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‘Eduardo e Mônica’: Trailer do filme baseado na música do Legião Urbana

A Galvea Filmes divulgou o primeiro trailer de ‘Eduardo e Mônica‘, longa inspirado em uma das canções mais populares do grupo Legião Urbana.

Gabriel Leone e Alice Braga vivem os protagonistas, o casal se conheceu numa festa estranha, com gente esquisita. Não era nada parecido, mas se completava muito bem, que nem feijão com arroz, ela era de Leão e ele tinha 16, viveram também muitas aventuras e estão prestes a viver mais uma.

Assista:

O filme chega aos cinemas nacionais no dia 9 de Abril de 2020.

Sob o comando de René Sampaio (Faroeste Caboclo – O Filme), o longa terá Gabriel Leone e Alice Braga como os famosos protagonistas, que acabam se apaixonando, mesmo tendo personalidades e vidas completamente diferentes. Afinal, já dizia Renato Russo: “E quem irá dizer que existe razão nas coisas feitas pelo coração?”

Também estão no elenco Otávio Augusto (como Bira, avô de Eduardo), Juliana Carneiro da Cunha (Lara, mãe de Mônica), Victor Lamoglia (Inácio, amigo de Eduardo), Bruna Spínola (Karina, irmã da Mônica), Digão Ribeiro, Eli Ferreira, Luisa Viotti, Ivan Mendes (amigos da Mônica) e Fabrício Boliveira (participação especial).

O longa é produzido pela Gávea Filmes e Barry Company, e começou a ser filmado nessa semana.

Gávea Filmes também é responsável pela adaptação da música ‘Faroeste Caboclo‘, que levou 1,5 milhões de espectadores aos cinemas em 2013. O líder da banda, Renato Russo, também ganhou um filme recentemente: ‘Somos Tão Jovens‘, que teve público de 1,6 milhão de espectadores e arrecadou R$ 18 milhões.

Em 2011, a produtora O2 criou um comercial baseado na música Eduardo e Mônica. O vídeo é propaganda para uma empresa de telefonia, e foi dirigido por Nando Olival, de ‘Os 3‘.

‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’ fracassa durante estreia na China

De acordo com a Variety, ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘ arrecadou apenas US$ 2,2 milhões durante sua estreia na China, na quinta-feira (19).

A sequência dirigida por J.J. Abrams ficou atrás de longas de pouco destaque, como o thriller policial ‘Sheep Without A Shepherd‘ (US$ 4,57 milhões) e o romance ‘Only Cloud Knows‘ (US$ 2,57 milhões), ambos sem previsão de estreia no Brasil.

Além disso, projeções do site de ingressos Maoyan indicam que o longa deve acumular somente US$ 18 milhões ao longo de sua exibição no país.

Em janeiro de 2016, ‘Star Wars: O Despertar da Força‘ faturou US$ 52,3 milhões em seu primeiro fim de semana na China, e terminou a corrida com US$ 126 milhões.

Lembrando que ‘Rogue One’ faturou US$ 30,6 milhões em sua abertura e US$ 69,4 milhões no total, e ‘Star Wars: Os Últimos Jedi’ registrou US$ 28,7 milhões no primeiro de semana na China e teve um retorno total de US$ 42,6 milhões.

Lembrando que Star Wars: A Ascensão Skywalker‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.

Assista nossa crítica:

Confira a porcentagem de aprovação de toda a franquia:

Star Wars: A Ameaça Fantasma’ (53%)
Star Wars: O Ataque dos Clones’ (65%)
Star Wars: A Vingabça dos Sith’ (80%)
‘Rogue One : Uma História Star Wars’ (83%)
‘Solo: Uma História Star Wars’ (70%)
Star Wars: Uma Nova Esperança’ (93%)
Star Wars: O Império Contra-Ataca’ (94%)
Star Wars: O Retorno de Jedi’ (82%)
Star Wars: O Despertar da Força’ (93%)
Star Wars: Os Últimos Jedi’ (91%)
Star Wars: A Ascensão Skywalker’ (57%)

O grandioso elenco conta com Daisy RidleyAdam DriverJohn BoyegaOscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall GleesonKelly Marie TranJoonas SuotamoBillie LoudNaomi AckieRichard E. GrantKery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.

‘Minha Mãe É Uma Peça 3′: Dona Hermínia tenta falar inglês em clipe hilário

Já imaginou como seria viajar para Los Angeles com a Dona Hermínia (Paulo Gustavo)? Bom humor não ia faltar! E é nesse clima que a mãe mais amada do Brasil aparece em nova cena do longa ‘Minha Mãe É Uma Peça 3‘, em que Hermínia tenta falar inglês com um garçom americano.

Assista:

Protagonizado por Paulo Gustavo, ‘Minha Mãe É Uma Peça 3‘ traz novos personagens para deixar a mãe mais amada do Brasil com os bobes para o alto. Já não bastasse o namorado de Marcelina (Mariana Xavier) que parece ter poucas habilidades para ser pai, eis que surge Ana (Stella Maria Rodrigues), a sogra de Juliano (Rodrigo Pandolfo), que chega para atormentar a vida de todos. São tantas novidades que Hermínia vai parar em Los Angeles com Dona Lourdes (Malu Valle) para relaxar e também se redescobrir. Com direção de Susana Garcia, a comédia também tem no elenco Herson Capri, Samantha Schmütz, Alexandra Richter, Patrycia Travassos, Malu Valle, Lucas Cordeiro, Cadu Fávero e Bruno Bebianno.

A franquia ‘Minha Mãe É Uma Peça‘ é baseada na peça de mesmo nome, criada e estrelada por Paulo Gustavo que levou milhões de espectadores ao teatro ao longo dos anos em cartaz. Lançados em 2013 e 2016, os dois primeiros filmes levaram juntos mais de 13 milhões de espectadores aos cinemas com uma arrecadação total de R$173.798.332,00.

‘The Witcher’: Henry Cavill diz que sofreu muito para se adequar ao papel

The Witcher já chegou ao catálogo da Netflix, e Henry Cavill revelou durante uma conferência de imprensa da APAC que sofreu bastante para interpretar Geralt de Rivia, o protagonista da trama.

Além de seus poderes, o bruxo é conhecido por ser um grande lutador, acrobata e espadachim, por isso Cavill precisou se adequar ao papel.

“Foi muito desafiador por causa do estilo de combate de Geralt. Ele faz muitas piruetas e tem movimentos explosivos e inesperados.”, disse ele, segundo o Comic Book. E os terrenos irregulares não ajudam em nada. Treinar na academia é uma coisa, mas em pular em uma ladeira com pedras ou correr quando está chovendo não é fácil. Foi preciso trabalhar tantos grupos musculares e articulações… Quadris, joelhos, cotovelos, ombros.”

O astro brincou e disse que empunhar a espada de Geralt sem causar danos reais a seus colegas de elenco também foi muito difícil.

“A coisa mais complicada em lutar no set com uma espada pesada, é que você realmente não está tentando matar alguém. Então você perde o controle totalmente quando gira ou quando golpeia de cima para baixo, porque não dá para diminuir a velocidade do golpe, então todo contato físico é perigoso.”

