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Um Ato de Esperança

(The children act)

Elenco:

Emma Thompson

Stanley Tucci

Fionn Whitehead

Direção:
Richard Eyre

Gênero: Drama

Duração: 105 min.

Distribuidora: A2 Filmes

Orçamento: R$ 2 milhões

Estreia: 21 de Março de 2019

Sinopse: 

Com seu casamento com Jack em ruínas, a juíza Fiona Maye, proeminente membro da Alta Corte Britânica, tem em suas mãos uma decisão que pode mudar muitas vidas.
Pelo poder que a justiça lhe concede, Fiona pode obrigar um garoto que está entre a vida e a morte a receber uma transfusão de sangue, um procedimento simples, que pode salvar sua vida. Entretanto, ele se recusa a receber o tratamento por motivos religiosos.
Quebrando o protocolo, a juíza decide ir visitá-lo no hospital. Essa visita mudará para sempre não apenas sua perspectiva sobre a vida, como também despertará sentimentos que até então ela não se permitia experimentar.

Crítica | Um Ato de Esperança – Emma Thompson brilha em drama sobre religião versus ciência (Nota: 7.0)

Curiosidades: 

» Baseado no Best Sellers de Ian McEwan

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Coringa’: Diretor divulga nova imagem do filme

Todd Phillips, diretor do aguardo longa-metragem Coringa, divulgou em seu Instagram uma nova imagem trazendo Joaquin Phoenix como o personagem-título.

Confira:

 

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Editing #Joker

Uma publicação compartilhada por Todd Phillips (@toddphillips1) em

Abaixo você confere algumas imagens de bastidores.

A estreia de Coringa será dia 3 de outubro de 2019.

A trama deve explorar a cultura noturna da cidade de Nova York, dando destaque inclusive a clubes de strip-tease. Ou seja, é muito provável que o filme seja para maiores de idade.

‘Coringa’: Joaquin Phoenix diz que não se importa com opinião dos fãs sobre sua interpretação

Filme de origem do Coringa será ‘assustador’, afirma Joaquin Phoenix

O longa contará com o orçamento de US$ 55 milhões, valor relativamente baixo.

“20 anos antes do Batman salvar a cidade na trilogia de ‘Cavaleiro das Trevas’, Gotham era um lugar perigoso. Nos cantos onde o crime se escondia, um homem tenta escapar do seu terreno desafortunado, através de uma paixão pela teatralidade e pela comédia stand-up. No entanto, um dia ruim é tudo o que basta nesta cidade, e logo, este homem de boas intenções se tornou o criminoso mais perigoso de todos: o Coringa. Dirigido pelo indicado ao Oscar, Todd Phillips (‘Cães de Guerra’) e produzido pelo vencedor do Oscar, Martin Scorsese (‘Os Bons Companheiros’), esta prequel do indicado ao Oscar, Christopher Nolan, ‘Cavaleiro das Trevas’, vai explorar como o Palhaço Príncipe do Crime veio a se tornar o que é”.

Vale ressaltar que a história deve se passar em uma Gotham City dos anos 80, além de estar separado do atual Universo Estendido DC, fazendo parte de um novo selo para filmes independentes com os personagens DC Comics.

Chorar de Rir

Elenco:

Leandro Hassum

Rafael Portugal

Monique Alfradique

Otávio Müller

Direção: Toniko Melo

Gênero: Comédia

Duração: 103 min.

Distribuidora: Warner Bros.

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: 21 de Março de 2019

Sinopse: 

Nilo Perequê (Hassum) é o maior comediante do país. Sucesso absoluto na TV e na Internet, possui uma legião de fãs, coleciona prêmios, dinheiro e rivais. O maior deles, Jotapê Santana (Portugal), vive em guerra com o humorista e é capaz de tudo para tomar o seu lugar. Mas o maior inimigo de Nilo é ele mesmo. Quando percebe que ninguém mais o leva a sério, nem sua família atrapalhada, nem o seu grande amor, Nilo parte em uma aventura de chorar de rir para reconquistar o sucesso.

Crítica | Chorar de Rir – O Primeiro Filme Cult de Leandro Hassum (Nota: 5.0)

Curiosidades: 

» —

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O Retorno de Ben

(Ben is back)

 

Elenco:

Julia Roberts

Courtney B. Vance

 

Direção: Peter Hedges

Gênero: Aventura

Duração: 103 min.

Distribuidora: Diamond Films

Orçamento: US$ 6 milhões

Estreia: 2 de Maio de 2019

Sinopse: 

Ben Burns retorna à casa para ver sua família que nem imagina sua visita durante uma véspera de natal. Sua mãe, Holly, dá as boas-vindas, mas logo percebe que ele está em grande perigo. Holly precisará fazer de tudo para salvar todo o destino de sua família.

Crítica | O Retorno de Ben – Julia Roberts em uma de suas melhores atuações (Nota: 9.0)

Curiosidades: 

  • Filme participou do Festival de Toronto de 2018

Trailer:

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Fotos: 

‘Scooby-Doo’: Zac Efron e Amanda Seyfried serão Fred e Daphne no reboot

O novo reboot de ‘Scooby-Doo‘, que está sendo desenvolvido pela Warner Bros Animation, contratou seus protagonistas para o elenco de vozes.

Segundo o Deadline, Zac Efron e Amanda Seyfried foram escalados como as vozes de Fred e Daphne, respectivamente, no filme chamado ‘S.C.O.O.B‘.

Efron e Seyfried se juntam a Will Forte (Salsicha) e Gina Rodriguez (Velma). O ator Frank Welker , voz original do desenho dos anos 70, retornará para dar voz ao cão titular.

 Tracy Morgan, de 30 RockWill Forte, irá dublar o Capitão Caverna, icônico personagem da companhia Hannah-Barbera que aparecerá nesse universo compartilhado. 

Com direção de Tony Cervone e produção de Chris Columbus, o reboot animado irá reunir inúmeros personagens dos estúdios para salvar o mundo de um memorável vilão: Dick Vigarista e seu assecla Mutley, da série Corrida Maluca’.

