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Jovens são atormentados em prédio assombrado no trailer de ‘Presos nas Sombras’

O terror ‘Presos nas Sombras‘ ganhou trailer legendado.

Confira:

O longa foi escrito e dirigido por Danny LeGare.

Brincando de exploradores urbanos, um grupo de amigos invade um prédio que parecia estar abandonado para tirar fotos e se divertirem um pouco no meio da noite. Durante uma brincadeira de esconde-esconde, eles suspeitam que há algo errado com o lugar, que parece ser assombrado. Quando eles descobrem que algo muito pior está acontecendo ali, acabam presos numa situação terrível e são perseguidos pessoas perigosas, dispostas a tudo para proteger seu segredo – inclusive matar!

O elenco inclui Jeff Riberdy, Greg Nutcher, Jessica Moore, Velson D’Souza, Chase Bailey e Tina WongLu.

‘The Walking Dead’: Scott Gimple revela que os filmes serão diferentes da série

Em entrevista ao Marketplace, Scott Gimple, diretor de conteúdo do universo ‘The Walking Dead‘, revelou que os filmes estrelados por Andrew Lincoln serão completamente diferentes das séries.

“Nós temos que assumir riscos. E é preciso agradar o público, se você quiser assumir riscos. Nós estamos trabalhando duro para tentar fazer com que essas produções sejam o mais diferentes possíveis. Vamos tentar fazer os filmes serem diferentes das séries? Estamos dando ao público uma razão para a criação de um universo, com histórias variadas?”

Anteriormente, Gimple já havia revelado esperar que espectadores não familiarizados com o universo ‘The Walking Dead‘ acompanhassem os filmes, incluindo públicos mais jovens que ainda não viram sequer um episódio da série.

“Ao fazer isso, é uma espécie de diretiva principal, não vou citar Star Trek… mas você precisa fazer valer a pena que um novo público participe. Para isso, quero oferecer a eles um entretenimento completo que use essa tela gigante, mas que também os acerte no coração, para que você saia do cinema com um sorriso no rosto, talvez com o coração acelerado um pouco”.

Situada algum tempo após o desaparecimento de Rick da Virgínia, que iniciou um salto de seis anos na série principal, a trilogia planejada mostrar Rick sequestrado pelas mãos de uma organização sombria que tem planos de reconstruir o mundo quase uma década no apocalipse zumbi.

“É uma coisa diferente, e acho que, de certa forma, é sobre a completude da história, cumprindo o personagem de Rick Grimes e levando as pessoas a um passeio emocionante. É um formato diferente, você sabe, filmes não são televisão. Tem havido muita conversa sobre programas de TV serem como um filme longo. Há uma arte real em fazer esse entretenimento de 90 minutos e 120 minutos – as luzes se apagam, você é levado para outro lugar, as luzes se acendem e você esqueceu que estava fora. É um tipo diferente de desafio, e estou adorando enfrentá-lo. ”

O elenco conta da série com Norman Reedus, Danai Gurira, Melissa McBride, Josh McDermitt, Seth Gilliam, Ross Marquand, Jeffrey Dean Morgan, Khary Payton e Samantha Morton.

EXCLUSIVO! ‘Chicago Fire’: Jesse Spencer revela o segredo dos oito anos de sucesso da série

Em 2019 Chicago Fire inicia sua 8ª temporada, se consagrando como a série mais longeva do universo de Chicago. E para o protagonista Jesse Spencer, intérprete de Matthew Casey, o sucesso da produção reside exatamente em seu realismo, que faz com que a produção seja identificável com a audiência.

E em uma entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, o astro comentou sobre a longa jornada bem sucedida do programa, que ainda conta com a consultoria de bombeiros reais, a fim de garantir a autenticidade das principais cenas.

Em conversa com a jornalista Rafa Gomes, Spencer ainda refletiu sobre o alcance emocional que as histórias de cada personagem possui sobre os fãs.

Disse:

“É incrível poder fazer parte da história de ChicagoFire desde o princípio. No começo, nunca se sabe como uma série vai se sair na TV e hoje estamos na mesma categoria de outras produções longevas! Mas nunca dá para ter certeza de quão grande a produção pode ficar. O que fizemos foi passar bastante tempo trabalhando com bombeiros reais e trabalhando juntos, tentando extrair a energia e a dinâmica do roteiro e daquilo que os criadores queriam que entregássemos, além de claro, realmente tirar essa série do chão. E nós estamos muito felizes por poder chegar à oitava temporada, se tornando a série do universo de Chicago mais longa de todas! Isso é fantástico e estamos muito alegres. Apenas queremos manter o que fazemos e continuar realizando esses três grandes crossovers”.

Spencer ainda refletiu sobre o quão inspiradora a produção se tornou na vida de seu público, a partir de histórias calcadas em experiência genuínas e palpáveis. Para o ator, poder abordar os protagonistas de maneira verdadeira é o que garante a cativante essência da série:

“Os personagens são muito identificáveis e antes de mais nada, eles são pessoas comuns que foram colocadas em situações extraordinárias. O pano de fundo de serem bombeiros é incrivelmente perigoso. Eles correm em direção ao fogo, enquanto o restante das pessoas foge disso. E esses personagens não são perfeitos, eles possuem suas fraquezas. E poder assistir a essa produção é como assistir a uma série de super heróis sem capas, é como vejo. E os erros desses protagonistas os tornam mais relacionáveis. As pessoas conseguem se conectar com isso com muita facilidade. Além disso, ainda temos esse estilo de abordagem da trama, que é pela dinâmica familiar e pela forma como interpretamos os nossos personagens. Eles vêm de famílias disfuncionais e creio que as pessoas conseguem se conectar a isso também”. 

Os aguardados episódios inéditos de Chicago Fire, Chicago P.D. e Chicago Med estreiam na sessão “Segundas de Chicago”, dia 4 de novembro, a partir das 21h30, no Universal TV.

Criada por Michael Brandt e Derek Haas, a série foi início a um universo compartilhado que conta com as produções ‘Chicago P.D.’ e ‘Chicago Med‘.

A trama conta a história dos bombeiros, do esquadrão de resgate e das paramédicas do Batalhão 51 do Corpo de Bombeiros de Chicago, que arriscam suas vidas semana a semana para salvar e proteger os cidadãos de sua incrível cidade. São como uma extensão de suas famílias e ninguém dentro do Batalhão 51 conhece outra maneira senão a de apoiarem uns aos outros, independente da situação, confiando suas vidas nas mais diferentes situações de risco.

O elenco inclui Jesse Spencer, Taylor Kinney, Christian Stolte, Eamonn Walker, Randy Flagler e Joe Minoso.

‘O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio’ deve DECEPCIONAR nas bilheterias

Ao contrário das expectativas, ‘O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio‘ deve decepcionar em seu primeiro final de semana nos EUA. Projeções indicavam que o longa estrearia entre US$ 35-40 milhões no país, porém não deve conseguir ultrapassar os US$ 30 milhões.

