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‘Viúva Negra’: Scarlett Johansson ganhou salário MILIONÁRIO; Confira!

Scarlett Johansson é a atriz mais bem paga da atualidade, e vai manter o título no próximo ano. A atriz recebeu US$ 15 milhões para estrelar o filme solo da ‘Viúva Negra‘. A informação é do Hollywood Reporter.

O salário equivale ao que Chris Evans e Chris Hemsworth ganharam para interpretar Capitão América e Thor em ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, de acordo com o jornal.

Sem mencionar especificamente seu contrato com a Marvel Studios, Johansson discutiu a diferença salarial entre os gêneros em 2016.

“Há algo estranho em ter essa conversa. Eu tenho muita sorte, uma boa vida e tenho orgulho de ser uma atriz que está ganhando tanto quanto meus colegas masculinos neste estágio.”

Ao nascer, a Viúva Negra (também conhecida como Natasha Romanova) é dada à KGB, que a prepara para se tornar sua arma mortal. Quando a URSS se dissolve, o governo tenta mantê-la enquanto a ação se move para a atual Nova York, onde ela é uma agente autônoma. O filme independente mostrará Romanoff vivendo nos Estados Unidos 15 anos após a queda da União Soviética.

Cate Shortland é a responsável pela direção, que tem um roteiro de Jac Schaeffer.

Viúva Negra estreia em 01 de maio de 2020.

‘Malévola: Dona do Mal’: Elenco elogia a atuação de Angelina Jolie em vídeo

A aguardada sequência Malévola: Dona do Mal ganhou um featurette que traz o elenco elogiando a atuação de Angelina Jolie.

Confira, com cartazes:

Assista ao trailer:

https://www.facebook.com/113852248646167/posts/2511932655504769?s=100000425583181&v=e&sfns=mo

A sequência traz o retorno da roteirista Linda Woolverton, que coescreve o roteiro ao lado de Jez Butterworth (‘No Limite do Amanhã‘).

Uma aventura que se passa vários anos depois de “Malévola” – em que o público aprendeu sobre os eventos que endureceram o coração da vilã mais famosa da Disney e a levou a amaldiçoar a pequena princesa Aurora, “Malévola II” continua a explorar a relação complexa entre a fada de chifres e a quase rainha, ao formarem novas alianças e enfrentarem novos adversários em sua luta para proteger os mouros e as criaturas mágicas.

Angelina Jolie e Elle Fanning retornam. Michelle Pfeiffer e Harris Dickinson se juntam ao elenco como a Rainha Ingrith e o Príncipe Phillip, respectivamente. Chiwetel Ejiofor, Ed Skrein, Robert Lindsay, Sam Riley, Imelda Staunton, Juno Temple e Lesley Manville completam o elenco.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 17 de outubro.

‘O Espião’: Sacha Baron Cohen é um espião no trailer da nova série da Netflix; Assista!

A Netflix divulgou o trailer completo da série ‘O Espião‘ (The Spy), estrelada pelo comediante Sacha Baron Cohen.

Confira, com imagens:

Criada por Gideon Raff, a série é baseada na vida real do espião israelense Eli Cohen.

A trama gira em torno do agente Eli Cohen, que de forma bem-sucedida se infiltrou e trabalhou na Síria, no início dos anos 60. Cohen conseguiu se aproximar dos ambiciosos líderes militares e de seus amigos ricos, a ponto de ganhar um nível de confiança surpreendente. Isso lhe permitiu descobrir grandes iniciativas secretas anti-Israel.

O elenco ainda conta com Hadar Ratzon Rotem, Yael Eitan, Noah Emmerich, Nassim Si Ahmed, Mourad Zaoui e Hicham Goullal.

A produção será lançada na plataforma no dia 6 de setembro.

‘Viúva Negra’: Diretora DETONA a Marvel após recusar o filme

Em entrevista ao The Pioneer, a diretora argentina Lucrecia Martel revelou que foi convidada para uma reunião com a Marvel para possivelmente dirigir o filme solo da ‘Viúva Negra‘. Martel, no entanto, rejeitou a oferta porque o estúdio alegadamente não a queria envolvida nas cenas de ação.

“Eu recebi um e-mail da Marvel para um encontro, porque eles estavam procurando por diretores para ‘Viúva Negra’. Então, eu fui à reunião. A Marvel está tentando procurar diretoras mulheres. Eles me falaram: ‘Não se preocupe com as cenas de ação, nós vamos cuidar disso’. Eu fiquei pensando: ‘Bem, eu adoraria conhecer a Scarlett Johansson, mas eu também adoraria fazer as cenas de ação.”

Ela continua,

“As empresas estão interessadas em diretoras mulheres, mas eles ainda pensam que cenas de ação são para diretores homens. A primeira coisa que eu perguntei a eles foi se podíamos mudar os efeitos especiais, porque há muitas luzes… eu as acho horríveis. Além disso, as trilhas sonoras dos filmes da Marvel são horrendas. É doloroso aos ouvidos assistir um filme da Marvel.”

Cate Shortland é a responsável pela direção, que tem um roteiro de Jac Schaeffer.