Lembrando que todos os episódios já estão disponíveis na plataforma de streaming.

Assista ao trailer:

Criada por Lauren Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.

Geralt de Rivia, um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 2ª temporada.

Crítica 3 | Star Wars: A Ascensão Skywalker – J.J. Abrams aposta no seguro e entrega o pior filme da saga

“São continuações no nome, mas são refilmagens no espírito.” Esta frase está presente no famoso e polêmico artigo de Martin Scorsese sobre os filmes de super-heróis no New York Times. A maioria das pessoas se fixou no debate “filmes da Marvel são cinema?” e acabaram ignorando muitas coisas interessantes que o lendário cineasta quis dizer. E uma dessas coisas foi justamente isso: há uma tendência de se apostar no que é fácil, de se fazer apenas o seguro. A frase acima foi sobre a Marvel, mas se encaixa perfeitamente para Star Wars.

Lançado no final de 2017, Star Wars: Os Últimos Jedi causou polêmica e protestos por parte dos fãs mais radicais. Eles se incomodaram com a abordagem do Luke, com a nova personagem vivida por Kelly Marie Tran, com o aumento da representatividade feminina e com uma quebra de expectativa envolvendo a história de origem de Rey. Pois bem, falem o que quiser do Episódio VIII, mas uma coisa é certa: Rian Johnson ao menos tentou fazer algo diferente. Pode ter errado aqui acolá, mas fez suas piruetas sem uma rede de proteção.

O mesmo não se pode dizer de J.J. Abrams… Chamado para “salvar a franquia” – o que por si só era um grande exagero -, o diretor optou pela segurança e pelo fan service para entregar aquele que talvez seja o pior e menos interessante longa de toda a saga. Star Wars: A Ascensão Skywalker não arrisca em momento algum. Não propõe nada de novo. Não traz um personagem novo relevante.

J.J. já não havia arriscado muito em Star Wars: O Despertar da Força, praticamente uma refilmagem de Uma Nova Esperança, mas mesmo ali havia um sentimento de novo. Requentado, mas novo. Um novo trio de protagonistas, uma nova ameaça e por aí vai. Passados quatro anos, o diretor decidiu “refilmar” O Retorno de Jedi e preencher a tela de referências à trilogia original, com direito ao retorno de personagens importantes, no pior estilo de El Camino, recente filme de Breaking Bad.

O cineasta já havia usado a nostalgia para cativar o público no Episódio VII, mas aqui parece que a nostalgia é a única coisa que realmente importa. Aqui, o fan service não é elemento narrativo, mas ponto de partida. Ele parece ter recebido a missão de apagar Os Últimos Jedi e faz isso sem nenhuma vergonha. O que talvez não tenha percebido é que fazendo isso, ele também apagou qualquer pingo de originalidade de sua trama, deixando a nova trilogia como algo descartável.

Após a queda do Líder Supremo Snoke, a Aliança Rebelde descobre que não está livre de maiores ameaças. O temido Imperador Palpatine (Ian McDiarmid) está vivo e disposto a apagar a existência dos jedi. Então, determina que Kylo Ren (Adam Driver) mate Rey (Daisy Ridley) ou traga-a para o lado negro. Sim, estamos diante da mesma dinâmica que vimos entre Palpatine, Darth Vader e Luke no Episódio VI.

Diante da ameaça de Palpatine, Leia (Carrie Fisher) seleciona seu time principal (Rey, Finn, Poe e Chewie) para descobrir onde está o vilão e encontrar formas de detê-lo. A partir daí, temos uma jornada repleta de soluções fáceis. A saga de George Lucas sempre teve suas facilidades de roteiro, mas nunca como acontece em A Ascensão Skywalker. Em vários momentos, os personagens são informados de uma dificuldade para logo se depararem com a solução. “Precisamos encontrar tal coisa, Luke procurou por isso a vida inteira.” Duas cenas depois e eles tropeçam no que precisavam encontrar. E isso acontece diversas vezes, inclusive envolvendo a morte de personagens.

Voltando a investir na história de origem de Rey, apagando a ideia do filme anterior de que qualquer pessoa pode desenvolver a força e voltando para a concepção elitista de que a mesma é algo presente em apenas algumas “famílias”, o novo longa parece não saber o que fazer com seus protagonistas. Finn (John Boyega) volta a ser um capacho de Rey. Não tem atitude própria. Tudo que faz é para agradar/proteger a heroína, que definitivamente não precisa de sua ajuda. O longa ainda trata de investir de forma desorganizada em interesses amorosos para Finn e Poe (Oscar Isaac), quase que para deixar claro que os dois não são gays, como desejava parte dos fãs. Neste sentido, investe tanto para negar a homossexualidade de seus protagonistas – como se isso fosse um grande problema – que inserir um beijo piscou-perdeu entre duas mulheres soa como algo mais oportunista do que revolucionário. Como se o filme dissesse para a comunidade LGBTQ: “toma aí um beijo gay e para de reclamar.” É uma representatividade fake e desimportante. J.J. querendo agradar e fazendo só o básico para isso.

Para agradar aos haters de plantão, o novo longa deixa a Rose de Kelly Marie Tran completamente de lado. Em mais de uma ocasião, ela aparece em cena se recusando a participar da ação principal, algo que vai completamente contra a personagem que vimos no anterior.

Star Wars sempre foi uma saga irregular, com muitos altos, mas com alguns baixos. Star Wars: A Ascensão Skywalker é o pior filme da saga (não contando Han Solo: Uma História Star Wars). Esta talvez não seja uma afirmação fácil de se fazer. Mas não dá pra negar que mesmo a trilogia dos anos 90/2000 tinha o mérito de buscar algo novo. George Lucas cometeu vários erros com A Ameaça Fantasma, Ataque dos Clones e A Vingança dos Sith, mas também tentou coisas diferentes, ousou com um pano de fundo político bem mais forte, por exemplo. Apontado por muitos como o pior da franquia, o Episódio I tinha Jar Jar Binks e uma infantilização exagerada, mas também tinha elementos marcantes, como o Qui-Gon Jinn vivido por Liam Neeson ou o Obi-Wan de Ewan McGregor. Isso sem falar em um vilão visualmente interessante, como Darth Maul.

Em determinado momento, um personagem importante pergunta para Rey: “O que você está fazendo?” J.J. Abrams deveria ter se perguntado o mesmo. Ele entrou no jogo com tanto medo de perder que nunca chegou perto de ganhar. Assim, a mesma pessoa que reviveu o encanto de Star Wars para toda uma nova geração foi a responsável por destruí-lo. Uma pena.

Filme visto durante a cobertura do Festival do Rio 2019

EXCLUSIVO! ‘Apocalipse V’: Ainda não assistiu à nova série da Netflix? Ian Somerhalder te dá 6 motivos!

A nova série de vampiros estrelada por Ian Somerhalder já está disponível no catálogo original da Netflix e traz o popular ator de volta ao gênero que o consagrou.

