Site Página 6947

Com três filmes de ‘Star Wars’, Disney já ultrapassa valor de compra da Lucasfilm

Com seus três primeiros filmes da franquia Star Wars(O Despertar da Força, Rogue One e Os Últimos Jedi) a Disney já ultrapassou a marca de 4,06 bilhões de dólares, batendo a quantia desembolsada para a compra da Lucasfilm em 2012.

Apesar do número impressionante, vale lembrar que a empresa gastou muito para produzir e comercializar os três longas, e o fato da Disney dividir grande parte da bilheteria com donos de teatro. Por outro lado, também ganhou muito dinheiro com venda de produtos, com parque temático e merchandising.

Star Wars: Os Últimos Jedi’ já soma mundialmente US$ 934,2 milhões e pode chegar a US$ 1 bilhão até o último dia do ano.

Com US$ 423,3 milhões arrecadados apenas nos EUA. Com isso, o novo filme da franquia se tornou a segunda maior arrecadação de 2017 no país, superando os US$ 412 milhões de Mulher-Maravilha, mas ainda precisa ultrapassar os US$ 504 milhões de A Bela e a Fera.

Se o filme se mantiver nesse ritmo, a previsão é que encerre nos EUA com uma arrecadação entre US$ 750 e US$ 800 milhões, o que pode colocá-lo na frente dos US$ 760 milhões de ‘Avatar’, de James Cameron.

Lembrando que o valor ainda vai subir mais nas próximas semanas, quando o filme será lançado na China (5 de Janeiro).

Leia a nossa Crítica em Vídeo | Star Wars: Os Últimos Jedi – Comentamos o filme mais aguardado de 2017

Corre ver a matéria especial do Jânio Nazareth, Repórter Hollywood, sobre a première do filme:

 

Crítica | Black Mirror 4×06 – Black Museum

O Museu do Amanhã

O último episódio da nova temporada de Black Mirror era também o mais misterioso, cuja trama foi guardada a sete chaves. Antes de começar, devo fazer uma recomendação. Como todos sabem, não existe uma ordem específica a ser seguida na hora de assistir a Black Mirror, já que se trata de uma série de antologia. No entanto, a única ordem que deve ser seguida é deixar Black Museum para o final. O espectador irá apreciá-lo mais assim.

Leia nossa crítica de ‘USS Callister’, primeiro episódio da 4ª Temporada de Black Mirror

O que acontece é que o último episódio chega como grande homenagem ao legado da série e a tudo que diz respeito a Black Mirror. Somos levados a um museu, daí o título do episódio, onde se encontram a maioria dos artefatos tecnológicos apresentados ao longo destas quatro temporadas – sim, eu disse quatro, já que itens da nova temporada também entram em cena aqui, criando conexão com o que você acabou de assistir (vide USS Callister, por exemplo). Daí a recomendação inicial. Fora isso, temos referências a episódios inesquecíveis, como San Junipero também. A vontade é assistir de novo para tentar pegar tudo.

Leia nossa crítica de ‘Arkangel’, segundo episódio da 4ª Temporada de Black Mirror

Apesar da brincadeira cheia de referências ser muito bem vinda, sentimos também que Black Museum, que é dirigido por Colm McCarthy (do ainda inédito no Brasil Melanie – A Última Esperança, ou The Girl With All the Gifts, no original), não mergulha totalmente nelas, utilizando-as como foco narrativo de sua trama. Esse, porém, é só um pequeno detalhe, já que o episódio utiliza outros aparatos, inéditos na mitologia, para impulsionar a história. Outro detalhe aqui é que Black Museum, o segundo episódio mais longo (depois de USS Callister), é na realidade três episódios em um.

Leia nossa crítica de ‘Crocodilo’, terceiro episódio da 4ª Temporada de Black Mirror

Acompanhamos Rolo Haynes (Douglas Hodge), o guia do local, realizando um tour com a jovem Nish (Letitia Wright), que enquanto espera seu carro ser recarregado, decide visitar o museu. Daí, enquanto mostra todas as peças de sua coleção – hoje em desuso, o que pode colocar este episódio ainda mais no futuro dentro desta cronologia, Rolo Haynes revela um pouco de seu passado também, e da época em que era o representante de tais inovações tecnológicas. O sujeito esteve à frente, por exemplo, de uma máquina capaz de transmitir todo tipo de sensação física através de um implante em seu usuário. Desta forma, o dedicado médico Peter Dawson (Daniel Lapaine) se torna capaz de curar muitas doenças. Como efeito colateral, no entanto, ele se torna viciado na dor, até um chocante desfecho.

Leia nossa crítica de ‘Hang the DJ’, quarto episódio da 4ª Temporada de Black Mirror

Assim, como um cientista louco em desgraça, Haynes vai narrando suas experiências condenáveis, sempre deficientes de consciência e moral. A segunda história que o sujeito revela é sobre a tecnologia capaz de inserir na mente de uma pessoa a consciência de outra. A operação é utilizada quando Carrie (Alexandra Roach), uma jovem mulher, entra em coma. Jack (Aldis Hodge), seu marido, sofre diariamente, até que o sujeito sem escrúpulos chega com a proposta de implantar em sua mente a consciência de sua mulher desfalecida. Uma ideia a princípio bem intencionada, mas que em pouco tempo se mostrará extremamente disfuncional.  Estas duas histórias soltas servem para complementar Black Museum, mas sentimos que poderiam ser episódios próprios, mesmo que sem a força de um episódio independente de verdade. De fato, estas subtramas soam como episódios rejeitados, cujo desenvolvimento ficou na metade do caminho, e foram usados como sobra apenas para encaixar as lacunas de um episódio maior.

