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Crítica Netflix | Meu Eterno Talvez – Keanu Reeves rouba a cena em divertida comédia romântica

Embora tenha como atores principais os descendentes asiáticos Randall Park e Ali Wong, Meu Eterno Talvez (Always Be My Maybe) não é um filme sobre questões étnicas, mas um sinal de novos tempos e rostos no cinema. Após o sucesso estrondoso de Podres de Ricos (2018), atores asiáticos destacam-se em histórias sem enredos históricos ou culturais, como o relacionamento dos amigos Sasha (Wong) e Marcus (Park). Ainda que as piadas sobre o comportamento dos pais coreanos estejam presentes, a abordagem soma pontos à comédia romântica.

Amigos de longa data, Park e Wong escreveram juntos o roteiro e, provavelmente, este é o segredo para Meu Eterno Talvez ser uma comédia romântica divertida e agradável para ser vista mais de uma vez. Como um projeto de longa data realizado graças à Netflix, a obra acompanha o nascimento da amizade entre os protagonistas nos anos 90, até a adolescência quando os dois têm a sua primeira experiência sexual em um Toyota Corolla e o encontro acaba no Burger King.

Os aspectos do início do filme são tocantes pela apreciação de ambos crescerem juntos e se apoiarem nos momentos difíceis, tanto quanto constrangedores com a chegada da puberdade e, consequentemente, o sexo entre eles. O promissor casal, no entanto, separa-se e 20 anos depois se reencontram com vidas completamente diferentes. Como toda comédia romântica, o final não é o mais importante, o sabor está na trajetória do casal, os diálogos e os momentos entre eles.

Comediante de palco com um discurso sobre a jornada tripla da mulher como mãe, esposa e profissional, Ali Wong consegue concentrar toda as atenções em suas falas. Quando ela declara “Não acredito que desperdicei os meus melhores anos reprodutivos com você” ao terminar um relacionamento, a atriz aflora os jargões da comediante do palco. Seu tom cômico dominante é um contraponto com o posicionamento acanhado, porém divertido, de Radall Park.

Por muitas vezes coadjuvante no cinema, Park surpreende com carisma e charme no papel de galã, mesmo tendo os estonteantes pretendentes de Sasha em jogo. Seguindo a cartilha dos romances, os personagens são completamente díspares, mas se convencem que são melhores juntos. Para o deleite do público, até eles perceberem-se apaixonados temos a presença de Jenny (Vivian Bang), atual namorada de Marcus, uma espécie de Janice (Maggie Wheeler) do seriado Friends (1994–2004). Quem não lembra idas e vindas com Chandler (Matthew Perry) e sua voz afetada?

Voltando ao longa, Sasha Tran é uma famosa chef e empreendedora de volta à cidade natal de Los Angeles para abrir mais um restaurante. Nesta visita ao passado, ela reencontra o primeiro amor e amigo Marcus. Enquanto ela abandonou suas origens, ele continua a morar na mesma casa, trabalha na empresa do seu pai Harry (James Saito) e a tocar na mesma banda do Ensino Médio. Em outras palavras, Marcus nunca saiu da sua zona de conforto e leva a vida de forma simples.

Para temperar esse reencontro, os coadjuvantes também roubam a cena. Se de um lado o pai de Marcus insinua que Sasha é o seu futuro, a amiga e assistente Veronica (Michelle Buteau) mexe os seus pauzinhos para a dupla se acertar. Contudo é Keanu Reeves, em uma versão caricata e hilária de si mesmo, que suspende o público do assento e o entretém por longos minutos de júbilo cinematográfico. A participação especial do ator é o ápice do filme e também o arremate final, obrigando todos assistirem aos crédito enquanto Radall Park canta a ótima canção “I Punched Keanu Reeves” com a sua banda Hello Peril.

Vale destacar ainda a química entre os protagonistas, ambos conseguem remontar, aos seus moldes, a cena clássica do final de Um Lugar Chamado Notting Hill (1999) de forma sensível, mas sempre humorada. Até os não apreciadores de comédias românticas vão curtir Meu Eterno Talvez, seja pelo o tom cômico em todos os momentos, seja pelo cenário perfeito para trazer romance ao patamar menos idealizador e mais palpável.

Crítica | Obsessão: Isabelle Huppert é uma psicopata carente em novo thriller

Relações doentias. O cinema é cheio delas. Psicopata Americano, Atração Fatal, Garota Exemplar e A Orfã são alguns dos exemplos das últimas décadas. E nós adoramos um bom thriller capaz de explorar a psique humana e a psicopatia, nos fazendo salivar diante do suspense. E em Obsessão, a temática está mais viva do que nunca, em um drama aparentemente simplista demais, mas que faz das atuações seu ponto chave na condução da trama. Nos presenteando com uma Isabelle Huppert voraz, a produção garante corações acelerados e angustiados diante da doentia mente de uma senhora que não sabe muito bem como lidar com a solidão.

Dirigido por Neil Jordan, o mesmo responsável pelo clássico Entrevista com o Vampiro, temos a história de uma misteriosa mulher francesa, Greta (Huppert), uma pessoa solitária que – aparentemente – passa os seus dias tocando piano. Ao perder sua bolsa dentro do metrô, ela é surpreendida por Frances (Chloë Grace Moretz), uma sensível jovem, que faz a gentileza de retornar seus pertences, iniciando assim uma complexa e doentia relação quase maternal. Entre duas tristezas em virtude de perdas mal ou nada superadas, elas protagonizam uma dinâmica sádica, um pouquinho óbvia, mas ainda assim prazerosa de ver nas telonas.