Apresentando uma abordagem diferenciada, Apocalipse V explora o universo fantasioso, natural do formato, aliado à temáticas mais complexas e realistas. Usando a mutação genética como o alicerce da produção, este mesmo aspecto é também o background para uma trama que visa trazer alguns questionamentos sócio, políticos e ambientais para sua audiência, conforme o astro e protagonista do projeto revelou com EXCLUSIVIDADE ao CinePOP.
E durante uma entrevista à nossa jornalista Rafa Gomes, Somerhalder destrinchou a nova série da Netflix e te traz mais do que motivos suficientes para você parar tudo o que está fazendo e tirar um tempinho para conhecer Apocalipse V!

Então, se você ainda não assistiu à série, dê uma chance e confira os seis motivos que Somerhalder te dá para fazer isso ainda em 2019!

Confira:

Uma nova roupagem para o gênero vampiro

Trazendo o gênero de produções vampirescas para um outro patamar, Apocalipse V aborda a centenária mitologia por uma ótica contemporânea e bem realista. Segundo Ian Somerhalder, os fãs vão se surpreender com os questionamentos abordados na nova série:

“Os fãs podem esperar uma experiência que é a cara do gênero vampiresco, mas que também é realista e envolvente. Eles podem esperar uma espécie de prévia do que o nosso próprio mundo poderia se tornar. O que isso significa? Esse mundo é rápido e as coisas estão mudando de forma muito acelerada. E ainda tem todas essas questões sócio políticas e econômicas com as quais estamos lidando nesse exato momento, coisas que são tão cruciais para a nossa própria existência. Nós não queremos apontar o dedo para audiência e julgá-la. Com essa série nós estamos apenas segurando um espelho, mostrando que esse é mais ou menos o rumo que a nossa sociedade tem tomado e como estamos encarando isso. Essa doença que trazemos na série é fruto das mudanças climáticas, não há dúvidas quanto a isso. E é por isso que as pessoas ficaram doentes. E estamos vivendo esse contexto sócio ambiental no mundo, onde tais mudanças estão redefinindo nossa vida enquanto sociedade”.

Um toque de terror à trama

Apocalipse V promete garantir alguns sustos para os fãs, trazendo vampiros que possuem um ar menos romântico e mais aterrorizante, a fim de conquistar uma audiência que vá além da fan base bem estabelecida pelo sucesso de The Vampire Diaries, conforme comentou Somerhalder:

“Isso tudo é fruto de uma mutação genética e essas criaturas são assustadoras e se você estivesse em um mesmo cômodo com essas pessoas, bem…você provavelmente não sobreviveria, mas você teria que correr muito pra tentar sobreviver. E nós queríamos todos esses elementos assustadores, na esperança de que a série também conquistasse uma audiência ainda mais vasta. Até porque ela aborda questões muito maiores que envolvem toda a sociedade, como mudanças climáticas, raça, doenças, medo, política, a política do medo e como isso está impregnado na forma como lidamos com a tecnologia e na nossa própria psique”.

Ideal para os fãs de The Vampire Diaries

Assim como a produção promete agradar os fãs de vampiros mais diversos, ela também traz aspectos ideais para os amantes inveterados de The Vampire Diaries. Sabendo da grande popularidade da série e do personagem Damon aqui no Brasil, Somerhalder foi categórico em afirmar que Apocalipse V tem o mesmo charme de seu trabalho anterior, em um formato diferenciado:

“E aqui temos o Dr. Luther Swann, que é um bom homem, não é o Damon de ‘The Vampire Diaries‘, mas eles têm características semelhantes. Ele é engraçado, sarcástico e sexy. E eu fiquei muito empolgado por poder interpretá-lo. Ele também tem super poderes, não como Damon, mas é um pai excepcional, um excelente cientista, um ótimo marido… E para mim, todas essas características são de um super herói! Até porque, tudo ao redor visa tentar corromper esse tipo de caráter. Nós precisamos de pessoas como ele e o dr. Swann é esse tipo cara. 

E o que nós também aprendemos é que as pessoas não querem um herói comum, elas querem um herói que também seja extraordinário. E nós determinamos um caminho para o personagem em que ele trilhará uma jornada profundamente intensa, em que ele dará a sua vida para tentar achar a cura para essa doença, salvar seu amigo e, quem sabe, talvez também salvar a humanidade. E é aqui que começamos a desmembrar todas essas camadas, vendo e percebendo o que está além da cortina. Acho que o público verá um homem que comete erros, mas que também é uma figura única. E esperamos que audiência goste e se envolva com isso”.

Vampiros brasileiros no futuro

Na trama de Apocalipse V, a mutação genética que está transformando os personagens não acontece de forma tradicional, sendo diferente de acordo com a origem geográfica da pessoa. Essa distinção permitirá que a trama ganhe um desenvolvimento ainda mais amplo, podendo até mesmo trazer uma leva de vampiros brasileiros. E conforme revelado por Ian Somerhalder, embora esse tipo vampiresco não tenha sido desenhado ainda, ideias já estão sendo discutidas nesse sentido:

“O interessante é que na nossa série, os vampiros são diferentes. É como se fosse uma doença, sabe? Algo semelhante a ter uma doença como um câncer, em que muitas vezes você tem uma pré-disposição a desenvolver. Então na nossa série, a dinâmica é a mesma. Isso significa que um vampiro do leste europeu é completamente diferente de um vampiro brasileiro. E nós estamos empolgados por poder explorar o tipo brasileiro de vampiros e mais tarde, no futuro, nós teremos narrativas mais amplas, explorando vários arcos. E assim como vimos em The Vampire Diaries, esses personagens lidarão com suas próprias complexidades, como preconceito, entre outras coisas. Nós veremos a questão do racismo como algo vivo até mesmo entre os próprios vampiros. A coisa vai ficar caótica! Vampiros brigando entre si, a escala será bem grande! E embora nós ainda não tenhamos desenhado os vampiros brasileiros, podemos te garantir que eles serão bem sexy e durões!”

Ian Somerhalder na direção

Além de estrelar, Ian Somerhalder também assumiu a cadeira de direção de Apocalipse V. Vê-lo transitar em funções tão distintas é um prato cheio para os fãs do trabalho do ator.

“Eu amo estar do outro lado da câmera! E quando você ama o que faz, os desafios se tornam pequenos presentes. Eles são presentes e poder fazer isso foi um presente pra mim. É importante dizer que eu não assumi a direção até o nono episódio. E como também produtor da série, você precisa trabalhar lado a lado com o diretor, pois essa construção é feita de maneira conjunta e participativa. Ambos acabam tendo uma parte nesse trabalho, até porque estamos juntos desde à etapa de pré-produção à pós-produção. Mas a questão é que eu amei isso. E eu não dirigi antes do episódio nove porque eles precisavam de mim como produtor para agilizar muitas coisas, viabilizar etapas importantes”, disse o ator.