Leia nossa crítica de ‘Metalhead’, quinto episódio da 4ª Temporada de Black Mirror

O problema aqui é realmente seu cerne, resultando em uma história de vingança, sem que nos envolvamos verdadeiramente com nenhuma das partes; nem com o antagonista, nem com a vingativa heroína. Até mesmo a causa da vingadora soa sem a identificação necessária. Como resultado, Black Museum é um episódio sem muita força, mas que vale por sua intenção e o clima auto-referencial.

Leia nossa crítica completa da 4ª Temporada de Black Mirror

Assista nossa crítica em vídeo da 4ª Temporada de Black Mirror

Saiba quais são nossos episódios preferidos da 4ª Temporada de Black Mirror – Do Pior ao Melhor

‘Flashpoint’: Cartaz de fã traz Flash em linha do tempo alternativa; Confira!

Mais um criativo cartaz de ‘Flashpoint‘, feito por um fã, traz o herói Flash percorrendo uma linha temporal distinta.

A arte ainda traz os colegas de ‘Liga da Justiça‘, Mulher-Maravilha, Ciborgue, Aquaman e Batman.

Confira:

Jeffrey Dean Morgan faz mistério sobre viver Batman em ‘Flashpoint’; SERÁ?

 

 

‘Vingadores: Guerra Infinita’: Calendário russo traz novas artes; Confira!

Um calendário russo para o ano de 2018, feito pela Disney, traz novas artes de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘.

Confira:

Vingadores: Guerra Infinita chega em 26 de abril de 2018 e Vingadores 4 tem estreia marcada para 2 de maio de 2019.

Crítica | Black Mirror 4×04 – Hang the DJ

Encontro Marcado

Os fãs de Black Mirror sabem bem do que toda temporada da série precisa. São elementos que já se mostram canônicos nesta mitologia e que não podem faltar. Primeiro, uma tecnologia avançada, complexa e fictícia, que talvez não faça muito sentido agora, mas serve de forte espelho para o nosso presente. Segundo, personagens psicologicamente abalados, que transformam o intuito de tal tecnologia, originalmente criada para ajudar, em algo extremamente negativo. Bem, para resumir, porque esta lista de itens pode se estender muito, não pode faltar também uma premissa sobre relacionamentos amorosos e como funcionarão no futuro.

Leia nossa crítica de ‘USS Callister’, primeiro episódio da 4ª Temporada de Black Mirror

Hang the DJ é o único episódio nesta nova temporada que supre tal necessidade. É o episódio mais “bonitinho” e romântico do lote, além de ser o mais positivo também, chegando diretamente na esteira de San Junipero, episódio da terceira temporada, que é um dos favoritos e mais comentados do grande público, e o preferido deste que vos fala. Hang the DJ, no entanto, se mantém abaixo do proposto no citado episódio, que inclusive ganhou dois prêmios no Emmy deste ano, se confirmando como episódio mais prestigiado da série.

Leia nossa crítica de ‘Arkangel’, segundo episódio da 4ª Temporada de Black Mirror

Na trama, um aplicativo de relacionamentos superavançado – pense em Tinder elevado à décima potência – dita a forma como vivemos no futuro. Imagine o que ocorre em O Lagosta (2015), de Yorgos Lanthimos, com Colin Farrell, no qual existe uma imposição social que nos obriga a achar uma parceira imediatamente ou seremos exilados. Em Hang the DJ, a imposição é outra, e precisamos obedecer os mandos e desmandos desta tecnologia, igualmente regida de forma ditatorial. Os pares formados por obrigação de terceiros soa como pastores evangélicos futurísticos de certas vertentes da religião.

Leia nossa crítica de ‘Crocodilo’, terceiro episódio da 4ª Temporada de Black Mirror

Neste que é meu segundo episódio favorito da temporada, uma tecnologia intrigante e complexa se faz presente, preenchendo tal requisito muito esperado, ao qual estamos acostumados em Black Mirror. Este “aplicativo” seleciona seu parceiro, e diz quanto tempo o relacionamento irá durar – pode ser horas ou até mesmo anos. As trocas podem ser constantes, até que este computador analise seu parceiro final, com quem você permanecerá casado.

Leia nossa crítica de ‘Metalhead’, quinto episódio da 4ª Temporada de Black Mirror

Como num conto moderno de Romeu e Julieta, Frank (Joe Cole) e Amy (Georgina Campbell) irão se rebelar contra o sistema, após dois encontros nos quais terminam perdidamente apaixonados um pelo outro. Existe até uma reviravolta na qual o sujeito quase põe tudo a perder, em nome da curiosidade humana – o teor agridoce sempre presente também. Um dos chamarizes aqui é a química do casal, em especial o irresistível charme e carisma da bela Campbell. Por outro lado, este é mais um episódio cujo desfecho parece não fazer muito sentido. Mesmo assim não afeta a experiência. A direção é de Timothy Van Patten, veterano de séries como (Game of Thrones e Boardwalk Empire).

Leia nossa crítica completa da 4ª Temporada de Black Mirror

Assista nossa crítica em vídeo da 4ª Temporada de Black Mirror

Saiba quais são nossos episódios preferidos da 4ª Temporada de Black Mirror

O nome “Gal Gadot” está na lista das palavras que os americanos não sabem pronunciar; Confira!

O ano de 2017 foi fantástico para a Gal Gadot, com o sucesso deMulher-Maravilha e a aceitação dos fãs, mas será mesmo que todos sabem pronunciar o nome dela? De acordo com dados de um aplicativo, não.