Previsões atuais indicam que a sequência deve arrecadar decepcionantes US$ 27.1 milhões.

De acordo com o Deadline,  o orçamento total da produção ficou na casa dos US$ 185 milhões, sendo necessário o filme arrecadar ao menos US$ 470 milhões para começar a gerar lucro.

No mercado internacional, o longa também está tendo uma performance abaixo do esperado. Na China, a sequência deve estrear com US$ 30 milhões, bem abaixo das projeções que indicavam uma abertura na casa dos US$ 40-50 milhões.

Dirigido por Tim Miller (‘Deadpool‘), o longa terá produção de James Cameron, sendo este o primeiro filme da franquia com seu envolvimento desde ‘O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final‘.

Mais de duas décadas após os eventos de ‘O Julgamento Final’, Sarah Connor (Hamilton) precisa proteger uma jovem chamada Dani Ramos (Reyes) e seus amigos de um Exterminador (Luna) enviado do futuro para aniquilá-las.

O elenco conta com Linda Hamilton, Mackenzie Davis, Natalia Reyes, Gabriel Luna, Arnold Schwarzenegger e Diego Boneta.

O longa já está em exibição nos cinemas.

7 Momentos Marcantes de ‘Coringa’

Coringa (Joker, no original) chegou aos cinemas brasileiros e está causando. O filme correspondeu às expectativas e apresentou um grande trabalho principalmente do ator Joaquin Phoenix e do diretor Todd Phillips. A obra cinematográfica tem um tom pesado, melancólico, violento e conta com diversos momentos marcantes dentro de suas cerca de duas horas de exibição.

Citamos alguns abaixo. O texto obviamente contém SPOILERS. Veja por sua conta em risco se ainda não assistiu ao filme:

Desespero por não conseguir controlar o riso

ogo no começo do filme a condição neurológica de Arthur é evidenciada. Em meio às risadas, uma expressão de tristeza e desespero por não conseguir ter o mínimo de controle sobre a situação. O trabalho de atuação de Phoenix impressiona e transmite toda a dor e sofrimento do personagem, que não conta com a benevolência das pessoas ao redor. Isso pesa no desenvolvimento do personagem até ele passar por todo o seu arco no roteiro e se transformar no icônico vilão.

 

Twist do suposto par romântico

Em dado momento, Arthur aguarda por Sophie (Zazie Beetz) no apartamento da própria. Até então, havia sido estabelecido em cena que os dois construíram uma relação, saindo e vivenciando juntos momentos chave do personagem. Porém, os espectadores de Coringa são surpreendidos e ficam confusos com o desconhecimento dela em relação ao protagonista. Descobrimos que na verdade era tudo uma fantasia do personagem principal. Os dois nunca tiveram de fato uma parceria e tudo visto em tela até aquela ocasião foi um trabalho da mente de Arthur.

 

O anão e a porta

Coringa passa longe de ser um filme engraçado. Há apenas um momento de um teórico alívio cômico, o qual Arthur recebe em seu apartamento dois ex-companheiros de trabalho e acaba matando um deles, sobrando assim apenas o amigo anão, interpretado por Leigh Gill, que devido a sua estatura não conseguia abrir a porta para poder fugir.  A cena gera risadas por parte do público do cinema, porém não muda o fato de que é um momento desesperador e tenso.

 

Fique calmo

Durante um momento de discussão com a figura materna em busca de respostas sobre seu passado, Joaquin Phoenix mais uma vez demonstra sua grande qualidade de atuação. Penny estava no banheiro evitando o confronto direto com o protagonista – que estava transtornado – e pediu calma a ele para assim poderem conversar de modo sereno. Rapidamente, em seguida, Arthur mudou todo o seu status mensal nervoso e se demonstrou extremamente tranquilo. “Estou calmo”, ele diz. Brilhante e uma ótima cena.

 

Entrevista com Murray

O personagem de Robert De Niro é uma figura importante de referência para Arthur. Murray é a ponte para que o protagonista guie parte de suas atitudes. Nos momentos finais de Coringa, o personagem já caracterizado como tal, consegue enfim realizar a tão desejada entrevista no programa de TV. A sua entrada através de uma dança é assustadora e causa medo devido à insanidade e imprevisibilidade de Arthur.

O clímax da conversa é concretizado quando Coringa atira em Murray, matando-o brutalmente para um grande público que assistia pela televisão. Não só esse como todos os assassinatos da referida obra cinematográfica são secas, geram uma grande sensação de realidade. Um grande impacto.

 

A dança

Arthur ensaiou sua dança por diversos momentos durante sua história apresentada, mas era contrastado com todas as adversidades de sua vida, o que o tornava uma pessoa depressiva, sem postura e sem confiança. Após finalmente se libertar e se encontrar de si como o Coringa, conseguiu adquirir uma maior leveza em meio a sua psicopatia e a confiança suficiente para colocar em prática seus passos. O paralelo da cena das escadas no início do filme, com o personagem a subindo lentamente e desanimado, quando comparado com o trecho final dele já como Coringa dançando e cheio de si é marcante.

 

Criação do Batman e o caos final

O filme dentro do contexto que foi apresentado funcionaria mesmo que não introduzisse diretamente elementos relacionados à família Wayne. Ainda assim, houve a decisão de colocar os famosos pais de Bruce na trama, além do próprio. A obra faz um link entre toda a representatividade e influência da figura do Coringa e a origem do Batman, com o famoso assassinato de seus pais. A cena foi muito bem representada com os elementos clássicos do ocorrido.

O Coringa já foi estabelecido e conseguiu influenciar uma grande quantidade de pessoas por Gotham. A catarse de seus atos é apresentada em uma das cenas finais do filme, com o caos e os palhaços por toda a cidade. Comum a eles, uma reverência pelo seu principal representante: Arthur, o Coringa.

Para dar o toque final, a cereja do bolo nesta excelente cena, Coringa borra a sua caracterização ao lado da boca e deixa exatamente do jeito que os fãs queriam ver. Ali, o personagem foi completamente estabelecido. O Coringa em sua forma plena chegou.

 

Há muitas cenas marcantes e estas são apenas algumas das muitas que também poderiam ter sido citadas! Qual foi a sua preferida?

 

 

OPINIÃO: Reações a ‘Coringa’ provam que estamos vivendo na caótica sociedade do filme

‘Coringa’: Joaquin Phoenix diz que não se importa com opinião dos fãs sobre sua interpretação

Filme de origem do Coringa será ‘assustador’, afirma Joaquin Phoenix

David Ayer nega que estava insatisfeito com a atuação de Jared Leto em ‘Esquadrão Suicida’

Em um recente artigo publicado pelo The Hollywood Reporter, foi revelado que o ator Jared Leto ficou descontente que um filme-solo do vilão Coringa estava em desenvolvimento sem sua participação (visto que ele viveu o personagem em Esquadrão Suicida) e que até mesmo tentou fazer com que o projeto fosse cancelado.