A volta de Scooby-Doo e sua turma para as telonas já está em desenvolvimento desde 2013. A última vez que apareceram foi em 2004 com Scooby-Doo: Monstros À Solta’, continuação do filme Scooby-Doo de 2002 que trouxe em seu elenco nomes como Sarah Michelle Gellar, Freddie Prinze Jr.Matthew LillardLinda Cardellini.

O reboot tem estreia marcada para Maio de 2020.

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Crítica | A Cinco Passos de Você – Adolescentes Doentes se Apaixonam, Choram e Fim

Você já viu essa história antes: dois adolescentes se encontram, a rebeldia de um chama a atenção do outro e eles se apaixonam. A questão é que nessa idade basta ter um rosto bonito e o coração já acelera. O ingrediente a mais de A Cinco Passos de Você (Five Feet Apart) é que ambos protagonistas têm uma doença crônica pulmonar, fibrose cística. Ou seja, eles não vivem, mas sobrevivem todos os dias à base de medicamentos e tubos de ar.

Baseado no livro homônimo, o filme conta com o carisma de Haley Lu Richardson (Quase 18 e Fragmentado) e o charme de Cole Sprouse (da série Riverdale) para carregar a história. Apesar do casal protagonista ser adorável, eles não são suficientes para nos distrair do acúmulo de clichês, principalmente na terceira parte do filme, na qual se espremer sai lágrimas de tanto chororô, com um mistura de luto, grandes gestos e declarações de amor eternas.

Voltado totalmente para o público adolescente, o longa tem acertos e consegue conduzir um romance juvenil entre as paredes de um hospital. O objetivo do livro, assim como do filme – imagino eu -, era chamar atenção para uma doença séria e trazer esperança para todos aqueles que estão em semelhante situação a espera de um transplante, mas acaba navegando longe das agruras da doença e foca totalmente nas ações privadas e pouco críveis dos personagens adolescentes.

O início cumpre bem a sua função, Stella (Haley Lu Richardson) mantém um diário no YouTube sobre o seu tratamento de forma bem-humorada e otimista, mesmo tendo que viver em hospital. Logo depois, a menina conhece Will (Cole Sprouse) que possui a mesma doença, mas uma bactéria mais perigosa. Contrariando a metódica menina, ele é desligado, não segue o protocolo e acredita que não há sentido em viver enclausurado no hospital.

Desde a primeira cena entre os jovens, sabemos que eles vão se apaixonar e a diversão do gênero é exatamente saber como isso será desenvolvido. A Cinco Passos de Você tem bons diálogos, cenas românticas, contudo, a história não consegue decolar mais do que já é dado no início. Quando Stella, sempre determinada e otimista, aparenta certo receio de fazer uma operação, Will aparece para animá-la e fazê-la sentir-se especial com presentes graciosos.

Dado o interesse mútuo, o empecilho dos dois é a doença que os mantém a seis passos de distância para que eles não tenham contato com as bactérias um do outro. O mesmo ocorre entre Stella e o seu amigo desde a infância Poe (Moises Arias), também acometido pela doença. O personagem de Poe funciona com anjo da guarda do casal e um pequeno alívio cômico, assim como Isaac (Nat Wolff) em A Culpa é das Estrelas (2014), para Hazel (Shailene Woodley) e Gus (Ansel Elgort).

Aliás, é impossível não traçar um paralelo entre a obra de John Green e esta por conta da ameaça de morte entre jovens apaixonados. A Culpa é das Estrelas, entretanto, é uma história bem melhor desenvolvida com um enredo mais pomposo e atraente. Confinados no ambiente hospitalar, os roteiristas até tentam fazer do local um resort, mas não conseguem expandir o universo limitado dos pacientes.

Vale lembrar do telefilme David e Lisa (1998), com Brittany Murphy, Lukas Haas e Sidney Poitier, que se passava em uma clínica psiquiátrica e conseguiu ter uma amplitude bem maior do romance entre os pacientes. Voltando ao simples A Cinco Passos de Você, o ponto alto do filme é quando Stella resolve o dilema de aproximação dos dois com um taco de sinuca que representa cinco passos. Desse modo, ela ganha um passo de aproximação e um elo entre eles.

A imagem deles buscando se tocar através de um pedaço de madeira é uma representação bonita de um obstáculo – quase – intransponível. Tal como o livro, o argumento do longa se sustenta na pergunta se é possível amar sem tocar uma pessoa. É uma questão singela, mas pouco explorada em sua amplitude, já que Stella tem situações de perdas de entes queridos em sua vida, os quais ela não pode mais tocar. Porém, o foco é no romance, não em assuntos mais filosóficos.

Ver Haley Lu Richardson e Cole Sprouse em cena é animador, pois ambos têm boas performances e estreiam como protagonistas de um romance. O último grande sucesso do jovem no cinema foi como o filho de Adam Sandler na comédia O Paizão (1999). Lembra do pequeno Julian? O menino loirinho cresceu, tingiu o cabelo e faz muito mais sucesso com o público adolescente agora. Assim como, Haley tem talento para ganhar papéis mais importantes e exigentes.

Após aterrorizar mães no Brasil, Momo pode ganhar seu próprio filme!

Recentemente, a internet entrou em pânico com uma fake news envolvendo a personagem Momo, o que acabou ajudando a popularizar sua imagem. O criador da Momo, o artista japonês Keisuke Aiso, afirmou que está negociando os direitos da personagem e um filme pode começar a ser produzido em breve.

Detalhes sobre o estúdio interessado ainda não foram divulgados.

Para quem não sabe, a Momo causou desespero na internet após uma fake news que se espalhou rapidamente sobre a personagem aparecer em vídeos do Youtube Kids alegadamente ensinando as crianças a se matarem. Apesar de toda essa história ser falsa, foi o suficiente para ganhar atenção da mídia e preocupar os pais.

Algo parecido também circulou na rede no ano passado, chamado Baleia Azul, sobre um jogo cuja última fase era o suicídio.

‘Supernatural’: 15ª temporada será a ÚLTIMA da série!

Foi confirmado que a 15ª temporada de ‘Supernatural‘ será a última da série.

