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Crítica 2 | ‘Invocação do Mal – O Último Ritual’ é o filme MENOS assustador da franquia…

Quando James Wan dirigiu o primeiro ‘Invocação do Mal em 2013, ele criou uma atmosfera tão tensa e assustadora que era visível o nascimento de uma franquia baseada nas várias histórias dos investigadores paranormais Ed e Lorraine Warren.

A sequência saiu em 2016, e conseguiu ser ainda mais aterrorizante que o original, desenrolando-se em vários spin-offs que incluíram ‘Annabelle’ e A Freira. Entre altos e baixos, a franquia foi ladeira abaixo depois do lançamento de ‘Annabelle 2 – A Origem do Mal‘, o último filme realmente assustador da saga.

O diretor Michael Chaves, que já havia dirigido os medianos ‘A Maldição da Chorona‘ e ‘Invocação do Mal 3‘, retorna para ‘Invocação do Mal 4: O Último Ritual‘ – e mais uma vez entrega um filme opaco e pouco inspirado.

Chaves consegue construir um clima de tensão, mas nunca consegue emergir no auge do momento e criar um susto ou um momento que realmente aterroriza. Ao contrário de Wan, que usava poucos elementos para realmente impactar a audiência das maneiras mais perversas, Chaves usa de um leque de elementos para chegar no ápice do momento de tensão, mas nunca efetivamente consegue entregar momentos realmente assustadores.

O filme funciona mais como um romance e um adeus a Patrick Wilson e Vera Farmiga, que mais uma vez estão espetaculares em cena, mas não tem um roteiro à seus níveis para realmente entregar a emoção e o terror que o desfecho pedia. O tempo todo o filme parece encaminhar para criar um momento obscuro que nunca acontece, talvez por trazer entidades pouco elaboradas e explicadas que ainda sofrem com a criação feita em CGI ao invés de efeitos práticos.

Vendido como o “caso que encerrou tudo”, ‘Invocação do Mal 4: O Último Ritual‘ não tem a força e nem a destreza de terminar a franquia com uma explosão, e sim com um sopro. Aqui, os Warren enfrentam mais um caso aterrorizante envolvendo entidades misteriosas que desafiam sua experiência. Ed e Lorraine se veem obrigados a encarar seus maiores medos, colocando suas vidas em risco para travar uma batalha final contra forças malignas.Pouco é explicado sobre o poder de tais entidades, o que tira muito do impacto que elas causam na história.

A família que é assombrada pela entidades é mal desenvolvida e desaparece no meio da trama, não criando a sensação de urgência que o gênero pede, e serve apenas como um meio para mostrar a força dos Warrens em meio às aberrações.

Ben Hardy (‘X-Men: Apocalipse’) e Mia Tomlinson (‘The Beast Must Die’) estão ótimos em cena, mas seus personagens também não possuem um desenvolvimento satisfatório que realmente faça render uma conecção emocional.

Entre altos e baixos, a franquia chega ao final com o seu filme menos assustador, que parece nunca alcançar aquela nota prometida. Os Warrens mereciam um final mais impactante nas telonas após tantas desventuras aterrorizantes. Por fim, o desfecho realmente vale pela dedicação dos astros principais em representar personagens tão complexos em situações tão macabras.

 

Crítica | ‘Dexter: Ressurreição’ – O competente retorno do anti-herói favorito dos amantes das séries!

É muito bom rever personagens que, de muitas formas, preencheram a história das séries nas últimas décadas. Nesta nova temporada – de uma franquia que se reinventa sem perder a essência – voltamos a encontrar o anti-herói favorito dos amantes das séries, Dexter, agora num novo habitat. Mais solto e confuso em relação a seus códigos, revela uma faceta interessante e imprevisível de seu lado emocional, que acaba guiando a estrutura base dos dez episódios – intensos, divertidos, tensos, e como não podia deixar de ser: sangrentos.

Marcos Siega e Monica Raymund – a dupla responsável pela direção dos episódios – entregam um trabalho bastante competente, conduzindo o público a um espaço cheio de possibilidades e referências ao passado do protagonista, onde a narrativa afiada fisga nossos olhos a todo momento. Pra onde quer que olhemos, encontramos pistas para futuros desdobramentos, preenchido também com personagens complementares certeiros, que também ganham seus minutos valiosos de protagonismo. As participações especiais – um brinde para todos que conhecem esse universo – são a cereja do bolo.

Depois de sobreviver milagrosamente a um tiro dado pelo próprio filho na jornada anterior, Dexter (Michael C.Hall) parte rumo a uma nova Iorque que ele não conhece em busca de reestabelecer os laços com seu único herdeiro, Harrison (Jack Alcott). Nesse lugar, cheio de caminhos e reflexões, acaba batendo de frente com um clube de serial killers – um prato cheio pra quem gosta de fazer justiça com as próprias mãos.

Havia uma grande expectativa para saber como a equipe criativa iria tirar os coelhos da cartola para dar sentido para mais um round na trajetória repleta de altos e baixos do seriado em questão. Entre finais de temporadas frustrantes e episódios brilhantes, Dexter vem, desde 2005, ganhando a atenção de milhares de pessoas trazendo para o centro do palco um serial killer impiedoso que busca suas vítimas a partir da maldade alheia, tornando-se um anti-herói nada comum.

Caminhando a pinceladas de sangue pelo lado emocional do marcante personagem – que aqui revela seus novos dilemas e maneiras de enxergar o mundo ao seu redor, colocando a paternidade à frente de qualquer ato meticulosamente planejado – vamos encontrando novas possibilidades, apoiadas por ótimos coadjuvantes (com destaque para as incríveis atuações de  Peter Dinklage e Ntare Guma Mbaho Mwine), que somam demais a esse suco de sangue e linhas tênues sobre a moral.

De pontos negativos, podemos apontar a velha e cansativa fórmula de encontrar soluções simplistas e mirabolantes para fechamentos de cercos. Transformar Dexter em uma espécie de mistura entre Chuck Norris e MacGyver distancia do alicerce que construiu a força desse personagem. A eficácia no roteiro, no sentido de prender a atenção, encontra outras valências – não essa. Outro aspecto que merece um olhar mais crítico é a falta de habilidade em explorar com mais camadas a intrigante personagem Charley, interpretada por Uma Thurman, constantemente escanteada sempre que parece prestes a brilhar. Um desperdício.

Mesmo com questões que tiram a nota 10 desta temporada, podemos afirmar que Dexter: Ressurreição traz novo fôlego para a franquia, que deve continuar por mais tempo nos enchendo de possibilidades. Michael C.Hall nasceu pra interpretar Dexter – impressiona o domínio sobre esse complexo e carismático personagem. Que venham mais temporadas.

10 Filmes que FRACASSARAM no Cinema e se Transformaram em Ouro na Netflix

Podemos olhar o caso por dois ângulos. Por um lado, a Netflix é a plataforma de streaming ainda número 1 do mundo, tão popular que virou sinônimo de se ficar em casa relaxando – o bordão “Netflix and chill”.

Assim, podemos imaginar que tudo o que a plataforma toque vira ouro, mesmo que certos produtos não sejam assim, digamos, de muita qualidade. Mas há ainda uma outra forma de ver o cenário geral. A cada década que se passa, uma nova geração é formada (ou talvez em menos tempo até). E essa é definitivamente a geração Netflix. Ou seja, crianças e adolescentes que já crescem em um mundo onde as plataformas de streaming, em especial a citada, são uma realidade e fazem parte do seu dia a dia. Do seu acesso a filmes, série e programas. Na minha época, se quiséssemos assistir a um filme tínhamos que ir até a locadora, ou esperar a exibição da TV aberta. Hoje todos simplesmente assistem. E isso inclui nós também, os adultos.

Seguindo esse raciocínio, é claro que gostamos quando qualquer filme recebe uma segunda ou até terceira chance de encontrar seu público. Muitas vezes acontece de assistirmos um filme no cinema, gostarmos muito, mas percebermos que ele não fez sucesso algum e foi logo varrido para debaixo do tapete. Na nossa época, ele ainda tinha chance de fazer sucesso em vídeo. Agora, ele tem a chance de encontrar sua audiência na Netflix e streamings afins. Nesta nova matéria resolvi separar mais um lote de dez filmes que passaram despercebidos pelos cinemas, ou fracassaram em sua estreia, mas que terminaram figurando no Top 10 dos mais assistidos na Netflix.

Confira abaixo.

Leia também: Os Fracassos do Cinema que Viram ‘Ouro’ na Netflix 

Cópias – De Volta à Vida

Keanu Reeves foi redescoberto pelas novas gerações de fãs do cinema e foi abraçado por eles como o novo muso da internet. Tudo bem, isso já faz alguns anos. O ator parece realmente ser boa-praça, porém, isso não o impede de se envolver em alguns projetos bem duvidosos. Na primeira matéria que fiz sobre os fracassos que se tornam ouro na Netflix, tratei de incluir logo duas produções do muso Reeves. E o astro não passará ileso desta nova matéria. Cópias é uma ficção científica de 2018, aspirante a blockbuster, que morreu na praia em sua passagem pelos cinemas mundiais – com muitos sequer tomando conhecimento de sua existência. Justamente por isso, ao cair nas mãos da Netflix e figurar em seu top 10, chamou nossa atenção. Na história de Frankenstein moderno, Reeves interpreta um cientista obcecado em trazer de volta à vida, na forma de seres artificiais, sua família morta em um acidente de carro. Os críticos que assistiram riram do filme, com 11% de aprovação, e com um orçamento de US$30 milhões, Cópias fez menos de US$10 milhões nas bilheterias mundiais.

 

Warcraft – O Primeiro Encontro Entre Dois Mundos

Essa superprodução da Universal Pictures de 2016 era para ser o representante de um bom filme baseado num vídeo game. Bem, não foi bem assim. Uma mitologia enorme que é motivo de grande culto por parte dos fãs, os games Warcraft eram tidos como “intransponíveis” para o cinema. Mesmo assim o diretor talentoso Duncan Jones, filho de David Bowie, topou o desafio. E repito mais uma vez que a qualidade das produções aqui não tem nada a ver com seu sucesso de crítica ou público. Às vezes, como é o caso com este filme, a venda é simplesmente muito difícil. A investida foi no estilo de O Senhor dos Anéis, mas em 2016 o hype de uma aventura medieval neste formato talvez já tivesse se esvaído. Com a crítica, Warcraft foi bem mal, com 28% de aprovação. E nas bilheterias a coisa não melhorou muito, já que com um orçamento de US$160 milhões, fez apenas US$47 milhões nos EUA, e de forma mundial melhorou um pouco com US$439 milhões em caixa. Mas na Netflix, o filme conseguiu figurar no top 10 dos mais vistos.

Projeto Gemini

Antes de ser “cancelado” após o surto de violência no último Oscar, o astro Will Smith já havia passado por maus bocados em sua carreira no que diz respeito ao resultado de alguns de seus filmes. Afinal, quem pode esquecer bombas como As Loucas Aventuras de James West, Depois da Terra, Esquadrão Suicida e Beleza Oculta? O mais recente fiasco de sua carreira atende pelo título Projeto Gemini. A ideia parecia boa, trazendo um Will Smith atual e calejado para duelar com um Will Smith jovem (através de um efeito visual impressionante) da época de Um Maluco no Pedaço. Na direção, o prestigiado Ang Lee. A crítica apedrejou o longa de 2019, tascando uma aprovação de 26%, e nas bilheterias, com um orçamento de US$138 milhões, o filme recuperou para a Paramount Pictures apenas US$48 milhões nos EUA, e US$173 milhões mundiais numa época pré-pandemia. Mas na Netflix, uma nova geração descobriu o filme e garantiu sua entrada no top 10 da plataforma.

