Charlize Theron (‘Mad Max: Fúria Road’, ‘Monster’) viverá a vilã, e terá como capanga o ator Kristofer Hivju, conhecido por interpretar Tormund Giantsbane na série ‘Game of Thrones‘.
O oitavo filme da franquia, que começará uma nova trilogia, será comandado por F. Gary Gray, que neste ano dirigiu o fenômeno comercial ‘Straight Outta Compton – A História do N.W.A.‘.
Gray e Diesel já colaboraram juntos em ‘O Vingador‘ (A Man Apart), de 2003. O diretor ainda tem no currículo o filme de ação ‘Uma Saída de Mestre‘. Ele concorria ao cargo com Louis Leterrier (‘Truque de Mestre’) e Adam Wingard (‘Você é o Próximo’).
O perfil oficial de ‘Logan‘ no Instragram liberou a mais nova imagem. Note que a legenda avisa, Reaver.
Reaver faz parte de um grupo de vilões especializados em acabar com os mutantes.
Confira:
“Situado em 2024, Logan e o Professor Charles Xavier devem lidar com a perda dos X-Men, quando uma corporação comandada por Nathaniel Essex está destruindo o mundo. Com as habilidades de cura de Logan lentamente desaparecendo, e com um Xavier sofrendo de Alzheimer – e esquecendo de praticamente todo seu passado – Logan travará uma batalha mortal para derrotar Nathaniel Essex com a ajuda de uma jovem chamada Laura Kinney, clone feminina de Wolverine”.
A estreia no Brasil acontece dia 2 de março de 2017, um dia antes dos EUA.
Em um futuro próximo, um cansado Logan cuida de um Professor X em dificuldade, escondido na fronteira mexicana. Mas as tentativas de Logan de se esconder do mundo e de seu legado acabam quando um jovem mutante chega, sendo perseguida por forças obscuras.
Com painel marcado para essa sexta-feira na San Diego Comic-Con, a AMC liberou o mais novo cartaz da terceira temporada de ‘Fear The Walking Dead‘.
Confira:
O drama explora o início do apocalipse zumbi pelos olhos de uma família problemática de Los Angeles. Nessa cidade, onde as pessoas vão para escapar, esconder segredos e enterrar o seu passado, um misterioso surto ameaça perturbar a pouca estabilidade que a professora do ensino médio Madison Clark (Kim Dickens) e o professor de Inglês Travis Manawa (Cliff Curtis) conseguiram estabelecer. A pressão cotidiana de unir duas famílias enquanto lidam com ressentimentos e filhos revoltados fica em segundo plano quando a sociedade começa a se romper.
A cena de abertura do sexto episódio de ‘American Horror Story – Cult‘, que será exibido dia 10 de Outubro, envolve um tiroteio em massa.
Porém, após o massacre que aconteceu em Las Vegas, o canal FX irá reeditar as cenas do episódio intitulado ‘Mid-Western Assassin‘.
Em respeito às vítimas e seus familiares, Ryan Murphy conseguiu diminuir a violência da cena em questão e diminuir o impacto da mesma.
“Eu poderia transmitir a cena completa, mas as vítimas merecem respeito. Alguém afetado por isso pode assistir ao episódio e se sentir mal, causando algo ainda pior. Eu tenho muita empatia pelas pessoas afetadas.”, afirmou…
Assista ao comercial do episódio:
A sétima temporada de ‘American Horror Story’ começa no processo de votação entre Donald Trump e Hillary Clinton.
Vale lembrar também que ‘American Horror Story‘ foi renovada no começo do ano para mais duas temporadas, a sétima e a oitava.
Mais uma vez os fãs provaram que têm poder de decisão e a aclamada comédia de humor negro, ‘Brooklyn Nine-Nine‘, não foi cancelada. A produção, que já pertenceu à emissora NBC, voltou para os seus braços e vai ganhar uma sexta temporada com 13 novos episódios.
Durante o painel da série na Comic-Con, foi divulgado um divertido trailer que tira sarro do quase cancelamento e agradece ao canal NBC.
Assista:
O anúncio foi feito pelo próprio presidente de Entretenimento do canal, Robert Greenblatt:
“Desde que vendemos a série para a FOX eu me arrependo de tê-la deixado ir embora e já passou da hora de trazê-la de volta para o seu lar de direito. Mike Schur, Dan Goor e Andy Samberg cresceram na NBC e nós estamos muito empolgados por saber que uma das séries mais inteligentes, engraçadas e com o melhor elenco nos últimos tempos terá um espaço na nossa grade de comédia. Eu falo por todos aqui da NBC, um brinde à ‘Nine-Nine‘!”
Após a triste despedida de Ben Affleck como o Batman, o ator apareceu no Jimmy Kimmel para promover seu novo filme da Netflix, ‘Triple Frontier‘, e finalmente falou sobre sua decisão de deixar a capa e o capuz para trás.
“Sim, eu não mais o Batman. Eu decidi – tentei dirigir uma versão dele, trabalhei com um roteirista muito bom, mas não consegui criar uma versão”, disse Affleck. “Não foi possível decifrar o que eu queria fazer. Então, achei que era hora de deixar que alguém tentasse e eles conseguissem pessoas realmente boas.”
Kimmel então surpreendeu Affleck com uma cerimônia de aposentadoria, revelando que eles iam pendurar seu traje nas vigas.
“A Warner Bros. nos deu algo e vamos oficialmente aposentar sua capa de Morcego nas vigas. Esse é o seu capuz e capa oficial”, disse Kimmel.
Assista:
Recentemente, o diretor Matt Reeves fez uma declaração oficial e disse que quer alguém de mais ou menos 20 anos para encarnar o Cavaleiro das Trevas.
Os detalhes acerca do mais novo filme do personagem estão sendo divulgados pouco a pouco. Segundo o site Variety, ‘The Batman’ (‘O Batman’, em tradução livre) chega aos cinemas em meados de 2021.
Por anos, os rumores acerca de Affleck deixando o posto de Batman despontaram em diversos lugares, e agora os boatos se confirmam. Entretanto, ainda que Reeves deseje elencar alguém mais novo, os estúdios Warner Bros. ainda preferem chamar um ator mais velho para dar vida ao icônico herói da DC.
Detalhes da narrativa ainda se mantêm às escondidas. Reeves também confirmou que o filme não será diretamente baseado em ‘Ano Um’, quadrinho assinado por Frank Miller. A versão final do roteiro, entregue em 2018, foi entregue às mãos dos produtores.
Além de ‘The Batman’, a DC traz diversos outros filmes para comporem seu panteão. ‘Shazam!’ chega aos cinemas no dia 05 de abril, enquanto ‘Aves de Rapina’ tem estreia marcada para o dia 07 de fevereiro de 2020. A sequência ‘Mulher-Maravilha 1984’ será lançada pouco tempo depois, no dia 05 de junho de 2020.
Em outubro deste ano, um filme solo intitulado ‘Coringa’, estrelado por Joaquin Phoenix, chega às telonas, sem fazer parte do universo em questão.
O longa arrecadou apenas US$ 29 milhões em seu fim de semana de estreia nos EUA, e soma apenas US$ 235 milhões no MUNDO TODO após TRÊS semanas em cartaz.
Segundo com o Indie Wire, a sequência custou US$ 185 milhões, e o orçamento gasto com marketing estava na faixa de US$ 80/100 milhões, então o filme precisa arrecadar pelo menos US$ 450 milhões para sair no lucro.
Analistas afirmam que ‘Destino Sombrio‘ deve encerrar sua jornada nas bilheterias com apenas US$ 70 milhões nos EUA, e entre US$ 180 e 200 milhões pelo mundo. No total, o filme deve fazer no máximo US$ 270 milhões mundialmente.
Totalizando, a Paramount deve sair com um prejuízo em torno de US$ 120 milhões se a sequência continuar fracassando.
Para comparação, ‘O Exterminador do Futuro: Gênesis‘ teve abertura doméstica de US$ 27 milhões, em 2015, e encerrou sua jornada nas bilheterias mundiais com US$ 440 milhões em caixa.