Sob o roteiro de Ray Wright e Neil Jordan, essa inofensiva amizade vai ganhando tons mais sombrios, que se revelam diante da tela a partir do momento que descobrimos outras facetas de uma senhora que, até então, parecia ser apenas alguém que precisava de companhia. Com instinto psicopata e comportamentos obsessivos, ela traga jovens garotas para uma armadilha mortal, em uma narrativa que tem seus momentos de maior lentidão, mas até que consegue se desviar do maçante. E ainda que Obsessão não seja o thriller psicótico da vez, sua trama é capaz de nos conduzir com tranquilidade, sem ser cansativo demais.

Mas o que torna toda a experiência realmente válida é poder contemplar a transformação de Huppert diante dos nossos olhos. Como uma loba faminta, ela passeia entre os cenários e as circunstâncias fazendo de todo o filme a sua história. Nos compadecemos por Frances, obviamente, mas queremos mesmo é ver Greta nos deixando ansiosos, promovendo uma série de emoções sucessivas e angustiantes. Nos lembrando facilmente porque ela fora indicada ao Oscar no passado recente, ela entrega mais uma de suas melhores atuações e é capaz de fazer deste roteiro, simples como é, uma história que vale muito o seu tempo.

Com uma dinâmica em tela realmente boa ao lado de Moretz, Huppert faz de Obsessão um thriller instigante, cuja trama cresce vertiginosamente nos 40 minutos finais. Trazendo um clímax de doer o coração – tamanha sua crueldade -, o longa abre mão de trazer uma surpresa no final, mas isso de forma alguma pesa em seu desfecho. Com uma trilha sonora completamente antagônica, o thriller ainda é capaz de criar um ótimo equilíbrio entre o suspense e a música clássica e contemporânea, que ajudam a pautar as cenas mais fortes. Essa combinação agridoce é mais um belo empurrão neste, que ainda que não seja uma grande joia de 2019, é um bom filme para passar o tempo.

Mary Jane Watson? Zendaya surge com cabelos ruivos em premiere de ‘Homem-Aranha: Longe de Casa’

Desde o lançamento de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘, muitos fãs vem suspeitando que Zendaya possa assumir o papel de Mary Jane Watson no MCU, após sua personagem ser chamada de MJ ao final do longa.

E durante a premiere de ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘, a atriz surgiu com cabelos ruivos, levantando ainda mais as suspeitas dos fãs da personagem, que invadiram as redes sociais com comentários sobre o penteado dela.

Zendaya com cabelo ruivo e usando terno? É a energia da Mary Jane.”

“Estou apaixonada pela Zendaya com esse visual ruivo”

“Eu ainda não consegui lidar com ‘Euphoria’ e a Zendaya aparece com esse visual completo de Mary Jane.”

Zendaya apareceu ruiva.”

O visual parece ter dado esperança aos fãs, mas vale lembrar que nada foi confirmado e a troca de penteado pode ter sido apenas uma homenagem à famosa personagem dos quadrinhos.

Homem-Aranha: Longe de Casa‘ estreia em  04 de julho nos cinemas nacionais. Confira o trailer:

No filme, Peter Parker (TomHolland) e seus amigos vão fazer uma viagem de férias de verão para a Europa. No entanto, eles dificilmente serão capazes de descansar – Peter terá que concordar em ajudar Nick Fury (Samuel L Jackson) a descobrir o mistério das criaturas que causam desastres naturais e destruição em todo o continente. Para isso, ele se juntará ao Mysterio (JakeGyllenhaal) – que pode não ser quem parece.

Além de Zendaya e Tom Holland, o elenco conta Marisa Tomei, Jacob Batalon e Samuel L. Jackson.

Obsessão

(Greta)

 

Elenco:

Direção: Neil Jordan

Gênero: Suspense

Duração: 100 min.

Distribuidora: Galeria

Orçamento:

Estreia: 13 de Junho de 2019

Sinopse: 

Com a aclamada Isabelle Huppert (‘A Professora de Piano’), vencedora dos Prêmios de Melhor Atriz em Festivais como Cannes, BAFTA e César, o trailer de ‘Obsessão‘ mostra a amizade incomum entre Frances McCullen, interpretada por Chloë Grace Moretz (‘Kick-Ass: Quebrando Tudo’), que acabou de perder a mãe, e a enigmática viúva solitária Greta Hideg (Isabelle Huppert).

A medida em que elas vão se tornando amigas, Frances descobre que os planos da viúva se revelam cada vez mais obscuros, para desespero de sua melhor amiga Erica Penn, interpretada por Maika Monroe (‘Independence Day: O Ressurgimento’), que está ajudando Frances a se inserir em Nova York e a alerta sobre as verdadeiras intenções de Greta.

Crítica | Obsessão: Isabelle Huppert é uma psicopata carente em novo thriller (Nota: 6.0)

Curiosidades: 

» Dirigido pelo vencedor do Oscar Neil Jordan (‘Entrevista com o Vampiro).

» Distribuído pela Galeria Distribuidora.

Trailer:

Cartazes: 


Fotos: 

A Lenda de Golem

(The Golem)

 

Elenco:

Hani Furstenberg

Ishai Golan

Brynie Furstenberg

 

Direção: Doron Paz, Yoav Paz

Gênero: Terror

Duração: 95 min.