Scarlett Johansson é a atriz mais bem paga da atualidade, e vai manter o título no próximo ano. A atriz receberá US$ 15 milhões em 2019 para estrelar o filme solo da ‘Viúva Negra‘. A informação é do Hollywood Reporter. O salário equivale ao que Chris Evans e Chris Hemsworth ganharam para interpretar Capitão América e Thor em ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, de acordo com o jornal.

Viúva Negra estreia em 01 de maio de 2020.

Saiba quanto Robert Downey Jr. recebeu por ‘Vingadores: Ultimato’!

De acordo com a Forbes, Robert Downey Jr. recebeu US$ 80 milhões por sua participação em ‘Vingadores: Ultimato‘.

O site afirma que o salário inicial do ator foi de US$ 20 milhões, com um adicional de 8% das bilheterias, o que gerou um adicional de US$ 60 milhões.

Kevin Feige disse à Forbes:

“O percentual do custo do orçamento certamente ficou desequilibrado, especialmente nos filmes dos ‘Vingadores’. Nos primeiros filmes, os custos giravam mais em torno dos efeitos visuais. Mas está tudo bem, porque [os atores] são os melhores efeitos.”

Ultimato‘ se tornou a maior bilheteria da história do cinema, com US$ 2,796 bilhões arrecadados mundialmente. O recorde anterior pertencia a  ‘Avatar‘, com US$ 2,79 bilhões mundialmente.

Assista a nossa crítica sobre o filme:

Will Smith e Martin Lawrence no trailer DUBLADO de ‘Bad Boys Para Sempre’

A Sony Pictures do Brasil acaba de divulgar o trailer DUBLADO de ‘Bad Boys Para Sempre‘ (Bad Boys 3: For Life), que traz o retorno de Will Smith e Martin Lawrence.

Assista, com o trailer legendado:

O novo filme chegará  ao Brasil em 30 de janeiro de 2020.

Bad Boys Para Sempre‘ é focado na polícia de Miami e no grupo de elite AMMO em sua tentativa de derrubar Armando Armas (Scipio), chefe de um cartel de drogas. Armando é um assassino de sangue frio com uma natureza cruel e provocadora. Ele está comprometido com o trabalho do cartel e é enviado por sua mãe para matar Mike (Smith). Nuñez assumirá o papel de Rite, psicóloga criminal durona e engraçada que é recém-nomeada chefe da AMMO e é ex-namorada de Mike.

Adi El Arbi e Bilall Fallah , que tem no currículo os elogiados ‘Black‘ (2015) e ‘Gangsta‘ (2018), dirigem.

Will Smith e Martin Lawrence retornam, e o elenco também conta com Vanessa Hudgens, Alexander Ludwig, Charles Melton, Jacob Scipio e Paola Nunez.

O Amor dá Trabalho

 

Elenco:
Leandro Hassum

Flávia Alessandra

Bruno Garcia

Monique Alfradique

Tadeu Mello

Felipe Torres

Direção: Ale McHaddo

Gênero: Comédia/Nacional

Duração: — min.

Distribuidora: Downtown/Paris Filmes

Orçamento: R$ 4 milhões

Estreia: 29 de Agosto de 2019

Sinopse: 

Anselmo é um funcionário preguiçoso que nunca ajudou ninguém. Depois de morrer, precisa de pelo menos uma boa ação para não parar no inferno e tem que atender um pedido feito por alguém da terra. O trabalho escolhido é um pedido de uma noiva abandonada no altar feito doze anos atrás. De volta pra Terra como fantasma, Anselmo vai ter que se desdobrar pra juntar o casal e trazer o amor de volta. Uma comédia pra morrer de rir, cheia de participações especiais e repleta de efeitos visuais.

Crítica | O Amor Dá Trabalho – A Comédia mais engraçada de Leandro Hassum em anos (Nota: 7.0)

Entrevista em Vídeo:

Curiosidades:

» ‘O Amor Dá Trabalho‘ é a estreia do diretor Ale McHaddo em filmes de live action. Ale é reconhecido por sua carreira como criador de personagens marcantes e diretor de animações. Entre os universos criados por ele estão ‘BugiGangue no Espaço‘ e ‘Nilba e os Desastronautas‘.

» O filme tem participações de atores de peso interpretando os deuses do plano espiritual onde Anselmo foi parar: Helio de La Peña, Dani Calabresa, Falcão, Ludmilla, Paulinho Serra, Sérgio Lororza, Maria Clara Gueiros e Felipe Torres. No elenco estão ainda Monique Alfradique, Tadeu Mello, Marcello Airoldi e Tony Tornado.

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

O Rei Leão e Outras 16 Aventuras do Cinema Passadas na Selva

O Rei Leão, adaptação em “live action” da clássica animação homônima de 1994, se tornou mais um sucesso da Disney nos cinemas. A versão mais palpável, passada em nosso mundo, traz as (velhas) novas aventuras do leãozinho Simba e sua família, num jogo de poder digno de Shakespeare.

Em homenagem ao novo Rei Leão, o CinePOP resolveu relembrar algumas das maiores aventuras do cinema passadas num lugar desafiador e muito perigoso – mas que adoramos visitar: a selva. Vem com a gente.

Mogli: O Menino Lobo (2016)

Começamos a lista com um filme dirigido pelo mesmo Jon Favreau, que está à frente da nova versão de O Rei Leão. Mogli, baseado na clássica animação de 1967 da Disney, ainda é considerado o melhor exemplar do gênero (adaptações em live action de obras animadas). Ano passado, a Netflix lançou em seu catálogo Mogli: Entre Dois Mundos, dirigido por Andy Serkis, numa versão mais crua e sombria. Favreau já está trabalhando na continuação de O Menino Lobo.

