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VMA 2025 | Ariana Grande leva o prêmio de Vídeo do Ano por “brighter days ahead”

popstar vencedora do Grammy Ariana Grande foi uma das principais relembradas da lista de vencedores do Video Music Awards 2025.

Grande levou para casa a principal estatueta da noite, a de Vídeo do Ano, pelo elogiado “brighter days ahead”, que funciona como versão deluxe do elogiado álbum eternal sunshine.

Ela também conquistou o prêmio de Melhor Pop pela produção.

Lembrando que o álbum original já está disponíveis em todas as plataformas de streaming e também conta com as canções “yes, and?”, “we can’t be friends (wait for your love)”“the boy is mine”.

Crítica | Ariana Grande nos convida a uma inebriante e íntima jornada com o irretocável ‘Eternal Sunshine’

Relembre a tracklist:

1. intro (end of the world)
2. bye
3. don’t wanna break up again
4. Saturn Returns Interlude
5. eternal sunshine
6. supernatural
7. true story
8. the boy is mine
9. yes, and?
10. we can’t be friends (wait for your love)
11. i wish i hated you
12. imperfect for you
13. ordinary things (feat. nonna)

Grande se tornou mundialmente famosa ao participar de diversas produções originais da Nickelodeon. Em 2013, fez sua estreia no mundo da música com Yours Truly, ascendendo a uma carreira de enorme sucesso desde então.

Em 2020, além de positions, colaborou com a lendária Lady Gaga no dueto “Rain On Me” para o álbum Chromatica, que se tornou a primeira parceria feminina a estrear em #1 na Hot 100. A canção foi aclamada pelos críticos e levou diversos prêmios para casa.

Em 2024, Grande encarnou Glinda na adaptação cinematográfica do musical ‘Wicked’. Dividindo os holofotes com Cynthia Erivo no papel de Elphaba, Grande conquistou uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante e reprisará o papel no final deste ano com o lançamento da segunda parte.

VMA 2025 | Lady Gaga e Bruno Mars levam o prêmio de Melhor Colaboração por “Die With a Smile”

lady gaga bruno mars die with a smile

Lady Gaga Bruno Mars são dois dos maiores nomes da indústria da música – e, depois de terem lançado a aclamada colaboração “Die With a Smile”, foram condecorados na cerimônia de vencedores do VMA 2025.

A dupla levou para casa o prêmio de Melhor Colaboração por uma das canções mais populares e mais bem-sucedidas da década.

Juntos, Gaga e Mars já venderam mais de 300 milhões de discos ao redor do mundo, e colecionam 13 #1s nas paradas oficiais da Billboard.

Vale lembrar que o último álbum de originais de Gaga foi o elogiado Chromatica, lançado em 2020 e que lhe rendeu uma estatueta do Grammy. Mars, por sua vez, uniu-se a Anderson .Paak para o aclamado álbum colaborativo An Evening with Silk Sonic, que rendeu ao artista nada menos que quatro estatuetas do Grammy.

VMA 2025 | Ariana Grande leva o prêmio de Melhor Pop por “brighter days ahead”

ariana grande brighter days ahead

popstar vencedora do Grammy Ariana Grande foi uma das principais relembradas da lista de vencedores do Video Music Awards 2025.

Grande levou para casa a estatueta de Melhor Pop pelo elogiado “brighter days ahead”, que funciona como versão deluxe do elogiado álbum eternal sunshine.

Lembrando que o álbum original já está disponíveis em todas as plataformas de streaming e também conta com as canções “yes, and?”, “we can’t be friends (wait for your love)”“the boy is mine”.

Crítica | Ariana Grande nos convida a uma inebriante e íntima jornada com o irretocável ‘Eternal Sunshine’

Relembre a tracklist:

1. intro (end of the world)
2. bye
3. don’t wanna break up again
4. Saturn Returns Interlude
5. eternal sunshine
6. supernatural
7. true story
8. the boy is mine
9. yes, and?
10. we can’t be friends (wait for your love)
11. i wish i hated you
12. imperfect for you
13. ordinary things (feat. nonna)

Grande se tornou mundialmente famosa ao participar de diversas produções originais da Nickelodeon. Em 2013, fez sua estreia no mundo da música com Yours Truly, ascendendo a uma carreira de enorme sucesso desde então.

Em 2020, além de positions, colaborou com a lendária Lady Gaga no dueto “Rain On Me” para o álbum Chromatica, que se tornou a primeira parceria feminina a estrear em #1 na Hot 100. A canção foi aclamada pelos críticos e levou diversos prêmios para casa.

Em 2024, Grande encarnou Glinda na adaptação cinematográfica do musical ‘Wicked’. Dividindo os holofotes com Cynthia Erivo no papel de Elphaba, Grande conquistou uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante e reprisará o papel no final deste ano com o lançamento da segunda parte.

VMA 2025 | Sabrina Carpenter leva o prêmio de Melhor Álbum por ‘Short N’ Sweet’

sabrina carpenter

A vencedora do Grammy Sabrina Carpenter, uma das vozes mais populares da nova geração da música, foi uma das relembradas da cerimônia de vencedores do Video Music Awards 2025.

Carpenter levou para casa o prêmio de Melhor Álbum pelo elogiado ‘Short N’ Sweet’, que se tornou um dos álbuns mais populares dos últimos anos. O disco também lhe rendeu duas estatuetas do Grammy Awards – Melhor Álbum Pop Vocal e Melhor Performance Pop Solo pelo single “Espresso”.

Vale lembrar que o compilado é sucedido pelo recente ‘Man’s Best Friend’, que já está disponível nas plataformas de streaming.

Carpenter fez sua estreia oficial no mundo da música com ‘Eyes Wide Open’, em 2015, ascendendo a uma carreira meteórica nos últimos anos – principalmente depois de ter lançado o aclamado ‘emails i can’t send’ e sua subsequente versão deluxe.

Em 2023 e 2024, a cantora, compositora e atriz também foi chamada por Taylor Swift como um dos atos de abertura da ‘The Eras Tour’, apresentando-se, inclusive, no Brasil.

Dentre suas músicas mais famosas, podemos citar “Thumbs”“Paris”“read your mind”“feather”.

Vencedora do Vanguard Award, Mariah Carey faz discurso celebratório no VMA 2025

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A icônica cantora e compositora Mariah Carey foi condecorada na última cerimônia de vencedores Video Music Awards com o prestigiado Michael Jackson Vanguard Award pelo conjunto de sua obra e pelo legado deixado na indústria fonográfica.

Também vencedora da estatueta de Melhor R&B no evento, Carey recebeu o prêmio das mãos de Ariana Grande, artista que já citou a lendária performer como sua maior inspiração.

Agora, a MTV divulgou o discurso completo da homenageada.

Confira:

Lembrando que seu próximo álbum de estúdio, ‘Here For It All’, tem lançamento agendado para o dia 26 de setembro.

Dona de sucessos absolutos como “We Belong Together”“Obsessed”“Touch My Body”, Mariah Carey é uma das artistas mais conhecidas e bem-sucedidas de todos os tempos, além de ser conhecida por seus potentes vocais e por seu icônico falsete.

Com mais de 220 milhões de unidades vendidas ao longo de sua carreira, Carey já levou para casa cinco estatuetas do Grammy e possui um amplo legado que influenciou inúmeros artistas, incluindo a popstar Ariana Grande. Ela também é conhecida como a Rainha do Natal através da clássica “All I Want for Christmas Is You”, um dos singles mais vendidos de todos os tempos.

O último álbum de Carey foi o aclamado ‘Caution’, lançado em 2018.

SUCESSO! ‘Superman’ vai gerar lucro de US$ 125 milhões para a Warner

A Variety publicou uma matéria revelando que ‘Superman‘ é considerado um grande sucesso pela Warner Bros. e vai gerar um lucro de US$ 125 milhões para o estúdio.

Com um custo de US$ 200 milhões, o filme já arrecadou 614 milhões mundialmente até o momento e vai começar um novo universo de super-heróis.

O sucesso foi tanto que o co-CEO da DC Studios, James Gunn, confirmou que a sequência Superman: Man of Tomorrow’ (‘Superman: Homem do Amanhã’, em tradução livre’).

As informações indicam que Gunn irá dirigir e escrever o longa (tendo revelado recentemente que já completou o primeiro tratamento do roteiro), entrando também como produtor ao lado de Peter Safran.

Além disso, o site aponta que as gravações irão começar no verão norte-americano de 2026, isto é, entre os meses de junho e agosto. Inúmeros personagens do DCU devem aparecer além de Clark Kent (David Corenswet) e Lex Luthor (Nicholas Hoult), incluindo: Supergirl (Milly Alcock), Lobo (Jason Momoa), Pacificador (John Cena) e Mulher-Gavião (Isabela Merced).

A estreia nos cinemas acontece dia 9 de julho de 2027.

