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‘Kylie’: Documentário sobre a icônica popstar Kylie Minogue chega ao streaming!

Portrait of a smiling blonde woman wearing a light sweater and lavender scarf, seated outdoors on a patio.

Kylie, documentário original centrado no ícone do pop australiano Kylie Minogue, já está disponível no streaming.

A produção chegou ao catálogo da Netflix hoje, 20 de maio.

Relembre o trailer:

Ventureland, companhia responsável pelos docs ‘Beckham’‘Wham!’, fica responsável pelo projeto de três episódios, com John Battsek assumindo o cargo de produtor.

Michael Harte entra como diretor.

Kylie acompanha a vida de uma das artistas mais conhecidas do planeta, Kylie Minogue, que navega por seus arquivos e reflete sobre uma carreira que conta com duas estatuetas do Grammy Awards80 milhões de discos vendidos, além de constantes reinvenções artísticas. Filmes caseiros, fotografias pessoais e novas entrevistas compõe o projeto, à medida que reflete sobre o escrutínio público, perda e doenças.

Como revelado em uma declaração oficial, Kylie conta como as coisas são, com reflexões de amigos, família e colaboradores – incluindo Dannii MinogueJason DonovanNick CavePete Waterman“.

Minogue permanece como uma das grandes estrelas pop do planeta, bem como a artista mais bem-sucedida da Austrália. Alcunhada como a “princesa do pop“, seus hits incluem “Can’t Get You Out of My Head”“Get Outta My Way”“Spinning Around” e “Padam Padam”. Vencedora de 18 prêmios ARIA, ela começou sua carreira como atriz na soap opera ‘Neighbours’, em 1980, antes de transicionar para o cenário musical.

‘A Morte de Robin Hood’: Reimaginação sombria com Hugh Jackman ganha novo teaser ESPETACULAR; Confira!

A A24 divulgou um novo teaser oficial de ‘A Morte de Robin Hood‘ (The Death of Robin Hood), reimaginação sombria estrelada por Hugh Jackman (‘Logan’).

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 18 de junho, pela Imagem Filmes.

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco conta com Hugh Jackman (‘Logan’), Jodie Comer (‘Killing Eve’), Bill Skarsgård (‘Confinado’), Murray Bartlett (‘The White Lotus’) e Noah Jupe (‘Um Lugar Silencioso’).

Na trama…

“O personagem titular terá que lutar com seu passado após uma vida de crimes e assassinatos. Solitário e desgastado pela batalha, ele se encontra gravemente ferido e nas mãos de uma mulher misteriosa que lhe oferece uma chance de salvação.”

Michael Sarnoski, de ‘Um Lugar Silencioso: Dia Um‘, é responsável pela direção e roteiro.

“Essa é uma oportunidade perfeita para reinventar a história que todos nós conhecemos sobre o Robin Hood,” declarou o cineasta. “Encontrar os atores perfeitos para dar vida a essa narrativa foi essencial. E eu não poderia estar mais animado por ter a chance de ver Hugh e Jodie fazerem justiça a essa história de um jeito poderoso e significativo.”

Especial ‘Toy Story’ | ‘Toy Story 3’: uma OBRA-PRIMA cinematográfica

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Quando pensamos em excelência cinematográfica, a franquia Toy Story cumpre todos os requisitos. Tendo início em 1995 como carro-chefe da Pixar (e o primeiro capítulo de um grandioso império fílmico), a animação chamou a atenção dos críticos e do público por seu estilo único, pela profunda e original narrativa e pelas inovações tecnológicas que trouxe ao gênero – e que seriam remodelados por incontáveis outros estúdios até os dias de hoje. Quatro anos mais tarde, os executivos da companhia deram origem a uma sequência de aclame idêntico, Toy Story 2’, que expandiu esse universo da melhor maneira possível e eternizou o projeto como um dos mais únicos da sétima arte.

O período pós-1999 da Pixar foi marcado por incontáveis produções ovacionadas pelos especialistas e pelos espectadores, incluindo ‘Monstros S.A.’ (que integrou o grupo de indicados à primeira edição do Oscar que contou com a categoria de Melhor Animação), ‘Procurando Nemo’, Os Incríveis, ‘Ratatouille’ e ‘WALL-E’. Em 2010, a Pixar resolveu revisitar a icônica franquia com o lançamento de um terceiro capítulo: Toy Story 3’, dessa forma, chegou aos cinemas e causou um impacto imensurável no cenário do entretenimento – tornando-se a primeira entrada da franquia a conquistar o Oscar (além de ter conquistado uma indicação à categoria de Melhor Filme e de Melhor Roteiro Adaptado) e a primeira do estúdio a ultrapassar a marca de US$1 bilhão nas bilheterias.

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Diferente das iterações anteriores, a trama dá um salto temporal (o que faz sentido, considerando o hiato de onze anos entre um longa e outro) e nos apresenta a um Andy de dezoito anos, pronto para ir para a faculdade. Com outras responsabilidades em mãos, o rapaz resolve guardar seus inseparáveis brinquedos no sótão, decidindo levar consigo apenas Woody (Tom Hanks), o primeiro brinquedo que teve. Todavia, a mãe de Andy acidentalmente os manda para o lixo – e, após escaparem, eles se juntam a Barbie (Jodi Benson) na caixa de doações, indo parar em uma creche chamada Sunnyside.

Woody, querendo garantir a segurança e a nova vida dos amigos, os acompanha até a creche, mas resolve não ficar lá, visto que Andy o levará para a faculdade. Entretanto, o que começa com um sonho logo se transforma em um pesadelo quando Buzz (Tim Allen), Jessie (Joan Cusack), Rex (Wallace Shawn), Slinky (Blake Clark, substituindo o saudoso Jim Varney) e os outros se veem no centro de uma artimanha que coloca os brinquedos novos à mercê de crianças sem quaisquer escrúpulos – que praticamente os destroem assim que as portas se abrem para mais um dia.

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O que eles não imaginavam é que todo esse plano funciona como o modus operandi de Lotso (Ned Beatty), um ursinho de pelúcia com cheiro de morango que posa como um amigável guia e companheiro, mas na verdade é um vingativo e autoritário líder que não ousa ser desafiado por ninguém – e que comanda a creche com mãos de ferro ao lado de seus comparsas, incluindo Ken (Michael Keaton), por quem Barbie se apaixona. Woody, voltando para casa, acaba sendo resgatado por uma garotinha chamada Bonnie e, ao conhecer outros brinquedos, descobre a verdade por trás de Sunnyside e de Lotso, prontamente retornando à perigosa creche para salvá-los.

Para o terceiro capítulo da franquia, John Lasseter cede espaço para Lee Unkrich assumir a cadeira de direção – e ele não apenas honra o legado dos filmes anteriores, como consegue expandir ainda mais esse vibrante e envolvente universo, entregando mais uma obra-prima da animação e não pensando duas vezes antes de nos levar em uma montanha-russa de emoções e estilos. Responsável também pela história ao lado de Andrew Stanton, Lasseter e o roteirista Michael Arndt, o realizador constrói uma apoteótica jornada coming-of-age que encerra a “Saga de Andy” (afinal, diferente do que imaginávamos, um quarto filme chegou aos cinemas em 2019).

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Unkrich e Arndt criam um espetáculo visual que mistura diversos tipos de narrativa, desde clássicos de espionagem até dramas existencialistas, pincelando a estrutura com suspense, ação e, é claro, comédia. Não apenas isso, a dupla dá origem a um dos melhores e mais odiados vilões do século na sétima arte, Lotso, sem colocá-lo nos maniqueísmos do bem e do mal e tecendo uma história de origem focada no abandono, tal qual o mineiro Pete em Toy Story 2’, elevando sua frustração e seu trauma à enésima potência e a ponto de transformá-lo em um ditador fascista cuja necessidade de ser amado se transmutou em um desejo insaciável de poder e de controle.

Contando com uma das cenas mais emocionantes e quase trágicas da franquia – a infame sequência do incinerador de lixo, para aqueles que não se recordam -, Toy Story 3’ é mais uma entrada irretocável não só ao panteão da franquia, mas ao universo Pixar e ao escopo animado, mostrando que, mesmo quinze anos depois de seu início, Toy Story permanece com um legado inabalável que merece ser apreciado e respeitado em sua completude.

Lembrando que o filme está disponível no catálogo do Disney+.