Além disso, a matéria também sugeria que o diretor David Ayer, que comandou o longa de 2016, estaria insatisfeito com a performance de Leto como o antagonista, explicando o motivo do personagem ter aparecido menos de dez minutos na produção.

Entretanto, Ayer recorreu ao Twitter para desmentir as informações: ao responder um comentário de fã que fez menção ao artigo do THR, o cineasta disse que “isso é uma informação imprecisa. Não foram minhas palavras ou atitudes”.

James Gunn também foi questionado sobre o porquê de não incluir Leto como o Coringa no reboot-sequência ‘O Esquadrão Suicida. Ele, então, disse que:

“Ninguém além de mim, e alguns membros da produção, sabe quais personagens estão no filme, mas se o Coringa não estiver, não seria estranho. Afinal, ele não faz parte da equipe nos quadrinhos.”

No primeiro filme, o Coringa ficou em evidência apenas por causa de sua relação com a Harley Quinn, e agora que os personagens não estão mais juntos, é provável que o vilão de fato não retorne.

Lembrando que Margot Robbie (Harley Quinn), Viola Davis (Amanda Waller), Joel Kinnaman (Rick Flag) e Jai Courtney (Capitão Boomerang) irão reprisar seu papéis.

O elenco também conta com Nathan Fillion (Arm-Fall-Off-Boy), Pete Davidson (Blackguard), Michael Rooker (Savant), Flula Borg (Javelin), Sean Gunn (Weasal) e Mayling Ng (Mongal) estrelam.

‘O Esquadrão Suicida será lançado nos cinemas no dia 06 de agosto de 2021.

‘I See You’: Helen Hunt investiga mistério no trailer do suspense psicológico; Assista!

O suspense psicológico ‘I See You‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa é dirigido por Adam Randall, a partir de um roteiro escrito por Devon Graye.

A trama segue a esposa do investigador principal de um caso de abdução de criança. Com o relacionamento conturbado, ela tenta conseguir o perdão de seu marido por sua infidelidade, à medida que uma presença obscura começa a se manifestar dentro de sua casa, colocando em risco a vida de seu filho.

Helen Hunt, Jon Tenney e Judah Lewis estrelam a produção.

O suspense será lançado direto em VOD no dia 6 de dezembro.

‘O Homem nas Trevas 2’: Stephen Lang diz que roteiro da sequência é ótimo

Em uma recente entrevista ao site Dread Central, o ator Stephen Lang revelou que já leu o roteiro da sequência O Homem nas Trevas 2’ e aproveitou para comentar que a narrativa é ótima – aumentando as expectativas dos fãs do primeiro filme.

“Eu li o roteiro [do filme] e ele é muito bom”, ele comentou. Quando questionado se a atriz Jane Levy irá retornar como Rocky, Lang disse que “isso eu não posso responder”.

Ano passado, o produtor Sam Raimi revelou que já leu o rascunho do roteiro da sequência e amou.

“A ideia para a sequência é genial! É apenas a melhor ideia para uma sequência que eu já ouvi na vida. Não estou brincando.”

Sucesso nas bilheterias, ‘O Homem nas Trevas‘, lançado em 2016, custou apenas US$ 9,9 milhões, e arrecadou US$ 157 milhões mundialmente.

Rocky, Alex e Money são ladrões que ganham dinheiro invadindo casas de pessoas ricas em Detroit. Money fica sabendo sobre um veterano de guerra cego que ganhou muito dinheiro pela morte de sua única filha. Pensando ser um alvo fácil, o trio invade a casa isolada do homem em uma vizinhança abandonada. Após se verem presos lá dentro, os jovens invasores têm que lutar por suas vidas ao descobrirem que a vítima não é nada inofensiva.
Dirigido por Fede Alvarez, o elenco também trouxe Dylan MinetteDaniel Zovatto, Serjeg OnopkoKatia Bokor e outros.

‘Batman do Futuro’ pode ganhar versão live-action com Michael Keaton

De acordo com o We Got This Covered, a Warner Bros está interessada em fazer uma adaptação live-action de ‘Batman do Futuro‘ com o retorno de Michael Keaton como Bruce Wayne.

A informação veio da mesma fonte que divulgou o retorno de Tom Welling como Clark Kent em ‘Crise nas Infinitas Terras‘, e de Violas Davis como Amanda Waller em ‘O Esquadrão Suicida’.

Foi dito que, após o sucesso de ‘Coringa‘, o estúdio está empenhado em desenvolver produções independentes, mas ainda não há detalhes sobre o projeto.

Até o momento, nada foi confirmado oficialmente, então considere como rumor.

Para quem não se lembra, ‘Batman do Futuro‘ foi uma animação exibida entre 1999 e 2001, e seu sucesso foi tão grande que deu origem a uma aclamada série de quadrinhos, contando a história de Terry McGinnis, que ocupa o lugar de Bruce Wayne como o novo Cavaleiro das Trevas mais de cinquenta anos no futuro.

Confira um fan pôster:

 

Os Melhores e Piores Remakes em Live-Action da Disney – incluindo ‘Malévola: Dona do Mal’

O império Disney chegou em uma nova e conturbada era: a dos remakes em live-action.

Por incrível que pareça, essas investidas cinematográficas não começaram há pouco tempo, tendo aparecido desde os últimos anos do século passado e ganhando uma dimensão assustadora na década de 2010. Entretanto, poucas dessas produções conseguiram cativar o público ou mostrarem-se competentes o bastante para acrescentar alguma coisa nova a uma esfera que já dá ares de saturação.

Com raríssimas exceções – e com projetos que se estendem para a década inteira, praticamente -, é um fato dizer que a companhia em questão precisa voltar a suas histórias originais ou ao menos entender o que de errado se repete em tantos longas-metragens péssimos ou medíocres.

Nessa mais nova matéria, fizemos um ranking com todos os live-actions da Disney – excluindo ‘Peter Pan (2003), visto que ele pertence à Universal Pictures, e Pan(2015), que é, na verdade, uma história de origem. Mantivemos o restante, incluindo Malévola (2014), que se intrinca com A Bela Adormecida, e sequências como Alice Através do Espelho e ‘102 Dálmatas’.

Confira abaixo nossa lista e não se esqueça de comentar quais são seus remakes favoritos

12. ALICE ATRAVÉS DO ESPELHO (2016)

Se Tim Burton não conseguiu nos encantar com sua releitura da clássica obra de Lewis Carroll em 2010, era pouco provável que James Bobin alcançasse tal feito – e o resultado da sequência Alice Através do Espelho é tão insossa quanto o longa-metragem anterior.

Apesar dos competentes efeitos visuais, que já são conhecidos dentre as obras supervisionadas por Burton, a narrativa que traz a personagem-título de volta ao mundo das Maravilhas peca irreparavelmente ao tentar explicar um panteão que não tem explicação. Como se não bastasse, a bizarra narrativa é acompanhada por péssimas atuações de Mia Wasikowska, Johnny Depp e Sacha Baron Cohen.