Gunn disse:

“Estou totalmente farto do tratamento. Meus tratamentos são incrivelmente intensos. Eles não são tratamentos regulares”, disse Gunn sobre o Homem do Amanhã no mês passado. “São tratamentos de 60 páginas com diálogo e tudo mais. E então, agora estou apenas transformando isso em um roteiro. Estamos planejando quando vamos filmar isso. Vai ser muito mais cedo ou mais tarde.”

Vale lembrar que ‘Superman‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 600 milhões mundialmente – tornando-se a maior bilheteria global da DC em mais de três anos.

Além disso, o longa desbancou a bilheteria total de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo‘ (US$415.1M), tornando-se a maior arrecadação para um filme de super-herói do ano.

Crítica | James Gunn dá o pontapé inicial do DCU com o ESPETACULAR ‘Superman’

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

Batalha MORTAL no teaser de ‘Até o Último Samurai’, nova série japonesa da Netflix

A Netflix divulgou o primeiro teaser da série japonesa ‘Até o Último Samurai‘ (Last Samurai Standing).

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A produção será lançada no serviço de streaming no dia 13 de novembro.

No final do século XIX, durante o período Meiji, 292 guerreiros, incluindo Shujiro Saga (Junichi Okada), se reúnem no Templo Tenryuji, em Kyoto, ao cair da noite, atraídos pela promessa de um enorme prêmio em dinheiro. Cada um recebe uma etiqueta de madeira e participa de um jogo vicioso no qual devem roubar as etiquetas dos outros participantes e chegar a Tóquio para ganhar o prêmio em dinheiro. Sob o véu da noite, o recinto do templo se enche de inquietação e da presença de guerreiros sanguinários. Quando o sinal para o início do jogo é dado, os combatentes iniciam sua implacável batalha pela sobrevivência.

O seriado é baseado no mangá homônimo de Shogo Imamura.

O elenco ainda conta com Yumia Fujisaki, Kaya Kiyohara, Masahiro Higashide, Shota Sometani, Taichi Saotome, Yuya Endo, Taiiku Okazaki, Kairi Jo, Yasushi Fuchikami, Wataru Ichinose, Arata Iura e Tetsushi Tanaka.

Diretor original de ‘Pânico 7’ revela o VERDADEIRO motivo que o fez abandonar o filme

Logotipo Scream 7 em fundo preto
panico7 8

Pânico 7’ passou por uma grande mudança em 2025 quando Melissa Barrera foi demitida após sair em defesa do povo palestino em meio à contínua guerra no Oriente Médio – sendo taxada de “antissemita”.

Barrera interpretou a protagonista Sam Carpenter no filme de 2022 e em Pânico VI’, e sua demissão veio acompanhada da subsequente saída de Jenna Ortega e do diretor Christopher Landon da franquia.

Em um novo livro intitulado ‘Your Favorite Scary Movie’, assinado por Ashley Cullins, Landon confirmou que deixou o projeto por causa da demissão da atriz (via Fear HQ).

“Tomei a decisão de deixar [o projeto] mais ou menos uma semana depois de a terem demitido”, ele conta. “Não havia mais filme. Todo o roteiro era sobre ela. Eu não assinei para fazer ‘um filme Pânico‘. Eu assinei para fazer aquele filme. Quando o longa não existia mais, eu segui em frente”.

Landon, eventualmente, foi substituído por Kevin Williamson – roteirista do filme original.

O novo filme contará com o retorno dos veteranos Neve Campbell, Courteney Cox, Mason Gooding e Jasmin Savoy Brown, além de David Arquette, Matthew Lillard e Scott Foley.

Os novatos Isabel May, Celeste O’Connor, Asa Germann, Mckenna Grace, Sam Rechner, Mark Consuelos, Anna Camp e Joel McHale completam o elenco.

No sétimo filme, Sidney Prescott deixou seu passado para trás e está se concentrando em ser uma mãe feliz e casada e administrar uma pequena cafeteria na cidade. No entanto, ela nunca parou de olhar para trás e, com certeza, mais uma vez, seu passado volta para assombrá-la.

Lembrando que ‘Pânico 7’ está programado para estrear no dia 27 de fevereiro de 2026.

‘Os Caras Malvados 2’ já arrecadou quase US$ 200 milhões mundialmente

Depois de um mês em cartaz, a sequência ‘Os Caras Malvados 2‘ já conseguiu arrecadar quase US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais.

Para termos de comparação, o desempenho do novo filme não se encontra muito abaixo da arrecadação total do longa original – que fechou sua passagem pelas telonas com US$ 250.3 milhões.

Nos EUA, o longa soma US$ 77.7 milhões. No mercado internacional, foram US$ 113.2 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 190.9 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com a China (US$23.2M), Reino Unido (US$15.8M), França (US$10.5M), Espanha (US$7.2M) e México (US$5.9M).

Com 86% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, a animação conquistou os espectadores, recebendo uma nota A no CinemaScore – a mesma média alcançada pelo longa original.

No novo capítulo, os Caras Malvados lutam para encontrar confiança e aceitação para sua recente condição de bons moços, quando são forçados, por um esquadrão de mulheres criminosas, a abandonar a aposentadoria para fazer um último trabalho.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Dirigido por Pierre Perifel, o longa é baseado na saga literária infantil de Aaron Blabey.

A produção contará com as vozes de Sam Rockwell, Marc Maron, Craig Robinson, Anthony Ramos, Awkwafina, Richard Ayoade, Zazie Beetz, Lilly Singh e Alex Borstein.

VMA 2025 | Mariah Carey é homenageada com o Vanguard Award

A icônica cantora e compositora Mariah Carey foi homenageada na última cerimônia de vencedores Video Music Awards.

A icônica artista foi condecorada com o prestigiado Michael Jackson Vanguard Award pelo conjunto de sua obra e pelo legado deixado na indústria fonográfica. Além disso, ela levou para casa o prêmio de Melhor R&B por “Type Dangerous”.

Lembrando que seu próximo álbum de estúdio, ‘Here For It All’, tem lançamento agendado para o dia 26 de setembro.

Dona de sucessos absolutos como “We Belong Together”“Obsessed”“Touch My Body”, Mariah Carey é uma das artistas mais conhecidas e bem-sucedidas de todos os tempos, além de ser conhecida por seus potentes vocais e por seu icônico falsete.

Com mais de 220 milhões de unidades vendidas ao longo de sua carreira, Carey já levou para casa cinco estatuetas do Grammy e possui um amplo legado que influenciou inúmeros artistas, incluindo a popstar Ariana Grande. Ela também é conhecida como a Rainha do Natal através da clássica “All I Want for Christmas Is You”, um dos singles mais vendidos de todos os tempos.

O último álbum de Carey foi o aclamado ‘Caution’, lançado em 2018.

VMA 2025 | Bruno Mars e ROSÉ conquistam o prêmio de Música do Ano por “APT.”

Os vencedores do Video Music Awards 2025 já estão sendo revelados – e Bruno MarsROSÉ levaram para casa uma das principais estatuetas da noite.

A dupla foi condecorada com o prêmio de Música do Ano pela aclamada colaboração “APT.”.

Lançada em outubro do ano passado, a faixa, que funciona como lead single do álbum ‘Rosie’, mistura gêneros como poppop-rockpop-punknew wave, além de trazer interpolação da clássica “Mickey”, de Toni Basil.

Tornando-se uma das músicas mais bem sucedidas de 2024, a canção alcançou o primeiro lugar em diversas paradas ao redor do mundo, além do #3 na Hot 100 da Billboard.

VMA 2025 | Tate McRae leva o prêmio de Música do Verão por “Just Keep Watching”

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A cantora e compositora Tate McRae foi uma das relembradas da cerimônia de vencedores do Video Music Awards 2025.

McRae levou para casa o prêmio de Música do Verão por “Just Keep Watching”, faixa que integra a trilha sonora do drama esportivo F1.

A canção foi co-escrita por McRae, Ryan TedderTyler Spry.

Joseph Kosinski, de ‘Top Gun: Maverick‘, é responsável pela direção de F1.

Apelidado de “o maior que nunca existiu”, Sonny Hayes (Pitt) foi o fenômeno mais promissor da FÓRMULA 1 da década de 1990, até fracassar de maneira espetacular. Trinta anos depois, vive do trabalho como piloto nômade de aluguel, até que é contatado pelo seu ex-companheiro de equipe Ruben Cervantes (Javier Bardem), dono de uma equipe de FÓRMULA 1 em dificuldade e à beira do colapso.

Ruben convence Sonny a voltar à FÓRMULA 1 para uma última chance de salvar a equipe e ser o melhor do mundo. Ele vai pilotar ao lado de Joshua Pearce (Damson Idris), o novato-revelação da equipe, com a intenção de estabelecer seu próprio ritmo acelerado ao time e à corrida. Mas quando os motores aceleram, o passado de Sonny volta à tona, e ele relembra que, na FÓRMULA 1, seu companheiro de equipe é sua competição mais feroz – e não se pode percorrer o caminho para a redenção sozinho.

