desafio precisa ser maior para ser superado pelos heróis. Mas nada disso seria possível sem humanidade. E o acerto é justamente esse quando numa das cenas mais antológicas do cinema, Vader revela ser o pai de Luke – o que ainda hoje causa espanto e horror à crianças pelo mundo (é só procurar online vídeos que os pais mostram a revelação às suas crias).

Isso porque nem mencionamos o retorno de Obi Wan como fantasma e o treinamento de Luke com Yoda. Uma das grandes obras-primas do cinema. Não à toa se mantém como número 14 entre os melhores filmes já produzidos pela sétima arte. Ah, e para os millennials que cogitam ficar em dúvida sobre o posto deste filme em relação ao seu favorito (Rogue One), vale dizer apenas uma frase. Parem, vocês estão errados.

Bônus:

The Mandalorian (2019)

Ainda inédita no Brasil, esta é a primeira série em live-action levando o selo de Star Wars, na fase Disney. Aqui o foco é no caçador de recompensa vivido pelo ótimo Pedro Pascal. A série se comporta como um western espacial e já desperta paixão do fãs, além de elogios da imprensa especializada. Enquanto a plataforma de streaming Disney+ não chega ao Brasil, o público precisa se contentar com os downloads ilegais na internet, para poder conferir o elogiado programa. Ah sim, temos o boneco que se tornou sinônimo dos memes de fofura, o baby Yoda.

Menções Honrosas & Desonrosas

Caravana da Coragem – Uma Aventura Ewok (1984)

Muito antes de Rogue One, um derivado de Star Wars era lançado, no ano seguinte de O Retorno de Jedi. Aproveitando a popularidade dos ursinhos engraçadinhos Ewoks – acredite! – era lançado este longa, que se passava no mesmo universo de Luke, Leia e Darth Vader. Na trama, alguns Ewoks concordam em ajudar um casal de irmãos pequenos em uma jornada para resgatar seus pais de terríveis criaturas e perigos.

A Batalha de Endor (1985)

Como se não bastasse um derivado dos Ewoks, o que dizem de dois. Sim, uma sequência foi feita para o filme acima. Imagine se A Ameaça Fantasma tivesse sido lançado na década de 1980, poderíamos ter filmes do Jar Jar Binks. Irrrrrg. Aqui, os ursinhos fofuchos enfrentam novos desafios, como uma bruxa (!?). Tudo é claro produzido e com o selo do tio George Lucas de qualidade.

Ewoks (1985 – 1987)

Estão cansados de Ewoks? Então tomem mais! Uma série em animação foi produzida no ano seguinte, dando continuidade às aventuras dos ursinhos da floresta do universo de Star Wars, e quem disse que eles não eram populares. Bem que podíamos ver seu retorno nos novos filmes!

Droids (1985 – 1986)

Outros personagens carismáticos deste universo que ganharam um desenho próprio foram os droids C3PO e R2D2, a dupla querida da trilogia original. Suas aventuras aqui, no entanto, não incluíam nenhum dos personagens tradicionais. Anthony Daniels, intérprete de C3PO nos filmes, dublou sua contraparte animada.

Star Wars Holiday Special (1978)

Vergonha alheia, teu nome é Holiday Special. Ainda surfando na gigantesca onda do sucesso de Uma Nova EsperançaLucas lançou no ano seguinte este especial de Natal numa galáxia muito muito distante. Uma dica: apenas procurem esta preciosidade na internet. Vocês não irão se arrepender.

‘Cats’: Mãos humanas de Judi Dench podem ser vistas em erro BIZARRO

Depois de ter sido massacrado pelos críticos e fracassado nas bilheterias, um erro bizarro foi encontrado em ‘Cats‘. Em determinada cena da produção, é possível ver as mãos humanas da atriz Judi Dench na tela.

Confira a imagem do momento:

Vale lembrar que a Universal Pictures notificou os cinemas que irá enviar uma nova versão do filme com os “efeitos visuais melhorados”, que provavelmente irá remover esses erros de passaram despercebidos anteriormente.

Segundo o THR, a atualização foi enviada a pedido do diretor Tom Hooper. Destaca-se, no entanto, que a nova versão terá a mesma duração, sem diferenças na edição – com o acréscimo de apenas alguns reparos nos efeitos visuais.

Cats‘ estreou com apenas US$ 6.5 milhões nos EUA, falhando em alcançar até mesmo as projeções mais pessimistas (que indicavam um resultado em torno de US$ 7 milhões).