11. 102 DÁLMATAS (2000)

101 Dálmatas se tornou um clássico do panteão Disney principalmente por sua estética impressionista bastante inovadora e que ainda não havia sido utilizada nas animações predecessoras. Qual foi nossa surpresa quando a companhia anunciara um live-action com os fofos cachorrinhos liderados por Glenn Close – e mais ainda quando o fracassado filme gerou uma sequência.

Close retorna para o papel de Cruella de Vil, agora reabilitada devido a um tratamento de hipnose, e carrega consigo um gatilho que a coloca de volta numa jornada para fazer casacos com peles de dálmata. O conto é tão impalpável que consegue transformar alguns dos maiores performers da geração – incluindo Close e Gérard Depardieu – em caricaturas ridículas de algo que não tinha a menor chance de ficar bom.

10. ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS (2010)

A viagem non-sense de Alice começou em 1951 e, desde então, foi relida das mais diversas formas para mídias completamente diferentes. E, considerando que Burton já havia nos entregado algumas pérolas do cinema – como ‘Sweeney Todd’ e ‘Edward Mãos-de-Tesoura’ -, poderíamos nos convencer erroneamente de que o remake da animação seria bom.

O resultado catastrófico é mascarado pelo incrível uso dos efeitos especiais, que também não chegam a ser suficientes para nos desviar da podre trama arquitetada. Em um filme tão vibrante quanto este, é irônico pensar que ele insurge numa miscelânea incompreensível sem vida e sem qualquer envolvência.

9. 101 DÁLMATAS (1996)

‘102 Dálmatas’ foi uma produção desnecessária, mas seu predecessor 101 Dálmatas ainda tentou recuperar as glórias do longa-metragem da década de 1960. Entretanto, como boas intenções não querem dizer muita coisa, não é surpresa que o filme se tornou mais uma investida desnecessária (e isso perto da virada do século).

Com exceção da competente e memorável atuação de Close como uma das maiores e melhores vilãs do panteão Disney, o live-action não cumpre sua promessa de nos emocionar, criando um tour-de-force sem sentido e sem qualquer prospecto para conquistar o público. Ao menos os cachorrinhos estão fofos.

8. DUMBO (2019)

Convém-se dizer que Dumbo não necessariamente é um dos filmes mais adorados de todos os tempos, visto que a obra de 1941 passa por muito pouco a duração de uma hora e arquiteta uma narrativa que vale mais a pena por seu nonsense e por suas sutis críticas. Entretanto, Burton voltava mais uma vez aos holofotes ao se lançar na missão de não apenas trazer o icônico elefante voador para as telonas mais uma vez, mas também expandir seu universo.

O resultado é mais uma vez falho e, na verdade, parece ter deixado a marca de que as releituras da Disney seguiam há algum tempo: sua completa falta de necessidade. De fato, o longa-metragem poderia ter acabado com seu primeiro ato e não faria a mínima diferença – nem mesmo a sedutora presença de Eva Green é competente o bastante para apagar o espetáculo de horror.

7. MALÉVOLA: DONA DO MAL (2019)

“Desde os primeiros minutos do longa, fica perceptível que a equipe criativa não soube decidir entre manter o clima mais dark do antecessor ou abraçar o estilo clássico e batido dos contos de fadas não tão famosos do grande público. E isso reflete não apenas no visual, mas no estilo narrativo. Eles seguem tentando contar a história da Bela Adormecida pela ótica da vilã que não é vilã, mas agora esbarram em outro desafio: a princesa Aurora (interpretada pela fofa Elle Fanning) não apenas é um personagem que tenta conquistar seu espaço em tela, mas também tem seu próprio núcleo de personagens. Isso acaba fazendo de Malévola uma coadjuvante de sua própria história.” – Pedro Sobreiro

6. MALÉVOLA (2014)

Malévola é relembrado por dois breves aspectos: sua direção de arte, aliadas aos efeitos especiais de ponta, e a atuação de Angelina Jolie em um esforço para salvar o longa-metragem de uma ruína iminente – seja para o bem ou para o mal.

Recontar a história de A Bela Adormecida não é uma tarefa fácil, mas o diretor Casper Van Dien nem ao menos se esforçou para recuperar os clássicos elementos de 1959. O resultado final é uma decepção atrás da outra, com resoluções apressadas, cenas de ação incabíveis e uma péssima performance de Elle Fanning e Van Dien como Aurora e Stefan, respectivamente.

5. O REI LEÃO (2019)

Com um visual impecável e que traz o melhor do fotorrealismo, o retorno de Simba e Nala para a nova versão de O Rei Leão só vale mesmo a pena por sua estética. De resto, o longa-metragem é uma falha cópia de uma memorável narrativa à qual falta magia e até mesmo expressividade – seja pela feição dos animais ou pela força da dublagem (original ou brasileira).

Na verdade, o longa-metragem poderia muito bem ser apenas uma extensão cinematográfica de qualquer programa do National Geographic. Nem mesmo a tensão das novas sequências e a repaginação dark do roteiro conseguem nos comover, e isso sem falar da completa falta de química entre basicamente todos os personagens – salvo Timão (Billy Eichner) e Pumba (Seth Rogen).

4. CINDERELA (2015)

Cinderelaparece ter tido o efeito contrário do esperado no público, o qual alegava que a produção era ruim por não ser fiel à animação – mas, na verdade, a investida de Kenneth Branagh no panteão Disney é competente o suficiente para alcançar o patamar de uma boa remasterização.

Apesar de Lily James entregar uma boa atuação, Cate Blanchett rouba nossa atenção em uma versão ainda mais cruel de Lady Tremaine. E, se as músicas clássicas fizeram falta, Helena Bonham Carter como a Fada Madrinha e os incríveis efeitos especiais desviam nosso foco e, no final das contas, nos divertem mais uma vez

3. A BELA E A FERA (2017)

Nenhum remake em live-action é necessário, por assim dizer. Nem mesmo as melhores produções se desvencilham desse rótulo – afinal, por que não apenas ficar com as obras originais? Dito isso, Bill Condon fez um trabalho considerável ao levar ‘A Bela e a Fera’ de volta aos cinemas, ganhando aclame pela fidelidade à obra original, pelos elementos teatrais que compuseram a narrativa e pelas atuações de Emma Watson, Dan Stevens e Luke Evans.

É claro que a estética da mobília que compõe o elenco coadjuvante pode assustar por seu chocante realismo, mas ao menos as vozes por trás dos personagens imprimem uma atuação surpreendentemente boa – e até mesmo as canções originais recebem um escopo diferente e prático.

2. ALADDIN (2019)

Aladdin pode não ter feito o sucesso que prometeu entre a crítica, mas considerando as extensas investidas da Disney em recriar suas próprias peças fílmicas, o longa-metragem cumpre o que promete e cria uma mística aventura liderada por Mena Massoud como o personagem-título e Will Smith como uma hilária rendição do icônico Gênio da Lâmpada.

