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‘Bird Box’: Terror da Netflix com Sandra Bullock e Sarah Paulson será lançado nos cinemas

Visando conquistar indicações ao Oscar, a Netflix anunciou que lançará o terror ‘Bird Box‘ (baseado no livro ‘A Caixa de Pássaros’) nos cinemas norte-americanos.

A estreia acontece dia 13 de Novembro, e o filme ficará em exibição apenas por uma semana.

suspense traz um cenário apocalíptico em que uma grande ameaça está à solta, mas ninguém sabe exatamente o que é. O motivo? Quem olha para a ameaça, enlouquece e morre.

Sandra Bullock  e Sarah Paulson estrelam, após trabalharem juntas em ‘Oito Mulheres e Um Segredo‘.

Assista ao trailer:

Uma força misteriosa dizimou a população mundial. Para os sobreviventes, uma coisa é certa: quem a vê, morre. Na busca do último refúgio existente, Malorie e os dois filhos terão de descer um rio traiçoeiro. E a única chance de escaparem da morte é encarar a perigosíssima jornada de olhos vendados. Ao enfrentar o desconhecido, Malorie encontra amor, esperança e um novo começo a ser descoberto.

O filme traz Sandra Bullock, vencedora do Oscar®, à frente do elenco reforçado por estrelas como John Malkovich, Trevante Rhodes e Sarah Paulson. A direção deste novo e envolvente thriller é de Susanne Bier, vencedora do Oscar.

A estreia acontece dia 21 de dezembro na Netflix.

 

‘Cine Holliúdy 2: A Chibata Sideral’ ganha divertido trailer e cartaz

A sequência do fenômeno nacional Cine Holliúdy‘ ganhou seu divertido trailer e cartaz.

O vídeo mostra o protagonista Francisgleydisson, interpretado mais uma vez por Edmilson Filho, diante da missão de reinventar seu cinema depois da chegada do videocassete: ele decide se arriscar na carreira de cineasta e produzir um filme de alienígenas com os habitantes de Pacatuba.

“Esse filme é de vocês, negada. Juntem em casa as tralhas tudinho que vocês tiver (sic) que tudo serve”, encoraja Francis no vídeo.

Confira:

Com a massificação da tv, Francisgleydisson, apaixonado pela sétima arte, se vê obrigado a fechar o seu querido Cine Holliúdy. Sempre comprometido com seus projetos e decidido a salvar a situação, ele vai se meter em uma das maiores confusões de sua vida, ao produzir um filme de alienígenas usando, como atores, os habitantes da cidade.

Totalmente falado em “cearensês”, o primeiro filme foi exibido com legendas em português para traduzir o amplo vocabulário regional, e levou mais de 1 milhão de brasileiros aos cinemas.

Dirigido por Halder Gomes, o longa terá sua primeira exibição ao público neste sábado, 3 de novembro, às 19h, dentro da programação do Festival do Rio. A comédia é parte da Mostra Première Brasil, categoria Hors Concours.

Comercialmente, o filme estreia em 2019.

‘IT: A Coisa – Capítulo Dois’: Warner divulga teaser-pôster e título nacional

A Warner Bros. acaba de divulgar o teaser-pôster nacional de ‘IT: A Coisa – Capítulo Dois‘.

A arte não traz muitas novidades, apenas o logotipo.

Confira:

Andrés Muschietti atualmente dirige ‘IT: A Coisa – Capítulo Dois‘, que chegará aos cinemas dia 5 de setembro de 2019. 

James McAvoy (‘Fragmentado’) estrela como Bill, a indicada ao Oscar Jessica Chastain (‘Mama’) é Beverly, Bill Hader (‘Irmãos Desastre’) interpreta Richie, Isaiah Mustafa (‘Caçadores de Sombras’) é Mike, Jay Ryan (‘Mary Kills People’) interpreta Ben, James Ransone (série de TV ‘The Wire’) estrela como Eddie, e Andy Bean (‘A Série Divergente: Convergente’) como Stanley.

“Como a cada 27 anos o mal revisita a cidade de Derry, Maine, ‘IT: A Coisa – Capítulo 2‘ traz os mesmos personagens – que há muito tempo seguiram seus próprios caminhos – de volta como adultos, quase três décadas depois dos eventos do primeiro filme. Bill Skarsgård retorna no papel de Pennywise.  

Reprisando seus papéis como os membros originais do Clube dos Otários estão os astros do primeiro filme: Jaeden Lieberher como Bill, Wyatt Oleff como Stanley, Sophia Lillis como Beverly, Finn Wolfhard como Richie, Jeremy Ray Taylor como Ben, Chosen Jacobs como Mike e Jack Dylan Grazer como Eddie.”

Em entrevista ao Bloody Disgusting, Javier Botet, que interpretou o Leproso em ‘It: A Coisa‘, revelou que terá mais destaque na sequência.