Lembrando que o estúdio já acumulou um prejuízo de US$ 60 milhões pelo fracasso de ‘Projeto Gemini’, que foi orçado em US$ 140 milhões e arrecadou apenas US$ 160 milhões em um mês de exibição.
O filme ignora os eventos de ‘Exterminador do Futuro 3‘ e todas as outras sequências que vieram depois, reiniciando a linha do tempo após ‘O Julgamento Final‘.
A duração será 128 minutos.
Detalhes sobre a trama estão sendo mantidos em segredo, mas o roteiro vai ignorar as últimas sequências e continuar a partir do segundo filme, com uma nova cronologia. Espera-se, também, que este seja o início de uma nova trilogia.
Em seu perfil do Instagram, Sam Hargrave, o coordenador de dublês da Marvel Studios, publicou vídeos dos bastidores de ‘Vingadores: Guera Infinita‘ e outras produções do estúdio.
Uma curiosidade é que o dublê oficial de Chris Evans é o próprio Sam, mas seu irmão Daniel foi quem assumiu a função em ‘Vingadores: Guerra Infinita’ e ‘Ultimato‘.
Uma publicação compartilhada por Sam Hargrave (@thesamhargrave) em
“A batalha de Wakanda em ‘Vingadores: Guerra Infinita‘. Agradeço a todos os incríveis artistas que fizeram essa sequência se tornar realidade.”, escreveu Hargrave.
Uma publicação partilhada por Sam Hargrave (@thesamhargrave) a
Lançado em 2018, ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ foi um sucesso de crítica e público, arrecadando US$ 2,048 bilhões etornando-se uma das maiores bilheterias mundiais.
‘Matrix 4‘ teve sua data de estreia confirmada nos cinemas nacionais. O filme chega por aqui no dia 23 de Dezembro de 2021.
Confira o calendário de estreia da Warner Bros., sujeito a alterações:
11 DE FEVEREIRO – TOM & JERRY
11 DE MARÇO – OS PEQUENOS VESTÍGIOS
25 DE MARÇO – Godzilla vs Kong
15 DE ABRIL – MORTAL KOMBAT
3 DE JUNHO – Invocação do Mal 3 – A Ordem do Demônio
15 DE JULHO – Space Jam: Um Novo Legado
5 DE AGOSTO – O ESQUADRÃO SUICIDA 2
19 DE AGOSTO – Em um Bairro de Nova York
9 DE SETEMBRO – MALIGNANT
30 DE SETEMBRO – DUNA
4 DE NOVEMBRO – ELVIS FILM (sem título nacional)
2 DE DEZEMBRO – King Richard (sem título nacional)
23 DE DEZEMBRO – MATRIX
‘Matrix’ foi lançado em 1999 e aclamado pelo mundo por conta dos efeitos visuais pioneiros. O original ganhou quatro Oscars e arrecadou 463 milhões de dólares em todo o mundo.
Seguiram-se duas continuações, ‘Matrix: Reloaded’ e ‘Matrix: Revolutions’, ambas lançadas nos cinemas em 2003.
Ao todo, a trilogia arrecadou US$ 1,6 bilhão de dólares para a Warner Bros Pictures.
A história de ’10 Dias’ revela que Laura está viva e que Massimo irá salvá-la da gangue rival. Mais do que isso, Laura dará valor ao seu novo estilo de vida e ao seu conturbado amor pela máfia – eventualmente culminando no casamento dos protagonistas.
O último capítulo da saga, por sua vez, gira em torno na gravidez de Laura – posta em xeque após a jovem levar um tiro.
O ator Michele Morrone, que vive o Massimo em ‘365 Dias‘, comemorou o término das gravações da sequência do filme da Netflix e revelou que a terceira parte foi filmada simultaneamente.
“O fim desta aventura… Massimo estará sempre no meu coração. São 5 horas da manhã e eu acabei de chegar: nós filmamos 365 Dias – Partes 2 e 3. Eu sou muito grato por ter feito parte disso e ter tido uma bela aventura, que eu conheci tanta gente trabalhadora” afirmou.
A sequência tem estreia prevista para 2022. Não foi revelado quando estreia a terceira parte.
Massimo é membro de uma das famílias mais influentes da máfia siciliana e Laura é uma simples gerente de vendas de um hotel. Durante uma viagem à Sicília para tentar salvar seu relacionamento, Laura se torna vítima de um sequestro, no qual o mafioso dará a ela 365 dias para se apaixonar por ele.
A série de comédia ‘No Xadrez‘ (‘Hard Cell’), criada e estrelada por Catherine Tate (‘The Office’), recebeu inacreditáveis 0% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.
As oito críticas publicadas foram negativas.
A trama em estilo documentário se passa em um presídio feminina fictícia chamado HMP Woldsley e acompanha a equipe e as detentas durante um período de seis semanas. À medida que a série avança, as mulheres desenvolvem seus relacionamentos interpessoais ao passo em que encontram suas vozes e se preparam para um musical.
Entre os principais comentários, a série é descrita como chata, enjoativa, sem graça e uma falha tentativa de entregar um humor inteligente.
Além disso, os vários personagens vividos por Tate não conseguem conquistar o público por conta de falta de carisma e singularidade em cada um deles.
Confira as avaliações:
“Tate costumava ser uma satirista que não aceita prisioneiros (trocadilhos), detonando a homofobia e a ignorância geral, mas aqui o humor é sem sal, e o exagero é mais forte que a inteligência das piadas.” – Globe and Mail.
“Tate pode ser uma comediante veterana, mas ‘No Xadrez’ é sua primeira tentativa em uma sitcom – e graças a uma narrativa sem brilho e uma abundância de personagens unidimensionais, o amadorismo realmente fica evidente.” – The Guardian.
“Acima de tudo, ‘No Xadrez‘ parece terrivelmente datada, com humor de banheiro sem fim e uma abordagem de documentário satírico que só poderia ser descrita como gervaisiana.” – Daily Telegraph.
“Essa série é que deveria ficar atrás das grades.” – Pajiba.
“Há restos ossos de uma boa série aqui, mas que acabaram de ser trancados atrás de vários conjuntos de grades, como seus protagonistas. O resultado é que a coisa toda tropeça logo na linha de partida e nunca encontra seu passo.” – London Evening Standard.
“Entre o formato desgastado e a ideia de que Tate está interpretando a maioria das personagens em destaque, ‘No Xadrez’ se torna muito cansativa para aguentar, mesmo após os primeiros 30 minutos. Não podemos imaginar ficando melhor durante o resto da temporada.” – Decider.
Tate também é creditada pelo roteiro, junto com Alex Carter e Niky Wardley.
O elenco também conta comDonna Preston, Lorna Brown, Christian Brassington, Niky Wardley, Peter Singh, Lisa Davina Phillip, Jola Olajide, Caroline Harding, Stacey Guthrie, Cheryl Fergison, Duncan Wisbey e Suzie Chard.
A sequência de ‘Ghostbusters: Mais Além‘ está sendo filmado e o Daily Mail divulgou imagens do set que mostram o retorno do ator William Atherton, que interpretou o vilão Walter Peck no filme original.
Confira a imagem abaixo:
FIREHOUSE pix have dropped! Peck is BACK! Grooberson obviously wearing a flight suit! pic.twitter.com/LNws5LuoMu
— Michigan Ghostbusters (@MI_Ghostbusters) April 21, 2023
Anteriormente, a atriz Mckenna Grace (‘Annabelle 3: De Volta para Casa’) já havia confirmado que irá retornar na sequência.
“Eu tenho perturbado constantemente o diretor Jason Reitman para saber como será a história da sequência. Não faço ideia qual será a direção que ele vai seguir. Mas, se eu soubesse, estaria sentada aqui dizendo ‘Não sei, estou muito ansiosa’. Eu só estou animada para retornar para o segundo filme.”
Ela completa, “Estou ansiosa para interpretar a Phoebe novamente.”
A sequência será lançada nos cinemas em 20 de dezembro de 2023.
Jason Reitman, diretor do filme anterior, servirá como produtor ao lado de Kenan e Jason Blumenfeld.