Nunca Mais

Agora voltamos um pouco mais no tempo. Vinte anos no passado para ser mais preciso, para o ano de 2002. É curioso, mas este thriller dramático estrelado pela musa Jennifer Lopez voltou a ser “manchete” ao adentrar o top 10 da Netflix. Quem sabe devido à nova popularidade da cantora latina em seu relacionamento de contos de fada com o ex, Ben Affleck. A trama aqui é uma espécie de “o que aconteceria se em Dormindo com o Inimigo, Julia Roberts resolvesse revidar as pancadas no marido”. Lançado quase dez anos depois do filme citado, a proposta aqui era mostrar que a mulher vítima de abuso doméstico não precisa aguentar calada. É o que faz a personagem principal, que, cansada de apanhar do marido, resolve aprender a luta marcial krav maga e surrá-lo também. Soa perigoso e insano? Sim. E talvez por isso os críticos o tenham recebido com 22% de aprovação. Nas bilheterias, o filme da Sony (Columbia) quase não conseguiu se pagar, e com um orçamento de US$38 milhões, arrecadou US$40 milhões nos EUA, e US$51 milhões totais ao redor do mundo.

A Cura

Que filme é esse, você pergunta? Sim, é verdade, a estadia deste terror foi tão rápida nos cinemas no início de 2017 que a maioria sequer o notou. Mas não importa, pois na Netflix o longa (e bota longa nisso, já que possui 2h 26 minutos de projeção) ganhou sobrevida na Netflix adentrando seu top 10 dos mais vistos. Não pense você, no entanto, que esta é uma produção B qualquer. Com o nome da 20th Century Fox produzindo, o filme marcou o retorno de Gore Verbinski (do ótimo remake americano de O Chamado) ao gênero que o consagrou. O resultado, porém, não foi exatamente o planejado por todos. Muito estiloso em sua forma visual, a história mostra um jovem (Dane DeHaan) se aventurando em descobrir o paradeiro de um colega de trabalho que desapareceu num misterioso spa de bem-estar nos Alpes Suíços. O local, é claro, guarda segredos escabrosos. A Cura custou US$40 milhões e fez apenas US$8 milhões nos EUA, e US$26 milhões mundiais em bilheteria. Já com a crítica, A Cura recebeu 42% de aprovação.

O Justiceiro

A Marvel hoje é a maior potência do cinema, considerada irretocável por muitos fãs. Porém, ao voltarmos para o início de sua ascensão, enquanto ainda tinha muitas de suas propriedades espalhadas por outros estúdios, iremos perceber o quanto foi longo o caminho do estúdio para chegar onde chegou. Um dos primeiros passos foi com este O Justiceiro, uma versão em grande escala do anti-herói de seu universo, cuja narrativa não utiliza nenhum elemento fantástico e cujo tema é considerado muito pesado e deprimente até mesmo pelos fãs. Basicamente a história é a seguinte: o policial Frank Castle (Thomas Jane) tem a família assassinada por mafiosos. Deixado para morrer, ele finge sua morte e ressurge como um justiceiro violentíssimo, eliminando não apenas os que o fizeram mal, mas todo criminoso que cruza seu caminho. O personagem já havia ganhado um longa com ares de filme B em 1989, protagonizado por Dolph Lundgren. Mas seguindo o rastro de X-Men (2000), Homem-Aranha (2002) e HULK (2003), era a vez do Justiceiro estrelar um blockbuster em 2004. Com John Travolta como chamariz no elenco no papel do vilão, o filme naufragou e no Brasil não chegou nem a passar nos cinemas. Com um orçamento de US$33 milhões, o filme viu o mesmo valor em bilheteria nos EUA, e ao redor do mundo um pouco mais com US$54 milhões. A crítica também não gostou, com 29% de aprovação.

Os Mortos Não Morrem

Esse filme parecia não ter como errar. Isso porque fazia a junção de dois elementos que prometiam agradar a gregos e troianos. Os zumbis são as criaturas monstruosas mais populares da cultura pop hoje e continuam a dar frutos. Tudo quanto é tipo de história segue sendo contada envolvendo os comedores de carne humana em realidades apocalípticas. Se pegarmos essa temática e adicionarmos o estilo do diretor indie Jim Jarmusch, extremamente cultuado pelos cinéfilos amantes de “filmes de arte”, o resultado só poderia ser puro ouro. Bem, era o que se esperava. O resultado de Os Mortos Não Morrem, no entanto, foi bem outro. Tido como uma comédia, o filme comete o maior dos pecados do gênero: simplesmente não tem graça. O timing do humor está completamente desligado e as tentativas de humor caem por terra toda vez. Na descrição também temos o terror, mas o filme tampouco dá medo. Com um elenco de peso, de nomes como Bill Murray, Adam Driver e Tilda Swinton, Os Mortos Não Morrem é uma experiência apática para sua audiência. Por isso, recebeu 54% de aprovação dos críticos e embora seu orçamento não seja divulgado, fez em bilheteria nos EUA US$6 milhões e US$15 milhões mundiais. Mas na Netflix talvez tenha recuperado um pouco de seu prestígio.

Pequena Grande Vida

Um dos filmes mais “What the Fuck?” de anos recentes, este longa estrelado por Matt Damon está completando 5 anos de seu lançamento em 2022. De fato, essa foi a expressão que usei para defini-lo quando o assisti em primeira mão direto do festival de Toronto. O filme do geralmente eficiente Alexander Payne dá uma verdadeira volta ao mundo, seguindo por todos os lados sem muito foco em suas arrastadíssimas 2h 15 minutos de duração – que parecem intermináveis. Na trama, o personagem de Damon passa por um experimento e diminui fisicamente de tamanho, a fim de cortar um pouco suas despesas. Sua esposa, por outro lado, desiste do combinado e o abandona na hora H. O drama não funciona e nem a comédia, e por isso Pequena Grande Vida recebeu apenas 47% de aprovação dos críticos. A Paramount investiu US$68 milhões no filme, mas viu retorno apenas de US$24 milhões nos EUA, e US$55 milhões mundiais. Já na Netflix… bem, você já sabe.

Como se Tornar o Pior Aluno da Escola

Outro filme que está completando cinco anos de seu lançamento é a comédia escrachada nacional, escrita, produzida e estrelada pelo humorista Danilo Gentili. O comediante e ator já havia estado na “boca do sapo” na época do lançamento do filme nos cinemas, e agora o longa voltou a se envolver em polêmica cinco anos depois de sua estreia, ao adentrar no acervo da Netflix. Para o streaming, qualquer publicidade é boa publicidade e a controvérsia acerca do filme o colocou no top 10 dos mais vistos e comentados. É o famoso tiro no pé de quem é a favor de boicotar ou censurar a arte – sendo que a melhor punição para algo que não gostamos é o esquecimento. Assim como a rede Globo e o STF, Danilo Gentili parece não ter como ganhar no meio desta polarização política que o mundo se vê. Devido ao posicionamento político do humorista, mais voltado para a direita, e também pelo teor politicamente incorreto do longa, o filme foi atacado em sua estreia nos cinemas por jornalistas de ideologia voltada a esquerda. Agora, na Netflix, o boicote veio por parte dos apoiadores do governo, ou seja, da própria direita bolsonarista, em especial devido a uma cena envolvendo a participação de Fábio Porchat e a alusão ao abuso de menores.

O Último Caçador de Bruxas

Sabe aquela história de ator de um papel só? Ou ator que só funciona em um filme ou franquia? Pois bem, essa é a história que resume o astro Vin Diesel. Ele até que tenta, e investe em outros tipos de personagens dentro de sua alçada, sempre esperando tirar da manga uma nova franquia para chamar de sua. Mas o fato é: ele só dá certo dentro do universo de Velozes e Furiosos. O mais curioso é que de começo, Diesel não queria ficar preso ao papel de Dom Toretto e disse não para a primeira continuação de Velozes e Furiosos, retornando somente para um ponta no terceiro. A esta altura, o ator já havia entendido que seu lugar era como Toretto na franquia, e a partir do quarto filme, em 2009, não se separariam mais. Voltando para 2015, Diesel, que é um aficionado por fantasia e ficção, resolveu estrelar um pseudo filme de terror, no papel de um caçador de bruxas milenar, vivendo através dos tempos como um Highlander para cumprir sua missão. De quebra o ator ainda teve a oportunidade de contracenar com o grande Michael Caine. A superprodução fez uso de US$90 milhões de orçamento e viu de retorno fraquíssimos US$27 milhões em bilheteria nos EUA – sorte que internacionalmente fez mais US$119 milhões. Com os críticos não houve salvação, com 18% de aprovação.

‘Invocação do Mal 4’ se torna a 2ª MAIOR abertura GLOBAL da história para um filme de terror

Sucesso! O terror ‘Invocação do Mal 4: O Último Ritual‘ conseguiu arrecadar impressionantes US$ 187 milhões em seu primeiro final de semana nas bilheterias mundiais.

O valor representa a segunda maior estreia global da história para um filme de terror, atrás apenas de ‘It: A Coisa‘ (US$190M).

Internacionalmente, o longa soma US$ 104 milhões através de 66 mercados – o que representa o maior lançamento internacional da história do gênero.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com México (US$13.3M), Reino Unido (US$8.8M), Brasil (US$7.7M), Índia (US$6.7M) e Indonésia (US$5.6M).

Nos EUA, o terror abriu com US$ 83 milhões, tornando-se a terceira maior estreia doméstica da história do gênero, atrás apenas de ‘It: A Coisa‘ (US$123M) e ‘It: Capítulo 2‘ (US$91M).

Com o sucesso, a Warner Bros. conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 3.7 bilhões mundialmente em 2025. Vale lembrar que o estúdio tem dominado o gênero terror neste ano, após ‘Pecadores‘, ‘Premonição 6: Laços de Sangue‘ e ‘A Hora do Mal‘.

Crítica | Ed e Lorraine Warren se despedem com o ótimo ‘Invocação do Mal 4: O Último Ritual’

Invocação do Mal 4: O Último Ritual‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.

Os 45 PIORES Filmes de Terror de TODOS os Tempos

Todo ano elegemos os Melhores Filmes de Terror. E nós amamos listas, não é mesmo?

Este ano, decidimos trazer os 45 piores filmes de terror de todos os tempos.

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45) Martírio (2015)

Mártires (2008) é uma elogiada produção francesa de terror. É claro que Hollywood não perdeu tempo e tratou de refilmar o longa e como quase sempre ocorre nesses casos, o novo ficou bem abaixo do original. Na trama, duas mulheres buscam vingança contra aqueles que as fizeram mal.

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44) A Experiência II – A Mutação (1998)

O primeiro A Experiência (1995) sobre uma mulher criada em laboratório, meio humana, meio alien, que só queria saber de acasalar, até tinha certo charme. Tudo se esvaiu nessa continuação, no mínimo desnecessária.

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43) Noite do Terror (2006)

Com Rachael Taylor no elenco, esse horror genérico visava criar outro ícone do gênero com a introdução do psicopata grandalhão Jacob Goodnight (Glenn Jacobs). Não deu muito certo, mas serviu para gerar uma continuação em 2014.

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42) Imagens do Além (2008)

Em Hollywood nada se cria, tudo se copia. Bem, em termos de terror pode até ser. Como é o caso deste filme protagonizado por Joshua Jackson que é remake do tailandês Espíritos – A Morte Está ao Seu Lado (2004).

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41) A Morte Convida para Dançar (2008)

Mais um remake de terror, esse de um filme americano mesmo. O original é um cult de 1980 chamado Baile de Formatura, protagonizado por Jamie Lee Curtis, recém-saída de Halloween (1978). Essa refilmagem tem pouco a ver com o primeiro, e se tornou um dos filmes menos apreciados pelos fãs de horror.

40) Cativeiro (2007)

A loirinha Elisha Cuthbert teve seus dias de glória no início dos anos 2000, graças à série 24 Horas e aos filmes Show de Vizinha e A Casa de Cera. Cativeiro tentou surfar nessa onda, mas terminou solenemente ignorado.

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39) Lenda Urbana 2 (2000)

Quando os slasher adolescentes foram revividos no fim dos anos 90, quem perdia tempo para engatar sua sequência, terminava papando mosca. Pânico e Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado lançaram continuações logo no ano seguinte de seus originais. Já Lenda Urbana resolveu esperar um ano, o que se mostrou fatal…

38) Quando um Estranho Chama (2006)

Os anos 2000 viram uma verdadeira enxurrada de remakes de terror em Hollywood. Esse fala sobre uma babá sendo atormentada por ligações, que ela descobre estarem vindo de dentro da casa onde toma conta de crianças. O original é um cult de 1979, já o remake, bem menos querido, traz a filha de brasileira Camilla Belle protagonizando.