Especial ‘Toy Story’ | ‘Toy Story 2’: uma das melhores SEQUÊNCIAS da história do cinema

Se a Pixar já tinha havia causado um grande impacto em 1995 com o lançamento de seu primeiro longa-metragem oficial, Toy Story, mal sabíamos o que um dos maiores estúdios de animação da contemporaneidade nos preparava poucos anos depois. Pouco depois da estreia do subestimado Vida de Inseto, que trouxe formigas e gafanhotos em uma profunda narrativa sobre lutas de classe, a equipe da companhia começou a trabalhar em uma nova aventura envolvendo Woody (Tom Hanks), Buzz (Tim Allen) e os outros brinquedos. A princípio desenvolvido como uma continuação direct-to-video, o escopo do projeto atingiu níveis descomunais, razão pela qual Toy Story 2’ ganhou uma reformulação para as telonas.

Depois de se tornarem melhores amigos e colíderes dos brinquedos de Andy, Woody e Buzz se veem em mais uma insana e envolvente jornada aventuresca quando o icônico caubói é colocado em uma das estantes mais altas do quarto do garoto após ter seu braço acidentalmente rasgado. Temendo que Andy o jogará fora, ele entra em uma espiral de autossabotagem que logo é varrida para o fundo de sua mente quando Wheezy (Joe Ranft), um pinguim que há muito foi colocado na mesma prateleira depois de parar de funcionar, é ofertado em uma venda de garagem.

Woody não pensa duas vezes antes de partir para resgatá-lo, porém, assim que o traz de volta para casa, ele é furtado por um insano colecionador de brinquedos antigos chamado Al McWhiggin (Wayne Knight), que o enfia em sua maleta e o leva para um inescapável apartamento para ser exposto como um de seus “troféus”. Desesperado para sair dali, ele logo cruza caminho com outros brinquedos que, inclusive, fazem parte de uma franquia de televisão há muito cancelada e que tem o divertido xerife como protagonista. E é assim que conhecemos a cowgirl Jessie (Joan Cusack), o mineiro Pete Fedido (Kelsey Grammer) e adorável cavalo Bala-no-Alvo.

Enquanto se vê diante de um mundo que não conhecia, Buzz e seus amigos arquitetam um plano para resgatá-lo, encontrando o paradeiro de Al e partindo em uma jornada muito perigosa através da cidade grande para resgatar Woody das garras de um psicótico homem que quer apenas faturar uma quantidade imensurável de dinheiro com a venda de Woody, Jessie e todos os outros enclausurados em seu apartamento. E é claro que, repetindo os feitos do filme anterior, Toy Story 2’ encontra sucesso absoluto e reside no mesmo nível de qualidade e originalidade que o capítulo original – incluindo o fato de ser considerada uma das melhores animações de todos os tempos.

John Lasseter retorna à cadeira de direção e se vê diante de um universo quase infinito em que as possibilidades se ramificam das mais diversas maneiras. E, para além de nos reintroduzir a esse vibrante e irruptivo cosmos, Lasseter e seus conhecidos colaboradores encontram território de sobra para a estreia de personagens muito bem delineados e que cairiam no gosto do público e da crítica. Jessie, por exemplo, é pincelada com uma trágica história de abandono, motivo que a faz acreditar que Al a salvou de ser jogada no lixo; Pete, por sua vez, mascara suas verdadeiras intenções e nutre de uma necessidade de vingança contra aqueles que o abandonaram; e, como se não bastasse, temos a presença de Jodi Benson como Barbie e até mesmo Andrew Stanton, corroteirista da franquia, como o Imperador Zurg (inimigo número 1 de Buzz).

Como podemos ver, são várias as tramas que compõe essa soberba e fabulosa sequência, e Lasseter sabe exatamente como trabalhar cada uma delas para garantir que os personagens tenham seu momento de brilhar – e aproveitando o momento para celebrar a arte do cinema com referências contundentes a clássicos como ‘Star Wars: O Império Contra-Ataca’, ‘O Tesouro de Sierra Madre’ e ‘Forrest Gump’. O cuidado estético e artístico acompanha a evolução dos protagonistas e coadjuvantes, tecendo um enredo que arremessa Woody em um vórtice de medo e anseios de abandono – algo que, apesar de ser diferente de sua personalidade ciumenta a mesquinha do filme anterior, carrega uma certa continuidade à medida que amadurece seu arco.

A temática do abandono, inclusive, estende-se para os outros personagens, como já mencionado com Jessie e Pete – e é essa convergência narrativa que os une em uma percepção derradeira e mandatória sobre o que significa estar livre e o que significa ser amado (e que, em uma análise mais melancólica e realista, nada dura para sempre). A efemeridade da juventude e a inexorabilidade do tempo também têm presença firme na produção, garantindo que o realizador e sua equipe esquadrinhem reflexões morais que reafirmam o caráter multigeracional não só da franquia Toy Story, mas de tantos outros títulos que compõe o “hall da fama” da Pixar.

Lembrando que ‘Toy Story 2’ está disponível no catálogo do Disney+.

‘Cidade das Estrelas’: Spin-off de ‘For All Mankind’ ganha novo teaser MISTERIOSO; Confira!

Apple TV divulgou um novo teaser misterioso de Cidade das Estrelas(‘Star City’), série derivada do aclamado drama sci-fi For All Mankind.

O spin-off tem lançamento agendado para o dia 29 de maio na plataforma de streaming.

Confira, junto ao trailer completo:

Criada por Ben Nedivi, Matt Wolpert e Ronald D. Moore — os mesmos nomes por trás da série original — ‘Star City‘ propõe uma nova releitura da corrida espacial, desta vez sob a perspectiva da União Soviética, que na narrativa alternativa conseguiu colocar o primeiro homem na Lua.

A nova série se passa por trás da Cortina de Ferro e acompanha a vida dos cosmonautas, engenheiros e agentes de inteligência envolvidos no programa espacial soviético — explorando os sacrifícios e riscos assumidos em nome do avanço da humanidade.

O elenco inclui Rhys Ifans, Agnes O’Casey, Solly McLeod, Alice Englert, Adam Nagaitis, Josef Davies, Ruby Ashbourne SerkisPriya Kansara.

Com RuPaul, comédia de DESASTRE ‘Stop! That! Train!’ ganha trailer hilário; Confira!

Woman in a red blazer sits at an ornate desk while a man in a suit stands beside her holding a binder in a formal office setting with flags in the background.

Bleecker Street e a WOW Presents divulgaram o trailer oficial de ‘Stop! That! Train!’, filme de desastre que mistura ação e comédia e que é dirigido por Adam Shankman (‘Hairspray’).

O longa chega aos cinemas norte-americanos em 12 de junho, ainda sem previsão de lançamento no Brasil.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

Christina FrielConnor Wright assinam o roteiro.

‘Stop! That! Train!’ acompanha as melhores amigas Tess (Ginger Minj) e DeeDee (Jujubee), comissárias de bordo que trocam seus turnos tediosos na Ferrovia Fedorenta pelo glamouroso Expresso Glamazônico. Quando uma catastrófica “Tempestade” ameaça descarrilar o trem de alta velocidade e fazê-lo colidir com Los Angeles, a dupla na classe econômica precisa unir forças com as esnobes comissárias da primeira classe (Symone, Brooke Lynn Hytes, Marcia Marcia Marcia) e com a Presidente Gagwell (RuPaul) para salvar o dia nesta aventura maluca de humor e extravagância.

Latrice RoyaleMarty LauterMonét X ChangeSarah Michelle GellarRachel Bloom e outros integram o elenco.

‘Delphi’: Série derivada de ‘Creed: Nascido para Lutar’ anuncia elenco COMPLETO; Saiba mais!

Amazon Studios anunciou o elenco completo de Delphi, série derivada do universo ‘Creed’ que traz o vencedor do Oscar Michael B. Jordan como produtor executivo (via Deadline).

Benji SantiagoJuan CastanoDemián BichirAndré HollandAndre RoyoSogia Black-D’EliaVictoria Vourkoutiotis compõe o elenco regular.

Enquanto isso, Wood HarrisNiles FitchDesan FrazierGraham Patrick MartinBrittany AdebumolaRene MoranOkieriete OnaodowanBreanna Yde foram escalados em caráter recorrente.

Detalhes sobre seus papéis não foram divulgados.