“No primeiro filme, eu fiz uma pequena participação como o leproso. Neste novo, eu farei mais coisas. Tenho certeza que será ainda mais divertido que o primeiro, se isso for possível.”, afirmou.

Quando perguntado se daria vida a várias criaturas no segundo filme, o ator disse que não podia confirmar.

O site Joblo publicou novas imagens do astro Bill Skarsgård retornando como o palhaço Pennywise no set. Confira:

 

 

Crítica | Bohemian Rhapsody – Um virtuoso exercício de puro Rock n Roll

Quem quer viver para sempre?

Existe filme à prova de crítica? Se ele mexer com nossas emoções, paixões e nostalgia, é bem provável que a resposta seja sim. E daí adentramos duas narrativas essenciais: o crítico pode ser fã. Pode se apaixonar e ser envolto pelas emoções e laços afetivos (não seria humano caso contrário), porém, sem nunca esquecer de realizar seu trabalho: avaliar uma produção cinematográfica enquanto obra. Para isso muitas vezes é necessário se distanciar do emocional e começar a fazer trabalhar o racional.

Por outro lado, o fã quase nunca é crítico – isto é, não tão crítico quanto um avaliador. Melhor ainda, mesmo percebendo os “defeitos” apontados por um profissional, pode ainda assim não achar motivo suficiente para não abraçar por inteiro seu objeto de afeto. Tais argumentos são muito utilizados na hora de definir os fanboys e suas franquias famosas prediletas – mas são relacionáveis a todo e qualquer fã e seu ídolo: seja da música, história, do esporte ou qualquer outro.

Freddie Mercury é um ídolo – para a maioria dos seres vivos neste planeta. Naturalmente, Bohemian Rhapsody se torna um filme que instantemente desperta o interesse e cria grande expectativa, em muitos que até mesmo já amam a obra antes de poderem conferi-la. Não existe dúvidas de que irão nada menos do que amá-la, mesmo que o longa dirigido por Bryan Singer tivesse nenhuma qualidade. A parte boa aqui é que sim, possui, e muitas.

Deixando um pouco a emoção de lado (só um tiquinho) e se atendo aos fatos, Bohemian Rhapsody teve uma produção conturbada. Troca de atores (Sacha Baron Cohen era o protagonista originalmente planejado) e um escândalo sexual envolvendo o diretor Singer (que segue creditado como único comandante da obra, apesar de não ter finalizado o longa) foram alguns dos escabrosos detalhes de bastidores do filme – surgindo imediatamente (como sempre) na forma de grandes alertas vermelhos para os jornalistas.

O filme, no entanto, ultrapassa os empecilhos com classe e sem titubear, deletando a incredulidade coletiva para se mostrar uma produção exuberante. Bohemian Rhapsody é enérgico e acelera sem pisar no freio. Constrói uma crescente narrativa, mesclando de forma bem dosada humor, drama e, claro, as canções imortais do Queen ponderando os momentos certos.

A trama não tem muito mistério, servindo como relato crônico da vida do jovem Farrokh Bulsara, descendente de uma família de indianos morando em Londres com os pais e irmã. O sonho subversivo, rebelde e a veia de artista pulsante o conduzem diretamente ao encontro de Brian May (Gwilym Lee) e Roger Taylor (Ben Hardy), juntos constituindo a primeira formação do que viria a ser uma das maiores bandas a passar por este planeta. Ao assumir o nome Freddie Mercury, o cantor e seus companheiros seguiram rumo ao estrondoso sucesso – precisando lidar com diversos percalços, entre eles a descoberta da verdadeira sexualidade do frontman da banda e sua consequente egolatria.

Narrativamente, Bohemian Rhapsody é pra lá de dinâmico e deveria ter grampeado em seu cartaz um selo de aprovação de entretenimento garantido. Cronologicamente, são outros quinhentos. Para uma biografia, o longa de Singer deixa mais buracos do que as estradas brasileiras – o que pode enfurecer parte do público que conhece de forma decorada a trajetória do grupo. Entre os furos, o mais óbvio é o que coloca a clássica apresentação no primeiro Rock in Rio cinco anos antes de ter verdadeiramente ocorrido. O que fosse apenas isso seria perdoado, no entanto, desestrutura diversos outros fatos, colocando-os fora de ordem temporal.

Essa falta de cuidado, mesmo que proposital (e difícil de engolir), não deixa de ser desconcertante. Outro detalhe é a performance do protagonista Rami Malek na pele de Mercury, que embora tenha me convencido e a tantos outros, existe na tênue linha da caricatura. Outro ponto contra é fato do ator ser constantemente dublado em todas as suas apresentações (mescla da voz original do cantor com um imitador).