Distribuidora: PlayArte

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 13 de Junho de 2019

Sinopse: 

Durante o surto de uma peste mortal, uma mulher mística deve salvar sua comunidade judaica de invasores estrangeiros, mas a entidade que ela conjura para protegê-los revela-se um mal muito maior.

Crítica | ‘A Lenda de Golem’ – Um Surpreendente Terror Judeu! (Nota: 7.0)

Curiosidades: 

» Dos mesmos diretores do terror found footage ‘Jeruzalem‘;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘MIB Internacional’ não é uma sequência nem um reboot, revela Tessa Thompson

O editor-chefe Renato Marafon entrevistou a atriz Tessa Thompson, protagonista de ‘MIB: Homens de Preto – Internacional‘.

No vídeo, ela explica que o novo filme não é uma sequência… nem um reboot!

Assista:

Dirigido por F. Gary Gray (‘Velozes e Furiosos 8‘), o roteiro foi escrito pela dupla Matt Holloway e Art Marcum (de ‘Homem de Ferro‘).

M (Thompson) é uma agente que durante sua jornada de auto-afirmação, estreia na divisão londrina do MIB. Lá, ela conhece um agente conhecido por seus talentos, H (Hemsworth). Os dois estão envolvidos em um caso de assassinato misterioso, que vai levá-los ao redor do mundo para encontrar a solução.

Liam Neeson, Rebecca Ferguson, Kumail Nanjiani, Rafe Spall, Laurent Nicolas Bourgeois e Larry Nicolas Bourgeois completam o elenco. Emma Thompson reprisará o seu papel de Agente O de ‘Homens de Preto 3‘.

O longa será lançado nos cinemas nacionais amanhã, dia 13 de junho.

Crítica | MIB: Homens de Preto – Internacional: Mais fraco do que se esperava

Ternos alinhados, óculos de sol descolados e uma atitude. Embora fossem inexistentes para o mundo externo, sua sigilosa discrição nunca passou despercebida, em posturas que unem a comédia e boas cenas de ação, encorpadas em uma irreverente ficção científica. A perfeita junção de gêneros de MIB: Homens de Preto faz do clássico noventista uma experiência atemporal. Independente da evolução das técnicas de efeitos visuais e da própria tecnologia em si, o filme de Barry Sonnenfeld se imortalizou, coroando ainda mais Tommy Lee Jones e oficializando Will Smith como uma figura marcante, do universo de séries de TV para o cinema. Em 2019, 22 anos depois do primeiro lançamento, a Sony Pictures tenta recuperar o frescor de seu original, trazendo a dupla de Thor: Ragnarok, colocando Tessa Thompson e Chris Hemsworth como as novas versões dos agentes K e J. Bem, essa era a ideia.

Mexer com um clássico cinematográfico é como tocar em um vespeiro: As chances de sair ileso são ínfimas. E MIB: Homens de Preto – Internacional traz justamente os efeitos nocivos de se tocar em algo culturalmente sagrado. Sem agregar absolutamente nada de novo à trama, a sequência – que não é sequência, mas não é remake, mas que também não beira a um reboot – tenta se justificar como plausível e pontual a partir da expansão territorial da agência originalmente alocada em Nova York. Tentando convencer a audiência de que MIB vai além do que conhecíamos, o argumento é efêmero e não é capaz de sustentar a narrativa, que mais uma vez traz a premissa blasé de que o-planeta-precisa-ser-salvo.

Com um roteiro que não explora uma ameaça genuinamente nova, a produção ainda peca pela falta de humor e por trazer cenas de ação que não são hipnotizantes. Forçando uma comédia mais caricata na dupla Thompson-Hemsworth – tentando repetir o modus operandi de Will Smith e Tommy Lee Jones, fica evidente que a dinâmica não funciona, ainda que ambos trabalhem muito bem juntos e com muita naturalidade em tela. Beirando o humor infantil em algumas cenas, MIB: Internacional é essencialmente fraco do começo ao fim e não conquista o público com seus protagonistas, que parecem incapazes de gerar uma empatia e conexão relevante com a audiência. Tentando demais ser carismáticos, parece que nada ali é realmente orgânico.

Com efeitos visuais que oscilam entre boas resoluções e resultados um tanto artificiais, o longa tenta inovar, levando o termo Internacional de seu título ao pé da letra. Trazendo uma ideia teoricamente boa, a produção cria uma rápida inserção adaptável para cada país onde o filme foi lançado, fazendo as vezes da aparição surpresa de Michael Jackson em MIB: Homens de Preto II. Na versão brasileira, Sérgio Mallandro tenta roubar a cena, como aquele alien que era óbvio demais para alguém suspeitar. E ele se esforça, faz o seu famoso glu glu, mas ao final de tudo, a tomada é genérica e aleatória demais e mal extrai um riso frouxo. Mas o que vale é a intenção, certo?

Com a caracterização de Kumail Nanjiani como o pequeno alien Pawny sendo a cereja do bolo – aliada a uma rápida e engraçadinha referência a Thor, MIB: Homens de Preto – Internacional é a prova de que muitas vezes o melhor que se tem a fazer é deixar as clássicas franquias descansarem em paz. Embora os anseios de apresentar os Homens de Preto à novas gerações sejam verdadeiramente honrosos, neste caso, mais vale deixar Smith e Jones contarem aquela incrível história que viveram, ainda nos idos de 1997.