O elenco ainda conta com Kerry Condon, Tobias Menzies, Emmy Sarah Niles, Kim Bodnia, Samson KayoSimone Ashley.

VMA 2025 | Mariah Carey leva o prêmio de Melhor R&B por “Type Dangerous”

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A icônica cantora e compositora Mariah Carey foi uma das ganhadoras da última cerimônia do Video Music Awards.

Carey foi condecorada com a estatueta de Melhor R&B por “Type Dangerous”lead single do álbum ‘Here For It All’.

Lembrando que o álbum tem lançamento agendado para o dia 26 de setembro.

Dona de sucessos absolutos como “We Belong Together”“Obsessed”“Touch My Body”, Mariah Carey é uma das artistas mais conhecidas e bem-sucedidas de todos os tempos, além de ser conhecida por seus potentes vocais e por seu icônico falsete.

Com mais de 220 milhões de unidades vendidas ao longo de sua carreira, Carey já levou para casa cinco estatuetas do Grammy e possui um amplo legado que influenciou inúmeros artistas, incluindo a popstar Ariana Grande. Ela também é conhecida como a Rainha do Natal através da clássica “All I Want for Christmas Is You”, um dos singles mais vendidos de todos os tempos.

O último álbum de Carey foi o aclamado ‘Caution’, lançado em 2018.

VMA 2025 | Lady Gaga leva para casa o prêmio de Artista do Ano

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Depois de ter dominado o primeiro semestre de 2025, a titânica popstar Lady Gaga começou a aparecer na próxima temporada de premiações – e não sairia de mãos abandonado do Video Music Awards 2025.

Gaga levou para casa o prêmio de Artista do Ano pelo impacto que causou este ano – e ainda concorre a inúmeras categorias, incluindo Vídeo do Ano.

Lembrando que o último compilado da artista foi o aclamado ‘MAYHEM’, que ainda conta com os singles “Disease”“Abracadabra”.

O compilado anterior de originais de Gaga foi o elogiado Chromatica, lançado em 2020 e que lhe rendeu uma estatueta do Grammy. Em 2021, ela se uniu a Tony Bennett para o elogiado Love for Sale, que rendeu a ambos os artistas mais um gramofone dourado – marcando o último disco da lenda do jazz antes de seu falecimento.

Em 2024, ela também lançou um álbum de covers de jazz e duas músicas originais intitulado Harlequin, que funcionou como um projeto-irmão do filme Coringa: Delírio a Dois. Além disso, uniu-se a Bruno Mars para uma das canções mais bem-sucedidas e aclamadas do ano, “Die With a Smile”.

Considerada uma das maiores artistas da história, Gaga já conquistou inúmeros prêmios ao longo de sua carreira, incluindo 14 Grammys1 Oscar2 Globos de Ouro2 Critics Choice Awards1 BAFTA e 1 Emmy Award. Ela também é uma das musicistas mais bem-sucedidas da indústria, tendo vendido 110 milhões de álbuns175 bilhões de streamings758 milhões de unidades ao redor do mundo.

VMA 2025 | Confira a lista de VENCEDORES da premiação!

Foram revelados hoje (7) os vencedores do Video Music Awards 2025 (VMA).

Confira a lista completa de ganhadores abaixo:

VÍDEO DO ANO

Ariana Grande – “brighter days ahead” – Republic Records (VENCEDORA)
Billie Eilish – “Birds of a Feather” – Darkroom/Interscope Records
Kendrick Lamar – “Not Like Us” – pgLang/Interscope Records
Lady Gaga & Bruno Mars – “Die With a Smile” – Interscope Records
ROSÉ & Bruno Mars – “APT.” – Atlantic Records
Sabrina Carpenter – “Manchild” – Island
The Weeknd, Playboi Carti – “Timeless” – XO/Republic Records

ARTISTA DO ANO

Bad Bunny – Rimas Entertainment
Beyoncé – Parkwood Entertainment/Columbia Records
Kendrick Lamar – pgLang/Interscope Records
Lady Gaga – Interscope Records (VENCEDORA)
Morgan Wallen – Big Loud Records/Mercury Records
Taylor Swift – Republic Records
The Weeknd – XO/Republic Records

MÚSICA DO ANO

Alex Warren – “Ordinary” – Atlantic Records
Billie Eilish – “Birds of a Feather” – Darkroom/Interscope Records
Doechii – “Anxiety” – Top Dawg Entertainment/Capitol Records
Ed Sheeran – “Sapphire” – Gingerbread Man Records/Atlantic Records
Gracie Abrams – “I Love You, I’m Sorry” – Interscope Records
Lady Gaga & Bruno Mars – “Die With a Smile” – Interscope Records
Lorde – “What Was That” – Republic Records
ROSÉ & Bruno Mars – “APT.” – Atlantic Records (VENCEDORA)
Tate McRae – “Sports Car” – RCA Records
The Weeknd, Playboi Carti – “Timeless” – XO/Republic Records

MELHOR COLABORAÇÃO

Bailey Zimmerman & Luke Combs – “Backup Plan (Stagecoach Official Music Video)” – Atlantic Records/Warner Music Nashville
Kendrick Lamar & SZA – “luther” – pgLang/Interscope Records
Lady Gaga & Bruno Mars – “Die With a Smile” – Interscope Records (VENCEDORES)
Post Malone feat. Blake Shelton – “Pour Me a Drink” – Mercury Records
ROSÉ & Bruno Mars – “APT.” – Atlantic Records
Selena Gomez, benny blanco – “Sunset Blvd” – SMG Music/Friends Keep Secrets/Interscope Records

ARTISTA REVELAÇÃO

Alex Warren – Atlantic Records (VENCEDOR)
Ella Langley – SAWGOD/Columbia Records
Gigi Perez – Island
Lola Young – Island
sombr – SMB Music/Warner Records
The Marías – Nice Life/Atlantic Records

MELHOR ÁLBUM

Bad Bunny – DeBÍ TiRAR MáS FOToS – Rimas Entertainment
Kendrick Lamar – GNX – pgLang/Interscope Records
Lady Gaga – Mayhem – Interscope Records
Morgan Wallen – I’m the Problem – Big Loud Records/Mercury Records
Sabrina Carpenter – Short n’ Sweet – Island (VENCEDORA)
The Weeknd – Hurry Up Tomorrow – XO/Republic Records

MELHOR VÍDEO EM FORMATO LONGO

Ariana Grande – “brighter days ahead” – Republic Records
Bad Bunny – “DeBÍ TiRAR MáS FOToS (Short Film)” – Rimas Entertainment
Damiano David – “FUNNY little STORIES” – Sony Italy/Arista Records
Mac Miller – “Balloonerism” – Warner Records
Miley Cyrus – “Something Beautiful” – Columbia Records
The Weeknd – “Hurry Up Tomorrow” – XO/Republic Records

MELHOR ARTISTA POP

Ariana Grande – Republic Records
Charli xcx – Atlantic Records
Justin Bieber – Def Jam Recordings
Lorde – Republic Records
Miley Cyrus – Columbia Records
Sabrina Carpenter – Island (VENCEDORA)
Tate McRae – RCA Records

MELHOR MÚSICA POP

Alex Warren – “Ordinary” – Atlantic Records
Ariana Grande – “brighter days ahead” – Republic Record (VENCEDORA)
Ed Sheeran – “Sapphire” – Gingerbread Man Records/Atlantic Records
Lady Gaga & Bruno Mars – “Die With a Smile” – Interscope Records
ROSÉ & Bruno Mars – “APT.” – Atlantic Records
Sabrina Carpenter – “Manchild” – Island

MELHOR MÚSICA HIP-HOP

Doechii – “Anxiety” – Top Dawg Entertainment/Capitol Records (VENCEDORA)
Drake – “NOKIA” – OVO/Santa Anna/Republic
Eminem feat. Jelly Roll – “Somebody Save Me” – Shady/Aftermath/Interscope Records
GloRilla feat. Sexyy Red – “WHATCHU KNO ABOUT ME” – CMG/Interscope Records
Kendrick Lamar – “Not Like Us” – pgLang/Interscope Records
LL COOL J feat. Eminem – “Murdergram Deux” – Def Jam Recordings
Travis Scott – “4X4” – Cactus Jack/Epic Records

MELHOR MÚSICA DE ROCK

Coldplay – “All My Love” – Atlantic Records (VENCEDORA)
Evanescence – “Afterlife (From the Netflix Series Devil May Cry)” – Netflix Music
Green Day – “One Eyed Bastard” – Reprise Records/Warner Records
Lenny Kravitz – “Honey” – ℗© 2024 Roxie Records Inc. under exclusive license to BMG Rights Management GmbH
Linkin Park – “The Emptiness Machine” – Warner Records
twenty one pilots – “The Contract” – Fueled By Ramen