O nome “Gal Gadot” lidera a lista das 10 palavras mais mal pronunciadas do ano nos EUA. A pronúncia certa do nome da atriz é “gal gah-dott”, porém, muitos americanos falam o sobrenome com um “t” mudo. Confira a lista (em inglês):

Gal Gadot (gal gah-dott)

Bokeh (boh-keh)

Coulrophobia (cool-ruh-foh-bee-ah)

Dotard (doh-terd)

Fibromyalgia (fai-broh-mai-ahl-jyah)

Namibia (nah-mih-bee-ah)

Nuclear (noo-klee-ar)

Puerto Rico (pwehr-toh ree-coh)

Pyongyang (pyong-yang)

Weinstein (wine-steen)

Enquanto isso, a continuação de Mulher-Maravilha será lançada no dia 1º de novembro de 2019, com a diretora Patty Jenkins e o roteirista Dave Callaham (Godzilla) à bordo.

Crítica| Black Mirror 4×01 – U.S.S. Callister

Jornada na Psicose Humana

Poucos episódios desta quarta temporada de Black Mirror são tão satisfatórios quanto este (agora) primeiro. Se formos seguir literalmente, nenhum é, já que este é o melhor do novo lote. À primeira vista vendido como uma sátira/homenagem de Star Trek – icônica série de ficção científica criada por Gene RoddenberryUSS Callister vai desvendando suas camadas e fazendo aparecer muito mais do que esperávamos.

Leia nossa crítica de ‘Metalhead’, o episódio de terror da 4ª Temporada de Black Mirror

O episódio pega de surpresa, e esta é a alma do negócio. Todos os outros episódios foram um pouco diminuídos por suas prévias e premissas anunciadas, sem fugir muito do que imaginávamos sobre eles. USS Callister é diferente, pois a cada guinada nos deixa sem adivinhar o que vem a seguir, e esta imprevisibilidade é grande parte do que constitui Black Mirror, e que andou muito em falta nesta temporada.

Saiba quais são nossos episódios favoritos da 4ª Temporada de Black Mirror

Como dito, o episódio parece apenas uma trama de uma piada só, no entanto, segue para terrenos bem mais sombrios. USS Callister exibe muito subtexto, e existem inúmeros itens a serem destacados e discutidos. A esta altura vale dizer também que é sempre preferível ter assistido ao episódio antes de ler uma crítica como esta, pois alguns spoilers podem escapar – afinal é difícil falar sobre uma trama complexa como esta sem adentrar alguns de seus segredos.

A seu favor, e de seu desenvolvimento narrativo e de personagens, temos que levar em conta que USS Callister é o episódio mais longo, com 1 hora e 16 minutos de projeção, possibilitando este exímio detalhamento. Existe todo um paralelo interessantíssimo também sobre trocas de papeis, de heróis e vilões, no mundo virtual e mundo real, que vale a pena ser ressaltado.

Assista nossa crítica em vídeo da 4ª Temporada de Black Mirror

Na trama, Jesse Plemons é Robert Daly, um tímido nerd sem muita voz mesmo dentro da grande empresa que ajudou a criar. Ele é o programador, o cara que fica nos bastidores, totalmente subjugado por seu parceiro profissional, Walton (papel de Jimmi Simpson, de Westworld), a face da companhia. Além disso, nenhum dos funcionários o respeita ou sequer notam sua presença. Daly, o patrão, que era para ser visto como forte líder, é considerado por todos como o perdedor do pedaço. Mas isso muda toda noite quando ele chega em casa e mergulha no mundo virtual especialmente criado por ele, que tem tudo a ver com a citada série espacial famosa – aqui tratada por outro nome.

Este tal mundo vai além de um programa de TV, que serviu apenas como sua base. É uma mistura entre jogo de última geração, com direito a consciências virtuais, e simuladores de inteligências artificiais. Ou seja, USS Callister verdadeiramente resgata o espírito do que é Black Mirror, criando uma tecnologia tão complexa e fictícia, que está a muitos anos no futuro além de nossa compreensão. Mostrando que é verdadeiramente o melhor episódio, USS Callister vai além, dando diversas guinadas na trama, subvertendo personagens e acrescentando muito do típico teor dark e barra pesada ao qual estamos acostumados nessa série que “desgraça nossa cabeça”.

Leia nossa crítica completa da 4ª Temporada de Black Mirror

USS Callister mostra também que não é necessário um diretor renomado para entregar um bom episódio. Pelo contrário, Toby Haynes, um nome desconhecido do grande público, mostra que tem mais fome, e querer se provar mais, do que cineastas renomados e acomodados. Haynes vem de programas como Doutor Who e Sherlock, e domina bem a estrutura narrativa de poucos minutos, mostrando aqui estar inclusive pronto para o cinema.

Leia nossa crítica de ‘Crocodilo’, terceiro episódio da 4ª Temporada de Black Mirror

USS Callister é aquela pancada gostosa, o tapa na cara, o tiro que estamos acostumados a levar quando o assunto é Black Mirror. E do qual gostamos muito. Fora isso, existem inúmeras referências para os aficionados pelo universo de Roddenberry – um dos mais legais é a mudança no estilo estético, quando uma evolução ocorre e os integrantes da nave parecem pertencer aos novos filmes, produzidos por J.J. Abrams, reparem na ótima sacada com os uniformes, visual e os Lens Flares. Hilário.

Leia nossa crítica de ‘Arkangel’, episódio dirigido por Jodie Foster, da 4ª Temporada de Black Mirror

‘Me Chame Pelo Seu Nome’: Diretor revela os planos para a sequência; Saiba mais!

Com o enorme sucesso de crítica que o drama gay Me Chame Pelo Seu Nomeestá fazendo ao redor do mundo, é bem provável que a história de Elio e Oliver possa continuar, e pelo visto vai, de acordo com uma entrevista que o diretor Luca Guadagnino cedeu ao The Guardian.