Ator de ‘Liga da Justiça’ quer interpretar o Blade no MCU

Durante a Celebrity Fan Fest no Texas, o ator Ray Fisher (‘Liga da Justiça’) revelou aos fãs que ele gostaria de viver o Blade nos próximos filmes da Marvel.

“Se eu pudesse interpretar um personagem na Marvel, seria o Blade”, afirmou.

O personagem foi interpretado por Wesley Snipes em uma trilogia de filmes.

Vale lembrar que a Marvel Studios readquiriu os direitos do personagem e Kevin Feige afirmou que está aberto à ideia de resgatar o personagem em algum momento no futuro.

Porém, o We Got This Covered afirma que  Feige está “lutando” para conseguir realizar um filme de ‘Blade’, mas com Snipes reprisando seu papel. O problema é que a Marvel Television também quer usar o personagem numa série live action no streaming Hulu, algo parecido com o que a Marvel produziu com a Netflix, já que o acordo inclui uma série do Motoqueiro Fantasma e da Helstrom. A fonte ainda diz que eles não estão certos sobre o resultado, mas eles estão “definitivamente” certos de que o caçador de vampiros vai voltar.

Ainda de acordo com a fonte, Feige trataria o herói como um “legado”, sugerindo que Snipes retornaria como um mentor e treinaria um sucessor. Rumores anteriores apontavam para um roteiro já elaborado, com Eric Brooks treinando sua filha, Fallon Gray. Um filme sobre uma jovem afro-americana se encaixaria nos objetivos de Feige para diversificar ainda mais a franquia.

The Rock comenta rumores de que Keanu Reeves estará em ‘Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw’

O astro Dwayne Johnson comentou os boatos que rodaram a internet afirmando que Keanu Reeves faria uma participação especial em ‘Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw‘, derivado da franquia ‘Velozes e Furiosos‘.

“Eu amo o Keanu. Todos sabemos que ele está em um ótimo momento em sua carreira. Nós conversamos outro dia sobre fazermos um filme juntos qualquer hora. Mas Keanu não está em Hobbs & Shaw”, afirmou em entrevista à MTV.

Confira:

Dirigido por David Leitch (‘Atômica‘ e ‘Deadpool 2‘), o roteiro foi escrito por Chris Morgan, que é responsável por todos os roteiros da franquia desde ‘Desafio em Tóquio‘.

A trama será focada em Luke Hobbs e Deckard Shaw, que formam uma aliança improvável para executar uma missão secreta.

Dwayne Johnson e Jason Statham estrelam. Vanessa KirbyIdris Elba, Eiza GonzálezEddie Marsan completam o elenco.

A Universal Pictures lançará o longa nos cinemas nacionais no dia 1º de agosto, uma semana após a estreia nos EUA.

Após este filme, o próximo filme da franquia é  ‘Velozes e Furiosos 9‘, que estreia em 10 de abril de 2020.

Crítica 2 | Turma da Mônica: Laços – Daniel Rezende e sua carta de amor a Mauricio de Sousa

A partir da década de 1960, o isabelense Mauricio de Sousa criava os maiores ícones da cultura pop brasileira, intitulados como ‘Turma da Mônica’. Os infantes personagens do Bairro do Limoeiro, desde então, passaram por diversas transformações e atravessaram inúmeras gerações – mantendo-se vivos na memória de praticamente todos até os dias de hoje. Não é surpresa, pois, com a massiva popularidade que a série de quadrinhos recebeu, que ‘Turma da Mônica: Laços, o primeiro live-action do grupo de irreverentes e divertidos jovens nos cinemas, tenha se tornado um dos filmes mais aguardados desde seu anúncio e confirmação em 2017. E o resultado não poderia ser outro além de incrível e emocionante.

A história, baseada na aclamada graphic novel homônima dos irmãos Vitor e Lu Cafaggi, mergulha fundo nas relações de amizade entre os quatro protagonistas já bastante conhecidos pelos fãs sem abrir mão da inocência que Sousa sempre colocou em suas infinitas narrativas. Aqui, Floquinho, o cachorro de Cebolinha (Kevin Vechiatto), é sequestrado por um homem misterioso e, como já é de se esperar, não leva muito tempo para que a turminha se una e parta numa jornada para trazê-lo de volta para casa. Entretanto, não se enganem: a sensação simplista da premissa em questão é apenas passageira, cultivando um terreno amplo para que outros temas também sejam colocados em primeiro plano.

O longa-metragem poderia muito bem ceder aos convencionalismos do gênero infantil e aventuresco, mas passa muito longe disso pela habilidade única do storytelling que o diretor Daniel Rezende abraça com vontade. Rezende, conhecido pelos ovacionados Cidade de Deus e Bingo – O Rei das Manhãs, retorna em belíssima forma com composições cênicas que vão além de superposições baratas e mal formuladas: cada uma das sequências é visível e milimetricamente construída de modo a não cativar apenas as crianças, e sim a atingir um público mais velho. O que está em xeque é o sucesso ou não em se manter fiel ao material original e resgatar uma sinestesia nostálgica – coisa que, sem dúvida alguma, o cineasta faz com gosto e motivação.