Com o resultado, o filme entrou para o TOP 20 das piores estreias da história (considerando apenas filmes lançados em mais de 3000 salas de cinemas).

No mercado internacional, a produção se saiu ainda pior, arrecadando apenas US$ 4.4 milhões, totalizando uma estreia global de US$ 10.9 milhões.

Considerando o grande orçamento da produção, algo em torno de US$ 80-90 milhões, vai ser muito difícil para o filme conseguir algum retorno financeiro – especialmente pelo fato do público ter dado uma nota C+ para a produção, o que deve contribuir para uma grande queda nas próximas semanas.

Vale lembrar que o longa amargou apenas 15% de aprovação no Rotten Tomatoes. O consenso geral é que o roteiro é insosso e por causa dos infames efeitos visuais nos personagens não dá para levá-los a sério.

Confira as principais reações:

“Quando os 110 minutos de’Cats’ de Tom Hooper terminam, o teatro está morto. Um gato sortudo está morto. E nós, os não escolhidos, somos deixados, tragicamente, para continuar vivendo.” (The Playlist)

“Infelizmente, esse desânimo desagradável acaba sendo a catástrofe que todos esperavam, uma bola de pelo meio digerida de um filme.” (Variety)

“O filme não é a catástrofe que todos temiam ou esperavam em julho, mas também não é uma reivindicação triunfante da visão de Hooper.” (BBC)

“Há algo de mágico no simples fato de esse filme existir, com toda a sua maravilha obscena e absurda, suas terríveis escolhas de produção e explosões de talento de cair o queixo.” (Vulture)

“Mesmo depois de 110 minutos, profundamente arrebatadores e psicodélicos, é difícil saber se você realmente sabia alguma coisa – exceto que C é para ‘Cats’ e C é provavelmente a nota que essa loucura cinematográfica merece.” (EW)

“Sem a presença de um elenco esforçado em pelo divertido, tudo o que resta são imagens de pessoas com aparência minguarda erguendo os rabos no ar.” (New York Times)

A adaptação é baseada na peça homônima de Andrew Lloyd Webber.

Um dos mais assistidos musicais da Broadway, ‘Cats’ teve sua estreia mundial no West End, em Londres, em 1981 – onde ficou em cartaz por 21 anos, contabilizando quase 9 mil apresentações. A produção inovadora foi vencedora do Olivier e do Evening Standard Awards (mais antiga premiação de teatro do Reino Unido) de Melhor Musical.

Uma tribo de gatos chamada Jellicles todo ano precisa tomar uma grande decisão em uma noite especial: escolher um dos gatos para ascender para o Heaviside Layer e conseguir uma nova e melhor vida. Cada um dos gatos conta a sua história para seu líder, o velho Deuteronomy, na tentativa de ser o escolhido.

O elenco conta com Jennifer Hudson, Judi Dench, Taylor Swift, James Corden, Idris Elba, Rebel Wilson e Ian McKellen.

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

‘Crise nas Infinitas Terras’: Kevin Conroy revela como foi interpretar Batman em novo vídeo

Batwoman -- "Crisis on Infinite Earths: Part Two" -- Image Number: BWN108c_0150.jpg -- Pictured: Kevin Conroy as Bruce Wayne -- Photo: Dean Buscher/The CW -- © 2019 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.

The CW divulgou um novo vídeo de bastidores do cross-over ‘Crise nas Infinitas Terras’, o qual traz o ator Kevin Conroy falando sobre como foi interpretar uma outra versão do icônico Batman no especial televisivo.

Confira:

Unindo ‘Arrow‘, ‘The Flash‘, ‘Legends of Tomorrow‘, ‘Batwoman‘ e ‘Supergirl‘, o crossover ‘Crise nas Infinitas Terras‘ terá cinco horas de duração.

Lembrando que o especial vai ao ar entre os dias 08 de dezembro e 14 de janeiro.

Assista ao trailer:

Os 10 PIORES Filmes de 2019 [VÍDEO]

2019 está chegando ao fim. E final do ano é época de? LISTAS! O editor-chefe Renato Marafon traz um vídeo com os 10 PIORES Filmes de 2019.

Tem bastante Netflix, um filme família da Disney, o fim da saga dos mutantes, e é claro, algumas surpresas.