Tarzan (1999)

Tarzan é um personagem que teve ainda mais adaptações do que Mogli para o cinema e TV. Em 1984, Greystoke: A Lenda de Tarzan, trazia Christopher Lambert como o personagem numa das versões considerada a mais realista. O filme recebeu 3 indicações ao Oscar. Em 2016, foi a vez da superprodução da Warner, A Lenda de Tarzan, com Margot Robbie como Jane. Mas aqui incluímos a versão animada do personagem, da mesma Disney, que se tornou sucesso de bilheteria em 1999. Agora, é só aguardar sua nova roupagem em live action como o estúdio vem fazendo.

King Kong (1933)

É sempre bom revisitar os clássicos. E King Kong sem dúvidas é um dos primeiros ícones da cultura pop, cuja relevância se manteve até hoje. Simplesmente adoramos a versão bem fiel de Peter Jackson (2005), apesar de parecer interminável. E em 2017, A Ilha da Caveira, misturou a lenda do gorila gigante com um filme de Guerra do Vietnã. Mas o original em preto e branco, filmado em stop-motion, foi o que começou tudo e trouxe o personagem de uma selva numa misteriosa ilha, para a selva de pedra que é Nova York.

Jumanji: Bem-Vindo à Selva (2017)

O Jumanji original (1995) não mostrava a selva em si, mas a trazia para os subúrbios americanos de uma vizinhança tranquila quando as crianças começavam a jogar este ameaçador jogo de tabuleiro. O reboot protagonizado por The Rock fez o oposto e mostrou as crianças adentrando o game, ganhando avatares e tendo que sobreviver ao inóspito e sobrenatural cenário. A continuação sai este ano.

O Mundo Perdido – Jurassic Park (1997)

Caso similar ocorreu com a franquia Jurassic Park. No primeiro filme (1993), o parque estava pronto para ser aberto e funcionar a toda potência, quando algo sai terrivelmente errado e os convidados terminam deixados à própria sorte. Ainda existia a estrutura de altíssima tecnologia, apesar das áreas selvagens onde eram criados os dinossauros. Nesta continuação, os cientistas adentram um local abandonado, onde as criaturas pré-históricas vivem soltas. O que aumenta e muito o desafio de sobrevivência. Você teria coragem?

Congo (1995)

Por falar em Jurassic Park, Congo foi escrito pelo mesmo autor, Michael Crichton, e dirigido por Frank Marshall, usual colaborador de Steven Spielberg. De forma nem um pouco discreta, o longa tentava pegar carona no sucesso do filme dos dinossauros, trocando as criaturas por macacos pré-históricos e perigos na selva. Bem, é seguro dizer que além de não fazer o mesmo sucesso, Congo terminou encaixado como item de prazer culposo da sétima arte.

Rambo II – A Missão (1985)

O primeiro Rocky (1976) deu prestígio a Sylvester Stallone, que inclusive recebeu indicações ao Oscar como ator e pelo roteiro. Mas foi esta sequência que iria cimentá-lo como herói de ação e transformá-lo em um astro. A bilheteria colossal do filme fez de Rambo um ícone da cultura pop, com direito a seu próprio desenho animado para as crianças e linha de bonecos – apesar de ser um filme violentíssimo (ah, os anos 1980). Veterano da Guerra do Vietnã, Rambo volta para casa e enfrenta a polícia de uma cidadezinha no primeiro filme. Mas neste segundo, volta para a selva para vencer sozinho a guerra que os EUA haviam perdido no passado.

O Fantasma (1996)

Não se pode falar de selva sem lembrar de um dos maiores personagens da cultura pop associados a tal cenário: o espírito que anda, Fantasma. Personagem clássico dos quadrinhos, que precede a maioria que temos hoje de Marvel e DC, criado por Lee Falk, o icônico herói infelizmente não teve um filme à altura e teve que se contentar com esta morna aventura de matiné protagonizada por Billy Zane. Seria a hora para um reboot do herói nos cinemas.

Apocalypto (2006)

A selva não é apenas o lugar de aventuras líricas e típicas de matiné. Pode ser um lugar onde “o bicho pega de verdade”. E Mel Gibson fez o bicho pegar com esta corrida sangrenta por sobrevivência, na qual um homem precisa fazer de tudo para salvar sua família, usando como pano de fundo o declínio da civilização Maia. Gibson, o diretor, chegou ao ponto de criar todos os (poucos) diálogos na antiga língua extinta.

Tudo por uma Esmeralda (1984)

Pegando clara carona no sucesso de Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida (1981), esta obra dirigida por Robert Zemeckis e produzida pela FOX misturava romance e aventura nas selvas da Colômbia. Clássico da Sessão da Tarde nos anos 1980, o filme trazia a musa Kathleen Turner como uma escritora de livros românticos, precisando se embrenhar na mata para resgatar sua irmã, sequestrada no país por criminosos. Ela termina sendo ajudada pelo aventureiro canastrão Jack Colton, vivido por Michael Douglas. O filme teve uma continuação no ano seguinte, intitulada A Joia do Nilo (1985) e não conseguimos entender o motivo de não ter seguido para um terceiro.