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37) No Cair da Noite (2003)

O legal de listas assim é reencontrarmos filmes que não ouvíamos falar há muito tempo. É o caso desta produção “sem vergonha” da Sony que usa como “bicho papão” a Fada dos Dentes! É isso mesmo!

36) Slender Man – Pesadelo Sem Rosto (2018)

Dá para pensar que tudo já foi feito quando falamos de terror e todo tipo de figura já foi usada como tentativa de emplacar um novo vilão do gênero. O que podemos dizer é que nem todos nasceram para ser Jason, Freddy ou Michael Myers. É o caso com a Fada do Dente acima e com esse “meme” da internet chamado “homem esguio”.

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35) Dominação (2000)

Estrelado por Winona Ryder, esse terror mequetrefe surfava uma onda muito em voga no fim dos anos 90 e início de 2000 – os filmes de terror com pegada bíblica / apocalíptica. Como é de se esperar esse é um dos piores, mas não o pior. Aguarde.

34) A Ilha da Fantasia (2020)

Creio que os fãs do seriado cult da década de 70, que de terror não tinha nada, até poderiam perdoar essa descaracterização completa caso o filme da Blumhouse fosse bom. Mas após o resultado não podemos culpa-los pelas reclamações.

33) O Chamado 3 (2017)

Podemos dizer que O Chamado (2002) é um dos melhores, quiçá o melhor remake de uma produção asiática em Hollywood – e serviu para apresentar ao mundo o talento de Naomi Watts. O segundo filme já havia resultado em uma obra cambaleante em 2005. O que dirá uma espera de mais de dez anos? Apenas que esse navio já havia zarpado.

32) A Colheita do Mal (2007)

As más línguas dizem que a estrela Hilary Swank quando não está ganhando Oscar, está protagonizando algum filme ruim ou de teor duvidoso, parece não haver meio termo para a atriz. Quando fez esta atrocidade para a Warner, Swank já tinha duas estatuetas enfeitando sua estante.

31) Premonições (2007)

Mas Hilary Swank não será definitivamente a última estrela vencedora do Oscar a figurar na lista dos piores filmes de terror de todos os tempos. Quem chega agora é a musa máxima Sandra Bullock, impulsionando este thriller sobrenatural mequetrefe sobre uma mulher tendo visões da morte do marido, e tentando salva-lo do perigo iminente.

30) Um Lobisomem Americano em Paris (1997)

Um Lobisomem Americano em Londres (1981) continua sendo um ícone do gênero e uma ótima pedida para a celebração do dia das bruxas. Já esta continuação tardia nem tanto. Esse foi um dos filmes que pegou a onda dos roteiros joviais espertinhos do pós-Pânico no fim dos anos 90.

29) Vampiros do Deserto (2001)

Em Hollywood muitas produções são criadas tentando capitalizar em cima da figura de algum jovem astro em potencial. Mas quando suas carreiras terminam por não vingar, tais filmes saem de cena com a mesma rapidez. É o caso deste longa da Sony/Columbia que tinha como chamariz a presença de Kerr Smith – você lembra dele?

28) Eu Ainda Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado (1998)

Com um dos títulos mais longos da história do cinema, esse slasher adolescente continua um filme que, bem, não precisava de continuação. E certamente não precisava DESTA continuação. Aqui a ação é movida para a ilha das Bahamas e a trama é tão complicada que apenas nos resta dar risada do quão ridícula é.

27) A Casa dos Sonhos (2011)

Posso dizer que tive o “desprazer” de assistir a este longa no Festival do Rio de seu respectivo ano. Não deixa de ser um fato curioso. Mas assim como Daniel Craig e Rachel Weisz não se cansam de dizer, a única coisa positiva desse filme de assombração da Warner foi o relacionamento que surgiu entre os dois nos bastidores. Estão certíssimos.

26) Vozes do Além (2005)

Protagonizado pelo querido e talentoso Michael Keaton quando sua carreira andava em baixa em meados dos anos 2000, a trama mostra o ator como um arquiteto tentando se comunicar com a esposa através de gravações de áudio, mas atraindo entidades malignas ao invés. Ou seja, um terror bem genérico.

25) Filha do Mal (2012)

Lançado em janeiro nos EUA, antes historicamente conhecido como a data na qual os “filmes vão para morrer”, este found footage de teor sobrenatural é produzido pelo mesmo responsável por grandes blockbusters como Transformers e Megatubarão e tem o diretor de A Órfã 2.

24) Ouija – O Jogo dos Espíritos (2014)

Olivia Cooke está arrancando elogios no papel da Rainha Alicent, uma das protagonistas de A Casa do Dragão, da HBO Max. Mas quase dez anos antes precisou passar pelo calvário deste terror sobre o infame tabuleiro que se comunica com os mortos.

23) A Volta dos Mortos-Vivos 2 (1988)

Os filmes de terror dos anos 80 possuem seu valor de prazer culposo e a grande maioria entra na seleta lista das produções cult inesquecíveis. Isso é o que a década representa. E A Volta dos Mortos-Vivos (1985) é um dos grandes ícones cult da diversão e humor subversivo da época. Porém, esta continuação não conquistou os mesmos elogios.

22) Troll 2 (1990)

Troll – O Mundo do Espanto (1986) é uma produção de terror B que ninguém dá dois centavos para, ou sequer ouviu muito falar. Curiosamente, no entanto, o filme traz no elenco Julia Louis-Dreyfus, a eterna Elaine de Seinfeld, e hoje a Condessa Valentina Allegra de Fontaine da Marvel. Já este Trolls 2 se tornou cult graças à sua estigma de ser “tão ruim que é bom”, lembrado como um dos piores filmes de todos os tempos.

21) Alucinações do Passado 2 (2019)

Alucinações do Passado (1990) é uma produção cult com Tim Robbins que fala sobre os traumas vividos por um veterano da Guerra do Vietnã. Em 2019 tiraram um remake da cartola, protagonizado por Michael Ealy – que por alguma razão no Brasil foi considerado uma sequência e não uma refilmagem.

20) A Possessão de Mary (2019)

Outro filme de 2019. Este eu posso dizer que tive a “honra” de assistir numa exibição para a imprensa, promovida pela Paris Filmes antes de sua estreia nos cinemas brasileiros. Sim, o filme passou por nossas salas. Protagonizado por Gary Oldman após o ator ter levado o Oscar, o filme deveria ter Nicolas Cage no papel principal – só para sentirmos o drama.

19) Identidade Paranormal (2010)

Nem mesmo grandes atores estão livres de protagonizar verdadeiras bombas do cinema. De fato, é difícil achar um ator que já não tenha deslizado participando de um filme realmente “fedorento”. A talentosíssima Julianne Moore também tem sua cota de escorregadas, e esse terror sobre uma psiquiatra tratando de pacientes com múltiplas personalidades sem dúvida é um deles.

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18) Alucinação (2001)

Eliza Dushku, Wes Bentley, Melissa Sagemiller, Casey Affleck e Luke Wilson são alguns dos rostos hoje conhecidos protagonizando esse terror de quinta sobre um grupo de jovens sofrendo um acidente de carro após uma noite de festas e bebedeiras, e se deparando com uma realidade repleta de assombrações.

17) A Sétima Vítima (2002)

Quem aparece agora na lista dos piores é a vencedora do Oscar Anna Paquin, nesta produção da Dimension Films. Na história, uma família americana se muda para uma casa na Espanha, somente para descobrir que o local é assombrado. E quem disse que os espíritos malignos respeitam caixa postal.

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16) A Névoa (2005)

Fog – A Bruma Assassina (1980), de John Carpenter, foi um fracasso em sua época de lançamento, mas depois viveu para se tornar uma das tantas obras cult do diretor. Já a refilmagem de 2005, com os astros da TV Tom Welling (Smallville) e Maggie Grace (Lost) é apenas ruim mesmo, sem ter ganhado sobrevida.

15) Além da Morte (2017)

Outro remake de um clássico cult. Sem surpresas. Linha Mortal (1990) fez sucesso na época e trazia rostos como Julia Roberts, Kevin Bacon e Kiefer Sutherland como médicos residentes brincando de Deus, morrendo e revivendo ao bel prazer, mas trazendo algo a mais com eles. Já a refilmagem traz Diego Luna, Kiersey Clemons, Nina Dobrev e Elliot Page, ainda como Ellen Page.

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14) O Enviado (2004)

Aqui quem paga seus pecados é o grande Robert De Niro no papel de um misterioso médico que concorda com o duvidoso procedimento de clonagem do filho de um casal desesperado após a morte do “original”. Os pais “jênios” são vividos por Greg Kinnear e Rebecca Romjin.

13) A Filha da Luz (2000)

Como dito, Dominação não foi o último filme “bíblico/apocalíptico” da lista e também não foi o último a trazer uma estrela vencedora do Oscar pagando mico. Aqui, quem estrela é Kim Basinger, no papel de uma mulher designada a proteger uma menina que pode salvar o mundo do anticristo.

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12) A Escuridão (2016)

O grande Kevin Bacon será o assunto do especial de Natal dos Guardiões da Galáxia, da Marvel, quando os membros da equipe decidem dá-lo de presente para Starlord como forma de anima-lo. Sendo assim podemos pensar que Bacon não erra nunca. Mas não é bem assim. É só olhar para este A Escuridão, sobre uma família e assombrações. Sim, você já viu esse filme antes.

11) A Aparição (2012)

Comemorando seu aniversário de dez anos de estreia, chega à lista uma das produções de horror mais obscuras e esquecidas desta última década. Apesar disso temos Ashley Greene, Sebastian Stan e Tom Felton como protagonistas.

10) House of the Dead – O Filme

O que seria de uma lista de piores filmes de terror de todos os tempos sem uma produção do alemão Uwe Boll, considerado o “Ed Wood” de nossos tempos? Traduzindo, o pior diretor de cinema em atividade. Aqui, ele adapta um videogame cult na forma de uma atrocidade da sétima arte.

09) Medo Ponto com (2002)

Sim, verdade esse bilhete! A “criatividade” dos grandes estúdios é sempre “brilhante” quando o assunto é a moda do momento, ainda mais quando diz respeito às novas tendências tecnológicas. Aqui, o tema desse terror com Stephen Dorff, Natascha McElhone e Stephen Rea, da Sony, é um site maligno. Soa datado, e é!

 08) Jovens Malditos (2008)

Hoje estabelecidos na carreira, Haley Bennett (Sete Homens e um Destino e A Garota no Trem) e Chace Crawford (o Profundo, de The Boys) precisaram dar seus primeiros passos em algum lugar. A opção parecia boa com este terror juvenil que mostra adolescente Molly Hartley (Bennett) atormentada pelo bully no colégio e também por assombrações.

07) Alone in the DarkO Despertar do Mal (2005)

Mais uma adaptação de videogame presente na lista dos piores filmes de terror de todos os tempos. E mais um filme dirigido pelo audaz Uwe Boll. Aqui, com efeitos especiais de fazer inveja aos gráficos de videogames da primeira geração, Christian Slater interpreta um detetive atrás de criaturas malignas, contando com a ajuda de gente do calibre de Tara Reid e Stephen Dorff.

06) Além da Escuridão (2011)

Tony Oller (Uma Noite de Crime) e Aimee Teergarden (Pânico 4) são quem estrelam este terror sobre adolescentes tentando desmascarar o herói da cidade como um serial killer sanguinário, antes que mais colegas terminem mortos. Mas quem se torna o chamariz do longa é o veterano Dennis Quaid.

05) Mente Obsessiva (2009)

A atriz Mischa Barton fez muito sucesso na TV graças ao seriado teen O.C. – Um Estranho no Paraíso, que ficou no ar por 4 temporadas, de 2003 a 2007. Depois disso a carreira da moça teve uma queda vertiginosa, restando apenas produções de nível C para ela. Esta é mais uma, onde interpreta a ex-namorada ciumenta e louca de um rapaz, indo até as últimas consequências para tê-lo de volta.

04) O Quarto dos Esquecidos (2016)

Evitando por pouco subir no pódio dos piores filmes de terror de todos os tempos, temos esta produção estrelada pela musa Kate Beckinsale, dos filmes Anjos da Noite. Com a história mais que batida da nova casa assombrada para onde uma família se muda, o filme é dirigido por D.J. Caruso, e não ficou esquecido apenas no título.