Com exceção de alguns deslizes, incluindo a música original e a atuação canastrona de Marwan Kenzari, o resultado é interessante, envolvente e dançante em aspectos inesperados – além de uma hábil performance de Naomi Scott como a Princesa Jasmine.

1. MOGLI: O MENINO LOBO (2016)

Jon Favreau é conhecido por ser um dos nomes mais versáteis da indústria do entretenimento contemporânea – mas seu sucesso veio com um dos filmes mais memoráveis da década: ‘Mogli: O Menino Lobo’.

A nova versão do clássico de Rudyard Kipling alcançou o feito de melhorar a animação original, mesmo tendo feito alguns cortes de protagonismo (como Kaa, que aparece menos do que deveria) e abandonado o choque pós-vaudeville de 1967. Porém, no geral, as aventuras do protagonista-título ganharam uma dimensão fotorrealista de impressionante catarse cênica e todas as expressões antropomorfizadas que não existem em O Rei Leão aparecem aqui com deliciosas atuações de Bill Murray, Ben Kingsley, Scarlett Johansson e outros.

Não é surpresa que o filme tenha recebido uma série de prêmios, incluindo a estatueta de Melhores Efeitos Especiais no Oscar 2017 e Melhor Produção no Annie Awards (um dos circuitos de maior prestígio na animação). Além de recuperar a glória dos estúdios Disney, ‘Mogli’ tornou-se base para longas-metragens futuros – e suas conquistas deveriam ser seguidas à risca.

Crítica | Cascavel – Suspense da Netflix simplesmente não tem história

Durante o mês de outubro a Dona Netflix bem que tentou trazer um bom entretenimento de suspense e terror para o mês das bruxas, porém, a queridinha do streaming falhou miseravelmente. Ela tentou com ‘Fratura’, ‘Eli’, ‘Influência’, ‘Sombra Lunar’ e ‘Campo do Medo’, mas não conseguiu sair do lugar comum. E agora, com ‘Cascavel’, ela ficou ainda mais longe do objetivo.

A sra. Ridgeway (Carmen Ejogo, que até se esforça, mas não consegue imergir o espectador no seu drama) está indo de carro com a filha de Phoenix para Oklahoma, pois tem medo de voar. Quando chegam no Texas, um acidente na estrada principal faz com que ela decida pegar um desvio por uma estradinha paralela, porém, no meio do caminho, o pneu do carro fura. Enquanto está na função de trocar o pneu, sua filha sai perambulando pelos arbustos desérticos de beira de estrada, e acaba sendo picada por uma cascavel. Desesperada, a sra. Ridgeway busca por ajuda e encontra um trailer (que inicialmente não estava lá), e uma mulher suspeitosa diz que pode ajudar, que já curou muitas picadas de cobra. Realmente a menina fica boa – porém, o pagamento por esse milagre viria no dia seguinte: para concluir a salvação da alma da filha, a mãe terá que entregar outra alma no lugar, ou seja, terá que matar alguém.

Na tentativa de ser um ‘Escolha de Sofia’ repaginado em thriller, ‘Cascavel’ peca desde a segunda cena, como descrevemos acima. Pensemos: você está no meio da estrada, trocando o pneu do carro, você deixaria sua filha perambulando sozinha por arbustos no meio do deserto, de onde qualquer mãe zelosa como a protagonista imaginaria que poderia aparecer um bicho peçonhento? Não, né? Ah, mas essas coisas acontecem, criança insistente sai do carro. Ok. Mas e depois, você deixaria sua filha sozinha no trailer de uma mulher bizarra e desconhecida enquanto você vai lá trocar o pneu do carro? Eu acho que não.

Tudo isso acontece nos primeiros dez minutos do filme, o que significa que o resto dos 115 minutos é a protagonista lidando com seu dilema moral sobre reunir coragem para matar e encontrar uma pessoa “matável”.

Enquanto isso, ela vai sendo cobrada de sua dívida, que tem que ser paga até o por do sol. Como a sra. Ridgeway é uma pessoa de bem, o roteiro insere bem gratuitamente um candidato odiável, para que o espectador consiga perdoar a escolha da protagonista. E a conclusão vai contra a proposta do filme, o que faz a gente se perguntar que se o diretor Zak Hilditch não tinha capacidade de se desfazer da sua moralidade, então por que se propôs a fazer este filme?

Cascavel’ é uma ideia razoável que não teve fôlego nem história para se desenvolver, e o resultado é uma tremenda perda de tempo. A única vantagem mesmo é você olhar para esse filme e pensar que é um longa-metragem estrelado por uma atriz, que praticamente está em todas as cenas e tem um monte de falas – mas isso é bom apenas para a carreira da Carmen Ejogo, e não para o entretenimento do espectador.

Se você estiver buscando uma ‘Cascavel’ que prenda sua respiração, procure os especiais de animais peçonhentos na NatGeo, que são bem mais eletrizantes que este filme.

‘O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio’: Heróis lutam contra exterminador em novo clipe; Assista!

O aguardado ‘O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio‘ ganhou um novo clipe.

Confira, com o trailer completo:

Dirigido por Tim Miller (‘Deadpool‘), o longa terá produção de James Cameron, sendo este o primeiro filme da franquia com seu envolvimento desde ‘O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final‘.

Mais de duas décadas após os eventos de ‘O Julgamento Final’, Sarah Connor (Hamilton) precisa proteger uma jovem chamada Dani Ramos (Reyes) e seus amigos de um Exterminador (Luna) enviado do futuro para aniquilá-las.

O elenco conta com Linda Hamilton, Mackenzie Davis, Natalia Reyes, Gabriel Luna, Arnold Schwarzenegger e Diego Boneta.

O longa já está em exibição nos cinemas.

‘Cherry’: Tom Holland aparece completamente diferente em drama policial dos irmãos Russo; Confira!

Em seu perfil do Instagram, Tom Holland publicou uma imagem de Cherry‘, drama policial dirigido pelos irmãos Anthony e Joe Russo.

Na trama, Holland vive um médico do exército que sofre de estresse pós-traumático e se torna um ladrão de bancos depois de se entregar ao vício em drogas e se endividar com perigosos traficantes.

Na legenda, o astro escreveu:

“Sem alarme! Sou um homem procurado, e eles vão me matar!”

Confira:

 

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“No alarms. I’m a wanted man. They’ll kill me…”

Uma publicação partilhada por Tom Holland (@tomholland2013) a

Durante a San Diego Comic Con, os irmãos Russo revelaram que a classificação indicativa do filme será para maiores de idaide (R-Rated).

Esta será a quarta vez que Holland e os Russo irão se reunir, visto que trabalharam juntos em Capitão América: Guerra CivilVingadores: Guerra Infinita e Vingadores: Ultimato.