“Estes personagens são tão fantásticos, quero saber o que acontece com eles. As últimas 40 páginas do livro falam sobre 20 anos da vida de Oliver e Elio. Então comecei a pensar em ‘Up’ de Michael Apted, e o ciclo de filmes de Truffaut dedicados ao personagem de Antoine Doinel. E pensei que talvez não seja questão de fazer uma sequência, mas de apresentar crônicas de todos os personagens do filme. Eu acho que observar o crescimento dos personagens no corpos destes atores será fantástico”

De acordo com o IndieWire, a cineasta Pedro Almodóvar elegeu o drama gay Me Chame Pelo Seu Nome como o melhor filme do ano durante votação anual do site espanhol Otros Cines Europa.

Ainda segundo ele, Timothée Chalament, que concorre ao Globo de Ouro, “é a revelação de 2017”.

“Tudo é muito bonito, charmoso e desejável nesse filme. Os meninos, as meninas, os cafés da manhã, as frutas, os cigarros, os reservatórios, as bicicletas, as danças ao ar livre, os anos 1980, as dúvidas e a devoção dos protagonistas, a sinceridade de todos os personagens, o relacionamento com os pais. Veja o compromisso dos autores André Aciman, James Ivory e Luca Guadagino com a paixão dos sentidos e a luz do norte da Itália.”

Por enquanto temos que esperar para saber. No Brasil o filme lança dia 18 de janeiro nos cinemas.

O premiado drama gay também ganhou o prêmio de Melhor Filme do ano na Associação de Críticos de Cinema de Los Angeles.

O drama tem deixado sua marca em diversos festivais esse ano, passando pelo Festival do Rio, Toronto, Sundance e Berlim. Também ganhou o prêmio principal no Gotham Independent Film Awards 2017 e é um dos mais cotados para o Oscar 2018.

‘Corra!’ e ‘Me Chame Pelo Seu Nome’ vencem o Gotham Independent Film Awards 2017

A trama acompanha um jovem de 17 anos que começa um romance com um dos convidados de seu pai, durante as férias da família na Riviera italiana. O longa foi exibido no Festival do Rio desse ano.

Me Chame Pelo Seu Nome teve dois clipes divulgados.

Assista:

 

‘Novos Titãs’: Trigon pode ser o vilão da série de TV; Saiba mais!

Uma chamada de elenco para a série de TV em live-action de Novos Titãspode ter revelado quem deve ser o vilão.

De acordo com a chamada, o vilão Trigon pode fazer uma aparição na série:

“Homem, de 30 a 40 anos, caucasiano. Carismático. Um líder de culto determinado a reunir sua família. Papel central no fim da temporada. Convidado especial recorrente”

Confira o visual de Alan Ritchson e Minka Kelly como Rapina e Columba na série de TV de os Novos Titãs’. Confira:

O ator Brenton Thwaites também postou novas fotos em seu instagram caracterizado como o Robin para a série de TV ‘Novos Titãs’. Nas imagens, podemos ver detalhes do uniforme do herói.

Além disso, o ator também revelou que filmou uma sequência de luta que se passa em um beco em Gotham City.

Confira as imagens:

A série em live-action sobre o grupo de heróis juvenis da DC Comics teve seus atores principais escalados para viver os heróis.

A equipe da DC surgiu pela primeira vez em 1964, como uma equipe de jovens heróis, ainda com o nome de Turma Titã. A série, prevista para estrear em 2018, reunirá os justiceiros Asa Noturna, Estelar, Mutano, Ravena e a dupla Columba e Rapina.

Brenton Thwaites será Dick Grayson (Asa Noturna)

Ryan Potter será o Mutano:

Teagan Croft viverá a Ravena:

Anna Diop será a Estelar:

Minka Kelly será Columba:

Alan Ritchson no papel de Rapina:

O programa, previsto para estrear em 2018, é de autoria de Greg Berlanti, produtor deArrow’, ‘The Flash’, ‘SupergirleLegends of TomorrowLindsey Gort também está no elenco. A série terá Akiva Goldsman (‘Star Trek: Discovery’) e Geoff Johns na equipe de roteiristas dos 13 episódios.

Brad Anderson (Fringe) dirigirá o piloto.

Thanos é eleito o vilão mais aguardado de 2018; Confira a lista!

O site Fandango realizou uma enquete para saber qual seria o vilão mais aguardado de 2018, e o Titã Thanos ganhou disparado, com cerca de 8 mil votos. Confira a lista completa:

  1. Thanos (Josh Brolin de Vingadores: Guerra Infinita)
  2. Gellert Grindelwald (Johnny Depp de Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald)
  3. Erik Killmonger (Michael B. Jordan de Pantera Negra)
  4. (Personagem ainda sem nome!) (Jessica Chastain de X-Men: Fênix Negra)
  5. Michael Myers (Nick Castle de Halloween)
Vingadores: Guerra Infinita chega em 26 de abril de 2018 e Vingadores 4 tem estreia marcada para 2 de maio de 2019.

Crítica | Black Mirror 4×05 – Metalhead

O Exterminador do Futuro

Três conceitos parecem definir a quarta temporada de Black Mirror. O primeiro, e mais louvável, é o maior destaque para presenças femininas nas tramas, impulsionando ou protagonizando os episódios. A segunda, são histórias focadas em tecnologias ligadas a chips e implantes em nossas mentes, com monitoramento de nossas cabeças e pensamentos – Arkangel, USS Callister, Crocodilo e Black Museum utilizam vertentes desta tecnologia, ou seja, quatro dos seis episódios. E finalizando, temos como uma constante na nova temporada, tramas simples, sem grandes complexidades no terreno da ficção científica ou humanas – como em temporadas passadas.

Metalhead funciona com a simplicidade de O Exterminador do Futuro (1984), de James Cameron, mas também com sua eficiência. Tudo o que precisamos saber aqui é que máquinas querem nos matar, num futuro pós-apocalíptico. Assim como o T-800 de Arnold Schwarzenegger, essas pequenas criaturas robóticas, parecidas com cachorros mecânicos, são implacáveis e não desistem nunca.