O último ciclo terá 20 episódios.

Confira o anúncio:

Criada por Eric Kripke, a série inicialmente foi planejada para durar 5 temporadas, mas continuou após se tornar um dos maiores sucessos do canal.

“Salvar Pessoas, Caçar Coisas, O Negócio da Família”, esse é o lema dos Winchester. A trama acompanha Dean (Ackles) e Sam Winchester (Padalecki), dois irmãos que rodam da costa Leste a Oeste dos Estados Unidos para caçar seres sobrenaturais. Eles são denominados de caçadores, e não é para menos, pois caçam todos os tipos de seres sobrenaturais, entre eles, demônios, vampiros, wendigos, ghouls, fantasmas e outros monstros e seres que são considerados lendas urbanas e aterrorizam as pessoas.

O elenco conta com Jared Padalecki, Jensen Ackles, Misha Collins, Samantha Smith, Mark Pellegrino, Ruth Connell e Alexander Calvert.

Crítica | Chorar de Rir – O Primeiro Filme Cult de Leandro Hassum

Parece até pegadinha, mas é verdade: o Leandro Hassum está lançando seu primeiro filme alternativo nos cinemas.

Chorar de Rir’, apesar do título, NÃO É um filme de comédia. O longa é, na verdade, um drama cômico (ou uma dramédia). Pode não parecer que isso faça alguma diferença, mas faz. Por exemplo, se você curte o tipo de comédia arrasta-quarteirão de fim de ano, que faz meeesmo chorar de rir e deixa a alma mais leve por conta do entretenimento, sinto lhes informar, mas este não é esse tipo de filme, apesar do elenco.

Leandro Hassum é Nilo Perequê, o maior comediante do país. Após ganhar o maior prêmio por isso – e ser desprezado pelo seu antigo amor de infância por ser “apenas” um ator de comédia –, Nilo decide abandonar tudo e investir numa nova vertente, aquilo que realmente sempre quis fazer como ator: o drama. Mais especificamente, ‘Hamlet’, de William Shakespeare. É claro que ele ouve muitas críticas de seu empresário (Otávio Müller), de sua irmã (Natália Lage) e de sua família, porém, ainda assim Nilo persiste na sua decisão – até fracassar. A partir daí começa sua jornada para ser levado a sério pelo público e pelos seus entes queridos.

Enquanto comédia, o longa se resume a piadas caricatas, conduzidas inteiramente pelo seu protagonista. Quando as piadas surgem, de fato o público ri, porém, elas não chegam a trinta por cento do filme. Em determinado momento, Nilo Perequê diz algo como “eu vou fazer drama e vou fazer teatro; vou interpretar Shakespeare, e se ninguém quiser produzir, dirigir ou empresariar minha peça, eu mesmo a financio, porque é pra isso que eu fiz dinheiro.” Nesta fala está contido não só o recado de Hassum ao grande público, mas também o esqueleto do filme em si: com uma ficha técnica sem nenhum profissional de renome, podemos entender que o longa foi de fato um projeto pessoal de Hassum que ele finalmente tirou da gaveta para colocar um ponto final na sua carreira de comediante. Será?

Com um olhar mais detalhado, vemos que o filme presta uma bela e profunda homenagem à comédia. A reverência está na inserção dos grandes elementos do gênero, como a cena em que Hassum aparece vestido como um dos Blues Brothers; na que dança ‘Singin’ in the Rain’; no personagem que joga torta na cara do outro; nos stand up comedies; nos chutes no traseiro tal como faziam os Trapalhões, etc. Sem falar, claro, nas participações especiais de Rafael Portugal, Ingrid Guimarães, Fábio Porchat, Magal, Caito Mainer, etc, juntando muitas gerações de comediantes que tanto trazem alegria ao público brasileiro. É bonito vê-los todos reunidos assim, em um mesmo projeto.

Numa segunda camada, ‘Chorar de Rir’ é uma ode à profissão do ator. Durante a jornada de Nilo Perequê, o público acompanha todos os percursos que um estudante de teatro faz para correr atrás de seus sonhos, desde interpretar um arbusto a até mesmo contar com a ajudinha de um guru mágico que dá aquela alavancada básica na carreira.

No final, fica um gosto de despedida na boca. Estaria Hassum dizendo adeus às comédias para se dedicar com mais afinco aos filmes dramáticos, como tantos outros grandes atores da comédia fizeram no passado? Isso será cenas dos próximos capítulos. Até lá, ‘Chorar de Rir’ presta uma bela homenagem à profissão de ator e ao gênero da comédia, e entrega um Leandro Hassum maduro, consciente de sua própria carreira e atuando de uma forma nunca vista antes.

 

Nota: 7

Disney fecha a Fox 2000, que lançou ‘O Diabo Veste Prada’ e ‘A Culpa é das Estrelas’

Segundo a Variety, os estúdios Disney mal comprou a 21st Century Fox e já encerrou a marca Fox 2000, algo que pode significar que a presidente deste companhia, Elizabeth Gabler, não fará parte da Casa Mouse. A decisão é bastante surpreedente, visto que informações anteriores indicavam que Gabler permaneceria parte da equipe. 

A Disney , agora, se tornou a maior potência do entretenimento atual. Como se fosse pouco ter em seu poder a Marvel Studios – e em seu acervo personagens extremamente lucrativos, vide Homem de Ferro, Capitão América e os Guardiões da Galáxia – e a Lucasfilm – que dá direito ao estúdio do Mickey sobre propriedades como a franquia Star Wars e Indiana Jones (me surpreende até o momento não terem tirado este segundo do chão ainda), a Disney possui agora toda a biblioteca de cinema da 20th Century Fox e igualmente seus derivados na TV, no braço de animação e no cinema independente (este que sempre emplaca na época de premiação).

Vale lembrar também que mesmo antes de todas essas aquisições, a Disney já era uma potência quase imbatível. Dona da Pixar – que todo ano catapulta suas animações entre as maiores bilheterias dos cinemas – e de franquias como Piratas do Caribe. Além disso, outro filão recém-conquistado pelo clássico estúdio são as versões em live action de suas animações. Tudo começou com Malévola (2014) e daí seguiram Cinderela (2015), Mogli – O Menino Lobo (2016) e A Bela e a Fera (2017). E uma verdadeira enxurrada começa em 2019, com O Rei Leão, Dumbo e Aladdin atingindo os cinemas no mesmo ano.