Com roteiro assinado por Jessica Goldberg, o projeto é baseado no romance Exit West, de Nico Walker. A história verdadeira gira em torno de Walker, um ex-médico das forças armadas diagnosticado com Síndrome do Estresse Pós-Traumático depois de retornar para casa do Iraque. Enquanto tenta lidar com esse problema, Walker desenvolve um vício por ópio e começa a roubar bancos. Ele foi pego e considerado culpado em 2011, e sairá da prisão em 2020.

Por enquanto, ainda não há previsão de estreia.

Além de Holland, o elenco conta com Ciara Bravo, Bill SkarsgardForrest GoodluckJeffrey WahlbergMichael Gandolfini e Kyle Harvey

Lembrando que o astro retorna ao MCU em Homem-Aranha 3‘, ao lado de Zendaya, que já foi confirmada.

É bem provável que grande parte do elenco também volte, incluindo Marisa Tomei, Jacob Batalon, e Tony Revolori.

Além disso, Amy Pascal atuará como produtora da sequência ao lado de Kevin Feige, representando a Sony e a Marvel, respectivamente.

Jon Watts, por sua vez, está oficialmente em negociações para voltar à cadeira de direção.

Assista nossa crítica sobre ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘.

Crítica | Modern Love – Produção retrata o amor de forma complexa e real

O tema amor é aquele que nunca fica velho, não existe tempo que o deteriore ou o destrua, amor é um tema sempre presente e contínuo, e quando este assunto está em pauta existem diversos tipos diferentes do mesmo: paterno, materno, fraterno, romântico, e por aí vai. Falar de amor pode até parecer fácil a princípio, mas conseguir ir a fundo nele, mostrar suas nuances e complexidades é só para quem sabe fazer.

Modern Love ou Amor Moderno é uma série antológica original da Amazon Prime Video que narra sobre esses diferentes tipos de amor. As histórias são baseadas na coluna do jornal New York Times, de mesmo nome, e cada uma foi inspirada por um artigo pessoal real. Aqui o assunto vai desde a família convencional até a menos convencional possível, passa por amizade improvável e também fala sobre perda, as alegrias e tribulações quando o assunto é esta palavrinha formada por quatro letras.

A produção tem o nome de John Carney (Mesmo Se Nada Der Certo) como criador e, como dito acima, é uma antologia por episódio, já que cada um deles retrata uma trama diferente passada na cidade de Nova York. O roteiro consegue transformar facilmente os 31 minutos de cada capítulo em dez, é como se passasse tão rápido que o tempo todo o espectador fica com desejo de saber mais sobre aquele personagem em questão.

A escrita acompanha uma linearidade gostosa de acompanhar e consegue identificar pontos complexos e cruciais naquilo que a sociedade trata como amor. O telespectador, sem dificuldade alguma, é capaz de enxergar exatamente sobre o que a história está se tratando e todos os emaranhados que fazem com que um ser humano seja um ser humano. A série é sutil ao mesmo tempo que não é, uma balança em perfeito equilíbrio que se desenrola diante do olhar dos que assistem. O que é amor para você? Certeza que Modern Love responde.

 

As atuações são outro show que só aumenta a nota desta maravilha. No elenco nomes como Tina Fey, Anne Hathaway, Dev Patel, Sofia Boutella, entre outros, são destaque dentro das dramaturgias. É preciso destacar a relação de Maggie (Cristin Milioti) e Guzmin (Laurentiu Possa), os protagonistas do primeiro episódio, que fará seu coração aquecer no desenvolver dos 31 minutos. Outro ponto que é preciso acentuar é a brilhante atuação de Hathaway como Lexi, um dos pontos cruciais da produção ao tratar temas tão debatidos hoje na sociedade e tão necessários de se falar sobre.

Um terceiro necessário salientar é a trama que engloba Tobin (Andrew Scott), Andy (Brandon Kyle Goodman) e Karla (Olivia Cooke), este é para mostrar que o amor pode nascer em diferentes lugares e até mesmo de forma inesperada. É uma história para te fazer sorrir e vivenciar juntamente aos personagens do início ao fim. Pode-se dizer que 90% de Modern Love é feito de histórias que provocam, instigam e até mesmo educam. Afinal, o capítulo com Julia Garner e Shea Whigham é arrastado e um tanto quanto exaustivo.

Nos quesitos técnicos a produção acerta em todos os pontos, desde a arte, afinal, o espectador vai respirar Nova York e a identidade de cada personagem, até a escolha da trilha sonora. A própria abertura é excelente de assistir e na parte da direção, a série consegue trazer alguns ângulos diferenciados e realizar um trabalho espetacular durante o oitavo e último episódio desta temporada. Assista e saberás do que falo.

No geral, Modern Love é para todo mundo conferir imediatamente seja com seus pais, seu cônjuge, seus amigos ou filhos adolescentes. É do tipo de dramaturgia que aquecerá o coração de todos e fará com que se reflita sobre a forma com que se ama e lida com o outro.

Sequências anteriores de ‘O Exterminador do Futuro’ são ‘um pesadelo’, diz James Cameron

O cineasta James Cameron falou com o Hollywood Reporter sobre as sequências de ‘O Exterminador do Futuro‘ que vieram depois do segundo filme.

Segundo o visionário diretor, as três sequências que sucederam o aclamado ‘O Julgamento Final‘ serão tratadas apenas como “um pesadelo”, ou até mesmo uma realidade alternativa, reforçando a premissa anterior que pontuava que estas produções seriam ignoradas.

De acordo com Cameron:

“Este novo filme é uma continuação direta da trama de ‘O Exterminador do Futuro‘ e ‘O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final’. E nós fingimos que os demais filmes não passaram de um sonho ruim. Ou até mesmo uma linha do tempo alternativa, algo que é permitido no nosso universo tão extenso. E essa premissa foi mais direcionada por Tim Miller do que por qualquer outra pessoa. Confesso que eu estava bem descrente de onde poderíamos retomar a trama. A única coisa que eu realmente insisti foi em reinventar a narrativa para o século XXI”.

 

Ele também falou sobre o futuro da franquia em entrevista ao Deadline.

“Nós passamos diversas semanas desenvolvendo a história e tentando descobrir que tipo de narrativa queríamos para termos um conceito para vender para a Linda [Hamilton]. Nós nos esforçamos e nos deparamos com um arco narrativo de três filmes, então há uma história maior a ser contada.”

Ele continua, “Se tivermos sorte de ‘Destino Sombrio’ ser um sucesso, sabemos exatamente o que faremos nos filmes seguintes.”

Vale lembrar que os últimos dois filmes da franquia também tentaram iniciar sua própria trilogia e falharam nas bilheterias, sendo descartados posteriormente.

Dirigido por Tim Miller (‘Deadpool‘), o longa tem produção de James Cameron, sendo este o primeiro filme da franquia com seu envolvimento desde ‘O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final‘.

O elenco conta com Linda Hamilton, Mackenzie Davis, Natalia Reyes, Gabriel Luna, Arnold Schwarzenegger e Diego Boneta.

O filme já está em exibição nos cinemas!