Delphi acompanha um grupo de jovens boxeadores talentosos em uma academia de elite, lutando para realizar seus sonhos e chegar ao auge do esporte.

O projeto foi apresentado pela Amazon Prime Video durante seu evento de upfront. As filmagens começaram no último dia 18 de maio, com locações em Los Angeles, cidade que Jordan descreveu como o local “onde a história pertence”.

A parceria entre Jordan e o cineasta Ryan Coogler (diretor de Pecadores, filme que rendeu a estatueta de Melhor Ator a Jordan em março deste ano) continua sendo o pilar desta expansão.

O ator relembrou com emoção o início dessa trajetória: “Quando meu colega e querido amigo Ryan Coogler me pediu para assumir o papel de Donnie Creed, filho de Apollo, eu não poderia imaginar que seria uma jornada que duraria mais de uma década”.

Desta vez, o foco da narrativa se desloca para uma nova geração. O showrunner Marco Ramirez detalhou a premissa, que mergulha nas raízes latinas do boxe californiano:

“O centro da nossa história é um jovem boxeador latino-americano do leste de Los Angeles que desafia o pai para entrar no programa de elite Delphi, que produziu Adonis Creed”, explicou Ramirez.

Segundo o produtor, a série explorará o sacrifício pessoal necessário para alcançar o topo do esporte: “Nesse ambiente de pressão liderado pelos treinadores mais exigentes, ele precisa conquistar seu lugar entre as estrelas em ascensão do esporte. Mas uma coisa é deixar sua cidade natal para trás e outra deixar sua família para trás. É um drama emocionante e propulsivo onde cada round significa algo, porque neste mundo, você só é tão bom quanto sua última luta”.

Todos os filmes da franquia ‘Creed’ estão disponíveis no catálogo do Prime Video.

Olivia Rodrigo anuncia “the cure” como novo single de seu próximo álbum; Saiba mais!

A vencedora do Grammy Olivia Rodrigo continua apostando alto em sua próxima era musical e anunciou o segundo single oficial do vindouro álbum ‘you seem pretty sad for a girl so in love’.

Intitulada “the cure”, a faixa será lançada nesta próxima sexta-feira, 22 de maio, sucedendo o lead single “drop dead”.

Confira:

Vale lembrar que o compilado de originais tem lançamento marcado para o dia 12 de junho.

Olivia Rodrigo anuncia turnê do álbum ‘you seem pretty sad for a girl so in love’

Nascida em 2003, Rodrigo teve seu primeiro papel de destaque em ‘Bizaardvark’, série original do Disney Channel, antes de interpretar Nini Salazar-Roberts na série ‘HSM’, do Disney+.

Em 2021, a cantora e compositora fez sua estreia oficial no mundo da música com “drivers license”, que caiu no gosto da crítica e alcançou o primeiro lugar de diversas paradas musicais, incluindo a Billboard Hot 100. Com SOUR, seu álbum début, Rodrigo conquistou os prêmios de Melhor Álbum Pop Vocal por SOUR, Artista Revelação e Melhor Performance Pop Solo.

Em 2023, Rodrigo voltou a ganhar atenção da crítica e do público com o ovacionado GUTS, que contou com os singles “vampire”“bad idea right”“get him back”, lhe rendendo diversas indicações ao Grammy, incluindo Álbum do Ano.

‘Running’: Rhea Seehorn entra para o elenco do novo drama ESPORTIVO da Apple

O Apple Studios revelou recentemente que a vencedora do Globo de Ouro Rhea Seehorn (‘Pluribus’) foi escalada para o novo drama esportivo Running (via Deadline).

Sem muitos detalhes sobre seu papel revelados, Seehorn se junta aos já confirmados Spike Fearn (‘Alien: Romulus’) e Brian Tyree Henry (‘Ladrões de Drogas’).

O projeto é centrado em um morador de rua, interpretado por Fearn, que também é um prodígio da corrida em busca da grandeza, que usa seu talento para superar o passado e construir seu futuro.

Gavin O’Connor, conhecido por seu trabalho no recente sucesso O Contador 2’, assume a direção do projeto.

O’Connor irá colaborar novamente com o roteirista Bill Dubuque, seu parceiro nos filmes O Contador.

O realizador é conhecido por dirigir dramas aclamados, muitos dos quais exploram temas de esportes, família e redenção. Sua filmografia inclui títulos como Guerreiro’, ‘The Way Back’, ‘O Contador’, ‘Força Policial’, ‘Jane Got a GunDesafio no Gelo’.

‘Harry Potter’: Atriz deixa elenco da série da HBO antes mesmo da estreia da produção

A Warner Bros. Discovery surpreendeu o mercado e os fãs ao confirmar a primeira grande reformulação no elenco da aguardada série de Harry Potter. Mesmo com a estreia da primeira temporada programada para o final do ano e os preparativos para o segundo ano já em andamento, o estúdio divulgou oficialmente a saída da jovem atriz Gracie Cochrane, intérprete de Gina Weasley.

De acordo com informações publicadas pelo Deadline, o anúncio foi feito por meio de uma nota conjunta divulgada pela atriz e seus familiares. O texto confirma que Cochrane não retornará para a segunda temporada do projeto, embora as razões exatas por trás da decisão não tenham sido detalhadas:

“Devido a circunstâncias imprevistas, Gracie tomou a difícil decisão de deixar o papel de Gina Weasley na série de Harry Potter da HBO após a primeira temporada. Seu tempo fazendo parte do mundo de Harry Potter foi realmente maravilhoso, e ela é profundamente grata a Lucy Bevan e a toda a equipe de produção por criarem uma experiência tão inesquecível. Gracie está muito animada com as oportunidades que o futuro reserva”, diz a nota.

A nova e ambiciosa adaptação baseada nos livros de sucesso escritos por J.K. Rowling foi oficialmente renovada para a segunda temporada no início deste mês. O cronograma prevê que as gravações dos novos episódios sejam iniciadas ainda este ano.

Em resposta à saída precoce da atriz, a emissora manifestou seu apoio público à decisão da jovem: “Apoiamos a decisão de Gracie Cochrane e sua família de não retornarem para a próxima temporada da série Harry Potter da HBO, e somos gratos pelo trabalho dela na primeira temporada. Desejamos tudo de melhor para Gracie e sua família”.

Até o momento, a HBO e a Warner não divulgaram quais foram os motivos que levaram ao desligamento de Cochrane, e nenhuma informação foi divulgada a respeito da nova atriz que assumirá o papel da caçula da família Weasley a partir do segundo ano da produção.

‘Harry Potter’: Polícia investiga ameaças contra Paapa Essiedu após escalação como Snape

A estreia global está marcada para o dia 25 de dezembro de 2026 no serviço de HBO Max.

A trama inicial seguirá a jornada de Harry Potter, um órfão que descobre sua herança mágica ao ser resgatado da casa de seus tios, os Dursleys, pelo guarda-caça Rubeus Hagrid. Em Hogwarts, ele formará o icônico trio ao lado de Rony Weasley e Hermione Granger.

Confira o elenco principal confirmado:

A produção conta com a showrunner Francesca Gardiner (‘Succession’) e a direção de Mark Mylod (‘Game of Thrones’).

‘Mestres do Universo’ DIVIDE a opinião dos críticos; Confira as primeiras reações!

As primeiras impressões do live-action de ‘Mestres do Universo‘ foram divulgadas, e trazem opiniões divididas dos críticos.

Enquanto uns críticos amaram a vibe cafona e o universo criado para o filme, outros acharam que a maior parte da produção ficou uma “bagunça”.

Confira as reações dos críticos:

Mestres do Universo tem cerca de 20 minutos finais muito divertidos, estranhos, mas agradáveis. Quanto ao resto do filme? É uma bagunça. Coisas sérias tocadas para dar risadas, risadas tocadas para emoção, funciona, não funciona, realmente tenta, mas acaba sendo constrangedor demais. Cenas incríveis dos créditos finais, no entanto.”

“A melhor parte de ‘Mestres do Universo’ é que o filme abraça completamente suas raízes como um desenho animado exagerado dos anos 80 que ganha vida. O live-action nunca se leva muito a sério, se entrega totalmente ao lado mais brega e exibe com orgulho suas emoções. Em vez de tentar modernizar demais a franquia, ele resiste a essa ideia e é muito melhor por isso.”