Uma longa gestação para um resultado final cativante

A série passou por um extenso trabalho de pré e pós-produção, a ponto de estender seu período de trabalho, para garantir sua autenticidade e realismo em todas as etapas. Dedicado ao projeto como protagonista, diretor e até mesmo produtor, Ian comenta como foi importante levar cada processo de maneira séria e comprometida, salientando o impacto grandioso que isso acarreta no resultado final:

“Eu e James Gibb [produtor executivo] passamos cinco meses em pré-produção e 11 meses na pós-produção e isso é considerado um absurdo em uma série com apenas 10 episódios! Isso não é comum. Mas nós tivemos muita sorte e essa é a beleza de poder trabalhar com a Netflix, pois eles nos permitem ter um tempo extra para construir essa história e fazer esses personagens, sua dinâmica e as atuações os mais sólidas e concretas possíveis. E como diretor, eu amei, amei e amei muito tudo isso!”, concluiu Somerhalder

Confira o trailer:

https://www.facebook.com/113852248646167/posts/2779394542091911?vh=e&d=n&sfns=mo

William Laurin e Glenn Davis são os showrunners da série, que é baseada no saga de livros homônimos de Jonathan Maberry.

Dr. Luther Swann entra em um mundo de horror incalculável quando uma misteriosa doença transforma seu melhor amigo, Michael Fayne, em um predador assassino que se alimenta de outros seres humanos. À medida que a doença se espalha e mais pessoas são transformadas, a sociedade se fragmenta em campos opostos que colocam pessoas normais contra o crescente número desses “vampiros”. Swann corre contra o tempo para entender o que está acontecendo, enquanto Fayne se torna o poderoso líder oculto dos vampiros.

O elenco conta com Ian Somerhalder, Laura VandervoortKyle BreitkopfKimberly-Sue Murray, Peter Outerbridge e Adrian Holmes.

Brad Turner dirigiu o primeiro episódio, e será o produtor executivo.

Cher confirma que vem ao Brasil em breve!

It’s Cher, bitch!

A lendária e icônica Cher revelou aos fãs na última quinta-feira (19) que virá pra o Brasil em breve!

A confirmação foi feita através de seu Twitter oficial. Entretanto, ainda não se sabe se a cantora fará algum show em território nacional e nem quando ao certo ela deve chegar aqui.

Confira a postagem:

Cher é um dos maiores nomes da indústria fonográfica e cinematográfica da história, tendo performado hits como “Believe”, “Dark Lady” e “Bang Bang (My Baby Shot Me Down)”.

Ascendendo ao estrelato com a dupla Sonny & Cher, a artista é a única a ter alcançado o primeiro lugar nas paradas da Billboard em seis décadas diferentes (desde 1960 até 2010). Ela já vendeu mais de 100 milhões de discos em carreira solo e levou para casa um Oscar por Feitiço da Lua, bem como um Grammy, um Emmy, três Globos de Ouro e um Cannes.

Tendo lançado 27 álbuns de estúdio, sua última rendição musical foi com o compilado Dancing Queen, além de ter participado da sequência do musical Mamma Mia!’.

Fique ligado para mais informações!

‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’: Adam Driver diz que adorou a ambiguidade do roteiro

Agora que ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘ já estreou, muitos fãs estão comentando o surpreendente destino de Kylo Ren (Adam Driver) e Rey (Daisy Ridley), os protagonistas da nova trilogia.

E, durante uma entrevista para o Cinema Blend, Driver disse que ficou absolutamente satisfeito quando os roteiristas decidiram ampliar a ambiguidade entre eles na sequência.

“Eles, digo Chris [Terrio] e J.J. [Abrams], escreveram algo que nem sempre é explicado em diálogos, mas em gestos e expressões, e eu adorei isso. Os personagens nunca dizem exatamente o que estão sentindo, mantendo a tradição dos filmes originais. Eles estão cheios de ambiguidade e momentos que só fazem sentido em termos sentimentais.”

Driver se refere principalmente ao fato de seu personagem nunca ter revelado seus verdadeiros objetivos e à origem dos poderes de Rey, os principais enigmas dos novos filmes e o que sempre levantava dúvidas entre os fãs.

Lembrando que Star Wars: A Ascensão Skywalker‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.

Assista nossa crítica:

Confira a porcentagem de aprovação de toda a franquia:

Star Wars: A Ameaça Fantasma’ (53%)
Star Wars: O Ataque dos Clones’ (65%)
Star Wars: A Vingabça dos Sith’ (80%)
‘Rogue One : Uma História Star Wars’ (83%)
‘Solo: Uma História Star Wars’ (70%)
Star Wars: Uma Nova Esperança’ (93%)
Star Wars: O Império Contra-Ataca’ (94%)
Star Wars: O Retorno de Jedi’ (82%)
Star Wars: O Despertar da Força’ (93%)
Star Wars: Os Últimos Jedi’ (91%)
Star Wars: A Ascensão Skywalker’ (57%)

O grandioso elenco conta com Daisy RidleyAdam DriverJohn BoyegaOscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall GleesonKelly Marie TranJoonas SuotamoBillie LoudNaomi AckieRichard E. GrantKery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.

‘Frozen 2’: Elsa com visual repaginado em nova imagem da sequência; Confira!

Frozen 2‘ chega aos cinemas apenas em 02 de janeiro de 2020 e a produção ganhou um nova imagem, que destaca o visual repaginado da protagonista Elsa na nova trama.

Confira:

 

A dupla Chris Buck e Jennifer Lee, que dirigiu o primeiro filme, retorna à direção.

Anna, Elsa, Kristoff e Olaf se aventuram nas profundezas da floresta para descobrir a verdade por trás de um antigo mistério do reino.

A sequência conta com o retorno de Idina Menzel, Kristen Bell, Jonathan Groff e Josh Gad. Os novatos Sterling K. Brown e Evan Rachel Wood completam o elenco.

‘A Primeira Tentação de Cristo’: Justiça nega pedido de censura contra o especial; Entenda!

De acordo com o Estadão, a Justiça do Rio negou na última quinta-feira (19) o pedido formal de um grupo religioso para que o especial de Natal do Porta dos Fundos fosse removido do catálogo da Netflix.

Intitulado ‘A Primeira Tentação de Cristo‘, o longa acompanha a comemoração do 30º aniversário de Jesus, que é retratado como um personagem gay, o que vem causando revolta na comunidade cristã.

No entanto, a juíza Adriana Sucena Monteiro Jara Moura afirma que não há motivos concretos para que a produção seja censurada, pois não identificou crimes contra a religião, violação aos direitos humanos, incitação ao ódio ou discriminação no longa.

No texto, ela também menciona os artigos 5 e 220 da Constituição Federal, referentes à liberdade de expressão, e deixa claro que a veiculação do conteúdo não é feito de forma pública ou obrigatória, já que os assinantes da Netflix estão livres para escolher o que querem assistir.

“Uma decisão diferente seria inequivocadamente censura decretada pelo Poder Judiciário. Ademais, considero como elemento essencial na presente decisão que o filme controverso está sendo disponibilizado para exibição na plataforma de streaming da ré Netflix, para os seus assinantes. Ou seja, não se trata de exibição em local público e de imagens que alcancem aqueles que não desejam ver o seu conteúdo. Não há exposição a seu conteúdo a não ser por opção daqueles que desejam vê-lo. Resta assim assegurada a plena liberdade de escolha de cada um de assistir ou não ao filme e mesmo de permanecer ou não como assinante.”