03) Cabana do Inferno (2016)

Agora sim. Subindo ao pódio dos piores filmes de terror de todos os tempos, temos mais uma produção de 2016 – um dos piores anos recentes para o cinema. O Cabana do Inferno original, de 2002, não era nenhuma obra-prima, mas serviu para apresentar ao mundo o diretor Eli Roth, para o bem ou para o mal. Ninguém em sã consciência, no entanto, esperaria um remake do filme, ainda mais de forma tão rápida. Mas foi exatamente o que ganhamos com este longa visto por um total de zero pessoas.

02) Tubarão 4 – A Vingança (1987)

Precisamos admitir que a segunda posição dos piores filmes de todos os tempos, segundo os críticos no Rotten Tomatoes, é uma produção que recai no quesito de tão ruim que é boa! Chega a ser hilário, mas Tubarão 4 é sempre lembrado em muitas das listas não apenas de terror, mas também dos piores filmes de todos os tempos. E pensar que a franquia começou com o excelente Tubarão (1975), de Steven Spielberg, ainda hoje considerado o oposto desse aqui, um dos melhores de todos os tempos. E deveria ter parado por aí. Michael Caine, ator consagrado e acima de qualquer suspeita, é quem protagoniza, mas afirma nunca ter assistido, apenas usufruído da casa que comprou com seu cachê.

01) Uma Chamada Perdida (2008)

Em primeiríssima posição dentre os piores filmes de terror de todos os tempos, conquistando a medalha de ouro do fundo do poço, está esta produção da Warner Bros. de US$20 milhões de orçamento. E sim, você acertou, se trata de outra refilmagem de uma obra asiática, esta uma japonesa de 2003. A trama fala sobre pessoas recebendo chamadas em seus celulares vindas de seus “eu” futuros, avisando a data e hora de suas mortes. Guillermo del Toro foi quem se livrou de uma, já que foi convidado a dirigir, mas recusou. Sempre um sábio.

 

 

10 filmes sobre lugares ASSOMBRADOS

Pra quem curte filmes de terror e suspense, qualquer cenário pode ser uma bomba de tensão. Contornando mistérios e com algumas reviravoltas, muitas produções prendem nossa atenção do primeiro ao último minuto. Pensando em filmes surpreendentes com lugares assombrados como um elemento importante, fizemos abaixo uma lista bombástica para você conferir:

 

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Lançado em 2007, esse suspense nos leva até a história de um escritor especializado em casos sobrenaturais que resolve investigar um quarto num hotel em Nova Iorque.

 

Os Outros

Na trama, conhecemos Grace (Nicole Kidman), uma mulher que mora com os dois filhos pequenos em uma enorme casa numa região isolada da ilha britânica de Jersey. Apreciadora do silêncio, numa casa sem eletricidade, essa católica fervorosa, cheia de regras muito por conta dos filhos que tem a rara doença da fotosensibilidade, assim, por exemplo, todas as cortinas da casa devem ser fechadas quando eles passam. Seu marido foi para a guerra e nunca mais voltou, ficando ela e as crianças sozinhas. Certo dia, três pessoas batem em sua porta e logo conseguem empregos para ajudá-la na casa. Ao mesmo tempo, mãe e filhos começam a ouvir vozes em aleatórias horas do dia. Será que eles não estão sozinhos? Se sim, quem são os outros?

 

O Orfanato

Escrito e dirigido pelo cineasta espanhol J. A. Bayona, acompanhamos a história de Laura, uma mulher que cresceu num orfanato e quando cresce resolve comprar o lugar. Quando seu filho adotado some, ela começa a escutar algumas vozes pelo lugar.

 

Poltergeist – O Fenômeno

Um dos grandes clássicos do terror, Poltergeist, indicado para três categorias no Oscar de 1983, lançado no início da década de 80 e com roteiro escrito pelo grande Steven Spielberg, nos mostra a saga de uma família que mora na Califórnia e precisa enfrentar situações aterrorizantes.

 

A Casa da Colina

Lançado em 1999, esse longa-metragem nos mostra um homem que oferece uma quantia em dinheiro para que algumas pessoas que conseguirem passar a noite inteira dentro de um hospício abandonado onde ocorreu uma tragédia.

 

A Entidade

Na trama, acompanhamos um escritor que se vê em enorme enrascada, junto de sua família, após encontrar uma caixa com filmagens antigas de alguns crimes.

 

Atividade Paranormal

Em 2007, um longa-metragem com baixo orçamento se tornaria um dos filmes mais rentáveis da história. Escrito e dirigido por Oren Peli, Atividade Paranormal nos mostra um casal que se muda para uma nova casa e percebem que coisas estranhas começam a acontecer.

 

Ilusões Perigosas

Lançado em meados da década de 1990, o suspense Ilusões Perigosas nos leva até a história de David, um professor de parapsicologia (fenômenos não explicados pela ciência) que é chamado para investigar algumas situações que acontecem em uma mansão.

 

O Despertar

Na história, muito bem dirigida pelo estreante em longa-metragem Nick Murphy, uma investigadora de assuntos paranormais e escritora de livros sobre o assunto, é envolvida em um caso misterioso sobre o falecimento de uma criança em um colégio de meninos. O que ela não sabia é que o assunto em questão a fará desacreditar em crenças e mudará para sempre sua vida.

 

A Mulher de Preto

Na trama, um jovem advogado chamado Arthur Kipps, após o ultimato da firma onde trabalha, parte em busca de uma vila para tratar dos assuntos jurídicos de um falecido dono de uma mansão. Assim, é forçado a deixar o filho pequeno na responsabilidade de uma babá na cidade onde mora. Chegando nessa vila, logo percebe que todos os moradores parecem assustados com a presença dele e o quadro só piora quando o Sr. Kipps começa a ver uma mulher vestida de preto ao redor da mansão.

 

 

‘Pacificador’ | Pontos para prestar atenção no 3º episódio da 2ª temporada

O terceiro episódio da segunda temporada de Pacificador repete a dobradinha de Greg Mottola (Superbad: É Hoje!) na direção e James Gunn (Superman) no roteiro. Por isso, ele segue com uma forte veia cômica, que serve de respiros para a trama mais intensa sobre Chris (John Cena) em seu colapso mental, na busca por um lugar no mundo (ou nos mundos) em que seja devidamente reconhecido como um herói, e não apenas como um assassino abobalhado.

Trazendo de volta velhos conhecidos e explorando um pouco mais esse nova realidade, o capítulo é interessante justamente por trazer dúvidas para a mente do protagonista.

O texto a seguir contém SPOILERS. Siga por sua conta e risco.

Rick Flag

O grande destaque da sequência de abertura é a volta de Rick Flag (Joel Kinnaman), que é mostrado no DCU. Nesta abertura, é revelado que Rick e  Emilia Harcourt (Jennifer Holland) estavam tendo um caso poucos momentos antes do militar ser enviado para a missão em Corto Maltese, mostrada em O Esquadrão Suicida (2021). Por isso que a Harcourt da realidade “normal” do Pacificador se recusa a desenvolver uma relação emocional com ele, porque ela sabe que foi ele quem matou seu amigo e casinho. Já na realidade alternativa na qual Chris se esconde, Rick está vivo e é o atual namorado de Emilia e aparentemente tem uma relação “ok” de trabalho com Chris, mas não confia nele por ser o ex de sua atual namorada. É interessante ver como Rick Flag assume um papel mais cômico nessa realidade, na qual ele não é um fuzileiro, mas sim membro do exército americano.

Esquadrão Suicida

Na mesma sequência de abertura, Emilia fala com Rick sobre ele ainda estar namorando com a “feiticeira”. Ele diz que tem medo de terminar com a June porque acredita que ela possa “abrir um buraco na Terra” diante da frustração. Para quem não lembra, Rick e June Moone, a Magia, começam a namorar ao final de Esquadrão Suicida, o filme terrível de 2016. No entanto, esse evento também ter acontecido nessa nova realidade não faz do longa de 2016 parte do cânone do DCU. Na verdade, sequer é possível saber se a June dessa realidade foi interpretada pela Cara Delevingne, por exemplo. James Gunn já falou algumas vezes que houve acontecimentos muito parecidos entre o DCU e o DCEU, mas somente aquilo que for mostrado é canônico.

Velhos rostos, novos personagens

Essas diferenças entre universos já ganham uma nova prova neste mesmo episódio. A equipe da A.R.G.U.S. convoca Red St. Wild, o maior caçador de águias deste universo, para caçar e matar o Eagly. Ele é interpretado por Michael Rooker, que já havia aparecido em O Esquadrão Suicida (2021), dando vida ao personagem conhecido como O Sábio. Inclusive, é um dos mortos na sequência de abertura do filme do DCEU. A presença de Rooker no DCU é mais uma prova de que apesar dos eventos acontecerem de forma muito parecida, nem tudo foi exatamente igual. Ou seja, não necessariamente a Magia do DCU é igual a do DCEU, apesar de ambas terem o relacionamento com o Rick Flag, assim como nem todos os personagens mortos no DCEU morreram no DCU. Isso abre portas, por exemplo, para trazer de volta o Capitão Bumerangue, um dos poucos que se salvou da desgraça do filme de 2016, mas que morreu na abertura do longa de 2021.

Teoria

Curtindo as possibilidades desse novo “mundo perfeito”, o Chris do DCU tenta começar um namoro com Harcourt. Só que, para ela, é uma tentativa de reatar o namoro, já que ela é a ex do Chris desse universo. No caminho para conversar com ela, o Pacificador é reconhecido como um grande herói, causando comoção em quem o vê na rua. Porém, existe uma teoria que vem ganhando força na internet que parece dialogar bem com um detalhe constante desse “mundo novo”: não apareceu uma pessoa negra sequer nesta nova realidade. Além disso, esse mundo considera o Dragão Branco (Robert Patrick) um grande herói. No DCU e no DCEU, ele era um supremacista branco que tratava as “minorias” como a escória da humanidade. Por conta desses fatores, alguns fãs suspeitam que essa realidade que o Chris invadiu possa ser a chamada “Terra 10”. Nos quadrinhos, essa Terra viu o Último Filho de Krypton ser adotado por Adolf Hitler, que o criou para tornar o mundo um grande Reich sob a guarda do Overman.

Sim, nessa Terra, os nazistas venceram a Segunda Guerra Mundial e criaram seu império global. Outro ponto que corrobora para essa teoria, é que os principais inimigos do Overman são os Combatentes da Liberdade, que lutam como a última resistência a esse governo. No terceiro episódio, o Pacificador enfrenta os Filhos da Liberdade, que são uma célula terrorista que quer restaurar os “valores tipicamente americanos” e acabar com os meta-humanos. Porém, num mundo que aparentemente já tenha esses “valores” aplicados, é bem possível que eles ganhem um desenvolvimento maior nos próximos episódios, principalmente se a teoria dos fãs for confirmada.

Punk Rock

Durante a sequência de enfrentamento aos Filhos da Liberdade, Chris passa por um outdoor dos Mighty Crabjoys. Caso você pense que já ouviu esse nome, mas não lembra onde, a banda já apareceu na primeira temporada de Pacificador e em Comando das Criaturas, mas ficou conhecida mesmo por ser a banda favorita da adolescência de Clark Kent (David Corenswet) em Superman (2025). Inclusive, é numa menção a ela que surge o icônico diálogo sobre o que é ser “Punk Rock”.

Os novos episódios de Pacificador estreiam toda quinta-feira às 22h, no HBO Max.

‘Invocação do Mal 4’ arrecada US$ 83 milhões e se torna o 3º MAIOR terror da HISTÓRIA em estreia nos EUA

Sucesso! O terror ‘Invocação do Mal 4: O Último Ritual‘ superou todas as expectativas e arrecadou impressionantes US$ 83 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.

O valor representa mais do que o dobro das projeções iniciais, que indicavam uma abertura em torno de US$ 40 milhões.

Além disso, a produção também se tornou a terceira maior abertura doméstica da história do gênero, atrás apenas de ‘It: A Coisa‘ (US$123M) e ‘It: Capítulo 2‘ (US$91M).