Reitman havia expressado seu desejo em trazer novos talentos para a franquia:
“Nós queríamos fazer um filme que abrisse esse universo para todo o tipo de histórias. Eu quero ver filmes dos ‘Ghostbusters’ feitos por todos os meus diretores favoritos e espero que esse filme dê essa oportunidade a eles.”
Sucesso nos cinemas, ‘Ghostbusters: Mais Além‘ arrecadou mais de US$ 200 milhões mundialmente.
Segundo o Deadline, Gerard Butler e Morena Baccarin foram oficialmente confirmados no elenco de ‘Destruição Final: O Último Refúgio 2’, reprisando seus papéis como John e Allison Garrity, respectivamente.
Intitulado ‘Greenland: Migration’ no original, o longa-metragem também traz Ric Waugh de volta à cadeira de direção.
O projeto teve os direitos adquiridos pela STX, pela enorme quantia de US$75 milhões (o maior acordo feito durante o mercado virtual de Cannes este ano). A companhia irá pagar US$25 milhões pelos direitos domésticos, enquanto US$50 milhões foram pelos direitos internacionais.
Chris Sparling (‘Enterrado Vivo’) assina o roteiro.
Lembrando que o filme original está disponível no Prime Video.
Após terem sobrevivido a um evento de quase extinção quando um cometa interestelar atinge a Terra, a família Garrity deve deixar a segurança do bunker da Groenlândia e embarcar em uma jornada perigosa através do deserto congelado e dizimado da Europa para encontrar um novo lar.
A rede de cinemas Regal divulgou seu balde de pipoca personalizado para o remake do clássico ‘Nosferatu‘, comandado pelo aclamado diretor Robert Eggers (‘O Homem do Norte’).
E sim, a pipoca vem dentro do caixão. O que achou da ideia?
O filme recebeu uma alta classificação etária (R), e só poderá ser assistido por maiores de idade (ou menores acompanhados de um responsável), por “violência sangrenta, nudez gráfica e conteúdo sexual”.
O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 9 de janeiro de 2025.
“‘Nosferatu’, de Robert Eggers, é um conto gótico de obsessão entre uma jovem assombrada na Alemanha do século 19 e o antigo vampiro da Transilvânia que a persegue, trazendo um horror incalculável com ele.”
O elenco conta com Bill Skarsgard (It: A Coisa) Lily Rose Depp (‘The Idol’), Aaron Taylor-Johnson (‘Trem-Bala’), Willem Dafoe (‘Pobres Criaturas’), Nicholas Hoult (‘X-Men: Primeira Classe’) e Emma Corrin (‘Deadpool 3’).
‘O Agente Secreto’ continua fazendo barulho nos cinemas ao redor do mundo e consolida seu nome como um dos maiores sucessos recentes do cinema brasileiro no mercado internacional. Representante oficial do Brasil na corrida pelo Oscar, o novo longa de Kleber Mendonça Filho já arrecadou US$ 1,2 milhão nas bilheteiras dos Estados Unidos, um resultado expressivo para uma produção nacional exibida de forma limitada.
Lançado no circuito norte-americano no fim de novembro, o filme começou com poucas sessões, mas vem ampliando gradualmente seu alcance. Atualmente, ‘O Agente Secreto’ está em cartaz em 133 salas espalhadas pelo país, o que demonstra a boa recepção do público e o interesse contínuo do mercado exibidor pelo título.
Com esse desempenho, o longa alcança um feito histórico: passa a ocupar a quarta posição entre os filmes brasileiros de maior bilheteria nos Estados Unidos. Na última semana, a produção superou ‘Nada a Perder’ (2018) e sua sequência, ‘Nada a Perder 2’ (2019), que até então ocupavam a quarta e quinta colocações do ranking.
Na liderança do levantamento segue imbatível o clássico ‘Cidade de Deus’, dirigido por Fernando Meirelles. O filme arrecadou US$ 7,5 milhões apenas em território americano e permanece como a produção brasileira de maior impacto no país. Além do sucesso comercial, o longa também se destacou na temporada de premiações, conquistando quatro indicações ao Oscar, um recorde para o cinema nacional.
O segundo lugar pertence a ‘Ainda Estou Aqui’, de Walter Salles, que somou US$ 6,2 milhões nos Estados Unidos. Estrelado por Fernanda Torres e Selton Mello, o drama marcou época ao vencer o Oscar de Melhor Filme Internacional, tornando-se o primeiro longa brasileiro a conquistar uma estatueta da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood.
Já ‘Central do Brasil’, também dirigido por Walter Salles, aparece logo atrás, com US$ 5,9 milhões arrecadados, reforçando sua importância histórica e seu forte apelo junto ao público internacional.
Vale lembrar ainda de ‘O Beijo da Mulher-Aranha’, de Hector Babenco, que faturou cerca de US$ 17 milhões nos Estados Unidos. Apesar do valor expressivo, o filme é considerado uma produção majoritariamente americana, falada em inglês, o que costuma excluí-lo de rankings focados exclusivamente em obras brasileiras de língua portuguesa.
Confira as 5 maiores bilheterias brasileiras nos EUA, segundo O Globo:
Com a boa performance nas bilheteiras e a visibilidade gerada pela campanha rumo ao Oscar, a expectativa é que ‘O Agente Secreto’ ainda possa subir números nas próximas semanas, reforçando o momento positivo do cinema brasileiro no exterior.
Demônio de Neon (The Neon Demon) suscitou algumas questões. Não posso dizer que isto seja bem mérito do direito Nicolas Winding Refn. Fato que algumas questões sobre estética ficaram na minha cabeça. Não sobre o mundo da moda. O filme é por demais autoindulgente e estetizante para ser uma crítica consistente sobre a superficialidade do mundo da moda.
O roteiro tem o mérito de não seguir o óbvio arco da garota inocente que é triturada pelos tubarões da indústria da moda. Mesmo na primeira hora do filme, na qual Jesse (Elle Fanning) realmente aparenta ser uma criatura frágil, já notamos um jeito meio malando meio inocente. Refn cria nela uma razoável ambiguidade, conseguindo uma lufada de dúvida sobre quem é mais mortal, se Jesse ou as pessoas que a cercam.
Em termos narrativos, a segunda parte certamente será a mais desagradável para o público. Não, não são as escatologias dessa parte que incomodarão (ao menos não aos acostumada aos filmes mais chocantes), pois o filme busca tanto ser sublimemente belo em cada quadro, que a repulsa fica apenas na ideia – claro, as almas demasiadas sensíveis ficarão chocadas, mas estas ficam até com beijo entre idosos na novela das nove. Ademais, a vontade tão ostensiva de chocar reduz o impacto.
O que desagrada nessa parte é ver como o filme se perde na sua narrativa. Misturando alguns subgêneros, o filme não chega a abraçar nem o horror nem o suspense de forma plena. E o pior, o que já era etéreo no começo, alcança um vazio que deixa a narrativa solta no ar. Se na primeira hora a questão fica em saber se Jesse será devorada ou devorará o sistema, na segunda parte, o conflito fica difuso, ora focando na oscilação da psique da protagonista (com uma ridícula verbalização do quanto ela é perigosa), ora tentando ser um horror estilizado, ora ameaçando adentrar o thriller, em outros momentos abraçando o grotesco, e assim por diante.
Não se enganem, isto não é incompetência de Refn; o caso parece ser de autoindulgência mesmo. O diretor parece estar tão certo da genialidade de seu trabalho que acha bom ir aparando todos os fios que permitiriam ao espectador destrinchar o filme. Claro, isto vai de pessoa para pessoa; pessoalmente, no meu atual estágio de desenvolvimento mental, não consegui captar grandes coisas dessa história. Brincadeiras à parte, é um troço complicado para criador avaliar o quanto pode deixar no subentendido. O criador vai tirando elementos, deixando ambiguidades, criando metáforas, cifrando sinais. Contudo, é preciso deixar o mínimo para o público desfiar os significados. Se a coisa fica tão sem aparas e a obra deixa de ter sentido, a culpa é do criador. Pode ser falta de repertório do espectador? Pode, mas na dúvida, a culpa é do criador. Parece-me que esse é o caso de Demônio de Neon. Especialmente na segunda parte, os sentidos são tão variados que fica a pergunta se o diretor não exagerou na dose.