MELHOR MÚSICA ALTERNATIVA

Gigi Perez – “Sailor Song” – Island
Imagine Dragons – “Wake Up” – KIDinaKorner/Interscope Records
Lola Young – “Messy” – Island
mgk & Jelly Roll – “Lonely Road” – EST 19XX/Interscope Records
sombr – “back to friends” – SMB Music/Warner Records (VENCEDORA)
The Marías – “Back to Me” – Nice Life/Atlantic Records

MELHOR MÚSICA LATINA

Bad Bunny – “BAILE INoLVIDABLE” – Rimas Entertainment
J Balvin – “Rio” – Capitol Records
KAROL G – “Si Antes Te Hubiera Conocido” – Bichota Records/Interscope Records
Peso Pluma – “LA PATRULLA” – Double P Records
Rauw Alejandro & Romeo Santos – “Khé?” – Sony Music US Latin
Shakira – “Soltera“ – Sony Music US Latin (VENCEDORA)

MELHOR MÚSICA R&B

Chris Brown – “Residuals” – Chris Brown Entertainment/RCA Records
Leon Thomas & Freddie Gibbs – “MUTT (REMIX)” – EZMNY Records/Motown Records
Mariah Carey – “Type Dangerous” – gamma. (VENCEDORA)
PARTYNEXTDOOR – “N o C h i l l” – OVO Sound
Summer Walker – “Heart of a Woman” – LVRN/Interscope Records
SZA – “Drive” – Top Dawg Entertainment/RCA Records
The Weeknd, Playboi Carti – “Timeless” – XO/Republic Records

MELHOR MÚSICA AFROBEATS

Asake & Travis Scott – “Active” – YBNL Nation/EMPIRE
Burna Boy feat. Travis Scott – “TaTaTa” – Spaceship/Bad Habit/Atlantic Records
MOLIY, Silent Addy, Skillibeng & Shenseea – “Shake It To The Max (FLY) (Remix)” – gamma.
Rema – “Baby (Is It a Crime)” – Mavin Global Holdings Ltd / Jonzing World Entertainment / Interscope Records
Tems feat. Asake – “Get It Right” – RCA Records/Since ’93
Tyla – “PUSH 2 START” – FAX Records/Epic Records (VENCEDORA)
Wizkid feat. Brent Faiyaz – “Piece Of My Heart” – Starboy/RCA Records

MELHOR K-POP

aespa – “Whiplash” – SM Entertainment/Virgin Music Group
JENNIE – “like JENNIE” – OA Entertainment/Columbia Records
Jimin – “Who” – BIGHIT MUSIC
JISOO – “earthquake” – Warner Records
LISA feat. Doja Cat & RAYE – “Born Again” – Lloud Co./RCA Records (VENCEDORAS)
Stray Kids – “Chk Chk Boom” – JYP/IMPERIAL/Republic
ROSÉ – “toxic till the end” – Atlantic Records

MELHOR MÚSICA COUNTRY

Chris Stapleton – “Think I’m In Love With You” – Mercury Nashville
Cody Johnson with Carrie Underwood – “I’m Gonna Love You” – CoJo Music / Warner Music Nashville
Jelly Roll – “Liar” – BBR Music Group/BMG/Republic Records
Lainey Wilson – “4x4xU” – Broken Bow Records
Megan Moroney – “Am I Okay?” – Columbia Records (VENCEDORA)
Morgan Wallen – “Smile” – Big Loud Records/Mercury Records

VÍDEO PARA O BEM

Burna Boy – “Higher” – Spaceship/Bad Habit/Atlantic Records
Charli xcx – “Guess” featuring Billie Eilish – Atlantic Records (VENCEDORA)
Doechii – “Anxiety” – Top Dawg Entertainment/Capitol Records
Eminem feat. Jelly Roll – “Somebody Save Me” – Shady/Aftermath/Interscope Records
Selena Gomez, benny blanco – “Younger and Hotter Than Me” – SMG Music/Friends Keep Secrets/Interscope Records
Zach Hood feat. Sasha Alex Sloan – “Sleepwalking” – Arista Records

MTV PUSH APRESENTAÇÃO DO ANO

Agosto 2024 – Shaboozey – “A Bar Song (Tipsy)” – American Dogwood/EMPIRE
Setembro 2024 – Ayra Starr – “Last Heartbreak Song” – Mavin Records/Republic Records
Outubro 2024 – Mark Ambor – “Belong Together” – Hundred Days Records/Virgin Music
Novembro 2024 – Lay Bankz – “Graveyard” – Artist Partner Group Inc.
Dezembro 2024 – Dasha – “Bye Bye Bye” – Warner Records
Janeiro 2025 – KATSEYE – “Touch” – HYBE/Geffen Records (VENCEDORA)
Fevereiro 2025 – Jordan Adetunji – “KEHLANI” – 300 Entertainment
Março 2025 – Leon Thomas – “YES IT IS” – EZMNY Records/Motown Records
Abril 2025 – Livingston – “Shadow” – Republic Records
Maio 2025 – Damiano David – “Next Summer” – Sony Italy/Arista Records
Junho 2025 – Gigi Perez – “Sailor Song” – Island
Julho 2025 – ROLE MODEL – “Sally, When the Wine Runs Out” – Interscope Records

Confira a lista completa aqui!

Crítica 2 | ‘Invocação do Mal – O Último Ritual’ é o filme MENOS assustador da franquia…

Quando James Wan dirigiu o primeiro ‘Invocação do Mal em 2013, ele criou uma atmosfera tão tensa e assustadora que era visível o nascimento de uma franquia baseada nas várias histórias dos investigadores paranormais Ed e Lorraine Warren.

A sequência saiu em 2016, e conseguiu ser ainda mais aterrorizante que o original, desenrolando-se em vários spin-offs que incluíram ‘Annabelle’ e A Freira. Entre altos e baixos, a franquia foi ladeira abaixo depois do lançamento de ‘Annabelle 2 – A Origem do Mal‘, o último filme realmente assustador da saga.

O diretor Michael Chaves, que já havia dirigido os medianos ‘A Maldição da Chorona‘ e ‘Invocação do Mal 3‘, retorna para ‘Invocação do Mal 4: O Último Ritual‘ – e mais uma vez entrega um filme opaco e pouco inspirado.

Chaves consegue construir um clima de tensão, mas nunca consegue emergir no auge do momento e criar um susto ou um momento que realmente aterroriza. Ao contrário de Wan, que usava poucos elementos para realmente impactar a audiência das maneiras mais perversas, Chaves usa de um leque de elementos para chegar no ápice do momento de tensão, mas nunca efetivamente consegue entregar momentos realmente assustadores.

O filme funciona mais como um romance e um adeus a Patrick Wilson e Vera Farmiga, que mais uma vez estão espetaculares em cena, mas não tem um roteiro à seus níveis para realmente entregar a emoção e o terror que o desfecho pedia. O tempo todo o filme parece encaminhar para criar um momento obscuro que nunca acontece, talvez por trazer entidades pouco elaboradas e explicadas que ainda sofrem com a criação feita em CGI ao invés de efeitos práticos.

Vendido como o “caso que encerrou tudo”, ‘Invocação do Mal 4: O Último Ritual‘ não tem a força e nem a destreza de terminar a franquia com uma explosão, e sim com um sopro. Aqui, os Warren enfrentam mais um caso aterrorizante envolvendo entidades misteriosas que desafiam sua experiência. Ed e Lorraine se veem obrigados a encarar seus maiores medos, colocando suas vidas em risco para travar uma batalha final contra forças malignas.Pouco é explicado sobre o poder de tais entidades, o que tira muito do impacto que elas causam na história.

A família que é assombrada pela entidades é mal desenvolvida e desaparece no meio da trama, não criando a sensação de urgência que o gênero pede, e serve apenas como um meio para mostrar a força dos Warrens em meio às aberrações.

Ben Hardy (‘X-Men: Apocalipse’) e Mia Tomlinson (‘The Beast Must Die’) estão ótimos em cena, mas seus personagens também não possuem um desenvolvimento satisfatório que realmente faça render uma conecção emocional.

Entre altos e baixos, a franquia chega ao final com o seu filme menos assustador, que parece nunca alcançar aquela nota prometida. Os Warrens mereciam um final mais impactante nas telonas após tantas desventuras aterrorizantes. Por fim, o desfecho realmente vale pela dedicação dos astros principais em representar personagens tão complexos em situações tão macabras.

 

Crítica | ‘Dexter: Ressurreição’ – O competente retorno do anti-herói favorito dos amantes das séries!