Vale lembrar que a lista representa a opinião do CinePOP, não usando sites como Rotten Tomatoes e Metacritic como referência.

Concordou com a seleção? Achou um absurdo? Sentiu falta de algo? Não tem problema! Participe nos nossos comentários!

Disney arrecadou 80% das bilheterias mundiais em 2019 e isso é MUITO preocupante!

Não é à toa que Bob Iger, presidente da Disney, foi eleito o empresário do ano pela revista TIME.

Só em 2019, o estúdio foi responsável por oito dos dez filmes que mais arrecadaram nas bilheterias, entre ‘Capitã Marvel‘ (US$ 1,128 bilhão ), ‘Vingadores: Ultimato‘ (2,798 bilhões ), ‘Aladdin‘ (US$ 1,051 bilhão ), e ‘O Rei Leão‘ (US$ 1,656 bilhão ).

De acordo com o No Film School, esses números correspondem a 80% das bilheterias mundiais do ano, um domínio surpreendente e incomum na indústria cinematográfica.

Esse resultado é fruto das aquisições da Disney, que comprou a Marvel, a Pixar, e a Lucasfilm, e comprometeu-se a produzir os maiores blockbusters da última década.

E agora que o estúdio adquiriu os direitos da Fox, também é responsável por quase todos os dez filmes de maior bilheteria de todos os tempos, com exceção de ‘Titanic‘ (Paramount) e ‘Jurassic World‘ (Universal Pictures).

Mas o que isso significa para o futuro do cinema?

Para não ficarem para trás, outros estúdios continuam investindo em franquias milionárias, como ‘Velozes e Furiosos‘, da Universal, ‘Missão Impossível’ e ‘Tranformers’, da Paramount, além  dos próximos filmes de heróis da Warner Bros.

Com o monopólio da indústria cinematográfica, será cada vez mais difícil surgirem produções originais, já que a Disney está empenhada em lançar remakes live-actions de suas animações, e sequências e derivados dos filmes do MCU.

Infelizmente, parece que é difícil ver os títulos independentes ganhando força em meio a essa guerra, e produtoras como a A24, responsável por ‘Hereditário’, ‘Midsommar’, ‘O Farol’, e ‘Uncut Gems‘, terão uma forte concorrência no mercado.

E você, acha que o cinema está se encaminhando para o fracasso criativo ou ainda há esperanças nos filmes independentes?

‘Batman Continua’: Tim Burton fala sobre como seria seu 3º filme do Cavaleiro das Trevas

Podemos dizer que o diretor Tim Burton mudou para sempre o conceito de como os filmes baseados em quadrinhos de super-heróis eram vistos pelo público, crítica e os estúdios de Hollywood. Batman (1989) foi um grande divisor de águas. Mas quando foi a hora de dirigir o terceiro filme do Homem Morcego – o qual o cineasta já havia detalhado e se preparado – a Warner resolveu afastá-lo após o resultado sombrio e não recomendado para crianças de Batman, o Retorno (1992).  Assim, Burton terminou apenas produzindo Batman Eternamente (1995), que completou 23 anos em 2018.

Enquanto um novo filme do Cavaleiro das Trevas de Gotham passa por uma nova epopeia – com a possível saída de Ben Affleck do papel -, nesta nova matéria iremos adentrar uma realidade alternativa e investigar um pouco mais sobre o filme que Burton queria fazer e quase fez. Vamos conhecer como seria o Batman Eternamente de Tim Burton.

Título

Tim Burton estava preparado para começar as filmagens de seu terceiro Batman. O filme inclusive já passava pela fase de pré-produção, tendo sido criados tratamentos do roteiro e inclusive testes de figurino. O diretor afirmou em entrevistas que não gosta nada dos títulos que vieram a seguir. Sobre o título Batman Eternamente, o diretor disse: “Parece uma destas tatuagens que os adolescentes fazem e depois se arrependem”. O título do filme de Burton seria Batman Continues, ou Batman Continua. Acham melhor?

Diretor

Tim Burton queria dirigir um terceiro filme do cruzado de capa, porém, após o resultado sombrio e violento de Batman, o Retorno (1992), executivos da Warner, que não haviam conseguido associar a produção a quase nenhum merchandising (brinquedos ou até mesmo o McLanche feliz), optaram por afastar diretor ao cargo de produtor. A ideia dos executivos do estúdio era por um filme mais leve e mirado às crianças. Para isso, muitas cores foram adicionadas à direção de arte e fotografia. Joel Schumacher, famoso por obras como Os Garotos Perdidos (1987) e O Cliente (1994), foi o cineasta escolhido para ocupar a cadeira de diretor. Antes dele, no entanto, alguns outros foram cogitados, incluindo Sam Raimi – que havia feito seu próprio filme de super-herói original com Darkman: A Vingança sem Rosto (1990) e viria a comandar Homem-Aranha (2002).