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O fato só dificulta ainda mais a vida dos outros estúdios, que lutam aos tropeços para conseguir emplacar suas franquias. Esse ano, por exemplo, tivemos grandes escorregadas da Paramount (Transformers: O Último Cavaleiro, Baywatch e Ghost in the Shell: A Vigilante do Amanhã), Universal (A Múmia e Boneco de Neve) e Warner (Liga da Justiça), com muitas franquias em potencial desperdiçadas graças à falta de qualidade de seus filmes. A Disney parece estar mais em controle e em sintonia com seu público, entregando exatamente o que ele quer. E mesmo quando não acerta em cheio o alvo, não é o caso de um erro astronômico. A Sony também estaria nessa lista, mas se bandeou para o lado da Disney, e com ela fechou um lucrativo acordo para fazer uma de suas maiores franquias funcionar, como eles mesmos não estavam conseguindo. Trata-se do Homem-Aranha, que este ano ganhou filme o solo De Volta ao Lar  já dentro desta parceria.

Pensando na nova propriedade da Disney, que está se tornando um verdadeiro monopólio do entretenimento, resolvemos apresentar para você alguns dos recém-adquiridos bens do estúdio, antes considerado uma empresa infantil e que agora está em seu caminho para dominar o mundo. Estas são as aquisições mais quentes da Fox que vão parar nas mãos da Disney.

X-Men

O universo X nos quadrinhos é basicamente tão grande e relevante quanto a própria Marvel em si. E no terreno do audiovisual seguia pelo mesmo caminho. A franquia X-Men é atualmente uma das propriedades mais quentes da Fox. Bem, o primeiro pensamento que chega à mente uma vez o Universo X estando nas mãos da Disney é que agora o estúdio possui todos os grandes personagens da Marvel reunidos numa única casa. Homem-Aranha e X-Men eram os últimos que faltavam – e eram dois dos mais populares. Ah, sim, Quarteto Fantástico também – e voltaremos a este tópico.

Podemos esperar a inclusão dos mutantes já a partir da fase 4 dos filmes da Marvel. Não acredito que filmes como Homem-Formiga e a Vespa (2018), Capitã Marvel (2019) e o vindouro Vingadores 4 (2019), ainda sem título oficial, irão fazer uso dos personagens. Ao mesmo tempo, ano que vem estão para ser lançados X-Men: Fênix Negra, quarto da franquia iniciada em 2011 com Primeira Classe, e o derivado de terror X-Men: Novos Mutantes. O resultado de tais filmes irá ditar qual caminho o estúdio seguirá. Pensando pelo aspecto de que a Disney não curte muito deixar suas aquisições na geladeira (veja o que ela fez com Star Wars, que tem lançado um filme por ano), e que Hugh Jackman se aposentou como o popular Wolverine depois de Logan, lançado este ano, espere uma nova escalação para o personagem em breve. Ou melhor ainda, Jackman havia dito que desistiria da aposentadoria se fosse para entrar no elenco do próximo Vingadores. Bem, agora isso é uma possibilidade.

Fora isso, temos também as séries de TV derivadas desta franquia, como The Gifted e Legion.

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Deadpool

Uma das maiores preocupações dos fãs em relação a esta bilionária compra, é se a Disney irá embarreirar produções como Deadpool e Logan, que recentemente conquistaram o direito de uma censura alta, tão almejada pelos fãs do gênero, incluindo violência gráfica extrema, muito palavrão e – a parte que ainda está devendo – nudez. Não acredito que Disney irá reverter esse quadro. É só lembrar que o estúdio tem suas subdivisões e que os filmes iniciais de Quentin Tarantino, por exemplo, vide Pulp Fiction e Jackie Brown, foram lançados enquanto a Miramax estava de posse do estúdio. Então, acredito que como sábia que é, a empresa não mexerá neste time que está ganhando, e continuaremos a receber super-heróis de censura alta. Agora, talvez até com mais frequência.

Avatar

Há muitos anos desenvolvendo as continuações de sua saga espacial, James Cameron talvez tenha o incentivo que precise agora para tirar do papel suas tão almejadas sequências. Seja como for, Avatar 2 já está confirmado para estrear no dia 18 de Dezembro de 2020, com a volta do elenco original, e Kate Winslet (quem Cameron jogou ao estrelato em Titanic) num dos papeis principais.

Alien

A franquia Alien não vai bem das pernas, com os últimos exemplares Prometheus (2012) e Alien: Covenant (2017), dirigidos por Ridley Scott. Como igualmente é uma das propriedades mais valiosas da casa, a Disney pode dar uma mexida estruturalmente, e fazer a coisa funcionar. Talvez sem Scott e seus devaneios existencialistas de boteco. Queremos ver são os xenomorfos em toda a sua glória e não histórias enfadonhas sobre criação de androides. Quem sabe agora sai do papel o filme colocado na geladeira de Neill Blomkamp, que continuaria os eventos de Aliens – O Resgate (1986), eliminando assim todos os equívocos desta franquia. Scott poderia servir apenas de produtor.

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Quarteto Fantástico

Eu disse que voltaria a este tópico. Quarteto Fantástico foi a primeira superequipe da Marvel nos quadrinhos e a resposta da editora para a Liga da Justiça, da rival DC, acredite! No terreno do audiovisual, esta super família, extremamente popular nos quadrinhos, nunca teve grande sorte. Na década de 1990, um filme lançado por Roger Corman, apenas para não se perder os direitos sobre os personagens foi feito – reparem que eu não disse foi lançado, porque de fato não foi, assim se tornando uma lenda. As séries em animação dos personagens igualmente não se mostraram populares. Em meados da década passada, em 2005 e 2007, duas produções cinematográficas foram feitas com os heróis, de teor mais leve, cômico e indicado para toda a família. Em 2015, a propriedade era reinventada, com um tom mais sombrio e apelo de ficção científica, resultando num dos filmes mais desastrosos de anos recentes. A Fox então planejava um crossover dos heróis com os mutantes de X-Men. Ideia esta que a Disney agora poderá levar a fundo, além de misturá-los também com os personagens já em sua posse. Resta saber se o estúdio irá manter os atores da última adaptação. Meu pensamento é: não! Creio que a opção da Disney será recomeçar, com um novo elenco, assim como fez com o Homem-Aranha. E assim como o herói aracnídeo, a primeira aparição do Quarteto em terras de Marvel não precisará ser uma história de origem.