No equilíbrio das energias, Bohemian Rhapsody entrega cenas reais e emotivas, fazendo sua qualidade dramatúrgica sobressair às deficiências. O longa é simplesmente muito divertido para ser negado. E o que dizer da cena final. Uma virtuosa escolha técnica dos envolvidos, que surge como aula de plano sequência e posicionamento de câmera, mesclados com efeitos precisos da plateia, nos imergindo por completo na apresentação do Queen no Live Aid – com um momento grandioso atrás do outro. Neste trecho, Malek e Mercury se fundem num só, e a potência performática do jovem protagonista da série Mr. Robot contagia mesmo contra a vontade. É impossível resistir.

Vida longa à Rainha!

Bohemian Rhapsody

(Bohemian Rhapsody)

 

Elenco:

Rami Malek

Aidan Gillen

Mike Myers

Gwilym Lee

Joseph Mazzello

Direção: Dexter Fletcher, Bryan Singer

Gênero: Biografia / Drama

Duração: 134 min.

Distribuidora: 20th Century Fox

Orçamento: US$ 52 milhões

Estreia: 1º de Novembro de 2018

Sinopse:

Bohemian Rhapsody é uma celebração exuberante do Queen, sua música e seu extraordinário cantor principal Freddie Mercury, que desafiou estereótipos e quebrou convenções para se tornar um dos artistas mais amados do planeta. O filme mostra o sucesso meteórico da banda através de suas canções icônicas e som revolucionário, a quase implosão quando o estilo de vida de Mercury sai do controle e o reencontro triunfal na véspera do Live Aid, onde Mercury, agora enfrentando uma doença fatal, comanda a banda em uma das maiores apresentações da história do rock. Durante esse processo, foi consolidado o legado da banda que sempre foi mais como uma família, e que continua a inspirar desajustados, sonhadores e amantes de música até os dias de hoje.

Crítica | Bohemian Rhapsody – Um virtuoso exercício de puro Rock n Roll (Nota: 8.0)

 

Crítica em Vídeo: 

Curiosidades: 

» O diretor Bryan Singer deixou a produção faltando algumas cenas para o fim das filmagens devido ao mal comportamento e desentendimentos com a equipe;

Trailer:

Cartazes:

Fotos: 

 

Crítica | O Doutrinador – Anti-herói brasileiro em filme com qualidade de blockbuster hollywoodiano

O cinema nacional tem evoluído muito nos últimos anos, e estamos ganhando filmes que fogem das comédias escrachadas produzidas pela Globo Filmes ou dos dramas feitos para festival que não alcançam muitas salas de cinema. Estamos em uma era em que as produções nacionais ganharam qualidade de cinema de fazer jus a Hollywood, com filmes de gênero surpreendentes e muito bem produzidos, como os recentes ‘As Boas Maneiras‘, ‘Canastra Suja‘, ‘Aos Teus Olhos‘, entre outros.

Porém, são poucos os filmes nacionais de ação que ganham destaque por sua qualidade. E para a nossa sorte, ‘O Doutrinador‘ é um deles. Com uma fotografia espetacular e cinematográfica, uma direção rebuscada e cenas de ação no melhor estilo Marvel/DC, temos um filme grandioso de anti-herói que promete conquistar a audiência brasileira no dia 1º de novembro.

Baseado na HQ homônima criada por Luciano Cunha, e adaptada para os cinemas por Gabriel Wainer, ‘O Doutrinador‘ acompanha Miguel (Kiko Pissolato), um agente federal altamente treinado e perito em armas. Ele e sua equipe finalmente conseguem provas contra um governador que está roubando dinheiro da saúde e deixando os hospitais caóticos, mas a corrupção dentro da organização e em todo o sistema causa a libertação do político – que ri não apenas da situação, mas também da população brasileira.

Após uma pessoa de sua família ser assassinada, Miguel parte para uma jornada pessoal de vingança e assume a identidade de um vigilante mascarado. O Doutrinador resolve fazer justiça com as próprias mãos exterminando políticos e donos de empreiteiras corruptos. Seu maior objetivo é combater uma quadrilha de políticos e bandidos que tomaram a frente da política brasileira e passaram a governar o país pensando apenas em seus próprios interesses.

Apesar de trazer como pano de fundo a situação política desoladora que o país se encontra, o filme foca na jornada do nosso protagonista e seu dilema entre ser o mocinho ou o vilão. E essa ambiguidade do protagonista traz uma trama repleta de reviravoltas e cenas de ação e violência, com cabeças explodindo e sangue voando para todos os lados. Para os amantes do cinema gore, o filme é um deleite.

As cenas de ação são muito bem dirigidas pelo Gustavo Bonafé (‘Legalize Já’), que constrói um visual moderno e espetacular que remete às produções de Zack Snyder, utilizando locações belíssimas e obscuras contrastando com o vermelho da máscara do nosso anti-herói. É uma direção cuidadosa e detalhista, que rende um deleite visual esplendido.