Até a sua face mais evidente é frágil: a tal crítica ao mundo da moda é tão vazia quanto seu objeto de ataque. Primeiro, a crítica em si é superficial. Segundo, o principal contraponto, Dean (Karl Glusman), namorado de Jesse, não ganha o devido destaque. Terceiro, a dúvida sobre a natureza de Jesse dificulta que a coloquemos como vítima desse universo fútil – ora, como vamos criticar a indústria da moda, se o elemento novo já estava podre?!
O maior problema do filme está, justamente, em sua grande qualidade: a plasticidade. Demônio de Neon é belo. É sufocantemente belo. Tão belo, que suas cenas escatológicas perdem a força do choque. É tudo desenhado com esmero que deixa a trama em segundo plano. Cada imagem é tão elaborada que reforça a sensação de fragmentariedade da obra.
Refn faz aqui seu filme mais estético. É um esmero tamanho com a beleza da obra, que fica difícil aceitar que o diretor está criticando a superficialidade da moda. Como efeito colateral, a sua estética parece deixar seus personagens sem alma. Se a intenção de Refn era usar a estética para fazer o público sentir o vazio das personagens, parabéns, conseguiu. Tão bem sucedido, que ficamos com a sensação de estarmos transando com uma boneca inflável.
O leitor já deve estar se questionando qual era, afinal, o questionamento que o filme provocou em mim. Em resenha do UOL, Isabela Boscov alertou que os elementos mais criticados em Demônio de Neon são os mesmo que deram ao diretor a palma de ouro em Cannes por Drive. O incomodo de boa parte da crítica está na dosagem.
Refn é um esteta, isto qualquer crítico nota. Sua fotografia em tons elétricos e as composições das cenas provocam repulsa pela estranheza e atração por sua beleza, seus personagens parecem etéreos, como se vivessem em um mundo de pura beleza, em uma realidade toda peculiar. Pela reação da crítica, o diretor aplicou superdosagem.
Até que ponto aceitamos um filme de pura estética? A crítica empolga-se com sequências maneiristas, com a inovação técnica, com um plano composto com esmero. Crítica e público, em graus distintos, sentem um prazer com a estética do filme, até mesmo no grotesco. Mas, até onde aceitamos um filme que menospreza o conteúdo e foca na forma?
Por mais conteúdo que tenha, todas as artes são formas. O que diferencia um poema de uma divagação filosofia é, basicamente, a forma. No cinema não é diferente. Acontece que o cinema é mais “superficial” do que a literatura. Se a imagem tem a vantagem de não precisar de um tradutor, ela paga o preço da ambiguidade e, em certos momentos, da platitude. Por causa disto, é difícil fazer um bom filme que critique a superficialidade do mundo das coisas.
E aí vem meu questionamento: será que Refn, com seu Demônio de Neon, estaria querendo questionar a superficialidade do mundo da moda ou a do cinema? Ou talvez eu só esteja tentando salvar uma obra visualmente deslumbrante, cujos erros não permitem considerá-la sequer um bom filme?!
E, aí, o que achou do filme? Ele é ruim ou um bom filme? Foi o maior erro ou a maior obra de Refn? Vamos, comente, compartilhe e curta nossas redes sociais:
A arte de surpreender o público é o objetivo de muitas produções. Geralmente com tramas cheias de caminhos, onde as jornadas dos personagens se colocam em dilemas, algumas obras conseguem chegar até a nossa atenção. Pensando nisso, e para você que gosta de uma boa surpresa, segue abaixo 10 filmes que apresentam muitas surpresas pelo caminho:
A vida do veterinário Martin (Marian Mitas) passou por uma enorme transformação após um acidente de trabalho, fato esse que o deixou em uma situação estável mas bastante limitada, sem falar e com sérios problemas. Para cuidar dele, a esposa Erika (Jana Plodková) entra logo num embate com a sogra Dana (Milena Steinmasslová), com quem nunca teve boa relação. Com a chegada de uma outra mulher nessa história, segredos do passado vai sendo passados a limpo culminando em uma série de situações surpreendentes.
Na trama, conhecemos Adrien (Pierre Niney), um ex-bailarino, agora gigolô profissional que mora com a ex-atriz Martha (Isabelle Adjani). Certo dia ele encontra um novo sentido na sua limitada vida no amor por uma linda trambiqueira Margot (Marine Vacth). Juntos, o casal planeja os detalhes e execução de um golpe no corretor de imóveis e ex-alcoólatra Simon (François Cluzet) que assumiu o controle total da empresa da família. Mas muitas surpresas vão chegar nesse caminho que traçaram.
Sharper – Uma Vida de Trapaças
Na trama, conhecemos o jovem Tom (Justice Smith), um amante de livros, que possui uma simpática livraria no centro de uma grande cidade norte-americana. Certo dia, entra pela porta do local uma jovem doutoranda chamada Sandra (Briana Middleton) e logo os dois se apaixonam perdidamente. Certo dia, Sandra, desesperada, avisa Tom que precisa de 350 mil dólares e ele, um herdeiro do milionário Richard (John Lithgow), logo consegue a quantia. Só que Sandra some, e Tom percebe que caiu em um golpe. Paralelo a isso, vamos conhecendo Max (Sebastian Stan) e Madeline (Julianne Moore), um dupla de trambiqueiros que vão nos mostrar os lados desse golpe aplicado por Sandra.
Na trama, conhecemos Georges (Romain Duris), um contador de histórias, meio malandro, que durante uma festa que chegou de penetra acaba conhecendo a bela Camille (Virginie Efira), por quem logo se apaixona e tem um filho. O cotidiano deles é repleto de festas, contas sem pagar, vivendo em um universo de fantasia que acaba passando para seu filho. O casal tem a rotina de escutar, naquelas vitrolas antigas, em muitos desses momentos a canção Mr. Bojangles. Em certo momento, Camille começa a apresentar sinais de que não quer nem consegue acessar o cotidiano e a realidade que se apresenta.
Na trama, conhecemos Hutch Mansell (Bob Odenkirk), um homem disciplinado em sua rotina de exercícios matinais, ajuda nas tarefas de casa, ida e volta do trabalho junto ao sogro e o cunhado em uma pequena empresa. Vive seus dias sem grandes emoções e surpresas ao lado de sua esposa Becca (Connie Nielsen) e seus dois filhos. Talvez para a vida dele voltar a ter algum sentido, algo precisara acontecer. E o estopim chega quando dois ladrões amadores invadem sua casa e roubam uns trocados mas não são capturados de propósito por Hack que busca se controlar a todo instante na situação. Após esse fato, começamos a ver as mudanças na vida do protagonista e todas as surpresas de seu passado vem a tona em uma trajetória de explosões, sangue e violência por todos os lados.
Na trama, conhecemos Asger Holm (Jakob Cedergren) um policial com um passado recente conturbado e que será julgado por suas ações em um episódio não esclarecido que contou com a cobertura de amigos que estavam no local. Designado para atender ligações de emergência da polícia Dinamarquesa, possui um comportamento apreensivo e repleto de tensão, principalmente após receber uma ligação de uma mulher desesperada dando a entender que fora sequestrada por seu marido. A partir dessa informação e entre ligações e cortes de sinal, Asger tenta solucionar essa misteriosa situação e ajudar a quem realmente é a vítima dessa história.
Na trama, conhecemos brevemente toda a família de Alain (François Damiens), um trabalhador de classe média que mora com sua mulher e os dois filhos no leste francês. Alain é um amante da cultura country e sempre vai com sua família a um famoso encontro onde confraterniza com outros amigos. Certo dia, num desses encontros, sua filha Kelly desaparece misteriosamente, levando Alain a uma desesperada busca por informações sobre a jovem. Os anos se passam e somente seu filho Kid (Finnegan Oldfield), que praticamente sacrifica sua adolescência, acredita e ajuda seu pai a tentar encontrar Kelly.