É interessante analisar que o longa carrega consigo uma essência noventista deliciosamente bem aproveitada: afinal, é automático nos recordarmos das peripécias de Os Goonies ou Conta Comigo; não é surpresa, pois, que os nossos heróis sejam transpostos para um envolvente coming-of-age, lidando com seus fantasmas ou obstáculos interiores em prol da coletividade. De fato, algumas mensagens caem em fórmulas redundantes – como, por exemplo, quando Magali (Laura Rauseo) passa por uma prova de fogo envolvendo sua fome incontrolável, ou quando Cascão (Gabriel Moreira) se vê frente a frente com sua arqui-inimiga (a água). Porém, Cebolinha e Mônica (Giulia Benite) protagonizam as subtramas menos elucidativas e mais alegóricas, acrescentando uma sempre bem-vinda complexidade à obra.

Aliás, faz-se digno de nota a química que o elenco-mirim nutre entre si. Os quatro permanecem lado a lado com suas representações originais e, ao mesmo tempo, imprimem as próprias leituras dos personagens. É claro, inclusive, perceber como cada um encontra seu eu mais bem resolvido e mais amadurecido após passarem por tantas coisas juntas. Benite, por exemplo, encontra uma vertente menos maniqueísta para interpretar Mônica e acata uma personalidade mais branda e sensível que está cansada de brigar pelas mesmas coisas com Cebolinha. Vechiatto, por sua vez, traz certos tiques nervosos que ganham voz nos momentos de maior tensão – o crispar da boca ou o olhar hesitante.

Rezende demonstra que é um fã assim como nós ao inserir diversas referências ao próprio universo criado por Mauricio. Em outras palavras, o diretor não foca apenas no quarteto, como também aproveita os melhores momentos para discriminar rostos como Titi, Aninha, Xaveco, Maria Cebolinha, Seu Juca, Jeremias e tantos outros. Até mesmo o pai de todos esses personagens faz um pequeno cameo – não é surpresa que tenha sido equiparado a Stan Lee e suas hilárias aparições. De qualquer forma, o lado humanizado das mentes por trás dessa produção é também um elemento necessário para garantir que cada um dos espectadores se conecte de alguma forma com o que está sendo transmitido nas telonas.

O longa é obviamente uma adaptação em live-action, mas não perde chance de colocar algumas pinceladas cartunescas, seja dos quadrinhos infantis, seja da graphic supracitada. Aqui, há espaço o suficiente para que a paleta de cores se afaste dos comuns tons pastéis e aproveite as fortes tonalidades que marcam as personas e para que a fotografia reflita a interioridade e a atmosfera de cada um dos acontecimentos – sejam reviravoltas, momentos de tensão ou as resoluções à la contos de fada. Porém, é inegável dizer que o jogo de luz por vezes se restrinja a uma zona de conforto desnecessariamente autoexplicativa (as epifanias traduzidas pela marcante presença do sol, por exemplo).

Monica Iozzi, Paulo VilhenaFafá Rennó também marcam presença como os pais dos nossos amados protagonistas, mas é Rodrigo Santoro quem rouba completamente a cena ao encarnar Licurgo Orival Umbelino Casfiaspirino de Oliveira, mais conhecido como o Louco. Presente em diversas histórias protagonizadas por Cebolinha, aqui o jovem garoto cruza caminho com a ensandecida figura e percebe nele o primeiro passo para deixar de lado sua egolatria descomunal e perceber que precisa trabalhar em conjunto para salvar Floquinho e, eventualmente, desmascarar a podridão que se esconde por entre as árvores da floresta. A cena talvez seja o momento de maior carga dramática, fragmentada pelo diálogo surreal do Louco.

Laços pode até ser um filme voltado para as crianças, mas sem dúvida entrega muito mais do que o prometido. Em meio a uma contemporânea nostalgia, Daniel Rezende cativa mais uma vez seu público e entrega uma pequena pérola cinematográfica, homenageando um dos maiores ícones da cultura pop brasileira de forma emocionante e aprazível.

‘Euphoria’: Associação de pais exige cancelamento da série após cenas de nudez e violência

Uma associação de pais dos EUA vem criticando a série ‘Euphoria‘ por conta de seu conteúdo pesado e pediu à AT & T, grupo que controla emissoras como a HBO, para cancelar a atração.

A série criada por Sam Levinson acompanha um grupo de adolescentes “enquanto navegam entre amor e amizade num mundo de drogas, sexo, trauma e mídias sociais”, como aponta a sinopse.

De acordo com o The Hollywood Reporter, cerca de 30 pênis aparecem na tela na estreia, além de uma cena de estupro a uma menina trans de 17 anos.

O conteúdo é tão perturbador que o ator Brian Bradley decidiu abandonar a série após gravar algumas cenas para o episódio piloto, segundo a Fox News.

O presidente do conselho televisivo de pais, Tim Winter, comunicou à imprensa que:

“A HBO, com seu novo programa centrado no ensino médio, parece estar publicamente e intencionalmente comercializando conteúdo adulto extremamente gráfico (sexo, violência, e uso de drogas) aos adolescentes e pré-adolescentes.”

Para a Fox News, Winter fez um alerta:

“apesar de a HBO ter dito que o programa era para adultos, esse conceito foi totalmente refutado pelo showrunner, porque [Levinson] disse que ‘os pais vão pirar com esse programa.'”

Anteriormente, o presidente de programação da HBO, Casey Bloys, comentou sobre a tom do programa:

Euphoria‘ não é para todos. Inevitavelmente, as pessoas falam, mas não é sensacional ser sensacional. Pode parecer um empecilho a ideia de reproduzir isso na TV, mas alguém os viveu.”