Com o sucesso, a Warner Bros. conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 3.7 bilhões mundialmente em 2025. Vale lembrar que o estúdio tem dominado o gênero terror neste ano, após ‘Pecadores‘, ‘Premonição 6: Laços de Sangue‘ e ‘A Hora do Mal‘.

Internacionalmente, ‘Invocação do Mal 4‘ acrescenta US$ 104 milhões – totalizando uma estreia global de US$ 187 milhões.

Crítica | Ed e Lorraine Warren se despedem com o ótimo ‘Invocação do Mal 4: O Último Ritual’

Invocação do Mal 4: O Último Ritual‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.

Não diga que ninguém te avisou: essas 10 séries são imperdíveis!

De dramas futurísticos até conflitos sociais que geram reflexões, muitas séries vem conquistando a atenção do público com tramas consistentes e diversos espaços para pensarmos sobre a vida. Se você está procurando a série certa para maratonar, veio ao lugar certo! Segue abaixo 10 produções que você precisa conferir:

 

Fallout (Prime Video)

Na trama, bem à frente no futuro, conhecemos a Terra dizimada por ações nucleares. Para proteger alguns, os Estados Unidos junto à um grupo de empresas, principalmente uma, a Vault- Tec , resolvem criar refúgios subterrâneos. Assim, 200 anos depois do caos começar, conhecemos a jovem Lucy (Ella Purnell) que após o lugar onde nasceu e foi criada ser atacado, e ainda com o sequestro de seu pai, resolve ir atrás dele e desbravar a superfície, um lugar onde nunca antes havia ido. A cada caminhada, uma nova descoberta, e assim seu destino se cruza com Maximus (Aaron Moten), um sobrevivente de um dos ataques nucleares mais impactantes e o enigmático necrótico Cooper (Walton Goggins), esse último com um passado com vivas memórias do início do fim.

 

Treta (Netflix)

Na trama, conhecemos Danny (Steven Yeun), um empreiteiro, com problemas, que vem de uma decepção com um empreendimento familiar passando por um presente confuso, desiludido, com pensamentos ruins. Também conhecemos uma empresária chamada Amy (Ali Wong), dona de uma marca que foi ficando poderosa ao longo do tempo, ligado à plantas. Parece ter uma vida perfeita, de sucesso no campo pessoal e profissional, mas nem tudo é o que aparenta ser, vive seus dias em um enorme stress. Certo dia, o destino desses dois personagens se cruzam de maneira peculiar, após uma briga de trânsito, o que desencadeia uma série de situações surpreendentes.

 

Ara San Juan: O Submarino que Desapareceu (Netflix)

Uma tragédia e muitas descobertas. Chegou recentemente no catálogo da Netflix, um seriado documental argentino que traça um pente fino no catastrófico sumiço de um submarino com 44 tripulantes à bordo ocorrido em outubro de 2017. Um desastre que abre um mar de absurdos que vão desde um governo insensível, completamente perdido ao lidar com uma situação, até inúmeras teorias mirabolantes do que de fato possa ter acontecido.

 

Barry (HBO MAX)

Na trama, acompanhamos um depressivo assassino profissional chamado Barry (Bill Hader) que mora no meio-oeste norte-americano. Quando é chamado para um serviço em Los Angeles, de forma inusitada, acaba parando em uma aula de teatro, fato que o faz repensar muito sobre seu momento e sua vida como um todo. Agora, buscando o equilíbrio entre sua profissão arriscada e o novo mundo que aparece em sua frente, Barry passará por enormes conflitos emocionais em busca de dias melhores.

 

Pssica (Netflix)

Tudo começa quando Janalice (Domithila Cattete), após uma situação que leva seus pais a deixá-la na casa da tia (Fátima Macedo), em Belém, é sequestrada por um grupo criminoso ligado ao tráfico de mulheres. Paralelamente, conhecemos outros personagens: um ex-policial em busca da afilhada; Preá (Lucas Galvino), um bandido que se apaixona e vê sua bolha ligada à crimes desmoronar; e Mariangel (Marleyda Soto), uma ex-militar colombiana que vê sua família despedaçar e parte em busca de vingança. Ao longo da trama, esses caminhos se cruzam, nos conduzindo a um desfecho imprevisível.

 

Paradise (Disney Plus)

Tudo ia bem numa comunidade perfeita de algumas milhares de pessoas até que um dia o presidente Cal (James Marsden) é brutalmente assinado no seu quarto. Logo, Xavier (Sterling K. Brown), o responsável chefe por sua segurança, começa a juntar as peças desse quebra-cabeça que nos leva até a exposição de fatos surpreendentes que vão de encontro aos interesses de Sinatra (Julianne Nicholson), uma influente nas relações políticas. Se você acha que a trama se prende a isso, não ande por esse caminho. Ao final do primeiro episódio entendemos um pouco do que é aquele lugar.

 

Terra Indomável (Netflix)

Ambientado na região de Utah no século XIX, sob diversos pontos de vistas, conhecemos Sara (Betty Gilpin), uma mãe desesperada para chegar até o oeste com o filho Devin (Preston Mota). Seu caminho acaba se cruzando com o de Isaac Reed (Taylor Kitsch) que a ajuda numa jornada de muita dor, sangue e batalhas pela sobrevivência. Paralelo a isso, uma disputa por poder deixa toda a região selvagem e imprevisível.

 

Assassino Zen (Netflix)

Na trama, conhecemos o advogado Björn Diemel (Tom Schilling) que trabalha em um grande escritório de advocacia na função de liberar bandidos para um chefão local. Infeliz no trabalho, com dificuldades em reestruturar os laços afetivos da própria família, vive seu cotidiano com a corda no pescoço. Tudo isso muda quando resolve fazer um intensivão num curso de ‘atenção plena’ com um guru que lhe entrega saídas para momentos difíceis. Assim, colocando em prática tudo que aprendeu, se envolve em uma série de situações conflitantes a partir da morte de um famoso criminoso, cliente dele.

 

O Urso (Disney Plus)

Na trama, conhecemos o premiado chef de cozinha Carmen ‘Carmy’ Berzatto (Jeremy Allen White) que rodou os Estados Unidos aprendendo e aos poucos foi se tornando um renomado na sua profissão. Certo dia, ele abandona tudo (os badalados restaurantes, os melhores empregos) para assumir o restaurante do irmão que acabara de falecer. Buscando reerguer o lugar (chamado de the Original Beef of Chicagoland), que está de mal a pior, também entender os funcionários que tinham um cotidiano desorganizado e a maioria inexperiente, ele fará de tudo para encontrar soluções. Para isso ele contará com a ajuda da brilhante Sydney (Ayo Edebiri), a nova funcionária contratada para o lugar. Mas as dificuldades serão inúmeras, dentro e fora da cozinha.

 

A Melhor Irmã (Prime Video)

Chloe (Jessica Biel), é um mulher bem-sucedida, editora-chefe de uma revista de sucesso, que vive sua rotina de milionária ao lado do marido, o advogado Adam (Corey Stoll), e do filho Ethan (Maxwell Acee Donovan). Sua rotina é interrompida quando Adam é brutalmente assassinado e Chloe encontra seu corpo quando chega em casa. A partir desse momento, segredos profundos sobre o casamento começam a vir à tona — incluindo a chocante revelação de que Ethan é, na verdade, fruto de um relacionamento entre Adam e Nicky (Elizabeth Banks), irmã de Chloe. Sem opções, a não ser lidar com o passado e os conflitos entre elas, Chloe e Nicky precisam superar as desavenças e encontrar soluções para os conflitos que aparecem.

 

 

Dica do fim de semana | Novidades incríveis para ver nos principais streamings

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Setembro trouxe uma série de novidades para os principais streamings, sendo o suspense policial o subgênero mais contemplado dessa vez. São projetos muito interessantes que desembarcaram nas plataformas e agora estão disponíveis para serem assistidas sem a cobrança de valores extras.

Como de costume, também indicamos duas produções que podem ser assistidas por públicos de todas as idades. Confira!

O Clube do Crime das Quintas-Feiras

Adaptando o livro homônimo, O Clube do Crime das Quintas-Feiras é aquele tipo de filme que exala “fim de semana”. Dirigido por Chris Columbus e protagonizado por um elenco de peso, esse longa mistura suspense e comédia para contar a história de um grupo de idosos que se reúnem às quintas-feiras para brincarem de detetive, solucionando crimes antigos. Porém, o que parecia apenas uma brincadeira, logo muda de rumo, quando um assassinato acontece bem debaixo de seus narizes. Agora, esses quatro amigos vão tentar solucionar esse crime misterioso, em que qualquer um pode ser o culpado.

Onde assistir: Netflix

Lilo & Stitch

Divulgação/ Disney. © 2025 Disney Enterprises Inc. All Rights Reserved.

Fenômeno de bilheteria de 2025, Lilo & Stitch é um daqueles casos que te fazem questionar muito sobre as decisões que acontecem nos bastidores dos grandes estúdios. Isso porque a maior bilheteria americana do ano esteve por um tris de ser lançado diretamente no streaming. Sério, passou muito perto mesmo. Enfim, o longa é um dos últimos da série de remakes em live-action dos clássicos animados da Disney. A trama acompanha Lilo e Nani, duas irmãs que tentam se reencontrar após a perda dos pais. Em meio ao caos da nova vida, um experimento alienígena cai no Havaí, sendo adotado pela Lilo como um cachorrinho. Agora, essa duplinha travessa vai tentar fugir da patrulha espacial para poder viver essa grande e divertida amizade.

Onde assistir: Disney+

Karatê Kid: Lendas

Vindo diretamente dos cinemas, o novo Karatê Kid une a franquia dos anos 80 com o reboot de 2009, em uma trama bem simples, mas com roupagem moderna. Nela, o jovem Li se muda da China para Nova York, onde tenta deixar de lado sua paixão pelas artes marciais. Devido a um trauma do passado, a mãe proibiu o garoto de praticar luta. No entanto, ele conhece uma jovem no bairro que o faz se reconectar à luta. O problema é que ele arruma confusão e agora terá de enfrentar o rival em um torneio transmitido pelas redes sociais. Para “desenferrujar”, ele recebe o apoio de Daniel LaRusso e do Mestre Han.

Onde assistir: HBO Max

Luta de Classes

Dirigido por Spike Lee e estrelado por Denzel Washington, Luta de Classes é um suspense carregado de drama sobre David, o mais invejado magnata da música dos EUA. Do alto de sua cobertura, ele mantém um império musical baseado em seu talento para encontrar novas estrelas. Porém, isso faz inimigos. E agora, um músico frustrado sequestra o filho do motorista – e melhor amigo do produtor – pensando ser o filho de David. Então, ele entrará em um dilema mortal para evitar que o pior aconteça.

Onde assistir: Apple TV+

Amsterdam

Lançado em 2022, Amsterdam é um drama policial que chegou aos cinemas sob forte expectativa, mas acabou decepcionando a muitos. Após alguns anos perambulando por streamings menos populares, ele acaba de desembarcar na Netflix. Ambientado na década de 1930, o longa acompanha o improvável pacto de amizade entre dois soldados e uma enfermeira, que juraram proteção ao trio independentemente do que viesse a acontecer. O problema é que os anos se passam e eles acabam embarcando em uma trama de homicídio, na qual entram na mira da polícia como os principais suspeitos. Agora, o trio vai recorrer ao impossível para investigar o caso e tentar provar sua inocência.

Onde assistir: Netflix

10 filmes que vão fazer você pensar (e repensar)

Alguns filmes realmente nos tiram do lugar comum, impulsionando nossas reflexões, e, às vezes, traçando paralelos com a realidade de forma impressionante. Para você que curte refletir bastante sobre uma obra cinematográfica, segue abaixo 10 filmes que você precisa conferir:

 

A Virada Errada (Prime Video)

Tudo ia muito bem na vida da musicista Kiia que está prestes a ter o primeiro filho com o marido, o pastor Lauri. No dia em que entra em trabalho de parto, a caminho do hospital, o carro em que estão bate em alguma coisa na estrada. Tempos depois, uma verdade é revelada quando Kiia conhece Hanna, uma mulher que enfrenta a iminente perda do marido.