Na trama, conhecemos os irmãos gêmeos Jeanne (Mélissa Désormeaux-Poulin) e Simon (Maxim Gaudette) que chegam para a leitura do testamento que a mãe lhes deixou. Após serem surpreendidos com a possibilidade nada remota do pai estar vivo e a descoberta que eles tem um irmão, primeiro Jeanne e depois Simon embarcam para o Oriente Médio para descobrir as verdades escondidas de sua própria família tendo como epicentro a quase inacreditável história da mãe deles, Nawal (Lubna Azabal).
O Segredo dos seus Olhos
Na trama, acompanhamos o solitário oficial de justiça Benjamin (Ricardo Darín) que acabara de se aposentar e preso a uma história de seu passado, um caso mal solucionado de assassinato, resolve escrever um livro e assim acompanhamos sua vida no tempo do ocorrido, anos atrás, onde inclusive ele conhece o grande amor de sua vida, Irene (Soledad Villamil). Com o passar dos fatos vamos acompanhando as investigações e absurdos dos fatos, que inclusive fere demais o ex-marido da vítima, uma homem que parou no tempo por conta da tragédia e a quem Benjamin promete ajudar.
Na trama, conhecemos o casal Laura (Laia Costa) e Marcos (Leonardo Sbaraglia) que viajam da Espanha, onde moram, para uma cidade gelada na Argentina para resolver questões burocráticas e a herança do pai de Marcos que falecera recentemente. Chegando no lugar, Marcos confrontará uma tragédia no passado de sua família principalmente quando precisa convencer o irmão Salvador (Ricardo Darin) a vender a casa onde vive. Laura aos poucos vai entendendo o jogo quase que psicológico que os dois irmãos mantém reunindo peças de uma quebra cabeça cheio de amargura, solidão e tristeza.
A representatividade feminina chegará forte em 2020. Cada vez mais os grandes estúdios estão percebendo que protagonistas femininas podem dar muito certo, e o número de franquias empurradas pelo carisma de suas personagens principais só aumenta. Em 2020, teremos uma quantidade significativa com algumas das superproduções mais alardeadas do ano sendo representadas com mulheres à frente do elenco de tais projetos.
Isso sem contar outros gêneros, como o terror, o suspense, filmes de diretores renomados e, é claro, produções que estão dando o que falar na época de premiação. Ah sim, e não podemos esquecer das animações, em especial Frozen II, que abriu o ano por aqui (no dia 2) trazendo de volta as desventuras das irmãs Anna e Elsa, e pelo mundo se tornou a terceira maior bilheteria de 2019 (o filme foi lançado em novembro nos EUA e em muitos países) com mais de US$1.374 bilhão.
Quem também já chegou por aqui foram os Oscarizáveis Adoráveis Mulheres e O Escândalo. O primeiro é totalmente girlpower e adapta para uma nova geração o conto clássico de Louisa May Scott, comGreta Gerwig na direção e um elenco formado por atrizes do nível de Saoirse Ronan, Emma Watson, Florence Pugh e Laura Dern. O longa tem 6 indicações ao Oscar, incluindo melhor filme. Não saindo muito atrás, O Escândalo é representado por três estrelas de suas respectivas gerações,Charlize Theron, Nicole Kidman e Margot Robbie, e aborda o polêmico tema do assédio sexual no local de trabalho. O filme-denúncia descolou três indicações ao Oscar, incluindo para atriz (Theron) e coadjuvante (Robbie). No dia 30, mas já com sessões de pré-estreia, chega Judy – Muito Além do Arco-Íris, que traz uma performance arrebatadora de Renée Zellwegger na pele da icônica Judy Garland – e muitos afirmam que será a futura vencedora na categoria de melhor atriz no Oscar.
Pulando dos filmes de prêmios para produções de entretenimento, igualmente já está em cartaz Ameaça Profunda, thriller que apresenta Kristen Stewart como uma pesquisadora numa base submarina, que precisa lutar por sobrevivência após um acidente destruir o local. Estreando neste fim de semana, Jumanji: Próxima Faseresolve dar maior destaque para a personagem Ruby Roundhouse (Karen Gillan), que rouba grande parte das cenas da aventura.
Conheça abaixo alguns dos filmes mais girlpower que
chegarão ainda em 2020
Margot Robbie volta ao papel do ícone pop Arlequina, desta vez num filme solo da personagem – ou quase. Mesmo que Esquadrão Suicida não tenha atingido seu alvo, uma coisa é inegável: a perfeição com que a atriz indicada ao Oscar deu vida à adorada antagonista do Batman. Aqui, ela busca sua emancipação ao terminar com o Coringa e tomar as rédeas da própria vida, fazendo o que sabe de melhor: criar o caos. Assim tem início uma sororidade disfuncional, quando a protagonista se une a outras mulheres, todas muito diferentes entre si, mas com um objetivo maior em comum. Entram em cena a Canário Negro (Jurnee Smollett-Bell), a Caçadora (Mary Elizabeth Winstead), Renee Montoya (Rosie Perez) e Cassandra Cain (Ella Jay Basco). A direção é de Cathy Yan (Dead Pigs). A estreia ocorre no dia 6 de fevereiro.
Um Lugar Silencioso – Parte II
Criado como uma obra em família, Um Lugar Silencioso apresentou a primeira colaboração nas telonas do casal da vida real John Krasinski e Emily Blunt. O clima não poderia ser mais íntimo. O terror se tornou um sucesso estrondoso, recolhendo todos os elogios imagináveis da imprensa e lucrando uma bilheteria muito favorável. Justamente por isso, não demorou muito para se arquitetar uma sequência. Desta vez, no entanto, Evelyn (Blunt) é a protagonista absoluta, assumindo a narrativa numa trama onde a mulher é a “chefe” de família. Ela precisará estar sempre um passo a frente das mortais criaturas guiadas pelo barulho, para proteger seus filhos. A direção segue com o maridão Krasinski e a estreia ocorre no dia 19 de março.
Mais uma querida animação da Disney ganhará nova roupagem. Desta vez, é Mulan (1998) que recebe uma reimaginação de carne e osso. Adorado por toda uma geração,o filme fala sobre uma jovem honrada, que se torna guerreira e se disfarça de homem para ajudar seu pai e sua família. Esta versão assume formas mais sérias e está sendo tratada como épico medieval com grandes batalhas e sem tantos elementos de fantasia – o que inicialmente causou polêmica entre os fãs. A gracinha Liu Yifei vive a protagonista e promete encantar com seu charme e carisma. Na cadeira de direção, a neozelandesa Niki Caro (Encantadora de Baleias). A estreia acontece no dia 26 de março.
A primeira “Vingadora” mulher finalmente ganha seu próprio filme. A Viúva Negra esteve na primeira formação da superequipe da Marvel como membro original, e antes disso já havia debutado com sua participação em Homem de Ferro 2 (2010). São dez anos de casa e oito participações na pele da personagem. Fora isso, Scarlett Johansson está com tudo nesta edição do Oscar com duas indicações ao maior prêmio do cinema: uma como atriz principal (História de um Casamento) e outra como coadjuvante (JoJo Rabbit). Consagrando seu ano, a espiã mais amada da Marvel estrelará seu primeiro filme solo. A trama se passará entre os eventos de Capitão América: Guerra Civil (2016) e Vingadores: Guerra Infinita (2018), quando a personagem precisou fugir e se esconder. Nesta jornada, ela retorna para a Rússia e reencontra velhos companheiros. A australiana Cate Shortland (Lore) é quem comanda na direção. A estreia é no final de abril, no dia 30.
Dos mesmos produtores de Corra! (2017) e Nós (2019), chega este novo terror racial. Desta vez sem a direção de Jordan Peele, substituído pela dupla Gerard Bush e Christopher Renz, diretores de videoclipes estreando no comando de longas para o cinema. A protagonista da vez é a belíssima cantora e atriz Janelle Monáe (Estrelas Além do Tempo), que vive uma autora de sucesso transportada, através de um evento sobrenatural enigmático, para a época da escravidão. Agora, ela precisa decifrar este mistério enquanto vive o pior pesadelo de sua vida. A estreia é prometida para o dia 14 de maio.