O curioso é que Schumacher já revelou em entrevistas que sua opção também era por um filme mais sombrio, focado nos traumas e medos do herói, e em sua origem. No entanto, o estúdio seguia forçando por um tom mais leve e infantil. O ator Michael Keaton disse em entrevistas que os primeiros tratamentos do terceiro Batman justamente focavam na origem do herói, elemento que não havia sido adereçado até então no cinema. Esta origem voltaria a ser tópico numa produção do Homem Morcego em 2005, quando Christopher Nolan assumiu Batman Begins.

Protagonista

Obviamente, Michael Keaton vestiria a capa e o capuz do herói de novo no filme de Burton. Porém, quando o diretor foi afastado pelo estúdio, o protagonista começou gradativamente a perder o interesse em estrelar o filme. Keaton chegou a ter reuniões com Joel Schumacher após o diretor ser confirmado no comando do terceiro Batman, mas terminou optando se desligar da produção por não concordar com o caminho que o cineasta e o estúdio estavam levando o personagem. Keaton disse em entrevistas que o roteiro era simplesmente muito ruim e que não tinha interesse em ver o personagem mirado apenas para a venda de produtos, como brinquedos para crianças. O ator também não gostou do tom leve e colorido que o longa seguia.

Depois da saída de Keaton, inúmeros atores foram cogitados para assumir a capa do Morcego. Isso era algo importante, pois o ator escolhido seria o segundo intérprete do personagem no cinema. Schumacher terminou optando por Val Kilmer, que aceitou o papel sem sequer ler o roteiro. Durante as filmagens, no entanto, Kilmer se mostrou um pesadelo para o diretor, que definiu seu comportamento como “infantil”. Os dois brigavam constantemente e Schumacher terminou precisando substituí-lo para o filme seguinte. Para Batman & Robin (1997), saía Kilmer e entrava George Clooney. Algo que me diz que Val saiu ganhando nessa.

Duas-Caras

O Duas-Caras de Tommy Lee Jones é um dos pontos baixos de um filme que já não é grandes coisa. O ator escolhe interpretar o vilão atormentado e cruel como uma espécie de palhaço bufão. Curiosamente, durante as filmagens, Jones disse na cara do colega de cena Jim Carrey que o odiava, não o respeitava, não gostava de seus filmes e não podia aprovar sua canastrice. Ao assistir ao filme podemos reparar que o desempenho de Jones nada mais é do que uma imitação do que Carrey costumava fazer.

Seja como for, o primeiro intérprete do personagem no cinema (ou ao menos uma parte dele) foi o ator Billy Dee Williams, o eterno Lando Calrissian de O Império Contra-Ataca (1980). Williams viveu Harvey Dent, o alter ego de Duas-Caras, em Batman (1989), de Tim Burton, numa pequena participação. O ator afirmou em diversas entrevistas que o principal motivo de ter aceitado o papel foi sua eventual transformação no vilão bipolar – ele possuía inclusive uma cláusula em seu contrato que o garantia o papel. A Warner teve que pagar a multa ao ator na hora de desligá-lo do projeto. Williams recebeu recentemente um prêmio de consolação e finalmente viveu o vilão Duas-Caras na animação LEGO Batman (2017), infinitamente superior a Batman Eternamente.

Fontes também afirmam que o personagem havia sido pensado em alguns tratamentos de Batman, o Retorno (1992), e o desfecho do filme traria a Mulher Gato usando os fios do gerador do Pinguim para desfigurar Harvey Dent, que assim se transformaria no Duas-Caras. O roteiro foi readaptado usando muitas das ideias do personagem para Max Schreck, vivido por Christopher Walken.

O curioso é que apesar da treta entre Williams e o estúdio, muitos afirmam que o vilão Duas-Caras não estava originalmente nos planos de Tim Burton para o terceiro filme. E que ele só foi adicionado com a entrada de Schumacher no projeto. Será que Burton o estava reservando para um quarto filme? Ou será que iria voltar atrás a pedido do estúdio e inserir o vilão nas formas de Williams?