Entenda o caso:

Através de uma publicação no Facebook, o Centro Dom Bosco de Fé e Cultura confirmou que havia processado a Netflix e a equipe do Porta dos Fundos por conta do Especial de Natal produzido pelos humoristas.

Na publicação, o grupo religioso diz que:

“O Porta dos Fundos não mediu esforços em sua criatividade maligna para insultar a Deus, a Santíssima Virgem e os apóstolos. Por ser difusora e protetora desse tipo de crime, a Netflix também foi arrolada no processo como cúmplice do material veiculado.”

Para ganharem força, eles incitam os católicos a reagir contra a produção e a qualquer iniciativa que ultrajam sua fé, e explicam que os detalhes do processo serão revelados nos próximos dias pelo presidente do grupo, Pedro Luiz de Affonseca.

Além disso, os fiéis pedem uma indenização correspondente ao valor arrecadado com o filme e mais R$ 02 milhões, que serão doados para um fundo do Ministério da Justiça, comandado por Sérgio Moro.

“Somente quando afetar o bolso desses vilipendiadores, eles pararão de achincalhar a fé de milhões de brasileiros. Assim como o ator Fábio Porchat disse não citar Alá e a seita islâmica por medo de morrer, desejamos que tenha similar receio de insultar a Deus e a fé católica, única e verdadeira, por medo de processos judiciais. Infelizmente o ator não tem medo hoje do juízo que virá no instante seguinte à sua morte. Neste tempo estarão diante dele os mesmos de que hoje faz piada e a quem insulta. As penas poderão ser infinitamente piores que perder toda fortuna acumulada nesta vida.”

Até o momento, a publicação já teve mais de dois mil compartilhamentos e pouco mais de 1000 comentários.

Lembrando que o especial já está em exibição na Netflix.

Assista ao trailer:

Na trama, Jesus completa 30 anos e leva um convidado especial para conhecer sua família, mas a festa reserva outras surpresas.

‘Jerusalem’s Lot’: Adrien Brody vai estrelar adaptação de obra de Stephen King

US actor Adrien Brody poses as he arrives on May 27, 2017 for the screening of the film 'Based on a True Story' (D'Apres une Histoire Vraie) at the 70th edition of the Cannes Film Festival in Cannes, southern France. / AFP PHOTO / LOIC VENANCE (Photo credit should read LOIC VENANCE/AFP/Getty Images)

Mais uma obra de Stephen King vai migrar para as telas. Dessa vez, o conto ‘Jerusalem’s Lot‘ será adaptado em formato de série de TV, pela Epix. A produção será estrelada pelo vencedor do Oscar, Adrien Brody.

O conto foi publicado pela primeira vez em 1978, em uma coleção intitulada ‘O Turno da Noite‘, que reúne 20 histórias distintas. Anos depois, ele voltou a ser lançado como parte de uma edição ilustrada de ‘A Hora do Vampiro‘, sendo considerado uma espécie de prequel da clássica obra vampiresca.

A trama é contada a partir de uma série de cartas e partes de um diário, sendo a maioria do capitão Charles Boone. Na versão adaptada, Brody interpreta o protagonista citado, que após a morte de sua esposa no mar, decide se mudar com os seus três filhos para Preacher’s Corners, no estado do Maine, sua terra ancestral.

Ao longo da narrativa, Boone será forçado a ter que encarar os segredos de sua família e terá que lutar para combater a escuridão que tem tomado conta de gerações e gerações da sua casa.

Jerusalem’s Lot‘ contará com 10 episódios em sua primeira temporada, trazendo Jason e Peter Filardi como produtores executivos e showrunners. Donald De Line também assume a mesma função como produtor. Ele é conhecido por seu trabalho na série ‘Wayward Pines‘.

Em um comunicado oficial, o presidente da Epix, Michael Wright, comentou sobre a nova série e a escolha de Brody para o papel:

“A série é uma reimaginação intensa e absolutamente aterrorizante de um clássico de terror gótico. Mal podemos esperar para poder trabalhar com o time excepcional de Donald De Line e Jason e Peter Filardi, ao lado do nosso fenomenal protagonista, Adrien Brody. E claro, quando se trata de terror, nada fica melhor e mais grandioso do que Stephen King. Estamos empolgados por sermos a casa dessa incrível série”.

As filmagens de ‘Jerusalem’s Lot’ começam em maio de 2020, em Halifax, na Nova Escócia. A estreia da série deve acontecer na segunda metade do mesmo ano.

 

 

Fernando Meirelles fala sobre ‘Dois Papas’ da Netflix, Oscar e filmes de super-heróis [VÍDEO]

Dois Papas‘, filme da Netflix estrelado por Anthony Hopkins e Jonathan Pryce, estreou hoje no catálogo do serviço de streaming.

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, o diretor brasileiro Fernando Meirelles, indicado ao Oscar por ‘Cidade de Deus‘, falou sobre ‘Dois Papas‘.

No vídeo, ele fala sobre a elogiada produção, a possibilidade de indicações ao Oscar e a febre dos filmes de super-heróis.

Assista:

A história acompanha os bastidores de uma das mais dramáticas transições de poder nos últimos 2000 anos. Frustrado com a direção da Igreja, o cardeal Bergoglio (Jonathan Pryce) pede permissão ao papa Bento XVI (Anthony Hopkins) para se aposentar em 2012.

Em vez disso, enfrentando escândalos e sua própria insegurança, o introspectivo papa chama seu maior crítico e futuro sucessor a Roma para revelar um segredo que abalaria os alicerces da Igreja Católica. O que se vê dentro dos muros do Vaticano, então, é a disputa entre a tradição e o progresso, a culpa e o perdão, e dois homens muito diferentes confrontando seus passados em busca de terreno comum para forjar o futuro de um bilhão de seguidores em todo o mundo.

Crítica | Dois Papas – Fernando Meirelles encanta em comédia eclesiástica da Netflix

Filme Assistido durante o Festival de Toronto 2019

O peso da batina vem sempre acompanhado por diversos silogismos. Dogmas religiosos, posturas ritualísticas, maneirismos e burocracias que revelam um enorme distanciamento entre a mais alta cúpula do catolicismo e os seus fiéis. O Vaticano consolidou sua histórica trajetória como uma instituição imponente, observada avidamente e por diversas vezes intocável. Seus líderes – equivocadamente – permanecem como figuras santificadas e até mesmo impalpáveis diante dos seus e dos de fora. Mas Fernando Meirelles decide quebrar o silêncio abafado pelos cantos líricos que ecoam em sua suntuosa e ostensiva estrutura em Dois Papas, uma cinebiografia que faz da comédia o sabor ideal para um conto que é mais identificável do que poderia se esperar.