No início de junho, mais precisamente no dia 4, chega o que é a maior estreia de um filme protagonizado por uma mulher este ano. A Mulher-Maravilha é a maior super-heroína de todas já criadas nos quadrinhos. E seu filme merecia sucesso. Dito e feito, a produção de 2017 foi unânime e fez o público ter fé novamente nos personagens da DC Comics nos cinemas. Dois nomes são responsáveis pelo sucesso da heroína: Gal Gadot e Patty Jenkins. A primeira, uma escolha tida como controversa no início, convenceu os fãs de que esse papel era seu – mesmo tendo feito anteriormente uma aparição “morna” em Batman Vs. Superman (2016). E a segunda, a diretora que realizou o longa, excedendo as expectativas. É natural que a ansiedade atinja novos patamares para esta tão aguardada continuação, que colocará a heroína no ano de 1984, para combater dois grandes vilões: a Mulher Leopardo (Kristen Wiig) e Max Lord (Pedro Pascal). Além de ver o retorno de seu amado Steve (Chris Pine).
Ela está de volta! Milla Jovoviché provavelmente uma das maiores atrizes de ação do nosso tempo. Desde O Quinto Elemento(1997), passando por Joana D’Arc (1999) e chegando até a franquia Resident Evil, Jovovich já deu muitos sinais de que distribuir sopapos, piruetas, tiros e escapar de explosões é com ela mesmo. Não é à toa que seus dois últimos companheiros viram tal potencial na moça e ajudaram a transformá-la num ícone do gênero – primeiro Luc Besson e agora Paul W.S. Anderon. É justamente este segundo que investe em um novo projeto, recobrando a parceria de Resident Evil com sua atriz preferida (e esposa na vida real). Buscando uma nova franquia para chamar de sua, o casal adapta para as telonas outro game, este contando a história de uma equipe de militares transportados para outro mundo, precisando lidar com criaturas gigantescas e poderosas. Anderson ainda alista outra atriz durona para ajudar Jovovich nesta empreitada, a nova rainha fitness, Meagan Good (Shazam!). O filme estreia no dia 3 de setembro.
A Marvel vai apostar no potencial girlpower de suas personagens em 2020. O ano abre com a Viúva Negra. A Feiticeira Escarlate ganhará sua própria série com WandaVision (ainda sem data de estreia definida na Disney+). Mas a grande superprodução do estúdio no ano será mesmo o ambicioso Os Eternos – nova investida da casa numa equipe de super-heróis. Desta vez, a empreitada é em larga escala investindo no universo cósmico de personagens que são verdadeiros Deuses. E já que o assunto é protagonismo feminino, este filme não estaria na lista se a proposta não fosse essa. Para os papeis principais destas entidades, a Marvel escalou nada menos que Angelina Jolie (uma de suas maiores estrelas até o momento), Salma Hayek e Gemma Chan (que já havia aparecido em Capitã Marvel e aqui interpreta outro papel). Fora isso, o estúdio optou por transformar o gênero masculino de vários personagens em feminino, garantindo assim uma maior representatividade no blockbuster. A direção é de Chloé Zhao e a estreia tão aguardada ocorre no dia 4 de novembro.
Até o fechamento desta matéria, este filme indicado em duas categorias para Oscar 2020 não possuía data de estreia definida em nosso país. Esperamos que isso mude logo e que a Universal Pictures encontre um jeito de estrear o drama antes da grande noite da sétima arte. Afinal, todos querem conferir a atuação da promissora Cynthia Erivo (As Viúvas). Nesta biografia, a atriz interpreta a líder revolucionária Harriet Tubman, que escapou da escravidão e se tornou uma das heroínas da vida real mais celebradas da história norte-americana, ajudando a libertar outros escravos. Importantíssimo para nossa história como seres humanos, o filme é dirigido por Kasi Lemmons (Amores Divididos), e além da poderosa trama racial, é uma aula de empoderamento feminino.
Fechamos a lista com um dos retornos mais aguardados de 2020. Reese Witherspoon, atriz vencedora do Oscar que se encontra na crista da onda de Hollywood na atualidade (principalmente por seus trabalhos na TV, como Big Little Lies e The Morning Show), revive a personagem que a transformou em uma estrela no início da década de 2000: Elle Woods. A Barbie humana mais querida do cinema (isto é, até a própria Barbie ganhar seu filme nas formas de Margot Robbie) estará de volta para mais um round este ano. A trama ainda não foi divulgada, assim como a data de estreia no Brasil. Tudo o que sabemos é que Witherspoon reprisa a personagem e o lançamento nos EUA ocorre no dia 8 de maio.
Menções Honrosas:
Maria e João – O Conto das Bruxas
A representatividade feminina chegou aos contos clássicos infantis. A lendária história de João e Maria ganha uma subversão dando protagonismo para Maria (cujo nome se destaca no título). Para tal, a menina recebe as formas da ótima Sophia Lillis (It: A Coisa). Ela e o irmão se perdem na floresta e precisam enfrentar uma bruxa, como sabemos bem, mas aqui o conto é transformado numa história de terror barra pesada. A estreia ocorre no dia 20 de fevereiro.
Adiado do ano passado para este, devido a um acidente sofrido no set de filmagem pela protagonista Blake Lively em uma das cenas de ação do longa, The Rhythm Section é um thriller de espionagem e vingança. Na trama, Livley interpreta uma mulher atrás dos responsáveis pela queda proposital do avião que se encontrava sua família. Para isso, ela treina e se transforma numa exímia assassina. A estreia é no dia 31 de janeiro nos EUA. O filme ainda não possui lançamento no Brasil.
Por falar em vingança, este suspense protagonizado por Carey Mulligan é um dos chamarizes do Festival de Sundance deste ano. A proposta do longa é ser um ultimato contra os assediadores, tendo uma mulher como justiceira na trilha de todos que saem da linha. Traumatizada por um evento ocorrido em sua vida, a protagonista se torna algoz de todos que passam dos limites e cruzam seu caminho. O filme é prometido para o dia 28 de maio no Brasil.
‘O Aprendiz de Feiticeiro’ é uma superprodução de US$150 milhões dos estúdios Disney, que chegou aos cinemas em grande parte do mundo em julho de 2010 – época reservada aos maiores lançamentos de cada ano. Nesses 15 anos de sua estreia, podemos dizer que o longa caiu na obscuridade, sendo pouco falado atualmente. No entanto, o filme faz parte de uma tendência atual da Disney que faz muito sucesso, mas poucos se dão conta. ‘O Aprendiz de Feiticeiro’ é o remake em live-action menos conhecido do estúdio.
Quando falamos em remakes em live-action das clássicas animações da Disney, a quem vem à mente de forma imediata é sem dúvida ‘Branca de Neve’, em cartaz nos cinemas pelo mundo. Trata-se da versão de carne e osso da primeira animação na forma de longa-metragem da Disney, lançada ainda em 1937. Se isso não é fazer história. Em maio deste ano teremos ainda ‘Lilo e Stitch’, outra adaptação com atores reais de um desenho famoso dos cinemas, esse um pouco mais recente, de 2002.
É claro que temos diversos outros casos, como ‘A Pequena Sereia’, ‘Aladdin’, ‘A Bela e a Fera’, e ‘101 Dálmatas’ e ‘O Livro da Selva’, os primeiros, datando ainda da década de 1990. Mas o que muitos podem não se dar conta, é que dentre tantas adaptações conhecidas, uma segue escondida, sem que uma parte dos fãs se dê conta. Isso porque ‘O Aprendiz de Feiticeiro’ não é a versão de carne e osso de um longa animado da Disney, mas sim de um trecho de um filme. Aqui, falamos do trecho mais famoso de ‘Fantasia’ (1940), clássico da animação da Disney, que é oficialmente seu terceiro longa-metragem lançado nos cinemas, depois de ‘Branca de Neve’ e ‘Pinóquio’ (também de 1940).