Predador e Planeta dos Macacos

A Fox é o estúdio retentor de mais criaturas lucrativas dentre todos os estúdios. E aqui estão mais dois, prestes a cair nas mãos da Disney. Enquanto a franquia Planeta dos Macacos foi revitalizada com esta trilogia recente que deu muito certo, e recebeu inúmeros elogios da imprensa especializada, ninguém acredita que está nos planos do novo estúdio simplesmente aposentá-la. Assim imaginamos que em breve, de uma forma ou de outra, veremos novas aventuras símias, mesmo sem Caesar e companhia. Já o Predador está com filme novo em fase de pós-produção para o lançamento em Agosto de 2018, com Shane Black na direção. O resultado do longa definirá continuações. A verdade é que a Disney com seu toque de midas faria até mesmo um novo Alien VS. Predador dar certo.

Os Simpsons e Arquivo X

Duas das séries televisivas da Fox são as mais icônicas de todos os tempos – ou as duas mais icônicas – e serão colocados em bom uso pela Disney, ninguém duvida. Os Simpsons, animação famosíssima da família amarela, está em cartaz desde 1989. Pois é. É a produção audiovisual mais duradoura da história. E se não parou até agora, não será nas mãos da Disney que irá para escanteio. Arquivo X, série de suspense e ficção científica iniciada em 1993, havia fechado as portas em 2002. Portas essas reabertas ano passado, com a décima temporada tardia, que trouxe de volta os protagonistas originais David Duchovny e Gillian Anderson. A décima primeira temporada é prometida para ano que vem. Arquivo X está entre as melhores séries de todos os tempos na opinião dos fãs.

Uma Noite no Museu e Kingsman

Franquias recentes da FOX que se mostraram extremamente lucrativas são Uma Noite no Museu e Kingsman. A primeira embora não faça muito a cabeça dos críticos, por seu teor bem infantilizado e com apelo apenas a crianças pequenas, é totalmente a praia da casa do Mickey, e o estúdio poderá certamente reinventá-la ou seguir para um quarto episódio, com o próprio Ben Stiller. A esta altura não imaginaria o motivo do ator querer sair da mira deste gordo contracheque, que provavelmente irá garantir-lhe um novo apartamento. Já Kingsman, mais subversivo e visceral, atingiu status cult em 2015, com o lançamento do original. O segundo, seguiu a mesma batida. De fato, foi tão semelhante que se tornou quase uma refilmagem. Seja como for, existe muito potencial ainda para ser totalmente abandonada.

A compra garantiu ainda para a Disney franquias como Duro de Matar, Alvin e os Esquilos, Doutor Dolittle, Esqueceram de Mim, A Era do Gelo, Rio, Percy Jackson e Maze Runner, entre outras.

E você, o que acha desta aquisição da Disney? Qual franquia gostaria de ver primeira transformada pela casa do Mickey? Ansioso pela junção de X-Men e Quarteto Fantástico com Os Vingadores? Comente!

Crítica | O Retorno de Ben – Julia Roberts em uma de suas melhores atuações

Filmes que falam sobre dependência química parecem mesmo ter ganhado destaque em Hollywood. Depois do drama Querido Menino – protagonizado pela dupla Steve Carell e Timothée Chalamet -, o assunto vem novamente à tona em O Retorno de Ben, com Julia Roberts e Lucas Hedges comandando a trama. Nele, a temática por si só já é responsável por criar toda uma atmosfera de tensão no público, mas o desespero da mãe vivida por Roberts é, sem dúvidas, o que faz o espectador se transportar para a história e não desgrudar os olhos da tela durante os 102 minutos do longa.

Dirigido por Peter Hedges – pai do protagonista na vida real, que inclusive foi convencido por Julia Roberts a aceitar o papel na trama -, Ben is Back (título original) fala sobre a volta de Ben Burns (Lucas Hedges) para a casa da família na noite de Natal. Por causa do seu vício em drogas, o jovem estava internado em uma clínica de reabilitação, mas tem a chance de passar 24h ao lado dos seus para tentar, ao menos nas festas de final de ano, recuperar um pouco do tempo perdido. A princípio, apenas a mãe e os dois irmãos pequenos é que o recebem com alegria – já que o padrasto (Courtney B. Vance) e a sua irmã Ivy (Kathryn Newton) ainda não tinham superado as recordações ruins das últimas vezes em que estiveram todos juntos. No entanto, ao longo da trama, a menina também começa a se alegrar com o retorno do irmão e a acreditar na real possibilidade dele contradizer as más expectativas e estar, de fato, recuperado.

Até que uma invasão na casa da família seguida pelo sequestro do cachorro enquanto todos estavam na igreja para o evento de Natal traz à tona a ideia de que Ben sempre vem acompanhado por problemas (para o padrasto, ao menos; e para o próprio, que se culpa por colocar quem ama em apuros ) e faz com que ele comece uma jornada para acertar contas do passado e recuperar o animal de estimação – ao mesmo tempo em que corre o risco de ter uma recaída que, dependendo da intensidade, pode lhe custar a vida. A partir daí, Holly Burns, a mãe do jovem, passa a viver seu pior pesadelo ao começar a conhecer um pouco o universo obscuro do filho (incluindo um envolvimento com um professor de História do colégio em troca de remédios para se drogar), e Julia Roberts, quem dá forma à ela, entrega uma de suas melhores performances dramáticas no cinema.