Holocausto Canibal (1980)

Embora itens anteriores da lista como Rambo 2 e Apocalypto tenham mostrado jornadas violentas pela selva, aqui adentramos outro nível. Considerado “o” filme mais perturbador de sua época, a produção italiana, dirigida por Ruggero Deodato, foi banida de diversos países devido a seu teor, digamos, intenso que beira o intragável. Extremamente explícito para a época, Holocausto Canibal pode ser considerado o pai do torture porn, e de filmes como Jogos Mortais (2004) e O Albergue (2005). Na trama, filmada na forma de found footage (igualmente um predecessor de tal subgênero), uma equipe de resgate se depara com as filmagens de um grupo de documentaristas desaparecidos e uma tribo canibal na Amazônia. Em 2013, o diretor Eli Roth lançou sua própria versão, com a homenagem Canibais (Green Inferno), quase um remake de tal clássico cult.

Ace Ventura: Um Maluco na África (1995)

Saindo de um longa barra-pesadíssima para um bem mais leve e cômico. Ace Ventura (1994) colocou Jim Carrey no mapa e o transformou no humorista sensação dos anos 1990. Não apenas isso, Carrey se tornou um astro do primeiro time, e em pouco tempo estava embolsando US$20 milhões de salário por filme, já que era um verdadeiro campeão das bilheterias. Nada mais justo do que retornar então a seu querido e escatológico personagem que lhe rendeu tudo isto. E se Ace Ventura amava tanto os animais, que outro lugar levá-lo na sequência que não para a natureza, nas selvas da África.

Avatar (2009)

E quem disse que a lista precisa ser feita apenas de selvas na Terra. O cinema já nos mostrou que este tipo de cenário pode ser visto em outros planetas. Como é o caso de Pandora, o foco da superprodução Avatar – a maior bilheteria do cinema. Na trama, cientistas e militares planejam retirar do planeta-floresta minérios preciosos para seu desenvolvimento tecnológico. Mas o desmatamento trará grande desequilíbrio ecológico aos Na´vi, o povo local – seres humanoides que parecem panteras gigantes. O tema se reflete ainda hoje, se mostrando atemporal.

O Predador (1987)

Nos anos 1980, dois astros reinavam supremos nas bilheterias: Arnold Schwarzenegger e Sylvester Stallone. Nos bastidores os dois eram amigos, mas na frente das câmeras travavam um duelo silencioso, para ver quem era o melhor e mais rentável. Além das sátiras internas, na qual um zoava o outro de forma não tão discreta assim (como em Irmãos Gêmeos, O Último Grande Herói e O Demolidor), seus filmes muitas vezes refletiam o do rival. Por exemplo, foi só Stallone levar Rambo para brincar na selva em 1985, que pouco tempo depois Arnie quis seguir seus passos com este Predador. De fato, na época do lançamento, o filme foi definido por críticos como: “uma mistura de Rambo e Aliens (1986)”. Na trama, um grupo de Marines liderado por Arnold se depara com um inimigo alienígena invencível.

Na Selva (2017)

Drama biográfico, este filme traz o eterno Harry Potter, Daniel Radcliffe em mais um de seus papeis desafiadores pós-bruxinho. Na trama, um grupo de amigos se embrenha nas selvas da Bolívia a fim de descobrir uma tribo indígena. Logo, o protagonista se vê perdido e precisando lutar por sua vida no lugar pra lá de perigoso. Para o filme, Radcliffe precisou passar por uma transformação física e emagrecer.

Z: A Cidade Perdida (2016)

Passando de um ídolo juvenil para outro, aqui é a vez de Robert Pattinson (Crepúsculo), o novo Batman do cinema, se perder na selva. O protagonista, no entanto, é o eficiente Charlie Hunnam, que interpreta um explorador e coronel britânico, disposto a mapear uma cidade lendária na Amazônia durante a década de 1920. A história real é adaptada pelo diretor James Gray, especialista em obras épicas e imponentes. Completando o elenco, temos Tom Holland, o atual Homem-Aranha dos cinemas.

‘Coringa’: Executivo da Warner diz que o vilão permanece fiel aos quadrinhos

Ainda que o ‘Coringade Todd Phillips esteja sendo aclamado, alguns fãs estão preocupados com que o filme distancie o vilão de sua imagem dos quadrinhos.

Pensando nisso, um executivo da Warner publicou em seu Instagram que o público não precisa se preocupar sobre a abordagem escolhida para o personagem, e que ele permanece fiel aos quadrinhos.

“O ‘Coringa‘ de Todd Phillip é intenso, selvagem e comovente. Ele falou sobre como sua visão sobre o vilão não está relacionada às raízes dos quadrinhos. Dito isto, não há absolutamente nada neste filme que seja contraditório com a nossa compreensão de quem é o Coringa.”