Quem rouba a cena é o ator Kiko Pissolato, que vive o protagonista, e está sensacional nas cenas de ação e também nos momentos que necessitam de uma carga dramática maior. Ao seu lado, no melhor estilo Batman e Robin, está a hacker Nina, uma garota com um divertido humor ácido que também foi vitima do sistema. A personagem é interpretada pela ótima Tainá Medina, em uma grande atuação. A dupla tem uma ótima química em tela.

Marília Gabriela, apesar de aparecer em poucas cenas, também entrega uma atuação surpreendente. O elenco ainda conta com Eduardo Moscovis, Helena Ranaldi, Samuel de Assis e Tuca Andrada.

O único ponto negativo do filme está em seu terceiro ato, que se estende demais em subtramas banais e acaba cansando um pouco o espectador, mas se redime com um final explosivo que encerra a história de maneira extremamente satisfatória.

O Doutrinador‘ é o cinema nacional em sua melhor forma, mostrando que a qualidade das nossas produções evoluiu a ponto de fazer jus aos blockbusters hollywoodianos, e que temos potencial para contar histórias interessantes sobre o nosso próprio país.

O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos

(The Nutcracker and the Four Realms)

 

Elenco:

Keira Knightley

Morgan Freeman

Mackenzie Foy

Helen Mirren

Direção: Lasse Hallström, Joe Johnston

Gênero: Aventura / Fantasia

Duração: 120 min.

Distribuidora: Disney

Orçamento: US$ 90 milhões

Estreia: 01 de Novembro de 2018

Sinopse:

Clara, uma jovem esperta e independente, perde a única chave mágica capaz de abrir um presente de valor incalculável dado por seu padrinho. Ela decide então iniciar uma jornada de resgate que a leva pelo Reino dos Doces, o Reino das Neves, o Reino das Flores e o sinistro Quarto Reino.

Curiosidades: 

» O longa é uma adaptação do livro “Quebra-Nozes e o Rei Rato”, de E.T.A. Hoffmann;

» O filme foi realizado em Kodak 65mm;

Trailer:

Cartazes:

Fotos: 

 

Vazam os possíveis títulos de ‘Avatar 2, 3, 4 e 5’

O mistério em torno dos títulos futuros das sequências de ‘Avatar‘ pode ter sido resolvido pela BBC.

O site afirma ter conseguido um documento que traz os títulos e detalhes de cada um dos filmes.

Segundo eles, as sequências se chamarão:

O que você achou dos títulos?

Avatar 2‘ estreia em 18 de dezembro de 2020; e ‘Avatar 3‘ em 17 de dezembro de 2021.

Já ‘Avatar 4‘ só chega aos cinemas em 20 de dezembro de 2024; e ‘Avatar 5‘ em 19 de dezembro de 2025.

Recentemente, foi divulgado um novo logotipo da franquia, descartando a fonte Papyrus que foi apresentada no filme original de 2009.

Confira e compare com o anterior:

Os fãs de ‘Avatar’ podem esperar uma sequência repleta de novidades. Pelo menos é o que o veterano Stephen Lang disse recentemente.

Em uma entrevista ao site ScreenRant, o ator comentou que a continuação terá muitas cenas subaquáticas como jamais visto antes, além do filme ser um “‘Avatar’ com esteroides”.

Disse Lang:

“É muito semelhante à primeira produção, mas é meio que um ‘Avatar’ com esteroides. E Cameron está avançando em muitas maneiras, no que tange à nova tecnologia empregada para filmar as cenas. É muito complexo e sutil para que eu consiga articular no momento. Mas não é segredo que estamos fazendo muitas capturas de movimento embaixo d’água, o que por si só já é revolucionário, algo que ainda não havia sido feito”.

‘Avatar 2’: James Cameron revela os desafios de gravar cenas subaquáticas; Confira!

Vale lembrar que ‘Avatar‘ arrecadou US$ 2,7 bilhões entre dezembro de 2009 e o primeiro semestre de 2010.

Zoe Saldana, Sam Worthington, Sigourney Weaver e Stephen Lang retornarão.

O Doutrinador

Elenco:

Eduardo Moscovis

Lucy Ramos

Helena Ranaldi

Kiko Pissolato

Samuel de Assis

Tainá Medina

Direção: Gustavo Bonafé e Fábio Mendonça

Gênero: Ação / Drama

Duração: 115 min.

Distribuidora: Downtown/Paris

Orçamento: R$ 8 milhões

Estreia: 1º de Novembro de 2018

Sinopse:

Um anti-herói no melhor estilo dos vigilantes dos quadrinhos. O Doutrinador é Miguel, um agente federal altamente treinado que vive num Brasil cujo governo foi sequestrado por uma quadrilha de políticos e empresários. Uma tragédia pessoal o leva a eleger a corrupção endêmica brasileira como sua maior inimiga. E ele começa a se vingar da elite política brasileira em pleno período de eleições presidenciais, numa cruzada sem volta contra a corrupção.