Das horas em que sente alegria por ver o filho de volta aos momentos em que fica ao seu lado temendo uma nova recaída, Roberts coloca a força de sua atuação no olhar e no modo como se movimenta. Nunca relaxada, nunca confortável (mesmo nas horas em que sorri e tudo parece bem), a atriz transmite para a tela toda a tensão de uma mãe que vive com medo de perder quem ama para as drogas. Difícil não se emocionar ao ver sua reação ao ter o filho de volta ou sentir seu desespero quando, no provador do shopping, Ben insinua que tem entorpecentes escondidos no tênis que ela esqueceu de checar e quando ele a deixa na loja de conveniência e segue sozinho na arriscada jornada em busca do cachorro sequestrado. Aparecendo como verdadeira protagonista da história, não é exagero dizer que a estrela É o filme.

Mas, apesar de todo esse destaque da atriz de Uma Linda Mulher, vale dizer que Lucas Hedges também cumpre muito bem o seu papel e comove na pele de Ben Burns. Um dos pontos altos de sua atuação, inclusive, acontece na noite de Natal na igreja – quando, ao olhar para a irmã cantando no coral, ele solta lágrimas que nos fazem sentir toda a sua dor e arrependimento por tudo o que viveu e fez a família passar. Junto com Boy Erased: Uma Verdade Anulada, O Retorno de Ben vem para comprovar que, muito longe de ser apenas um rostinho bonito, o jovem ator tem a promessa de uma carreira bem promissora pela frente. Para quem já tinha acompanhado seu trabalho em filmes como Lady Bird e Manchester À Beira-Mar, o amadurecimento no drama fica ainda mais evidente por aqui.

E assim, com a força das atuações dos protagonistas e todo o apelo emocional do enredo, a produção de Peter Hedges aparece como um filme sobre drogas que não apela para o drama exagerado para prender a atenção do espectador e comover. Com um ritmo que pode até ser considerado meio lento por alguns, ele cria uma atmosfera de tensão através de diálogos e olhares – principalmente entre mãe e filho, que, apesar de tudo, ainda conseguem manter uma certa cumplicidade. No fim, seguindo o que aparece na última cena em aberto, ele deixa um sopro de esperança para quem acompanhou a jornada de quem sempre fez de tudo para salvar seu filho. Não dizem que mães são heroínas? Julia Roberts, certamente, acabou de interpretar uma de suas maiores guerreiras…

‘The OA’: Depois de mais de dois anos, 2ª temporada estreia na Netflix

A aclamada série ‘The OA‘ se tornou uma grande sensação na época de seu lançamento, em 16 de dezembro, Na ocasião, jamais saberíamos que a 2ª temporada estrearia na Netflix apenas dois anos e três meses depois.

Mas a espera chegou a seu fim nesta sexta-feira (22) e o novo ciclo  já está disponível, na íntegra, na plataforma de streaming.

Confira o trailer:

A série começa quando uma garota cega, Prairie Johnson (Marling), desaparecida por sete anos, reaparece com a visão recuperada. Prairie não consegue falar sobre os anos que permaneceu desaparecida para seus pais e para o FBI. Mas ao longo da investigação segredos sobre seu desaparecimento e sua milagrosa recuperação virão à tona.

O elenco conta com Brit Marling, Patrick Gibson, Brendan Meyer, Emory Cohen, Scott Wilson, Phyllis Smith, Alice Krige, Brandon Perea, Ian Alexander e Jason Isaacs.

Crítica em Vídeo | Nós – Novo terror do diretor de ‘Corra!’ é perturbador

O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em vídeo do terror ‘Nós‘, novo filme do diretor Jordan Peele – o mesmo de ‘Corra!’.

Assista a crítica:

Crítica em texto:

Crítica | Nós – Novo capítulo da saga de ‘Além da Imaginação’ de Jordan Peele

Questionado sobre ‘Nós‘ ser um filme de terror ou suspense (como é o caso de ‘Corra!‘, vendido erroneamente como um terror), Peele fez questão de reafirmar que seu novo filme é um terror de verdade.

Em seu primeiro fim de semana nos EUA, analistas apontam que o filme deve arrecadar entre US$ 35 milhões e US$ 40 milhões.

O longa foi escrito e dirigido por Jordan Peele, que venceu o Oscar de Melhor Roteiro Original com ‘Corra!‘.

Na trama, “Uma mãe e um pai levam seus filhos para a casa na praia esperando relaxar e se divertir com seus amigos. Mas quando a noite cai, a serenidade se transforma em tensão e caos após visitas chocantes aparecerem sem convite.”

O elenco conta com Lupita Nyong’oDuke Nicholson, Evan Alex, Madison Curry, Cali Sheldon, Noelle Sheldon, Tim Heidecker,Yahya Abdul-Mateen II, Anna Diop Shahadi Wright Joseph.

O terror chega aos cinemas nacionais amanhã, dia 21 de março.

Crítica | Um Ato de Esperança – Emma Thompson brilha em drama sobre religião versus ciência

Deus Não Está Morto

Um Ato de Esperança (The Children Act, 2017) funciona em três âmbitos de sua narrativa. Em dois deles, exibe ótima forma. Chegando ao Brasil com quase dois anos de atraso em relação à sua estreia no Festival de Toronto, o longa britânico – com coprodução dos EUA – tem como chamariz a presença da estrela Emma Thompson, veterana de uma carreira de 37 anos, com 84 créditos como atriz e vencedora de dois Oscar.

O filme é baseado no romance de Ian McEwan (autor de Desejo e Reparação), que discute em seu âmago o polêmico tema atemporal da ciência versus religião. Dirigido por Richard Eyre (do fervoroso Notas Sobre um Escândalo), o longa segue o exaustivo trabalho da juíza britânica Fiona Maye (Thompson), cujos casos em sua maioria envolvem crianças, procedimentos médicos e seus pais ou familiares contrários a tais intervenções.

Quando o filme começa, a magistrada se depara com o caso de gêmeos siameses, que precisam ser separados para que ao menos um deles tenha chance de sobreviver. Os pais dos bebês, religiosos incisivos, são completamente contra a operação – afirmando que o ato consistiria em assassinato, já que estaria condenando imediatamente um deles. Estes são os tipos de problemas com os quais a protagonista precisa lidar no seu dia a dia.