 

Fortunata (Reserva Imovision)

Fortunata é uma cabeleireira delivery de meia idade que possui um sonho de ter seu próprio empreendimento, um salão de beleza no centro da cidade onde mora. A protagonista tem uma filha, sua maior paixão do mundo, mas com quem tem um relacionamento complicado, provocado pelo seu afastamento do ex-marido. Certo dia, Fortunata resolve levar a filha para ver um psicólogo, com quem a protagonista acaba vivendo um intenso romance.

 

Livre (Disney Plus)

Na trama, conhecemos Cheryl, uma mulher que se vê em uma fase da vida cheia de mágoas, decepções, e resolve percorrer quase 2.000 quilômetros de trilha, enfrentando calor, frio e os perigos de andar sozinha por lugares pouco frequentados.  Ao longo dessa gigantesca caminhada, vamos entendendo melhor a vida dela por meio de flashbacks e memórias, principalmente, a intensa relação de carinho com sua mãe (interpretada de maneira fabulosa por Laura Dern) e seu ex-marido Paul (Thomas Sadoski).

 

Que Horas ela Volta? (Netflix)

Na trama, acompanhamos a carismática empregada Val (Regina Casé), uma mulher que vive com uma família de classe alta em São Paulo. Ela possui um conflito mal resolvido com sua filha no passado. Toda essa junção de emoções chega como uma erupção sentimental quando a antes jovem, agora vestibulanda Jéssica (interpretada pela excelente Camila Márdila), bate em sua porta. Seu único contato em SP, onde quer prestar o vestibular, é a própria mãe. Assim, num leque de situações, mãe e filha precisam definir para sempre seu destino.

 

Ninguém Sabe que Estou Aqui (Netflix)

Na trama, conhecemos o introspectivo e solitário Memo (Jorge Garcia), um homem já adulto que vive distante do grande centro em uma ilha com seu tio Braulio (Luis Gnecco). Aos poucos vamos conhecendo mais a fundo a peculiar personalidade dessa alma amargurada que na infância foi descoberto por ter uma voz maravilhosa mas que a ganância dos outros fraudaram seus sonhos o levando a uma depressão e distância de tudo aquilo que pensara que iria acontecer com sua vida. Mas, a chegada de Marta (Millaray Lobos), fará Memo ter uma nova chance de mostrar ao mundo quem ele realmente é.

 

Mães de Verdade (Tem para aluguel em algumas plataformas)

Na trama, conhecemos Satoko (Hiromi Nagasaku) e Kiyokazu (Arata Iura), um apaixonado casal, com ótima condição financeira que vivem seus dias na busca de ampliar sua família. Porém, quando descobrem que um deles é impossibilitado de terem biologicamente um bebê, resolvem procurar uma agência de adoção. Ouvindo relatos de todos os lados, dúvidas, incertezas e as condições para adotar batem o martelo e assim conseguem um recém-nascido para adotar. O tempo passa e uma situação acontece: a mãe biológica da criança os procura. Assim embarcamos em uma história com dois lados.

 

Whiplash – Em Busca da Perfeição (HBO MAX)

Na trama, acompanhamos o jovem músico Andrew (Miles Teller), um garoto talentoso que estuda na escola de música mais prestigiada dos Estados Unidos. O protagonista é um prodígio da bateria e não pensa em outra coisa a não ser estudar e aperfeiçoar todos seus movimentos. Certo dia, durante uma seleção surpresa para a principal banda de Jazz da escola, Andrew é recrutado pelo temido professor Fletcher (J.K. Simmons) e assim começa uma trajetória de dor, sofrimento, dedicação, esforço e amor pela música.

 

Resistência (Telecine)

Na trama, numa distopia futurística onde, após uma enorme tragédia, o ocidente trava uma guerra contra a inteligência artificial. Nesse contexto, conhecemos Joshua (John David Washington), um soldado que após um enorme trauma envolvendo sua esposa no seu passado, é chamado de volta para a ação com o objetivo de encontrar e eliminar um inteligente e desconhecido arquiteto que possui em suas experiências o projeto de uma arma poderosa.

 

Aumenta que é Rock’n’Roll (Globoplay)

Um longa-metragem brasileiro que usa a nostalgia à seu favor para contar uma história que envolve sonhos, amores, política e muito rock and roll. Baseado no livro autobiográfico “A Onda Maldita“, de Luiz Antonio Mello, Aumenta que é Rock’n’Roll navega pelas ambições e desejos de uma juventude fervilhando por liberdade e desejos em meio ao processo de restauração da democracia.

 

A Acusada (Prime Video)

Lucia de Berk (Ariane Schluter) é uma mulher condenada à prisão perpétua em 2003 pela morte de sete pacientes. Ao longo da trama, vamos descobrindo segredos sobre o controverso processo de acusação feito pela promotoria, apenas baseado em dados estatísticos contra a ré. Sempre alegando ser inocente e sendo tratada como uma das maiores assassinas da história da Holanda, Lucia de Berk precisou enfrentar a desconfiança de quase todos para poder provar sua inocência.

 

 

Suspense produzido por Spielberg com Helen Mirren e Pierce Brosnan é ACLAMADO por assinantes da Netflix

A Netflix lançou uma pérola em seu catálogo que agradou em cheio os assinantes e se tornou o filme número 1 entre os mais assistidos do streaming.

O fofo ‘O Clube do Crime das Quintas-Feiras (The Thursday Murder Club, no original), adaptação do aclamado romance de Richard Osman comandada por Chris Columbus (‘Harry Potter’), está sendo elogiadíssimo nas redes sociais. Steven Spielberg entra como um dos produtores executivos através de sua companhia Amblin Entertainment.

O filme é estrelado por Helen MirrenPierce BrosnanBen KingsleyCelia Imrie.

Columbus também entra como roteirista do projeto.

Confira as reações:

 

Relembre o trailer:

Confira a sinopse oficial:

Toda quinta, em um retiro para aposentados no sudeste da Inglaterra, quatro idosos se reúnem para — segundo consta na agenda da sala de reunião — discutir ópera japonesa. Mas não é bem isso que acontece ali dentro. Elizabeth, Ibrahim, Joyce e Ron usam o horário para debater casos policiais antigos sem solução, confiantes de que podem trazer justiça às vítimas e encontrar os responsáveis por algumas daquelas atrocidades do passado.

Com todos os integrantes acima dos setenta anos, o Clube do Crime das Quintas-Feiras não é a equipe de detetives mais convencional em que se conseguiria pensar, mas com certeza está mais do que acostumada a fortes emoções. Afinal, Joyce foi enfermeira por décadas, Ibrahim ajudou pacientes psiquiátricos em situações dificílimas, Ron era um reconhecido líder sindical e Elizabeth… Bom, digamos que assassinatos e redes de contatos sigilosas não eram nenhuma novidade para ela.

Quando um empreiteiro local com projetos bastante questionáveis na cidade aparece morto, o grupo tem a oportunidade de seguir as pistas de um caso atual. Apostando em seus semblantes inocentes e habilidades investigativas estranhamente eficazes — além de trocas de favores clandestinas com a polícia, que, apesar de todos os esforços, parece estar sempre um passo atrás de seus colegas amadores —, os quatro amigos embarcam em uma aventura na qual as mortes do presente se entrelaçam com antigos segredos, e em que saber demais pode trazer consequências perigosas.

O sucesso do primeiro livro rendeu duas sequências: ‘O Homem que Morreu Duas Vezes’‘A Bala que Errou o Alvo’, também lançados no Brasil pela Editora Intrínseca.

Crítica | ‘O Clube do Crime das Quintas-Feiras’, novo filme de Chris Columbus, tem o coração no lugar certo

Em 2020, o autor Richard Osman deu vida ao primeiro capítulo de uma saga de mistério e comédia intitulada O Clube do Crime das Quintas-Feiras. Acompanhando um grupo de idosos aposentados vivendo em uma suntuosa casa de repouso e que se reúnem para resolver crimes antigos e nunca solucionados, a narrativa ofereceu uma nova perspectiva às narrativas do gênero e se tornou um best-seller instantâneo, rendendo nada menos que duas sequências já publicadas. O sucesso do romance chamou a atenção da Netflix e, agora, somos convidados a reviver essa incrível história através de um divertido e honesto longa-metragem que chegou no último dia 28 de agosto, à plataforma de streaming.

A trama leva o público a Cooper’s Chase, uma propriedade de luxo destinada a idosos aposentados e/ou inválidos que se localiza no interior da Inglaterra. Lá, somos apresentados a um quarteto de idosos que é apaixonado por resolver crimes não solucionados, formando o popular Clube do Crime das Quintas-Feiras: Elizabeth Best (Helen Mirren), uma espiã aposentada da inteligência britânica; Ron Ritchie (Pierce Brosnan), um ex-sindicalista que ainda carrega suas memórias revolucionárias consigo; Ibrahim Arif (Ben Kinsgley), um sagaz ex-psiquiatra; e Joyce Meadowcroft (Celie Imrie), uma enfermeira aposentada que é o mais novo membro do seleto grupo. E, enquanto navegam por casos praticamente insolucionáveis, eles se veem arrastados para o assassinato de Tony Curran (Geoff Bell), um dos sócios majoritários de Cooper’s Chase que queria impedir a venda da propriedade para o predatório Ian Ventham (David Tennant).

A partir daí, o quarteto é arrastado para uma trama perigosa que atravessa gerações e que fica ainda mais cabulosa quando um perigoso rei do crime é citado como um dos suspeitos – e Ian eventualmente é alvo de um homicídio na casa de repouso, transformando tudo em uma complexa engrenagem que só pode ser solucionada pelas ágeis e afiadas mentes dos nossos protagonistas. O resultado é exatamente o que esperamos de uma comédia dramática de mistério: uma aventura com o coração no lugar certo e cujos elementos de maior sucesso provêm da competência de um elenco estelar e que fornece profundidade a construções convencionais, mas práticas.

Toda a conhecida atmosfera parte da mente de Chris Columbus, um diretor que sabe muito bem como arquitetar uma ambientação convidativa e que parte das intenções mais puras possíveis. Afinal, conhecido por seu trabalho em produções como ‘Harry Potter’ e ‘Esqueceram de Mim’, Columbus esquadrinha zonas de conforto que, por mais que não tragam nada de novo às telas, têm ciência dos próprios limites e não se arriscam a dar um passo maior que a perna – optando por “clichês” rearranjados de modo a agradar ao público. E é isso o que ele faz aqui: para além do jogo detetivesco que se alastra com os protagonistas, temos sacadas inteligentes e irônicas que compõe esse modesto espetáculo, singrando entre dramas pessoais e relações intergeracionais que cumprem com o que prometem.

O realizador une forças com o roteiro de Katy Brand e Suzanne Heathcote, que abraçam o legado de nomes como Agatha Christie e Sir Arthur Conan Doyle afim de transmutar os tropos de mistério em uma espirituosa jornada que, mesmo acertando na maior parte, não conseguem se desvencilhar de alguns comodismos e diálogos previsíveis – o que não é um grande problema, considerando o comprometimento das partes envolvidas. Talvez as duas horas de duração se mostram um problema para os espectadores, criando “barrigas” desnecessárias que servem para tapar buracos; mas, à medida que nos aproximamos da reviravolta final e da consecutiva conclusão, somos engolfados em uma narrativa mais humana do que o imaginado e que chega até mesmo a nos emocionar.

Em virtude das fórmulas empregadas no projeto, não é nenhuma surpresa que o elenco consiga superar nossas expectativas: Brosnan, Kingsley e Imrie divertem-se com seus respectivos personagens, jogando-se de cabeça em personalidades adoráveis e que enfrentam seus próprios obstáculos conforme investem esforços para resolver os múltiplos casos de assassinato – e Tennant, Tom Ellis, Richard E. Grant e outros nomes também têm seu momento de brilhar. Todavia, é Mirren que usurpa os holofotes em uma performance aplaudível e adorável que presta conscientes homenagens e menções diretas a outros papéis que eternizou no show business, reiterando seu imponente status na sétima arte e garantindo um máximo aproveitamento por parte da audiência.