Mestres do Universo é como um filme-irmão do primeiro Thor. Tem dificuldades para encontrar seu equilíbrio na primeira metade, mas, uma vez que se firma em seus temas de masculinidade frágil e ego, abre caminho para uma diversão incrivelmente gostosa que também é visualmente estimulante. Nicholas Galitzine é ótimo!”

“O charme despojado de ‘Mestres do Universo’ me conquistou. Uma experiência colossalmente épica. O live-action tem um tom autoconsciente ao estilo ‘Guardiões da Galáxia’ e uma mensagem radical em sua essência. Nicholas Galitzine e Camila Mendes arrasaram. […] O diretor Travis Knight demonstra uma genuína reverência por todas as encarnações do He-Man, desde os bonecos de ação até as animações. Cheguei a me emocionar em um determinado momento.”

Nicholas Galitzine está impecável em ‘Mestres do Universo’, mas é seu timing cômico que rouba a cena. Assumidamente caricato, repleto de referências aos anos 80 (a trilha sonora!), e Jared Leto exagera na interpretação vocal como Esqueleto. Um pouco extravagante, mas, em sua maior parte, diversão para toda a família.

“Adorei ‘Mestres do Universo’ – uma das maiores surpresas do ano para mim. Sou muito fã de várias pessoas envolvidas, mas [a franquia] nunca foi muito a minha praia quando eu era mais novo. Além disso, baseado no que eu sei do material original, parecia um filme extremamente desafiador de se fazer. Mas Travis Knight e sua equipe conseguiram! Fui completamente arrebatado por essa aventura super vibrante, estranha e alegre. É totalmente absurdo, mas o absurdo funciona quando o elenco e a equipe entendem completamente o tipo de filme que estão fazendo e se dedicam totalmente para dar vida a ele.”

“Eu AMEI ‘Mestres do Universo’! É uma verdadeira declaração de amor a tudo relacionado ao He-Man, além de ser um filme de fantasia/ficção científica lindo e bombástico que agrada a todos e não esconde suas emoções. É inacreditável que esse filme exista, mas estou muito feliz por isso. Passei o filme inteiro com um sorriso enorme no rosto.”

Na trama, após 15 anos separados, Príncipe Adam (Nicholas Galitzine) é guiado pela Espada do Poder até o seu lar em Eternia, que está sob o domínio do cruel Esqueleto (Jared Leto). Para salvar a todos, ele vai ter que aceitar o seu destino como He-Man, o homem mais poderoso do mundo, e contar com a ajuda de seus aliados, Teela (Camila Mendes) e Duncan / Mentor (Man-At-Arms, Idris Elba).

‘HE-MAN: Mestres do Universo’: Primeiro trailer apresenta visual fiel à obra original; Confira a descrição!

Em Mestres do Universo, o diretor Travis Knight traz a lendária franquia de volta às telonas nesta épica aventura live-action.

O roteiro é assinado por Chris Butler, baseado em rascunhos iniciais de David Callaham e Aaron Nee.

Nicholas Galitzine (Príncipe Adam/He-Man), Camila Mendes (Teela), Morena Baccarin (Feiticeira), Jared Leto (Esqueleto), Alison Brie (Maligna/Evil-Lyn), Idris Elba (Mentor/Man-At-Arms) e Kristen Wiig (Voz de Roboto) estrelam.

‘Mestres do Universo’: Diretor diz que Esqueleto é a “personificação da masculinidade tóxica”

O elenco conta ainda com Sam C. Wilson (Mandíbula), Hafthor Bjornsson (Homem-Cabra), Kojo Attah (Tri-Klops) e Jóhannes Haukur Jóhannesson (Fisto).

Sacha Baron Cohen não acha que vai voltar a viver o ‘Borat’ nos cinemas

Smiling man with a blue surgical cap, shirtless, wearing suspenders and a necklace, showing thumbs up in a humorous medical-themed pose.

Mesmo após o enorme sucesso e o impacto cultural de Borat, o ator e comediante Sacha Baron Cohen indicou que o irreverente jornalista do Cazaquistão talvez tenha chegado ao fim nos cinemas. Durante uma entrevista ao site Screen Rant, repercutida pela IGN, o artista foi questionado sobre o futuro de seus personagens mais icônicos — e a resposta sobre Borat foi direta e desanimadora para os fãs.

“Não sei se Borat algum dia voltará”, declarou o ator.

Criado por Cohen no início dos anos 2000, Borat rapidamente se transformou em um dos personagens mais controversos e populares da comédia moderna. Misturando humor ácido, sátira política e situações reais constrangedoras, o personagem ganhou notoriedade mundial com Borat: Cultural Learnings of America for Make Benefit Glorious Nation of Kazakhstan, lançado em 2006.

O longa se tornou um fenômeno inesperado. Produzido com orçamento modesto, arrecadou mais de US$ 260 milhões mundialmente e recebeu aclamação da crítica pela maneira ousada como expunha preconceitos, extremismos e comportamentos absurdos da sociedade americana. A produção foi indicada ao Oscar de Melhor Roteiro Adaptado, enquanto Sacha Baron Cohen recebeu uma indicação ao Globo de Ouro de Melhor Ator em Comédia ou Musical — prêmio que acabou vencendo.

Além do sucesso financeiro, o filme virou um verdadeiro marco da cultura pop. Frases do personagem, seu sotaque exagerado e o estilo documental caótico fizeram de Borat um dos personagens humorísticos mais reconhecidos dos anos 2000. Ao mesmo tempo, o longa também gerou inúmeras polêmicas, processos judiciais e debates sobre os limites da comédia politicamente incorreta.

Anos depois, Cohen surpreendeu o público ao lançar Borat 2, continuação produzida secretamente durante a pandemia. O projeto chegou ao streaming em 2020 e foi novamente cercado de repercussão mundial.

Dessa vez, o filme apostou ainda mais na sátira política, explorando temas ligados às eleições norte-americanas, fake news, radicalismo e à pandemia de COVID-19. A sequência recebeu críticas extremamente positivas e muitos consideraram o retorno do personagem ainda mais ousado que o original. O longa conquistou duas indicações ao Oscar e venceu o Globo de Ouro de Melhor Filme de Comédia.

Grande parte do destaque da continuação veio também da atuação de Maria Bakalova, intérprete da filha de Borat. A atriz foi amplamente elogiada pela crítica e acabou indicada ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante, tornando-se uma das grandes revelações do filme.

Apesar do sucesso das produções, o próprio Sacha Baron Cohen já comentou em diversas ocasiões sobre o desgaste físico e mental causado pelo personagem. Conhecido por gravar cenas escondido e se infiltrar em eventos reais sem que as pessoas soubessem que estavam sendo filmadas, o ator frequentemente colocava sua segurança em risco durante as gravações.

Relembre o trailer de ‘Borat 2‘:

‘Quem Ama Cuida’: Globo posta vídeo mostrando como GRAVOU a emocionante enchente do 1º capítulo; Assista!

TV Globo estreou ontem sua nova novela das 21h, Quem Ama Cuida, e um dos momentos mais marcantes do primeiro capítulo já deu o que falar. A trama de Walcyr Carrasco e Cláudia Souto apresentou uma sequência épica mostrando uma forte tempestade atingindo São Paulo e provocando uma grande enchente na cidade.

Agora, a emissora carioca divulgou um vídeo de bastidores revelando como a impactante cena foi gravada, e sem o uso de inteligência artificial.

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Quem Ama Cuida’ está disponível no Globoplay.

O enredo central acompanha a vida de Adriana (Letícia Colin), uma fisioterapeuta dedicada que vê seu mundo desmoronar após perder sua casa em uma enchente devastadora em São Paulo. Desamparada em um abrigo, o destino coloca em seu caminho uma oportunidade inesperada: cuidar de Arthur (Antonio Fagundes), um magnata solitário cercado por parentes gananciosos.

A convivência transforma a relação profissional em uma amizade profunda, o que desperta a fúria de Pilar (Isabel Teixeira), irmã de Arthur. Disposta a tudo para herdar a fortuna da família, Pilar tenta interditar o irmão judicialmente. Para proteger seu patrimônio e garantir o futuro da única pessoa em quem confia, Arthur propõe casamento a Adriana.