Bloys defendeu o ponto de vista da narrativa, ressaltando que o programa apenas reproduz acontecimentos reais vividos por adolescentes todos os dias.

Euphoria’ já está disponível na HBO.

Assista ao trailer:

Criada por Sam Levinson, a série é baseada na produção israelense homônima lançada em 2012.

A trama é envolta em drogas, sexo, busca por identidade, traumas, redes sociais, amor e relacionamentos. Todas essas temáticas serão relatadas pela ótica de Rue (Zendaya), uma garota de 17 anos viciada em drogas e mentirosa.

O elenco ainda conta com Zendaya, Sydney Sweeney, Maude Apatow, Jacob Elordi, Algee Smith, Alexa Demie, Barbie Ferreira, Hunter Schafer e Storm Reid.

 

Crítica | The Good Fight – terceira temporada consegue ser melhor do que a espetacular segunda

The Good Fight, o spin-off de The Good Wife, criada por Michelle e Robert King (BrainDead), e Phil Alden Robinson (Quebra de Sigilo) trouxe duas temporadas espetaculares da série que tem Diane Lockhart (Christine Baranski) liderando o grupo de protagonistas. Lembro de afirmar no título da crítica da segunda parte que a produção estava mais agressiva do que nunca e, aparentemente, eles devem ter tomado como desafio (brincando sobre tomarem como desafio), mas fato é que esta terceira subiu e muito o nível de agressividade.

Neste ano, a dramaturgia começa alguns meses depois dos acontecimentos do anterior e com algumas repercussões desse período de tempo vivenciado em 2018. Aqui, Diane está cada vez mais obsessiva com a ideia de combater o atual presidente dos EUA e com isso, logo no início, se junta a um grupo de mulheres que se tornam uma espécie de resistência underground. Enquanto isso, Lucca Quinn (Cush Jumbo) precisa lidar com conciliar maternidade e trabalho, além de precisar tomar algumas decisões que podem diminuir o tempo com o filho. Maia Rindell (Rose Leslie) contará com uma reviravolta – como se já não tivesse tido várias – na carreira e na vida.

O roteiro da terceira temporada é um deleite aos olhos até do mais severo dos críticos. É como se existisse a perfeição de escrita seriada, The Good Fight seria uma das produções audiovisuais no topo das paradas. O casal King e Robinson provam que não possuem medo de desafiar o sistema e criticar o momento atual do país original da trama. O telespectador está diante de uma história que só cresce positivamente, se reinventa dentro da sua própria trama e enfia o dedo na ferida sem dó nem piedade.

The Good Fight consegue se superar no quesito script a cada ano que passa e trazer argumentos ainda melhores relacionados ao tema que o rodeia que é a advocacia, assim como, as questões relacionadas aos grupos chamados minorias. A série, criada pro canal de streaming da CBS e transmitida no Brasil pela Amazon Prime Video, transborda uma dramaturgia recheada de diálogos bem elaborados, pensados e escritos. É uma personificação dos defensores dos direitos iguais para todos seja a pessoa de tom de pele diferente, parte do grupo LGBT, mulher, de classe social média ou baixa e por aí vai.

Para mostrar que criatividade é o que não falta na mesa de roteiristas, a trama conta, nesta terceira temporada, com algumas quebras da quarta parede ao colocar alguns personagens conversando diretamente com a câmera e também com mini curtas animados explicando sobre alguns temas abordados, especialmente quando o assunto é o governo americano. Inclusive, detalhe importante de salientar, um desses curtinhas foi censurado pela CBS por falar sobre como os EUA flexibilizam algumas leis para satisfazer o governo chinês. Detalhe: aparece uma imagem avisando que está censurado pelo canal durante oito segundos.

Em relação aos personagens, Diane está mais determinada do que nunca e protagoniza cenas para guardar na memória de todos que acompanham a trama. Sua amizade com Liz Reddick (Audra McDonald) é um dos pontos altos deste ano e as duas formam uma dupla singular, tanto nos casos que precisam defender quanto na hora de atuarem em favor do “clube do livro”. Por falar na personagem de McDonald, a forma como ela lida com uma dada situação é de aplaudir de pé a atuação.

Lucca, como sempre, está impecável. Cush Jumbo é uma atriz espetacular e perfeita para o papel da mesma. É impossível não se apaixonar ainda mais pela advogada e a forma como ela lida com situações adversas em sua vida durante essa temporada. É preciso destacar e falar sobre Maia Rindell. A afilhada de Diane cresceu e muito nesses dois anos, e a escolha dos roteiristas por mostrar uma nova face da mesma, que é despertada pela presença de Roland Blum (Michael Sheen) – a pior espécie que pode existir de um republicano –, cria uma nova perspectiva sobre ela no espectador e abre a possibilidade de se ver uma nova Maia no quarto ano da série.

É evidente o crescimento e amadurecimento de todo o elenco que compõe a dramaturgia de The Good Fight: Kurt McVeigh (Gary Cole), Julius Cain (Michael Boatman), Jay Dipersia (Nyambi Nyambi), Adrian Boseman (Delroy Lindo) e até a própria companhia Reddick, Boseman, Lockhart e Associados, que acaba se tornando também um personagem. Contudo, existe um destaque em particular que leva o nome de Marissa Gold (Sarah Steele). A jovem que começou como secretária de Diane e no segundo ano conseguiu se tornar detetive da empresa, demonstra que veio para ficar e ganhar o público. Marissa tem uns altos incríveis nesta etapa da série.