Crítica | O Doutrinador – Anti-herói brasileiro em filme com qualidade de blockbuster hollywoodiano (Nota: 8.0)

 

Crítica em vídeo:

Curiosidades:

» O filme vai virar uma série de TV pelo canal SyFy.

» O longa-metragem e a série de TV são baseados na HQ brasileira adultaO Doutrinador, de Luciano Cunha;

» Eduardo Moscovis é o governador Sandro Correa, um dos políticos corruptos na mira do Doutrinador (Kiko Pissolato), em filme e série homônimos foram rodados em São Paulo.

» ‘O Doutrinador‘, vigilante das HQs – que se tornou conhecido no Brasil e em vários lugares do mundo através da internet e de edições impressas -, é um combatente implacável dos corruptos que sugam e atrasam o país.

Trailer:

 

Cartazes:

Fotos:

Johnny English 3.0

(Johnny English strikes again)

 

Elenco:

Jake Lacy

Olga Kurylenko

Rowan Atkinson

Direção: David Kerr

Gênero: Ação / Comédia

Duração: 88 min.

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: US$ 40 milhões

Estreia: 1º de Novembro de 2018

Sinopse:

Johnny English (Rowan Atkinson) é a única salvação do serviço secreto quando um cyber ataque revela as identidades de todos os agentes do país. Tirado de sua aposentadoria, ele volta à ativa com a missão de achar o hacker por trás do ataque.

Crítica | Johnny English 3.0 – Uma comédia à moda antiga  (Nota: 6.0)

Curiosidades:

» O longa encerra a trilogia ‘Johnny English’, que completa 15 anos;

Trailer:

Cartazes:

Fotos:

Crítica | Johnny English 3.0 – Uma comédia à moda antiga

O Espião Bissexto

Franquias do cinema costumam lançar seus exemplares com um curto tempo de hiato entre eles – o recomendável sempre foi de 3 em 3 anos para não saturar o público. Nos tempos acelerados de hoje, grandes séries cinematográficas, como Star Wars, os filmes da Marvel e Velozes e Furiosos, às vezes não chegam sequer a intercalar seus capítulos anualmente. Seguindo na extrema contramão desta tendência, a franquia Johnny English pode ser considerada uma série relutante do cinema.

Capitalizando em cima do carisma e humor clássico de Rowan Atkinson, o eterno Mr. Bean, a Universal confeccionava o primeiro Johnny English (2003), sátira aos filmes de espiões, mais comportado e dono de um humor (quase sempre) mais sofisticado e físico, tirado de situações, do que seu concorrente Austin Powers, por exemplo- cujo encerramento da “trilogia” chegava justamente no ano anterior ao lançamento do “rival”. Ao contrário do colega do serviço secreto de sua majestade, vivido por Mike Myers, o personagem de Atkinson só voltaria numa sequência oito anos depois, com O Retorno de Johnny English (2011).

Mais sete anos e temos esta terceira parte, Johnny English 3.0 – que traz o protagonista de volta à sua rotina humorística já muito conhecida. Assim como ocorre nos filmes de James Bond, a cada nova aventura, English troca de vilão de English Girl e também de comandante do barco. Aqui não é diferente, e na direção, substituindo Peter Howitt (Um Álibi Perfeito) e Oliver Parker (O Exército do Papai), temos David Kerr (da cultuada série Inside Nº 9).

Não existe muito que distinga o novo exemplar dos demais, a não ser o fato de que nesta terceira vez, a fórmula parece ter perdido o gás – se é que alguma vez já o teve. O humor de Atkinson combina com o longa, e pode ser dito que o filme é moldado em cima disso. Ou seja, se você já passou dos trinta, é capaz de se divertir com as tiradas “Beanescas” do protagonista. Mas esteja avisado, Johnny English 3.0 é ingênuo e inocente, soando como aquele tipo de produção deslocada de seu tempo, funcionando numa bolha saída direto da década de 1990.

Até mesmo a ameaça, embora tenha respaldo no mundo tecnológico cada vez mais avençado, recai no teor datado – já que esquemas relacionados à computação e informática eram tema de alguns filmes de 007 da década de 1980, por exemplo. A evolução ocorre fora das telas, com o avanço do mundo moderno, mas dentro do roteiro a situação ainda se encontra estagnada. E sobram humor pastelão e gags recicladas.

Johnny English não é nada de novo ou sequer especial. Recria exatamente os mesmos dispositivos utilizados em todo e qualquer filme do gênero, desde o superior durão que não acredita no potencial do herói – papel da veteraníssima premiada Emma Thompson -, até a bela e sedutora femme fatale, que vive para se mostrar uma agente dupla – interpretada por uma verdadeira Bond Girl, Olga Kurylenko (de 007 Quantum of Solace).