Como contraponto desta rotina, Maye não possui filhos – o que torna seus julgamentos mais racionais, menos passionais, mas não completamente desprovidos de emoção. Em casa – na vida pessoal – outra questão pesa sobre a magistrada: o casamento com o personagem do sempre eficiente Stanley Tucci (indicado ao Oscar) caiu na rotina e esvaiu qualquer intimidade. O sujeito beira o desespero, buscando de toda forma reacender a chama. Mas para esta mulher de fibra, o trabalho vem sempre em primeiro lugar.

Com o lançamento recente de Suprema (On the Basis of Sex), protagonizado por Felicity Jones, uma curiosa dobradinha nasce entre os dois longas. Ruth Bader Ginsburg foi a responsável por abrir portas para que mulheres como a ficcional juíza Maye pudesse ocupar o cargo que desempenha. Anos mais tarde, os direitos podem não estar iguais, mas um longo caminho foi percorrido – e com ele as mazelas do workaholic, em geral associados a problemas na vida pessoal.

É bom ver uma veterana do nível de Emma Thompson receber de presente um papel como este, no qual pode explorar intensamente sua exímia abrangência performática, carregando uma produção de renome – que assim como Suprema, se segura muito no texto e atuações, como num espetáculo teatral. Seguindo de perto, Tucci exibe boa química com a colega, e o trio principal tem como complemento o empenhado jovem Fionn Whitehead – protagonista de Dunkirk (2017) e Bandersnatch, da série Black Mirror (2018).

Suprema e Um Ato de Esperança precisam ser reverenciados como exemplares do cinema adulto mainstream (mirado ao grande público), que empodera suas protagonistas, mesmo que nem todas as peças estejam no lugar. Ambos os filmes soam como produções para a TV, por exemplo, no que diz respeito à sua forma pouco ousada e tradicional de se contar uma história.

O núcleo desta trama se concentra no caso de um rapaz (Whitehead), vindo de família de Testemunhas de Jeová, que necessita de transfusão de sangue para sobreviver – o que sua fé é estritamente contra. Por ser menor de idade, seus pais decidem por ele, mas o Estado pode intervir – na forma da juíza. Um Ato de Esperança tem muitas ideias boas a serem dissecadas e discutidas, e faz questão de levantar tópicos polêmicos sem dar respostas fáceis.

No terceiro ato, porém, adentra um território escorregadio de sua história, ao focar num comportamento obsessivo do rapaz – o que de um ponto de vista psicológico pode fazer todo sentido. Talvez tenha faltado mais ousadia ao produto final, como elementos técnicos mais pulsantes para que o longa verdadeiramente se destacasse. Como resultado, temos uma obra dramática interessante e digna, mas pouco memorável.

‘Vingadores: Ultimato’ ganha inédito – e emocionante – comercial legendado!

Vingadores: Ultimato ganhou seu primeiro comercial legendado, que traz diálogos bastante emocionantes

Confira, com um novo banner:

A Empire publicou uma vasta entrevista com o elenco e equipe do filme confirmando algo que muitos fãs já esperavam: cenas presentes nos trailers do filme foram alteradas para não revelar spoilers. Os diretores Anthony e Joe Russo afirmam:

“Nós vemos o trailer como uma experiência muito diferente do filme, e eu acho que o público é capaz de prever muita coisa agora, então você precisa ser muito esperto na hora de criar um trailer, porque o público pode assistir o trailer e basicamente te contar tudo o que acontece no filme. Nós consumimos muito conteúdo. Então temos à nossa disposição muitas tomadas diferentes que não estão no filme, e que nós podemos manipular através de efeitos visuais para contar a história que queremos contar especificamente para o propósito do trailer, e não do filme.”

Uma teoria alega que a cena que mostra Tony Stark e a Nebula ao lados dos Vingadores com o Traje do Reino Quântico é falsa, assim como eles fizeram com a cena do Hulk na batalha de Wakanda.

Confira:

O que você acha?

“Após os eventos devastadores de Vingadores: Guerra Infinita, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.”

Ou seja: o Estalar de dedos de Thanos não balanceou o Universo, mas criou um evento de destruição em massa. E para desfazer isso, nossos heróis provavelmente terão mesmo que viajar no tempo.

Vingadores: Ultimato estreia em 25 de abril de 2019

EXCLUSIVO: Samantha Schmütz é xingada em clipe hilário de ‘Cine Holliúdy 2′

O CinePOP divulga, com EXCLUSIVIDADE, um clipe inédito de ‘Cine Holliúdy 2 – A Chibata Sideral‘, de Halder Gomes.

Nele, a primeira-dama Justina Ambrósio (Samantha Schmütz) tenta fazer política mas é xingada em praça pública.

Estrelado por Edmilson Filho, que volta a interpretar Francisgleydisson, o filme já está em exibição nos cinemas nacionais.

Assista:

Crítica | Cine Holliúdy 2 – A Chibata Sideral – Humor porreta que faz gargalhar sem ofender 

“Nós temos uma história que é nossa e nunca foi contada nos cinemas”. É com esse lema em mente que Francis decide abraçar uma nova missão. Sem rumo e desolado por ter que fechar as portas de seu Cine Holliúdy, ele tem uma experiência alienígena e se depara com um disco voador. Envolvido com a situação, Francisgleydisson decide fazer um filme em que Lampião enfrenta extraterrestres. Para integrar o elenco, convoca os moradores de Pacatuba e recorre aos duvidosos Prefeito Olegário (Roberto Bomtempo) e primeira-dama Justina Ambrósio (Samantha Schmütz).

“E, no Ceará, filme de ET não tem medo de concorrência hollywoodiana não. Pense numa produção de sucesso de bilheteria medonha. Muito maior do que aquele calango véi (sic). Como é o nome? Godzilla”, promete Francis no vídeo.

Totalmente falado em “cearensês”, o primeiro filme foi exibido com legendas em português para traduzir o amplo vocabulário regional, e levou mais de 500 mil brasileiros aos cinemas.