A troca entre papados foi amplamente televisionada e um tanto polêmica à sua época. O mundo viu o Papa Bento VXI abdicar da sua jornada vitalícia, entregando a responsabilidade nas mãos de uma figura pouco conhecida, mas que já possuía sua própria popularidade. Papa Francisco, de origem latina, assumia a responsabilidade em fevereiro de 2013, iniciando uma jornada bem avessa ao que já havíamos visto dentro do Vaticano. Mas as motivações, os dissabores, os questionamentos e as dúvidas que cercaram todo esse contexto permaneciam enclausuradas em um ambiente secreto, distante dos olhos e mentes curiosas da sociedade. E em Dois Papas, esse pequeno segredo é revelado ao público, mostrando – de maneira leve e cômica – as entranhas que toda essa atmosfera ritualística papal resguarda em si. Como um convite inesperado e inadvertido, somos convocados a entrar no Vaticano e especular aquelas conversas de bastidores que sempre despertou a curiosidade em tantos.

E aqui, o longa dirigido pelo brasileiro e roteirizado por Anthony McCarten – como uma adaptação de sua própria peça homônima, nos leva a conhecer a peculiar dinâmica relacional de duas figuras religiosas sempre tão cercadas por estigmas e simbolismos. Desmitificando ambos os papas, a produção os despe diante da audiência, por meio de diálogos desconfortáveis e irreverentes, que são cercados por um humor doce, sutil e dignamente eclesiástico, por razões óbvias. Ao apresentá-los como duas pessoas que, em sua essência, buscam entender e fazer a vontade de Deus, Dois Papas faz o serviço que o próprio Vaticano insistentemente não quer desempenhar, ao continuar apresentando suas figuras religiosas como arquétipos imaculados acima de qualquer suspeita, dignas de reverência e, naturalmente, longe da realidade.

E ao retirar Francisco e Bento dessa pesada áurea mítica e mitológica, Meirelles conquista a audiência com facilidade, despertando um interesse particularmente incalculado pela narrativa, que ainda é capaz de permanecer na neutralidade, sem preferências religiosas. Com uma trilha sonora original que emana o lirismo do catolicismo, o cineasta ainda faz um divertido contraste musical que extrai risos leves, transformando hits da cultura POP em versões romantizadas e eclesiásticas. Aqui, o clássico da Disco Music, Dancing Queen (Abba) ganha uma releitura delicada e quase teatral, ajudando a compor o tom do humor da trama. Ao seu lado, Blackbird, do Beatles, e a nova queridinha italiana, Bella Ciao, também são repaginadas ao compasso da trama com viés clerical, garantindo uma percepção incrivelmente apurada do roteiro, solidificando seus protagonistas como – eventualmente – duas figuras estranhamente identificáveis.

A harmonia da narrativa se torna completa pela excepcional caracterização dos veteranos Jonathan Pryce e Anthony Hopkins. Na pele dos papas Francisco e Bento XVI, respectivamente, eles entregam atuações sublimes e pontuais, que se assemelham com brilhantismo às figuras reais que encaram nas telonas. Do porte físico ao timbre da voz, os atores são a combinação perfeita de Dois Papas e divertem o público com a excentricidade de suas linguagens corporais, de seus maneirismos e até mesmo de suas personalidades, regadas das tradições de seus próprios países de origem. Sob um roteiro bem escrito e uma direção que explora as extremidades dos ângulos, ambos os astros se entregam em seus papéis, demonstram o quão à vontade estão na batina e conquistam o público, que ainda corre o risco de devanear na peculiar amizade que as consequências da vida proporcionaram entre os dois.

Promovendo uma experiência que beira uma espiada de canto por trás dos pilares de mármore, Fernando Meirelles domina a direção da cinebiografia com maestria, explora a beleza plástica do Vaticano em suas tomadas e sabe exatamente quando entrar com o humor, adocicando-o com pitadas dramáticas, que só acrescentam e dão equilíbrio para a trama. De uma leveza impressionante, Dois Papas é a combinação perfeita de uma história bem condensada e de uma primorosa comédia inocente, que tantas vezes se perde nos cinemas em vulgaridades e piadas de mal gosto. Inesperadamente divertido, o novo filme da Netflix é aquele que vai unir famílias no sofá, independente de suas percepções religiosas.

Crítica 2 | Star Wars: A Ascensão Skywalker – Um final digno, mas não muito original…

Acabou. Iniciada há mais de 42 anos, a saga da família Skywalker chegou ao fim de uma maneira controversa, que apesar de não ser tão original quanto alguns desejavam, conseguiu fechar o arco de maneira honrosa e muito emocionante.

Após os eventos de Star Wars: Os Últimos Jedi‘ (2017), dirigido por Rian Johnson, os fãs se dividiram entre os que gostaram muito dos novos conceitos que o diretor tentou abordar e os que odiaram o filme e chegaram até a fazer petições para que ele fosse excluído do cânone da saga. Fato é que Rian tentou quebrar o paradigma de que ninguém é 100% bom ou mau na galáxia muito, muito distante. Com a repercussão mista do longa, a Disney correu atrás de J.J. Abrams, que dirigiu o Episódio VII – dono de um maior índice de aceitação do público -, para comandar a última aventura dos Skywalker.

A escolha de J.J. resultou em uma mudança clara de tom, deixando o mistério e a incerteza de lado para voltar com um ar mais esperançoso e repleto de aventura. Grande parte dos caminhos traçados por Rian Johnson foram deixados de lado, com exceção da abordagem de Rey e Kylo Ren em relação à Força, e a trama voltou a focar nos mistérios apresentados em ‘O Despertar da Força‘. A sensação, inclusive, é que o Episódio IX é uma continuação direta do Episódio VII. Com isso, enfim vemos os Cavaleiros de Ren em ação, entramos mais na relação de conflito de Kylo Ren e enfim temos a solução da maior pergunta feita nessa nova trilogia: “qual o sobrenome da Rey?”.

O roteiro é bem previsível e acaba sendo o ponto fraco do filme, mas não chega a comprometer o longa porque ele não é ruim. Só é simples e previsível. Porém, o capítulo final é muito bem executado. Abrams aposta na sinergia do elenco e no carisma dos atores para segurar parte da trama e usa muitos “fan-services” ao longo da história. O ato final é de arrepiar e consegue tirar o fôlego do espectador. Claro que as decisões de Rian obrigaram J.J. a buscar outros caminhos, como a própria volta do Imperador Palpatine, e ter de lidar com a General Leia, já que Carrie Fisher faleceu em 2016 e sua personagem não teve um final no Episódio VIII. Mas ainda assim, o diretor soube fazer algo coerente e atrativo.

Um dos grandes destaques do filme é o Finn (John Boyega), que cresce muito como personagem após aceitar que não há como fugir do seu destino. Ele assume um papel de herói e continua com muito carisma. O visual é um espetáculo e consegue chocar em alguns momentos. Há uma sequência em meio a um festival que é simplesmente linda. Além disso, armas e artefatos vindo dos videogames e quadrinhos enfim debutam nas telonas. Dentre todos os capítulos da polêmica nova trilogia, ‘A Ascensão Skywalker‘ é o mais emocionante e divertido. E mesmo sem inovar, consegue finalizar com maestria os arcos dos personagens mais amados do cinema de fantasia espacial.

Star Wars: A Ascensão Skywalker estreia em 19 de dezembro de 2019.

‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’: Nova promo destaca as principais críticas positivas do filme

Após uma longa espera, ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘ chegou aos cinemas e para celebrar a emblemática estreia, a produção ganhou uma nova promo, que destaca as principais críticas positivas recebidas pelo filme.

Assista:

Confira a porcentagem de aprovação de toda a franquia:

Star Wars: A Ameaça Fantasma’ (53%)
Star Wars: O Ataque dos Clones’ (65%)
Star Wars: A Vingabça dos Sith’ (80%)
‘Rogue One : Uma História Star Wars’ (83%)
‘Solo: Uma História Star Wars’ (70%)
Star Wars: Uma Nova Esperança’ (93%)
Star Wars: O Império Contra-Ataca’ (94%)
Star Wars: O Retorno de Jedi’ (82%)
Star Wars: O Despertar da Força’ (93%)
Star Wars: Os Últimos Jedi’ (91%)
Star Wars: A Ascensão Skywalker’ (57%)

Lembrando que Star Wars: A Ascensão Skywalker‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.

O grandioso elenco conta com Daisy RidleyAdam DriverJohn BoyegaOscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall GleesonKelly Marie TranJoonas SuotamoBillie LoudNaomi AckieRichard E. GrantKery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.

‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’: Fãs se casam em estreia do filme

Skywalker Alamo Wedding Photo Credit: Erika Rich

Não só de confusão entre fãs vivem as sessões de ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘. Enquanto no Brasil alguns entraram na pancadaria em um cinema de Sorocaba, a rede Alamo Drafthouse foi na contramão e transformou uma de suas filiais, localizadas em Austin (Texas), em uma bela cerimônia de casamento.

Dois casais se casaram antes da exibição do filme, em uma singela e temática cerimônia, realizada pela rede de cinemas. Matt Anderegg e Mallory Walker e Andy Forbes e Wendy Anderson são clientes assíduos do local e como tradição, assistiram às todas estreias de ‘Star Wars‘ ao longo dos anos.

E para selar o amor pela saga e uns pelos outros, eles decidiram se casar na ocasião, que marca a chegada do capítulo final da Saga Skywalker, no lobby do cinema Alamo.

Confira as imagens:

Confira a porcentagem de aprovação de toda a franquia:

Star Wars: A Ameaça Fantasma’ (53%)
Star Wars: O Ataque dos Clones’ (65%)
Star Wars: A Vingabça dos Sith’ (80%)
‘Rogue One : Uma História Star Wars’ (83%)
‘Solo: Uma História Star Wars’ (70%)
Star Wars: Uma Nova Esperança’ (93%)
Star Wars: O Império Contra-Ataca’ (94%)
Star Wars: O Retorno de Jedi’ (82%)
Star Wars: O Despertar da Força’ (93%)
Star Wars: Os Últimos Jedi’ (91%)
Star Wars: A Ascensão Skywalker’ (57%)

Lembrando que Star Wars: A Ascensão Skywalker‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.

O grandioso elenco conta com Daisy RidleyAdam DriverJohn BoyegaOscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall GleesonKelly Marie TranJoonas SuotamoBillie LoudNaomi AckieRichard E. GrantKery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.

‘O Senhor dos Anéis’: Amazon está procurando por ‘pessoas feias’ para o elenco da série

Segundo o site Independent, a Amazon está em busca de mais membros para o elenco da vindoura e ambiciosa série O Senhor dos Anéis – e a nova chamada foi um tanto quanto… Inesperada.

A produtora divulgou audições para pessoas “muito peludas” e “com muitas rugas” para integrarem o exército dos Orcs, criaturas perigosas e deformadas que habitam há milênios a Terra-Média e servem aos desejos de Sauron, o Senhor do Escuro. Membros de qualquer etnia e idade, e que tenham menos de 1,5 metro ou mais de 2 metros, poderão participar dos testes.

Por enquanto, o elenco principal é formado por Markella KavenaghMaxim BaldryJoseph MawleEma HorvathMorfydd Clark foi a mais recente adição e dará vida à versão mais jovem de Galadriel. Will Poulter deixou o projeto devido a conflitos de agenda.

A trama da série será ambientada antes dos eventos mostrados no primeiro livro escrito por J. R.R. Tolkien.

Os dois primeiros episódios serão dirigidos por Juan Antonio Bayona (‘Jurassick World: Reino Ameaçado’), que também será o produtor executivo ao lado de Belén Atienza.

Assista ao primeiro teaser da produção:

Vale lembrar que a produção já foi renovada para a 2ª temporada.

O roteiro fica por conta de JD Payne e Patrick McKay.

Por enquanto, mais detalhes não foram informados, exceto que a série tem previsão de estreia em meados de 2021.

A trilogia de romances de Tolkien foi adaptada para os cinemas entre 2001 e 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre elas o prêmio de Melhor Diretor para Peter Jackson e Melhor Filme em 2004 para O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um trilogia prequela intitulada O Hobbit.

Crítica | Star Wars: A Ascensão Skywalker é uma carta de amor aos fãs mais antigos

Entre trancos e barrancos, algumas sequências mal acabadas e um excessivo uso de efeitos visuais em meio a uma época tão emblemática para a história do cinema contemporâneo, Star Wars conseguiu navegar com maestria. Independente de suas falhas imperdoáveis para os fãs mais severos, a franquia se imortalizou como talvez uma das mais vanguardistas dos últimos anos. E com o fim de uma década dobrando a esquina, assim também se encerra uma longa e contínua saga. A narrativa da família Skywalker chega ao seu fim, coroando a controversa, porém amada, história iniciada por George Lucas nos idos dos anos 70. A Ascensão Skywalker pode até desapontar alguns (ou muitos), mas é capaz de sincronizar o pior e o melhor da franquia com brilhantismo, em uma trama repleta de catarses emocionais, existenciais e até mesmo narrativas. Quer o hate venha ou não, é inegável que a beleza da ascensão é o fato de ela também ser o símbolo mais profundo da redenção e do perdão. 

Os Episódios antigos lançados entre os anos 70 e 80 já traziam em sua essência uma bela trama particular sobre auto descoberta. Usando uma galáxia tão distante como o background ideal para uma aventura sem fronteiras em todos os sentidos – tanto em termos de construção de roteiro, como de limitações tecnológicas, Star Wars é de fato a história de um jovem que, ao tentar descobrir quem é, acaba descobrindo o propósito de sua jornada. Neste contexto, universos inteiros correm o risco de extinção e uma resistência se faz necessária para garantir a paz e plenitude entre os planetas. Essa premissa continuou sua trajetória com o passar dos anos e após um hiato silencioso nos cinemas – em meados da década atual, J.J. Abrams resgatou o que havia se perdido e pelas mãos da Disney fez de O Despertar da Força a retomada de uma trama incompleta. A Ascensão Skywalker é a eclosão máxima desse tumultuado emaranhado visual e faz sua despedida com leveza, doçura e simplicidade.