Confira:

 

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Director Todd Phillip’s @jokermovie is intense, raw and soulful. He’s talked about how his take on the Joker is not beholden to the character’s comic book roots. That said, there’s absolutely nothing in this film incongruous with our understanding of who the Joker is. If anything, Joaquin Phoenix’s mesmerizing and unsettling turn as the Joker gives us a deep and fully realized look into one of our favorite villains, and I’m sure elements will be embraced going forward in our ongoing, ever evolving mythology. That’s what powerful, compelling stories do. And without a doubt—long time DC fans will be spending a lot of time unpacking the many story revelations and questions this harrowing cautionary tale raises. #joker #thejoker #dccomics

Uma publicação compartilhada por Jim Lee (@jimlee) em

Lembrando que Coringa‘ tem estreia marcada para o dia 3 de outubro de 2019 no Brasil. 

Confira o trailer:

A trama de Coringa vai explorar a cultura noturna da cidade de Nova York, dando destaque inclusive a clubes de strip-tease.

Coringa‘, do diretor Todd Phillips, centra-se no icônico arqui-inimigo e é uma história fictícia original e inédita, nunca vista na tela grande. A história de Arthur Fleck, interpretado majestosamente por Joaquin Phoenix, é de um homem que luta para encontrar seu caminho na sociedade fragmentada de Gotham. Ele é um palhaço de festas durante o dia, ele aspira a ser um comediante stand-up a noite… mas ele acha que a piada sempre parece estar sobre ele. Preso em uma existência cíclica entre a apatia e a crueldade, Arthur toma uma decisão ruim que provoca uma reação em cadeia de eventos crescentes neste estudo de caráter arenoso.

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Além de Phoenix, Robert DeNiroZazie BeetzMarc MaronFrances ConroyShea WhighamBill Camp e outros completam o elenco.

‘O Mandaloriano’: Pedro Pascal entra em ação em nova imagem promocional

A Entertainment Weekly divulgou hoje uma nova imagem de ‘O Mandaloriano‘, destacando o personagem de Pedro Pascal enfrentando uma dupla de Trandoshanos.

Confira:

Criada por Jon Favreau (do live-action ‘O Rei Leão‘), a série se passará no mesmo universo da franquia ‘Star Wars‘.

Assista e confira o cartaz e fotos:

A trama vai se passar depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.

O elenco conta com Pedro PascalGina CaranoGiancarlo EspositoEmily SwallowCarl WeathersOmid Abtahi, Nick Nolte e Werner Herzog.

Ludwig Göransson, vencedor do Oscar por seu trabalho em Pantera Negra, está responsável pela música.

As filmagens da segunda temporada devem começar em 07 de outubro deste ano, em Los Angeles. Taika Waititi não deve retornar para a cadeira de direção nos novos episódios, visto que estará ocupado com o longa Next Goal Wins antes de migrar para o aguardado ‘Thor: Amor e Trovão’.

‘Stumptown’: Série estilo ‘Alias’ com Cobie Smulders ganha novo vídeo

A ABC divulgou um novo vídeo dos bastidores da série ‘Stumptown‘, que traz cenas inéditas da produção.

Confira, com o trailer completo:

Criada por Jason Richman, a série é baseada na graphic novel homônima desenvolvida por Greg RuckaMatthew Southworth.

A trama acompanha Dex Parios (Smulders), uma veterana do Exército que acaba de retornar para casa. De raciocínio rápido e autoconfiante, ela parece incapaz de manter sua vida pessoal nos eixos. E à medida que ela tenta criar uma nova vida em Portland, Oregon, ela divide seu tempo como uma investigadora particular, digladiando também com o seu passado – que gradativamente a alcança.

Cobie Smulders (‘Vingadores: A Era de Ultron‘) estrela. O elenco ainda conta com Jake Johnson, Tantoo Cardinal, Cole Sibus, Adrian Martinez, Camryn Manheim e Michael Ealy.

A série irá estrear no dia 25 de setembro, nos EUA.

‘O Senhor dos Anéis’: Will Poulter será um dos protagonistas da série

O ator Will Poulter (‘Black Mirror: Bandersnatch’, ‘Maze Runner’) foi confirmado como um dos protagonistas da série baseada em ‘O Senhor dos Anéis‘.

Seu personagem não foi revelado.

Ele se junta à atriz australiana Markella Kavenagh.

Mais conhecida por sua participação na minissérie ‘The Cry’, Kavenagh dará vida a uma personagem chamada Tyra.

De acordo com um comunicado divulgado anteriormente, a trama da série acontecerá antes dos eventos mostrados no primeiro livro da trilogia escrita por J. R.R. Tolkien.

Os dois primeiros episódios serão dirigidos por Juan Antonio Bayona (‘Jurassick World: Reino Ameaçado’), que também será o produtor executivo ao lado de Belén Atienza.

Assista ao primeiro teaser da produção:

O roteiro fica por conta de JD Payne e Patrick McKay.

Por enquanto, mais detalhes não foram informados, exceto que a série tem previsão de estreia em meados de 2021.

A trilogia de romances de Tolkien foi adaptada para os cinemas entre 2001 e 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre elas o prêmio de Melhor Diretor para Peter Jackson e Melhor Filme em 2004 para O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um trilogia prequela com O Hobbit.

‘Tomb Raider 2’: Sequência com Alicia Vikander ganha diretor; Confira!

De acordo com o Deadline, Ben Wheatley (‘Kill List‘) foi contratado para dirigir a sequência de ‘Tomb Raider: A Origem‘. A expectativa é que a produção comece no início de 2020.

Alicia Wikander reprisará o papel da heroína, Lara Croft.

O roteiro da continuação está sendo escrito por Amy Jump.