É muito bom rever personagens que, de muitas formas, preencheram a história das séries nas últimas décadas. Nesta nova temporada – de uma franquia que se reinventa sem perder a essência – voltamos a encontrar o anti-herói favorito dos amantes das séries, Dexter, agora num novo habitat. Mais solto e confuso em relação a seus códigos, revela uma faceta interessante e imprevisível de seu lado emocional, que acaba guiando a estrutura base dos dez episódios – intensos, divertidos, tensos, e como não podia deixar de ser: sangrentos.

Marcos Siega e Monica Raymund – a dupla responsável pela direção dos episódios – entregam um trabalho bastante competente, conduzindo o público a um espaço cheio de possibilidades e referências ao passado do protagonista, onde a narrativa afiada fisga nossos olhos a todo momento. Pra onde quer que olhemos, encontramos pistas para futuros desdobramentos, preenchido também com personagens complementares certeiros, que também ganham seus minutos valiosos de protagonismo. As participações especiais – um brinde para todos que conhecem esse universo – são a cereja do bolo.

Depois de sobreviver milagrosamente a um tiro dado pelo próprio filho na jornada anterior, Dexter (Michael C.Hall) parte rumo a uma nova Iorque que ele não conhece em busca de reestabelecer os laços com seu único herdeiro, Harrison (Jack Alcott). Nesse lugar, cheio de caminhos e reflexões, acaba batendo de frente com um clube de serial killers – um prato cheio pra quem gosta de fazer justiça com as próprias mãos.

Havia uma grande expectativa para saber como a equipe criativa iria tirar os coelhos da cartola para dar sentido para mais um round na trajetória repleta de altos e baixos do seriado em questão. Entre finais de temporadas frustrantes e episódios brilhantes, Dexter vem, desde 2005, ganhando a atenção de milhares de pessoas trazendo para o centro do palco um serial killer impiedoso que busca suas vítimas a partir da maldade alheia, tornando-se um anti-herói nada comum.

Caminhando a pinceladas de sangue pelo lado emocional do marcante personagem – que aqui revela seus novos dilemas e maneiras de enxergar o mundo ao seu redor, colocando a paternidade à frente de qualquer ato meticulosamente planejado – vamos encontrando novas possibilidades, apoiadas por ótimos coadjuvantes (com destaque para as incríveis atuações de  Peter Dinklage e Ntare Guma Mbaho Mwine), que somam demais a esse suco de sangue e linhas tênues sobre a moral.

De pontos negativos, podemos apontar a velha e cansativa fórmula de encontrar soluções simplistas e mirabolantes para fechamentos de cercos. Transformar Dexter em uma espécie de mistura entre Chuck Norris e MacGyver distancia do alicerce que construiu a força desse personagem. A eficácia no roteiro, no sentido de prender a atenção, encontra outras valências – não essa. Outro aspecto que merece um olhar mais crítico é a falta de habilidade em explorar com mais camadas a intrigante personagem Charley, interpretada por Uma Thurman, constantemente escanteada sempre que parece prestes a brilhar. Um desperdício.

Mesmo com questões que tiram a nota 10 desta temporada, podemos afirmar que Dexter: Ressurreição traz novo fôlego para a franquia, que deve continuar por mais tempo nos enchendo de possibilidades. Michael C.Hall nasceu pra interpretar Dexter – impressiona o domínio sobre esse complexo e carismático personagem. Que venham mais temporadas.

10 Filmes que FRACASSARAM no Cinema e se Transformaram em Ouro na Netflix

Podemos olhar o caso por dois ângulos. Por um lado, a Netflix é a plataforma de streaming ainda número 1 do mundo, tão popular que virou sinônimo de se ficar em casa relaxando – o bordão “Netflix and chill”.

Assim, podemos imaginar que tudo o que a plataforma toque vira ouro, mesmo que certos produtos não sejam assim, digamos, de muita qualidade. Mas há ainda uma outra forma de ver o cenário geral. A cada década que se passa, uma nova geração é formada (ou talvez em menos tempo até). E essa é definitivamente a geração Netflix. Ou seja, crianças e adolescentes que já crescem em um mundo onde as plataformas de streaming, em especial a citada, são uma realidade e fazem parte do seu dia a dia. Do seu acesso a filmes, série e programas. Na minha época, se quiséssemos assistir a um filme tínhamos que ir até a locadora, ou esperar a exibição da TV aberta. Hoje todos simplesmente assistem. E isso inclui nós também, os adultos.

Seguindo esse raciocínio, é claro que gostamos quando qualquer filme recebe uma segunda ou até terceira chance de encontrar seu público. Muitas vezes acontece de assistirmos um filme no cinema, gostarmos muito, mas percebermos que ele não fez sucesso algum e foi logo varrido para debaixo do tapete. Na nossa época, ele ainda tinha chance de fazer sucesso em vídeo. Agora, ele tem a chance de encontrar sua audiência na Netflix e streamings afins. Nesta nova matéria resolvi separar mais um lote de dez filmes que passaram despercebidos pelos cinemas, ou fracassaram em sua estreia, mas que terminaram figurando no Top 10 dos mais assistidos na Netflix.

Confira abaixo.

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Cópias – De Volta à Vida

Keanu Reeves foi redescoberto pelas novas gerações de fãs do cinema e foi abraçado por eles como o novo muso da internet. Tudo bem, isso já faz alguns anos. O ator parece realmente ser boa-praça, porém, isso não o impede de se envolver em alguns projetos bem duvidosos. Na primeira matéria que fiz sobre os fracassos que se tornam ouro na Netflix, tratei de incluir logo duas produções do muso Reeves. E o astro não passará ileso desta nova matéria. Cópias é uma ficção científica de 2018, aspirante a blockbuster, que morreu na praia em sua passagem pelos cinemas mundiais – com muitos sequer tomando conhecimento de sua existência. Justamente por isso, ao cair nas mãos da Netflix e figurar em seu top 10, chamou nossa atenção. Na história de Frankenstein moderno, Reeves interpreta um cientista obcecado em trazer de volta à vida, na forma de seres artificiais, sua família morta em um acidente de carro. Os críticos que assistiram riram do filme, com 11% de aprovação, e com um orçamento de US$30 milhões, Cópias fez menos de US$10 milhões nas bilheterias mundiais.

 

Warcraft – O Primeiro Encontro Entre Dois Mundos

Essa superprodução da Universal Pictures de 2016 era para ser o representante de um bom filme baseado num vídeo game. Bem, não foi bem assim. Uma mitologia enorme que é motivo de grande culto por parte dos fãs, os games Warcraft eram tidos como “intransponíveis” para o cinema. Mesmo assim o diretor talentoso Duncan Jones, filho de David Bowie, topou o desafio. E repito mais uma vez que a qualidade das produções aqui não tem nada a ver com seu sucesso de crítica ou público. Às vezes, como é o caso com este filme, a venda é simplesmente muito difícil. A investida foi no estilo de O Senhor dos Anéis, mas em 2016 o hype de uma aventura medieval neste formato talvez já tivesse se esvaído. Com a crítica, Warcraft foi bem mal, com 28% de aprovação. E nas bilheterias a coisa não melhorou muito, já que com um orçamento de US$160 milhões, fez apenas US$47 milhões nos EUA, e de forma mundial melhorou um pouco com US$439 milhões em caixa. Mas na Netflix, o filme conseguiu figurar no top 10 dos mais vistos.

Projeto Gemini

Antes de ser “cancelado” após o surto de violência no último Oscar, o astro Will Smith já havia passado por maus bocados em sua carreira no que diz respeito ao resultado de alguns de seus filmes. Afinal, quem pode esquecer bombas como As Loucas Aventuras de James West, Depois da Terra, Esquadrão Suicida e Beleza Oculta? O mais recente fiasco de sua carreira atende pelo título Projeto Gemini. A ideia parecia boa, trazendo um Will Smith atual e calejado para duelar com um Will Smith jovem (através de um efeito visual impressionante) da época de Um Maluco no Pedaço. Na direção, o prestigiado Ang Lee. A crítica apedrejou o longa de 2019, tascando uma aprovação de 26%, e nas bilheterias, com um orçamento de US$138 milhões, o filme recuperou para a Paramount Pictures apenas US$48 milhões nos EUA, e US$173 milhões mundiais numa época pré-pandemia. Mas na Netflix, uma nova geração descobriu o filme e garantiu sua entrada no top 10 da plataforma.

Nunca Mais

Agora voltamos um pouco mais no tempo. Vinte anos no passado para ser mais preciso, para o ano de 2002. É curioso, mas este thriller dramático estrelado pela musa Jennifer Lopez voltou a ser “manchete” ao adentrar o top 10 da Netflix. Quem sabe devido à nova popularidade da cantora latina em seu relacionamento de contos de fada com o ex, Ben Affleck. A trama aqui é uma espécie de “o que aconteceria se em Dormindo com o Inimigo, Julia Roberts resolvesse revidar as pancadas no marido”. Lançado quase dez anos depois do filme citado, a proposta aqui era mostrar que a mulher vítima de abuso doméstico não precisa aguentar calada. É o que faz a personagem principal, que, cansada de apanhar do marido, resolve aprender a luta marcial krav maga e surrá-lo também. Soa perigoso e insano? Sim. E talvez por isso os críticos o tenham recebido com 22% de aprovação. Nas bilheterias, o filme da Sony (Columbia) quase não conseguiu se pagar, e com um orçamento de US$38 milhões, arrecadou US$40 milhões nos EUA, e US$51 milhões totais ao redor do mundo.