Charada

Com o vilão Charada existe mais confusão. Definitivamente este seria o vilão do terceiro filme de Burton, confirmado por todas as fontes. Algumas dizem que seria o único vilão do filme, outras que seria o vilão principal, mas nenhuma o descarta. No entanto, a questão sobre seu intérprete é o mais nebuloso. A maioria das fontes afirma que Robin Williams viveria o enigmático antagonista na versão de Burton e que foi dispensado quando Schumacher assumiu. Outros dizem que Williams recusou o papel ainda na fase Burton por estar chateado com a Warner – que o havia oferecido o papel do Coringa no primeiro filme e depois entregue a Jack Nicholson, um ator mais renomado.

Aparentemente, a versão de Williams teria um corte de cabelo na forma de um ponto de interrogação. Ideia que Jim Carrey quis trazer à sua encarnação, mas foi impedido, pois precisava aparecer em corte para finalizar seu divórcio. Outras fontes afirmam que a escolha de Burton para o antagonista era Micky Dolenz, um dos integrantes do grupo The Monkeys. Fora isso, a identidade do personagem não seria Edward Nygma, mas sim Lyle Heckendorf, um industrialista rival de Bruce Wayne, e não um funcionário de sua empresa. O vilão conseguiria seu uniforme no circo e o adaptaria para o do Charada.

Interesse Amoroso

Inicialmente, Burton queria a volta da Mulher Gato, de Michelle Pfeiffer. O sonho de um novo filme com a anti-heroína perdurou por décadas nas mentes de Burton e Pfeiffer, que chegaram a cogitar um filme solo para a felina. Mas isso não eliminaria a presença da Dra. Chase Meridian, personagem criada para o filme, sem ter aparecido em qualquer HQ. Antes de Nicole Kidman ser escolhida para o papel na versão de Schumacher, Burton havia batido o martelo em Rene Russo, então no auge de sua carreira, saída dos sucessos de Máquina Mortífera 3 (1992) e Na Linha de Fogo (1993). Não é confirmado, mas espera-se que esta versão fosse mais interessante e sofisticada do que a maníaca sexual interpretada por Kidman – que tudo o que parecia querer da vida era ir para cama com um total desconhecido em roupa de morcego.

No entanto, quando Burton foi tirado de jogada e, consequentemente, Keaton pulou fora, os produtores e Schumacher acharam Russo (então com 41 anos) muito velha para Val Kilmer (35 anos na época). Keaton tinha 43 anos na época. Assim, Russo foi substituída por Kidman, com 28 anos na época. Não deixa de ser curioso imaginar como seria a dinâmica de dois interesses amorosos na vida do morcego (a Mulher Gato e a Dra. Chase) na versão de Burton.

Robin

Outro caso peculiar. O ajudante do cruzado de capa sempre foi motivo de piada, mas o “menino prodígio” figurou em muitos tratamentos dos roteiros, desde o filme original de 1989. Em certo momento, chegou-se a cogitar um filme de Batman voltado ao humor, mais na veia do seriado da década de 1960 – espírito este revivido por Batman & Robin (1997). Neste tratamento cômico para o personagem, Batman teria como intérprete Bill Murray, e Eddie Murphy seria seu Robin. Por mais absurda que seja a proposta, Burton tirou uma ideia deste conceito. É claro que o diretor aboliu qualquer pensamento cômico e trouxe o Batman sombrio que o mundo viria a conhecer e repetir até hoje.

Porém, o que Burton tinha interesse mesmo era em utilizar um Robin negro. O cineasta já havia mudado a etnia de Harvey Dent, e sua escolha para o parceiro do herói era Marlon Wayans (Todo Mundo em Pânico). Uma escolha ousada e difícil de acreditar – não pela questão racial, mas pela associação do ator a projetos duvidosos. O que poucos sabem, no entanto, é que Wayans possui desempenhos dramáticos e mais contidos em seu repertório, vide Réquiem para um Sonho (2000) e G.I. Joe (2009), papeis nos quais se saiu bem. Na época, com 23 anos, Wayans já havia feito testes para figurinos do personagem, que seria adicionado em Batman, o Retorno (1992), mas terminou sendo excluído.

Wayans, que na época não era famoso, já havia assinado o contrato para o personagem. A Warner, novamente, pagou uma multa ao ator para que Chris O´Donnell assumisse o papel.