Leia nossa crítica completa da 4ª Temporada de Black Mirror

Não há muita explicação também. Não sabemos de onde vieram estas máquinas, por que foram criadas e quem são estes membros da resistência. Mas aqui isso não importa muito, já que o episódio compensa em outras áreas, como na narrativa dinâmica e acelerada, e no alto nível de tensão. E assim como em produções cult independentes (todo feito em preto e branco, o primeiro da história da série, dando ar de cinema de arte), as lacunas são deixadas para que nós as preenchamos.

Metalhead também funciona como o filme de terror e ação da temporada. Reserva altos níveis de adrenalina e momentos de grande tensão. É essa eficiência que faz o episódio sobressair a outros que igualmente não exibem similaridade ao cânone de Black Mirror. A proposta aqui é “já que vale ser diferente, vamos entregar algo realmente diferente”.

Saiba quais são nossos episódios preferidos da 4ª Temporada de Black Mirror – Do Pior ao Melhor

Dirigido por David Slade, do excelente Menina Má.com (2005), o terceiro nome de peso atrás das câmeras nesta temporada, o quinto episódio acompanha um grupo de sobreviventes em uma terra aparentemente devastada, invadindo um grande galpão atrás de um item. No local se deparam com a ameaça iminente de um pequeno robô, uma mistura entre cachorro e tatu. A criatura “bonitinha” não deixa que se enganem quanto a sua crueldade, e se mostra uma máquina de matar perfeita. O episódio é muito sangrento, inserindo grande nível de urgência na história.

A britânica Maxine Peake, no papel de Bella, é basicamente a única personagem da trama, e a Sarah Connor da vez. A atriz segura bem a história nervosa de sobrevivência. Pode não ser exatamente material de Black Mirror, mas é bom, e isso que interessa. Como ponto negativo, mais um desfecho incompreensível nesta temporada – que nem mesmo o escritor Charlie Brooker deve ter uma resposta convincente.

Assista nossa crítica em vídeo da 4ª Temporada de Black Mirror

‘Solo: Uma História Star Wars’: Nova foto sugere que Boba Fett poderá aparecer no spin-off

Alguns rumores já estavam indicando a presença do mercenário Boba Fett no spin-off Solo: Uma História Star Wars, agora parece que temos uma confirmação vinda (acidentalmente!) do diretor Ron Howard, que publicou uma foto em seu Twitter com o ator Paul Bettany, mas todo mundo ficou de olho em algo que estava escondido lá atrás no cenário. Veja:

Você viu? No fundo da imagem podemos ver o capacete de Boba Fett. Um usuário no Reddit percebeu o detalhe e compartilhou. Confira:

Boba Fett spoted in Solo film set. from StarWarsLeaks

Uma imagem promocional deSolo: Uma História Star Wars foi divulgada online, mostrando o protagonista ao lado do jovem Lando (Donald Glover) e da personagem de Emilia Clarke. Confira:

Um fã e usuário do Reddit afirma ter assistido o primeiro trailer de Solo: Uma História Star Wars, e resolveu compartilhar no fórum o que viu no vídeo. Confira a descrição:

Deets on Solo teaser from StarWarsLeaks

“Não é muita coisa, mas aqui vai um resumo do que eu vi. Obviamente tem mais coisa, mas esses são o que se destacou:

  • Han caminhando, o ângulo só mostra o seu blaster;
  • Wookiees sendo transferidos para algum lugar. O planeta parece novo, nunca tinha visto ele antes;
  • Han se aproxima de um grupo de pessoas ao redor de uma mesa, algo assim;
  • Close nos dados de Han;
  • Há uma cena com o personagem de Woody Harrelson, mas é em um beco escuro e ele parece paranoico;
  • Han grita “Yehoo!” e a Falcon viaja na velocidade da luz;
  • Chewbacca ruge e corre ao lado de Han;
  • Alguém diz “não vale o risco”, quase certeza de que era a voz do Lando;
  • Corta para uma tela preta e alguém diz “eu farei ele pagar” e tem um grande rifle na mesa com pedaços de armadura ao lado;

Não vi muita coisa da personagem da atriz de ‘Game of Thrones’, [Emilia Clarke]. Aparece escrito “Neste Verão” e depois um flash de vários stormtroopers andando em direção à um beco.”

Vale ressaltar que nenhuma dessas informações foram confirmadas, então, não passam de rumores.

O derivado de Star Wars sobre o jovem Han Solo tem no elenco Alden Ehrenreich como o personagem título, Donald Glover como o jovem Lando Carlrissian, Woody Harrelson, Emilia Clarke (de Game of Thrones), Michael Kenneth Williams e Thandie Newton.

A estreia é programada para o dia 24 de maio de 2018 no Brasil.

‘007’: Próximo ‘Bond’ pode ser negro ou mulher, segundo produtora

Representatividade total! Próximo Bond dos cinemas pode ser negro ou uma mulher, de acordo com a produtora Barbara Broccoli.

Em uma entrevista ao Daily Mail, Broccoli afirmou que está feliz que Daniel Craig irá retornar para o 25º filme do personagem, mas que tudo é possível após isso.

“Esses filmes de Bond tendem a refletir os tempos que estamos, então sempre tentamos expandir um pouco os limites. Tudo é possível. Agora é o Daniel Craig, e estou muito feliz com isso, mas quem sabe o que o futuro trará?”

Vale lembrar que muitos rumores indicavam Idris Elba e Gillian Anderson como os favoritos para viver o espião em um próximo filme.

O cineasta Denis Villeneuve falou sobre a possibilidade de assumir a direção da próxima sequência do agente 007.

Em entrevista ao The Playlist, o diretor falou que adoraria assumir o projeto, pontuando sua agenda apertada com as filmagens de ‘Dune’.