Crítica em Vídeo | Cemitério Maldito – Aterrorizante e cheio de reviravoltas chocantes

O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica EM VÍDEO de ‘Cemitério Maldito‘ – que chega aos cinemas nacionais dia 9 de Maio.

Com uma atmosfera sufocante e jumpscares assustadores, o terror vai agradar em cheio aos amantes do gênero e pode ser facilmente considerado uma das melhores adaptações do mestre Stephen King.

Assista:

Com 10 críticas publicadas, o terror alcançou 100% de aprovação no Rotten Tomatoes.

O consenso geral é que o filme é assustador, com uma ótima atmosfera e fotografia, sendo considerada uma das melhores adaptações de Stephen King.

Dirigido pela dupla Dennis Widmyer e Kevin Kolsch (‘Starry Eyes‘), o longa é baseado na obra homônima de Stephen King.

O médico Louis Creed muda com a mulher e dois filhos pequenos para uma casa de campo em Ludlow, Maine. Em frente à casa passa uma rodovia movimentada e, atrás, há um cemitério de animais. Por meio do velho Crandall, seu vizinho, Creed descobre também perto dali um antigo cemitério indígena, que tem o poder de mandar de volta à vida os corpos enterrados nele. Quando sua filha Ellie morre atropelada, Creed resolve enterrá-la no cemitério indígena e esperar por sua ressurreição.

O elenco conta com Amy SeimetzJason Clarke, Obssa AhmedAlyssa Brooke Levine John Lithgow.

Cemitério Maldito‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 9 de maio.

‘Deadpool’ deve ser o único mutante dos ‘X-Men’ a permanecer no acordo Disney/Fox

A compra da Fox por parte da Disney vai redefinir o rumo da indústria cinematográfica em diversas esferas e os fãs devem esperar mudanças e uma das franquias mais famosas do antigo estúdio, os ‘X-Men‘.

Segundo o The Hollywood Reporter, após as estreias de ‘Fênix Negra‘ e ‘Novos Mutantes‘, a expectativa é que a Disney encerre ambas as sagas, não dando sequência com novos filmes. A publicação ainda pontua que apenas Deadpool seguirá nos moldes atuais, trazendo Ryan Reynolds de volta como o protagonista, em uma narrativa mais agressiva e violenta, com classificação R-Rated.

A matéria ainda sugere que tudo sera reiniciado, o que deve fazer de ‘Fênix Negra‘, o último filme dos ‘X-Men dessa era. Além disso, ainda existe a possibilidade de ‘Novos Mutantes‘ não ser mais lançado nos cinemas, com a alternativa do longa estrear diretamente no Disney+, o novo streaming da Casa do Mickey, que ainda será lançado.

 

Deadpool já está em seu terceiro filme – dois em sequência e um especial de Natal – e traz Ryan ReynoldsMorena BaccarinBrianna HildebrandT.J. MillerJosh BrolinZazie Beetz e outros.

‘Vingadores: Ultimato’: Hulkbuster aparece em novo banner do filme

Vingadores: Ultimato ganhou um novo banner que traz os heróis reunidos e uma aparição surpresa: a Hulkbuster.

Confira, com um novo comercial de TV:

A Empire publicou uma vasta entrevista com o elenco e equipe do filme confirmando algo que muitos fãs já esperavam: cenas presentes nos trailers do filme foram alteradas para não revelar spoilers. Os diretores Anthony e Joe Russo afirmam:

“Nós vemos o trailer como uma experiência muito diferente do filme, e eu acho que o público é capaz de prever muita coisa agora, então você precisa ser muito esperto na hora de criar um trailer, porque o público pode assistir o trailer e basicamente te contar tudo o que acontece no filme. Nós consumimos muito conteúdo. Então temos à nossa disposição muitas tomadas diferentes que não estão no filme, e que nós podemos manipular através de efeitos visuais para contar a história que queremos contar especificamente para o propósito do trailer, e não do filme.”

Uma teoria alega que a cena que mostra Tony Stark e a Nebula ao lados dos Vingadores com o Traje do Reino Quântico é falsa, assim como eles fizeram com a cena do Hulk na batalha de Wakanda.

Confira:

O que você acha?

“Após os eventos devastadores de Vingadores: Guerra Infinita, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.”

Ou seja: o Estalar de dedos de Thanos não balanceou o Universo, mas criou um evento de destruição em massa. E para desfazer isso, nossos heróis provavelmente terão mesmo que viajar no tempo.

Vingadores: Ultimato estreia em 25 de abril de 2019

‘Star Wars: Rogue One’: 1º rascunho do roteiro não tinha menção a Estrela da Morte

Apesar de ter estreado no longínquo ano de 2016, algumas novas informações de ‘Star Wars: Rogue One‘ foram divulgadas agora. Em entrevista no podcast Cult Popture, o roteirista Chris Weitz falou um pouco sobre a primeira versão de seu roteiro, que mantinha o mistério em cima da Estrela da Morte quase nunca a mencionando diretamente.

“Não era claro no começo do filme que a Estrela da Morte seria a Estrela da Morte. Era só a sensação de que algo ruim estava acontecendo e a Rebelião precisava descobrir. Havia uma sensação ruim se desenvolvendo pelo roteiro original. Eu estava querendo algo que tivesse mais um senso de ironia dramática. Eu gosto bastante da versão final Eu gostei muito do filme… Eu não fazia ideia de que iria funcionar até o momento em que sentei para a estreia. Eu estava assistindo um filme que escrevi e um filme novo ao mesmo tempo. Eu gostei muito, muito mesmo.”

Agora, a história de ‘Star Wars: Rogue One‘ continuará no formato de série para o Disney+.

A nova série contará até mesmo com a presença de Diego Luna retornando ao papel de Cassian Andor oferecendo maior profundidade ao personagem que foi bastante criticado na época do lançamento do filme.

A produção está sendo planejada para o novo serviço de streaming da Casa do Mickey, intitulado Disney+.

O serviço contará com diversas produções originais como filmes e séries das propriedades da Disney como a Marvel e Star Wars.