Bom, e apesar de ter “batido” tanto no filme até agora, preciso ressurgir em sua defesa. Sim, Johnny English 3.0 é datado, pouco criativo e nada inovador. No entanto, é exatamente o tipo de filme calmo, dono de humor seguro e impulsionado pela comicidade inerente de seu protagonista, cada vez mais raro. Atkinson é um dos grandes do humor e apenas sua presença é suficiente para nos fazer abrir um sorriso. E sim, algumas cenas são dignas de risadas e até gargalhadas. Mesmo que não seja em abundância.

A forma para se avaliar uma comédia é simples: ou é engraçada ou não é. E os convido a resistir à cena na qual o agente testa a imersão da realidade virtual de “verdade”. Uma sequência longa e inspirada, cuja insanidade é histérica.

Johnny English 3.0 é, como diria certo grande crítico do passado, chiclete para o cérebro. A indústria dos chicletes vai muito bem, obrigado.

A Casa que Jack Construiu

(The house that Jack built)

 

Elenco:

Matt Dillon

Bruno Ganz

Uma Thurman

Direção: Lars Von Trier

Gênero: Terror

Duração: 155 min.

Distribuidora: California Filmes

Orçamento: US$ 6 milhões

Estreia: 01 de Novembro de 2018

Sinopse:

A história do personagem Jack, ao longo de 12 anos, mostrando os assassinatos que definem sua personalidade como serial killer.

Curiosidades:

» Quando estreou no Festival de Cinema de Cannes, um grande número de membros da audiência (incluindo críticos) saíram, condenando o filme por sua chocante e de extrema violência;

Trailer:

Cartazes:

Fotos:

 

‘A Maldição da Residência Hill’: Vídeo reúne TODOS os fantasmas escondidos

O diretor Mike Flanaganse divertiu escondendo fantasmas pelo cenário da série ‘A Maldição da Residência Hill’, fazendo os espectadores ficarem tentando caçá-los na tela.

Agora, o IGN divulgou um vídeo reunindo todas as cenas que trazem fantasmas assustadores escondidos atrás das paredes da mansão assombrada.

Caso os tenha perdido, confira abaixo o vídeo com os fantasmas escondidos da série. Consegue encontrá-los?

Caso a série seja renovada, Flanagan confirmou que a narrativa será completamente diferente, seguindo novos personagens.

“Eu não quero fazer muitas especulações a respeito da segunda temporada, até que a Netflix, a Paramount e a Amblin nos confirme o desejo de seguir adiante. Mas o que posso dizer é que, no que diz respeito à minha preocupação quanto isso, a história da família Crain está encerrada. Acabou. E eu acho que existem vários caminhos distintos que podemos seguir, tanto com a casa, como com algo completamente diferente. Eu também amo a ideia de uma antologia. Mas para mim, eu acho que os Crain passaram por coisas demais e nós – que trabalhamos na série – os deixamos exatamente aonde nós gostaríamos de nos lembrar deles. Nós chegamos a brincar com um final com cliffhanger, brincamos também com outras ideias, mas no final das contas, alinhado aos roteiristas e ao elenco, nós sentimos que a história precisava de uma espécie de encerramento vindo da nossa parte e estamos felizes por ter fechado o livro dessa família.”

 

‘True Detective’: 3ª temporada ganha trailer incrível

A terceira temporada de True Detective ganhou um novo trailer, que traz Mahershala Ali com um visual bem diferente.

Pelo trailer, parece que teremos a mesma pegada da primeira temporada.

Assista:

O elenco conta com a a atriz Deborah Ayorinde (‘Luke Cage‘) como Becca Hayes, filha distante do detetive aposentado Wayne Hayes.

Ray Fisher, o Ciborgue de ‘Liga da Justiça’ vive o filho de Mahershala Ali, chamado Wayne Hays. No entanto, há controvérsias quanto ao nome de seu personagem. Segundo o The Wrap, o rapaz de fato se chama Henry Hays, enquanto o IMD pontua que na verdade ele seria Freddy Burns.

Stephen Dorff (‘Blade – O Caçador de Vampiros’) viverá Roland West, detetive que tem sua vida pessoal e profissional afetada devido a um crime. Ele será o co-protagonista, ao lado de Mahershala Ali .

Ali vive como Wayne Hays, um policial do noroeste do Arkansas, responsável por investigar um crime macabro em Ozarks.

A terceira temporada apresenta a história de um crime macabro no âmago de Ozarks e um mistério que tem se aprofundado ao longo das décadas, se desmembrando em três períodos distintos.

O diretor de ‘Green Room’, Jeremy Saulnier irá dirigir a temporada ao lado do criador da série, Nic Pizzolatto. Os novos episódios estreiam em 2019 na HBO.