Tomb Raider 2‘ será lançado nos cinemas no dia 9 de março de 2021.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

O reboot arrecadou US$ 274 milhões ao redor do mundo, com um orçamento de US$ 94 milhões.

Bacurau

 

Elenco:

Udo Kier

Sônia Braga

Karine Teles

Chris Doubek

Antonio Saboia

 

Direção: Kleber Mendonça Filho, Juliano Dornelles

Gênero: Drama

Duração: 132 min.

Distribuidora: Vitrine Filmes

Orçamento: R$ 8 milhões

Estreia: 29 de Agosto de 2019

Sinopse: 

A história se passa em Bacurau, um pequeno povoado do sertão brasileiro, e dá adeus a Dona Carmelita, mulher forte e querida, falecida aos 94 anos. Dias depois, os moradores de Bacurau percebem que a comunidade nao consta mais nos mapas.

Crítica | Bacurau – Obra-prima nacional no melhor estilo Tarantino (Nota: 10.0)

Curiosidades: 

» O filme brasileiro ‘Bacurau‘ fez bonito no 72º Festival de Cannes e venceu o Prêmio do Júri.

» Além de dirigir, a dupla Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles também foi responsável pelo roteiro do filme;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Verão de 84

(Summer of 84)

 

Elenco:

Graham Verchere

Judah Lewis

Caleb Emery

Cory Gruter-Andrew

 

Direção: François Simard, Anouk Whissell, Yoann-Karl Whissell

Gênero: Terror

Duração: 105 min.

Distribuidora: Cinecolor

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 29 de Agosto de 2019

Sinopse: 

Crescendo no subúrbio, Davey está cansado da mesmice de rodar a cidade de bike com seus amigos e espionar Nikki, sua vizinha gostosa que adora fazer topless. Mas quando eles esbarram no Sr. Mackey, Davey e seus amigos embarcam em uma aventura pra lá de aterrorizante.

Crítica | Verão de 84 – Thriller adolescente é mais sério e impactante do que imaginamos (Nota: 8.0)

Curiosidades: 

» —

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Yesterday

(Yesterday)

 

Elenco:

Lily James

Ana de Armas

Kate McKinnon

 

Direção: Danny Boyle

Gênero: Comédia

Duração: 116 min.

Distribuidora: Universal

Orçamento: US$ 6 milhões

Estreia: 29 de Agosto de 2019

Sinopse: 

E se você fosse a única pessoa que se lembra dos Beatles? Em ‘Yesterday‘, um músico – interpretado por Himesh Patel – percebe que existe um estranhamento por partes de seus colegas de faculdade quando ele menciona nomes como Paul McCartney ou John Lennon. Além disso, uma simples procura na internet por ‘Beatles’ sem o resultado esperado também o impressiona.

Critica | Yesterday – Apresenta um mundo sem Beatles, sem bom roteiro ou personagens (Nota: 6.0)

Curiosidades: 

» ‘YESTERDAY’: 5 motivos para ficar ANSIOSO para o ‘filme dos Beatles’

» ‘Yesterday’: Filme de Danny Boyle conquista 65% de aprovação no RT; Confira as críticas!

» Com produção da Working Title, de ‘Os Miseráveis‘, ‘O Destino de uma Nação‘ e a série ‘O Diário de Bridget Jones‘, o longa traz Lily JamesHimesh PatelKate McKinnonAna de Armas e Ed Sheeran no elenco,

– Com roteiro original de Richard Curtis, de ‘Quatro Casamentos e um Funeral‘ e direção do ganhador do Oscar Danny Boyle, de ‘Quem Quer Ser um Milionário?

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Anna – O Perigo tem Nome

(Anna)

 

Elenco:

Sasha Luss
Helen Mirren
Cillian Murphy
Luke Evans

Direção: Luc Besson

Gênero: Ação

Duração: 119 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ 30 milhões

Estreia: 29 de Agosto de 2019

Sinopse: 

Por trás da beleza marcante de Anna Poliatova há um segredo que irá expor sua indestrutível força e habilidade para se tornar uma das assassinas mais temidas do mundo. Uma eletrizante e emocionante viagem repleta de energia, reviravoltas surpreendentes e ação de tirar o fôlego.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Luc Besson também é responsável pelo roteiro do filme;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

A Mulher do Meu Marido

(A Mulher do Meu Marido)

 

Elenco:

Luana Piovani

Gabi Lopes

Paulo Tiefenthaler

 

Direção: Marcelo Santiago

Gênero: Comédia

Duração: 95 min.

Distribuidora: Bretz Filmes

Orçamento: —

Lançamento: 29 de Agosto de 2019

Sinopse: 

Joana (Luana Piovani) sabe que seu marido Pedro (Paulo Tiefenthaler) é infiel, mas não se importa e acredita viver um casamento feliz. Ele tem um relacionamento proibido com Pilar (Aylin Prandi), que é casada com Martin (Francisco Andrade). Até que Joana conhece Martin e também passa a se relacionar com ele. Classificação indicativa 14 anos, contém drogas e conteúdo sexual.