Espantalho

O assustador vilão do Homem Morcego que trabalha à base do medo só deu as caras no cinema em 2005, no filme Batman Begins. No entanto, Tim Burton tinha planos para o personagem em um de seus filmes. Num dos tratamentos do roteiro, o diretor planejava trazer o antagonista às telas na forma de Brad Bourif, a voz do boneco Chucky, da franquia Brinquedo Assassino. Não seria demais ouvir a voz do Espantalho soando como a o boneco mais creepy do cinema?

E você, o que acha da versão de Tim Burton para Batman Eternamente? Acha que iria funcionar ou ficaria ruim? Está satisfeito com a versão que temos de Joel Schumacher? O que poderia ser melhorado? Comente.

Ps. Veja abaixo o modelo do uniforme do herói na versão de Tim Burton.

‘Falcão e Soldado Invernal’: Emily VanCamp surge como Sharon Carter em novas imagens

Agora que as gravações de ‘Falcão e o Soldado Invernal’ já começaram, diversas novidades sobre a produção estão surgindo online.

Dessa vez, um fã publicou em seu perfil do Twitter algumas imagens de Emily VanCamp reprisando seu papel como Sharon Carter nos bastidores de ‘Falcão e o Soldado Invernal’.

Infelizmente, não é possível saber nada sobre sua presença na trama a partir das imagens, que mostram Carter vestida como civil no que parece ser uma passeata ou alguma festividade de rua.

Confira:

Apesar da falta de detalhes, VanCamp já havia adiantado à Entertainment Weekly que a série vai revelar onde personagem esteve escondida depois de se tornar uma foragida por ajudar Steve Rogers em Capitão América: Guerra Civil’, sua última aparição no MCU.

“Finalmente vamos descobrir onde Sharon esteve todo este tempo. Ela estava meio que sobrevivendo como uma foragida. Gostariam de saber onde ela esteve? OK, fugindo e se escondendo”.

Estrelada por Anthony Mackie e Sebastian Stan, a produção será lançada na primavera norte-americana de 2020 (20 de Março a 20 de Julho).

Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios da nova série.

Skogland é conhecida por seu trabalho em The Walking DeadFear the Walking Dead e pela aclamada série ‘The Handmaid’s Tale’.

‘A Roda do Tempo’: Mais três nomes são adicionados em papéis recorrentes

De acordo com o Deadline, os atores Priyanka Bose, Taylor Napier, e Emmanuel Imani foram confirmados como personagens recorrentes na trama de ‘A Roda do Tempo‘, vindoura série da Amazon baseada nos romances do escritor Robert Jordan.

Bose dará vida à Alanna Mosvani, membro da Aes Sedai, uma organização formada por poderosas mulheres conhecidas por sua extrema bondade e temperamento forte.

Mosvani vive um complicado relacionamento com Ihvon (Imani) e Maksim (Napier), no entanto, a relação é construído sobre amor, sexo e respeito.

Além disso, os membros do trio são mencionados como fortes aliados em qualquer batalha.

Priyanka Bose, Taylor Napier, e Emmanuel Imani

Anteriormente, foi divulgado que Álvaro Morte (‘La Casa de Papel‘) dará vida a Logain, conhecido como o um homem que exerce poder mágico destrutivo e afirma ser o profeta salvador do mundo renascido.

Além de Morte, Hammad Animashaun (‘Black Mirror’) foi escalado como Loial, um personagem descendente dos Ogier, uma raça de humanoides presentes nos romances.

Alexandre Willaume (‘Tomb Raider‘, 2018) será o intérprete de Thom Merrilin, um artista viajante que se junta aos protagonistas em sua jornada no início do primeiro livro.

Por fim, Johann Myers assumirá o papel de Padan Fain, um comerciante esperto e traiçeiro que irá cruzar o caminho dos personagens para conseguir vantagens pessoais.

Alexandre Willaume, Johann Myers, Álvaro Morte, e Hammad Animashaun

O elenco também inclui Madeleine Madden, que dará vida a Egwene Al’Vere; Marcus Rutherford, que será Perrin Aybara; Barney Harris, que irá interpretar Mar Cauthon; Zoë Robins, que será Nynaeve; Josha Stradowski, que dará vida a Rand Al’Thor; e Daniel Henney, que será al’Lan Mandragoran. Detalhes sobre os personagens não foram divulgados.