A Cura

Que filme é esse, você pergunta? Sim, é verdade, a estadia deste terror foi tão rápida nos cinemas no início de 2017 que a maioria sequer o notou. Mas não importa, pois na Netflix o longa (e bota longa nisso, já que possui 2h 26 minutos de projeção) ganhou sobrevida na Netflix adentrando seu top 10 dos mais vistos. Não pense você, no entanto, que esta é uma produção B qualquer. Com o nome da 20th Century Fox produzindo, o filme marcou o retorno de Gore Verbinski (do ótimo remake americano de O Chamado) ao gênero que o consagrou. O resultado, porém, não foi exatamente o planejado por todos. Muito estiloso em sua forma visual, a história mostra um jovem (Dane DeHaan) se aventurando em descobrir o paradeiro de um colega de trabalho que desapareceu num misterioso spa de bem-estar nos Alpes Suíços. O local, é claro, guarda segredos escabrosos. A Cura custou US$40 milhões e fez apenas US$8 milhões nos EUA, e US$26 milhões mundiais em bilheteria. Já com a crítica, A Cura recebeu 42% de aprovação.

O Justiceiro

A Marvel hoje é a maior potência do cinema, considerada irretocável por muitos fãs. Porém, ao voltarmos para o início de sua ascensão, enquanto ainda tinha muitas de suas propriedades espalhadas por outros estúdios, iremos perceber o quanto foi longo o caminho do estúdio para chegar onde chegou. Um dos primeiros passos foi com este O Justiceiro, uma versão em grande escala do anti-herói de seu universo, cuja narrativa não utiliza nenhum elemento fantástico e cujo tema é considerado muito pesado e deprimente até mesmo pelos fãs. Basicamente a história é a seguinte: o policial Frank Castle (Thomas Jane) tem a família assassinada por mafiosos. Deixado para morrer, ele finge sua morte e ressurge como um justiceiro violentíssimo, eliminando não apenas os que o fizeram mal, mas todo criminoso que cruza seu caminho. O personagem já havia ganhado um longa com ares de filme B em 1989, protagonizado por Dolph Lundgren. Mas seguindo o rastro de X-Men (2000), Homem-Aranha (2002) e HULK (2003), era a vez do Justiceiro estrelar um blockbuster em 2004. Com John Travolta como chamariz no elenco no papel do vilão, o filme naufragou e no Brasil não chegou nem a passar nos cinemas. Com um orçamento de US$33 milhões, o filme viu o mesmo valor em bilheteria nos EUA, e ao redor do mundo um pouco mais com US$54 milhões. A crítica também não gostou, com 29% de aprovação.

Os Mortos Não Morrem

Esse filme parecia não ter como errar. Isso porque fazia a junção de dois elementos que prometiam agradar a gregos e troianos. Os zumbis são as criaturas monstruosas mais populares da cultura pop hoje e continuam a dar frutos. Tudo quanto é tipo de história segue sendo contada envolvendo os comedores de carne humana em realidades apocalípticas. Se pegarmos essa temática e adicionarmos o estilo do diretor indie Jim Jarmusch, extremamente cultuado pelos cinéfilos amantes de “filmes de arte”, o resultado só poderia ser puro ouro. Bem, era o que se esperava. O resultado de Os Mortos Não Morrem, no entanto, foi bem outro. Tido como uma comédia, o filme comete o maior dos pecados do gênero: simplesmente não tem graça. O timing do humor está completamente desligado e as tentativas de humor caem por terra toda vez. Na descrição também temos o terror, mas o filme tampouco dá medo. Com um elenco de peso, de nomes como Bill Murray, Adam Driver e Tilda Swinton, Os Mortos Não Morrem é uma experiência apática para sua audiência. Por isso, recebeu 54% de aprovação dos críticos e embora seu orçamento não seja divulgado, fez em bilheteria nos EUA US$6 milhões e US$15 milhões mundiais. Mas na Netflix talvez tenha recuperado um pouco de seu prestígio.

Pequena Grande Vida

Um dos filmes mais “What the Fuck?” de anos recentes, este longa estrelado por Matt Damon está completando 5 anos de seu lançamento em 2022. De fato, essa foi a expressão que usei para defini-lo quando o assisti em primeira mão direto do festival de Toronto. O filme do geralmente eficiente Alexander Payne dá uma verdadeira volta ao mundo, seguindo por todos os lados sem muito foco em suas arrastadíssimas 2h 15 minutos de duração – que parecem intermináveis. Na trama, o personagem de Damon passa por um experimento e diminui fisicamente de tamanho, a fim de cortar um pouco suas despesas. Sua esposa, por outro lado, desiste do combinado e o abandona na hora H. O drama não funciona e nem a comédia, e por isso Pequena Grande Vida recebeu apenas 47% de aprovação dos críticos. A Paramount investiu US$68 milhões no filme, mas viu retorno apenas de US$24 milhões nos EUA, e US$55 milhões mundiais. Já na Netflix… bem, você já sabe.

Como se Tornar o Pior Aluno da Escola

Outro filme que está completando cinco anos de seu lançamento é a comédia escrachada nacional, escrita, produzida e estrelada pelo humorista Danilo Gentili. O comediante e ator já havia estado na “boca do sapo” na época do lançamento do filme nos cinemas, e agora o longa voltou a se envolver em polêmica cinco anos depois de sua estreia, ao adentrar no acervo da Netflix. Para o streaming, qualquer publicidade é boa publicidade e a controvérsia acerca do filme o colocou no top 10 dos mais vistos e comentados. É o famoso tiro no pé de quem é a favor de boicotar ou censurar a arte – sendo que a melhor punição para algo que não gostamos é o esquecimento. Assim como a rede Globo e o STF, Danilo Gentili parece não ter como ganhar no meio desta polarização política que o mundo se vê. Devido ao posicionamento político do humorista, mais voltado para a direita, e também pelo teor politicamente incorreto do longa, o filme foi atacado em sua estreia nos cinemas por jornalistas de ideologia voltada a esquerda. Agora, na Netflix, o boicote veio por parte dos apoiadores do governo, ou seja, da própria direita bolsonarista, em especial devido a uma cena envolvendo a participação de Fábio Porchat e a alusão ao abuso de menores.

O Último Caçador de Bruxas

Sabe aquela história de ator de um papel só? Ou ator que só funciona em um filme ou franquia? Pois bem, essa é a história que resume o astro Vin Diesel. Ele até que tenta, e investe em outros tipos de personagens dentro de sua alçada, sempre esperando tirar da manga uma nova franquia para chamar de sua. Mas o fato é: ele só dá certo dentro do universo de Velozes e Furiosos. O mais curioso é que de começo, Diesel não queria ficar preso ao papel de Dom Toretto e disse não para a primeira continuação de Velozes e Furiosos, retornando somente para um ponta no terceiro. A esta altura, o ator já havia entendido que seu lugar era como Toretto na franquia, e a partir do quarto filme, em 2009, não se separariam mais. Voltando para 2015, Diesel, que é um aficionado por fantasia e ficção, resolveu estrelar um pseudo filme de terror, no papel de um caçador de bruxas milenar, vivendo através dos tempos como um Highlander para cumprir sua missão. De quebra o ator ainda teve a oportunidade de contracenar com o grande Michael Caine. A superprodução fez uso de US$90 milhões de orçamento e viu de retorno fraquíssimos US$27 milhões em bilheteria nos EUA – sorte que internacionalmente fez mais US$119 milhões. Com os críticos não houve salvação, com 18% de aprovação.

‘Invocação do Mal 4’ se torna a 2ª MAIOR abertura GLOBAL da história para um filme de terror

Sucesso! O terror ‘Invocação do Mal 4: O Último Ritual‘ conseguiu arrecadar impressionantes US$ 187 milhões em seu primeiro final de semana nas bilheterias mundiais.

O valor representa a segunda maior estreia global da história para um filme de terror, atrás apenas de ‘It: A Coisa‘ (US$190M).

Internacionalmente, o longa soma US$ 104 milhões através de 66 mercados – o que representa o maior lançamento internacional da história do gênero.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com México (US$13.3M), Reino Unido (US$8.8M), Brasil (US$7.7M), Índia (US$6.7M) e Indonésia (US$5.6M).