Em quesitos técnicos, a trama não poderia estar no seu melhor momento. A trilha sonora segue sendo coerente com o mostrado e as canções originais dos curtinhas são espetaculares – além de serem super chiclete. A direção cumpre o trabalho que lhe foi designado e mantém o nível de qualidade do roteiro ao transformá-lo em algo que o espectador consegue ver. A arte também tem seu mérito e faz uma ótima performance.

The Good Fight está melhor do que nunca e provando que é possível uma série só crescer mais a cada ano que se passa. De fato a criação dos King e Robinson vai se classificando como uma das melhores da última década.

‘Vingadores: Ultimato’: Anthony Russo revela quem Dwayne Johnson poderia interpretar no MCU

Dwayne “The Rock” Johnson é uma das maiores personalidades do mundo – e uma das mais carismáticas também -, porém ainda não foi chamado para fazer parte de uma das maiores franquias cinematográficas da atualidade: Vingadores.

Durante o MTV Movie & TV Awards, o diretor Anthony Russo, de Vingadores: Ultimato’, foi questionado sobre a possibilidade de Johnson entrar para o Universo Cinemático Marvel. A resposta, por mais inusitada que seja, refletiu basicamente o que todos pensamos.

“O super-herói que eu adoraria [vê-lo] interpretar seria o ‘The Rock’. Ele é a melhor versão de si mesmo”, ele disse. A declaração pode ser até decepcionante, mas também pode abrir margem para uma incrível e hilária aparição do ator nos próximos projetos da Marvel. E mais: quem não adoraria vê-lo em um filme de super-herói?

Vingadores: Ultimato’ continua em exibição nos cinemas nacionais!

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Bradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.

Petição exige Keanu Reeves como Personalidade do Ano de 2019 da revista Time

O astro Keanu Reeves possui uma longa trajetória nos cinemas, sendo um ator presente em Hollywood desde os anos 80. E hoje, mais do que nunca, sua popularidade está nas alturas, atingindo as gerações mais recentes que não cresceram assistindo a filmes como ‘Bill & Ted‘, ‘Velocidade Máxima‘, ‘Matrix‘ e ‘Hardball – O Jogo da Vida‘.

E com os internautas se expressando cada vez mais por meio de petições, não é de se espantar que Reeves tenha sido alvo de uma delas. Com sua própria religião, Keanuísmo – criada por brasileiros, e sua carreira em alta com nove filmes lançados em um intervalo de dois anos, além de um game (Cyberpunk 2077), os fãs já sabem muito bem quem deveria ser escolhido a Personalidade do Ano de 2019, da revista Time.

A petição para escolher Keanu Reeves como a Personalidade do ano de 2019 pela Time está alcançando um grande número de adeptos e já conta com mais de nove mil assinaturas, com a meta de atingir os 10 mil. E ainda que essas iniciativas estejam sendo usadas de maneira exagerada, é possível que seu impacto, somado ao enorme apelo popular de Reeves o levem ao título.

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‘Vingadores: Ultimato’ criou vários novos começos para o MCU, afirma Jeremy Renner

Vingadores: Ultimato‘ encerrou o arco de histórias dos primeiros 10 anos do MCU, mas certamente não é o fim. Depois que ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘ estrear no mês que vem, a Fase 4 será iniciada e servirá como um reinício da franquia de maneiras novas e empolgantes

Enquanto participava da Celebrity Fan Fest em San Antonio, Jeremy Renner brincou que estamos longe do fim do MCU, prometendo que a Marvel tem “muitos planos” em suas mangas.

“Com Ultimato, acho que como em qualquer final, ele cria um novo começo para muitas coisas. A Marvel tem muitos planos para muitas coisas. Então foi emocionante. Resumir 21 filmes é muito difícil, mas acho que isso satisfaz muitos fãs. Eu só estou aqui por causa dos fãs, como todos nós somos. Mas posso dizer que Vingadores: Ultimato criou novos começos para várias coisas”, afirmou.

Segundo rumores, o quinto filme da franquia ‘Os Vingadores‘ pode ser lançado 6 de maio de 2022, dando ao estúdio três anos para apresentar aos fãs os novos personagens e montar o novo time.

Não está claro se a Marvel vai chamá-los de ‘Novos Vingadores‘ ou ‘Jovens Vingadores‘, mas o estúdio aparentemente já lançou as bases para um novo grupo de super-heróis.

Para montar um novo time, os fãs provavelmente irão conhecer personagens como Patriota, Rapaz de Ferro, Estatura, Wiccano, Visão 2.0, Hulkling e até mesmo Kate Bishop como a Gaviã Arqueira nos futuros filmes de MCU.

No funeral de Tony Stark em ‘Ultimato‘, Harley Keener (Ty Simpkins) aparece como o adolescente misterioso que estava de luto pela perda de seu amigo e herói, e muitos acreditam que ele também fará parte dos Jovens Vingadores.

 

‘Queer Eye’ é renovada para a 4ª e 5ª temporada

A Netflix renovou oficialmente série ‘Queer Eye‘ para mais duas temporadas, garantindo sua continuidade até o quinto ciclo.

Além disso, o serviço de streaming confirmou que a 4ª temporada será lançada no dia 19 de julho.