Dividido em meia dúzia de segmentos, além da introdução e de um intervalo, ‘Fantasia’ foi uma proposta única do estúdio: mesclar música clássica e artes da dança, como o balé, com o cinema e a animação. O resultado se tornou a obra mais onírica, poética e abstrata da casa, nestes 88 anos. O projeto ganhou uma homenagem moderna, na forma de uma continuação, com ‘Fantasia 2000’, lançado entre o fim de 1999 e o início de 2000. O original foi um dos projetos mais pessoas de Walt Disney, que ficou muito feliz com o resultado.
Em ‘Fantasia’ (1940), o objetivo não era criar uma obra tradicional, um filme de ficção com uma narrativa linear, como haviam sido ‘Branca de Neve’ e ‘Pinóquio’, mas sim uma experiência sensitiva, como uma ida à ópera. E é justamente isso o que seus segmentos representam: dança e música, em expressões abstratas. Bem, exceto por um destes segmentos, que não por menos terminou se tornando o mais memorável deles.
Nunca a Disney esteve tão entranhada na cultura clássica. ‘The Sorcerer’s Apprentice’, o tal segmento de destaque, é baseado em duas obras primordiais. Primeiro, no poema do alemão Wolfgang von Goethe, escrito ainda em 1797, cujo título original é ‘Der Zauberlehrling’. O texto fala sobre um velho e experiente mago, que sai e deixa seu jovem aprendiz encarregado de cuidar de seu lugar de trabalho. Ele o deixa encarregado de algumas tarefas domésticas também. Com preguiça de realiza-las, o jovem aprendiz resolve praticar um feitiço, o qual não domina completamente, para que as tarefas sejam feitas. Porém, as coisas saem rapidamente do controle, sem que o aprendiz seja capaz de dominar a situação. É apenas quando o velho mestre retorna, que o feitiço é desfeito por ele.
Nicolas Cage dá uma de ‘Doutor Estranho’, tentando pegar para si o mesmo público de ‘Harry Potter’.
Em 1897, ou seja, cem anos depois, o compositor francês Paul Dukas criou uma versão sinfônica do clássico poema. Assim, ambos o poema e a sinfonia foram homenageados pela Disney e em 1940 atingiriam seu auge de popularidade graças ao filme ‘Fantasia’. O que o estúdio faz é recriar o poema em um dos segmentos do longa, lhe dando forma e imagem, é claro, colocando no lugar do aprendiz o seu personagem mais icônico e símbolo do estúdio, o ratinho Mickey. Assim, o estúdio tornou acessível para todos os tipos de público, incluindo as crianças, uma história muita antiga – que teve sua mensagem passada da mesma forma. E, claro, pôde utilizar a música composta pelo francês para sua trilha sonora.
Bem, e é aí que entra a superprodução de 2010, estrelada por ninguém menos do que o vencedor do OscarNicolas Cage. No mesmo ano em que a Disney investiu pesado na versão de carne e osso de ‘Alice no País das Maravilhas’, e trouxe Tim Burton para dirigir (arrecadando mais de US$1 bilhão mundiais), o estúdio começou a perceber que essas versões “reais” de suas clássicas animações poderiam ser um filão bastante lucrativo. Antes mesmo de ‘Malévola’, ‘Cinderela’ ou ‘Mogli: O Menino Lobo’ ganharem versões em live-action, a ideia do estúdio foi alongar este conto clássico de ‘O Aprendiz de Feiticeiro’, presente em ‘Fantasia’, para um longa-metragem próprio, de quase duas horas de duração.
‘O Aprendiz de Feiticeiro’ teve o mesmo produtor, diretor, ator e estúdio do sucesso ‘A Lenda do Tesouro Perdido’.
Uma proposta tão fora da caixinha como esta é a cara das esquisitices de Nicolas Cage. Sendo assim, não surpreende o fato de a ideia para o longa ter partido dele, pois o ator queria explorar elementos místicos e de magia. É claro que a Disney deve ter embarcado na proposta vendo o potencial de ter uma franquia sobre feiticeiros em mãos, após o sucesso de ‘Harry Potter’ para a Warner na década anterior. Sendo esta uma produção do estúdio mais politicamente correto de todos, a história ganharia uma versão sanitarizada, tendo em vista todo tipo de público. Uma obra mais família.
Para a tarefa, entram em cena os mesmos responsáveis pelo sucesso ‘A Lenda do Tesouro Perdido’ (2004), o Indiana Jones misturado com O Código da Vinci da Disney. Assim, a produção ficou a cargo deJerry Bruckheimer e na direção Jon Turteltaub. Nicolas Cage ficou com o papel do mestre experiente, e no papel do “Mickey”,Jay Baruchel e sua cara de cachorro perdido. Para estender o poema em um filme longa-metragem com apelo comercial, a história não poderia ficar centrada em um único cômodo. Apesar de que a cena em questão tem destaque neste filme – eles não poderiam deixar de replicar o momento na versão de carne e osso. Assim, as cenas da vassoura inundando a sala marcam o longa e trouxeram recordações a todos que conhecem bem o clássico.
E bem, esse é o único trecho que justifica o título e qualquer ligação com o poema de Goethe. De resto, a trama é desenvolvida para uma aventura corriqueira, que pega emprestado de tudo da narrativa da jornada do herói, desde o citado ‘Harry Potter’ até ‘Matrix’. Ou seja, um jovem mundano (Baruchel) tem dificuldades no dia a dia. Porém, tudo irá mudar em sua vida com a chegada de um homem (Cage) que lhe diz que ele é o escolhido. Ele possui um enorme poder que precisa ser moldado, treinado, para que possa enfrentar as forças do mal e derrota-las, assim salvando o mundo de ameaças sombrias.
Muitas vezes, o que conta nestas superproduções de Hollywood não é a trama central, coisa que cismamos em criticar. Sim, elas são todas iguais. Ao mesmo tempo existe um ditado que revela uma quantidade limitada de narrativas originais, todo o resto são derivações delas. O que conta muitas vezes em blockbusters é tudo ao redor da trama, ou seja, atuação, carisma dos personagens, fotografia, trilha sonora, direção de arte e por aí vai. Muitas vezes o que nos chama atenção em um filme não é a história em si, mas todo o resto. Muitos afirmariam ainda que a história é o que menos importa.
Com um grande investimento, ‘O Aprendiz de Feiticeiro’ falhou em dar um retorno financeiro à altura e colocou um fim nos planos de se tornar uma franquia.
Aqui, você poderá notar todos os elementos requentados de outras produções do gênero. E bem, talvez essa falta de personalidade tenha prejudicado o desempenho de ‘O Aprendiz de Feiticeiro’, garantindo assim o fracasso da obra junto ao público. Com um investimento tão pesado, o longa recuperou apenas US$63 milhões em sua estadia nos cinemas dos EUA. Em seu fim de semana de estreia o filme da Disney bateu de frente com um certo sucesso de bilheteria chamado ‘A Origem’, de Christopher Nolan. Esse foi o filme que Nolan entregou depois de ‘O Cavaleiro das Trevas’ (2008), ou seja, era uma produção aguardadíssima. ‘A Origem’ estreou em primeiro lugar das bilheterias com críticas que rasgavam elogios. O mais genérico ‘O Aprendiz de Feiticeiro’ teve que se contentar com a terceira posição daquele mesmo fim de semana.
No fim de sua estadia nos cinemas mundiais, ‘O Aprendiz de Feiticeiro’ somou US$215 milhões, o que é um valor baixo até para os padrões de 15 anos atrás. A Disney teve que puxar o plugue de qualquer plano para uma sequência ou franquia (como costuma fazer algumas vezes) e dizer adeus a esta marca em potencial. Seria apenas quatro anos depois, como citado, que o estúdio investiria pesado novamente em uma adaptação em live-action de uma animação clássica, essa dando muito certo com ‘Malévola’, a versão de ‘A Bela Adormecida’. Hoje, o subgênero no geral se tornou lucrativo e segue dando frutos. E você, lembrava de ‘O Aprendiz de Feiticeiro’?