‘Vis a Vis’: Série derivada focada em Macarena e Zulema ganha suas primeiras imagens

O spin-off de ‘Vis a Vis‘, intitulado ‘Vis a Vis: El Oasis‘, ganhou as primeiras imagens oficiais.

Confira:

A série derivada terá oito episódios e será focada nas personagens Macarena Ferreiro (Maggie Civantos) e Zulema (Najwa Nimri).

A produção ainda não possui previsão de estreia.

10 Pontos em Comum entre ‘Vis a Vis’ e ‘La Casa de Papel’

Crítica | Vis a Vis – Segunda Temporada Amadurece Sem Perder a Ternura 

Zumbilândia completa 10 ANOS! Conheça curiosidades do terror cult

“Um tímido estudante tentando entrar em contato com sua família em Ohio, um sujeito durão que adora armas tentando achar um último bolinho Twinkie, e um par de irmãs tentando chegar até um parque de diversões se unem em uma viagem através de um EUA pós-apocalíptico, infestado de zumbis”. Esta é a premissa de Zumbilândia contida nas sinopses.

Lançado no dia 2 de outubro de 2009 nos EUA e em grande parte do mundo, tendo antes feito sua estreia no Fantastic Fest de Austin, em 25 de setembro, Zumbilândia chegou aos cinemas brasileiros no dia 29 de janeiro de 2010. Distribuído pela Sony Pictures, o “terrir” foi produzido com o orçamento de US$23 milhões (baixo para os padrões de blockbusters típicos) e só no seu fim de semana de estreia arrecadou mais de US$24 milhões. Ou seja, se pagou logo em sua estreia nos EUA. Fechou o caixa no país com mais de US$75 milhões, e mais de US$102 milhões ao redor do mundo.

Zumbilândia é o que podemos chamar de sucesso e mais ainda se levarmos em conta que o filme foi rodado em apenas 42 dias. Em vias de estrear sua tão esperada continuação, Zumbilândia: Atire Duas Vezes (com lançamento para esta quinta-feira, dia 24), o CinePOP resolveu homenagear os dez anos do lançamento do original com algumas curiosidades. Vem conhecer.

Roteiro

A ideia original é que Zumbilândia fosse uma série de TV. Mas após ser rejeitado neste formado, o roteiro precisou passar por inúmeras revisões e ajustes e acabou se tornando um longa de menos de 1h30min de duração. Antes disso, no entanto, o texto de Rhett Reese e Paul Wernick, mais conhecidos pelos roteiros hilários dos dois Deadpool (2016 e 2018), ficou na geladeira por algum tempo, e em 2007 chegou a ser considerado um dos melhores da “Black list” – roteiros adorados que ainda não foram produzidos.

Diretor

O cineasta Ruben Fleischer, então com 35 anos, fez sua estreia no cinema com a direção de Zumbilândia. Seu trabalho foi tão dinâmico, moderno e criativo, que o cineasta logo ganhou os holofotes, tornando-se um nome requisitado para este tipo de produção. Na esteira de seu primeiro trabalho vieram obras cada vez mais ambiciosas, como 30 Minutos ou Menos (2011), Caça aos Gângsteres (2013) e o recente Venom (2018) – que se mostrou um fenômeno estrondoso com os fãs. Fleischer, é claro, também está no comando da continuação, Atire duas Vezes.

O cineasta, inclusive, já revelou que uma de suas inspirações para o longa foi o cult britânico Todo Mundo Quase Morto (2004), de Edgar Wright.

Mas o que muitos podem não saber é que Zumbilândia poderia ser um filme bem diferente. Acontece que o projeto foi oferecido inicialmente para ninguém menos do que John Carpenter, um dos grandes mestres do terror moderno, dono de uma filmografia com títulos como Halloween (1978), O Enigma de Outro Mundo (1982) e Os Aventureiros do Bairro Proibido (1986).

Já imaginaram? Não dá para saber que tipo de filme Carpenter faria com o material, mas o diretor terminou recusando a oferta. Curiosamente, ele comandaria Aterrorizada (2010) no ano seguinte, seu último trabalho até então, protagonizado por Amber Heard, que também está no elenco de Zumbilândia.

Elenco e Personagens

 

A dupla Columbus (Jesse Eisenberg) e Tallahassee (Woody Harrelson) por pouco não se chamou Flagstaff e Albuquerque, respectivamente, como no tratamento original do roteiro. A ideia, no entanto, foi reaproveitada para a continuação, quando a dupla encontra seus “clones”, vividos por Thomas Middleditch e Luke Wilson, que possuem justamente tais nomes.

Emma Stone, que estava em início de carreira, e interpreta a personagem Wichita, foi contratada para viver 406, a vizinha de Columbus. Com a mudança para um papel maior para Stone, 406 terminou nas formas de Amber Heard, igualmente em início de carreira. Por falar em Stone e sua Wichita, sua personagem é a única que revela o nome verdadeiro no filme: Krista, em homenagem ao nome da mãe de Emma Stone na vida real. Voltando ao papel de Wichita, as primeiras opções para a personagem foram as atrizes Evan Rachel Wood e Megan Fox, mas ambas rejeitaram o convite.

No caso de Columbus, o ator Jamie Bell foi originalmente contratado para o personagem, mas terminou por deixar a produção. Como substituto, Taylor Lautner, no auge da fama devido ao sucesso de Crepúsculo, foi considerado mas não pôde aceitar o papel. Assim, entrou em cena Jesse Einsenberg.

Nem mesmo Woody Harrelson se livrou de por pouco não ser a cara de Tallahassee. Segundo os roteiristas, o desconhecido Kirk Ward foi considerado para o papel protagonista. Ward viria a interpretar o personagem numa série de TV (2013) que morreu na praia.

Quando o filme foi lançado, apenas o veterano Woody Harrelson e a pequena Abigail Breslin haviam sido indicados ao Oscar. Harrelson por O Povo Contra Larry Flynt (1997) e Breslin por Pequena Miss Sunshine (2007). Após Zumbilândia, Harrelson foi indicado mais duas vezes, por O Mensageiro (2010) e Três Anúncios para um Crime (2018); Jesse Eisenberg uma vez por A Rede Social (2011); e Emma Stone três vezes por Birdman, La La Land (da qual saiu com o prêmio) e A Favorita (2019).

Série de TV

Pegando o gancho da série de TV de Zumbilândia, vamos adereçar agora este tópico. Como dito, originalmente, a ideia do roteiro era para um programa de televisão, mas o conceito foi transformado num longa para o cinema. Apesar do imenso sucesso do filme, a carreira dos jovens atores Jesse Eisenberg e Emma Stone estava decolando, então o sonho para uma continuação se mostrava difícil, com os atores buscando novos desafios.