Nos EUA, o terror abriu com US$ 83 milhões, tornando-se a terceira maior estreia doméstica da história do gênero, atrás apenas de ‘It: A Coisa‘ (US$123M) e ‘It: Capítulo 2‘ (US$91M).

Com o sucesso, a Warner Bros. conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 3.7 bilhões mundialmente em 2025. Vale lembrar que o estúdio tem dominado o gênero terror neste ano, após ‘Pecadores‘, ‘Premonição 6: Laços de Sangue‘ e ‘A Hora do Mal‘.

Crítica | Ed e Lorraine Warren se despedem com o ótimo ‘Invocação do Mal 4: O Último Ritual’

Invocação do Mal 4: O Último Ritual‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.

Os 45 PIORES Filmes de Terror de TODOS os Tempos

Todo ano elegemos os Melhores Filmes de Terror. E nós amamos listas, não é mesmo?

Este ano, decidimos trazer os 45 piores filmes de terror de todos os tempos.

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45) Martírio (2015)

Mártires (2008) é uma elogiada produção francesa de terror. É claro que Hollywood não perdeu tempo e tratou de refilmar o longa e como quase sempre ocorre nesses casos, o novo ficou bem abaixo do original. Na trama, duas mulheres buscam vingança contra aqueles que as fizeram mal.

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44) A Experiência II – A Mutação (1998)

O primeiro A Experiência (1995) sobre uma mulher criada em laboratório, meio humana, meio alien, que só queria saber de acasalar, até tinha certo charme. Tudo se esvaiu nessa continuação, no mínimo desnecessária.

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43) Noite do Terror (2006)

Com Rachael Taylor no elenco, esse horror genérico visava criar outro ícone do gênero com a introdução do psicopata grandalhão Jacob Goodnight (Glenn Jacobs). Não deu muito certo, mas serviu para gerar uma continuação em 2014.

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42) Imagens do Além (2008)

Em Hollywood nada se cria, tudo se copia. Bem, em termos de terror pode até ser. Como é o caso deste filme protagonizado por Joshua Jackson que é remake do tailandês Espíritos – A Morte Está ao Seu Lado (2004).

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41) A Morte Convida para Dançar (2008)

Mais um remake de terror, esse de um filme americano mesmo. O original é um cult de 1980 chamado Baile de Formatura, protagonizado por Jamie Lee Curtis, recém-saída de Halloween (1978). Essa refilmagem tem pouco a ver com o primeiro, e se tornou um dos filmes menos apreciados pelos fãs de horror.

40) Cativeiro (2007)

A loirinha Elisha Cuthbert teve seus dias de glória no início dos anos 2000, graças à série 24 Horas e aos filmes Show de Vizinha e A Casa de Cera. Cativeiro tentou surfar nessa onda, mas terminou solenemente ignorado.

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39) Lenda Urbana 2 (2000)

Quando os slasher adolescentes foram revividos no fim dos anos 90, quem perdia tempo para engatar sua sequência, terminava papando mosca. Pânico e Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado lançaram continuações logo no ano seguinte de seus originais. Já Lenda Urbana resolveu esperar um ano, o que se mostrou fatal…

38) Quando um Estranho Chama (2006)

Os anos 2000 viram uma verdadeira enxurrada de remakes de terror em Hollywood. Esse fala sobre uma babá sendo atormentada por ligações, que ela descobre estarem vindo de dentro da casa onde toma conta de crianças. O original é um cult de 1979, já o remake, bem menos querido, traz a filha de brasileira Camilla Belle protagonizando.

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37) No Cair da Noite (2003)

O legal de listas assim é reencontrarmos filmes que não ouvíamos falar há muito tempo. É o caso desta produção “sem vergonha” da Sony que usa como “bicho papão” a Fada dos Dentes! É isso mesmo!

36) Slender Man – Pesadelo Sem Rosto (2018)

Dá para pensar que tudo já foi feito quando falamos de terror e todo tipo de figura já foi usada como tentativa de emplacar um novo vilão do gênero. O que podemos dizer é que nem todos nasceram para ser Jason, Freddy ou Michael Myers. É o caso com a Fada do Dente acima e com esse “meme” da internet chamado “homem esguio”.

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35) Dominação (2000)

Estrelado por Winona Ryder, esse terror mequetrefe surfava uma onda muito em voga no fim dos anos 90 e início de 2000 – os filmes de terror com pegada bíblica / apocalíptica. Como é de se esperar esse é um dos piores, mas não o pior. Aguarde.

34) A Ilha da Fantasia (2020)

Creio que os fãs do seriado cult da década de 70, que de terror não tinha nada, até poderiam perdoar essa descaracterização completa caso o filme da Blumhouse fosse bom. Mas após o resultado não podemos culpa-los pelas reclamações.

33) O Chamado 3 (2017)

Podemos dizer que O Chamado (2002) é um dos melhores, quiçá o melhor remake de uma produção asiática em Hollywood – e serviu para apresentar ao mundo o talento de Naomi Watts. O segundo filme já havia resultado em uma obra cambaleante em 2005. O que dirá uma espera de mais de dez anos? Apenas que esse navio já havia zarpado.

32) A Colheita do Mal (2007)

As más línguas dizem que a estrela Hilary Swank quando não está ganhando Oscar, está protagonizando algum filme ruim ou de teor duvidoso, parece não haver meio termo para a atriz. Quando fez esta atrocidade para a Warner, Swank já tinha duas estatuetas enfeitando sua estante.

31) Premonições (2007)

Mas Hilary Swank não será definitivamente a última estrela vencedora do Oscar a figurar na lista dos piores filmes de terror de todos os tempos. Quem chega agora é a musa máxima Sandra Bullock, impulsionando este thriller sobrenatural mequetrefe sobre uma mulher tendo visões da morte do marido, e tentando salva-lo do perigo iminente.

30) Um Lobisomem Americano em Paris (1997)

Um Lobisomem Americano em Londres (1981) continua sendo um ícone do gênero e uma ótima pedida para a celebração do dia das bruxas. Já esta continuação tardia nem tanto. Esse foi um dos filmes que pegou a onda dos roteiros joviais espertinhos do pós-Pânico no fim dos anos 90.

29) Vampiros do Deserto (2001)

Em Hollywood muitas produções são criadas tentando capitalizar em cima da figura de algum jovem astro em potencial. Mas quando suas carreiras terminam por não vingar, tais filmes saem de cena com a mesma rapidez. É o caso deste longa da Sony/Columbia que tinha como chamariz a presença de Kerr Smith – você lembra dele?

28) Eu Ainda Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado (1998)

Com um dos títulos mais longos da história do cinema, esse slasher adolescente continua um filme que, bem, não precisava de continuação. E certamente não precisava DESTA continuação. Aqui a ação é movida para a ilha das Bahamas e a trama é tão complicada que apenas nos resta dar risada do quão ridícula é.

27) A Casa dos Sonhos (2011)

Posso dizer que tive o “desprazer” de assistir a este longa no Festival do Rio de seu respectivo ano. Não deixa de ser um fato curioso. Mas assim como Daniel Craig e Rachel Weisz não se cansam de dizer, a única coisa positiva desse filme de assombração da Warner foi o relacionamento que surgiu entre os dois nos bastidores. Estão certíssimos.

26) Vozes do Além (2005)

Protagonizado pelo querido e talentoso Michael Keaton quando sua carreira andava em baixa em meados dos anos 2000, a trama mostra o ator como um arquiteto tentando se comunicar com a esposa através de gravações de áudio, mas atraindo entidades malignas ao invés. Ou seja, um terror bem genérico.

25) Filha do Mal (2012)

Lançado em janeiro nos EUA, antes historicamente conhecido como a data na qual os “filmes vão para morrer”, este found footage de teor sobrenatural é produzido pelo mesmo responsável por grandes blockbusters como Transformers e Megatubarão e tem o diretor de A Órfã 2.

24) Ouija – O Jogo dos Espíritos (2014)

Olivia Cooke está arrancando elogios no papel da Rainha Alicent, uma das protagonistas de A Casa do Dragão, da HBO Max. Mas quase dez anos antes precisou passar pelo calvário deste terror sobre o infame tabuleiro que se comunica com os mortos.

23) A Volta dos Mortos-Vivos 2 (1988)

Os filmes de terror dos anos 80 possuem seu valor de prazer culposo e a grande maioria entra na seleta lista das produções cult inesquecíveis. Isso é o que a década representa. E A Volta dos Mortos-Vivos (1985) é um dos grandes ícones cult da diversão e humor subversivo da época. Porém, esta continuação não conquistou os mesmos elogios.

22) Troll 2 (1990)

Troll – O Mundo do Espanto (1986) é uma produção de terror B que ninguém dá dois centavos para, ou sequer ouviu muito falar. Curiosamente, no entanto, o filme traz no elenco Julia Louis-Dreyfus, a eterna Elaine de Seinfeld, e hoje a Condessa Valentina Allegra de Fontaine da Marvel. Já este Trolls 2 se tornou cult graças à sua estigma de ser “tão ruim que é bom”, lembrado como um dos piores filmes de todos os tempos.