Em entrevista ao THR, o ator Topher Grace falou sobre o desfecho do episódio Smithereens, o segundo da 5ª temporada de ‘Black Mirror‘.
“Eu pude me encontrar com o [criador da série] Charlie [Brooker] e ter um pouco mais de informação sobre o desfecho do que o público. Mas quando as pessoas perguntam, acredito que é melhor não responder. Há níveis de ambiguidade e eu não quero estragar nada disso. Eu seria o americano que arruinou o final, certo?”
Ele continua, “[O final com as pessoas no telefone] é um dos pontos negativos que vem com todas as coisas boas sobre a tecnologia.”
Criada por Charlie Brooker, a série foi resgatada pela Netflix, que assumiu a produção a partir da terceira temporada, transformando-a em um dos maiores sucessos de seu catálogo.
Com caráter antológico, a série adota uma visão sobre a influência das novas tecnologias na vida moderna, criticando com histórias sobre sensações tecno-paranoicas e traçando o perfil da sociedade formada pelas mídias, sociais ou não. Poderia ser resumida como uma série que apresenta críticas à sociedade atual e que alerta sobre como ela, se continuar nesse ritmo, pode piorar a cada dia.
De acordo com o Variety, a atriz Priah Ferguson, que foi introduzida na série durante da 2ª temporada, foi promovida ao elenco regular da 4ª temporada de ‘Stranger Things‘.
A notícia não é realmente uma surpresa, considerando que sua personagem, Erica Sinclair, teve um enorme destaque durante a 3ª temporada, ganhando a atenção dos fãs da produção.
O próximo ciclo deve estrear apenas em 2021, e contará com 9 episódios.
A série foi criada por Matt Duffer e Ross Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quarta ou quinta temporada.
Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.
A Diamond Films divulgou o novo trailer legendado de ‘Destruição Final: O Último Refúgio‘ (Greenland), filme-catástrofe estrelado por Gerard Butler e Morena Baccarin.
Confira:
A produção será lançada nos cinemas nacionais no dia 19 de novembro.
Uma família luta para sobreviver enquanto um cometa segue em direção à Terra. John Garrity, sua esposa Allison e seu jovem filho Nathan fazem uma perigosa jornada à procura de um local seguro para se estabelecerem. Nessa jornada, eles enfrentarão o pior da humanidade em um momento de crescimento do pânico em um cenário onde a lei não mais existe.
No novo filme, seis pessoas se encontram presas em uma nova série de escape rooms, buscando o que elas têm em comum para sobreviver… e descobrindo que todos já jogaram esse jogo antes. Trata-se de um torneio para aqueles que já sobreviveram a outros jogos mortais.
A Sony Pictures revelou que o filme chegará aos cinemas no dia 16 de julho de 2021 (seis meses antes do esperado).
O terror ‘The Bunker Game‘ ganhou o primeiro trailer.
Confira:
Roberto Zazzara é responsável pela direção.
Laura é uma atriz em um jogo RPG onde os participantes interpretam sobreviventes de uma guerra atômica que vivem em um bunker subterrâneo. Depois de diversos incidentes, o jogo é interrompido e os jogadores deixam o bunker enquanto a equipe restante fica para trás para investigar o desaparecimento de Greg, o criador do jogo. Logo, eles descobrem que estão presos no local e começam a morrer de formas misteriosas. Então, o grupo percebe que há alguém ou algo paranormal jogando um jogo doentio com eles, o que os faz lutar pela sobrevivência.
O espião Orson Fortune precisa rastrear e conter a venda de uma nova tecnologia de armas mortais que ameaça perturbar a ordem mundial. Fortune vai unir uma das melhores equipes de operações especiais do mundo para acabar com os planos do bilionário Greg Simmonds. Eles vão precisar da ajuda do astro de Hollywood Danny Francesco para passar despercebidos nessa missão.
Bebel, filha de um diretor de cinema em crise, quer fazer um filme com seus amigos para um projeto escolar. A realização do filme se torna uma grande aventura e leva Bebel, sua família e seus amigos a uma viagem pela história do cinema.
Os quatro primeiros episódios do próximo ciclo irão estrear no dia 19 de julho, com os dois seguintes sendo lançados no dia 26 de julho e os capítulos finais chegando no dia 2 de agosto.
Conheça os participantes com as novas imagens promocionais:
No reality, jovens solteiros e cheios de energia passam seus dias numa praia paradisíaca. Parece perfeito, só que, para ganhar o prêmio de 100 mil dólares, eles precisam renunciar ao sexo.
De acordo com o Deadline, Mattea Conforti (‘NOS4A2’) foi confirmada no elenco de ‘The Testaments‘, série que dará continuidade ao universo de ‘The Handmaid’s Tale‘.
Em caráter regular, a atriz interpretará Becka, uma garota de origem humilde que frequenta a escola com a elite de Gilead. Conforme alcança a maioridade, ela começa a questionar se quer a vida para a qual está sendo preparada.
Baseada no romance homônimo de Margaret Atwood, a produção será ambientada mais de 15 anos após os eventos de ‘The Handmaid’s Tale‘. A trama focará em uma nova geração de jovens mulheres em Gilead enquanto elas lutam com o futuro sombrio que as aguarda.
Bruce Miller servirá como criador, showrunner e produtor executivo.
Confira o trailer da 6ª e última temporada de ‘The Handmaid’s Tale‘, que está programada para estrear no dia 4 de abril:
De acordo com o Deadline, a sequência ‘Avatar: Fogo e Cinzas‘ arrecadou de US$ 345 milhões em seu primeiro final de semana nas bilheterias mundiais.
Apesar de ter ficado abaixo da abertura do segundo filme da franquia (US$435M), o valor representa a segunda maior estreia global do ano, atrás apenas de ‘Zootopia 2‘ (US$556M).
Nos EUA, o longa arrecadou US$ 88 milhões em seu primeiro final de semana. Para termos de comparação, o terceiro filme conseguiu superar a abertura do longa original no país, mas ficou muito abaixo da estreia de ‘O Caminho da Água‘ (US$134M).
Internacionalmente, a produção acrescenta US$ 257 milhões. O TOP 5 dos maiores mercados conta com a China (US$57.6M), França (US$21.4M), Alemanha (US$18M), Coreia (US$13.6M) e Reino Unido (US$11.9M).
Com 68% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa recebeu uma nota A do público no CinemaScore. Esta é a mesma média de aprovação dos filmes anteriores, o que indica que, ao contrário dos críticos, os espectadores ainda não se cansaram do fantástico universo de Pandora.
Vale destacar, no entanto, que a franquia não é conhecida por estreias impactantes, mas sim por sua incrível estabilidade nas telonas. O primeiro filme, por exemplo, abriu com apenas US$ 77 milhões no território norte-americano, antes de se tornar o maior fenômeno da história do cinema.
‘Avatar: Fogo e Cinzas’ já está em exibição nos cinemas nacionais!
Na trama, décadas após o primeiro contato da humanidade com Pandora, uma nova expedição retorna para coletar o que restou dos recursos do planeta — apenas para descobrir que a espécie alienígena está se preparando para contra-atacar a Terra.
O elenco ainda conta com Erika Marks, Jordan Iverach, Biagio Castelo e William McNamara.
O diretor Guillermo del Toro retorna apenas como produtor, e a direção fica por conta de Steven S. DeKnight. Em seu currículo, existe apenas a produção da primeira temporada de ‘Demolidor‘ para a Netflix e a direção de episódios das séries ‘Angel‘ e ‘Smallville‘, mas nenhum longa-metragem.
Não foi revelado o motivo da substituição de Del Toro.
O longa original foi sucesso absoluto nas bilheterias da China, e tendo em vista que eles são fascinados por robôs gigantes (vide ‘Transformers‘), o projeto poderá funcionar e muito por lá.
‘Círculo de Fogo’ teve bilheteria mundial de US$ 411 milhões, e mais de 1/4 dessa quantia veio da China, onde o filme faturou mais do que nos EUA. O orçamento foi de caros US$ 190 milhões.
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