Curiosidades: 

Trailer:

Cartazes: 


Fotos: 

Crítica | Verão de 84 – Thriller adolescente é mais sério e impactante do que imaginamos

Meus Vizinhos São um Terror

Atualmente, toda e qualquer produção de terror/suspense protagonizada por um grupo de crianças/adolescentes será imediatamente comparada ao fenômeno Stranger Things. Se centrar a trama na década de 1980 então. Nada mais justo, já que a produção da Netflix se tornou referência no subgênero, apresentado-o a toda uma geração. Vale apenas salientar que o próprio seriado surgiu como homenagem a tais obras cinematográficas pertencentes ao estilo e tem como base as fortes influências que sofreu delas.

Assim, a temática não surgiu nem se deve ao programa, e sempre continuará existindo e nos fazendo voltar no tempo para uma época muito especial. Bem, principalmente para quem a viveu – ou pessoas com Neymar feelings (de ter saudade do que não viveu). É justamente nesta categoria que se encaixa Verão de 84, thriller teen que estreou no Festival de Sundance no ano passado, e nos EUA em agosto do mesmo ano – sem fazer muito barulho. Agora, a Cinecolor Films traz a obra para nossos cinemas neste fim de semana.

À primeira vista, Verão de 84 é um filme básico, que perpassa por uma trama muito conhecida do público e se agarra a artifícios (como a década em que se passa) para ganhar algum respaldo nostálgico do espectador. Sem nomes conhecidos na frente ou atrás das câmeras, o longa se vê diante de uma venda difícil para o consumidor. Porém, mais uma vez demonstrando que nunca devemos julgar um livro (ou filme) pela capa (ou premissa), a obra exibe um resultado que paira acima dos demais produtos do gênero, demonstrando grande alma e diferencial.

Verão de 84 é melancólico, nostálgico, poético, belo e impactante; dono de um desfecho que te obrigará a pensar sobre ele dias após o fim da sessão. De fato, embora se molde na fórmula Goonies (1985) e Conta Comigo (1986), exibida em todas as prévias, o filme tem mais a ver com outro programa da Netflix, Mindhunter – que estreou há pouco tempo sua segunda temporada. Aqui também temos como atração principal a caça a um serial killer; e o tema é tratado de forma muito sóbria, fazendo uso do tipo de dramaticidade presente em filmes que buscam prêmios. O que é uma grande surpresa.

Escrito por Matt Leslie (Straight Outta Compton) e Stephen J. Smith, o filme se divide em dois âmbitos. O primeiro retrata de forma precisa o “crescer” nos subúrbios americanos de uma pequena cidade, onde um grupo de quatro amigos entrando na adolescência passa seus dias andando de bicicleta, espionando a bela vizinha mais velha trocar de roupa e em geral fazendo tudo que quem cresceu nesta época vivenciou. Não, nada de passar o dia com a cara enfiada num smartphone, embora tivéssemos as galerias de arcades e os primeiros vídeo games de poucos bits.

No segundo, é onde a história verdadeiramente se desenrola, com um serial killer solto nas imediações (desta e de cidades vizinhas), sequestrando e matando jovens iguais aos protagonistas. O fato traz excitação aos amigos (já que nada parece acontecer no local que traga alguma emoção), viciados em cultura pop, em especial a Davey (Graham Verchere), filho de um jornalista e que fica sabendo em primeira mão todas as novidades sobre o tal caso. Logo, a turminha fica desconfiada de que seu vizinho, o policial Wayne (Rich Sommer), possa ser o assassino. Aí o longa acrescenta elementos de clássicos 80s como A Hora do Espanto (1985) e Meus Vizinhos São um Terror (1989).

É muito difícil, mas Verão de 84 consegue se sair (muito) bem em suas duas frentes. Cria um cenário crível para esta história de amadurecimento, nunca deixando a ambientação sobressair à trama ou aos personagens, mas a fazendo agregar bastante ao valor de produção. Os personagens ganham tratamento especial, o que enfatiza mais seu relacionamento e sua amizade, retratando com perfeição como adolescentes se comportam e interagem. Cada um dos meninos possui sua própria subtrama, como o rechonchudo Woody (Caleb Emery) e seu relacionamento com a mãe, ou a menina dos sonhos do quarteto, Nikki (a belíssima Tiera Skovbye), cujos pais estão em processo de divórcio. Velhas temáticas que remetem ao tipo de cinema que Spielberg criou para cimentar obras de entretenimento.

Fora isso, faz o suspense funcionar, respeitando o espectador com escolhas sensatas sobre como tratar o tema. O filme apresenta um ambiente crível, onde o medo espreita, e nunca descamba somente para o tipo de cinema que o público adolescente, o alvo, quer ver. Verão de 84 – e os méritos devem ir para trio de diretores François Simard, Anouk Whissell e Yoann-Karl Whissell – dá profundidade e respaldo inclusive para seus momentos mais insanos, nos lembrando a todo momento de seu nível de compromisso e seriedade.

Assim, mesmo quando se propõe a meter medo – e o faz constantemente – evocando luz e sombras de clássicos como Halloween (1978), e isso é um baita elogio, Verão de 84 não perde sua sofisticação, apostando muito mais no clima gélido de suas entrelinhas, e na construção de uma atmosfera para experimentarmos junto com os personagens, como somente os melhores contadores de histórias são capazes de realizar. Como exemplo recente de sensação de pertencimento, Verão de 84 está a par com Corrente do Mal (2014).