Fugindo das complicações que fizeram Os Últimos Jedi se tornar aquele filme que faz muitos recuarem, o longa dirigido por J.J. Abrams é sua carta de amor aos fãs mais antigos, à medida que ainda consegue cativar as gerações mais novas, que descobriram a franquia nos últimos anos. Fechando os ciclos de seus personagens de maneira bem emotiva, A Ascensão Skywalker visar deixar um suspiro saudosista, preza por finais felizes, mas claro, de formas bem sacrificiais. Provando que nenhuma boa ação vem sem punição, a trama busca o equilíbrio em seu encerramento, a fim de não tornar a Saga Skywalker em uma narrativa piegas. Mas fugindo também do estilo mais irreverente que os roteiros de Uma Nova Esperança e O Império Contra-Ataca possuem, a divisão da Disney adota o modo play safe, mas o faz com honra e mérito, entregando uma trama que desenvolve com presteza, glorifica seus personagens mais clássicos (vida longa à general Leia!) e não perde tempo em pequenos arcos, primando mesmo pela consolidação final da grande história que ressuscitou Star Wars nos cinemas.

Aqui, Rey (Daisy Ridley) e Kylo Ren (Adam Driver) formam uma bela díade, seja em suas lutas bem coreografadas e dirigidas, seja no diálogos que exploram as mazelas e os traumas que ambos carregam. E por justamente explorar o aspecto mais afetuoso e emocional dos personagens é que a trama assinada por Abrams e Chris Terrio ganha um sabor tão particular. Voltando-se para às raízes do que George Lucas desenvolvera no passado, a produção se aprofunda nas auto-descobertas, fazendo um silogismo simbólico e catártico, com os protagonistas aprendendo a encarar seus respectivos passados, para que então possam rumar para o que o futuro lhes reserva. Essa abordagem ainda faz com que Star Wars se transforme em um filme sobre redenção e perdão, criando um elo e uma ponte ainda maior com sua audiência. 

Indo além das lutas que são quase um ballet contemporâneo, o filme se apresenta de maneira mais madura, tanto em seu enredo, como na direção de J.J.. Aqui, ele explora mais os planos sequências, trazendo ritmo, dinamismo e muita sincronia entre os personagens. Com uma identidade maior nas principais tomadas de ação, A Ascensão Skywalker não é apenas um filme de ficção científica que agrada os olhos. É dono também de uma propriedade técnica bem maior e mais encorpada. Os efeitos visuais são ainda mais realistas e intercalam-se com efeitos práticos, que ajudam a trazer a mesma sensação palpável que fez da trilogia dos anos 70-80 o sucesso inesgotável que ainda sustentam. Trazendo realismo na tecnologia empregada, a cena de luta gravada nas ruínas da Estrela da Morte, em meio a um mar revolto, é ainda mais fascinante aos olhos e faz uma pequena homenagem à trama original que nos trouxe a 2019 e à Ascensão Skywalker

Com John Williams de volta à trilha sonora original, o filme ainda traz o equilíbrio ideal entre a boa execução musical e a edição das cenas. Mesclando inúmeros gêneros em um só, Star Wars: A Ascensão Skywalker transita entre a ação, uma carga dramática hipnotizante, a leveza da comédia que faz parte de sua essência, além de algumas breves pitadas de terror, que ajudam a compor a tensão nas cenas mais pesadas – tudo isso, sem comprometer sua classificação indicativa, voltada para o público familiar. Antagonicamente promovendo uma bela colisão e entrelaçamento entre o passado e o presente, Star Wars: A Ascensão Skywalker resgata um de seus mais amados vilões e lhe garante não apenas a trama que sempre quisemos ver, como bons e velhos fãs da franquia, como também o entrega nos braços da audiência, em um filme que encerra essa década como sendo a despedida mais dolorosa, depois de Vingadores: Ultimato. Que a força esteja conosco e com o futuro de Star Wars.

Mariah Carey lança mais um INCRÍVEL clipe do hit “All I Want for Christmas Is You”; Confira!

A Rainha do Natal está de volta, cordeiros!

A lendária Mariah Carey lançou hoje (20) mais um clipe oficial de sua famosa canção de fim de ano “All I Want for Christmas Is You”.

Confira:

A música original foi divulgada em novembro de 1994 e, desde então, tornou-se um clássico que praticamente está em todas as playlists do feriado natalino.

A produção alcançou o #1 na Billboard Hot 100 à época do lançamento e, desde então, sempre volta ao pódio quando chegamos nos últimos meses do ano. Em 2017, a canção subiu ao #9 e, em 2019, quebrou mais um recorde ao reclamar o topo das baradas depois de 25 anos de sua estreia.

10 músicas para quem AMA o Natal!

Com vendas globais de mais de 16 milhões de cópias“All I Want for Christmas Is You” é o maior sucesso internacional de Carey e 11º single mais vendido de todos os tempos.

‘Você’: 2ª temporada conquista 86% de aprovação no RT; Confira as críticas!

A segunda temporada de ‘Você‘ chega à Netflix logo após o Natal, mas as primeiras avaliações da produção já estão entre nós. Conquistando 86% de aprovação no Rotten Tomatoes, o novo ciclo recebeu inúmeros elogios pelo desenvolvimento da narrativa, que começa a explorar com maior complexidade os arcos dos seus personagens.

Além disso, o astro Penn Badgley foi elogiado por sua performance, à medida que a trama avança na forma como a violência masculina é abordada.

E para te preparar para o que vem por aí e aguçar os ânimos dos fãs apaixonados pela série, separamos as principais avaliações disponíveis até o momento!

Confira:

“A segunda temporada segue mais devagar que sua antecessora e o mistério de eles-irão/eles-não-irão acaba indo para o banco de trás, para abrir espaço para um desenvolvimento vital dos personagens”. – Joelle Monique, AV Club

“Badgley ainda é, incrivelmente, assistível como Joe, que possui o coração de um herói de comédia romântica e a mente/falta de impulso de controle de um stalker assustador. O ator faz malabarismo com duas funções, com sua performance nas telas e sua narração de fundo com um charme implacável”.  – Kristen Baldwin, Entertainment Weekly

“Talvez a intenção é nos chocar ao ponto de nos levar a ter consciência do quão podre esse rapaz, pelo qual nos afeiçoamos tanto, é. Mas esse é um truque de mágica que só consegue funcionar uma vez”. – Daniel D’Addario, Variety

“Por todas as suas reviravoltas, arcos e às vezes natureza operática, ‘Você’ é basicamente um inquietante e complicado retrato da violência masculina – como ela começa, quais são seus alvos e como seus efeitos reverberam para fora”. – Angelica Jade Bastién, New York Magazine/Vulture

“A segunda temporada de ‘Você’ é uma continuação substancial, que entrega ao seu novo elenco muito espaço para criar e ousar, à medida que eles se mantém familiares ao principal fator maníaco da narrativa”. – Amanda Bell, TV Guide

Confira o trailer:

Criada por Greg BerlantiSera Gamble, a série é baseada na saga literária escrita por Caroline Kepnes.

Um inteligente gerente de livraria depende de seu conhecimento na Internet para fazer a mulher dos seus sonhos se apaixonar por ele, enquanto ele fica perigosamente obcecado por ela.

O elenco do novo ciclo conta com Penn Badgley, Victoria Pedretti, James Scully, Jenna Ortega, Ambyr Childers e Carmela Zumbado.