Rosamund Pike (Garota ExemplarOrgulho e Preconceito) foi escalada em junho para interpretar a protagonista Moiraine Damodred, membro de uma organização conhecida como Aes Sedai. Ela é líder de um grupo de aventureiros cuja missão pode mudar o mundo para sempre.

Confira a sinopse oficial:

Esse épico fantástico é ambientado em um mundo no qual a magia existe, porém só é utilizada pelas mulheres. A trama gira em torno de Moiraine, pertencente à organização feminina conhecida como Aes Sedai, e sua jornada pelo mundo na qual é acompanhada por cinco jovens homens e mulheres. Moiraine acredita que um deles pode ser a reencarnaçaõ de uma poderosa criatura, cujas profecias indicam que pode salvar ou destruir a humanidade.

Judkins também fica responsável pelo roteiro. Por enquanto, a primeira temporada será baseada em ‘O Olho do Mundo’, volume inicial de uma série de catorze romances lançados entre 1990 e 2013.

A Roda do Tempo ainda não tem data de estreia definida.

‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’: J.J. Abrams diz que fãs críticos também merecem respeito

Star Wars: A Ascensão Skywalker’ estreou há menos de uma semana e já está sendo considerado o pior episódio de toda a saga, alcançando apenas 55% de aprovação da crítica especializada.

Durante uma entrevista com o jornalista Peter Travers, J.J. Abrams disse que encara a reação negativa do público como algo comum no meio cinematográfico e que as críticas são bem-vindas porque geram efeitos positivos.

“Os fãs de ‘Star Wars‘ têm um amor tão grande pela saga, então não devemos enxergá-los como adversários, eles merecem respeito. Reações negativas são comuns em qualquer produção, isso só mostra o quanto os fãs se importam com algo que gostam. Eu só consigo agradecer por estar envolvido em algo que desperta tanto interesse porque as críticas nos ajudam a crescer como profissionais”

Questionado se acompanha as críticas de suas produções, Abrams brincou, dizendo:

“Toda vez que leio algo falando mal do meu trabalho eu costumo pensar que há uma razão para isso. Quando falam bem, aí já é diferente… Quer dizer que tem alguma coisa errada. Eu fico tipo: ‘Ah, eles não sabem o que estão dizendo’.”

O diretor também aproveitou para falar como se sentiu ao finalizar uma história que teve início há mais de 40 anos.

“Quando [George] Lucas deu início a tudo isso, ‘Star Wars‘ impactou o mundo do cinema e expandiu a mente de todos; fãs e cineastas. Quando me chamaram de volta, eu senti uma pressão enorme, eu estava muito desconfortável por entrar nesse terreno. Mas foi isso que me motivou a retornar… Eu senti que precisava terminar o que comecei.”

Lembrando que Star Wars: A Ascensão Skywalker’ já está em exibição nos cinemas nacionais.

Assista ao trailer:

O grandioso elenco conta com Daisy RidleyAdam DriverJohn BoyegaOscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall GleesonKelly Marie TranJoonas SuotamoBillie LoudNaomi AckieRichard E. GrantKery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.

Atriz de ‘The Walking Dead’ é presa por agressão física

De acordo com o TMZ, a atriz Vanessa Cloke, conhecida por sua participação como Anna na 7ª temporada de ‘The Walking Dead, foi presa na manhã de hoje em Orange County, Califórnia, depois de agredir fisicamente uma vizinha.

O caso aconteceu enquanto o ex-namorado de Cloke estava separando seus pertences para deixar o apartamento que eles dividiam, mas a atriz se exaltou e o homem acionou a polícia.

Uma vizinha começou a filmar a gritaria e chamou Cloke de ‘rainha do drama’, então a atriz partiu para cima da mulher e a agrediu pouco antes da chegada de uma viatura. Além disso, ela xingou a mulher, tomou seu celular e o arremessou contra um carro, causando danos ao veículo.

Quando a polícia chegou, os agentes tiveram que removê-la do local por conta da sua fúria.

Assista:

Depois da confusão, o TMZ entrou em contato com Cloke, que disse:

“Você consegue imaginar o que é necessário para provocar uma pessoa a este ponto? Ela filmou tudo só para me ridicularizar sem mostrar a história completa.”

Até o momento, não foi revelado se a atriz já foi liberada ou se permanece em custódia.

Além de ‘The Walking Dead’, Cloke já atuou em ‘American Horror Story’ e ‘NCIS: New Orleans’.