A produção da 5ª temporada começará na próxima semana, em Philadelphia.

Criada por David Collins, a série é um reboot de ‘Queer Eye for the Straight Guy‘, lançada em 2003.

O programa acompanha cinco homens homossexuais (cada um especializado em uma área diferente: vestuário, culinária e vinhos, arte e cultura, higiene pessoal e cabelo, e design de interiores) tentando ajudar pessoas a organizarem sua bagunçada vida.

O elenco conta com Antoni Porowski, Bobby Berk, Karamo Brown, Jonathan Van Ness e Tan France.

‘Constantine’: Colin Farrell pode interpretar o personagem em reboot nos cinemas

Segundo o We Got This Covered,  a Warner Bros. está trabalhando em um novo filme do ‘Constantine’ e já tem um favorito para o papel do exorcista inglês: Colin Farrell.

A ideia é fazer um reboot e esquecer o filme estrelado por Keanu Reeves em 2005.

Vale lembrar que rumores afirmam que a Warner Bros. planeja criar dois universos separados para o DCEU, e, segundo as fontes, ‘Constantine fará parte de um deles, ao lado de outros projetos como ‘The Batman’ e ‘Supergirl’, sem nenhuma relação com ‘Aquaman’, ‘Mulher-Maravilha’ e assim por diante.

Para quem não se lembra, ‘Constantine’ iria participar de um filme da ‘Liga da Justiça Sombria’, produzido por Guillermo del Toro e dirigido por Doug Liman, mas desde 2017 não há notícias sobre o projeto.

John Constantine fez sua estreia nas telonas em 2005, interpretado por Keanu Reeves. A adaptação foi muito criticada por se afastar de suas origens dos quadrinhos, mas continua sendo amada pelos fãs de Reeves.

Vale lembrar que Reeves revelou recentemente que adoraria reprisar seu papel. E você, prefere um novo filme com Colin Farrell ou Keanu Reeves?

Chris Hemsworth vai dar uma pausa na carreira em Hollywood

Na semana passada, Chris Hemsworth parecia louco para se juntar ao Senhor das Estrelas numa nova aventura dos ‘Guardiões da Galáxia’, no entanto, o astro está planejando fazer uma pausa em Hollywood.

Em entrevista o Daily Telegraph, Hemsworth disse que quer ficar mais perto de seus filhos e, depois de estar tão ocupado nos últimos anos, ele só quer ficar em casa.

“Este ano eu provavelmente não vou filmar nada”, disse Hemsworth. “Eu só quero estar em casa agora com meus filhos. Eles estão em uma idade muito importante. Eles ainda são jovens e estão mais conscientes quando eu fico distante.”

Sabemos que as filmagens de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’ não devem ter início até 2021, então, dependendo de quanto tempo esse intervalo pode durar, Hemsworth poderia voltar a Hollywood a tempo das gravações.

De qualquer forma, temos certeza de que ele informou a Marvel sobre seus planos e se o estúdio realmente quer Chris Hemsworth em ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘, não temos dúvidas de que eles encontrarão uma maneira de contornar sua programação pessoal.

O filme mais recente do ator, MIB: Homens de Preto – Internacional‘, teve a pior abertura da franquia e arrecadou apenas US$ 28 milhões durante o fim de semana de estreia.

‘De Volta Às Aulas’: Clássico filme dos anos 1980 vai ganhar remake seriado

Segundo a Variety, a MGM Television está desenvolvendo um documentário inspirado no filme De Volta Às Aulas, de 1986, protagonizado por Rodney Dangerfield.

O show irá gira em torno de estudantes de faculdade que recebem novos alunos em sua sala: seus próprios pais. As famílias irão experimentar “os melhores anos de suas vidas” juntos, mas com uma lacuna etária gigantesca.

O filme original trouxe Dangerfield, que faleceu em 2004 aos 82 anos, como o milionário Thorton Melon, que resolveu entrar para a faculdade como forma de impedir que seu filho desistisse dos estúdios. Thorton logo se envolve nas situações mais desesperadoras e que trazem aparições de um jovem Robert Downey Jr., além de Oingo BoingoKurt Vonnegut.

Joan Dangerfeld, viúva de Rodney, entra como produtora executiva ao lado de Mark BurnettBarry Poznick.

Não há data de estreia confirmada para a série.

‘Star Wars’: Jon Hamm está frustrado por não ter participado de nenhum filme da saga

Jon Hamm sempre foi aclamado por sua atuação em ‘Mad Men‘, da AMC, e ao longo dos anos é alvo de rumores sobre interpretar o Batman nos cinemas, mas o que o astro gostaria mesmo é de participar de um filme da saga Star Wars, como revelou ao BuzzFeed.

“Eu estou de olho nas produções de ‘Star Wars”, compartilhou o ator. “Tiveram mais filmes de ‘Star Wars‘ com mais pessoas neles. Eu quero minha ligação. Onde está minha ligação? Ainda estou um pouco chateado com isso.”, brincou.

Hamm pode comemorar, pois não há melhor momento do que esse, já que vários projetos relacionados à saga de uma galáxia muito, muito distante estão a todo vapor.

A produção de ‘The Mandalorian‘ já se encerrou, mas a Disney + seguirá com a série focada em Cassian Andor e K-2SO. Além disso, uma nova trilogia baseada no jogo ‘Knights of the Old Republic‘ está em desenvolvimento.

É a oportunidade que Hamm sempre esteve procurando.