No entanto, o sonho se torna pesadelo. Na noite da celebração, o empresário é assassinado em circunstâncias misteriosas, e Adriana é apontada como a principal suspeita. Condenada injustamente, ela passa seis anos atrás das grades. Ao conquistar a liberdade, a protagonista precisará recomeçar do zero enquanto investiga quem realmente orquestrou a morte de seu mentor e marido.

‘Quem Ama, Cuida’: Juliana Paes explica decisão de não retornar à Globo em nova novela

A produção marca o aguardado retorno de Antonio Fagundes ao gênero após um hiato de sete anos, seu último trabalho em folhetins foi em Bom Sucesso (2019).

Leticia Colin estrela a novela, ao lado de Isabel Teixeira, Tony Ramos, Alexandre Borges, Dan StulbachChay Suede, Mariana Ximenes, Agatha MoreiraBelize Pombal, Flávia Alessandra, Deborah EvelynIsabela Garcia e Tatá Werneck.

Escrita por Walcyr Carrasco (‘Terra e Paixão’), a novela conta com a parceria de Claudia Souto no roteiro. O time de colaboradores inclui Wendell Bendelack, Martha Mendonça, Julia Laks e Bruno Segadilha.

A direção artística leva a assinatura de Amora Mautner, conhecida por sua estética dinâmica, com direção geral de Caetano Caruso. O corpo diretivo é completado por Alexandre Macedo, Nathalia Ribas, Augusto Lana, Fábio Rodrigo e Rodrigo Oliveira.

A COMÉDIA SUMIU? ‘Todo Mundo em Pânico’ promete trazer o HUMOR de volta aos cinemas, doa a quem doer…

Poster for Scary Movie featuring Ghostface mask peeking from a dark jacket with the zipper open; bold red title across the chest area.

Depois de dominar Hollywood nos anos 1990 e 2000 com sucessos que arrastavam multidões para os cinemas, as grandes comédias praticamente desapareceram das telonas. Franquias como ‘Todo Mundo em Pânico‘, ‘American Pie‘, ‘As Branquelas‘ e ‘Se Beber, Não Case!’ transformaram o humor escrachado em fenômeno global, mas, nos últimos anos, o gênero perdeu espaço para super-heróis, terror e blockbusters de ação.

Hoje, encontrar uma grande comédia estreando nos cinemas se tornou raro. E quando aparecem, muitas acabam passando despercebidas pelo público. Filmes recentes do gênero vêm enfrentando dificuldades para alcançar números expressivos nas bilheterias, refletindo uma mudança clara no comportamento da indústria e dos espectadores. Parte disso também está ligada ao crescimento do streaming, que transformou a comédia em um produto “doméstico”, consumido rapidamente nas plataformas digitais em vez de eventos coletivos nas salas de cinema.

Enquanto nos anos 2000 era comum ver comédias ultrapassando US$ 200 milhões mundialmente, os lançamentos atuais raramente conseguem gerar impacto cultural semelhante. Até mesmo produções estreladas por nomes populares têm encontrado dificuldades para lotar salas, mostrando como o gênero perdeu força em Hollywood.

Mas isso pode estar prestes a mudar. E quem promete liderar esse retorno são justamente os irmãos Marlon Wayans e Shawn Wayans.

Com o novo ‘Todo Mundo em Pânico‘, que não carrega o 6 no título, os criadores da franquia querem recuperar o espírito anárquico e ofensivo que transformou os primeiros filmes em clássicos da cultura pop. E, pelo visto, eles não estão nem um pouco preocupados em pegar leve.

Em entrevista à Entertainment Weekly, , Marlon Wayans explicou que a proposta do filme é recuperar o espírito irreverente que marcou os primeiros longas da franquia.

“Estamos tentando trazer o riso de volta. A única maneira de fazer isso é cancelar a cultura do cancelamento”, disse o ator, que retorna ao papel do icônico Shorty.  

O trailer já deixou claro que ninguém estará a salvo das piadas. O novo filme satiriza temas como pronomes neutros, cultura woke, divisões políticas, redes sociais e até os novos códigos de comportamento da geração atual. Marlon resumiu a proposta dizendo: “Vamos zoar todo mundo”.

As estrelas Anna Faris e Regina Hall também reforçaram que o novo capítulo pretende ultrapassar limites. Em entrevista à Entertainment Weekly, Hall afirmou que o filme vai “ofender todo mundo”, enquanto Faris brincou dizendo que os irmãos Wayans sempre tiveram um estilo de humor que “atira para todos os lados”.

A proposta já vem dividindo opiniões na internet. Enquanto muitos fãs comemoram o retorno da franquia às mãos dos Wayans e enxergam a produção como uma tentativa de ressuscitar as grandes comédias sem censura dos anos 2000, outros acreditam que o humor “anti-cancelamento” pode soar datado ou forçado. Discussões no Reddit mostram exatamente essa divisão entre nostalgia e receio sobre o tom adotado pelo filme.

Ainda assim, uma coisa é certa: em uma Hollywood cada vez mais cautelosa, Todo Mundo em Pânico‘ parece disposto a fazer exatamente o contrário — provocar, incomodar e rir de absolutamente tudo. E talvez seja justamente isso que esteja faltando nas salas de cinema.

SAIBA MAIS » Todo Mundo em Pânico 6

Confira os cartazes divulgados hoje:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 4 de junho.

Marlon Wayans comenta sobre SEQUÊNCIA de ‘As Branquelas’: “Se ‘Todo Mundo em Pânico 6’ for um sucesso”

O 6º filme da franquia irá parodiar filmes como ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado‘, ‘Pânico‘, ‘Hereditário‘, ‘Longlegs – Vínculo Mortal‘, ‘Corra!‘, ‘Não! Não Olhe‘ e ‘Pecadores‘.

CinemaCon: Teaser de ‘Sonic 4’ com Amy Rose, Johnny Depp no trailer de ‘Um Conto de Natal’, ‘Todo Mundo em Pânico 6’; Assista aos comentários do painel!

Michael Tiddes (‘Inatividade Paranormal’) será responsável pela direção.

Jonathan Glickman, da Miramax, servirá como produtor do novo filme.

Ao total, a franquia já arrecadou US$ 896 milhões mundialmente.

‘Obsessão 2’? Diretor já tem ideias para SEQUÊNCIA do terror

Woman with black hair, blood smeared on the left side of her face and chest, smiling in a dimly lit room.

Em entrevista ao Total Film, o diretor Curry Barker comentou sobre a possibilidade de uma sequência para o aclamado terror ‘Obsessão‘, que conquistou impressionantes 95% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O cineasta revelou seu interesse em expandir o universo do longa através de uma série antológica.

“Eu obviamente tenho alguns projetos que estou ansioso para tirar do papel, mas acredito que ‘Obsessão 2’ é possível. Talvez. O que realmente me deixa animado é a possibilidade de fazer uma série antológica, com cada episódio focando em um desejo diferente que sai completamente do controle.”

Ele completa, Talvez eu pudesse dirigir o episódio piloto com o mesmo diretor de fotografia. Então, outros cineastas poderiam trazer suas próprias visões [nos episódios seguintes].”

Vale lembrar que o terror já está em exibição nos cinemas nacionais!

Confira nossa entrevista, o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Crítica | ‘Obsessão’ é um dos MELHORES filmes de terror da temporada

Saiba Mais » Obsessão

O longa foi classificado pelo MPAA por “violência sangrenta e extrema, imagens sinistras, conteúdo sexual, linguagem persuasiva e breve nudez gráfica”.

Na trama, depois de quebrar o misterioso Salgueiro dos Desejos para conquistar o coração de sua paixão, um romântico incurável se vê conseguindo exatamente o que queria, mas logo descobre que alguns desejos têm um preço sombrio e sinistro.

‘O Diabo Veste Prada 2’ LIDERA as bilheterias brasileira em sua 3ª semana; ‘Obsessão’ abre em 4º lugar!

Curry Barker é responsável pela direção e roteiro.

O elenco conta com Michael Johnston, Inde Navarrette, Cooper Tomlinson, Megan Lawless e Andy Richter.