Lembrando que a AMC divulgou oficialmente o título do nono episódio da 10ª temporada de ‘The Walking Dead‘, que marcará o retorno da série em 2020. O episódio será intitulado Squeeze (Aperto).

Na sinopse oficial, “as comunidades unidas continuam respeitando relutantemente as novas fronteiras impostas.”

Confira o trailer:

A série retornará com episódios inéditos no dia 23 de fevereiro de 2020.

Angela Kang retorna como showrunner da nova temporada.

A trama gira em torno de um mundo pós-apocalíptico dominado por zumbis, onde os vivos têm que sobreviver não só aos mortos, como também a si mesmos.

O elenco conta com Norman Reedus, Danai Gurira, Melissa McBride, Josh McDermitt, Seth Gilliam, Ross Marquand, Jeffrey Dean Morgan, Khary Payton e Samantha Morton.

‘X-Men’: Abaixo-assinado pedindo Danny DeVito como Wolverine ultrapassa 57.000 assinaturas

Na década de 1990, surgiram vários rumores indicando que Danny DeVito havia sido considerado para interpretar o Wolverine em um filme dos ‘X-Men’, o que nunca aconteceu, obviamente.

No entanto, parece que os fãs do astro querem que ele seja o novo intérprete do personagem no MCU e criaram um abaixo-assinado para que isso finalmente aconteça.

E, por incrível que pareça, o documento publicado no Change.org está ganhando força e já acumulou mais de 57.000 assinaturas.

Justificando o pedido, o responsável pelo abaixo-assinado afirmou que:

Danny DeVito é o único homem capaz de assumir o legado depois de Hugh Jackman. Acreditamos que, se o Wolverine fizer uma aparição no Universo Cinematográfico da Marvel, o único homem capaz de conseguir isso é DeVito.”

Entre os comentários, diversos fãs apoiaram a causa, inclusive um deles argumentou que este seria o verdadeiro desejo de Stan Lee se ele estivesse vivo.

Outro fã foi mais categórico, declarando:

“Seu nível de autodepreciação e agressividade só se compara ao do Wolverine, e imagino os dois dizendo: ‘Quando eu morrer, apenas me jogue no lixo’. Ambos fumam mais charutos do que Ulysses S. Grant e Fidel Castro juntos. Ele é o Wolverine. Apenas junte-o com Ryan Reynolds e vocês não vão se arrepender. Vocês, filhos da mãe, fizeram coisas muito piores.”

Outros comentários apontam que DeVito tem uma altura fiel ao personagem, ao contrário de Hugh Jackman, que interpretou o mutante em nove filmes da franquia entre 2000 e 2017.

Apesar das brincadeiras, DeVito também é lembrado por outro papel icônico dos quadrinhos: o Pinguim, em ‘Batman: O Retorno’, dirigido por Tim Burton.

Em vídeo EXCLUSIVO, Paulo Gustavo fala sobre ‘Minha Mãe É Uma Peça 3′

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, o ator Paulo Gustavo revelou detalhes sobre ‘Minha Mãe É Uma Peça 3‘, que chega aos cinemas nacionais na quinta-feira, dia 26 de Dezembro.

Assista:

Protagonizado por Paulo Gustavo, ‘Minha Mãe É Uma Peça 3‘ traz novos personagens para deixar a mãe mais amada do Brasil com os bobes para o alto. Já não bastasse o namorado de Marcelina (Mariana Xavier) que parece ter poucas habilidades para ser pai, eis que surge Ana (Stella Maria Rodrigues), a sogra de Juliano (Rodrigo Pandolfo), que chega para atormentar a vida de todos. São tantas novidades que Hermínia vai parar em Los Angeles com Dona Lourdes (Malu Valle) para relaxar e também se redescobrir. Com direção de Susana Garcia, a comédia também tem no elenco Herson Capri, Samantha Schmütz, Alexandra Richter, Patrycia Travassos, Malu Valle, Lucas Cordeiro, Cadu Fávero e Bruno Bebianno.

A franquia ‘Minha Mãe É Uma Peça‘ é baseada na peça de mesmo nome, criada e estrelada por Paulo Gustavo que levou milhões de espectadores ao teatro ao longo dos anos em cartaz. Lançados em 2013 e 2016, os dois primeiros filmes levaram juntos mais de 13 milhões de espectadores aos cinemas com uma arrecadação total de R$173.798.332,00.