Segundo ele:

“Na verdade eu não sei nada sobre o assunto, mas Daniel Craig é um ator incrível com eu tive um pouco de contato, mas eu estou bem ocupado agora produzindo ‘Dune’. Mas também preciso dizer que realmente seria um privilégio trabalhar com ele, um verdadeiro sonho. Adoraria fazer um filme de Bond com Daniel, ia ser muito gratificante. Eu acho que tudo é uma questão de timing”.

Paul McGuigan, o diretor responsável por ‘Os Gângsteres’ e ‘Victor Frankenstein’ também estaria sendo cotado para assumir a direção de ‘James Bond 25’. A informação partiu do site Den of Geek.

Crítica | Black Mirror 4×03 – Crocodilo

Fugindo do Passado

Uma das coisas interessantes de Black Mirror é que por se tratar de uma antologia, na qual os episódios não estão necessariamente interligados, pode ser assistido em qualquer ordem. Foi justamente o trajeto que realizei quando comecei a assistir ao seriado nas primeiras temporadas. Com nesta quarta temporada ainda por cima houve uma mudança na ordem dos episódios nos 45 do segundo tempo (Arkangel era o primeiro, e passou para segundo, etc.), então nossos textos aqui não respeitarão ordem cronológica também – a única exigência talvez seja que Black Museum, o último episódio, fique realmente para o final, pois irá melhorar sua experiência, acredite.

Pulamos aqui para o terceiro episódio, intitulado Crocodilo. Gravado na Islândia, o que demonstra um orçamento maior nesta temporada e a abrangência da produção – como já citado, este é o auge do hype da série – o episódio tem como diretor o segundo maior nome atrás das câmeras (depois de Jodie Foster, que comandou o episódio anterior), o cineasta John Hillcoat, responsável por filmes como A Estrada (2009), Os Infratores (2012) e Polícia em Poder da Máfia (2016). E assim como Arkangel, de Foster, o terceiro episódio, apesar do grande nome no comando, resulta em muita cobertura e pouco recheio.

Leia nossa crítica de ‘Arkangel’, episódio de Black Mirror dirigido por Jodie Foster

Andrea Riseborough (Oblivion) é quem domina Crocodilo na frente das câmeras, com uma personagem complexa, mas que infelizmente não é tão bem explorada quanto desejaríamos. De fato, a atriz pediu para estrelar o episódio, já que originalmente o protagonista aqui seria um homem – corroborando a presença de mulheres à frente da quarta temporada. O interesse de Riseborough por esta trama e pela personagem é compreensível – já que no papel soa bem atraente. E a atriz se sai melhor em sua performance chamativa do que o resultado do episódio em si. Ela é o ponto alto aqui.

A trama simplória, abre no estilo Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado (1997), com um jovem casal encobrindo um crime de atropelamento. Anos mais tarde, a jovem (Riseborough) se torna uma bem sucedida mulher de negócios, e quando vê o passado negro esboçando um retorno à superfície, sai eliminando todos os rastros que possam ligá-la a tal fatídico dia. Para piorar a situação e aumentar sua falta de sorte, uma funcionária de uma companhia de seguros (Kiran Sonia Sawar) entra em cena, investigando outro acidente de atropelamento, e chegando até a protagonista, possivelmente a única testemunha deste outro caso.

Leia nossa crítica da 4ª Temporada de Black Mirror

A tecnologia proposta aqui é uma máquina que consegue ler suas memórias, algo como o que temos em Minority Report (2002). No entanto, o episódio parece apenas querer chocar pela crueza, e exagera nos atos da mulher fria e cada vez mais sem escrúpulos – se tornando uma verdadeira psicopata. Assim como em Arkangel, esta história poderia ser contata sem o uso da tecnologia – adaptada para um suspense policial mundano. Não sentimos o peso de tais elementos futurísticos influenciarem na narrativa – e isso é um dos elementos que fazem de Black Mirror o que ele é.

O visual proposto para Riseborough é uma boa caracterização e enfatiza a frieza (ela parece feita de gelo). Fora isso não existe aqui reviravoltas interessantes ou dignas da série, esta é uma história simples e direta. Crocodilo resulta em mais um esforço apenas mediano nesta temporada.

Do Pior ao Melhor – Elegemos os melhores episódios da 4ª Temporada de Black Mirror

‘Black Mirror’: Kirsten Dunst e Aaron Paul fizeram uma aparição especial na série

Você viu? Kirsten Dunst e Aaron Paul fizeram uma aparição especial no episódio “U.S.S. Callister”, da quarta temporada de Black Mirror.

[CUIDADO COM SPOILERS DO EPISÓDIO]

Dunst aparece em uma cena inicial na empresa de tecnologia Callister, administrada pelos personagens de Jesse Plemons (que é marido da atriz na vida real) e de Jimmi Simpson.

Já Paul, que trabalhou com Plemons em ‘Breaking Bad’, não aparece fisicamente, mas sim sua voz bem no final do episódio, ele diz “Eu sou o rei do espaço”.

O episódio é dirigido por Toby Haynes. Tem Jesse Plemons, Cristin Milioti e Jimmi Simpson no elenco. O roteiro fica por conta de Charlie Brooker e William Bridges. Assista ao trailer:

 

Black Mirror foi criada por Charlie Brooker e exibida pelo canal britânico Channel 4 por duas temporadas. A Netflix comprou o programa e produziu a elogiada terceira temporada ano passado.

4ª temporada já está disponível na Netflix.

Confira prévia e fotos do novo clipe de Jay-z dirigido por Ava DuVernay

O novo clipe de Jay-Z, Family Feud, tem chamado muita atenção pelo teor revelador da letra e pela participação de inúmeras personalidades de Hollywood, como Michael B. Jordan, BeyoncéJessica Chastain, Thandie NewtonBrie Larson, Janet Mock, Niecy Nash, Mindy Kaling, Rosario Dawson, Susan Kelechi Watson, Rashida Jones, David Oyelowo, entre outros.