21) Alucinações do Passado 2 (2019)

Alucinações do Passado (1990) é uma produção cult com Tim Robbins que fala sobre os traumas vividos por um veterano da Guerra do Vietnã. Em 2019 tiraram um remake da cartola, protagonizado por Michael Ealy – que por alguma razão no Brasil foi considerado uma sequência e não uma refilmagem.

20) A Possessão de Mary (2019)

Outro filme de 2019. Este eu posso dizer que tive a “honra” de assistir numa exibição para a imprensa, promovida pela Paris Filmes antes de sua estreia nos cinemas brasileiros. Sim, o filme passou por nossas salas. Protagonizado por Gary Oldman após o ator ter levado o Oscar, o filme deveria ter Nicolas Cage no papel principal – só para sentirmos o drama.

19) Identidade Paranormal (2010)

Nem mesmo grandes atores estão livres de protagonizar verdadeiras bombas do cinema. De fato, é difícil achar um ator que já não tenha deslizado participando de um filme realmente “fedorento”. A talentosíssima Julianne Moore também tem sua cota de escorregadas, e esse terror sobre uma psiquiatra tratando de pacientes com múltiplas personalidades sem dúvida é um deles.

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18) Alucinação (2001)

Eliza Dushku, Wes Bentley, Melissa Sagemiller, Casey Affleck e Luke Wilson são alguns dos rostos hoje conhecidos protagonizando esse terror de quinta sobre um grupo de jovens sofrendo um acidente de carro após uma noite de festas e bebedeiras, e se deparando com uma realidade repleta de assombrações.

17) A Sétima Vítima (2002)

Quem aparece agora na lista dos piores é a vencedora do Oscar Anna Paquin, nesta produção da Dimension Films. Na história, uma família americana se muda para uma casa na Espanha, somente para descobrir que o local é assombrado. E quem disse que os espíritos malignos respeitam caixa postal.

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16) A Névoa (2005)

Fog – A Bruma Assassina (1980), de John Carpenter, foi um fracasso em sua época de lançamento, mas depois viveu para se tornar uma das tantas obras cult do diretor. Já a refilmagem de 2005, com os astros da TV Tom Welling (Smallville) e Maggie Grace (Lost) é apenas ruim mesmo, sem ter ganhado sobrevida.

15) Além da Morte (2017)

Outro remake de um clássico cult. Sem surpresas. Linha Mortal (1990) fez sucesso na época e trazia rostos como Julia Roberts, Kevin Bacon e Kiefer Sutherland como médicos residentes brincando de Deus, morrendo e revivendo ao bel prazer, mas trazendo algo a mais com eles. Já a refilmagem traz Diego Luna, Kiersey Clemons, Nina Dobrev e Elliot Page, ainda como Ellen Page.

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14) O Enviado (2004)

Aqui quem paga seus pecados é o grande Robert De Niro no papel de um misterioso médico que concorda com o duvidoso procedimento de clonagem do filho de um casal desesperado após a morte do “original”. Os pais “jênios” são vividos por Greg Kinnear e Rebecca Romjin.

13) A Filha da Luz (2000)

Como dito, Dominação não foi o último filme “bíblico/apocalíptico” da lista e também não foi o último a trazer uma estrela vencedora do Oscar pagando mico. Aqui, quem estrela é Kim Basinger, no papel de uma mulher designada a proteger uma menina que pode salvar o mundo do anticristo.

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12) A Escuridão (2016)

O grande Kevin Bacon será o assunto do especial de Natal dos Guardiões da Galáxia, da Marvel, quando os membros da equipe decidem dá-lo de presente para Starlord como forma de anima-lo. Sendo assim podemos pensar que Bacon não erra nunca. Mas não é bem assim. É só olhar para este A Escuridão, sobre uma família e assombrações. Sim, você já viu esse filme antes.

11) A Aparição (2012)

Comemorando seu aniversário de dez anos de estreia, chega à lista uma das produções de horror mais obscuras e esquecidas desta última década. Apesar disso temos Ashley Greene, Sebastian Stan e Tom Felton como protagonistas.

10) House of the Dead – O Filme

O que seria de uma lista de piores filmes de terror de todos os tempos sem uma produção do alemão Uwe Boll, considerado o “Ed Wood” de nossos tempos? Traduzindo, o pior diretor de cinema em atividade. Aqui, ele adapta um videogame cult na forma de uma atrocidade da sétima arte.

09) Medo Ponto com (2002)

Sim, verdade esse bilhete! A “criatividade” dos grandes estúdios é sempre “brilhante” quando o assunto é a moda do momento, ainda mais quando diz respeito às novas tendências tecnológicas. Aqui, o tema desse terror com Stephen Dorff, Natascha McElhone e Stephen Rea, da Sony, é um site maligno. Soa datado, e é!

 08) Jovens Malditos (2008)

Hoje estabelecidos na carreira, Haley Bennett (Sete Homens e um Destino e A Garota no Trem) e Chace Crawford (o Profundo, de The Boys) precisaram dar seus primeiros passos em algum lugar. A opção parecia boa com este terror juvenil que mostra adolescente Molly Hartley (Bennett) atormentada pelo bully no colégio e também por assombrações.

07) Alone in the DarkO Despertar do Mal (2005)

Mais uma adaptação de videogame presente na lista dos piores filmes de terror de todos os tempos. E mais um filme dirigido pelo audaz Uwe Boll. Aqui, com efeitos especiais de fazer inveja aos gráficos de videogames da primeira geração, Christian Slater interpreta um detetive atrás de criaturas malignas, contando com a ajuda de gente do calibre de Tara Reid e Stephen Dorff.

06) Além da Escuridão (2011)

Tony Oller (Uma Noite de Crime) e Aimee Teergarden (Pânico 4) são quem estrelam este terror sobre adolescentes tentando desmascarar o herói da cidade como um serial killer sanguinário, antes que mais colegas terminem mortos. Mas quem se torna o chamariz do longa é o veterano Dennis Quaid.

05) Mente Obsessiva (2009)

A atriz Mischa Barton fez muito sucesso na TV graças ao seriado teen O.C. – Um Estranho no Paraíso, que ficou no ar por 4 temporadas, de 2003 a 2007. Depois disso a carreira da moça teve uma queda vertiginosa, restando apenas produções de nível C para ela. Esta é mais uma, onde interpreta a ex-namorada ciumenta e louca de um rapaz, indo até as últimas consequências para tê-lo de volta.

04) O Quarto dos Esquecidos (2016)

Evitando por pouco subir no pódio dos piores filmes de terror de todos os tempos, temos esta produção estrelada pela musa Kate Beckinsale, dos filmes Anjos da Noite. Com a história mais que batida da nova casa assombrada para onde uma família se muda, o filme é dirigido por D.J. Caruso, e não ficou esquecido apenas no título.

03) Cabana do Inferno (2016)

Agora sim. Subindo ao pódio dos piores filmes de terror de todos os tempos, temos mais uma produção de 2016 – um dos piores anos recentes para o cinema. O Cabana do Inferno original, de 2002, não era nenhuma obra-prima, mas serviu para apresentar ao mundo o diretor Eli Roth, para o bem ou para o mal. Ninguém em sã consciência, no entanto, esperaria um remake do filme, ainda mais de forma tão rápida. Mas foi exatamente o que ganhamos com este longa visto por um total de zero pessoas.

02) Tubarão 4 – A Vingança (1987)

Precisamos admitir que a segunda posição dos piores filmes de todos os tempos, segundo os críticos no Rotten Tomatoes, é uma produção que recai no quesito de tão ruim que é boa! Chega a ser hilário, mas Tubarão 4 é sempre lembrado em muitas das listas não apenas de terror, mas também dos piores filmes de todos os tempos. E pensar que a franquia começou com o excelente Tubarão (1975), de Steven Spielberg, ainda hoje considerado o oposto desse aqui, um dos melhores de todos os tempos. E deveria ter parado por aí. Michael Caine, ator consagrado e acima de qualquer suspeita, é quem protagoniza, mas afirma nunca ter assistido, apenas usufruído da casa que comprou com seu cachê.

01) Uma Chamada Perdida (2008)

Em primeiríssima posição dentre os piores filmes de terror de todos os tempos, conquistando a medalha de ouro do fundo do poço, está esta produção da Warner Bros. de US$20 milhões de orçamento. E sim, você acertou, se trata de outra refilmagem de uma obra asiática, esta uma japonesa de 2003. A trama fala sobre pessoas recebendo chamadas em seus celulares vindas de seus “eu” futuros, avisando a data e hora de suas mortes. Guillermo del Toro foi quem se livrou de uma, já que foi convidado a dirigir, mas recusou. Sempre um sábio.