O Clube do Crime das Quintas-Feiras é uma ótima adaptação de um dos melhores romances detetivescos da década e traz todos os elementos que imaginaríamos encontrar em um projeto britânico – desde a imponência dos atores e atrizes, até o precioso trabalho da equipe técnica e criativa. Configurando-se como uma boa adição ao expansivo catálogo da Netflix, o longa é envolvente o bastante para nos satisfazer e para nos fazer querer mais (algo que não deve demorar muito a ser confirmado).

Conheça o EMOCIONANTE drama com Cillian Murphy que conquistou 93% de aprovação no Rotten Tomatoes

small things like these
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O vencedor do Oscar Cillian Murphy (Oppenheimer) estrelou recentemente um drama aclamadíssimo pelos críticos que já está disponível para aluguel no Prime Video.

‘Pequenas Coisas Como Essas’ (Small Things Like These) conquistou 93% de aprovação, com base em 104 avaliações, e 81% de aprovação do público.

Os críticos, em geral, elogiaram o filme, destacando a excelência do drama, com um roteiro bem escrito e uma história emocionante.

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“É sutil, mas ressoante, íntimo, mas emocionalmente expansivo e, a cada passo, de uma forma precisa e sem sentimentalismo”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“Uma das principais forças de ‘Pequenas Coisas Como Essas’ está na tradução inteligente do estilo enxuto de Keegan para a tela, feita por Walsh e Mielants”, disse Rachel Pronger do IndieWire.

Cillian Murphy novamente demonstra que menos realmente é mais neste drama minimalista habilidosamente elaborado”, disse James Mottram do Total Film.

“‘Pequenas Coisas Como Essas’ soa um pouco como um filme de gângster, exceto que a teia de poder em seu centro é tecida por freiras”, disse Alissa Wilkinson do New York Times.

“Sem nenhuma tensão dramática para nos conduzir, estamos todos apenas presos até os joelhos no pântano, caminhando através dos terríveis fatos da história recente”, disse Stephanie Bunbury do Deadline.

“[Murphy não é] apenas a consciência do delicado e sutil filme do diretor belga Tim Mielants, mas também sua corrente emocional viva”, disse Guy Lodge da Variety.

“‘Pequenas Coisas Como Essas’ soa um pouco como um filme de gângster, exceto que a teia de poder em seu centro é tecida por freiras”, disse Alissa Wilkinson do New York Times.

“Sem nenhuma tensão dramática para nos conduzir, estamos todos apenas presos até os joelhos no pântano, caminhando através dos terríveis fatos da história recente”, disse Stephanie Bunbury do Deadline.

“[Murphy não é] apenas a consciência do delicado e sutil filme do diretor belga Tim Mielants, mas também sua corrente emocional viva”, disse Guy Lodge da Variety.

“Embora o tom silencioso de ‘Pequenas Coisas Como Essas’ possa ser lento demais para os fãs dos trabalhos anteriores de Murphy, é uma exibição sólida para ele e um bom começo para sua nova produtora”, disse Cole Groth do FandomWire.

“O filme sabe como a paciência pode ser uma virtude importante em uma obra como esta; ele nunca acelera seu ritmo com medo de perder o espectador e, assim, respeita o próprio ritmo do personagem principal”, disse Pablo Villaça do Cinema em Cena.

Crítica | Pequenas Coisas Como Estas: Cillian Murphy confronta a Igreja Católica em excelente drama

Crítica | Cillian Murphy faz um trabalho fabuloso no dilacerante drama ‘Pequenas Coisas Como Estas’

Baseado no best-seller homônimo de Claire Keegan, o longa acompanha um comerciante de carvão que, para sustentar sua família, se depara com segredos perturbadores guardados pelo convento local e acaba revelando verdades pessoais profundas. Isso o força a confrontar seu passado e o silêncio cúmplice de uma pequena cidade irlandesa dominada pela Igreja Católica.

Com direção de Tim Mielants (‘Peaky Blinders’) e roteiro de Enda Walsh (‘Fome’), o filme conta ainda com Michelle Fairley (‘Game of Thrones’), Emily Watson (‘Chernobyl’), Clare Dunne (‘O Lugar da Esperança’), Helen Behan (‘As Virtudes’), Emily Watson (‘Dragão Vermelho’) no elenco.

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10 séries sci-fi que você precisa assistir antes de morrer

O mundo da ficção científica e todas as infinidades possíveis pela mostrar conflituosas histórias são a base de muitas produções lançadas ao longo de todos esses anos onde as séries se mostraram presentes. Para você que adora projetos audiovisuais nessa linha, separamos abaixo 10 seriados que você precisa conferir:

 

Silo (Apple Tv Plus)

Ficção científica, Silo nos leva para uma reflexão sobre a sobrevivência em um futuro distópico onde pessoas vivem em um lugar controlado por regras e repleto de restrições. Baseado na obra do escritor norte-americano Hugh Howey.

 

For All Mankind (Apple Tv Plus)

Uma das mais consagradas séries de ficção científica da atualidade, For All Mankind que ruma em breve para uma quarta temporada nos apresenta a inusitada situação: imagina que a União Soviética chegou primeiro à lua na frente dos Estados Unidos? Seguindo nessa realidade paralela acompanhamos as disputas em uma corrida espacial que nunca acaba.

 

Dark (Netflix)

O tempo sendo associado ao ato de amar em tempos em que o esquecimento é o grande vilão da nossa realidade. Criado pelo cineasta suíço Baran bo Odar e pela cineasta alemã Jantje Friese, Dark chegou ao catálogo do poderoso streaming Netflix sem muito ‘oba oba’, bastou os espectadores irem aos poucos terminando as temporadas para o burburinho positivo começar. Muito bem amarrada, com começo meio e fim estrategicamente bem desenvolvidos, com uma produção de arte belíssima, fotografia ótima, trilha impecável e uma montagem de elenco espetacular a produção alemã se tornou um fenômeno cult em pouco tempo. Muito bem ranqueado em diversas listas dos principais sensores de cinema/séries do mundo, Dark é uma série difícil de esquecermos. Tem na Netflix.

 

Arquivo X (Disney Plus)

Quem nunca imaginou sobre peculiares questões ligadas a vida extraterrestre ou qualquer outra situação que foge da normalidade do que vemos em nosso planeta? Em Arquivo X, que teve o total de 11 temporadas, conhecemos dois agentes do FBI que pensam totalmente diferentes um do outro: Fox Mulder (David Duchovny) e Dana Scully (Gillian Anderson). Eles são designados para um departamento que investiga casos inexplicáveis. Um dos seriados mais surpreendentes dos anos 90.

 

Matéria Escura (Apple Tv Plus)

Na trama acompanhamos um pacato professor formado em física que certo dia se vê de frente com uma situação inusitada sendo apresentado a uma versão alternativa da própria vida. Ao longo do tempo muitas surpresas vão estar pelo caminho e escolhas precisarão serem feitas.

 

Stranger Things (Netflix)

Criada por um cientista que a roubou de sua mãe, Eleven tem super poderes e pode controlar objetos com a mente. Ao longo das temporadas de Stranger Things vamos conhecendo melhor sua trajetória no passado já rumando para um presente onde seus amigos precisarão de seus poderes para vencer o mal.

 

Rick and Morty (MAX)

Criada a partir de uma paródia animada em curta-metragem do clássico filme De Volta Para o Futuro produzida para o festival de cinema Channel 101, Rick and Morty nos mostra as aventuras de um cientista/físico louco e que gosta de uma bebida, Rick, avô do tímido e curioso Marty. Ambos vivem com o restante da família: Jerry (o pai de Morty), Summer (a irmã) e Beth (a mãe de Morty e filha de Rick). A dupla viaja por interdimensões, vão para outros planetas, sempre em uma nova aventura provocada por algum problema existencial do cotidiano deles. Simplesmente genial.

 

Battlestar Galactica

Uma das séries mais bem avaliadas por público e crítica da história, Battlestar Galactica nos mostra um ataque quase mortal de robôs criados por humanos. Apenas uma pequena frota consegue escapar junto com uma nave de guerra. Mesmo desorganizados e buscando soluções de sobrevivência, vão em busca de um novo lar.

 

Fringe

Nessa sensacional série que durou cinco temporadas, acompanhamos a agente do FBI Olivia Dunham ao lado do cientista Walter Bishop e seu filho Peter investigando casos que se tornam interligados com direito a universo paralelo.

 

Ruptura (Apple Tv Plus)

Na trama, criada por Dan Erickson, que é uma das mais difíceis de se definir por conta de seu campo amplo, conhecemos Mark (Adam Scott), um funcionário de uma misteriosa e poderosa empresa chamada Lumen. Ele acaba de ser colocado como líder de uma equipe de funcionários que aceitaram serem submetidos a uma situação onde suas memórias foram divididas entre o seu trabalho e sua vida fora dele. Basicamente: quando eles estão no trabalho não lembram de nada do mundo fora dali, e quando eles estão em suas respectivas casas não lembram de nada do trabalho. Até que um dia um ex-colega deles de trabalho, que conseguiu sair dessa situação, acaba fazendo contato com o Mark de fora do trabalho. A partir disso, o drama vira um misterioso labirinto de descobertas convergindo das duas realidades.

 

Salma Hayek luta contra o ETARISMO em Hollywood: “Mulheres não são descartáveis”

A atriz e produtora Salma Hayek, conhecida por seus trabalhos em filmes como ‘Frida’ e ‘Um Drink no Inferno’, expressou sua satisfação com a mudança de mentalidade em Hollywood em relação às mulheres mais velhas.

Ela criticou o etarismo persistente na indústria e alertou sobre os perigos da inteligência artificial. Em entrevista ao Deadline, a estrela mexicana celebrou a maior valorização das atrizes maduras:

“Houve um tempo em que eu era vista apenas como a ‘garota sexy’, mas, felizmente, a idade me permitiu expandir meus horizontes. Embora eu ainda me considere sexy e aceite isso, meu objetivo agora é lembrar a todos que as mulheres não são descartáveis após uma certa idade, em nenhuma área. Devemos lutar contra essa ideia com todas as nossas forças”, afirmou.

No entanto, Hayek ressaltou que ainda há muito a ser feito em relação ao reconhecimento do trabalho feminino: “Quando um filme faz sucesso, o crédito vai todo para o homem. A mulher é vista apenas como um enfeite. Eu tenho um público fiel que me acompanha, mas nunca recebi o devido crédito por atrair pessoas aos cinemas”.

Além de abordar a questão do etarismo, Salma Hayek também manifestou sua preocupação com o avanço da inteligência artificial e seus impactos no cinema e na sociedade em geral.

“Isso tira a sua inteligência porque o cérebro fica preguiçoso. Eu escrevo tudo à mão. Tenho papéis por toda parte. Mal toco no telefone. Eles não podem me analisar. Eu não compro online. Não peço comida online. A inteligência artificial não me conhece”, declarou.

Lembrando que o longa mais recente da atriz foi ‘Eternos’.

O longa está disponível no Disney+.

Crítica | Eternos é o filme mais artístico, complexo e fora da caixinha da Marvel… pelo bem ou pelo mal!

Eternos‘ segue a jornada de seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia‘) até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.

O elenco conta com Angelina Jolie (Thena), Salma Hayek (Ajak), Kumail Nanjiani (Kingo), Lauren Ridloff (Makkari), Brian Tyree Henry (Phastos), Lia McHugh (Sprite), Gemma Chan (Sersi), Kit Harington (Cavaleiro Negro), Barry Kheogan (Druig) e Richard Madden (Ikaris).

10 Filmes que são um verdadeiro banho de sangue!

Através da violência, algo que infelizmente está inserida em todos os cantos da nossa sociedade, muitos cineastas buscam trazer pontos de reflexões inseridas em jornadas cheias de embates. Para relembrar algumas obras sangrentas, segue abaixo uma lista pra quem tem estômago forte:

 

Oldboy

Vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes em 2004, o filme conta a trajetória de Oh Dae-su (Choi Min-sik, em atuação impressionante), um homem que após ser detido totalmente embriagado, é sequestrado e mantido assim por 15 longos anos. Quando enfim é libertado, aparentemente sem saber o motivo, tem alguns dias para ir atrás da verdade de seu encarceramento, embarcando assim em uma jornada de chocantes descobertas.