‘Crônicas de Natal’: Comédia natalina da Netflix ganha novo trailer

A Netflix liberou um novo trailer da comédia natalina Crônicas de Natal, novo filme de Clay Kaytis (Angry Birds – O Filme), estrelado por Kurt Russell e produzido por Chris Columbus, diretor de ‘Harry Potter e a Pedra Filosofal’.

Assista:

Na trama, os irmãos Kate (Darby Camp) e Teddy Pierce (Judah Lewis) estão determinados a flagrar o Papai Noel (Kurt Russell) com uma câmera na noite de Natal, no entanto, eles acabam se envolvendo em uma missão com a qual nem poderiam imaginar. Depois de espiar a chegada do bom velhinho, Kate e Teddy se escondem no seu trenó, provocam um acidente e põem em risco o Natal de milhares de crianças. A saída agora é virar a noite trabalhando duro com o Papai Noel e seus elfos para salvá-lo antes que seja tarde demais.

Crônicas de Natal estreia no dia 22 de novembro, na Netflix.

‘Vingadores: Guerra Infinita’: Vídeo mostra chegada de Thor ao som de Immigrant Song

Um fã reeditou a cena da chegada de Thor na batalha de Wakanda durante ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ adicionando a icônica ‘Immigrant Song‘, do Led Zeppelin. E o resultado ficou incrível.

Assista:

A sequência ‘Vingadores 4‘  terá a responsabilidade de não apenas encerrar a fase três do MCU, como também a de introduzir a quarta.

E pelo visto, a produção pode ser bem longa, beirando as três horas de duração. A informação em questão foi revelada no início deste ano pelos irmãos Russo, em uma entrevista ao site Collider, mas começou a ganhar novas proporções agora, em virtude da proximidade do lançamento do primeiro trailer.

Na ocasião, Joe Russo já preparou os fãs para o que deve vir em 2019:

“Eu diria que o filme pode, facilmente, chegar a ter três horas de duração. Mas eu acho que somos bem rígidos quanto ao material. Nós gostamos que ele siga um certo compasso…e bem, eu tenho certeza que vamos conseguir reduzi-lo um pouco. Eu não consigo imaginar como…Nós investimento um ano inteiro de trabalho nesse filme e eu realmente acho que ele será maior que ‘Guerra Infinita’, mas é impossível dizer o quanto, com clareza”.

Vingadores 4‘ chega aos cinemas em 27 de Abril de 2019. A direção é de Joe e Anthony Russo.

‘Bumblebee’: Ouça a música do filme cantada por Hailee Steinfeld

A atriz e cantora Hailee Steinfeld divulgou sua música feita exclusivamente para a trilha sonora de Bumblebee, intitulada “Back To Life”.

Confira, com uma foto que traz o personagem homônimo conhecendo o cachorrinho de Charlie, chamado Conan.

O filme é ambientado em 1987, e começa com Bumblebee encontrando refúgio em um castelo em uma pequena cidade de praia californiana. Charlie (Hailee Steinfeld), uma garota à beira dos 18 anos, está tentando encontrar seu lugar no mundo quando descobre Bumblebee, com cicatrizes e quebras de batalha. Quando Charlie o revive, ela rapidamente descobre que não é um fusquinha amarelo comum.

Vale ressaltar que a Hasbro deseja trazer os personagens de ‘M.A.S.K’ para o universo expansivo de ‘Transformers’.

O elenco ainda conta com John Cena, Jorge Lendeborg Jr.Rachel Crow (do filme da Netflix ‘Deidra and Laney Rob a Train‘), Stephen Schenider, Jorge Lendeborg Jr., Jason DruckerKenneth ChoiRicardo HoyosAbby Quinn e Grace Dzienny.

Travis Knight, CEO dos estúdios Laika, especializado em animação de stop-motion, dirige.

A estreia no Brasil acontece dia 25 de dezembro de 2018.

 

 

Cebolinha estampa novo cartaz do filme da ‘Turma da Mônica’

O live-action da ‘Turma da Mônica: Laços‘ ganhou um novo cartaz, estampado pelo Cebolinha.

O longa chega dia 27 de junho de 2019, com direção de Daniel Rezende (‘Bingo: O Rei das Manhãs’) e com distribuição nacional Paris Filmes. Confira:

A comediante Monica Iozzi interpretará a mãe da protagonista. No elenco estão Giulia Barreto (Mônica), Kevin Vechiatto (Cebolinha), Gabriel Moreira (Cascão) e Laura Rauseo (Magali).

O filme se passará nos anos 80 e seguirá a linha dos clássicos norte-americanos ‘Os Batutinhas‘, ‘Os Goonies‘ e ‘Conta Comigo‘.

Lançada em 2013, graphic novel ‘Laços‘ foi criada pelos irmãos Vitor e Lu Cafaggi, que levaram os clássicos personagens de Mauricio de Sousa a uma aventura repleta de emoção, lembrança e perigos.