Assim, a ideia voltou para a TV, com os mesmos roteiristas. A série, porém, ficou apenas no piloto de 28 minutos, sendo considerada hoje “um filme feito para a TV”. A produção é de 2013, e trouxe Kirk Ward como Tallahassee, Tyler Ross como Columbus, Maiara Walsh como Wichita e Izabela Vidovic como Little Rock. Esta se tornou quase uma lenda urbana de produções televisivas de alto conceito escondidas do público, como a série da Mulher-Maravilha (2011) com Adrianne Palicki, e Segundas Intenções (2016) com Sarah Michelle Gellar.

Zumbis Famosos

A cena mais icônica e que se tornou inesquecível assim que a assistimos ainda nos cinemas, foi o trecho com a participação de Bill Murray. Até quem não é o maior fã do longa dá o braço a torcer de que este momento é simplesmente hilário! Mas além da participação pra lá de memorável do eterno Caça-Fantasma, o plano inicial era que outros famosos fizessem participações como zumbis no filme. Entre eles o destaque ficaria com o saudoso Patrick Swayze, que tiraria sarro com Ghost: Do Outro lado da Vida (1990) e Dirty Dancing: Ritmo Quente (1987), duas de suas mais famosas produções. Curiosamente, Emma Stone brinca com Dirty Dancing no filme Amor a Toda Prova (2011), no qual reencena o momento chave do pulo com seu parceiro de La La Land, Ryan Gosling.

Outros zumbis famosos que poderiam ter dado as caras em Zumbilândia foram Jean-Claude Van Damme, Matthew McConaughey, Joe Pesci, Mark Hamill, Kevin Bacon e Dwayne Johnson, o The Rock. A ideia foi abandonada provavelmente para dar mais ênfase à participação brilhante de Murray.

Filmagens de ‘Falcão e Soldado Invernal’ já começaram

Em seu perfil do Instagram, Malcolm Spellman, roteirista e produtor executivo de ‘Falcão e o Soldado Invernal‘, revelou que as filmagens da série já começaram oficialmente.

Na legenda, Spellman escreveu:

“Primeiro dia. Que loucura ver a série tomando forma. A Marvel não está permitindo fotos do set agora, mas esse é um dia cansativo para muita gente, inclusive para mim.”

Confira:

 

 

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Day 1 Craaazy to see it come to life. Marvel ain’t allowing photos from set right now but this a huge day for a lot of people including me

Uma publicação partilhada por Malcolm Spellman (@malcolm_spellman) a

Anteriormente, Anthony Mackie compartilhou uma foto ao lado de Sebastian Stan, Emily VanCamp e Wyatt Russell, enquanto se preparavam para o programa.

“Nos reunimos para dar as boas-vindas a Wyatt Russell, depois tudo ficou estranho… Por que não conseguimos ser tão bonitos quanto a Emily VanCamp?”, escreveu o astro.

A série será lançada na primavera norte-americana de 2020 (20 de Março a 20 de Julho).

Confira o logo:

Segundo o site The Wrap, o criador da franquia ‘John Wick‘, Derek Kolstad, será um dos responsáveis pelo roteiro da produção.

Ainda não se sabe se ambos assumirão episódios distintos ou se trabalharão em parceria nos mesmos capítulos. A Disney também não revelou se novos escritores serão convidados ou se eles serão os únicos envolvidos com a trama.

Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios da nova série.

A produção será protagonizada por Anthony MackieSebastian Stan, respectivamente, reprisando seus papéis do Universo Cinemático Marvel.

Skogland é conhecida por seu trabalho em The Walking DeadFear the Walking Dead e pela aclamada série ‘The Handmaid’s Tale’.

‘Titãs’: Exterminador pode ganhar série derivada na DC Universe

De acordo com o We Got This Covered, a DC Universe irá produzir uma série derivada Titãs focada em Slade Wilson/Exterminador (Esai Morales).

A informação veio da mesma fonte que confirmou a produção de uma série do lanterna verde para a HBO Max.

Maiores detalhes não foram divulgados, mas a trama deve se concentrar no passado do vilão, mostrando seu treinamento militar, além do relacionamento com seus filhos.

Até o momento, a ideia ainda nos estágios iniciais, mas devido o destaque do personagem na 2ª temporada de ‘Titãs‘, é bem provável que o projeto receba sinal verde.

Anteriormente, o personagem também apareceu em Smallvillee foi parte essencial das primeiras temporadas de Arrow‘, sendo interpretado por Manu Bennett.

No cinema, Slade Wilson apareceu pela primeira e única vez na cena pós-créditos de ‘Liga da Justiça‘, e foi interpretado por Joe Manganiello.

Lembrando que a 2ª temporada já está disponível na DC Universe.

Assista ao trailer:

A trama segue jovens heróis do Universo DC enquanto eles crescem e se encontram em uma versão sombria da franquia clássica dos Jovens Titãs. Dick Grayson e Rachel Roth, uma jovem garota especial possuída por uma estranha escuridão, acabam no meio de uma conspiração que pode trazer o Inferno para a Terra. Eles se juntam à cabeça-quente Estelar e o amável Mutano. Juntos, eles se tornam uma família e uma equipe de heróis.

O projeto foi criado por Greg Berlanti, e é estrelado por Brenton Thwaites (Asa Noturna), Anna Diop (Estelar), Teagan Croft (Noturna) e Ryan Potter (Mutano).

O próximo ciclo introduz diversos personagens, incluindo Superboy (Joshua Orpin), Exterminador (Esai Morales), Jericó (Chella Man), Devastadora (Chelsea Zhang), Mercy Graves (Natalie Gumede) e Aqualad (Drew Van Acker). Jason Todd (Curran Walters), Donna Troy (Connor Leslie), Rapina (Alan Ritchson) e Columba (Minka Kelly) também irão retornar.

Fãs estão PIRANDO com Henry Cavill pelado na banheira no trailer de ‘The Witcher’; Confira!

A Netflix divulgou o trailer de The Witcher‘ e gerou o maior bafafá na internet.

O motivo? Uma cena que o protagonista Henry Cavill aparece pelado na banheira mostrando seu corpo esculturou.

A galera foi à loucura e o Twitter foi tomado por comentários repletos de desejos.

Separamos as melhores reações:

Assista ao trailer e confira as imagens:

Assista ao primeiro trailer:

A trama acompanha Geralt de Rivia, um solitário caçador de monstros, que luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

The Witcherchega à Netflix em 20 de dezembro.

Além de Cavill, o elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.

Durante uma entrevista ao site Entertainment Weekly, a showrunner Lauren Hissrich se abriu para revelar alguns detalhes.

Quando questionada sobre a classificação indicativa da produção, ela comentou que “tenho revisto diariamente [os episódios] e minhas crianças não têm permissão para olhar para a tela e ver algo que não deveriam e ficar assustadas”.

“É uma série muito adulta”, Hissrich acrescentou. “Vou dizer que era importante que cada cena de sexo ou de violência tivesse importância para a história e não simplesmente estivesse ali para chocar o público. Acho que os telespectadores são bem espertos no tocante a saber o que está ali apenas para chocar e o que realmente move a história”.