 

Demon City

Lançamento desse início de 2025 na Netflix, o filme japonês Demon City nos leva até os detalhes sangrentos de uma vingança quando um ex-assassino de aluguel tem sua família destruída por poderosos mafiosos mascarados.

 

Pulp Fiction – Tempo de Violência

Na trama, conhecemos uma série de personagens ligados de alguma forma ao mundo do crime. Assassinos, traficantes mafiosos, esportista corrompido, psicopatas, assaltantes descontrolados. Acompanhamos por meio de um roteiro longe de qualquer linearidade um desfile macabro e contundente pelo espelho caótico da natureza humana que percorre as linhas da inconsequência.

 

Free Fire

Na trama, ambientada na década de 80 em Boston (EUA), um grupo de criminosos, comandados por Chris (Cillian Murphy) e com contato de Justine (Brie Larson), chegam a um balcão enorme e abandonado para comprar armas do grupo comandado por Vernon (Sharlto Copley) e Martin (Babou Ceesay). Chegando lá, após uma série de discussões mais brandas, um dos comandados de Verbon e Martin identifica em um dos comandados do outro grupo o homem que violentou uma parente dele na noite passada. Confusão armada, todos se abrigam onde podem, com as armas que tem em uma grande batalha cheia de tiros, explosões e muito violência.

 

Cães de Aluguel

O impactante longa de estreia de Tarantino nas telonas nos mostra, com altas cargas de tensão, a reunião de alguns bandidos que após um roubo que dá errado precisam descobrir qual deles os traiu. Um baita filme, desse baita diretor!

 

Doce e Sangrento

Na trama, conhecemos a história de Parthiban (Joseph Vijay), um homem querido por todos, carinhoso, pai de família, dono de um café que mora numa confortável casa desde que se mudou para uma cidade na Caxemira onde reside faz duas décadas. Vivendo em paz seus dias, sempre está disposto a ajudar sua comunidade. Certo dia, após alguns criminosos entrarem em seu bar e tacarem o terror, o protagonista consegue combatê-los virando logo uma celebridade local. Até que logo depois a notícia chega até uma perigosa gangue que alega que Parthiban na verdade é um ex-membro deles. A partir daí, algumas verdades começam a aparecer.

 

Marcas da Violência

Na trama, conhecemos Tom (Viggo Mortensen), um pacato dono de uma cafeteria que vive feliz com sua esposa Edie (Maria Bello) e seus dois filhos em uma cidadezinha no interior dos Estados Unidos. Um dia, uma dupla de criminosos resolvem entrar na cafeteria de Tom nas últimas horas de uma noite, gerando o caos no lugar e Tom acaba, de forma surpreendente para todos no local, matando os criminosos. Ele logo vira celebridade na cidade, aparece na televisão, e tem a vida completamente mudada quando dias depois chega na cidade um homem dizendo que Tom na verdade é um violento membro de uma organização criminosa. Assim, aos poucos vamos entendendo melhor as lacunas dessa surpreendente história.

 

Sangue e Ouro

Na trama, ambientada na primavera de 1945, conhecemos Heinrich (Robert Maaser), um soldado alemão que acabara de desertar e logo é sentenciado à morte. Só que o destino lhe ajuda e coloca em seu caminho a humilde fazendeira Elsa (Marie Hacke) que o salva e cuida do seus ferimentos na casa onde mora com o irmão. Os nazistas que sentenciaram Heinrich estão na cidade em busca de ouro deixado para trás por judeus em fuga, fato que todos ali naquela região parecem conhecer. Logo, uma imensa batalha é vista, com vários lados em busca de seus objetivos.

 

The Trip

Na trama, conhecemos Lisa (Noomi Rapace) e Lars (Aksel Hennie), um casal na faixa do 40 anos que está em gigantesca crise no casamento deles. Ela uma atriz frustrada por nunca conseguir grandes papéis, ele um cineasta que só consegue dirigir comerciais de televisão. Para tentar resolver a situação, planejam um fim de semana em um lugar afastado do grande centro onde várias situações surpreendentes colocam em cheque tudo que eles pensaram um sobre o outro até ali. Repleto de surpresas, o projeto envolve cenas de ação de tirar o fôlego e diálogos debochados por todo seu tempo. Grande roteiro!

 

O Animal Cordial

Na trama, conhecemos Inácio (Murilo Benício), o dono de um restaurante que está prestes a encerrar mais um dia de trabalho ao lado de seus funcionários, principalmente o cozinheiro chefe Djair (Irandhir Santos) e a faz tudo Sara (Luciana Paes), além de um cliente jantando sozinho, o ex-policial Amadeu (Ernani Moraes) e em seguida chega o casal Veronica (Camila Morgado) e Bruno (Jiddu Pinheiro). Em certo momento da noite, uma dupla de assaltantes invade o local fazendo todos os personagens citados acima de refém. Só que a noite reserva muitas surpresas e somos testemunhas de algumas inversões sobre quem está realmente no comando das ações.

 

Saiba aonde assistir o terror slasher sobre Palhaço Assassino que recebeu 90% de aprovação no RT

O terror slasher ‘O Palhaço no Milharal‘, que foi aclamado com 90% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, já está disponível para aluguel no Brasil. O filme pode ser alugado no Amazon Prime Video e na AppleTV.

O consenso geral aclama o filme por sua abordagem divertida e mortes sangrentas e criativas – resultando em um incomum terror slasher que não se leva a sério.

Separamos os trechos das principais críticas: 

“‘Clown in a Cornfield’ parece o tipo de filme que você vê passando na TV no meio da noite e que te deixa com medo de sair da cama.” (Screen Rant)

Eli Craig, diretor de ‘Tucker e Dale Contra o Mal’, aborda essa adaptação com desenvoltura, trazendo o equilíbrio certo entre sangue e comédia.” (Bloody Disgusting)

“‘Clown in a Cornfield’ tem tantas mortes inspiradas entre a carnificina que é difícil não se divertir. O filme também consegue ser engraçado sem esforço enquanto nos leva por um território familiar…” (Horror Press)

“Este filme não me ajudou a superar meu medo de palhaços.” (Mama’s Geeky)

“Uma mistura fraca de ‘Colheita Maldita’, ‘Chumbo Grosso’, ‘O Homem de Palha’ e vários outros filmes amaldiçoados de cidade pequena. ‘Clown in a Cornfield’ não é tão divertido quanto deveria ser, e isso é decepcionante.” (ScreenAnarchy)

“Para um filme que não tem um título muito criativo, a abordagem divertida, espirituosa e absurda de ‘Clown in a Cornfield’ também inclui críticas sociais sobre uma cultura divisiva alimentada por um governo corrupto.” (Deadline)

O longa será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 9 de maio.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Dirigido por Eli Craig (‘Tucker & Dale Contra o Mal’), o longa é baseado no livro homônimo de Adam Cesare.

Quinn e seu pai acabaram de se mudar para a pacata cidade de Kettle Springs na esperança de um novo começo. Em vez disso, ela descobre uma comunidade fragmentada que passou por momentos difíceis depois que a estimada Fábrica de Xarope de Milho Baypen pegou fogo. Enquanto os moradores locais brigam entre si e as tensões aumentam, uma figura sinistra e sorridente emerge do milharal para limpar a cidade de seus fardos, uma vítima sangrenta de cada vez. Bem-vindos a Kettle Springs. A verdadeira diversão começa quando Frendo, o palhaço, sai para brincar.

O elenco conta com Katie Douglas (‘Ginny & Georgia’), Carson MacCormac (Shazam!), Aaron Abrams (‘Hannibal’), Will Sasso (‘Jovem Sheldon’) e Kevin Durand (‘Abigail’).

‘A Longa Marcha: Caminhe ou Morra’: Stephen King exigiu que o filme mostrasse adolescentes sendo baleados

A Longa Marcha: Caminhe ou Morra’ (The Long Walk), longa baseado no romance de 1979 do mestre do terror Stephen King, teve recentemente revelada a única condição que o autor impôs para permitir a adaptação cinematográfica de sua obra.

‘A Longa Marcha’: Cooper Hoffman emociona ao relembrar o pai no novo filme

Segundo o Deadline, King explicou que exigiu que o roteirista JT Mollner e o diretor Francis Lawrence mostrassem adolescentes sendo baleados no filme.

“Se você olhar para esses filmes de super-heróis, vai ver… algum supervilão destruindo quarteirões inteiros da cidade, mas você nunca vê sangue. E, cara, isso está errado. É quase pornográfico”, declarou King. “Eu disse: se vocês não vão mostrar isso, então nem se deem ao trabalho. E eles fizeram um filme bem brutal”.

King destacou ainda que os personagens do livro representam “o mesmo tipo de jovens que foram arrastados para a máquina de guerra” durante o período da Guerra do Vietnã. Por isso, ele considerou fundamental que a violência não fosse suavizada, para manter o impacto emocional e político da história.

Stephen King DETONA filmes de super-heróis

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 11 de setembro.

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Cooper Hoffman e David Jonsson estrelam.

O elenco ainda conta com Ben WangRoman Griffin DavisGarrett WareingTut NyuotCharlie PlummerJordan Gonzalez, Judy Greer, Mark HamillJoshua Odjick.

Francis Lawrence (‘Jogos Vorazes’) é responsável pela direção do longa. O cineasta substitui André Øvredal, que deixou o projeto em agosto do ano passado.

O roteiro da adaptação é assinado JT Mollner (‘Criminosos e Anjos’).

Desenvolvido pela Lionsgate, o projeto conta com Roy Lee (‘It: A Coisa’) como produtor.

Assinada sob o pseudônimo Richard Bachman, a história de King se passa no futuro, no qual cem garotos adolescentes embarcam numa viagem competitiva conhecida como A Longa Marcha.

As regras são simples: manter uma velocidade acima de 6 quilômetros por hora. Receba três avisos e você é assassinado com um tiro. O último a sobreviver ganha o que quiser pelo resto da vida. Sob essas circunstâncias, os garotos desenvolvem amizades muito profundas apesar de saber que, eventualmente, apenas um irá ganhar.

‘Vought Rising’: Criador de ‘The Boys’ comenta possível retorno de personagem em novo spin-off

O criador de The Boys, Eric Kripke, confirmou a possibilidade de um personagem antigo retornar na nova série derivada de ‘Gen V’, intitulada ‘Vought Rising’.

Segundo o Deadline, Thomas Godolkin, interpretado por Ethan Slater, poderá aparecer na nova produção. Kripke explicou que o ator foi introduzido como o fundador da “God U” e a mente por trás do Projeto Odessa na segunda temporada de ‘Gen V’, que estreia em 17 de setembro.

“Se Vought Rising funcionar e pudermos continuar fazendo mais temporadas, acho que seria loucura não colocar o personagem de Ethan Slater nessa série”, disse Kripke. “Ele está perfeitamente encaixado para interpretar uma versão mais jovem de Thomas Godolkin. Já conversamos sobre isso”.

‘Vought Rising’: Série derivada de ‘The Boys’ escala QUATRO novos membros ao elenco

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Jensen Ackles e Aya Cash são os protagonistas, reprisando seus papéis como Soldier Boy e Tempesta, respectivamente.

O elenco ainda conta com Elizabeth Posey, Will Hochman, Mason Dye, Jorden MyrieNicolò PasettiRicky Staffieri e Brian J. Smith.

Paul Grellong, produtor executivo de ‘The Boys‘, será o produtor executivo e showrunner.

Grellong e Eric Kripke (criador de The Boys) disseram: “Estamos empolgados em apresentar a próxima série provocadora do universo de The Boys. Trata-se de um mistério de assassinato retorcido que explora as origens da Vought na década de 1950, as primeiras façanhas de Soldier Boy e as manobras diabólicas de uma Super conhecida pelos fãs como Tempesta, que na época era chamada Clara Vought. Mal podemos esperar para surpreender e perturbar vocês com esta saga lasciva e macabra, imersa em sangue e Coposto V”.

A série é produzida pela Sony Pictures Television e Amazon MGM Studios, em parceria com Kripke Enterprises, Point Grey Pictures e Original Film.

Jensen Ackles retorna como Soldier Boy nas imagens de ‘Vought Rising’, série derivada de ‘The Boys’

Lembrando que ‘The Boys‘ já está renovada para a 5ª (e última) temporada.