Na história, o Floquinho desapareceu. Para encontrar seu cachorro de estimação, Cebolinha conta com os amigos Cascão, Mônica e Magali e, claro, um “plano infalível”.

Rodrigo Santoro fará uma participação especial “surpresa”, e o ator fez questão de conhecer o criador da célebre turminha dos gibis, Mauricio de Sousa.

“Participar deste projeto é um verdadeiro presente pra mim. É ter a chance de conhecer os meus grandes companheiros de infância. Uma honra ter sido convidado para brincar com essa turma.”, contou Santoro.

Netflix lançará seus filmes no cinema para poder concorrer ao Oscar

O novo drama do premiado Alfonso Cuarón (‘Gravidade‘), intituladoRoma’,  será exibido nos cinemas antes de estrear na Netflix. O lançamento nos EUA acontecerá em 21 de novembro, e ficará em cartaz ao longo três semanas.

O motivo? Se tornar elegível ao Oscar.

Além de ‘Roma‘, a Netflix lançará nos cinemas ‘The Ballad of Buster Scruggs‘, dos irmãos Coen, e ‘Bird Box‘, de Susanne Bier.

Vale lembrar que ‘Roma‘ foi o escolhido para representar o México no Oscar 2019 na categoria Melhor Filme Extrangeiro.

Extremamente elogiado pelos críticos, o filme foi ovacionado no Festival de Veneza – que teve um júri presidido por Guillermo del Toro – e levou o Leão de Ouro.

Com o prêmio, ‘Roma‘ tornou-se um dos principais candidatos para para a estatueta dourada.

O representante do Brasil será ‘O Grande Circo Místico‘ – saiba mais!

Roma‘ conquistou 95% de aprovação no Rotten Tomatoes, com 21 críticas positivas e apenas uma negativa até o momento.

Os críticos estão elogiando, entre muitas coisas, a direção de Cuarón e a linguagem do filme. Confira alguns exemplos:

Indiewire:

“‘Roma’ constrói a sua narrativa em pequenos momentos, a câmera do diretor passa vagarosamente por várias cenas absorvendo o distinto local, enquanto dispensa detalhes da história de locais improváveis. (Ele pede por várias visualizações, o que faz a controversa decisão de Cuarón de lançar na Netflix ter sentido, mesmo que mereça a grande tela”

The Guardian:

“Cuarón tem o dom extraordinário de combinar o close-up com o plano fundo, que revela os detalhes observados – humorístico, pungente ou apenas autêntico sem esforço. Com a tela e o senso de escala. Em algumas vezes parece novelístico, densamente realizado, um drama íntimo que nos dá acesso ao desenvolvimento de vidas domésticas em tempo real. Em algumas vezes parece como uma novela, e em outras vezes é sentido como um épico”

Tomris Laffly:

“Uma obra-prima ricamente texturizada, a ‘Roma’ é o cinema mais puro e humano”

Revista Time:

“‘Roma’ segue na tradição de cineastas neorrealistas como Vittorio De Sica e Satyajit Ray. Ninguém mais está fazendo filmes assim hoje em dia”

Assista ao trailer:

“Existem períodos na história que assustam sociedades e momentos na vida que nos transformam como indivíduos”

O filme será exibido no Festival de Veneza e também no Festival de Toronto e já é um dos grandes cotados para Oscar 2019. Situado na década de 70, a história semi-autobiográfica narra a vida de uma família de classe média na Cidade do México. O drama também deve ficcionalizar os eventos da tragédia que ficou conhecida como El Halconazo, uma chacina de estudantes que protestavam contra o governo, ocorrida em 1971.

Romaserá lançado na Netflix em dezembro.

‘Gladiador’ vai ganhar SEQUÊNCIA; Saiba mais!

De acordo com o Deadline, quase 20 anos depois de ter sido lançado, ‘Gladiador‘ ganhará sequência.

Ridley Scott deve assumir a direção, que terá roteiro de Peter Craig.

Gladiador 2‘ vai seguir a continuação da história de Lucius, o filho de Lucilla. O jovem era o sobrinho de Commodus, filho do líder romano Marco Aurélio, que assassinou seu pai, assumiu o trono e acabou na arena de gladiadores com Maximus, que, embora mortalmente ferido, espetou o imperador antes de ir para grande além para se reunir com sua esposa e filho mortos. Maximus salvou o menino e sua mãe enquanto vingava sua própria família e deixou uma forte impressão no jovem Lucius.

Fontes indicam que a Paramount será o estúdio desenvolvendo o projeto, e a Universal terá a opção de ser cofinanciadora.

O filme original, estrelado por Russell Crowe, foi lançado em 2000, e recebeu 11 nomeações ao Oscar, das quais venceu 5, incluindo Melhor Filme e Melhor Ator. Sucesso nas bilheterias, o filme arrecadou US$ 460.5 milhões ao redor do mundo.