O material, dirigido pela cineasta indicada ao Oscar, Ava DuVernay, já está disponível na plataforma do rapper, Tidal,  e ganhou uma nova prévia divulgada no Youtube.

Vale ressaltar que apenas usuários do serviço musical de streaming podem conferir o clipe na íntegra por enquanto.

Confira o teaser, com as fotos:

‘Raio Negro’: Série da DC ganha novo teaser e sinopse; Confira!

A nova série da CW, ‘Raio Negro‘, ganhou um novo teaser e sinopse.

Confira:

Confira a sinopse oficial:

“Jefferson Pierce (Cress Williams) é um homem batalhando contra um segredo. Como pai de Anissa (Nafessa Williams) e Jennifer (China Ann McClain), e diretor de uma escola que também serve como abrigo para jovens em um bairro cercado por violência entre gangues, ele é um herói em sua comunidade.

Nove anos atrás, Pierce era um herói diferente. Dotado com o super poder de aproveitar e controlar a eletricidade, ele usou essas habilidades para manter as ruas de sua terra natal seguras, mascarado como o vigilante Raio Negro. No entanto, ele deixou seus dias de super herói no passado. Quase uma década depois, seus dias de luta contra o crime parecem estar bem distantes de si…ou pelo menos era o que ele achava”.

Christine Adams, James Remar, Damon Gupton e Marvin Jones III também estrelam a produção. O primeiro episódio foi escrito por Salim Akil.

 

A série será lançada no Brasil pela Netflix. O serviço de streaming anunciou que o episódio piloto será lançado dia 23 de Janeiro, com episódios semanais.

Nos EUA, a série estreia dia 16 de janeiro de 2018.

 

Confira outros trailers:

 

‘Arquivo X’: Criador fala sobre os 25 anos produzindo a série

Arquivo X‘ tem sido parte fundamental da cultura POP há 25 anos, entre idas e vindas.

E para o criador da emblemática produção, Chris Carter, se manter em dia com a continuidade da trama ao longo de todo esse tempo é uma tarefa árdua.

Em entrevista ao site CinemaBlend, o também produtor-executivo pontuou que usa algumas ferramentas específicas para manter a narrativa conexa, quando alguns detalhes lhe fogem à memória.

Segundo Carter:

“É difícil. Muitas coisas estão bem sólidas na minha mente, mas outras coisas eu preciso voltar e refrescar na minha memória. Mas existem algumas maneiras fáceis de recordar. Tem muita coisa online que é possível recapitular. As pessoas fizeram um trabalho bem feito em construir as linhas temporais, pontuando o que aconteceu, com quem e quando. Mas às vezes eu preciso parar e assistir o episódio para que eu realmente consiga lembrar exatamente o que os personagens viram, ouviram e vivenciaram”.

A série estreia na Fox Brasil dia 10 de janeiro de 2018, uma semana após a estreia nos EUA. A exibição começa às 23h, com episódio duplo.

Confira, com o trailer:

A nova temporada terá 10 episódios, sendo que dois deles serão focados em Mulder e Scully, enquanto os demais seguirão o modelo de “monstro da semana” já apresentado anteriormente na série.

Depois do episódio que aprofunda a história do Homem Fumante (William B. Davis) e nos laços familiares aparentes com Mulder, a segunda hora abre com um salto de tempo que mostra Mulder e Scully separados novamente. As consequências da abdução de Scully e do chip que foi implantado em seu pescoço continuam a moldar o mundo de Mulder e Scully.

Arquivo X‘ segue os passos dos agentes especiais do FBI Scully (Gillian Anderson) e Mulder (David Duchovny), que investigam casos inexplicáveis em que a única resposta possível parece envolver fenômenos paranormais. Também voltará a série o ator Mitch Pileggi, como Walter Skinner, Diretor Adjunto do FBI, que caminha em uma linha tênue entre a lealdade a Mulder e Scully e a prestação de contas a seus superiores.

 

Arquivo x retorna em 10 de janeiro de 2018 na Fox.

‘Jogador Nº 1’: Protagonistas estão em perigo em nova foto da superprodução de Steven Spielberg

A adaptação de Jogador Nº 1, dirigida por Steven Spielberg, ganhou uma nova imagem que mostra os protagonistas Wade e Artemis em perigo. Confira:

A Warner Bros divulgou o trailer oficial de Jogador Nº 1, ficção científica baseada num livro de sucesso, dirigida por Steven Spielberg. Confira abaixo:

Estão no elenco: Mark Rylance, que viverá James Donovan Halliday; Tye Sheridan, que viverá o protagonista Wade Watts; Olivia Cooke (‘Bates Motel’) como Artemis, avatar que a personagem Samantha Cook escolhe no do jogo Oasis; e  Simon Pegg como o cocriador da Oasis, Orgen Morrow.

Na trama, o ano é 2044 e, como o resto da humanidade, o protagonista Wade Watts prefere mil vezes o jogo do OASIS do que o mundo real. Ele garante que esconde as peças de um diabólico quebra-cabeça cuja resolução leva à riqueza incalculável. A chave para o quebra-cabeça são baseadas na cultura do final do século XX e, por anos, milhões de seres humanos têm tentado encontrá-los, sem sucesso.

De repente, Wade consegue resolver o quebra-cabeça e ganha o prêmio, e, posteriormente, deve competir contra milhares de jogadores para conseguir o troféu. A única maneira de sobreviver é ganhar, mas para isso terá que abandonar sua existência virtual e lidar com a vida e o amor no mundo real, que sempre tentou fugir.

Zak Penn escreveu o roteiro do filme, que tem estreia prevista para 29 de Março de 2018.