Esteja pronto para voltar aos anos 1980, sentir a nostalgia latente e, principalmente, sair do cinema olhando por cima do ombro quando o mal jurar nunca te abandonar.

Critica | Yesterday – Apresenta um mundo sem Beatles, sem bom roteiro ou personagens

A melhor definição para a nova obra de Danny Boyle (Quem Quer Ser um Milionário?), com roteiro de Richard Curtis (Questão de Tempo), é um pitch de elevador sedutor, o qual, no entanto, não consegue decolar da premissa inicial e torna-se um engodo. Se tivéssemos falando de uma startup, Yesterday seria aquela empresa a falir no primeiro ano de atividade e dar prejuízo aos esperançosos investidores da brilhante – porém fracassada – ideia.

Com um argumento lúdico, Yesterday segue o personagem Jack Malik (Himesh Patel), um representante da geração que acreditou que devia seguir os seus sonhos, mas sem trabalhar duro para ser bem-sucedido. Quase aos 30 anos, Jack mora na casa dos pais (Meera Syal e Sanjeev Bhaskar), não assume compromissos sérios e largou o trabalho de tempo integral para tentar a vida como músico, com bicos em pequenos eventos, enquanto trabalha em meio período no controle de uma empilhadora. 

Após mais uma derrota musical, Jack decide desistir da sua carreira e, ao voltar de bicicleta para casa desesperançoso, sofre um acidente ao mesmo tempo em que ocorre um apagão mundial de 12 minutos. Ao acordar sem os dois dentes da frente e celebrar a sua recuperação, ele percebe que os seus amigos não reconhecem as músicas dos Beatles. Para verificar que não trata-se de uma piada, ele recorre ao Google. Ao digitar “The Beatles” todos os resultados o direcionam ao inseto beetle (besouro, em português). 

Os discos desapareceram das prateleiras e Jack tem apenas a sua memória – não obliterada como o resto da humanidade – para ajudá-lo a trazer as músicas dos Beatles de volta ao planeta Terra. Obviamente, com um argumento sobre o desaparecimento da banda mais famosa do mundo e toda sua influência, Yesterday começa como uma adorável viagem fantasiosa, mas não chega muito longe. 

Tomando para si o talento de George, John, Paul e Ringo, Jack começa a tocar Let It Be, I Wanna Hold Your Hand, entre outras composições como próprias. De início, ver as pessoas emocionadas ao ouvir pela primeira vez Yesterday é uma sensação inebriante, uma pequena amostra de como o filme poderia ser conduzido. Os olhos de Ellie (Lily James) emocionada com a música é um dos melhores momentos, em contrapartida o romance de infância com o protagonista é uma forçada narrativa para juntar duas pessoas separadas pelo fato de não existir química entre elas. 

Com a habilidade de criar emocionantes e contemplativas histórias de amor, Richard Curtis deixou sua criatividade e malemolência com as palavras fora do roteiro de Yesterday. Em Questão de Tempo (2013), o roteirista igualmente partia da premissa do mágico para criar um conto de amor à simplicidade apaixonante do nosso cotidiano, tal como a magia da fama e anonimato em Um Lugar Chamado Notting Hill (1999). 

Apesar do currículo genial de ambos os envolvidos, o roteiro e a direção linear tornam Yesterday uma homenagem aos garotos de Liverpool com algumas cenas emocionantes, mas derrapa na sua qualidade quanto uma comédia romântica. Embora Boyle tenha criado o fantástico Trainspotting (1996) e engajado milhares de espectadores à história de amor indiana Quem Quer Ser um Milionário? (2008), Yesterday causa pouco impacto ao apoiar a trajetória em um romance sem faíscas e a questionável amizade de Ellie – até o musical Across the Universe (2007) é mais ousado em catapultar sentimentos. 

Isso porque Ellie é apenas uma observadora, sendo motorista e ouvindo as lamúrias de Jack sem ser a pessoa que, de fato, o impulsiona a seguir seus sonhos ou toma iniciativas. Mais uma vez, Curtis tenta mostrar que as coisas simples da vida são mais importantes, como essa professora de matemática que prefere passar a vida toda na cidadezinha Suffolk, na Inglaterra, ao explorar o mundo, mesmo que não soe verdadeiro. 

Diferente dos protagonistas, os personagens coadjuvantes alimentam o tom cômico do filme, tal como o assistente Rocky (Joel Fry), semelhante ao Spike (Rhys Ifans) de Um Lugar Chamado Notting Hill, mas sem sua presença marcante. Assim como a empresária sanguessuga Debra Hammer (Kate McKinnon) e todo o panorama de vendas e marketing em torno da indústria musical. Além de contar com a presença de Ed Sheeran como ele mesmo, mas em uma versão mais egocêntrica, afinal ele tem a magnífica ideia de trocar Hey Jude por Hey Dude

Com a fama e dinheiro, Jack encontra-se preso na farsa de ter usurpado o trabalho de outras pessoas. Afinal, ele não sabe como justificar suas composições, uma vez que nunca esteve nos lugares que descreve ou, muito menos, sentiu o amor ou a dor transmitidos em suas canções. A partir de um surpreendente encontro, Jack faz uma escolha deveras simples para amplitude das questões envolvidas e nos entrega um fim condescendente. Yesterday, portanto, causa uma frustração ao vermos as músicas dos Beatles em uma embalagem apenas trivial.