10 Dicas de Filmes que vão virar seus favoritos da semana

Toda nova semana vamos trabalhar já pensando no próximo momento de folga, um momento onde relaxar no sofá e assistir a um filme – ou até mesmo ir ao cinema – se torna um dos programas preferidos de muitos de nós. Para você não perder tempo procurando pelos streamings e no circuito, reunimos abaixo uma lista com filmes que podem virar os seus favoritos da semana:

 

Socorro! (Disney Plus)

Uma funcionária exemplar de uma grande empresa passa para uma fase complicada quando o filho do dono assume a direção da companhia. Deixada de lado, sua última cartada é mostrar serviço durante uma viagem de negócios à Tailândia. No caminho, um acidente de avião acontece, deixando apenas ela e o novo chefe vivos. Enquanto tentam sobreviver em uma ilha completamente isolados, uma série de situações começam a deixar o ambiente completamente fora de qualquer controle.

 

O Drama (Em cartaz nos cinemas)

Um jovem casal está prestes a se casar quando, durante uma saída com amigos, uma revelação chocante e inesperada coloca tudo o que construíram até ali à beira de se perder.

 

Isso Ainda Está de Pé? (Disney Plus)

Alex (Will Arnett) vive em um momento difícil após a recente separação de sua esposa, Tess (Laura Dern). Buscando se reerguer emocionalmente, ele descobre o stand-up comedy como uma espécie de terapia, onde, a cada noite, faz novos amigos e amigas, além de desabafar sobre suas tristezas causadas pelo fim de seu relacionamento. Aos poucos, sua vida começa novamente a fazer sentido, e o destino lhe reservará algumas novas oportunidades de estar com quem ama.

Crítica | ‘Isso Ainda Está de Pé?’ – Maravilhosa dramédia transforma em reflexões os conflitos de um relacionamento

 

Mambembe (Em cartaz nos cinemas)

Um dos filmes brasileiros mais criativos que você verá numa tela de cinema no ano de 2026 chama-se Mambembe. Dirigido pelo excelente cineasta goiano Fabio Meira, este projeto coloca o tempo como uma variável importante para percorrer histórias entre o real e a ficção, tendo a comunicação cultural e artística da arte circense como um alicerce lapidado de maneira delicada, trazendo um contagiante leque de sensações.

Crítica | ‘Mambembe’ – As diversas formas de emocionar através das artes

 

Criaturas Extraordinariamente Brilhantes (Netflix)

Tova (Sally Field) é uma mulher que busca se manter ativa na fase final de sua vida trabalhando como faxineira no aquário da pacata cidade de Sowell Bay. A chegada do músico Cameron (Lewis Pullman) ao local – um jovem que herdou da mãe distante uma van e segue em busca do pai, acaba rapidamente aproximando os dois protagonistas. No meio disso tudo, um polvo observa e interage como um narrador importante, conduzindo o público às profundezas dos sentimentos que afligem os personagens.

Crítica | ‘Criaturas Extraordinariamente Brilhantes’ – A beleza das reflexões no caminho da compaixão

 

Como Mágica (Netflix)

Enroscando a fantasia aos modos de sobrevivência na natureza selvagem, chegou à Netflix, Como Mágica, uma aventura com técnicas de animação que encontra reflexões tanto para a garotada quanto para os adultos. Com personagens carismáticos e diversas lições permeando as entrelinhas das ações que se seguem, o projeto dirigido por Nathan Greno usa das cores exuberantes e analogias com animais conhecidos para criar um deleite de conhecimento sobre o meio ambiente.

Crítica | ‘Como Mágica’ – Aventura cheia de significados chegou ao Top 1 da Netflix

 

Meu Nome é Agneta (Netflix)

Agneta (Eva Melander) é um mulher que leva uma rotina entediante, há mais de duas décadas trabalhando no departamento de trânsito de sua cidade e presa a um casamento, apenas de aparência, com Magnus (Björn Kjellman). Ela ama a cultura francesa e alimenta o sonho de viver naquele lugar. Um dia, logo após ser demitida, resolve se candidatar a uma vaga de Au Pair para cuidar de Einar (Claes Månsson), na Provença. Essa decisão mudará para sempre sua forma de enxergar a vida.

Crítica | ‘Meu Nome é Agneta’ – Um irresistível brinde à vida chega à NETFLIX

 

Drop: Ameaça Anônima (Prime Video)

Na trama, conhecemos uma viúva que decide se encontrar com uma pessoa que conheceu por um aplicativo. Chegando lá, é surpreendida por uma série de mensagens aterrorizantes, que transformam seu encontro em um enorme pesadelo. Buscando soluções, ela viverá uma noite repleta de tensão e surpresas.

 

O Rei da Internet (Em cartaz nos cinemas)

Daniel (João Guilherme) é um jovem estudante que passa seu tempo preso a uma rotina de bullying no colégio e à rigidez que seu pai impunha em casa. Quando descobre o fascinante mundo da computação, investindo tempo em fóruns, invasões e mecanismos hackers, seu universo, antes limitado, desperta para possibilidades sem limites – entrando de cabeça em um mundo sem volta. Quando seus feitos ganham visibilidade, ele passa a entregar uma quadrilha criminosa, comandada por Fábio (Marcelo Serrado), especializada em roubos virtuais.

 

Um Dia de Sorte em Nova York (Filmelier +)

Lu JiaCheng (Chang Chen) é um imigrante chinês que vive nos Estados Unidos há alguns anos e trabalha como entregador por aplicativos. Juntando dinheiro para trazer sua família para perto, vive os dias focado no trabalho. Próximo de conseguir o seu maior sonho – ter sua esposa e a filha (que mal conhece) morando com ele -, vê sua ferramenta de trabalho, uma bicicleta elétrica, ser roubada. Desesperado, e rodando pelas ruas nas horas que se seguem após o roubo em busca de soluções, percebe que sua situação se transforma em um labirinto de poucas oportunidades.

Crítica | ‘Um Dia de Sorte em Nova York’ – Um retrato humano onde o silêncio também grita

10 Filmes Recentes que Esperávamos que Fizessem bem mais SUCESSO!

Collage of three movie posters: left shows a fedora-wearing adventurer with a whip in a warm orange backdrop; center features two characters with clown makeup and pale faces; right shows a muscular man in a strapped tactical vest with a woman in pink standing behind them in an action scene.

Hollywood é uma fábrica de sucessos, filmes inesquecíveis que perduram pela eternidade, como é o caso com os icônicos ‘O Mágico de Oz, ‘Casablanca’ e ‘E o Vento Levou’. Porém, nem todos se tornam clássicos para toda a vida. É verdade também que nem sempre o sucesso chega junto com o nascimento das obras. Por exemplo, diversos artistas só foram reconhecidos após sua morte. Com o cinema ocorre o mesmo muitas vezes. Filmes que em seu lançamento se mostram fracasso de crítica e de público, podem ressurgir um tempo mais tarde como itens cult, apreciados por toda uma nova geração de especialistas e espectadores.

Blade Runner’ e ‘O Enigma de Outro Mundo’, ambos de 1982, foram fiascos na época de sua passagem pelos cinemas. Hoje, ambos são reverenciados como filmes altamente influentes e celebrados em seus respectivos gêneros. Resta saber se isto vai acontecer algum dia com estes filmes que separamos para você nesta matéria. Só o tempo dirá. Por enquanto eles são apenas os filmes recentes que esperávamos que fizessem bem mais sucesso. Confira.

Coringa: Delírio a Dois

Nesta matéria existem alguns casos particulares, que recaem em diferentes tipos de fracassos comerciais. Vamos começar com o caso do segundo ‘Coringa’. O primeiro filme, de 2019, se tornou o sucesso surpresa daquela temporada, chegando até o Oscar e dando para o protagonista Joaquin Phoenix o seu tão aguardado prêmio de melhor ator da Academia. Além, é claro, de talvez o maior prêmio do filme, fazer mais de US$1 bilhão em bilheteria mundial. E bem, poderia ter parado por aí, mas o sucesso instigou o estúdio a fazer uma sequência. O diretor Todd Phillips parecia não estar muito motivado. Assim, resolveu fazer uma continuação-trollagem com os fãs, usando como argumento dois artifícios que não casam nem um pouco com a proposta: um filme de prisão (com direito a julgamento) e um filme inteiramente passado na cabeça do protagonista, como um grande delírio. E bem, quem queria ver isso? Certamente não o grande público.