 

Crítica | Fargo 1ª Temporada – Os irmãos Coen alongam seu filme para 10 Horas

Uma Comédia de Erros

Ao contrário do que muitos possam pensar, não foi a Marvel, a DC, ou qualquer outro blockbuster que inventou as referências no cinema. De fato, as referências cinematográficas existem desde os primórdios da sétima arte e podem vir nas mais variadas formas: seja interligando obras dentro da filmografia de um diretor autoral – até mesmo pelos temas utilizados recorrentemente (vide, Alfred Hitchcock, Roman Polanski e Woody Allen), ou cineastas homenageando o cinema de seus ídolos e colegas em seus filmes (vide Martin Scorsese, Steven Spielberg e Quentin Tarantino); só para citar alguns.

As referências, é claro, também existem em programas de TV – alguns dos maiores sucessos atuais inclusive são totalmente baseados nisso, vide Stranger Things. Tudo, para chegarmos a Fargo: A Série, produção da MGM e do canal FX, cujas três temporadas (2014, 2015 e 2017) a Netflix disponibilizou recentemente em sua plataforma, fazendo a alegria dos fãs deste que é um dos programas mais premiados da atualidade. E se você já tinha a impressão de ter escutado este título antes, mesmo sem saber exatamente o que é, você não está errado. Para esclarecer o enigma basta saber o nome dos produtores aqui, Joel e Ethan Coen, os irmãos Coen. Fargo, obviamente, é o título de um dos, senão o maior sucesso de suas carreiras.

Fargo: Uma Comédia de Erros (1996), baseado numa incrível história de crime real, ganhou o mundo, foi indicado para sete prêmios no Oscar, incluindo melhor filme (numa era em que apenas 5 filmes entravam), e venceu dois – melhor atriz para Frances McDormand e melhor roteiro para os Coen. Além disso, o filme consta em número 160 na lista dos favoritos de todos os tempos do grande público.

Os Coen então decidiram estrear na telinha produzindo a versão seriada deste enorme sucesso de crítica. E o que vemos no programa é um filhote derivado do longa, que segue uma premissa muito similar, homenageando e respeitando seu precursor, e banhando o texto de referências. O ponto chave de Fargo, tanto o filme quanto esta primeira temporada – lembrando que neste texto apenas a primeira temporada da série será analisada – é a inocência de uma pacata cidadezinha localizada na Dakota do Norte, nos EUA, seus moradores, e inclusive sua força policial, muitas vezes despreparada para lidar com ameaças exteriores, já que no local nada acontece. Além disso, temos o clima extremamente frio, muita neve, rios congelados, como alguns dos personagens principais, interferindo com a trama.

A série também é baseada em uma inacreditável história real, ocorrida em 2006. E apesar de serem tramas distintas, sentimos a proximidade entre as obras, vindas não somente da localidade e clima, mas de personagens e suas subtramas. Por exemplo, se no longa tínhamos a intrépida Marge Gunderson (McDormand), a policial grávida que ninguém leva a sério, mas é a pessoa mais inteligente do local, aqui temos Molly Solverson, vivida pela carismática Allison Tolman, que desempenha basicamente a mesma função – e no fim fica até mesmo grávida, rebuscando ainda mais as semelhanças.  Além disso, temos também o pacato cidadão acima de qualquer suspeita, metido no mais hediondo dos crimes – no longa o Jerry Lundegaard, de William H. Macy, e na série o Lester Nygaard, de Martin Freeman.

O elenco é de peso, todos ganham destaque e entregam boas atuações. Além dos citados Freeman (ótimo aqui) e Tolman (a alma da temporada), Colin Hanks, Bob Odenkirk, Keith Carradine, Kate Walsh, Joey King, entre outros, desfilam em tela. É claro que eu não podia deixar de citar a participação premiada de Billy Bob Thornton, cujo assassino de aluguel Lorne Malvo chega como grande diferencial narrativo entre filme e série. O personagem é a novidade aqui, que tira a estrutura esperada dos trilhos, traduzindo em inovação.

Ainda na parte do elenco, toda a subtrama envolvendo o personagem de Oliver Platt, um imigrante russo que tira a sorte grande ao achar uma mala recheada de dinheiro enterrada na neve, após ficar sem gasolina e quase matar sua família congelada, é outro toque especial na série. Os fãs do filme Fargo e dos irmãos Coen já devem ter pescado a referência aqui. Uma mala cheia de dinheiro, deixada enterrada no gelo, perto de uma cerca. Bem, quem conhece o filme sabe que este é o McGuffin no longa, o que transforma este seriado em uma espécie de continuação direta do Fargo original.

Para os fãs de Corra! e de seu criador, o humorista Jordan Peele, Fargo reserva ainda outra surpresa. O próprio Peele, ao lado de seu parceiro recorrente no humor, o comediante e ator Keegan-Michael Key, dão as caras trazendo gás aos últimos episódios, nas peles de dois atrapalhados agentes do FBI. E a palavra de ordem aqui, seguindo “a comédia de erros” do filme, é “criminosos e policiais confusos e desajeitados”.

Fargo é um pequeno deleite para os aficionados não apenas pelo filme original, mas pela filmografia dos Coen. Aqui temos de tudo, desde o preço de White Russians na parede de restaurantes (a bebida preferida de Jeff ‘The Dude’ Bridges em O Grande Lebowski), inúmeros diálogos ameaçadores entre atendentes e assassinos (Onde os Fracos Não Tem Vez) e professores de academia navegando águas mais turbulentas do que seus intelectos permitem (Queime Depois de Ler) – isso apenas para citar os principais. A primeira temporada de Fargo é uma obra nova e autoral, mas com fortíssimos laços que a prendem à mitologia “Coeniana”. É muito bom ver a migração satisfatória de artistas conceituados entre mídias. Melhor ainda é saber o que eles confeccionaram a partir da segunda temporada, com as amarras totalmente soltas. Em breve falaremos sobre ela, fiquem ligados.