Wicked: Parte II

Você lembra da comoção que foi o primeiro ‘Wicked’? Baseado em um enorme sucesso musical da Broadway, que usa como tema o clássico ‘O Mágico de Oz’, ‘Wicked’ deu o que falar, desde sua turnê de divulgação (com o relacionamento pra lá de esquisito entre as protagonistas Ariana “Pequena” e Cynthia Erivo), até ter conquistado os críticos e principalmente os fãs, com uma bilheteria de US$758 milhões. Ah sim, não podemos esquecer de suas 10 indicações ao Oscar, incluindo para melhor filme e para as duas atrizes citadas (com as vitórias de direção de arte e figurino). E melhor: essa era a primeira parte. A segunda certamente chegaria para colocar o prego no caixão, superando o original em todos os aspectos. Certo? Bem, … não foi bem assim. O segundo ‘Wicked’, lançado um ano depois, arrecadou US$200 milhões a menos, e não obteve metade dos holofotes do original. Ninguém falou sobre ele e o Oscar simplesmente deu de ombros, não reservando sequer uma indicaçãozinha para o longa.

O Dublê

Missão: Impossível’ foi uma série dos anos 60, revivida nos 80, que se tornou a franquia cinematográfica mais bem-sucedida dentro do gênero. Ou seja, naturalmente todos em Hollywood correram para fazer de algum programa clássico e querido o mais novo sucesso. Assim, Hollywood focou em ‘O Dublê’, ou ‘Duro na Queda’ para os mais íntimos. O programa dos anos 80, falava sobre um dublê de filmes de ação, que nas horas vagas trabalhava como caçador de recompensa. O programa durou cinco temporadas. Para a versão cinematográfica, um verdadeiro timaço: David Leitch, o diretor, foi dublê na vida real, então ninguém melhor que ele para comandar um filme sobre dublês. Fora isso, os protagonistas Ryan Gosling e Emily Blunt haviam acabado de sair de indicações ao Oscar, respectivamente por ‘Barbie’ e ‘Oppenheimer’, no ano anterior. Receita para o sucesso. Infelizmente, ninguém foi assistir e o que parecia ser o início de uma nova franquia nas telonas, não se concretizou.

Indiana Jones e a Relíquia do Destino

Nosso grande herói da sétima arte merecia mais e melhor. Indiana Jones definitivamente é um dos maiores personagens da história do cinema. A trilogia dos anos 80 o cimentou como um dos mais queridos protagonistas de todos os tempos. E bem, ele poderia ter ficado para sempre nesta época. Mas o próprio criador Steven Spielberg decidiu tirá-lo da aposentadoria para uma última grande aventura: e o resultado foi ‘O Reino da Caveira de Cristal’ (2008), que ninguém gostou. Agora sim, poderia ter parado por aí. Porém, 15 anos depois, Indy parecia ainda ter gás para estrelar um novo filme (agora ainda mais velho, aos 80 anos). E como queríamos uma despedida à altura do grande herói. Infelizmente não foi isso que ganhamos com ‘A Relíquia do Destino’, um filme ainda pior que o anterior, é o que muitos argumentam (e eu tenho que concordar).

Velozes e Furiosos 10

De filme sobre rachas de carros nas ruas de Los Angeles, a franquia ‘Velozes e Furiosos’ se tornou digna do 007 mais mentiroso, com tramas complexas de espionagem e grandes assaltos, conspirações internacionais. A coisa foi crescendo e ficando grande demais para o seu próprio bem. Em meados dos anos 2010, isso funcionou a favor da franquia, que atingiu seu ápice de prestígio, com os críticos e os fãs (as partes sete e oito atingiram a marca de U$1 bilhão em bilheteria). Porém, a coisa começou a regredir com o nono (em especial devido ao absurdo de carros no espaço, colados com silver tape). O décimo deveria ter corrigido este curso e voltado às boas com o sucesso. Ainda mais levando em conta o elenco adicionado (Jason Momoa, Brie Larson), o elenco que foi trazido de volta (The Rock, Gal Gadot) e que a história estava se encaminhando para o final. O público atual mostrou que não está mais acompanhando a franquia como antes.

Aquaman 2: O Reino Perdido

Por falar em Jason Momoa, merecido ou não, o primeiro ‘Aquaman’ foi o único filme do DCEU a atingir a marca de US$1 bilhão em bilheteria. O fato é bem curioso, se pensarmos que personagens mais populares da casa, como o Superman, a Mulher Maravilha e o Batman não conseguiram este êxito. A resposta para tamanha popularidade talvez seja que o filme do ‘Aquaman’ era bastante colorido e amigável para todo tipo de público, em especial o mais jovem (crianças e adolescentes), coisa que os filmes anteriores não eram (mais sombrios, pesados e carregados de sentimentos ruins). Porém, o segundo ‘Aquaman’ não chegou perto de repetir tamanho sucesso, com uma queda de 61% em relação ao original. O fato apenas demonstra que a esta altura, o público já havia abandonado os filmes do DCEU e estava apenas esperando a reestruturação da casa (que já havia sido anunciada com James Gunn no comando).

M3GAN 2.0

O primeiro ‘M3GAN’ faz parte daquela seleta lista de filmes que se tornam uma pequena surpresa agradável, saídos completamente do nada. Mistura de ‘Brinquedo Assassino’ e ‘Inteligência Artificial’, o filme realmente não tem nada demais, porém, surpreendeu em especial a geração tik tok com o vídeo viralizado em cima da dancinha da boneca-robô. E foi tudo o que precisou para virar um “meme-comoção”, levando um número considerável de pessoas aos cinemas. ‘M3GAN’ viralizou e virou pop. É claro que Blumhouse iria querer repetir o êxito. Mas os realizadores não desejavam apenas se repetir, assim transformaram a continuação em um filme de ação, que mostrava a robozinha como anti-heroína enfrentando uma ameaça ainda pior que ela. Se funcionou com ‘O Exterminador do Futuro’, iria funcionar com ‘M3GAN’ também, certo? Aliás, você sabia que M3GAN teve continuação?

Adão Negro

Voltamos a falar de um filme da extinta DCEU. É sabido que o universo da DC Comics no cinema começou mal em meados da década passada. Idealizado por Zack Snyder, a pressão em cima do diretor era para que ele construísse um universo cinematográfico nos moldes do que a Marvel estava fazendo àquela altura. Porém, o estúdio rival começou da maneira certa: construindo bases sólidas em filmes solo que apresentavam e desenvolviam os personagens. Mas isso nem foi o pior, pois se ‘Batman vs. Superman’ e ‘Liga da Justiça’ tivessem agradado de verdade, ninguém ligaria para o resto. Mas quando você começa tropeçando, dificilmente irá se reerguer para chegar ao fim da corrida. E no meio destes tropeços surgiu ‘Adão Negro’, um filme que ficou em desenvolvimento por 15 anos, e era um projeto dos sonhos do astro Dwayne Johnson. Nessa altura, o mundo passava pelo que ficou conhecido como “fadiga dos super-heróis”, e ‘Adão Negro’, infelizmente, foi o epicentro disso.

Furiosa: Uma Saga Mad Max

Veja bem, antes é preciso saber diferenciar entre um sucesso cult e um sucesso de público e bilheteria. A franquia Mad Max no cinema sempre foi um sucesso cult. ‘Mad Max 2’ ainda hoje é um dos melhores filmes de ação de todos os tempos. Porém, em seu lançamento teve até que mudar de título pois ninguém havia visto o anterior. Para piorar se tratavam de produções australianas. Quando finalmente foi levado para Hollywood em 1985, com o terceiro filme, o resultado não foi bem o esperado. Em 2015 estreava o que muitos consideram um dos melhores filmes dos últimos 20 anos, ‘Estrada da Fúria’. Apesar de ter sido indicado ao Oscar de melhor filme e ser enaltecido por 9 entre 10 cinéfilos, ele não chegou sequer aos US$400 milhões, ou seja, estava muito longe de ser um fenômeno de público. Os realizadores desejavam elevar ainda mais o status da franquia com o tão aguardado filme solo da personagem que roubou a cena em ‘Estrada da Fúria’, Furiosa. Mas para isso deram dois chutes na trave. O primeiro, tiraram Charlize Theron do papel e a substituíram por outra atriz. E segundo, voltaram no tempo para uma história de origem. Resultado: ninguém saiu de casa para ver.

Dungeons & Dragons: Honra Entre Ladrões

Finalizando, temos outro filme divertido que deveria ter recebido muito mais atenção e feito bem mais sucesso. Como já puderam perceber, nem todos os filmes da lista são ruins, ou sequer medianos. Alguns, de forma merecida não fizeram sucesso. Outros, infelizmente não conseguiram atrair atenção do grande público, apesar de sua qualidade. E ‘Dungeons & Dragons’ recai na segunda categoria. Para começar, podemos dizer que esta talvez seja uma franquia amaldiçoada no cinema. Tudo bem, é baseado em um jogo de nicho de tabuleiro, que nem todo mundo é familiarizado. Porém, poderia ter dado muito certo, pegando os fãs de ‘O Senhor dos Anéis’, já que fazem parte do mesmo gênero. O que pegou mesmo foi que a marca já estava “queimada” graças ao horrendo filme de 2000, com Jeremy Irons, considerado um dos piores filmes da sétima arte. Vinte e três filmes separam o filme bom e o ruim, porém, talvez tenha sido pouco tempo, pois o grande público ainda não tirou o gosto amargo da boca.

‘The Boys’: Apesar das críticas, última temporada QUEBRA RECORDES no Prime Vídeo

O fenômeno global The Boys encerra sua icônica trajetória na televisão com o lançamento de seu episódio final no catálogo do Prime Video. Apesar de a reta final ter dividido a opinião do público, com uma parcela significativa de fãs criticando o ritmo da narrativa sob a alegação de excesso de episódios “filler” (de enrolação), a produção se consolidou indiscutivelmente como o maior sucesso de audiência na história da plataforma de streaming.

De acordo com dados publicados pelo The Hollywood Reporter, a quinta e última temporada de The Boys alcançou a impressionante marca de 57 milhões de espectadores por episódio em todo o mundo. O número representa o recorde absoluto da série, mesmo com apenas cinco semanas de dados disponíveis na medição, que contabiliza os usuários que assistiram a pelo menos alguns minutos de cada capítulo.

Com o desempenho avassalador, o ano de encerramento garantiu um lugar no Top 10 de temporadas mais assistidas entre todas as produções originais da plataforma, além de impulsionar o maior crescimento de audiência em um intervalo de três semanas já registrado por uma série ou filme no streaming.

‘The Boys’: Eric Kripke revela que final da série não encerrará a história dos personagens de ‘Gen V’

O showrunner da série, Eric Kripke, comentou abertamente que as métricas oficiais de visualização serviram para tranquilizá-lo após acompanhar de perto as discussões calorosas e as reações negativas inflamadas nas redes sociais:

“Passei por um processo em que comecei a ler tudo nas redes sociais e na internet, e isso faz parecer que aquilo representa o universo inteiro. Dá medo, cria um peso no estômago”, afirmou o produtor.

“Então você vê os números e pensa: ‘Quantas vezes ainda vou precisar reaprender que o mundo online não é o mundo real?’ É uma fração de pessoas muito barulhentas e opinativas, e tudo bem, elas têm direito à opinião delas. Mas isso não reflete necessariamente o que está acontecendo no mundo real. Quando vi os números, fiquei muito mais calmo”, acrescentou.

‘The Boys’: Criador comenta desfecho de Soldier Boy na série

Apesar do tom confiante do produtor, a recepção da audiência online continua severa. Nas principais comunidades de fãs e agregadores de crítica, os episódios mais recentes vêm sendo duramente bombardeados.

Parte do público argumenta que a urgência da trama contra o Capitão Pátria foi deixada de lado em prol de subtramas desnecessárias, traçando comparações desfavoráveis com os polêmicos e divididos desfechos de outras grandes produções da cultura pop, como ‘Game of Thrones’ e ‘Stranger Things’.

The Boys’ está disponível no prime vídeo. 

 

No ciclo final de ‘The Boys‘, o mundo fica à mercê dos caprichos erráticos e egocêntricos do Capitão Pátria, enquanto figuras centrais como Hughie, Mother’s Milk e Frenchie encontram-se presos em um “Campo da Liberdade”.

Em meio ao caos, Annie tenta organizar uma resistência contra a força esmagadora dos Supers, ao mesmo tempo em que lida com o desaparecimento de Kimiko. O ressurgimento de Billy Bruto, decidido a utilizar um vírus capaz de eliminar todos os Supers da Terra, promete desencadear uma série de eventos irreversíveis.

O elenco de peso da produção continua contando com nomes como Antony Starr, Dominique McElligott, Jessie T. Usher, Chace Crawford, Laz Alonso, Tomer Capone, Karen Fukuhara e Nathan Mitchell.

Francesca Scorsese se junta ao elenco da 2ª temporada de ‘Sr. & Sra. Smith’

Smile of a young woman with long blonde hair sitting on a couch at night, lit softly by ambient indoor light.

De acordo com o Deadline, Francesca Scorsese (‘We Are Who We Are’) foi confirmada no elenco da 2ª temporada da série ‘Sr. e Sra. Smith‘.

A atriz, filha do aclamado cineasta Martin Scorsese, interpretará a Sra. Smith.

O site afirma que a segunda temporada contará com múltiplos casais mais jovens, incluindo Mark Eydelshteyn (‘Anora’) e Talia Ryder (‘A Doce Costa Leste’), previamente anunciados.

Donald Glover e Maya Erskine devem reprisar seus papéis da primeira temporada.

Além disso, Glover será responsável pela direção de diversos episódios do próximo ciclo.

O artista ainda é creditado como cocriador e produtor executivo da série ao lado de Francesca Sloane, que retornará como showrunner.

“Estamos empolgados em anunciar que uma segunda temporada de nossa inovadora série de espionagem, ‘Sr. e Sra. Smith’, está em produção para nossos clientes globais do Prime Video”, disse Jennifer Salke, chefe dos Estúdios MGM da Amazon.

“O sucesso da primeira temporada, com sua reinvenção incrivelmente moderna e sexy do filme original, é um testemunho dos brilhantes criadores Donald Glover e Francesca Sloane. Estamos orgulhosos em trazer para vocês outra temporada cheia de jornadas inesquecíveis e novas aventuras”.

“Dois estranhos solitários conseguem empregos em uma misteriosa agência de espionagem que oferece a eles uma vida gloriosa de espionagem, riqueza, viagens pelo mundo e uma bela casa em Manhattan. A pegadinha? Novas identidades em um casamento arranjado como Sr. e Sra. John e Jane Smith. Agora casados, John e Jane enfrentam uma missão de alto risco toda semana, ao mesmo tempo em que enfrentam um novo marco no relacionamento. Sua complexa história de cobertura se torna ainda mais complicada quando eles desenvolvem sentimentos reais um pelo outro. O que é mais arriscado: espionagem ou casamento?”.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

 

Rami Malek reflete sobre o peso histórico de sua vitória no Oscar por ‘Bohemian Rhapsody’: “Isso carrega um peso”

O ator Rami Malek, vencedor do Oscar de Melhor Ator por sua memorável interpretação em Bohemian Rhapsody, comentou recentemente sobre a experiência de fazer história em Hollywood. O astro celebrou o significado cultural de ter se tornado o primeiro ator de origem egípcia a conquistar a estatueta de ouro na categoria principal da premiação.

De acordo com a Variety, Malek destacou a importância de sua vitória na pele de Freddie Mercury, enxergando o prêmio como um marco representativo que vai muito além da indústria cinematográfica:

“É uma das maiores conquistas justamente pela esperança que isso representa para tantas pessoas ao redor do mundo, especialmente de onde minha família veio, no Egito. Acho que muita gente consegue se identificar com o que significa ser imigrante… isso carrega um peso. Poder me conectar a essa conquista e talvez inspirar alguém me dá um orgulho ainda maior do que o próprio trabalho”, declarou o ator.

Lançado em 2018, Bohemian Rhapsody consolidou-se como um dos maiores fenômenos biográficos da história do cinema. Dirigido por Bryan Singer, o longa-metragem não apenas conquistou o coração dos fãs do Queen, mas também quebrou recordes de bilheteria ao arrecadar mais de US$ 910 milhões globalmente, tornando-se a cinebiografia musical de maior arrecadação de todos os tempos.

Bohemian Rhapsody’ está disponível no Disney+.

Freddie Mercury, Brian May, Roger Taylor e John Deacon formam a banda de rock Queen em 1970. Quando o estilo de vida agitado de Mercury começa a sair de controle, o grupo precisa encontrar uma forma de lidar com o sucesso e os excessos de seu líder”, diz a sinopse oficial da produção.